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Crítica | GLOW – Netflix ressuscita os anos 80 em mais uma série “da hora”

Tubos de laquê, permanentes, ombreiras, tailleurs com cintura marcada. A década de 80 trouxe algumas peculiaridades que sequer haviam permeado a mente daqueles que fizeram dos anos 70 a época do desapego emocional e estilístico. Como uma espécie de ruptura repentina, ela divide os tempos entre o epílogo do passado e o prelúdio do futuro e traz em sua estética a marca de um movimento sociocultural que nos alcança em plenos 2017. O que aqueles atributos iniciais têm a ver comigo e com você? Bem, eles são os fragmentos evidentes de uma era que se consagrou como uma das mais emblemáticas por romper todas as barreiras que em pleno século XXI ainda tentamos derrubar. Eles são o simbolismo dialético de uma era em que a mulher sai das extremidades e vem para o centro do ringue. Eles estão todos lá, literal e figurativamente na nova série da Netflix, ‘G.L.O.W’.

O anagrama em si já é bem representativo. Em alusão à palavra brilho, a série é pura e simples em fazer uma referência direta ao programa de TV que contava com um grupo de lutadoras amadoras dos anos 80, que em uma espécie de espetáculo circense colocava mulheres dos mais diversos portes físicos para digladiar artisticamente entre si. Aos moldes das famosas e salivantes Luchas Libres mexicanas, ‘Gorgeous Ladies On Wrestling’ foi um reality show que existiu e trouxe uma leva de fãs que variaram dentre o público masculino e até mesmo donas de casa, a acompanharem mulheres poderosas com penteados imaculados se posicionando dentro de um ringue. Corpos esguios ou avantajados, alturas médias, altas ou baixas… o bando se consagrou tardiamente por usar a sensualidade feminina como um emponderamento social.

Mulher luta? Sim e muito bem, obrigado.

 

Fins corretos, meios escusos. Honestamente, a premissa original de ‘G.L.O.W’ tinha em sua essência o frenesi masculino da testosterona em níveis altos, mas inerentemente a quebra de paradigmas atingiu seu grande objetivo – como vemos consecutivamente ao longo de toda a década em outras esferas. Em um período em que o Power Dressing desenvolvido por Gianni Versace adotava ombreiras em blazers ajustados para salientar a altura da mulher e colocá-la em uma posição de destaque em meio aos homens no meio corporativo, a luta livre vai pelo caminho oposto ao despi-las e naturalmente exerce o mesmo papel, só que de maneira mais brutal e nada sutil.

O estilo pitoresco e flamboyant, que nos remete diretamente à suntuosa estética adotada pelo showman Liberace – outro ícone cultural da época – é o brilho que vemos no título original. Muito mais que reluzir na pele e nas meias calças de lurex, este anagrama confere o mesmo fulgor a cada uma das lutadoras, as tirando da famigerada e cansada expressão “sexo frágil”.

E de maneira pontual, a Netflix reúne todos estes aspectos históricos de uma série que se perdeu no tempo e quase teve seu mesmo brilho apagado pelos anos vindouros. Resgatando sua importância e trazendo o relato passado ao debate atual do papel da mulher social e culturalmente, novamente somos confrontados a respeito da realidade em que vivemos. Se mulheres já assumiam postos de chefia em corporações e lutavam em plena década onde a internet ainda era um ideal e a IBM disputava espaço com a Apple para lançar os primeiros computadores, por que será que ainda temos dificuldade com os mesmos assuntos 30 anos depois?

Ainda não respondidas, perguntas como essas encorpam ainda mais o roteiro da produção original baseada no reality show. Com a mesma criadora da consagrada Orange Is The New Black’, Jenji Kohan, ‘G.L.O.W’ é uma comédia que aborda os estereótipos tão comuns dos anos 80, que quase beiram os preconceitos mais diversos, e ironicamente os usa como instrumentos libertários para as protagonistas. Mostrando a dificuldade de ser levada a sério em profissões naturalmente consideradas masculinas, a nova série é sensível ao tratar com delicadeza a satisfação plena que se posicionar mediante seus princípios – independente das opiniões alheias – confere às mulheres.

Sabendo que muitos vão julgar exagerada a declaração que a série faz diante da audiência, ‘G.L.O.W’ da Netflix traz um elenco predominantemente feminino, invertendo papéis, à medida que coloca o sexo oposto como espectadores do show da vida ofertado por cada uma delas. Com uma estética que acompanha os cortes de cabelo e a moda da época, a série é também uma prazerosa epifania no tempo, que faz da trilha sonora a grande narradora de toda a trama. Journey, Roxette, Go-Gos, Scorpions e Queen são algumas das vozes que tomam a narrativa para si, ambientando a história como se estivéssemos vivenciando uma época com a qual só conseguimos nos deleitar com os clássicos oitentistas.

Divertida e leve, ‘G.L.O.W.’ solidifica a premissa da plataforma de streaming em dar vazão a todos os gêneros e públicos mais distintos. Trazendo um debate sério de forma agradável, a produção não é uma exaustão mental, extrai algumas risadas em circunstâncias pontuais e revela o intenso potencial criativo que ela tem para criar conteúdos originais. Com um elenco sortido, que ratifica a pluralidade existente entre as mulheres, a série coloca a representatividade no topo, à medida que nos leva a testemunhar um momento clínico da cultura POP que muitos de nós jamais pensávamos ter existido.

 

Javier Bardem e Penélope Cruz em cartaz da cinebiografia de Pablo Escobar

O casal da vida real Javier Bardem e Penélope Cruz estampa o cartaz de ‘Escobar’, nova cinebiografia do famoso traficante Pablo Escobar.

A California Filmes agendou a estreia no Brasil para 14 de Dezembro.

Confira:

A EuropaCorp financiará, distribuirá e co-produzirá o filme com a Pinguin Films e Dean Nichols Productions.

O longa biográfico terá como base o livro de memórias best-seller ‘Loving Pablo, Hating Escobar’, de Virginia Vallejo. O espanhol Fernando León de Aranoa (‘Segunda-Feira ao Sol’) dirige.

No filme, uma jornalista engata um romance improvável com o lorde das drogas Pablo Escobar.

Em 2014, Pablo Escobar foi interpretado por Benício Del Toro no filme ‘Escobar: Paraíso Perdido’.

Uma Thurman fala sobre emponderamento feminino por trás de ‘Kill Bill’

A atriz Uma Thurman refletiu sobre o emponderamento feminino por trás de ‘Kill Bill’, durante o Karlovy Vary Film Festival.

Segundo a atriz, a o papel que a produção possui na vida de tantas mulheres é um dos aspectos mais gratificantes de ter estrelado a produção:

“Muitas mulheres vinham até mim dizendo que de alguma forma o filme contribuiu positivamente para suas vidas, independente do que elas estivessem passando – seja um relacionamento abusivo, complexos de inferioridade ou lutas particulares. Para elas, a produção fez ressurgir uma energia de sobrevivência que as ajudou. E isso é, provavelmente, uma das coisas mais gratificantes que eu já vivi na vida, em retorno pelo trabalho artístico que eu fiz”.

Kill Bill‘ foi o quarto filme do escritor-diretor. Originalmente concebido como um único filme, foi lançado em dois volumes (nos EUA, Kill Bill: Volume 1 no outono de 2003 e Kill Bill: Volume 2 na primavera de 2004), devido a sua duração de aproximadamente quatro horas.

O filme é um drama de vingança, que homenageia antigos gêneros, tais como filmes antigos asiáticos de kung fu, filmes japoneses de samurai, western spaghetti italiano, trash, anime, uma grande referência à música popular e cultura pop; e alta violência deliberada.

Abutre é destaque no novo vídeo de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar’

A Marvel e a Sony liberaram o mais novo vídeo de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘, com foco no vilão Abutre.

Confira:

Marvel deve ganhar “reboot” nos cinemas após ‘Os Vingadores 4’ 

A estreia de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ está agendada no Brasil para o dia 6 de Julho de 2017.

 

‘Mar Aberto’: Nova sequência do terror sobre tubarões ganha cartaz

Foi divulgado o primeiro cartaz do terror sobre tubarões Mar Aberto 3‘ (Open Water 3: Cage Dive), o novo filme da franquia iniciada em 2006.

Seguindo a onda dos filmes com tubarões, como ‘Águas Rasas’ e ’47 Meters Down, o terror acompanha um grupo de pessoas tentando de salvar de vários tubarões após o barco naufragar.

Confira, com o trailer:

Pistoleiro e Homem de Preto no novo cartaz de ‘A Torre Negra’

A Sony Pictures liberou o mais novo cartaz de A Torre Negra’. 

Nele, Idris ElbaMatthew McConaughey estampam a imagem.

Confira, com o último vídeo liberado:

O dinamarquês Nikolaj Arcel (‘O Amante da Rainha’) dirige. Roteirista da versão sueca de ‘Os Homens que Não Amavam as Mulheres’, o cineasta é um grande fã dos livros e sua visão sombria para o filme chamou a atenção do estúdio. A intenção é mesclar os gêneros terror e fantasia.

A trama acompanha a jornada do pistoleiro Roland Deschain através do Mundo Médio e outros para frustrar o objetivo do Rei Carmim de destruir a Torre Negra, o eixo que mantém todos os universos intactos.

Lembrando que a estreia está marcada para 4 de agosto.

Assista ao trailer:

 

 

‘O Mínimo para Viver’: Netflix divulga cartaz do drama sobre anorexia com Lily Collins

A Netflix divulgou cartaz do drama ‘O Mínimo para Viver‘ (To the Bone), drama dirigido por Marti Nixon (‘Buffy – A Caça Vampiros‘).

No filme, Lily Collins (‘Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos‘ e ‘Simplesmente Acontece‘) interpreta a jovem Ellen, que sofre com a anorexia e acaba conhecendo um médico fora dos padrões normais (Keanu Reeves). Ao invés de apenas fazer os tratamentos necessários para ajudar a paciente, o Dr. William Beckham desafia a moça abraçar sua vida e encarar o problema de cabeça erguida.

Confira, com o trailer:

Marti Nixon também escreveu o roteiro, baseado em experiência reais da sua própria vida. Além ter sido a roteirista de ‘Buffy‘, atualmente Nixon também é a criadora e produtora executiva da série ‘UnREAL

Confira o que vem por aí na prévia do episódio 2×04 de ‘Preacher’

A seguir, você confere o que te espera no próximo episódio da segunda temporada de ‘Preacher‘.

Confira:



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Recentemente o canal também anunciou a contratação de seis atores que integraram a nova leva de episódios.

São eles: Noah Taylor (‘Game Of Thrones’), Pip Torrens (‘Star Wars: O Despertar da Força‘) e Julie Ann Emery (‘Better Call Saul’), Malcolm Barrett (‘Dear White People‘), Ronald Guttman (‘Homeland‘) e Justin Prentice (‘13 Reasons Why’).

Como na primeira temporada, a expectativa é que o primeiro trailer da segunda leva de episódios só venha em julho, na San Diego Comic-Con.

Preacher’ é centrada em Jesse Custer (Dominic Cooper), pastor de uma cidadezinha no interior do Texas que, acidentalmente, é possuído por uma entidade chamada Gênesis – o filho de um anjo com um demônio do sexo feminino.

Com isso, Custer adquire o dom da palavra divina: quando ele fala, todos obedecem, mesmo contra a vontade. Jesse decide então procurar Deus e, no caminho, reencontra a ex-namorada Tulipa e o vampiro irlandês Cassidy.

Os quadrinhos foram originalmente publicados pela Vertigo, selo adulto da DC Comics.

A segunda temporada começa em 25 de junho.

Filmagens da 4ª temporada de ‘The Flash’ começam hoje!

O HollywoodNorth, que acompanha as gravações de filmes e séries no Canadá, confirmou que as gravações da quarta temporada de The Flash vão começar nessa terça-feira, 4 de julho.

As gravações vão continuar na mesma região de sempre, Vancouver.

E a expectativa é que até o final dessa semana as primeiras imagens sobre os primeiros detalhes da nova temporada comecem a ser revelados, como o possível novo traje do herói.

A quarta temporada de ‘The Flash‘ tem estreia confirmada para outubro, na CW.

Esnobada na SDCC, ‘Agents of SHIELD’ é confirmada na New York Comic-Con

Esnobada na San Diego Comic-Con para dar lugar a ‘Inumanos‘, todo mundo ficou um tanto impressionado pela maneira com que ‘Agents of SHIELD‘ caiu em termos de prioridade para a ABC.

Na semana passada, Clark Gregg até chegou a ironizar a não ida do programa a maior Comic-Con do mundo.

E no Twitter, Geoffrey Colo, um dos produtores da série, confirmou a ida do TV Show a Nova York Comic-Con, que não chega a ser tão expressiva quanto a SDCC, mas que também tem um papel interessante no mercado do entretenimento nos EUA.

 

Lembrando que a quinta temporada de ‘Agents of SHIELD‘ será exibida a partir de janeiro de 2018 e sem hiato.

 

 

Orphan Black | Análise 5ª Temporada – Eps. 01 – 04

Eis que finalmente as sestras (Tatiana Maslany) retornaram para uma última temporada de Orphan Black. Devo admitir que esta que vos escreve fez uma maratona cinco dias antes da season premiere e se apaixonou completamente pela história de John Fawcett e Graeme Manson. Antes de embarcarmos nesta resenha sobre os quatro primeiros episódios desta jornada final, devo informar que serão três críticas: 5.01-04, 5.05-08 e por fim, os dois episódios finais. Portanto, vamos lá:

Confira nossa análise dos episódios 5 a 8 da Quinta Temporada de Orphan Black

Esta quinta parte de Orphan Black é como subir num trem dentro da própria cidade e ir parar em outra sem fazer a mínima ideia de como isso pôde acontecer. É como se o telespectador estivesse retornado para a estaca zero, mas não no sentido de esquecer tudo que ele descobriu até aqui. Porém, no sentido de descobrir que todos os possíveis vilões para os quais se estava voltado anteriormente eram apenas peões do Grandmaster.

O clima de mistério ao redor de como funciona a Ilha, o motivo das pessoas que estão ali terem sido escolhidas para estarem ali, as reais intenções da DYAD com a menina Kira e as clones, os meios pelos quais eles pretendem alcançar o que, de fato, buscam é praticamente sufocante. É como se a todo momento os roteiristas testassem o coração do público.

Sarah Manning

Desde o retorno da temporada a vida da Sarah não está fácil. Depois de levar uma surra de Rachel, se perder na floresta, quase ter virado comida de uma criatura misteriosa e o melhor sono que ela já teve em cinco temporadas (refiro-me a cena em que acertam um dardo na mesma), agora ela encara a indiferença da própria filha e a vigilância da corporação que a criou. Recuso-me a dizer que a sestra se encontra à beira de um colapso. Após o último episódio é possível ver a chama de esperança novamente acesa na jovem quando S. (Maria Doyle Kennedy) apresenta-lhe, mais uma vez, a chance de lutar e revidar.

Enquanto isso, do outro lado da moeda é possível ver Kira em busca de respostas sobre o que/quem ela é. Skyler Wexler, que dá vida à pequena, tem se revelado cada vez mais uma excelente atriz. O plot da menina é intrigante, afinal, ela confia ou não em Rachel? Será que todo este comportamento é só revolta pré-adolescente ou existe algo além? Aproveito para destacar que a cura rápida, essa “super-regeneração”, pode ser a garantia de vida eterna que a DYAD tanto busca, não?

Cosima Niehaus

Enquanto Sarah busca respostas sobre a corporação, o início de tudo e como arrancar o mal pela raiz, Cosima está na “Ilha do Dr. Moreau”, ou melhor, de P.T. Westmorland (Stephen McHattie) na procura através da ciência. Além, claro, do tratamento para a doença. O desenvolvimento do plot da personagem tem sido atrativo, significante e provocado cada vez mais arrepios na epiderme. A jovem Mud (Jenessa Grant) que, claramente, sabe bastante sobre o que acontece na aldeia pode vir a se tornar uma aliada muito útil.

É impossível não falar de Delphine Cormier (Evelyne Brochu) quando se menciona a sestra cientista. A francesa está de volta e cheia dos segredos, como sempre. Pergunto-me por qual razão ela não quer que as outras saibam que está cooperando com a Siobhan para derrubar a DYAD. Uma das minhas teorias é que ela é peça fundamental para acabar com o poder de Percival, pois esteve por muito tempo próxima ao mesmo, e a tudo que está em volta da corporação.

Rachel Duncan

Susan Duncan (Rosemary Dunsmore) estava certa em todas as vezes que chamou a própria filha de psicopata. Rachel é, claramente, não somente um peão, mas uma peça essencial para Westmorland. Acredito que a importância dela está no fato de que iria aonde fosse preciso para conseguir o que precisa, assim como o senhorzinho de quase 200 anos que cismou que é um Thor da vida. Quando Susan conversa com Ira e fala que ambos possuem o mesmo propósito, contudo, os meios que são diferentes, ficou evidente a razão de ela estar no comando agora.

E é preciso admitir que o mistério ao redor do personagem de McHattie é um dos motivos desta última temporada estar cada vez mais atraente. Sem contar que a atuação do mesmo está de parabéns.

Helena

 

O que seria do público de Orphan Black sem Helena, não? Sempre digo que se ela tivesse uma criação diferente poderia estar em uma carreira semelhante a da Cosima devido à inteligência que possui. A ucraniana sempre consegue arrancar risadas e aliviar um pouco a tensão que se sente durante os 40-44 minutos de episódios. Em busca de proteger os bebês “milagrosos”, como ela os chama, a sestra está isolada. O reencontro dela com Sarah, durante “Let the Children and Childbearers Toil”, foi sem dúvidas uma das melhores cenas – até o momento – desta temporada.

Parece que a cada momento a série se despede mais um pouco dos personagens. Não acredito, nem de longe, que esta seja a última aparição de Helena, afinal, ainda quero vê-la dando jeito nesta confusão toda (qual fã de OB não quer ver a mesma dando um tiro em Rachel, certo?), mas o sentimento de nostalgia e despedida que rodeia a jornada final fica claro em cenas como esta.

Alison Hendrix

E a suburbana mais badass que conhecemos está numa jornada de autoconhecimento. “Beneath Her Heart” foi um presente aos fãs. Durante os 42 minutos é possível ver todas as Alison que o público teve o prazer de conhecer durante esses cinco anos. Foi como sentar no cinema e ver uma retrospectiva da vida de uma pessoa, quem ela é agora e quem ela ainda pode se tornar. Mais uma vez ressalto o clima de despedida.

Se em menos de uma hora a alcoólatra favorita de todo mundo fez com que Rachel a deixasse em paz, ao menos temporariamente, imagina o que poderia ter feito se Beth ou Sarah a deixassem participar mais, não? O capítulo foi uma avalanche de emoções: diversão, tristeza, taquicardia e uma cena final para marcar todos os que acompanham Orphan Black. Vai ser difícil esquecer Alison e Donnie Hendrix (leia na voz da Helena) cantando “Ain’t No Mountain High Enough”.

Galera toda (risos)

Acredito que alguns pontos precisam de destaque como as boas vindas à família que a Adele (Lauren Hammersley) recebeu. A ansiedade já predomina para as aventuras da mesma com Felix (Jordan Gavaris) na Suíça. E gostaria muito de saber de onde a S. tira tanto dinheiro para bancar tantas coisas diferentes, mas enfim, foco. Outro personagem que precisa de destaque é o Art (Kevin Hanchard), que está num beco sem saída com a DYAD no pé da família dele. Por sinal, a atuação de Hanchard é tão boa que tem horas que parece que ele está do lado dos Neolution.

Onde está Ferdinand Chevalier (James Frain)? Será que a decepção que Rachel lhe causou foi tamanha ao ponto dele desaparecer ou o mesmo ainda planeja uma vingança que nem sequer vai ser possível ver quando chegar? E por falar nele, o quanto doeu em vocês a cena da morte da MK? É preciso parabenizar toda a equipe da série, pois de todas as cenas em cinco anos, esta, definitivamente, foi uma das mais angustiantes e dolorosas de assistir. A veracidade com que foi projetada é incrível. QUE SÉRIEZONA DA P***, VIU!

Bom, até aqui a produção de Orphan Black cumpre o papel (e como cumpre), assim como os atores que dão vida a esses personagens únicos e marcantes. Espero que quando retornar para falar dos próximos quatro episódios já se tenha tido mais respostas e sobre o que esperar da season finale.

E coisas que adoraria saber logo: será que vão descobrir os óvulos da Helena enterrados no quintal da Alison? Será que a S. deixou alguém na cola da Virginia ou ela conseguirá escapar e contatar o velho que não quer morrer de jeito algum (esse é o Westmorland, só para constar)? De onde a S. tira tanto dinheiro? Mud: será parte do #CloneClub ou não? Por que Delphine Cormier nunca tem muito tempo? Quem assiste a série e não gosta da Siobhan, gosta de gente?

Bom, #CloneClub, por hoje é só. Até a próxima!

PS.: o nome da Tatiana Maslany vem ao lado de “sestras”, porque nem eu mereço ficar nomeando ela a cada menção de um clone diferente.

James Gunn compartilha foto nos bastidores de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

O cineasta James Gunn compartilhou uma nova foto tirada nos bastidores com alguns dos vilões de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’.

Na legenda da imagem, ele relembra os bons momentos que tiveram durante as filmagens da produção.

Confira:

[SPOILERS]

O CinePOP publicou um vídeo revelando quais são as CINCO CENAS PÓS-CRÉDITOS de Guardiões da Galáxia Vol. 2, para aqueles fãs mais afoitos que não se aguentam e querem tudo antes de todo mundo.

Não prossiga se não quiser saber o que acontece nas cenas pós-créditos.

Assista, com a crítica SEM SPOILERS

James Gunn vai escrever e dirigir ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ 

James Gunn, de ‘Guardiões da Galáxia’, elogia ‘Logan’

[SPOILER] Saiba novos detalhes da trama de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’

Com direção de James Gunn, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ tem no elenco Karen Gillan (Nebula), Zoe Saldana (Gamora), Dave Bautista (Drax), Bradley Cooper (a voz de Rocket), Vin Diesel (a voz de Baby Groot),  Kurt Russell (Ego) e Michael Rooker (Yondu).

Guardiões da Galáxia Vol. 2‘ já está em exibição  nos cinemas nacionais.

Os Filmes Mais Esperados de Julho 2017

Pois é, amiguinhos. Quem diria? 2017 já está mais pra lá do que pra cá. Julho, o sétimo mês do ano, chega, mostrando que é hora de nossas listas dos melhores e piores filmes do primeiro semestre.

Porém, antes disso, daremos uma olhada no que o mês traz de melhor nas telonas. Como de costume, teremos estreias de grandes blockbusters, comédias, filmes de diretores prestigiados, animações e até um grande lançamento nacional. Vamos conhecê-los.

06/07

Homem-Aranha: De Volta ao Lar

Uma das maiores estreias de julho (eu arriscaria dizer “a” maior), traz novamente para as telonas o maior herói da editora Marvel. O Homem-Aranha não dava as caras no cinema, em um filme protagonizado por ele (não contamos a ponta em Guerra Civil ano passado) desde 2014, com o malfadado O Espetacular Homem-Aranha 2. Essa é a primeira vez também que o personagem protagoniza um filme solo com o dedo da Disney, o que inclui em seu universo outros heróis da Marvel, como o Homem de Ferro. Dessa vez, o herói aracnídeo (Tom Holland) irá enfrentar o Abutre, vilão vivido por Michael Keaton.

Soundtrack

Blockbusters, quando bons, podem ser divertidos pra caramba. Mas o cinema precisa viver de outras fontes de ideias, gêneros e narrativas. No quesito temos a produção nacional Sountrack, falada em inglês em grande parte de sua projeção e protagonizada por um astro cem por cento tupiniquim: Selton Mello. Contido e sem qualquer faceta humorística, o ator interpreta um artista que se isola numa estação de pesquisa polar para um novo trabalho. No local estão outros quatro homens, todos com seus projetos particulares, inclusive um brasileiro (Seu Jorge). O filme fala sobre amizade e autodescoberta no local mais inóspito e desafiador ao homem.

13/07

7 Desejos

As estreias nos cinemas brasileiros agora ocorrem às quintas-feiras, por isso teremos que nos contentar com um filme de terror na quinta-feira 13, ao invés da sexta. Com o mote extremo do “muito cuidado com o que você deseja”, este terror apresenta uma adolescente, papel de Joey King (clone de Chloe Moretz), que descobre uma caixa com o poder de atender seus desejos. Como sempre precisa haver uma pegadinha, ou não teríamos um filme de terror, as consequências de seus pedidos são nada menos do que aterrorizantes. Além de King, dois outros atores ligados ao gênero preenchem o elenco: Ryan Phillipe (Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado) e Sherilyn Fenn (Twin Peaks).

Carros 3

Talvez Carros seja a franquia Disney / Pixar menos querida do grande público. Isso não impede os realizadores de continuarem produzindo filmes e vender os inúmeros produtos do merchandising. Afinal, carrinhos são fáceis de fazer. O trailer para o terceiro filme prometia um tom mais dramático, com a batida do protagonista Relâmpago McQueen (Owen Wilson) e a possibilidade de sua morte. O que causou estardalhaço no mundo da geração atual, todos derramando inúmeras lágrimas de leite com pera. Estaria McQueen com os dias contados, ou pior, morto? Não! Acalmem-se, este é somente mais um desenho da Disney.

20/07

Transformers – O Último Cavaleiro

De “último” este quinto Transformers não tem nada, já que foram prometidos um derivado (com Bumblebee protagonizando) e um reboot. Michael Bay, por outro lado, afirma que não voltará mais. Realmente estava na hora de deixar a franquia tomar outros ares. Na quinta aventura, teremos futuros apocalípticos, cavaleiros da távola redonda, guerras, crianças perdidas, Mark Wahlberg, Josh Duhamel, Anthony Hopkins e, claro, uma mulher estonteante (o que seria de um filme de Transformers sem?), provida nas formas da britânica Laura Haddock.

De Canção em Canção

Mudando da água para o vinho, de Michael Bay para Terrence Malick. Aquela canção que diz que quem não gosta de samba é ruim da cabeça ou doente do pé, poderia se aplicar facilmente para os cinéfilos que não apreciam um dos maiores cineastas que já pisou nesta Terra. O que não quer dizer que todos os seus filmes sejam obras-primas. Assim como Woody Allen e tantos outros diretores autorais, Malick possui seus trabalhos menores, mas não menos mágicos, se comparados com a maioria do que é feito. Malick, ao contrário da verborragia de Allen, trabalha com poucos diálogos, mas muitas imagens e sensações. Seus filmes transcendem, se tornando verdadeiras experiências. No novo trabalho, o diretor resolve abrir as cortinas do universo da indústria fonográfica contando para isso com nomes como Michael Fassbender, Ryan Gosling, Rooney Mara e Natalie Portman.

27/07

Dunkirk

O mês de julho terá estreia de grandes diretores. Particularmente, alguns de meus preferidos. Entre eles, obviamente, se encaixa o verdadeiro Deus do cinema blockbuster. Enquanto alguns fãs perdidos e equivocados enaltecem Zack Snyder (que tem sim alguns filmes bons em seu currículo), esquecem de venerar Chris Nolan, o sujeito que transita no cinema autoral de centenas de milhões de dólares. Seu novo projeto, não poderia ser menos ambicioso, novamente bancado pela Warner, estúdio que o tem como menino de ouro. Nolan resolve agora molhar os pés no cinema de guerra, adentrando a Segunda Guerra Mundial em Dunkirk.

Em Ritmo de Fuga

Mais uma vez. Depois de Nolan e Malick, é a vez do jovem talentosíssimo Edgar Wright, um dos melhores cineastas a aparecer no mundo da sétima arte nos últimos quinze anos. De suas comédias britânicas, passando pela superprodução subestimada Scott Pilgrim (2010), Wright dá um novo passo em sua carreira, com seu filme mais Hollywoodiano, sobre assalto, e que aparentemente difere de tudo em seu currículo. Mesmo assim, Em Ritmo de Fuga soa mais como um Drive (2011) muito bem humorado, do que como um Velozes e Furiosos.

Como se Tornar um Conquistador

De todas as grandes estreias do mês, este é o filme menos conhecido, porém, dono de prévias engraçadas e interessantes o suficiente para ser incluído na lista. Como sentimos falta de uma comédia verdadeiramente engraçada, e que nos arrebate, e este filme pode ser justamente isso. Na trama, que brinca com os estereótipos do latino sedutor, Maximo (Eugenio Derbez) nunca quis ser nada além do amante sensual de ricaças. Quando envelhece, ele precisa pedir abrigo para a irmã, que o deixa cuidando do sobrinho. É Um Grande Garoto (2002) versão sangue latino.

Pennywise ASSUSTADOR em novas imagens de ‘IT: A Coisa’

It: A Coisa‘ teve novas imagens divulgadas, com o assustador Pennywise.

Confira:

Na última semana, foi revelado que uma infame e polêmica parte do livro de Stephen King foi cortada da nova versão.

No livro, os pré-adolescentes do Clube dos Perdedores decidem perderem a virgindade todos juntos após a derrota de Pennywise. O personagem Beverly sugere que todos tenham sexo, perdendo sua virgindade juntos. A cena é detalhada nas páginas do livro, com descrições bastante gráficas.

Porém, o diretor Andrés Muschietti (‘Mama’) preferiu não colocar tal cena no filme.

Recentemente, King comentou sobre a cena.

“Eu não estava realmente pensando no aspecto sexual disso. O livro tratava da infância e da idade adulta, deles em 1958 e já adultos. Os adultos não se lembram de sua infância. Nenhum de nós se lembra do que fizemos quando crianças, pensamos que sim, mas não lembramos disso, como realmente aconteceu”, afirmou.

Segundo o autor, “o ato sexual relaciona a infância e a idade adulta dos personagens. Mas os tempos mudaram desde que escrevi essa cena, e agora há mais sensibilidade a essas questões”.

It: A Coisa‘ teve sua classificação indicativa divulgada pela MPAA.

O filme de terror da New Line e Warner Bros. recebeu a alta classificação Rated-R, para maiores de 17 anos.

O motivo:

“Excesso de violência e horror, imagens sangrentas e linguagem imprópria”.

Assista a prévia mais recente:

Nova imagem de ‘It – A Coisa’ traz ator de ‘Stranger Things’

‘It – A Coisa’ será parecido com ‘Stranger Things’, afirma produtor

A Coisa – Parte 1‘ mostrará o Clube de Perdedores lutando contra Pennywise pela primeira vez, enquanto ainda adolescentes. Uma promessa feita há vinte e oito anos chama sete adultos para se reunirem em Derry, Maine, onde, enquanto adolescentes, lutaram contra uma criatura maligna que atacava as crianças da cidade. Não tendo a certeza de que seu Clube de Perdedores havia vencido a criatura todos aqueles anos atrás, os sete haviam jurado retornar a Derry se o Pennywise reaparecesse.

Andrés Muschietti (‘Mama’) dirige. Após o sucesso de ‘Deadpool‘, o terror também será R-Rated (para maiores de 17 anos) – saiba mais!

Bill Skarsgard (‘Divergente’) vive Pennywise, conhecido como “A Coisa” por aterrorizar crianças vestido de palhaçoSkarsgard substitui Will Poulter (‘Maze Runner’, ‘Família do Bagulho’), que se desligou do elenco após os diversos adiamentos da produção.

O novo elenco ainda conta com Jaeden Lieberher (‘Midnight Special’), Finn Wolfhard (‘Stranger Things’), Jack Grazer (‘Contos do Halloween’), Wyatt Oleff (‘Guardiões da Galáxia’) e Chosen Jacobs (Hawaii Five-0).

Assista aos primeiros 4 minutos de ‘Homem-Aranha – De Volta ao Lar’

Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ teve seus primeiros 4 minutos divulgados pela Sony Pictures.

Confira, com imagens divulgadas pela manhã:

Marvel deve ganhar “reboot” nos cinemas após ‘Os Vingadores 4’ 

A estreia de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ está agendada no Brasil para o dia 6 de Julho de 2017.

 

‘Tropa dos Lanternas Verdes’ pode ser dirigido por Rupert Wyatt, de ‘Planeta dos Macacos: A Origem’

Segundo o The Hashtag Show, Rupert Wyatt, de ‘Planeta dos Macacos: A Origem‘ e ‘O Apostador‘, foi o escolhido pela Warner Bros. para comandar ‘Tropa dos Lanternas Verdes‘ (Green Lantern Corp).

Ele concorria ao cargo com David S. Goyer, diretor de ‘Blade: Trinity‘ (2004) e ‘Alma Perdida‘ (2009).

Um comunicado oficial deve ser divulgado nas próximas horas.

Green Lantern Corps‘ deve ter três Lanternas Verdes como protagonistas. Além dos já anunciados John Stewart e Hal Jordan, o filme ainda contará com a presença de Kyle Rayner.

Jordan será interpretado por um ator com uma idade na casa dos 40 anos, a ser anunciado em breve. Rayner e Stewart serão dois jovens que seguirão as instruções de Jordan, um Lanterna mais experiente.

Diretor de ‘Warcraft’ tem ideias para o filme da ‘Tropa dos Lanternas Verdes’

A lista de preferidos para estrelar contém James Marsden, Tom Cruise, Bradley Cooper, Ryan Reynolds, Joel McHale, Armie Hammer e Jake Gyllenhaal.

O filme anterior do herói da DC, dirigido por Martin Campbell (‘007 – Cassino Royale’), foi mal recebido pela crítica e público. Custou altíssimos US$ 200 milhões e arrecadou US$ 219 milhões mundialmente, gerando grande prejuízo para a Warner Bros.

Scarlett Johansson termina de filmar ‘Vingadores: Guerra Infinita’ e revela cena com o Hulk

Ao que parece, um relacionamento mais próximo entre a Viúva Negra e o Hulk – que chegou a ter alguns relances em ‘Vingadores: A Era de Ultron’ – deve realmente acontecer.

Pelo menos, é o que a atriz Scarlett Johansson disse em sua recente entrevista a BravoTV.

Ela, que já encerrou as filmagens da produção, comentou que sua interação com o Hulk a deixou mais sensível em alguns momentos.

Segundo ela:

“Eu acabei de terminar as filmagens do primeiro filme e neste eu tenho um relacionamento que está em desenvolvimento com o personagem de Ruffalo. Aquilo me deixou arrasada, não sei porque, mas fiquei muito mal. Eu creio que tenha algo a ver com o perfil do Hulk, que hora é bem consistente e subitamente não é mais…isso me lembrou muito das coisas que tenho enfrentado na minha vida neste exato momento”.

O elenco conta com Tom Holland (Homem-Aranha), Josh Brolin (Thanos), Robert Downey Jr. (Homem de Ferro), Mark Ruffalo (Hulk), Chris Hemsworth (Thor), Chris Pratt (Starlord), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Scarlett Johansson (Viúva Negra), Benedict Cumberbatch (Doutor Estranho), Brie Larson (Capitã Marvel), Zoe Saldana (Gamora), Karen Gillan (Nebula), Jeremy Renner (Gavião Arqueiro), Chris Evans (Capitão América) Tom Holland (Homem-Aranha), Elizabeth Olsen (Feiticeira Escarlate), Bradley Cooper (Rocket), Vin Diesel (Groot), Paul Rudd (Homem-Formiga), Paul Bettany (Visão), Benedict Wong (Wong), Dave Bautista (Drax), Chadwick Boseman (Pantera Negra), Samuel L. Jackson (Nick Fury) e Danai Gurira (Okoye).

Em vídeo, Tom Holland deixa escapar que estará em ‘Os Vingadores 4’

‘Vingadores – Guerra Infinita’ vai abordar eventos passados de ‘Guardiões da Galáxia’ 

Jeremy Renner odiou sua participação em ‘Os Vingadores’ 

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas dia 4 de maio de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

Produtor diz crossover com os heróis da CW será muito maior este ano

Em conversa com a Entertainment Weekly, o produtor Marc Guggenheim explicou detalhes do crossover entre os heróis da CW para a temporada 2017/2018, mais precisamente entre: The Flash’, ‘Supergirl’, ‘Arrow’ e ‘Legends of Tomorrow‘.

“Se acabarmos fazendo que estamos falando sobre isso, será muito legal. O crossover é sempre a cois mais desafiadora que fazemos, mas também é a mais divertida. Todos os anos sentimos a pressão para mantermos a qualidade. E sinto que cada crossover superou o anterior. Chegamos ao topo no ano passado, então, teremos que ir ainda mais alto com este. Temos algumas ideias, são todas muito emocionantes.”

A expectativa é que durante a San Diego Comic-Con, em julho, mais detalhes sejam revelados, sobretudo, qual o mês que os episódios serão exibidos.

No ano passado, o crossover entre os heróis gerou os episódios de maior audiência para todas as séries que integraram essa parceria.

Filmagens da série ‘Raio Negro’ começam em agosto

A série do Raio Negro está  correndo contra o tempo para ser filmada.

Apesar de já ter sido aprovada, os produtores e roteiristas da série não estavam muito confiantes desse feito, o que fez com que os profissionais não tivessem deixados roteiros prontos para caso o TV Show ganhasse a encomenda de uma temporada completa.

Assim, o mês de julho – que geralmente é marcado na TV americana pela gravação dos primeiros episódios da nova temporada – será para Raio Negro a produção e a conclusão do roteiro dos primeiros episódios.

O My Entertainment World é quem confirma o início das filmagens para agosto, então, nem mesmo um novo trailer a série deverá trazer durante a San Diego Comic-Con.

A estreia de ‘Raio Negro‘ deverá ficar para o começo de 2018.

Cress Williams é quem interpreta o personagem título.

A criação da série é de Greg Berlanti (‘Arrow‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘The Flash‘ e ‘Riverdale‘),

Raio Negro‘ centra-se em Jefferson Pierce, que deixou de lado sua identidade secreta anos atrás, mas com um estudante sendo recrutado por uma gangue local, ele vai voltar para a luta como o querido vigilante e DC Legend’s ‘Raio Negro.

Jefferson Pierce (Raio Negro):

Homem, afro-americano, bonito e atlético (deve ter entre 30 e 50 anos). 3 vezes medalha de ouro em decatlo (uma competição de atletismo composta por 10 provas), agora é o professor de uma escola no Centro-sul de Los Angeles. Ele representa um pai para seus alunos, e é tratado como um herói local. Jefferson é encantador, carismático, inteligente e cheio de calor humor. Ele é dedicado a suas duas filhas e permanece profundamente apaixonado por sua ex-esposa, Lynn. Ele também tem uma grande paixão pela justiça e um temperamento rápido, que passou anos aprendendo a controlar.

Jennifer (Lightning):

Feminino, afro-americano, legal (a partir de 18 anos, para viver personagem de 16). Filha mais nova de Jefferson, Jennifer é uma atleta escolar; Bonita, magra como uma velocista. Ela é a feminista da família Pierce. Independente, franca e selvagem.

Anissa (Tormenta):

Feminino, africano-americano, (personagem de 22 anos). Anissa é a filha mais velha. Bela, inteligente, intensa e apaixonado. Anissa tem uma grande admiração pelo pai, equilibra as exigências da faculdade com seus deveres de professor na escola em que o pai dá aula.

Lynn:

Feminino, afro-americano, (entre 30 e 50 anos). Exige confiança e inteligência. Bonita, mas não para qualquer um. Profundamente emocional, mas também pode ser extremamente nociva.

Na HQ, o ‘Raio Negro‘ funciona como o alter-ego de Jefferson Pierce. No entanto, ele havia deixado o traje de lado anos atrás, mas com uma filha que sempre busca por justiça e uma jovem estudante que está para entrar no mundo do crime organizado, ele retorna às vestimentas do herói.

raionegro

Mais uma?! ‘Os Simpsons’ previu que Joss Whedon iria assumir ‘Liga da Justiça’

Quando você pensa que ter previsto que Donald Trump assumiria a presidência dos Estados Unidos foi o suficiente, outra surpresa.

A imprensa americana relata que um episódio de ‘Os Simpsons‘ de 2014, mais precisamente da 25ª temporada, trouxe como tema uma convenção de quadrinhos no estilo Comic-Con.

Entre os convidados, estavam Stan Lee, pela Marvel, e Joss Whedon como o representante da DC Comics, mais precisamente de Liga da Justiça.

O episódio foi ao ar no dia 12 de Janeiro de 2014 – e mais uma vez, a série previu algo inimaginável para a época.

Confira:

No vídeo abaixo, o editor-chefe Renato Marafon fala sobre algumas vezes que Os Simpsons profetizaram algo: