O ator Mena Massoud, que interpretará o personagem-título no live-action‘Aladdin’, publicou em seu Instagram uma foto comemorando o aniversário de 25 anos da clássica animação da Disney.
“Feliz 25º aniversário! Que loucura pensar que eu só tinha uma ano de idade quando a história de Aladdin ganhou vida. E agora, 25 anos depois, eu tenho a honra e o privilégio de ajudar a recontar essa história mágica da Disney. Vou me acomodar para assistir o filme, galera.”
Marwan Kenzari será o vilão Jafar, Naomi Scottserá Jasmine, Mena Massoudserá Aladdine Will Smith vai ser o Gênio da Lâmpada. O elenco ainda conta com Navid Negahban (Sultan), Nasim Pedrad (Dalia), Billy Magnussen (Anders) e Numan Acar (Hakim).
O trailer de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ está próximo, e cenas em alta definição do vídeo caíram na internet (via ComicBook). Não deve demorar muita para ser liberado oficialmente pela Marvel.
Assista:
Veja também a descrição do trailer com vários SPOILERS sobre a trama.
Confira:
[CUIDADO COM SPOILERS PESADOS SOBRE O FILME]
“No vídeo, vemos Loki entregando o Cubo Cósmico a Thanos para ser poupado de ser morto pelo vilão quando ele destrói a nave de Thor. Thor e Hulk lutam conta a Ordem Negra, mas perdem a luga e Thor fica vagando no espaço até ser descoberto pelos Guardiões da Galáxia. O museu do Colecionador é atacado pela Ordem Negra. Os Guardiões não conseguem detê-los e Joia da realidade é roubada para Thanos. Falta a última joia, que até então ninguém sabia aonde estava. Os Vingadores descobrem e juram protegê-la: a Joia da Alma está dentro de Heimdall.”
A Netflix divulgou o trailer do 1º episódio da 4ª temporada de ‘Black Mirror’, intitulado “Crocodilo”, dirigido por John Hillcoat (A Estrada) e estrelado Andrea Riseborough (Animais Noturnos). Confira:
Veja também o primeiro trailer do episódio “Arkangel”, dirigido por Jodie Foster:
Recentemente, foram divulgadas as primeiras imagens: do episódio ‘Arkangel‘ e do ‘USS Callister‘.
Black Mirror foi criada por Charlie Brooker e exibida pelo canal britânico Channel 4 por duas temporadas. A Netflix comprou o programa e produziu a elogiada terceira temporada ano passado.
O lançamento da 4ª temporada acontece em Dezembro na Netflix.
O CinePOP fará uma pré-estreia EXCLUSIVA de ‘Jogos Mortais – Jigsaw‘ nesta segunda-feira, dia 27 de Novembro, e já temos a lista de convidados.
Um e-mail com as informações foi enviado para todos da lista.
Confira:
Adriano Balon Ailton Gomes alessandra araujo Ana oh Anderson George André Campos Andréa Alves. Anne Mancini Antonio Oliveira Bianca Nobre Binho silva Brenda Pimentel Breno Silva bruna akemi Bruno Barros Bruno Sandrini Bruno Souza Caio Elife Camila Borca Carlos CRezzani Carlos Magno Caroline Corellas Cassio Pereira Cauê Vinícius Camilo de Almeida Cidy Dionísio claudia silva Clayton Zanardo Daniel Gonçalves Daniela Rodrigues Danilo Matias Davis Reimberg Deborah Mitiko Duuh Santana Edgar Miguel Edina Arouca Eduardo Nogueira Eidi Cescato Elaine Yuri Mikami Elza * Estefania Goto Evelin Barboza Fabio Zagolin Felipe Kramer de Oliveira felipe pereira da silva domingo pereira Fellipe Roberto da Silva Fernanda Cristina Gabriel Bellussi Gabriel Boru Haline Torres Heneo Costa Henrique Cavalcanti Hosana Gabriela Ingrid Miranda pimentel israel matos Italo Rodrigues Jefferson Almeida Jefferson Amado Jennifer Salgado João Kennedy johnny lima Jônatas Oliveira Jose Rafael Silva Ju K. Takamura Julia Marques Jurandir Vicari Klismann Matos laundrydan1912 Leandro Machado Leo Damn lucas lu Lucas Maciel Lucas Stocco Lucas Vilas Boas Lucicara Cara Luís Felipe Orneles Ferreira Luis Pirani Mara M L Souza Marcelo Leite Marcia Zimmermann Marcus Rogerio marlana zanatta Mateus Matos Mauricio Ferreira Prado Mayara Melchior Michele Ramos Luiz Duó Naione Moura Nana Rodrigues Nathan Ramos natty Pâmela Caroline Pâmela Sansevero Paula Andressa PAULO CESAR PIERRE BRAGA Paulo Sergio Teixeira Maia Pocahontas ¬¬ Rafael Borges20 Rafael da Silva Melo rafael silva Regina alves Sousa lima RODRIGO SILVEIRA roger oliveira roseli donaire Roseli Oliveira Sandra Vaccari sandra.ramossp sandro furtado sergio hirota Sidnei Cardoso Jr suelen soares Susy Mary Talita Lopes de Matos Thaiza Gueiros valesca cristiane da silva Valter Roberto Santos de Campos vania viegas Vinicius Tolotto Vitor Ferreira Prado WALTER LUNA weel camargo Weider fernando Well Rock Cover willian conceicao moreira Willy Lima
‘Jogos Mortais: Jigsaw‘ recebeu a alta classificação indicativa 18 anos no Brasil, devido a violência gráfica e cenas impactantes.
Uma série de assassinatos brutais começam a assustar a cidade. À medida que as investigações começam, todas as evidências apontam para um homem: John Kramer – O JIGSAW. Mas como isso poderia acontecer? O homem conhecido como Jigsaw está morto há mais de uma década! Teria um aprendiz assumido o manto do Jigsaw, ou alguém que está comandando as investigações?
O novo longa animado da Disney/Pixar é sucesso absoluto de bilheteria nos EUA, liderando o final e arrecadando US$ 49 milhões, com isso, jogou ‘Liga da Justiça’ para a segunda colocação ainda na segunda semana de exibição. Até agora, a animação arrecadou US$ 71,1 milhões nos cinco dias desde a estreia, de acordo com a Variety.
A grande reunião dos super heróis da DC,‘Liga da Justiça’, perdeu o topo do ranking já na segunda semana. O filme arrecadou US$ 40,7 milhões neste no fim de semana e já soma US$ 171,5 milhões nos EUA.
Apesar de a música ter sido banida há gerações em sua família, Miguel (voz do novatoAnthony Gonzalez) sonha em se tornar um grande músico como seu ídolo, Ernesto de la Cruz (voz deBenjamin Bratt). Desesperado para provar o seu talento, Miguel se vê na deslumbrante e pitoresco Mundo dos Mortos seguindo uma misteriosa sequência de eventos. Ao longo do caminho ele conhece o trapaceiro encantador Hector (voz de Gael García Bernal), e juntos eles partem em uma jornada extraordinária para descobrir a verdade por trás da história da família de Miguel.
De fato,Quentin Tarantino é um direto à moda antiga. Sempre homenageando o cinema clássico, filmes Noir entre outros, mas você já se perguntou se o diretor assiste filmes da Netflix? Ele respondeu que não, em uma entrevista à Entertainment Weekly, onde explica o motivo para tal.
“Eu não estou na Netflix, então não posso nem dizer exatamente como funciona. Mas, mesmo que você tenha todos os canais de filmes no seu pacote de TV disponíveis, e isso é algo que tenho, então você abre o guia de programação e vai descendo a lista, você pode até achar alguma coisa que goste. Mas talvez assista por 10 ou 20 minutos e comece a fazer outras coisas. Você pensa: ‘ah, realmente não estou afim disso’. E esse que é o problema.”
O diretor, que está produzindo seu próximo longa, continuou:
“Existia uma diferença de qualidade nas videolocadoras. Você ia até lá, olhava em volta, pegava as caixas, lia a parte de trás dos filmes e você fazia uma escolha. E talvez você conversasse com o cara do balcão, talvez ele te indicasse algo novo. Ele não colocava nada em sua mão e você decidia. É claro, todos alugávamos três filmes e não conseguíamos assistir o terceiro, mas havia muito mais compromisso com o que se assistia”.
Depois de romper com a Weinstein Company em função das denúncias de assédio envolvendo seu fundador, Harvey Weinstein, de acordo com a Variety,Tarantino escolheu a Sony Pictures para distribuir seu nono filme. A Warner Bros. e a Paramount também estavam na disputa.
Polêmica! A atriz Naya Rivera, que viveu a personagem Santana em ‘Glee’, foi presa no último dia 25 em West Virginia, nos Estados Unidos, por agredir o marido, o ator Ryan Dorsey (Herança de Sangue).
Segundo informações preliminares no site E!, a atriz teria atingido a cabeça do ator com um objeto, ferindo-o no rosto, durante um passeio com o filho de dois anos do casal.
A jornalista Kalea Gunderson, da WCHS-TV, publicou um vídeo da atriz sendo presa. Assista:
No vídeo, vemos a atriz algemada e sendo questionada pelo juiz se ela seria, de fato, Naya Rivera.
Naya foi liberada após o pagamento da fiança, mas irá responder judicialmente pelo crime de violência doméstica. Em 2016, Rivera e Dorsey se separaram, mas, em outubro deste ano, a atriz pediu a anulação do divórcio e os dois voltaram a viver juntos.
O próximo trabalho da atriz será em ‘Step Up: High Water’, uma websérie exibida pelo Youtube Red em parceria com a Lionsgate TV inspirada no filme ‘Ela Dança, Eu Danço’, ainda sem data de estreia definida.
No decorrer da história das artes, o cinema foi ganhando força e conquistando o público de todas as partes do mundo.
Do cinema, nascem os grandes ídolos: atores, diretores, roteiristas e tantos outros que ajudam a construir a opinião de cada um. Às vezes esse intuito passa dos limites e vira uma polêmica. O cinema já foi palco de inúmeros escândalos e polêmicas. Alguns trágicos, outros engraçados, mas a maioria são muito curiosos.
A seguir, deliciem-se com algumas das maiores polêmicas da história do cinema:
Igreja x Hollywood
A igreja sempre foi um alvo interessante para os diretores mais audaciosos, mas alguns filmes provocaram repercussões a mais dentro e fora da igreja. Martin Scorsese já foi alvo da ira dos religiosos e classificado como “herege”. Seu filme “A Última Tentação de Cristo“, baseado no livro de Nikos Kazantzakis, mostrava Jesus Cristo como um homem que sucumbia aos pecados humanos. Em “Agnes de Deus“, uma freira aparecia grávida dentro de um convento e no filme “O Padre“, o protagonista era um padre um pouco liberal, que frequentava boates e tinha casos sexuais, tudo abertamente. A última polêmica girou em torno do filme “A Paixão de Cristo“, deMel Gibson, que mostrava a via cruxis de Jesus de uma maneira excessivamente violenta, além de semear pensamentos anti-semitas. Apelação? Exagero? Resultado: a polêmica só ajudou o filme, que teve uma bilheteria estrondosa no mundo todo.
O diretor italiano figura entre os mais polêmicos até hoje. Em seus filmes ele não poupava nada, nem ninguém. Na maioria de seus filmes usava artistas amadores, analfabetos e pobres. Em “Teorema” ele fez um anjo cair do céu e desestruturar a base de uma família burguesa. Em “O Evangelho Segundo São Matheus“, Cristo era quase um Che Guevara, um homem revolucionário que criticava a hipocrisia humana. Pouca roupa se usava no filme “120 dias de sodoma“, baseado no livro do Marquês de Sade, que tratava de bizarrices sexuais, assim como em “Pocilga“. Resultado: Pasolini foi assassinado e seu corpo foi encontrada na rua no ano de 1975.
Politicagem
A política se fez forte no cinema também. No polêmico “JKF, A Pergunta que não quer calar“, de Oliver Stone, o assassinato de John Kennedy se transforma numa conspiração política maior do que se imaginava. O especialista em filmes de cunho políticos, o diretor francês Constantin Costa-Gavras viu seu excelente filme “Z” ser alvo de polêmica e ser proibido em diversos países, inclusive aqui no Brasil. O filme criticava aspectos da ditadura e mostrava como uma rede de corrupção pode ser armada por trás da máscara da democracia. Resultado: Ambos os filmes tiveram êxito nas bilheterias. Costa-Gavras foi trabalhar em Hollywood e fez outro filme político, “O Desaparecido” e além disso, ganhou o Festival de Cannes e dois Oscar.
Moralismo
Muitos filmes também mexeram com o imenso moralismo dos americanos, fazendo a censura de lá ter pesadelos. Roman Polanski, que já era mau visto pela sociedade americana, sofreu censura em cima de seu filme “Lua de Fel“. Mesmo sem mostrar cenas de sexo fora do limite, o filme mostrava um casal comportado sendo corrompido moralmente e sexualmente por um casal que estava decadente, diferente do diretor Bernardo Bertolucci que usou cenas de sexo ousadas pra época em “O Último Tango em Paris“, filme com Marlon Brandon, onde dois estranhos tinham uma ardente relação amorosa. Como se não bastasse, Bertolucci ainda fez “La Luna“, onde uma mãe e seu filho tinham um tórrido caso amoroso. E o que dizer da cruzada de pernas fatal deSharon Stone em “Instinto Selvagem“? Além de ter 42 segundos cortados pela censura, o filme sofreu protestos por parte da comunidade homossexual americana. Outro polêmico foi “Calígula“, dirigido por Tinto Brass, e produzido pelo dono da revista Pentlehouse, a revista de sexo mais famosa da época. O filme mostrava as perversões do império romano sem nenhum pudor e chocou a todos na época em que foi lançado. Resultado: a polêmica só ajudou a aumentar a fama dos filmes e dos envolvidos. De todos os citados, a mais beneficiada foiSharon Stone, que virou estrela internacional.
A violência já foi, e ainda é, tema de inúmeros filmes. Só que em alguns, o tema foi tratado de maneira excessiva. Muita gente se arrepiou com uma cena de estupro no filme “Sob o domínio do medo“, de Sam Perckinpan. Aqui no Brasil, um rapaz entrou num cinema e atirou contra várias pessoas numa seção do filme “Clube da Luta“, de David Fincher. O filme mostra lados obscuros dos seres humanos de maneira bem original, além de tratar de manipulação cerebral e mensagem subliminar, provocando muitas discussões. Dessa sessão, além do filme já citado “A paixão de Cristo“, a mais recente polêmica gerou em torno do filme “Irreversível“, de Gaspar Noé, contado de trás pras frente, em que violência e estupro são mostrados em dose realista. Resultado: “Irreversível” causou um “terremoto” no Festival de Cannes. Algumas pessoas passaram mau ao ver o filme e algumas foram retiradas da sala de exibição usando balão de oxigênio.
Cena do Pôlemico ‘Irreversível’, com Monica Belluci
Outros filmes polêmicos:
‘Cassiopéia‘ – essa animação brasileira é a primeira feita completamente em computador em toda a história da animação. Mas, como os recursos daqui são baixos, o filme passou despercebido até mesmo aqui, para a ira dos animadores brasileiros. Resultado: A Disney fez Toy Story e passou uma rasteira nos brasileiros. Toy Story até hoje é considerada a primeira animação feita em computador da história do cinema.
‘Pixote‘ – o filme de Hector Babenco mostrou o lado negro das grandes cidades brasileiras através de alguns personagens. Resultado: O filme chega a ser apelativo em determinados momentos, mas a polêmica ajudou ao filme e ao diretor, que ganhou mais projeção internacional.
Astros e Estrelas
Muitas estrelas de cinema já provocaram polêmicas dentro e fora das câmeras. Só relembrando o currículo de algumas delas:
Marlon Brandon– rei da polêmica. Já recusou um Oscar, fez papéis polêmicos e aparições surpresas. Em “Superman – O Filme“, de Richard Donner, exigiu um cachê escandaloso pra fazer uma pequena participação como Jor-El, pai biológico de Clark Kent. Resultado: ele conseguiu. Afinal, ele era Marlon Brandon.
Kim Basinger – gerou polêmica quando desistiu de fazer o filme “Encaixotando Helena“, de Jenifer Chambers Lynch (filha do diretor David Lynch), depois de ter um contrato assinado. Ela alegou que o filme era forte demais e as cenas de sexo eram muito ousadas. Resultado: a polêmica não ajudou a suprir a falta de talento da filha de Lynch e o filme não foi bem recebido nem pela crítica e tampouco pelo público. O papel recusado ficou com a bela atriz Sheryl Fynn e o que se viu no filme foi uma grande decepção pra quem esperava ver um filme escandaloso.
Frank Sinatra– no início da década de 50, a carreira de Sinatra estava desabando. Numa atitude desesperada, ele praticamente implorou ao diretor Fred Zinemam (seu amigo) pra inclui-lo no filme “A Um Passo da Eternidade“. A muito custo ele conseguiu o papel e trabalhou praticamente de graça. Resultado: Sinatra ofuscou o resto do elenco, ganhou o Oscar, o Globo de ouro e o prêmio de Cannes de ator coadjuvante, além de voltar ao estrelato. Heddy Lamar – apareceu numa cena de Strip-tease muito arrojada pra época, no filme “Êxtase“. Resultado: a polêmica ajudou a carreira dela e alguns anos depois ela virou musa.
Bette Davis– a rainha da polêmica. Já largou um cargo na Academia de Hollywood depois de várias discussões com os membros, criou inimizades (a mais famosa delas era Joan Crawford), dizia o que pensava (inclusive com relação aos membros da academia) e tinha temperamento explosivo. Ela até já apareceu de vestido quadriculado no Oscar. Resultado: nenhum, Bette Davis é Bette Davis, ou você ama ou você odeia.
Esses são só alguns dos maiores exemplos dos rebuliços que o cinema pode fazer.
Se você é igual a mim, daquele tipo de pessoa que vai na árvore genealógica qual parte da sua família é Mexicana para explicar o motivo de tanto amor por drama, essa lista é feita pra você!
Tem aquelas que foram alegres e mudaram de tom no final, algumas eram ‘normais’ e ficaram sombrias e outras sempre foram puro drama e não podiam fugir da linha lá no final. Hoje eu vou listar 10 séries que tiveram finais tristes.
Não vou elencar por ordem de mais ou menos, pois minhas sensações mudam o tempo todo quando as vejo de novo, mas sim por ordem de lembrança, o que determina que, provavelmente, as primeiras comentadas são aquelas que me marcaram mais.
Nem preciso falar que spoilers vão rolar, afinal estamos falando de finais. Pra tentar evitar que você seja atingido por alguma informação desagradável, sempre vamos colocar uma foto da série logo abaixo do título e esse será o seu sinal de “fuja para as colinas”.
É a terceira vez que eu cito essa série, tá na hora de criar vergonha na cara e falar logo dela, afinal ela tá no meu top das melhores da vida e eu, francamente, acho ela algo praticamente obrigatória de se assistir.
Traduzida pra nossa lingueta como ‘A Sete Palmos‘, fica bem mais claro entender o tema da série. ‘Six Feet Under‘ não tem apenas um final triste, mas é uma série que te coloca pra chorar em quase todos os episódios, e o final não podia ser diferente.
Eu, sinceramente, acho a cena final da série a melhor cena final de todas as séries de todos os tempos. Por cinco temporadas vimos cada um daqueles episódios começando com uma morte, afinal a família principal da trama dirige uma funerária e tem que lidar com todas elas, que acabam se interligando de algum modo com as questões da vida deles.
E é assim que, ao som de Breathe Me, da Sia, a gente acaba a série arremessado no chão e perdido na vida sem essa série diva pra nos acompanhar. Com todo seu modo especial de tratar de um tema tão pesado como a morte – tendo leveza, um tom sutil e muita beleza –a série termina mostrando o momento do falecimento de todos os personagens principais, assim como ela começava.
Muito mais que um final triste, a cena em si é de torcer os olhos pra escorrer as lágrimas! É humanamente impossível não chorar o oceano do Djavan assistindo o final desse seriado maravilhoso. Assista ao final!
Uma série que te ensinou muito mais do que a escola sobre a extinção dos dinossauros. Dino, aquele pacatão pai de família, foi o grande responsável pelo fim da era dos dinos todos!
Lembram daquele lugar que ele trabalhava que sempre tinha aquele jeitinho ganancioso de passar por cima de tudo para lucrar? Uma fábrica começa a desenvolver um projeto para a extinção de uma espécie de besouros, e o Dino é escolhido para acabar com eles.
Acontece que esses besouros eram fundamentais para o controle de uma videira que não parava de se espalhar. Para destruir tudo, ainda mais pela questão de todas as vinhas serem muito grandes, Dino acaba usando uma quantia exagerada de spray, o que acaba destruindo toda vegetação e, assim, iniciando à era glacial, que acabou com a o período dos dinossauros.
A parte triste fica para a sequencia final, quando o Dino tenta explicar para o Baby o que está acontecendo e o coitadinho não entende bem e acha que eles vão se mudar, ou algo do tipo. Honestamente, algum de vocês consegue imaginar o Baby morto? Não gente, pelamor!
Mais trágico que isso é o instante final, onde o apresentador do telejornal que eles sempre assistiam dá um boa noite melancólico e cabisbaixo e, logo após isso, começamos a ver tudo congelado do lado de fora. Uma grande lição para a humanidade que se acha blindada e só vive de destruir a natureza para fins financeiros.
Vai muito além da morte da mãe e vai muito além daquele discurso do Ted. Eu acho o final da série, num contexto geral, corajoso e totalmente ousado! Poucas sitcoms se permitiram tanto drama e tantos episódios carregados como HIMYM fez.
Pra começo de assunto, só eu que acho o Marshall totalmente apagado nos episódios finais? Aquele personagem sarrista e cheio de alegria parece ter uma tristeza nos olhos, algo diferente… Talvez isso foi o que mais me entristeceu, pois ele sempre foi um dos meus favoritos. Logo em seguida, a Lily percebe que nem todos seus esforços praticamente maternais com o grupo não são capazes de manter a gangue junta.
Começamos a parte 1 do episódio final com a Robin sendo colocada na turma, e depois vemos ela se afastando cada vez mais deles. Começamos a parte 2 do episódio final falando que uma vida rotineira é algo para perdedores com filhos e, por fim, ele vira um pai.
Ted gira mais que o pião da casa própria doSilvio Santos para achar a mãe dos seus filhos que, confirmando a teoria de muitos, já estava morta quando ele contou a história. Francamente, não faria sentido o Ted estar contando isso tudo por nada, então ter essa questão toda da mãe morta no final é plausível…
Agora eu vou entrar no mérito da cena final. O que eu vou falar pode parecer frio, eu sei, mas representa como eu vejo o final e a série depois de ver e rever tudo tantas vezes. Ted sempre falou do seu amor por Robin na jornada, muito mais do que os breves discursos falando sobre a mãe. Não vou dizer que ele não amou a Tracy, pelamor de Deus, mas parece que ela foi quem ofereceu ao Ted tudo que a Robin não faria, principalmente os filhos. E, no fim, o que ele faz? Volta pra Robin!
É só comparar o que ele fala da Robin quando pede pra Jeanette devolver o colar da Robin e quando ele fala que quando conheceu a Tracy ele sabia que tinha que a amar em todas as circunstâncias, o que às vezes me dá impressão de que ele sentia que ainda tinha uma “tentação” a resistir.
Mesmo sendo considerado por alguns um personagem muito melhor que Chaves, Chapolin não conseguiu alcançar a audiência e a longevidade da mais conhecida criação de Roberto Bolaños.
A gente não contava com a astúcia do gênio na hora de dizer adeus e voltar a dedicar-se à produção chamada Chesperito, onde ele interpretava vários personagens. Na hora de encerrar o episódio final, os coadjuvantes anunciam que a produção chegou ao fim, mas o mais triste fica pra cena final, literalmente.
Nosso adorado personagem se coloca diante de um fundo preto, onde agradece os atores e a produção, alertando que não é possível destacar todos os nomes. E assim ele se despede, virando-se de costas para a câmera e imergindo ainda mais naquele triste fundo, enquanto vemos uma imagem mais ampla do set e algumas pessoas que estão na gravação da cena.
A trama que se passa dentro de uma gangue de motoqueiros teve sua primeira exibição em 2008 e teve seu final em 2014.
Mesmo sendo ‘nascido’ dentro do clube e sendo um dos elementos principais desde sempre, nas primeiras temporadas Jax meio que dividia as atenções com Clay, podemos dizer até que ambos alternavam como protagonistas da série.
Mas, no final, foi a história de Jax que fez do último episódio um pocinho de lágrimas. Vemos um personagem que perdeu muito na vida, que já tinha perdido a mulher, matado a própria mãe, estava sempre em problemas com a polícia e sentia que não seria um bom exemplo para seus filhos.
Foi assim que, enquanto perseguido pela polícia, ele joga sua moto contra um caminhão e garante um dos finais de séries mais tristes de todos os tempos, não apenas pela cena final, mas por ser um personagem que sempre parece ter vivido com tristeza e depressão a seu redor, em uma vida disfuncional.
A série mostra um grupo de policiais absurdamente corruptos e nem um pingo menos limpos do que as pessoas contra quem eles atuam. Durante todas suas temporadas, vemos o grupo cometendo tudo que é tipo de atrocidade e ficamos pensando que ou eles vão sair impunes de tudo ou vão pagar um preço bem alto pelo que fizeram.
E coube logo à cabeça do grupo, o detetive Vic Mackey, deixar a lição maior sobre ação e reação que uma série já ofereceu. Tá, a gente sabe que o cara não era limpo, igualmente a todos que conviviam com ele, mas é praticamente desumano o destino que é dado para ele. A punição dele não veio com uma morte ou através de uma prisão normal, foi bem pior que tudo isso.
Para ficar imune de seus crimes, em um trato feito com a polícia, ele tem que trair tudo de que ele fez parte, confessar e entregar tudo, o que inclui, também, trair um de seus melhores amigos. Assim ele vira responsável pela prisão de um deles e pela morte de outro que comete suicídio e mata a própria família para não ser preso e saber que nada de mal pode ser feito a eles.
Além disso, a família de Vic é colocada em um sistema de proteção de vítimas e ele em um trabalho burocrático, algo de que ele fugiu a vida toda. Assim ele também é privado de ver a mulher e os filhos de qualquer modo. Ele não tem um número deles pra ligar ou sabe onde eles estão… Nada!
Não que ele tenha sido um cara ético e que isso não seja merecido, mas o final é totalmente depressivo e foi descrito como um soco no estômago. Sim, é exatamente o que foi.
O final da série veio, aparentemente, coroar toda sensação do que foram aqueles anos incríveis, revelando um pouco a verdade nua e crua de que alguns momentos da vida são mais leves e tendem a ser mais fácil que outros.
Depois de narrar tantas histórias, o Kevin do futuro trás uma narrativa bastante triste sobre essa questão de que, uma hora ou outra, esses bons momentos se encerram em algum ponto, afinal as coisas mudam. Ele e a Winnie se separam e ela acaba de mudando para a Europa para estudar arte. Ele ficou nos Estados Unidos, casou-se e teve filhos. O pai dele morre por decorrência de um ataque cardíaco e a impressão que dá é apenas essa: tudo mudou.
Talvez isso seja só um reforço para as palavras finais dele, ressaltando que ele olha para trás e vê, no fim das contas, anos incríveis. Fica aquela questão de como algumas músicas, produtos ou eventos relacionados ao nosso passado deixam aquela nostalgia deliciosa e nos fazem sentir tanta saudade daquele período despretensioso das nossas vidas.
M*A*S*H
A super famosa comédia médica foi um sucesso durante toda sua exibição e veio com um episódio final de 2 horas e meia que teve uma audiência bombástica! Assim como foi difícil despedir-se de uma série que fez parte da vida de quem a viu por tanto tempo, o final dos personagens também foi bastante triste e emocionante.
Hawkeye acaba tendo que se tratar em um hospital mental por sofrer um colapso nervoso aparentemente ocasionado pela quantia de memórias reprimidas que ele tem sobre um passeio que todos os funcionários participaram em uma praia, perto de Incheon.
Depois de tanto trabalho para descobrir o que aconteceu, ele acaba lembrando que tentou ajudar um grupo de refugiados e, ao tentar silenciar uma criança para que eles não fossem pegos, ele acabou sufocando e matando a criança.
Além disso, o padre Mulcahy fica surdo e Klinger se apaixona e acaba ficando na Coréia mesmo com o fim da guerra.
No fim, BJ e Hawkeye tem sua despedida meio bromance depois de uma DR onde Hawkeye alega que BJ é incapaz de dizer adeus, mesmo depois de tudo que eles passaram e contando com o fato de que talvez jamais se veriam novamente.
Os dois vão embora no mesmo helicóptero e após atingir certa altura, Hawkeye é capaz de ver uma série de pedras que o amigo juntou para escrever a palavra “adeus”. Cai um cisco no olho da gente…
Quem assistiu a série toda ficou arrepiado com o final. Isso tudo por causa de uma fala do piloto, quando a polícia aparece na casa ondeAlf está escondido e fala para eles, com ele ouvindo, o que vai acontecer caso ele seja pego.
Para quem não lembra bem, vou fazer um momento sic com a fala exata deles: “Vamos ver como ele reage ao calor intenso, congelamento, alta tensão, substâncias tóxicas, medo, falta de sono, inoculação [agulhadas], e, é claro, dissecção”. Ou seja, caso pego ele viraria um experimento.
Depois de algum tempo vivendo com a família, ele resolve partir, mas o pior acontece! Quando ele tá lá esperando sua caroninha espacial, é cercado pela polícia e capturado.
Como a gente já sabe tudo que pode acontecer com ele, vê-lo capturado dá arrepios, ainda mais pelo fato da série ser toda engraçadinha e ter uma levada totalmente infantil.
Os produtores alegam que a série não iria acabar daquele jeito e que ela deveria ter sido renovada, que eles foram pegos no susto com o cancelamento e aquela coisa toda, mas isso não justifica as impressões horríveis que ficaram na nossa cabeça ao ver o que foi oferecido.
Little House on the Prairie
Talvez você não conheça a série, mas os fãs mais apaixonados de The Big Bang Theory vão recordar desse nome por algum motivo. Lembram quando a Amy assisteIndiana Jones com o Sheldon e estraga o filme pra ele? Ele logo tenta se vingar dela estragando a série favorita dela e, mais pra frente, ela escreve uma fanfiction da série que inclui seu amado.
E episódio final tem 95 minutos e mostra o povo da região descobrindo que praticamente todo o terreno deles havia sido comprado por um detestável magnata ferroviário (exceto pela igreja e pela casa da família Ingalls).
Os habitantes se revoltam com isso e resolvem destruir toda a propriedade ativado dinamites de destruição em massa. Ou seja, eles tiveram que destruir toda a aldeia para poder salvá-la.
Depois de algum tempo foi comentado que os produtores tiveram essa ideia para poupar dinheiro, pois eles foram obrigados a devolver a área do conjunto de gravação do modo que ele estava antes de iniciar a produção da série, e essa seria uma forma prática de “limpar o terreno” e garantir que os edifícios criados jamais fossem usados por outras produções.
Seja como for, é profundamente triste ver a propriedade sendo destruída e tudo que a família tinha virar pó e ver toda aquela galera chorando no final.
Justice League (2017)
Bruce Wayne/Batman-BEN AFFLECK; BTS; Diana Prince/Wonder Woman-GAL GADOT; Director-ZACK SNYDER
‘Liga da Justiça‘ trouxe uma participação especial que deve ter passado despercebida por quase todos. Segundo o diretor de fotografia, Fabian Wagner, o diretor Zack Snyder fez uma pontinha bem discreta na produção.
Em entrevista ao Comic Films M.D., ele revelou onde estaria Snyder, que também aparece em ‘Mulher-Maravilha‘:
“Zack tem uma participação em uma das cenas. Para os que não viram, ele pode ser visto sentado em uma cafeteria”.
O produtor Scott M. Gimple publicou em seu Twitter uma mensagem agradecendo pelo fim das gravações da 8ª temporada de ‘The Walking Dead’, queterminaram em 22 de novembro.
Thanks and more thanks and gratitude and awe and thanks to the fine band of spiritual siblings who make the Walking Dead program, giving it all they’ve got. That is a wrap and you are remarkable. It’s a privilege to fight alongside you.
“Obrigado e muita gratidão e admiração pelo time de verdadeiros irmãos que fazem The Walking Dead e dão o máximo de si. Acabamos e vocês foram marcantes. É um privilégio trabalhar ao lado de vocês.”
A 8ª temporada de ‘The Walking Dead‘ continua apresentando quedas em sua audiência, e o episódio desse domingo, 19, foi o menos visto da série desde 2012.
Trata-se do primeiro episódio a ter menos de 8 milhões de espectadores desde o episódio da segunda temporada, Better Angels, visto por 6.8 milhões de espectadores.
8×01 – 11.44 milhões
8×02 – 8.92 milhões
8×03 – 8.52 milhões
8×04 – 8.69 milhões
8×05 – 7.85 milhões
O próximo episódio mostrará Rick confrontando Jadis no Lixão. “The King, the Widow, and Rick” vai ao ar na madrugada (novo horário, 00h30) do dia 26 para o dia 27, na Fox.
Os treinadores Mark Mene e Nathan Jones, que estão preparando Tom Hardy para viver o ‘Venom’, gravaram um vídeo dos bastidores onde revelam que algo grande está por vir.
No vídeo, eles contam como o ator está dando duro para ficar em boa forma para as cenas de lutas do filme e também elogiam a vontade e o esforço de Hardy. Além disso, também comentam que os fãs já podem ficar ansiosos para ver o filme.
“O mundo vai ver um dos mais sombrios e poderosos vilões que a Marvel já teve. Será uma carnificina total”
Tom Hardy postou em seu twitter uma nova foto dos bastidores de ‘Venom’, filme derivado sobre o vilão do Homem-Aranha, que mostra o ator à vontade no apartamento de Eddie Brock. Confira:
Confira também um vídeo que caiu na internet filmado de maneira amadora nos bastidores de ‘Venom’
Podemos ver Tom Hardy performando umas acrobacias, caindo em um colchão e se levantando machucado. Mais pra frente, vemos o personagem dialogando com alguém (ou alguma coisa). Assista:
O estúdio já deixou claro que o Homem-Aranha (Tom Holland) não estará nos spinoffs, mas deixou claro que as portas estão abertas para mais filmes no universo do cabeça de teia, como o – previsto – ‘Sexteto Sinistro‘.
A adaptação dos quadrinhos de ‘Shazam!‘ segue a todo vapor com novas revelações.
Segundo o portal Omega Underground, o coordenador de dublês de ‘Thor – Ragnarok‘ e ‘Aquaman‘ será o grande responsável por garantir as cenas de ação do filme.
Durante a première de ‘Liga da Justiça‘ ontem (13), os atores Asher Angel e Zachary Levi, que serão o Billy Batson e o Shazam! dos cinemas, respectivamente se encontraram pela primeira vez. Confira a foto:
Brigas de celebridades foi o foco de Feud, a sensacional série da FOX estrelada pelas veteranas Susan Sarandon e Jessica Lange, que apresentou o famoso embate de bastidores do longa O Que Terá Acontecido a Baby Jane? (1962), protagonizado pelas lendas Bette Davis (Sarandon na série) e Joan Crawford (Lange na série).
Em homenagem à série, o CinePOP resolveu trazer à tona este lado feio de Hollywood, que muitos preferiam esquecer. Vamos conhecer algumas das brigas mais emblemáticas nos sets de filmagens.
Quem olha o sucesso que Estrada da Fúriafez, entre críticos e o grande público (recebendo inclusive uma indicação ao Oscar na categoria principal de melhor filme), não imagina o quanto suas filmagens foram conturbadas. As três maiores forças, responsáveis pelo sucesso do longa, entraram em colisão durante as gravações: Charlize Theron, Tom Hardy e o veterano diretor George Miller, mostrando que a guerra de egos nos bastidores de filmagem podem ser cruéis até mesmo para artistas do porte do cineasta.
O problema principal era Tom Hardy, tido como um ator de temperamento difícil. Theron e Miller vieram a público afirmar que não se deram bem com o ator, o que prejudicou bastante a produção do quarto filme da franquia. Os ânimos estavam quentes entre Theron e Hardy e, durante uma cena de luta, a atriz acidentalmente ou não quebrou o nariz do protagonista com uma cotovelada. Fora isso, ambos Hardy e Theron não compreendiam a visão de Miller e por vezes se sentiam perdidos nas filmagens, sem saber inclusive qual era a motivação de seus personagens durante certas cenas. Como diziam, tudo o que conseguiam ver era o deserto. Uma vez pronto, o filme foi exibido e a dupla finalmente pôde conceber a visão do diretor. Hardy se desculpou publicamente durante a coletiva do filme no prestigiado festival de Cannes.
O terceiro longa-metragem do Homem Morcego no cinema foi provavelmente o que teve o set mais problemático, isso contando o fiasco que viria a seguir: Batman & Robin. Acontece que Val Kilmer é notoriamente um ator quase intratável e fez da vida do diretor Joel Schumacher um inferno. Tanto que o diretor afirmou que nunca mais iria trabalhar com o ator, a quem chamou de infantil, dizendo que ao invés de resolverem suas diferenças, Kilmer optava por passar dias a fio sem se dirigir ao cineasta.
Os problemas de bastidores em Eternamente não se resumiam ao protagonista e o diretor, já que a “chapa esquentou” entre os intérpretes dos vilões também. Segundo o próprio Jim Carrey (que roubou a cena no filme, devido a sua popularidade na época, na pele de Charada), ele e Tommy Lee Jones não se deram bem. Carrey se pronunciou dizendo que o carrancudo ator (que deu vida ao afetado Duas Caras) deixou bem claro que não gostava de Carrey e de seus filmes, simplesmente se pronunciando desta exata forma ao próprio. Isso é que é uma recepção fria.
Blade: Trinity (2004)
Outro filme de super-herói, outra produção problemática. Aqui, o estresse todo se deu por causa do astro Wesley Snipes, que estava passando por um surto mental. Segundo relatos do ator Patton Oswalt, que viveu Hedges no filme, confirmados por Ryan Reynolds (Hannibal King no filme), Snipes se recusava a interagir com o elenco e membros da equipe, passando a maior parte do tempo trancado em seu trailer fumando maconha. O protagonista também exigia ser chamado de ‘Blade’ e, segundo o próprio, ao quebrar o silêncio com Reynolds apenas proferiu a sentença: “Mantenha a boca calada, você viverá mais assim”. Não sei o que vocês acham, mas soou como uma baita ameaça.
Obviamente, o nível de desentendimento maior ocorria entre o astro e o diretor do longa, David S. Goyer, que tinha a maioria das ideias vetadas, ou pelo estúdio, ou pelo próprio Snipes. De acordo com o próprio Goyer, durante uma das muitas discussões acaloradas, o ator teria perdido a compostura e esganado o cineasta. Fora isso, uma das gafes homéricas envolvendo Blade: Trinity se deu em sua campanha de divulgação, quando um comercial do filme foi veiculado na TV e precisou ser recolhido no mesmo dia. O motivo? Jessica Biel, estrela feminina do longa, foi creditada como a xará Jessica Alba. Após tudo isso, Wesley Snipes atualmente considera o filme águas passadas e já exprimiu o desejo de voltar a interpretar o personagem, agora já nas mãos da Disney / Marvel.
Não se chega ao topo sem quebrar alguns ovos, ou fazer alguns inimigos. E foi exatamente este o caminho da musa Julia Roberts, considerada uma das maiores estrelas de Hollywood ainda em atividade. Em meados da década de 1990, Roberts estava aos poucos perdendo seu starpower (ou poder de estrela), e aqui, neste filme, pode ser onde tudo saiu dos trilhos.
Roberts não se deu com o colega de cena e par romântico Nick Nolte, a quem acusava constantemente de ser um machista desprezível. As trocas de ofensas e farpas eram constantes, já que Julia também é (ou ao menos era) uma conhecida estrela problemática – durante as filmagens de Hook: A Volta do Capitão Gancho (1991), a equipe e o diretor Steven Spielberg a apelidaram de “Tinkerhell” (uma alusão a sua personagem Tinkerbell e a palavra hell, inferno) e suas cenas precisaram ser reduzidas. Aqui, quanto mais o comportamento machista de Nolte a incomodava, mais o ator fazia questão de enfatizá-lo. No final, a maioria das cenas da dupla precisou ser rodada de forma separada e quando o momento exigia os dois em cena, foram usados dublês. Roberts só recuperaria o prestígio em 1997, com O Casamento do Meu Melhor Amigo.
Os bastidores de uma produção conturbada podem inclusive acabar com amizades de décadas. Foi o que aconteceu em Os Mercenários 3, terceira parte da aventura criadas por Sylvester Stallone. Apesar do terceiro filme exibir as presenças de atores notoriamente problemáticos como Mel Gibson, Harrison Ford e Wesley Snipes, a “treta” rolou entre Sly e seu grande amigo Bruce Willis. O motivo: dinheiro. Segundo relatado, Willis ganharia US$3 milhões por quatro dias de filmagens. Mas o eterno Duro de Matar não se deu por satisfeito, e exigiu US$4 milhões, ou seja, US$1 milhão por dia de filmagem (pois é, tem algo de muito errado com mundo).
Stallone e os produtores se recusaram e Willis pulou fora do projeto, apesar de ter aparecido previamente nos dois filmes anteriores. Às pressas foi chamado Harrison Ford para viver um papel similar. Numa cena, o protagonista pergunta pelo personagem de Willis, ao que Ford retruca: “He´s out of the Picture”, ou “Ele está fora de cena”. A coisa não parou por aí, e Sly veio a público alfinetar Willis antes do lançamento do longa, com frases nas redes sociais do tipo: “ambicioso e preguiçoso, uma receita para o fracasso”. Willis é um conhecido encrenqueiro de bastidores, segundo afirma o diretor Kevin Smith, por exemplo, e recentemente foi retirado da produção de Woody Allen, Café Society, no qual viveria o personagem que ficou com Steve Carell.
A Cartada Final (2001)
Outro astro historicamente problemático, talvez o maior deles, é Marlon Brando. Ao longo de sua carreira, em filmes como A Condessa de Hong Kong (1967), Último Tango em Paris (1972) e Apocalypse Now (1979), só para citar alguns, o comportamento errático do astro se tornou notório. No entanto, esperava-se que o ator aprendesse com os erros e se comportasse bem, ao menos na velhice. Ledo engano, afinal, como já diziam os poetas do grupo de Axé, É o Tchan, “Pau que nasce torto nunca se endireita”.
Aqui, em A Cartada Final, seu último filme, Marlon Brando seguiu se comportando de forma polêmica. O atrito foi entre o astro e o veterano diretor Frank Oz, que além de cineasta, ficou famoso ao ceder a voz para bonecos clássicos, como o Yoda, de Star Wars, e a Miss Piggy, dos Muppets. O estresse atingiu o ápice e Brando começou a se referir a Oz apenas pelo nome da porquinha dos Muppets. Depois, precisou ser dirigido pelo colega de cena Robert De Niro, que tentava jogar panos quentes, já que foi a seu pedido que Brando entrou neste elenco. Será que foi aqui que Edward Norton, outro notório “estrelinha” intratável, aprendeu a se comportar de tal forma?
Naturalmente, um filme de guerra precisa ser tenso e seus bastidores podem contribuir muito para isso. Foi exatamente o que ocorreu durante as filmagens deste longa do mesmo diretor de Esquadrão Suicida, David Ayer. Na trama, um grupo de soldados fica restrito a um tanque de guerra, durante a Segunda Guerra Mundial. Foi reportado que para manter o nível de tensão nas alturas, os atores todo dia antes das filmagens lutavam entre si. Também foi dito que a maioria tinha medo de Jon Bernthal, pugilista de verdade no passado.
Além disso, Shia LaBeouf, jovem ator que atrai problemas, estava no auge da “surtação”, fazendo cicatrizes reais na pele e arrancando os próprios dentes, a fim de criar maior veracidade para seu personagem. O arranca-rabo, no entanto, quase ocorreu com o filho da lenda Clint Eastwood, Scott Eastwood, um novato em início de carreira. Tudo porque o Eastwood Junior começou a cuspir tabaco no tanque repetidamente, fato que começou a irritar tanto Brad Pitt quanto Shia LaBeouf. As coisas começaram a esquentar entre os três, com Pitt e LaBeouf considerando o ato de Eastwood desrespeitoso. Somente depois os atores foram notificados que estas eram as instruções do novato para a cena.
Três Reis (1999)
Ainda no território dos filmes de guerra, o tempo fechou entre George Clooney e o diretor David O. Russell. O cineasta voltou ao lado certo da linha, fazendo as pazes com o sucesso de maneira renovada após O Vencedor(2010). Daí seguiram O Lado Bom da Vida (2012), Trapaça (2013) e Joy: O Nome do Sucesso (2015), todos aclamados pela crítica e com indicações a prêmios. No entanto, o dia no sol de Russell quase esteve extinto antes disso, mostrando uma das maiores redenções do cinema em anos recentes.
A fama destemperada do diretor o precedia, e a briga homérica no set de Huckabees: A Vida é uma Comédia (2004) se tornou notória, após os vídeos com as explosões de comportamento do cineasta vazarem na internet. O maior alvo da fúria de Russell então era a veterana Lily Tomlin, outra persona difícil, constrangendo com berros e palavrões atores do calibre de Dustin Hoffman, Isabelle Huppert e Jason Schwartzman, presentes nas gravações durante os disparates. Antes disso, em Três Reis (1999), Russell viu em George Clooney um desafeto muito mais do que um aliado, atrás das câmeras. Primeiro, porque Russell não queria o ator no filme, e só o aceitou porque suas outras opções estavam indisponíveis. Por sua vez, Clooney não gostou nada da forma como o diretor tratava figurantes e membros da equipe, chamando constantemente sua atenção. O ápice veio e os dois saíram no braço. Apesar de terem jurado jamais trabalhar juntos novamente, Clooney reconhece o talento do diretor. Bem, ele fez maravilhas para a carreira de Jennifer Lawrence.
Sharon Stone, então uma atriz em vias de deslanchar em sua carreira, também não era a primeira opção do cineasta holandês Paul Verhoeven. Conhecido pelo teor polêmico e sexual de suas películas, Verhoeven se aventurava em sua produção mais ousada, na qual o sexo era a palavra de ordem. O astro Michael Douglas topou participar do projeto, já que temia que filmes assim perdessem de vez o lugar em Hollywood devido ao pavor da Aids que dominava o mundo na época. Assim sendo, tudo estava no lugar para um dos filmes mais eróticos de que se tinha notícia, que viria a chocar e marcar seu lugar na história do cinema.
Douglas e Sharon Stone realizaram todas as ousadas cenas tórridas sem o uso de dublês. Mas foi quando a atriz realizou a infame cena da cruzada de pernas, num momento fora da cama, que o bicho realmente pegou entre ela e o diretor da obra. Segundo Stone, o cineasta pediu para que ela tirasse a calcinha, pois estava refletindo na câmera e atrapalhando a cena. A ingênua atriz atendeu o pedido, nunca em um milhão de anos imaginando que a mente fértil de Verhoeven estava a muitos passos na frente. Foi só durante a premiere do longa, que miss Stone pode conferir como ficou a cena e notar que o artista havia dado um baita close em sua genitália. Resultado, um safanão da atriz no rosto do diretor, e depois o perdão com a repercussão positiva do filme. Segundo Verhoeven, a atriz sabia do combinado e havia concordado, dando para trás por ter ficado envergonhada depois. Ano passado, o cineasta se debulhou em elogios para sua protagonista Isabelle Huppert no igualmente polêmico Elle.
Ilha do Doutor Moreau (1996)
O último item desta lista reúne dois notórios meninos-problema. Trata-se de Marlon Brando e Val Kilmer, que tiveram que ser controlados pelo pobre veterano John Frankenheimer (falecido em 2002). De forma surpreendente, Kilmer causou mais mal estar do que o icônico Brando, cuja peculiaridade no set se deu apenas por usar um ponto eletrônico no ouvido para as falas, já que sua dificuldade para decorar os textos era notória. Segundo o ator David Thewlis, o verdadeiro protagonista do filme, Brando captou até mesmo sinais de rádio da polícia com sua escuta nas filmagens.
Kilmer, por outro lado, aceitou participar do longa pelo sonho de contracenar com o ídolo Brando, a quem pode imitar durante algumas cenas, e depois reprisar a imitação no recente Virgínia (2012), de Francis Ford Coppola. Segundo relatos, Kilmer foi um verdadeiro pesadelo durante as gravações e sempre que terminava o trabalho, os envolvidos agradeciam a Deus. Segundo envolvidos na produção, no último dia de filmagens, ao terminar sua participação, o diretor Frankenheimer proferiu as seguintes palavras: “ótimo, agora tirem este bastardo do meu set”. Amor assim precisa ser conquistado.
E vocês, conhecem alguma briga de bastidores em Hollywood que queiram nos contar? Deixe nos comentários abaixo. =)
Filmes baseados em histórias reais, quando bem feitos, sempre nos inspiram. Eles nos mostram como existem pessoas batalhadoras, histórias tristes e suspenses reais. Acabam, toda vez, nos incentivando a pensar melhor nos fatos e acreditar que tudo é possível. Nesta lista, elegemos os 10 filmes que nos inspiraram e entretêm.
‘O Exorcismo de Emily Rose‘ é um suspense psicológico, assusta, espanta, mas em nenhum momento ele se mostra como mais um terror explícito. E é baseando-se nesse diferencial que o filme é ótimo e inovador. Inspirado em história real, o filme conta o drama vivido por uma jovem de 19 anos possuída pelo demônio em um dos raros casos do tipo reconhecido oficialmente pela Igreja. No filme, a protagonistaLaura Linney interpreta o papel de uma advogada que defende um padre (Tom Wilkinson) acusado por uma sessão de exorcismo realizada em uma adolescente chamada Emily Rose que, segundo ele, havia sido possuída pelo demônio.
Assim como em ‘O Exorcista‘, fica à critério do espectador acreditar ou não que a garota foi realmente possuída pelo demônio, já que o diretor enfoca os dois lados da história: O caso da garota foi à justiça porque o padre Richard Moore é acusado de matá-la durante o exorcismo, enquanto o promotor diz que a garota tinha epilepsia psicótica. Em qual lado você acredita?
‘O Exorcismo de Emily Rose‘ é um ótimo suspense psicológico, que foge das regras hollywoodianas de filmes de terror, ao apresentar um roteiro distinto e inteligente.
9. Munique
Durante as Olimpíadas de 1972 em Munique, na Alemanha, um grupo de atletas israelenses é feito refém e depois morto por extremistas árabes. Depois do massacre, o governo de Israel reúne cinco agentes para localizar e aniquilar os onze homens responsáveis pelo planejamento do atentado. Dos acontecimentos desta busca, o diretorSteven Spielberg entrega ao público um de seus filmes mais politizados e tensos. Saem de cena as conhecidas imagens poéticas do cineasta e, em seu lugar, entra uma montagem nervosa, carregada de cenas sanguinolentas, que chegam a beirar o impacto de outra obra do diretor, O Resgate do Soldado Ryan. Com momentos de intenso suspense, Munique empolga e tem o mérito de não cair em julgamentos unilaterais, mostrando que, quando o assunto é guerra, cada lado tem seus motivos para acreditar estar com a razão.
Munique é baseado no livro “A Hora da Vingança“, de George Jonas, que está voltando às livrarias do país. A obra foi adaptada para o cinema pelo dramaturgo Tony Kushner (Angels in America) e pelo roteirista Eric Roth (Forrest Gump) e ficou bastante longa: tem 164 minutos.
Ok, ok. Falar sobre ‘Titanic‘ pode ser brega para alguns. Mas estes devem se lembrar que ainda é o filme com maior bilheteria da história do cinema, e muitos choraram com o romance de Jack e Rose, usando como fundo a história real do navio.
Quando o Titanic afundou, 1.500 pessoas caíram no mar. Seis foram tiradas das águas, incluindo eu – seis entre 1.500. Momentos depois, as setecentas pessoas nos barcos salva-vidas não podiam fazer nada a não ser esperar esperar para morrer, esperar para viver, esperar por uma absolvição que nunca viria. A jornada de Titanic começa no seu túmulo glacial a quatro mil metros da superfície do oceano. Um ambicioso caçador de tesouros a procura de um diamante de valor inestimável, traz à tona uma história que não foi contada. A tragédia se atenua para descortinar o majestoso palácio que foi o Titanic, onde o destino entrelaça a vida de dois jovens corações.
Rose de Witt Bukater (Kate Winslet) é uma jovem de 17 anos, da classe alta americana, desesperada para escapar das rígidas regras de comportamento de sua classe social privilegiada. O encontro fortuito de Rose com um jovem passageiro, de mente aberta da terceira classe, chamado Jack Dawson (Leonardo DiCaprio), abre seus olhos para o mundo que vibra além de sua gaiola dourada. À medida que sua amizade se transforma numa paixão proibida, Rose e Jack dão início a um integrante mistério que ecoa através dos anos, até o presente. Nada na Terra irá se impor entre eles – nem mesmo uma coisa tão inimaginável como o naufrágio do Titanic.
7. Meninos não Choram
Uma história verdadeira sobre esperança, medo e a coragem de ser você mesmo, Meninos Não Choram é “Um dos Melhores Filmes de 1999” (National Board of Review). Aclamado pela crítica, com duas indicações ao Oscar e dois Globos de Ouro, este drama deve ser visto.
Baseado na história real de Teena Brandon, Boys Don’t Cry relata a juventude de uma jovem garota que decide assumir sua homossexualidade, mas para fugir do preconceito e negação da sociedade adota nova identidade, transformando-se no garoto Brandon. Do meio dos Estados Unidos, surge um ser com uma vida dupla extraordinária, um triângulo amoroso complicado e um crime que abalaria o interior do país.
Meninos Não Choram explora as contradições da identidade e juventude americana através da vida e da morte de Brandon Teena. Através de um caos de desejo e assassinato, surge a história de um jovem americano à procura do amor, de si mesmo e de um lugar para chamar de lar.
6. Gia – Fama e Destruição
Em tom de documentário, já que é baseado na história real, é narrada a vida de Gia Maria Carangi (Angelina Jolie), uma jovem da Filadélfia que tenta a sorte em Nova York e logo se torna uma das top models mais requisitadas do mundo, sendo inclusive capa da Vogue e da Cosmopolitan. Mas sua fama meteórica vem acompanhada de uma paixão homossexual por Linda (Elizabeth Mitchell), que se tornaria o grande amor da sua vida mas era um relacionamento instável. Esta insegurança no amor, na família e em diversos momentos da sua vida a transformam em uma viciada em heroína, sendo que esta dependência às drogas cada vez mais incontrolável provocaria sua decadência.
Considerado por todos da equipe do CinePOP como o melhor trabalho de Angelina Jolie, ‘Gia – Fama e Destruição‘, lançado por aqui somente em vídeo (em 1995), é também o filme mais forte da atriz.
5. O Jardineiro Fiel
Após mostrar seu talento para o mundo todo no ótimo e violento ‘Cidade de Deus‘, Fernando Meirelles volta à sua função de diretor e nos prova que o sucesso de seu primeiro filme não foi um golpe de sorte: ‘O Jardineiro Fiel‘ é um conto atemporal, justo e perfeitamente alinhado.
Com um roteiro informal, bem estruturado e inteligente, Meirelles conseguiu soltar toda a sua imaginação em uma direção de arte, fascinante, bem fotografada e deslumbrante.
O elenco de estrelas também capta a seriedade do filme e torna-o ainda mais consistente, com interpretações profundas.Ralph Fiennes como sempre está perfeito, e lidera o elenco do filme com uma força e sensatez ecstasiante. A belissíma Rachel Weisz também marca grande presença na tela, com sua expressão enigmática.
Em uma área remota no Quênia (África), uma ativista é encontrada brutalmente assassinada. O principal suspeito pelo crime é seu sócio, um médico que se encontra foragido. Perturbado pela culpa e assobrado pelas infidelidades da esposa, Justin Quayle ( Fiennes) surpreende a todos ao embarcar em uma odisseia que o leva a três continentes para descobrir o que há por trás da morte da esposa.
A conclusão chega a emocionar os mais fortes, além da bela mensagem passada. Um filme sentimental, que mostra à Hollywood o que eles necessitam urgente: conteúdo e arte!
Um filme que mostra a coragem de um homem ao lutar contra uma grande corporação, mesmo que isso lhe custe sua família e liberdade. Isso é O Informante, um dos melhores filme de 1999.
É angustiante acompanhar a história de Jeffrey Wigand (uma história verídica), que luta com todas as suas forças pela verdade. Sua vida vai, aos poucos, desmoronando. Nessa luta, ele perde sua família (sua esposa vai embora com as filhas), sua casa, e sua liberdade, já que cada passo seu é vigiado pelos espiões da Brown & Williamson, a tal empresa contra a qual ele luta.
É muito interessante também a luta pessoal entre o personagem deAl Pacino e o diretor da emissora de TV, para que o programa 60 Minutes, no qual Jeffrey conta toda a verdade, vá ao ar.
Juntando essa história tensa, com uma trilha idem e uma fotografia incrível (que colabora ainda mais para a tensão do filme), O Informante chega ao limite do sufocante, deixando o espectador grudado na cadeira à cada minuto.
3. Prenda-me se For Capaz
Confesso que gosto da dupla Steven Spielberg eTom Hanks, todos os filmes deles são um sucesso de bilheteria, agora Leonardo DiCaprio, resolveu se juntar para garantir um filme divertido. Muito divertido.
Prenda-me se for capaz é baseado em fatos reais, da vida de Frank Abagnale, Jr, um garoto de 17 anos, que está enganando a polícia e torna-se um gênio na arte da falsificação de cheques. Esse divertido jogo de gato e rato, mostrado, antecipadamente pelos créditos, nos leva a um filme leve, com algumas cenas cômicas, onde mesmo sem explicar detalhadamente como esse garoto conseguia ir tão longe, faz com que o telespectador torça ou pelo policial solitário, vivido por Tom Hanks, ou pelo garoto em busca de atenção e aventura, vivido por Leonardo .
Tom Hanks, está muito bem no filme, em um papel onde mesmo fazendo o policial durão, vai conquistando a confiança e a atenção do público, já que ele também quer atenção de seu criminoso Frank . Um policial que passa o Natal solitariamente, não por ser extremamente competente, mas por não ter familia.
Já Leo, que também está muito bem no filme, vive enganando as companhias aéreas, não por ser realmente um grande criminoso, mas para conseguir dinheiro para ter novamente a sua familia de volta. E como DiCaprio tem realmente um rosto de menino, especialmente nas cenas de colégio, ficou ótimo.
Um ponto chave do filme é que Frank, que tinha uma familia bem financeiramente, tem o seu mundinho desmoronar, quando o pai perde o dinheiro e a mãe o divórcio, ele então foge de casa. Ela volta a ter nova familia, e o pai, continua fugindo da receita federal, é com esse pai , que sempre deu apoio as trapulias do filho, que ele mantem contato, e que não quer que o filho pare de viver a fantasia de ter dinheiro e ser rico, mesmo que seja falsificando cheques.
O filme é todo cheio de surpresas, tem uma narrativa interessante, não é cansativo e o visual típico do filme (especialmente as mulheres), é outro atrativo a mais.
“A felicidade só é real quando compartilhada” (Into the Wild).
Obra-prima do diretor Sean Penn, Na Natureza Selvagem é um filme tocante e inspirador, e te faz repensar na vida em vários momentos da projeção.
Com uma fotografia belíssima e uma trilha sonora composta pelo incrível Eddie Vedder (Pearl Jam), o longa é, literalmente, uma viagem.
Após concluir seu curso na Emory University, o brilhante aluno e atleta Christopher McCandless (Emile Hirsch) abre mão de tudo o que tem e de sua carreira promissora. O jovem doa todas as suas economias – cerca de US$ 24 mil – para caridade, coloca uma mochila nas costas e parte para o Alasca a fim de viver uma verdadeira aventura. Ao longo do caminho, Christopher se depara com uma série de personagens que irão moldar sua vida para sempre.
1. Erin Brockovich – Um Mulher de Talento
Julia Roberts criou uma personagem tão interessante, que dá até vontade de conhecer a famosa e batalhadora Erin Brockovich. Sem contar, que o drama é uma lição de vida e de superação.
Erin Brockovich é mãe de três filhos e começa a trabalhar em um escritório de advocacia, após seu advogado sofrer um acidente. Depois de descobrir várias fichas médicas arquivadas envolvidas em casos de contaminação de água, Erin começa uma luta difícil que mobiliza centenas de pessoas a conseguir ganhar um processo de 333 milhões de dólares de indenização.
A própria Brockovich aparece numa ponta, logo no início do filme, como uma garçonete que serveJulia Roberts e seus filhos. Um filme que mostra como existem pessoas batalhados, apesar das adversidades da vida…
E você? Qual filme Baseado em Histórias Reais te inspira?
O compositor chileno Jaime Ciero abriu um processo contra a Disney por ter, supostamente, plagiado sua canção “Volar” em ‘Frozen: Uma Aventura Congelante’ com a famosa canção “Let It Go”, vencedora do Oscar de Melhor Canção Original.
Segundo a TMZ, além da Disney, o cantou também está processando a cantora Idina Menzel, que gravou para o filme, e Demi Lovato, que lançou o hit como single.
Ouça as duas músicas:
E aí, acharam a música parecida?
‘Frozen 2‘ tem estreia marcada para 27 de novembro de 2019, nos cinemas americanos.
O filme voltará a reunir a equipe de filmagem do primeiro filme: O diretor Chris Buck, a diretora e roteirista Jennifer Lee e o produtor Peter Del Vecho.
‘Frozen’ foi a animação mais lucrativa do estúdio, arrecadando quase US$ 1,3 bilhão mundialmente, e rendeu à Disney dois Oscars (Melhor Animação e Melhor Canção Original).
‘Godzilla Resurgence‘ (Shin Godzilla) foi o grande vencedor da Academia Japonesa de Cinema, (o Oscar japonês), levando sete prêmios – incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor para a dupla Hideaki Anno e Shinji Higuchi.
Agora, Higuchi contou ao Heroic Hollywood que o premiado filme não pode ter uma continuação até 2020 por conta de direitos autorais que a a produtora Legendary possui.
De acordo com o diretor, a produtora, que é responsável pela franquia americana atual nos cinemas, tem os direitos do personagem até final de 2020, impedindo assim que a franquia japonesa possa ganhar um novo longa.
‘Godzilla Resurgence’ foi o 29º longa-metragem da série e o primeiro do estúdio Toho sobre o monstro em 10 anos.
A inspiração para o novo longa da franquia foi o sucesso do remake norte-americano de Gareth Edward, lançado este ano, que faturou US$ 525 mundialmente – sendo US$ 26 milhões apenas no Japão.
Dirigido por Michael Dougherty. O lançamento está marcado para para 22 de maio de 2019. Já o crossover‘Godzilla vs. Kong’, terceiro longa da franquia, deve estrear em 22 de maio de 2020.
A Netflix divulgou o pôster do 1º episódio da 4ª temporada de ‘Black Mirror’, intitulado “Crocodilo”, dirigido por John Hillcoat (A Estrada) e estrelado Andrea Riseborough (Animais Noturnos). Confira:
Veja também o primeiro trailer do episódio “Arkangel”, dirigido por Jodie Foster:
Recentemente, foram divulgadas as primeiras imagens: do episódio ‘Arkangel‘ e do ‘USS Callister‘.
Black Mirror foi criada por Charlie Brooker e exibida pelo canal britânico Channel 4 por duas temporadas. A Netflix comprou o programa e produziu a elogiada terceira temporada ano passado.
O lançamento da 4ª temporada acontece em Dezembro na Netflix.
Você que é fã do clássico cult do David Fincher já pode comemorar! A Cinemark anunciou que fará a exibição de sessões especiais de ‘Clube da Luta’ remasterizado em 4K nos cinemas brasileiros.
As sessões serão realizadas apenas no dia 28 de novembro, às 20h, nos seguintes cinemas:
Niterói (RJ)
Plaza Niterói Niterói – Rua XV de Novembro, 8
Rio de Janeiro (RJ)
Botafogo Praia Shopping – Praia de Botafogo, 400
Downtown – Av. das Américas,500
São Paulo (SP)
Cidade São Paulo – Av. Paulista, 1.230
Eldorado – Av. Rebouças, 3.970
Iguatemi São Paulo – Av. Brigadeiro Faria Lima, 2.232
Market Place – Av. Dr. Chucri Zaidan, 920
Metrô Santa Cruz – Rua Domingos de Morais, 2.564
Mooca Plaza – Rua Cap. Pacheco E Chaves, 313
Pátio Higienópolis – Av. Higienópolis, 646
Aracaju (SE)
Shopping Jardins – Av. Ministro Geraldo Barreto Sobral, 215
Belo Horizonte (MG)
Pátio Savassi – Av. do Contorno, 6.061
Brasília (DF)
Pier 21 – S.C.E. Sul, Trecho 2
Campinas (SP)
Iguatemi Campinas – Av. Iguatemi, 777
Campo Grande (MS)
Shopping Campo Grande – Av. Afonso Pena, 4.909
Curitiba (PR)
Shopping Mueller – Av. Candido de Abreu, 127
Florianópolis (SC)
Floripa Shopping – Rodovia Virgilio Várzea, 587
Foz do Iguaçu (PR)
Shopping Catuí Palladium – Av das Cataratas, 3570 – Vila Yolanda
Goiânia (GO)
Flamboyant – Av. Jamel Cecilio, 3.300
Londrina (PR)
Boulevard Londrina Shopping – Av. Theodoro Victorelli, 150
Mogi das Cruzes (SP)
Mogi Shopping – Av Vereador Narciso Yague Guimarães 1001
Natal (RN)
Midway Mall Natal – Av. Bernardo Vieira, 3.775
Porto Alegre (RS)
Barra Shopping Sul – Av. Diário de Notícias, 300
Recife (PE)
RioMar – Av. República do Líbano, s/nº
Salvador (BA)
Salvador Shopping – Av. Tancredo Neves, 2.915
Santos (SP)
Praiamar Shopping – Rua Alexandre Martins, 80
São Caetano do Sul (SP)
ParkShopping São Caetano – Alameda Terracota, 545
São José dos Campos (SP)
Colinas Shopping – Av. São João, 2.200
Uberlândia (MG)
Shopping Uberlândia – Av. Paulo Gracindo, 15
Varginha (MG)
Via Café Garden Shopping – Rua Humberto Pizzo, 999
Vila Velha (ES)
Shopping Vila Velha – Rua Luciano das Neves, 2418
Vitória (ES)
Shopping Vitória –Av. Américo Buaiz, 200
Os ingressos serão vendidos nas bilheterias locais.
O clássico, lançado em 1999, conta a história de Jack (Edward Norton) um executivo que trabalha como investigador de seguros, tem uma boa vida financeira, mas sofre com problemas de insônia. Para tentar se curar, ele começa a frequentar terapias em grupo, mas sua vida vira de cabeça para baixo quando ele conhece Tyler (Brad Pitt). Com ele, forma um clube da luta, onde pessoas são amigas, mas se esmurram violentamente em algumas noites.
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