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Crítica 2 | Demônio de Neon

QUEM É MAIS SUPERFICIAL, O FILME OU A MODA?

 

Demônio de Neon (The Neon Demon) suscitou algumas questões. Não posso dizer que isto seja bem mérito do direito Nicolas Winding Refn. Fato que algumas questões sobre estética ficaram na minha cabeça. Não sobre o mundo da moda. O filme é por demais autoindulgente e estetizante para ser uma crítica consistente sobre a superficialidade do mundo da moda.

O roteiro tem o mérito de não seguir o óbvio arco da garota inocente que é triturada pelos tubarões da indústria da moda. Mesmo na primeira hora do filme, na qual Jesse (Elle Fanning) realmente aparenta ser uma criatura frágil, já notamos um jeito meio malando meio inocente. Refn cria nela uma razoável ambiguidade, conseguindo uma lufada de dúvida sobre quem é mais mortal, se Jesse ou as pessoas que a cercam.

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Em termos narrativos, a segunda parte certamente será a mais desagradável para o público. Não, não são as escatologias dessa parte que incomodarão (ao menos não aos acostumada aos filmes mais chocantes), pois o filme busca tanto ser sublimemente belo em cada quadro, que a repulsa fica apenas na ideia – claro, as almas demasiadas sensíveis ficarão chocadas, mas estas ficam até com beijo entre idosos na novela das nove. Ademais, a vontade tão ostensiva de chocar reduz o impacto.

O que desagrada nessa parte é ver como o filme se perde na sua narrativa. Misturando alguns subgêneros, o filme não chega a abraçar nem o horror nem o suspense de forma plena. E o pior, o que já era etéreo no começo, alcança um vazio que deixa a narrativa solta no ar. Se na primeira hora a questão fica em saber se Jesse será devorada ou devorará o sistema, na segunda parte, o conflito fica difuso, ora focando na oscilação da psique da protagonista (com uma ridícula verbalização do quanto ela é perigosa), ora tentando ser um horror estilizado, ora ameaçando adentrar o thriller, em outros momentos abraçando o grotesco, e assim por diante.

Não se enganem, isto não é incompetência de Refn; o caso parece ser de autoindulgência mesmo. O diretor parece estar tão certo da genialidade de seu trabalho que acha bom ir aparando todos os fios que permitiriam ao espectador destrinchar o filme. Claro, isto vai de pessoa para pessoa; pessoalmente, no meu atual estágio de desenvolvimento mental, não consegui captar grandes coisas dessa história. Brincadeiras à parte, é um troço complicado para criador avaliar o quanto pode deixar no subentendido. O criador vai tirando elementos, deixando ambiguidades, criando metáforas, cifrando sinais. Contudo, é preciso deixar o mínimo para o público desfiar os significados. Se a coisa fica tão sem aparas e a obra deixa de ter sentido, a culpa é do criador. Pode ser falta de repertório do espectador? Pode, mas na dúvida, a culpa é do criador. Parece-me que esse é o caso de Demônio de Neon. Especialmente na segunda parte, os sentidos são tão variados que fica a pergunta se o diretor não exagerou na dose.

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Até a sua face mais evidente é frágil: a tal crítica ao mundo da moda é tão vazia quanto seu objeto de ataque. Primeiro, a crítica em si é superficial. Segundo, o principal contraponto, Dean (Karl Glusman), namorado de Jesse, não ganha o devido destaque. Terceiro, a dúvida sobre a natureza de Jesse dificulta que a coloquemos como vítima desse universo fútil – ora, como vamos criticar a indústria da moda, se o elemento novo já estava podre?!

O maior problema do filme está, justamente, em sua grande qualidade: a plasticidade. Demônio de Neon é belo. É sufocantemente belo. Tão belo, que suas cenas escatológicas perdem a força do choque. É tudo desenhado com esmero que deixa a trama em segundo plano. Cada imagem é tão elaborada que reforça a sensação de fragmentariedade da obra.

Refn faz aqui seu filme mais estético. É um esmero tamanho com a beleza da obra, que fica difícil aceitar que o diretor está criticando a superficialidade da moda. Como efeito colateral, a sua estética parece deixar seus personagens sem alma. Se a intenção de Refn era usar a estética para fazer o público sentir o vazio das personagens, parabéns, conseguiu. Tão bem sucedido, que ficamos com a sensação de estarmos transando com uma boneca inflável.

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O leitor já deve estar se questionando qual era, afinal, o questionamento que o filme provocou em mim. Em resenha do UOL, Isabela Boscov alertou que os elementos mais criticados em Demônio de Neon são os mesmo que deram ao diretor a palma de ouro em Cannes por Drive. O incomodo de boa parte da crítica está na dosagem.

Refn é um esteta, isto qualquer crítico nota. Sua fotografia em tons elétricos e as composições das cenas provocam repulsa pela estranheza e atração por sua beleza, seus personagens parecem etéreos, como se vivessem em um mundo de pura beleza, em uma realidade toda peculiar. Pela reação da crítica, o diretor aplicou superdosagem.

Até que ponto aceitamos um filme de pura estética? A crítica empolga-se com sequências maneiristas, com a inovação técnica, com um plano composto com esmero. Crítica e público, em graus distintos, sentem um prazer com a estética do filme, até mesmo no grotesco. Mas, até onde aceitamos um filme que menospreza o conteúdo e foca na forma?

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Por mais conteúdo que tenha, todas as artes são formas. O que diferencia um poema de uma divagação filosofia é, basicamente, a forma. No cinema não é diferente. Acontece que o cinema é mais “superficial” do que a literatura. Se a imagem tem a vantagem de não precisar de um tradutor, ela paga o preço da ambiguidade e, em certos momentos, da platitude. Por causa disto, é difícil fazer um bom filme que critique a superficialidade do mundo das coisas.

E aí vem meu questionamento: será que Refn, com seu Demônio de Neon, estaria querendo questionar a superficialidade do mundo da moda ou a do cinema? Ou talvez eu só esteja tentando salvar uma obra visualmente deslumbrante, cujos erros não permitem considerá-la sequer um bom filme?!

E, aí, o que achou do filme? Ele é ruim ou um bom filme? Foi o maior erro ou a maior obra de Refn? Vamos, comente, compartilhe e curta nossas redes sociais:

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‘Mama’: Terror ganhará sequência

A Universal Pictures deu sinal verde para a sequência de ‘Mama‘, terror lançado em 2013 e baseado no curta espanhol ‘Mamá‘, de Andres Muschietti.

A dupla Kevin Kölsch e Dennis Widmyer (do inédito ‘Starry Eyes‘) foi contratada para dirigir e roteirizar a sequência.

Jessica Chastain não retorna, nem o diretor e roteirista do primeiro filme, Andrés Muschietti.

Remake de ‘A Coisa’ contrata diretor de ‘Mama’ 

Não foram revelados detalhes da história, que deve focar em outra família assombrada.

A estreia é prevista para Outubro de 2018.

O primeiro filme começa quando o pai de Victoria e Lilly mata a mãe das garotas, que fogem assustadas para uma floresta. Durante cinco anos, ninguém tem notícia do paradeiro delas, até o dia em que elas reaparecerem, sem explicarem como sobreviveram sozinhas. Os tios das duas, Lucas (Nikolaj Coster-Waldau) e Annabel (Jessica Chastain) adotam Victoria e Lilly e tentam dar uma vida tranquila às duas, mas logo eles percebem que existe algo errado.

Diretor de ‘Mama’ vai adaptar conto ‘A Excursão’, de Stephen King 

Produzido por Guillermo Del Toro, ‘Mama‘ custou US$ 15 milhões e arrecadou US$ 146 milhões mundialmente.

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‘Sonic’ ganhará novo filme e game

Mais uma adaptação dos videogames para as telonas. A Sony Pictures e o produtor Neal H. Moritz, da franquia ‘Velozes e Furiosos‘, anunciaram que irão trazer mais uma franquia de alta velocidade para os cinemas: ‘Sonic, o ouriço‘!

“A Sega e Sony Pictures estão trabalhando para criar o filme live-action e híbrido de animação Sonic, The Hedgehog, com lançamento marcado para 2018”, afirmou o comunicado oficial.

Além do filme, a revista japonesa Famitsu revelou que um novo jogo também será lançado.

“Estamos na Sonic desenvolvendo um jogo completamente novo, além de um filme pela Sony Pictures e animação de Sonic Boom”, afirmou um dos funcionários do estúdio.

A Sony e a Sega estão colaborando na realização do filme que terá uma mistura de animação com pessoas de carne-e-osso, como estúdio fez com ‘Os Smurfs‘.

Evan Susser e Van Robichaux, dupla de comediantes stand-up, atualmente roteirizam.

O personagem do videogame foi criado pela SEGA para concorrer diretamente com Mario, da Nintendo. Sonic é um ouriço azul bastante veloz, e que tem como objectivo principal salvar os outros animais do vilão Dr. Eggman, que os transforma em robôs para trabalharem para ele como escravos. A franquia tem sido um dos maiores fenômenos de jogos de todo o mundo por mais de duas décadas, com mais de 140 milhões de jogos vendidos.

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‘The Walking Dead’ retorna hoje; Relembre as 6 temporadas e prepare-se para a 7ª

Como você, a gente aqui no CinePOP é apaixonado por ‘The Walking Dead‘, e obviamente o TV Show mais aguardado do ano não poderia simplesmente estrear sem que a gente trouxesse para você um mega resumo das seis temporadas passadas e o melhor, um gigante preview do que vem por aí ao longo dos próximos seis meses.

Afinal, o season finale de The Walking Dead‘ está marcado para 2 de abril.

TRAILERS DAS SETE TEMPORADAS

 






AS MORTES MAIS CHOCANTES

OS MELHORES VILÕES

O QUE ESPERAR DA SÉTIMA TEMPORADA?! 














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‘Deadpool 2’: Revelado o motivo da briga entre Ryan Reynolds e o diretor Tim Miller

Ontem, o Deadline revelou que o astro Ryan Reynolds teve “diferenças criativas” com o diretor Tim Miller, e o responsável pelo filme original do Mercenário Tagarela não irá mais dirigir a sequência.

Hoje, o The Wrap revela o que aconteceu.

A partida foi “amigável”, disse uma fonte do estúdio, apesar de várias pessoas afirmarem que Ryan Reynolds e Tim Miller estavam em conflito há algum tempo. Os dois tiveram alguns atritos desde o lançamento de ‘Deadpool‘, e ficaram sem se falar por alguns meses.

Mas o que aconteceu?

Quando Reynolds renegociou seu contrato, que incluía um cachê de US$ 20 milhões, o ator pediu controle criativo da produção – passando por cima do diretor – e decisão na escolha do elenco.

Esse processo todo de negociação levou muito mais tempo do que o diretor Tim Miller (e os fãs) gostariam, e isso iniciou um atrito entre os dois.

Miller, que é dono de um estúdio de efeitos especiais e realizou parte dos efeitos das cenas de ação de ‘Deadpool‘ de graça para o estúdio, queria que a sequência tivesse cenas de ação mais estilizadas e bem finalizadas.

Reynolds queria que o filme deixasse os efeitos especiais de lado e focasse mais no estilo de comédia atrevido que lhe rendeu uma classificação indicativa Rated-R (para maiores de 17 anos).

O atrito piorou quando os dois entraram em conflito sobre a escolha do elenco. O diretor queria Kyle Chandler (‘O Lobo de Wall Street’) como o Cable, e Reynolds não aprovou a ideia.

Com isso, a 20th Century Fox preferiu ficar ao lado de seu astro em ascensão, e o diretor se desligou do projeto.

‘Deadpool 2’: Ryan Reynolds divulga cartaz genial feito por fã 

Deadpool 2‘ começa a ser filmado no início de 2017. Especula-se que a estreia ficará para maio/junho de 2018.

Recentemente, Evan Peters revelou que gostaria de ver o Mercúrio fazendo uma dobradinha com o Mercenário Tagarela em ‘Deadpool 2‘ – leia mais!

‘Deadpool’ “roubou” cena de ‘X-Men: O Confronto Final’; Assista! 

Baseado nos quadrinhos do anti-herói mais controverso da Marvel,  ‘Deadpool’ conta a origem da história do ex-agente das Forças Especiais que tornou Wade Wilson um mercenário. Após ser submetido a um experimento que o deixa com poderes de cura acelerada, Wade adota o alter-ego heroico, armado com suas novas habilidades e um ácido senso de humor.

Deadpool’ é uma figura única no Universo Marvel. Seus criadores o fizeram com o intuito de não possuir uma atitude super-heroica. A personalidade sarcástica é a principal característica do Mercenário Tagarela, que sempre faz piadas maldosas e quebra a “quarta parede” para dialogar com o público.

Crítica | Deadpool 

O filme é a maior bilheteria do universo ‘X-Men‘, e levou 6 milhões de espectadores aos cinemas nacionais.  ‘Deadpool’ também venceu os prêmios de “Melhor Comediante (Ryan Reynolds)” e “Melhor Luta (Ryan Reynolds e Ed Skrein)” no MTV Movie Awards 2016.

 

 

 

‘Logan’: Confira uma imagem da mutante X-23

Foi divulgada uma nova imagem de ‘Logan‘, o terceiro filme do Wolverine, que apresenta Laura Kinney (Dafne Keen), a mutante X-23.

Confira, com o trailer:

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Em entrevista à revista Empire, o diretor James Mangold falou sobre ‘Logan‘.

O trailer chocou os fãs ao mostrar um clima obscuro ao som de Hurt, de Johnny Cash.

“Aos poucos, estamos tentando mudar o tom desses filmes. Os filmes precisam falar com o público atual, que mudou de estilo. Quantas vezes as pessoas vão assistir a mesma coisa sem se cansar? É como se nosso filme não fosse de super-heróis. Para ser sincero, não é nem mesmo um filme de super-heróis”, afirmou.

O diretor também explicou em qual linha do tempo da franquia o filme se encaixa – Confira!

Situado em 2024, Logan e o Professor Charles Xavier devem lidar com a perda dos X-Men, quando uma corporação comandada por Nathaniel Essex está destruindo o mundo. Com as habilidades de cura de Logan lentamente desaparecendo, e com um Xavier sofrendo de Alzheimer – e esquecendo de praticamente todo seu passado – Logan travará uma batalha mortal para derrotar Nathaniel Essex com a ajuda de uma jovem chamada Laura Kinney, clone feminina de Wolverine.

A estreia no Brasil acontece dia 2 de março de 2017, um dia antes dos EUA.

Patrick Strewart planeja abandonar a franquia ‘X-Men’ após ‘Wolverine 3’ 

O elenco conta com Hugh Jackman, Patrick Stewart, Elise Neal (‘Pânico 2’), Boyd Holbrook (‘Narcos’) e Elizabeth Rodriguez (‘Fear The Walking Dead’).

Gambit pode substituir Wolverine como líder mutante da Fox 

Michael Green, roteirista de ‘Lanterna Verde‘ (2011) e das sequências de ‘Blade Runner‘ e ‘Prometheus‘, escreve a nova aventura do mutante. James Mangold (‘Wolverine – Imortal’) retoma o cargo de diretor.

Cliff Martinez, o compositor cinematográfico preferido de Steven Soderbergh, está confirmado na trilha sonora de ‘Wolverine 3‘.

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Série ‘Van Helsing’ ganha prévia do sétimo episódio

Já renovada para a segunda temporada, o canal SyFy liberou a prévia do sétimo episódio de Van Helsing‘, que será exibido na próxima sexta-feira, 21.

O foco da trama é a filha do lendário personagem, Vanessa (Kelly Overton).

Assista:

Abraham Van Helsing é um personagem do romance ‘Drácula, de Bram Stoker‘, um célebre professor de antropologia especialista em doenças obscuras, além de ser um cientista de métodos pouco ortodoxos, tendo em vista que usava símbolos religiosos para derrotar seus inimigos.

Segundo o Deadline, a história mostrará a caçadora de vampiros seguindo o legado do pai. Após acordar de um coma de cinco anos, ela descobre que o mundo foi dominado pelos vampiros.

Neil LaBute (‘Morte no Funeral’) será o produtor executivo, e as filmagens começam em janeiro de 2016.

Em 2004, Stephen Sommers dirigiu um filme focado no personagem: ‘Van Helsing – O caçador de Vampiros‘. O elenco trazia Hugh Jackman e Kate Beckinsale.

O personagem também foi interpretado por Anthony Hopkins em ‘Drácula, de Bram Stoker’, em 1992.

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Crítica (2) | Capitão Fantástico

Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe. Escrito e dirigido pelo pouco conhecido ator e também cineasta Matt Ross, Capitão Fantástico é um daqueles filmes que deixam nosso coração na boca, faz nosso raciocínio brilhar e mexe intensamente com nosso modo de ver e viver tudo que aprendemos até hoje em nossas vidas. Exibido no Festival do Rio deste ano e com uma atuação brilhante do grande ator nova iorquino Viggo Mortensen, o longa metragem de objetivos 118 minutos é, sem dúvidas, o melhor filme do ano até agora.

Na trama, conhecemos Ben (Viggo Mortensen) e sua família para lá de diferente. Ben e sua esposa resolveram criar os seus seis filhos em um lugar muito bonito e longe da sociedade, deixando eles distantes de qualquer contato com as novidades e besteiras do mundo e sua globalização. Quando sua esposa, que precisou ser hospitalizada por conta de uma doença terrível, falece, Ben resolve ir até o encontro dela e leva junto seus filhos. Após o choque natural da criançada com o mundo da maioria das pessoas que os cercam mais que nunca tiveram contato, o capitão fantástico desta turma terá que fazer escolhas difíceis e confrontar pessoas que consideram seu modo de vida prejudicial aos seus filhos.

A educação exige os maiores cuidados, porque influi sobre toda a vida. Pensador desse lema, o protagonista criou seus filhos com rigidez e muita disciplina. Livros complexos são passados como dever de casa para todas as crianças, não importa a idade. As verdades são uma só e vários tabus de outras casas, para Ben, são apenas verdades que precisam ser ditas da única maneira que existe. O ambiente é de total harmonia, músicas (a cena da família cantando ‘Sweet Child o’Mine’ é emocionante e arrepia), brincadeiras mas também alguns excessos como exercícios físicos que não respeitam idade e que podem machucar. O personagem principal é intenso em seus princípios, a ideia de ter uma família vivendo longe dos vícios e futilidades, além dos alimentos que só prejudicam, é vivida intensamente mas falta equilíbrio, no fundo, Ben sabe disso.

No terceiro arco em diante, a mudança começa a acontecer. Ben, personagem complicado, de bom coração, interpretado com maestria por Mortensen se vê cercado de situações que o fazem repensar alguns de seus conceitos. Seus filhos, sua única riqueza nesse mundo, percebem rapidamente e o ajudam nesse momento de transição, transformando uma linda história em uma história inesquecível.  Capitão Fantástico é algo assim, único, um presente para quem gosta de se emocionar com filmes que mexem com nosso coração. A grande lição que aprendemos com essa fita é que Capitão Fantástico é qualquer um que acredita que uma boa ideia pode mudar um pouquinho nosso mundo, ou mesmo que um filme inesquecível faz com que reflitamos sobre nossa própria existência. Seja o Capitão da sua vida, viva fantasticamente. Bravo! 🙂

Novo personagem de ‘Doutor Estranho’ é confirmado em ‘Vingadores – Guerra do Infinito’

Wong, o bibliotecário do tempo protegido pela Anciã e que é interpretado por Benedict Wong, também está confirmado para ‘Vingadores – Guerra do Infinito‘.

O ator confirmou a novidade durante entrevista ao ComicBook.

Estou muito feliz que eu vou estar em Guerra do Infinito. Eu estou olhando para a frente, eu vou te dizer que a primeira que eu falo sobre esse assunto.

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Com uma findada guerra onde a Terra foi o centro da batalha, os maiores gênios e grandes líderes dos heróis do planeta se reuniram para poder formar um grupo secreto, onde decisões iriam ser tomadas.

A Marvel agendou a data de estreia de ‘Doutor Estranho’ no Brasil para 3 de novembro de 2016.

Time Warner é vendida para a AT&T por US$80 bilhões

Após uma tentativa frustrada de compra pela 20th Century Fox e pela Walt Disney, a Time Warner finalmente foi arrematada pela empresa de telecomunicações norte-americana AT&T, que comprou a empresa por US$80 bilhões neste sábado, dia 22 de Outubro.

Detentora de propriedades como os canais CNN, HBO, DC Entertainment, Warner Bros. e dos personagens da DC Comics, a Time Warner também estava na mira de outras empresas, como o Google, a Apple e o chinês Wang Jianlin, além da própria Disney.

Há alguns meses, o CEO da Fox, Rupert Murdoch, também ofereceu US$ 80 bilhões para comprar o conglomerado Warner, mas a proposta foi recusada.

Desde que a AT&T anunciou interesse em comprar a empresa, as ações da Time Warner subiram 20% na bolsa de valores.

Durante sua longa história, a AT&T foi a maior companhia telefônica e o maior operador de televisão a cabo do mundo. No seu auge, cobriu 94% da área dos Estados Unidos, constituindo um monopólio.

‘The Walking Dead’: Os Zumbis no Cinema e na TV

Impregnados na cultura pop, os zumbis não poderiam estar em maior evidência na atualidade devido ao sucesso da série ‘The Walking Dead‘, cuja sétima temporada estreia amanhã, dia 23.

De antagonistas monstruosos e inexplicáveis, as criaturas passaram a anti-heróis e protagonistas dos próprios filmes. No entanto sempre utilizados como metáforas implícitas, os zumbis já tiveram diversos significados ao longo dos anos.

Vamos dar uma olhada nos principais deles:

 

Crítica Social – A Noite dos Mortos Vivos (1968)         

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A obra do cineasta George Romero data de 1968, e é a precursora da onda que vemos hoje. Filmado todo em preto e branco, o filme mostrava os mortos voltando à vida de forma inexplicável. O fato deixava um grupo aleatório de pessoas aprisionadas numa casa como último refúgio. Lá dentro, os sobreviventes encontravam na figura de Ben (Duane Jones), um negro, seu líder. O fato parece não ter relevância atualmente, mas tenha em mente que esse era o auge da época da segregação racial americana, e a trama se passa inclusive numa cidade sulista, berço do fervor racista. Poucos filmes (ou quase nenhum) apresentavam um protagonista de tal raça naqueles tempos. O desfecho da obra, também escrita por Romero, é um tapa na cara da sociedade da época.

 

 

Fanatismo Religioso e Protesto antiarmamentista – A Última Esperança da Terra (1971)

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Embora o conto original tenha sido escrito por Richard Matheson (um dos ícones da literatura fantástica americana, falecido no último domingo) em 1954, e um filme dele tenha sido feito em 1964, estrelado por Vincent Price (Mortos que Matam /  The Last Man on Earth), foi essa a versão que se tornou extremamente popular e conhecida. Protagonizado pelo astro Charlton Heston (saído do sucesso Planeta dos Macacos), o filme traz a humanidade devastada por um vírus e aparentemente um único sobrevivente. Os zumbis aqui, no entanto, são completamente diferentes. Seres albinos, eles são capazes de se comunicar, e são bastante inteligentes. Seus únicos temores são o sol e o fogo. Seu ideal é construir uma nova sociedade, longe dos maquinários e armamentos que destruíram a raça humana, segundo seu pensamento. A gangue do Mathias, como é conhecida essa espécie de seita, deseja a paz entre todos os seres, e se pensarmos bem, o verdadeiro antagonista dessa nova realidade é o homem das cavernas brutal e sanguinário, interpretado por Heston. Curiosamente, anos depois Heston se tornaria o porta voz da América armada.

 

Consumismo – O Despertar dos Mortos (1978)                                      

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Nova década, nova crítica. Usando mais uma vez os mortos-vivos como pano de fundo para a sua grande alfinetada na sociedade americana contemporânea, George Romero procurou ao redor um assunto para explorar. E o que chamou sua atenção foi o consumismo exacerbado promovido pelos shopping centers e os cartões de crédito – no auge de sua popularidade inicial. Dessa vez pessoas ficavam presas num grande shopping, e ao final, quando as criaturas finalmente conseguem adentrar o local, Romero traça um paralelo entre as criaturas vagarosas e anestesiadas num estado de transe, e os consumidores que recaem no mesmo estado, sempre em busca de mais do que necessitam.

 

Orgulho trash e Capitalização – Série A Volta dos Mortos Vivos, Re-Animator e outros (década de 1980)

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Entrando em uma nova década, os anos 1980 ficaram conhecidos por ser o berço do cinema entretenimento. O tipo de filme que visava e tinha cacife para lucros astronômicos. O que é condenável, no entanto, é que muitas dessas produções hollywoodianas da época visavam apenas o lucro e o entretenimento, sem um valor qualitativo específico. Aqui, por exemplo, diversas produções de terror foram criadas capitalizando em cima do que Romero e outros criaram no passado, sem acrescentar grandes pensamentos sobre um determinado assunto, ou qualquer um por assim dizer. O único objetivo de tais produções parecia ser assustar e arrastar fiéis seguidores aos montes. Então, se reclamamos hoje de séries intermináveis e sem conteúdo como Jogos Mortais e Atividade Paranormal, temos que agradecer a essa época.

 

Refilmagem – A Noite dos Mortos Vivos (1990), Madrugada dos Mortos (2004) e Eu Sou a Lenda (2007)

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A aparente falta de ideias que domina a Hollywood atual recheada de refilmagens, já existe há certo tempo (embora realmente tenha atingido seu ápice agora). Os zumbis pareciam mortos e enterrados, já que seus criadores não tinham muito mais a dizer, apenas reciclar ideias. A refilmagem do clássico absoluto de Romero passou em branco e a única coisa que parece ter adicionado foi cores. Já com o outro filme de RomeroO Despertar dos Mortos, que se tornou Madrugada dos Mortos, a abordagem foi justamente mudar a abordagem. E assim de crítica ao consumismo, a obra se tornou um produto dele, mirado apenas ao entretenimento, num filme questionador da sobrevivência mas sem o mesmo tema central. Eu Sou a Lenda, nova abordagem ao texto de Matheson, trazia Will Smith num tour de force, num blockbuster que faz mais pelo espetáculo visual do que por um conteúdo indagador.

 

Reinvenção – Extermínio (2002)                                                                    

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Isso tudo pôde ser deixado de lado. O diretor inglês Danny Boyle, diretor de clássicos subversivos como Trainspotting – Sem Limites, ousa e cria um filme de zumbi totalmente diferente de tudo o que já havia sido mostrado até então. Uma produção minimalista que apresenta uma atmosfera documental, e recaptura o espírito da obra original de Romero. Isolados não mais numa casa, mas numa cidade inteira, os personagens lutam para sobreviver a essa nova realidade. Nada de mordidas para ser contaminado, tudo o que basta agora é o espirrar de uma gota de sangue na boca ou no olho para a vítima se transformar numa criatura raivosa e acelerada. Essa é uma das grandes novidades que Boyle trouxe ao subgênero, seus zumbis não são mais criaturas lentas, são torcedores organizados de um time, com grande fúria e velocidade. Ativistas tentando libertar cobaias de laboratórios entram bem, e iniciam o apocalipse.

 

Humor Britânico – Todo Mundo Quase Morto (2004)                        

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Em meados da década passada ainda era possível adicionar originalidade ao subgênero dos filmes de mortos-vivos? Outro inglês prova que sim (eles merecem todo o crédito pela reinvenção das criaturas). Edgar Wright estreia na direção com um longa que é pura sátira de tudo o que já havia sido criado até então para o cinema de zumbis. Sem saber, os envolvidos criavam um clássico moderno, personagens icônicos, e uma das duplas mais cultuadas da atualidade, Simon Pegg e Nick Frost. Dois amigos perdedores precisam amadurecer, e quer época melhor para isso do que durante um apocalipse zumbi. Sem que percebam, para variar, o mundo muda a seu redor. Shaun, personagem de Pegg, parte da brincadeira com o título original,  precisa ascender à ocasião se tornando o líder de seu grupo de amigos sobreviventes. Essa é uma comédia inglesa, que como de costume usa muito humor seco e negro.

 

Entretenimento Garantido – Zumbilândia (2009)                                

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Pegando carona no que Todo Mundo Quase Morto tornou possível, a obra do diretor Ruben Fleischer vai além em matéria de entretenimento pop e aura “cool”. Um Cult instantâneo, Zumbilândia mostrava que também sabia fazer bem uma sátira aos filmes de zumbi, clamando de volta a criação de seu conterrâneo. No meio de uma realidade devastada, o protagonista interpretado por Jesse Eisenberg criou um conjunto de regras para a sobrevivência. Elas são eliminadas quando ele conhece o durão personagem de Woody Harrelson, e as irmãs interpretadas por Emma Stone e Abigail Breslin.  Além de diversas referências e piadas implícitas, o filme é legal o suficiente para chamar seus personagens não pelos nomes, mas pelas cidades de onde são originários. No caso da vizinha interpretada pela gata Amber Heard, ela é simplesmente chamada pelo número de seu apartamento. A obra ainda guarda um dos momentos mais hilários do cinema recente, com a participação de um certo Caça-Fantasma.

 

Série de TV – The Walking Dead (2010)                                                     

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Depois de tamanho impulso recente no cinema, o único lugar para onde os zumbis faltavam migrar era para a telinha. Em 2010 isso mudou, com o primeiro seriado focado exclusivamente nos mortos vivos, The Walking Dead. Baseado numa história em quadrinhos, a versão para a TV se tornou um sucesso imediato, e uma verdadeira febre, criando uma legião de seguidores.

 

Protagonista Romântico – Meu Namorado é um Zumbi (2011)        

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O conceito de originalidade pode ter feito mal a essa produção. E o fato é confundido com besteira, quando se tem em mente recriar o sucesso de uma das menos interessantes séries cinematográficas a utilizarem uma figura mitológica assustadora, bom pelo menos para pessoas acima dos 18 anos, a saga Crepúsculo. A ideia aqui é capitalizar em cima do romance, e “crepuscular” essa produção, que na realidade é baseada num livro. Um morto-vivo (que agora passam a pensar) aos poucos volta a ser humano quando se apaixona pela protagonista, vivida pela bela australiana clone de Kristen StewartTeresa Palmer. O jovem talentoso Nicholas Hoult se sai bem como R, o zumbi apaixonado; mas algo aqui parece estar errado, fora do lugar. De atestados sociais, os zumbis passaram a objeto de afeto em romances adolescentes.

 

 

Blockbuster – Guerra Mundial Z (2013)                                                    

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Mesmo já tentado outras vezes, como em Eu Sou a Lenda, essa nova produção leva os filmes de zumbis a outro nível. Guerra Mundial Z é o 007 dos filmes de zumbis. Uma superprodução recheada de ação, adrenalina e efeitos visuais, que leva um protagonista por diversas localidades pelo muito, em busca de um objetivo, se envolvendo em diversas aventuras, e escapando das situações mais impossíveis. Baseado num livro cultuado, que reunia relatos fictícios espalhados pelo mundo, a versão cinematográfica leva apenas o título consigo, e aqui é Brad Pitt para todo o lado. Estruturado em três etapas, aqui temos tensão junto a família, onde Pitt tenta proteger os seus (parte que se assemelha a Guerra dos Mundos, de Spielberg); temos Pitt pelo mundo, com direito a uma das melhores cenas, no avião; e o desfecho, mais semelhante aos filmes de mortos vivos intimistas que se passem dentro de locais fechados. Guerra Mundial Z faz o favor de adicionar elementos novos à mitologia das criaturas, e aqui uma espécie de cura aparente é encontrada.

Após briga com Ryan Reynolds, diretor abandona ‘Deadpool 2’

Deu treta nos bastidores de ‘Deadpool 2‘, e o filme perdeu seu diretor.

Segundo o Deadline, o astro Ryan Reynolds teve “diferenças criativas” com o diretor Tim Miller, e o responsável pelo filme original do Mercenário Tagarela não irá mais dirigir a sequência.

Miller ainda não havia assinado para dirigir, mas estava roteirizando a produção e trabalhando na pré-produção.

Foi Miller quem idealizou todo o conceito do primeiro filme e criou um trailer falso para apresentar para a Fox.

Não foi revelado quem irá substituí-lo.

‘Deadpool 2’: Ryan Reynolds divulga cartaz genial feito por fã 

Deadpool 2‘ começa a ser filmado no início de 2017. Especula-se que a estreia ficará para maio/junho de 2018.

Recentemente, Evan Peters revelou que gostaria de ver o Mercúrio fazendo uma dobradinha com o Mercenário Tagarela em ‘Deadpool 2‘ – leia mais!

‘Deadpool’ “roubou” cena de ‘X-Men: O Confronto Final’; Assista! 

Baseado nos quadrinhos do anti-herói mais controverso da Marvel,  ‘Deadpool’ conta a origem da história do ex-agente das Forças Especiais que tornou Wade Wilson um mercenário. Após ser submetido a um experimento que o deixa com poderes de cura acelerada, Wade adota o alter-ego heroico, armado com suas novas habilidades e um ácido senso de humor.

Deadpool’ é uma figura única no Universo Marvel. Seus criadores o fizeram com o intuito de não possuir uma atitude super-heroica. A personalidade sarcástica é a principal característica do Mercenário Tagarela, que sempre faz piadas maldosas e quebra a “quarta parede” para dialogar com o público.

Crítica | Deadpool 

O filme é a maior bilheteria do universo ‘X-Men‘, e levou 6 milhões de espectadores aos cinemas nacionais.  ‘Deadpool’ também venceu os prêmios de “Melhor Comediante (Ryan Reynolds)” e “Melhor Luta (Ryan Reynolds e Ed Skrein)” no MTV Movie Awards 2016.

 

 

 

Especial | Uma Jornada Assustadora pelos Filmes de Zumbi

Quando falamos de zumbis, geralmente, associamos estas criaturas aos degenerados que vagavam em torno de alguns humanos acuados, numa sanha canibalesca que aterrorizou plateias ao redor do planeta na década de 1960. A relação em questão é com o clássico de George A. Romero, intitulado A Noite dos Mortos-Vivos, produção responsável por colocar as criaturas de vez na rota da extensa trilha da cultura pop.

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É preciso refletir, entretanto, que os zumbis são “personagens” milenares, que habitam variadas culturas, sendo representados de diversas maneiras. Se pensarmos dentro da lógica de produção cinematográfica, as criaturas tais como conhecemos hoje tem como ponto de partida o filme de 1968, mas estes condenados já apareciam no cinema desde Zumbi Branco, em 1932. Se mergulharmos em textos de antropologia e história, encontraremos relatos sobre zumbis já aparecerem no folclore chinês, árabe, na mitologia nórdica e até mesmo em epopeias seculares.

A pergunta, à priori, é: vocês estão prontos para uma viagem na curiosa história destas criaturas que habitaram com força total o cinema, a literatura, os games e a cultura pop de forma geral? Cabe ressaltar que o texto não pretende esgotar o assunto, mas coloca na bandeja informações históricas bastante relevantes para fazer circular dados que nos permitem uma compreensão mais densa sobre o mito que se cristalizou em torno destes personagens que fazem parte de um subgênero dentro da indústria cultural. Preparados?

 

Os zumbis numa perspectiva histórica

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Para quem pensava que os zumbis surgiram em 1968, através do ousado trabalho de George A. Romero e da sua equipe, engana-se. É preciso retroagir e focar nos anos 1930, com o lançamento de Zumbi Branco, de Victor Halperin. Diferente dos mortos que caminham em direção aos humanos, cerceando-os, o zumbi dessa época era algo mais próximo do vodu, religião de matriz africana levada para o Haiti durante o período da colonização. Há numerosas produções com esta base narrativa: nos anos 1940, A Morta-Viva, de Jacques Tourneur. No filme, uma enfermeira canadense vai cuidar de uma mulher “delirante” em um engenho de açúcar numa ilha caribenha. Rituais religiosas deixam a personagem “escravizada” durante algum tempo, comportando-se como uma morta ambulante.

As narrativas contemporâneas que inundaram a cultura pop apostam nos zumbis dentro dos moldes da produção de 1969. Seja caminhando ou correndo, estas criaturas atacam as suas vítimas numa sanha canibal. Quando ficam vivas e conseguem fugir, mesmo que apenas com um ferimento, o destino é cruel: não há fuga ou redenção. A pessoa vai morrer e logo depois, transforma-se em um zumbi com o mesmo destino: peregrinar em busca de carne humana.

O nosso imaginário é preenchido pelo molde da década de 1960, mas a abordagem sobre os mortos que retornam à vida é de origem milenar. “Vou levantar os mortos e eles vão comer os vivos”. De onde veio essa citação? Nada menos que um excerto da Epopeia de Gilgamesh, um dos poemas mais antigos da humanidade, inspirado em um rei da Suméria, datado de aproximadamente 2750 A.C.

Nos meandros da cultura chinesa, o Jhong Shi é o representante do que conhecemos como os zumbis na atualidade. Conta-se que são mortos que retornam para se vingar da família depois do sepultamento indevido, ação que os impediu de seguir o caminho rumo “ao outro lado”. Já na cultura árabe, os zumbis são almas de pessoas que deixaram a moral de lado durante a vida, tendo investido numa existência pecaminosa. Chamado de Ghoul, geralmente são mulheres/prostitutas que semelhante ás perigosas sereias da Odisseia, atraem os homens para o temível caminho da morte, geralmente configurado por ataques de extrema violência. Um conto, no mínimo, machista e contraditório, não é mesmo, caro leitor?

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A relação com a morte é um dos maiores mistérios da humanidade. Quando a sociedade enfrenta algo desconhecido, de origem natural ou por ação catastrófica de ordem humana, geralmente há uma associação direta com o que vemos nos filmes de apocalipse zumbi. Ao longo da história, há vários momentos semelhantes. Basta lembrar-se da Gripe Espanhola, de 1918. O fatídico acontecimento mexeu com as bases da Medicina e matou mais que a Primeira Guerra Mundial. O que dizer da Peste Bubônica (também conhecida como Peste Negra)? Assolou a Europa durante a chamada Baixa Idade Média, matando milhões de pessoas. De acordo com pesquisas, uma das condições para o estabelecimento da peste foi a invasão da Europa pelo rato preto indiano, pois os seus hábitos mais domesticados e próximos das pessoas ajudou a disseminar a doença, transmitida aos humanos através das pulgas destes roedores.

A doença não ficou relegada nos porões da história. Segundo reportagem da BBC, a peste ainda é endêmica em Madagascar, na República Democrática do Congo e no Peru. Curioso observar que em 2015 houve registros de 15 casos endêmicos da doença nos Estados Unidos.  Assim, percebemos que muitos conflitos dos filmes de terror representam, metaforicamente, os nossos medos sociais: o bioterrorismo é um deles, bem como o medo de doenças e catástrofes nunca antes vivenciadas. No cinema, estes medos ganha válvula de escape através das terríveis narrativas que nos assustam, entretanto, diferente do que tememos ocorrer na realidade, saímos ilesos após a montanha-russa de emoções.

 

O modus operandi dos zumbis

Um dos pontos nevrálgicos dos filmes deste subgênero é o cerco. Tal estratégia para intensificar os conflitos narrativos possuem influências de momentos de tensão reais da nossa história. Lembre-se dos filmes de guerra que você já assistiu: Círculo de Fogo, O Resgate do Soldado Ryan, Além da Linha Vermelha, Troia, dentre outros. O cerco no geral é a estratégia de caça entre grupos rivais, e neste caso, dos filmes de zumbis, temos humanos lutando contra mortos-vivos em busca de saciar os instintos canibais pós-túmulo.

Ao longo da história humana, vários cercos massacraram milhares de pessoas, em situações de clausura similares ao que somos expostos nos filmes sobre mortos-vivos. De origem germânica, os Visigodos, vindos do leste europeu, saquearam e dizimaram legiões no Império Romano, através da tática do cerco. O cerco nazista a Leningrado, realizado durante a Segunda Guerra Mundial é outro tópico bastante ilustrativo. As táticas militares dos seguidores de Hitler envolveram a União Soviética em momentos de dor e pânico.

A horda também é outro detalhe importante que merece ser destacado: o povo mongol é conhecido pelas suas invasões e conquistas, tendo como destaques as realizações ao longo do século XII. Segundo relatos da antropóloga Kate B. Harding, eles eram violentos, saqueavam e matavam as pessoas dos locais invadidos com crueldade, sendo que em alguns casos, comiam as suas vítimas.

Diante do exposto, caro leitor, consegue ver as similitudes entre “realidade” e representação?  Para deixar a compreensão ainda mais sofisticada, vamos tratar de outra questão bem válida: os aspectos contextuais dos filmes de zumbis.

 

Aspectos contextuais do subgênero Filmes de Zumbis

De acordo com o especial de TV Zumbis: Uma História Viva, do History Channel, o número de narrativas sobre zumbis no âmbito da indústria cultural cresceu vertiginosamente depois do midiático “dia D” da contemporaneidade: 11 de setembro de 2001. Basta lembrar do Anthrax, um dos maiores causadores de pânico social nos Estados Unidos após os ataques às Torres Gêmeas. É o homem utilizando a tecnologia em duas perspectivas: a da salvação e a da destruição, haja vista que ao mesmo tempo em que produz vacinas, remédios e investiga doenças anteriormente incuráveis, pode também ser responsável pela destruição da humanidade.

Basta pensar na praticidade de uma guerra biológica: sem grandes armamentos, soldados, tanques de guerra e misseis destruidores. Já assistiu ao frenético Resident Evil – O Hóspede Maldito, adaptação cinematográfica do famoso game? Se você conhece, provavelmente sabe do que estou falando.  Mary Shelley, autora do clássico literário Frankenstein, por exemplo, já apresentava os males da falta de cautela do homem frente à tecnologia. Imagina agora a contemporaneidade e a quantidade de avanços que a sociedade deu em relação ao passo a passo dos acontecimentos anteriores ao século XX. Estamos numa era do pós-tudo, das incertezas, do avanço frenético da tecnologia. Para onde vamos e como estaremos? Bem complicado prever. Se nos apoiarmos nos filmes, talvez, sem confirmações, tenhamos algumas sugestões.

 

Frames do Terror: nossa nova coluna semanal sobre filmes de terror

É com muita satisfação que anuncio o meu retorno ao Portal Cine Pop. Desta vez, o nosso projeto é ambicioso e promete preencher a semana de imagens aterrorizantes, bem ao gosto dos nossos leitores. Estou falando da coluna Frames do Terror, espaço para textos semanais sobre os mais diversos filmes de terror, desde os clássicos, passeando pelas produções do circuito alternativo até às produções contemporâneas.

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Nesta semana, o nosso foco será alguns filmes de zumbis. Em virtude do retorno de The Walking Dead no próximo dia 14, oferecemos aos nossos leitores algumas críticas de filmes que reinventaram a fórmula dos filmes sobre os mortos que levantam das suas covas para espalhar o medo e o terror. Os três primeiros filmes da série A Volta dos Mortos-Vivos serão os textos iniciais, seguido de A Maldição dos Mortos-Vivos, um olhar para a mitologia zumbi sob a direção do eficiente Wes Craven.

Por ter ganhado ressonâncias ao redor do planeta, iremos apresentar versões europeias do clássico A Noite dos Mortos-Vivos, além das incursões contemporâneas de George A. Romero, um cineasta que trabalha com, este tipo de material desde 1968. Bem vindos ao nosso novo espaço. Esperamos que vocês possam ler, comentar e compartilhar as “terríveis” ideias aqui presentes. Bons filmes!

 

‘O Exorcista’: REVELAÇÃO chocante conecta série ao filme!!

O quinto episódio, exibido nesta sexta-feira, 21, trouxe uma grande revelação e uma reviravolta na trama de ‘O Exorcista‘.

 

[SPOILERS]

Conforme havíamos especulado em nossa crítica, a personagem de Geena Davis é realmente Regan, a garotinha possuída do filme original de 1973.

Ela revela ao Padre Tomas que trocou seu nome de Regan MacNeil para Angela Davis, com o intuito de se esconder do passado e de sua mãe.

Regan Teresa MacNeil é uma personagem do filme ‘O Exorcista‘, interpretada por Linda Blair.

Filha da atriz Chris McNeil Dabush (interpretada por Ellen Burstyn), a jovem é possuída pelo demônio Pazuzu e incitada a se masturbar com um crucifixo, falar palavrões, usar o idioma latim, movimentar objetos e móveis com a mente.

A seguir, você assiste ao momento da revelação e uma assustadora e tensa prévia do sexto episódio da série , que irá ao ar no Brasil e nos EUA no dia 4 de novembro. Exatamente, a série fará uma pausa de duas semanas e retornará somente no próximo mês.

Crítica | O Exorcista – 1×04 (Chapter Four: The Moveable Feast)

Saiba quantos episódios terá a série ‘O Exorcista’

Adaptação do livro de William Blatty, publicado em 1971, a trama rendeu um dos filmes de terror mais famosos de todos os tempos.

A protagonista da série é a atriz Geena Davis que interpreta a mãe de uma jovem possuída pelas forças do mal. Tudo estará nas mãos de um sacerdote que ajudará a família a lutar contra o diabo e libertar a menina.

 

 

‘The Vampire Diaries’: Elena retorna em flashback na prévia do 2º episódio

A oitava – e última – temporada de ‘The Vampire Diaries‘ ganhou a prévia para o segundo episódio.

Nele, o destaque fica por conta do flashback que conecta Damon a Elena (Nina Dobrev).

Confira, com o cartaz oficial da temporada:

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Em entrevista ao E! Online, o belo Ian Somerhalder falou sobre o fim de ‘The Vampire Diaries‘… e ele não foi muito positivo a respeito.

Questionado se Damon e seus amigos teriam um final feliz, ele retrucou.

“Não sei… Não existem finais felizes em Mystic Falls. Muitos fãs querem que Elena (Nina Dobrev) volte para a série para ter um final feliz ao lado de Damon, mas eu não sei. Essa série não começou bem, e eu não acho que vá terminar bem para todo mundo”, afirmou.

Credo…

Para encerrar a série com chave de ouro, o canal The CW começou a liberar o vídeo dos bastidores sobre o episódio que será exibido.

A Entertainment Weekly confirma que Michael Trevino, intérprete do híbrido Tyler Lockwood, vai retornar.

Sua despedida oficial havia sido na sexta temporada, apesar de ele aparecer brevemente em alguns episódios da sétima temporada, mas como o ano de 2017 será o último para a série, os produtores estão buscando ao máximo trazer todos os grandes personagens da saga vampiresca.

‘Triplo X – Reativado’: Vin Diesel e cenas de ação insanas no novo trailer

A Paramount Índia revelou o novo trailer de ‘xXx: Reativado‘ (xXx 3: The Return of Xander Cage).

Confira, com a primeira arte da produção:

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A Paramount Pictures  agendou a estreia nos EUA para o dia 20 de janeiro de 2017, concorrendo diretamente com ‘Resident Evil: O Capítulo Final‘.

O terceiro capítulo da explosiva franquia de sucesso que redefiniu o thriller de esionagem, acompanha o atleta que tornou-se agente do governo: Xander Cage (Vin Diesel), que sai do exílio auto-imposto e entra em rota de colisão com o guerreiro mortal Xang e com sua equipe. Tudo para recuperar uma arma chamada de Caixa de Pandora. Recrutando um grupo totalmente novo e em busca de emoção, Xander se vê em uma conspiração mortal que aponta para uma participação dos mais altos níveis do governo do mundo. Embalado com uma sagacidade e com muita atitude, Triplo X 3 irá elevar a ação com acrobacias alucinantes nunca antes mostradas em produções.

O elenco conta com Vin Diesel, Samuel L. Jackson, Tony Jaa e Deepika Padukone, uma das maiores atrizes indianas da atualidade. Toni Collette (‘O Sexto Sentido’) viverá uma agente do serviço de inteligência norte-americano.

Além disso, Ice Cube vai reprisar o papel de Darius Stone em ‘xXx: The Return of Xander Cage‘. Ele assumiu o papel de protagonista no segundo ‘Triplo X‘ após a saída de Vin Diesel.

Jet Li deixou o elenco e foi substituído por Donnie Yen (‘Rogue One: A Star Wars Story’).

D.J. Caruso (‘Eu Sou o Número Quatro’) dirige.

Triplo X‘ foi lançado em 2002, e arrecadou bons US$ 277 milhões mundialmente. O rapper Ice Cube substituiu Diesel em ‘Triplo X 2 – Estado de Emergência’, 2005, que arrecadou pardos US$ 70 milhões mundialmente.

No primeiro filme, o fora-da-lei e campeão de esportes radicais Xander precisa passar, forçadamente, por uma série de testes do governo para se tornar seu novo agente secreto, isso tudo porque o “chefão do mal” já sabe quem é quem dentro da agência.

Saem as primeiras críticas a ‘Doutor Estranho’; Confira!

Doutor Estranho‘ foi exibido para a imprensa nesta quarta-feira, 19, e as primeiras reações dos críticos já estão na internet.

As críticas completas só serão lançadas à partir de 23 de outubro, quando cai o embargo.

Confira as reações críticas:

#DoctorStrange is SPELLBINDING! Hot movie! Great performances especially Cumberbatch as Strange, storytelling, & incredible visual effects!👍

— Umberto Gonzalez (@elmayimbe) October 20, 2016

Doutor Estranho é fascinante! Filme quente! Grandes atuações, especialmente Cumberbatch como o Strange, ótima história e incríveis efeitos visuais!”

Doutor Estranho traz muita diversão enquanto assistimos Cumberbatch sendo um idiota americano. Além disso, parece um pouco com uma viagem de ácido. Veja no estômago vazio.”

“Sim, eu amei Doutor Estranho. Vocês não estão preparados para ver como insano e psicodélico o filme é.”

“Eu gostei de Doutor Estranho. O filme da Marvel mais auto-suficiente em um bom tempo. Visuais divertidos. Quase me senti em um reboot do primeiro Homem de Ferro.”

“As sequências de ação são diferentes de tudo Marvel já fez. Há tanta ferocidade giratória, frenética e nerd, eu as adorei.”

“Com efeitos visuais loucos (coisas insanas como você nunca viu antes), é pura diversão. Um pouco clichê, mas muito sólido.”

“Eu não colocaria Doutor Estranho no TOP 5 melhores filmes da Marvel, mas é um filme divertido e com grandes ideias, tem um CGI lindo e sequências de ação originais”.

Doutor Estranho‘ segue a história do neurocirurgião Doutor Stephen Strange que, após um acidente de carro horrível, descobre o mundo oculto da magia e dimensões alternativas.

O filme é estrelado por Benedict Cumberbatch (‘Aliança do Crime’), Chiwetel Ejiofor (‘Perdido em Marte’), Rachel McAdams (‘Meninas Malvadas’), Michael Stuhlbarg (‘Steve Jobs’), Mads Mikkelsen (‘007 – Cassino Royale’) e a vencedora do Oscar Tilda Swinton (‘O Grande Hotel Budapeste’).

Dirigido por Scott Derrickson (‘A Entidade’).

Ouça a trilha sonora dos créditos finais de ‘Doutor Estranho’

A Marvel agendou a data de estreia de ‘Doutor Estranho’ no Brasil para 3 de Novembro de 2016.

 

Trailer e clipe do suspense com zumbis ‘A Menina Que Tinha Dons’

Foi divulgado um novo clipe e o trailer legendado da adaptação do livro ‘A Menina Que Tinha Dons‘ (The Girl With All The Gifts), escrito pelo britânico M. R. Carey – responsável por algumas das mais elogiadas histórias dos ‘X-Men‘ e do ‘Quarteto Fantástico‘.

Dirigido por Colm McCarthy (‘Peaky Blinders’), o suspense companha a história de Melanie, uma menina superdotada que faz parte de um grupo de crianças portadoras de um vírus que se espalhou pela Terra e que são a única esperança de reverter os efeitos dessa terrível praga sobre a humanidade.

Assista:

O elenco conta com Glenn Close (‘Guardiões da Galáxia’), Gemma Arterton (‘João e Maria: Caçadores de Bruxas’) e Sennia Nanua. meninaquetinhadons_7

Conheça o elogiadíssimo terror ‘Sob a Sombra’

Sob a Sombra‘ (Under the Shadow), filme de terror iraniano dirigido por Babak Anvari, foi exibido durante o Festival Toronto After Dark e conquistou os críticos, sendo eleito um dos melhores filmes de terror do ano.

O terror virou a nova sensação entre os críticos de cinema norte-americanos, e está fazendo sucesso nos Festivais de Cinema pelo mundo.

Assista ao trailer:

Nos anos 1980 no Teerã, durante a guerra Irã-Iraque, mãe e filha tentam sobreviver em meio a explosões de bombas e mísseis. Com o passar do tempo, o conflito é intensificado e mãe se torna obcecada pela ideia de que sua filha está possuída por espíritos malignos chamados Djinn.

Narges Rashidi, Avin Manshadi, Bobby Naderi, Ray Haratian e Arash Marandi estrelam. O filme não tem previsão de estreia no Brasil.

Gal Gadot e Lynda Carter no evento que tornou a ‘Mulher-Maravilha’ embaixadora da ONU

Aconteceu agora há pouco na sede da ONU, nos EUA, o evento que tornou a ‘Mulher-Maravilha‘ embaixadora das Organizações das Nações Unidas.

Estiveram presentes: Gal Gadot, Lynda Carter e Patty Jenkins, diretora do longa solo da heroína para o Universo Marvel de Cinema.

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A personagem foi oficialmente nomeada embaixadora da ONU durante uma cerimônia que contou com a presença da presidente da DC Entertainment, Diane Nelson e da atriz Lynda Carter, que interpretou a Mulher-Maravilha na série de TV dos anos 70.

Na comemoração aos 75 anos da ‘Mulher-Maravilha‘, a revista Variety conversou com Michael Wilkinson, figurinista da produção, para que ele comentasse sobre como foi reinventar a heroína, tanto ao passar das décadas, quanto de ‘Batman V Superman‘ para o longa solo, já que ela fez sua primeira aparição renovada ao lado dos clássicos heróis da DC.

Fizemos muita pesquisa para cada um deles. Era importante incluir os elementos clássicos, mas conseguir fazê-los parecer reais e autênticos – a águia no peito, os motivos de WW pela fantasia, a tiara e a estrela. Criamos nossa própria linguagem, que tem a ver com arquitetura, roupas de soldados, figurinos civis.

A estreia do novo filme da personagem acontece em 2 de junho de 2017.

Gal Gadot fala sobre a bissexualidade da ‘Mulher-Maravilha’ 

Saiba com qual vilão a Mulher-Maravilha vai lutar em ‘Batman vs Superman’ 

Conheça a história de origem da Mulher-Maravilha em ‘Batman v Superman’

Chris Pine (franquia Star Trek) será Steve Trevor.

A direção ficará a cargo de Patty Jenkins, que dirigiu ‘Monster: Desejo Assassino’ e episódios das séries ‘The Killing’ e ‘Entourage’. Ela substitui Michele MacLaren (‘Game of Thrones’, ‘Breaking Bad’), que deixou o cargo por diferenças criativas com o estúdio.