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‘Um Maluco no Golfe 2’: Sequência com Adam Sandler chega ESTA SEMANA ao streaming!

Happy Gilmore 2. (L to R) Benito Antonio Martínez Ocasio as Busboy and Adam Sandler as Happy Gilmore in Happy Gilmore 2. Cr. Scott Yamano/Netflix © 2024.

Adam Sandler está de volta como Happy Gilmore em ‘Um Maluco no Golfe 2‘, a aguardada sequência da clássica comédia dos anos 90 que chega esta semana à Netflix.

O longa-metragem será lançada na plataforma de streaming no próximo dia 25 de julho.

Relembre o trailer:

A sequência ainda contará com o retorno de Julie Bowen, Allen Covert, Dennis Dugan, Christopher McDonald, Ben Stiller e Jake Hoffman, além de introduzir Maxwell Jacob Friedman, Scott Mescudi, Bad Bunny, Margaret Qualley, Benny Safdie e Nick Swardson.

Kyle Newacheck (‘Mistério no Mediterrâneo’) é responsável pela direção. Tim Herlihy e Adam Sandler assinam o roteiro.

Famosos se despedem de Preta Gil: “GUERREIRA”

A cantora, apresentadora e empresária Preta Gil faleceu neste último domingo (20), vítima de complicações de câncer cujo tratamento foi iniciado em janeiro de 2023.

A artista, filha do músico Gilberto Gil e da empresária Sandra Gadelha, morreu aos cinquenta anos de idade. Ela também era sobrinha do cantor Caetano Veloso.

Agora, através das redes sociais, nomes como Erika HiltonDuda BeatLetícia Colin e outros prestaram suas homenagens à performer.

Confira:

Gil nasceu em 8 de agosto de 1974, no Rio de Janeiro, e sempre utilizou sua plataforma para falar de temas bastante importantes, ainda mais tendo sido uma mulher preta e bissexual. Lutando contra o racismo, a LGBTQIAfobia e a gordofobia, a artista foi fortemente influenciada pelo movimento da Tropicália, do qual o pai participou à época da Ditadura Militar brasileira.

performer fez sua estreia no cenário musical em 2003, com o lançamento de ‘Prêt-à Porter’. Desde então, lançou outros três álbuns de estúdio e eternizou canções como “Sinais de Fogo”“Relax”“Ser Diferente É Normal”“Andaraí” e muitas outras.

Preta deixa seu filho Francisco Gil, conhecido como Fran, integrante do grupo Gilsons, formado ao lado de José Gil (filho de Gilberto Gil) e João Gil (neto).

Durante a luta contra o câncer, Preta manteve os fãs atualizados por meio das redes sociais, sendo inspiração por sua franqueza, otimismo e ativismo pela saúde das mulheres. Após se curar de um tumor no intestino, a performer descobriu uma reincidência do câncer em 2024, com a aparição de dois novos tumores, uma metástase e um nódulo. Logo depois, ela informou ao público que estava em tratamento.

Preta também buscou tratamento nos Estados Unidos, tendo revelado a seus fãs que “a quimioterapia que eu fiz lá no Brasil, ela não foi tão eficaz como os médicos esperavam e eu também. Então, a gente tem que buscar alternativas em países diferentes, com tipo de estudos diferentes, ensaios diferentes, ainda não publicados ou publicados, drogas que ainda não chegaram [ao] Brasil” através de um vídeo nas redes sociais.

Além da música, Preta era figura constante na televisão, nos carnavais e na cena empresarial — fundou a Bloco da Preta, um dos maiores blocos de rua do carnaval carioca, e era reconhecida pelo apoio a causas sociais e pelos projetos voltados ao empoderamento feminino.

O Caso Smurl | Conheça a ARREPIANTE história que inspirou ‘Invocação do Mal 4: O Último Ritual’

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São poucas as pessoas que não conhecem o infame universo do terror Invocação do Mal. A saga, estrelada por Vera Farmiga e Patrick Wilson, narra as empreitadas sobrenaturais dos demonologistas Ed e Lorraine Warren – e ganharam aplausos por parte da crítica e do público por fornecer uma nova perspectiva ao gênero de terror, apoiando-se em eventos reais que eternizaram as misteriosas figuras do casal em questão e que trouxeram elementos de obras clássicas sob uma ótica contemporânea.

Após três capítulos e outras produções derivadas que expandiram a mitologia acerca dos Warren, está na hora de concluir essa icônica saga com Invocação do Mal 4: O Último Ritual’, que chega aos cinemas no dia 04 de setembro e que promete levar às telonas um dos casos mais assustadores dos demonologistas: a Assombração da Família Smurl.

O caso em questão refere-se às alegações realizadas por Jack e Janet Smurl, um casal da Pensilvânia, nos Estados Unidos, que habitaram uma casa entre os anos de 1973 e 1989, aparentemente aterrorizada por um demônio. As alegações ganharam enorme atenção da mídia e foram investigadas pelos Warren, além de clérigos, psicólogos e cientistas céticos que ofereceram explicações mais parcimoniosas acerca da versão contada pelos Smurl. A história, inclusive, ganhou um romance intitulado The Haunted, bem como um filme televisivo produzido pela extinta 20th Century Fox.

CONHEÇA A HISTÓRIA

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Em agosto de 1973, Jack e Janet Smurl se mudaram para uma casa de dois quarteirões na Chase Street, localizada em West Pittston, Pensilvânia. O casal afirmou que o local foi perturbado por um perigoso demônio que causava barulhos altos, odores ruins, além de ter cometido inúmeros atos de violência – incluindo arremessar o cachorro da família contra a parede, empurrar uma das filhas escada abaixo, além de agressões físicas e sexuais.

Em 1986, mais de uma década depois de terem se mudado para o casarão, os Smurl contrataram os serviços de Ed e Lorraine Warren. De acordo com Ed, o demônio que habitava o local era “muito poderoso”, capaz de sacudir os espelhos e os móveis da família após tentar ser persuadido a deixar a casa através de músicas religiosos e orações. Ele também alega que sentiu uma brusca queda na temperatura quando visitou o local, além de ter visto uma “forma obscura” lá dentro – bem como uma mensagem deixada pelo próprio demônio compelindo-o a ir embora. Após meses de investigação, os Warren coletaram uma quantidade considerável de fitas de áudio que continham batidas e barulhos causados pelo demônio.

Assim como tantas outras investigações conduzidas por Ed e Lorraine, esta também foi alvo de comentários céticos, afirmando que a suposta força maligna não passava de uma farsa. O professor Paul Kurtz, presidente do Comitê de Investigação Científica de Alegações Paranormais da Universidade Estadual de Nova York, afirmou à época que os Warren não eram investigadores objetivos, independentes ou imparciais quando foram chamados à casa dos Smurl.

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“Eles não tem credenciais nas comunidades científica ou parapsicológica”, Kurtz disse em um artigo da Times Leader, em 28 de agosto de 1986, acrescentando que todo o espetáculo criado pelos Smurl não passava de “uma farsa, uma charada, uma história de fantasmas”.

“Não há explicação para a casa dos Smurl, mas não assumiria simplesmente que seja uma assombração”, ele continuou. “Parece-nos que se fez um grande estardalhaço sobre isso, e nos perguntamos se é como a farsa do terror de Amityville, que foi baseada na imaginação e não em uma assombração real”.

Kurtz acrescentou que as alegações da família provinham possivelmente de ilusões, alucinações ou problemas cerebrais, aconselhando-os a se submeter a tratamentos psicológicos e psiquiátricos. Jack, inclusive, disse a um repórter que passou por uma cirurgia em 1983 para remover água de seu cérebro, visto que passava por problemas de perda de memória de curto-prazo por causa de uma meningite contraída quando criança.

Stephen Kaplan, diretor do Instituto de Parapsicologia da América, em Nova York, respaldou o discurso de Kurtz ao concordar que o evento não passava de uma farsa muito bem orquestrada. Robert Gordon, psicólogo de Allentown, comentou que “as pessoas normalmente olham para a demonologia para explicar várias tensões pelas quais passam como indivíduos e dentro de suas famílias”.

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Porta-vozes da Igreja Católica Romana da Diocese de Scranton disseram não ter certeza do que poderia estar causando os distúrbios. O professor de teologia da Universidade St. Bonaventure, Alphonsus Trabold, afirmou que explicações “menos demoníacas” poderiam solucionar o caso. A casa foi abençoada por vários padres que disseram não ter visto “nenhuma atividade prejudicial enquanto estavam na propriedade”. Janet alegou que um padre não identificado realizou três exorcismos sem sucesso e que o demônio evitou os ritos “mudando-se entre a casa de dois blocos” e seguindo a família para outros locais. Em 1986, um padre da diocese local passou duas noites na casa dos Smurl e disse que “nada de anormal aconteceu” durante sua estadia lá.

No mesmo ano, o casal disse à imprensa que estava exausto do constante bombardeio da mídia; entretanto, poucos meses depois da declaração, assinaram um romance de não-ficção ao lado de Ed, Lorraine e do escritor Robert Burran, contando sua versão da história. Intitulado The Haunted, o livro foi duramente criticado pelos especialistas, com comentários afirmando que a obra era “mal escrita” e “ausente de quaisquer evidências físicas ou empíricas”.

Em 1987, Janet disse a repórteres que, apesar das coisas terem voltado à normalidade, a família ainda ouvia batidas nas portas e via sombras espreitando a casa; Um ano mais tarde, os Smurl se mudaram para Wilkes-Barre e Debra Owens se tornou proprietária do local, dizendo que “nunca encontrou qualquer coisa sobrenatural” enquanto morava lá.

‘Um Maluco no Golfe 2’: Adam Sandler está de volta como Happy Gilmore no novo teaser da sequência!

Adam Sandler está de volta como Happy Gilmore em ‘Um Maluco no Golfe 2‘, a aguardada sequência da clássica comédia dos anos 90.

E, agora, a Netflix divulgou um novo teaser oficial da atração.

Confira:

Um Maluco no Golfe 2‘ estreia na Netflix no dia 25 de julho.

A sequência ainda contará com o retorno de Julie Bowen, Allen Covert, Dennis Dugan, Christopher McDonald, Ben Stiller e Jake Hoffman, além de introduzir Maxwell Jacob Friedman, Scott Mescudi, Bad Bunny, Margaret Qualley, Benny Safdie e Nick Swardson.

Kyle Newacheck (‘Mistério no Mediterrâneo’) é responsável pela direção. Tim Herlihy e Adam Sandler assinam o roteiro.

Sofia Carson e Corey Mylchreest na cena INÉDITA de ‘Meu Ano em Oxford’, novo filme da Netflix

A Netflix divulgou um clipe inédito de ‘Meu Ano em Oxford‘, romance estrelado por Sofia Carson (‘Continência ao Amor’) e Corey Mylchreest (‘Rainha Charlotte: Uma História Bridgerton’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado na plataforma no dia 1º de agosto.

Iain Morris (‘Descobrindo a Vida’) é responsável pela direção.

“A trama acompanha Anna, uma jovem americana ambiciosa que, ao realizar seu sonho de estudar na Universidade de Oxford, vê sua vida transformada ao conhecer um local charmoso e inteligente que impacta profundamente suas escolhas”.

O elenco ainda conta com Dougray Scott, Catherine McCormack, Harry Trevaldwyn, Hugh Coles, Poppy Gilbert e Barney Harris.

‘Sandman’: Sonho, Loki e Puck se ENFRENTAM na cena divulgada da 2ª temporada; Confira!

Netflix Brasil divulgou um clipe inédito da 2ª parte da 2ª e última temporada de Sandman, popular série baseada nos escritos de Neil Gaiman.

A nova leva de episódios tem estreia marcada para 24 de julho, enquanto o episódio bônus será disponibilizado em 31 de julho.

Assista:

1. Season of Mists
2. The Ruler of Hell
3. More Devils Than Vast Hell Can Hold
4. Brief Lives
5. The Song of Orpheus
6. Family Blood
7. Time and Night
8. Fuel for the Fire
9. The Kindly Ones
10. Long Live the King
11. A Tale of Graceful Ends
12. Death: The High Cost of Living

A nova temporada irá introduzir Orfeu (Ruairi O’Connor), filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), além de Adrian Lester (Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).

Sandman‘ é a criação mais popular de Neil Gaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.

O elenco ainda conta com Vivienne Acheapong (Lucienne), Boyd Holbrook (Coríntio), Charles Dance (Roderick Burgess), Asim Chaudhry (Abel), Sanjeev Bhaskar (Cain), Kirby Howell-Baptiste (Morte), Mason Alexander Park (Desejo), Donna Preston (Desespero), Jenna Coleman (Johanna Constantine), Niamh Walsh (Ethel Cripps) e Joely Richardson (Ethel).

Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.

O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.

[SPOILER] é coroada a VENCEDORA da 10ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars’

A décima temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars‘, spin-off do premiado reality de competição RuPaul’s Drag Race’, chegou ao fim recentemente e coroou mais uma vencedora.

Em uma ótima batalha de lipsync final, JorgeousGinger Minj se enfrentaram à frente do painel de jurados. Eventualmente, a icônica Ginger Minj, que já havia participado de outras duas temporadas de ‘All Stars’ e foi uma das finalistas da 7ª temporada da competição original, foi coroada como vencedora.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

O novo ciclo contou com convidados muito especiais como jurados, incluindo Cynthia Erivo, Ariana GrandeIce Spice, Chappell Roan, Colman Domingo, Kate Beckinsale, Susanne Bartsch, Adam Shankman, Jamal Sims, Mayan Lopez, Devery Jacobs e Sarah Michelle Gellar.

Dentre as competidoras, tivemos o retorno de: Acid Betty (8ª temporada), Aja (9ª temporada, All Stars 3), Alyssa Hunter (14ª temporada), Bosco (14ª temporada), Cynthia Lee Fontaine (8ª temporada, 9ª temporada), Daya Betty (14ª temporada), Deja Skye (14ª temporada), Ginger Minj (7ª temporada, All Stars 2, All Stars 6), Irene the Alien (15ª temporada), Jorgeous (14ª temporada, All Stars 9), Denali (13ª temporada), Kerri Colby (14ª temporada), Lydia B. Kollins (17ª temporada), Mistress Isabelle Brooks (15ª temporada), Nicole Paige Brooks (2ª temporada), Olivia Lux (13ª temporada), Phoenix (3ª temporada) e Tina Burner (13ª temporada).

Contando com doze episódios, a nova temporada irá introduzir o Torneio das All Stars, que irá dividir as participantes em três grupos de seis integrantes para os primeiros três episódios. No final de cada ciclo, as três queens com maior número de pontos irão avançar para as semi-finais, enfrentando as competidores dos outros grupos em uma outra rodada que durará dois capítulos.

O torneio culminará em um épico Lip Sync Smackdown pela Coroa, onde as finalistas irão disputar um lugar no Hall da Fama do programa e um prêmio de US$200 mil.

RuPaul é a apresentadora da série derivada. Michelle Visage faz parte do painel de jurados.

‘O Silêncio das Ostras’, ‘Concerto de Quintal’ e ‘Kopenawa’ são os grandes vencedores do Festival CineMATO

A 22ª edição do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – CineMATO anunciou seus vencedores nesse domingo, 21 de Julho.

O júri oficial consagrou o estonteante O Silêncio das Ostras, de Marcos Pimentel, com o Troféu Coxiponé de melhor longa-metragem de ficção, e Concerto de Quintal de Juraci Júnior, como prêmio de melhor documentário – que também ganhou o prêmio de público de melhor longa.

O Silêncio das Ostras também levou os prêmios do júri de melhor direção, melhor fotografia e melhor atuação para Bárbara Collen.

Para completar, o prêmio de melhor roteiro pelo Júri foi para o espetacular Kopenawa: Sonhar A Terra Floresta.

Entre os curtas-metragens, o maior destaque da premiação ficou com o filme Reagente de Bruno Binni, que recebeu o Troféu Coxiponés do Júri de melhor Curta-metragem Nacional e de melhor Curta Mato-Grossense.

Bruno Binni recebe dois prêmios

No Júri Popular, o também matogrossense Albuesas de Glória Albues foi o preferido do público como melhor curta-metragem.

Ainda entre os curtas, o Prêmio do Júri de Melhor Direção foi para Arame Farpado, de Gustavo Carvalho, Melhor Fotografia para Linda do Rosário, Melhor Roteiro para Tapando Buracos e Melhor Atuação para Valéria Barcellos por Mãe. A obra Mato-Grossense Albuesas e a animação Coisa de Preto de Pâmela Peregrino receberam Menção Honrosa do júri. Para finalizar o prêmio especial Colorindo o Sagrado foi para O enegrecer de Yemanjá de Uê Puauet (Marcos Costa).

Fernanda Etzberger e Dira Paes
Fernanda Etzberger e Dira Paes

Prêmio Dira Paes

A atriz e diretora Dira Paes esteve presente na cerimônia de premiação para entregar o prêmio que leva seu nome para uma mulher com atuação de destaque no audiovisual e em causas socioambientais.

Este ano o prêmio foi para Antonieta Luisa Costa, conhecida como Nieta, da Casa das Pretas. Figura proeminente na luta pelos direitos das pessoas negras em Mato Grosso. Sua trajetória é marcada por uma firme defesa da identidade negra e uma incansável luta contra o racismo e a desigualdade social.O júri deste ano foi formado por: na Mostra Nacional de Longas; Samantha Col Debella, Amauri Tangará, Guto Pasko, Jairo Matos; e na Mostra Nacional de Curtas Izah Neiva, Adriana Andrade, Rodrigo Vargas e Moacir Francisco de Sant Ana Barros.

Dira Paes

A 22ª edição do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – CINEMATO aconteceu de 14 a 20 de julho na capital mato-grossense. Com o tema “Decolonizando a Amazônia” e uma homenagem ao cineasta Silvino Santos (1886–1970), o evento exibiu 62 filmes de 19 estados do Brasileiros dividas nas Mostras Competitivas de Curtas e Longas-Metragens, Cinema Escola, Hors Concurs, Melhor Idade e Cinema Paradiso.

O evento com realização do Instituto INCA-Inclusão, Cidadania e Ação, patrocínio do Governo do Estado de Mato Grosso, via Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), parceria com a Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência (Procev – UMFT), Primeiro Plano Cinema e Vídeo e Canal Brasil; e tem o apoio da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Secretaria Municipal de Cultura, Cineclube Coxiponés -UFMT, Curso de Cinema e Audiovisual da UFMT, Rede Cineclubista de Mato Grosso (REC-MT), TV Centro América, Cinemateca Brasileira e Sociedade Amigos da Cinemateca que entram mais uma vez como apoiadora do Festival, onde vai ceder parte do acervo de Silvino para ser exibido nesta edição.

Conheça os vencedores da 22ª edição do Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – Cinemato:

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL | LONGAS-METRAGENS

Melhor Filme | Júri Oficial

O Silêncio das Ostras, de Marcos Pimentel (MG)

Melhor Documentário | Júri Oficial

Concerto de Quintal, de Juraci Júnior (RO)

Melhor Filme | Júri Popular

Concerto de Quintal, de Juraci Júnior (RO)

Melhor Direção | Júri Oficial

Marcos Pimentel, por O Silêncio das Ostras (MG)

Melhor roteiro | Júri Oficial

Marco Altberg e Tainá de Luccas, por Kopenawa: Sonhar A Terra Floresta (RJ)

Melhor atuação | Júri Oficial

Bárbara Colen, por O Silêncio das Ostras (MG)

Melhor fotografia | Júri Oficial

Petrus Cariry, por O Silêncio das Ostras (MG)

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL | CURTAS-METRAGEM

Melhor Curta Nacional| Júri Oficial

Reagente, de Bruno Binni (MT)

Melhor Curta Matogrossense| Júri Oficial

Reagente, de Bruno Binni (MT)

Melhor Curta| Júri Popular

Albuesas, de Glória Albues (MT)

Melhor Direção Curta| Júri Oficial

Gustavo Carvalho, por Arame Farpado (SP)

Melhor roteiro Curta | Júri Oficial

Pally, por Tapando Buracos (AL)

Melhor atuação Curta| Júri Oficial

Valéria Barcellos, por Mãe (RS)

Melhor Fotografia Curta| Júri Oficial

Bento Marzo, por Linda do Rosário (RJ)

Confira as críticas:

 

Crítica | ‘Marcos, o Errante’ – No horizonte da incerteza, a luta por sobreviver [Festival Cinemato]

Crítica | ‘Cabeça de Boi’ – Criativa construção narrativa nos leva até um curioso recorte a partir de um TERRENO MALDITO [Festival Cinemato]

Crítica | ‘Arame Farpado’ – Um discurso afiado sobre questões sociais e relações humanas [Festival Cinemato]

CineMATO | ‘Mãe’ e ‘Dandara’, curtas que abordam o preconceito com mulher trans e criança negra, se DESTACAM

Crítica | ‘Concerto de Quintal’ – Pot-pourri sonoro ajuda a construir um vasto retrato de uma região [Festival Cinemato]

Crítica | ‘Benção’ – Singelo e poderoso filme baiano nos conduz ao reencontro de um jovem com suas raízes [Festival Cinemato]

Crítica | ‘Dandara’ – Curta goiano preserva o olhar genuíno de uma criança diante de suas primeiras aflições [Festival Cinemato]

Crítica | ‘Mãe’ – Uma jornada de resistência e ternura, onde o amor não apenas sobrevive, mas triunfa [Festival Cinemato]

Prime Video anuncia série sobre a vida da cantora Marília Mendonça

Marília Mendonça

O Prime Video anuncia hoje a produção da série documental Original Amazon sobre Marília Mendonça, a cantora sertaneja que fez história no Brasil.

A série, ainda sem título oficial, terá as gravações iniciadas em setembro, em Goiânia, e será a mais recente adição à assinatura Amazon Prime.

A produção retratará a trajetória de vida e a carreira meteórica de uma das maiores vozes do sertanejo brasileiro: Marília Mendonça — a artista feminina mais ouvida do país. O projeto revisita os passos de uma cantora que marcou uma geração e transformou, para sempre, o cenário da música nacional.

Natural de Cristianópolis, Goiás, Marília se consagrou como uma das principais representantes do sertanejo, abrindo caminho para outras mulheres no gênero com suas composições marcantes e presença autêntica. Com acesso exclusivo a arquivos pessoais e depoimentos de amigos, familiares e parceiros de estrada, a produção revela os bastidores de uma carreira construída com verdade, talento e emoção.

Marília conquistou uma legião de fãs com seu carisma e seu amor incondicional pela música. Mesmo após sua partida precoce, sua voz segue ecoando por todo o Brasil, reafirmando sua força, sensibilidade e o legado eterno da Rainha da Sofrência.

A série será produzida pela Kromaki e Chatrone, e dirigida por Susanna Lira. Valentina Castello Branco, Gabriela Altaf e Fabiana Assis integram o time de roteiristas.

Produção de ‘Angels in the Asylum’, com Simon Pegg, está DEVENDO US$ 5 milhões a elenco, equipe e fornecedores após paralisação

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O filme independente britânico ‘Angels in the Asylum‘, estrelado por Simon Pegg e Katherine Waterston, se tornou motivo de preocupação nos bastidores da indústria.

Segundo o Deadline, a produção – que teve suas filmagens interrompidas abruptamente há seis meses – acumula uma dívida de aproximadamente US$ 5 milhões (cerca de £3,7 milhões) com membros do elenco, equipe técnica e fornecedores.

Segundo documentos financeiros revelados pelo portal, a produção foi iniciada sem financiamento garantido — uma prática arriscada que se mostrou insustentável. As gravações foram interrompidas em fevereiro, após apenas 15 dias de filmagens de um cronograma previsto para durar um mês.

O longa está registrado sob a empresa AITA Films Limited, criada exclusivamente para o projeto. A empresa entrou em administração judicial em abril, equivalente a um processo de falência nos moldes do Capítulo 11 dos EUA. O relatório do administrador judicial aponta:

£600 mil em salários devidos a membros da equipe técnica; £374 mil em pagamentos pendentes para atores; £1,39 milhão em dívidas com fornecedores e estúdios (como Versa e Twickenham Film Studios); Mais de £41 mil em encargos trabalhistas e feriados não pagos a funcionários.

A empresa de financiamento Brandhouse Global Limited também aparece entre os credores, após ter injetado cerca de £486 mil no projeto — valor que não foi coberto quando o financiamento prometido pela Parkland Pictures não se concretizou.

Embora Simon Pegg conste como produtor executivo do longa, fontes confirmam que o ator não investiu recursos próprios nem recebeu pagamento por sua participação. O mesmo vale para o aclamado diretor de ‘The Crown‘, Steven Daldry, que também integra o projeto como produtor executivo.

Os produtores Rob Sorrenti (que também dirige o longa) e Heather Greenwood já se pronunciaram anteriormente, pedindo desculpas à equipe:

“Nunca poderíamos imaginar que chegaríamos a esse ponto quando começamos essa jornada.”

Ainda há esperança?
Apesar da crise, o relatório do administrador indica que há negociações em andamento com novos investidores para retomar as filmagens e pagar os credores. O cenário, no entanto, depende da finalização de uma “diligência jurídica rigorosa”. O set de filmagem está atualmente armazenado, com previsão de manutenção até setembro.

Caso o novo financiamento seja aprovado, todos os credores seriam pagos integralmente. Do contrário, apenas os “credores preferenciais” — como funcionários e o fisco britânico — devem receber parte dos valores devidos.

Inspirado em eventos reais, ‘Angels in the Asylum‘ acompanha um grupo de mulheres internadas à força em um asilo em Surrey nos anos 1930, após serem consideradas portadoras de tifo.

O elenco do longa ainda inclui nomes como Minnie Driver, Lesley Nicol, Rose Williams, Aurora Perrineau e Alex Jennings.

Enquanto isso, sindicatos como Bectu e Equity têm prestado apoio aos profissionais prejudicados. Em nota, a presidente do Bectu, Philippa Childs, lamentou o cenário:

“Os trabalhadores do cinema e TV já enfrentaram anos desafiadores. Ficar no prejuízo torna tudo ainda mais difícil para muitos de nossos membros. Infelizmente, esse tipo de situação é reflexo de uma indústria instável, e são os profissionais da base que mais sofrem quando uma produção desmorona.”

Novo filme do ‘Homem-Aranha’ pode trazer a participação especial de [SPOILERS]

O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, trouxe novidades empolgantes para os fãs do Cabeça de Teia. Em entrevista exclusiva durante a divulgação de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘, Feige comentou o que o público pode esperar de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘, novo capítulo da saga de Peter Parker (Tom Holland) no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), com estreia marcada para 30 de julho de 2026.

Desde o desfecho emocional de ‘Sem Volta Para Casa‘ — em que Peter sacrifica suas conexões pessoais para proteger o multiverso — o herói tem estado completamente sozinho. Segundo Feige, é exatamente essa solidão que pavimentará uma nova abordagem no quarto filme do Homem-Aranha:

“Acho que há uma promessa ao final de ‘Sem Volta Para Casa‘, por mais triste que seja, de que Peter foi esquecido por todos em sua vida. Estamos vendo, pela primeira vez nas histórias com Tom Holland, ele sendo um verdadeiro Homem-Aranha. Sozinho, dedicado a salvar a cidade, lidando com crimes de rua em vez de eventos que ameaçam o mundo.”

Embora os três filmes anteriores tenham sido bem recebidos, eles contaram com forte apoio de outros personagens do MCU — como Tony Stark, Nick Fury e os Homens-Aranha de Tobey Maguire e Andrew Garfield. Agora, ‘Um Novo Dia‘ pretende retornar às raízes do herói em Nova York, colocando-o frente a frente com ameaças mais “pé no chão”. Ainda assim, Feige deixou claro que haverá espaço para algumas participações especiais do universo compartilhado.

“Quando você faz isso, começa a pensar: ‘Quais são os outros personagens de nível de rua com quem ele nunca interagiu?’ Amo que o Justiceiro começou nos quadrinhos do Homem-Aranha. Destin (Daniel Cretton, diretor do filme) está fazendo um trabalho incrível. Ele tem 8 ou 9 capas de HQ coladas na parede do departamento de arte que ele está trazendo à vida. É muito legal.”

Além do possível encontro com o Justiceiro, rumores indicam que Hulk também poderia aparecer no longa. Feige não confirmou, mas deixou a porta aberta para mais interações inéditas. Outra possibilidade animadora seria ver a clássica parceria entre Peter Parker e Johnny Storm, o Tocha Humana, finalmente se concretizar nos cinemas, com Joseph Quinn assumindo o papel do herói flamejante.

“Essa é uma das relações mais importantes nos quadrinhos da Marvel. Johnny Storm e Peter Parker. E nunca conseguimos chegar perto disso antes. Agora está dentro do campo das possibilidades. Isso é empolgante.”

Com filmagens marcadas para começar ainda este ano, ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia‘ promete levar o herói de volta ao básico — mas com novos aliados e encontros históricos que os fãs aguardam há décadas.

Lembrando que ‘Quarteto Fantástico‘ chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.

Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.

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Astro de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’ revela DETALHES sobre o novo filme da Marvel

O longa é dirigido por Matt Shakman.

Diretora de ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ esclarece POLÊMICA envolvendo Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr.

Com o lançamento do novo ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, o retorno de Jennifer Love Hewitt (Julie) e Freddie Prinze Jr. (Ray) às telas reacendeu o entusiasmo dos fãs — e também alguns rumores antigos. Especulações recentes nas redes sociais sugeriram que os dois atores teriam filmado suas cenas separadamente, devido à supostas desavenças fora das câmeras.

No entanto, a diretora do longa, Jennifer Kaytin Robinson, foi rápida em desmentir as alegações. Em resposta a um post no X (antigo Twitter) que apontava “cortes e enquadramentos separados” como evidência da distância entre os atores, Robinson respondeu de forma direta:

“Eles absolutamente gravaram as cenas juntos. Espero que isso ajude.”

Quando o autor do post se desculpou por ter alimentado a especulação, a cineasta ainda reforçou sua posição:

“Eu entendo totalmente por que as pessoas pensam isso, por conta de alguns dos enquadramentos, mas eles estão sim contracenando diretamente. Foi elétrico!”

A especulação em torno da relação entre Hewitt e Prinze Jr. não é nova. Há anos circulam boatos sobre um suposto desentendimento entre Hewitt e Sarah Michelle Gellar — colega de elenco no original de 1997 e esposa de Prinze Jr. Na esteira do revival, esses rumores voltaram a circular com força nas redes sociais.

Em entrevista recente à Vulture, Jennifer Love Hewitt também fez questão de dissipar as suposições:

“Honestamente, não sei nem de onde isso veio. Acho que as pessoas simplesmente não gostam de narrativas fáceis. Por que temos que estar sempre contra alguém?”

Hewitt ainda revelou que não vê Sarah Michelle Gellar desde a première do primeiro filme, há mais de 25 anos:

“Não a vejo desde os meus 18 anos. As pessoas estavam pedindo que eu dissesse algo. Mas eu pensei: ‘Dizer o quê? Eu nem a vi.’ Da minha parte, está tudo bem.”

Com os boatos colocados de lado, o foco volta a ser o próprio filme — e a nostálgica química entre os protagonistas originais que, segundo a diretora, continua firme e presente nas telonas.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

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O reboot estreou com força nas bilheterias, arrecadando US$ 2,2 milhões nas pré-estreias de quinta-feira (11), com sessões iniciadas às 14h.

Segundo o Deadline, o desempenho é superior ao de outros recentes lançamentos do gênero, como ‘Lobisomen‘ (US$ 1,4M em prévias), e mesmo com críticas divididas (38% no Rotten Tomatoes), a resposta do público tem sido mais positiva, com 69% de aprovação na audiência — o melhor índice da franquia até hoje.

O filme caminha para uma estreia em torno de US$ 13 milhões no fim de semana, resultado considerado sólido diante da concorrência atual. Para efeito de comparação, o reboot de ‘Extermínioo: A Evolução‘ abriu com US$ 30M após prévias de US$ 5.8M.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

O elenco ainda conta com Chase Sui Wonders, Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.

No filme, quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.

 

 

Crítica | ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’ vale a pena apenas pela NOSTALGIA

eu sei o que vocês fizeram no verão passado

Os anos 1990 ficaram marcados na cultura pop por inúmeros motivos – principalmente na sétima arte. Além da popularização exponencial das comédias românticas, que se estenderia para a década seguinte, tivemos uma revitalização do gênero slasher para as produções de terror. Após o impacto significativo de títulos como ‘Halloween’, ‘Sexta-Feira 13’ e ‘A Hora do Pesadelo’, 1996 trouxe às telonas o icônico primeiro capítulo de Pânico, apostando fichas em uma narrativa metalinguística e autoconsciente que conquistaria o público e a crítica.

Não demorou muito até que uma estética similar fosse levada aos cinemas novamente, dessa vez sob o espectro de Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Baseado no romance homônimo de Lois Duncan, o longa-metragem apostou fichas na estética dos anos 1970 para narrar a luta pela sobrevivência de um grupo de amigos que, no feriado de 4 de julho, atropelou um homem e resolveu se livrar do corpo e nunca mais falar sobre o ocorrido. Porém, um ano mais tarde, cada um deles começa a receber mensagens ameaçadoras que vêm acompanhadas de um assassino com uma roupa de marinheiro e um gancho afiado que os coleta um a um. O filme se tornou um clássico cult com o passar do tempo e ajudou a eternizar Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. como Julie James e Ray Bronson.

Quase três décadas mais tarde, a diretora Jennifer Kaytin Robinson resolveu revitalizar a franquia com o lançamento de uma sequência-reboot, seguindo os passos de Pânico e de ‘Halloween’ ao arquitetar uma história que se mantém fiel à identidade do original ao apresentar aos fãs uma nova geração de vítimas. Co-escrevendo o roteiro ao lado de Sam Lansky, Robinson apresenta a cinco amigos: Danica (Madelyn Cline), Ava (Chase Sui Wonders), Milo (Jonah Hauer-King), Teddy (Tyriq Withers) e Stevie (Sarah Pidgeon). Assim como o primeiro filme da saga, eles se envolvem em um trágico acidente de carro, atropelando e matando um pedestre. Decidindo se livrar do cadáver e fazer um juramento, cada um deles segue seu próprio caminho – até que, um ano mais tarde, um serial killer começa a caçá-los em um ímpeto de vingança e justiça deturpada.

Lançando-se a uma missão para descobrir quem é o assassino e por que ele está fazendo aquilo, os amigos percebem que aquilo já aconteceu antes – recorrendo à ajuda de Julie James e Ray Bronson, que retornam em seus status como personagens-legado de maneira a acompanhar o regresso de Sidney Prescott (Neve Campbell) e Laurie Strode (Jamie Lee Curtis) em suas respectivas franquias. E, apesar das boas intenções e da reapresentação desse icônico universo a uma nova geração, o resultado é bem aquém do esperado e nos frustra por não ousar além de obviedades cansativas e previsíveis.

Um dos principais problemas do projeto é o roteiro: Robinson e Lansky se mostram apaixonados o suficiente e conhecedores da mitologia eternizada por Kevin Williamson e Jim Gillespie décadas atrás, promovendo homenagens claras que pretendem construir uma carta de amor ao legado deixado pela dupla. Todavia, esses propósitos nunca se concretizam ao serem regurgitados em diálogos sofríveis e unidimensionais, que transformam cada um dos protagonistas em meros estereótipos de um gênero que, volta e meia, começa a demonstrar fadiga. Em outras palavras, não há nada de novo a ser visto – e o momento de maior inspiração é com o retorno dos supracitados personagens-legado, que aparecem como breves conhecedores desse sanguinolento pesadelo e roubam os holofotes em uma clara incursão saudosista.

Em virtude de arquétipos superficiais, a atuação do elenco se rende a representações familiares demais para serem levadas a sério – e com one-liners que nos fazem soltar risadas de nervosismo, desperdiçando o talento de nomes como Cline, Wonders e Hauer-King. Ademais, a expansão da mitologia é muito ocasional para criar palpabilidade ou nos engajar na narrativa, nos levando a imaginar que as coisas poderiam ter tido outro rumo caso pensadas com maior esmero e cuidado. Ao menos Hewitt e Prinze Jr. se divertem ao regressar para esse panteão do horror, fazendo questão de demonstrar como os traumas de um passado remoto lhe causaram marcas e continuam a assombrá-los (da maneira que for).

O cuidado estético existe e cumpre com a praticidade da opressão causada pela presença do serial killer e pelas mortes que orquestra para, enfim, conseguir sua vingança – nos guiando por sequências do mais puro caos que prezam pelo entretenimento e, em parte, conseguem alcançar o objetivo. E, à medida que caminhamos para uma reviravolta que, dentro das limitações autoimpostas e em meio a atribulações de ritmo e dinamismo, faz sentido e mostra que ninguém está a salvo de se render à maldade.

O novo Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado tem o coração no lugar certo – mas isso não é o bastante para nos convencer da necessidade dessa sequência. Contando com personagens inéditos que não trazem nada para além do esperado, o projeto vale a pena pelo retorno de Julie James e Ray Bronson e pelas breves pulsões de nostalgia que entrega para os espectadores.

 

Crítica | Entre Nós, o Amor – Delicado Drama Francês Retrata a Crise da Classe Média Empobrecida

Nas últimas décadas, a partir da virada do milênio, temos assistido à intensa globalização das sociedades, cada vez mais conectadas e sintonizadas. Se por um lado a facilidade com que as notícias e os produtos circularam, por outro as economias viveram (e vivem) oscilações muito intensas, o que fez (e ainda faz) com que as inflações sejam constantes e as crises financeiras cada vez mais presentes – e quem sofre com tudo isso, claro, é a população. Ainda que o ditado fale que dinheiro não traz felicidade, a verdade é que, sem ele, fica bem difícil conseguir as coisas e ter uma boa relação com as pessoas de seu convívio, como pode ser visto no dramaEntre Nós, o Amor’, filme francês.

Nicole (Valeria Bruni Tedeschi) é mãe solo e, aos 52 anos, está desempregada e com uma dívida de 40 mil euros. Por conta disso, o banco bloqueia seu cartão de crédito, seus cheques e suas possibilidades de empréstimo, deixando-a à própria sorte às vésperas do Natal. Sem dinheiro, sem emprego e muito angustiada para conseguir prover um Natal normal para seu filho Serge (Félix Lefebvre, de ‘O Professor Substituto‘), Nicole acaba pensando e agindo de forma incoerente, o que acaba exasperando seu jovem filho, que tudo que deseja era ter uma família normal, uma mãe normal. Entre brigas e sufocos, mãe e filho passam o fim de ano tentando manter alguma esperança de que dias melhores virão eventualmente em suas vidas.

Apesar do título que remete o espectador à comédia romântica, ‘Entre Nós, o Amor’ é um drama francês bem construído e sem ser melodramático. Com muita delicadeza e muita sensibilidade, o diretor e roteirista Morgan Simon tece uma relação mãe-filho bastante próxima da realidade de uma classe média empobrecida, que não consegue nem acessar as assistências governamentais, nem ter dinheiro o suficiente para programas as férias de verão anuais. A realidade aqui é mais comum: uma mãe solo, que por conta da idade não consegue se recolocar no mercado de trabalho e que ao mesmo tempo se sente injustiçada por ser obrigada a trabalhar mais anos devido às recentes mudanças nos planos de aposentadoria franceses; em oposição, temos um filho que se dedica apenas aos estudos na faculdade, que sonha em ter uma vida melhor, com um pouco mais de dignidade, mas que diariamente se frustra e se aborrece com a situação em que se encontra e, por isso, desconta suas raivas na própria mãe.

Partindo dessa relação cheia de ruídos, o filme constrói uma balança dolorida para o espectador: ao mesmo tempo em que aponta os diversos atores que agem para que as famílias contemporâneas se sintam tão financeiramente impotentes, também o faz a partir de uma protagonista que faz de tudo para proteger o filho da dureza das verdades, e, justamente por tentar florear as verdades, acaba machucando-o.

Em ‘Entre Nós, o Amor’ a história se passa com uma família no subúrbio de Paris, mas tranquilamente poderia ser na zona sul do Rio de Janeiro ou nos arredores de Buenos Aires. As semelhanças das situações financeiras nos países nos dão a ideia de que também as dores e as dificuldades foram globalizadas. Mas ainda há esperança, apesar de tudo, e ‘Entre Nós, o Amor’ nos mostra que entender o valor de sua família, ainda que ela seja desfuncional, é a primeira brecha de luz para continuar nadando entre as crises.

‘F1’ retoma a LIDERANÇA nas bilheterias da Coreia do Sul e ‘Superman’ ocupa a 6ª posição

O filme ‘F1‘, estrelado por Brad Pitt, voltou ao topo das bilheteiras sul-coreanas no fim de semana de 18 a 20 de julho, arrecadando US$ 2,6 milhões com 332.902 ingressos vendidos. Os dados são da KOBIS, sistema de rastreamento operado pelo Conselho de Cinema da Coreia. Com isso, o longa atinge um total acumulado de US$ 14,5 milhões no país.

A animação bíblica ‘O Rei dos Reis’ fez sua estreia em segundo lugar, com US$ 2,08 milhões e 303.370 entradas. Dirigido por Jang Seong-ho e produzido pelos estúdios Mofac e Angel Studios, o filme reconta a vida de Jesus sob a perspectiva de uma criança. No total, já soma US$ 2,6 milhões.

Em terceiro lugar ficou a animação japonesa ‘Detective Conan the Movie: One-Eyed Flashback’, que arrecadou US$ 1,4 milhão no fim de semana, chegando a US$ 2,2 milhões no acumulado.

Já o sucesso ‘Jurassic World: Recomeço‘, que liderava na semana anterior, caiu para a quarta posição com US$ 1,39 milhão. O longa agora acumula US$ 13,9 milhões nas bilheteiras coreanas.

Na quinta colocação aparece o suspense coreano ‘Noise‘, com US$ 1,38 milhão, totalizando US$ 10,4 milhões.

O ‘Superman‘ de James Gunn ficou em sexto lugar, com US$ 944 mil arrecadados no período e um total acumulado de US$ 5,6 milhões.

A animação ‘Doraemon the Movie: Nobita’s Art World Tales‘ aparece em sétimo, somando US$ 174.929 em sua segunda semana, com um total de US$ 286.987.

Entre os títulos de terror, ‘Ghost Train‘ faturou US$ 85.387 e chegou a um total de US$ 619.963. Em nono, o suspense japonês ‘The Floor Plan‘ (também conhecido como A Strange House) estreou com US$ 78.256 e já soma US$ 101.047. O filme acompanha Amemiya, um YouTuber que investiga uma casa com uma planta inexplicável.

Fechando o top 10, a sequência ‘M3GAN 2.0‘ arrecadou US$ 73.600 em sua estreia, acumulando até agora US$ 109.582.

No total, os dez filmes mais assistidos do fim de semana movimentaram US$ 11,2 milhões nas bilheteiras coreanas, uma leve queda em relação aos US$ 11,4 milhões registrados na semana anterior.

Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma excelente nota A do público no CinemaScore.

F1’ segue em exibição nos cinemas nacionais!

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

Uma das cenas que Robert Pattinson mais ODIOU gravar é de um de seus filmes mais conhecidos

Crepúsculo é uma das sagas mais conhecidas tanto na literatura quanto no cinema – e trouxe Kristen StewartRobert PattinsonTaylor Lautner como protagonistas de uma narrativa fantástica povoada por vampiros e lobisomens.

Porém, ainda que tenha conquistado uma legião de fãs, o quarto capítulo da franquia, intitulado ‘Amanhecer – Parte 1’, contou com certas cenas que deixaram Pattinson, intérprete de Edward Cullen, um tanto quanto desconfortável.

Durante uma entrevista à revista Parade em 2011, o astro foi questionado sobre detalhes sobre o projeto e revelou que uma das sequências que mais lhe causaram desconforto envolveu os momentos de intimidade com Stewart, que interpretou seu par romântico, Bella Swan.

“Acho que quanto mais confortáveis estamos um com o outro, mais difícil fica fazer qualquer tipo de cena de relacionamento realmente intensa”, ele contou, à época. “Você meio que pensa: ‘não quero passar vergonha na frente dessa pessoa’, ‘eu sei o que ela está pensando agora’, então fica ridículo depois de um tempo. Assistir a outras pessoas fazendo sexo nunca vai ser tão espetacular assim. É estranho quando há tanto alarde sobre isso. Você pensa: ‘Meu Deus, espero que isso esteja à altura’. A parte mais difícil foi evitar uma classificação indicativa para maiores de 18 anos. É engraçado quando as pessoas falam sobre as cenas de sexo no livro, porque não há cenas de sexo nele. Volte e leia. Elas sempre ficam pretas.”

Pattinson também revelou que as cenas em questão não foram tão “românticas” quanto o público imaginava:

“Mostramos romance no quarto e também em um cenário maravilhoso à beira-mar. Era impossível com as ondas. Estávamos tentando nos beijar e julgamos mal a força da maré, então foi uma das coisas mais difíceis que já tive que fazer na minha vida. Havia ondas enormes e Kristen e eu estávamos em cima de caixas amarradas à praia. Nossa, era absolutamente impossível. Uma coisa que eu tenho a dizer é que filmamos essas cenas no Caribe, então a água estava morna”.

A saga acompanha a jovem estudante Bella Swan, que, ao se mudar para a pequena cidade de Forks, conhece Edward Cullen, um belo e misterioso adolescente. Edward é um vampiro, cuja família não bebe sangue, e Bella, longe de ficar assustada, se envolve em um romance perigoso com sua alma gêmea imortal.

TERROR do mesmo roteirista de ‘Jogos Mortais’ ESTREIA no streaming; Saiba onde assistir!

Homem ferido caído no chão, braço estendido

O reboot de ‘Lobisomem‘, dirigido por Leigh Whannell (‘O Homem Invisível’) e estrelado por Julia Garner, já está disponível no streaming.

A nova versão teve sua estreia na última quarta-feira (16) na grade de programação do Prime Video.

Com 48% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o terror arrecadou US$ 34.1 milhões nas bilheterias mundiais.

Na trama, atacados por uma criatura sinistra, Blake e sua família se escondem em uma fazenda enquanto o animal ronda o perímetro. À medida que a noite avança, ele começa a se comportar de forma estranha, transformando-se em algo irreconhecível.

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Florinda Meza volta a CRITICAR série sobre Roberto Bolaños, criador de ‘Chaves’ e ‘Chapolin’

Chespirito: Sem Querer Querendo, série que conta a trajetória de Roberto Gómez Bolaños, continua a fazer grande sucesso entre os assinantes da HBO Max – mas parece não ter agradado a todos.

Através das redes sociais, a atriz Florinda Meza, que estrelou as clássicas produções ChavesChapolin e que teve um relacionamento com Bolaños (criador das séries em questão) por mais de 27 anos, voltou a criticar a atração, caracterizando-a como enganosa e escandalosa.

“Mais de 50 anos proporcionando alegria e diversão. Uma equipe que passou 25 anos filmando e um programa que manteve seu sucesso de audiência durante esses anos. Roberto era um grande líder, e no set não havia reclamações ou discussões mesquinhas. Trabalhamos duro e nos divertimos também. As pessoas boas que sempre o acompanharam sabem que é verdade. O resto é um melodrama fictício que, infelizmente, busca escândalos para vender”, ela escreveu em um postagem recente no Instagram.

Meza continua: “não se trata de mim, trata-se de você e do legado de um grande homem que não está mais aqui para se defender. Nada dito por aqueles que traíram Roberto, ou por aqueles que só querem dinheiro, mudará o tesouro que milhões guardam em seus corações”.

Produzida em colaboração com Roberto Gómez Fernández, filho de Bolaños, Sem Querer Querendo é resultado de uma parceria entre a Warner Bros. Discovery e o THR3 Media Group.

Roberto Gómez Bolaños, conhecido como Chespirito, faleceu em 2014, aos 85 anos. O comediante tornou-se mundialmente famoso por seus trabalhos icônicos, comoChespirito, Chapolin e Chaves.

Conheça o novo THRILLER alemão que estreou em 1º LUGAR na Netflix

Brick‘, thriller de sobrevivência estrelado por Matthias Schweighöfer (‘Army of the Dead: Invasão em Las Vegas’), chegou recentemente ao catálogo da Netflix – e parece ter chamado a atenção dos assinantes da plataforma.

O longa-metragem estreou em 1º lugar no ranking dos filmes de língua não-inglesa mais assistidos do serviço de streaming, pouco depois de outra produção alemã, ‘Exterritorial’, também fazer um grande sucesso entre os usuários.

Na trama, Tim (Schweighöfer) e Olivia (Ruby O. Fee) acordam presos em seu apartamento atrás de um muro impenetrável e futurista que se materializou da noite para o dia… e eles não estão sozinhos. O prédio inteiro e seus moradores parecem estar cercados.

O que aconteceu? Quem construiu aquele muro e por quê? Sem qualquer chance de ajuda externa, eles precisam se unir para encontrar uma saída. Será que eles irão conseguir desvendar o mistério do muro a tempo — e sobreviver?

Philip Koch é responsável pela direção do longa-metragem.

O elenco ainda conta com Frederick Lau, Salber Lee Williams, Murathan Muslu, Axel Werner, Sira-Anna Faal e Alexander Beyer.

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Netflix utilizou IA generativa em uma de suas séries mais POPULARES de 2025

Em uma recente declaração dada por Ted Sarandos, chefe da Netflix, a plataforma de streaming utilizou inteligência artificial pela primeira vez em uma de suas séries originais mais populares, O Eternauta – uma medida que, de acordo com o próprio executivo, reduziria gastos e aumentaria a qualidade de filmes e séries.

Sarandos afirmou que a série argentina de ficção científica foi a primeira que envolveu o uso de filmagens de IA generativa.

“Continuamos convencidos de que as IAs representam uma oportunidade incrível para ajudar os criadores a fazer filmes e séries melhores, não apenas mais baratos”, disse ele a analistas nesta última quinta-feira (17), depois que a Netflix divulgou seus resultados do segundo trimestre (via The Guardian).

Sarandos acrescentou que série trouxe artistas de efeitos visuais utilizando inteligência artificial para uma cena que retrata um prédio desabando em Buenos Aires.

“Usando ferramentas com tecnologia de IA, eles conseguiram obter um resultado incrível com velocidade notável e, de fato, a sequência de efeitos visuais foi concluída dez vezes mais rápido do que poderia ter sido concluída com ferramentas e fluxos de trabalho de efeitos visuais tradicionais”, ele afirmou.

O executivo também disse que o uso de ferramentas de IA permitiu que a Netflix financiasse o programa a um custo muito menor do que o esperado de uma produção de grande orçamento: “o custo [dos efeitos especiais sem IA] simplesmente não teria sido viável para um show com aquele orçamento”.

Lembrando que ‘O Eternauta’ já foi renovada para a 2ª temporada.

A série foi criada por Bruno Stagnaro e inspirada nos quadrinhos homônimos de Héctor Germán OesterheldFrancisco Solano López.

Na trama, numa noite de verão em Buenos Aires, uma misteriosa nevasca mortal dizima a maior parte da população e deixa milhares de pessoas abandonadas. Juan Salvo e seus amigos embarcam em uma luta desesperada pela sobrevivência. Tudo muda quando eles descobrem que a tempestade de neve tóxica é apenas o primeiro ataque de um exército estrangeiro invadindo a Terra. A única maneira de permanecer vivo é se unir e lutar. Ninguém sobreviverá sozinho.

Ricardo DarínCarla PetersonCésar TroncosoAndrea PietraAriel StaltariMarcelo SubiottoMora Fisz e outros estrelam.