O elenco conta comEthan Hawke, Denzel Washington, Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’), Hailey Bennett (‘O Protetor’), Vincent D’Onofrio (série ‘Demolidor’) e Matt Bomer (White Collar, Magic Mike).
Nic Pozzolatto, da série ‘The Killing’ e ‘True Detective’, é o roteirista.
Lançado em 1960, ‘Sete Homens e um Destino’ também é um remake, que adaptou o filme de samurai ‘Os Sete Samurais’, clássico do cineasta Akira Kurosawa, ao Velho Oeste.
No longa, sete pistoleiros norte-americanos são contratados para proteger um vilarejo mexicano de um grupo de bandidos selvagens liderados por Calvera (Eli Wallach). O time de caubóis foi interpretado por Steve McQueen, Charles Bronson, James Coburn, Yul Brynner, Robert Vaughn, Brad Dexter e Horst Buchholz.
O faroeste já ganhou três sequências e foi refeito como uma série, que foi exibida de 1998 a 2000.
A continuação de ‘Zumbilândia‘ (2009) foi oficializada pela Sony Pictures, e os roteiristas Paul Wernick e Rhett Reese confirmaram em entrevista ao Geeking Out que já estão trabalhando no filme.
“A maior novidade é que já estamos trabalhando no roteiro de Zumbilândia 2 neste exato momento. Conversaremos com o Woody [Harrelson] amanhã para contar as ideias que tivemos e o que vamos fazer. O elenco todo está bastante empolgado”, afirmaram.
Confira o logotipo:
Não há informações sobre o retorno do elenco, formado por Jesse Eisenberg, Woody Harrelson, Emma Stone e Abigail Breslin.
A comédia pós-apocalíptica de 2009 gira em torno de dois homens lutando para sobreviver num mundo dominado por zumbis. Columbus (Eisenberg) é um grande covarde – mas quando você teme ser devorado por zumbis, o medo é justamente o que pode mantê-lo vivo. Tallahassee (Harrelson) é um exterminador casca-grossa de zumbis, armado com seu fuzil AK e a determinação de comer o último Twinkie, um bolinho com recheio cremoso, que resta na Terra. Eles se associam a Wichita (Stone) e Little Rock (Breslin), que também têm métodos únicos de sobreviver ao caos zumbi, mas precisarão avaliar o que é pior: confiar nos parceiros ou sucumbir aos zumbis.
‘Zumbilândia‘ imediatamente atingiu o status de filme cult após seu sucesso pelo mundo. Foram arrecadados US$ 100 milhões nas bilheterias.
No ano passado, a Amazon produziu o episódio piloto de uma série baseada em ‘Zumbilândia‘, mas a versão televisiva acabou não sendo aprovada.
A HBO liberou o mais novo trailer da série sci-fi/faroeste ‘Westworld‘, que é adaptada do longa de mesmo nome.
Nele, o personagem de Anthony Hopkinsexplica a mitologia da série, a respeito de que tudo ambientado no velho oeste, faz parte do seu parque experimental em que pessoas do mundo real o visitam.
A série tem estreia no canal HBO marcada para 2 de Outubro.
Situada no futuro, a trama se passa em um parque temático que recria diversos períodos da história, entre eles o Velho Oeste. No local, trabalham diversos androides com aparência humana. Certo dia, os robôs começam a sofrer uma pane e passam a servir como ameaça aos turistas.
Assista ao trailer, acompanhado do primeiro teaser:
A série apresentará grandes mudanças em relação ao longa original. A começar pelos androides – vividos pelos atores James Marsden, Evan Rachel Wood e Thandie Newton – que podem ser mortos e retornar com personalidades totalmente diferentes.
Assim como ‘American Horror Story’, os atores vão trocar de personagens ao longo das temporadas, tornando ‘Westworld’ também uma atração antológica. O elenco, inclusive, assinou contrato para múltiplas temporadas, acordo que atraiu grandes nomes do cinema como Ed Harris, Miranda Otto, Jeffrey Wright, Ed Harris e Anthony Hopkins (o criador do parque) – este será o primeiro papel fixo de Hopkins na TV. O brasileiro Rodrigo Santoro também coestrela a produção.
Abrams dividirá a produção executiva ao lado de Bryan Burk, seu parceiro em ‘Lost’ e ‘Fringe’, Jerry Weintraub, Nolan (que dirigiu o episódio piloto) e Lisa Joy (que escreverá os roteiros ao lado de Nolan).
Acreditar em si mesmo leva a um destino infinito. Acreditar que falhou pode ser o fim da sua jornada. Assim, é preciso recomeçar. Escrito e dirigido pela atriz e diretora francesa Lucie Borleteau, A Odisseia de Alice é uma jornada em busca do saber amar, do conquistar ser reconhecida em sua profissão e também do saber esquecer e seguir em frente. A poderosa protagonista, interpretada pela excelente e bela atriz grega Ariane Labed (vencedora do último prêmio de melhor atriz no Festival de Locarno), é o centro de todos esses conflitos e emoções que vão ganhando um certo charme libertário, com uma pegada feminista, ao longo dos intensos 97 minutos de projeção.
Na trama, conhecemos a jovem engenheira Alice (Ariane Labed), uma mulher de menos de 30 anos que trabalha na marinha mercantil. Entre uma viagem e outra, algumas que duram meses em alto mar, ela acaba reencontrando um dos grandes amores de sua vida, o capitão Gael (Melvil Poupaud). O problema é que Alice deixou em terra seu noivo, Felix (Anders Danielsen Lie – do excelente Oslo, 31 de Agosto) por quem tem grandes sentimentos. Ao longo dos dias, Alice precisará descobrir realmente para quem deseja entregar seu coração, ou se simplesmente prefere viver um dia de cada vez sem compromissos.
Alice, mesmo analisando de maneira trivial, é uma personagem bastante complexa que chega até certo ponto esconder os sentimentos de si mesmo. Há um conflito dentro dela, praticamente um triangulo isósceles onde duas posições mudam de posição constantemente. Lutando pelo reconhecimento em um lugar de trabalho onde vive cercada de homens e poucas mulheres, a protagonista coloca sua profissão em primeiro lugar.
Fica bem claro logo nos primeiros minutos de filmes que estamos prestes a sermos testemunhas de uma trajetória inconsequente de quem não sabe como amar. Há um sentimento bem forte de egoísmo da personagem principal. Alice é adepta da liberdade e, por causa de sua imaturidade nos relacionamentos, nunca pensa como o coração dos outros pode ficar por conta de suas atitudes. Ela sofre, chega próximo do amar mas prefere ser inconsequente. É uma escolha.
Com uma fotografia belíssima e ótimas atuações do simpático elenco, A Odisseia de Alice estreou no circuito brasileiro algumas semanas atrás de vem ganhando diversos elogios da crítica e dos cinéfilos. Merecido, é um belo trabalho.
Até na pessoa mais cansada o amor é como um despertar. Dirigido por Michael Showalter Hello, My Name Is Doris, ainda sem previsão de estreia no circuito brasileiro, é uma história bem comovente mas narrada de maneira charmosa que conta com uma bela atuação da veterana Sally Field. Falar sobre o amor na terceira idade é a mesma coisa que falarmos sobre o despertar para a vida e assim, ao longo dos curtos 95 minutos, entre diversas situações diferentes (aos olhos da protagonista), vamos conhecendo melhor a incompreendida e adorável Doris.
Na trama, conhecemos a contadora Doris (Sally Field), uma mulher para lá de 60 anos que vive solitária em seu mundinho que gira em torno de um trabalho entediante em uma promissora agencia de publicidade e sua casa que mais parece um brechó de tanta coisa em pouco lugar. Sua pacata rotina muda quando conhece o novo diretor de arte da empresa que trabalha, John (Max Greenfield), por quem logo nutre uma paixão daquelas de adolescente. Assim, explorando a paixonite, acaba ganhando coragem após participar de um seminário de auto ajuda, ministrado por Willy (Peter Gallagher), e acaba entrando de cabeça no mundo de John e sem querer redescobre os prazeres da vida.
A princípio, o raio-x das emoções da protagonista é bastante complexo. Possui um relacionamento instável com seus irmãos, sua mãe falecera a pouco tempo e possui poucas colegas. A chama do despertar para a vida chega quando o amor a encontra, de maneira inusitada sem dúvidas (vocês vão perceber que ela parece a avó de Walter Mitty), mas quase como um empurrão de suas emoções para que ela redescubra uma nova maneira de viver. Aos poucos vamos conhecendo a personagem, seu grande amor distante que deixou para cuidar de sua mãe, a obsessão que possui com as coisas dentro de casa, a relação próxima mas quase superficial com as amigas. Assim, aos olhar atento dos cinéfilos, Doris vai se desabrochando e o filme ganhando contornos cômicos, românticos e dramáticos.
O longa possui algumas pitadas de açúcar além da conta mas nada que atrapalhe o bom desenvolvimento da curiosa trama. A direção de Showalter é correta, o roteiro também, esse último deixa sua protagonista brilhar e não esquece de explorar os ótimos personagens que a cercam. Mas nada ganha mais destaque do que a ótima atuação da duas vezes ganhadora do Oscar de Melhor Atriz (Norma Rae e Um Lugar no Coração), Sally Field. A atriz de 69 anos dá um show de simpatia e mostra mais uma vez a todos nós que um simples papel vira um grande papel nas mãos de uma excelente artista.
A felicidade é uma estação intermédia entre a carência e o excesso. Escrito e dirigido pela diretora e roteirista Lorene Scafaria, que entre outros trabalhos foi roteirista do ótimo Nick & Norah: Uma Noite de Amor e Música e dirigiu o peculiar Procura-se um Amigo para o Fim do Mundo, A Intrometidaé um drama disfarçado de comédia com um tom melancólico muito profundo que é atenuado pela atuação carismática da veterana Susan Sarandon. Falando com propriedade de assuntos que vão da dor da perda à vontade de se reencontrar, aos poucos, o filme se torna uma grata surpresa que vai deixar muito cinéfilo com sorrisão aberto.
Na trama, conhecemos a carinhosa Marnie Minervini (Susan Sarandon), uma mulher já na metade final de sua vida que recentemente perdeu seu companheiro de toda uma vida. Completamente sem rumo, resolve se mudar para mais próximo de sua filha Lori (Rose Byrne), em Los Angeles, na Califórnia. Expondo sua solidão de diversas e muitas vezes engraçadas maneiras, Marnie acaba invadindo a privacidade de sua filha a todo instante (fruto de uma carência do momento) e após um chega pra lá de Lori, Marnie embarca em uma jornada de descobertas onde irá conhecer pessoas que mudarão para sempre esse momento instável que vive.
Com um orçamento que girou em torno de 10 Milhões de Dólares, A Intrometida se sustenta, além de outras coisas, na força de seus coadjuvantes. Os dramas de Lori, a filha da protagonista, são tão complexos quanto os de Marnie, perdeu o namorado para outra mulher, se encontra sozinha e depressiva. O filme às vezes brinca com essa depressão da dupla, envolvendo o espectador em cenas hilárias, talvez para dar um tom um pouco mais leve para falar sobre assuntos bem densos e complicados. J.K. Simmons, nosso eterno professor Fletcher (Whiplash) e seu ótimo personagem Zipper, preenche uma lacuna muito interessante na história que é o amor. Susan Sarandon, ganhadora do Oscar em 1996 pelo excelente Os Últimos Passos de um Homem, aproveita todos esses elementos e transforma sua personagem em uma curandeira dos seus próprios conflitos internos, uma aula de simpatia e atuação dessa sempre surpreendente atriz.
Exibido no Festival de Toronto 2015, esse longa metragem é um daqueles projetos que vão melhorando a cada cena. Com um começo meio morno onde o foco é explicar, em pouco tempo, toda uma personalidade complexa e abalada pela carência, o filme a partir do segundo arco foca nas reviravoltas das consequências que impactam na vida da protagonista, e aí o filme cresce muito. Com a personagem principal exalando carisma, diversas cenas hilárias, um roteiro pra lá de competente e uma direção firme, a dramédia se coloca como um grande aulão de terapia com o foco na arte de viver.
Devemos aceitar a decepção finita, mas nunca perder a esperança infinita. Dirigido pelo desconhecido cineasta Matt Hullum, chega mais um filme sobre super heróis aos cinemas norte-americanos, apostando em um gênero que vem fazendo sucesso em diversas janelas de exibição, o sci-fi, Lazer Team acaba falhando em sua proposta e se torna apenas mais do mesmo quando pensamos em outras terríveis produções que se assemelham a essa fita. A ideia era muito boa mas o roteiro está mais perdido que o Ryan Lochte dando explicações sobre o que aconteceu em uma noite no RJ durante a última olimpíada.
Na trama, conhecemos um grupo de pessoas, alguns com problemas de interação no passado, que acabam descobrindo um objeto voador que caiu em um lugar isolado e assim passam a serem devotos de um poder que era destinado a outra pessoa. Com a descoberta desse fato por autoridades norte americanas, de controle desse tipo de assunto, o grupo precisará provar que são realmente merecedores de tais poderes.
O longa metragem em questão beira ao trash mas acaba não assumindo essa caricatura, erro Sine qua non. Tenta ser um filme sério em alguns momentos mas se perde em sua jornada. Os artistas que compõe a produção não possuem nenhum tipo de carisma, fica a mercê de diálogos bobos e situações constrangedoras para tentar interagir com as pobres almas que param para assistir a esse show de chatice (como que vos escreve). A sinopse chama a atenção, no nosso imaginário cinéfilo sempre tem filmes do gênero que foram emblemáticos em nossa trajetória, talvez por isso um pré interesse é bastante forte em assistir a esse filme. Quando chega em seu final, um misto de perdi 102 minutos de outras possibilidades (ou outros filmes) é bem forte.
O filme é mal editado, dirigido, roteiro pífio e atuações abaixo da média. Tenta ser uma dramédia em alguns momentos e falha pela incompetência. Praticamente tudo dá errado no filme. Não entendemos os personagens, tudo é muito jogado e sem coesão. Rola em alguns sites que o filme foi baseado em fatos reais, talvez, no caso desse, com uma adição considerável de licença poética, (não é possível). As filmagens duraram cerca de 40 dias ininterruptos e a produção teve financiamento por meio do adotado modelo de crowdfunding, conseguindo a incrível quantia de perto de 3 Milhões de dólares. Palavras à parte, esse filme é candidato ao temido e, por que não dizer glamuroso, Framboesa de Ouro.
Selecionado para diversos festivais durante todo o ano de 2015, estreou nos Estados Unidos em fevereiro de 2016, uma curiosa trama, que um pouco se assemelha à clássica trilogia de Richard Linklater Antes do Amanhecer/Antes do Pôr-do-Sol/Antes da Meia-Noite. Already Tomorrow in Hong Kong é uma micro mais contagiante história de amor intangível. Ao longo dos curtíssimos 78 minutos de projeção, somos testemunhas de profundos diálogos que vão de uma criativa crítica ao mundo da tecnologia até as razões pelas quais amamos alguém. Jamie Chung e Bryan Greenberg, os protagonistas, dão um espetáculo de harmonia e fazem toda a magia do cinema acontecer a partir do poder que as palavras possuem na hora que você conhece alguém.
Na trama, conhecemos Josh (Bryan Greenberg), um jovem banqueiro norte-americano que mora faz uma década em Hong Kong. Certo dia, quando está do lado de fora de onde acontece a festa de sua atual namorada, acaba conhecendo a bela Ryby (Jamie Chung), com quem acaba passando as horas seguintes passeando pelas ruas de Hong Kong. Em certo momento, quando Ruby descobre que Josh tem namorada, eles se despedem. Um ano mais tarde, por uma brincadeira do destino talvez, eles voltam a se encontrar por acaso e agora precisam se entender, saber realmente se vão ser marcantes na vida de cada um.
Todo bom diretor sabe, assim como os jurados de Master Chef Brasil, que o menos é mais. A diretora e também roteirista deste singelo e profundo trabalho Emily Ting, em sua primeira direção de um longa metragem, adota essa tática de confiar 100% no roteiro e na interação dos seus personagens principais. Com diálogos inteligentes e objetivos, além de compreendemos melhor as personalidades dos protagonistas, conseguimos ficar com aquele sentimento de surpresa na espera do que realmente pode acontecer quando esss dois mundos bem diferentes se chocam. Há semelhanças com a trilogia de Linklater, mas Already Tomorrow in Hong Kong consegue ter sua própria essência, mexe com nossos corações e foca num princípio sempre sugestivo, o da escolha que precisamos fazer em momentos chaves de nossas vidas.
A única coisa de ruim que possa ter nesse texto sobre esse lindo trabalho é a quase certeza de que esse filme não chegará ao circuito brasileiro. Talvez pela falta de observação cinéfilas das distribuidoras, talvez pela falta de coragem que ainda faltam em alguns de apostar em filmes que mexem com nossos corações e não tem artistas famosos contando a história. De certo, é que se você caro leitor tiver a chance de assistir a essa película, não perca essa chance.
Selecionado para o famoso e prestigiado Festival de Cannes deste ano, finalmente chega o dia da estreia nacional do aguardadoAquarius, 01 de setembro. Dirigido pelo prestigiado Kleber Mendonça Filho (um dos grandes diretores de sua geração e da atualidade), o longa-metragem de 142 minutos vem causando uma grande onda de expectativa após as poucas exibições que foram feitas até agora. Não é pra menos, Kleber consegue redefinir todo um padrão/coragem quando pensamos em direção cinematográfica, ao longo dos minutos, de cena em cena, fica claro o talento e as referências cinéfilas deste grande artista atrás das câmeras. O roteiro, assinado pelo próprio diretor, explora uma recife e seus problemas, fatos e situações que nunca deixarão de ser uma angústia para a sociedade brasileira como um todo. Para brindar os cinéfilos, talvez a grande e talentosa cereja deste bolo cheio de camadas iluminadas seja a atuação magistral da gigante Sonia Braga, de longe o fato que nos faz não tirar os olhos da tela em um momento sequer.
Na trama, conhecemos a jornalista Clara (Sônia Braga), uma mulher na fase final de sua vida que vive sozinha em um antigo e bem localizado apartamento de frente para a praia chamado Aquarius. Financeiramente de bem com a vida, possui um relacionamento agradável com seus filhos, (talvez um pouco mais complicado com Ana Paula (Maeve Jinkings)), e vem passando por um verdadeiro inferno astral já que uma construtora planeja destruir o edifício onde morou quase a vida toda para construir um daqueles enormes arranha céus. Entre memórias e diversas situações que vamos sendo testemunhas ao longo da fita, vamos entendendo melhor sua personalidade, suas escolhas e uma garra peculiarmente simples e objetiva para defender suas memórias.
Um dos grandes méritos do roteiro é o preenchimento de lacunas sobre a personalidade de Clara, com os protagonistas. Entre idas e vindas, segredos, longas conversas e diversas situações, tudo em torno de Clara vai formando para o público um rascunho da protagonista. Por ser tão longo, 142 minutos, Aquarius pode sofrer críticas quanto ao prolongamento de algumas cenas, uma necessidade (completamente aceitável) de mostrar uma realidade nua e crua de uma pessoa comum que podemos encontrar em qualquer esquina. Nas cenas mais fortes, percebe-se um escopo de realmente mostrar o que acontece em nossa realidade como ser humano, o sexo, as lembranças picantes e etc.
O filme faz uma viagem, principalmente em seu início (o primeiro ato quase como um todo), por dentro do que são as memórias em nossa vida. Não só pelos pensamentos da protagonista, mas aproveitando as brechas da trama para sermos levados à memórias de outros personagens. Essa primeira parte, fica um pouco confusa, os elos (ligações) com a trama e seus porquês ficam um pouco soltos talvez distanciando um pouco o espectador por tanta informação ao mesmo tempo. Do segundo ato em diante o filme se estabiliza e se torna brilhante em alguns momentos. Principalmente, quando pensamos em Sonia Braga e tudo o que ela faz para que sua personagem fique inesquecível em nosso imaginário cinéfilo. Cenas fortes, cenas lindas, uma investigação dos sentimentos em alguns momentos, Sonia dá simplesmente um show na arte de atuar.
Com um orçamento beirando os 2 milhões e meio de reais, Aquarius tem o poder de tocar em assuntos polêmicos, explorá-los e deixar que o público tire suas próprias situações. O cinema brasileiro precisava de um filme como esse: corajoso. Não só a imprensa nacional, mas a internacional, já detalhou e dissecou todos os méritos desta produção que fará um sucesso estrondoso de bilheteria a partir da próxima quinta-feira (01 de setembro). Polêmicas políticas à parte, que inundaram os noticiários ligados à cultura e ao cinema aqui no Brasil nas últimas semanas, vá ao cinema e tire você mesmo as suas conclusões. Esse é um filme que merece ser visto.
Me ajude a lembrar quantas declarações de amor eu falei. Como nosso amor começou? E chega diretamente de Porto Alegre uma das gratas surpresas do universo cinematográfico brasileiro deste ano. Nós duas descendo a Escada, dirigido pelo cineasta Fabiano de Souza,é um leve e bonito conto moderno que fala sobre o amor entre duas mulheres de maneira cativante. A trilha sonora do filme é belíssima, às vezes um pouco demasiada demais para algumas sequencias, porém com força o suficiente para se destacar sem incomodar na maior parte do tempo.
Na trama, conhecemos Adri (Miriã Possani), uma jovem cheia de sonhos que após um encontro inusitado, acaba conhecendo Mona (Carina Dias) uma carismática mulher por quem se apaixona perdidamente. Assim, suas semanas nunca mais serão as mesmas, os dias mais intensos, sempre em busca de fugir da tal da solidão longe de seu grande amor. Basicamente, as idas e vindas de um amor entre duas jovens, completamente diferentes, que encontram no amor a poesia das metáforas do cotidiano.
Referências à sétima arte, ao mundo das artes, à literatura, o roteiro navega em águas categóricas para criar suas interações. Em alguns momentos parece que estamos vendo declamações de poemas e poesias, uma espécie de licença poética impactante em meio ao imaginário da trama. A personalidade, bem distanciada, das duas protagonistas é a grande sacada para a fluidez da história que é contada de maneira cronológica e não deixa de ser objetiva.
A bicicleta como carruagem, um manual para despedidas, cartazes de filmes, um drink bate igual a três quando se está sozinho. Quem não quer um final feliz pra sua história? O longa também fala sobre a única palavra que tem tradução somente no português, a saudade. E nesse sentimento que só nós temos a tradução é onde o filme navega por águas melancólicas com subidas e descidas, que podem tocar alguns, outros não, mas que sempre conta com a força cênica e talentosa das duas atrizes que dão luz à esse belo conto de amor.
‘Thor – Ragnarok‘ teve seu primeiro clipe exibido durante a Comic-Con 2016.
Hilário, o clipe segue o estilo de um documentário e mostra aonde o Thor e o Bruce Banner estavam durante os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil’.
“Eu estou tirando umas férias. Nós tivemos uma divertida aventura salvando Nova York, e foi algo grandioso. Então me mudei para a Austrália e fui morar com Daryl”, diz Thor, sobre seu novo colega de quarto.
Daryl ajuda Thor a escrever um e-mail para Tony Stark e Steve Rogers falando sobre seus “problemas de relacionamento”.
“Caro Steve Rogers, lembra quando te instiguei a matar todos aqueles prisioneiros e você me fez não jurar que não ia contar aos outros Vingadores? Eu ainda não contei. Por favor, deixe-me saber se você precisar de alguma coisa, eu estou de boa no momento”, dizia no e-mail.
Thor tem uma parede de teoria da conspiração sobre as Gemas do Infinito. “Quem é o homem na cadeira roxa? Ele é roxo, tem uma luva mágica, e não gosta de pé…”, brinca seu colega de quarto.
Thor senta para conversar com Bruce Banner, que recebe uma ligação do Homem de Ferro. “Nenhuma quantia de dinheiro vai me levar para a briguinha de colegas”, diz Bruce a Tony.
‘Thor: Ragnarok’ abordará o apocalipse nórdico do título, quando descobrimos que Asgard foi palco de uma batalha que já aconteceu várias e várias vezes pela eternidade – todas sempre com o mesmo resultado: os deuses asgardianos são mortos e depois revividos sem se lembrarem do que aconteceu.
Natalie Portman não retorna. O Deus do Trovão terá um novo interesse romântico no terceiro filme. A atriz Tessa Thompson, do sensacional ‘Creed – Nascido para Lutar‘, foi contratada para viver a personagem.
Ela viverá uma heroína que será utilizada também em outros longas do estúdios, o que nos remonta para Valquíria ou Encantor.
Cate Blanchett viverá Hela, a deusa asgardiana da morte. Senhora de Hel e Niffleheim, é uma tenaz inimiga de Thor. Quando atingiu a maioridade, Odin nomeou-a Deusa da Morte, dando-lhe domínio sobre os mortos nos reinos de Hel e Niffleheim. Nos quadrinhos, ela chega a matar Thor.
Jeff Goldblum (‘Independence Day: O Ressurgimento’) viverá o Grão-Mestre, e Karl Urban (‘Star Trek: Sem Fronteiras’) será o Executor.
O diretor será Taika Waititi, que tem no currículo a interessante comédia sobre vampiros ‘What We Do in the Shadows‘, inédita no Brasil. Waititi também dirigiu episódios da popular série de comédia da HBO ‘Flight of the Conchords‘, bem como ‘The Inbetweeners‘.
‘O Homem nas Trevas‘ surpreendeu nas bilheterias norte-americanas e estreou na primeira posição, tirando o reinado de ‘Esquadrão Suicida‘ após três semanas consecutivas.
O filme arrecadou fantásticos US$ 26,1 milhões de sexta a domingo, e se tornou a maior abertura de todos os tempos do estúdio Screen Gems. O orçamento foi de US$ 9 milhões.
Depois de trabalhar no remake de ‘A Morte do Demônio‘ (2013), o diretor Fede Alvarez e o produtor Sam Raimi voltam a se reunir no projeto.
O terror conta a história de três adolescentes que criam um plano aparentemente perfeito para assaltar casas. No entanto, quando escolhem um último alvo – um homem cego e milionário – o jogo se vira contra eles e os adolescentes começam a lutar pela sobrevivência contra um psicopata.
A estreia no Brasil acontece em 7 de Setembro.
Após três semanas liderando, ‘Esquadrão Suicida‘ caiu para a segunda posição e arrecadou mais US$ 12,1 milhões , totalizando US$ 282,2 milhões nos EUA.
A animação ‘Kubo e as Cordas Mágicas‘ subiu da quarta para a terceira posição, com US$ 7,9 milhões.
Com vozes de Matthew McConaughey, Charlize Theron e Rooney Mara, o longa é ambientado no Japão antigo onde um jovem contador de histórias chamado Kubo convoca acidentalmente um espírito do passado que força o garoto a perseguir deuses e monstros.
A quarta posição ficou com a animação para maiores de idade ‘Festa da Salsicha‘, que arrecadou US$ 7,6 milhões em sua terceira semana. A animação custou apenas US$ 19 milhões e já soma US$ 80 milhões nos EUA.
A história acompanha uma salsicha que embarca em uma jornada para descobrir a verdade sobre sua existência. O mais legal é que o longa será uma animação musical e a trilha sonora está sendo composta por Alan Menken. Exatamente, Alan, vencedor de 8 Oscars e criador das músicas dos clássicos Disney ‘Aladdin’ e ‘A Bela e a Fera‘.
‘Festa da Salsicha‘ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para 11 de agosto.
‘Ben-Hur‘ se consolidou como o maior fracasso do ano: caiu da sexta para a décima posição em sua segunda semana. Com US$ 100 milhões de orçamento, o filme arrecadou apenas US$ 4,5 milhões e soma péssimos US$ 19,5 milhões. A Paramount Pictures espera que o filme performe melhor no mercado internacional.
No começo do ano, Sharon Stone (‘Instinto Selvagem’) em entrevista ao James Corden que assinou contrato para protagonizar um filme da Marvel.
“Vou participar de um filme da Marvel. É um papel bem minúsculo em dos filmes que eles irão lançar, mas ainda não posso revelar mais detalhes”, afirmou.
Muitas pessoas achavam que ela viveria Janet van Dyne em Homem-Formiga e Vespa‘, mas o The Tracking Board descobriu que será em outra produção.
O site afirma que Sylvester Stallone e Sharon Stone farão parte dos Ancients, raça alienígena que contrata os Guardiões da Galáxia para deterem o planeta vivo Ego. Sua personagem terá superpoderes, e eles envolvem a habilidade de controlar e manipular o fogo.
‘Os Dez Mandamentos – O Filme‘ “impressionou” nos cinemas e se tornou o filme nacional mais assistido da história do Brasil.
Lançado em 28 de janeiro de 2016, o filme se manteve quatro meses em cartaz e lotou praticamente todas as suas sessões. Dentro das salas, porém, as cadeiras estavam vazias.
No total, ‘Os Dez Mandamentos – O Filme‘ “levou” 12 milhões de brasileiros aos cinemas e quebrou o recorde que pertencia a ‘Tropa de Elite 2‘, assistido por 11,1 milhões de brasileiros em 2010.
A trama narra a saga de Moisés, desde seu nascimento até a chegada à Terra Prometida. O filme traz de volta o elenco, o diretor (Alexandre Avancini) e os roteiristas. A produção terá cenas inéditas e um final diferente do que foi dado à novela.
Recentemente, uma reportagem revelou que a Igreja Universal está pedindo dinheiro dos fiéis para lotar as sessões de ‘Os Dez Mandamentos’ – leia mais!
O diretor Danny Boyle voltou a falar sobre a possibilidade de voltar ao mundo zumbi que ele criou em ‘Extermínio‘ (28 Days Later).
“Eu gostaria muito de voltar a dirigir a franquia Extermínio. Mas é aquela coisa… Temos que achar um roteiro incrível, que me interesse. É como em ‘Steve Jobs’. Eu recebi o roteiro e eu disse, ‘Isso é incrível. Espero que eu possa acrescentar algo que torne esse roteiro em um filme maravilhoso”, afirmou ao Indiewire.
Vale lembrar que Boyle não aceitou voltar para ‘Extermínio 2‘, que acabou sendo dirigido por Juan Carlos Fresnadillo.
Recentemente, Alex Garland, roteirista do primeiro filme e produtor da sequência, aumentou as chances de ’28 Months Later’ (Extermínio 3) acontecer, sugerindo que a franquia de zumbis deve ser retomada.
“Nós começamos agora a ter sérias conversas sobre o filme. Danny [Boyle, diretor do original], Andrew [Macdonald, produtor] e eu temos uma ideia, então, [Extermínio 3] é uma possibilidade. Mas é algo complicado, e há vários motivos para isso, só que o assunto é chato, então não vou entrar em detalhes. Mas a possibilidade existe.”
Uma das franquias de horror mais aclamadas, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2003 e 2007.
Akiva Goldsman (‘Uma Mente Brilhante’) foi contratado para roteirizar a sequência de ‘O Iluminado‘, clássico de 1980 dirigido por Stanley Kubrick ebaseado no livro de Stephen King.
O roteirista vai adaptar o livro ‘Doutor Sono‘ (Doctor Sleep), também de Stephen King, lançado em 2014.
A história mostra o que aconteceu a Danny Torrance trinta anos depois de sua terrível experiência com o pai (vivido porJack Nicholsonno original) no Overlook Hotel. Em Doutor Sono, Stephen King dá continuidade a essa história, contando a vida de Dan, agora um homem de meia-idade, e Abra Stone, uma menina de 12 anos com um grande poder.
‘Doctor Sleep‘ ainda não tem diretor definido ou cronograma definido.
Além deste projeto, a Warner Bros. continua trabalhando ativamente na pré-sequência de ‘O Iluminado‘ (The Shining), intitulada ‘The Overlook Hotel‘, que pode ter o diretor Mark Romanek (‘Retratos de uma Obsessão’, ‘Não Me Abandone Jamais’) no comando.
O terror conta a história de três adolescentes que criam um plano aparentemente perfeito para assaltar casas. No entanto, quando escolhem um último alvo – um homem cego e milionário – o jogo se vira contra eles e os adolescentes começam a lutar pela sobrevivência contra um psicopata.
Mas afinal, o que seria da dificuldade se não fosse a gratificação pela cena ter ficado incrível?! Pois é!
Em conversa com a imprensa americana, Chris Evans contou detalhes de como toda essa sequência em ‘Capitão América – Guerra Civil‘ foi rodada.
Isso é computação gráfica. É impossível tentar fazer isso de verdade e conseguir a cena que você precisa. Essa é a parte mais complicada do escudo em geral. Às vezes você tem o real escudo, que é pesado, e às vezes você tem o escudo de espuma. E quando você tem que bater em alguém no rosto, às vezes não é um escudo quando você tem que fazer as coisas acrobáticas com ele. Durante toda essa cena, fizemos muita mímica e realmente é difícil voltar, assistir a cena novamente e refazer.
Assista:
Depois dos eventos de ‘Vingadores: Era de Ultron‘, ‘Capitão América: Guerra Civil‘ encontra Steve Rogers liderando o recém formado grupo de Vingadores em seus esforços contínuos para proteger a humanidade. Mas após outro incidente, envolvendo os Vingadores, resultar em danos colaterais, aumenta a pressão política para instalar um sistema de responsabilização, comandado por uma agência do governo para supervisionar e dirigir a equipe. O novo status quo divide os Vingadores, resultando em duas frentes – uma liderada por Steve Rogers e seu desejo de que os Vingadores se mantenham livres para defender a humanidade sem a interferência do governo, e a outra que segue a surpreendente decisão de Tony Stark de apoiar a responsabilização e supervisão do governo.
O elenco conta com Scarlett Johansson como Natasha Romanoff/Viúva Negra, Anthony Mackie como Sam Wilson/Falcão, Jeremy Renner como Clint Barton/Gavião Arqueiro, Sebastian Stan como Bucky Barnes/Soldado Invernal, Chadwick Boseman como T’Challa/Pantera Negra, Elizabeth Olsen como Wanda Maximoff/Feiticeira Escarlate, Samuel L. Jackson como Nick Fury, Frank Grillo como Brock Rumlow/Ossos Cruzados, Daniel Brühl como Barão Zemo, Emily VanCamp como Sharon Carter/Agente 13, Paul Bettany como Jarvis/Visão e Homem-Aranha (Tom Holland).
A empresa Buddha Jones, que desenvolveu alguns dos efeitos visuais de ‘Esquadrão Suicida‘, divulgou dois vídeos do filme: um com as fichas dos protagonistas que aparece no início do filme, e um com os créditos finais.
John Ostrander, autor de histórias em quadrinhos e criador da HQ ‘Esquadrão Suicida‘, falou sobre a recepção morna do filme.
Primeiro, ele revelou o que acha dos críticos:
“Primeiro de tudo, eu quero dizer que eu não estou menosprezando qualquer um dos críticos. Eu entendo que eles tem que assistir todos os filmes, e eles devem estar cansados de tantos blockbusters. Mas se o filme não é O Cavaleiro das Trevas, eles destroem. Eu acho que está acontecendo aqui, até certo ponto. Assim como eu vim preparado para amar o filme, eles vieram preparados para odiá-lo”, afirmou.
Apesar de não concordar com a visão dos críticos, ele concorda que a vilã Magia (Cara Delevingne) foi fraca.
“A vilã não é bem definida e, na minha opinião, você precisa de um bom antagonista para ajudar a definir os protagonistas”, afirmou.
‘Esquadrão Suicida‘ chegou à marca de US$ 600 milhões em bilheteria global.
O 4chan afirma que o estúdio manterá David Ayer na direção da sequência, e agendou a estreia para 1º de Novembro de 2019.