A aclamada série antológica britânica ‘I Am‘, vencedora do BAFTA e conhecida por retratar com profundidade experiências femininas, foi oficialmente renovada para uma quarta temporada pela Channel 4.
E segundo a Variety, a nova fase da produção será liderada por Nicola Coughlan — estrela de ‘Bridgerton‘, — e será composta por dois episódios intitulados I Am Helen.
A nova história será protagonizada por Coughlan ao lado de Joe Cole, conhecido por seus papéis em ‘Gangs of London‘ e ‘A Small Light‘.
Criada, escrita, dirigida e produzida por Dominic Savage, a série tem como marca registrada a colaboração criativa entre o cineasta e suas protagonistas, desenvolvendo tramas únicas para cada episódio. I Am Helen foi concebido em parceria direta com Coughlan, mantendo o formato intimista e emocionalmente cru que consagrou a antologia.
“É uma honra absoluta fazer parte da próxima história de I Am… ao lado de Dominic Savage — um talento singular e um contador de histórias profundamente comprometido com a complexidade da experiência feminina. Seguir os passos de mulheres brilhantes que já colaboraram com ele é surreal. Estou incrivelmente grata por embarcar nessa jornada”, disse Nicola Coughlan em comunicado.
Desde sua estreia em 2019, ‘I Am‘ tornou-se um fenômeno de crítica e audiência no Reino Unido, reunindo atrizes comoKate Winslet, Letitia Wright, Lesley Manville, Samantha Morton e Suranne Jones em episódios autônomos que mergulham em dilemas contemporâneos vividos por mulheres. A série explora temas como maternidade, identidade, relacionamentos abusivos, envelhecimento e autoestima — tudo com uma abordagem naturalista e visceral.
Em 2023, o episódio ‘I Am Ruth‘, estrelado por Kate Winslet, foi amplamente aclamado e venceu dois prêmios BAFTA. Outros episódios marcantes incluem I Am Nicola (com Vicky McClure), I Am Kirsty (com Samantha Morton), I Am Hannah (com Gemma Chan), e I Am Victoria (com Suranne Jones).
A nova temporada é produzida pela Me+You Productions, com produção de KrishnenduMajumdar e do próprio Dominic Savage, além de Richard Yee como produtor executivo. A série conta ainda com cofinanciamento da Sky Studios, e a distribuição internacional está a cargo da NBCUniversal Global TV Distribution.
“A colaboração entreDominic e Nicola promete ser algo verdadeiramente especial”, afirmaram Majumdar e Yee. “Estamos profundamente gratos à Channel 4 por continuar acreditando nessa poderosa série.”
“Estamos empolgados por receber novamente Dominic Savage e a incrivelmente talentosa Nicola Coughlan para I Am Helen”, disse Gemma Boswell, editora de drama da Channel 4. “A série I Am é um retrato potente e atual dos nossos tempos.”
‘I Am Helen‘ será exibido no Reino Unido pela Channel 4, com data de estreia a ser anunciada em breve.
A nova fase promete manter a força emocional que tornou ‘I Am‘ uma das antologias mais impactantes da televisão britânica recente — agora, com o carisma e a sensibilidade de Nicola Coughlan como protagonista.
Em um comovente ensaio publicado pelo The Times U.K., o baixista do Black Sabbath, Terence “Geezer” Butler, relembrou sua amizade de mais de meio século com Ozzy Osbourne, falecido no último dia 22 de julho, aos 76 anos.
O texto, carregado de memórias e emoção, destaca o reencontro final da formação original do Black Sabbath e reflete sobre a verdadeira essência do icônico vocalista, a quem Butler chama de “Príncipe da Risada”.
No dia 5 de julho, a formação clássica do Black Sabbath — Ozzy Osbourne, Geezer Butler, Tony Iommi e Bill Ward — subiu junta ao palco pela última vez em Aston, Birmingham, cidade natal da banda, durante o show beneficente Back to the Beginning.
A apresentação, que atraiu 40 mil fãs ao Villa Park e contou com participações gravadas de nomes como Dolly Parton e Elton John, foi conduzida por Jason Momoa, fã confesso do grupo. O evento arrecadou cerca de 200 milhões de dólares, revertidos para instituições como a Cure Parkinson’s, Birmingham Children’s Hospital e Acorns Children’s Hospice, em apoio à luta de Ozzy contra o Parkinson, diagnosticado em 2019.
E em sua carta de despedida ao amigo de longa data, Butler descreveu com franqueza os ensaios que precederam o show:
“Eu sabia que ele não estava bem de saúde, mas não estava preparado para ver o quanto estava fragilizado. Ele foi ajudado por dois assistentes e uma enfermeira e usava uma bengala — sendo o Ozzy, claro que era preta com pedras preciosas. Ele cantava sentado e se cansava depois de seis ou sete músicas. Quase não falava, diferente do Ozzy de antigamente. Mas seguimos adiante”.
Apesar da visível fragilidade, o grupo conseguiu preparar o espetáculo final, que, como Butler destaca, “foi um presente para os fãs e uma despedida à altura”.
No ensaio, Butler compartilha memórias de quando conheceu Ozzy nas ruas de Birmingham, ainda nos anos 1960, descrevendo o contraste entre os dois:
“Eu com cabelo longo de hippie, ele com corte curto e terno de mod. Completos opostos. Nunca imaginei que, em um ano, formaríamos uma das maiores bandas do mundo.”
Ele também descreve os bastidores da formação do Black Sabbath, incluindo o primeiro show — que terminou em briga — e a irmandade que se formou entre os integrantes.
“Ozzy podia parecer um selvagem, mas tinha um coração de ouro. Quando meu filho nasceu com um problema cardíaco, ele me ligava todos os dias para saber como eu estava, mesmo sem falarmos há mais de um ano.”
Encerrando o texto, Butler presta sua homenagem final:
“Ninguém sabia que ele nos deixaria pouco mais de duas semanas depois do show. Mas sou imensamente grato por termos tocado juntos uma última vez. Foi uma noite mágica. A energia do público, dos colegas músicos, de todos. Sou privilegiado por ter vivido ao lado dele. Foram 57 anos de amizade que não cabem em algumas páginas. Deus te abençoe, Oz. Foi uma grande jornada. Te amo!”
O legado de uma lenda Ozzy Osbourne deixa um legado imortal como fundador do heavy metal, artista solo e ícone da cultura pop. A notícia de sua morte foi amplamente lamentada por artistas como Metallica, Pearl Jam, Billy Idol, John, entre outros.
Mais do que o Príncipe das Trevas, para quem o conhecia de perto, Ozzy sempre foi o Príncipe da Risada — um showman irreverente, generoso e inesquecível.
Durante sua passagem pela San Diego Comic-Con para promover a série ‘Butterfly‘, da Prime Video, a atriz Piper Perabo reacendeu a esperança dos fãs ao confirmar que há conversas em andamento sobre uma possível sequência de ‘Show Bar‘.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Perabo foi questionada sobre os rumores que circulam há anos a respeito de uma continuação do filme lançado há quase 25 anos. Escolhendo bem as palavras, a atriz respondeu:
“Tem havido algumas discussões sobre isso. Algumas coisas estão sendo discutidas. Não posso dizer muito, mas pessoas que estiveram envolvidas no original estão conversando sobre como fazer algo novo.”
Segundo a atriz, o interesse não se limita apenas aos envolvidos na produção original:
“Há muita gente trabalhando nisso agora. Algumas pessoas que nem eram consideradas essenciais estão dizendo: ‘Ah, mas eu quero estar nesse projeto’. Então, as conversas estão em andamento.”
Quando perguntada se já existe um roteiro em desenvolvimento, Perabo foi evasiva:
“Não posso falar sobre isso. Mas posso dizer que as pessoas-chave estão em contato e pensando em como avançar com algo novo.”
Um clássico cult do início dos anos 2000
Lançado em agosto de 2000, ‘Show Bar‘ acompanha a história de Violet Sanford (Perabo), uma jovem compositora que se muda para Nova York e acaba trabalhando no bar Coyote Ugly, conhecido por suas bartenders carismáticas que dançam no balcão. O elenco conta ainda com Adam Garcia, John Goodman, Maria Bello, Izabella Miko, Tyra Banks, Bridget Moynahan e Melanie Lynskey.
Apesar de críticas mistas na época do lançamento, o longa arrecadou mais de US$ 114 milhões mundialmente e conquistou status de cult ao longo dos anos — muito graças à trilha sonora, que inclui o hit “Can’t Fight the Moonlight”, interpretado por LeAnn Rimes e composto por Diane Warren.
Enquanto a possível continuação não se concretiza, Perabo pode ser vista em ‘Butterfly‘, série de suspense inspirada na HQ da BOOM! Studios criada por Arash Amel. A produção segue David Jung (vivido porDaniel Dae Kim), um ex-agente de inteligência dos EUA que vive na Coreia do Sul e tem sua vida virada do avesso por decisões de seu passado.
Quando paramos para pensar em comédias-pastelão hollywoodianas, Adam Sandler é um dos nomes que nos vêm à cabeça de imediato. O ator, produtor e roteirista é o nome por trás de alguns dos filmes mais rentáveis das últimas décadas, aliando-se a um time conhecido de performers que estrelam produções de grande apreço pelo público – ainda que duramente massacradas pelos críticos ao redor do mundo. E, dentro de uma prolífica carreira, um dos títulos mais famosos protagonizados por Sandler é ‘Um Maluco no Golfe’: lançado em 1996, a trama acompanhou Happy Gilmore, um rapaz com ímpetos raivosos que usou suas incríveis habilidades no golfe para se tornar um astro do esporte e salvar a casa de sua avó, que está prestes a ser hipotecada.
Através de um bom humor e de homenagens aos clássicos do gênero, Sandler criou um filme que alcançaria status cult entre seus fãs – e que, quase três décadas mais tarde, ganharia uma inesperada sequência. Considerando o contrato multimilionário que assinou com a Netflix, não foi nenhuma surpresa quando a plataforma de streaming anunciou o lançamento exclusivo do longa-metragem: disponibilizado no último dia 25 de julho, a produção é uma narrativa surpreendentemente sólida que apresenta dois atos sólidos àqueles que procuram uma diversão “boba” para o final de semana e que se perde em uma conclusão rápida demais para condizer com o restante do enredo.
A trama traz Sandler de volta como Happy, que aposentou os tacos de golfe após ser responsável pela acidental morte da esposa, Virginia (Julie Bowen). Afundando-se na bebida e responsável por cinco filhos, Happy perde a casa da família e se muda para um “fim de mundo” com a filha mais nova, Vienna (Sunny Sandler), enquanto seus filhos vivem a própria vida. Ainda que esteja complacente com um cotidiano que, de fato, não tinha premeditado, ele se vê num dilema ao perceber o potencial de Vienna para o ballet sendo desperdiçado pela falta de prospecto e por sua constante culpa que insiste em assombrá-lo como um fantasma. Dessa maneira, ele decide voltar à ativa, trilhando a passos curtos um retorno glorioso para a fama que outrora tinha – e enfrentando uma nova geração de golfistas que o coloca em conflito iminente consigo mesmo.
Para a sequência, Sandler se une novamente a Tim Herlihy para firmar um roteiro que sabemos como será desenvolvido: enquanto o filme original nos apresentou a um anti-herói, aqui somos convidados a vê-lo na terceira idade e no momento em que atinge o fundo do poço – tentando recuperar os dias de glórias através de uma personalidade inconsequente e que lhe custa cada vez mais caro. Porém, como é costumeiro em produções assim, as coisas acabam dando certo e somos engolfados em uma mensagem de bonança e da celebração da família que pode até ser superficial, mas faz sentido dentro do que nos é apresentado. É claro que o ato de conclusão do longa, como mencionado acima, é dotado de ocasionalismos exagerados demais para serem palpáveis e parecem apenar tapar buracos e correr com a história.
Kyle Newachek, responsável pela direção da obra, tem um apreço considerável e bem claro às icônicas esquetes em vaudeville de ‘Os Trapalhões’, imbuindo uma continuidade estilística e técnica de outros projetos estrelados e produzidos por Sandler. Em outras palavras, há um preciosismo em relação à comédia física e a uma estranha inclinação a piadas escatológicas que ganha vida efêmera em meio a tantas coisas familiares; mas é o comprometimento com a falta de seriedade que nos faz comprar essa “farofada” audiovisual, e o modo como Sandler presta homenagem a um de seus projetos favoritos.
A sequência pode até parecer apaixonada demais pelo filme anterior, chegando em certos momentos a inflar o verdadeiro impacto guiado por Happy Gilmore; porém, é possível ver que o coração dessa patacoada esportiva está no lugar correto e o elenco faz questão de se divertir do começo ao fim com seus respectivos personagens. Temos Christopher McDonald reprisando seu papel como Shooter McGavin em um arco de redenção ao lado de Happy; Bad Bunny trazendo uma ótima presença como Oscar Mejías, carregador dos tacos de golfe de Happy que tem o sonho de abrir seu próprio negócio; Benny Safdie como Frank Manatee, CEO de uma empresa de bebidas que quer enterrar o jeito antigo de jogar golfe e criar outro tipo de competição; e Ben Stiller retornando como Hal L., o charlatão e abusivo líder de um grupo de reabilitação e que nos foi introduzido em ‘O Halloween do Hubie’.
De fato, não há nada de novo a ser visto em ‘Um Maluco no Golfe 2’ além de uma nostalgia prática e que é destinada aos fãs inveterados de Adam Sandler. Porém, se conseguirmos deixar de lado os óbvios deslizes, é muito provável que o resultado seja aprazível o suficiente para aqueles que não procuram algo difícil de ser acompanhado.
Desde sua estreia nos cinemas brasileiros, em 1º de maio, Homem com Hjá ultrapassou a impressionante marca de 600 mil espectadores. A produção, escrita e dirigida por Esmir Filho, acumula mais de R$13 milhões em bilheteria, segundo dados do Filme B (Box Office Brasil). E o sucesso não parou por aí: após a estreia no catálogo da Netflix, em 17 de junho, disponível em mais de 190 países, o filme alcançou o segundo lugar no ranking dos melhores filmes de 2025 no Letterboxd, a famosa comunidade online de cinéfilos — perdendo apenas para Pecadores, de Ryan Coogler.
Muito desse êxito se deve à figura lendária de Ney Matogrosso, que inspira a trama. Porém, mesmo quem não é fã se surpreende com a atuação hipnotizante deJesuíta Barbosa (Tatuagem), a fotografia vibrante deAzul Serra (Senna) e, claro, a direção ousada e sensível de Esmir Filho.
Mas você conhece os trabalhos anteriores desse diretor talentosíssimo? Se não conhece, a gente te conta! Esmir tem outras obras que merecem ser descobertas — e, sinceramente, sou fã desde o curta Saliva. Abaixo, listamos seus principais trabalhos e onde assisti-los. E se ainda não viu Homem com H, veja!
Curtas-metragens
Tapa na Pantera (2006)
Um verdadeiro clássico da era inicial do YouTube no Brasil. Com pouco menos de quatro minutos, o curta traz Maria Alice Vergueiro — falecida em 2020 — em um monólogo confessional hilário e provocador, onde uma senhora fala abertamente sobre seus 30 anos de uso de maconha. A naturalidade e o tom documental do vídeo fizeram com que muitos acreditassem se tratar de uma história real.
O curta virou febre entre os jovens da época e somou mais de 5 milhões de visualizações só no YouTube, tornando Maria Alice Vergueiro uma celebridade instantânea. A direção é compartilhada com os cineastas Mariana Bastos (Raquel 1:1) e Rafael Gomes (Música Para Morrer de Amor).
Selecionado para a Semana da Crítica do Festival de Cannes, Salivaé um curta sensorial e poético sobre o despertar do desejo. Através do olhar de uma adolescente (Mayara Comunale), Esmir Filho cria um universo subjetivo e carregado de sensações sobre o primeiro beijo. Com uma linguagem visual marcante, seu segundo curta solo já demonstrava o talento do diretor para lidar com temas íntimos de maneira ousada.
Formado em Cinema pela FAAP, entre 2004 e 2006, Esmir Filho produziu seis curtas-metragens, além dos dois supracitados. Os que também merecem ser conferidos são: Vibracall (2006) e Alguma Coisa Assim (2006), ambos com co-direção de Mariana Bastos. Este último tornou-se um longa homônimo nove anos depois, após ser premiado como Melhor Roteiro na Semana da Crítica do Festival de Cannes de 2006.
Após passar por diversos festivais nacionais e internacionais com seus curtas,Esmir Filho lança seu primeiro longa,Os Famosos e os Duendes da Morte, na mostra Geração do Festival de Berlim, também exibido no Festival de Locarno e premiado duplamente pela FIPRESCI e com o troféu Redentor de Melhor Filme no Festival do Rio.
Adaptado do livro homônimo de Ismael Caneppele — que também atua na obra —, o título é um coming-of-age onírico que externaliza os anseios e as frustrações de jovens de uma cidadezinha no sul do Brasil. O protagonista, Mr.Tambourine Man (Henrique Larré), sonha em deixar sua cidade natal para assistir a um show de Bob Dylan, mas parece estar preso, sem esperança, até conhecer Jingle Jangle (Tuane Eggers) com quem pode compartilhar suas angústias. Quem nunca se sentiu assim na adolescência?
Ao invés de simplesmente ampliar o curta lançado em 2006, Esmir Filho— novamente ao lado de Mariana Bastos — resolveu criar uma continuação para os personagens Gabi (Caroline Abras) e Caio (André Antunes). Com base na pequena história de amor vivida pelos dois no curta Alguma Coisa Assim, nove anos depois, Gabi mora em Berlim e eles se reencontram e se conectam em uma relação entre amizade, desejo e cumplicidade. Acompanhamos as transformações dos personagens e os desafios da fase adulta pelas ruas da capital alemã e alguns momentos oníricos.
Lançado na época da pandemia, o projeto autoral deEsmir Filhocom Andréa Beltrão e Marina Lima naufragou com uma recepção fria da crítica e do público, pois apesar da sua prodigiosa cinematografia os personagens são tediosos.
Exibido na 44ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, a trama segue a poderosa empresária Frederica (Andréa Beltrão), que prepara uma festa de Ano-Novo em uma praia isolada, enquanto enfrenta uma crise no casamento com o fotógrafo Constantin (Alfredo Castro) e lida com a partida da sua filha adolescente (Fernanda Pavanelli) para estudar no exterior.
Onde assistir: ClaroTV+
Séries na TV e no streaming
Tudo que é Sólido Pode Derreter (2009)
Antes de se tornar cineasta de longas, Esmir Filho — ao lado do parceiro de longa data Rafael Gomes — criou a série educativa de 13 episódios sobre as descobertas da adolescente Thereza para a TV Cultura. Protagonizada por Mayara Constantino, o projeto teve apenas uma temporada e está inteiramente disponível no YouTube. Onde assistir: YouTube.
Lançada na Netflix sem marketing e no auge da pandemia, Boca a Boca era uma série com tudo para chegar à segunda temporada: personagens envolventes, mistérios e um bom gancho. A obra, entretanto, não conseguiu figurar nos TOP 10 nacional e internacional da plataforma de streaming e foi encerrada em seguida. Apesar da belíssima fotografia de Azul Serra — o mesmo de Homem com H—, a criação de Esmir Filho em tons de neon acabou antes de ter espaço para acontecer.
Com o sucesso da cinebiografia, o seriado de seis episódios tem chegado aos ouvidos de mais pessoas, principalmente dos jovens — o público-alvo do projeto. Para quem não conhece,Boca a Boca acompanha adolescentes de uma cidadezinha do interior do Brasil que são ameaçados por uma infecção transmissível pelo beijo. Com uma trama sinistra e contemporânea, a série retrata os desejos de uma juventude digitalmente conectada. A direção de Esmir Filho é compartilhada, em alguns episódios, com a rainha do terror brasileiro, Juliana Rojas.
Já conhecia todas essas obras ou ficou curioso para conhecer? Clique nos links e confira! Em breve, vamos mergulhar na carreira de Jesuíta Barbosae explorar sua filmografia.
Chelsea Simmons (Sidney Prescott) deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.
Além do aguardado quinto capítulo da franquia original, a DreamWorks está trabalhando em um spin-off focado no Burro, o tagarela “fiel escudeiro” e melhor amigo de Shrek.
As boas novas foram oficialmente confirmadas por Eddie Murphy, que dubla o icônico personagem, em entrevista ao Screen Rant. Durante a conversa, o ator confirmou que o projeto em questão será um longa-metragem de maneira similar aos focados no Gato de Botas (Antonio Banderas).
“Não, o Burro vai [ganhar um filme] como o do Gato de Botas. O Burro vai ter seu próprio filme, sua própria historinha com sua esposa dragão e seus filhos, que são meio dragão e meio burro”, Murphy conta. “Eles escreveram uma história engraçada. Vamos fazer isso, começando em setembro”.
O ator também aproveitou para revelar que ainda está gravando suas falas para ‘Shrek 5’.
“Não, eles ainda estão fazendo as dublagens. Ainda estamos na cabine e, literalmente, ainda estamos fazendo ‘Shrek’. Começamos em setembro com [o filme focado no] Burro”, ele disse.
Vale lembrar que ‘Shrek 5’ tem estreia agendada para o dia 23 de dezembro de 2026.
Mais detalhes sobre o quinto filme da franquia não foram revelados.
‘Shrek’ tornou-se uma das produções mais conhecidas do século e conta com quatro longas-metragens e uma mini-franquia spin-off intitulada ‘Gato de Botas’. Os seis filmes desse universo cinemático arrecadaram nada menos que US$4,01 bilhões ao redor do mundo.
Ainda que continuamente mal-visto pelos olhos de estudiosos e críticos mais tradicionais, o gênero das comédias adolescentes tem uma importância significativa no cenário cinematográfico e, com mais normalidade do que imaginamos, serve como uma espécie de porta de entrada para novas gerações de cinéfilos à sétima arte.
E, neste século, houve produções que não apenas resgataram nosso interesse por narrativas do gênero, como caíram no gosto do público e dos especialistas ao apresentar perspectivas diferentes a tropos bastante conhecidos – como a presença de um narrador em primeira pessoa, situações quase absurdas que mergulham os protagonistas em um amadurecimento compulsório, e, é claro, coadjuvantes arquetípicos que tem impacto significativo na jornada do nosso herói ou da nossa heroína.
Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando as cinco melhores comédias teen dos últimos 25 anos.
Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:
Antes de se sagrar como uma das grandes realizadores da atualidade com ‘Barbie’ e ‘Adoráveis Mulheres’, Greta Gerwig fez sua estreia diretorial solo com o ótimo e sagaz ‘Lady Bird: A Hora de Voar’. Aqui, Gerwig também fica responsável pelo roteiro e constrói uma dramédia coming-of-age que conta não apenas com personagens bastante complexos, como com um afiado roteiro recheado de jogos metafóricos inesperados e instigantes e uma preciosidade técnica que, por incrível que pareça, não se rende ao pedantismo criativo e serve como reflexo de uma experiência quase universal.
Estrelado por Saoirse Ronan, que foi indicada ao Oscar por seu irretocável trabalho como a “anti-heroína” titular, a trama acompanha Christine McPherson, uma jovem no último ano do colégio e o que mais deseja é sair de sua cidade para fazer faculdade, ideia rejeitada por sua mãe. Lady Bird, como a garota exige ser chamada, não se dá por vencida e leva o plano de ir embora adiante mesmo assim. Enquanto a hora não chega, ela se divide entre as obrigações estudantis no colégio católico, o primeiro namoro, típicos rituais de passagem para a vida adulta e inúmeros desentendimentos com a progenitora.
4. QUASE DEZOITO (2016)
Ainda no início de sua prolífica carreira, Hailee Steinfeld estrelou a ótima e subestimada comédia dramática ‘Quase Dezoito’, trazendo e volta as incursões adolescentes a um cenário marcado pela superpopularização de filmes de herói e blockbusters. Ao encarnar a protagonista desse singelo e honesto projeto, Steinfeld conquistou os espectadores ao singrar pelas atribulações da adolescência e da iminência de uma fase que não irá mais voltar – através de uma pequena joia cinematográfica construída por Kelly Fremon Craig.
A trama acompanha Nadine, uma adolescente que enfrenta uma difícil situação desde que sua melhor amiga, Krista, está namorando com o seu irmão mais velho, Darian. Nadine se sente mais sozinha do que nunca, ao menos até começar uma amizade com um jovem atencioso – e perceber que a vida não é tão fácil quanto imaginava.
Projeto a projeto, Emma Stone vem provando seu merecido lugar como uma das maiores atrizes de sua geração – tendo encabeçado de maneira exímia e invejável filmes como ‘La La Land’ e ‘Pobres Criaturas’ (ambos tendo lhe garantido estatuetas do Oscar de Melhor Atriz). E, quando voltamos para o início de sua carreira, encontramos algumas gemas que mereciam mais reconhecimento – como é o caso do irretocável ‘A Mentira’, que conta não só com uma sólida direção de Will Gluck, mas com um trabalho aplaudível da performer.
Servindo como uma releitura autoconsciente e modernizada do clássico ‘A Letra Escarlate’, o longa-metragem traz Stone como Olive Penderghast, uma jovem do ensino médio que nunca teve relações sexuais. Cansada do questionamento constante de sua melhor amiga, Rhiannon (Aly Michalka), ela cria a mentira de que perdeu a virgindade com um cara mais velho. Porém, o que ela não imaginava é que esse pequeno “causo” viraria sua vida de cabeça para baixo.
Um ano depois do sucesso de ‘Sexta-Feira Muito Louca’, Mark Waters resolveu se manter no escopo das comédias adolescentes. É claro que, considerando a generosa quantidade de obras lançadas na década de 1990, Waters já teria um respaldo para trazer a perspectiva da famigerada high school para a contemporaneidade e a geração millenial que só agora chegava aos temores do colégio. E foi da forma mais inesperada e irreverente possível que ele conseguiu arquitetar um dos longas mais memoráveis de todos os tempos: ‘Meninas Malvadas’.
Imortalizado por um elenco que incluiu Lindsay Lohan, Rachel McAdams, Lacey Chabert e Amanda Seyfried e por um contínuo impacto na indústria do entretenimento, o longa-metragem acompanha Cady Heron, uma jovem que foi educada na África pelos seus pais cientistas. Quando sua família se muda para o subúrbio, nos Estados Unidos, Cady começa a frequentar a escola pública e recebe uma rápida introdução às leis de popularidade que dividem seus colegas. Sem querer, ela acaba no meio de um grupo de elite de estudantes apelidadas “as poderosas”.
Em 2007, Jason Reitman encabeçou um dos projetos mais memoráveis do século, que influenciou praticamente todos os longas-metragens do gênero nos anos subsequentes: ‘Juno’. O filme, que conquistou merecidamente o Oscar de Melhor Roteiro Original, é uma aposta certeira em um elenco de peso que navega pelas complexidades da vida e da efemeridade da juventude através de uma narrativa mais profunda do que aparenta e que mescla arquétipos imutáveis em personagens profundos e apaixonantes.
Estrelado por Elliot Page, Michael Cera, Jennifer Garner e outros, o filme também conquistou outras indicações aos prêmios da Academia, incluindo Melhor Filme, e é eternizado quase três décadas depois de seu lançamento. A trama acompanha a jovem Juno MacGuff, que engravida do melhor amigo, decide ter o bebê e o entrega para adoção. Então, ela escolhe um roqueiro fracassado e sua mulher dedicada para serem os pais adotivos da criança.
Depois do sucesso de Culpa (2018), longa ambientado inteiramente dentro de uma central de emergência, o diretor sueco Gustav Möller retorna comFilhos (Vogter, no original), um drama psicológico que mais uma vez explora a tensão e o suspense em espaços fechados. Ao lado do roteirista Emil Nygaard Albertsen, Möller entrega uma obra mais rica e perspicaz do que sua estreia, mergulhando o espectador numa atmosfera de questionamento, aprisionamento e inquietação — desta vez, pelos olhos da atriz dinamarquesa Sidse Babett Knudsen(Clube Zero).
Apresentado na mostra competitiva do Festival de Berlim em 2024, Filhos é uma experiência de imersão em um ambiente hostil e inesperado. A protagonista, Eva (Sidse Babett Knudsen), é uma agente penitenciária dedicada, atenciosa e aparentemente equilibrada. Atua na ala de baixa periculosidade da prisão, onde estimula os detentos a continuarem os estudos e adquirirem habilidades para a vida fora das grades — um verdadeiro exemplo de ressocialização. A rotina de Eva, marcada por serenidade e controle quase maternal sobre os presos, é abalada pela chegada de um novo detento à área de segurança máxima.
Algo nesse novo prisioneiro alto e musculoso, Mikkel (Sebastian Bull), mexe profundamente com Eva. Em um piscar de olhos, ela passa de uma profissional exemplar a uma figura obsessiva: o persegue pelas câmeras de segurança e, de forma manipuladora, consegue ser transferida para sua ala. A mulher gentil dá lugar a uma carcereira cruel, provocadora e calculista. Começa negando pequenos privilégios ao detento, como cigarros, e chega a implantar provas falsas contra ele. Extremamente bem amarrado, o roteiro nos mantém em constante estado de especulação, liberando as motivações da protagonista em doses mínimas — nem mesmo ela compreende, de início, suas reais intenções.
Não é preciso dizer que Gustav Möller não hesita em sacrificar a lógica em nome da tensão narrativa. Eva, com 1,68m, enfrenta um homem imponente com mais de 1,85m, e ainda assim, é ela quem domina. A relação entre os dois se torna um jogo de poder perturbador, onde confiança e manipulação se confundem. Mikkel não está na zona de segurança máxima por acaso — ele é perigoso. Ainda assim, é Eva quem parece mais imprevisível.
Apesar de se passar num presídio,Filhosnão é exatamente sobre a vida carcerária ou a violência, mas um ponderamento sobre vingança e redenção. Para alcançar essa reflexão, é necessário atravessar um intenso embate psicológico. A dinâmica entre Eva e Mikkel, embora improvável, é construída com tanta densidade emocional que se torna plausível. Há algo fascinante em ver Eva se deixar seduzir por essa reviravolta do destino, como se o sistema — e a justiça — estivessem finalmente lhe oferecendo uma chance de reescrever um capítulo crucial de sua vida.
A atriz Sidse Babett Knudsen entrega uma performance marcante e seu domínio das nuances emocionais de Eva é impressionante: transita entre frieza e ternura, rigidez e vulnerabilidade, com uma intensidade que prende o espectador. Eva é uma personagem marcada por uma profunda contradição entre a justiça civil e sua busca pessoal por reparação. Seu maior dilema é deixar a vida seguir seu curso sem intervir — algo que ela já não conseguiu fazer no passado, com consequências devastadoras.
O filme ganha uma nova camada quando o passado dos dois personagens é revelado. Nesse momento, o espectador se vê questionando: quem está protegendo quem? Quem irá atacar primeiro? A presença de Mikkel parece preencher, ainda que de maneira distorcida, um vazio brutal na vida de Eva. Há dor, culpa e uma necessidade desesperada de controle e reconexão.
Assim como em Culpa, Gustav Möller coloca no indivíduo o peso da decisão, do erro e da ausência de um sistema efetivo de segurança, saúde mental, ressocialização e punição. Se no seu microssistema a ordem falha, é porque, no macro, não existem respostas para aquilo que já não pode ser consertado.
Na lógica de Michel Foucault no livro Vigiar e Punir, todos nós somos prisioneiros de uma sociedade que exige condutas corretas e pune severamente os desvios. Filhos é um filme fabuloso nesse aspecto. Sua estrutura prende a atenção e nos faz repensar nossos próprios passos no contexto social. O que faríamos no lugar de Eva? Möller conduz um drama tenso e psicológico, que transforma o aprisionamento físico em metáfora para nossas próprias prisões internas.
Lançado em fevereiro de 2024 no Festival de Berlim,Filhos chega aos cinemas brasileiro nesta quinta-feira, dia 31 de julho, com distribuição da Mares Filmes.
No último sábado (26), teve início a aguardada Mostra Competitiva da terceira edição do Bonito CineSur. Dois longas-metragens abriram os trabalhos — um na Competitiva de Filme Ambiental e outro na Competitiva Sul-Americana — e empolgaram o público presente no Auditório Kadiwéu, no Centro de Convenções de Bonito. Um golaço da curadoria, que começou com o pé direito!
Abrindo a disputa pelo Troféu Pantanal, o longa-metragem Kopenawa: Sonhar a Terra-Floresta, de Marco Altberg e Tainá de Luccas, foi aplaudido com entusiasmo ao final de sua exibição. Também apresentado recentemente no Festival Cinemato, o filme oferece um mergulho sensível, marcante e profundo nas reflexões e desafios enfrentados pelo povo Yanomami, a partir da perspectiva de Davi Kopenawa Yanomami — líder indígena e um dos grandes defensores da Amazônia. Uma obra potente, que provoca e transforma, despertando novos olhares para questões sociais urgentes.
Encerrando a noite, o aguardado Oro Amargo justificou cada segundo da expectativa. Dirigido por Juan Olea, o longa não oferece respiros nem alívios: parte de uma relação aparentemente simples entre pai e filha para arrastar o público a uma realidade crua e visceral, filtrada pelo olhar de uma protagonista encurralada em um contexto social sufocante. Intenso e implacável, o filme capturou a atenção do início ao fim, consolidando-se desde já como um dos fortes candidatos ao Troféu Pantanal nesta edição de 2025.
As exibições no Bonito CineSur continuam ao longo dessa próxima semana. O Cinepop está realizando a cobertura do Bonito CineSur 2025, acompanhem tudo pelo site e nossas redes sociais.
Sucesso! O live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa conseguiu superar arrecadação total da animação ‘Como Treinar o seu Dragão 3‘ (US$539.9M), tornando-se a segunda maior bilheteria da franquia – atrás apenas do segundo filme (US$621.5M).
Atualmente, o longa se encontra no TOP 5 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9B), ‘Lilo & Stitch‘ (US$1B), ‘Um Filme Minecraft‘ (US$955.1M), ‘Jurassic World: Recomeço‘ (US$718.3M).
Nos EUA, a produção já soma US$ 257 milhões. No mercado internacional, foram US$ 348.8 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 605.9 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados conta com o China (US$38.7M), México (US$36.3M), Reino Unido (US$27.8M), Brasil (US$20.5M) e França (US$18.5M).
Vale lembrar que o live-action registrou uma estreia global de US$ 197.8 milhões – o que representa o quarto maior lançamento do ano, atrás apenas de ‘Um Filme Minecraft‘, ‘Lilo & Stitch‘ e ‘Ne Zha 2‘.
Com 77% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a nova versão também parece ter agradado os espectadores após receber uma nota A no CinemaScore.
Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisa seu papel na adaptação.
Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn James, Harry Trevaldwyn e Ruth Codd também estrelam.
Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.
Atualmente, o filme se encontra no TOP 7 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas de ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9M), ‘Lilo & Stitch‘ (US$1B), ‘Um Filme Minecraft‘ (US$955.1M), ‘Jurassic World: Recomeço‘ (US$718.3M), ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ (US$605.9M) e ‘Missão: Impossível – O Acerto Final‘ (US$591.9M).
Além disso, seu desempenho representa a maior bilheteria da história para um filme original da Apple, superando produções populares como ‘Assassinos da Lua das Flores‘ (US$158M) e ‘Napoleão‘ (US$221M).
Nos EUA, a produção arrecadou US$ 165.5 milhões. Internacionalmente, foram US$ 344.1 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 509.6 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$35.8M), Reino Unido (US$24.4M), França (US$18.7M), México (US$18.1M) e Austrália (US$15.3M).
Vale lembrar que o filme registrou US$ 144 milhões em sua estreia global, tornando-se o maior lançamento da história para uma produção da Apple Original Films.
Apesar de ter contado com um orçamento gigantesco em torno de US$ 250 milhões, o Variety destaca que a Apple não depende do retorno nas bilheterias como os estúdios tradicionais. Suas produções são usadas como marketing para seu serviço de streaming, a Apple TV+.
Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma excelente nota A do público no CinemaScore.
Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.
Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.
Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.
‘Godzilla Minus One’ foi um verdadeiro sucesso e, além do sucesso crítico e comercial, tornou-se o primeiro filme da icônica franquia kaiju a levar um Oscar para casa.
Agora, detalhes sobre a já confirmada sequência ganharam os palcos da SDCC 2025 durante o painel especial que celebrou os setenta anos da saga.
Durante o evento, foi revelado que as gravações do próximo filme começarão em 30 de agosto deste ano. Apesar de mais detalhes não terem sido revelados, sabe-se que o projeto manterá o estilo retrô do filme original.
O longa será rodado sobre o vago título de produção Super Blockbuster Monster Movie e trará Takashi Yamazaki de volta à cadeira de direção.
Thank you to everyone who joined us for “Godzilla at 70: Seven Decades of the King of the Monsters” at #SDCC2025!
Lembrando que ‘Godzilla Minus One’ está disponível na Netflix.
O filme se passa em um Japão social e economicamente devastado após o término da Segunda Guerra Mundial, na qual o país saiu perdendo. A situação chega a um nível ainda mais crítico quando uma gigantesca e misteriosa criatura surge do mar para assolar o país, o temível kaiju. Sob esse pano de fundo, sentindo-se como se tivesse enganado a morte muitas vezes, está Kōichi Shikishima (Ryunosuke Kamiki), um piloto Kamikaze. E quando seu grupo é atacado na Ilha Odo, com muitos engenheiros de aviões de guerra mortos pelo monstro gigantesco, uma enorme culpa pesa sobre Shikishima, agora sobrevivente.
Entrando em uma missão pessoal para defender suas pessoas queridas e vingar a morte de seus companheiros, Shikishima se une a um grande grupo de veteranos de Guerra, para finalmente derrotar o monstro conhecido como Godzilla.
Sucesso! A sequência ‘Jurassic World: Recomeço‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais.
Atualmente, o filme se encontra no TOP 4 das maiores arrecadações do ano, atrás apenas do fenômeno chinês ‘Ne Zha 2‘ (US$1.9B), ‘Lilo & Stitch‘ (US$1B) e ‘Um Filme Minecraft‘ (US$955.1M).
Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 301.5 milhões. Internacionalmente, foram US$ 416.8 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 718.3 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$71.9M), Reino Unido (US$33.8M), México (US$28.9M), Alemanha (US$20.5M) e França (US$17.9M).
Vale lembrar que o novo capítulo da franquia registrou uma estreia doméstica de US$ 147.3 milhões no final de semana estendido do Dia da Liberdade.
Para termos de comparação, a produção arrecadou US$ 91.5 milhões no final de semana regular, ficando abaixo do lançamento das iterações anteriores da saga, ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘ (US$208M), ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘ (US$148M) e ‘Jurassic World: Domínio‘ (US$145M).
Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.
Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.
David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.
A trama acompanha o grupo de desajustados Vox Machina, um time de improváveis heróis que gosta de beber e brigar. Eles recebem a missão de salvar o reino de Exandria de uma ameaça mortal que utiliza magias ocultas e obscuras. Durante o percurso, eles terão de enfrentar diversos inimigos poderosos, testando não apenas suas habilidades em batalha, mas também seu vínculo enquanto grupo.
A série foi criada por Matthew Mercer, que também estrela a produção.
Em 1999, Stephen Sommers deu vida a um dos projetos mais divertidos e subestimados da década: ‘A Múmia’. Estrelado por Brendan Fraser e Rachel Weisz, o longa-metragem inspirado nos clássicos de monstros da Universal Pictures apresentou uma perspectiva mais cômica a narrativas do gênero, apostando fichas em conhecidos tropos da comédia e da aventura – e que, em retrospecto, posou como um sólido corpo artístico que cumpriu com o esperado. Alguns anos depois, Sommer foi contratado pelo estúdio para comandar mais uma produção que integrasse esse expansivo cosmos: ‘Van Helsing: O Caçador de Monstros’.
Estrelado por Hugh Jackman, o longa-metragem nos leva para o final do século XIX e acompanha Gabriel Van Helsing, um habilidoso e odiado caçador de monstros que é visto por um pária pela sociedade – principalmente por seus métodos nada convencionais de exterminar qualquer ameaça que se coloque à sua frente. Após matar Dr. Jekyll e seu psicótico alter-ego Sr. Hyde, Van Helsing é requisitado pela Igreja do Vaticano para viajar até a Transilvânia e impedir os malignos planos do Conde Vladislaus Drácula (Richard Roxburgh), além de garantir que Anna (Kate Beckinsale) e Velkan (Will Kemp), últimos descendentes vivos da família Valerious, sejam assassinados. Porém, o caçador não poderia imaginar que segredos sobre sua própria vida seriam trazidos à tona em meio a uma luta pela sobrevivência.
Apesar de ter arrecadado mais de US$300 milhões ao redor do mundo, o filme foi massacrado pela crítica internacional, que o caracterizou como uma narrativa “vazia e impactada pelo excesso de CGI”, como apontou o consenso do Rotten Tomatoes. Entretanto, quando paramos para revisitá-lo, percebemos que Sommers não tem qualquer intenção além de nos entregar um bom entretenimento – apostando fichas em uma emulação dos projetos que encabeçou, mas abrindo espaço para incursões do terror e da ação de forma despojada e prática. Em outras palavras, talvez a fraca recepção tenha sido injusta e exagerada, visto que, no final das contas, nos divertimos com o que nos é apresentado.
O diretor tem uma clara visão do que quer nos entregar e faz isso ao abraçar uma veia teatral e propositalmente exagerada em cada um dos aspectos: desde a construção das criaturas que permeiam essa aventura até o já mencionado uso incessante de efeitos visuais, toda a arquitetura camp funciona dentro dos limites autoimpostos e dá espaço para a química do elenco vibre nas telonas – eventualmente, tornando-se o elemento de maior sucesso.
Jackman encarna Van Helsing de modo a se divertir como nunca, mergulhando de cabeça em uma jornada clara o suficiente para ser acompanhada. Afinal, o protagonista titular funciona como um arquétipo de qualquer outra história heroica a que já tenhamos assistido ou lido em nossa vida – um homem marcado por traumas que é visto como um justiceiro impiedoso e que, na verdade, está apenas tentando encontrar seu lugar e sua missão em um mundo que o deseja morto. E, acompanhando-o nessa empreitada, temos a presença de Beckinsale como a magnética Anna, que abraça a missão da família em destruir Drácula e suas esposas para não condenar o nome Valerious à eternidade no Purgatório.
Enquanto a dupla principal faz um bom trabalho, outros membros do elenco têm seu momento de brilhar e, se compreendermos a ambientação hiperbólica em que estão inscritos. Roxburgh foi um dos que mais atraiu comentários negativos ao encarnar o Conde Drácula, porém, é notável como o astro o transforma em uma rendição operística e melodramática de um dos personagens mais memoráveis de todos os tempos. E, em meio a maneirismos circenses, ser envolvido por uma performance tão descontraída quanto esta não é uma tarefa difícil – ainda mais com a presença de Elena Anaya, Silvia Colloca e Josie Maran como o trio de noivas do perigoso vampiro, temperando a obra com presenças bastante chamativas.
Responsável também pelo roteiro, Sommers escorrega em momentos-chave ao se inclinar demais para clichês e ocasionalidades cansativas – mas, ainda que cometa esses deslizes, o diretor demonstra um comprometimento com sequências que nos tiram o fôlego, como a cena do baile ou até mesmo o confronto final entre Van Helsing e Drácula e entre Anna e Aleera. E, entre escolhas certeiras e errôneas, o apreço do realizador por imbuir histórias lendárias sob um mesmo escopo demonstra a clara homenagem que faz a nomes como Bram Stoker, Mary Shelley e George Waggner (autores que lhe inspiraram para gestar o longa).
‘Van Helsing: O Caçador de Monstros’ pode não ser o melhor filme da história e ter seus óbvios excessos – todavia, ele nunca teve a intenção de reinventar a roda ou oferecer uma perspectiva nova para o gênero discorrido, preferindo, dessa forma, calcar uma trajetória funcional e interessante de ser acompanhada. E, se pudermos deixar o olhar mais técnico de lado, revisitá-lo mais de duas décadas depois de seu lançamento nos cinemas não é uma tarefa difícil e, com certeza, servirá como um bom entretenimento para um dia de descanso.
Lembrando que o filme está disponível no Prime Video.
Segundo o Deadline, o vencedor do Tony Award Cole Escola (‘Oh, Mary!’) foi escalado para a nova animação da Warner Bros. Pictures, ‘Margie Claus’.
Escola se junta a Melissa McCarthy(‘Poderia Me Perdoar?’), que será a protagonista titular e produtora do longa-metragem.
Em ‘Margie Claus‘, acompanhamos a adorável e atrapalhada Margie, esposa do Papai Noel, que leva uma vida tranquila e afastada dos holofotes no Polo Norte. Mas tudo muda quando, em plena véspera de Natal, o trenó de Noel desaparece misteriosamente durante uma entrega ao redor do mundo.
Com a missão em risco e o mundo à beira de um Natal sem presentes, Margie decide sair de sua zona de conforto e embarcar em uma jornada épica para encontrar seu marido — enfrentando desafios mágicos, criaturas inusitadas e redescobrindo seu próprio valor. Ao lado de uma equipe de ajudantes carismáticos, ela descobre que também pode ser uma heroína natalina.
Escola será Levi, elfo “braço-direito” de Margie.
A animação chega aos cinemas norte-americanos em 5 de novembro de 2027.
Descrito como um musical animado, o filme será recheado de canções originais, humor pastelão e emoção na medida certa — seguindo a tradição de produções natalinas queridas como ‘O Expresso Polar‘ e ‘Meu Papai é Noel‘.
A nova versão animada de ‘Margie Claus‘ marca uma guinada no projeto original, que foi anunciado em 2017 como um live-action natalino da New Line. Com mudanças de formato e cronograma ao longo dos anos, o projeto renasceu em 2024 como animação pelas mãos de talentos experientes do estúdio.
Shane Prigmore, conhecido por seu trabalho em animações como ‘Coraline‘, ‘O Pequeno Príncipe‘ e como supervisor criativo na Disney Television Animation (Rapunzel, A Princesa Sofia), assina a direção.
Já o roteiro fica a cargo de Ben Falcone (marido e colaborador frequente de McCarthy) e Damon Jones (roteirista de Central de Inteligência, Dead to Me).
McCarthy e Falcone assinam como produtores pela On the Day Productions.
Segundo o Deadline, Khobe Clarke (‘Segundas Intenções’) foi escalado para o elenco principal da nova série da Amazon MGM Studios, baseada na saga literária best-seller‘Amores Improváveis’ (‘Off Campus’).
A franquia de livros é assinada por Elle Kennedy e conta com cinco volumes que retratam um time de elite de hóquei no gelo e as mulheres em suas vidas, enquanto elas lidam com o amor, a mágoa e a autodescoberta, construindo amizades profundas e laços duradouros enquanto enfrentam as complexidades que acompanham a transição para a vida adulta.
Cada um dos quatro primeiros romances conta a história de amor de um jogador de hóquei, sendo o quinto uma coletânea de novelas dos quatro casais.
A primeira temporada da adaptação seriada, baseada no primeiro livro, ‘O Acordo’, acompanha o romance improvável entre Hannah Wells (Ella Bright), uma estudante de música irônica e odiadora de hóquei, e o pivô estrela da Briar University, Garrett Graham (Belmont Cameli).
Clarke interpretará Beau Maxwell, o quarterback do time de futebol americano da Briar da universidade, que não é particularmente bem-sucedido e que é amigo desde o ensino médio de Dean Di Laurentis (Stephen Kalyn), um dos membros mais conhecidos da equipe de hóquei.
A franquia ‘Sexta-Feira 13’ irá ganhar mais um capítulo!
Durante a San Diego Comic-Con 2025, Robbie Barsamian, vice-presidente da Horror Inc., confirmou que um novo filme e um novo videogame da saga slasher estão em estágios iniciais de desenvolvimento (via Bloody Disgusting).
“Posso dizer que uma nova sequência cinematográfica e um novo jogo estão no topo da nossa lista. É para onde a maior parte da nossa energia está indo agora. E posso dizer que finalmente estamos em condições de entregar isso”, disse Barsamian.
“Embora não estejamos anunciando oficialmente com nossos parceiros hoje, ambos [os projetos] estão a caminho. Ambos estão em andamento e estão a caminho”.
Diferente das produções cinematográficas, que focam no infame assassino mascarado, o spin-off mergulha nas origens da lenda. A narrativa acompanhará a juventude de Jason e, principalmente, a trajetória emocional de sua mãe, Pamela Voorhees, interpretada por Linda Cardellini. Na nova versão, Pamela é retratada como uma ex-cantora que abandonou a carreira para cuidar de seu filho com necessidades especiais. Sua vida toma um rumo sombrio após a aparente morte do garoto no lago.
Vinson será um ator convidado recorrente na série, sugerindo que a presença de Jason estará ligada a momentos específicos e possivelmente simbólicos, enquanto a trama se concentra na espiral psicológica de Pamela. A série se passará no emblemático acampamento e cidade de Crystal Lake, cenário que se tornou sinônimo da franquia de terror iniciada em 1980.
Além de Vinson e Cardellini, o elenco inclui Nick Cordileone como Ralph — possivelmente uma nova versão do “Louco Ralph”, conhecido por alertar sobre a maldição do acampamento nos dois primeiros filmes — Joy Suprano como Rita, Danielle Kotch como Claudette e Phoenix Parnevik como Barry. Os dois últimos remetem diretamente aos primeiros conselheiros assassinados por Pamela na trama original.
Ao propor uma nova abordagem para o universo de ‘Sexta-feira 13‘, ‘CrystalLake‘ promete revisitar o passado do personagem de forma mais intimista, reforçando a mitologia que tornou Jason Voorhees um dos maiores ícones do terror. Com a assinatura da A24 e um elenco robusto, a série desperta expectativa tanto entre os fãs nostálgicos quanto em um novo público.
Brad Caleb Kane (‘Bem-Vindos a Derry’) será o showrunner da atração.
Michael Lennox (‘Derry Girls’), Celine Held & Logan George (‘O Segredo do Caddo Lake’) e Quyen Tran (‘The Pitt’) serão responsáveis pela direção.
A Apple TV+ divulgou recentemente o teaser trailer oficial de ‘Pluribus’, nova série de Vince Gilligan (‘Breaking Bad’, ‘Better Call Saul’).
Além disso, foi revelado que a atração tem estreia marcada para o dia 7 de novembro na plataforma de streaming, com a exibição dos dois primeiros episódios.
Confira:
Gilligan também entra como showrunner.
Ainda sem muitos detalhes revelados, sabe-se que a trama é ambientada na cidade de Albuquerque e acompanha a pessoa mais miserável da Terra, que deve salvar o mundo da felicidade.
Rhea Seehorn, que trabalhou com Gillian em ‘Better Call Saul’, estrela.