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‘X-Men: Fênix Negra’: Sophie Turner compara Jean Grey a Sansa Stark, de ‘Game of Thrones

Em recente entrevista à HBOSophie Turner, que dá vida a Jean Grey em X-Men: Fênix Negra, comparou sua personagem a Sansa Stark, personagem que encarnou na famosa série Game of Thrones e que se tornou Rainha do Norte no último episódio da oitava temporada.

“Eu sempre me envolvo com personagens femininas fortes e independentes, e Sansa e Jean são tudo isso”, a atriz explicou. “Elas eventualmente utilizam a seu favor todas essas coisas terríveis que aconteceram e se tornam incrivelmente poderosas”.

Sansa possui um dos arcos mais complexos e árduos do show – incluindo tortura, abuso psicológico, manipulações e estupro. Jean, por sua vez, lida com seus próprios demônios, incluindo a manifestação incontrolável de suas habilidades mutantes que quase mataram seus pais quando criança. As duas, apesar de receberem direcionamento de aliados, perderam a confiança em seus mentores conforme se aproximavam do fim de suas jornadas.

“Jean teve Charles Xavier como mentor e professor, e neste filme não há mais confiança”, Turner acrescentou. “E Sansa, por sua vez, quando está em Winterfell, não quer receber ordens de Jon Snow e Daenerys Targaryen. Ela não está feliz com isso, quer fazer as coisas por conta própria.

Confira a entrevista completa abaixo:

Dirigido por Simon Kinberg, o filme será situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse‘.

Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.

O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.

X-Men: Fênix Negra‘ será lançado nos cinemas nacionais em 6 de junho.

‘Whiskey Cavalier’: ABC e Warner Bros. podem reviver a série após cancelamento

De acordo com o site TheWrap, a série Whiskey Cavalier, protagonizada por Lauren Cohan (‘The Walking Dead’), pode retornar para as telinhas após seu precoce cancelamento na ABC. A matéria indica que a emissora, em parceria com a Warner Bros., potencialmente pode reverter a decisão e renová-la para uma segunda temporada.

O cancelamento ocorreu devido ao baixo índice de audiência, com a primeira temporada registrando uma média de 0.59 na demo, e um total de 3.47 milhões de espectadores.

Na série, Will Chase é um agente do FBI que após passar por um rompimento doloroso é designado para trabalhar com a intimidadora Francesca. Juntos, eles irão liderar uma equipe de espiões que tem nas mãos o futuro de toda a humanidade.

Lauren Cohan (‘The Walking Dead‘), Scott Foley (‘Scandal‘) e Tyler James Williams (‘Todo Mundo Odeia o Chris‘) estrelam.

‘Unplanned’: Filme pró-vida é banido dos cinemas canadenses

O filme pró-vida intitulado ‘Unplanned’ foi banido permanentemente de exibição nos cinemas canadenses, segundo reportagem do site LifeSiteNews.

Durante recente entrevista, o diretor, roteirista e produtor da cinebiografia de Abby JohnsonChuck Konzelman, explicou que as salas de cinema do Canadá se recusaram a transmitir o longa-metragem. “No Canadá, o Cineplex praticamente tem o monopólio… O National Post diz que [a empresa] controla quase 80% de todas as salas e, de nossa limitada experiências, tem vários lugares de fácil acesso pelo público, dentro e próximo às áreas metropolitanas”, ele disse.

Em um e-mail enviado diretamente à distribuidora, Konzelman perguntou “o que há de errado com nosso conteúdo?”, recebendo respostas nada satisfatórias sobre “a mensagem pró-vida [trazida pelo filme] que é bastante discutível”.

‘Unplanned’ conta a história de Johnson, membro do projeto conhecido como “Planned Parenthood” que deixa a organização para se tornar uma ativista pró-vida depois de testemunhar um aborto em uma clínica texana. Lançado em março, a obra tornou-se uma das mais bem-sucedidas dentro do circuito independente, arrecadando 18 milhões de dólares na bilheteria com orçamento de 6 milhões.

‘The Lighthouse’: Novo filme do diretor de ‘A Bruxa’ abre com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes!

The Lighthouse, novo filme do aclamado diretor Robert Eggers (A Bruxa), fez um enorme sucesso após sua estreia no Festival de Cannes e já aumentou as expectativas para quando chegar aos cinemas brasileiros. Agora, o longa recebeu sua primeira nota no agregador de reviews Rotten Tomatoes, abarcando uma pontuação perfeita: 100% de aprovação.

A nota é uma das maiores da história do site, fincando-se em 9.03/10 baseada em, por enquanto, 31 críticas especializadas. O consenso geral diz que o filme é uma “arrepiante história brilhantemente filmada e liderada por performances poderosas”, acrescentando que estabelece mais uma vez Eggers como um cineasta de talento excepcional.

“Eu amei A Bruxa, mas The Lighthouse está em outro nível. A construção imagética é brutal, Pattinson & Dafoe estão extraordinários. Eggers parece acreditar que, para fazer um filme de época, você deve também ressuscitar sonhos, pesadelos, linguagem e contos do mar”.

“Pattinson e Dafoe entregam as melhores performances de suas carreiras no insano e estupendamente bem produzido The Lighthouse. Um manicômio no meio do oceano; um antigo poema irlandês de desejo e orgulho. Meu coração ainda está acelerado”.

The Lighthouse – Dois homens ilhados no meio do mar lentamente enlouquecem. Absolutamente fenomenal, visceral, intenso. […] Willem Dafoe e Robert Pattinson estão incríveis”.

The Lighthouse é absolutamente incrível. Eu já gostava de Pattinson antes, mas ele está muito melhor aqui. Melhores papéis da carreira para ele e para Dafoe”.

“O pesadelo de Robert Eggers é a melhor coisa no Festival de Cannes 2019, com performances chocantes de Willem Dafoe e Robert Pattinson”. 

O filme foi gravado em preto e branco de 35mm, praticamente inédito nos dias de hoje. A grande maioria dos filmes atuais são gravados normalmente e depois convertidos na pós-produção.

A trama é sobre uma dupla de homens que cuidam de um farol na Nova Escócia no início do século XX.

The Lighthouse será produzido pela A24, que tem como um de seus produtores o brasileiro Rodrigo Teixeira, da RT Features – também de ‘A Bruxa‘.

A estreia acontece em 2019.

‘X-Men: Fênix Negra’: Revelada primeira imagem da mutante Cristal no filme

X-Men: Fênix Negra está a poucas semanas de chegar aos cinemas e o material promocional do filme continua despontando na internet. Agora, a mutante Cristal ganhou seu primeiro look oficial, acompanhado de uma das músicas do longa, “Extraordinary Being”, de Emeli Sande.

Confira:

Dirigido por Simon Kinberg, o filme será situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse‘.

Os X-Men enfrentam seu inimigo mais formidável e poderoso: um deles, Jean Grey. Durante uma missão de resgate no espaço, Jean é quase morta quando é atingida por uma misteriosa força cósmica. Quando ela volta para casa, essa força não só a torna infinitamente mais poderosa, mas muito mais instável. Lutando com essa entidade dentro dela, Jean desencadeia seus poderes de maneiras que ela não pode compreender nem conter. Com Jean fora de controle, e ferindo aqueles que ela mais ama, ela começa a desvendar a linha que mantém os X-Men juntos. Agora, com esta família desmoronando, eles devem encontrar uma maneira de se unir, não apenas para salvar a alma de Jean, mas para salvar nosso próprio planeta de alienígenas que desejam se armar com essa força e governar a galáxia.

O grandioso elenco conta com James McAvoy, Jennifer Lawrence, Sophie Turner, Jessica Chastain, Nicholas Hoult, Michael Fassbender, Tye Sheridan, Evan Peters, Alexandra Shipp e Kodi Smit-McPhee.

X-Men: Fênix Negra‘ será lançado nos cinemas nacionais em 6 de junho.

 

3ª temporada de ‘Slasher’ estreia na Netflix!

A Netflix acaba de lançar em seu catálogo a terceira temporada da série de terror antológico ‘Slasher: Solstice‘.

Confira o trailer:

Criada por Aaron Martin (‘Being Erica‘), a série foi resgatada pela Netflix após ter sido cancelada, depois de apenas uma temporada, pelo canal Chiller.

A trama do próximo ciclo vai seguir um serial killer, conhecido como O Druida, que busca vingança contra testemunhas de um assassinato que moram em um complexo de apartamentos.

O terceiro ano da série é dirigido por Adam MacDonald (‘Sobreviventes‘ e ‘Pyewacket‘), e conta com Salvatore AntonioLisa BerryPaula BrancatiGabriel DarkuErin KarplukDean McDermottMercedes MorrisIlan MuallemPaulino NunesBaraka Rahmani e Joanne Vannicola no elenco.

A terceira temporada será lançada na plataforma no dia 23 de maio.

 

 

Crítica | Inferninho – O elogiado filme cearense chega aos cinemas

O cinema nacional segue, mesmo contando com cada vez menos recursos, desenvolvendo trabalhos de muita qualidade estética, conceitual e, por que não, política. Falando sobre dignidade em um contexto marginal, o filme Inferninho se apropria de uma estética que remete às películas dos anos 1970/80, com uma pegada bagaceira muito bem aproveitada.

O longa-metragem conta uma história de paixão avassaladora. Deusimar (Yuri Yamamoto) é uma transexual dona de um pequeno estabelecimento frequentado pelas figuras mais bizarras do rolê. Não fica claro se o bar é propriamente o que popularmente se chama de “inferninho”, mas é apresentado como o que conhecemos como “bar pé sujo”. O lugar é uma herança familiar que ela gerencia num misto de cuidado e tristeza, por ser seu único lugar no mundo, pelo qual é responsável, mas também do qual se sente refém, presa. Ela e seus funcionários levam uma rotina medíocre que mistura a conformação com um futuro vazio vislumbrado por Deusimar e o sonho de grandeza da cantora que estrela as noites, Luziane (Samyra De Lavor). Com a chegada de um marinheiro ao bar, a vida de Deusimar e de todos se transforma. Jarbas (Demick Lopes) é um tipo conquistador e aproveitador que cativa a proprietária. Passando então a fazer parte da rotina desse lugar hora caótico, hora entediante.

O romance entre Deusimar e Jarbas é retratado sem um excesso de romanização. Dando norte à narrativa e sendo responsável pelos motivos que definem as decisões da protagonista, o que se pode falar sobre a representação desse casal é que foi feito de forma corajosa (para os tempos atuais), porém, sem exageros. Sem a necessidade de chocar ou de esconder. Simplesmente apresentados como um casal da vida real dentro e fora de seus momentos de intimidade.

O filme opta por uma apresentação crua. Não apresenta requintes em termos de cenários, não possui trilha sonora, e mesmo as canções cantadas por Luziane não parecem ser editadas com auto-tune. O filme se passa quase inteiramente em dois cenários (o bar e o quarto de Deusimar), dos quais a protagonista não arreda os pés. Se essas escolhas foram em função do orçamento não se pode saber, mas o fato é que isso deu ao filme um significado psicológico e quase filosófico. E tudo que se optou por não florear trouxe um signo de vida real, com a busca por um glamour que não existe, que é distante para quem está a margem. Cru. Com uma estética bagaceira, que se mostra como proposta logo de cara, construiu o espaço para opções de efeitos especiais ruins, mas que fazem todo sentido, sendo o caminho lógico para a construção do longa-metragem.

Ao mesmo tempo que aproxima de uma experiência real, consegue passear por um universo lúdico e absurdo. Essas pinceladas aparecem nos frequentadores do bar e em situações repentinas que são tratadas com uma naturalidade que não é usual no dia-a-dia. O aspecto mais emblemático desse passeio pelo absurdo remete, em algum grau, à alegoria da caverna de Platão, quando um indivíduo complexo consegue ver além de sombras projetadas e experimenta o mundo real. Traz assim a relação entre mundo real e a razão, e a diferença entre o senso comum e o crítico… aspectos tão presentes nas relações de nossos dias e que demandam um esforço social no trato de questões como as abordadas em Inferninho. Fato é que a direção de Guto Parente e o roteiro do diretor junto a Pedro Diógenes e Rafael Martins, aliado ao bom desempenho do elenco conseguiram trazer reflexões importantes à tona (pelo menos por aqui).

A escolha do protagonista é uma questão à parte que deve ser discutida. O bom trabalho de Yuri Yamamoto é incontestável, o ator que é também diretor teatral e fundador do grupo Bagaceira de Teatro, é consistente em sua atuação. Mas traz para a discussão o papel do cinema como difusor da diversidade, especialmente quando se trata de filmes como Inferninho. Yuri, apesar de excelente no que faz, é um ator cis. Mais uma vez a cena cinematográfica nacional se vê perdendo a oportunidade de trazer aos holofotes a representatividade trans.

O filme cearense foi exibido no festival do Rio e também no Festival Cinematográfico Internacional Del Uruguay e no Festival de Roterdã, chamando a atenção onde foi exibido. Chega nesta segunda quinzena de maio ao circuito regular de exibição, e é uma pedida para quem gosta de apreciar o cinema nacional.

‘The Batman’: Robert Pattinson NÃO confirma se viverá o protagonista

Após a Variety e diversos sites confirmarem que Robert Pattinson seria o próximo Batman, parece que as negociações deram uma esfriada.

Após a Warner Bros. desmentir a informação, o astro também jogou um banho de água fria nos fãs durante o Festival de Cannes.

Enquanto promovia o elogiadíssimo terror ‘The Lighthouse‘, filme do diretor de ‘A Bruxa‘ que abriu com 100% de aprovação da crítica, o astro foi questionado se realmente seria o novo Homem-Morcego.

“Me perdoem, mas eu não posso comentar nada sobre esse assunto. Hoje só responderei perguntas sobre The Lighthouse, Ok?”, falou o ator ao ComicBookMoovie.

De acordo com o site da CNN, um representante da Warner Bros. negou que Pattinson esteja contratado para viver o herói, o que não quer dizer que ele não esteja na disputa. Isso porque, segundo o The Hollywood Reporter, atores como Nicholas Hoult, Armie Hammer e Aaron Taylor-Johnson também estão fazendo testes para viver o personagem.

Antes de tudo isso vir à tona, Ben Affleck era quem estava confirmado para estrelar, dirigir, produzir e assumir o roteiro do longa, mas logo após sua saída da cadeira de diretor, o ator também expressou sua vontade em desistir do papel, não só em ‘The Batman’, mas também nos futuros filmes planejados pelo estúdio.

‘Shang-Chi’: Próximo filme da Marvel terá Mestre Kung Fu e elenco chinês

Faz um tempo que o filme do herói Shang-Chi foi anunciado. Sendo tratado com muito cuidado pelos executivos da Marvel,  o longa foi classificado como “intrigante” e tal qual Pantera Negra, terá elenco focado na etnia do herói. Ou seja, terá um elenco majoritariamente asiático. Se você não conhece a história do Mestre do Kung Fu, fique tranquilo! Este post te dará uma base para entender o básico dele! Confira!

A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.

Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha. Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.

Pois bem, Shang nasceu na província de Hunan, na China, e como dissemos anteriormente, foi criado por Fu Manchu. Sem saber que seu pai era o líder imortal de uma das maiores facções criminosas do mundo, responsável por várias atrocidades e mortes hediondas, Shang foi criado para honrá-lo ao dominar as artes marciais. Seu treinamento era interminável e não abrangia apenas um estilo de luta. Sua missão era dominar TODAS as artes marciais do mundo, incluindo aquelas que não tinham mais representantes. E deu resultado. Mestre em todas as formas de luta, incluindo aquelas que fazem usos de armas brancas e de fogo, o garoto também aprendeu a dominar o Chi como nenhum outro ser em todo o Universo Marvel.

Para aqueles que não estão familiarizados, o Chi é uma energia que não se explica, mas se sente. Ela é a força da vida, que está presente em todas as formas vivas, unindo tudo em um fluxo imaterial que os liga em todo o Universo como uma coisa só. Se for ajudar na compreensão, é tipo A Força dos Jedi. Esse domínio aumenta suas capacidades, dando a ele reflexos e agilidade sobre-humanas, além de maior resistência e, em algumas versões, o poder de gerar clones de si mesmo. Em outras palavras, é um herói de poderes bastante cinematográficos, com um potencial imagético muito interessante.

Juntando suas habilidades de luta com o domínio do Chi, Shang-Chi se torna o Mestre do Kung Fu. Encarregado de assassinar um dos inimigos de seu Pai, Shang parte em missão e encontra o Sir Denis Nayland Smith, que revela a verdade sobre Fu Manchu. Agora sabendo que seu pai é um genocida, Shang dedica sua vida a destruir a organização maligna e desfazer as consequências dos atos criminosos de seu pai. Em sua jornada, ele acaba encontrando vários ícones da Marvel, enfrenta a HIDRA, se une aos Heróis de Aluguel até que, mais recentemente, foi convidado pelo Capitão América e pelo Homem de Ferro para integrar Os Vingadores.

Ao entrar para o time dos Heróis Mais Poderosos da Terra, o Mestre do Kung Fu ganha um uniforme que aprimora ainda mais suas habilidades de luta. Porém, o ponto mais legal que deve ser abordado nos cinemas é seu dilema moral. Apesar de ser exímio lutador, o domínio de Chi de Shang mexe com suas crenças e o faz seguir pela filosofia do Pacifismo. Seu grande conflito é: até que ponto o desejo por justiça legitima a violência? Como os heróis do MCU costumavam agir de forma bastante inconsequente, é como uma brisa no verão ver alguém mais ligado na consequência de seus atos.

Antes do início do Universo Cinematográfico Marvel, a Paramount colocou um filme de Shang-Chi como prioridade, junto a Homem Formiga, Capitão América, Doutor Estranho e Nick Fury. Mas, como vimos, esse projeto acabou sendo deixado de lado em prol da ideia de Kevin Feige e Cia. de instaurar um universo compartilhado de filmes.

A produção do longa terá o difícil trabalho de não cair nos estereótipos de filmes de luta se quiser fazer uma obra marcante. Para isso, o roteirista David Callaham foi chamado e já prometeu uma versão modernizada do mito do heróiAs locações foram marcadas para a Austrália e o diretor indie Destin D. Cretton foi convocado para comandar a aventura. Especula-se que o vilão da trama possa ser o Verdadeiro Mandarim, visto no curta “All Hail The King“.

 

Shang-Chi ainda não tem data de estreia, mas especula-se que chegue aos cinemas em Fevereiro de 2021.

‘Aladdin’: Live-action com Will Smith abre com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes

Aladdin é o próximo remake em live-action dos estúdios Disney a chegar aos cinemas e, ainda que tenha despertado expectativas altas no público, parece não ter feito tanto barulho entre a crítica especializada: o longa-metragem, dirigido por Guy Ritchie, abarcou 60% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota  6.02/10 baseada em 89 críticas.

Confira algumas reviews abaixo:

“Hoje, Aladdin é um filme da Disney, ou um filme de Guy Ritchie. Mas eu não ficaria surpreso se, em cinco anos, Aladdin fosse o filme onde Naomi Scott ganhou sucesso” – San Francisco Chronicle.

“Ritchie sabe o que preservar e o que adicionar. Se não está quebrado, não o conserte, e o resultado de Aladdin é divertido, celebrativo e, sim, nostálgico” – Tribune News Service.

“Tem um tapete voador. Tem uma lâmpada encantada. Tem um gênio que muda de forma. Mas, apesar disso, Aladdin não tem mágica” – Seattle Times.

“O filme em si, apesar de não ser totalmente horrível – grande parte da ideia original foi comprada, e até mesmo um pouco da arte -, [Aladdin] é desnecessário de forma particularmente agressiva”. – New York Times.

Aladdin é jubilante e enérgico, uma releitura que, em grande parte, alcança sucesso ao atualizar a versão animada, mesmo que não dê a mesma sensação mágica” – Screen Rant.

Dirigido por Guy Ritchie (‘Sherlock Holmes‘), o live-action será lançado quase 27 anos após a estreia da animação.

Um jovem humilde descobre uma lâmpada mágica, com um gênio que pode lhe conceder desejos. Agora o rapaz quer conquistar a moça por quem se apaixonou, mas o que ele não sabe é que a jovem é uma princesa que está prestes a se noivar. Agora, com a ajuda do Gênio, ele tenta se passar por um príncipe e para conquistar o amor da moça e a confiança de seu pai.

O elenco conta com Menda Massound (Aladdin), Marwan Kenzari (Jafar), Naomi Scott (Jasmine), Will Smith (Gênio), Navid Negahban (Sultan), Nasim Pedrad (Dalia), Billy Magnussen (Anders) e Numan Acar (Hakim).

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de maio.

‘A Maldição da Residência Hill’: Ator diz que ‘levaria um tiro’ se revelasse algo sobre a 2ª temporada

Ano passado, a Netflix lançou uma de suas mais comentadas séries, dirigida e criada por Mike FlanaganA Maldição da Residência Hill, que encantou os telespectadores com sua assustadora história.

Com a renovação para a segunda temporada, os fãs começaram a se perguntar quem retornaria para as telinhas, incluindo o astro Oliver Jackson-Cohen, que deu vida à versão adulta de Luke, um dos irmãos gêmeos da família protagonista.

Em entrevista ao site The Wrap, o ator disse que “eu vou levar um tiro se responder a qualquer pergunta”.

Jackson-Cohen, quando questionado se voltaria para a nova iteração, também declarou que “adoraria responder”, mas não poderia. De qualquer forma, acrescentou que “[a segunda temporada] será incrível. É uma história envolvente, pelo que ouvi falar”.

O segundo ano se chamará ‘The Haunting of Bly Manor‘, e será baseado no livro de terror gótico A Volta do Parafuso, escrito por Henry James.

A história se passará em uma antiga mansão, onde dois órfãos são cuidados por uma jovem governanta.

Confira o primeiro teaser:

Mike Flanagan retornará ao comando do segundo ciclo.

O novo ciclo será lançado apenas em 2020.

 

‘Spawn’: Reboot enfrenta dificuldades para sair do papel

Por um momento, parecia que o reboot de ‘Spawn’ estava prestes a tomar forma, mas as coisas esfriaram um pouco, recentemente. Desde 1997, quando a HQ de Todd McFarlane foi adaptada para o cinema, os fãs aguardam por uma nova versão do Soldado do Inferno.

Durante uma entrevista para o Comic Book, McFarlane comentou sobre o andamento do projeto para o reboot, revelando que tudo se resume a um acordo sobre o roteiro, e, por enquanto, ainda não há previsão de lançamento.

“A verba está praticamente liberada. Eu só preciso que todos os envolvidos com o patrocínio concordem com o mesmo roteiro. Como você pode imaginar, todo mundo tem uma versão ligeiramente diferente disso em suas mentes. Estou tentando acalmar um punhado de pessoas, e eu estou tentando fazer isso sozinho. Porque se eu tiver que mudá-lo demais, eu vou acabar me afastando de tudo.”

Assim que o roteiro estiver finalizado, McFarlane pretende mostrá-lo a pelo menos três estúdios, mas ainda não declarou quais deles estão interessados ​​no projeto. Além disso, será importante garantir que suas visões estejam de acordo com o roteiro aprovado pelos patrocinadores.

Até o momento, sabemos que será o longa será produzido pela Blumhouse e terá Jamie Foxx como o personagem-título.

Jeremy Renner irá interpretar Twitch, um detetive aliado do anti-herói. Segundo rumores, Twitch servirá como personagem central da trama, enquanto Spawn terá uma participação menor.

A direção fica a cargo de Todd McFarlane

 

‘Star Trek: Picard’: Série com Patrick Stewart ganha teaser e chega no Brasil pela Amazon Prime

Star Trek: Picard’, série do panteão intergaláctico, ganhou seu primeiro teaser-trailer – que traz Patrick Stewart de volta ao icônico personagem.

No Brasil, a série será lançada pela Amazon Prime Video.

Confira, com o cartaz:

O show terá como personagem principal Jean Luc-Picard (com o retorno de Patrick Stewart às telinhas), que apareceu em duas séries e quatro filmes, sendo a primeira vez em 1987. Picard também fez uma aparição especial com Star Trek: Deep Space Nine’ antes de migrar para as telonas.

Alison Pill (The Newsroom‘), Harry Treadaway (‘Penny Dreadful) e Isa Briones  (‘American Crimes Story: Versace‘)  são as mais recentes adições à produção.

Os detalhes referentes aos seus respectivos personagens permanecem em sigilo.

Hanelle Culpepper assume a direção do projeto. Culpepper tem um extenso currículo que incluí episódios de Sleepy HollowGrimmCastleGothamLuciferThe Flash, além de ter entrado no universo intergaláctico com Star Trek: Discovery’.

O produtor da nova série, Alex Kurtzman, não poupou elogios à diretora:

Hanelle é uma diretora habilidosa e dinâmica, cujas escolhas cênicas são sempre enraizadas no personagem. Sou um grande fã de seu trabalho desde começou conosco em ‘Discovery’, e ela é a pessoa perfeita para reintroduzir o amado personagem Picard para os antigos e os novos fãs. Estamos muito animadas em tê-la na mais nova aventura da família Trek. 

Como ‘Vingadores: Ultimato’ prepara o terreno para ‘Os Novos Vingadores’?

Segundo o We Got This Covered, a Marvel está trabalhando em uma adaptação baseada na equipe de quadrinhos dos ‘Jovens Vingadores’. Tudo o que foi informado é que o filme está sendo desenvolvido com o título ‘Novos Vingadores’. Parece que introduzir toda uma nova geração de heróis é uma prioridade para a Marvel.

Assim como Kevin Feige sugeriu anteriormente, ‘Vingadores: Ultimato’ prepara o terreno para a próxima geração de heróis do MCU. A principal maneira de fazer isso seria movendo a franquia cinco anos no futuro, permitindo o crescimento de alguns jovens personagens-chave nesse período. Então quais seriam os futuros ‘Vingadores‘ apresentados no filme?

A mais óbvia é Cassie Lang. Quando o Homem-Formiga retorna do Reino Quântico, ele descobre que sua filha agora é uma adolescente e diz: “você ficou tão grande”. Isso foi algo como uma referência à personagem Estatura, que a atriz Emma Fuhrmann pode vir a interpretar.

Emma Fuhrmann

Já a filha de Clint Barton, Lyla, é uma criação original para o MCU, ela ainda é um pouco jovem para o trabalho de um Vingador, mas há um forte indício de que ela substituirá seu pai a tempo. Na cena de abertura do filme, vemos sua destreza com um arco e flecha, enquanto Clint dá ela o apelido de “Gaviã“. É possível que Lyla assuma o lugar da personagem Kate Bishop, a protegida de Clint nos quadrinhos.

Agora uma hipótese: é possível que a filha de Tony e Pepper, Morgan, cresça para seguir os passos de seu pai (e da mãe), talvez como uma versão da Coração de Ferro, a heroína adolescente que assume o lugar de Tony nos quadrinhos. Também devemos nos perguntar se a presença de Harley Kenner no funeral de Tony, sua primeira aparição desde ‘Homem de Ferro 3’, seria indício de algo maior no futuro. Agora que ele está mais velho, seria um bom candidato para interpretar o Rapaz de Ferro.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

O longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

Crítica de Trilha Sonora | Aladdin (2019) – Uma falha e afetada modernização

Nota: as faixas analisadas serão apenas aquelas acompanhadas por um performer.

Alan Menken é, sem sombra de dúvida, um dos maiores compositores de sua geração. Para aqueles que não estão familiarizados com o nome em questão, Menken é simplesmente responsável por dar vida a algumas das músicas mais famosas do panteão Disney – como a trilha sonora de A Pequena Sereia, ‘O Corcunda de Notre-Dame’ e Hércules. Logo, foi quase automático ficarmos com as expectativas lá em cima quando ele anunciou seu retorno para o aguardado remake em live-action de Aladdin (recuperando as glórias da animação original, pela qual também ficou responsável). Entretanto, sua proposta de chamar outros artistas para lhe ajudar, inclusive na composição de duas novas faixas, falhou em diversos aspectos, criando um infeliz e perceptível anacronismo.

A proposta aqui é bem simples: abraçar as memoráveis versões originais e repaginá-las com construções sonoras modernizadas, aproximando-se da cultura pop contemporânea com força e envolvência. Tal premissa já mostra suas caras na canção de abertura, “Arabian Nights”, interpretada por Will Smith. De fato, a melódica e sedutora flauta árabe brevemente nos transporta para as areias de Agrabah, porém não ganha protagonismo o suficiente, visto que a linear voz de Smith já nos invade os ouvidos poucos segundos depois. É visível a tentativa do ator em entregar algo mais sombrio, apesar de não alcançar o que promete até a chegada do refrão, em que os violinos e violoncelos acham terreno fértil para explodirem, acompanhados do bem-vindo alaúde e o qanun.

No geral, a construção da track traz um dinamismo quase assustador que é aprazível dentro de suas restrições. Os equívocos mantêm-se concentrados na unidimensionalidade do cantor principal, que confunde-se com os backing vocals em uma amálgama amorfa. E esses erros se alastrariam para o restante da trilha. “Friend Like Me”, que marca o retorno de Smith como o divertido Gênio da Lâmpada, traduz numa deliciosa releitura o instrumental à la Cab Calloway, trazendo elementos de um híbrido do jazz e do pop, nunca perdendo sua essência (os agudos trompetes que dividem claramente os blocos da música são incríveis, sem mais nem menos). Porém, mesmo que Smith busque por uma espontaneidade que emule Robin Williams (o Gênio original), ele nos passe, novamente, uma impressão limitada.

A música em questão carrega complicadas quebras de fluidez sonora que atiram para todos os lados. A complexidade aqui insurge devido aos deslizes e, num esforço artificial de aglutinar as faixas em um conceito único, não lapida os excessos. É nesse contexto que “Prince Ali”, a declaração aclamatória que introduz Aladdin para a Princesa Jasmine, também se materializa. Seguindo os passos da arquitetura original, os múltiplos coros acompanham trombetas epopeicas, a volta cíclica da flauta e o qanun – com uma mescla moderna arrepiante: na sequência musical em questão, é possível ver que Menken faz bom uso até mesmo de alguns excertos da adaptação teatral do conto, permitindo que o anacronismo funcione e integre o próprio personagem.

Porém, Smith repetitivamente força-se a entregar algo para o qual não está preparado. A track recua para uma parada desnecessária, depois mergulha numa correria extenuante que, mais uma vez, culmina na ofuscação do Gênio e na sobrevalorização de todas as outras vozes. Nem mesmo a esperada conclusão alcança a nota prometida, descendo um degrau e abandonando a última chance de alçar voo.

Felizmente, Mena Massoud e Naomi Scott, que respectivamente dão vida a Aladdin e Jasmine, parecem encontrar uma sintonia brilhante em seu momento romântico. Em “A Whole New World”, os vocais tenores de Massoud parecem transpostos de Brad Kane (o personagem-título original) e emulam-no extremamente bem ao ponto de serem nostálgicos. Scott, por sua vez, já é conhecida por uma potente voz (ouvida no longa Lemonade Mouth, por exemplo), mas prefere manter-se em uma timidez musical durante seus primeiros versos até nos maravilhar dentro de uma fluida harmonização que faz ótimo uso de sua extensão. Mais uma vez, o compositor principal encontra espaço o suficiente para reinventar a si mesmo, ainda que não perceba certas redundâncias.

Scott, em seu solo intitulado “Speechless”, se engolfa em sua zona de conforto em uma balada pop de empoderamento e autoafirmação que seria ainda mais interessante em outro lugar. Porém, a track em questão não tem sentido algum quando comparada com a conjuntura do filme, esbarrando em uma peça fragmentada e alheia às outras. Não há um único tom que converse com a ambiência arábica e épica, assemelhando-se a um single que estranhamente dialoga com a independência de outra performance da cantora – “She’s So Gone”. Porém, Scott se joga de corpo e alma e brevemente nos faz esquecer dessa gritante discrepância.

Os erros, por sua vez, carregam o nome da dupla Pasek & Paul, que ganharam reconhecimento ao trabalharem com Justin Hurwitz no musical ‘La La Land’ e, depois, pelo trabalho em O Rei do Show. O duo, conhecido por transformar o classicismo de época em uma adaptação contemporânea e dialógica com os espectadores e ouvintes – é só nos recordarmos da canção “This Is Me” -, continua a deixa sua marca na indústria cinematográfica. Todavia, seus últimos trabalhos já tinham características propositalmente atemporais; aqui, as lyrics que delineiam despedaçam a atmosfera tão arduamente lapidadas por Menken e, em uma perspectiva abrangente, falham em sua completude.

Duas das composições retornam em mais duas versões: “Prince Ali” une-se com um bizarro remix estrelado por Smith e DJ Khaled que não tem uma gota de coerência; e uma conceitual recriação de “A Whole New World” por ZAYN e Zhavia Ward. O único problema, ofuscado pelos potentes e surpreendentes vocais, é que os dois cantores em questão fundem-se em harmonia apenas na transição do segundo para o terceiro ato: em outras palavras, suas entregas demoram para se separar quanto à caracterização individual.

A trilha sonora principal de Aladdin emula a si mesma de forma mediocramente satisfatória, carregando consigo pouca mágica da original. Algumas faixas fogem do convencional, mas esbarram em outros obstáculos; outras, em uma tentativa de acrescentar algo, tornam-se desnecessárias. Mas, ao menos, a instrumentalização permanece a mesma – e Scott insurge como a principal estrela do longa-metragem.

Nota por faixa:

  • Arabian Nights – 3,5/5
  • One Jump Ahead – 3/5
  • Speechless (Full) – 2,5/5
  • Friend Like Me – 3/5
  • Prince Ali – 2,5/5
  • A Whole New World – 4,5/5
  • A Whole New World (End Title – ZAYN & Zhavia Ward) – 4/5
  • Prince Ali (End Title – Will Smith & DJ Khaled) – 1/5

‘Era uma vez em Hollywood’: Tarantino perde a paciência com pergunta feminista de jornalista

Após a exibição de ‘Era Uma vez em Hollywood’, no Festival de Cannes, Quentin Tarantino criticou uma repórter do New York Times, que perguntou por que Margot Robbie não teve mais o que dizer ou fazer em seu filme mais recente.

“Eu rejeito sua hipótese”, disse ele em uma coletiva de imprensa na manhã desta quarta-feira.

A jornalista deu a entender que o diretor de ‘Kill Bill‘ não dava espaço para personagens femininas em seus filmes.

Robbie interpreta Sharon Tate no filme, que se passa em Hollywood na década de 1960 e acompanha um ator de TV chamado Rick Dalton (Leonardo DiCaprio) e seu dublê Cliff Booth (Brad Pitt), enquanto eles atravessam uma indústria cinematográfica em evolução.

Durante coletiva, Tarantino parecia visivelmente aborrecido com a pergunta, enquanto Robbie tentava responder de forma evasiva.

“Acho que as cenas em que eu estive na tela deram um momento para homenagear Sharon“, disse Robbie. “Eu acho que a tragédia foi a perda da inocência. Mostrar as maravilhosas perspectivas dela poderia ser feito mesmo sem falar. Eu senti que tinha muito tempo para explorar a personagem sem diálogo, o que é uma coisa interessante. Raramente tenho a oportunidade de passar tanto tempo sozinha como personagem.”

Once Upon a Time in Hollywood“, da Sony Pictures, estreou em Cannes com fortes críticas na noite de terça-feira (21). Essa troca concisa ocorreu no final da coletiva de imprensa de 30 minutos, na qual Tarantino e seu elenco lidaram com muitas perguntas, que não se referiam a Harvey Weinstein (que frequentemente trabalhava com Tarantino) ou Uma Thurman (que deu uma entrevista no ano passado ao New York Times detalhando o alegado comportamento abusivo que ela teve de suportar vindo do diretor no set de ‘Kill Bill’.

Tarantino abriu a coletiva de imprensa abordando o interesse contínuo do público em Charles Manson e seu culto.

“Acho que estamos fascinados porque, no final das contas, parece místico”, disse Tarantino. “Eu fiz muitas pesquisas sobre isso. Como ele foi capaz de fazer com que esses jovens garotos e garotas se sentissem atraídos por ele. Quanto mais você aprende sobre isso, mais informações você recebe, mas isso não esclarece nada. Só se torna mais obscuro.”

DiCaprio disse que, ao decolar dois personagens azarados em Hollywood, Tarantino queria celebrar o negócio de sua vida.

“Acho que esse filme é uma história de amor por esse setor”, disse DiCaprio. “Estudamos pessoas como Ralph Meeker a Eddie Byrne, todos esses atores cujo trabalho Tarantino realmente aprecia através de uma perspectiva artística, que contribuiu em sua mente para realizações cinematográficas e televisivas. Isso foi mais tocante sobre a história. É uma carta de amor para essa indústria que temos a sorte de trabalhar.”

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de agosto.

Esta é a 9ª produção de Tarantino, e possivelmente sua última. Ele já afirmou que pretende se aposentar.

Na trama, um ator de televisão e seu dublê embarcam em uma odisseia para se fazer um nome para si na indústria cinematográfica durante os assassinatos de Charles Manson em 1969, na cidade de Los Angeles.

O elenco conta com Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Al Pacino, Margot RobbieKurt Russell, Dakota Fanning, James Mardsen, Bruce Dern, Michael Madsen, Tim Roth, Timothy Olyphant, Damian Lewis, Lena Dunham, Emile Hirsch, Luke Perry, Scoot McNairy e James Remar.

Assista ao trailer, dublado e legendado:

‘BrightBurn: Filho das Trevas’ conquista 64% de aprovação no Rotten Tomatoes

BrightBurn: Filho das Trevas’ chegará amanhã, 23 de maio, aos cinemas de todo o Brasil, e as primeiras críticas já saíram: de acordo com o site Rotten Tomatoes, o longa de terror conquistou 64% de aprovação, com nota 6.12/10, baseada, por enquanto, em 33 reviews.

O consenso geral declara que, “apesar [do filme] não entregar toda a premissa obscura que promete, ainda é suficiente para oferecer uma divertida subversão do gênero de super-heróis”. Confira algumas das críticas abaixo:

BrightBurn arrisca cair nas fórmulas do gênero, mas há o suficiente para distingui-lo em um novo subgênero” – Guardian.

“E se o Superman fosse do mal? E se essa fosse a única ideia que você tivesse para um filme?” – TheWrap.

“A premissa não é ruim, mesmo que a história de origem de um Superman do mal tenha sido melhor feita em ‘Poder Sem Limites’. A execução, entretanto, deixa a desejar nos quesitos de originalidade, humor e estilo” – Variety.

“Posso dizer com sinceridade que ‘BrighBurn’ é o tipo de filme de terror que quero em minha vida para sempre” – Nightmarish Conjurings.

“Isso tudo é fan service? Se é, para quem? Hannibal Lecter? Charles Manson?” – Philadelphia Daily News.

Dirigido por David Yarovesky, o longa é produzido por James Gunn (‘Seres Rastejantes‘ e ‘Guardiões da Galáxia‘).

Na trama, um casal encontra um bebê em um objeto misterioso que caiu do espaço e decide criá-lo como seu fosse seu. Conforme o tempo passa, eles percebem que a criança não é normal e as consequências são aterradoras.

O elenco inclui Elizabeth Banks, Meredith Hagner, David Denman, Matt Jones, Gregory Alan Williams, Jennifer Holland, Steve Agee, Becky Wahlstrom, Jackson A. Dunn e Christian Finlayson.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 23 de maio.

Sylvester Stallone ainda tem as duas tartarugas de ‘Rocky’… e elas completam 44 anos!

Quem acompanha o perfil de Sylvester Stallone no Instagram já percebeu que o astro de ‘Rocky’ e ‘Rambo’ gosta de mostrar algumas curiosidades dos bastidores de seus filmes na rede social.

Numa das publicações, Stallone compartilhou uma foto com as tartarugas Cuff e Link, revelando que elas estão com ele desde o filme ‘Rocky’, de 1976, inclusive elas fizeram uma ponta em ‘Creed 2’.

 

 

Ver esta publicação no Instagram

 

In CREED 2 with my original buddies from the first Rocky … CUFF and LINK , now about 44 years old!

Uma publicação partilhada por Sly Stallone (@officialslystallone) a

“Em ‘Creed 2’, com meus amigos do primeiro ‘Rocky‘… CUFF e LINK, agora com cerca de 44 anos!”, escreveu Stallone.

Relembre a cena em que Rocky apresenta suas tartarugas à Adrian Pennino (Talia Shire), sua futura esposa:

O ator também criou um bull mastiff chamado Butkus, que apareceu em ‘Rocky’ e ‘Rocky II’, em 1979. Infelizmente, Stallone teve de vender o cão para um estranho “porque eu não podia comprar comida”, escreveu ele no Instagram, em 2017.

 

“Então, como um milagre, o roteiro de ‘Rocky‘ foi vendido, e eu poderia comprá-lo de volta, mas o novo proprietário sabia que eu estava desesperado e me cobrou 15 mil dólares”, continuou Stallone. “Ele valeu cada centavo!”

Stallone volta aos cinemas ainda este ano, com ‘Rambo 5‘.

O lançamento marca quase 37 anos do longa original, exibido em 22 de outubro de 1982 nos EUA.

Adrian Grunberg assume a direção do longa, que terá roteiro escrito por Matt Cirulnick e Stallone.

“No quinto capítulo da franquia, quando a filha de um dos seus amigos é sequestrada, Rambo, que tem trabalhado em uma fazenda, cruza a fronteira entre os EUA e o México, e rapidamente se encontra enfrentando os cartéis mais violentos do México.”

Paz VegaSergio Peris-Mecheta, Adriana Barraza, Joaquin Cosio, Óscar Jaenada Yvette Monreal completam o elenco.

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’: Rey e Kylo Ren são o destaque da próxima edição da Vanity Fair

Além das imagens dos bastidores de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ lançadas ontem pela Vanity Fair, a revista também divulgou as capas de sua próxima edição, destacando os personagens Rey (Daisy Ridley) e Kylo Ren (Adam Driver). Confira:

Além de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘, que encerra a atual trilogia, a Disney já têm mais três filmes da franquia  planejados para os próximos anos, além de três séries live-action em produção para a estrear na plataforma de streaming da empresa. Confira o trailer da sequência logo abaixo:

Star Wars: Episódio IX’ traz em seu elenco principal Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força’.

O filme estreia no dia 19 de dezembro de 2019.

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Fãs estão criticando os cartazes do filme

Agora que está se aproximando a estreia de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’, a equipe de marketing da Sony/Disney está começando a divulgar cartazes, trailers, entrevistas… Porém, mesmo que os fãs gostem de ver novos materiais promocionais do filme, muitos estão comentando reclamações nas redes sociais, criticando os pôsteres lançados recentemente.


“Ei, lembram quando todos nós pensávamos que ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ tinha os piores cartazes? Bem, não mais.”

 

“‘Homem-Aranha: Longe de Casatem belas imagens dos personagens e pôsteres oficias ridículos”

 

“Como o pôster da Sony não é tão legal, eu fiz o meu próprio”

 

“Todos os pôsteres de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa são ruins”

 

“Eu Amo Homem-Aranha. Você também. Mas esse último pôster é ruim, ruim, ruim. Você pode fazer melhor, Marvel!”

 

“Os novos pôsteres parecem tão ruins, que eu pensei que foram feitos por fãs.”

E você, concorda com as críticas? Confira os pôsteres abaixo:

O filme chega aos cinemas nacionais em 4 de julho. Confira o trailer:

A sequência terá o retorno de Jon Watts na direção, e também contará com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco também conta com Zendaya, Marisa Tomei, Jacob Batalon e Samuel L. Jackson.