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Entrevistamos Megan Fox e Stephen Amell, de ‘As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras’

À convite da Paramount Pictures do Brasil, o CinePOP viajou até Miami para participar da junket internacional de ‘As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras‘.

Além de assistir a trechos inéditos do filme, também tivemos a oportunidade de entrevistar a belíssima Megan Fox, o gato Stephen Amell e o conceituado produtor Brad Fuller.

Assista:

As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras‘ estreia nos cinemas nacionais dia 16 de Junho.

Lucas Rangel vai dublar personagem de ‘As Tartarugas Ninja 2’ 

‘As Tartarugas Ninja 2′ terá participação especial; saiba quem!

Michelangelo, Donatello, Leonardo e Raphael voltam aos cinemas para uma batalha ainda maior, com vilões da pesada e com a ajuda de April O’Neil (Megan Fox), Vern Fenwick (Will Arnett), e o recém chegado justiceiro Casey Jones (Stephen Amell).  O mundo fica em perigo depois que o supervilão Shredder foge da justiça e junta forças com Baxter Stockman (Tyler Perry), um cientista louco que arquiteta um plano diabólico para conquistar o mundo junto com seus dois capangas, Bebop (Gary Anthony Williams) e Rocksteady (WWE Superstar Stephen “Sheamus” Farrelly). À medida que as Tartarugas se preparam para combater Shredder e sua nova equipe, eles se deparam com um inimigo ainda maior do que imaginavam: o terrível Krang.

As Tartarugas Ninja‘ arrecadou US$ 477,2 milhões pelo mundo.

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Garotas alertam para uma possível invasão em viral de ‘Caça-Fantasmas’

E o mais novo vídeo de ‘Caça-Fantasmas  apresenta as garotas (Leslie JonesMelissa McCarthyKristen WiigKate McKinnon) alertando para uma possível invasão.

Então, por via das dúvidas, é sempre bom ter cuidado para não se deparar com nenhum fantasma.

Confira, com os vídeos anteriores:

Elenco novo e antigo de ‘Caça-Fantasmas’ se reunirá em evento épico

Diretor pede que público de uma chance ao reboot de ‘Caça-Fantasmas’

Totalmente revitalizado, o filme conta com o astro Chris Hemsworth, dirigido pelo mestre da comédia, Paul Feig, e produzido por Ivan Reitman, que dirigiu ‘Os Caça-Fantasmas‘, e Dan Aykroyd , além de contar com outras participações muito especiais de parte do elenco original.

Recentemente, a comediante Melissa McCarthy concordou que o primeiro trailer foi muito confuso – leia mais!

O reboot feminino está programado para estrear no Brasil uma semana antes de chegar nos cinemas norte-americanos, em 14 de Julho de 2016.

Respeitada professora da Universidade de Columbia, Erin Gilbert (Kristen Wiig) escreveu um livro sobre a existência de fantasmas em parceria com a colega Abby Yates (Melissa McCarthy). A obra, que nunca foi levada a sério, é descoberta por seus pares acadêmicos e Erin perde o emprego. Quando Patty Tolan (Leslie Jones), funcionária do metrô de Nova York, presencia estranhos eventos no subterrâneo, Erin, Abby e Jillian Holtzmann (Kate McKinnon) se unem e partem para a ação pela salvação da cidade e do mundo.

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Kristen Stewart e Nicholas Hoult no olhar 43 em novo clipe de ‘Equals’

Que ‘Equals‘ já foi comprado para o Brasil, isso você já tá mais do certo de saber. A Imagem Filmes lançará o filme no país até o final de 2016.

Mas até lá, muito material ainda continua sendo liberado, afinal, o longa também está ganhando outros mercados mundiais.

E neste novo vídeo, temos um olhar 43 entre Kristen Stewart e Nicholas Hoult.

Crítica | Equals: Até a beleza de Kristen Stewart a produção tirou

A trama distópica se passa em um mundo onde as emoções foram erradicadas e os humanos vivem pacificamente. Quando uma doença começa a reativar sentimentos nas pessoas, o governo passa a eliminar os infectados. A única esperança de Silas (Hoult), após contrair a doença, é se juntar a Nia (Stewart), que consegue esconder aquilo que está sentindo.

Guy Pearce e Jacki Weaver completam o elenco.

Escrito por Nathan Parker (‘Lunar’), o filme tem direção de Drake Doremus (‘Loucamente Apaixonados’) e produção do cineasta Ridley Scott (‘Prometheus’, ‘Blade Runner’).

 

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James Wan explica porque longas de super-heróis são tão populares

Com o lançamento de ‘Invocação do Mal 2‘, James Wan passará os próximos dois/três anos totalmente ocupado com a aguardada adaptação de ‘Aquaman‘.

A partir disso, ele comentou com a imprensa americana a respeito da razão que faz com que tais produções do gênero sejam tão populares.

Eu acho que uma grande parte é porque finalmente estamos no ponto em que podemos realmente contar essas grandes histórias de vida e também porque temos a tecnologia para fazê-los funcionar. Isso é um fator, afinal, podemos criar esses recursos visuais estrondosos para se alinharem com as histórias. E, finalmente, porque os super-heróis dizem muito sobre a sociedade em que eles crescem. Praticamente todos os bons super-heróis têm algum tipo de comentário social sobre o que eles são quem precisam se tornar. Eles ensinam valores e por isso é uma coisa muito importante. Por um lado, eles funcionam em um nível que trabalha uma ação muito humana em um nível muito humano, emocional, e eu acho que faz com que seja divertido para nós. Então, deixe me perguntar algo. Você acha que as pessoas estão cansadas de super-heróis?

Cansados, não estamos. Mas à medida que a quantidade de produções crescem, a qualidade deveria seguir a mesma linha.

Como por exemplo este ano, que tivemos dois gigantes acertos e duas grandes baixas: ‘Deadpool‘ e ‘Capitão América – Guerra Civil‘ no primeiro exemplo, e ‘X-Men: Apocalipse‘ e ‘Batman Vs Superman‘ no segundo.

James Wan, diretor de ‘Aquaman’, comenta críticas negativas de ‘Batman vs Superman’

Kevin Smith detona ‘Batman vs Superman’ e diz que filme “não tem coração”

‘Batman Vs Superman’: Versão para maiores ganha data de lançamento 

Ben Affleck fica triste com as críticas negativas a ‘Batman vs Superman’; Assista ao vídeo! 

Aquaman‘ tem estreia prevista para 27 de Julho de 2018.

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‘The Neon Demon’: Elle Fanning iluminada em novo cartaz do thriller

The Neon Demon‘, o mais novo longa do mega talentoso Nicolas Winding Refn ganhou cartaz com uma arte show de bola, explorando bem a ideia do mundo da moda.

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A trama de ‘The Neon Demon’gira em torno de “um grupo de supermodelos que irá aos extremos na tentativa de encontrar o caminho do sucesso, incluindo vodu e canibalismo”. Elle Fanning (‘Malévola’) vive a protagonista, uma jovem modelo que se descobre em um mundo de beleza e ruína.

O longa será inspirado na história de Isabel Bathory, que ficou conhecida como “Condessa Sangrenta”, serial killer do século 16 que supostamente se banhava com o sangue de suas vítimas para se manter jovem.

Keanu Reeves, Christina Hendricks (‘Mad Men’), Jena Malone (‘Jogos Vorazes’), Bella Heathcote (‘Sombras da Noite’), Desmond Harrington (‘Dexter’) e a supermodelo australiana Abbey Lee (‘Mad Max: Estrada da Fúria’) completam o elenco.

“Um dia eu acordei e percebi que estava rodeado e dominado por mulheres. Estranhamente, surgiu em mim uma vontade súbita de fazer um filme de terror sobre a beleza viciosa”, disse o diretor dinamarquês em comunicado.

Refn co-escreveu o roteiro com a novata Mary Laws. O editor Matthew Newman e o compositor Cliff Martinez, frequentes colaboradores de Refn, retomam a parceria em ‘The Neon Demon‘. O aclamado cinematógrafo francês Philippe Le Sourd, que ganhou uma indicação ao Oscar por ‘O Grande Mestre‘, cuidará da fotografia.

O terror será filmado em 3D e com a alta taxa de 60 quadros por segundo, velocidade maior que os 48 fps da trilogia ‘O Hobbit’. Esta será a mesma tecnologia utilizada por James Cameron nas três sequências de ‘Avatar’. Trata-se de uma taxa bem maior que os tradicionais 24 fps. Não há informações, porém, se Refn pretende rodar o longa todo em 60 fps ou apenas algumas cenas.

The Neon Demon’ chegará aos cinemas em 2016.

Shane Black explica porque ‘Doc Savage’ deve se passar nos anos 30

E a justificativa é completamente de se entender, afinal, ‘Doc Savage‘ é um dos personagens de quadrinhos mais clássicos de todos os tempos.

Em conversa com a imprensa durante a divulgação de ‘Dois Caras Legais‘ em Londres, Shane disse o seguinte com relação a sua adaptação que deverá vir depois de ‘Predador‘:

Tem que ser. Eu não vou fazê-lo de outra forma. E se isso não acontecer por essa razão, que isso não aconteça. As pessoas dizem, ‘Bem, nós temos todas essas adaptações que queremos fazer como um produto e nós não queremos ele ambientado nos anos 30, você pode fazê-lo nos dias de hoje? Ele vai lutar contra a Al-Qaeda. ‘ Não! Não é isso que o Doc Savage é. O que o distingue é que ele veio primeiro que o Superman. Com toda a mitologia sobre ser treinado desde o nascimento, isso é perfeito.

 

 

Vale lembrar que The Rock é quem vai viver o personagem título.

Doc Savage foi criado em 1933 e protagonizou inúmeros “pulp fictions” ao longo das décadas de 1930 e 1940, além de aparecer em histórias em quadrinhos e programas de rádio. Apenas um filme foi realizado, Doc Savage: The Man of Bronze’, lançado em 1975 e mal recebido pela crítica e pelo público.

The Rock deve interpretar Clark Savage Jr., também conhecido como Doc Savage, um médico, físico, cientista, gênio e músico, com poderes acima do comum.

O roteiro de Doc Savage foi escrito a seis mãos por Black, Anthony Bagarozzi e Charles Mondry.

Neal H. Moritz, da franquia ‘Velozes & Furiosos’, e Michael E. Uslan, que trabalhou em todos os ‘Batman’ desde 1989, produzem.

 

HBO divulga vídeos com os bastidores do 8° Episódio de ‘Game of Thrones’

A HBO liberou o tradicional vídeo que mergulha nos bastidores do último episódio exibido. Neste caso, foi No One, que foi ao ar nesse domingo, 12.

Confira:



Game of Thrones se destacou nos Primetime Emmys® de 2015, recebendo 12 prêmios, um recorde para uma série em um ano. Os prêmios incluíram as categorias Melhor Série Dramática, Melhor Ator Coadjuvante (o segundo prêmio para Peter Dinklage nesta categoria), Melhor Diretor (David Nutter) e Melhor Roteiro. A série é um fenômeno porque consegue ser tão influente, amada pelo público e pela crítica, e ao mesmo tempo ter tanto impacto na televisão, na produção e na criação de conteúdo de programação.

 

 

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‘Game of Thrones’: Confira o que vem por aí na prévia do 9º episódio

Então, partiu conferir o preview de Batalha dos Bastardos, o 9° episódio de ‘Game of Thrones‘, que irá ao ar no próximo domingo, 19.

A sinopse oficial ainda não foi liberada, mas é algo que deverá chegar lá para o meio da semana.

Assista:

Game of Thrones’ fez a HBO quebrar recorde de audiência no Brasil – saiba mais!

Game of Thrones se destacou nos Primetime Emmys® de 2015, recebendo 12 prêmios, um recorde para uma série em um ano. Os prêmios incluíram as categorias Melhor Série Dramática, Melhor Ator Coadjuvante (o segundo prêmio para Peter Dinklage nesta categoria), Melhor Diretor (David Nutter) e Melhor Roteiro. A série é um fenômeno porque consegue ser tão influente, amada pelo público e pela crítica, e ao mesmo tempo ter tanto impacto na televisão, na produção e na criação de conteúdo de programação.

 

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‘Mogli – O Menino Lobo’ ultrapassa US$ 900 milhões

Mogli – O Menino Lobo‘ ultrapassou a barreira dos US$ 900 milhões mundialmente.

O filme já soma US$ 352,6 milhões nos EUA e US$ 577 milhões no resto do mundo, atingindo a incrível marca de US$ 909,8 milhões mundialmente.

É o terceiro filme da Walt Disney a cruzar a barreira dos US$ 900 milhões em 2016, atrás de ‘Capitão América: Guerra Civil‘ e ‘Zootopia – Essa Cidade é o Bicho‘.

O filme também já figura como a quarta maior bilheteria de 2016.

Empolgada com as críticas positivas e a bilheteria, a Walt Disney oficializou a sequência do filme. Foram agendadas duas possíveis datas para a estreia: 3 de Agosto de 2018 e 25 de Dezembro de 2018.

O diretor Jon Favreau e o roteirista Justin Marks vão retornar. Também é esperado o retorno do jovem protagonista, vivido por Neel Sethi.

 

Confira fotos do antes e depois dos efeitos visuais

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Disney confirma ‘Malévola 2’, com Angelina Jolie 

Baseado nas eternas histórias de Rudyard Kipling e inspirado no clássico longa de animação da Disney, ‘Mogli – O Menino Lobo‘ chega uma aventura épica inédita sobre Mogli (novato Neel Sethi), um menino criado por uma família de lobos. Mas Mogli sente que não é mais bem-vindo na floresta quando o temido tigre Shere Khan (voz de Idris Elba), que carrega cicatrizes causadas por caçadores, promete eliminar o que ele considera uma ameaça. Forçado a abandonar o único lar que conhece, Mogli embarca em uma cativante jornada de autoconhecimento, guiado pela pantera e mentora Bagheera (voz de Ben Kingsley) e pelo alegre urso Baloo (voz de Bill Murray). Pelo caminho, Mogli encontra criaturas da selva que não são exatamente bondosas, incluindo Kaa (voz de Scarlett Johannsson), uma cobra cuja voz sedutora e olhar penetrante hipnotizam o menino-lobo, e Rei Loiue (voz de Christopher Walken), o nobre de fala mansa que tenta convencer Mogli a contar o segredo da ilusória flor vermelha mortal: o fogo.

Assista nossa crítica:

 

 

 

 

Crítica | Chocolate

Respeitável público cinéfilo, chega diretamente da França um dos filmes mais carismáticos que vão entrar no circuito em breve aqui no Brasil, Chocolate. Selecionado para o Festival Varilux de Cinema Francês deste ano o longa-metragem dirigido pelo ator e diretor Roschdy Zem conta a história do primeiro palhaço negro da França e ao longo dos 110 minutos de projeção vamos acompanhando a trajetória deste grande artista. Para dar vida ao eterno Chocolate, o carismático ator Omar Sy (que ficou bastante conhecido pelo filme Intocáveis) que mais uma vez mostra todo seu talento. Outro grande destaque do longa metragem é a atuação fenomenal do ator suíço James Thierrée, neto de Charlie Chaplin.

Na trama, conhecemos a trajetória de Rafael Padilha, um ex-escravo que nasceu em Cuba no ano de 1868 e foi vendido quando ainda era criança. Tentando sobreviver mesmo sem ter a documentação para viver na França, resolve embarcar no universo mágico do circo e assim após encontrar-se com George Footit (James Thierrée), um palhaço em franca decadência, resolvem juntos montar um espetáculo em dupla que é um tremendo sucesso num dos principais teatros de uma Paris que respirava grandes espetáculos. Mas nem tudo são flores na vida de Chocolat, seu vício em jogos e bebidas acabaram levando sua carreira de sucesso para um sofrimento sem limites.

Por conta do dinheiro fácil ganho e seus vícios oriundos de má amizades que fez quando estava no clímax de sua carreira, Chocolate sofre bastante durante toda sua trajetória. Ingênuo e sem muitos amigos, encontra um porto seguro apenas quando está por perto de Footit. Quando resolve embarcar em uma trajetória solo, montando o espetáculo Otelo, de Shakespeare, Chocolate sofre durante e novamente com a questão do preconceito. Toda a trajetória é mostrada com eficiência e boas ligações entre um arco e outro.

Nem mesmo quando o amor entra na história do artista sua vida entra em equilíbrio. Após uma tarde de autógrafos nas ruas de Paris, Chocolate conhece a linda enfermeira Marie Hecquet (Clotilde Hesme), mulher que o acompanha até sua prematura morte em 1917 causada por um desenvolvimento de uma tuberculose não combatida. Trazendo um paralelismo para a paixão de nosso país, a carreira de Chocolate é muito parecida com a de muitos ex-jogadores de futebol que nos bons momentos eram conhecidos, tinham fama e dinheiro mas que após o repentino sucesso , alguns, caíram no esquecimento e perderam quase tudo o que conquistaram.

Com um orçamento de cerca de 18 milhões de dólares, Chocolate possui uma direção muito competente de Roschdy Zem além de atuações que transformam esse drama em um delicado e profundo retrato sobre o mundo artístico francês.

Bilheterias EUA: ‘Invocação do Mal 2’ arrecada mais que o esperado

Invocação do Mal 2‘ surpreendeu nas bilheterias norte-americanas e arrecadou mais que o previsto pela Warner Bros. O terror de James Wan arrecadou US$ 40,35 milhões de sexta a domingo, muito mais que os US$ 32 milhões previstos pelos analistas.

Para comparação, o primeiro ‘Invocação do Mal‘ faturou US$ 41,8 milhões em 2013, ou seja, foi uma leve queda.

O terror acompanha uma ocorrência paranormal que se passou nos anos 1970 em Enfield, Inglaterra, centrado em duas irmãs supostamente possuídas. A investigadora paranormal Lorraine afirmou que a garota foi encontrada 20 minutos depois em uma grande caixa de fusíveis, com seu corpo retorcido de tal forma que não era possível reproduzir a posição.

‘Invocação do Mal 2’: Documentário raro mostra a garota possuída na VIDA REAL! 

‘Invocação do Mal’ foi um dos maiores sucessos do verão americano de 2013, com um orçamento de U$ 20 milhões e uma bilheteria de U$ 318 milhões mundialmente.

No Brasil, o filme fez O DOBRO do que arrecadou ‘Invocação do Mal‘ em seu primeiro dia – leia mais!

Crítica | Invocação do Mal 2

Apesar de ter a MAIOR ABERTURA NA HISTÓRIA DA CHINA, ‘Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos‘ estreou na segunda posição nos EUA com fracos US$ 24,3 milhões – longe do alto orçamento de US$ 160 milhões.

Fora dos EUA, a produção já arrecadou US$ 288 milhões. Recentemente, o diretor falou sobre uma possível sequência – leia!

Com o slogan ‘Dois Mundos, um território’, o filme conta com direção de Duncan Jones (“Lunar” e “Contra o Tempo”), e mostra o pacífico reino de Azeroth à beira de uma guerra. Quando sua civilização enfrenta uma temível invasão de guerreiros Orcs – que fogem de seu território para colonizar um novo lar – um portal se abre para conectar esses dois mundos: um exército se vê cara a cara com a destruição e o outro, com a extinção. De lados opostos, dois heróis são colocados em um caminho de colisão que irá decidir o destino de suas famílias, seu povo e seu lar.
Crítica | Warcraft: O Primeiro Encontro de Dois Mundos 

Lista completa das curiosidades de ‘Warcraft’ tem até easter egg para Sam Raimi

Truque de Mestre: O 2º Ato‘ estreou na terceira posição, com US$ 23 milhões.

Um ano após despistar o FBI e ganhar a adulação do público com seus números de mágica no estilo Robin Hood, os ilusionistas ressurgem em um espetáculo que pretende expor as práticas sem ética de um magnata da tecnologia.

‘Truque de Mestre 3’ contrata diretor 

As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras‘ caiu para a quarta posição, com mais US$ 14,8 milhões de sexta a domingo. O filme já soma US$ 61 milhões nos EUA.

Michelangelo, Donatello, Leonardo e Raphael voltam aos cinemas para uma batalha ainda maior, com vilões da pesada e com a ajuda de April O’Neil (Megan Fox), Vern Fenwick (Will Arnett), e o recém chegado justiceiro Casey Jones (Stephen Amell).  O mundo fica em perigo depois que o supervilão Shredder foge da justiça e junta forças com Baxter Stockman (Tyler Perry), um cientista louco que arquiteta um plano diabólico para conquistar o mundo junto com seus dois capangas, Bebop (Gary Anthony Williams) e Rocksteady (WWE Superstar Stephen “Sheamus” Farrelly). À medida que as Tartarugas se preparam para combater Shredder e sua nova equipe, eles se deparam com um inimigo ainda maior do que imaginavam: o terrível Krang.

O primeiro ‘As Tartarugas Ninja‘ arrecadou US$ 477,2 milhões pelo mundo.

X-Men: Apocalipse‘ caiu para a quinta posição, com US$ 10 milhões. O filme soma US$ 136 milhões nos EUA e US$ 478 milhões mundialmente.

Ao acordar depois de milhares de anos, Apocalipse está desiludido com o mundo em que se encontra e recruta uma equipe de mutantes poderosos, incluindo um Magneto desanimado (Michael Fassbender), para purificar a humanidade e criar uma nova ordem mundial, sobre a qual ele reinará. Como o destino da Terra está na balança, Raven (Jennifer Lawrence), com a ajuda do Professor Xavier (James McAvoy) deve levar uma equipe de jovens X-Men para parar o seu maior inimigo e salvar a humanidade da destruição completa.

Confira o TOP 10:

1. Invocação do Mal 2 – US$ 40,3 milhões
2. Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos – US$ 24,3 milhões
3. Truque de Mestre: O Segundo Ato – US$ 23 milhões
4. As Tartarugas Ninja – Fora das Sombras – US$ 14,8 milhões
5. X-Men: Apocalipse – US$ 10 milhões
6. Como eu era Antes de Você – US$ 9,21 milhões
7. Angry Birds – US$ 6,7 milhões
8. Alice Através do Espelho – US$ 5,54 milhões
9. Capitão América: Guerra Civil – US$ 4,3 milhões
10. Mogli – O Menino Lobo – US$ 2,72 milhões

‘Wolverine 3’ deve se chamar ‘Wolverine: Arma X’

Segundo o Twitter @XMenFilmsa 20th Century Fox registrou os domínios ‘Wolverine: Arma X‘ e ‘Arma X‘, aumentando as especulações sobre o título do filme.

O título sugere que o filme mostrará a famosa organização de pesquisa genética secreta do governo do Universo Marvel, que removeu as memórias de Logan e colocou adamantium em seu esqueleto, transformando-o em uma máquina feroz de matança.

O título também foi usado para uma história de Barry Windsor-Smith publicada na Marvel Comics Presents que apresentou estas experiências pela primeira vez.

Wolverine apareceu como a Arma X em ‘X-Men: Apocalipse‘ e a cena pós-créditos mostrou a Essex Corporation – leia mais!

Na última semana, o Just Jared divulgou novas imagens do set Nova Orleans.

As fotos trazem Hugh Jackman e Patrick Stewart como Logan e Charles Xavier, envelhecidos e aparentemente abatidos.

Além disso, também é possível ver uma jovem atriz, que não foi reconhecida – mas possivelmente será a Arma X do título!

Confira:

 

 

O orçamento do filme será de US$127 milhões, US$ 7 milhões a mais que a Fox gastou em ‘Wolverine – Imortal‘.

Rumores sugerem que o terceiro filme do Wolverine será intitulado ‘Arma X‘ (Weapon X) – Confira!

Wolverine apareceu como a Arma X em ‘X-Men: Apocalipse‘ e a cena pós-créditos mostrou a Essex Corporation – leia mais!

Wolverine 3‘ estreia em 3 de março de 2017.

O elenco conta com Hugh Jackman, Patrick Stewart, Elise Neal (‘Pânico 2’), Boyd Holbrook (‘Narcos’) e Elizabeth Rodriguez (‘Fear The Walking Dead’).

Simon Kinberg, produtor de todos os longas do Universo X-Men, confirmou que ‘Wolverine 3‘ será ambientado no futuro.

Gambit pode substituir Wolverine como líder mutante da Fox 

Michael Green, roteirista de ‘Lanterna Verde‘ (2011) e das sequências de ‘Blade Runner‘ e ‘Prometheus‘, escreve a nova aventura do mutante. James Mangold (‘Wolverine – Imortal’) retoma o cargo de diretor.

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Crítica | A Corte

Se o amor é fantasia, eu me encontro ultimamente em pleno carnaval. Escrito e dirigido pelo cineasta parisiense Christian Vincent (Os Sabores do Palácio), A Corte fala sobre a rigidez e postura de uma alma tímida e sem coragem para amar. Protagonizado pelo excelente Fabrice Luchini e com uma atuação delicada mas profunda da atriz dinamarquesa Sidse Babett Knudsen (Depois do Casamento) o filme deve conquistar o público cinéfilo facilmente. Um dos fatores mais intrigantes deste trabalho é o fato de ser difícil definir um gênero para o filme. Alguns vão falar que é um drama leve, outros vão dizer que é uma quase comédia romântica. O roteiro flutua em diversos gêneros e isso, sem dúvidas, é um dos méritos deste belo trabalho que compõe a seleção deste ano do Festival Varilux de Cinema Francês.

Integrante dos seletos filmes do último Festival de Veneza, A Corte conta a história de um recluso e competente juiz, Michel Racine (Fabrice Luchini), que as vésperas de mais um júri popular, que deverá julgar um pai acusado de homicídio da filha, reencontra a enfermeira Ditte (Sidse Babett Knudsen), uma mulher com que o senhor juiz tem um passado de amor secreto e unilateral. Assim, ao longo dos intensos dias no tribunal Michel Recine precisará equilibrar toda sua emoção e continuar fazendo justiça.

O que mais chama a atenção em toda a projeção é o desenvolvimento do protagonista feito maravilhosamente bem pelo experiente Fabrice Luchini. O Juiz Recine é odiado por muitos personagens mas com certeza se torna amado por grande parte do público. O fato do amor renascer em sua pacata vida leva o personagem a um curto e instantâneo período de transformação que acaba até melhorando sua vida profissional. Essa questão do amor não correspondido é muita bem inserida dentro da trama e conta com atuações acima da média para que a magia aconteça na tela.

A Corte não é uma história de amor, em muitos momentos é uma história narrada dentro de um tribunal mas onde essa questão jurídica é totalmente deixada em segundo plano.  Os diálogos entre Recine e Ditte são esplendorosos, conseguimos sentir angústia, ansiedade e muito carinho que brota entre os dois. A Corte poderia ser um seriado, daqueles que causam uma boa impressão logo de cara, e esse longa-metragem seu piloto. Os recortes de gêneros são feitos com muita harmonia e simpatia. Uma história de amor? Um drama? Um filme de tribunal? Tudo isso e muito mais neste belo trabalho.

Crítica | Marseille

Um fato sobre a Netflix é que ela não cansa de nos presentear com incríveis e impecáveis produções próprias. Sejam séries ou filmes, está cada vez mais impensável viver em um mundo sem as coisas maravilhosas que eles fazem.

Há um tempo eles haviam anunciado ‘Marseille‘, que foi divulgada em muitos lugares como uma “House of Cards Francesa”. Por mais que a comparação seja compreensível e as séries tenham suas semelhanças, ‘Marseille‘ não tem o gabarito da direção e do elenco conhecido e aclamado à qual é comparada e talvez surpreenda muitas pessoas por isso.

Eu já carregava altas expectativas e tinha medo de me decepcionar. Por sorte, a série Francesa superou todas as ideias que eu poderia ter sobre ela e me deixou totalmente sem ar no final, tanto que tive que esperar a poeira baixar para escrever sobre ela para não me empolgar e ter outro infartinho no calor do momento.

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A trama da série se passa num cenário político que, logicamente, respinga no âmbito pessoal dos personagens principais e suas respectivas famílias. Robert Taro (Gérard Depardieu) é presidente de Marshelha há 20 anos e sente que é hora de passar a bola pra frente, é assim que ele indica seu vice e braço direito, Lucas Barrès, para concorrer à prefeitura pela chapa de seu partido.

Enquanto ainda prefeito, Taro tenta trazer um cassino para a cidade com o intuito de movimentar Marselha e a transformar em um local mais visitado e aumentar a visibilidade da cidade na Europa toda. Se no começo vemos um mediano jogo político que inclui a votação desse projeto, logo a coisa pega fogo. Em um determinado momento Lucas dá as costas para o projeto de Robert e vota contra o prefeito.

Sem entender muito a atitude de seu próprio vice, as coisas começam a ficar tensas entre os dois e Taro começa a ficar realmente receoso por talvez ter feito a escolha errada para quem ele elegeu como seu maior aliado, amigo pessoal de sua família e a pessoa que escolheu apoiar nas eleições seguintes.

A vida pessoal do prefeito começa a dar uma virada à mesma medida que a política. Sua filha, Julia, trabalha em um jornal e parece ter um dedo um tanto quanto podre para suas escolhas amorosas. No começo a vemos com Eric, que nutre um amor surreal por ela, mas eles se desentendem e ela começa a sair com o parceiro de tretas, bandidagens e crimes do ex, mas nitidamente tem uma queda de milhões de metros por Lucas.

Seu maior embate pessoal em virar uma jornalista é o desejo de assinar suas matérias e seu conteúdo com seu nome verdadeiro, que inclui o sobrenome de seu pai. Com um temor de que as pessoas se aproximem dela por interesse ou a julguem, fora dali ela evita ao máximo que as pessoas com quem ela convive saibam quem ela é.

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Julia tem uma colega de quarto, a enigmática Barbara. A gente nunca sabe de que lado ela está ou em que time ela joga. Às vezes, dá a impressão de que ela pauta as atitudes que toma apenas para contrariar ou desafiar a amiga. Barbara trabalha diretamente com Lucas, cuidando muito mais de satisfazê-lo do que de sua campanha, mas ela faz os dois e quer ser ainda mais reconhecida pela segunda participação que tem na vida do candidato.

Por fim temos Rachel Taro (Géraldine Pailhas), a primeira dama da cidade. Esposa apaixonada e compreensiva que ama música clássica e toca violoncelo lindamente, embora fique toda nervosa e trabalhada na preocupação quando tem uma apresentação a caminho.

Tudo na família parece funcional e cada um tem seu trabalho e suas paixões. A gente leva um tempinho para descobrir o motivo de Robert estar prestes a abandonar a sua, optando por largar uma carreira de 40 anos atuando em favor da cidade que tanto ama. Já desencanado da ideia de reeleger-se, Robert está conformado em passar seu cargo para Lucas, mas tudo muda diante da atitude que seu vice tomou em relação ao cassino.

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Dali em diante, nós começamos a enxergar Barrès como um medíocre, um cara que vive de se aliar com as pessoas e grupos errados visando tomar a prefeitura da cidade para ele de uns jeitos meio estranhos. No começo, parece que tudo vai ocorrer pela sucessão natural, uma vez que ele tem como maior aliado a pessoa que a cidade escolheu por várias eleições, mas logo a gente nota que Lucas quer virar prefeito pelas suas próprias mãos, contrariando, desmerecendo, afundando e diminuindo Taro.

Começa então um jogo político sem nenhum limite ou escrúpulos da parte do candidato. Lucas é capaz de fazer qualquer tipo de negócio para ter o poder sobre Marselha e a disputa caminha de modo muito favorável para ele, uma vez que não há nenhum forte candidato que o ofereça algum tipo de confronto direto.

Realmente preocupado com a cidade e seus rumos, Robert toma a única decisão que lhe parece sensata: troca de partido, faz suas chantagens e muda de chapa para poder concorrer nas eleições contra seu próprio vice, contra a pessoa que ele me apoiou no começo e, nitidamente, tinha como um filho para si.

Em uma situação muito semelhante a que vemos em nosso país, que comecem os jogos do sujo contra o mal lavado. Robert é nitidamente honesto como político, mas também sabe mexer seus pauzinhos para alcançar seus objetivos. Lucas é hipócrita em todos os âmbitos, tem caráter duvidoso e nenhum carisma a apresentar, nem com a ala eleitoral mais jovem da qual ele tanto alega ser um representante.

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O retorno de Taro ao cenário eleitoral não é uma surpresa apenas para o eleitorado de Marselha, mas começa a mexer fervorosamente com tudo que está a seu redor. Um pouco antes disso ele já havia começado a receber uns e-mails anônimos, mas dava pra levar, embora ele soubesse que alguém estava prestes a revelar algo sobre seu passado.

Marseille‘ é uma produção intrigante, assinada com a ousadia das produções Francesas e com a qualidade impecável da Netflix. Ela nos introduz um elenco desconhecido, ao menos pra mim que sempre fui desacostumada de ver produções da França com frequência, e tem um timing perfeito para incluir viradas na trama e criar situações que nos deixam boquiabertos.

Quando você acaba de respirar ou se recuperar de algo, vem o roteiro preciso e pontual e te joga uma informação nova. ‘Marseille‘ tem um ritmo frenético de informações e acontecimentos, tem um roteiro certeiro e uma produção perspicaz onde alguns detalhes começam a nos dar dicas do que vemos apenas quando a informação é atirada na nossa cara. Dali em diante você pensa “como eu não tinha reparado nisso antes?”.

A trama toda é bem enlaçada e tem um modo muito peculiar de envolver todas as pessoas que aparecem na série e dar a todos os personagens, mesmo que secundários, uma participação digna no enredo onde todos tem um momento grandioso, que dá visibilidade ao seu personagem. Por conseguir amarrar todas as pontas de modo tão incrível, não vemos um episódio fraco na série. Todos eles trazem seu revés e sua importância na construção do final perfeito do último episódio dessa primeira temporada.

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O fato é que ‘Marseille‘  me fez viver um fim de semana na frente do notebook com o intuito único de devorar seus 8 episódios tão rapidamente quanto eu pudesse, o que acabei fazendo em um fim de semana no qual quase morri com tanta informação acontecendo na minha vida ao mesmo tempo. Eu, particularmente, estou até agora sem saber como lidar com aquele final.

A série não pode e não deve ficar ofuscada por tratar de um tema que outra produção da Netflix já está trabalhando. A sujeira política é perfeitamente ilustrada, mas os acontecimentos externos a isso são tão impactantes quanto esse cenário todo. É uma produção extremamente envolvente que dá pra matar em uma maratona. São apenas 8 episódios com o tempo médio de base das séries de drama que já vemos.

Com um final honroso a tudo que era totalmente inesperado por mim, a série me deixou sem reação em muitos momentos e foi uma das que mais me fez falar sozinha com a tela… Geralmente indignada, chocada ou revoltada na maioria dos momentos.

Tenho novamente que citar o roteiro da trama que é tão amarradinho que dá gosto de ver. Quando eu vi o final e a minha vida ruiu, me lembrei de uma frase que foi falada uma vez na série que relembrada em alguns flashbacks que parecia jogada no momento e, depois, deu uma conexão consistente e precisa com a cena final.

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Marseille‘ veio de mansinho, tendo algumas coisas a provar para alguns. Pra mim ela já foi arrebatadora e tomou meu coração e meu fim de semana todo. Me deixou chocada, instigada, emocionada… Enfim, balançou os sentimentos todos. É uma produção que eu vou recomendar para a vida e para todas as pessoas que eu puder.

Geralmente eu tenho medo de devorar uma série e sofrer de crise de abstinência depois… ‘Marseille‘ foi minha exceção! Eu precisava de tudo no mesmo momento e só conseguia pensar que a notícia de uma segunda temporada iria me animar depois, mas com o desfecho e aquela cena final, começou a me dar um medinho de eles quererem prosseguir com a série e estragar algo que foi tão perfeito.

Vai rolar uma continuação, e é inaceitável a ideia da próxima temporada mudar o enredo ou presepar com uma coisa tão linda quanto foi feita.

A série leva a minha indicação e meu 10 total, com louvores e méritos, superando muitas séries do coração que eu tinha até a Netflix fazer o favor de criar essa pérola.

Produtor revela o que acontecerá após morte chocante em ‘The Walking Dead’

O diretor e produtor Greg Nicotero revelou detalhes sobre o que acontecerá após a chocante – e misteriosa – morte da season finale da 6ª temporada de ‘The Walking Dead‘.

“Nosso grupo será profundamente afetado pela morte de um de seus membros mais importantes, como aconteceu na HQ. Isso vai impulsionar eles e mudar a direção de todos. Na 7ª temporada, vamos mostrar que existe um mundo muito maior lá fora. E nada é o que eles pensam. Rick sempre foi muito confiante, mas não tinha ideia do que o esperava. E Negan está lá para mostrar isso a ele”, revelou ao IGN.

‘The Walking Dead’: Episódios da 7° temporada serão rodados fora de ordem 

Ele ainda defendeu o polêmico cliffhanger do final da temporada.

“Esses novos mundos serão apresentados na sétima temporada, então não fazia sentido terminar aquela história ali. A partir daquilo, vamos retomar o próximo ano”, confirmou.

 

As filmagens da 7° Temporada de ‘The Walking Dead‘ começaram dia 2 de maio, e a estreia acontece dia 9 de Outubro de 2016.

Produtor revela quem Negan matou- saiba mais!

Vídeo reúne todas as mortes da 6° Temporada de ‘The Walking Dead’ 

Assista todas as mortes da sexta temporada:

‘The Walking Dead’: Elenco e equipe comentam os eventos chocantes da temporada 

A próxima temporada trará o retorno do showrunner Scott M. Gimple e dos produtores executivos Robert Kirkman, Gale Anne Hurd, David Alpert, Greg NicoteroTom Luse.

“Estamos tão orgulhosos em compartilhar essa série com os fãs que têm sido tão apaixonados, comunicativos e engajados. Somos gratos por continuar a nos impressionar com o talento, esforço e excelência em exposição contínua de Robert Kirkman, Scott Gimple, Chris Hardwick e as muitas pessoas com quem temos parcerias para fazer de The Walking Dead uma das séries mais inovadoras da TV. O resultado? Mais mortos-vivos!”, afirmou Charlie Collier, presidente da AMC, SundanceTV e AMC Studios.

‘The Walking Dead’: Produtor revela que personagem NÃO irá morrer na série 

‘The Walking Dead’: Fotos apresentam novos personagens da série 

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Elenco original de ‘Caça-Fantasmas’ se reúne com o novo em vídeos

Como prometido, as duas gerações da franquia ‘Caça-Fantasmas‘ estiveram nessa semana no Jimmy Kimmel Live.

Claro que não faltaram risadas, novidades sobre o reboot e curiosidades sobre os dois primeiros longas da franquia.

E o mais importante: A icônica música-tema.

Assista:








Elenco novo e antigo de ‘Caça-Fantasmas’ se reunirá em evento épico

Diretor pede que público de uma chance ao reboot de ‘Caça-Fantasmas’

Totalmente revitalizado, o filme conta com o astro Chris Hemsworth, dirigido pelo mestre da comédia, Paul Feig, e produzido por Ivan Reitman, que dirigiu Os Caça-Fantasmas‘, e Dan Aykroyd , além de contar com outras participações muito especiais de parte do elenco original.

Recentemente, a comediante Melissa McCarthy concordou que o primeiro trailer foi muito confuso – leia mais!

O reboot feminino está programado para estrear no Brasil uma semana antes de chegar nos cinemas norte-americanos, em 14 de Julho de 2016.

Respeitada professora da Universidade de Columbia, Erin Gilbert (Kristen Wiig) escreveu um livro sobre a existência de fantasmas em parceria com a colega Abby Yates (Melissa McCarthy). A obra, que nunca foi levada a sério, é descoberta por seus pares acadêmicos e Erin perde o emprego. Quando Patty Tolan (Leslie Jones), funcionária do metrô de Nova York, presencia estranhos eventos no subterrâneo, Erin, Abby e Jillian Holtzmann (Kate McKinnon) se unem e partem para a ação pela salvação da cidade e do mundo.

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Atriz de ‘Alien – Covenant’ se junta ao elenco estelar do novo filme de Steven Soderbergh

O The Hollywood Reporter confirma a entrada de Katherine Waterston (‘Vício Inerente’, ‘Steve Jobs’, ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam’ e ‘Alien – Covenant’) no mais novo projeto de Steven Soderbergh, que havia “anunciado” sua aposentadoria em 2013, com ‘Terapia de Risco‘.

Katherine une-se a Hilary Swank, Daniel Craig, Katherine Heigl, Channing Tatum, Riley Keough, Adam Driver e Seth MacFarlane.

A trama de ‘Logan Lucky‘ será a respeito de dois irmãos que decidem realizar um grande assalto em meio a uma corrida da NASCAR. 

A expectativa é que as filmagens sejam iniciadas em setembro para um lançamento na temporada de premiações de 2017.

‘The Coldest City’, com Charlize Theron e James McAvoy, ganha data de estreia

The Coldest City‘, o mais novo longa de David Leitch, um dos diretores de ‘De Volta ao Jogo‘, chegará as telonas mundiais em agosto de 2017, pouco tempo antes da temporada de premiações.

Protagonizado por Charlize Theron e James McAvoy, o longa é inspirado na HQ escrita por Antony Johnston.

O thriller apresenta uma super espiã (Charlize Theron) que é colocada em ação quando um agente da MI6 é morto horas antes da queda do Muro de Berlim.

As filmagens aconteceram entre novembro e fevereiro desse ano.

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Crítica | Agnus Dei

Não é preciso que a bondade se mostre mas sim é preciso que se deixe ver. Com uma direção muito competente e segura da cineasta Anne Fontaine, um dos grandes destaques do Festival Varilux de Cinema 2016, Agnus Dei, é um filme que comove do início ao fim. Baseado em fatos reais ocorridos em uma Polônia cheia de problemas por conta da Guerra, o longa-metragem possui um roteiro envolvente e atuações acima da média por mais que em alguns minutos o filme não tenha alcançado seu máximo, muito por conta do roteiro um pouco arrastado em alguns momentos que chega ao brilhantismo somente quando aborda o conflito da fé.

Na trama, voltamos à Polônia no ano de 1945. A fria enfermeira Mathilde Beaulieu (Lou de Lâage) trabalha como assistente de medicina em um posto da Cruz Vermelha. Certo dia, uma misteriosa freira procura por ajuda de algum médico no posto, a única que se mexe para ajudar é Mathilde que acaba descobrindo que soldados soviéticos violentaram algumas mulheres no covento e que muitas dessas estão grávidas. Tentando ajudar a qualquer custo, a corajosa enfermeira enfrentará a todos para ajudar as freiras.

Protagonizado pela belíssima atriz Lou de Laâge, que encantou os cinéfilos com sua atuação no excelente Respire (2014), Agnus Dei, começa com um primeiro ato um pouco morno, demora um pouco para se encaixar. Nesse primeiro quadrante encontramos uma Polônia devastada pela guerra, com órfãos jogados pelas ruas e por uma estranha força militar soviética que assombra a região onde está o posto da Cruz Vermelha. O segundo ato, foca no conflito pessoal da enfermeira protagonista com as regras impostas pela irmã chefe, por conta do ocorrido, dentro do covento. Nos atos seguintes, o desenvolvimento das ações e conclusão dos fatos são feitos de maneira mais homogênea pois utilizam os conflitos da fé como interseção.

Les Innocentes, no original, não é um filme fácil. Ao longo dos quase 120 minutos de projeção, vamos navegando nas histórias tristes que as grandes guerras produziram durante todos os anos de conflito. Tem que ter um coração forte, é um poderoso drama com muitos momentos emocionantes.

Crítica | Um Belo Verão

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Tão bom morrer de amor e continuar vivendo. Dirigido pela cineasta francesa Catherine Corsini, do ótimo Partir (2009), Um Belo Verão, que faz parte da programação do Festival Varilux de Cinema Francês 2016, é um filme que fala sobre a luta das mulheres na década de 70 e um amor que nasce ingênuo e vira uma página importante na história das envolvidas. Um dos grandes destaques do longa-metragem é o belo roteiro assinado pela dupla Catherine Corsini e Laurette Polmanss que consegue com maestria dominar a atenção do público contando sempre com a ajuda de uma singela dose de empatia das ótimas personagens.

Na trama, acompanhamos a trajetória da jovem Delphine (Izïa Higelin), filha única que vive no interior da França com seu pai e sua mãe. Certo dia, resolve abandonar sua família para descobrir o mundo em uma Paris no ano de 1971, lugar onde está passando por uma época de transformações intensas ligada à liberdade sexual e ao feminismo. Assim que chega na capital francesa, logo se aproxima de uma grupo de mulheres que lutam pelos direitos das mesmas, fazendo inúmeros protestos e invadindo conferências sobre temas polêmicos. Uma das líderes do grupo é Carole (Cécile De France), uma bela mulher que vive com seu namorado Manuel. Com o passar do tempo, Delphine e Carole vão se aproximando e acabam de apaixonando intensamente, provocando uma série de conflitos para ambas.

Um Belo Verão se sustenta na força do amor. Fala com garra e inteligência sobre a força das mulheres em sua constante luta de igualdade de direitos. Entre esses dois universos, o do amor e o da luta feminina, giram as ótimas personagens interpretadas pela excelente atriz belga Cécile de France e pela jovem francesa Izïa Higelin. Delphine é uma jovem que sempre ajudou seu pai nos trabalhos na fazenda onde mora. Quando descobre Carole, uma mulher independente, pra frente, com muita atitude e delicadamente bela se entrega completamente a uma paixão cercada de preconceito e dúvidas em relação à liberdade desse amor. Carole descobre sua sexualidade com Delphine, se entrega e se apaixona como nunca antes fizera, vive a cada dia tentando mostrar ser merecedora do amor de Delphine. O conflito entre as duas acontece por conta da fragilidade nas atitudes de Delphine que tem muito medo do que os outros vão pensar se descobrirem sobre elas.

Se o final é triste ou não, não vou dizer. Mas acredito muito que esse belo trabalho deixa em nossa memória uma linda mensagem sobre como viver. A liberdade, a igualdade, pontos importantes na ideologia francesa ao longo das décadas, são fundamentais para que tenhamos o livre arbítrio de respirar as experiências de vida que achamos as mais felizes para nossa existência.