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Gostou de ‘Um Maluco no Golfe 2’? Conheça as 10 MELHORES Comédias de Adam Sandler

Poucos nomes no cinema de comédia são tão instantaneamente reconhecíveis quanto o de Adam Sandler. Com seu estilo inconfundível — que mistura humor físico, personagens esquentados e uma dose surpreendente de sensibilidade — ele construiu uma carreira sólida e cheia de sucessos que marcaram gerações. Seja como o cara imaturo tentando amadurecer, o romântico atrapalhado ou o maluco de bom coração, Sandler deixou sua marca em dezenas de filmes que, mesmo quando dividem a crítica, conquistam o público com facilidade.

Pegando carona no sucesso de ‘Um Maluco no Golfe 2, lançamento recente da Netflix que reacendeu o amor dos fãs pelo personagem Happy Gilmore, revisitamos aqui as 10 melhores comédias da carreira de Adam Sandler. Subimos degrau por degrau até o topo do pódio, relembrando os filmes que fizeram rir, emocionaram e consolidaram Sandler como um dos grandes nomes da comédia contemporânea. Prepare-se para nostalgia. Confira abaixo.

10 | Tratamento de Choque (2003)

Em ‘Tratamento de Choque (Anger Management), Adam Sandler contracena com ninguém menos que o monstro sagrado Jack Nicholson, em uma dupla improvável que rende ótimos momentos de humor e caos. Na trama, Sandler interpreta Dave Buznik, um pacato executivo que, após um mal-entendido em um avião, é condenado a participar de um programa de controle da raiva conduzido pelo excêntrico Dr. Buddy Rydell (Nicholson). O problema é que o terapeuta é ainda mais instável que seus pacientes — e sua metodologia inclui invadir a vida de Dave de maneira cada vez mais invasiva e absurda.

Lançado em 2003, o filme mistura comédia pastelão com uma pitada de crítica ao culto do autocontrole e da repressão emocional. Nicholson se diverte no papel, enquanto Sandler entrega um de seus melhores desempenhos no papel do “cara comum” que se vê à beira do colapso. Dirigido por Peter Segal (‘Como Se Fosse a Primeira Vez), ‘Tratamento de Choque foi um sucesso de bilheteria e marcou mais um passo na consolidação de Sandler como um dos reis da comédia dos anos 2000.

Disponível na HBO Max e no Mercado Play.

09 | Juntos e Misturados (2014)

Adam Sandler e Drew Barrymore se encontram pela terceira vez nas telonas, depois de ‘Afinado no Amor e ‘Como Se Fosse a Primeira Vez. A química entre os dois continua afiada, em mais um enredo que flerta mais com o sentimental do que com o escracho. Aqui, eles vivem dois pais solteiros que têm um encontro desastroso, mas acabam obrigados a dividir uma viagem à África com seus respectivos filhos. O resultado? Muitas situações inusitadas e, claro, o início de um improvável romance.

Dirigido novamente por Frank Coraci (de ‘Click), o filme acerta ao misturar comédia familiar com paisagens exóticas e um clima de aventura, além de momentos genuinamente tocantes sobre paternidade e reconstrução de laços. Ainda que não tenha sido um fenômeno de crítica, o longa foi bem recebido pelo público e se destaca por equilibrar o humor típico de Sandler com um tom mais doce e acessível para todas as idades. É o tipo de comédia que abraça o clichê sem medo e ainda arranca boas risadas no processo.

Disponível na Netflix, Amazon Prime Video e HBO Max.

08 | O Paizão (1999)

Um marco na carreira de Adam Sandler, mostrando que ele era capaz de ir além do humor escrachado e entregar um filme com coração — mas, é claro, sem perder a piada. No longa, ele interpreta Sonny Koufax, um homem imaturo e preguiçoso que, em um esforço desesperado para impressionar a ex-namorada, decide adotar Julian, um garotinho deixado na porta do seu apartamento. O que começa como uma manobra infantil acaba se transformando em um processo de amadurecimento sincero, tanto para o protagonista quanto para o público.

Dirigido por Dennis Dugan, parceiro frequente de Sandler, ‘O Paizão combina piadas bobas, cenas emocionantes e uma dinâmica adorável entre o ator e os irmãos gêmeos Dylan e Cole Sprouse, que se revezam no papel de Julian. Lançado no auge da popularidade de Sandler, o filme foi a maior bilheteria de sua carreira até hoje e ajudou a firmar sua imagem como um comediante de apelo familiar, capaz de atrair tanto os fãs do besteirol quanto os que buscavam uma história com alma. Uma comédia que fala sobre crescer — mesmo que seja na marra.

Disponível na HBO Max.

07 | Afinado no Amor (1998)

Aqui Adam Sandler mergulha nos anos 80 para viver Robbie Hart, um cantor de casamentos com coração partido e penteado duvidoso. Após ser abandonado no altar, Robbie entra em crise até conhecer Julia (Drew Barrymore), uma garçonete doce e noiva de um verdadeiro idiota. O romance entre os dois vai sendo construído aos poucos, embalado por um clima nostálgico irresistível, uma trilha sonora impecável e um humor que equilibra o sarcasmo com ternura.

Dirigido por Frank Coraci, o filme marcou a primeira parceria entre Sandler e Barrymore — uma dupla que viraria queridinha do público e voltaria a brilhar junta em outros dois sucessos. Com seu figurino berrante, piadas certeiras e uma sensibilidade inesperada, ‘Afinado no Amor ajudou a mostrar uma faceta mais romântica e carismática de Sandler, sem perder o timing cômico. É uma comédia romântica com alma, ritmo e aquele charme retrô que continua encantando gerações.

06 | Golpe Baixo (2005)

Adam Sandler entra em campo — literalmente — para comandar uma comédia esportiva cheia de pancadaria, piadas de cadeia e redenção improvável. No filme, ele interpreta Paul Crewe, um ex-jogador de futebol americano caído em desgraça, que acaba preso após um escândalo e, na cadeia, é convocado para montar um time de detentos que enfrentará os brutais guardas da penitenciária. O resultado? Um campo de batalha onde o humor encontra a superação em meio a socos, passes e estratégias malucas.

Remake de um clássico dos anos 70 estrelado por Burt Reynolds (que também faz uma participação especial aqui), o filme é dirigido por Peter Segal e acerta ao combinar a típica comédia escrachada de Sandler com uma estrutura de “filme de esporte”, com direito a treino, motivação e virada heroica. Sandler brilha como o líder relutante, cercado por um elenco afiado que inclui Chris Rock, Terry Crews, Nelly e até o lutador Stone Cold Steve Austin. ‘Golpe Baixo é diversão sem firulas, com muita testosterona e uma dose generosa de camaradagem no melhor estilo “nós contra o sistema”.

05 | Tá Rindo do Que? (2009)

Chegamos ao top 5 com um dos filmes mais surpreendentes da carreira de Adam Sandler. Em ‘Tá Rindo do Quê? (Funny People), ele mostra que sabe rir da própria fama — e também das dores escondidas por trás do riso. Dirigido por Judd Apatow, o filme traz Sandler no papel de George Simmons, um comediante de stand-up de enorme sucesso que, ao ser diagnosticado com uma doença grave, passa a reavaliar sua vida, carreira e relacionamentos. Nesse processo, ele contrata um jovem comediante aspirante (vivido por Seth Rogen) como assistente e confidente, dando início a uma relação cheia de sarcasmo, aprendizados e afeto torto.

Muito mais do que uma simples comédia, o longa equilibra drama e humor de forma sofisticada, oferecendo uma visão sensível — e por vezes cruel — sobre os bastidores da fama, a solidão do artista e o que realmente significa “fazer os outros rirem”. Sandler está em um dos melhores desempenhos de sua carreira, entregando uma performance contida, amarga e melancólica, que brinca com sua imagem pública sem medo de expor fragilidades. Com participações especiais de vários comediantes e uma vibe quase autobiográfica, ‘Tá Rindo do Quê? é uma obra madura e ambiciosa que eleva o nome de Sandler no cinema.

04 | Espanglês (2004)

Este é um daqueles filmes que pegam o espectador de surpresa: vendido como comédia leve, entrega uma história emocionalmente rica, com toques de drama e momentos de sensibilidade rara. Dirigido por James L. Brooks (‘Melhor é Impossível), o longa acompanha a relação entre Flor (Paz Vega), uma imigrante mexicana que vai trabalhar como empregada doméstica em Los Angeles, e a família de John Clasky (Adam Sandler), um chef de cozinha gentil, porém emocionalmente apagado, casado com uma mulher instável (vivida por Téa Leoni).

Sandler surpreende ao abandonar completamente o estilo escrachado e mergulhar em um personagem introspectivo, sensível e ético, que tenta manter a harmonia da casa mesmo diante do caos emocional ao seu redor. Sua atuação é contida, madura e tocante, provando que ele é capaz de muito mais do que piadas de banheiro. ‘Espanglês trata de barreiras culturais, comunicação, família e identidade com delicadeza e humanidade — e, ainda assim, encontra espaço para boas risadas, sobretudo nas diferenças linguísticas e nos mal-entendidos afetivos.

Embora não tenha sido um grande sucesso comercial, ‘Espanglês permanece como uma joia rara na filmografia de Sandler, respeitado por quem viu e lembrado como um dos papeis mais sinceros de sua carreira.

Disponível no Mercado Play.

03 | Click (2006)

Subindo ao pódio, chegamos ao 3º lugar — a medalha de bronze vai para um dos filmes mais queridos (e surpreendentemente emocionantes) da carreira de Adam Sandler. ‘Click é aquele típico filme que começa como uma comédia nonsense e termina te pegando pelo colarinho emocional. Na trama, Adam Sandler vive Michael Newman, um arquiteto sobrecarregado e frustrado, que descobre um controle remoto universal capaz de manipular o tempo e todos os aspectos da realidade ao seu redor. A princípio, a ideia de avançar momentos tediosos ou brigas familiares parece genial — até que ele começa a perceber o preço de não viver o presente.

Dirigido por Frank Coraci, ‘Click mistura humor físico, situações absurdas e aquela típica fantasia dos anos 2000 com um tom inesperadamente melancólico no terceiro ato. Sandler entrega uma de suas performances mais equilibradas: engraçado quando precisa ser, mas também vulnerável e comovente quando a narrativa exige. O filme discute temas como tempo, prioridades, carreira, paternidade e arrependimento de forma acessível, tocando tanto o público jovem quanto os mais velhos. Apesar de alguns críticos subestimarem a produção à época do lançamento, ‘Click foi um grande sucesso de bilheteria e é frequentemente lembrado pelos fãs como uma das obras mais marcantes de Sandler — e que, sim, fez muita gente rir… e chorar.

Disponível na Netflix.

02 | Como Se Fosse a Primeira Vez (2004)

Com a medalha de prata, chegamos a um dos filmes mais adorados tanto pelos fãs de comédia quanto de romances. Se existe um filme que consolidou Adam Sandler como um astro capaz de equilibrar humor e romance com doçura, esse filme é ‘Como Se Fosse a Primeira Vez (50 First Dates). Na trama, ele interpreta Henry Roth, um veterinário galanteador no Havaí que finalmente se apaixona de verdade — por Lucy Whitmore (Drew Barrymore), uma mulher encantadora com um detalhe inesperado: ela sofre de perda de memória recente e esquece tudo o que viveu no dia anterior. Assim, Henry decide conquistá-la… todos os dias.

Dirigido por Peter Segal, o filme tem uma premissa inusitada que poderia cair facilmente no absurdo, mas funciona maravilhosamente bem graças à química infalível entre Sandler e Barrymore. É uma comédia romântica com coração, que fala sobre paciência, dedicação e a beleza do amor que insiste — sem nunca perder o charme leve e o toque de loucura típico dos filmes de Sandler. O roteiro ainda consegue emocionar sem forçar, arrancando risadas e suspiros com a mesma naturalidade.

Como Se Fosse a Primeira Vez não é só um dos melhores filmes da carreira de Sandler — é também um dos mais amados do gênero nos anos 2000. Uma prova de que o amor verdadeiro talvez não precise durar para sempre de uma só vez… mas pode ser vivido de novo, todos os dias.

Disponível na Amazon Prime Video.

01 | Um Maluco no Golfe (1996)

O primeiríssimo lugar da lista — a medalha de ouro vai para um clássico absoluto da comédia sandleriana. ‘Um Maluco no Golfe (Happy Gilmore) é, para muitos fãs (incluindo este amigo que vos fala), o ápice do humor caótico, irreverente e marcante de Adam Sandler nos anos 90. No filme, ele interpreta Happy Gilmore, um aspirante a jogador de hóquei com sérios problemas de controle emocional… e um talento inusitado para o golfe. Quando sua avó perde a casa para a Receita Federal, Happy decide entrar no circuito profissional de golfe — com seu jeito bruto e imprevisível — para ganhar dinheiro e ajudá-la. O problema? Ele está cercado por jogadores refinados, regras rígidas e um vilão hilário: o arrogante Shooter McGavin (Christopher McDonald).

Dirigido por Dennis Dugan, o filme captura a essência do humor que fez de Sandler um ícone da comédia americana: personagens absurdos, violência cartunesca, situações improváveis e um protagonista explosivo, mas com um coração enorme. Cada cena é memorável — da luta com Bob Barker ao treino com um ex-golfista com mão de madeira (interpretado por Carl Weathers). É uma comédia descompromissada, divertida do começo ao fim, que se tornou cult entre os fãs e é frequentemente citada como um dos filmes mais engraçados dos anos 90.

Mais do que um sucesso de bilheteria, ‘Um Maluco no Golfe ajudou a consolidar o estilo “Adam Sandler” de fazer comédia: exagerado, imprevisível e estranhamente adorável. Adam Sandler possui outros filmes melhores, alguns inclusive contidos aqui na lista, mas sua melhor comédia é ‘Um Maluco no Golfe’.

Disponível na Netflix.

‘A Hora do Mal’: Terror do diretor de ‘Noites Brutais’ abre com 100% de APROVAÇÃO no RT; Confira as reações!

Com 10 críticas publicadas até o momento, o terror ‘A Hora do Mal‘ (Weapons), próximo filme do aclamado cineasta Zach Cregger (‘Noites Brutais’), abriu com 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral elogia as reviravoltas da narrativa e a evolução na direção de Cregger, considerando-o um dos melhores filmes do gênero neste ano.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘A Hora do Mal’ é chocante, satisfatório e certamente surpreenderá até os fãs de terror mais experientes.” (Dread Central)

“A ousadia de Zach Cregger faz este filme valer a pena. Ele é um cineasta em ascensão e extremamente promissor, mas pode deixar muitos espectadores tão frustrados e divididos quanto os personagens do seu filme.” (Next Best Picture)

“Um mistério constantemente surpreendente e assustador que mistura drama e sustos de uma forma que cria algo verdadeiramente especial.” (io9.com)

“‘A Hora do Mal’ é um avanço notável para Zach Cregger como cineasta. Parece que ele pegou o que funcionou em ‘Noites Brutais’ e aprimorou o que não deu certo.” (CG Magazine)

“Uma mistura maravilhosa de clima atmosférico e diversão macabra, ‘A Hora do Mal’ é um dos melhores filmes de terror do ano.” (Slashfilm)

“Apesar de ainda ser tão assustador e cativante quanto ‘Noites Brutais’, este filme consegue ser completamente diferente.” (The Mary Sue)

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 07 de agosto.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A trama está sendo descrita como “uma história épica de terror centrado em bruxaria e crianças desaparecidas, com uma vibe similar que ‘Magnólia‘, filme aclamado de 1999, dirigido por Paul Thomas Anderson“.

Josh Brolin (‘Sicario: Terra de Ninguém’) estrela a produção – substituindo o ator Pedro Pascal (‘The Last of Us’), que teve que abandonar o projeto por causa de conflitos em sua agenda.

O elenco ainda conta com Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’), Alden Ehrenreich (‘O Urso do Pó Branco’), Julia Garner (‘Inventando Anna’), Benedict Wong (‘Doutor Estranho’), Amy Madigan (‘Espíritos Obscuros’), Austin Abrams (‘Euphoria’) e Cary Christopher (‘Days of Our Lives’).

New Line Cinema será responsável pela produção do projeto.

O diretor também servirá como produtor ao lado da equipe que trabalhou anteriormente em ‘Noites Brutais‘, como Roy Lee, JD Lifshitz, Raphael Margules e Miri Yoon.

Após ser confirmado, ‘Um Lugar Silencioso 3’ ganha primeiro LOGOTIPO

Um Lugar Silencioso 3’ foi oficialmente confirmado ontem, com o retorno de  John Krasinski como roteirista, produtor e diretor.

Além da confirmação, foi revelado o primeiro logotipo do filme.

Minimalista, o logo mostra apenas o 3 em números romanos.

Confira:

O filme chegará aos cinemas no dia 9 de julho de 2027.

Nenhum elenco foi revelado e detalhes sobre a trama seguem sob segredo. Todavia, é provável que Emily BluntMillicent SimmondsNoah Jupe, protagonistas dos longas originais, retornem ao novo capítulo da saga.

Krasinski e Allyson Seeger produzem o filme através da Sunday Night Productions, em cooperação com a Platinum Dunes.

A franquia Um Lugar Silencioso arrecadou mais de US$900 milhões no mundo todo com seus três filmes, que incluem Um Lugar Silencioso e Um Lugar Silencioso – Parte II’, ambos dirigidos por Krasinski, e a pré-sequência comandada por Michael Sarnoski, Um Lugar Silencioso: Dia Um’.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP para divulgar ‘Um Lugar Silencioso 2‘, conversamos com Millicent Simmonds, Emily Blunt e Cillian Murphy.

Assista:

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Justiceiro pode vestir armadura estilo Homem de Ferro em novo filme, diz rumor

Homem-Aranha: Um Novo Dia’ promete ser uma adição emocionante ao MCU, com a confirmação de que o Justiceiro, o Hulk e o Escorpião farão parte da trama. Agora, novos rumores indicam que Frank Castle pode receber upgrades significativos.

De acordo com o ComicBookMovie, o Justiceiro “vai receber uma grande evolução para enfrentar o Hulk e o Homem-Aranha. Mais especificamente, ele pode adquirir novas armas e equipamentos do Departamento de Controle de Danos (Damage Control). Não é improvável que Frank Castle use até mesmo uma armadura no estilo Homem de Ferro.

Esses rumores reforçam teorias de fãs sobre como o Justiceiro seria capaz de enfrentar o Hulk, um confronto comum em adaptações de quadrinhos quando esses heróis se encontram.

Apesar de rumores recentes sugerirem a aparição de Vincent D’Onofrio como o Rei do Crime, até o momento, parece que nem ele nem o Demolidor de Charlie Cox farão parte da história.

O filme está se desenvolvendo rapidamente e tudo indica que será uma aventura em nível urbano, algo que os fãs pedem há anos.

O título “Um Novo Dia” faz referência a uma fase controversa das histórias em quadrinhos do Homem-Aranha. Nessa fase, graças a um acordo com Mefisto, o herói ganhou um recomeço: seu casamento com Mary Jane terminou e sua identidade voltou a ser secreta. Ele enfrentou novos inimigos e foi cercado por um elenco de apoio renovado, incluindo um Harry Osborn ressuscitado.

Confira os teasers:

 

 

‘Vingadores: Apocalipse’: James Marsden usará traje inspirado em ‘X-Men ’97’, diz rumor

A aguardada chegada de Vingadores: Apocalipse às telonas promete uma guerra multiversal e a estreia oficial dos X-Men no Universo Cinematográfico Marvel (MCU). O filme marcará o retorno de atores da antiga Fox em seus papéis icônicos, reacendendo a expectativa dos fãs.

De acordo com o ComicBookMovie, uma das novidades mais empolgantes é a indicação de que James Marsden, que interpreta o Ciclope, usará um traje semelhante ao dos quadrinhos originais. Especificamente, ele deve vestir um uniforme azul e amarelo inspirado no design clássico de Jim Lee.

Essa revelação reforça rumores antigos de que os heróis usarão trajes fiéis às suas versões dos quadrinhos. Parece que os irmãos Russo, diretores do filme, estão se inspirando fortemente nesses designs, além de referências da aclamada série ‘X-Men ’97’.

O longa aparentemente apresentará um embate épico entre “Vingadores vs. X-Men”. Rumores indicam que esse conflito surgirá quando o Doutor Destino manipular os dois grupos de super-heróis para que entrem em guerra entre si, adicionando uma camada de intriga e complexidade à trama.

É importante ressaltar que, até o momento, essas são apenas especulações.

‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

Matt Rife e Elton Castee COMPRAM a casa dos Warren e assumem a guarda da boneca Annabelle

O comediante Matt Rife e o criador de conteúdo Elton Castee são os novos donos da lendária casa de Ed e Lorraine Warren, em Monroe, Connecticut — residência que abriga o infame Museu do Ocultismo e, claro, a controversa boneca Annabelle, inspiração para uma das franquias de terror mais bem-sucedidas do cinema.

O anúncio foi feito por Rife em seu perfil no Instagram. Confira:

“ANÚNCIO INSANO! Comprei oficialmente a casa e o Museu Oculto de Ed e Lorraine Warren, incluindo a minha condição de guardião legal, pelos próximos 5 anos, de toda a coleção assombrada, incluindo A BONECA ANNABELLE, com meu bom amigo Elton Castee!! Se você me conhece, sabe que sou obcecado pelo paranormal e por tudo que é assombrado. Você também deve saber que os filmes Invocação do Mal são meus filmes de terror favoritos de todos os tempos. Portanto, estou incrivelmente honrado por ter assumido uma das propriedades mais proeminentes da história do paranormal. Ed e Lorraine Warren, sem dúvida, trouxeram a demonologia e o paranormal para o mainstream e são o coração de algumas das histórias assombradas mais famosas de todos os tempos, como Invocação do Mal, Horror em Amityville, etc. Planejamos abrir a casa para pernoites e visitas ao museu para que você possa vivenciar e aprender toda a história assombrada que cerca este lugar incrível”.

Para os fãs do universo criado por James Wan em ‘Invocação do Mal‘, a novidade tem um sabor especial: trata-se do local que serviu de base para o trabalho investigativo do Casal Warren, demonologistas que inspiraram toda a franquia citada, além de ‘Annabelle‘, ‘A Freira‘ e ‘Amityville‘.

O museu na casa dos Warren contém centenas de itens ligados a casos paranormais, com destaque absoluto para a verdadeira boneca Annabelle, que, segundo os investigadores, teria sido usada por uma entidade maligna para causar danos físicos e espirituais.

A mudança de posse vem pouco tempo após a morte de Dan Rivera, o último guardião da Annabelle, que faleceu no mês passado por causas naturais. Ed Warren faleceu em 2006 aos 79 anos, e Lorraine Warren morreu em 2019 aos 92. Agora, o legado do casal — que ajudou a popularizar o estudo de fenômenos paranormais na cultura ocidental — permanece nas mãos de duas figuras da nova geração digital, prometendo manter viva (e talvez ainda mais assustadora) a história por trás da casa mais temida da Nova Inglaterra.

Vale lembrar que a trajetória do Casal Warren se encerra nos cinemas com o aguardado Invocação do Mal 4: O Último Ritual’.

Confira o trailer oficial:

Invocação do Mal 4: O Último Ritual’ estreia nos cinemas brasileiros em 4 de setembro de 2025, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

Ben Hardy (‘X-Men: Apocalipse’) e Mia Tomlinson (‘The Beast Must Die’) completam o elenco.

A direção ficará a cargo de Michael Chaves, conhecido por seu trabalho em ‘A Maldição da Chorona‘. O cineasta já é uma figura familiar no universo da franquia, tendo dirigido ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ e ‘A Freira 2‘.

O roteiro foi assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick, que coescreveu o terceiro filme ao lado de James Wan.

Lembrando que a franquia vai virar uma série de TV na plataforma de streaming Max.

Assinantes estão CHOCADOS com nova série erótica da Netflix

A Netflix segue investindo em filmes, séries e novelas mexicanas e seu mais recente lançamento arrebatou os assinantes brasileiros, dominando o TOP 1 na categoria de séries mais assistidas do streaming.

Intitulada ‘Pecados Inconfessáveis‘, a produção acompanha a vida de uma mulher que decide ter um caso extraconjungal, enquanto tenta se livrar de seu casamento abusivo.

Com uma abordagem erótica e cenas de sexo bem intensas, a produção chamou a atenção dos usuários da Netflix e está chocando muitos internautas que compartilharam suas reações por meio do X (Twitter).

Confira:

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Presa em um casamento abusivo, uma mulher encontra consolo em um caso com um homem mais jovem. Mas a paixão logo vira um jogo perigoso de sobrevivência.

A série foi criada por Leticia López Margulli e Guillermo Ríos.

O elenco conta com Zuria Vega, Andrés Baida, Erik Hayser, Manuel Masalva, Adriana Louvier, Ana Sofía Gatica e Mario Morán.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’: Análise do novo traje indica retorno às origens e o fim da tecnologia Stark

O recém-divulgado teaser de Homem-Aranha: Um Novo Dia’ está empolgando os fãs ao apresentar o visual completo do novo traje do herói, mais uma vez interpretado por Tom Holland. Uma análise detalhada do ComicBookMovie aponta para uma mudança significativa: a aparente ausência da tecnologia Stark no uniforme.

A transição entre o vermelho e o azul do traje é visivelmente mais áspera e menos refinada do que os designs anteriores do MCU, que se destacavam pelo acabamento tecnológico impecável. Essa estética mais “crua” parece ser uma escolha deliberada do diretor Destin Daniel Cretton, refletindo uma nova fase para Peter Parker, agora sem acesso aos recursos ilimitados da Stark Industries.

Além disso, o novo traje parece ser mais prático, o que pode significar que Tom Holland passará menos tempo em trajes digitais ou de captura de movimento durante as filmagens.

Os lançadores de teia também ganharam destaque. Agora maiores e mais robustos, eles contrastam com os modelos compactos anteriores, indicando que Peter está criando seus próprios equipamentos, sem o acabamento refinado da tecnologia Stark.

Até então, o Homem-Aranha do MCU raramente precisou se preocupar em ficar sem teia durante uma luta. No entanto, isso pode mudar em “‘Um Novo Dia’, sugerindo o retorno dos tradicionais cartuchos de teia, uma marca registrada dos quadrinhos clássicos.

O roteiro de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ já havia confirmado que Peter se inspirou nos trajes de Tobey Maguire e Andrew Garfield.

Elementos como o formato da curva vermelha no peito e ombros, a gola separada, o comprimento das luvas, a textura do tecido, o cinto mais baixo e até o padrão nas pernas remetem diretamente ao traje de Garfield.

Já as referências ao traje de Maguire aparecem principalmente nas teias em relevo e em algumas semelhanças no símbolo do peito.

Confira os teasers:

 

 

Novo filme da Netflix está fazendo as pessoas CHORAREM; Confira as reações!

O mais novo filme original da Netflix está fazendo os assinantes chorarem tamanho o impacto de sua trama. Intitulado ‘Meu Ano em Oxford‘, o longa traz Sofia Carson em mais um delicado drama sobre família, perdão, recomeços e a busca pelo amor verdadeiro.

Pelo X (Twitter), diversos internautas compartilharam suas reações ao longa e até mesmo sua surpresa com o plot twist. Muitos refletiram sobre a emocionante jornada da protagonista Anna e as lições que a trama traz.

Confira:

A produção foi lançada na última sexta-feira, 1º de agosto, na plataforma de streaming.

A trama acompanha Anna, uma jovem americana ambiciosa que, ao realizar seu sonho de estudar na Universidade de Oxford, vê sua vida transformada ao conhecer um local charmoso e inteligente que impacta profundamente suas escolhas.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Iain Morris (‘Descobrindo a Vida’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Corey Mylchreest, Dougray Scott, Catherine McCormack, Harry Trevaldwyn, Hugh Coles, Poppy Gilbert e Barney Harris.

‘She Rides Shotgun’: Taron Egerton comenta desafio de interpretar ex-presidiário em novo thriller

O ator Taron Egerton, que interpreta o ex-presidiário Nate em She Rides Shotgun, falou recentemente sobre o desafio de viver um personagem tão intenso e brutal no novo thriller policial sombrio da Lionsgate.

Em entrevista à Variety, Egerton refletiu sobre a complexidade emocional do papel:

“Na verdade, eu gosto do fato de que ele se odeia”, disse. “Ele tem esse perfil de herói relutante, torturado, mas jamais se veria assim. Ele só consegue refletir sobre seus próprios erros. É alguém que anda pelo mundo com a sensação de que não pertence a ele, e, muito menos, de que merece ser pai. Essa inaptidão emocional me interessa muito. É algo profundamente humano carregar uma voz interna dizendo que você estragou tudo”.

Egerton, indicado ao Oscar por ‘Rocketman’, revelou que o papel o atraiu justamente por representar uma mudança de tom em sua carreira:

“Achei que era um papel muito diferente, uma chance de fazer algo mais cru do que tudo que já fiz”, contou. “Fiquei profundamente tocado pela relação central entre pai e filha. Mas filmes como esse são difíceis de fazer. Difíceis de colocar no mundo hoje em dia, o que torna o processo ainda mais recompensador do ponto de vista criativo”.

Além de protagonizar, Egerton também atua como produtor do longa:

“Todo mundo está em busca de apostas seguras. Um filme à moda antiga como este não é uma delas… Nunca tivemos tempo suficiente para rodar, nem dinheiro suficiente para fazer acontecer. Concluímos em 25 dias, o que considero um milagre. Foram muitos sacrifícios para tirar esse projeto do papel”, destacou.

A transformação física do ator para viver Nate também impressiona: Egerton abandonou o visual de galã, raspou a cabeça, cobriu-se de tatuagens e ganhou muita massa muscular.

“Raspar a cabeça foi surpreendentemente libertador”, diz ele.

Sobre o preparo físico, o ator reflete: “É muito difícil transformar seu corpo para um papel e depois voltar ao normal. Acho que isso é banalizado em Hollywood e até glorificado como prova de comprometimento do ator, mas, pessoalmente, acho um processo complicado e pouco saudável”.

“O corpo de Nate reflete alguém que passou cinco anos comendo comida de prisão. É forte, robusto, mas não definido. Ele não é vaidoso, é um corpo funcional, feito para sobreviver atrás das grades”, acrescentou.

Egerton ainda conta que quase transformou uma tatuagem cenográfica em permanente: “Tinha umas pimentas desenhadas atrás da minha orelha e cheguei a agendar uma sessão para tatuá-las de verdade. Era o último dia de filmagem. Eu quase fiz. Uma loucura. Minha mãe estava visitando o set no Novo México naquele fim de semana e me fez desistir”.

Estrelado por Taron Egerton e com direção de Nick Rowland (Calm With Horses), o longa é baseado no romance homônimo de Jordan Harper, vencedor do Edgar Award.

Na trama, Egerton vive Nate, um ex-presidiário recém-libertado que se vê obrigado a proteger sua filha de 11 anos, Polly (interpretada pela promissora Ana Sophia Heger), de uma conspiração violenta liderada por um xerife corrupto e uma gangue brutal. Com poucos recursos e sem aliados confiáveis, pai e filha embarcam em uma fuga desesperada, marcada por perseguições, traições e descobertas emocionais.

O roteiro é assinado por Jordan Harper, ao lado de Ben Collins e Luke Piotrowski. O elenco ainda conta com Rob Yang (‘Succession‘) e John Carroll Lynch (‘Zodíaco‘, ‘Fargo‘). A trilha sonora original foi composta por Blanck Mass, músico experimental conhecido por atmosferas intensas e melancólicas.

Jeannie Seely, ícone do country, morre aos 85 anos

A música country perdeu uma de suas vozes mais emblemáticas. Jeannie Seely, vencedora do Grammy, faleceu aos 85 anos na última sexta-feira (01), em Hermitage, Tennessee. A causa foi uma infecção intestinal, agravada por duas cirurgias de emergência e complicações de saúde enfrentadas ao longo do ano.

Nascida em 6 de julho de 1940, em Titusville, na Pensilvânia, Seely conquistou o reconhecimento nacional em 1966 com o lançamento do hit “Don’t Touch Me”, escrito por Hank Cochran — que também viria a ser seu primeiro marido. A música lhe rendeu um Grammy de Melhor Performance Vocal Feminina em Country, marcando o início de uma carreira longa, intensa e profundamente influente.

Jeannie Seely quebrou barreiras importantes no conservador universo da música country. Foi a primeira mulher a apresentar regularmente segmentos da rádio country Grand Ole Opry, da qual se tornou membro em 1967. Em plena década de 60, causou alvoroço ao subir ao palco com uma minissaia — símbolo de sua postura autêntica, ousada e à frente do seu tempo.

Entre os anos 60 e 70, emplacou mais de duas dezenas de músicas nas paradas da Billboard Country, incluindo sucessos como “Can I Sleep in Your Arms” e “Lucky Ladies”. Também foi parceira frequente de Jack Greene, com quem lançou duetos como “Wish I Didn’t Have to Miss You”.

Além da música, Seely brilhou nos palcos e nas telas. Participou do longa Honeysuckle Rose (1980) ao lado de Willie Nelson, e estrelou Changing Hearts (2002), com Faye Dunaway. No teatro, atuou nos musicais The Best Little Whore House in Texas (1988), Always, Patsy Cline (2001) e em uma montagem de Os Monólogos da Vagina em Nashville, em 2005.

Mesmo em seus últimos anos, Jeannie Seely se manteve ativa e relevante. Em 2018, lançou o quadro “Sundays with Seely” na rádio Willie’s Roadhouse, da SiriusXM, levando sua paixão pela música country a uma nova geração de ouvintes.

Suspense que quase deixou Charlize Theron PARALIZADA está disponível GRATUITAMENTE em streaming

Após sua tumultuada jornada nos cinemas, marcada por um fracasso de bilheterias, críticas negativas e um acidente quase fatal, o thriller sci-fi ‘Aeon Flux‘ encontrou uma nova casa no streaming e está disponível gratuitamente.

O longa, que quase deixou Charlize Theron paralizada, está na grade de programação do Mercado Play, plataforma que pertence ao Mercado Livre.

Lançado em 2005 pela Paramount Pictures, ‘Aeon Flux‘ é uma adaptação live-action da série animada cult exibida na MTV nos anos 1990.

Na trama, daqui a 400 anos no futuro, uma doença dizimou grande parte da população da Terra. A cidade de Bregna é povoada por sobreviventes e também por cientistas, que comandam o local. Lá também existe um grupo de rebeldes liderado por Handler (Frances McDormand) e que conta com a participação da justiceira Aeon Flux (Charlize Theron), que é enviada a uma missão em meio aos cientistas. É quando ela descobre os segredos guardados da atual realidade do planeta.

Apesar de ter custado entre US$ 55 e 62 milhões, o filme arrecadou apenas US$ 52 milhões mundialmente — menos de US$ 26 milhões nos EUA — e amargou uma avaliação de apenas 10% no Rotten Tomatoes.

A série original, por outro lado, tem aprovação de 90% e é amplamente reverenciada por sua estética ousada e narrativa enigmática.

Mas os problemas de ‘Aeon Flux‘ não ficaram apenas nas telas. Durante as gravações em Berlim, Charlize Theron sofreu um grave acidente ao tentar executar uma série de backflips para uma cena de ação. A queda causou uma hérnia de disco cervical que quase a deixou paralisada permanentemente.

“Eu estava a um centímetro de ficar completamente paralisada pelo resto da vida. Foi um acidente bizarro. Ninguém teve culpa, mas me fez perceber que eu precisava estar mais preparada. Foram oito anos de dores crônicas e espasmos por conta do dano nos nervos”, revelou Theron em entrevistas posteriores.

Dirigido por Karyn Kusama e escrito por Phil Hay e Matt Manfredi, o filme teve produção de grandes nomes como Gale Anne Hurd (O Exterminador do Futuro) e Gary Lucchesi.

Relembre o trailer:

‘Star Wars’: Liam Neeson critica a jornada do Mestre Jedi Qui-Gon Jinn na franquia

Liam Neeson, o renomado ator, expressou recentemente sua insatisfação com o destino de seu personagem, o Mestre Jedi Qui-Gon Jinn, emStar Wars: A Ameaça Fantasma’. Neeson, que interpretou o icônico Jedi, criticou a forma como Qui-Gon foi morto em combate por Darth Maul.

Em entrevista ao ComicBook, Neeson descreveu a morte de seu personagem como indigna de um Mestre Jedi.

“Se eu sou um Mestre Jedi, sabe…”, disse Neeson, “Meu personagem caiu naquele golpe de ‘Oh! Estou indo no seu rosto! Não, na verdade é no seu estômago.’ [imita sons de morte] ‘Ah, você me pegou!’ Tipo, por favor. Isso não parece coisa de um Mestre Jedi. Mas ainda assim, [fazer o filme] foi ótimo”.

Apesar de sua crítica, Neeson reprisou o papel de Qui-Gon Jinn em 2022 na sérieStar Wars: Obi-Wan Kenobi’. No entanto, o ator não parece interessado em um novo retorno à franquia.

Ele argumenta que o grande número de spinoffs e novas produções está diluindo a saga, tirando seu mistério e magia.

“Isso está diluindo [a saga], na minha opinião, e tirando o mistério e a magia de uma forma estranha”, comentou.

Lembrando que a segunda e última temporada de Andor, a mais recente adição ao universoStar Wars, já está disponível para streaming no catálogo do Disney+.

Relembre o trailer:

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

Audiência despencou! ‘Quarteto Fantástico’ sofre queda de 79% nas bilheterias americanas

Embora tenha iniciado sua jornada nos cinemas de forma positiva, ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ teve uma segunda sexta-feira marcada por uma queda significativa de público.

Segundo dados do Box Office Mojo, o longa da primeira família da Marvel sofreu uma queda de 79,6% nas bilheterias, enquanto ‘Superman‘ apresentou um recuo mais suave de 70,4%.

Essa redução na procura do filme fez com que sua arrecadação fosse de US$ 57 milhões em sua estreia para US$ 11,7 milhões na sua segunda sexta-feira em exibição nos cinemas.

Em se tratando de ‘Superman‘, embora o longa tenha arrecadado menos em sua abertura, a queda por sua procura foi menor quando comparado ao adversário da Marvel. Conforme pontuado pelo Box Office Mojo, o longa foi de US$ 22,5 milhões (entre pré-estreias e estreia) para US$ 16,6 mi em sua segunda sexta-feira.

Esse declínio mais acentuado sugere que ‘Quarteto Fantástico‘ teve uma estreia fortemente dependente dos espectadores mais entusiasmados — o chamado efeito front-loaded. Ao fim de sua segunda sexta-feira, a procura pelo filme já havia diluído, diferente de ‘Superman‘.

Embora ambos os filmes tenham tido estreias expressivas, o novo filme de James Gunn mostrou mais estabilidade entre o primeiro e o segundo fim de semana. Já o longa produzido por Kevin Feige, por sua vez, parece ter atraído um público mais concentrado nos primeiros dias — sofrendo uma fuga mais rápida das salas.

Esse tipo de queda significa um risco de saturação rápida, o que pode limitar o desempenho da produção a longo prazo. Em contraste, ‘Superman‘ demonstrou maior resiliência e potencial de crescimento sustentado.

Mesmo com um grande início, ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ enfrenta um dos declínios mais acentuados da temporada entre blockbusters. Isso indica que, apesar do sucesso imediato, a adesão do público ao filme não se sustentou após o impacto inicial.

Já ‘Superman‘, com uma queda menor e renda acumulada superior, mostra-se mais robusto e com maior capacidade de manter o interesse do público.

Vale lembrar que ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ segue em cartaz nos cinemas nacionais.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

Anthony Mackie revela que nunca imaginou se tornar o Capitão América

O ator Anthony Mackie, conhecido por interpretar Sam Wilson, o Falcão, falou recentemente sobre sua carreira e a surpresa de assumir o manto do Capitão América. Segundo ele, nunca imaginou que teria essa oportunidade, já que Chris Evans estava consolidado no papel e havia estrelado uma trilogia de sucesso.

Em uma entrevista ao site ComicBook, Mackie explicou: “Eu nunca achei que interpretaria o Capitão América, porque já tínhamos um Capitão perfeitamente saudável. A Marvel tinha essa coisa interessante onde, basicamente, todo mundo podia fazer três filmes. Tipo: três filmes e acabou… O Thor sendo o único com uns 17 filmes… Então, nunca achei que teria essa oportunidade. Achei que faria um filme solo do Falcão, mas nunca imaginei um filme Falcão/Capitão América”.

Anthony Mackie, que dá vida a Sam Wilson, assumiu recentemente o manto de Capitão América no Universo Cinematográfico da Marvel (UCM).

Com 48% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa contou com um orçamento de US$ 180 milhões, e arrecadou US$415,1 milhões mundialmente.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa serve como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, é o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

Sam se vê no meio de um incidente internacional após se encontrar com o Presidente Thaddeus Ross. Ele precisa descobrir a razão por trás de um nefasto complô global antes que o verdadeiro mentor faça o mundo inteiro ver vermelho.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

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Nem o Freddy Krueger teria coragem de ver esses 10 filmes sozinho… Topa o DESAFIO?

Alguns filmes de terror exploram territórios tão assustadores que é impossível não sentir aquele impulso de tapar os olhos — ou ao menos espiar por entre os dedos. Com atmosferas densas e cenas que grudam na mente, eles realmente colocam nosso medo à prova. Pensando nesse tipo de impacto, preparamos uma lista de filmes tão intensos que nem o próprio Freddy Krueger teria coragem de assistir sozinho:

 

A Última Casa à Esquerda

Um filme tenso onde a vingança se torna a única solução. Depois de violentarem e maltratarem duas amigas, uma gangue de fugitivos se abriga, sem saber, na casa de veraneio da família de uma dessas moças. Quando os pais descobrem o que eles fizeram, dão início a uma vingança sangrenta.

 

Poltergeist – O Fenômeno

Um dos grandes clássicos do terror, Poltergeist, lançado no início da década de 80 e com roteiro escrito pelo grande Steven Spielberg, nos mostra a saga de uma família que mora na Califórnia e precisa enfrentar situações aterrorizantes.

 

O Exorcista

Lançado no segundo semestre do ano de 1974, o clássico filme de terror O Exorcista, baseado no livro homônimo escrito por William Peter Blatty, nos mostra a história de uma jovem que parece estar possuída por um demônio, sua mãe então chama um exorcista para tentar livrá-la dessa situação.

 

A Bruxa de Blair

Lançado 24 anos atrás, e que foi um verdadeiro estrondo de popularidade na época, A Bruxa de Blair nos mostra três estudantes de cinema que resolvem investigar e produzir um documentário sobre a lenda de uma bruxa. Escrito e dirigido por Daniel Myrick e Eduardo Sánchez.

 

Atividade Paranormal

Em 2007, um longa-metragem com baixo orçamento se tornaria um dos filmes mais rentáveis da história. Escrito e dirigido por Oren Peli, Atividade Paranormal nos mostra um casal que se muda para uma nova casa e percebem que coisas estranhas começam a acontecer.

 

O Chamado

Lançado 21 anos atrás nos cinemas, dirigido por Gore Verbinski, O Chamado nos leva para a história de uma jornalista que resolve investigar uma misteriosa morte e sumiços alguns dias após essas pessoas assistirem a um vídeo.

 

O Enigma de outro Mundo

Na trama, acompanhamos um grupo de cientistas em uma estação de ciências norte-americana na Antártida que acabam sendo atacados por integrantes de uma base norueguesa que estão indo atrás de um cachorro. Após a peculiar situação, os cientistas percebem que estão na presença de uma força alienígena que consegue mudar de forma e assumir a aparência humana, transformando qualquer um daqueles sobreviventes em suspeito. Assim, em meio ao caos, e com dificuldades de comunicação com o resto do mundo, o ex-piloto de guerra MacReady (Kurt Russell) assume o comando da situação.

 

O Orfanato

Escrito e dirigido pelo cineasta espanhol J. A. Bayona, acompanhamos a história de Laura, uma mulher que cresceu num orfanato e quando cresce resolve comprar o lugar. Quando seu filho adotado some, ela começa a escutar algumas vozes pelo lugar.

 

Mártires (2008)

Na trama, conhecemos Lucie (Mylène Jampanoï) e Anna (Morjana Alaoui), duas jovens que se conheceram ainda criança quando a primeira delas sofria psicologicamente pelos abusos cometidos contra ela durante o período que fora sequestrada. Quando elas crescem, uma década e meia depois, resolvem ir atrás das pessoas que cometeram os abusos contra Lucie e acabam encontrando uma família que esconde um segredo ainda maior.

 

A Entidade

Na trama, acompanhamos um escritor que se vê em enorme enrascada, junto de sua família, após encontrar uma caixa com filmagens antigas de alguns crimes.

 

 

‘Unicorns’: Romance estrelado por Ben Hardy e Jason Patel conquista 82% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

‘Unicorns’, romance estrelado por Ben Hardy e Jason Patel, conquistou uma recepção bastante positiva no Rotten Tomatoes, alcançando 82% de aprovação da crítica, baseada em 44 avaliações, e 92% de aprovação do público.

Os críticos, em geral, elogiaram o desenvolvimento do romance, destacando sua narrativa delicada e, principalmente, o talento dos atores.

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“Hardy desvenda as camadas para revelar o despertar sexual de Luke de forma tão visceral que fica mais fácil relevar os atalhos narrativos do filme”, disse Chris Azzopardi do New York Times.

“É uma história modesta, em certos aspectos, mas nas mãos delicadas de Unicorns, ela se torna profundamente significativa”, disse Angie Han do The Hollywood Reporter.

“O drama improvisado dos codiretores Sally El Hosaini e James Krishna Floyd mostra um enorme coração, mas são os atores principais e suas identidades distintas que diferenciam este indie com temática LGBT, de outra forma, familiar”, disse Peter Debruge da Variety.

“O estreante Jason Patel traz um coração aberto ao papel de Aysha, alternando entre vulnerabilidade e magnetismo sedutor com sutis mudanças de linguagem corporal”, disse David Opie do IndieWire.

“Unicorns é um filme de romance queer totalmente sincero, sem alarde ou pressão para usar rótulos, e com uma autenticidade real sobre as dificuldades dos personagens”, disse Abigail Stevens do Screen Rant.

“Há uma força inerente nessa história, e Hardy e Patel realmente compreendem esses personagens e a forma como eles navegam por seus mundos. Está nos olhos emocionados de Hardy ou no sorriso cativante de Patel”, disse Brian Tallerico do RogerEbert.

“A química entre Jason Patel e Ben Hardy é frequentemente divina, e este último entrega uma atuação tão complexa e carismática que você fica envolvido até o fim”, disse Gregory Ellwood do The Playlist.

“Unicorns clama por compreensão, mas faz isso de uma forma que, em seus melhores momentos, é mais contemplativa do que histriônica. É a história de duas pessoas em um mundo que nem sempre é acolhedor, e é tão simples e tão complicada quanto essa história pode ser”, disse Steve Pond do TheWrap.

“Incapazes de negar a faísca entre eles, o casal é forçado a seguir um caminho inesperado de transformação, onde precisam questionar suas identidades e confrontar suas verdades individuais”, diz a sinopse.

O elenco é composto por Ben Hardy, Jason Patel, Hannah Onslow, Sagar Radia, Nisha K. Nayar, Grant Davis e Michael Karim.

O roteiro é de James Krishna Floyd.

Crítica | Sofia Carson e Corey Mylchreest brilham no honesto romance ‘Meu Ano em Oxford’

Sofia Carson vem ganhando notoriedade extrema no circuito fílmico atual – em grande parte fruto de uma parceria de enorme sucesso com a Netflix. Ao longo dessa colaboração contínua, Carson encabeçou produções como ‘Continência ao Amor’ e ‘A Lista da Minha Vida’, denotando um apreço considerável por rom-coms, revelou um lado voltado para a comédia com ‘Feel the Beat’ e até mesmo explorou as incursões de ação e aventura com o recente ‘Bagagem de Risco’. Agora, Carson faz seu retorno à gigante do streaming com o romance Meu Ano em Oxford, aguardado longa-metragem inspirado no romance homônimo assinado por Julia Whelan.

A trama parte de inúmeras histórias do gênero que conquistaram fãs ao redor do mundo e, talvez, seus aspectos de maior sucesso provenham da noção de que não há nada de novo a ser ofertado – o que não é um problema, necessariamente. Carson, em todo seu conhecido e sólido magnetismo performático, dá vida a Anna De La Vega, uma jovem que, desde os dez anos de idade, sonhava em ir para Oxford. E, após se graduar com honra na universidade e esquadrinhar um plano completo para o resto de sua vida, ela resolve tirar um “ano sabático” e participar de um curso de poesia vitoriana na Universidade de Oxford – uma das mais prestigiadas do mundo.

Ao se mudar para Londres, ela tem um início um tanto conturbado ao cruzar caminho com Jamie (Corey Mylchreest), um estranho a encharca com o próprio carro e que vem a se tornar seu professor – uma frustração grande para Anna, que esperava ter aulas com sua maior inspiração. E, em uma remodelação mais branda da estética do enemies-to-lovers, a relação entre os dois torna-se cada vez mais íntima até transformar-se em um romance fervoroso e que se beneficia da incrível e apaixonante química entre Cason e Mylchreest. Porém, como é de costume dentro de produções do gênero, as coisas não são tão simples e belas o tempo todo – e o crescente amor que um sente pelo outro é colocado à prova mais de uma vez.

Iain Morris, que assume o cargo de direção e que ficou famoso por seu trabalho em ‘The Inbetweeners’, tem plena ciência do tipo de projeto que assume aqui – e navega com ritmo conciso e confortável através dos convencionalismos, abraçando-os em prol de uma clara praticidade. À medida que constrói cada um dos atos de maneira a explorar ao máximo as tramas principais, o realizador não apenas foca no complexo relacionamento entre Anna e Jamie, mas garante que a força-motriz se expanda para seus próprios arcos, firmando um paralelo entre as tours-de-force vividas pelos protagonistas.

Anna é uma sonhadora, mas firma o pé no chão ao não ter a opção de “cometer escolhas erradas” e traçar um claro plano que a levará ao sucesso e às oportunidades que foram renegadas à sua família. Todavia, ao se envolver mais e mais com Jamie, ela percebe que a vida é feita de momentos e que cada segundo conta como se fosse o último – algo que ele a ensina. Em contrapartida, Jamie mergulha em um confrontamento de suas convicções, visto que jurou não se apegar a ninguém em virtude de uma batalha perdida contra o câncer e sua decisão de viver ao máximo e fora da cama de um hospital. E é claro que, sequência a sequência, eles entram em território perigoso, mas que vale a pena por cada sorriso arrancado e cada declaração de amor proferida.

Como podemos perceber, a história parte de produções similares como ‘A Culpa é das Estrelas’ e ‘Como Eu Era Antes de Você’, em que as clássicas máximas do amor impossível e da efemeridade do tempo se tornam personagens principais. Aqui, o teor jovial é reconstruído para uma ambientação mais amadurecida em que cada detalhe precisa ser pensado com minúcia significativa. Dentro desse espectro, o arco envolvendo Jamie e Anna é pincelado com a presença de um corpo de atores muito talentoso, que inclui Dougray Scott e Catherine McCormack em interpretações fabulosas como os pais de Jamie. De fato, os erros existem em uma similaridade não muito inspirada de obras anteriores – mas conseguimos deixar de lado os deslizes quando abraçamos essa honesta narrativa e a celebração da vida como ela é.

Meu Ano Em Oxford encontra sucesso principalmente na encantadora atuação de Carson como a protagonista Anna, reiterando seu merecido status como uma das queridinhas da atualidade, e no bem-vindo trabalho de Mylchreest como seu par romântico. Em uma produção comprometida em nos emocionar com um enredo fácil e delicioso de acompanhar, o novo filme original da Netflix cumpre com os requisitos esperados de um romance despojado e nos entretém mais uma vez.

‘Loki’: Marvel revela que Deus da Trapaça quase se encontrou com o Tribunal Vivo

A segunda temporada deLoki se encerrou com uma cena marcante, na qual o icônico vilão se torna o Deus das Histórias, o guardião do universo, e cria a Árvore do Tempo (Yggdrasil), que sustenta infinitas realidades alternativas.

Conforme o ComicBookMovie, recentemente, o livro Marvel Studios Loki: Season Two – The Art of The Series” revelou detalhes sobre tramas que foram descartadas. Entre as ideias, estava um encontro entre Loki e o Tribunal Vivo, uma das entidades cósmicas mais poderosas do Universo Marvel.

O artista Jackson Sze explicou no livro: “Sabíamos desde o início que o Loki se tornaria muito poderoso no final. Seja como o Deus das Histórias ou de alguma forma conectado ao Multiverso. Nas minhas imagens, eu me inspirei na linguagem visual criada pela série ‘What If…?’ para o Multiverso e basicamente coloquei o Loki no comando disso”.

Ele continuou, detalhando a exploração de figuras cósmicas: “Aí pensamos: ‘Quais seriam os maiores seres dos quadrinhos da Marvel com quem o Loki poderia interagir?’ E não tem muitos maiores do que o Tribunal Vivo nas imagens do Adam [Ross]. Fomos o mais cósmicos que conseguimos, mas também houve conversas sobre revisitar o passado do Loki”.

Para quem não conhece, o Tribunal Vivo é uma entidade cósmica extremamente poderosa, conhecida por emitir julgamentos imparciais, porém impiedosos.

Vale lembrar que ‘Loki’ está disponível no Disney+.

Thiago Lacerda destaca papel essencial da arte no Bonito CineSur: “Qualquer reunião em torno da arte e da cultura é fundamental, importante e urgente”

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Thiago Lacerda, carioca de nascimento e dono de uma trajetória artística marcante, é um rosto amplamente reconhecido por seu talento na televisão, no teatro e no cinema. Desde o final dos anos 1990, quando iniciou sua carreira, ele vem construindo uma sólida trajetória repleta de personagens inesquecíveis. No cinema, já soma dez longas-metragens em seu currículo. Nos palcos, deu vida a figuras emblemáticas como Calígula, Hamlet e Macbeth. Na TV, ficou eternizado em papéis como o Lula de Malhação, Giuseppe Garibaldi em A Casa das Sete Mulheres, Aramel em Hilda Furacão e, claro, Matteo de Terra Nostra, que conquistou o país.

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Durante o Bonito CineSur, o artista de 47 anos foi homenageado pela bela iniciativa do festival ‘As Pegadas da Memória do Cinema Sul-Americano’ — uma ação realizada em parceria com a Prefeitura de Bonito, que promove uma conexão simbólica entre arte, meio ambiente e preservação da memória cultural, celebrando grandes nomes do audiovisual sul-americano. Logo após a cerimônia, em uma conversa breve, mas repleta de pontos interessantes, ele compartilhou reflexões sobre a importância do evento e os caminhos atuais do nosso cinema.

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Sobre a importância dos festivais para artistas e realizadores — especialmente como ponto de contato inicial entre a obra e o público — Thiago foi direto ao ponto:

“É de uma importância enorme. É fundamental esse encontro, essa troca, essa oportunidade de nos conectarmos com nossos pares — muitas vezes vindos de outras línguas e culturas, mas com quem, de alguma forma, nos identificamos. Está tudo ligado a esse lugar que a gente ocupa no mundo. Acho que Bonito é um espaço estratégico, central no continente, e pode muito bem se consolidar como um polo comprometido com o cinema e com as histórias que precisamos contar — histórias que nos dizem respeito. Esse lugar é maravilhoso. Qualquer reunião em torno da arte e da cultura é fundamental, importante e urgente. E inserir tudo isso num cenário mágico como esse é algo muito especial. Tenho certeza de que esse festival ainda terá muitas edições — e cada uma mais interessante que a anterior.”

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

Sobre o atual cenário audiovisual brasileiro, o ator compartilhou um depoimento marcante:

“Vivemos um momento especial — especialmente se considerarmos o que enfrentamos recentemente: um período tenebroso de ataques à arte, ao que é humano, ao afeto. Foi um tempo de violência, autoritarismo e ignorância. Mas esse tempo duro produziu um momento muito interessante e muito potente. Sinto que o brasileiro está cada vez mais interessado no cinema brasileiro. O mercado vive uma fase de ebulição e transformação, ainda com muitos ajustes a fazer. É bonito ver o cinema brasileiro nesse lugar de força, de reconhecimento, e perceber como o Bonito CineSur abraça isso. Nossa gente tem talento, tem voz, capazes de produzir um cinema que convoca e emociona pessoas ao redor do mundo. Viva o cinema brasileiro!”

Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito
Bonito CineSur 2025. Divulgação/Diego Cardoso | Fotografando Bonito

O Bonito CineSur encerra essa interessante edição no dia 02 de agosto com a entrega do Troféu Kadiweu. Acompanhe toda nossa cobertura nas redes sociais e também pelo site.