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JÁ? ‘Agents of S.H.I.E.L.D.’ é RENOVADA para a 7ª temporada

Muitos fãs especularam que a 6ª temporada de ‘Agents of S.H.I.E.L.D.‘ seria a última, mas a série acaba de ser renovada oficialmente para o sétimo ano.

A sexta temporada estreará em 2019, e terá 13 episódios.

Na trama, Phil Coulson, da S.H.I.E.L.D., reúne uma equipe secreta de elite para encontrar e lidar com ameaças em qualquer parte do mundo. O time é formado pelo focado agente Grant Ward, um especialista em combate e espionagem; a agente Melinda May, uma piloto e perita em artes marciais; o agente Leo Fitz, um cientista brilhante, porém um pouco deslocado socialmente; e a agente Jemma Simmons, uma excepcional bioquímica. Eles serão auxiliados pela nova recruta civil Skye, conhecida por sua especialidade como hacker de computadores.

Ming-Na Wen, Chloe Bennet, Iain De Caestecker, Elizabeth Henstridge, Henry Simmons, Natalia Cordova-Buckley e Jeff Ward estrelam.

A 5ª temporada registrou uma média de 0.6 na demo, o que representa uma queda de 0.1 em comparação com o ano anterior. Se levarmos em consideração que a série agora é exibida às sextas, não foi uma queda tão grande.

Robert Downey Jr. recebeu US$ 75 milhões por ‘Vingadores: Ultimato’

Uau! De acordo com a Forbes, Robert Downey Jr. recebeu US$ 75 milhões por sua participação em ‘Vingadores: Ultimato‘.

O site afirma que o salário inicial do ator foi de US$ 20 milhões, com um adicional de 8% das bilheterias, o que gerou um adicional de US$ 55 milhões.

Em 2017, Kevin Feige disse à Forbes: “O percentual do custo do orçamento certamente ficou desequilibrado, especialmente nos filmes dos ‘Vingadores’. Nos primeiros filmes, os custos giravam mais em torno dos efeitos visuais. Mas está tudo bem, porque [os atores] são os melhores efeitos.”

Atualmente, o ‘Ultimato‘ já a apenas US$ 15 milhões para se tornar a maior bilheteria de todos os tempos, ultrapassando ‘Avatar‘. O longa já arrecadou impressionantes US$ 2,773 bilhões mundialmente.

Assista a nossa crítica sobre o filme:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

Crítica | O Regresso

Antes de sair em busca de vingança, cave duas covas. Após o quase inacreditável Birdman, o simpático diretor mexicano Alejandro González Iñárritu volta às telonas para dirigir o incrível O Regresso (The Revenant), filme que provavelmente dará o primeiro Oscar da carreira do ótimo ator Leonardo DiCaprio. O projeto possui inúmeras qualidades: um longa-metragem grandioso (em todos os sentidos), com belas paisagens, ótimas atuações e uma fotografia que beira ao espetacular. Sem dúvidas, a câmera eletrizante de Iñárritu eleva a qualidade das sequências transformando a experiência de assistir a esse filme em algo épico.

o regresso

Com um roteiro escrito por Mark L. Smith e o próprio diretor do filme, baseado no romance homônimo escrito por Michael Punke, inspirado pela história real de Hugh Glass, O Regresso (The Revenant) conta a história de um famoso explorador chamado Hugh Glass (Leonardo DiCaprio) que é atacado, sem piedade, por um imenso urso e acaba sendo deixado para morrer por sua própria equipe. Em uma natureza mais que selvagem, lutando para sobreviver, Glass busca suas esperanças guiado pelo instinto de vingança contra John Fitzgerald (Tom Hardy), homem que assassinou seu único filho a sangue frio. O foco principal de O Regresso (The Revenant) é a vingança, às vezes, um pouco camuflada em uma luta constante pela sobrevivência.

A jornada do protagonista é extremamente complexa, lutar para sobreviver em um ambiente hostil e cheio de perigos não só pelos atos impensáveis de homens sanguinários que atravessam o filme mas pelas intensas e ferozes ações da natureza. Uma força extra que Glass possui é um violento desejo de vingança que o domina. É quase inacreditável a maneira como sobrevive a tantas adversidades que vemos ao longo dos 156 minutos. Uma atuação de corpo e alma de DiCaprio. Merece seu primeiro, e tão sonhado, Oscar. Ao longo dos anos, se tornou um dos melhores atores de sua geração. Em O Regresso, prende a atenção do público com todo o sofrimento, emocional e físico, de seu impressionante personagem. Uma das principais sequências do filme, a do ataque feroz do Urso, é impactante. Gera uma agonia que se mistura com um medo e uma coragem muito real. Essa cena é um dos corações do projeto, que possui dois corações: a vingança e os instintos de sobrevivência.

O personagem de Tom Hardy, John Fitzgerald, é um homem bruto, totalmente inconseqüente, que adora contar historias passadas. Possui um forte instinto para matar além de ser extremamente egoísta. Esse egoísmo é a característica mais marcante deste excelente trabalho de Hardy na condução de Fitzgerald, conseguimos entender um pouco os objetivos do mesmo durante toda a projeção, o que ajuda a nos conectarmos mais ainda com a história.

o regresso

O Regresso (The Revenant), é um filme mais que indicado a quem ama cinema. Uma última curiosidade sobre a produção é que DiCaprio encontrou sua melhor atuação longe de seu grande mentor, Scorsese. Mas aprendeu bastante com o mestre né Leo?! Não percam esse filmaço! Bravo!

Crítica | ‘Terra da Máfia’ – Uma das mais interessantes séries de 2025!

Com um suspense imprevisível e atuações intensas, Terra da Máfia mergulha no submundo do crime organizado britânico, onde diferentes gerações de gângsteres travam um jogo brutal de poder. A série, que chegou discretamente ao catálogo da Paramount Plus, rapidamente se firmou como uma das grandes surpresas de 2025. Criada pelo romancista irlandês Ronan Bennett – também showrunner do recente sucesso O Dia do Chacal – a trama acompanha o confronto entre duas famílias rivais que entram em rota de colisão após um evento trágico que muda toda a calmaria que se mostrava presente.

Conrad Harrigan (Pierce Brosnan) é um temido mafioso, casado com a enigmática Maeve (Helen Mirren), que comanda os negócios da família em Londres. Seu eterno inimigo é Richie Stevenson (Geoff Bell), com quem nunca se deu bem e divide o poder na cidade. Quando o filho de Richie é assassinado de forma violenta, um banho de sangue vira algo iminente e as atenções se voltam para a família Harrigan. Nesse momento, entra em cena Harry da Souza (Tom Hardy) um resolvedor de problemas e leal aos Harrigans.

A origem deste projeto é, no mínimo, curiosa. Inicialmente concebido como um prelúdio da série Ray Donovan, o conceito tomou novos rumos e acabou se transformando em uma obra independente. A decisão se prova acertada: com episódios bem dirigidos, ritmo firme e um roteiro afiado que conduz o espectador ao clímax a todo momento, a série mergulha com intensidade em temas como laços familiares, confiança, corrupção e traição, atropelando qualquer noção de moralidade. Somos guiados pelo labirinto de poder e influência dos Harrigan, uma família marcada por segredos e composta por figuras complexas e ambíguas, cada uma lidando à sua maneira com o peso constante da tensão que os cerca.

O roteiro avança com ritmo consistente ao explorar parte do passado e os choques do presente por meio de um desenvolvimento de personagens sólido e bem equilibrado. Ao longo dos dez episódios da primeira temporada, é notável como o extenso elenco tem espaço para brilhar, com cada personagem ganhando tempo de tela suficiente para revelar suas camadas e motivações. Sem entregar tudo de uma vez – possivelmente já pensando em futuras temporadas -, a série deixa algumas pontas soltas de forma estratégica, abrindo caminhos promissores para novas jornadas.

Um fator crucial para o ótimo desenvolvimento da trama, Harry da Souza atua como uma verdadeira carta coringa – transitando por todos os núcleos da trama. Assim, através de seus passos, acompanhamos uma narrativa marcada por diferentes formas de violência e pela ruína de qualquer vestígio de moralidade. Insanidade, traições e a já recorrente decadência do poder se entrelaçam, tornando-se o eixo central da história. Não é difícil traçar paralelos com a realidade: lugares onde poderes camuflados tomam o controle, transformando cidades inteiras em reféns daqueles que realmente comandam nos bastidores.

Com uma trilha sonora explosiva – que traz entre seus compositores Matt Bellamy, vocalista e guitarrista da banda MuseTerra da Máfia oferece um verdadeiro intensivão sobre como capturar a atenção do público pelo choque e pela intensidade. Já renovada para a segunda temporada, a série deixa um leque de possibilidades em aberto após o desfecho eletrizante de sua primeira season finale. Com todos os elementos posicionados nesse jogo de poder, tem tudo para conquistar ainda mais destaque daqui pra frente.

Conheça os Filmes Mais INTERESSANTES da NETFLIX em 2021

No futuro, acho que só teremos uma grande batalha entre a Disney e a Netflix. Enquanto a primeira domina o mercado cinematográfico, tendo comprado em anos recentes a Marvel, a franquia Star Wars (LucasFilm) e agora a Fox, deixando os estúdios restantes de cabelo em pé para acompanhar, além de vir com força total em seu próprio streaming, o Disney+; a primeira plataforma a se consolidar no mercado não está disposta a deixar barato. É claro que falamos da Netflix, que achou um filão no mercado de vídeo (os famosos streamings) e se beneficiou como poucos durante a pandemia. Ficar em casa era (ainda é) a ordem do dia, e acessar a plataforma foi o que manteve a sanidade de muitos.

Desde 2013 a Netflix vem investindo em produções próprias com as séries, e em 2015 foi a vez de chegar forte também nas produções em longa-metragem. De Beasts of no Nation para cá muita coisa mudou, mas o gigante do audiovisual só fez crescer e apostar cada vez mais em filmes próprios, abrangendo seu alcance por todos os gêneros. Terror, ficção científica, suspense, comédias, filmes adolescentes, animações e até mesmo blockbusters e filmes de ação. Ah sim, mirou em prêmios ao recrutar gente pesada, vide Martin Scorsese, os irmãos Coen, Alfonso Cuarón e Spike Lee. Quando não produz, compra e distribui. A plataforma foi o destino de muitas obras que ficaram “sem casa”.

Recentemente, num destes anúncios no estilo que a Globo fazia antigamente e deixava os cabelos da nuca dos pequenos projetos de cinéfilos em pé (numa era pré-internet e até mesmo pré-TV a cabo), a Netfix mostrou parte de seu acervo para o ano de 2021, prometendo um filme por semana durante o ano todo. É claro que nem tudo será ouro, mas não deixa de ser impressionante. Aqui, nesta nova matéria, resolvemos selecionar para você os que achamos mais interessantes. Confira abaixo.

Don’t Look Up

Começamos a lista com um filme que contém não apenas o melhor elenco do ano, mas também um dos melhores de anos recentes. Como se não bastasse colocar os astros Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence para contracenar pela primeira vez, o longa ainda reserva as participações de Meryl Streep, Cate Blanchett e tantos outros nomes famosos. O fato liga imediatamente nosso radar para o Oscar 2022. Quem conseguiu este encontro lendário foi o diretor Adam McKay, que tem moral em Hollywood após ter feito os indicados A Grande Aposta (2015) e Vice (2018). A trama? Pense em um Impacto Profundo (ou Armageddon) cômico. A data de estreia ainda não foi divulgada, mas esperamos que seja para o fim do ano.

Red Notice

Ainda sem muitos detalhes sobre sua trama, o que sabemos (e o que verdadeiramente importa) é que esta aventura cômica irá reunir três dos maiores astros da ação atual: Dwayne ‘The Rock’ Johnson, Gal Gadot (Mulher Maravilha) e Ryan Reynolds (Deadpool). O filme foi escrito e dirigido por Rawson Marshall Thurber, que comandou Johnson em Arranha-Céu (2018), e por aí podemos medir o que esperar do novo longa. A trama, mostra um agente do FBI caçando um talentoso ladrão de obras de arte. Resta saber quem viverá o ladrão e quem será o federal – e quem está sobrando nesta sinopse. A data igualmente não foi divulgada.

A Mulher na Janela

Assim como Red Notice, A Mulher na Janela seria lançado no fatídico ano de 2020, e precisou buscar abrigo em 2021 – terminando por ser resgatado pela Netflix. Quando divulgamos a lista dos filmes de 2020, apostamos neste suspense como um dos que mais chamava nossa atenção. E nossa atenção segue presa por ele em 2021. Tudo porque temos Amy Adams protagonizando como uma mulher reclusa, que acredita ter testemunhado o assassinato de sua vizinha – vivida pela outra ruiva talentosa de Hollywood, Julianne Moore. É quase uma nova roupagem para o clássico Janela Indiscreta (1954), apesar de ser baseado num livro. Quem assina a adaptação é o dramaturgo Tracy Letts (Killer Joe e Álbum de Família), e na direção temos Joe Wright (O Destino de uma Nação). Fechando o elenco principal, o vencedor do Oscar Gary Oldman e a indicada Jennifer Jason Leigh. Assim como os demais, a estreia não foi definida.

Escape from Spiderhead

Um dos maiores sucessos da Netflix de todos os tempos foi o recente thriller de ação Resgate, protagonizado por Chris ‘Thor’ Hemsworth. É claro que a plataforma ia tratar de segurar o moço para novas parcerias. Além de já estar tirando do papel Resgate 2, Hemsworth surge como destaque desta ficção científica de ação baseada no conto de George Saunders. A trama passada no futuro apresenta experiências científicas capazes de gerar sentimentos artificiais em seus voluntários. O verdadeiro protagonista aqui é Miles Teller, e Hemsworth talvez viva o primeiro vilão de sua carreira. Fechando o elenco principal, Jurnee Smollett – de Aves de Rapina e Lovecraft Country. Quem dirige o roteiro da dupla Rhett Reese e Paul Wernick (duo de Deadpool – um e dois – e Zumbilândia – um e dois), é Joseph Kosinski – do vindouro Top Gun: Maverick.

Army of the Dead

Este é um prato cheio para os que gostam de terror, de aventura, de zumbis e do estilo da direção de Zack Snyder. Após não obter o melhor dos resultados em suas incursões pelos filmes mais ambiciosos dos heróis da DC no cinema – Batman vs Superman (2016) e Liga da Justiça (2017) – o cineasta se volta às origens, de seu primeiro longa, Madrugada dos Mortos (2004) – ainda tido por muitos como seu melhor trabalho. Retornando ao universo dos mortos-vivos, Snyder inclui ação e aventura na mistura, ao apresentar um grupo de mercenários armados até os dentes (e encabeçados pelo grandalhão Dave Bautista), que decidem realizar um audacioso roubo a um cassino em Las Vegas, em meio a uma pandemia de zumbis!

Esquadrão Trovão

O gênero dos super-heróis já viu todo tipo de reformulação no cinema e na TV. Já tivemos os levados mais a sério, os mais violentos, de censura alta, os mais cômicos, sarcásticos e até mesmo os que ousaram misturá-lo ao terror. Aqui voltamos a um humorístico, cuja grande sacada é dar espaço para atrizes nada associadas à imagem de heróis. Melissa McCarthy e Octavia Spencer são as novas super-heroínas do pedaço na Netflix, duas amigas que decidem salvar a cidade com seus poderes. O que nos deixa um pouco apreensivos aqui é que na direção temos o pouco talentoso Ben Falcone, marido de McCarthy na vida real – que a seu lado “cometeu” as “comédias” Tammy (2014), A Chefa (2016) e Alma da Festa (2018), as menos apreciadas da carreira da comediante. Por alguma razão ele continua a dirigir filmes. Você pode imaginar qual seja?

The Harder They Fall

Um dos projetos mais interessantes do lote de anúncios da Netflix, este é um faroeste de vingança, que mostra um homem atrás dos responsáveis pelo assassinato de seus pais. O que chama atenção aqui é a qualidade representativa da produção, contando com um elenco majoritariamente negro – algo bem único em se tratando do gênero western. Quem dirige e assina o roteiro é o jovem Jeymes Samuel. No elenco, os chamarizes são as presenças de gente como a vencedora do Oscar Regina King, Idris Elba, Zazie Beetz, LaKeith Stanfield, Jonathan Majors e Delroy Lindo.

Malcolm & Marie

Essa é para os que curtem discussões sobre relacionamentos a dois. Produção intimista em preto e branco, toda passada num único ambiente, a obra traz os queridinhos Zendaya (Euphoria) e John David Washington (Tenet) como um jovem casal tendo seu relacionamento posto à prova após retornarem para casa de uma pré-estreia (dele, sendo um diretor de cinema), enquanto aguardam as avaliações da crítica. O filme conta apenas com dois atores e a direção é de Sam Levinson, colaborador da atriz em sua prestigiada série citada. A estreia é no dia 5 de fevereiro.

Bruised

Estreia na direção da estrela vencedora do Oscar Halle Berry. No filme, a atriz também protagoniza na pele de Jackie Justice, ex-lutadora de MMA ensaiando um retorno aos ringues. De certa forma, esta é quase uma biografia da lutadora Ronda Rousey, no sentido de que a ex-imbatível esportista se afastou dos eventos após ter sua autoconfiança quebrada por derrotas consecutivas. A personagem de Berry também precisa se fortificar – e ainda é adicionada na mistura uma subtrama de luta pela guarda de seus filhos.

Sweet Girl

Quem estrela aqui é o grandalhão Jason Momoa, buscando um sucesso após o fenômeno Aquaman (2018), enquanto a sequência deste não sai. No filme de ação, Momoa vive um pai em busca de vingança após o assassinato da esposa, ao mesmo tempo em que precisa proteger sua filha, papel da menina Isabela Merced (Dora e a Cidade Perdida). A vencedora do Oscar Marisa Tomei completa o elenco principal.

Tick, Tick… Boom!

O ex-Homem-Aranha Andrew Garfield é quem protagoniza esta estreia de Lin-Manuel Miranda na direção. Mais acostumado aos musicais da Broadway que escreve, todos muito elogiados (vide Hamilton), Miranda decide trazer às telas o livro de Jonathan Larson sobre um rapaz aspirante a autor de espetáculos musicais (e o que mais?) enquanto se vira em Nova York como garçom. Vanessa Hudgens e Alexandra Shipp estão no elenco. Ah sim, caso não tenha percebido, esse será um musical.

Kate

Após ter personificado a durona Caçadora em Aves de Rapina (2020), a bela Mary Elizabeth Winstead retorna na pele de uma personagem osso duro de roer. Aqui, ela é a protagonista que dá título ao longa, uma assassina atrás de vingança, que só tem 24 horas para viver e completar sua missão, neste thriller repleto de ação. Quem dirige é o francês Cedric Nicolas-Troyan (O Caçador e a Rainha do Gelo). Woody Harrelson coprotagoniza.

O2

Produção francesa de bastante renome, este suspense/ficção científica é estrelado pela musa do país Mélanie Laurent, como uma mulher que acorda numa câmara criogênica sem qualquer lembrança de como foi parar lá. Agora ela precisa descobrir uma forma de sair, antes que seu ar acabe. Outro chamariz na produção é o comando do cineasta Alexandre Aja – famoso por filmes de terror como Piranha (2010) e Predadores Assassinos (2019).

Zona de Combate

Este é um dos primeiros lançamentos prometidos pela Netflix para este ano. E a estreia ocorreu hoje, dia 15 de janeiro. Pegando gancho pela  presença de Anthony Mackie, que na Disney vive o herói Falcão da Marvel, e em breve irá estrear a série O Falcão e o Soldado Invernal para a plataforma da casa. A Netflix não perde tempo e pega carona na popularidade do ator, colocando-o aqui com um braço mecânico e tudo – igual ao de seu companheiro no programa vindouro citado. Na trama, passada no futuro, dois agentes precisar impedir um ataque nuclear em uma zona de guerra. Mackie vive um oficial transformado em ciborgue. A direção é do sueco Mikael Hafstrom, de 1408 (2007) e O Ritual (2011).

Night Teeth

Não poderiam faltar filmes de terror no acervo da Netflix em 2021. O primeiro da lista é este longa cuja premissa e título fazem referência ao subgênero dos filmes de vampiros. Como a trama ainda não foi detalhada pode ser que estejamos enganados. Mas veja esta sinopse: um jovem motorista leva duas moças a diferentes festas, mas elas não são quem dizem ser, e logo ele terá que lutar por sobrevivência. Junte a isso ao título “dentes noturnos” e diga se não aparenta ser sobre sanguessugas. No elenco, Alexander Ludwig (Bad Boys para Sempre) e Sydney Sweeney (da série Euphoria).

Fear Street

Baseado no livro do autor R.L. Stine, o mesmo de Goosebumps, aqui temos uma obra mais voltada para o terror, suspense e mistério, esquecendo um pouco o humor para toda a família. Na trama assassinatos chocam a rotina de uma pequena cidade, ao mesmo tempo em que é preciso descobrir a identidade do culpado. No elenco, Sadie Sink, a menina ruivinha Max da série Stranger Things.

Moxie

Comédia dirigida e protagonizada pela humorista Amy Poehler, a atriz vive a mãe de uma jovem que organiza uma revolução feminista em seu colégio. O filme estreia no dia 3 de março.

Blonde

Andrew Dominik (O Homem da Máfia) dirige a cubana Ana de Armas na biografia de Marilyn Monroe, baseada num livro. Este, no entanto, é um relato ficcional da vida íntima e do círculo de amizades de uma das maiores estrelas de Hollywood.

The Guilty

Jake Gyllenhaal interpreta um policial rebaixado, precisando lidar com o telefonema de uma mulher sequestrada. Riley Keough, Ethan Hawke e Paul Dano completam o elenco. A direção é de Antoine Fuqua (Dia de Treinamento). O filme é o remake americano do dinamarquês Culpa (2018).

Born to be Murdered

Um casal em viagem se vê no meio de uma trama intrincada de conspiração, resultando em trágicas consequências. Este suspense dramático traz John David Washington e Alicia Vikander como protagonistas.

Drama com Sandra Bullock

Ainda sem título escolhido, o filme da diretora alemã Nora Fingscheidt marca a segunda parceria da estrela Sandra Bullock com a Netflix, após o sucesso de Bird Box (2018), último trabalho da atriz lançado até o momento. E se na citada ficção ela atuava com a ótima Sarah Paulson, aqui a união da estrela é com a Oscarizada Viola Davis. Na trama, Bullock vive uma mulher recém-liberada da prisão, tentando se reinserir na sociedade, sem muito sucesso. Oscar, alguém?

‘The Originals’: Filha de Klaus e Alaric devem protagonizar novo spin-off

Segundo o site Deadline, os planos para um novo spin-off, que começou com a série The Vampire Diaries’, estão se concretizando.

Dois atores familiares estariam cotados para serem os protagonistas dessa nova geração: Hope (Danielle Roose Russell) e Alaric (Matt Davis).

Ainda de acordo com a publicação, o novo projeto seria apresentado em forma de um compilado de cenas da temporada final de The Originals, e, caso seja aceito, receberá uma ordem direta para se tornar uma das novas estreias de 2018-19.

Também há planos para outros rostos familiares aparecerem, eventualmente.

 

‘The Magicians’: 4ª temporada ganha trailer COMPLETO; Confira!

O canal Syfy divulgou o trailer completo da 4ª temporada de ‘The Magicians‘.

Confira:

A quarta temporada será lançada no dia 23 de janeiro de 2019.

Na nova temporada, “Mesmo com novas identidades, nosso grupo principal está longe de estar seguro, já que dentro do Castelo Blackspire, um monstro antigo, poderoso e inábil escapou do confinamento e saltou para um novo hospedeiro, Eliot. A temporada terminou com o monstro encontrando Quentin, e a 4ª temporada vai mostrar o monstro procurando os outros, e uma outra coisa… ”

Jason Ralph, Stella Maeve, Hale Appleman, Arjun Gupta, Summer Bishil e Olivia Taylor Dudley estrelam.

A 3ª temporada de ‘The Magicians‘ registrou uma média de 0.26 na demo, e um total de 704 mil espectadores, sendo a série de maior audiência do canal.

‘Toy Story 4’ ultrapassa a marca dos US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais

Toy Story 4‘ ultrapassou a impressionante marca dos US$ 700 milhões mundialmente.

Nos EUA, o longa acumula US$ 346.3 milhões. No mercado internacional, são US$ 424.7 milhões.

Ao total, a sequência já arrecadou US$ 771 milhões mundialmente.

Em termos de comparação, a produção já ultrapassou os dois primeiros filmes da franquia (doméstica e internacionalmente), ficando atrás apenas de ‘Toy Story 3‘ (US$ 1,067B).

Dirigido por Josh Cooley, esse é o seu primeiro longa-metragem.

Quando Bonnie leva os brinquedos em sua viagem com a família, Woody acaba se dispersando inesperadamente e se juntando à sua amiga Bo Peep, que com seu espírito aventureiro e depois de anos na estrada já esconde seu delicado exterior de porcelana. Woody e Bo, que são totalmente diferentes quando se trata da vida como um brinquedo, logo percebem que esse é o menor dos seus problemas.

O longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

Crítica | Brooklyn

O problema de resistir a uma tentação é que você pode não ter uma segunda oportunidade. Depois de bons trabalhos em longas-metragens passados (como o ótimo Boy A), além de ter dirigido dois episódios da badalada série norte-americana True Detective, o cineasta irlandês John Crowley volta às telonas com uma trama bem água com açúcar que não deixa de ser uma homenagem aos milhares de imigrantes irlandeses que partiram para a America em busca de oportunidades e ajudaram a construir pontes, estradas e outros. O grande destaque de Brooklyn, vai mesmo para a competente interpretação de Saoirse Ronan que deve beliscar uma vaguinha na categoria Melhor Atriz (merecidamente) no próximo Oscar.

Na trama, baseada na obra homônima do escritor irlandês Colm Tóibín, acompanhamos a história de Eilis (Saoirse Ronan) uma jovem irlandesa que resolve, ajudada por sua irmã, ir tentar a vida no longíquo Estados Unidos da America. Chegando em terras norte americanas, Eilis passa por um médio período de transação e começa a enxergar toda sua vida de outra forma. Quando supera os momentos de transição, uma notícia sobre sua família na Irlanda faz com que ela tenha que voltar para a terra natal, isso fará com que Eilis tenha que fazer escolhas difíceis.

A América é uma experiência nova, Eilis não sabia o que esperar. Mesmo muito tímida, a jovem se sobressai nos Estados Unidos, consegue boas amizades com jovens que moram na pensão onde vive, financiada pela igreja (que bancou sua ida aos EUA) se forma em contabilidade na Universidade do Brooklyn e ainda arranja um namorado descendente de italiano.Há um desenvolvimento, até certo ponto, um pouco profundo da personagem principal em relação à maturidade.  Conseguimos enxergar essa transformação por conta da excelente atuação da atriz Saoirse Ronan, que conquista o público com muita leveza e sutileza já nas primeiras cenas.

Brooklyn ainda não tem data certa para estrear no nosso circuito mas tomara que tenha oportunidade. Por mais que não seja um filme profundo da maneira como podia ser, em relação à adaptação literária mesmo, é um projeto interessante que deve agradar quem curte finais felizes e histórias de amor e superação.

10 filmes sobre recomeços, despedidas e reconciliações

A vida é uma montanha-russa de emoções, capaz de nos levar da euforia aos momentos mais desafiadores. Em meio às dificuldades, é natural refletirmos sobre nossos caminhos, descobrindo que aprender e amadurecer muitas vezes caminham lado a lado. Pensando nas fases inevitáveis que todos vivemos – entre recomeços, despedidas e reconciliações – reunimos abaixo 10 filmes marcantes que exploram com sensibilidade esse tema:

 

A Baleia (Netflix)

Esse trabalho do cineasta Darren Aronofsky, é um filme que navega nas escolhas de um professor de inglês, que sofre com transtorno da compulsão alimentar e seu caminho para deixar um legado em laços corrompidos, principalmente com sua única filha com quem teve um relação sempre distante.

 

Driveways – Uma Amizade Inesperada (Looke)

Kathy (Hong Chau), é uma batalhadora que trabalha com transcrições médicas e tem o sonho de ser enfermeira. Ela, junto o filho pequeno, o sensível Cody (Lucas Jaye), estão indo reformar, para uma possível venda, a casa de sua irmã recém falecida. Chegando no lugar, uma cidadezinha no interior dos Estados Unidos, acaba conhecendo aos poucos a vizinhança, principalmente seu vizinho de porta, um veterano da Guerra da Coreia, Del (Brian Dennehy). Aos poucos começa a perceber que o sentido de casa, lar, pode estar bem próximo dali.

 

A Despedida

Na trama, conhecemos Paul (Sam Neill) e Lily (Susan Sarandon), um casal com anos de relacionamento que decidem reunir as duas filhas, Jennifer (Kate Winslet) e Anna (Mia Wasikowska), para um fim de semana, pois Lily portadora de uma doença degenerativa, resolve dar um fim na sua vida e gostaria de passar os últimos momentos com os que ama. Há um constrangimento constante entre todos os presentes. Cada um à sua maneira, tentam fazer do fim de semana o mais normal possível mesmo que isso seja impossível.

 

The Farewell

Billi é uma jovem chinesa que vive desde os seis anos nos Estados Unidos e certo dia recebe uma notícia terrível: sua querida e próxima avó está com Câncer de Pulmão avançado. Assim, os pais de Billi e os demais integrantes da família resolvem simular um casamento de um dos primos da protagonista para conseguirem reunir toda a família para uma espécie de despedida da querida vovó, essa última que não sabe que está com a doença.

 

Despedida em Grande Estilo

Na trama, conhecemos os amigos e aposentados Willie (Morgan Freeman), Joe (Michael Caine) e Albert (Alan Arkin). Eles estão em dificuldades financeiras e em situação de risco para o futuro, pois, suas aposentadorias irão ser cortadas por conta de uma manobra macabra da empresa onde trabalhavam. Chateados e não tendo mais nada a perder, resolvem assaltar um banco e assim conseguir buscar a estabilidade financeira que tanto precisam. Só que a missão não será nada fácil e eles precisarão ralar muito para que tudo ocorra da maneira que eles querem.

 

Uma Boa Pessoa

Allison (Florence Pugh) é uma mulher de 26 anos que está num momento muito feliz, prestes a se casar com o grande amor de sua vida. Só que um dia, uma tragédia acontece fazendo com que sua vida mude completamente. Tentando seguir em frente, meses após o ocorrido, seu destino novamente se cruza com o de seu ex-sogro, Daniel (Morgan Freeman), um ex-policial e também ex-alcoólatra. Ambos vão precisar se entender e buscar entendimento para curar feridas do passado.

 

Closer – Perto Demais (HBO MAX)

Na trama, conhecemos quatro personagens em alguns momentos de suas vidas. Um encontro pelas ruas de uma grande cidade, entre o jornalista que escreve obituários Dan (Jude Law) e uma jovem vinda de outro país, Alice (Natalie Portman), acende uma paixão. O tempo passa, e Dan escreveu um livro sobre Alice e acaba conhecendo e se apaixonando pela fotógrafa Anna (Julia Roberts) com quem mais à frente entrará em um relacionamento com Larry (Clive Owen). Essas quatro vidas vão passar por uma série de situações dolorosas a partir de suas próprias escolhas ligadas ao desejo e o que acham que é amor.

 

Os Banshees de Inisherin (Disney Plus)

Pádraic Súilleabháin (Colin Farrell) é um homem confortável na sua monotonia que vive seus dias sem muitas pretensões morando numa casa humilde com sua irmã Siobhán (Kerry Condon). Sua maior diversão (e a de todos ali naquela ilha) é ir até o bar e beber. Ele sempre faz isso com o melhor amigo Colm (Brendan Gleeson). Certo dia, ao chamar o amigo, ele percebe que algo está errado e Colm deseja romper a amizade que eles tem, o que acaba gerando enormes conflitos com variáveis imprevisíveis.

 

The Humans (MUBI)

Buscando trazer à luz um engenhoso e instigante abrigo para conflitos familiares, o cineasta e dramaturgo Stephen Karam nos apresenta uma família beirando ao disfuncional em uma reunião repleta de momentos chave. O filme pode ser definido como um recorte intimista, duro, intenso, marcante sobre as relações interpessoais de uma família que chegam em um ponto de erupção de suas emoções cada qual nos seus dramas individuais que de alguma forma afetam como um todo.

 

Terra Selvagem

Os irmãos Stanley (Charlie Hunnam) e Walter ‘Lion’ (Jack O’Connell) vagam pelas ruas de uma cidade norte-americana em busca do sonho de serem famosos dentro do universo do boxe amador. Quando se veem encurralados por uma dívida, são obrigados a levar Sky (Jessica Barden), que eles não fazem a mínima de ideia de quem seja, até uma pessoa em San Francisco, em troca disso tem a dívida perdoada e conseguem a inscrição em um torneio de boxe de alta visibilidade em San Francisco. Assim, os três entram em uma jornada sem muito foco que passa por abalos emocionais enormes.

Natal Sangrento | A Polêmica do Terror mais Feminista do Cinema

Com produção da Blumhouse, distribuição da Universal Pictures e uma marca famosa atrelada a seu título, era de se esperar um sucesso garantido para um filme, certo? Não se a obra em questão for este Natal Sangrento. Afinal, você lembra de ter visto o longa em cartaz em nossos cinemas? Pois bem, o terror foi solenemente ignorado em nossas salas de exibição, mas chega agora ao streaming (antes tendo passado pelo VOD) da rede Telecine para poder ser apreciado – ou quem sabe ainda mais odiado (calma, chegaremos lá) – pelos fãs de cinema. Aqui, nesta nova matéria iremos comentar toda a polêmica envolvendo o filme e tentar explicar o motivo deste novo remake ter se tornado uma das obras mais detestadas da história do cinema.

Para começar devemos dizer que o motivo de seu lançamento direto em vídeo, se esquivando das telonas, dá-se unicamente por seu fracasso financeiro nas bilheterias norte-americanas e mundiais. Nada de novo, acontece sempre. Quando um filme não vai bem em certos mercados, raros são os casos de “comprarmos o barulho” de tal obra em nossas terras. Assim, Natal Sangrento, lançado no dia 13 de dezembro de 2019 nos EUA (a tempo para o natal, é claro) até tinha planos de estrear nas telonas de nosso país antes da pandemia, cancelados logo após. Num orçamento de US$5 milhões, o filme rendeu apenas US$10 milhões em sua jornada no circuito nos EUA. Sendo US$4 milhões apenas no fim de semana de estreia – o que demonstra que o boca a boca e a as críticas extremamente negativas foram danificando o gás do filme. O longa arrecadou um total de US$18.5 milhões pelo mundo.

Com a imprensa especializada no agregador Rotten Tomatoes, o filme soma 38% de aprovação. Uma nota baixa, mas longe de ser uma das piores no portal. O pior mesmo é com os fãs e o grande público, onde com uma nota 3.4 no IMDB, Natal Sangrento é considerado um dos piores filmes já feitos se tornando parte da infame e seleta lista “do lixo” dos 100 longas menos apreciados de todos os tempos (que é mutável, claro), marcando em número 74.

Voltemos ao início. Natal Sangrento é na verdade (ou ao menos deveria ser) a segunda refilmagem do clássico do terror Black Christmas (1974), dirigido por Bob Clark, um slasher angustiante que precede ícones famosos do gênero vide Halloween (1978) e Sexta-Feira 13 (1980). Podemos afirmar que Black Christmas (ou Noite do Terror) ajudou a iniciar o molde do que se tornariam tais filmes, em especial nos anos 1980. Pulando para 2006, numa época em que as refilmagens de clássicos (conhecidos ou não tão famosos assim) de terror estavam a toda, surgiu a primeira “reimaginação” do slasher adorado. Adicionando muito mais gore, ação e rostos conhecidos, Natal Negro (2006) ficava mais jovem e pop, porém, a nova versão falhou em agradar os fãs e críticos, apesar de alguns defensores. De qualquer forma, soou no mínimo estranho quando foi anunciado não uma continuação para o filme de 2006, ou sequer uma continuação tardia para a obra de 1974 (o esperado por alguns fãs do original – no estilo Halloween 2018), mas sim um segundo remake… num período de treze anos!

Ponto positivo: produção da Blumhouse, estúdio que nos deu Corra! (2017), Nós (2019), Halloween (2018) e A Morte te dá Parabéns (2017); e roteiro e direção da jovem Sophia Takal (também atriz), numa obra que prometia adicionar muitos elementos de empoderamento feminino na trama – sendo a primeira mulher a comandar um filme da franquia e de forma geral uma das poucas a dirigir um grande título do gênero. Ponto Negativo: uma produção apressada, anunciada em junho de 2019, pré-produzida, filmada e pós-produzida em cinco meses – na qual cenas tinham apenas um take e onde grande parte da violência, sanguinolência e palavreado precisou ser cortado para obter uma censura branda. A diretora, por outro lado, não se descabelou por causa disso, já que segundo a mesma, a opção era por abranger os mais jovens em especial meninas adolescentes.

No passado, já tivemos bons exemplares de filmes de terror de censura baixa. O maior problema neste quesito no que diz respeito a Natal Sangrento é que podemos sentir onde todos os cortes censurados estão. Eles são tão abruptos, que a sensação de um filme retalhado de forma grosseira não nos deixa. É inegável também que parte (veja bem, eu disse parte) do ódio que o filme recebeu foi por sua agenda extremamente feminista. Natal Sangrento é pra lá de provocativo neste sentido e, apesar desta ser sua melhor e mais forte característica, terminou por enfurecer machistas e misóginos de plantão. Mas este não é o principal problema da obra, e ela está longe, bem longe, de ser perfeita.

Assim como As Caça-Fantasmas (2016) e o novo As Panteras (2019), dois outros filmes que também não são bons, mas que se promoveram por seu viés feminista, Natal Sangrento recebeu imenso backlash (repercussão negativa) antes mesmo de ser lançado. E acredite, os outros dois filmes citados não chegam aos pés deste terror quando o assunto é discurso feminista. O que é simplesmente algo maravilhoso, e por que não deveríamos ter um filme de terror assim? Vi em algum lugar a que é possivelmente a melhor definição da obra: “Esse não é um filme com uma mensagem social atrelada, é uma mensagem social com um filme atrelado”. E o problema disso, neste caso específico, é que se tirarmos a mensagem social (importantíssima) que o longa carrega, não sobra muita coisa para apreciarmos, pois o que resta é mal e porcamente um filme. Os três filmes citados neste parágrafo (incluindo Natal Sangrento) parecem tão afobados e desesperados por um conteúdo representativo que se esquecem de fazer um bom filme para acompanhá-lo. Por outro lado, filmes como Mulher Maravilha (2017) e Capitã Marvel (2019), mirados ao mesmo grande público com viés de entretenimento, fazem um trabalho melhor e mais orgânico de inserir um contexto feminista sem esquecer todo o resto – já que um filme são várias partes se movendo juntas ao mesmo tempo.

De fato, Natal Sangrento talvez tenha mirado na polêmica para surfar na onda do “falem mal, mas falem de mim”, que determinou o sucesso de muitos filmes no passado. O elo com o original existe apenas através do título e o fato de termos jovens mulheres em uma casa de sororidade de uma universidade na noite de natal, todas se tornando alvo de um psicopata e sendo mortas uma a uma. O que a diretora Takal faz aqui é adaptar sua nova trama, tentando encaixá-la nesta premissa. E para isso ela usa alguns temas muito dignos de serem combatidos como pano de fundo, como machismo, a masculinidade tóxica e até mesmo o abuso sexual e estupro. A protagonista do longa, Riley (papel de Imogen Poots – o único rosto conhecido no elenco) é uma jovem que guarda o trauma de ter sido atacada sexualmente em seu histórico. De acordo com o centro de pesquisa sobre violência sexual, uma entre cinco mulheres são estupradas, e 25% de mulheres em campus universitários são estupradas. Números reais e alarmantes. Ou seja, tópico mais que necessário.

Natal Sangrento não é sutil em sua abordagem. O filme não deseja fazer comentários pincelados ao longo de sua projeção como se fossem mensagens subliminares para que ao fim da sessão seja debatido o que assistimos em tela. O resultado é uma martelada constante em nossas cabeças de seus temas, a cada diálogo, a cada exposição de trama e a cada cena. O recado é claro: os homens são os vilões e as mulheres as heroínas. A obra é ambiciosa e ousada. E seu maior atrativo é o teor provocativo. Em seu discurso, o longa dá aula, com a diretora falando com propriedade sobre tópicos que talvez nós homens não entendamos ainda cem por cento. E daí talvez o motivo de tamanha agressividade em empurrá-los em nossa goela abaixo. A melhor forma de aprender é repetindo, revisando e enfatizando um tema. Essa mensagem é tão direta que chega como um gancho de direita em nosso queixo. E no que diz respeito à propriedade de discurso, Natal Sangrento tem mais a dizer do que seus “primos” As Caça-Fantasmas e As Panteras, ambos da Sony.

Antes de adentrarmos o maior pecado do roteiro, que recai no território de spoilers, devemos dizer que Natal Sangrento não é particularmente assustador. Mais uma vez, podemos argumentar as ambições maiores que os realizadores possuíam, que passam por cima do conteúdo de terror. E tudo bem, ainda temos um ou outro momento mais inspirado no quesito. Fora isso, em mais uma demonstração de incompetência máxima, o departamento de marketing do filme simplesmente contou o filme todo no trailer, inclusive revelando o vilão e a reviravolta na trama; se tornando logo parte do acervo para o case do que NÃO fazer ao divulgar um filme. Por outro lado, não que no filme em si mude muito, afinal com algo em torno de meia hora de exibição, o grande segredo é logo revelado sem cerimônia. E novamente, só podemos pensar que todo o resto tenha ficado em segundo plano, em prol de seu discurso. Seja como for, este surge como mais um elemento que afetou a performance do público nas bilheterias e com o público – neste tipo de filme (ou em qualquer um na verdade), a graça está em sermos surpreendidos.

SPOILERS

Agora sim, iremos abordar o maior deslize do roteiro e filme de Sophia Takal. O que ocorre é que a diretora justifica o comportamento masculino. A reviravolta de Natal Sangrento é que quem está cometendo assassinatos são os homens jovens membros de uma fraternidade, comandados pelo líder, o professor vivido por Cary Elwes (tá bem, ele é o rosto mais conhecido do elenco). Dono de um discurso pra lá de machista, vê-los como antagonistas a serem combatidos pelas mulheres – não posso deixar de destacar a feminista mais fervorosa da trama, Kris (Aleyse Shannon) – e eles de fato o são – é uma mensagem clara o suficiente (do tipo “machistas não passarão”). No entanto, a cineasta adiciona um elemento sobrenatural nos 45 do segundo tempo, onde uma gosma preta serve como lavagem cerebral para que os homens se comportem desta forma e comentam os assassinatos. Numa espécie de magia sombria, a gosma é despejada do busto do fundador da universidade, um escravista que matava mulheres desobedientes. Segundo a diretora, a gosma representa a masculinidade tóxica, que pode ser usada para contaminar outros homens.

Por mais que exiba certa criatividade, o fato também exime os personagens de suas ações criminosas e assassinas, por estarem “dominados”. No episódio “Nem todos os Homens” (Not All Men) da nova Além da Imaginação (2019), de Jordan Peele, uma premissa semelhante rende um resultado bem melhor, ao termos confundido o comportamento agressivo e homicida de homens possuídos por um resíduo espacial e o mesmo comportamento de outros homens que sequer tiveram contato com a substância. O desfecho do episódio é perfeito e em sintonia ao apresentado. O de Natal Sangrento é outro ponto sensível, já que após o combate visceral de mulheres x homens (a violência deve ser combatida, mas não deve ser a solução), elas os aprisionam para morrer no prédio em chamas da fraternidade e o filme simplesmente acaba. Sem nenhuma mensagem ou pensamento sobre o que ocorreu ou sobre como resolver o assunto.

Natal Sangrento no fim das contas soa como um filme meio inacabado. Sem dúvidas apressada, a obra parece ter nascido morta, e a pouca vida que teve, terminou se tornando pouquíssimo apreciada (para não dizer nada apreciada) ou simplesmente ignorada. Boa ou ruim, a abordagem sem dúvidas é original e veio para sacudir. Mesmo que não tenha conseguido obter o resultado almejado, não fica em cima do muro mirando no seguro com muitos filmes do gênero fazem. Debaixo de sua superfície podemos encontrar boas ideias e um bom filme, que precisaria ser muito lapidado e aperfeiçoado. Mas ao menos se encontra, em partes, com uma boa intenção.

Karl Urban revela que ‘Dredd’ foi dirigido por Alex Garland, de ‘Ex Machina’ e ‘Aniquilação’

Bomba! Karl Urban relevou, essa semana, que o filme ‘Dredd‘, na verdade, foi dirigido por Alex Garland (Ex_Machina: Instinto Artificial Aniquilação). Esse era um rumor antigo, mas nunca havia sido confirmado antes. Pete Travis, o diretor original, acabou sendo sendo meio do processo.

“Acredito que Alex Garland foi um dos principais motivos pelo sucesso de ‘Dredd’. Poucas pessoas sabem disso, mas Alex foi o verdadeiro diretor do filme.”

Apesar de ter tido um retorno morno nas bilheterias, o filme acabou recebendo um status cult e garantiu uma sólida base de fãs nos anos seguintes; seu Blu-ray foi um dos mais vendidos no seu ano de lançamento.

Há muito tempo tem se esperado uma sequência, mas o projeto deu lugar ao desenvolvimento de uma série, chamada  ‘Judge Dredd: Mega-City One’, que deve trazer o retorno de Urban.

O projeto não tem canal ou data de estreia definidos.

Sucesso! ‘Venom’ ultrapassa a marca de US$ 700 milhões nas bilheterias

Depois do sucesso estrondoso na China, a bilheteria mundial de ‘Venom‘ deu um enorme salto. Atualmente, o longa do anti-vilão já acumula US$ 780 milhões ao redor do globo.

Com US$ 210 milhões arrecadados apenas nos EUA, o filme abocanhou mais US$ 570 milhões do mercado internacional.

Logo, deve ultrapassar a impressionante marca de US$ 800 milhões.

Crítica | Venom – Não é um desastre (mas por pouco) (Nota: 6.0)

“Um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel se torna o centro das atenções quando Eddie Brock (Tom Hardy) se torna o hospedeiro do simbiótico alienígena Venom. Como jornalista, Eddie vem tentando derrubar o notório fundador da Life Foundation, o gênio Carlton Drake (Riz Ahmed) – e essa obsessão arruinou sua carreira e o relacionamento com sua namorada, Anne Weying (Michelle Williams). Ao investigar um dos experimentos de Drake, o alienígena Venom se funde com o corpo de Eddie e de repente ele tem superpoderes incríveis, assim como a chance de fazer o que ele quiser. Sombrio, distorcido, imprevisível e alimentado pela raiva, Venom deixa Eddie lutando para controlar habilidades perigosas que ele também acha poderosas e inebriantes. Uma vez que Eddie e Venom precisam um do outro para conseguir o que procuram, eles se tornam cada vez mais interligados – onde Eddie acaba e Venom começa?”

Sarah Connor é destaque em novas imagens de ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’

O EW divulgou duas novas imagens do reboot ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘.

Confira:

Dirigido por Tim Miller (‘Deadpool‘), o longa terá produção de James Cameron, sendo este o primeiro filme da franquia com seu envolvimento desde ‘O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final‘.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o roteiro vai ignorar as últimas sequências e continuar a partir do segundo filme, com uma nova cronologia. Espera-se, também, que este seja o início de uma nova trilogia.

O elenco conta com Linda Hamilton, Mackenzie Davis, Natalia Reyes, Gabriel Luna, Arnold Schwarzenegger e Diego Boneta.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

Crítica | A War

Em certos momentos, os homens são donos dos seus próprios destinos. Depois de dirigir o excelente Kapringen (A Hijacking), o cineasta dinamarquês Tobias Lindholm volta às telonas com um filme profundo que fala sobre ética, lealdade dos militares e uma justiça de um país desenvolvido e firme que vai atrás dos fatos. A War, indicado ao Oscar pela Dinamarca e um dos cinco selecionados na categoria melhor filme estrangeiro, é um drama impactante onde as ações do protagonista geram diversas discussões ao longo de toda a apresentação dos fatos.

Na trama, conhecemos Claus Michael Pedersen (Pilou Asbæk), um militar de alta patente que lidera tropas dinamarquesas em um ambiente hostil. Claus é acima de tudo leal e muito bem visto por seu pelotão, em sua casa, a mulher e os três filhos o aguardam ansiosamente. Certo dia, após um ataque em uma expedição de rotina, o líder precisa tomar uma decisão muito difícil que mexerá com a sua vida pessoal e a de todo seu pelotão.

Vezes com Von Trier, vezes com Vinterberg, muitas vezes com Bier, ao longo dos anos, vamos sendo apresentados a toda uma profunda intensidade dramática que o cinema dinamarquês consegue proporcionar. Tobias Lindholm chega de vez ao planeta cinema com uma pegada cada vez mais realista que usa a ação como forma de espremer as emoções mais figadais. Krigen, no original, começa na ação e aos poucos, quase cirurgicamente, entramos em um drama vigoroso, daqueles imperscrutáveis. Consegue conectar os olhos mais dispersos para dentro da tela.

Uma figura importante para a trama se consolidar como um dos melhores dramas deste ano é a personagem de Maria (Tuva Novotny em uma interpretação espetacular), esposa de Claus. A decisão da família pesa para Claus mesmo sendo ele um cara íntegro e que defende seus ideais. No arco final, ficamos totalmente rendidos à curiosidade sobre as escolhas que todos os envolvidos tomarão. O final é impactante e mostra que mesmo tendo um fim, para o protagonista pode não ser bem assim. Grande filme, grande direção, grande elenco. Não percam!

10 filmaços que nos convidam a olhar pra seu ‘Eu’ interior

A magia do cinema tem o poder de abrir nossos olhos para questões que, na correria do dia a dia, muitas vezes passam despercebidas. Refletir sobre uma obra é um exercício fascinante, capaz de nos conduzir a novas formas de enxergar o mundo à nossa volta. Pensando nisso, reunimos abaixo uma seleção especial de filmes que despertam esse tipo de reflexão – e que você precisa conferir!

 

Mal Viver (Filmicca)

Na trama, conhecemos uma família de cinco mulheres que estão prestes a passar alguns dias juntas no hotel da família, numa região praiana, localizado em uma vila portuguesa do Município de Esposende. Entre idas e vindas dos hóspedes, conflitos entre elas se estabelecem tendo o passado como algo desafiador a ser relembrado. O epicentro se coloca na relação entre Piedade (Anabela Moreira) e Salomé (Madalena Almeida), mãe e filha, a primeira cheia de angústias e medos com uma depressão evidente, a segunda já na fase da faculdade, acabou de perder o pai e tenta se reconectar com a mãe com quem não nunca se deu bem.

 

Dias Perfeitos (MUBI)

Hirayama (Kôji Yakusho) é um homem metódico, de uma simplicidade notável, que trabalha limpando banheiros públicos em uma Tóquio atual. Avesso à tecnologia na contramão dos agitos de um Japão pulsante nesse sentido, seu cotidiano é regado por seu gosto por fotografia, leitura e música (com direito a uma bela coleção de fitas k7). Será ele um ser humano estacionado no tempo? Qual será sua história até ali? Alguns personagens que surgem em sua vida vão começando a remexer lembranças, encostando no seu passado.

 

Eu, Capitão

Na trama, conhecemos os primos Seydou (Seydou Sarr) e Moussa (Moustapha Fall), dois jovens senegaleses que resolvem fazer uma viagem de Dakar até a Itália em busca de seus sonhos. Só que essa jornada não será como ele imaginam, sofrem com os horrores da ganância humana, conflitos geopolíticos, esgotando as curtas margens de esperança mas também encontrando pelo caminho novas formas de entender o mundo.

 

Imparável (Prime Video)

Baseado num livro homônimo escrito por Anthony Robles e Austin Murphy, em Imparável conhecemos a trajetória repleta de obstáculos de um jovem, nascido sem uma das pernas, que com a ajuda da mãe vai atrás do sonho de ser reconhecido como um grande lutador de luta livre universitária.

 

Ninguém Sabe que Estou Aqui (Netflix)

Na trama, conhecemos o introspectivo e solitário Memo (Jorge Garcia), um homem já adulto que vive distante do grande centro em uma ilha com seu tio Braulio (Luis Gnecco). Aos poucos vamos conhecendo mais a fundo a peculiar personalidade dessa alma amargurada que na infância foi descoberto por ter uma voz maravilhosa mas que a ganância dos outros fraudaram seus sonhos o levando a uma depressão e distância de tudo aquilo que pensara que iria acontecer com sua vida. Mas, a chegada de Marta (Millaray Lobos), fará Memo ter uma nova chance de mostrar ao mundo quem ele realmente é.

 

Cidade de Asfalto (Prime Video)

Ollie (Tye Sheridan) é um esforçado novato na função de paramédico que se dedica também aos estudos para uma vida melhor. No seu ofício, no complexo turno da noite, logo de cara enfrenta o caos das emoções que chegam forte por um cotidiano repleto de dor e emoções conflitantes. Aos poucos busca na sua única referência, Rut (Sean Penn), um experiente na função, algum sentido para seu presente. Mas nada será tão simples.

 

Unidas pela Esperança (Globoplay)

Na trama, conhecemos Kate (Kristin Scott Thomas) a esposa de um general de uma base militar na Inglaterra que não possui muito contato com as outras espoas de militares, principalmente após o falecimento do seu único filho. Certo dia, resolve se juntar a Lisa (Sharon Horgan), uma mulher que possui muito problemas de relacionamento com a filha e comanda uma espécie de mercearia na base militar. Elas resolvem criar um coral com as mulheres dos militares. A iniciativa é um sucesso e assim elas conseguirão encontrar forças umas nas outras principalmente quando notícias ruins chegam.

 

O Filho de Jean (Cindie)

Na trama, conhecemos o tímido e inteligente Mathieu (Pierre Deladonchamps), um homem que vive uma vida pacata na capital francesa. Divorciado, possui uma relação excelente com a ex-mulher e juntos cuidam do filho Valentin. Certo dia, uma coisa inusitada acontece, Mathieu recebe uma ligação dizendo que seu pai que nunca conhecera faleceu. Assim, parte em busca de conhecer mais sobre sua história indo até o local onde morou seu pai, no Canadá. Chegando lá, seu contato é Pierre (Gabriel Arcand), grande amigo de seu pai que o ajuda bastante nessa jornada reveladora e surpreendente.

 

O Rei Perdido (Prime Video)

Na trama conhecemos Filipa (Sally Hawkins), uma mulher infeliz no trabalho, num recente término de relacionamento com o ex-marido John (Steve Coogan) que certo dia embarca em uma busca inusitada pelos restos mortais do Rei Ricardo III. Indo atrás desse enorme desafio vai descobrindo a solidariedade e novos conflitos que surgem quando pingos de sucesso começam a aparecer nessa jornada.

 

Tempestade Infinita (Netflix)

As montanhas sempre ouvem e nunca respondem de volta. Explorando duas forças emocionais conflitantes, o fugir e o ter esperança, Tempestade Infinita parte de uma história sobre luta pela sobrevivência onde o instinto maternal e a solitude são parte de uma engrenagem fundamental que contempla os desafios de superar perdas. Dirigido pela dupla Malgorzata Szumowska e Michal Englert, o projeto é baseado em fatos reais de uma dramática história ocorrida no ano de 2010. No elenco, a duas vezes indicada ao Oscar, Naomi Watts.

‘Legion’: Confira o belíssimo cartaz e as imagens promocionais da 2ª temporada

Foram divulgados um novo cartaz para a segunda temporada de ‘Legion‘, uma arte belíssima trazendo o casal principal em foco.

Confira também as imagens promocionais do novo ano:

2ª temporada terá 10 episódios e está prevista para abril de 2018 nos EUA. O FX exibe a série no Brasil.

A história acompanha David Haller (Dan Stevens), um jovem atormentado por visões perturbadoras que começa a juntar o quebra-cabeças de suas lembranças e se dá conta de que pode ter poderes especiais. A seriado é criado por Noah Hawley (‘Fargo‘).

Arrowverse: Kara e Alex são destaque no novo teaser do crossover; Confira!

A CW divulgou um novo teaser do crossover do Arrowverse, intitulado ‘Elseworlds‘, focado em Kara e Alex.

Confira, com os 2 teasers anteriores:

O crossover contará com as participações de Ruby Rose (Batwoman) e Elizabeth Tulloch (Lois Lane).

Os episódios especiais irão ao ar entre os dias 9 e 11 de dezembro na CW.

Ted Bundy – A Irresistível Face do Mal

(Extremely Wicked, Shockingly Evil and Vile)

 

Elenco:

Zac Efron

Lily Collins

Kaya Scodelario

Jim Parsons

 

Direção: Joe Berlinger

Gênero: Suspense

Duração: 108 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 6 milhões

Estreia: 25 de Julho de 2019

Sinopse: 

Ted Bundy foi um dos serial killers mais perigosos dos anos 1970, e, além de ser um assassino, era sequestrador, estuprador, ladrão e necrófilo. Sua namorada, Elizabeth Kloepfer, tornou-se uma de suas defensoras mais leais, recusando-se a acreditar na verdade sobre Ted. A história de seus numerosos e terríveis crimes é contada pelos olhos de Elizabeth.

Crítica | Ted Bundy – A Irresistível Face do Mal – Zac Efron não surpreende, em filme socialmente irresponsável (Nota: 5.0)

Curiosidades: 

» Baseado no livro The Phantom Prince: My Life with Ted Bundy, escrito por Elizabeth Kendall e Elizabeth Kloepfer;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | O Novíssimo Testamento

A confiança é ato de fé, e esta dispensa raciocínio. Com um elenco inspirado, um roteiro delicioso e uma direção primorosa, a comédia, indicada ao Oscar 2015 pela Bélgica, O Novíssimo Testamento é um daqueles filmes originais que abrem um grande e largo sorriso dos cinéfilos desde seu início até seu desfecho. Ao longo de inesquecíveis 112 minutos de projeção, vamos acompanhando a trajetória inusitada de ninguém mais, ninguém menos, que Deus e sua busca em consertar o inconsertável. A delicadeza com que o diretor Jaco Van Dormael (do impossível de esquecer Mr. Nobody) conduz esta jocosa trama é algo bem peculiar e que merece ser visto e revisto.

Le Tout Nouveau Testament no original, estreou no último dia 21 de janeiro e conta a história de Deus (Benoît Poelvoorde), que, no imaginário mundo dos roteiristas deste projeto, é casado e tem uma filha. Ele está entediado e sua única e peculiar diversão é definir as conseqüências das atitudes das pessoas, criando situações irritantes para elas. Chateada com essas atitudes do pai, a filha de Deus invade o computador dele envia uma mensagem para os celulares de todas as pessoas na Terra dizendo quando casa uma delas vai morrer. Além disso, ela, com a ajuda do irmão J.C, resolve montar um novo testamento e corre atrás de discípulos na Terra. Assim, por conta de tudo isso e mais um pouco, Deus será obrigado a descer e tentar resolver a situação.

Para quem se intitula como cético ou muito certinho pode ser que não consiga encontrar pontos de interações com essa fábula dos tempos modernos. O projeto é genial em muitos sentidos. Fala do amor em novíssimas circunstâncias, praticamente declama a normalidade entre sentimentos de uma mulher e um gorila, mostra uma face desconhecida do poder da aceitação do ser humano. Há uma metáfora expressiva em cada subtrama, as pinceladas de peculiaridade acopladas nas pancadas na normalidade são de longe o grande charme do filme que tem no seu elenco nomes como: Catherine Deneuve, Benoît Poelvoorde e François Damiens.

Em uma época onde encontrar a originalidade no cinema cada vez vem ficando mais difícil, ainda bem que existem cineastas como Van Dormael, que dão luz, brilho e renovam a magia no ato de assistir um filme. Bravo!

10 Séries tão BOAS que você vai querer REVER com alguém só pra ver a reação

As produções seriadas vem conquistando cada vez mais a atenção do público. Com histórias com diversas temáticas vindas de todos os cantos do planeta, a cada semana nos streamings disponíveis no Brasil temos alguma boa novidade fresquinha. Alguns desses projetos são tão bons que o rever vira quase uma obrigação! Pensando em algumas séries que nos provocam esse sentimento, separamos uma lista abaixo que você com certeza vai querer assistir outra vez:

 

The Americans (Disney Plus)

Entre 2013 e 2018 foi exibida o seriado The Americans, uma trama tensa, cheia de conflitas que mostra dois agentes soviéticos que conseguem se infiltrar nos Estados Unidos e viram uma família durante a Guerra Fria. Pra quem curte histórias de espionagens e reviravoltas esse seriado é um prato cheio!

 

Peaky Blinders (Netflix)

Na trama, ambientada em um pós guerra na Inglaterra, conhecemos a ascensão da família Shelby, conhecidos como Peaky Blinders, envolvida em violência e corridas de cavalo na cidade de Birmingham. O líder não é o irmão mais velho e sim o do meio, Tommy, um ex-soldado de guerra que possui uma frieza e punho firme necessários para o crescimento de sua família. Abordando inúmeros temas importantes que vão desde a corrupção na polícia (já naqueles tempos), até a luta das mulheres por direitos mais equivalentes aos homens no mercado de trabalho, Peaky Blinders possui intenso episódios por temporadas sempre com um grande desfecho impactante.

 

E.R (Plantão Médico) (HBO MAX)

Um dos mais antigos seriados quando pensamos em dramas médicos, E.R ficou no ar por mais de uma década e sempre entregou temporadas marcantes e emocionantes além de apresentar ao público nomes como George Clooney. Tem na HBO Max.

 

Arquivo X (Disney Plus)

Quem nunca imaginou sobre peculiares questões ligadas a vida extraterrestre ou qualquer outra situação que foge da normalidade do que vemos em nosso planeta? Em Arquivo X, que teve o total de 11 temporadas, conhecemos dois agentes do FBI que pensam totalmente diferentes um do outro: Fox Mulder (David Duchovny) e Dana Scully (Gillian Anderson). Eles são designados para um departamento que investiga casos inexplicáveis. Um dos seriados mais surpreendentes dos anos 90. Tem na Star Plus.

 

One Tree Hill (Prime Video)

Uma série que envolve basquete e uma enorme briga familiar focado em dois irmãos de mesmo pai que se odeiam One Tree Hill, também conhecido como Lances da Vida, ficou no ar na televisão norte-americana entre 2003 e 2012 e emocionou milhares de fãs em todo o mundo com seus dramas e conflitos. Criada por Mark Schwahn e protagonizado pelos atores: Chad Michael Murray, Sophia Bush, James Lafferty e Hilarie Burton.

 

A Sete Palmos (HBO MAX)

Indicada a mais de 50 emmys, com seu piloto datado em junho de 2001, Six Feet Under, no original, conta as histórias de uma família que administra uma funerária. O tema de abertura da série foi composto pelo craque Thomas Newman, que inclusive ganhou prêmio. É o primeiro trabalho de destaque do ator Michael C. Hall que anos mais tarde seria o protagonista do aclamado seriado Dexter.

10 SÉRIES pra preencher o vazio que LOST e ARQUIVO X deixaram na sua vida

Os Sopranos (HBO MAX)

Um dos seriados de maior sucesso da história, nos mostra a trajetória de um poderoso mafioso que entre seu cotidiano cheio de decisões nos negócios e os problemas na parte familiar resolve procurar ajuda de uma psicóloga.

 

Succession (HBO MAX)

O poder que reina nos conturbados laços familiares. Uma das sensações no universo das séries dos últimos tempos, Succession é um poderoso drama que nos mostra os bastidores de uma família bilionária e as confusões que eles se metem por conta da ganância incentivada por um pai nada carinhoso. O mérito vem pela lupa que é colocada nas ações e consequências dos seus conflituosos personagens, deixando os intensos episódios com subtramas que vão desde iminente traições até laços de aliança improváveis. A certeza assistindo a esse seriado é que você sempre acabará o episódio surpreendido/pasmo com alguma questão. O elenco é fenomenal!

 

Dark (Netflix)

O tempo sendo associado ao ato de amar em tempos em que o esquecimento é o grande vilão da nossa realidade. Criado pelo cineasta suíço Baran bo Odar e pela cineasta alemã Jantje Friese, Dark chegou ao catálogo do poderoso streaming Netflix sem muito ‘oba oba’. Bastou os espectadores irem aos poucos terminando a primeira temporada para o burburinho positivo começar. Muito bem amarrada, com começo meio e fim estrategicamente bem desenvolvidos, com uma produção de arte belíssima, fotografia ótima, trilha impecável e uma montagem de elenco espetacular, a produção alemã se tornou um fenômeno cult em pouco tempo.

10 filmes ou séries que vão mexer com seus sentimentos nesse fim de semana!

Ted Lasso (Apple Tv Plus)

Na trama, conhecemos o treinador de futebol americano Ted Lasso (Jason Sudeikis), que é curiosamente contratado por Rebecca Welton (Hannah Waddingham), presidente de um time da primeira divisão do futebol inglês, a Premier League, para assumir o time e lutar arduamente contra o rebaixamento. A questão é que Ted não entende nada de futebol (o soccer) e vamos entendendo melhor aos poucos que tudo faz parte de um plano maquiavélico da presidente numa espécie de vingança sobre o marido (ex-acionista do time). Mas o jeito carismático do protagonista vai me mexer com a vida de todos nesse clube.

10 SÉRIES que vão virar sua cabeça do avesso!

Os Filmes de Terror que Completam 40 Anos em 2021

O ano de 1981 é bastante conhecido pelos fãs de terror como um dos que abrigaram algumas das melhores e mais famosas produções do gênero durante a década de 1980. Para começar foi o ano do boom dos filmes slasher, onde Hollywood se tornou uma fábrica de longas do tipo, resultando em alguns dos mais icônicos e lembrados do período pelos aficionados. Segundo, por ter revitalizado os filmes de Lobisomem para “os novos tempos”, com duas produções bem memoráveis e que marcaram uma época. E finalizando, o “ano do terror” não poderia esquecer o subgênero do sobrenatural, onde forças ocultas e satânicas eram a ameaça. Desta forma, comemorando um novo lote de obras de enorme prestígio, resolvi trazer em minha nova matéria os filmes de terror mais famosos e ainda queridos do grande público que se tornam quarentões este ano. Confira abaixo.

A Morte do Demônio

Primeiro filme do cineasta Sam Raimi (do vindouro Doutor Estranho no Multiverso da Loucura), o longa foi feito à preço de banana e com seus amigos atuando de favor. O sucesso foi tanto, graças ao estilo único do diretor, que, além de render mais duas continuações, a produção serviu para escrever o nome de Raimi no panteão de Hollywood como um dos fortes representantes do gênero. Uma refilmagem foi lançada em 2013 e uma série resgatando o amado protagonista Ash (Bruce Campbell) foi ao ar por 3 temporadas (de 2015 a 2018). Uma curiosidade é que duas continuações são planejadas para a franquia: a sequência do remake e um quarto filme da trilogia original (essa com produção de Raimi).

Um Lobisomem Americano em Londres

Quando falamos em filmes de Lobisomem, nove entre dez fãs de terror irá apontar este longa como um dos mais memoráveis e influentes. O curioso é que na direção temos John Landis, cineasta mais associado a comédias – e tal senso de humor pode ser encontrado em Um Lobisomem Americano em Londres. Foi por causa do filme que o cineasta foi convidado por Michael Jackson em pessoa para dirigir seu clipe Thriller, o mais icônico de sua carreira. Na trama, dois americanos mochileiros pelo interior da Inglaterra são atacados por uma besta feroz. Um deles morre (e volta como espírito se deteriorando) e o outro aos poucos vai se tornando a tal criatura. Os efeitos da transformação impressionam até hoje e, criados por Rick Baker, levaram para casa o Oscar de maquiagem.

Halloween II – O Pesadelo Continua

Como dito, o ano de 1981 ficou conhecido como o auge do cinema slasher, justamente por isso não estaria completo sem um exemplar do responsável por mudar este jogo. Halloween – A Noite do Terror (1978), de John Carpenter, não foi o primeiro filme slasher da história, mas foi o primeiro a ter grande fama e sucesso. Logo, todos queriam seu próprio Halloween, e até mesmo os produtores do original se coçaram para tirar da cartola uma continuação. Carpenter recebeu uma bolada para escrever a sequência e entrou como produtor também, mas deixou a cadeira de diretor para o colega Rick Rosenthal. A trama continua exatamente de onde o anterior parou, na mesma noite, com Laurie (Jamie Lee Curtis) sendo levada ao hospital, Michael Myers a seguindo e o Dr. Loomis (Donald Pleasence) caçando o psicopata. A ação se desenrola praticamente toda dentro da localidade citada.

Sexta-Feira 13 – Parte 2

Como dito, na época todos queriam uma “cópia” de Halloween para chamar de sua, e a “xérox” mais famosa atende pelo título Sexta-Feira 13. Criada por Sean S. Cunninghan, comprada pela Paramount, esta propriedade foi ainda mais longe e se tornou uma franquia ainda mais cultuada e confiável do que a que visava imitar. Mesmo após o assassino do original ter sido decapitado, os produtores estavam dispostos a continuar essa história – e quem seria louco do contrário com tanto dinheiro rolando? Assim, a opção foi por trazer pela primeira vez o maníaco Jason, agora adulto, como antagonista. Sim, vocês leram certo, Sexta-Feira 13 – Parte 2, e não o primeiro, é onde Jason mata suas primeiras vítimas, ainda usando um saco de pano na cabeça – visual “emprestado” do terror The Town That Dreaded Sundown (1976).

Scanners – Sua Mente Pode Destruir

Outro diretor bem conhecido no gênero e tratado como mestre, David Cronenberg já havia lançado pelo menos quatro filmes até estrear esse que se tornaria seu maior sucesso até então. Escrito e dirigido pelo cineasta, Scanners marcaria Cronenberg por seus apelidos “carinhosos” que enfatizavam a especialidade no gore e no horror corpóreo/venéreo. Depois, é claro, o cineasta alçaria voos ainda maiores, como A Mosca (1986). Em Scanners, indivíduos com fortíssimos poderes de controle mental são uma realidade e uma ameaça. Desta forma, um sujeito dono de tais dons é recrutado para encontrar outros iguais a ele, mas nem todos possuem boa índole e estão dispostos a usar esta capacidade da forma mais sombria possível, como o vilão Darryl Revok (Michael Ironside). E quem poderia esquecer a icônica cena da cabeça de um pobre coitada sendo explodida numa batalha mental com o antagonista.

Grito de Horror

Chegamos ao segundo filme de Lobisomem mais famoso de 1981. Mas calma, ele não será o último. Grito de Horror é um rival direto para Um Lobisomem Americano em Londres e suas ligações começam atrás das câmeras, nos bastidores. Acontece que o maquiador Rick Baker estava contratado inicialmente para trabalhar neste filme, mas acabou desistindo e se bandeando para a produção do “rival” citado. Dirigido por Joe Dante antes de Gremlins (1984), o próprio cineasta afirma que seu objetivo era fazer um filme de Lobisomem nos moldes de um slasher, onde o espectador não descobrisse o verdadeiro conteúdo da história até quase sua metade. Os efeitos da transformação, embora não tenham sido sequer indicados ao Oscar, impressionam igualmente. Dee Wallace é quem protagoniza, e no ano seguinte seria a mãe no filme E.T. – O Extraterrestre, de Steven Spielberg.

Possessão

Escrito e dirigido pelo polonês Andrzej Zulawski, este longa é uma viagem pra lá de perturbadora pelo psicológico humano. Focado num casamento aparentemente feliz, Mark (Sam Neill) percebe sua esposa Anna cada vez mais distante, se afastando dele até culminar em seu pedido de divórcio. Mas esta é só a ponta do comportamento errático, bizarro e completamente alucinado de sua companheira, aos poucos dando indício de envolvimento com algo sobrenatural. Possessão se tornou uma obra cult extremamente enigmática e celebrada, especialmente pelo tour de force que é o desempenho da protagonista, a francesa Isabelle Adjani, no papel de Anna.

A Profecia III

Falando em Sam Neill, há 40 anos o ator mergulhava com força no gênero do terror sobrenatural. Depois de Possessão, o ator chegava como reforço na franquia A Profecia, que se iniciou em 1976 contando a história de um casal rico adotando um menino “endiabrado” chamado Damien. Neste terceiro filme, que curiosamente não leva o título A Profecia no original (nos EUA conhecido como The Final Conflict, ou O Conflito Final – seu subtítulo por aqui no Brasil), Damien é um adulto, um político visando chegar na Casa Branca e se tornar o presidente norte-americano. O Diabo na Casa Branca? Insira sua piada aqui. Neill é quem interpreta Damien na fase adulta.

O Dia dos Namorados Macabro

Voltando para o território dos filmes slasher, já tivemos os dois mais famosos do ano, que não por acaso deram origem a duas das maiores franquias do terror: Halloween e Sexta-Feira 13. O terceiro mais famoso de 40 anos atrás é este slasher canadense que pega para si outra data comemorativa bem conhecida, o dia dos namorados. Chamado de “slasher proletário”, a trama apresenta um grupo de funcionários de uma mina de carvão numa cidadezinha, que começa a ser atormentada por assassinatos grotescos bem na época da data romântica. Tudo pode estar relacionado a um maníaco do passado que pensavam estar no hospício. O longa recebeu uma refilmagem em 2009, um exemplar bem interessante e original por si só.

Chamas da Morte

Vocês querem slasher? Então tomem. Também conhecido como A Vingança de Cropsy, o longa pega carona no sucesso de Sexta-Feira 13 para criar seu próprio slasher de acampamento. No entanto, alguns afirmam que o roteiro já estava pronto antes da obra citada ser lançada no ano anterior. Seja como for, a ideia para Chamas da Morte saiu de uma lenda americana sobre a figura de Cropsy, um folclore contado em volta de fogueiras em acampamentos. O que é verdade, porém, é que o especialista em efeitos práticos, maquiagem e gore Tom Savini desistiu de trabalhar em Sexta-Feira 13 – Parte 2 para cuidar da parte técnica deste filme. Na trama, uma brincadeira sai errado e o zelador Cropsy termina torrado. Anos depois, o sujeito queimado retorna ao acampamento de férias para destilar sua vingança. Esta foi a primeira produção dos irmãos Harvey e Bob Weinstein.

Pague para Entrar, Reze para Sair

Acharam que os slasher famosos de 40 anos atrás acabaram, pense de novo. Aqui, o título em português para The Funhouse (no original) é um dos chamarizes, e até mesmo quem não viveu no período é bem capaz de já ter ouvido esta frase. Na cadeira de direção, ninguém menos que Tobe Hooper, famoso então pelo celebrado O Massacre da Serra Elétrica (1974) e em vias de entrar no time A de Hollywood devido à parceira com Spielberg em Poltergeist (1982). Aqui, um grupo de jovens resolve passar a noite dentro do trem fantasma de um parque de diversões. No local, terminam por testemunhar o assassinato de uma prostituta e se tornam alvo do assassino: um doente mental extremamente deformado que trabalha na atração e usa uma fantasia de Frankenstein – que é mais simpática do que seu rosto de verdade por debaixo da máscara.

Lobos

Terceiro filme com criaturas peludas e de dentes afiados na lista. Mas ao invés de lobisomens, este thriller investe em um ponto de vista mais real para o tópico. Violentos assassinatos começam a ocorrer na cidade de Nova York e o detetive Dewey Wilson é designado para o caso – o protagonista é interpretado pelo saudoso Albert Finney (indicado a 5 Oscar). A obra é tratada de forma séria e possui um cunho ambientalista, abordando a forma como a construção de uma cidade pode ser nociva ao meio ambiente e aos antigos residentes de um local como uma floresta. O longa ainda inclui em sua narrativa os nativo-americanos e uma raça de lobos ancestrais e inteligentes.

Piranhas 2: Assassinas Voadoras

Primeiro trabalho do prestigiado James Cameron como realizador, o filme é a continuação do cult Piranha (1978), de Joe Dante – cineasta que igualmente já apareceu aqui na lista. Por sua vez, Piranha pegou carona descarada no sucesso de Tubarão (1975) e resolveu tirar da manga seu próprio peixe assassino. Esta continuação eleva as criaturas na escala evolutiva lhes dando asas para voar da água e atacar suas vítimas. E o que o filme ganha também é bem mais humor, se tornando um exemplar do “terrir”. Cameron disse que o saldo positivo de trabalhar neste filme foi ficar com febre, ter um pesadelo e escrever o roteiro de O Exterminador do Futuro (1984) com o conteúdo de seu delírio. Piranha receberia uma refilmagem em 2010 e uma sequência para ela em 2012.

Jogos de Estrada

Após o sucesso de Halloween, Jamie Lee Curtis, então com 20 aninhos, foi alçada ao posto de musa e logo todo produtor a queria para estrelar sua própria obra de terror. Assim seguiram só em 1980: Baile de Formatura, Trem do Terror e Fog – A Bruma Assassina, no qual voltou a trabalhar com John Carpenter. E no mesmo ano de Halloween II, há 40 anos, a estrela era o chamariz desta produção australiana. A trama funciona quase como um remake do clássico de Spielberg, Encurralado (1971), tendo Stacy Keach como um caminhoneiro desconfiado de que o motorista de uma van verde esteja cometendo assassinatos na sua rota, iniciando com ele um jogo de gato e rato. Curtis interpreta uma caronista.

Benção Mortal

Passando de uma musa do cinema para outra, quem estrela este longa é Sharon Stone, muitos anos antes de se tornar famosa com Instinto Selvagem (1992). Entre os dois filmes, Stone participou de projetos mais chamativos como As Minas do Rei Salomão (1985), Loucademia de Polícia 4 (1987) e O Vingador do Futuro (1990). Aqui temos a direção do mestre Wes Craven (A Hora do Pesadelo e Pânico) em um de seus trabalhos menos falados, neste que era apenas seu terceiro longa para o cinema. Na história, Craven resolve abordar o fanatismo religioso, focando numa seita que possui fortes paralelos com casos reais que ocorriam nos EUA no fim da década anterior. A trama mostra uma mulher precisando lidar com a morte misteriosa de seu marido. Ela começa a suspeitar que os vizinhos, uma comunidade religiosa, possa ter envolvimento e planos nefastos para ela também.

O Domínio do Olhar

Escrito e dirigido pelo romancista Michael Crichton (Jurassic Park e Westworld), este filme possui doses de ficção científica, suspense e terror, gêneros nos quais o autor gostava de trabalhar. Albert Finney volta à lista, desta vez no papel de um cirurgião plástico, médico de atrizes de comercial e modelos em busca da perfeição estética. Suas últimas pacientes começam a ser assassinadas uma a uma, e ele resolve proteger uma delas antes que o destino da moça seja o mesmo das outras. Mas, algo maior e mais conspiratório pode estar por trás, envolvendo alta tecnologia e a busca pela perfeição feminina.

‘Stephanie’: Novo filme de terror da Blumhouse sairá direto em DVD

O novo filme produzido pela Blumhouse, ‘Stephanie‘ terá um lançamento direto em DVD, no dia 1º de Maio. O terror sobrenatural será dirigido por Akiva Goldsman, e protagonizado por Frank Grillo (‘Uma Noite de Crime: Anarquia‘).

“A história gira em torno de uma garotinha chamada Stephanie, que é abandonada pelos seus pais e forçada a viver sozinha com sua tartaruga de pelúcia. Quando seus pais retornam pela sua filha, eles encontram uma força sobrenatural sombria que irá despertar um caos inimaginável.”

Anna Torv (‘Fringe‘) e Shree Crooks (‘American Horror Story‘) completam o elenco.

Confira abaixo a arte do DVD:

‘3 From Hell’: Rob Zombie divulga novo personagem da sequência em imagem sinistra

Rob Zombie compartilhou uma nova imagem sinistra de ‘3 From Hell‘, apresentando um novo personagem, Mr. Baggy Britches, interpretado por Clint Howard.

Confira:

Durante um de seus shows, Zombie divulgou o primeiro teaser do filme:

Sid HaigBill Moseley e Sheri Moon Zombie retornam.

Daniel RoebuckDavid UryBill Oberst Jr., Sean WhalenKevin Jackson, Pancho MolerClint HowardKevin JacksonAustin StokerDee WallaceJeff Daniel PhillipsRichard RiehleDot-Marie Jones e Tom Papa completam o elenco.

Lançado em 2005, o terror faz parte de uma trilogia que começou com A Casa dos 1000 Corpos, e traz a história do xerife John Wydell, sedento por vingança pela morte de seu irmão. Buscando fazer justiça com suas próprias mãos, ele sai em uma caçada atrás de uma família assassina, foragida com o auxílio de dois caçadores de cabeças.

‘O Cristal Encantado’: Netflix divulga artes INCRÍVEIS da série; Confira!

A Netflix divulgou artes incríveis da série ‘O Cristal Encantado: A Era da Resistência ‘ (The Dark Crystal: Age of Resistance), que será uma prequel do filme clássico ‘O Cristal Encantado‘.

Confira:

A primeira temporada irá estrear na plataforma no dia 30 de agosto.

“Age of Resistance retornará ao universo de Thra com uma nova aventura. Quando três Gelfling descobrem o segredo terrível por trás dos poderes de Skeksis, eles começam uma jornada épica para começar uma rebelião e salvar o mundo.”

Taron Egerton (Rian), Anya Taylor-Joy (Brea), Nathalie Emmanuel (Deet) e Donna Kimball (Aughra) dublarão os personagens principais.

Crítica | Desajustados

O homem nasceu para lutar e a sua vida é uma eterna batalha. Escrito e dirigido pelo cineasta francês Dagur Kári (diretor do ótimo O Bom Coração) Fúsi, no original, é uma grande fábula moderna sobre a solidão e o ato simples de recomeçar a vida. Muito definido em seus arcos, o roteiro navega com muita suavidade para dentro dos sentimentos do protagonista que são lapidados por características bastante peculiares e muito bem executadas pelo ótimo ator Gunnar Jónsson. Desajustados é um daqueles filmes que entram no circuito de maneira discreta e surpreendem a gente.

Na trama, conhecemos o solitário Fúsi (Gunnar Jónsson), um ser humano que leva uma vida monótona em uma cidadezinha europeia. Fúsi trabalha no departamento de cargas e bagagens do aeroporto de sua cidade e quase diariamente sofre Bulliyng de alguns colegas de trabalho. O protagonista mora com sua mãe e seu padrasto, e certo dia, o segundo matricula Fúsi em uma aula de dança onde ele acaba conhecendo Sjöfn (Ilmur Kristjánsdóttir) e essa pode ser a grande chance dele descobrir uma nova vida.

O protagonista é repleto de curiosidades que fazem dele um ser humano único. Se diverte jogando uma espécie de war com bonequinhos (Possui na sala de casa um modelo em miniatura da Batalha de El Alamein – durante a Segunda Guerra foi nesse campo de batalha que os aliados derrotaram pela primeira vez os nazistas), janta no mesmo restaurante toda sexta-feira, quase toda noite liga para a rádio local e pede um heavy metal pesado para o apresentador do canal, além, de gostar de comer algo parecido com Nescau misturado no leite pela manhã, possuir um relacionamento até certo ponto distante com sua mãe e possuir uma capacidade fora do normal de agüentar as inúmeras pancadas que a vida lhe dá.

Detalhista, a câmera do diretor faz questão de transportar o espectador para qualquer variável que se apresente na trajetória do protagonista. A solidão é muito bem desenvolvida nesta linha do detalhe. Na cena do restaurante, onde a lente da câmera aponta para o guardanapo e talheres que são retirados, já que Fusi jantará novamente sozinho, é delicada e abre espaço para o segundo ato. A questão dos detalhes aponta ainda para uma inteligente analogia entre um campo de batalha e as dificuldades do nosso dia a dia.

Nomeado para alguns prêmios internacionais, Desajustados, diretamente da Islândia, chega ao circuito brasileiro nesses próximos dias e merece muito ser conferido.

10 filmes de sucesso nos cinemas que estão disponíveis nos streamings

Seja pela bilheteria que chamou a atenção, ou mesmo pelas ótimas críticas, algumas produções se destacam no complicado circuito exibidor brasileiro. Como é um entra e sai danado, com filmes esperando alguma luz verde para entrar em cartaz toda semana, os streamings se tornaram uma ótima oportunidade de conferir aquela obra que você perdeu nos cinemas.  Pensando nisso, fizemos uma lista abaixo com alguns filmes de sucesso nos cinemas que já estão nas mais diversas plataformas.

 

Sintonia de Amor (Mercado Play)

Sam (Tom Hanks) é um arquiteto de luto que se muda para Seattle com o filho em busca de um novo recomeço após a morte da esposa. Um ano e meio depois e sem avançar muito no luto ainda intenso, numa noite de natal seu filho resolve enviar uma mensagem para um programa de uma rádio pedindo ajuda para o pai arranjar uma nova esposa. A mensagem toca os corações de muitos, inclusive da jornalista Anne (Meg Ryan) que embarca em uma viagem para conhecer essa família de dois.

 

Gladiador (Paramount Plus)

Na trama, ambientada em 180 D.C, conhecemos o respeitado general Maximus Decimus Meridius (Russell Crowe) um homem que lidera milhares de soldados em linhas de frente de batalhas e só possui um objetivo: voltar para casa e reencontrar a família. Só que após vencer uma importante batalha, já no final de uma grande guerra, o imperador Marco Aurélio (Richard Harris) lhe motiva a ser um dos próximos líderes romanos, fato que deixa o filho do imperador, Cômodo (Joaquin Phoenix), com enorme ciúmes. Num ato premeditado e cruel, Cômodo mata seu pai assumindo assim o poder máximo desse grande império. Em um de seus primeiros atos como grande chefão romano é ordenar a morte de Maximus e toda sua família. Só que o herói dessa história consegue fugir e começa aos poucos a planejar uma enorme vingança tendo pelo caminho que se tornar um gladiador.

 

O Sexto Sentido (Disney Plus)

Na trama, ambientada no sul da Filadélfia, conhecemos Malcolm (Bruce Willis) um psicólogo infantil que após um trauma com um antigo paciente vê seu casamento entrar em uma crise profunda, sua esposa nem mais o olha sequer. No outono depois, apresentado a um novo paciente, um jovem com diversos conflitos e repleto de medos de algo que não conta a ninguém e por isso tem um cotidiano conflituoso com a mãe. Aos poucos, paciente e psicólogo vão embarcando em uma jornada onde um ajuda o outro quando as surpresas pelo caminho começam a serem reveladas.

 

Os Outros (Prime Video)

Grace (Nicole Kidman) mora com os dois filhos pequenos em uma enorme casa numa região isolada da ilha britânica de Jersey. Apreciadora do silêncio, numa casa sem eletricidade, essa católica fervorosa, cheia de regras muito por conta dos filhos que tem a rara doença da fotosensibilidade, assim, por exemplo, todas as cortinas da casa devem ser fechadas quando eles passam. Seu marido foi para a guerra e nunca mais voltou, ficando ela e as crianças sozinhas. Certo dia, três pessoas batem em sua porta e logo conseguem empregos para ajudá-la na casa. Ao mesmo tempo, mãe e filhos começam a ouvir vozes em aleatórias horas do dia. Será que eles não estão sozinhos? Se sim, quem são os outros?

 

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (HBO MAX)

Na trama, acompanhamos quatro jovens amigos que voltando de uma noitada na praia no dia da independência norte-americana, pegam o carro e numa distração, em meio as curvas perigosas de uma estrada, acabam atropelando uma pessoa. Tendo que decidir em minutos quais os passos a se seguirem nessa situação, optam pela pior opção que é a de não chamar a polícia e ainda por cima jogam o corpo na água. O tempo passa e logo percebemos como o ocorrido impactou suas vidas e para piorar um deles recebe um bilhete que diz exatamente o título do filme:  Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Assim, começam uma busca para saber quem era aquela pessoa que eles atropelaram e quem está causando mortes pela cidade.

 

Ainda Estou Aqui (Globoplay)

Um dos mais aclamados filmes brasileiros dos últimos anos, Ainda Estou Aqui nos leva até o início da década de 1970 onde uma família tem seus destinos completamente mudados quando o pai, Rubens (Selton Mello) é levado por militares e nunca mais aparece. Ao longo do tempo, a esposa Eunice (Fernanda Torres) precisa encarar os enormes desafios na criação dos filhos e as incertezas do que aconteceu com o marido.

 

Oppenheimer (Netflix)

Na trama, voltamos até o início do século XX, onde um prodígio aluno do curso de química da prestigiada universidade de Harvard, J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy) daria seus primeiros passos rumo a física teórica, viajando pelos principais centros de estudos do tema, conhecendo nomes depois renomados da ciência, até chegar ao comando do ‘Projeto Manhattan’ encarregado de desenvolver armas de destruição em massa, no laboratório de Los Alamos, e onde foi criada as famosos bombas atômicas que atingiram Hiroshima e Nagazaki já no final da segunda guerra mundial. Em paralelo a isso, vamos conhecendo também sua vida pessoal, repleta de amores, traições, problemas nos relacionamentos interpessoais, e seus embates com a política norte-americana, muito por conta dos tempos em que foi considerado comunista, inclusive o filme retrata o tempo em que foi vítima da caça às bruxas durante o Macartismo.

 

O Náufrago (Netflix)

As invertidas que a vida nos traz. Mostrando todas as facetas de uma luta pela sobrevivência em um ambiente não preparado para mentes fracas, no exato ano de 2000 chegava aos cinemas de todo o mundo o longa-metragem dirigido por Robert Zemeckis, O Náufrago. Na trama, conhecemos um simpático, querido e dedicado funcionário da Fedex que se vê em uma grande enrascada quando o avião em que ele estava, indo para a Malásia, acaba caindo sobre o Oceano Pacífico durante uma tempestade. Ele acaba sendo o único sobrevivente e consegue chegar até uma ilha deserta onde precisará ter muita força e criatividade para vencer os medos frequentes.

 

Guardiões da Galáxia – Vol. 3 (Disney Plus)

Na trama, voltamos a encontrar os mais desajustados heróis do Universo Cinematográfico da Marvel que buscam criar raízes em ‘Lugar Nenhum’, um lugar onde estavam descansando de batalhas, um porto seguro longe dos agitos de outrora. Só que tudo isso muda quando Rocket (Bradley Cooper) é atingindo gravemente por uma ação impensada de Adam Warlock (Will Poulter) e seu grupo, fazendo com que Peter Quill (Chris Pratt), ainda abalado pela perda de seu grande amor, e cia embarquem em uma missão para encontrar a solução para tirar o grande amigo dessa enrascada. Passeando por novos lugares, até mesmo uma ‘contra terra’, o grupo aos poucos percebe que essa pode ser a última aventura deles como um time.

 

Pobres Criaturas (Disney Plus)

Na trama, conhecemos Bella Baxter (Emma Stone), uma jovem que ganhou uma segunda chance na vida após ser salva da morte pelo Dr. Godwin Baxter (Willem Dafoe), um excêntrico cientista famoso por experiências bizarras. Buscando reaprender valores e o básico da vida, Bella logo se abraça a necessidade do livre-arbítrio embarcando assim em uma enorme aventura quando foge com um duvidoso advogado chamado Duncan Wedderburn (Mark Ruffalo).

 

 

‘Os Estranhos 2: Caçada Noturna’: Primeiras críticas são mistas

A aguardada sequência do elogiado filme de home invasion lançado em 2008, ‘Os Estranhos 2: Caçada Noturna’, estreia esse final de semana nos EUA – e estima-se que irá arrecadar US$ 10 milhões em seu primeiro final de semana. Com uma recepção mista, confira o que os críticos estão achando sobre o filme:

“Uma anomalia inesperada – uma sequência que é melhor e ainda consegue consertar os problemas de seu antecessor. É um filme de terror arrepiante e genuinamente assustador, conduzido por performances sólidas e uma ótima atmosfera criada pelo diretor.”
“Feito de forma competente; assustador, estiloso e com um bom desenvolvimento dos personagens. ‘Os Estranhos 2: Caçada Noturna’ é bem melhor que o original de 2008. Os assassinos são bastante assustadores, e algumas das sequências faria John Carpenter ficar orgulhoso.”
“A única coisa mais assustadora do que ‘Caçada Noturna’ é a possibilidade de que tenhamos que esperar mais uma década para que possamos assistir nova uma sequência.”
“Logo quando o filme parece ter chegado ao seu limite de genéricos guilty pleasures, ele consegue subir o nível em quando se entrega ao estilo slasher, envolvendo uma cena com a música ‘Total Eclipse of the Heart’, uma piscina e uma direção sólida.”
“Personagens de filmes de terror não são geralmente conhecidos pela sua inteligência, mas os personagens deste fazem escolhas ruins o suficiente para justificar que a plateia comece a gritar para a tela do cinema. É uma experiência frustrante algumas vezes, mas o roteiro de Ben Ketai e Bryan Bertino eventualmente permite que a família faça algumas decisões satisfatórias na segunda metade do filme.”
“Assistir esse filme com uma empolgada plateia em um cinema na Times Square provou este devoto do estilo grindhouse que algumas vezes você consegue voltar no tempo, ao menos momentaneamente.”
“O elenco traz uma boa performance, em especial Hendricks, que está muito eficiente em seu papel, mas é difícil se importar com o que acontece com qualquer um deles. Não demora muito para todos começarem a tomar decisões completamente idiotas, e não há direção boa o suficiente que consiga justificar estupidez.”
“Com apenas dois filmes, ‘Os Estranhos’ já se tornou uma franquia horrivelmente familiar.”
“Esse é o tipo de filme de terror provocante que deixa a audiência em um frenezi. Não porque eles estão se divertindo, mas porque os personagens se comportam de forma tão estúpida e auto-destrutiva, que gritar com eles durante a sessão se torna um exercício de ligação entre a plateia.”
“Não há nenhum terror ou atmosfera, apenas o velho e manjado gore e alguns sustos fáceis que servem como uma espécie de ritual auto-programado.”
“Serve basicamente como um compreensivo manual de lugares ruins para se esconder de um assassino mascarado.”
O filme estreia no Brasil dia 31 de Maio.

A sequência acompanha uma família prestes a mandar a problemática filha adolescente para um colégio interno, não antes sem embarcarem em uma última viagem em família, para um parque de trailers.

A diversão dá lugar ao terror começa quando a adolescente descobre os corpos de seus tios, que acabaram de receber uma visita dos Estranhos mascarados. Agora, ela e o resto da família que devem lutar pela sobrevivência, escapando do selvagem trio de assassinos.

Johannes Roberts (‘The Other Side of the Door’) dirige, e  Ben Ketai (’30 Dias de Noite 2’) escreveu a última versão do roteiro.

Roy Lee, Doug Davison, Nathan Kahane e Trevor Macy retornam como produtores.

Estrelado por Liv Tyler e Scot Speedman, o longa original surpreendeu nas bilheterias ao redor do mundo, faturando US$ 82 milhões para um orçamento de US$ 9 milhões.

‘Future Man’: Hulu divulga o divertido trailer da 2ª temporada; Assista!

O Hulu divulgou o trailer da 2ª temporada de ‘Future Man‘, série estrelada por Josh Hutcherson (‘Jogos Vorazes).

Confira:

A segunda temporada será lançada na plataforma no dia 11 de janeiro de 2019.

A série acompanha um homem do futuro que é apenas zelador durante o dia, mas de noite é um gamer de nível mundial. Até que visitantes misteriosos o recrutam para impedir a invasão de uma superraça e a consequente extinção da raça humana.

Eliza Coupe, Derek Wilson, Keith David, Ed Begley Jr., Mary Manofsky e Drew Jamesa completam o elenco.

‘O Rei Leão’: Videoclipe de ‘Spirit’ da Beyoncé é divulgado; Assista!

A música original da Beyoncé para o live-action ‘O Rei Leão‘, intitulada Spirit, teve o seu videoclipe divulgado.

Confira:

Dirigido por Jon Favreau (‘Mogli – O Menino Lobo‘), o longa é a versão live-action da animação clássica lançada em 1994.

Simba idolatra seu pai, Rei Mufasa, e leva a sério seu futuro real. Mas nem todos do reino celebram sua chegada. Scar, o irmão de Mufasa e anterior herdeiro do trono, tem seus próprios planos. A batalha pela Pedra do Reino será repleta de traições, tragédia e drama, resultando no exilo de Simba. Com ajuda de uma curiosa dupla de novos amigos, Simba deverá descobrir como crescer e tomar o que é seu por direito.

O elenco conta com Donald Glover (Simba), Beyoncé (Nala), Chiwetel Ejiofor (Scar), Seth Rogen (Pumba), Billy Eichner (Timão) e James Earl Jones (Mufasa).

O Rei Leão‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de julho.

Assista nossa crítica:

Crítica | Os Cowboys

Até onde devemos ir por quem amamos mas não querem estar perto com nossa presença? Um dos filmes mais fortes do Festival Varilux de Cinema Francês 2016, sem dúvidas nenhuma é o espetacular drama Os Cowboys, protagonizado pelo ótimo ator François Damiens e com uma atuação digna de Oscar do ator britânico Finnegan Oldfield. Ao longo dos tensos 105 minutos de projeção, onde não conseguimos desgrudar os olhos da tela, vamos sendo apresentados a personagem movidos pela angústia e uma série de consequentes ações desesperadas em prol de único objetivo que acaba consumindo e destruindo uma família de classe média francesa. Em seu primeiro longa-metragem como diretor, o cineasta francês Thomas Bidegain brinda o público com uma trama muito bem dirigida e com atuações bem acima da média.

Na trama, conhecemos brevemente toda a família de Alain (François Damiens), um trabalhador de classe média que mora com sua mulher e os dois filhos no leste francês. Alain é um amante da cultura country e sempre vai com sua família a um famoso encontro onde confraterniza com outros amigos. Certo dia, num desses encontros, sua filha Kelly desaparece misteriosamente, levando Alain a uma desesperada busca por informações sobre a jovem. Os anos se passam e somente seu filho Kid (Finnegan Oldfield), que praticamente sacrifica sua adolescência, acredita e ajuda seu pai a tentar encontrar Kelly.

O clima é tenso desde o início. A trilha sonora composta por Moritz Reich (Fique Comigo, 2015) encaixa como uma luva e consegue deixar o público em total sinal de atenção as sequências fortes. François Damiens, na pele de Alain está possuído, embarca em um caminho sem rumo desesperado em busca de sua filha. A angústia é constante e impressionante. Isso obviamente destrói seu relacionamento com o restante de sua família. Essa estrada sem fim é acompanhada de perto por seu filho Kid que é o único que também ainda acredita que eles possam encontrá-la. Os Cowboys é um filme sobre família mas também sobre até onde o ser humano pode ir para defender suas convicções.

O longa é recheado de surpresas. Uma delas é que Kelly não é sequestrada. O porquê do sumiço dela (que não vou contar aqui) é um dos grandes trunfos do filme que explora muito bem a reação da família ao saber o que aconteceu com ela. Uma segunda surpresa é a surpreendente troca de protagonismo já entre o segundo e o terceiro ato, com o mesmo objetivo só que com um olhar um pouco diferente sob a situação a trama cresce demais nos últimos 30 minutos de projeção.

Os Cowboys, ainda sem previsão de estreia no circuito brasileiro, é um dos grande filmes que você precisa ver no Festival Varilux de Cinema 2016 que começa no próximo dia 09 de junho em muitas salas do Brasil.