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Jovens mutantes descobrem poderes no novo clipe de ‘The Gifted’

A Fox liberou o mais novo clipe de ‘The Gifted‘, a aguardada série dos ‘X-Men‘.

Confira, com trailers e outros vídeos:


Elenco de ‘Once Upon a Time’ conta detalhes da 7ª temporada

A ABC liberou um vídeo de 22 minutos com várias entrevistas do elenco completo da sétima temporada de ‘Once Upon a Time‘.

A estreia da nova temporada acontece nesta sexta-feira.

Assista, em inglês:

Até agora, estão confirmadas no elenco: Gabrielle Anwar (Burn Notice), Adelaide Kane (Reign), Dania Ramirez (Devious Maids), Mekia Cox (Chicago Med) e Rose Reynolds (Poldark).

Vale lembrar que a série retirou boa parte do elenco original (Jennifer Morrison, Ginnifer Goodwin, Josh Dallas, Rebecca Mader, Emilie de Ravin), sobretudo, para que o TV Show não fosse cancelado e que, assim, os produtores tivessem ao menos uma oportunidade de fazer o programa crescer em audiência.

 

 

Cena deletada de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’ comprova a existência de Miles Morales no MCU

Uma cena deletada de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ comprovou a existência do personagem Miles Morales no Marvel Cinematic Universe.

O material, que havia sido divulgado recentemente na internet, já foi removido, mas traz o ladrão Aaron Davis (Donald Glover) aprisionado pelas teias do herói ao veículo que estava prestes a roubar. Na tomada em questão, ele liga para seu sobrinho, avisando que não poderia encontrá-lo. Ao longo da ligação, Davis o chama de Miles.

Vale relembrar que na cena em que Peter Parker se depara com o bandido e o interroga através de um sistema conectado ao seu uniforme, Davis menciona que queria proteger seu sobrinho. Para aqueles que desconhecem os quadrinhos, este personagem em questão interpreta o tio de Miles. A referência também foi confirmada no passado recente por Kevin Feige.

Miles Morales foi apresentado aos fãs de ‘Homem-Aranha‘ em 2011, como o sucessor afro-latino de Peter Parker.

A cena deletada estará na versão para DVD e Blu-Ray de ‘De Volta ao Lar’.


Crítica | Homem-Aranha: De Volta ao Lar é o filme ESPETACULAR que os fãs queriam (Nota: 9.0)

Crítica 2 | Homem-Aranha: De Volta ao Lar – É o filme do herói que você queria (Nota: 8.0)

 

Bryan Cranston é cotado para o elenco de ‘Uncharted’

O veterano Bryan Cranston está sendo cotado para ingressar ao elenco da adaptação do game de sucesso ‘Uncharted‘. A informação foi revelada pelo That Hashtag Show.

Segundo o portal, o indicado ao Oscar estaria sendo considerado para um papel coadjuvante de destaque, que poderia até mesmo ser o de Sully. No entanto, nenhuma confirmação a respeito da possibilidade foi feita.

 

Em entrevista ao Nerdist, o diretor Shawn Levy falou sobre a adaptação cinematográfica de ‘Uncharted‘, que vai ser estrelada por Tom Holland.

“Será o Indiana Jones para a geração que não cresceu com Indiana Jones. Faremos um espetáculo visual muito louco, e vamos revitalizar o espírito do game”, afirmou.

Holland substituiu Mark Wahlberg, que por anos estava em negociações para estrelar a produção.

A decisão para focar na versão jovem de Nathan Drake partiu de um dos produtores da Sony Pictures.

Ao conferir o corte final de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’, esse produtor achou por bem tornar a adaptação do game algo mais adolescente do que adulto.

A ideia inicial era ter uma adaptação para maiores de idade.

 

 

‘O Predador’ ganha novo trailer em comemoração ao seu 30º aniversário; Confira!

O clássico ‘O Predador‘, estrelado por Arnold Schwarzenegger, celebrou 30 anos em julho deste ano e para comemorar seu retorno aos cinemas em uma série de exibições selecionadas, a 20th Century Fox divulgou um novo trailer da produção.

Confira:

Schwarzenegger fala sobre remake de ‘Predador’ e critica sequências

Remake de ‘Predador’ terá diretor de ‘Homem de Ferro 3’

Confira o primeiro cartaz:

 

 

Stan Lee vai leiloar artes de sua coleção e um jantar com um fã para ajudar vítimas do furacão Irma

O veterano Stan Lee deu um passo bem heroico em solidariedade às vítimas do furacão Irma. O artista se uniu aos organizadores da MegaCon Tampa Bay para arrecadar fundos a fim de potencializar a recuperação das famílias afetadas pela tragédia.

Em uma entrevista à Associated Press, Lee pontuou sobre a importância de ajudar:

“Se há algo que todos nós podemos fazer para auxiliar as vítimas da catástrofe, precisamos nos posicionais. E se eu posso fazer a minha parte, leiloando algum colecionável e oferecendo este recurso, então ficarei mais do que feliz em fazer isso”.

Durante o seu painel na convenção, que acontece nesta sexta-feira (29), Lee leiloará algumas artes de sua coleção particular, além de um jantar com um fã.

Segundo os organizadores da MegaCon Tampa Bay, US$ 5 serão doados para o bancos de alimentos Feeding Flórida, a cada dois mil ingressos vendidos online.

Debra Messing revela porque revival de ‘Will & Grace’ foi renovado tão rapidamente

Will & Grace Eric McCormack, Debra Messing, Max Mutchnick, David Kohan, Megan Mullally and Sean Hayes photographed on May 14, 2017 at Jack Studios in NYC by Robert Trachtenberg.  Stylist: Alicia Lombardini/Sarah Laird & Good Company; McCormack's and Messing's Hair: Luke O'Connor/Lukaro Salon; Mullally's and Hayes' Hair: Tim Burke; Messing's Makeup: Tina Turnbow/Tracey Mattingly; McCormack’s, Mullally's and Hayes' Makeup: Patty Bunch; Manicurist: Julie Kandalec/Bryan Bantry; Set Designer: Anthony Asaro and Kendyll Legier/Art Department; Production: Fill in the Blank Production; McCormack’s Jacket and pants: Ralph Lauren; Shirt: Joseph Abboud; Bow tie Drake's, lapel pin: Fred Leighton; Shoes: Giorgio Armani; Messing’s Dress: J Mendel; Shoes: Manolo Blahnik; Jewelry: Jacob & Co.; Mullally’s Dress: Reem Acra; Shoes: No.21; Jewelry: Fred Leighton; Hayes' Jacket: Ralph Lauren; Shirt and Cufflinks: Joseph Abboud; Pants: Brooks Brothers; bow tie: Drake’s; Watch: Tourneau; Shoes: Giorgio Armani

Will & Grace‘ foi mais uma das populares séries dos anos 90 a ganhar um revival e de maneira surpreendente, a sitcom já conquistou uma segunda temporada, que trará o clássico quarteto de amigos de volta em novos episódios em 2018.

E sobre a confirmação do novo ciclo, antes mesmo da primeira temporada estrear, a protagonista e veterana Debra Messing conversou com o site The Hollywood Reporter, pontuando que o clima entusiasmado nas rodas de leitura do roteiro foi o grande gatilho para garantir mais um ano para o revival da produção.

Segundo ela:

“De primeira, nós estávamos comprometidos com apenas 10 episódios. Então recebemos o primeiro, tivemos a mesa de leitura e foi eletrizante. As risadas eram ensurdecedoras e o presidente da emissora estava por lá acompanhando tudo e decidiu pedir para que fizéssemos mais, que tivéssemos mais um ano de revival. Eu acho que no instante em que sentamos naquela roda e lemos as palavras juntos, percebemos que tudo aquilo que é fundamental e nos permitia fazer aquilo que fazíamos no passado ainda está lá, bem vivo. E claro, nós acabamos concordando em continuar. Nós temos algo a dizer e recebemos a oportunidade de fazer algo que jamais foi feito antes. Nós teremos a chance de explorar essas figuras caricatas 11 anos depois da última vez que as vimos. Além do mais, nós nos amamos e adoramos trabalhar juntos”.

 

Com a primeira temporada já pronta, os produtores deram início aos trabalhos da segunda temporada do revival, que deverá estrear em 2018.

Debra Messing (Grace), Eric McCormack (Will), Megan Mullally (Karen) e Sean Hayes (Jack) voltam a estrelar.

Will & Grace teve suas oito temporadas exibidas entre 1998 e 2006.

Will e Grace eram namorados na faculdade. Will estava confuso com sua sexualidade, até que no dia de ação de graças, Grace convida Will para ir até sua casa, lá decidem fazer sexo. Na hora “H”, Will percebe que é homossexual. A partir daí, os dois se tornam grandes e inseparáveis amigos, com várias situações hilariantes e atrapalhadas.

Will & Grace é uma das séries que tiveram mais indicações ao Emmy, o prêmio mais importante da televisão norte-americana. Foram 83 indicações e 16 prêmios, ao longo de oito temporadas.

Diretor de ‘Asa Noturna’ não tem pressa para escalar protagonista

Com poucas informações reveladas a respeito da adaptação dos quadrinhos ‘Asa Noturna‘, pouco se sabe sobre os detalhes da produção, inclusive sobre quem assumirá o manto do herói.

Mas para tranquilizar os fãs do personagem, o cineasta Chris McKay respondeu uma usuária do Twitter, afirmando que ainda não há um protagonista definido e que não está com pressa para escalar o ator que dará vida a Dick Grayson.

Segundo McKay, a decisão final será tomada com muita cautela e cuidado, a fim de garantir que o filme supere as expectativas da audiência.

Em resposta a uma fã, ele pontuou:

“Ok, já que estou preocupado com você ter um ataque cardíaco…Ninguém foi escalado ainda. Estamos indo com calma. Nós vamos escalar uma rede ampla porque precisamos achar a pessoa perfeita. Precisamos acertar o roteiro. Precisamos que esse filme surpreenda você”.

 

 

‘Star Trek: The Next Generation’ ganha hilário trailer honesto; Assista!

Em comemoração ao 30º aniversário da série ‘Star Trek: The Next Generation‘, o spin-off ganhou um trailer honesto, que faz piada de alguns dos aspectos mais icônicos da produção, além de satirizar as atuações e a narrativa.

Produzido pelo popular canal do Youtube, Screen Junkies, o vídeo – publicado nesta terça-feira (26) – já contabiliza quase 100 mil visualizações.

Confira:

Versão final do roteiro de ‘Flashpoint’ já foi entregue à Warner Bros.

A versão final do roteiro de ‘Flashpoint‘, desenvolvida pelo roteirista Joby Harold, foi entregue à Warner Bros. A informação foi divulgada pelo jornalista Justin Kroll, da revista Variety, em sua conta do Twitter.

Segundo o repórter, embora o projeto já tenha perdido quatro diretores (Chris Lord e Phil Miller, Seth Grahame-Smith e mais recentemente, Rick Famuyiwa), a Warner não estaria com pressa em anunciar sua escolha final para assumir a produção.

Kroll ainda pontuou que Bob Z estaria sendo considerado pelo estúdio, mas que a empresa continuava realizando entrevistas com outros cineastas.

 

No universo de Flashpoint, foi Bruce Wayne quem foi assassinado no beco, levando seus pais a se tornarem inimigos mortais. Além disso, a Mulher-Maravilha mostra um lado mais sombrio ao lutar contra os Atlantes de Aquaman.

A atriz vai estrelar ao lado de Ezra Miller, que interpreta o protagonista Barry Allen.  Billy Crudup, o Doutor Manhattan de ‘Watchmen‘, viverá Henry Allen.

O próximo filme da DC Comics a estrear no cinema é ‘Liga da Justiça‘ (Justice League), dia 16de Novembro de 2017.

Gal Gadot, Jake Gyllenhaal e outros leem tuítes maldosos em divertido quadro de talk show; Assista!

Gal Gadot, Jake Gyllenhaal, Emma Watson e Jennifer Aniston foram alguns dos mais recentes convidados do divertido quadro Mean Tweets, do talk show Jimmy Kimmel Live.

No vídeo em questão, eles leem algumas opiniões bem maldosas que usuários do Twitter fazem a seu respeito, reagindo sempre de forma cômica e irônica.

Confira:

Nova cena da cinebiografia do criador do ‘Ursinho Pooh’ é divulgada; Assista!

A cinebiografia do criador do icônico personagem ursinho Pooh, ‘Goodbye Christopher Robin’, teve uma de suas cenas divulgadas com exclusividade pelo site Empire.

Confira:

 

A produção, que não possui vínculo nenhum com a versão live action que será estrelada por Ewan McGregor, conta a história de A.A. Milne e sua conturbada vida familiar, principalmente pelo relacionamento difícil com seu filho, Christopher Robin.

Dirigido por Simon Curtis, o filme foi escrito por Frank Cottrell Boyce. Os protagonistas são Domhnall Gleeson, que será o artista A.A. Milne, Margot Robbie, que interpreta a esposa, Daphne Milne, e Will Tilston, que viverá o personagem homônimo, Christopher Robin.

O elenco também conta com Kelly Macdonald (Olive) e Phoebe Waller-Bridge (Mary Brown).

Ainda sem data definida, ‘Goodbye Christopher Robin’ chega aos cinemas no segundo semestre de 2017.

 

‘Cyrano The Moor’: David Oyelowo vai estrelar novo musical da Disney

O astro David Oyelowo vai protagonizar o mais novo projeto da Disney, intitulado ‘Cyrano The Moor‘. O musical está sendo desenvolvido pelo mesmo roteirista de ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘, Tarell Alvin McCraney.

Segundo o site Deadline, a produção trará fragmentos da peça de Edmond Rostand, escrita em 1897, que traz a história de um poeta que acaba ajudando um outro homem a conquistar a mulher que secretamente ama. A narrativa também mesclará elementos da tragédia de William Shakespeare, ‘Otelo‘, com os fatos sendo embasados na cidade de Bristol, no século XIX.

Leonardo DiCaprio vai estrelar biografia de Teddy Roosevelt, de Martin Scorsese

O astro Leonardo DiCaprio vai encarar mais uma cinebiografia. Desta vez ele viverá o presidente norte-americano Theodore Roosevelt, na nova produção de Martin Scorsese, intitulada ‘Roosevelt‘. A informação foi revelada pelo portal Variety.

Segundo a publicação, a Paramount Pictures estaria em negociações para desenvolver o projeto, que conta com DiCaprio e Jennifer Davisson como produtores – através da Appian Way, que pertence à dupla -, além de Scorsese e Emma Koskoff, pela Sikelia.

Com roteiro assinado por Scott Bloom, ‘Roosevelt‘ traçará uma linha do tempo sobre a vasta biografia do presidente, que iniciou sua carreira na Marinha, foi governador de Nova York e após o assassinato de William McKinley, assumiu a presidência dos Estados Unidos. Um dos atributos de maior destaque em sua carreira foi sua dedicação à conservação e preservação dos parques nacionais presentes no país.

Crítica | First They Killed My Father – Angelina Jolie, Netflix e o Camboja no Oscar

O silêncio eloquente 

Desde seu conhecido primeiro contato com o Camboja, ainda na época de filmagem para o longa Lara Croft: Tomb Raider,  lançado em 2001, Angelina Jolie estreita laços com o local que é um dos pontos principais dentro da carreira ativista que desenvolve. Soa natural e parece parte de um processo cuidadoso de amadurecimento que seu mais recente projeto narre uma história tão visceral passada no país.

First They Killed My Father é baseado no livro homônimo de memórias da autora e ativista cambojana Loung Ung, no qual narra o início do regime liderado pelo Khmer Vermelho, organização do partido comunista Kampuchea que se dá entre 1975 até 1979. O filme começa com uma breve contextualização do período político que proporciona as condições dos acontecimentos que se darão ao longo do obra por meio de imagens de arquivo, dispostas em uma montagem paralela apresentando a invasão americana e a insatisfação de seus soldados, bastante didática- porém prestativa- que é acompanhada pela insinuante música dos Rolling Stones,  Simpathy for the Devil.

Essa parcela inicial carregada por um apelo mais pop, ritmado e colorido serve enquanto contraponto ao que se segue e é bastante funcional dentro da lógica narrativa e em lhe conferir consistência política suficiente para o que se coloca em sua proposta. Rapidamente se torna notório que não há intenção de criar um dossiê sobre os fatos históricos, mas acompanhar o sensorial de sua protagonista Loung Ung (Sareum Srey Moch), o que se torna o maior trunfo da obra pois evidencia a impotência da população cercada por uma guerra aonde todos os lados dizem zelar por um bem maior sem isso de fato acontecer.

Todos os departamentos do longa se dedicam ao trabalho de transpor o universo dentro da perspectiva de sua protagonista, uma menina de cinco anos, que subitamente se vê em um prolongado turbilhão, no qual ela é arremessada e aos poucos perde tudo que lhe era referência. Para isso o roteiro, realizado pela própria Loung Ung em parceria com Angelina Jolie, enfatiza como era a vida da personagem – antes e durante o regime – , a inocência e sensações; há pouco diálogo e uma protagonista introspectiva. Esses elementos se tornam qualidades em diversos aspectos, principalmente no excelente trabalho da jovem atriz Sareum Srey Moch que é capaz de transmitir o desnorteamento, o medo e a fragilidade geralmente por meio de planos que valorizam seu olhar.

 

Outro valor que é ressaltado nessa construção mais sensorial é sua trilha, não só musical, criada por Marco Beltrami, mas uma elaborada mixagem que acentua as atmosferas e transições. Pontuado por trabalhos minuciosos dentro de sua camada estética, não é engano dizer que a diretora apresenta um enorme preparo e um desempenho muito superior se comparado aos seus trabalhos anteriores, apesar de ainda ceder a alguns planos menos articulados, como quando realiza mais de um plano zenital sem que aquilo se adeque dentro do conceito desenvolvido a partir do olhar da personagem.

Seu ritmo mais delongado cria um nível de suspensão eloquente em escoar as fantasias que se misturam com memórias de uma jovem que se vê obrigada a absorver violentamente mais do que poderia e deveria, contudo,  em seu final o filme abandona esse tempo fechando a narrativa em uma cena menos criativa e um tanto desnecessária, tendo em vista que é uma redundância diante o plano que a antecede.

Star Trek: Discovery | Primeiras Impressões da nova série Netflix

Por Gustavo Barreto

“Espaço. A fronteira final”. A famosa frase mencionada em áudio pelo capitão James Kirk (William Shatner) antes da intro de todos os episódios de Star Trek: a série clássica sempre representou a essência do que é Star Trek: exploração. Melhor dizendo, o ato de se desbravar o desconhecido oceano negro chamado universo. É com esse espírito que os explorados no século XVI se lançaram ao mar e também foi com ele que a Federação dos Planetas Unidos, no universo Star Trek, busca a integração de todas as raças da galáxia.

A linha narrativa da série sempre foi pautada na aventura, aonde a cada episódio a nave e a tripulação da vez (seja ela a USS Enterprise de Kirk ou a USS Voyager de Janet) descobriam um novo planeta, uma nova forma de vida, tinham problemas com o primeiro contato, resolviam a questão de maneira diplomática (ou não) e voltavam à exploração de novos sistemas.

Para um público moderno, já saturado com o modelo “caso da semana”, utilizar a estrutura de “planeta da semana” poderia ser uma ideia arriscada, tanto para o conforto do espectador quanto para o desenvolvimento do enredo, que poderia ser prejudicado pelo excesso de episódios. Entretanto, ainda na pré-produção, os produtores Bryan Fuller (Hannibal) e Alex Kurtzman (reboot de Star Trek nos cinemas) decidiram que seguiriam a proposta de narrativa criada por Gene Roddenberry ainda na série clássica dos anos 1960.

Os primeiros dois episódios apresentaram mais uma nova tripulação em uma nova nave, dessa vez batizada de USS Discovery. A protagonista é Michael Burnham (Sonequa Martin-Green), que tendo tido parte de sua educação em Vulcano, representa a exata combinação da impulsividade humana com a lógica dos vulcanos. Sua melhor amiga e tutora é a capitã Georgiou (Michelle Yeoh), a quem os anos de guerra acabaram por enraizar um espirito forte por soluções diplomáticas.

Apesar do enredo se passar dez anos antes da série clássica não há como não notar as semelhanças expostas nesses dois primeiros episódios. Dentre algumas estão o preconceito racial, muito abordado nas temporadas produzidas nos anos 1960 e aqui representado pela cultura da raça Klingon, aonde um Klingon branco é diminuído por outros e cuja a moral só é elevada ao ser visto como um igual por seu líder. Têm-se o fanatismo religioso exposto também na visão desse mesmo líder Klingon, de uma maneira que o espectador percebe que esse caminho leva apenas à morte e destruição.

Em apenas dois episódios iniciais, Star Trek: Discovery deu o tom de como será guiada essa primeira temporada. Honrando o espírito aventureiro e socialmente crítico idealizado por Roddenbery, a série põe na mesa figuras que ainda precisam de maior desenvolvimento, mas que já possuem presenças fortes por irem contra conceitos tradicionais na televisão. Os efeitos especiais e jogos de câmeras (com uso de fleurs na iluminação, takes da nave no espaço e zoons externos na mesma) também remetem à nova leva de filmes da franquia nos cinemas.

Com episódios a serem lançados semanalmente na Netflix, resta saber se a primeira temporada manterá esse caminho que, à primeira vista, é espetacular.

Crítica | Feito na América – Aviões, drogas e Tom Cruise

Top Drug – Ases Alucinados

Em 1986, Tom Cruise se tornava um astro quando Top Gun – Ases Indomáveis explodia nos cinemas, resultando num enorme sucesso. Depois do filme, Cruise conseguiu manter sua carreira e seu nome no topo do jogo por mais de três décadas. Fato realmente impressionante e conquistado por pouquíssimos num mercado tão competitivo quanto o de Hollywood.

De volta ao presente, Cruise, hoje com 55 anos, tenta novamente quebrar o molde do galã / herói de ação no qual sua imagem foi pautada por toda a carreira – salvo raras exceções. Feito na América é mais uma delas. No filme, o astro opta por um papel raro em sua filmografia, a de um sujeito incorreto, ambicioso e que surge como retrato da sujeira varrida para debaixo dos panos pelos EUA na década de 1970 e 1980.

Curiosamente, Cruise até altera seu personagem, mas não sua forma física ou tipo de interpretação. Poucos foram os filmes nos quais Cruise deixou sua caracterização ajudar na construção de personagem, vide Entrevista com o Vampiro (1994), Colateral (2004) e Trovão Tropical (2008). Este seria um filme que se beneficiaria por tal elemento.

Neste retrato de uma história real, Cruise vive Barry Seal, piloto de voos comerciais, pego por indiscrições (contrabando de pequenos produtos) pela CIA – personificada pelo onipresente Domhnall Gleeson (em cartaz nos cinemas com mãe!). No acordo, Seal ganha salário, avião próprio, mas precisa arriscar o pescoço em voos rasantes para tirar fotos de insurgentes na América Central, como só ele, piloto exímio que é, conseguiria. Diga se não é o Top Gun da meia idade.

Com uma reviravolta em cima da outra, Seal é descoberto pelo futuro cartel de Medelín e seus fundadores Pablo Escobar, Carlos Lehder e principalmente Jorge Ochoa – o rosto e contato de Seal – interpretado por Alejandro Edda, ótimo em cena, nos fazendo desejar que tivesse mais tempo em tela. E logo, está traficando enormes quantidades de cocaína pelo ar em seu avião bimotor. Algumas cenas que mostram o esquema de transporte, entrega e até uma aterrissagem “empoeirada” são alguns dos pontos altos do longa.

Nesse jogo triplo, ou quádruplo, Seal vai apostando como pode, e entre uma prisão aqui, uma escapada ali, e problemas com o cunhado, o protagonista vai lucrando tanto, ao ponto de não saber o que fazer com a grana. Seal, nas formas de Cruise, se transforma num anti-herói carismático e sorridente, capaz de levar na lábia a esposa (papel de Sarah Wright), autoridades e narcotraficantes facilmente. Mas ao longo desta jornada nem tudo será flores.

Feito na América (que antes levava o nome da cidade Mena, aonde se desenrola parte da ação) chega como mais um dos exemplares pegando carona na recém reformulada fama do maior narcotraficante da história, o colombiano Pablo Escobar. Da série Narcos, passando por documentários, até filmes como Escobar: Paraíso Perdido (2014), Conexão Escobar (2016) e o inédito Loving Pablo (2017), o criminoso está em alta de novo como tópico de produções que pretendem interpretar sua persona e conquistas. Aqui, ao contrário das demais, a escolha é por deixa-lo em segundo plano, abordando uma das tantas tramas que cercaram seu império.

Escrito por Gary Spinelli (estreando no mainstream) e dirigido por Doug Liman, Feito na América aborda um assunto dramático de forma muito bem humorada, apostando no timing cômico do astro Cruise, que funciona de forma cronometrada. Liman se consolida como um dos diretores não autorais mais competentes da Hollywood atual, entregando trabalhos sólidos consecutivos. O cineasta já havia trabalhado com Cruise na ficção bem sucedida No Limite do Amanhã (2014), cuja continuação já está em andamento (com ele e Cruise de novo a bordo) e este ano lançou há pouquíssimo tempo o eficiente Na Mira do Atirador.

Os dois filmes assinados por ele em 2017 demonstram sua versatilidade e abrangência ao criar obras de ritmo e teor distintos, atingindo o objetivo com louvor. É seguro dizer que Liman entrega aqui um Tom Cruise inédito, inconsequente, boca suja e levemente lascivo. Seu teor incorreto, porém, poderia ter sido mais caprichado – talvez Cruise esteja disposto a ir somente até aqui. Mesmo que Na Mira do Atirador ainda entregue uma obra mais comprometida e diversificada dentro de seu gênero, Feito na América é bom o bastante para uma recomendação. Este é o filme de Tom Cruise a ser visto em 2017, uma pena para o Dark Universe

Diretor de ‘Doutor Estranho’ começa a filmar o piloto de ‘Expresso do Amanhã’

Scott Derrickson, diretor de ‘Doutor Estranho‘, iniciou hoje as filmagens da série ‘Expresso do Amanhã‘, baseada no filme dirigido por Bong Joon-ho (‘O Hospedeiro’).

Jennifer Connelly protagoniza o TV Show.

O roteiro e a produção executiva serão de Josh Friedman, roteirista de ‘Avatar 4‘, de James Cameron.

Confira:

 

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Ron Howard divulga nova foto do set de ‘Han Solo’

O cineasta Ron Howard divulgou uma nova imagem direto do set de filmagens do spin-off ‘Han Solo‘.

Confira:

Na postagem, feita em sua conta do Twitter, ele faz uma referência ao artista conceitual Ralph McQuarrie, responsável por desenvolver o material da trilogia original de ‘Star Wars‘.

 

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo (ainda sem título oficial) tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody Harrelson, Emilia Clarke (de Game of Thrones), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil

‘Blade Runner 2049’ – Primeiras Impressões são Extremamente Positivas!

Se você perguntar aos fãs de cinema qual filme eles mais esperam nesta segunda metade de 2017, ao menos um entre três dirá Blade Runner 2049, sequência do clássico cult de 1982, dirigido por Ridley Scott. Ao contrário do filme original, que foi desprezado por crítica e público em seu lançamento, vindo a ser apreciado somente anos depois, a continuação já chega com tudo.

Em suas primeiras exibições nos EUA, o filme já arranca elogios. Leia abaixo alguns dos principais, coletados no Twitter e no final, leia o que a crítica Ana Maria Bahiana tem a dizer também.

O crítico Jordan Hoffman disse: “Boas Notícias! Blade Runner 2049 é uma continuação ótima e uma expansão do original. Não esperava muito, e acabei amando. (Até Leto!)”

O crítico Simon Thompon disse: “Eu vi Blade Runner 2049. O visual é incrível, personagens e atuações são fortes, se mantém fiel ao original, mas existem falhas.”

Erik Davis, editor do site Fandango, disse: “Blade Runner 2049 é uma obra prima da ficção científica; o tipo de filme de gênero profundo que não vemos mais. Seu visual é de explodir a mente, absolutamente fantástico.

E o editor completa: “Eu acho este Blade Runner melhor que o original, o que prova que Denis Villeneuve é o diretor mais empolgante trabalhando atualmente.

Steven Weintraub, editor-chefe do Collider, disse: “Todos façam reverência a Denis Villeneuve. Ele fez o impossível e entregou um golaço com Blade Runner 2049. Eu amei.”

O editor do Collider completou: “Mesmo que você não tenha interesse no filme, a fotografia de tirar o fôlego de Roger Deakins vale o preço da entrada. Ele é um Deus.”

O escritor e cineasta Jesse Hawken disse: “Tudo que eu posso dizer sobre Blade Runner 2049 é… dê um Oscar para Roger Deakins agora! Visuais absolutamente impressionantes.”

O crítico William Bibbiani, do CraveOnline e What the Flick, disse: “Eu vi Blade Runner 2049 e é de TIRAR O FÔLEGO. É uma continuação impressionante, preservando mistérios, adicionando novos, expandindo o universo.”

A escritora Jenna Busch disse: “Blade Runner 2049 foi um dos filmes mais impressionantes (de explodir mentes) que eu já vi. É de tirar o fôlego e te transporta. Denis Villeneuve tem uma obra-prima.”