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‘A Escolha Perfeita 3’ ganha seu primeiro cartaz; Confira!

A Escolha Perfeita 3’ ganhou seu primeiro cartaz com todas as Bellas de volta. 

Confira, com a prévia do trailer que será liberado neste sábado:

 

Trish Sie é quem dirige a continuação, qu Anna Kendrick, Rebel Wilson, Anna Camp, Hailee Steinfeld e Brittany Snow entre os que retornam e Ruby Rose entre os recém-chegados.

Roteirizado por Kay Cannon, com auxílio de Mike White e Dana Fox, o terceiro filme está previsto para chegar aos cinemas em 22 de dezembro de 2017. Além de seu trabalho emblemático em ‘The Crown’, Lithgow pode ser visto em ‘Armas na Mesa’ (que estreou dia 02 de fevereiro), na produção indie, ‘Beatriz At Dinner’, e futuramente em ‘Pai em Doze Dupla 2’.

 

 

 

Continuação da comédia musical de 2012, que foi hit de bilheteria, ‘A Escolha Perfeita 2‘ arrecadou incríveis US$ 286 milhões mundialmente, o dobro do que o primeiro filme arrecadou (US$ 113 milhões).

 

Uau! Vídeo traz as primeiras cenas de ‘Versace: American Crime Story’

Capa da Entertainment Weekly dessa quinzena, a publicação trouxe um vídeo com as primeiras cenas de ‘Versace: American Crime Story‘, TV Show de Ryan Murphy que irá explorar os bastidores da morte de Gianni Versace.

Assista:


 

Crítica | American Crime Story (1ª Temporada) 

A segunda temporada ‘American Crime Story‘ focará em Gianni Versace, estilista de alta costura italiano. Ele foi assassinado pelo assassino em série Andrew Cunanan em 15 de julho de 1997 com dois tiros na nuca, na entrada de sua casa em Miami Beach. A série também conta com Ricky MartinDarren Criss e Edgar Ramirez.

O assassino se matou poucos dias depois.

Jared Leto fala sobre possível aparição do Coringa em ‘Sereias de Gotham’

O ator Jared Leto cedeu uma entrevista ao ET Online e falou sobre os rumores de que ele iria reprisar o papel de Coringa em ‘Gotham City Sirens‘ (‘Sereias de Gotham‘) – filme que trará como protagonistas Arlequina (Margot Robbie), Hera Venenosa e Mulher-Gato.

“Não posso te falar isso. Na verdade, não sei. Talvez eu já saiba, mas não posso confirmar ou negar. Temos várias coisas acontecendo nesse Universo da DC, vamos ver o que acontecerá”, revelou.

Recentemente, Will Smith revelou que quer participar do filme.

“Eu definitivamente amaria estar (no filme). Eu amo a Margot Robbie. Eu faria tipo, qualquer coisa, que ela quisesse.” disse.

‘Sereias de Gotham’: Diretor posta arte com Arlequina, Mulher-Gato e Hera Venenosa

A atriz australiana Margot Robbie será produtora executiva do filme, além de estrelar.

Nas HQs, a Arlequina, Mulher-Gato e Hera Venenosa decidem dividir um esconderijo.

Megan Fox pode interpretar a Hera Venenosa em ‘Sereias de Gotham’ 

Elas têm uma série de bons momentos juntas, até que Harley decide ir sozinha ao Asilo Arkham para matar o Coringa – porém, ele rapidamente a convence a voltar para o lado dele, iniciando uma rebelião e traindo suas companheiras.

Christina Hodson, do inédito ‘Refém do Medo‘, ficará responsável pelo script. Ela também foi recentemente contratada para desenvolver o roteiro do filme solo do ‘Bumblebee‘.

‘Esquadrão Suicida’: Fã processa estúdio por “propaganda enganosa” envolvendo o Coringa

Vídeo mostra tudo o que aconteceu no 1º episódio da série ‘O Nevoeiro’

A série ‘O Nevoeiro‘ estreou nessa quinta-feira, no canal Spike, e inclusive, repleta de elogios.

E no vídeo abaixo você confere – sem spoilers – o que rolou no episódio de estreia.

Assista:



A primeira temporada terá 10 episódios, e estreia dia 22 de junho.

A atração também contará com o envolvimento de Frank Darabont, diretor do longa. Alguns anos depois de dirigir o filme, Darabont se aventurou com o gênero na TV, criando o fenômeno ‘The Walking Dead’.

Segundo o TV Guide, a série terá um final inédito, similar ao criado por Frank Darabont no filme de 2007.

“Eu amo aquele final sombrio do filme dirigido por Frank Darabont. Achei genial. É baseado no livro de Stephen King, mas ele mesmo preferiu o final criado por Darabont. Nós faremos a nossa própria versão de um final bastante original e surpreendente”, revelou.

No livro, o final fica em aberto e os leitores ficaram com esperança em relação ao futuro dos personagens. A versão do filme no entanto, é muito mais escura.

David Boyd, que comandou alguns episódios da segunda e terceira temporada de ‘The Walking Dead‘, funcionará como produtor executivo da série.

Adam Bernstein, vencedor do Emmy Awards por um episódio de ‘30 Rock‘, dirige o piloto. Ele tem no currículo episódios das séries ‘Fargo‘, ‘Better Call Saul‘, ‘Nurse Jackie‘ e ‘Bloodline‘.

O Nevoeiro‘ adapta um conto de Stephen King, presente no livro ‘Tripulação de Esqueletos’. Na trama, um grupo de pessoas fica preso dentro de um supermercado quando a cidade é coberta por um nevoeiro denso, no qual habitam várias criaturas monstruosas.

O filme trouxe em seu elenco: Thomas Jane (‘O Justiceiro’), Laurie Holden (‘Terror em Silent Hill’), Andre Braugher (‘Poseidon’) e Marcia Gay Harden (‘Pollock’).

Elogiado pela crítica por sua trama sombria, o longa faturou apenas US$ 57,2 milhões nas bilheterias mundiais, sendo que seu orçamento foi de US$ 18 milhões.

Christian Torpe (‘Rita’) trabalha no roteiro, com o aval de Stephen King.

As 10 Melhores Adaptações de Stephen King 

 

Ação e pancadaria no novo trailer de ‘Kingsman – O Círculo Dourado’

A 20th Century Fox liberou o mais novo trailer de Kingsman – O Círculo Dourado’.

Confira:

Lembrando que a estreia agora está agendada para 29 de setembro.

‘Kingsman 3’? Taron Egerton comenta a possibilidade

Kingsman: O Circulo Dourado’ é dirigido por Matthew Vaughn, com roteiro assinado por Dave Gibbons, Jane Goldman e Mark Millar. O elenco conta com Taron Egerton (Gary ‘Eggsy’ Unwin), Julianne Moore (Poppy), Colin Firth (Harry Hart), Jeff Bridges, Channing Tatum, Pedro Pascal (Jack Daniels), Mark Strong (Merlin), Halle Berry (Ginger), Vinnie Jones, and Sophie Cookson (Roxy).

A trama do primeiro filme acompanha uma organização supersecreta que recruta um deselegante mas promissor garoto para o programa de treinamento supercompetitivo da agência justo quando um perverso gênio tecnológico ameaça o planeta.

Novo ‘Transformers’ revela o que aconteceu com o personagem de Shia LaBeouf

Transformers – O Último Cavaleiro’ finalmente revela o que aconteceu com o personagem de Sam Witwicky, vivido pelo ator Shia LaBeouf – que está ausente da franquia desde o terceiro filme, ‘Transformers: O Lado Oculto da Lua‘.

Em um das cenas, o lorde Sir Edmund Burton (Anthony Hopkins) mostra uma árvore genealógica dos descendentes Merlin (Stanley Tucci).

A foto mostra todos os membros da família Witwiccan desde os últimos 1.600 anos, e revela para a historiadora Vivian Wembley (Laura Haddock) que ela é a última descendente viva.

Antes dela, um dos descendentes era Sam Witwicky (Shia LaBeouf) – que morreu entre os eventos de ‘Transformers: O Lado Oculto da Lua‘ e ‘Transformers: A Era da Extinção‘.

LaBeouf deixou a franquia após vários problemas nos bastidores, além de falar mal de Michael Bay constantes vezes durante entrevistas.

‘Transformers’: Mark Wahlberg anuncia saída da franquia e reclama do cabelo de seu personagem

Assista nossa crítica:

A estreia de ‘Transformers – O Último Cavaleiro‘ acontece em 20 de Julho no Brasil.  

Shia LaBeouf dorme durante exibição de ‘Transformers 3′

Transformers 5‘ mostrará Optimus Prime procurando os criadores de sua espécie em viagem ao espaço, encontrando os Quintessons e o gigantesco vilão Unicron, um robô-entidade que devora Planetas. Em paralelo, o personagem de Mark Wahlberg se une aos Dinobots e aos Autobots para salvar o Planeta Terra da iminente chegada do Unicron – que destruirá toda a raça humana.

Mark Wahlberg retorna como Cade Yeager, e Isabela Moner viverá a protagonista do filme, Izabella. Jerrod Carmichael (‘Vizinhos’) também terá um papel de liderança não especificado.

‘Versace: American Crime Story’ é um “tapa na cara de Trump’, diz Ryan Murphy

The Assassination of Gianni Versace: American Crime Story‘, a segunda temporada da já consagrada antologia produzida por Ryan Murphy, pretende abordar outros assuntos polêmicos, exatamente como ‘The People Vs. O.J. Simpson’ o fez em 2016.

Segundo o próprio criador da série, o novo ciclo vai tratar temáticas sociais, como a sexualidade e a homofobia nos anos 90, tratando aspectos que fazem parte de uma ferida ainda aberta – principalmente com Donald Trump à frente da Casa Branca.

Diz Murphy:

“Quanto mais eu lia sobre o assunto, mais perplexo eu ficava com o fato do assassino Andrew Cunanan ter sido inocentado nos tribunais. Cheguei à conclusão de que ele só conseguiu se safar do crime por conta da homofobia. Existia uma enorme apatia em torno do crime, as pessoas não se importavam e a impressão que dava é que os gays eram descartáveis em nossa cultura”.

Os assuntos vão também abrir um importante debate, que vai tocar em pontos dolorosos das políticas públicas que Trump pretende implantar, como o fim do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

De acordo com Ryan Murphy, a série é um posicionamento clínico e um “gelado tapa na cara” de Trump e suas políticas opressoras:

“Eu creio que o timing é perfeito para fazermos uma temporada assim e acho que ela abrirá uma discussão necessária. Uma das razões para eu querer trazer este tema neste ano é porque nós tivemos grandes avanços com Obama. Eu sentia que ele era o presidente que se importava, era o meu presidente. Nós evoluímos tanto nas políticas LGBTs, conferindo direitos e tirando esse nicho da marginalidade e de repente Trump assumiu a presidência e parece que as portas se fecharam e o medo e a opressão voltaram, tentando tirar tudo aquilo pelo qual lutamos tanto por tanto tempo. Então esta temporada é um gelado tapa na cara nas políticas que este governo está querendo implantar. Nós celebramos os gays e a criatividade gay, este é o timing perfeito para falarmos sobre isso”.

 

 

Crítica | American Crime Story (1ª Temporada) 

A segunda temporada ‘American Crime Story‘ focará em Gianni Versace, estilista de alta costura italiano. Ele foi assassinado pelo assassino em série Andrew Cunanan em 15 de julho de 1997 com dois tiros na nuca, na entrada de sua casa em Miami Beach. A série também conta com Ricky MartinDarren Criss e Edgar Ramirez.

O assassino se matou poucos dias depois.

Crítica | O Círculo – Suspense Tecnológico é ‘A Rede’ do nosso tempo

O Fantasma da Máquina

Vivemos uma era de tanto material reciclado, de tantas cópias carbono e de tanto mais do mesmo, que quando surge uma ideia um pouco mais adulta e fora da caixinha, é quase impossível não sermos atraídos como um ímã para ela. É exatamente o que ocorre aqui, com este O Círculo, baseado no livro homônimo de Dave Eggers, roteirista experiente, que também assina a adaptação.

Vivemos num mar onde tudo parece ser filmes de super-heróis, sequências intermináveis ou blockbusters inflados, na maioria das vezes falhando no primordial, a humanidade. Quando livros são adaptados ao cinema, surge uma enxurrada de romances infanto-juvenis – forte tendência atual – onde a mínima porcentagem se destaca pela qualidade (sejam ficções científicas sobre futuros distópicos ou os famosos dramas românticos de doença). Quando um livro de sucesso para o público adulto surge anunciado, os cinéfilos mais velhos se veem aguando, e daí nossas gigantescas expectativas para obras como Garota Exemplar (2014), A Garota no Trem (2016) ou Assassinato no Expresso Oriente (2017).

O Círculo é mais um que chega para suprir esta necessidade, de um filme que fuja de todos os quesitos apresentados no primeiro parágrafo. É uma produção mainstream, vendida ao grande público, com verdadeiros astros. Ou seja, uma parcela de cinema cada vez mais rara na atualidade. Na trama, Emma Watson interpreta Mae, jovem dedicada, que recebe a oportunidade de sua vida ao conseguir emprego numa empresa de tecnologia conhecida como Círculo. Imagine uma mistura de Google e Facebook. No local, ela é apadrinhada por Annie (Karen Gillan, a Nebulosa de Guardiões da Galáxia), amiga que lhe consegue a vaga.

Aos poucos a protagonista, uma menina simples, vinda do interior, vai se adaptando à nova realidade. A companhia preza por um forte senso de comunidade, beirando o excessivo, onde vida pessoal e profissional se conectam de tal forma que desembocam numa via única. Tal comprometimento é inicialmente rebatido pela protagonista, assim como seria com qualquer pessoa com o mínimo de discernimento e equilíbrio emocional. Mas até isso é incorporado aos poucos e de forma orgânica, uma vez que Mae perceba que o Círculo não é de todo mau, de fato, até a saúde de seus pais é acolhida pela empresa.

A falta de privacidade é o tema central de O Círculo, cuja proposta é bem mais criativa e interessante do que a maioria dos projetos propostos por Hollywood. A verdade é que a ideia é tão boa que nem mesmo o filme consegue acompanha-la. Discutir a era da falta de privacidade, num tempo onde câmeras monitoram cada passo nosso, involuntariamente ou através de nosso desejo de estrelato, cria uma suculenta dualidade sobre direitos, deveres e a tênue linha coexistente no tópico atualíssimo. Espionagens governamentais de filmes de suspense da época da Guerra Fria deram lugar a empresas privadas com acesso instantâneo a milhões de pessoas. O Círculo tem muito a dizer sobre nosso comportamento em relação à tecnologia e os limites do aceitável.

Como O Círculo não é um documentário, precisa existir o mínimo de conflito, e aqui a trama da vez é a da jovem humilde engolida por um mundo maior que ela, quando recebe sua grande chance profissional. Do clássico Wall Street – Poder e Cobiça (1987) até a comédia O Segredo do meu Sucesso, do mesmo ano, o mundo corporativo já foi apresentado como o ‘vilão’ de diversas obras do cinema. A diferença em O Círculo é que agora esta entidade tão malvada trabalha às claras e a nosso favor. Ou quase.

Completando o elenco principal, Tom Hanks, um dos maiores astros do cinema atual, interpreta o dúbio dono da empresa, e Patton Oswalt vive seu fiel escudeiro no negócio. John Boyega (o Finn de O Despertar da Força) é o  jovem gênio rebelde Ty, que enxerga o potencial de ameaça da companhia, se tornando a consciência do longa, e os saudosos Bill Paxton e Glenne Headly, ambos falecidos este ano, são os pais de Mae.

Com o filme, o cineasta James Ponsoldt, dono de um currículo invejável de filmes independentes (Smashed – De Volta à Realidade, O Maravilhoso Agora e O Final da Turnê), realiza sua produção mais ambiciosa. E entrega uma obra moderna e relevante, dona de uma montagem dinâmica, dessas que tratam de incluir na tela mensagens de inúmeros aplicativos sociais, dividindo espaço com a ação da narrativa.

O Círculo pode não ser tão impactante quanto sua proposta, e até ser considerado previsível de certa forma – ao percebermos para onde a história irá caminhar. Ao mesmo tempo, sua falta de pretensão em querer responder ou solucionar os avanços do mundo moderno, recai como ponto a favor. Longe de ser um marco como A Rede Social, O Círculo entrega comentários sociais pungentes, mesmo banhados em cinema entretenimento.

’13 Reasons Why’: Mãe de Hannah ainda buscará respostas sobre suicídio da filha

Com as filmagens da segunda temporada já iniciadas, a Entertainment Weekly conversou com Kate Walsh, que interpreta a mãe de Hannah Baker, sobre mais detalhes da segunda temporada de 13 Reasons Why.

Kate confirmou que os flashbacks serão parte central na nova narrativa, sobretudo, para explicar mais detalhes dos momentos antes e depois da morte de Hanna.

Walsh também comentou que Olivia Baker continuará em busca dos culpados que foram responsáveis pela morte de sua filha.

“A senhora Baker ainda continuará a buscar respostas do que aconteceu com sua filha.”

Agora, levando em conta que a primeira temporada terminou com os pais de Hannah prontos para ouvirem as fitas, pode ser que na segunda temporada a ideia seja incriminar formalmente todos eles.

’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio! 

Baseada no best-seller de Jay Asher, a série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?

Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix 

A série tem produção executiva de Selena Gomez e episódios dirigidos pelo vencedor do Oscar® Tom McCarthy (Spotlight – Segredos Revelados).

Os 13 episódios deste drama jovem adulto já estão disponíveis na Netflix.

 

Série ‘Dredd’ vai misturar o “macabro com o insano”, diz produtor

Depois de um filme espetacular do ‘Dredd‘ com Karl Urban, a série finalmente está para sair.

E em conversa com a revista SFX, o produtor Jason Kingsley explicou mais alguns detalhes sobre o TV Show.

“A série trará elementos sombrios de fantasia, que é algo que queremos muito explorar. O show combinará o macabro com o insano. Temo algo gigantesco para explorar, são mais de 400 histórias para contar… Para apresentar tudo o que queremos fazer com Mega-City One não seria suficiente em um filme com duas horas.”

A série de ‘Dredd‘ ainda não tem canal definido, mas mais informações deverão ser reveladas ao longo da San Diego Comic-Con, em julho.

O filme, lançado com Karl Urban na pele do herói, custou US$ 50 milhões e arrecadou apenas US$ 35 milhões mundialmente – tornando uma sequência inviável.

Dredd‘ é baseado em uma HQ de William Wisher Jr. e Michael De Luca.

A adaptação estrelada por Stallone também foi fracasso de público e crítica, arrecadando apenas US$ 34,6 milhões mundialmente, bem menos que o orçamento do filme que foi de US$ 90 milhões. Porém, com o passar dos anos, se tornou um clássico cult.

Agora, a franquia tenta uma nova chance nas telinhas!

Nova foto traz a sala de transporte de ‘Star Trek: Discovery’

O site da revista americana Entertainment Weekly divulgou com exclusividade uma nova foto da sérieStar Trek: Discovery‘. A imagem traz uma das salas de transporte, presente na U.S.S. Shenzhou.

Confira, com as imagens anteriores:

 

Paramount cortou o beijo gay de ‘Star Trek: Sem Fronteiras’

 

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham (Sonequa Martin-Green) encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo

A Netflix lançará a produção em 188 países, exceto os Estados Unidos e o Canadá, que terão exibição pelo canal americano CBS. O lançamento dos episódios acontecerá 24 horas após a exibição nos Estados Unidos.

“Este é o melhor momento para dar aos fãs de Star Trek uma nova série, comemorando os 50 anos do seriado original. Todos nós temos um grande respeito pela franquia e estamos animados em lançar este novo capítulo através da mente criativa e mãos hábeis de Alex Kurtzman, que conhece os fãs como ninguém”, afirmou o presidente do CBS Studios, David Stapf.

A série terá uma história inédita, e não terá ligação com os filmes e com o seriado antigo.

A produção fica à cargo de Alex Kurtzman, roteirista e produtor da nova trilogia ‘Star Trek’.

Transmitida entre 1966 e 1969, ‘Star Trek’ teve três temporadas e 79 episódios produzidos, além de servir como base para várias séries derivadas.

 

Alexis Bledel entra para o elenco regular na 2ª temporada de ‘The Handmaid’s Tale’

A Variety confirma que Alexis Bledel agora faz parte do elenco regular da segunda temporada de ‘The Handmaid’s Tale‘.

Na primeira temporada, Alexis participou da série como atriz convidada, mas sua personagem se tornou de total importância para o desenvolvimento de Elisabeth Moss, o que fez com que os produtores tomassem a decisão de dar mais destaque a Alexis nesta segunda temporada.

A série é baseada na obra de Margot Atwood (‘O Conta da Aia‘).

A história já foi retratada em 1990 no filme ‘A Decadência de Uma Espécie‘, de Volker Schlöndorff (‘O Guardião da Floresta‘).

Samira Wiley (‘Orange is the New Black‘) e Elizabeth Moss (‘Mad Men‘) protagonizam a distopia futurista, que mostrará mulheres como propriedade do governo. Isso acontece por causa dos baixos níveis de fertilidade dos seres humanos. E na história as mulheres férteis serão “treinadas” para a vida de escravas sexuais, dedicada apenas a reprodução humana.

Alexis Bledel, a Rory de ‘Gilmore Girls‘, viverá Ofglen, amiga da protagonista Offred.

O elenco ainda tem Ann Dowd, Yvonne Strahovsky e Joseph Fiennes.

Michael Beach entra para o elenco de ‘Aquaman’

Michael Beach, inclusive, já tinha até iniciado as filmagens de ‘Aquaman‘, mas só agora a Warner confirmou oficialmente a entrada do ator para a adaptação.

Na trama, Michael será Jesse Kane, o líder de um grupo de pescadores que tem um confronto nada amigável com o Rei dos Mares.

O elenco de ‘Aquaman‘ conta com Jason Momoa, Patrick Wilson, Amber Heard,Willem Dafoe, Nicole Kidman e Temuera Morrison.

O mais recente contratado foi Ludi Lin, um dos protagonistas do novo ‘Power Rangers‘, que interpretará Murk, o líder do exército de Atlantis e grande amigo do protagonista.

Don Burgess será o diretor de fotografia da adaptação.

Lembrando que ‘Aquaman‘ tem estreia prevista para dezembro de 2018.

‘Aquaman’: Diretor fala sobre a dinâmica dos personagens de Jason Momoa e Amber Heard

Patrick Wilson mostra seu treinamento para viver o vilão em ‘Aquaman’

Crítica | Ao Cair da Noite – terror psicológico aborda o medo do comportamento humano

Paranoia Enclausurada

Esqueça tudo o que você imagina sobre Ao Cair da Noite. Os elogios da imprensa estrangeira, a nota exuberante no Rotten Tomatoes (86% de aprovação) e o disse me disse do hype de que este é “o filme de terror do ano”. Você irá sair decepcionado e frustrado! Mas isso não é necessariamente uma coisa ruim, ou qualquer indício de que a produção escrita e dirigida pelo jovem cineasta Trey Edward Schults não possua inúmeras qualidades – ela possui sim.

Ao Cair da Noite chega para mostrar, entre outras coisas, o mau condicionamento do público atual. Se nossas expectativas não forem atendidas tendemos a desmerecer qualquer tentativa de originalidade. Se não assistirmos nos trailers e prévias quase o filme inteiro e se houver alguma surpresa escondida, o fato se torna uma tempestade num copo d´água. O curioso é que as mesmas pessoas que acusam os trailers de mostrarem demais, saem insatisfeitas quando são oferecidas algo inesperado, algo com o qual não estão acostumadas e que só tende a acrescentar o repertório de qualquer cinéfilo – enriquecendo-o. Afinal, para que queremos algo novo, se podemos ter a mesma ideia reciclada à exaustão?

Mas não sinta-se depreciado por estes comentários, afinal sair frustrado de Ao Cair da Noite mostra-se apenas humano, sentimento que permeou a mente inclusive de profissionais escolados, alguns com décadas de experiência. Este fiel amigo que vos fala, vivenciou o mesmo, inegavelmente. E o pior, sabendo o que me esperava. Obviamente, não recebi nenhum spoiler, mas fui alertado por colegas que haviam assistido ao filme antes sobre o que me aguardava. Mesmo assim, fui pego de surpresa. Portanto, sintam-se livres para terem sentimentos mistos sobre a obra.

Ao Cair da Noite é a segunda parceria do diretor Schults com a produtora A24, um dos grandes nomes atuais do cinema norte-americano. A diferença é que a A24 aposta no inusitado, aposta no diferente, nas chamadas ideias fora da caixinha. Justamente por isso, é dona de alguns dos filmes mais polêmicos e elogiados dos últimos anos, vide Spirng Breakers: Garotas Perigosas (2013), Sob a Pele (2014), Ex-Machina (2015) e A Bruxa (2016). Ou seja, de maneira alguma obras para todos os gostos. Uma coisa é certa, para apreciar as produções da casa, é preciso ter a mente muito aberta – e mesmo assim, isso não é garantia de que irá gostar, ao menos não de todas.

Na trama, uma família vive enclausurada numa casa na floresta. Sem recebermos todas as informações necessárias, presumimos que alguma espécie de vírus tomou conta do local. Esta é uma realidade apocalíptica. Pense em filmes como A Estrada (2009), de John Hillcoat, com Viggo Mortensen, ou Os Últimos na Terra (2015), de Craig Zobel, com Margot Robbie. Dentro do local, pai (Joel Edgerton), mãe (Carmen Ejogo) e filho (Kelvin Harrison Jr.) vivem uma rotina rigidamente regrada, com o único propósito de sobrevivência. Logo de início, ocorre a despedida do avô (David Pendleton), o quarto morador, que mesmo ausente terá grande peso nesta dinâmica. O cão da família também é um elemento de importância aqui.

A comida é racionada e máscaras de gás são constantemente usadas, em especial para as vezes em que é preciso sair da casa para buscar lenha e água. À noite, a ordem é permanecer dentro. Estabelecido o cenário desta assustadora realidade, o conflito é apresentado na forma de um estranho que chega ao local, vivido por Christopher Abbott. De potencial ameaça, o sujeito passa a aliado, ao apresentar sua família, igualmente necessitada – um espelho para a família protagonista. Riley Keough (uma das noivas de Mad Max: Estrada da Fúria), novo clone de Kristen Stewart (depois de Teresa Palmer), é a mãe do pequeno Andrew (Griffin Robert Faulkner). Os seis começam a viver juntos sob o mesmo teto e tudo poderia se encaminhar para um final feliz – não fosse este um thriller dramático.

Quem for esperando terror, sairá insatisfeito. Ao Cair da Noite não possui nada em comum com filmes de terror de grandes estúdios que são exibidos nos shoppings, como Invocação do Mal, Quando as Luzes se Apagam e O Homem Nas Trevas. Sua narrativa é a de cinema de arte, com ritmo deliberadamente lento, e estética que valoriza mais o cinema independente na hora de contar uma história. Atuações intensas, fotografia contemplativa, edição com menos cortes – alguns planos sequência são muito interessantes e bem vindos – e nenhum (ou poucos) sustos fáceis – os chamados jumpscares.

Ao Cair da Noite fala muito mais sobre nossos medos internos e transborda tópicos como paranoia, experimentando a forma como lidamos e convivemos sob circunstâncias extremas. O mal pode existir e estar lá fora, mas permeia todos nós, se mostrando muito mais perigoso e urgente quando é deflagrado de dentro para fora. Na era de Trump, o filme se apresenta como forte analogia, digna de diferentes conclusões e inúmeras possibilidades.

‘Viúvas’: Carrie Coon, de ‘Fargo’, entra para drama com Viola Davis

O mais novo longa de Steve McQueen, ‘Viúvas‘, que já conta com Viola Davis, Cynthia Erivo, Michelle Rodriguez e Liam Neeson, ganhou um novo membro em seu elenco. Carrie Coon, das elogiadas ‘Fargo’ e ‘The Leftovers‘, é a mais nova adição ao elenco.

Baseado na minissérie britânica homônima de 1983, a produção acompanha quatro ladrões que são mortos após um mal sucedido roubo, deixando para suas respectivas viúvas a missão de cumprir o trabalho inacabado.

Escrito por Gillian Flynn (‘Garota Exemplar‘) e McQueen, as filmagens de ‘Viúvas‘ estão previstas para começarem ainda este ano. A data de estreia será 16 de novembro de 2018.

Gemma Arterton negocia estrelar live-action da Disney sobre o ‘Ursinho Pooh’

Com Ewan McGregor já confirmado como Christopher Robin, o icônico garotinho da animação Ursinho Pooh, o Deadline confirma que Gemma Arterton está em negociações com a Disney para também estrelar o live-action.

Na história, Gemma deverá viver a esposa de Robin.

Christopher Robin‘ traz uma trama centrada no já adulto Christopher Robin, que abandonou as aventuras do Hundred Acrewood e agora se concentra nas atribuições rotineiras. Mas quando seu trabalho começa a sobrecarregar seus compromissos familiares, ele recebe uma visita de Pooh, que precisa encontrar seus amigos. Christopher precisa aprender a lidar com os dois lados de sua vida colidindo, sem colocar ambos em risco.

A produção será roteirizada por Tom McCarthy, responsável por ‘Spotlight: Segredos Revelados’, e pode vir a contar com outro rascunho desenvolvido por Allison Schroeder, de ‘Estrelas Além do Tempo

O projeto será dirigido por Marc Forster, que já esteve à frente de ‘Guerra Mundial Z’ e ‘007 – Quantum of Solace’.

 

 

 

Nova prévia do season finale de ‘Pretty Little Liars’ relembra momentos marcantes

O canal Freeform liberou um novo vídeo para o season finale de ‘Pretty Little Liars.

Confira:



Na série, cinco amigas inseparáveis têm suas vidas mudadas para sempre quando uma delas, a líder do grupo, desaparece misteriosamente. Um ano depois, Alison ainda está sumida e ninguém sabe se ela ainda está viva. Enquanto isso, as outras quatro adolescentes passam a receber mensagens ameaçadoras de alguém que sabe de um grande segredo que elas guardam.

 

 

Crítica | Divinas Divas – Representatividade Máxima

Uma declaração de amor para musas pioneiras

Não existe ninguém mais apropriado para levar aos cinemas a trajetória de oito das maiores e mais veteranas travestis brasileiras do que a atriz Leandra Leal. Unindo o útil ao agradável, Leal, um dos nomes proeminentes da atualidade quando o assunto é cinema nacional, debuta como diretora de longas-metragens, com um documentário no qual não poderia estar mais em casa.

O passado, vida e história de Leandra Leal estão imensamente conectados às de Rogéria, Jane Di Castro, Divina Valéria, Camille K, Fujika de Halliday, Eloína dos Leopardos, Marquesa e Brigitte de Búzios, todas tema de sua estreia. Tudo porque o palco do teatro Rival, na Cinelândia, Rio de Janeiro, foi um dos primeiros lares a abrigar estas icônicas artistas, parte da geração pioneira de travestis do entretenimento brasileiro, datando da década de 1960.

Américo Leal, dono do teatro e avô de Leandra, renomado empresário do ramo, viu potencial em um espetáculo do tipo, numa época em que apenas países mais evoluídos apreciavam tais artistas. No Brasil, ocorria a época da censura, da ditadura militar, o que dificultava consideravelmente (para dizer no mínimo) o dia a dia e a simples existência de artistas ou qualquer pessoa considerada subversiva. Demonstrando grande coração aberto e mente mais ainda, Leal, o avô, comprou o barulho e acolheu as citadas divas.

Muitos anos depois, Leandra Leal recebe o bastão e mantém a chama viva. Com roteiro da própria, em parceria com Carol Benjamin, Lucas Paraizo e Natara Ney, Divinas Divas é uma carta de amor a estas corajosas artistas, que ficam agora imortalizadas pelos Deuses da sétima arte. Além da declaração, o filme de Leal é uma volta ao passado, funcionando como reflexo e ponte com o presente, em tempos de ainda muita intolerância.

Existe certo didatismo no ensaio, que funciona exclusivamente na forma dos depoimentos de cada uma das Divas, revivendo através de histórias toda a sua jornada. Mesclando as inúmeras dificuldades, tragédias pessoais, relatos emocionantes (como a perda de companheiros) e muito bom humor, a diretora captura a alma de seus tópicos, retratando-as com muita honestidade. É impossível não se envolver, mesmo com o tempo de duração de quase duas horas e certa falta de material de arquivo – sendo a mais sentida, o retrato de uma Cinelândia do passado, funcionando a pleno vapor.

Tirando estes mínimos entraves, o coração de Divinas Divas está tão no lugar, que se torna uma experiência transcendente a apenas assistir a um filme. Leandra Leal as entrevista e consegue fazê-las despejar um pouco de suas essências na película, deixando pouco espaço, ou nenhum, para vontades não supridas do público. Divinas Divas é realmente mais do que um filme, é parte digna e muito necessária da cultura de nosso país.

Crítica | Apprentice (2016)

Dúvidas tornam as pessoas sábias. Escrito e dirigido pelo cineasta singapuriano Junfeng Boo, esse belo drama vai bem fundo na questão da pena de morte onde foca nos medos e indecisões de um jovem guarda prisional ao enfrentar seus conflitos internos, fruto de um passado que não consegue esquecer. O roteiro é maravilhoso, o desenvolvimento dos personagens, suas construções de desconstruções, uma pintura com carga dramática elevada ao mais competente sentido.  É um filme que merece debate em todas as salas de exibição onde for exibido. Infelizmente esse belo projeto ainda não tem previsão de desembarcar no circuito exibidor brasileiro (que tá bem mais preocupado com os blockbusters pipocões de sempre).

Na trama, conhecemos os primeiros dias do jovem e ex-militar Aiman (Firdaus Rahman) no serviço prisional de segurança máxima em uma das maiores cadeias de Singapura. Logo na primeira semana consegue destaque e ser visto com bons olhos por um dos chefes de execução do local Rahim (Wan Hanafi Su). Lutando contra seus conflitos pessoais, alguns ligados à irmã que está de viagem marcada para a Austrália onde irá se casar, certos segredos vem a tona para o público, transformando esse filme em um grande dilema para o protagonista.

Indicado a Mostra Um Certo Olhar do Festival de Cannes no ano passado, esse belo trabalho diretamente da Singapura explora um tema de debates de muitos países onde a pena de morte existe. A questão da consciência dos atos feitos, perfeitamente personificada na figura de Rahim é o grande centro de discussões, principalmente nos confrontos verbais e de ideias sobre a função de carrasco exercida e os direitos sobre a questão da dúvida. O filme navega em uma carga dramática gigante, com uma câmera preponderante em relação aos fatos, as lentes de Junfeng Boo percorrem cada espaço dessa trama impactante.

O protagonista chega à prisão de uma maneira e em poucos dias já vira outra pessoa. Seus receios e conflitos afloram quando consegue o cargo de aprendiz de carrasco. Isso tudo porque uma tragédia em sua família, ligada à função que exerce hoje na prisão, mudou o rumo de sua história e da sua irmã. Uma mescla de culpa com busca por respostas em saber mais detalhes sobre esse ocorrido é o grande segredo que o personagem esconde de todos exceto da irmã. Não é bem uma busca por vingança, é mais uma necessidade por respostas do porquê as coisas são assim no país onde vive.

Tendo oportunidade de assistir, não perca a chance. Apprentice (2016) é um belíssimo trabalho que possui atuações impactantes, uma direção de primeira e um roteiro competente.