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Resgate Implacável

(A Working Man)

 

Elenco:

Jason Statham
David Harbour
Michael Peña

 

Direção: David Ayer

Gênero: Ação

Duração: 116 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 27 de Março de 2025

Sinopse: 

A trama de RESGATE IMPLACÁVEL, Levon Cade deixou para trás uma condecorada carreira militar em operações secretas para ter uma vida simples trabalhando com construção. Mas quando a filha de seu chefe, a quem considera sua própria família, é levada por traficantes de seres humanos, a busca de Cade para trazê-la para casa descortina um mundo de corrupção muito maior do que ele jamais poderia ter imaginado.

Curiosidades: 

» O longa é baseado no livro Levon’s Trade, escrito por Chuck Dixon;

» Além de dirigir, David Ayer também assina o roteiro ao lado do astro Sylvester Stallone;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Novocaine: À Prova de Dor

(Novocaine)

 

Elenco:

Jack Quaid
Amber Midthunder
Ray Nicholson

 

Direção: Dan Berk, Robert Olsen

Gênero: Ação

Duração: 110 min.

Distribuidora: Paramount Pictures

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 27 de Março de 2025

Sinopse: 

Em NOVOCAINE: À PROVA DE DOR, Nathan Caine possui uma condição rara que o impede de sentir dor. Ele se apaixona por uma colega de trabalho, mas, no dia seguinte ao primeiro encontro, ela acaba sequestrada por bandidos. Motivado pelo desejo de salvá-la, Nathan parte em uma aventura repleta de ação e tira vantagem de sua insensibilidade.

Curiosidades: 

» Lars Jacobson, de ‘Herança Maldita‘ e ‘Dia dos Mortos‘, assina o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Parthenope: Os amores de Nápoles

(Parthenope)

Elenco:

Celeste Dalla Porta
Stefania Sandrelli
Gary Oldman

 

Direção: Paolo Sorrentino

Gênero: Romance

Duração: 136 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 27 de Março de 2025

Sinopse: 

PARTHENOPE acompanha a trajetória de vida da personagem-título, desde seu nascimento na década de 1950 até os dias atuais. Parthenope, a protagonista, carrega o mesmo nome da sereia da mitologia grega, cultuada como divindade pelos napolitanos da Antiguidade, e acompanha várias décadas da vida dessa mulher de inúmeros admiradores.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Paolo Sorrentino também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Star Wars’: Novo filme de Shawn Levy pode chegar “mais rápido do que você pensa”, diz roteirista

A franquia Star Wars pode retornar às telonas em breve. Durante uma entrevista ao ScreenRant, o roteirista Jonathan Tropper sugeriu que o filme de Shawn Levy, com Ryan Gosling, pode ser lançado mais cedo do que muitos imaginam.

“Eu realmente não vou poder falar sobre isso. Então, sim, sabe, ainda estamos trabalhando nisso. É o nosso quarto projeto juntos. É o primeiro desde Projeto Adam”, afirmou.

“Eu também estou [animado]. Espero que seja mais rápido do que você pensa”, acrescentou Tropper.

O filme, que contará com Ryan Gosling viajando para a grande galáxia, se passará após os eventos de Star Wars: A Ascensão Skywalker’.

A novidade foi revelada por Kathleen Kennedy, presidente da Lucasfilm, em entrevista ao Deadline.

“Esse filme também está no futuro. É tudo depois [dos primeiros] nove. Shawn traz uma história independente de Star Wars que se passará depois do 9, talvez cinco ou seis anos depois. E Mandalorian realmente se destaca porque lá, estamos lidando com uma era totalmente diferente na Nova República. Temos outros desenvolvimentos acontecendo nesse espaço também. Então esse é o espaço em que estamos bastante focados no momento, porque obviamente com Mandalorian temos uma boa noção de para onde isso está indo. E com isso, são todos personagens praticamente novos. Podemos trazer alguns dos personagens de volta da saga da sequência, mas personagens praticamente novos.”

A Lucasfilm estaria demonstrando confiança a ponto de considerar iniciar a produção do filme no final deste ano.

Vale lembrar que o filme do diretor não se trata do longa focado em Rey, que será comandado por Sharmeen Obaid-Chinoy.

Nova foto de ‘Lilo & Stitch’ destaca o monstrinho usando óculos; Confira!

O live-action de Lilo & Stitch recebeu uma nova homenagem ao icônico alienígena da Disney. O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 22 de maio.

A imagem foi divulgada pelo Collider, confira!

Confira, dublado e legendado:

O escolhido para interpretar o adorado alienígena foi Billy Magnussen (‘Lift: Roubo nas Alturas’).

O elenco também conta com Maia Kealoha no papel de Lilo, Kahiau Machado, Billy MagnussenZach Galifianakis.

A nova versão é dirigida pelo vencedor do Oscar Dean Fleischer Camp (‘Marcel The Shell With Shoes On).

Lilo & Stitch conta a história de Lilo, uma menina que adota um alienígena chamado Stitch, que fugiu de um planeta alienígena. Lilo não sabe que Stitch é uma perigosa experimentação genética. Juntos, eles descobrem o significado de família.

Dan Lin e Jonathan Eirich, que trabalharam no remake de ‘Aladdin‘, entram como produtores. Chris Kekaniokalani Bright assina o roteiro.

George R. R. Martin, autor de ‘Game of Thrones’, celebra retorno do Lobo-terrível

A internet foi surpreendida esta semana com o retorno do Lobo-terrível, espécie extinta há aproximadamente 12 mil anos. Muitos fãs logo notaram semelhanças marcantes entre os animais e os temíveis lobos da aclamada obra Game of Thrones, de George R. R. Martin.

Grande fã da franquia Game of Thrones, o CEO da Colossal, Ben Lamm, empresa responsável pelo retorno dos animais, decidiu compartilhar uma foto da estreia dos lobos no icônico Trono de Ferro.

“Peter Jackson comprou o Trono de Ferro original. Ele ficava em Dallas, então tirei uma foto deles lá. Colocamos os filhotes no trono porque, quero dizer, eles são como bebês. Quando os alimentamos com mamadeira, ficam sonolentos e adormecem. Achamos que colocá-los no Trono de Ferro seria uma grande homenagem aos fãs”, contou o cofundador e CEO da Colossal, Ben Lamm, ao ComicBook.

Os filhotes receberam os nomes de Remus, Romulus e Khaleesi. Remus e Romulus fazem referência ao mito do nascimento de Roma, sendo os lendários irmãos gêmeos fundadores da cidade.

Já Khaleesi é uma referência a Daenerys Targaryen, personagem icônica de Game of Thrones’. 

Lamm ainda revelou ter contado ao autor sobre o ressurgimento da espécie e até mesmo o convidou para conhecer os filhotes.

“Eu disse, olha, não estou pedindo dinheiro. Não estou pedindo para fazer parte de nada. Sinto uma responsabilidade ética porque, embora ‘Dungeons and Dragons’, ‘Magic: The Gathering’ e outras obras tenham Lobos Terríveis, você os tornou um nome familiar, então tenho algo para lhe mostrar”, explicou Lamm.

“Eu mostrei a ele, e ele perguntou: ‘Esses são Lobos Terríveis de verdade? Não são CGI?’. Ele tirou os óculos e começou a chorar. Disse: ‘Isso é incrível’. E eu disse que queria que ele os conhecesse. Então ele voou até lá. Fizemos ele assinar o NDA mais rigoroso de todos os tempos. E então ele voou até a reserva ecológica. Fui com ele até lá, vi os lobos, segurei Romulus, e ele, sua esposa e todos puderam vê-los. Foi quando ele me deu a citação: ‘Eu escrevo sobre magia, mas você realmente criou magia'”, afirmou.

O nascimento dos animais foi possível após a Colossal extrair DNA de duas fontes principais: um dente de 13.000 anos e um osso do ouvido interno de 72.000 anos.

Muitos fãs, ao verem os animais, notaram semelhanças com Fantasma, o lobo de Jon Snow. O fundador também revelou ter ficado surpreso com a aparência dos animais.

“Sabíamos que eles eram brancos, o que foi incrível, mas algo que não sabíamos é que eles quase tinham uma juba. Podíamos dizer que eram brancos pelos genomas, mas não podíamos afirmar exatamente como seria sua pelagem. Mas, ao projetarmos o tipo de pelo, não sabíamos como ele seria”, disse Lamm. “Eles quase têm uma espécie de juba. É uma loucura. Como um leão-lobo incrível”.

“Não sabíamos que seus olhos seriam tão amarelos dourados. Muitos lobos têm olhos amarelos, mas os deles são lindos. Você também pode ver a estrutura muscular quando eles caminham e coisas assim”, continuou Lamm. “E a pelagem deles, eu não diria isso, mas dizem que é quase iridescente sob a luz certa, o que é muito legal. E são muito densos, tanto estrutural quanto fisicamente. E ainda têm essa juba impressionante. É surreal”.

Sobre seus planos futuros, o cineasta surpreendeu ao buscar algo mais simples, contrariando o desejo dos entusiastas de trazer de volta os dinossauros, e revelou o desejo de impedir a extinção dos Lobos Vermelhos.

“Enquanto fizemos três Lobos Terríveis, também fizemos quatro Lobos Vermelhos. Tentamos emparelhar todos os eventos de desextinção com a preservação de espécies. Atualmente, restam apenas cerca de 15 Lobos Vermelhos na natureza, com cerca de 100 em cativeiro e programas de reprodução. Eles vêm de 12 linhagens fundadoras”, explicou Lamm. “Nós projetamos novas linhagens fundadoras e, por isso, temos três Lobos Terríveis e quatro Lobos Vermelhos. Esses quatro Lobos Vermelhos vêm de três novas linhagens fundadoras, aumentando a diversidade genética dos Lobos Vermelhos em 25%”.

Embora o Lobo Vermelho ainda esteja em perigo, durante o trabalho de desextinção dos Lobos Terríveis, uma nova tecnologia foi desenvolvida para clonar a partir de células do sangue. Isso abriu portas para inovações que podem ter um grande impacto na preservação do Lobo Vermelho.

“Desenvolvemos uma nova tecnologia para clonar a partir de células progenitoras endoteliais, que estão no sangue. Não estamos apenas clonando os Lobos Vermelhos, e agora estamos conversando com o governo dos Estados Unidos para ver se podemos liderar o programa de salvamento. Em seis meses, poderíamos tirar os Lobos Vermelhos da lista de extinção”, afirmou Lamm. “Apenas 3% das espécies que entram na lista de extinção saem, e algumas delas por razões políticas, nem mesmo por razões reais. É uma loucura que os Lobos Vermelhos ainda não tenham sido salvos, então estamos trabalhando para isso, e é muito legal”.

“Na clonagem típica, você precisa pegar pedaços da pele, biópsias, anestesiar o animal. Nós isolamos um tipo de célula chamada EPC e célula progenitora endotelial. A tecnologia que desenvolvemos funciona para os Lobos Vermelhos. Podemos coletar sangue, não é invasivo e ajuda nas nossas iniciativas de biobanco. Assim, podemos cloná-los, colocar o restante do sangue no biobanco e apoiá-los geneticamente. O projeto dos Lobos Terríveis é realmente inovador”, concluiu Lamm.

Matt Bomer explica decisão de não participar de ‘Barbie’

O ator Matt Bomer esclareceu recentemente sua decisão de não integrar o elenco de Barbie, optando por priorizar sua participação no filme Maestro.

Conforme reportado pela Variety, Bomer explicou que se afastou deBarbie para se concentrar na cinebiografia Maestro, de Leonard Bernstein, dirigida por Bradley Cooper.

“Apesar de meu papel em ‘Maestro’ ser menor, Bradley foi extremamente colaborativo comigo desde o início”, afirmou Bomer. “Foi uma experiência tão imersiva que, se eu simplesmente voasse de Londres para filmar minhas cenas em ‘Barbie’ rapidamente e retornasse, sinto que ‘Maestro’ não teria sido a mesma experiência para mim”.

Embora sua participação se concentre na primeira metade do filme, Bomer contou que seu trabalho teve um impacto profundo, alterando sua abordagem profissional “provavelmente para o resto da minha carreira no cinema”.

“Foi uma forma de trabalhar pela qual sou muito grato por ter tido acesso”, disse Bomer. “Acho que não teria tido isso se estivesse tentando apenas encaixar as coisas na agenda”.

Bomer já havia compartilhado que enviou uma self-tape para o teste de ‘Barbie’, detalhando o processo:

“Gravei sozinho, interpretei vários Kens diferentes — e me vesti de forma distinta para cada um deles. Gravei as falas da outra pessoa no meu gravador e depois deixava espaço para responder”, explicou na época.

O live-action de ‘Barbie‘ já está disponível no catálogo brasileiro do Prime Video.

Na trama, forçada a viver no mundo real, Barbie (Margot Robbie) precisa lutar com as dificuldades de não ser mais apenas uma boneca. Pelo menos, a moça está acompanhada de seu fiel e amado Ken (Ryan Gosling), que, ao contrário dela, parece cada vez mais fascinado pela vida no novo mundo.

Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou mais de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais. O filme superou a arrecadação total de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘ (1.34B), tornando-se a maior bilheteria global da história da Warner Bros.

Além disso, a produção também foi aclamada pelos críticos – com 88% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Presidente Donald Trump responde à decisão da China de limitar importação de filmes dos EUA

O presidente Donald Trump comentou a decisão da China de restringir a importação de filmes americanos em meio a tensões comerciais crescentes entre os dois países.

Segundo o portal Deadline, durante uma reunião de gabinete na quinta-feira, Trump minimizou a medida chinesa com a declaração: “Já ouvi coisa pior”, provocando risos entre os secretários presentes.

O anúncio da Administração de Cinema da China, confirmando rumores que circulavam durante a semana, indica uma redução no número de filmes estrangeiros permitidos no país, em um contexto de aumento mútuo de tarifas entre Estados Unidos e China.

Em comunicado, a Administração de Cinema da China afirmou que “a atitude equivocada do governo dos EUA ao abusar das tarifas contra a China inevitavelmente reduzirá ainda mais a receptividade do público chinês aos filmes americanos”.

A nota prossegue, declarando que o órgão seguirá “as regras do mercado, respeitará a escolha do público e reduzirá moderadamente o número de filmes americanos importados”.

A aparente indiferença de Trump pode estar relacionada ao seu histórico de desdém por muitos integrantes da indústria cinematográfica, que tradicionalmente apoiam seus rivais democratas.

Em seu primeiro mandato, Trump nomeou três apoiadores da indústria – Mel Gibson, Sylvester Stallone e Jon Voight – como seus “embaixadores especiais para Hollywood”, com o objetivo declarado de revitalizar o setor de entretenimento, que, segundo ele, havia “perdido muitos negócios nos últimos quatro anos para países estrangeiros”, buscando trazê-lo de volta “MAIOR, MELHOR E MAIS FORTE DO QUE NUNCA!”

Atualmente, a China mantém uma cota de 34 filmes estrangeiros por ano, com um sistema de divisão de receitas.

Causa da MORTE de Val Kilmer é REVELADA

O Departamento de Saúde Pública de Los Angeles divulgou recentemente a causa da morte do ator Val Kilmer. O veterano faleceu em 1º de abril, em Los Angeles, aos 65 anos.

De acordo com o site Deadline, o astro foi vítima de pneumonia.

Vale lembrar que o querido ator foi diagnosticado com câncer de garganta em 2014 e, após passar por duas traqueostomias, havia se recuperado da doença.

Durante duas décadas, Kilmer destacou-se como um nome de peso no cinema hollywoodiano, estrelando blockbusters, contracenando com vários astros em filmes de sucesso como “Batman Eternamente” (1995), quando substituiu Michael Keaton, dividiu cena com Tom Cruise em “Top Gun – Ases Indomáveis” (1986), com Al Pacino e Robert DeNiro em “Fogo contra Fogo” (1996) e incorporou Jim Morrison com impressionante realismo em “The Doors” (1991), polêmica cinebiografia dirigida por Oliver Stone. Difícil imaginar que tanto talento caiu no ostracismo das duas últimas décadas desde que protagonizou “Planeta vermelho” (2000), seu último trabalho relevante, além de papel menor em “Alexandre o Grande” (2004) a partir de quando teve filmes diretamente lançados em home vídeo, além de ser afastado dos grandes papeis.

O documentário “Val”, já disponível no Amazon Prime Video,  promete cobrir a vida e a carreira do ator para seus fãs que sentem falta de seu talento.

‘O Homem do Saco’: Terror com Sam Claflin chega ao streaming; Saiba onde assistir!

O terror psicológico ‘O Homem do Saco‘ (Bagman), estrelado por Sam Claflin (‘Jogos Vorazes: Em Chamas’), já está disponível no catálogo brasileiro do Prime Video.

Na trama, quando uma ameaça sinistra de sua infância retorna para assombrá-lo, um pai luta desesperadamente contra seu medo interior mais profundo. Só que dessa vez, a luta não é por ele mesmo; é por sua família.

Antonia Thomas (‘The Good Doctor’), Caréll Vincent Rhoden e Frankie Corio (‘Aftersun’) também estrelam a produção.

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Colm McCarthy (‘She Who Brings Gifts’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por John Hulme.

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‘Seus Amigos e Vizinhos’: Nova série com Jan Hamm chega ao streaming; Saiba onde assistir!

A nova série dramática estrelada por Jon Hamm, intitulada ‘Seus Amigos e Vizinhos‘ (Your Friends & Neighbors), chegou ao catálogo da Apple TV+.

A produção, que conta com nove episódios em sua primeira temporada, chegou à plataforma de streaming hoje, 11 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série já foi renovada para sua 2ª temporada.

A série foi criada pelo escritor Jonathan Tropper, que atua como showrunner e produtor executivo.

Após ser demitido em meio a um escândalo, Andrew “Coop” Cooper, um gestor de fundos de investimento ainda lidando com seu recente divórcio, começa a furtar a casa de seus vizinhos ricos de Westmont Village. Assim, ele descobre que os segredos e escândalos escondidos por trás dessas fachadas luxuosas podem ser mais perigosos do que ele jamais imaginou.

O elenco ainda conta com Amanda Peet, Olivia Munn, Hoon Lee, Mark Tallman, Lena Hall, Aimee Carrero, Eunice Bae, Isabel Marie Gravitt e Donovan Colan.

Hamm também entra como produtor executivo.

‘A Vida Invisível’: Aclamado filme com Fernanda Montenegro estreia na Netflix em breve; Saiba quando!

A Vida Invisível‘, filme estrelado pela icônica Fernanda Montenegro e que foi o escolhido pela Academia Brasileira de Cinema para representar o Brasil no Oscar 2020, será lançado na Netflix em breve.

O longa-metragem chegada na grade de programação no dia 22 de abril.

Rio de Janeiro, 1950. Eurídice, 18, e Guida, 20, são duas irmãs inseparáveis que moram com os pais em um lar conservador. Ambas têm um sonho: Eurídice o de se tornar uma pianista profissional e Guida de viver uma grande história de amor. Mas elas acabam sendo separadas pelo pai e forçadas a viver distantes uma da outra. Sozinhas, elas irão lutar para tomar as rédeas dos seus destinos, enquanto nunca desistem de se reencontrar.

Relembre o trailer:

Crítica | A Vida Invisível – Tocante relato sobre a força da mulher e a luta contra o patriarcado

Dirigido por Karim Aïnouz, o longa é baseado no livro ‘A Vida Invisível de Eurídice Gusmão‘, escrito por Martha Batalha.

O elenco também conta com Carol Duarte, Julia Stockler, Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flavio Bauraqui Maria Manoella.

‘Acompanhante Perfeita’: TERROR com Sophie Thatcher e Jack Quaid chega ao streaming; Saiba onde assistir!

O terror de ficção científica ‘Acompanhante Perfeita‘ (Companion), estrelado por Sophie Thatcher (‘Yellowjackets’) e Jack Quaid (‘The Boys’), chegou ao catálogo do Prime Video.

O elogiado longa foi lançado hoje, 10 de abril, na plataforma de streaming.

Na trama, uma viagem de fim de semana se torna sangrenta e violenta quando uma androide subserviente, criada para a companhia humana, simplesmente enlouquece.

Relembre o trailer:

O filme conquistou impressionantes 94% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral aclama a estreia diretorial de Drew Hancock, além de elogiar a performance de Thatcher e o excelente timing cômico da produção.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Não é o enredo que te mantém antecipando o que irá acontecer, mas sim o elenco vibrante que está totalmente comprometido com este filme insano de Drew Hancock.” (Bloody Disgusting)

“Ao dirigir seu primeiro longa, Drew Hancock traz um grau impressionante de controle a um projeto que depende inteiramente da execução. Se o timing e o tom não estivessem certos, a vibe satírica não funcionaria.” (Variety)

“É difícil lamentar a falta de profundidade quando tudo o que o filme realmente quer fazer é entreter. Com sua construção inteligente e excelente timing cômico, esta produção é uma brincadeira maldosa com uma contagem crescente de mortes e algumas piadas divertidas.” (Vulture)

“A estreia de Drew Hancock na direção de um longa é uma fantasia de vingança revigorante, que se torna ainda mais satisfatória por sua própria autoconsciência.” (Entertainment Weekly)

“Um potencial sucesso inesperado que desmente a reputação de janeiro como um depósito de lixo cinematográfico, ‘Acompanhante Perfeita’ marca o cineasta Drew Hancock como um verdadeiro talento a ser observado.” (The Hollywood Reporter)

“Há muito que podemos apreciar em ‘Acompanhante Perfeita’, desde os visuais elegantes de Drew Hancock, ritmo suave e roteiro tortuoso, até a performance fantástica de Sophie Thatcher como uma androide que beira a humanidade sem nunca cruzar este limite.” (IndieWire)

Crítica | ‘Acompanhante Perfeita’ traz ótimas atuações em um terror prático e despretensioso

Além de assinar o roteiro, Drew Hancock faz sua estreia diretorial.

O elenco ainda conta com Harvey Guillén (‘What We Do in the Shadows’), Lukas Gage (‘Você’), Megan Suri (‘It Lives Inside’) e Rupert Friend (‘Obi-Wan Kenobi’).

Zach Cregger, diretor de ‘Noites Brutais‘, é responsável pela produção.

Casal romântico em pôster de filme 'Acompanhante Perfeita'

‘DROP’: Terror da Blumhouse conquista 85% de aprovação no RT; Confira as avaliações!

Drop: Ameaça Anônima‘, novo filme do diretor Christopher Landon (‘A Morte te Dá Parabéns’), já está em exibição nos cinemas e a produção surpreendeu a crítica especializada internacional, conquistando 85% de aprovação nos Rotten Tomatoes.

Com mais de 100 avaliações, a produção foi elogiada por saber trabalhar seu suspense em um filme curto, sendo uma experiência divertida e que pouco exige da audiência.

O longa, que inicialmente abriu com 88% no agregador de reviews, também foi reconhecido por entregar o entretenimento que cumpre, ainda que não ofereça uma trama tão inovadora assim.

Confira as principais avaliações:

“‘Drop‘ faz jus ao seu conceito irresistível de ser um passeio divertido e imprevisível de 90 minutos”. – Ian Sandwell, Digital Spy

“Há algo generoso em um filme como ‘Drop‘, que não tem ego por trás nem ambição a não ser apertar esses botões e fazer o público gritar, se contorcer e se perguntar o que vai acontecer a seguir”. – Mick LaSalle, San Francisco Chronicle

“‘Drop‘ cumpre o que promete e ainda inclui uma excelente versão de ‘Baby Shark’ em piano”. – Moira MacDonald, Seattle Times

“‘Drop‘ é agradavelmente bobo e com pouco suspense”. – Jeannette Catsoulis, New York Times

“No seu melhor, porém, ‘Drop‘ atualiza o suspense de pequena escala e alto conceito que Hollywood tem mantido no modo avião há muito tempo”. – Matt Schimkowitz, AV Club

“‘Drop‘ é o tipo de exercício de suspense despretensioso que pega uma premissa absurda e trabalha todas as variações possíveis em 100 minutos simplificados”. – Ty Burr, Washington Post

“As regras do roteiro precisam ser confiáveis ​​nessas coisas, ou simplesmente ficamos nervosos e entediados, o que infelizmente é o caso aqui”. – Tim Robey, Daily Telegraph (UK)

“É o equivalente cinematográfico do fast food – barato, fácil, incontroverso, descartável e facilmente disponível. Algumas horas depois de digerir, você pode até esquecer que comeu”. – Hannah Strong, Little White Lies

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, Fahy interpreta Violet, uma mãe viúva em seu primeiro encontro em anos. Chegando no restaurante de luxo, ela fica aliviada ao ver que seu encontro, Henry (Brandon Sklenar), é mais charmoso e bonito do que ela esperava. Mas a química entre eles logo se transforma em tensão após ela começar a receber mensagens anônimas em seu telefone.

Ela é instruída a não contar a ninguém e seguir as instruções ou a figura encapuzada que ela vê nas câmeras de segurança de sua casa matará seu filho e sua irmã, que está servindo como babá. Violet deve fazer exatamente como instruído ou todos que ela ama irão morrer. Sua missão final? Matar Henry.

O elenco ainda conta com Violett BeaneJacob Robinson, Reed Diamond, Gabrielle RyanJeffery SelfEd Weeks e Travis Nelson.

Jillian Jacobs e Chris Roach assinam o roteiro.

Samuel L. Jackson irá estrelar novo FAROESTE comandado pelo diretor de ‘Quarteto Fantástico’

Segundo o Deadline, a Paramount Pictures deu sinal verde para o ambicioso projeto ‘Man of War’, faroeste estrelado por Samuel L. Jackson (‘Vingadores’).

Na história, Jackson interpreta um general recém-aposentado e há muito reverenciado que retorna à sua cidade natal, na zona rural da Geórgia, após a morte da esposa, e a encontra mergulhada em corrupção, gentrificação e racismo. Usando estratégia e habilidades de combate aprimoradas, ele travará uma guerra total contra a cidade e o bilionário que a explora.

Tim Story (‘Quarteto Fantástico’, 2005) entra como diretor e produtor.

Sheldon Turner assina o roteiro.

Turner também serve como produtor ao lado de Jennifer Klein, pela 100% Productions. Ele já foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por seu incrível trabalho em ‘Amor sem Escalas’.

Mais informações não foram reveladas.

‘Black Mirror’: Vídeo nos leva aos bastidores de “USS Callister: Into Infinity”, episódio da 7ª temporada!

A 7ª temporada de Black Mirror, elogiada série antológica criada por Charlie Brooker, já está disponível na Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo promocional inédito de “USS Callister: Into Infinity”, sequência do aclamado episódio “USS Callister”.

O material nos leva aos bastidores do episódio.

Confira:

Os próximos episódios contarão com Awkwafina, Milanka Brooks, Peter Capaldi, Emma Corrin, Patsy Ferran, Paul Giamatti, Lewis Gribben, Osy Ikhile, Rashida Jones, Siena Kelly, Billy Magnussen, Rosy McEwen, Cristin Milioti, Chris O’Dowd, Issa Rae, Jimmi Simpson e Harriet Walter no elenco.

A sétima temporada trará seis novos episódios – incluindo uma sequência direta de USS Callister, primeiro capítulo da quarta temporada.

Charlie Brooker, Annabel Jones e Jessica Rhodes retornam como produtores executivos.

Lembrando que as seis primeiras temporadas da antologia estão disponíveis na Netflix.

Crítica | 6ª temporada de ‘Black Mirror’ é uma das mais FRACAS e decepcionantes da antologia

‘Carrie’: Prime Video dá sinal verde para a adaptação seriada de Mike Flanagan

Prime Video deu sinal verde oficial para a adaptação seriada de ‘Carrie’, baseada no clássico romance homônimo de Stephen King (via Deadline).

O aclamado realizador Mike Flanagan (‘A Queda da Casa de Usher’, ‘A Maldição da Residência Hill’) entra como roteirista, produtor executivo e showrunner da atração, além de ficar responsável pela direção de alguns episódios.

Trevor Macy entra como produtora executiva ao lado de Flanagan.

Summer H. Howell (‘A Maldição do Chucky’) está em negociações para interpretar a personagem titular, enquanto Siena Agudong (‘Resident Evil’) será Sue Snell, uma adolescente popular que, apesar de inicialmente se juntar no bullying contra Carrie, acaba fazendo amizade com a protagonista.

Publicado em 1974, a clássica obra acompanha Carrie, uma adolescente tímida e solitária. Aos 16 anos, é completamente dominada pela mãe, uma fanática religiosa que reprime todas as vontades e descobertas normais aos jovens de sua idade.

Cada vez mais isolada, ela sofre com o sarcasmo e o deboche dos colegas. No entanto, há um segredo por trás de sua aparência frágil: Carrie tem poderes sobrenaturais e é capaz de mover objetos com a mente.

No dia de sua formatura, Carrie é surpreendida pelo convite de Tommy para a festa – algo que lhe dá a chance de se enxergar de outra forma pela primeira vez. O ato de crueldade que acontece naquele salão, porém, dá início a uma reviravolta cheia de terror e destruição. Chegou a hora do acerto de contas.

A minissérie contará com oito episódios.

O livro já foi adaptado algumas vezes para a tela. Sua primeira versão foi lançada em 1976 e é considerada um dos grandes filmes de terror da história. Estrelado por Sissy Spacek, o longa foi dirigido pelo icônico Brian De Palma.
Em 1999, o clássico ganhou uma sequência, intitulada ‘A Maldição de Carrie‘, que ainda contou com o retorno de Amy Irving como Sue Snell. Em 2002, uma nova versão foi lançada, dessa vez dirigida por David Carson e estrelada por Angela Bettis.
A mais recente adaptação foi lançada em 2013, com Chloë Grace Moretz no papel principal e Kimberly Peirce na direção.

‘Rick e Morty’: Jerry tenta celebrar a Páscoa na prévia INÉDITA da 8ª temporada; Confira!

Max divulgou uma prévia inédita da 8ª temporada da aclamada animação ‘Rick e Morty‘, bem a tempo das comemorações pascoalinas.

O próximo ciclo estreará no dia 26 de maio.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Dan Harmon e Justin Roiland Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Ian Cardoni, Harry Belden, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

‘O Poderoso Chefão’: Clássico de Coppola será REMOVIDO da Netflix em breve; Saiba quando!

O clássicoO Poderoso Chefão‘, de Francis Ford Coppola, será removido da Netflix em breve. A produção deixa a grade de programação na próxima terça-feira, 15 de abril.

Indicado a 11 estatuetas do Oscar, o longa conquistou três prêmios, levando as categorias de Melhor Ator – para Marlon Brando, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Filme.

O longa também segue disponível no streaming Telecine, dentro da Prime Video. Já as duas sequências podem ser conferidas na Paramount+.

Relembre as sinopses de cada filme:

O Poderoso Chefão’ (1972): Uma família mafiosa luta para estabelecer sua supremacia nos Estados Unidos depois da Segunda Guerra Mundial. Uma tentativa de assassinato deixa o chefão Vito Corleone incapacitado e força os filhos Michael e Sonny a assumir os negócios.

O Poderoso Chefão – Parte II (1975): Após a máfia matar sua família, o jovem Vito foge da sua cidade na Sicília e vai para a América. Vito luta para manter sua família. Ele mata Black Hand Fanucci, que exigia dos comerciantes uma parte dos seus ganhos. Com a morte de Fanucci, o poderio de Vito cresce, mas sua família é o que mais importa para ele. Agora baseado no Lago Tahoe, Michael planeja fazer incursões em Las Vegas e Havana instalando negócios ligados ao lazer, mas descobre que aliados como Hyman Roth estão tentando matá-lo.

O Poderoso Chefão – Parte III’ (1991): Don Michael Corleone está envelhecendo e, com a ajuda do sobrinho Vicente Mancini, busca a legitimação dos interesses da família, em Nova York e na Itália, antes de sua morte. Mas seu protegido não está só interessado em parte do império da família. Ele também deseja a filha de Michael, Mary.

Marlon BrandoAl PacinoJames CaanRichard CastellanoRobert DuvallSterling HaydenJohn MarleyRichard Conte e Diane Keaton fizeram parte do elenco.

Confira nossa entrevista com o cineasta:

Lana Del Rey lança a melancólica faixa “Henry, Come On”, primeira música de seu novo álbum de estúdio

A aclamada cantora e compositora Lana Del Rey lançou hoje (11) a canção “Henry, Come On”, faixa que estará presente em seu aguardado décimo álbum de estúdio, The Right Person Will Stay.

Confira:

O compilado de originais tem lançamento agendado para o dia 21 de maio de 2025.

O álbum será lançado pela Interscope/Polydor Records e contará com treze faixas inéditas – com produção de Jack AntonoffZachary DawesLuke LairdDrew Erickson.

“Muito grata que minhas 13 novas faixas ganharam vida através do meu lindo trabalho com Luke, Jack e Drew Erickson, entre outros”, ela escreveu em uma postagem oficial no Instagram. “Feliz para que vocês possam ouvir algumas novas músicas antes da Stagecoach. Começando com “Henry”‘.

 

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Vale lembrar que seu último compilado, ‘Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd’, foi aclamado pela crítica e conquistou inúmeras indicações ao Grammy, incluindo Álbum do Ano.

Del Rey é conhecida por suas melódicas e melancólicas letras e por seu onirismo instrumental. Tendo trabalhado ao lado de nomes como Jack AntonoffMax Martin, ganhou aclame e popularidade com Born To Die, álbum lançado em 2012. Em 2019, entregou seu melhor trabalho até então, Norman Fucking Rockwell!’, sagrando-a como uma das melhores liricistas do século.

Del Rey já conquistou onze indicações ao Grammy, mas infelizmente nunca levou o gramofone dourado para casa.

Atriz de ‘Paradise’ é escalada para o elenco de ‘Elle’, série pré-sequência de ‘Legalmente Loira’

Segundo o DeadlineAmy Pietz (‘Paradise’) foi escalada para o elenco de ‘Elle’, pré-sequência seriada do clássico Legalmente Loira que está sendo desenvolvida pelo Prime Video.

Pietz dará vida a Donna, a rígida secretária da escola em que a personagem titular (Lexi Minetree) estuda.

A atriz participará da atração em caráter regular.

Lembrando que, recentemente, a produtora executiva e estrela do filme original Reese Witherspoon compartilhou a primeira imagem oficial da série.

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O elenco ainda contará com Tom Everett Scott, June Diane Raphael, Gabrielle Policano, Jacob Moskovitz e Chandler Kinney.

Jason Moore, conhecido por ‘A Escolha Perfeita’, ficará encarregado de dirigir os dois primeiros episódios da produção, que é uma colaboração entre os estúdios Amazon MGM e Hello Sunshine, de Reese Witherspoon.

A série irá acompanhar a vida de Elle Woods, interpretada por Lexi Minetree, no ensino médio, enquanto exploramos as experiências que a moldaram na jovem icônica que conhecemos e amamos no primeiro filme deLegalmente Loira.

Laura Kittrell e Caroline Dries atuarão como co-showrunners e produtoras executivas. Reese Witherspoon, Lauren Neustadter e Marc Platt também são produtores executivos da série.

Sarah Michelle Gellar irá estrelar adaptação do romance ‘Bad Summer People’

Segundo o DeadlineSarah Michelle Gellar (‘Dexter: Pecado Original’, ‘Scooby-Doo’) irá estrelar e produzir a série ‘Bad Summer People’, baseada no elogiado romance homônimo de Emma Rosenblum.

Cara DiPaolo (‘No Good Deed’) entra como roteirista e produtora executiva, que também fica a encargo da Linden Productions e da A+E Studios.

Riva MarkerDeanna BarillariJoAnne Colonna completam o time de produtoras.

A história se passa na idílica cidade fictícia de Salcombe, em Fire Island, e acompanha uma sequência de eventos devastadores quando um corpo é encontrado na beira do calçadão. A série é centrada nas inimigas e mestres da manipulação, Jen Weinstein e Lauren Parker. Elas, juntamente com seus maridos, os amigos de infância Sam e Jason, passam o verão juntas na ilha há anos, mas neste verão tudo chegará ao auge, com ressentimentos e segredos de longa data sendo revelados.

Mais informações não foram reveladas.

O livro original foi publicado em 2023 pela editora Macmillan e se tornou um sucesso imediato de vendas.

‘Homem com H’: Cinebiografia de Ney Matogrosso ganha INCRÍVEL trailer inédito; Confira!

Paris Filmes divulgou o trailer inédito de Homem com H, cinebiografia do icônico cantor Ney Matogrosso, que é interpretado por Jesuíta Barbosa.

O filme chega aos cinemas dia 1º de maio.

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Homem com H explorará diversas fases da vida de Ney Matogrosso, abrangendo sua infância, adolescência, vida adulta e maturidade. O filme seguirá a jornada de um jovem de origem humilde apaixonado pela natureza, que desafia opressões, rompe com figuras de autoridade, quebra preconceitos e se torna um dos artistas mais influentes de sua geração.

Jesuíta Barbosa (‘Pantanal’), assume o papel de Ney Matogrosso; enquanto Jullio Reis (‘S.O.S. Mulheres ao Mar 2’), vive o Cazuza; e Bruno Montaleone (‘Verdades Secretas’) é o médico Marco de Maria, companheiro de Ney por 13 anos.

O elenco ainda conta com Hermila Guedes (‘Assalto Ao Banco Central’), Mauro Soares (‘António Um Dois Três’), Carol Abras (‘Gabriel e a Montanha’), Lara Tremoroux (‘Rota 66’), Rômulo Braga (‘Valentina’) e Jeff Lyrio (‘Nina e o Abismo’).

O filme é roteirizado e dirigido por Esmir Filho (Boca a Boca), com participação de Ney Matogrosso – que está envolvido no desenvolvimento do projeto.

Conheça a nova COMÉDIA que acabou de chegar à Netflix!

Netflix lançou neste último dia 10 de abril sua mais nova série de comédia: North of North.

A primeira série original canadense da plataforma de streaming acompanha Siaja (Anna Lambe), uma jovem mulher Inuk que quer construir um novo futuro para si mesma após uma saída espontânea — e extremamente pública — de seu casamento. Mas não será fácil em sua pequena cidade ártica de Ice Cove, Nunavut, onde todo mundo sabe o que você faz.

A série foi criada por Aglok MacDonald e Arnaquq-Baril.

Maika HarperJay RyanBraeden ClarkeMary Lynn RajskubZorga QaunaqBailey PochingNutaaq Doreen SimmondsKeira Belle CooperKelly William completam o elenco.

A primeira temporada já está disponível na íntegra na plataforma e conta com oito episódios.

Confira o trailer:

Crítica 2 | Viola Davis encanta e se diverte no formulaico thriller de ação ‘G20’

Viola Davis é um dos maiores nomes do show business, prestigiada por sua camaleônica versatilidade nos vários ramos artísticos – seja no cinema, no teatro ou na televisão. Reconhecida como uma das lendas a integrarem o seleto grupo EGOT, Davis não apenas nos encanta com cada uma de suas atuações, como não tem medo de se aventurar em produções hollywoodianas de grande orçamento e cujo único objetivo é o entretenimento. Não é surpresa que ela tenha participado, por exemplo, do recente filme de ação distópica ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’, presenteando-nos com uma performance incrível como a odiosa Volumnia Gaul.

Davis não é nenhuma estranha ao gênero em questão, visto que também deu as caras como Amanda Waller nos dois filmes sobre o infame Esquadrão Suicida, e dominou os holofotes com uma interpretação fantástica em ‘A Mulher Rei’. Agora, ela retorna às produções de ação com o ambicioso G20 – um previsível título, ainda que levemente satisfatório, que chegou ao catálogo do Prime Video neste último dia 10 de abril. E, com nenhuma surpresa, o projeto cumpre todas as caixinhas convencionais que podemos imaginar: um grupo de reféns, um grupo de terroristas, uma subtrama política que serve como mote para as ações dos antagonistas, e uma heroína improvável que culminará em um final feliz – ao menos dentro do possível.

A trama do longa acompanha Danielle Sutton (Davis), presidente dos Estados Unidos que, além de lidar com uma nação inteira, deve lidar com a filha adolescente rebelde, o filho mais novo introvertido e um marido que soa como a única peça mantendo a família estruturada – e as coisas escalam a um nível catastrófico quando, durante a cúpula do G20, um grupo de dissidentes une forças para cometer um ataque terrorista, unindo-se a traidores de Estado para cessar as forças protegendo a maior reunião governamental do planeta e transformar os líderes mundiais em reféns. O atentado ocorre como forma de protesto à proposta de unificação monetária defendida por Danielle, afirmando que isso é apenas mais uma forma de controle.

Conseguindo escapar das investidas de seus inimigos, a presidente se reúne com um pequeno grupo, que inclui o agente e segurança particular Manny Ruiz (Ramón Rodriguez), para resgatar os reféns – nem que isso signifique colocar a própria vida em risco para que os líderes e sua família fiquem a salvo. E, dentro desse espectro bastante conhecido (talvez remodelado para soar mais épico), as engrenagens funcionam bem e de forma prática, mas não podemos deixar de sentir uma certa “preguiça” criativa por parte do time por trás das câmeras em pegar páginas emprestadas de inúmeras obras similares para construir um explosivo pot-pourri.

Patricia Riggen, conhecida por seu trabalho no elogiado filme do Disney Channel, ‘Lemonade Mouth’, pode não ter muita experiência em obras de ação, mas comandou alguns episódios da ótima série de ação ‘Jack Ryan’ e, em vez de ousar dentro de uma estrutura engessada, emula incursões dentro de sua zona de conforto para que os arcos narrativos sejam críveis, compreensíveis e cumpram seu simples propósito de entreter (como mencionado parágrafos acima). Temos planos abertos panfletários e que exaltam a importância da cúpula, uma fotografia sóbria que aposta em cores monocromáticas que variam do preto ao cinza, e uma metódica fotografia que dialoga com as personas. Em contraposição, planos em close refletem a humanidade dos chefes de Estado, em especial de Danielle, e uma montagem frenética é destinada às sequências de ação.

Cada uma das decisões tomadas por Riggen são óbvias demais; no final das contas, entretanto, isso não importa – pois sabemos qual é a finalidade desse longa-metragem. O roteiro, assinado a oito mãos (Caitlin Parrish, Erica Weiss, Logan Miller e Noah Miller), transborda de clichês e frases de efeito, buscando se equiparar a títulos como ‘Invasão à Casa Branca’ e ‘Salt’ conforme garante uma reciclagem constante de praticidades. Em outras palavras, somos capazes de prever cada um dos movimentos dos personagens e de que forma a narrativa será conduzida.

Em compensação, o elenco nos encanta de maneira formidável. Davis tem plena noção do que o projeto irá exigir de sua conhecida flexibilidade artística, jogando-se de cabeça e divertindo-se do começo ao fim – além de utilizar sua magnética presença para nos alçar em êxtase. Antony Starr, dando vida ao mortal Rutledge, líder dos terroristas, volta a interpretação um vilão, mas foge totalmente de seu papel como Capitão Pátria em ‘The Boys’, oferecendo algo mais classicamente psicótico. E, compondo esse time estelar de performers, temos a presença bem-vinda de Anthony Anderson como Derek, marido de Danielle; Rodriguez em ótima forma como Manny; e Sabrina Impacciatore em uma presença mais leve como Elena Romano.

Se G20 falha em aspectos técnicos por reproduzir uma história narrada incontáveis vezes na indústria fílmica, ao menos é possível aproveitar o aplaudível comprometimento de atores e atrizes de ponta – com um óbvio destaque a Viola Davis em um despojamento de encher os olhos.

Crítica | Regras do Amor na Cidade Grande – K-drama Sul-Coreano Retrata as Emoções da Juventude Contemporânea

A cultura de um povo é um conjunto de características em comum que um grupo compartilha e que reflete os pensamentos, as normas e o comportamento de uma determinada sociedade. Nas últimas décadas, porém, com o mundo cada vez mais globalizado e conectado, fenômenos como sociedades de culturas diferentes agirem e pensarem da mesma forma podem ser observados, especialmente dentre os jovens – parcela da população mais antenada e absorvente das influências externas de outros países. Porém, mesmo com o passar do tempo, algumas coisas nunca mudam, como a busca pelo amor. E é esse retrato que podemos ver no k-drama sul-coreano ‘Regras do Amor na Cidade Grande’, que chega essa semana nos cinemas brasileiros.

Heung-soo (Steve Sanghyun Noh) é um jovem tímido que cursa faculdade de Francês  quando, certo dia, é surpreendido pela chegada de uma nova aluna – Jae-hee (Kim Go-eun) –, um verdadeiro furacão que abala a todos os alunos pela sua forma livre, despojada e despreocupada de se comportar. Inesperadamente, os dois se tornam amigos, grandes amigos, que não só cursam as mesmas aulas com também curtem as festas e baladas na noite sul-coreana. O que era para ser apenas uma amizade passageira, aos poucos vai se tornando um sentimento profundo de companheirismo entre os dois, principalmente por causa das escolhas individuais de ambos que não se encaixam na sociedade conservadora em que vivem: ela, uma jovem independente e autônoma; ele, um rapaz gay.

Colocando assim, parece que o filme é só isso, mas é muito mais. A premissa de ‘Regras do Amor na Cidade Grande’ parte do lugar comum de todo jovem – sentir-se deslocado no mundo que não o compreende – para aprofundar-se nos conflitos das relações humanas e trazer à tona o debate sobre como a sociedade trata diferentemente aos homens e às mulheres, aos solteiros e aos casados, aos heterossexuais e os homossexuais.

Baseado no livro homônimo de Sang Young Park (lançado no Brasil pela editora Record), o próprio autor adaptou o roteiro e transformou o filme num delicioso k-drama salpicado de situações de humor e de romance, que entram perfeitamente nos momentos em que a história mais precisa – e que a gente menos espera. Assim, o espectador é constantemente surpreendido por sensações opostas daquilo que deveria estar sentindo no momento, e esse contraste é a base do que alivia as situações as quais os protagonistas atravessam e com as quais o espectador se relaciona. Pois assim é a vida.

Com um roteiro alinhado aos anseios da juventude, todos os outros departamentos entram em sintonia com a trama, e absolutamente tudo funciona: elenco, figurino, maquiagem, arte, trilha sonora e, acima de tudo, a direção de Eon-hee Lee. Mesmo com duas horas de duração, dá vontade de continuar assistindo e acompanhando a vida desses personagens, e, ao mesmo tempo como esses cento e vinte minutos percorre quase vinte anos na vida de Heung-soo e de Jae-hee, o gostinho ao final é como se tivéssemos ouvido dois grandes amigos nossos contando suas desventuras e aventuras para a gente durante um jantar de reencontro.

Fofo, bem-humorado e absolutamente de acordo com a realidade, ‘Regras do Amor na Cidade Grande’ é um filme adorável, um prato cheio não só para as dorameiras de plantão, mas para todo cinéfilo em busca de um bom filme.

Muita pancadaria no trailer LEGENDADO da 2ª temporada de ‘Classe dos Heróis Fracos’; Confira!

A Netflix divulgou o trailer legendado da 2ª temporada de ‘Classe dos Heróis Fracos‘, série baseada no popular webtoon homônimo.

Na trama, depois de perder um amigo por causa da violência, o aluno exemplar Yeon Si-eun promete não repetir os erros do passado na nova escola nessa história de amadurecimento e sobrevivência.

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A próxima temporada será lançada no serviço de streaming no dia 25 de abril.

 

Park Ji-hoon, Choi Hyun-wook, Hong Kyung, Lee Yeon, Kim Su-gyeom e Cha Woo-min formam o elenco.

Cineasta Brasileira Marianna Brennand vai receber prêmio Women In Motion no Festival de Cannes 2025

A diretora brasileira Marianna Brennand será homenageada no Festival de Cannes 2025 com o prêmio Emerging Talent Award, uma importante distinção internacional voltada a novas vozes femininas no cinema. O anúncio foi feito nesta quarta-feira, dia 9 de abril, pela organização do programa Women In Motion, uma iniciativa da Kering em parceria com o festival francês, que neste ano celebra uma década de atuação na valorização de mulheres na sétima arte.

Marianna Brennand foi escolhida pela cineasta malaia Amanda Nell Eu (Tiger Stripes), vencedora do prêmio em 2024, conforme a tradição do projeto: cada ganhadora indica sua sucessora. Já a premiação ocorre durante o jantar oficial do Women In Motion em Cannes, entre os dias 13 e 24 de maio, coincidindo com a estreia de Manas, seu primeiro longa de ficção, nos cinemas brasileiros em 15 de maio de 2025.

Vencedor do Prêmio de Direção na mostra independente Giornate degli Autori (Jornada do Autor), durante o Festival de Veneza 2024, Manas é um retrato potente e sensível da violência sexual e da exploração enfrentada por meninas e mulheres na Ilha de Marajó, no estado do Pará. Fruto de uma pesquisa de dez anos, o projeto começou como um documentário, mas encontrou sua linguagem definitiva na ficção, com narrativa profunda e atuações impactantes de jovens atrizes que dão vida a uma realidade muitas vezes silenciada.

Manas existe porque, para mim, é imperativo dar voz a mulheres e meninas que, de outra forma, não seriam ouvidas”, declarou Marianna, em nota oficial. “Reconheço a importância e a beleza de fazer parte da comunidade Women In Motion e gostaria de honrar as manas que compartilharam suas histórias corajosamente conosco. (…) Espero que, através de Manas, as mulheres se sintam vistas, ouvidas, respeitadas e encorajadas a quebrar seus silêncios. A todas as manas do mundo, vamos nos manifestar”, completou a diretora.

A cineasta Amanda Nell Eu justificou sua escolha com entusiasmo: “Manas foi uma história dolorosa e cativante, com cinematografia deslumbrante e atuações fortes de suas jovens protagonistas. O filme me encheu de raiva, tristeza e amor por elas. Parabenizo Marianna por dar voz a esse tema tão urgente com tanta coragem e beleza”.

Com a premiação, Brennand se junta a um seleto grupo de cineastas que receberam o apoio do Women In Motion para desenvolver seus segundos longas, entre elas Carla Simón, vencedora do Urso de Ouro em Berlim com Alcarràs (2022), e Maura Delpero, que conquistou o Grande Prêmio do Júri em Veneza com Vermiglio (2024). O prêmio inclui ainda uma bolsa de 50 mil euros para o desenvolvimento do próximo projeto da diretora.

Marianna Brennand no Festival de Veneza 2024 (Foto: Europa.org)
Marianna Brennand no Festival de Veneza 2024 (Foto: Europa.org)

No últimos dez anos, as outros cineastas debutantes a ganharem o prêmio foram Leyla Bouzid (Tunísia), Gaya Jiji (Síria), Ida Panahandeh (Irã), Maysaloun Hamoud (Palestina), Eva Trobisch (Alemanha), Shannon Murphy (Austrália), Ninja Thyberg (Suécia) e Carmen Jaquier (Suíça). Esta é a primeira vez que uma cineasta latina-americana é contemplada. 

Nascida e criada entre Recife, São Paulo e Rio de Janeiro, Marianna Brennand é formada em Cinema pela University of California, Santa Barbara. Com uma trajetória marcada pelo engajamento social e pela sensibilidade estética, ela lançou anteriormente dois documentários: O Coco, A Roda, O Pneu e O Farol (2007) e Francisco Brennand (2012). Com esta honraria, a diretora brasileira ganha voz no cenário cinematográfico internacional e fortifica narrativas femininas ao redor do mundo. 

Cannes 2025 | O Agente Secreto, de Mendonça Filho, está na corrida pela Palma de Ouro; veja os destaques

Com nomes como Kleber Mendonça Filho, Scarlett Johansson, Jean-Pierre e Luc Dardenne, a Seleção Oficial de Cannes 2025 equilibra tradição e renovação — ainda que siga devendo na representatividade de gênero. A presidente Iris Knobloch e o delegado-geral Thierry Frémaux anunciaram os participantes do 78º Festival de Cannes, realizado entre os dias 13 e 24 de maio, em coletiva, nesta quinta-feira, 10 de abril de 2025, no cinema UGC Montparnasse, em Paris. 

Até o momento, 19 filmes foram confirmados na disputa pela Palma de Ouro — número que pode chegar a 21 — incluindo o brasileiro O Agente Secreto, novo longa de Kleber Mendonça Filho. Esta será a terceira participação do cineasta pernambucano na principal vitrine do evento, após Aquarius (2016) e Bacurau (2019). Com apenas seis mulheres diretoras na disputa, a paridade de gênero ainda é um desafio. Nossas apostas, por sua vez, anteciparam com precisão quase metade da seleção oficial.

Leia também: De Klebér Mendonça a Tom Cruise – 30 Previsões para Festival de Cannes 2025

Wagner Moura no cartaz de O Agente Secreto, de Kléber Mendonça Filho.

Previsões certeiras: Mendonça Filho e Scarlett Johansson

No artigo publicado no mês passado, com 30 previsões para o Festival de Cannes 2025, acertamos 14 palpites, com nove desses filmes figurando na disputa pela Palma de Ouro. Além do brasileiro O Agente Secreto destacam-se os novos filmes de Wes Anderson, Ari Aster, Richard Linklater, Julia Ducournau, Kelly Reichardt e Joachim Trier.

Outras duas apostas se confirmaram na mostra Um Certo Olhar (Un Certain Regard), com destaque para a estreia da atriz Scarlett Johansson na direção com Eleanor the Great. Já fora de competição, nossos palpites certeiros incluem Missão: Impossível – The Final Reckoning, de Christopher McQuarrie, e Highest 2 Lowest, o novo de Spike Lee. Por fim, o russo Kirill Serebrennikov volta a Cannes com seu novo trabalho, La Disparition de Josef Mengele, na mostra Cannes Première.

Scarlett Johansson estreia atrás das câmeras na mostra Um Certo Olhar.

Novos nomes e boas surpresas na seleção

Entre as grandes surpresas da edição estão os estreantes que integram a seleção. O filme de abertura, Partir un jour, marca a estreia da francesa Amélie Bonnin no formato longa-metragem, após ter sido premiada com um César por seu trabalho anterior em curta em 2021. A escolha de seu filme simboliza a aposta de Cannes no futuro do cinema.

Outro estreante é Akinola Davies Jr., representante da Nigéria, com My Father’s Shadow, selecionado para Um Certo Olhar. Conhecido por sua atuação em Triângulo da Tristeza (Palma de Ouro em 2022), o britânico Harris Dickinson, aos 28 anos, estreia na direção com Urchin, também exibido na seção Un Certain Regard. O ator chamou atenção no último ano como par romântico de Nicole Kidman em Babygirl, e agora expande sua carreira para trás das câmeras.

babygirl
Harris Dickinson, em Babygirl ao lado de Nicole Kidman, faz sua estreia na direção aos 28 anos.

Bono e Sebastián Lelio são destaques fora da competição

Na seção Special Screenings, o destaque vai para Bono, vocalista da banda U2, que apresenta o musical Stories of Surrender. O projeto mistura histórias de vida e canções do U2 em um show intimista, explorando os relacionamentos do vocalista com a família, amigos e sua fé. Com direção de Andrew Dominik (Blonde), o documentário estreia logo em seguida, dia 30 de maio, na AppleTV+. 

Já em Cannes Première, quem marca presença é o cineasta chileno Sebastián Lelio, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional por Uma Mulher Fantástica (2017), que retorna com La Ola (The Wave). Lelio é conhecido por abordar temas de identidade e liberdade com sensibilidade, nesta nova obra uma estudante se envolve em um movimento feminista em sua universidade e, de repente, se vê como figura central do movimento. O espaço também recebe nomes como Fatih Akin, Raoul Peck e Michael Angelo Covino, compondo uma programação de peso.

Em première no Festival de Cannes, ‘Bono: Stories of Surrender’ estreia ainda em maio na AppleTV+.

Lista completa da Seleção Oficial do Festival de Cannes 2025

Filme de Abertura (Fora de Competição)

Competição Oficial pela Palma de Ouro

  • The Phoenician Scheme, de Wes Anderson
  • Eddington, de Ari Aster
  • Jeunes Mères, de Jean-Pierre e Luc Dardenne
  • Alpha, de Julia Ducournau
  • Renoir, de Hayakawa Chie
  • The History of Sound, de Oliver Hermanus
  • La Petite Dernière, de Hafsia Herzi
  • Sirat, de Oliver Laxe
  • Nouvelle Vague, de Richard Linklater
  • Two Prosecutors, de Sergei Loznitsa
  • Fuori, de Mario Martone
  • O Agente Secreto, de Kléber Mendonça Filho
  • Dossier 137, de Dominik Moll
  • Un Simple Accident, de Jafar Panahi
  • The Mastermind, de Kelly Reichardt
  • Eagles of the Republic, de Tarik Saleh
  • Sound of Falling, de Mascha Schilinski
  • Romería, de Carla Simón
  • Sentimental Value, de Joachim Trier

Un Certain Regard

  • La Misteriosa Mirada del Flamenco, de Diego Céspedes
  • Météors, de Hubert Charuel
  • My Father’s Shadow, de Akinola Davies Jr
  • L’Inconnu de la Grande Arche, de Stéphane Demoustier
  • Urchin, de Harris Dickinson
  • Homebound, de Neeraj Ghaywan
  • Tôi Yamanamino Hikari, de Ishikawa Kei
  • Eleanor the Great, de Scarlett Johansson
  • Karavan, de Zuzana Kirchnerová
  • Pillion, de Harry Lighton
  • Aisha Can’t Fly Away, de Morad Mostafa
  • Once Upon a Time in Gaza, de Arab e Tarzan Nasser
  • The Plague, de Charlie Polinger
  • Promised Sky, de Erige Sehiri
  • Le Città di Pianura, de Francesco Sossai
  • Testa o Croce?, de Matteo Zoppis e Alessio Rigo de Righi

Fora de Competição

  • Colours of Time, de Cédric Klapisch
  • La Femme la Plus Riche du Monde, de Thierry Klifa
  • Highest 2 Lowest, de Spike Lee
  • Mission: Impossible – The Final Reckoning, de Christopher McQuarrie
  • Vie Privée, de Rebecca Zlotowski

Midnight Screenings

  • Dalloway, de Yann Gozlan
  • Exit 8, de Kawamura Genki
  • Feng Lin Huo Shan, de Mak Juno

Cannes Première

Special Screenings

  • Bono: Stories of Surrender, de Andrew Dominik
  • Tell Her That I Love Her, de Romane Bohringer
  • A Magnificent Life, de Sylvain Chomet

‘O Tigre e o Dragão’: Clássico dos cinemas vai ganhar série pela Prime Video

O clássicon ‘O Tigre e o Dragão‘ vai ganhar uma série de TV pela Prime Video. A informação foi confirmada pelo The Hollywood Reporter.

A produção será fruto de uma parceria entre a Amazon e a Sony Pictures Television e será baseada na série de romances da série Crane-Iron, de Wang Dulu. Os livros também serviram de base para o aclamado vencedor do Oscar, lançado em 2001.

Jason Ning (‘Lúcifer‘)  está escrevendo os roteiros e será o produtor executivo ao lado de Ron Moore (‘Outlander‘, ‘Battlestar Galactica‘).

Ambos têm contratos gerais com a Sony, que foi a mesma responsável por lançar ‘O Tigre e o Dragão‘ por meio de seu selo Sony Pictures Classics. O estúdio também é o detentor dos direitos da saga Crane-Iron.

Confira a sinopse da série:

“Em meio a paisagens deslumbrantes e ação espetacular, O Tigre e o Dragão acompanha Shu Lien e Mu Bai, dois guerreiros desafortunados, enquanto lutam entre o amor proibido e a atração da modernidade — presos entre preservar seu modo de vida ou abraçar um futuro juntos”. 

Dirigido por Ang Lee, o longa conquistou o Oscar nas categorias de Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte e Melhor Trilha Sonora.

Michelle Yeoh, Zhang Ziyi, Chow Yun-Fat e Chang Chen estrelam o drama.

Wang Hui-Ling, James Schamus e Kuo Jung Tsai assinam o roteiro.

Relembre o trailer:

Crítica | ‘Black Mirror’ retorna à boa forma com sua melhor temporada em quase uma década

Black Mirror não conquistou o icônico patamar que hoje possui por qualquer motivo: a série antológica criada por Charlie Brooker mergulhou de cabeça em explorações pessimistas do avanço descontrolado da tecnologia em meio a um cenário de puro capitalismo predatório – discorrendo, através de narrativas que discorrem sobre o milenar sistema de castas com “Nosedive”, os perigos da invasão de privacidade em “The Entire History of You” e “Arkangel”, e utilização da mídia como modo de entretenimento de tortura em “White Bear” e “Shut Up and Dance”. Em contrapartida, tivemos episódios que trouxeram uma certa atmosfera de leveza, como “San Junipero” e “Hang the DJ”, denotando uma versatilidade da série.

Apesar de um forte início há quase uma década e meia, a série passou por uma derradeira fadiga criativa que vinha tomando forma desde a quarta temporada, quando incursões nada originais e tomadas por metáforas exauríveis e diálogos cansativos manchavam a estrutura quase imaculada da antologia. Os amadores equívocos permaneceram até a frustrante sexta temporada – a primeira em quatro anos que mais parecia um produto mal-acabado do que algo pertencente a esse outrora incrível universo. Com o anúncio da sétima iteração, não podíamos deixar de ficar com um pé atrás no tocante à qualidade dos capítulos inéditos; felizmente, fomos surpreendidos com uma das melhores entradas da série através de seis sólidos episódios que dão um respiro significativo à atração.

A ideia por trás dessa nova temporada não é apenas voltar a uma forma que já vinha sendo perdida há bastante, e sim encontrar maneiras de trazer assuntos já explorados nas incursões predecessoras sob óticas envolventes e interessantes, mesmo que não inovadoras. “Common People”, capítulo que abre essa nova jornada, nos leva ao complexo mundo da medicina tecnológica em que um casal formado por Amanda (Rashida Jones) e Mike (Chris O’Dowd). Lutando para sobreviver em meio a boletos que não param de chegar e à manutenção de um forte casamento que persevera em meio a altos e baixos, a vida como a conhecem passa por uma brusca mudança quando Amanda entra em coma. Auxiliado pela porta-voz de uma companhia high-tech chamada Gaynor (Tracee Ellis Ross), Mike utiliza suas economias para pagar um tratamento milagroso demais para parecer real – até descobrir as consequências disso.

A verdade é que a indústria responsável pela cirurgia e pelo tratamento que pode tirar Amanda do coma é movida por interesses próprios, vendendo o sonho de voltar à normalidade apenas para se aproveitar de seus clientes – transformando um cotidiano simples e feliz em uma caótica e melancólica realidade. Abrindo espaço para discussões sobre o falso prospecto de cura e de plenitude prometido pelas invenções tecnológicas e pelas companhias que as monopolizam, o episódio pode ter suas falhas, mas emerge como um taciturno e sombrio reflexo de algo não muito distante.

Outros temas são explorados em meio aos episódios: em “Plaything”, quarto episódio da iteração, Peter Capaldi interpreta Cameron Walker, um homem que propositalmente tenta assaltar uma loja de conveniência apenas para ser detido pela polícia a fim de dar início a um plano obscuro que envolve o desenvolvimento de um game chamado Throng. Conectando-se logo de cara com as formas sencientes de vida pertencentes ao jogo, chamadas Thronglets, Cam é instruído com uma missão importante: garantir que esse coletivo de inteligências artificiais espalhe sua mensagem para o mundo em meio à pré-programação humana de egoísmo e individualismo – algo que não os torna vilões, e sim “salvadores” de uma maneira distorcida e controversa.

É notável como Brooker, aliando-se a um time competente de diretores e de roteiristas, rearranja tudo pelo que nos apaixonamos em Black Mirror há tantos anos, garantindo que as raízes da antologia sejam recuperadas sem se respaldar por completo em uma nostalgia repetitiva e redundante. “Hotel Reverie”, cujo título em si já nos dá uma dica do que esperar (considerando que reverie traduz-se para devaneio), e “Eulogy” partem de uma premissa menos pessimista e mais dramática e intimista, em que os protagonistas são forçados e lidar com reviravoltas inesperadas. Este, estrelado pela força incomparável de Paul Giamatti, é um poderoso estudo antropológico sobre arrependimentos amorosos e enfrentamento de fantasmas adormecidos; aquele, por sua vez, traz referências ao aclamado episódio “San Junipero”, apoiando-se no talento de Issa Rae, Emma Corrin e Awkwafina para um enredo firmado na metalinguagem anacrônica que não tem medo de se arriscar. Não é surpresa que a ousadia de ambos os transformem nos melhores capítulos do sétimo ciclo.

Completando a leva inédita de iterações, “Bête Noire” é respaldado pelas performances magníficas de Siena Kelly e Rosy McEwen em uma clássica história de bullying e vingança que envolve uma gênia da tecnologia e uma mestra da culinária – e, enquanto o terceiro ato do episódio pode soar um tanto quanto ocasional e exagerado, a conclusão faz sentido dentro de uma angustiante ambientação que une tecnologia, histeria e gaslighting em um único cosmos. E, para além das ótimas atuações e de uma forte direção – cortesia de Toby Haynes -, somos engolfados pela premissa por sua saudosa menção aos primórdios da série.

Concluindo essa espetacular temporada (que, obviamente, não é livre de falhas), temos a tão aguardada sequência de “USS Callister”. O episódio da quarta temporada ganhou uma forte continuação intitulada “USS Callister: Into Infinity”, expandindo a mitologia imortalizada em 2017 através de twists poderosos e um time incrível de atores liderado por Cristin Milioti e Jimmi Simpson em investidas aplaudíveis. Mantendo-se fiel à apaixonante estética sci-fi de ‘Star Trek’, o episódio estende-se por uma hora e meia de duração que passa em um piscar de olhos, valendo-se de uma mistura entre o mundo real e virtual à medida que constrói críticas bem-vindas ao uso de clones humanos traduzidos em códigos de inteligência artificial – que, com mais força do que nunca, merecem espaço de discussão.

A 7ª temporada de Black Mirror é um glorioso e reconfortante retorno à forma depois de alguns anos cedendo a fórmulas e a clichês errôneos que não traziam nada de interessante. Com os inéditos episódios, Brooker prova que ainda tem muito a contar para os fãs inveterados da antologia – e que, quando bem arquitetados, conseguem nos encantar da mesma maneira que antes.

‘The White Lotus’: Jason Isaacs revela TENSÕES nos bastidores da gravação da terceira temporada

Os rumores sobre as tensões nos bastidores da aclamada sérieThe White Lotus persistem, e agora os fãs resgatam uma declaração intrigante do ator Jason Isaacs ao The Guardian, feita antes da estreia da nova temporada, que parece corroborar o clima tenso nos sets de filmagem.

“Era um campo de teatro, mas até certo ponto um campo de prisioneiros aberto: você não podia evitar um ao outro. Existem tensões e dificuldades, não sei se elas se espalharam da tela para fora dela, ou se isso teria acontecido de qualquer maneira”, descreveu o ator, pintando um quadro vívido da dinâmica intensa nos sets.

Os observadores mais atentos notaram que alguns atores deixaram de se seguir no Instagram após a conclusão da temporada, alimentando ainda mais as especulações sobre possíveis desavenças.

“Houve alianças que se formaram e se romperam, romances que floresceram e se desfizeram, amizades que surgiram e se dissiparam. É um longo período de tempo para as pessoas ficarem longe de suas famílias com um bar aberto e toda a liberdade que a Tailândia proporciona”, acrescentou Isaacs.

“Não posso fingir que não estive envolvido em alguns dos dramas nos bastidores. Dave já viu isso antes, duas vezes, e o Mike [White, o criador da série] também. Acho que o calor contribuiu para que essas rachaduras aparecessem”, afirmou o ator, sugerindo que as condições ambientais podem ter exacerbado as tensões.

“Todos nós nos veremos novamente [para a estreia] e tenho certeza de que estaremos nos abraçando e nos beijando e relembrando com carinho. Mas houve momentos em que as coisas não eram tão boas”, ressaltou Isaacs.

Compartilhando uma perspectiva externa, o ator revelou: “Eu estava de certa forma acostumado com isso, mas dentro de algumas semanas minha esposa [que o acompanhou no set e também é ex-atriz] disse: ‘Algumas dessas pessoas estão loucas’. Eu respondi: ‘Não, querida, é apenas um monte de atores no local. Você se esqueceu como é'”.

Apesar das turbulências nos bastidores, Isaacs deixou claro que trabalharia novamente com Mike White, sinalizando um respeito profissional pelo criador da série.

Compositor anuncia saída de ‘The White Lotus’ após conflitos com Mike White

The White Lotus’ está disponível no Max.

No Rotten Tomatoes, a terceira iteração conquistou sólidos 89% de aprovação, contra 90% de aprovação na 1ª temporada e 94% de aprovação na 2ª.

Segundo o consenso geral, “mais sombria e paciente com sua narrativa do que as temporadas anteriores, ao mesmo tempo em que ostenta um novo conjunto excelente cheio de performances ácidas, a terceira temporada de The White Lotus oferece uma trégua espiritual que abala a alma”.

Confira os principais comentários:

“No seu melhor, é um retrato incisivo de classe, riqueza, poder e o vaivém entre as aparências e a realidade” – The Daily Beast.

“Mais uma vez apoiado por cenários lindos, escrita excelente e um elenco de estrelas, Mike White reafirma o status de The White Lotus como um dos melhores programas da televisão” – The Gate.

“Os primeiros seis episódios são indicativos de grandeza, um retorno à forma que faz a série alcançar novos patamares, buscar novos níveis de estranheza e voltar a ser o programa mais quente da televisão” – AwardsWatch.

“Essa temporada é sombria, distorcida e extremamente desconfortável de assistir (mas no bom sentido). O novo elenco se encaixa perfeitamente neste mundo, mas Jennifer Coolidge faz falta” – Mama’s Geeky.

“Um novo capítulo grandioso, o festival de miséria de White aproveita os pontos fortes de seus antecessores, ao mesmo tempo que mantém as coisas novas e interessantes” – Empire Magazine.

Ambientada na Tailândia, a terceira temporada foca em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.

O elenco conta com Walton Goggins, Carrie Coon, Leslie Bibb, Michelle Monaghan, Parker Posey e Lisa, além do retorno de Natasha Rothwell.

Cineasta James Toback é condenado a pagar US$ 1,4 bilhão a 40 vítimas de agressão sexual

Quase sete anos após as primeiras alegações, o cineasta James Toback, conhecido por ‘Nunca Fui Amada’, foi condenado por agressão sexual, cárcere privado, coerção e abuso psicológico, conforme reportou o Deadline.

Um júri do estado de Nova York ordenou que Toback pague a impressionante quantia de US$ 1,68 bilhão a 40 de suas vítimas. O veredito inclui US$ 280 milhões em danos compensatórios e uma significativa indenização punitiva de US$ 1,4 bilhão.

Atualmente com 80 anos, James Toback continua a negar todas as acusações, alegando que, devido a diabetes e problemas cardíacos, seria “biologicamente impossível” que ele tivesse se envolvido nos comportamentos descritos ao longo das décadas.

A ação judicial foi impulsionada pela Lei de Sobreviventes Adultos de Nova York (Adult Survivors Act), uma legislação que abriu uma janela de um ano, permitindo que sobreviventes de abuso sexual movessem ações civis independentemente do tempo decorrido desde os atos.

“Este veredito é sobre justiça. Mas, crucialmente, trata-se de retirar o poder das mãos dos abusadores — e de seus cúmplices — e devolvê-lo àqueles que eles tentaram controlar e silenciar”, declarou Brad Beckworth, o advogado principal das vítimas, com convicção.

“Hoje, um júri da comunidade de Nova York se manifestou com clareza e enviou uma mensagem que ecoa além deste tribunal: ninguém está acima da responsabilização. O movimento não acabou. Ainda há trabalho a ser feito”, afirmou.

Para Mary Monahan, uma das autoras centrais da ação, o veredito representa mais do que uma vitória legal: “Durante décadas, carreguei esse trauma em silêncio, e hoje um júri acreditou em mim. Acreditou em nós. Isso muda tudo. Este veredito é mais do que um número — é uma declaração: não somos descartáveis. Não somos mentirosas. Não somos danos colaterais na busca de poder de alguém. O mundo agora sabe o que sempre soubemos: o que ele fez foi real. E o que fizemos — nos levantar, falar — foi certo”.

O caso resgatou relatos de outras figuras públicas que tiveram encontros perturbadores com Toback.

  • Julianne Moore revelou que o cineasta a abordou em duas ocasiões nos anos 80, apresentando a mesma proposta inadequada de levá-la ao seu apartamento.
  • Ellen Pompeo compartilhou que o diretor a pressionou a ficar nua em um filme logo após um amigo se afastar brevemente.
  • Selma Blair também manifestou seu escárnio em 2017 diante de um artigo que elogiava Toback, compartilhando-o com o comentário sarcástico: “Irônico”.

A professora e dramaturga Karen Sklaire Watson expressou o impacto do veredito para a comunidade: “Vivo em Nova York há 32 anos. Esta cidade é minha casa. O veredito de hoje a torna mais segura para todas as mulheres. Predadores não podem mais se esconder atrás da fama, dinheiro ou poder. Não aqui. Não mais”.