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‘Aquaman’: Trailer da série derivada de ‘Smallville’ que nunca foi ao ar

Em 2006, os mesmos criadores da série ‘Smallville‘, Alfred Gough e Miles Millar, desenvolveram um piloto de uma série de TV do ‘Aquaman‘, baseada no personagem da DC Comics.

Gough e Miller escreveram o piloto, que foi dirigido por Greg Beeman.

O piloto estrearia na programação no outono de 2006, mas após a fusão da WB com a outra rede de televisão UPN, formando a The CW, optaram por não comprar a série.

Com o lançamento de ‘Liga da Justiça‘, o trailer do episódio piloto caiu na internet.

Assista:

Justin Hartley estrelava como Arthur “A.C.” Curry, um jovem que vive em uma comunidade à beira do mar na Flórida, que descobre sobre seus poderes e seu destino, como o príncipe da Atlântida.

Do Pior ao Melhor | Universo Cinematográfico DC

É fã da DC no cinema? Preparamos justamente para você este novo vídeo especial.

Colocamos em ordem – do pior ao melhor – os 4 filmes do Universo Cinematográfico Compartilhado da DC.

Assista, comente e compartilhe.

‘Mulher-Maravilha’ ganha belíssimo colecionável da Hot Toys; Confira

Com a proximidade de ‘Liga da Justiça‘, a empresa Hot Toys lançou nesta semana um belíssimo colecionável articulado da ‘Mulher-Maravilha‘.

Com os traços da atriz Gal Gadot, a peça acompanha diversos acessórios para garantir movimento e flexibilidade.

Confira:

‘Liga da Justiça’: Saiba o que os críticos estão achando do filme!

Warner vai diminuir o Universo Estendido da DC após ‘Liga da Justiça’ 

Liga da Justiça’ estreia no Brasil dia 15 de Novembro .

Alimentado por sua fé restaurada na humanidade e inspirado pelo ato de altruísmo de Superman, Bruce Wayne busca a ajuda de sua nova aliada, Diana Prince, para encarar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar um time de meta-humanos para encarar essa ameaça recém-desperta. Mas apesar da formação dessa liga sem precedentes de heróis – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue e Flash – talvez seja tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.

Os 10 Melhores Vilões da DC no Cinema

Apesar de atualmente o universo cinematográfico da Marvel ter mais tempo do que o da concorrente DC, é quase que uma unanimidade o fato de que a “Casa das Ideias” ainda está devendo em termos de vilões no cinema. Até hoje, com poucas exceções (como Loki), só tivemos vilões genéricos e nada marcantes. Já nos filmes da DC a história é bem diferente e temos uma lista bem grande de excelentes vilões que foram interpretados por ótimos atores e nos presentearam com antagonistas dignos dos heróis que eles enfrentam.

‘Liga da Justiça’: Saiba o que os críticos estão achando do filme!

Na verdade, foi a própria DC que começou essa tradição de termos grandes atores escalados para os papéis de vilões em seus filmes. Em uma época em que a concorrente Marvel estava totalmente fora das telonas, a DC mostrou, através da adaptação para o cinema do Superman, que era possível levar a sério um filme baseado em quadrinhos e escalar bons atores no elenco. Nomes como Marlon Brando, Gene Hackman e Terence Stamp foram associados a um gênero que antes era totalmente desprovido de credibilidade e ajudaram a pavimentar o caminho de afirmação desse estilo de filme.

Warner vai diminuir o Universo Estendido da DC após ‘Liga da Justiça’ 

No entanto, nem sempre a escalação de um ator bom ou famoso é sinônimo de que teremos um bom vilão e a própria DC já nos provou isso diversas vezes. Basta lembrar de nomes como Arnold Schwarzenegger (como Mr. Freeze), Jim Carrey (como Charada), Tommy Lee Jones (como Duas-Caras), Uma Thurman (como Hera Venenosa) ou Sharon Stone (como a vilã que se maquiava com reboco). Mas, para o deleite dos fãs, na maioria das vezes os resultados têm sido positivos.

‘Liga da Justiça’: [SPOILER] é CONFIRMADA de surpresa no filme; Saiba mais!

Sendo assim, o trabalho de escolher os 10 melhores vilões da DC no cinema não é algo fácil e com certeza irá gerar polêmica e discussão com os fãs. Vale ressaltar que só foram considerados os vilões “live-action” que apareceram no cinema, ou seja, os filmes de animação não contam (sorry, Mark Hamill). Vamos à lista e por favor não se esqueça de compartilhar sua opinião nos comentários e dizer qual seria o seu ranking.

 

10. Kevin Spacey como Lex Luthor (Superman – O Retorno)

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É inegável o fato de que o filme “Superman – O Retorno”, dirigido por Bryan Singer e que tinha o objetivo de reviver a franquia do Homem de Aço nas telonas, acabou se prendendo muito na nostalgia e esquecendo de nos trazer uma história interessante. Ainda assim, quando Kevin Spacey foi anunciado como Lex Luthor, todos concordaram que ele era a escolha perfeita para o papel. E, mesmo que o resultado final tenha sido impactado pelo roteiro confuso e lento, o ator conseguiu entregar uma excelente interpretação e que saciou o desejo dos fãs de o verem na pele do vilão mais famoso do Superman.

 

9. Danny DeVito como Pinguim (Batman – O Retorno)

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Com uma abordagem mais animalesca do personagem dos quadrinhos apoiada pelo imenso talento de Danny DeVito e pela visão única de Tim Burton, este vilão foi um dos pontos altos do filme de 1992. O visual do ator ajudou bastante nesta imersão para acentuar sua performance e, mesmo considerando que fugiu um pouco do vilão clássico retratado nos quadrinhos, com certeza foi uma interpretação marcante.

 

8. Aaron Eckhart como Duas-Caras (O Cavaleiro das Trevas)

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A jornada de Harvey Dent do bem para o mal é um dos pontos centrais do reverenciado filme ‘O Cavaleiro das Trevas’ e a atuação primorosa de Aaron Eckhart elevou o drama e o sofrimento passados pelo personagem.  Grande parte do sucesso desse vilão se deve à excelente maquiagem aplicada para construir o personagem e que nos deu uma abordagem muito mais realista e assustadora que a dos quadrinhos, casando perfeitamente com o tom dos filmes dirigidos por Nolan.

 

7. Michelle Pfeiffer como Mulher-Gato (Batman – O Retorno)

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Já tivemos três encarnações diferentes desta personagem dos quadrinhos no cinema recente, mas, por razões óbvias, vamos ignorar a versão de Halle Berry. Como a versão de Anne Hathaway acabou sendo muito “boazinha” para entrar na lista, a coroa vai para a interpretação extremamente sexy e marcante de Michelle Pfeiffer feita sob a tutela de Tim Burton. Com uma roupa fantástica e uma interpretação maravilhosa da talentosa atriz, ela nos trouxe a medida perfeita entre vilão e anti-herói que é a marca desta personagem.

 

6. Tom Hardy como Bane (O Cavaleiro das Trevas Ressurge)

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O terceiro e último filme da trilogia de Nolan para o Batman acabou decepcionando algumas pessoas, principalmente pelo seu desfecho que diminuiu o poder do vilão Bane ao reduzi-lo ao papel de fantoche. De qualquer forma, no resto do filme, a presença física e o poder de antagonismo de Bane foram excepcionais e grande parte disso se deve à entrega de Tom Hardy ao papel. Problemas vocais à parte, ele nos trouxe um vilão diferente das abordagens clássicas e foi o único que conseguiu “sair nos tapas” com o homem-morcego, humilhando-o justamente naquilo em que ele parecia imbatível.

 

5. Liam Neeson como Ra’s Al Ghul (Batman Begins)

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A parte mais brilhante deste vilão é o fato dele também ter sido o mentor de Bruce Wayne e um dos grandes responsáveis por sua transformação em Batman. Isso trouxe elementos psicológicos interessantes para o embate e ajudou a explicar bem os conflitos morais enfrentados pelo herói. A interpretação consistente de Liam Neeson, tanto na parte dramática quanto na entrega física, só elevou o status desse antagonista e o ajudou a carregar muito bem a tocha de vilão do primeiro filme da trilogia de Nolan.

 

4. Jack Nicholson como Coringa (Batman)

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O filme do Batman de 1989 foi um dos grandes responsáveis pelo renascimento do gênero dos filmes baseados em quadrinhos e acabou também revivendo a tradição de termos grandes atores escalados para os papéis de vilões, iniciada nos filmes do Superman. Muito disso é devido à interpretação inesquecível de Jack Nicholson como Coringa. Ainda que ela seja uma abordagem bem diferente da que foi feita por Heath Ledger, é inegável o fato dela ser muito mais fiel ao que existia nos quadrinhos na época e com o tom adotado no filme de Tim Burton, unindo a questão do humor sádico com os distúrbios psicológicos.

 

3. Gene Hackman como Lex Luthor (Superman)

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Foi aqui onde a começou a tradição de termos excelentes atores escalados para os papeis de vilões e, ainda que a geração atual não conheça Gene Hackman, nesta época ele era considerado um dos melhores e mais conceituados atores do cinema. Sendo assim, a forma fenomenal com que ele interpretou o grande vilão de Superman (inclusive reprisando o papel em outros filmes) com uma mistura de bom humor e inteligência com muito carisma foi apenas uma prova do enorme talento desse ator. Sendo assim, nada mais justo do que dar o devido reconhecimento a esta interpretação tão marcante.

 

2. Terence Stamp como General Zod (Superman II – A Versão de Richard Donner)

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Muitos podem argumentar que a performance de Terence Stamp tenha sido muito “piegas” e afetada pelo tom mais leve do filme, mas o fato é que ele rouba todas as cenas em que aparece e tem uma presença e uma imposição digna de General Zod. Isto ficou ainda mais evidente na versão de Richard Donner para Superman II lançada recentemente, onde muito da parte mais leve e cômica do filme foi diminuída. Isso, combinado com a inesquecível interpretação de Christopher Reeve como Superman, nos presenteou com o melhor vilão dessa “fase de ouro” do herói nos cinemas.

 

1. Heath Ledger como Coringa (O Cavaleiro das Trevas)

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Colocar Heath Ledger como Coringa no topo desta lista parece “chover no molhado”, mas realmente este posto ainda não merece outro vencedor. Sua abordagem muito mais visceral que elevou o lado psicopata do vilão foi executada de forma brilhante e assustadora e nos deu uma verdadeira noção de como seria um Coringa no mundo real. Nem mesmo a Academia conseguiu ignorar isso e não só o indicou na categoria de melhor ator como o premiou com o Oscar. Nenhum outro ator que interpretou um vilão (ou herói) de filmes de quadrinhos foi reconhecido com esta honra e provavelmente demorará até que isto aconteça novamente. Em breve saberemos se a interpretação de Jared Leto será digna do legado do Coringa no cinema, mas é inegável o fato de que ele terá muito trabalho para superar seus antecessores.

TV americana registra número recorde de personagens LGBTQ; Saiba mais!

De acordo com uma matéria da Variety, foi realizado um estudo por uma organização americana em que revelou que, dos 901 personagens que aparecem nos principais programas da TV aberta dos EUA, 58 são gays, lésbicas, bissexuais, trans ou queer.

De fato, a cultura pop está cada vez mais incluindo personagens diversificados em séries como The Walking DeadAmerican Horror Story: Cult’ eHow To Get Away With Murder’, por exemplo.

Em comparação aos relatórios anteriores, esse número é considerado um recorde, houve um crescimento de 28 personagens representantes da comunidade LGBTQ em relação ao ano passado.

Apesar da boa notícia, o GLAAD (Gay and Lesbian Alliance Against Defamation) lembra que boa parte desses personagens são pessoas de pele branca e predominantemente homens.

O relatório, batizado de “Where We are on TV” (Onde estamos na TV, em tradução livre), também avaliou os números dos personagens LGBTQ presentes em programas dos serviços de streaming.

Segundo os dados, 77% dos 70 personagens gays, lésbicas, bissexuais, trans ou queer desta categoria são brancos. O problema, no entanto, se estende entre todos os meios analisados, TV aberta, streaming e TV a cabo.

Segundo a presidente da organização, Sarah Kate Ellis, o dado se torna ainda mais importante durante o governo do presidente Donald Trump.

“Enquanto a administração de Trump está tentando diminuir a visibilidade das pessoas LGBTQ, estamos ocupando cada vez mais espaços na TV americana. Nesses tempos, mostrar a representatividade é mais importante do que nunca. Vamos mudar o curso da história”

Outra informação divulgada pelo relatório do GLAAD é que, pela primeira vez na história, foram registrados personagens não-binários e assexuados que fazem parte do elenco regular dos programas. A única plataforma que não possui um personagem assexuado é a TV aberta.

Tanto a TV a cabo, quanto o streaming têm seus representantes: Raphael, de Shadowhunters, e Todd, de BoJack Horseman. Nas três plataformas, há apenas 17 personagens trans, oito são mulheres trans, quatro são homens trans e outros quatro são não-binários.

Andrew Kreisberg, produtor de ‘Flash’ e ‘Supergirl’, é afastado após acusações de assédio

De acordo com o Deadline, a Warner Bros. TV anunciou o afastamento de Andrew Kreisberg, produtor de séries da CW como Arrow’, ‘FlasheSupergirl, após acusações de assédio.

“Ficamos sabendo recentemente das acusações de má conduta contra Andrew Kreisberg. Suspendemos o Sr. Kreisberg e estamos conduzindo uma investigação interna. Levamos todas as acusações de má conduta a sério e estamos comprometidos em criar um ambiente de trabalho seguro para nossos funcionários e todos envolvidos em nossas produções”

Uma fonte próxima ao caso afirmou que várias funcionárias deFlash reclamaram sobre o comportamento do produtor nos bastidores. Com uma roteirista em específico, Kreisberg teria se comportado de forma “inapropriada” e criava um “ambiente de trabalho hostil”. Existem alegações também de outra mulher, que dirigiu episódios de ArroweFlash.

Leia mais sobre os casos de assédio que estão causando polêmica em Hollywood e abrindo novas portas para que vítimas possam se sentir à vontade para falar sobre o que sofreram.

Ed Westwick, de ‘Gossip Girl’, é acusado de estupro

Polêmica! Charlie Sheen é acusado de estuprar Corey Haim quando ator tinha 13 anos

“Você devia f*dê-la para ela ver que é lésbica”, Ellen Page acusa Brett Ratner de assédio

Matthew Weiner, criador de ‘Mad Men’, é acusado de assédio por roteirista da série

Prestigiado comediante Louis C.K. é acusado de assédio sexual por cinco mulheres

Jeffrey Tambor é investigado por acusação de assédio sexual

Kevin Spacey: ator está buscando tratamento após novas acusações de assédio

Diretor Brett Ratner é acusado de assédio sexual por Olivia Munn e outras atrizes

Cineasta indicado ao Oscar é acusado de assédio sexual por mais de 30 mulheres

Ben Affleck também é acusado de assédio sexual; Assista ao vídeo!

 

‘Viva – A Vida É Uma Festa’: Easter eggs de ‘Toy Story’ e ‘Procurando Nemo’ em novo vídeo

VivaA Vida É Uma Festa’ chega aos cinemas apenas em 2018, mas Pixar liberou dois clipes que mostram um pouquinho do personagem dublado pelo astro Gael García Bernal.

Além disso, no novo teaser intitulado “Not Like the Rest” aparecem dois easter eggs de clássicos filmes do estúdio. Duas referências a Toy Story e Procurando Nemo, repare que na frente da casa de Miguel passa um carro do Pizza Planet e que na mesa onde o menino brinca tem uma miniatura do Nemo.

Confira:

Apesar de a música ter sido banida há gerações em sua família, Miguel (voz do novato Anthony Gonzalez) sonha em se tornar um grande músico como seu ídolo, Ernesto de la Cruz (voz de Benjamin Bratt). Desesperado para provar o seu talento, Miguel se vê na deslumbrante e pitoresco Mundo dos Mortos seguindo uma misteriosa sequência de eventos. Ao longo do caminho ele conhece o trapaceiro encantador Hector (voz de Gael García Bernal), e juntos eles partem em uma jornada extraordinária para descobrir a verdade por trás da história da família de Miguel.

A direção é de Lee Unkrich, vencedor do Oscar por Toy Story 3’.

Viva – A Vida é Uma Festa’ tem estreia marcada no Brasil para 4 de Janeiro de 2018.

Crítica 2 | Bom Comportamento – No limite das inconsequências

Dirigido pelos irmãos cineastas Ben Safdie e Joshua Safdie, Bom Comportamento é um thriller com ritmo intenso que provoca no espectador uma grande curiosidade sobre o que vai acontecer a uma dupla de irmãos que são completamente diferentes mas que possuem laços fortes. A produção, que concorreu a Palma de Ouro em Cannes esse ano, apresenta uma excelente atuação de Robert Pattinson – que depois desse filme prova que sua era vampiresca adolescente enfim se tornou um ator versátil e bastante competente.

Na trama, conhecemos os irmãos Connie (Robert Pattinson) e Nick (Benny Safdie), que certo dia resolvem assaltar um banco e com o dinheiro buscam fugir para uma vida melhor. Só que o assalto dá errado e após serem marcados com tintas de proteção nas cédulas, Nick é capturado pela polícia. Desesperado, Connie embarca em uma jornada enlouquecedora na tentativa de resgatar o irmão custe o que custar.O ritmo do filme faz pequenas sequências se tornarem grandiosas, aliando o talento do elenco ao roteiro repleto de alternativas.

O protagonista é um criminoso daqueles bastante inconseqüente, que não mede esforços para ir ao encontro de seus objetivos. Ele acha que pode dar o melhor para seu irmão, talvez o único laço forte familiar que compreende, uma força que o faz realizar as maiores loucuras para a proteção dos dois, principalmente de Nick que sofre com uma deficiência. Completamente sozinho em sua caminhada, vive uma noite cheia de tensão, comete erros atrás de erros, tenta usar uma namorada mais velha como apoio financeiro, se mete com bandidos, agride um guarda de um parque de diversões na madrugada, tudo em busca de seu objetivo. O filme tem uma pegada Corra Lola Corra e também lembra produções da década de 90 de cineastas norte americanos que hoje são renomes mundiais.

As viradas no roteiro alimentam a curiosidade do espectador, principalmente após o arco de tentativa de resgate de um hospital. Em busca da última gota de sanidade, Connie pensa estar fazendo o certo para o destino do irmão mas não compreende que seu comportamento só piora o quadro que ele se encontra. As conseqüências são severas, não há crime sem punição, não existe escrever errado por linhas que ele acha que são as certas. Pattinson preenche todas as lacunas de seu intrigante personagem com maestria e talento que enfim ganha os olhos dos cinéfilos.

Crítica | Mulheres Divinas – Grito de independência feminino

Marie Leuenberger as Nora in THE DIVINE ORDER. Photographer: Daniel Ammann.

A coragem é a primeira das qualidades humanas porque garante todas as outras. Representante da Suíça na disputa do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, em 2018, Mulheres Divinas é, antes de mais nada, um grito de independência feminino em uma época repleta de limitações. Escrito e dirigido pela cineasta suíça Petra Biondina Volpe, o filme aborda a luta pelos direitos iguais entre homens e mulheres de maneira inteligente e esclarecedora.

Na trama, ambientada na Suíça, no início da década de 70,  conhecemos Nora (Marie Leuenberger), uma mulher de meia idade que morou durante toda sua vida em um pequeno vilarejo com poucas atividades culturais ou sociais. Quando começa a não concordar com limitações impostas as mulheres durante décadas, e ,assim, vira a líder de um movimento importante pelo direito de voto das mulheres nas eleições. Mas o caminho não será fácil, nem para ela, nem para seu marido Hans (Maximilian Simonischek).

Os arcos iniciais são detalhistas ao apresentar a rotina da personagem principal. Seu relacionamento conturbado com o sogro, sua defesa em torno da situação da filha de uma parente, os primeiros passos rumo a amizade com outras mulheres que pensavam da mesma maneira que ela e assim instigaram em Nora uma chance de lutar por tudo aquilo que ela (e muitos que nunca se manifestavam) sonhavam.

O papel da mulher na sociedade é discutido de várias formas nesse belo projeto. A construção da protagonista chega pelo estopim, de uma luz que se acende, quando percebe que não consegue fugir daquela rotina imposta por práticas e costumes machistas em um pequeno vilarejo com clima frio no alto da Suíça. Os sonhos que ficam longe de serem realizados, ou o simples fato de querer trabalhar na cidade em uma nova profissão também ajudam a moldar as atitudes corajosas e de grande brilho de Nora.

Vencedor do prêmio de Melhor Atriz, para Marie Leuenberger, e do prêmio de Melhor Filme, para o público, no Festival de Tribeca 2017, Mulheres Divinas é um belo retrato sobre um certo início da luta feminina para ter seus direitos justos e iguais, luta que dura até hoje em um mundo ainda machista.

Crítica | Câmara de Espelhos – Debate sobre a visão masculina em relação as mulheres

Qual a visão que temos sobre a mulher? Com passagens por alguns festivais de cinema pelo Brasil, o interessante documentário Câmara de Espelhos, dirigido pela cineasta recifense Dea Ferraz traz a tona, com um ambiente estilo buraco de fechadura, o pensamento masculino sobre as mulheres. Com um livre arbítrio instaurado, os pensamentos vão e vem nessa que podemos dizer ser uma grande experiência social que nos faz entender melhor como o mundo está pensando. É um choque, um debate, sobre a visão masculina em relação a assuntos tabus em nossa sociedade como o avanço no movimento feminista, o machismo e a maneira como se lutam por determinados direitos.

Nesse curioso relato que explica muito sobre nossa sociedade, diversos grupos de homens, de várias idades diferentes, se juntam em uma sala repleta de espelhos onde de vez em quando vídeos são mostrados, exatamente para iniciar os debates daqueles que estão ali. Uma espécie de big brother sem manipulação, comportamental exalando verdades de cada um e com relatos fortes sobre muitos assuntos que lemos, vemos e vivemos nos dias atuais.

As hipocrisias da vida são colocadas em cheque a todo instante. Uns falam mais, outros menos. Talvez por estarem entre homens, os convidados dessa experiência social se sentem mais a vontade. As definições de papéis que a sociedade impõe desde longos anos atrás também geram opiniões diferentes, além de citações baseadas em óticas religiosas, vídeo clipes com letras fortes, vulgarização do sexo e outros assuntos.

Câmara de Espelhos estreia no final de novembro no circuito exibidor. É uma chance de ampliarem debates e abrir de vez a porta de assuntos e argumentações sobre o tema.

Crítica | Kollektor – Não há maior vingança do que o esquecimento

Em seu primeiro trabalho como diretor de longas metragens, o cineasta russo Aleksey Krasovskiy, que também escreve o roteiro, apresenta uma história envolvente, de curtos 74 minutos, onde assistimos atentamente um plano mirabolante de vingança. Com apenas um personagem dando as caras, o protagonista interpretado pelo excelente ator Konstantin Khabenskiy, reunimos aos poucos as pontas soltas desse quebra cabeça cheio de opções para seu desfecho.

Na trama, ambientada nos dias atuais, conhecemos Arthur (Konstantin Khabenskiy), um funcionário misterioso de uma empresa de cobranças que possui um alto salário e consegue superar muitos desafios dessa profissão que escolheu ganhando fortunas para que o paga. Em uma noite, no alto de um edifício comercial, onde fica localizado o escritório da empresa, Arthur recebe um telefonema repleto de suspense onde uma mulher diz que postou um vídeo comprometedor dele na internet. Sem ligar muito para a ligação, acaba sendo avisado por outras ligações sobre a existência da gravação e assim precisa correr contra o tempo para provar que o vídeo é uma armação e acaba sabendo mais sobre a voz do outro lado da linha.

Uma noite cheia de reviravoltas e uma crise existencial profunda são o plano de fundo de uma situação incomum que vive o protagonista, que passa horas trancado em um escritório localizado em uma grande cidade russa buscando uma solução para uma exposição de um vídeo seu polêmico postado na internet. Podia ser maçante, sonolento ou desinteressante, mas não é o que acontece. Os méritos são todos de Konstantin Khabenskiy, em grande atuação, prende a atenção do espectador com as multifacetas que transforma seu personagem. É incrível a habilidade na caracterização de chegarmos a um ponto de não sabermos se torcemos por ele ou se ele merece punição pelo que fez ou não.

O roteiro, assinado pelo próprio diretor, consegue sua força por conta da atuação de Khabenskiy. A cada nova ligação que o protagonista recebe mas uma peça se junta ao tabuleiro e assim vamos passando um raio-x na vida e personalidade desse grande personagem. Kollektor é dinâmico, intrigante e surpreendente, um dos ótimos desconhecidos filmes que a Rússia apresentou ao mundo nesses últimos meses.

Crítica | O Culto de Chucky – Sangue, violência e humor negro

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de ‘O Culto de Chucky‘, sétimo filme do Brinquedo Assassino que deve dividir a opinião dos fãs. É ame ou odeie.

Assista:

Leia nossa crítica EM TEXTO:

Crítica | O Culto de Chucky – Extremamente sangrento e divertido 

No Brasil, o filme foi lançado em DVD pela Universal Pictures no dia 25 de Outubro.

Vale lembrar que o próximo ‘Brinquedo Assassino‘ pode levar Chucky para o espaço – saiba mais!

Presa há quatro anos em um asilo para criminosos insanos, Nica Pierce (Fiona Dourif) está erroneamente convencida de que ela, e não Chucky, assassinou toda a sua família. Mas quando seu psiquiatra introduz uma nova “ferramenta” terapêutica para facilitar as sessões em grupo de seus pacientes – um boneco muito familiar com um rosto sorridente inocente – uma série de mortes horríveis começa a atormentar o asilo, e Nica começa a se perguntar se talvez ela não é louca.

Andy Barclay (Alex Vincent), o inimigo agora crescido de Chucky do filme original, parte para ajudar Nica. Mas para salvá-la, ele terá que superar Tiffany (a indicada ao Oscar Jennifer Tilly), a noiva de Chucky – que fará qualquer coisa, não importa quão mortal ou depravada, para ajudar seu amado boneco demoníaco.

‘Chucky vs Annabelle’ a caminho?

O primeiro Brinquedo Assassino estreou em 1988 e foi um sucesso na época. Sem demora, duas sequências chegaram aos cinemas em 1990 e 1991, mas A Noiva de Chucky só foi realizado em 1998. Após um hiato de 6 anos, ‘O Filho de Chucky parecia ter enterrado a franquia, mas, quase 10 anos mais tarde, A Maldição de Chucky foi lançado em vídeo e teve uma recepção entusiasmada.

‘Ouija House’: Terror com Mischa Barton e Tara Reid ganha imagens; Confira!

O terror sobrenatural ‘Ouija House’ ganhou suas primeiras imagens, que trazem parte do elenco formado pelas atrizes Mischa Barton (‘The O.C’) e Tara Reid (‘Sharknado’).

Confira:

A trama conta a história de uma jovem que está finalizando uma pesquisa para um livro, a fim de ajudar a sua mãe a atrair seus amigos para uma causa sinistra, onde coisas misteriosas aconteceram no passado.

Lá, o grupo de jovens acidentalmente chama uma entidade malígna através de um jogo macabro e perigoso, que vai envolver toda a casa em uma partida demoníaca.

Dirigido por Ben Demaree e roteirizado por Justin Hawkins e Jeff Miller, ‘Ouija House’ conta também com Dee Wallace, Carly Schroeder, Chris Mulkey, Mark Grossman, Grace Demarco e Derrick A. King.

O terror foi produzido pela TN Distribution em parceria com a Millman Productions.

 

 

 

 

Crítica | O Bar – Netflix lança ótimo suspense de humor negro…

O editor-chefe Renato Marafon traz a crítica em vídeo de ‘O Bar‘ (Le Bar), filme espanhol que já está no catálogo da Netflix.

O suspense de humor negro promete agradar aos fãs do gênero.

Assista à crítica:

Após testemunhar um assassinato, estranhos abrigados em um bar de Madri começam a agredir uns aos outros à medida que o pânico se instala e a contagem de corpos aumenta.

O elenco conta com Blanca Suárez, Mario Casas e Carmen Machi. Álex de la Iglesia dirige.

‘Solo – Uma História Star Wars’: Visual de Alden Ehrenreich como Han Solo pode ter sido revelado; CONFIRA!

Cercado de muitos mistérios sobre a produção, o cineasta Ron Howard encerrou as filmagens do spin-offSolo – Uma História Star Wars‘ e todo o material do filme ainda se manteve em segredo. Até agora.

Ao que tudo indica, um cineasta que frequentou um evento no Harkins Theatre, no Arizona, compartilhou imagens de “um copo de fidelidade de filmes” que ele recebeu na cadeira do cinema.

Entre outros personagens de filmes futuros, como Lara Croft, Dominó, Gamora e DeadpoolNewt Scamander, podemos ver no centro o Han Solo (claramente é o ator Alden Ehrenreich) e Chewbacca. Além disso, a Millennium Falcon pode ser vista em segundo plano.

Confira:

E aí, o que vocês acharam do visual? Está fiel ao personagem vivido pelo Harrison Ford?

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody Harrelson, Emilia Clarke (de Game of Thrones), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil

Confira:

 

‘Pantera Negra’: “Shuri é o Tony Stark de Wakanda”, brinca Chadwick Boseman

Em uma entrevista, o protagonista de Pantera Negra, Chadwick Boseman, falou um pouco sobre a importância de Shuri, irmã de T’Challa, vivida pela atriz Letitia Wright no filme do herói.

“O papel dela é o mais importante. Nos quadrinhos, T’Challa é um cientista e rei, mas a minha irmã é a criança prodígio. Ela é quem tem esse dom. Ela é o Tony Stark de Wakanda. Ela é espirituosa, legal e divertida. T’Challa também é bom em ciência, mas ela é a criança prodígio. É assim que a história sempre foi contada. T’Challa é um cientista, mas ela é a ministra de tecnologia”.

Anteriormente, a atriz definiu sua personagem:

“Ela é a princesa de Wakanda, mas ela também faz o design de todas as novas tecnologias lá. Ela tem um espírito e uma mente inovadoras e ela quer levar Wakanda para um novo patamar. Ela também tem um grande sendo de moda, melhor do que o meu”.

Shuri entra para o novo time de personagens femininas fortes e guerreiras da Marvel. Seria uma reação ao sucesso de Mulher-Maravilha nos cinemas?

Pantera Negra’ ganhou uma série de pôsteres individuais incríveis dos personagens, mostrando os heróis e vilões. Confira:

Pantera Negra’ será o primeiro filme solo do MCU a retratar um herói negro e todo seu universo.

O seu impacto é inevitável, e durante uma entrevista ao CNET, o protagonista Chadwick Boseman falou justamente sobre a dimensão que a adaptação dos quadrinhos exerce, ultrapassando seu valor cultural.

Segundo ele:

“É uma oportunidade fenomenal e digo isso não apenas para mim, mas para que todos nós saiamos da nossa zona de conforto e daquela caixa que nos limita. Aqui não se trata de um grupo de pessoas negras saindo do lugar comum. Todos estão realmente empolgados em fazer aquilo que já deveria ter sido feito há muito tempo. E o público também está animado para ver algo novo e, mais ainda, ver aquilo que já deveria ter sido executado no passado”.

Boseman também comentou sobre a abrangência do filme, que abordará uma perspectiva bem ampla:

“Ele sai daquela simples ideia de ‘negros envolvidos com a ciência’, passando para algo mais amplo. Ele parte da ideia de um mundo coletivo. Há coisas ali que vão afetar as pessoas de alguma forma, as influenciando. E o filme passou por um longo processo de concepção para alcançar esse patamar extenso e creio que agora o mundo se encontra no momento certo e está apto para receber a mensagem que vamos trazer. É simplesmente algo muito especial”.

Cena cortada de ‘Os Vingadores 2′ mostraria Wakanda, terra do Pantera Negra 

Pantera Negra‘ (‘Black Panther‘) será dirigido por Ryan Coogler (‘Creed: Nascido Para Lutar‘). O elenco tem Chadwick BosemanMichael B. JordanForest WhitakerLupita Nyong’oDanai GuriraAndy SerkisMartin Freeman entre outros nomes. Além disso, o filme também deve contar com a tradicional participação de Stan Lee.

Pantera Negra‘ estreia em 15 de fevereiro de 2018.

‘Atividade Paranormal’: Diretor só faria outro filme se estivesse entediado

Poucos sabem que o diretor do primeiro ‘Atividade Paranormal‘, Oren Peli, se aposentou do ramo cinematográfico.

E em uma participação recente no podcast Post Mortem with Mick Garris, o ex-cineasta esclareceu que não possui interesse nenhum em retomar a saga, tão pouco voltar para o tumultuado ramo.

Segundo ele:

“Nesse momento da minha vida, eu teria que estar extremamente entediado para fazer um novo ‘Atividade Paranormal‘ e não vejo isso acontecendo em tão breve assim. Além disso, para voltar seria necessário estar incrivelmente apaixonado por uma ideia, para que eu pudesse simplesmente abandonar a calmaria da minha vida agora e voltar para esse mundo maluco da direção. Estou bem feliz em não precisar lidar com esse tipo de coisa ultimamente”.

 

Recentemente, o CinePOP bateu um papo EXCLUSIVO com o produtor Jason Blum, conhecido pelas franquias ‘Atividade Paranormal’, ‘Sobrenatural‘ e ‘Uma Noite de Crime’.

Enquanto promovia ‘A Morte te dá Parabéns‘, ele revelou que um reboot de ‘Atividade Paranormal‘ pode acontecer em breve.

Segundo ele, tudo depende de Christopher Landon, diretor de ‘Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal‘ e roteirista de quatro dos cinco filmes da franquia.

Atividade Paranormal está em hiato. Se o Christopher Landon, que fez quatro filmes Atividade Paranormal, tiver uma ideia para um reboot, nós estamos abertos a ouvi-la!”, afirmou.

Assista a entrevista:

O último filme da franquia foi ‘Atividade ParanormalDimensão Fantasma’, lançado em 3D, que arrecadou pífios US$ 78 milhões mundialmente.

Atividade Paranormal 4‘ arrecadou US$ 140 milhões mundialmente, contra US$ 207 milhões do terceiro filme.

Você acha que a franquia merece reboot nos cinemas? Comente abaixo!

‘O Matador’: Primeiro filme brasileiro original da Netflix já está disponível

A Netflix já disponibilizou o faroeste O Matador, primeiro original Netflix no Brasil. O filme pode ser assistido no catálogo da empresa de streaming.

Confira trailers e mais detalhes da produção:

Criado e dirigido por Marcelo Galvão (‘Colegas‘), a história é um faroeste e acontece entre as décadas de 1910 e 1940, e conta a história de Cabeleira (Diogo Morgado), um temido matador do estado de Pernambuco. Cabeleira, criado por um cangaceiro local chamado Sete Orelhas (Deto Montenegro), que o encontrou abandonado quando bebê, cresce no sertão completamente isolado da civilização. Agora um adulto, ele finalmente vai à cidade para procurar o desaparecido Sete Orelhas e encontra uma cidade sem lei, governada pelo tirânico Monsieur Blanchard (Chicot), um francês que domina o mercado de pedras preciosas e anteriormente empregava Sete Orelhas como seu matador.

O elenco principal inclui Diogo Morgado (O Filho de Deus), Marat Descartes (2 Coelhos, Trabalhar Cansa), Nill Marcondes (A Frente Fria que a Chuva Traz; O Homem do Ano), Deto Montenegro (Colegas, A Despedida), Maria de Medeiros (O Quarto Proibido; Pulp Fiction – Tempo de Violência) e Etienne Chicot (O Código Da Vinci; Expresso Transiberiano). No elenco estão também Mel Lisboa, Daniela Galli, Thogun, Igor Cotrim, Thaís Cabral e o norte-americano Will Roberts.

Você sabia? A diabólica ‘Garota Exemplar’ realmente existiu… Conheça sua história!

Em 2014, o cineasta David Fincher e a escritora/roteirista Gillian Flynn arrebataram as audiências com o retrato sádico de uma bela mulher de cabelos loiros, rosto misterioso e um comportamento obsessivo e compulsivo. A sagacidade de ‘Garota Exemplar’ apresentou às audiências do mundo todo uma personagem cheia de artimanhas diabólicas, bem planejadas e impecáveis. Com o vitimismo à flor da pele, ela distorce pontos de vistas e cria provas contra e a favor de si mesma, manipulando tudo ao seu redor.

A história de Amy Dunne se parece muito com a da atriz americana Marie McDonald. Estereotipada após uma aparição na comédia ‘Pardon My Sarong’ (1942), da dupla Abbott e Costello, a jovem e bela de cabelos loiros foi apelidada por Hollywood como Marie “O Corpo”, graças às suas curvas bem marcadas. O título acabou sendo um entrave na sua carreira, que teve seu auge em inúmeros papéis coadjuvantes e apenas um de protagonista ao lado de Gene Kelly no musical ‘Vida à Larga’ (1947). Com o tempo, sua carreira minguou, assim como seu nome. Ficou apenas aquele conturbado relato de um sequestro, seguido por espancamento, à la ‘Garota Exemplar’. A história renasceu, com um minucioso trabalho de pesquisa feito pela revista americana EW, que hoje nós contamos para você.

30 e poucos anos e quatro casamentos já na conta, McDonald chegou a ser amante do infame gangster Bugsy Siegel, até ele ter sido assassinado à queima roupa de dentro de sua mansão em Beverly Hills. Sua relação mais tumultuada foi com o magnata de calçados Harry Karl, com quem ela casou duas vezes, sendo a segunda apenas seis semanas depois de formalizar o divórcio. Mas o que ele tem a ver com tudo isso? Já vamos chegar lá.

Era a madrugada de três de janeiro de 1957, quando Marie McDonald ouviu um barulho de fora da janela de sua suntuosa residência na região nobre de Los Angeles. Com seus três filhos, a empregada e o motorista dormindo, a atriz se viu em meio a um sequestro, pouco depois de testemunhar seu cachorro correndo atrás de um homem que insistia em perturbar seu sossego familiar com insistentes batidas na cerca. Ao lado dele, outro rapaz armado. Ambos trajavam jaquetas de couro.

O clássico conto de suspense não para aí. Cheios de ameaças, os agressores – um afro americano e um mexicano – forçaram sua entrada na casa, pediram joias, dinheiro… e seu corpo. Pegaram tudo o que queriam, mas antes de partir deixaram um bilhete feito com recortes de jornal, que dizia “ela não será machucada por dinheiro”. O colocaram dentro da caixa de correios da residência e partiram com McDonald vendada para um lugar desconhecido.

Marie McDonald conta aos repórteres sobre seu sequestro

 

Em pratos, Marie retrata seus momentos de terror em cativeiro

Após dirigirem pelo deserto californiano por mais de uma hora, a atriz ficou refém dos sequestradores em uma espécie de bangalô, onde foi forçada a tomar uma série de comprimidos com whiskey, conseguindo driblá-los, escondendo alguns debaixo da língua. Pouco depois, Marie Tuboni – mãe de Marie – recebe uma ligação de um homem alegando estar com sua filha, ameaçando-a caso a polícia seja contatada. O mesmo acontece com Harry Karl, seu (ex)marido. Com a polícia envolvida no crime, faltava encontrar a atriz desaparecida.

Sob o comando dos sequestradores, Marie tinha acesso a um telefone, deliberadamente deixado em um cômodo vazio onde ela estava com seus olhos vendados. Após horas em cativeiro, a atriz decidiu usá-lo para pedir socorro. Sua primeira ligação é para o colunista de fofoca Harrison Carroll. A segunda foi feita a Michael Wilding – futuro ex-marido da atriz Elizabeth Taylor. A terceira foi para o empresário Harold Plant.

Ao ser pega no telefone pelos bandidos, Marie se vê em uma luta corpo a corpo com a dupla, que ameaça matá-la. Após ser brutalmente espancada, ela é novamente vendada e jogada dentro do carro. Pouco depois ela é colocada para fora, sendo abandonada em meio à paisagem desértica. Machucada e perambulando pelo crepúsculo, ela se depara com os fortes faróis de um caminhão, dirigido por Richard D. Corn.

A estrada desértica próxima à cidade Coachella (Califórnia), onde Marie foi encontrada

Essa foi a história contada por Marie McDonald em 4 de janeiro de 1957 à imprensa hollywoodiana e à polícia de Los Angeles. Cercada por holofotes, policiais e repórteres desesperados para descobrir o que aconteceu, a atriz assume as mesmas características de Amy Dunne, relatando as 12 horas de terror e sofrimento. Ela vira notícia nacional, se torna alvo de pena e compaixão da opinião pública. Até que sua história começa a degringolar.

Os flashes e a atenção alimentaram ainda mais a história de Marie, que quanto mais era contada, maior ficava. Alegações de abuso sexual e novos relatos feitos diretos do hospital (alguma semelhança à Amy Dunne?) surgiram. Após uma extensa investigação, informações contraditórias e análises de perícia que diagnosticaram totalmente o contrário, Marie McDonald foi a julgamento, onde o seu suposto caso foi encerrado e seus agressores “jamais” encontrados.

O retrato falado dos supostos sequestradores

Com sua história perdendo força, uma nova reviravolta trouxe seu ex-marido para o centro do turbilhão. Alegando ter encontrado seus sequestradores em Las Vegas, Marie teria pagado U$5 mil dólares em troca de informações sobre o mandante do crime, que era ninguém menos que Harry Karl. O empresário chegou a se submeter voluntariamente ao detector de mentiras para provar sua inocência. À partir disso, o descrédito com o caso da atriz simplesmente desvaneceu.

Harry Karl se submete ao detector de mentiras voluntariamente

Saindo das sombras em direção aos holofotes, o conto de Marie McDonald é uma daquelas histórias peculiares, que mescla o drama hollywoodiano com a constante luta contra o ostracismo social, natural de um ramo sedento por novos artistas que atraiam a atenção do público. Se tudo isso foi pelas mesmas razões doentias de Amy Dunne, é difícil saber, mas a atriz conseguiu resgatar – de maneira verídica – aquele mesmo anseio dilacerado nas palavras de Norma Desmond, de ‘Crepúsculo dos Deuses’: “Eu sou grande, os filmes é que ficaram pequenos”.

‘Todo o Dinheiro do Mundo’: Refilmagens para tirar Kevin Spacey vão custar US$ 10 milhões

A troca do ator Kevin Spacey por Christopher Plummer na nova cinebiografia de Ridley Scott, ‘Todo o Dinheiro do Mundo‘, deve custar bem caro.

Segundo uma estimativa feita pelo site CinemaBlend, a brincadeira deve ultrapassar a marca de US$ 10 milhões, principalmente considerando a contratação de Plummer, que varia entre US$ 250 mil a US$ 400 mil para uma participação como ator coadjuvante.

A mudança repentina, anunciada seis semanas antes da estreia da produção, ainda vai trazer de volta parte do elenco para as refilmagens.

Ao invés de adotar o método do chroma key, alocando Plummer nas tomadas com o uso de efeitos visuais, Ridley Scott afirmou considerar “mais econômico e eficiente” reunir os atores para refazer as cenas estreladas por Kevin Spacey.

A publicação ainda pontuou que as filmagens devem começar em duas semanas, mantendo a estreia da produção para 22 de dezembro.

A decisão de substituir o também vencedor do Oscar é em virtude das inúmeras alegações de assédio sexual contra homens e menores de idade – configurando supostos casos de pedofilia. Em ‘Todo o Dinheiro do Mundo’, Kevin Spacey deu vida ao milionário J. Paul Getty, cujo neto foi sequestrado.