‘Mais Que Amigos‘, a primeira comédia romântica sobre gays produzida por um grande estúdio, já está disponível no Prime Video Brasil.
O longa-metragem, estrelado por Billy Eichner e Luke Macfarlane, foi lançado na plataforma de streaminghoje,19 de agosto.
Relembre o trailer:
Na trama, um curador de um museu de Nova York é contratado para escrever uma comédia romântica sobre um casal gay. Ao longo do caminho, ele conhece um advogado machista.
Apesar de ter fracassado nas bilheterias, o longa-metragem fez grande sucesso entre a crítica mundial, conquistando 89% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O longa indicado ao Oscar chega à plataforma de streaming amanhã, 29 de janeiro.
Confira o novo trailer:
HOMEM-ARANHA: ATRAVÉS DO ARANHAVERSO tem Miles Morales de volta para o próximo capítulo da saga vencedora do Oscar®. Depois de se reunir com Gwen Stacy, o amigão da vizinhança e protetor em tempo integral do Brooklyn é catapultado através do Multiverso, onde ele encontra um time de Pessoas-Aranha que precisam proteger a própria existência. Quando os heróis não conseguem se unir para lidar com uma nova ameaça, Miles se vê dividido e precisa redefinir o que significa ser um herói para que ele consiga salvar as pessoas que mais ama.
Kemp Powers e Justin K. Thompson entram como diretores.
Vale lembrar que ChrisLord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.
Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.
Em agosto do ano passado, foi revelado que James Spader iria reprisar seu papel como o vilanesco Ultron em ‘Visão’, nova série derivada da aclamada ‘WandaVision’.
Agora, segundo o famoso jornalista Daniel Richtman, o personagem não fará sua última aparição no spin-off, visto que a ideia é incluí-lo em outros projetos do Universo Cinemático Marvel.
Segundo o insider, a Marvel Studios“tem planos para Ultron retornar a vários projetos após ‘Visão’“.
Obviamente, detalhes sobre esses planos não foram revelados – e, como nada foi oficialmente confirmado, trate as informações como rumor.
Vale lembrar que, segundo o CBM, a trama da série irá girar em torno do antigo Vingador encontrando versões “humanas” das IAs do Universo Cinemático Marvel.
O consórcio de imprensa aponta que não tem “ideia de como isso irá acontecer; a série pode se passar na mente do androide, ou podemos vê-lo construir corpos semelhantes aos humanos para todos. De qualquer forma, é uma premissa intrigante”.
Vale lembrar que, recentemente, Emily Hampshire (‘Schitt’s Creek’) foi confirmada no elenco da série.
A atriz interpretará a sofisticada inteligência artificial E.D.I.T.H. (Even Dead, I’m The Hero; Até Mesmo Morto, Sou o Herói, em tradução livre), sistema de segurança e defesa criado por Tony Stark.
No MCU, a E.D.I.T.H. foi originalmente criada por Stark e deixa com Peter Parker após a morte deste. Ela fornece acesso à rede global de satélites das Indústrias Stark, juntamente com um arsenal de mísseis e drones.
O projeto está sendo descrito como “a terceira parte de uma trilogia que começou com WandaVision e continuou em Agatha All Along”.
A série passou por uma reformulação, com Terry Matalas (produtor executivo de ‘Star Trek: Picard’) assumindo como showrunner.
Além de Paul Bettany como o Synthezóide titular, James Spader está cotado para reprisar o papel de Ultron (ainda não se sabe se em forma robótica ou humana). O elenco também conta com T’Nia Miller, Faran Tahir, Todd Stashwick e Ruaridh Mollica.
A trama da nova série deve se passar após os eventos de ‘WandaVision’ e acompanhará Visão em sua jornada para recuperar a memória e a humanidade.
A série tem previsão de estreia no Disney+ no próximo ano.
Edgar Wright pode até ter uma carreira irregular no cinema, mas certamente já deixou sua marca como um dos realizadores mais conhecidos da contemporaneidade. Conhecido por seu estilo frenético e dinâmico e por uma edição igualmente explosiva marcada pelo uso de panorâmicas-chicote e transições, o realizador é responsável por títulos como o impecável ‘Scott Pilgrim contra o Mundo’, o envolvente ‘Em Ritmo de Fuga’ e o subestimado ‘Noite Passada em Soho’. Agora, Wright está de volta ao show business com o lançamento do antecipado remake de ‘O Sobrevivente’, que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 20 de novembro.
O longa, inspirado no clássico romance homônimo de Stephen King e no filme estrelado por Arnold Schwarzenegger em 1987, nos leva para um futuro distópico em que uma sociedade em frangalhos é forçada à humilhação pública para sobreviver enquanto os ricos se deleitam em um poder inalcançável. Lidando com um temperamento perigoso para comprar remédios para sua filha doente, o impetuoso Ben Richards (Glen Powell) contraria os próprios instintos e se inscreve num mortal reality show chamado The Running Man – onde, competindo ao lado de outras duas pessoas, deve se esconder por 30 dias de uma perigosa milícia cujo objetivo é caçá-los e eliminá-los. Caso algum dos competidores sobreviva até o final, será recompensado com o valor de 1 bilhão de novos dólares, saindo da pobreza e ascendendo a uma condição social muito melhor.
Porém, as coisas, que já não soam fáceis, se veem acompanhadas de uma artimanha para não apenas garantir a eliminação de todos os participantes do reality, mas impedir que uma dura e opressiva verdade venha à tona, colocando em xeque o monopólio aparentemente indestrutível do magnata da mídia Dan Killian (Josh Brolin, produtor do Running Man. Ben, após perceber que cada selecionado está fadado ao fracasso e a se tornar mais um pária para fins de um cruel e sangrento espetáculo, se torna inadvertidamente um símbolo que luta contra o inescapável abismo social em que ele e tantos outros se encontram, enfrentando o status quo enquanto luta pela própria sobrevivência.
Wright não é nenhum estranho a filmes de ação, como bem sabemos, e consegue criar ótimas coreografias de luta e de perseguição que trazem ritmo e dinamismo a uma história um tanto quanto familiar e óbvia. Afinal, desde o início dos anos 2010, o gênero distópico passou por uma revitalização e uma repopularização que levou incontáveis narrativas ao cinema e à televisão, focando em temas sociopolíticos e trazendo como pano de fundo a queda da civilização moderna e a ascensão de regimes ditatoriais e autoritários. ‘O Sobrevivente’, cuja primeira versão está em vias de completar quarenta anos, não foge muito dos escopos que imaginaríamos encontrar aqui e, por essa razão, posa como um bom entretenimento.
O diretor encontra sucesso em focar no talento e no carisma de seu elenco, que traz Powell como carro-chefe. O astro, que ganhou popularidade por produções como ‘Todos Menos Você’, ‘Twisters’ e ‘Assassino por Acaso’, usa e abusa de seu inato magnetismo para nos guiar por essa insana e sangrenta jornada, buscando certos elementos jocosos de trabalhos anteriores para incrustar a terrível backstory de Ben – que faz o que faz para garantir uma vida melhor para a filha e para a esposa. Brolin, emergindo como o antagonista principal, também brilha ao demonstrar sua afeição por papéis vilanescos e construir um emblema noventista que enche as telonas com uma boa performance.
Colman Domingo, Michael Cera, Emilia Jones e William H. Macy também compõe o estelar time de atores que desponta nas telonas e que, através de rendições comprometidas e práticas, ofuscam os deslizes. Se Wright acerta nos quesitos técnicos, ele faz isso em detrimento de modernizar o roteiro, coassinado com Michael Bacall. É claro que, comparado ao longa original, o remake se mostra muito mais bem arquitetado e polido – mas isso não quer dizer que esteja livre de equívocos. A condução narrativa é óbvia desde os primeiros segundos, destrinchando-se em uma fórmula atrás da outra para calcar mensagens simplistas sobre temas que ainda merecem discussão mesmo décadas depois do lançamento do romance de King. Porém, o exagero proposital e as metáforas clichês e autoconscientes sobre massificação e controle transformam esse convite ao debate em mais do mesmo.
A nova versão de ‘O Sobrevivente’ é mais instigante e melhor que a estrelada por Schwarzenegger e posa como mais uma boa adaptação dos escritos de King. Se conseguirmos deixar os múltiplos obstáculos e as constantes obviedades de lado, o vindouro filme de Edgar Wright cumpre com o que promete: divertir – mesmo não conseguindo justificar a própria existência.
A AMCdivulgou recentemente o trailer da 3ª temporada de ‘Entrevista com o Vampiro‘, intitulada ‘O Vampiro Lestat‘– que inclusive conta com um cover inédito de “Dancing With Myself”, clássica canção assinada por Billy Idol.
Agora, foi divulgada em todas as plataformas de streaming a versão na íntegra da canção, performada por Sam Reid.
Na terceira temporada, o Vampiro Lestat (Reid) conta sua história de uma forma que só ele sabe fazer — formando uma banda e saindo em turnê. Gabrielle, Nicholas, Magnus, Marius, Aqueles Que Devem Ser Preservados. Eles se juntam a Louis, Armand, Molloy, Sam, Raglan e Fareed em uma peregrinação sensual através do espaço, do tempo e do trauma.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 7 de junho.
A adaptação contemporânea do romance gótico de de Anne Rice acompanha a história de amor e imortalidade de Louis de Pointe du Lac (Jacob Anderson), Lestat de Lioncourt (Sam Reid) e Claudia (Delainey Hayles), contada ao jornalista Daniel Molloy (Eric Bogosian).
Durante sua passagem na D23, o diretor J.J. Abrams revelou que nem todos os fãs ficarão satisfeitos com a trama de ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’.
Após suas declarações, o diretor foi questionado pela Marvelous TV se as críticas do público aos novos filmes da saga o incomodam, ao que ele respondeu:
“Você precisa ser grato por eles [os fãs], porque eu não quero trabalhar em algo que ninguém se importa. Você precisa entender que eles têm suas opiniões e, é claro, deve valorizá-las. Você nunca vai agradar a todos, precisa saber disso e apenas fazer o melhor que puder. Não sou nada além de agradecido pelos fãs. Mal posso esperar para ver suas reações ao filme.”
Confira a entrevista:
E você, concorda com Abrams?
‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘ chega aos cinema nacionais me 19 de dezembro
Assista ao trailer:
Dirigido por J.J. Abrams, o novo filme trará o desfecho da nova trilogia.
Os sobreviventes da Resistência enfrentam a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker.
Durante uma entrevista para a Vanity Fair, Dan Wilson, produtor de ‘Venom: Tempo de Carnificina‘, disse que o diretor Andy Serkis já tem tudo planejado para a retomada da produção e está adiantando algumas ideias remotamente.
No entanto, Wilson admitiu que ainda não há previsão para o retorno das gravações devido às incertezas em relação à pandemia do Coronavírus.
O cineasta disse que a produção requer um grande número de pessoas no set, por isso é inviável retomar as atividades, por enquanto.
“Andy [Serkis] é um gênio e está elevando a sequência a um nível que nem eu esperava. Eles já me mostrou algumas ideias e estou muito animado. Só não sabemos quando voltaremos ao trabalho porque ninguém quer entrar em um ambiente que seja arriscado e isso também vale para os membros da nossa equipe. Estamos muito apreensivos, mas isso é natural e compreensível.”
Por enquanto, ainda não há muitos detalhes sobre a trama, mas o jornalista Daniel Richtman, cujas informações sobre os bastidores da Marvel tem sido bastante precisas, afirma que Tom Holland está em negociações para participar da sequência.
Apesar de não ter sido confirmada, a informação faz sentido, considerando que os fãs têm especulado sobre a introdução do amigão da vizinhança na franquia do anti-herói desde que o acordo entre a Sony e a Marvel Studios foi renovado com novas cláusulas.
Mesmo assim, vale lembrar que ambos os estúdios não se pronunciaram sobre a notícia, então considere como rumor.
Lembrando que a estreia de ‘Venom: Tempo de Carnificina‘ acontece em 24 de junho de 2021, oito meses depois da data original (02 de outubro de 2020).
Confira o teaser nacional:
A sequência trará de volta Tom Hardy e Michelle Williams como Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente. Woody Harrelson irá retornar como Carnificina, enquanto Naomie Harris viverá a vilã Shriek.
Introduzida em 1993 nos quadrinhos, Shriek é a amante de Carnificina e é descrita como uma supervilã insana com habilidades psíquicas e poderes de manipulação de sons que a transformam na nêmese de qualquer simbionte. Ela apareceu primeiro como uma das pacientes no Instituto Mental de Ravencroft, sendo libertada por Carnificina durante a própria fuga.
A CW divulgou o teaser oficial do 7º episódio da 2ª temporada de ‘Batwoman‘, que vai ao ar em 14 de março.
Intitulado ‘It’s Best You Stop Digging‘, o episódio vai mostrar Ryan Wilder (Javicia Leslie) buscando vingança pela morte de sua mãe adotiva, assassinada por Alice (Rachel Skarsten) e sua gangue do ‘País das Maravilhas’.
A trama vai pôr em prova se Wilder será capaz de cumprir o código de conduta do Batman ou se vai ceder à vontade de matar sua inimiga.
Confira o teaser:
No novo ano, Javicia Leslie dá vida a Ryan Wilder, uma mulher de 20 e poucos anos que está prestes a se tornar a Batwoman.
A personagem é descrita como “simpática, brincalhona e indomável. Ela não é nada como a Kate Kane, a mulher que usava o traje anteriormente. Sem alguém especial em sua vida, Ryan passou anos usando drogas, mascarando sua dor com hábitos ruins. Uma garota que roubaria leite de um gato de rua também é capaz de matar com suas próprias mãos, Ryan é o tipo mais perigoso de lutadora: altamente treinada e indisciplinada. Lésbica assumida. Atlética. E definitivamente não é o seu estereótipo de heroína”.
No Brasil, a série é exibida pela Warner Channel.
O elenco também conta com Meagan Tandy, Dougray Scott, Elizabeth Anweis, Camrus Johnson, Rachel Skarsten, Nicole Kang eGabriel Mann.
Desta vez, o vilão aparece mais bizarro do que nunca, com sobrancelhas pintadas no rosto, junto uma lágrima e um batom borrado em contraste ao sorriso metálico e correntes por cima do pescoço.
Confira:
Desde o anúncio oficial de que ‘Liga da Justiça‘ ganharia o Snyder Cut, Ayer tem verbalizado o seu descontentamento com a versão do seu filme lançada nos cinemas, afirmando que o projeto final não corresponderia à sua ideia original.
Há alguns dias, ele divulgou outra imagem do ator caracterizado com o Palhaço do Crime e disse que:
O longa foi duramente criticado pela falta de ritmo e de identidade, apesar do estilo explosivo da condução. Em entrevista ao CinemaBlend, o editor Kevin Hickman se abriu sobre o projeto e revelou de que forma os executivos do estúdio mudaram totalmente a visão que Ayer tinha para a obra.
“O filme que rodamos para ‘Esquadrão Suicida’ estava um milhão de vezes melhor – e era um grande filme de elenco que tinha inúmeros outros personagens que seriam introduzidos e através dos quais explicaríamos a camaradagem criada entre todos eles. Então, ‘Esquadrão Suicida’ era um desafio, porque tínhamos tantos personagens que, em dado momento, mostramos para o estúdio e eles queriam levar as coisas numa direção diferente. [A Warner Bros.] queria que a origem dos personagens acontecesse no início e inserir um nível de comédia no longa”.
Anteriormente, Ayer conversou com a EW e voltou a falar sobre o seu desejo pelo lançamento do seu corte original, alegando que sua visão original era muito diferente do que o resultado final que vimos nos cinemas.
“Acredito que os estúdios agora percebem que podem existir versões oficiais e alternativas, e os fãs querem assisti-las. Eles amam os personagens e querem passar mais tempo com eles. As pessoas estão bem mais interessadas em como os filmes são feitos e querem fazer parte dessa jornada. Há espaço para coisas diferentes, versões diferentes, para serem compartilhadas com o público. Acredito que isso ajuda a reforçar nossa conexão com a comunidade. Mas devo dar o crédito para a Warner Bros. por apoiar o Zack [Snyder] e ter a coragem para explorar isso.”
Ele completa, “Eu entendo que faz parte dos negócios, mas é frustrante porque eu realmente fiz um drama profundo e a minha versão foi destruída, pois eles tentaram transformar o filme em um ‘Deadpool’ – o que não era para ser. Então, eu acabo sendo culpado, pois o meu nome está lá. Apesar de não representar o que eu realmente fiz, eu tenho que enfrentar a munição dos críticos e ser um bom soldado. Eu fiz um filme incrível, que acabou assustando os executivos.”
Infelizmente, a presidente e CEO da WarnerMedia, Ann Sarnoff, revelou que eles não pretendem lançar o Ayer Cut.
Uma fan page do Twitter dedicada a novidades da franquia ‘Avatar‘ revelou que a atriz Rainbow Dickerson foi escalada para a série live-action de ‘A Lenda de Aang‘ produzida pela Netflix.
Uma curiosidade interessante é que Dickerson e Tarbell já haviam interpretado mãe e filha no filme ‘Beans – A Pequena Guerreira‘, lançado em 2020.
Confira a publicação:
“Rainbow Dickerson foi escalada como Kya (mãe de Sokka e Katara) na série live-action de ‘Avatar: A Lenda de Aang‘! Ela é uma indígena Rappahannock & Thai e é mais conhecida pelo filme ‘Beans – A Pequena Guerreira‘ (2020), no qual ela também interpretou a mãe de Kiawentiio (Katara)!”
Rainbow Dickerson has been cast as Kya (Sokka and Katara’s mom) in the live-action Avatar: The Last Airbender series!
She’s Indigenous Rappahannock & Thai and is best known for the film Beans (2020), where she actually played Kiawentiio (Katara)’s mom as well! pic.twitter.com/NKd1WvE4R4
Anteriormente, Daniel Dae Kim, intérprete do Senhor do Fogo Ozai, compartilhou uma imagem mostrando seu treinamento junto com o protagonista Gordon Cormier.
Na legenda, ele escreveu:
“Inimigos mortais na câmera, amigos de treinamento. Feliz por treinar com você a qualquer momento, Gordon!”
Mortal enemies on camera, practice buddies off.
Happy to train with you anytime, Gordon! https://t.co/geoKOMFh0X
No ano passado, o roteirista e showrunner Albert Kim explicou ao Comicbook porque se interessou em adaptar a animação para a TV.
Kim disse que ficou viciado na animação quando sua filha insistiu que ele assistisse durante a exibição original na Nickelodeon.
Desde aquela época, ele sentiu que o desenho tinha potencial de se tornar uma grande produção em live-action.
Além disso, ele percebeu que poderia contar histórias que estavam nas entrelinhas do material original, respondendo perguntas que permaneceram na mente dos fãs após o fim da animação.
“15 anos depois da transmissão original da animação, eu fui pego de surpresa quando a Netflix me ofereceu a oportunidade de desenvolver a série live-action. Meu primeiro pensamento foi: ‘Por quê? O que eu poderia acrescentar à história? Se não está quebrado, o que há para consertar?”
Ele continuou:
“Enquanto eu pensava nisso, percebei que havia coisas importantes a descobrir, e uma versão live-action estabeleceria um novo referencial em representação, além de atrair uma nova geração de fãs. Esta foi uma chance de mostrar os personagens asiáticos e indígenas como pessoas vivas que respiram.”
Por fim, Kim deixou claro que irá respeitar o material original.
“Estaremos expandindo este universo e haverá muitas surpresas para os antigos e novos fãs. Mas, durante todo esse processo, nossa palavra de ordem tem sido ‘autenticidade’. Para a história, para os personagens, e principalmente para as influências culturais presentes no material original. Autenticidade é o que nos faz continuar, tanto na frente das câmeras quanto atrás dela, e é por isso que montamos uma equipe nunca vista antes – um grupo de talentosos e apaixonados artistas que trabalham sem parar para dar vida a este mundo rico e incrivelmente belo.”
O 1º episódio de ‘Avatar: A Lenda de Aang‘ foi exibido na Nickelodeon em 2005 e, mesmo quase duas décadas mais tarde, a animação continua extremamente popular.
Lembrando que a trama da animação é ambientada num mundo parecido com o nosso, no qual as pessoas podem manipular os elementos da Terra, da Água, do Fogo e do Ar (conhecidos como dobradores) e, durante muito tempo, viveram em paz em suas próprias regiões – até uma delas dar início a uma guerra. Um desses dobradores, conhecido como Avatar, era o único que poderia impedir o conflito, mas desapareceu pouco depois e retornou 100 anos no corpo de Aang.
Além de ser uma queridinha do público, ‘Avatar: A Lenda de Aang’ levou para casa diversas estatuetas do Emmy e diversos Annie Awards por sua competente história e seu design. Em 2010, ganhou uma versão em live-action dirigida por M. Night Shyamalan que, apesar de ter feito quase US$320 milhões nas bilheterias, foi um fracasso de crítica devido à narrativa absurda e à superficialidade de seus temas.
Depois que James Gunn foi contratado como presidente da DC, o cineasta vem recebendo diversas críticas de fãs revoltados pelo simples fato dele ter trabalhado na Marvel Studios.
Como o público já sabe, ele é o responsável pela trilogia dos ‘Guardiões da Galáxia’, que terá seu próximo filme lançado em 04 de maio.
Em seu perfil do Instagram, Gunn recebeu um comentário hostil, no qual um usuário insatisfeito com sua contratação disse:
“O pior negócio que a DC poderia fazer era contratar alguém que promovesse a competição. Inacreditável, agora você pode imaginar como serão os filmes deles??? Acho que é um desastre.”
A referida competição mencionada pelo usuário seria o fato de Gunn promover seus projetos da DC ao mesmo tempo em que promove o lançamento de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’.
Em resposta, Gunn rebateu:
“A última coisa que a DC gostaria é de alguém que passasse os últimos 12 anos de sua vida criando uma série de filmes e depois virasse as costas para seu último filme. Eu não fui contratado na DC sem que todos a bordo fossem muito claros e me apoiassem desde o início e continuamente durante este processo.”
Confira:
E aí, qual é sua opinião sobre a contratação de Gunn pela DC?
De acordo com o BoxOffice Pro, a sequência ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ deve se tornar a maior estreia da franquia nas bilheterias norte-americanas.
Projeções iniciais indicam que o novo capítulo deve registrar uma estreia em torno de US$ 120-155 milhões, tendo grandes chances de superar o lançamento de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2‘, que arrecadou US$ 146.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.
Vale destacar que as projeções iniciais são geralmente “cautelosas” em suas estimativas. Para termos de comparação, as projeções iniciais de ‘Pânico VI‘ (US$44.4M) e ‘John Wick 4‘ (US$73.8M) apontavam estreias em torno de US$ 24-33 milhões e US$ 44-53 milhões, respectivamente. Ambos filmes registraram números muito maiores, quebrando recordes em suas respectivas franquias.
A expectativa é que as projeções aumentem gradativamente com o passar das semanas, quando o marketing estiver mais forte na intenção de chamar a atenção dos espectadores.
Confira o trailer:
“Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.”
De acordo com o Comic Book, ‘Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘ ganhou classificação indicativa PG-13 (para maiores de 12 anos no Brasil).
O motivo é devido a “intensas sequências de violência e linguagem inapropriada e e cenas de suicídio”.
A classificação é a mesma do filme anterior, mas o diretorZack Snyder já afirmou que está trabalhando em uma versão estendida dos filmes, que terão uma classificação R (+16 nos Estados Unidos) devido a conteúdos sexuais mais intensos e explícitos, bem como tons mais violentos.
Lembrando que ‘Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘ já foi filmado e será lançado na Netflix no dia 19 de abril de 2024.
‘Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘ dá continuidade à épica saga de Kora e dos guerreiros sobreviventes. Ao lado do corajoso povo de Veldt, eles estão prestes a sacrificar o que for preciso para defender o vilarejo que se tornou lar de quem perdeu tudo e todos na luta contra o Mundo Mãe. Às vésperas da batalha, cada um deles precisa encarar as verdades sobre o próprio passado e os motivos que os levaram a lutar. Com o Reino disposto a aniquilar os rebeldes a qualquer custo, laços são formados, heróis emergem e lendas nascem.
Confira o trailer:
Confira a nossa crítica em vídeo, feita pela jornalista Rafaela Gomes:
O astro e agora diretor Michael B. Jordan revelou em entrevista ao Good Morning America que quer continuar a dirigir filmes após sua estreia na direção de ‘Creed III‘ (via ComicBook).
“Eu preciso”, disse Jordan quando perguntado se ele gostaria de dirigir um longa novamente. “Todas as lições que aprendi nesta primeira tentativa, quero voltar e fazer de novo. Eu meio que amo isso.”
Jordan também falou sobre seu aspecto favorito em dirigir um filme, bem como as dificuldades de dirigir e estrelar ao mesmo tempo.
“Acho que, como ator, você sempre faz parte da visão de outra pessoa e está tentando ser o melhor que pode com o melhor de sua capacidade”, disse ele. “Mas quando você tem uma visão em sua cabeça – e você pode vê-la claramente – fazer com que outras pessoas vejam exatamente a mesma coisa que você vê, acho que isso é realmente satisfatório.”
Ele acrescentou: “Ser capaz de preparar, treinar e se preparar para o próximo dia de filmagem – isso é provavelmente … o que foi mais difícil para mim.”
Lembrando que a sequência estreia em 03 de março de 2023.
Confira o trailer juntamente com os cartazes:
‘Creed: Nascido para Lutar‘ (2015) mostrou a jornada de Adonis (B. Jordan), filho de Apollo Creed, ao ser treinado por Rocky (Sylvester Stallone). A sequência foi lançada três anos depois, com Adonis enfrentando um antigo inimigo ligado ao passado de sua família.
Todos os filmes somados arrecadaram mais de US$ 387 milhões nas bilheterias mundiais e apresentaram a franquia Rocky para uma nova geração. O terceiro filme sobre Adonis Creed contará com os retornos de Tessa Thompson e Phylicia Rashad, além de B. Jordan, que desta vez também vai dirigir o título.
No entanto lado, Stallone já havia confirmado que não participaria da nova sequência. A novidade fica a cargo de Jonathan Majors (‘Loki’), que viverá o principal antagonista da trama.
“Bem, é diferente porque na verdade eu recusei. Não sei se havia espaço para mim. Leva em uma direção diferente. Desejo o melhor a eles, que continuem dando socos”, falou Sly.
Jason Statham recentemente abordou a estranheza de não ter Sylvester Stallone tão presente em ‘Os Mercenários 4‘, após o filme não ter tido uma recepção tão positiva.
Em entrevista ao Cinema Express, o ator expressou que “não parece certo” prosseguir com a franquia sem que Stallone seja uma das figuras-chave.
“Nesta história em particular, ele está ausente por motivos que não falamos, então temos que seguir sem ele”, disse Statham. “Há algo em não tê-lo por perto que não parece certo. Então, estamos tentando superar, o show tem que continuar, e estamos dar nosso melhor, mas os melhores dias são quando ele está no set.”
‘Os Mercenários 4‘ teve uma pré-estreia desastrosa nos Estados Unidos, arrecadando apenas US$ 750 mil em suas primeiras exibições.
As projeções iniciais indicavam que o longa-metragem poderia arrecadar entre US$ 15 milhões e US$ 17 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos, mas os números da pré-estreia indicam que a arrecadação pode ficar muito abaixo dessa estimativa.
No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o novo filme debutou com apenas 17% de aprovação, e uma nota média de 3.7/10.
Enquanto alguns críticos disseram que a sequência faz jus ao gênero e rende bons momentos de tiro, porra e bomba, outros argumentaram que a trama chega a ser lamentável e poderia muito bem ser lançada direto em vídeo.
Além disso, foi dito que o elenco veterano parece cansado, enquanto os estreantes não despertam o carisma necessário para manter a franquia viva.
Confira as análises:
“A régua já estava tão baixo, mas este filme consegue ser ainda pior.” – Little White Lies
“Uma ligeira melhoria em relação ao último filme, ‘Os Mercenários 4’ ainda funciona melhor como pôsteres de personagens do que como um filme que você realmente precisa assistir.” – Empire Magazine
“Em um cenário de filmes de ação que recentemente produziu grandes filmes como ‘John Wick 4’ e ‘Missão: Impossível 7’ somente neste ano, talvez seja a hora de ‘Os Mercenários’ se aposentarem para sempre.” – Next Best Picture
“Como uma comédia de filme de ação superviolenta, o longa tem seus méritos, sendo Stallone um deles, mesmo estando ausente a maior parte do tempo.” – Boston Herald.
“‘Os Mercenários 4’ leva a franquia ao seu limite, e esses limites, francamente, não vão muito longe.” – Polygon
“O filme não é surpreendente e não é especialmente ambicioso, mas é ágil o suficiente para superar a maioria de suas falhas.” – The Washington Post
Eles estão de volta e trouxeram reforço! O lendário grupo de mercenários liderado por Barney Ross (Stallone) tem uma nova missão explosiva: impedir o início da Terceira Guerra Mundial. Quando as coisas saem do controle, Christmas (Statham) e os novos membros da equipe (Fox, 50 Cent e Jaa) são recrutados para impedir que o pior aconteça. Prepare-se para perder o fôlego neste novo capítulo de uma das maiores franquias de ação da história!
O cineasta de animação John Musker, conhecido por clássicos da Disney como ‘A Pequena Sereia’ e ‘Aladdin’, expressou suas críticas à empresa por priorizar mensagens políticas em detrimento da história em seus filmes mais recentes.
Segundo a Variety, Musker defendeu que a prioridade deve ser o entretenimento, a criação de personagens envolventes e histórias cativantes, como nos clássicos da Disney. “Eu acho que eles precisam fazer uma correção de curso um pouco em termos de colocar a mensagem em segundo plano, atrás do entretenimento e uma história cativante e personagens envolventes”.
O diretor, que colaborou com Ron Clements em diversos filmes da Disney, incluindo ‘Moana’, reconhece a importância de abordar temas relevantes, mas ressalta que isso deve ser feito de forma natural, sem comprometer a qualidade da narrativa. “Os clássicos filmes da Disney não começaram tentando passar uma mensagem. Eles queriam que você se envolvesse com os personagens, a história e o mundo, e eu acho que isso ainda é o coração disso. Você não precisa excluir agendas, mas primeiro você tem que criar personagens com quem você se identifica e que sejam cativantes”.
Musker também comentou sobre a recepção mista de ‘A Princesa e o Sapo’, filme dirigido por ele e Ron Clements que apresentou a primeira princesa negra da Disney. “Nós não estávamos tentando ser politicamente corretos, embora eu entenda a crítica”.
O cineasta também teceu críticas aos remakes em live-action da Disney, questionando a estratégia de refazer histórias já conhecidas e amadas pelo público. “As empresas sempre pensam, ‘Como podemos reduzir nosso risco? Eles gostam disso, certo? Vamos apenas fazer de novo e vendê-lo para eles de uma forma diferente’. Ou eles pensam, ‘Bem, podemos melhorar'”.
Especificamente sobre o remake de ‘A Pequena Sereia’ de 2023, Musker critica a falta de ênfase na relação pai-filha, que ele considera um dos elementos centrais do filme original. “Eles não enfatizaram a história pai-filha, e isso era o coração do filme, de certa forma. E o caranguejo — você poderia olhar para animais vivos em um zoológico e eles têm mais expressão, como em ‘O Rei Leão'”.
“Isso é uma das coisas básicas sobre a Disney, é o apelo. É isso que a animação faz de melhor”, concluiu Musker.
Na trama somos apresentados à história de Ariel (Halle Bailey), filha caçula do Rei Tritão (Javier Bardem). Ariel é uma criatura bela e destemida, ávida por aventuras e pela exploração do mundo além-mar. Ao emergir à superfície, ela se encanta profundamente pelo corajoso Príncipe Eric (Jonah Hauer-King), após salvá-lo de um naufrágio. Contudo, para se aproximar do príncipe humano, Ariel busca a ajuda da malévola bruxa do mar, Úrsula (Melissa McCarthy).
O Festival de Sundance aconteceu recentemente e, embora seja um evento importante para o cinema independente, este ano o festival se mostrou mais tímido e com pouca repercussão.
Segundo a Variety, apesar do retorno de Donald Trump à presidência dos EUA, não houve manifestações contra o atual presidente. Os publicitários pediram aos jornalistas para evitarem perguntas sobre questões políticas, e as celebridades preferiram não se posicionar, deixando seus filmes falarem por si mesmas.
Para efeito de comparação, em 2017, durante a posse de Trump, a apresentadora Chelsea Handler liderou uma Marcha das Mulheres que reuniu 8.000 pessoas, incluindo Kristen Stewart e o fundador da Netflix, Reed Hastings, enquanto artistas como Mary J. Blige fizeram duras críticas ao presidente recém-empossado nas estreias de seus filmes.
Além disso, o festival deste ano teve poucos acordos de distribuição fechados.
Tradicionalmente, Sundance é uma plataforma onde várias produções independentes são adquiridas por grandes estúdios, mas, em 2025, o evento viu um número bem reduzido de contratos fechados.
Isso se deve, em grande parte, ao esfriamento do mercado e à queda nas vendas de ingressos, que fizeram os grandes estúdios ficarem mais cautelosos ao apostar em filmes que podem não agradar ao público em geral.
Empresas como Apple, Amazon e Netflix, que anteriormente impulsionavam o evento, se mostraram mais reservadas este ano.
Como resultado, nos primeiros cinco dias de festival, nenhum filme foi vendido, algo inédito até então. Isso aconteceu mesmo com muitos desses filmes contando com talentos como Benedict Cumberbatch (‘The Thing With Feathers’),Olivia Colman (‘Jimpa’) e Dev Patel (‘Rabbit Trap’).
‘As Aventuras de Cliff Booth’, o aguardado longa derivado centrado no enigmático personagem de Brad Pitt em ‘Era uma Vez em… Hollywood’, ganhou novidades empolgantes.
Segundo o World Of Reel, as produções do longa já começaram, com David Fincher e Pitt prontos para dar início às gravações em Los Angeles.
Com roteiro assinado por Quentin Tarantino, a história continua de onde ‘Era Uma Vez em… Hollywood’ parou, acompanhando Cliff Booth em sua nova fase como um “resolvedor de problemas” no coração de Hollywood.
We’re going to start seeing the streets of L.A. transform into a different decade once again.
Dwayne “The Rock” Johnson, que iniciou sua carreira nos cinemas como o icônico Escorpião Rei em ‘A Múmia Retorna’, comentou recentemente sobre a possibilidade de retornar à franquia em um eventual quarto filme.
Conforme o ComicBook, o astro afirmou estar totalmente aberto a revisitar o universo que o lançou ao estrelato.
“Ah, cara, eu não sei. Estou sempre aberto. Mas, para deixar claro, essa é a franquia do Brendan Fraser. Eu amo esse cara; ele é um dos meus maiores apoiadores e nos apoiamos mutuamente. Mas, se quiserem chamar o Rei Escorpião, eu conheço um cara que conhece um cara”, brincou o ator.
Ao refletir sobre o impacto do personagem em sua trajetória, The Rock foi enfático: “Eu certamente consideraria o retorno. Essa franquia mudou a minha vida. O Rei Escorpião foi meu primeiro papel no cinema, e me sinto honrado em reimaginar e entregar essa mitologia incrível a uma nova geração. Eu não teria a carreira que tive se não fosse por ele”.
De acordo com múltiplas fontes, acredita-se que Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett (‘Casamento Sangrento’, ‘Pânico’) assumirão a cadeira de diretores, enquanto David Coggeshall (‘Plano em Família’) ficará responsável pelo roteiro.
Sean Daniel, que já trabalhou nos outros filmes da franquia, está atado como produtor ao lado de William Sherak, James Vanderbilt e Paul Neinstein.
Mais detalhes não foram divulgados.
Lançado em 1999, ‘A Múmia’ nos levou de volta para a década de 1920 e acompanhou uma aspirante à arqueóloga e seu irmão que se unem a um aventureiro para encontrar um tesouro. Entretanto, nessa viagem milenar, o trio acaba ressuscitando uma múmia diabólica e vingativa que deseja transformar o planeta em um cenário de guerra.
Apesar das críticas mistas à época do lançamento, o filme dirigido por Stephen Sommerstransformou-se em um clássico cult que foi redescoberto e elogiado pela trama despojada e pelo trabalho do elenco – que incluiu Rachel Weisz, Arnold Vosloo, John Hannah e Oded Fehr. Arrecadando US$422,5 milhões ao redor do mundo, o sucesso financeiro deu origem a duas sequências diretas – ‘O Retorno da Múmia’ e ‘A Múmia: Tumba do Imperador Dragão’ – e uma pré-sequência intitulada ‘O Escorpião Rei’.
‘Coringa: Delírio a Dois’ está enfrentando críticas cada vez mais duras desde sua estreia no Festival de Veneza.
Agora, a nota do mais novo filme da DC no Rotten Tomatoes caiu para 47%.
O filme, que já gerava expectativas mistas devido à proposta de ser um musical R-rated, está recebendo uma recepção negativa generalizada, com muitos apontando problemas na execução.
Após o sucesso de ‘Coringa’, lançado em 2019, a sequência, também dirigida por Todd Phillips, não parece seguir o mesmo caminho de seu antecessor rumo à aclamação.
Desde seu anúncio, o longa foi alvo de críticas e opiniões mistas do público, com a ousada ideia de fazer um musical não sendo bem recebida por grande parte dos fãs do primeiro filme.
‘Coringa: Delírio a Dois’ pode enfrentar sérios problemas de bilheteria.
Segundo o Deadline, estima-se que o filme terá uma abertura de apenas US$ 55 milhões em seu primeiro final de semana. É uma grande queda em relação aos US$ 96 milhões de estreia atingidos por ‘Coringa’ em 2019.
Com as pré-vendas do filme atrás de longas como ‘The Flash’ e ‘As Marvels’, não se descarta a possibilidade de que o filme decepcione ainda mais em sua estreia, ficando abaixo dos US$ 50 milhões de bilheteira.
Em agosto, antes do filme ser exibido no Festival de Veneza, projetava-se uma abertura de US$ 100 milhões para o longa.
No entanto, as críticas parecem ter impactado o interesse do público, enquanto a recepção foi abaixo do esperado.
Além disso, parece que os fãs não devem criar expectativas sobre mais continuações no futuro, pelo menos não sob as mãos do mesmo diretor. Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Todd Phillips afirmou que não tem planos para um terceiro filme.
O diretor também descartou um spin-off da Arlequina, interpretada por Lady Gaga, afirmando que não deve trabalhar com a DC novamente.
“Não é o caminho que esse filme está tomando. Sinto que meu tempo no universo da DC foram esses dois filmes.”
Recentemente, no Festival de Veneza, Joaquin Phoenix também afirmou que não deseja voltar para o papel em um possível terceiro filme.
O ator citou sua idade como o grande motivo para recusar uma sequência.
“Não vou falar sobre os detalhes da dieta, mas desta vez me senti um pouco mais complicado porque havia muitos ensaios de dança que estávamos fazendo, o que não aconteceu da última vez. Agora estou com 49 anos, provavelmente não deveria fazer isso de novo. Provavelmente é o fim para mim”, afirmou o ator.
‘Coringa: Delírio a Dois’ chega neste final de semana aos cinemas de todo o mundo – trazendo ninguém menos que os vencedores do Oscar Joaquin Phoenix e Lady Gaga como Arthur Fleck/Coringa e Lee Quinzel/Arlequina, respectivamente.
Após sua primeira exibição no Festival de Veneza, tornou-se um consenso de que o final do filme irá dividir o público – e o próprio diretor Todd Phillips tem plena consciência de que isso irá acontecer.
“Para as pessoas que assistiram a esse filme, no geral… No final, elas ficam sentadas e não se mexem durante três a cinco minutos”, ele revelou ao Slash Film. “Então, elas me mandam mensagem, aquelas que me conhecem, ou me mandam e-mail escrevendo: ‘eu preciso de um tempo para processar o filme”.
Phillips continua: “acho que vai deixar você bem desconfortável. Acho que é desconfortável”.
Por fim, o cineasta disse que a sequência “esclarece várias coisas sobre as quais você se perguntava no primeiro filme. Espero que todas sejam respondidas”.
Na trama, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.
Confira as principais críticas:
“É surpreendentemente monótono, um procedimento sem sentido que parece desdenhar seu público.”, Vanity Fair.
“O desfecho atinge batidas de história que deveriam encerrar o primeiro ato. O filme também oscila entre gêneros. É um musical, um filme de prisão e, principalmente, um drama de tribunal.”, Irish Times
“Coringa: Folie à Deux é o filme de Arthur, e Arthur simplesmente não é tão interessante, apesar do esforço que Phoenix faz para retratar o personagem com detalhes mentais extremamente angustiados e físicos de peito afundado.”, Vulture.
“Isso levanta a questão: por que Phillips está tão relutante em aceitar que o filme é um musical? Por que não adicionar um pouco mais de cor, algum floreio ao design de produção?”, Hannah Forte.
“Coringa: Delírio a Dois pode ser ambicioso e superficialmente ultrajante, mas, de certa forma, é uma sequência excessivamente cautelosa.”, Variety.
“Apesar de seu personagem principal fascinante e complexo, o filme é, no fim das contas, monótono e lento, não nos levando a lugar nenhum, lentamente.”, London Evening.
“Phillips e cia. voltaram ao mundo autocontido, sacudiram todo o conteúdo no carpete e… tentaram de novo. O resultado? Bagunçado, sem vida, derivado e exatamente o que você esperaria de um filme que simplesmente não quer, ou precisa, existir.”, Times.
“Embora acabe tão estridente, trabalhoso e muitas vezes completamente tedioso quanto o primeiro filme, há uma melhoria.”, The Guardian.
“No geral, Folie à Deux é tão ousado e perturbador quanto seu antecessor, replicando a ideia das cidades americanas modernas como barris de pólvora aterrorizantes perpetuamente à beira da explosão.”, Independent.
“É um filme triste, pensativo e impressionantemente estranho que usa a teatralidade dos musicais para minar as ambições de seu herói em vez de elevá-las.”, The Wrap.
“Enquanto o Coringa original continua sendo uma exceção impressionante — um raro sucesso de bilheteria com nuances emocionais, temas adultos e um genuíno senso de grandeza — esta sequência não consegue manter o ritmo.”, International Screen
“Coringa ainda tem um truque na manga — até mesmo um subtexto sério. O melhor momento vem no final de uma cena incendiária…”, Financial Times.
“Folie à Deux não consegue igualar seu antecessor em termos de impacto estonteante. Mas iguala em tensão horrível de barril de pólvora: é um filme que você sente que pode explodir em chamas a qualquer momento.”, Daily Telegraph.
“Folie à Deux simplesmente dança sapateado no mesmo lugar durante a maior parte de sua execução apática, encadeando uma série de números musicais decepcionantes que são muito óbvios… ou muito vagamente relacionados aos seus personagens para expressar qualquer coisa.”, indiewire
Lembrando que a sequência estreará nos cinemas nacionais no dia 4 de outubro.
E eis que finalmente ‘The Flash‘, série da CW, pode chegar ao fim antes do momento planejado. O atorJesse L. Martin deixará a série do velocista escarlate para assumir papel em ‘The Irrational‘, após interpretar Joe West desde início do show. Com a CW fazendo a temporada final com menos episódios.
Jesse L. Martin deve aparecer apenas esporadicamente na 9ª temporada, que estreia ainda esse ano. A CW, no entanto, não deve apostar no formato tradicional de 22 episódios para o encerramento, ajustando para menos episódios.
‘The Flash‘ acompanha Barry Allen (Grant Gustin), quem acorda com o poder de super velocidade após ser atingido por um raio. Com a nova habilidade, o garoto luta contra o crime na cidade. A oitava temporada da série estreou em 16 de novembro nos Estados Unidos.