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‘Diário de uma Camareira’: Entrevistamos a bela Léa Seydoux

O CinePOP entrevistou, com EXCLUSIVIDADE, a bela atriz francesa Léa Seydoux (‘Azul é a Cor mais Quente’). Ela retorna aos cinemas em ‘Diário de uma Camareira‘ (Journal de Une Femme de Chambre), que estreia no Brasil em 3 de Setembro.

No início do século 20, nas províncias francesas, uma jovem camareira muito cobiçada por conta de sua beleza chamada Célestine, acaba de chegar de Paris para trabalhar para a família Lanlaire. Enquanto foge dos avanços de seu senhor, ela deve lidar com a rigorosa personalidade de Madame Lanlaire, que governa o lar com punho de ferro. Ao mesmo tempo, Célestine conhece Joseph, um misterioso jardineiro que exerce fascínio total sobre ela.

 

Depois de “Adeus, Minha Rainha”, “Diário de uma Camareira” marca seu reencontro com Benoît Jacquot…

É um grande prazer apreciar a continuidade com um diretor. Você renova um tipo de cumplicidade, um jeito de trabalhar que, no caso de Benoît, não necessita de palavras. Mas você ainda pode se impressionar ou surpreender. Desde “Adeus, Minha Rainha”, eu trabalhei com outros diretores e tive outras experiências. Eu amadureci.

 

O que a seduziu neste filme?

Sua originalidade, sua modernidade, seu ritmo particular – um contratempo, na verdade, que podia ser sentido mesmo ainda quando o roteiro estava sendo escrito. Eu gosto de filmes que saem do caminho batido.

 

Fale um pouco sobre Célestine.

Ela é pragmática, está sempre tentando sobreviver. Ela não se deixa ser derrotada. Se tem que aceitar um emprego nas províncias, que seja. Célestine não é de fazer papel de vítima, ela tem um certo orgulho, chegando mesmo a ser esnobe. E é um pouco culta também. Ela enxerga através das aparências, detecta a insignificância e os pontos fracos das pessoas ao seu redor, mas não é melhor do que o resto. Não é uma história de uma garota boazinha contra pessoas ruins. Seus empregadores a exploram, mas às vezes ela tem a capacidade de explorá-los ao mesmo tempo. Sua condição a endureceu. Ela é o espelho da brutalidade do ambiente e não tem outra escolha a não ser bruta também: ela não quer mais ter patrões, e partir com Joseph é a única possibilidade disponível para ela.

 

Como você definiria a atração dela por ele?

Ele exerce uma força magnética um tanto mórbida sobre ela. Célestine deseja Joseph, mas não esconde a verdade de si mesma. Ela não compartilha do antissemitismo dele – ela é mais inteligente e evoluída do que ele – e percebe que ele pode ser um criminoso. Mas ela o aceita. Para libertar-se da opressão dos Lanlaires, está disposta a aceitar outro tipo de violência. Tudo o que ela faz tem a ver com sua noção de sobrevivência.

 

É um papel arrasador. Como você se preparou para ele?

Eu queria que Célestine tivesse atitude. Eu sempre tento encontrar uma postura específica para a personagem que estou interpretando. Uma vez que tenho isso resolvido, sinto que possuo todas as chaves. Em seus vestidos apertados por corseletes, Célestine se encontra muito restrita. Eu também usei as dúvidas que estava sentindo na época. Foi um período em que perdi a confiança em minhas habilidades como atriz. Eu trabalhei muito. Pode-se dizer que, com Benoît, redescobri o prazer da atuação.

 

Como você usou suas dúvidas?

Como uma fraqueza que você pode transmutar em força. É sempre de você que você está falando quando interpreta um papel. Você interpreta com suas contradições. É fantástico um ator ter a capacidade de inventar uma pessoa, de dar cores a ela, assim como um pintor cria uma pintura, usando suas próprias emoções e obsessões. Seu desconforto pode provar ser valioso.

 

Você dá à personagem uma dimensão muito física.

Quando Célestine lava o chão, ela lava o chão. Quando ela come, come. Seu corpo está sempre expressando alguma coisa. Isso é ainda mais importante porque ela está constantamente guardando algo. Ela permanentemente contém as emoções de injustiça que a consomem, mas por dentro está borbulhando. O conflito tinha que ser apresentado de uma forma quase fisiológica.

 

Célestine se expressa numa linguagem que não usamos mais, usa roupas que são de outro século, mas você consegue fazê-la parecer muito contemporânea.

Eu queria que ela fosse viva, que fosse natural. Suas palavras e roupas podem não ser mais as mesmas de hoje, mas ela fala e se move da forma como fazemos. Esse é o grande desafio de fazer um filme que se passa em outra época: recusar-se a permanecer limitado a uma representação, respeitando os códigos enquanto se dá uma nova vida, uma modernidade real a eles. A combatividade de Céléstine me ajudou: ela reflete a época que vivemos hoje.

 

Como é trabalhar com Benoît Jacquot?

Ensaiar pouco. Benoît gosta que as coisas aconteçam espontaneamente no set. Isso foi uma vantagem nas minhas cenas com Vincent Lindon. Ele e eu nos conhecíamos bem, mas nunca tivemos a chance de trabalhar juntos e fiquei nervosa com a ideia de filmar uma história de amor com ele. Você dá tanto da sua intimidade, é embaraçoso. O fato de não ensaiarmos criou um efeito de surpresa. Às vezes eu me sentia desequilibrada e isso foi bom para Célestine. O medo é definitivamente uma emoção que eu gosto de usar em minha atuação.

Você parece ter tido uma relação muito próxima com o filme. Benoît Jacquot disse que confiou o filme a você, inclusive a edição.

Benoît Jacquot ouve seus atores. Ele os ama – poucos diretores sentem tanto amor por seus atores. De vez em quando dizia a ele qual era meu ponto de vista, especialmente em relação a cenas que achei que eram verborrágicas demais ou então sequências que, durante a edição, achei que faziam minha personagem perder a intensidade. É importante para um ator ter sua própria subjetividade, sentir que o diretor o ouve. Mas as minhas intervenções foram mínimas. “Diário de uma Camareira” é verdadeiramente um filme de Jacquot, um filme único, que foge do caminho batido.

Confira:

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Benoît Jacquot dirige.

Dylan O’Brien em novo clipe de ‘Maze Runner: Prova de Fogo’

Maze Runner: Prova de Fogo‘ (Maze Runner: Scorch Trials) ganhou seu segundo clipe, em que Thomas (Dylan O’Brien) tenta fugir.

Assista, com o primeiro clipe:

Baseado no segundo livro da trilogia literária, ‘Prova de Fogo‘ chegará ao Brasil em 17 de setembro de 2015, um dia antes da estreia norte-americana. ’Maze Runner: A Cura Mortal’, a conclusão da trilogia, será lançada em 16 de fevereiro de 2017.

Wes Ball, diretor do longa original, retoma o cargo no segundo filme.

A Fox Film anunciou que trará os atores Kaya Scodelario e Giancarlo Esposito para o lançamentono Brasil! Os dois chegam em São Paulo na primeira semana de Setembro. Mais detalhes serão divulgados na próxima semana.

Scodelario é filha de pai britânico e mãe brasileira. Após seus pais se divorciarem, a atriz foi criada por sua mãe, subsequentemente adotou seu sobrenome e se tornou fluente em Português. Seus avós maternos moram na cidade de Itu, interior de São Paulo.

Kaya disputou o papel de Teresa com Lucy Boynton (‘Miss Potter’), Gabriella Wilde (remake de ‘Amor Sem Fim’), Jenna Thiam e Alexandra Dowling (série ‘The Musketeers’). Ela vive par romântico com Brenton Thwaites (‘Malévola’), o jovem galã do filme.

Giancarlo Esposito interpreta Jorge.

Neste próximo capitulo da saga épica, Thomas (Dylan O’Brien) e seus companheiros Clareanos vão encarar seus maiores desafios até agora: procurar por pistas sobre a misteriosa e poderosa organização conhecida como C.R.U.E.L. Sua jornada os leva até O Deserto, um cenário desolado repleto de obstáculos inimagináveis. Unindo-se com lutadores da resistência, os Clareanos desafiam as forças superiores da C.R.U.E.L e descobrem seus terríveis planos para todos eles.

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Eddie Redmayne como transexual no cartaz de ‘A Garota Dinamarquesa’

A cinebiografia ‘A Garota Dinamarquesa‘ (The Danish Girl), sobre a primeira transsexual da história, ganhou seu cartaz nacional.

Veja Eddie Redmayne, vencedor do Oscar por ‘A Teoria de Tudo‘, na pele de um transsexual. Não ficou a cara da Jessica Chastain (‘Histórias Cruzadas’)?

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Na adaptação do romance de David Ebershoff, acompanhamos a história real do pintor dinamarquês Einar Wegener (Redmayne), que se veste de mulher para posar para os quadros da esposa. Mas, o que começou como uma brincadeira, faz com que Einar sofra uma metamorfose e se opere em 1931, se tornado a primeira transexual do mundo.

O filme marca a nova colaboração de Eddie Redmayne com o diretor Tom Hooper após o musical ‘Os Miseráveis‘.

Einar Wegener seria vivido por Nicole Kidman (‘As Horas’), que abandonou o projeto após atrasos na produção.

Gwyneth Paltrow viveria a esposa, mas também se desligou do projeto, alegando compromissos familiares. Ela havia sido contratada para substituir Charlize Theron, que também abandonou a produção.

‘Como Sobreviver a um Ataque Zumbi’ ganha trailer dublado

A comédia de terror ‘Como Sobreviver a um Ataque Zumbi‘ (Scouts Guide to the Zombie Apocalypse) ganhou seu trailer dublado.

Confira, com o trailer legendado e cartaz nacional:

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No filme, três escoteiros e amigos de infância unem forças com uma garçonete valentona e se tornam a equipe de heróis mais improvável do mundo. Isso acontece quando a tranquila cidade onde vivem é devastada por uma invasão de zumbis e eles terão que colocar suas habilidades de escoteiros à prova para salvar a humanidade dos mortos-vivos. Tye Sheridan, Logan Miller e Joey Morgan interpretam, respectivamente, os amigos – e escoteiros – Ben, Carter e Augie. Já Sarah Dumont é a corajosa garçonete Denise.

A comédia trash e sanguinária ‘Como Sobreviver a um Ataque Zumbi‘ estreia dia 12 de novembro no Brasil.

Tye Sheridan, Patrick Schwarzennegger, Halston Sage e Cloris Leachman estrelam.

Christopher B. Landon (‘Atividade Paranormal: Marcados Pelo Mal’) dirige.

 

 

Steve Carell substitui Bruce Willis em comédia de Woody Allen

Segundo o Deadline, Steve Carell (O Virgem de 40 anos) foi contratado para substituir Bruce Willis (‘Duro de Matar’) no novo filme do diretor Woody Allen, que ainda não tem título definido.

Representantes de Allen afirmam que Willis teve que se desligar do elenco para se dedicar à sua nova peça da Broadway, ‘Louca Obsessão‘ (baseado no livro homônimo de Stephen King).

Porém, o ator foi fotografado no set na última semana filmando suas cenas, o que pode indicar que os dois não se deram muito bem e Willis acabou abandonando o projeto.

Confira algumas fotos:

 

Segundo os produtores, a equipe já começou a procurar um substituto.

O longa tem um dos elencos mais grandiosos dos últimos anos: Kristen Stewart (‘Crepúsculo’), Blake Lively (‘Gossip Girl’), e Jesse Eisenberg (‘A Rede Social’), Parker Posey (‘Blade: Trinity’), Anna Camp (‘A Escolha Perfeira’), Corey Stoll (‘Homem-Formiga’), Ken Stott (‘O Hobbit’), Stephen Kunken (‘Para Sempre Alice’) e Paul Schneider (‘Água Para Elefantes’). Esta será a segunda parceria de Eisenberg com Allen após ‘Para Roma, com Amor’ e a primeira vez que Stewart e Willis trabalham com o diretor.

O  47º filme de Allen está sendo filmado em Nova York, depois muda pra Los Angeles. O diretor retorna a Nova York pela primeira vez desde ‘Tudo pode dar certo‘, de 2009. Já em Los Angeles, seu último filme foi ‘Noivo Neurótico, Noiva Nervosa’, lançado na década de 70.

Não há previsão de estreia.

‘Star Wars: O Despertar da Força’ ganha novo cartaz

Star Wars: O Despertar da Força‘ teve um novo cartaz divulgado, voltado para a venda de produtos licenciados. O segredo foi revelado na arte: Finn é um Jedi!

Veja a arte, que também traz Rey e o piloto Poe Dameron.

‘Star Wars: O Despertar da Força’ ocupará TODAS as salas IMAX por um mês

Confira, com imagens:

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Segundo o Deadline, analistas de mercado preveem que o filme quebrará recordes de bilheteria em sua estreia, que acontece dia 18 de Dezembro. A previsão é que o filme arrecade incríveis US$ 615 milhões mundialmente em seu primeiro final de semana, se tornando a maior abertura da história do cinema – leia mais!

A visão original de George Lucas para o filme e os problemas no roteiro

Papel de Daniel Craig em ‘Star Wars: O Despertar da Força’ é revelado

Diretor de ‘Star Wars 7′ diz que cortou referências a outros filmes da saga

O sétimo episódio da franquia atualmente passa pela fase de pós-produção em Londres. Sua estreia nos cinemas brasileiros está programada para 17 de dezembro de 2015.

Star Wars: Episódio VII‘ se passa trinta anos após os acontecimentos de ‘Episódio VI: O Retorno de Jedi‘ e terá um trio de jovens protagonistas.

Império e Rebeldes terão novos nomes em ‘O Despertar da Força’

Harrison Ford reprisa o papel de Han Solo ao lado de outras estrelas originais da saga –  Carrie Fisher (Princesa Leia), Mark Hamill (Luke Skywalker), Anthony Daniels (C3PO), Peter Mayhew (Chewbacca), Kenny Baker (R2-D2) – e com novos rostos da franquia – Daisy Ridley, John Boyega (‘Ataque ao Prédio’), Adam Driver (da série ‘Girls’), Oscar Isaac (‘Inside Llewyn Davis – Balada de Um Homem Comum’), Andy Serkis (‘O Senhor dos Anéis’), Domhnall Gleeson (‘Questão de Tempo’), Max von Sydow (‘O Exorcista’), Lupita Nyong’o (’12 Anos de Escravidão’), Gwendoline Christie, Miltos Yerolemou e Jessica Henwick (sendo os três últimos de ‘Game of Thrones’).

 

Trailer legendado de ‘Straight Outta Compton – A História do N.W.A.’

Depois do lançamento do cartaz e título nacional do filme, a Universal Pictures divulga o trailer oficial de ‘Straight Outta Compton – A História do N.W.A.‘ (Straight Outta Compton) já com legendas em português.

A estreia nos cinemas nacionais acontece em 29 de outubro.

Assista:

A cinebiografia do grupo de hip-hop N.W.Asurpreendeu a todos a arrecadar US$ 56,1 milhões em seu fim de semana de estreia, batendo o recorde de maior abertura para uma cinebiografia na história de Hollywood, que antes pertencia a  ‘8 Mile – Rua das Ilusões‘ (US$ 51,2 milhões) – Saiba mais!

Bilheterias EUA: ‘Straight Outta Compton’ lidera e estreias decepcionam 

Com direção de F. Gary Gray, de ‘Uma Saída de Mestre‘ e ‘Código de Conduta‘, o drama conta a história de cinco jovens da cidade de Compton, na California, que decidem expressar suas frustrações através da música.

Confira o cartaz nacional:

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As rimas sinceras e as batidas graves os levaram ao início de tudo, com o nascimento do grupo mais perigoso do mundo: Niggaz Wit Attitudes, ou N.W.A. Armados com suas letras, aparência e talento genuíno, Dr. Dre, Ice Cube, Eazy-E, DJ Yella e Mc Ren enfrentam as autoridades que querem mantê-los calados e iniciam uma revolução social no final dos anos 1980.

Em duas semanas, ‘Straight Outta Compton’ já soma incríveis US$ 111 milhões apenas nos EUA.

Uma continuação já está sendo preparada – mas não contará com o selo da Universal Pictures e os produtores Ice Cube e Dr. Dre, do primeiro filme. O rapper Daz Dillinger está produzindo a sequência independente, que mostrará o que aconteceu com Snoop Dogg, Nate Dogg, Warren G, Kurupt e o próprio Dillinger após eles terminarem o grupo N.W.A. e seguirem carreira-solo.

A sequência recebeu o título ‘Dogg Pound 4 Life‘ e não deve contar com o elenco do original, composto por O’Shea Jackson Jr. (filho de Cube), Corey Hawkins (‘Sem Escalas’) e Jason Mitchell (‘Contrabando’). Um novo elenco será anunciado em breve.

O longa teve um orçamento de apenas US$ 29 milhões.

 

A estreia da sexta temporada de ‘The Walking Dead’ será a mais tensa da série

A  nova temporada de ‘The Walking Dead  terá um começo mais tenso e sufocante, segundo a atriz Lauren Cohan.

Se já não bastasse o trailer mostrado na San Diego Comic Con, em uma entrevista dada ao EW, a atriz Lauren Cohan, a Maggie Greene da série, confirmou que a estreia da sexta temporada será tensa à um nível ainda não visto na série:

“Temos o mais sufocante início de todas as temporadas que eu já participei”, disse Cohan ao EW.

“Eu acho que o que tem sido mais interessante é que vocês verão nosso progresso como civilidade ou civilização e uma sociedade mais regimentada”, afirmou Lauren.

“É sobre sermos realmente contestados. Vamos ver uma tonelada de desafios, e vamos mostrar às pessoas, personagens confiáveis em ruínas, e eu acho que será muito assustador. Bem-vindos ao The Walking Dead“, terminou a atriz.

‘The Walking Dead ” ganhará episódio especial em avião 

No começo da semana, a sexta temporada de ‘The Walking Dead‘ ganhou um comercial e um clipe, onde podemos sentir um pouco desse clima citado por Lauren Cohan.

Assista:

‘The Walking Dead’: Fotos apresentam novos personagens da série 

A sexta temporada estreia dia 11 de outubro, nos EUA e Brasil.

Prelúdio de ‘O Massacre da Serra Elétrica’ escala protagonista feminina

A atriz estreante Vanessa Grasse foi escolhida para ser a protagonista feminina de ’Leatherface‘, o prelúdio da franquia ’O Massacre da Serra Elétrica’. Cerca de 90 atrizes novatas fizeram testes para o papel. As informações são do site The Wrap.

A trama situada nos anos 1970 deve começar mostrando um violento adolescente – que um dia se tornará o Leatherface – fugindo de um hospital psiquiátrico com outros três internos. O quarteto de jovens psicopatas leva uma enfermeira (Grasse) como refém e cai na estrada, mas o grupo passa a ser perseguido por um policial Texas Ranger (interpretado por Stephen Dorff) igualmente perigoso.

O filme apresentará quatro candidatos com potencial para se tornar o maníaco; eles serão vividos por Sam Strike, James Bloor e Sam Coleman – o quarto candidato ainda não foi escalado.

Completam o elenco: Lili Taylor (‘Invocação do Mal’), Jessica Madsen (série ‘Mr. Selfridge’) e Angela Bettis, intérprete de ‘Carrie, a Estranha’ no telefilme de 2002, como Verna, a mãe de Leatherface.

As filmagens começam ainda este mês, na Bulgária, para um lançamento em 2016. Os diretores franceses Julien Maury e Alexandre Bustillo, ambos de ‘A Invasora‘, vão comandar o terror. No ano passado, eles dirigiram um dos segmentos da sequência ‘O ABC da Morte 2‘.

Escrito pelo novato Seth M. Sherwood, ‘Leatherface‘ vai explorar as origens do icônico serial killer, que surgiu nos cinemas nos anos 1970. Este será o oitavo longa da série de horror, cuja mais recente sequência, ‘O Massacre da Serra Elétrica 3D – A Lenda Continua‘, foi lançada no ano passado.

Christa Campbell, Lati Grobman e Carl Mazzacone produzem o longa para a Millennium Films.

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Saiba quando começam as filmagens de ‘Guardiões da Galáxia 2’

O roteirista e diretor James Gunn revelou ao ComicBook.com quando começam as filmagens de ‘Guardians of the Galaxy Vol. 2‘ (Guardiões da Galáxia – Volume 2): Fevereiro de 2016, nos estúdios Pinewood de Atlanta, mesma locação de ‘Homem-Formiga’ e ‘Capitão América 3’. O filme chegará aos cinemas brasileiros em 27 de abril de 2017.

Ontem, o diretor confirmou o retorno de Vin Diesel, que emprestará novamente sua voz para a árvore humanoide Groot. Apesar de soltar apenas uma frase, o personagem foi um dos maiores destaques – e alívio cômico – do primeiro filme.

Recentemente, Gunn afirmou que a sequência será mais intimista.

A trama de ‘Guardiões da Galáxia 2’ ainda não teve detalhes divulgados, mas o diretor avisou que o roteiro “definitivamente vai se desviar” dos quadrinhos e disse que os fãs conhecerão os Guardiões “de uma maneira mais profunda”.

James Gunn descarta Capitã Marvel e Venom em ‘Guardiões da Galáxia 2’

Marvel considerou trama de ‘Guardiões da Galáxia 2’ arriscada, diz James Gunn

Guardiões da Galáxia‘ teve bilheteria mundial de US$ 772,7 milhões. Os números ultrapassam os de ‘X-Men: Dias de um Futuro Esquecido‘ (US$ 746 milhões) e tornam a aventura espacial da Marvel no maior filme de super-herói do ano passado.

O time dos Guardiões é liderado por Chris Pratt no papel de Senhor das Estrelas. O time também tem Zoë Saldana (‘Star Trek’) como a humanoide Gamora, filha adotiva de Thanos e a última mulher da espécie Zen Whoberi; o lutador de MMA Dave Bautista como Drax, o Destruidor; além de Bradley Cooper e Vin Diesel como as vozes de Rocket Raccoon e Groot, respectivamente.

EXCLUSIVO: Amigos roubam caixão de Charlie Chaplin no trailer de ‘O Preço da Fama’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o cartaz nacional e trailer da comédia-dramática ‘O Preço da Fama‘ (La Rançon De La Gloire), do diretor e roteirista Xavier Beauvois (Homens e Deuses e O Pequeno Tenente) e estrelada por Benoît Poelvoorde (Coco Antes de Chanel) e Roschdy Zem (Dias de Glória).

Mares Filmes lança o filme nos cinemas brasileiros dia 1º de Outubro.

Confira:

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Seleção Oficial Veneza 2014, a comédia francesa inspirada em uma história real foi um dos destaques no Festival Varilux de Cinema Francês deste ano e conta a história de dois amigos que nas vésperas do Natal, ao ouvirem o anuncio da morte do comediante Charlie Chaplin, decidem roubar o caixão do ator e pedir um resgate para conseguir ajudar suas famílias.

Crítica 2 | Expresso do Amanhã

Luta Final de Classes 

Lançado em 2013 em alguns países asiáticos como a Coreia do Sul, Taiwan e Tailândia, e na França, passando por outros tantos como EUA e Reino Unido em 2014, Expresso do Amanhã finalmente faz sua parada no Brasil – depois de uma temporada de incógnita sobre um possível lançamento direto em vídeo. Muitos já assistiram (você sabe por qual meio) e o hype igualmente precedeu a obra, elogiada e enaltecida como uma das melhores produções cinematográficas do ano passado – lista na qual deverá figurar igualmente este ano.

Não deixa de ser uma conquista conseguir lançar a obra nas salas de cinema, mesmo que em poucas, afinal, Expresso do Amanhã realmente não é um filme para muitos. Passada no futuro, a trama apresenta um mundo congelado após um grande acidente global. Os poucos sobreviventes, uma porcentagem ínfima, são tudo o que restou da humanidade e de nossa civilização como a conhecemos. Eles sobrevivem dentro de um enorme trem, todo aparelhado para substituir o planeta Terra (daí já podemos imaginar a estrutura), idealizado por um grande homem, papel de Ed Harris

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O veículo permanece em constante movimento, passando pelo que restou do planeta congelado em seus trilhos, e completando uma volta ao redor do mundo por ano. Apesar da grande mudança estrutural, nossa sociedade evoluiu pouco, e continua segmentada por diferentes classes sociais, apontadas de forma feroz pela obra. Os ricos e privilegiados vivem na parte da frente do trem, continuando com o estilo de vida que possuíam antes da catástrofe. Os pobres, ficam amontoados na parte traseira do veículo, sem grande perspectiva de vida, e totalmente controlados pelos mandos e desmandos dos poderosos.

Por esta premissa, dá para perceber que a obra produzida por Park Chan-wook (diretor do cult Oldboy), baseada na graphic novel francesa “Le Tranperceneige”, e dirigida e adaptada por Bong Joon Ho (O Hospedeiro e Mother – A Busca Pela Verdade), não pega leve nas analogias políticas e sociais. Pelo contrário, a obra as destaca fortemente, fazendo girar a trama com as indignações exaltadas que aceleram até se transformarem em motim.

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Você pode perguntar, eu já não vi isso em Elysium (2013)? Sim, é verdade, mas aqui a coisa funciona da maneira devida. Existem muitos questionamentos, sem priorizar somente a ação. Enquanto Elysium apresentava uma boa premissa e desistia de desenvolvê-la e aprofundá-la, Expresso do Amanhã continua em constante evolução até seu desfecho, sem esquecer que no meio tempo precisa também contar uma história.

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O cineasta Joon Ho filma com maestria. Em muitos momentos sentimos toda a atmosfera do cinema asiático em sua glória, principalmente na forma narrativa de conduzir uma história. A produção em si é igualmente magnífica, os grandes cenários que compõem a direção de arte saltam aos olhos. Todo pequeno detalhe é minimamente pensado e funciona de forma majestosa e orgânica. As atuações igualmente são precisas.

Chris Evans se mostra eficiente como protagonista, e dentre tantos rostos conhecidos no elenco vale destacar Song Kang Ho (Sede de Sangue), Ko Asung (O Hospedeiro) e Tilda Swinton em mais um desempenho chamativo e caricato.  Expresso do Amanhã também aposta em tais personagens e na caricatura. Assim como algumas críticas sociais, aposta na sátira. Item do qual possui em comum com o igualmente elogiado Mad Max: Estrada da Fúria.

Hitman: Agente 47

(Hitman: Agent 47)

 

Elenco: Rupert Friend, Zachary Quinto, Hannah Ware.

Direção: Aleksander Bach

Gênero: Ação

Duração: 96 min.

Distribuidora: Fox Film

Orçamento: R$ 35 milhões

Estreia: 27 de Agosto de 2015

Sinopse: 

Hitman: Agente 47, um assassino de elite que foi geneticamente programado para ser uma máquina mortífera perfeita, e é conhecido apenas pelos dois últimos dígitos do código de barras tatuado em seu pescoço. Ele é o resultado de décadas de pesquisa – e 46 clones anteriores – dando a ele força, velocidade e inteligência nunca vista antes. Seu último alvo é uma mega corporação que planeja revelar o segredo do passado do Agente 47, criando um exército de assassinos cujo poder ultrapassa o seu próprio.

Curiosidades: 

» Paul Walker havia assinado contrato para estrelar o filme, mas após sua trágica morte ele foi substituído por Rupert Friend.

» ‘Agente 47‘ vai recomeçar a franquia e não terá ligação com a versão de 2007, estrelada por Timothy Olyphant.

 

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos:

 

Expresso do Amanhã

(Snowpiercer)

 

 Snowpiercer (2013) on IMDb

Elenco:

Chris Evans, John Hurt, Tilda Swinton, Jamie Bell, Ed Harris, Alison Pill, Ewen Bremner, Octavia Spencer, Luke Pasqualino, Kang-ho Song, Steve Park, Clark Middleton.

Direção: Joon-ho Bong

Gênero: Ação, Ficção Científica

Duração: 126 min.

Distribuidora: Playarte Pictures

Orçamento: US$ 40 milhões

Estreia: 27 de Agosto de 2015

Sinopse:

O longa é baseado na HQ francesa Transperceneige que aborda uma mudança climática que já dura por 17 anos e congelou o mundo inteiro. A única saída para os sobreviventes é o trem Expresso do Amanhã, que circula sem paradas e separa os passageiros por classes sociais. Enquanto alguns passam fome e frio, outros vivem no luxo.

Insatisfeito com essa divisão, Curtis (Chris Evans), um jovem líder da seção mais miserável do trem-máquina, desperta nos outros uma revolta e ele e seus companheiros resolvem invadir os demais vagões atrás da autoridade que está por trás de toda a injustiça e crueldade que comanda o trem.

Curiosidades:

» Do diretor de ‘O Hospedeiro‘.

» Com Chris Evans (‘Os Vingadores’), John Hurt (‘V de Vingança’), Ed Harris (‘Uma Mente Brilhante’), Tilda Swinton (‘Constantine’).

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Crítica | Ted 2

Em 2012, um ursinho de pelúcia adorável tomou o mundo de assalto em ‘Ted’, e logo caiu nas graças do público. Apesar de sua boca incrivelmente suja, propensão ao humor movido à maconha e palhaçadas de conotação sexual, o ursinho falante virou um cult instantâneo.

Roteirizado e dirigido por Seth MacFarlane, o criador da série animada ‘Uma Família da Pesada’ (Family Guy), a comédia para maiores de idade custou US$ 50 milhões e arrecadou US$ 550 milhões mundialmente.

Com o sucesso estrondoso, MacFarlane foi promovido a astro na Universal Pictures e recebeu sinal verde para desenvolver outra comédia para o estúdio: ‘Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola’ (A Million Ways to Die in the West), que ele estrelou, roteirizou e dirigiu. O filme foi um fiasco comercial e de crítica, e sua genialidade começou a ser colocada em xeque.

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Com a sequência de ‘Ted’, percebemos que MacFarlane sofre do mesmo mal que M. Night Shyamalan (‘O Sexto Sentido’), cujo primeiro e brilhante filme foi o… último.

Ted 2’ peca em trazer a originalidade e diversão que conquistaram o público no primeiro filme, e se torna um subproduto daquilo que ele mesmo parodiava… Ao contrário do ursinho protagonista falante do título, a sequência é um filme sem alma e sem coração.

Algumas das grandes piadas do filme acabam gerando risadinhas de vergonha alheia, e a história consegue ser mais implausível do que imaginar um ursinho que anda e fala.

Ted se casa com Tami-Lynn, a mulher ordinária de seus sonhos, e os problemas matrimoniais logo começam a afetar os dois. Para salvar o casamento, eles decidem ter um bebê.

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Suas esperanças começam a ruir quando o Governo de Massachusetts declara que Ted não é uma pessoa, desse modo, inelegível para adotar. Ele é despedido de seu emprego no supermercado e categoricamente informado de que seu casamento foi anulado.

Zangado e abatido, Ted contém sua frustração e pede ao seu melhor amigo que o ajude a processar o estado e ganhar o direito que ele merece. Para atuar como advogada, eles recrutam uma jovem fã de maconha para fins medicinais, chamada Samantha L. Jackson (Seyfried) e partem para os tribunais. Porém, quando Ted perde o processo, os três caem na estrada rumo a Nova York, numa última tentativa de convencer o lendário advogado de direitos civis Patrick Meighan (Morgan Freeman), a assumir o caso.

Sem a graça do primeiro ‘Ted‘, e com o desfalque da bela Mila Kunis – que não aceitou voltar e foi substituída por uma Amanda Seyfried fraquíssima – a história falha em conseguir a empatia do público com a jornada do ursinho.

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Nem a atuação de Mark Wahlberg consegue salvar o filme, trazendo seu lado mais canastrão ao fazer um protagonista bobão, triste e maconheiro – sem qualquer traço com seu personagem divertido do primeiro filme.

Por fim, ‘Ted 2’ é a prova que alguns filmes não deveriam ganhar sequência, ainda mais quando ela é claramente feita para conseguir mais uns trocados no embalo do sucesso do original.

Homem Irracional

(Irrational Man)

 

 Irrational Man (2015) on IMDb

Elenco: Joaquin Phoenix, Emma Stone, Parker Posey

Direção: Woody Allen

Gênero: Drama

Duração: 96 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 27 de Agosto de 2015

Sinopse:

Homem Irracional‘, do diretor Woody Allen, conta a história de Abe (Joaquin Phoenix), um professor em meio a uma crise existencial e que redescobre a vontade de viver. Logo após voltar a dar aulas em uma pequena cidade, Abe se envolve com duas mulheres: Rita (Parker Pousey), uma colega de trabalho; e Jill (Emma Stone), sua melhor aluna. Mesmo quando Abe mostra sinais de desequilíbrio mental, a fascinação de Jill por ele só aumenta. Porém, quando decide abraçar novamente a vida, Abe desencadeia uma série de eventos que afetará não só a ele, mas também a Jill e Rita para sempre.

 

Curiosidades:

» Escrito e dirigido por Woody Allen.

» Nova parceria de Allen com Emma Stone após ‘Magia ao Luar’.

 

Trailer:

 

Cartazes:

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Fotos:

Crítica | Corrente do Mal

Uma carta de amor aos 70´s

O terror é o gênero mais marginalizado do cinema. Um gênero essencialmente jovem, que por essa razão apenas esporadicamente investe na criatividade. Pequenas obras-primas aparecem de tempos em tempos, e muitas vezes não são reconhecidas por seu público-alvo, que espera sempre mais do mesmo (afinal é formado quase que exclusivamente por adolescentes). É curioso notar que quando essas preciosidades aparecem, quem as aponta são pessoas não necessariamente aficionadas pelo gênero.

Também não é difícil constatar que a originalidade no gênero reside em produções independentes, nas quais o cineasta (na maioria das vezes o autor da obra) possui toda liberdade para fazer o filme que deseja, seja o resultado qual for. David Robert Mitchell se encaixa neste quesito. O cineasta é o responsável pelo roteiro e direção do criativo Corrente do Mal, tido por muitos como um dos melhores filmes deste ano, que chega finalmente ao Brasil neste fim de semana após alguns meses de atrasos e adiamentos.

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Na trama, a bela Jay Height (Maika Monroe) sonha em conhecer um belo rapaz para chamar de namorado, assim como todas as adolescentes. Ela conhece Hugh (Jake Weary) e os dois começam a sair. Depois de se entregar ao sujeito e perder a virgindade, surge a primeira e estarrecedora reviravolta na trama. Hugh a droga e a prende numa cadeira. Ele não está atrás de tortura ou vingança, simplesmente passar uma maldição. Para que a menina não duvide de sua história, o rapaz decide mostrá-la o que acontece, para que ela veja com os próprios olhos.

A trama é a seguinte: existe uma maldição passada através do sexo. Ela é passada de pessoa para pessoa, e se você foi “contagiado” deverá passar adiante para a próxima pessoa. O terror vem na forma de “criaturas” ou “entidades” idênticas a seres humanos, que poderão ser pessoas que você conhece, pessoas de seu passado, ou inclusive ilustres desconhecidos. Mas você sempre saberá pela forma que tais “pessoas” agem, caminhando de forma vagarosa em sua direção – sendo visíveis somente a você – e só parando quando conseguirem de fato te matar.

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Se você “pegou”, passe adiante e espere que a pessoa para quem passou faça o mesmo, assim te deixando no final desta fila macabra. Podemos perceber somente por esta premissa que o cineasta Mitchell se empenhou e colocou mais pensamento do que a maioria dos roteiristas do gênero fazem. Mas o filme vai além, subvertendo as próprias regras, além de brincar bastante com seus próprios conceitos. Não é só na narrativa e roteiro que Corrente do Mal surpreende com um sopro de originalidade dentro do cinema do gênero. A obra vai além caprichando em outros itens.

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O que Mitchel faz além de entregar um produto novo e refrescante é homenagear o cinema antigo também. Corrente do Mal é uma baita veneração aos filmes da década de 1970, em especial Halloween: A Noite do Terror (1978), de John Carpenter. A trilha criada por Rich Vreeland (sob o pseudônimo de Disasterpeace) pulsa a criada por Carpenter para o clássico Halloween. Além disso, as longas tomadas sem cortes, privilegiando a reação dos atores, e as cenas que mostram simplesmente adolescentes caminhando por uma rua desértica de um calmo bairro americano enquanto um grande mal espreita, é referência imediata ao filme do psicopata Michael Myers.

Para os verdadeiros apreciadores do cinema como arte (e não pessoas que buscam distração para ocupar suas vidas durante duas horas) são esses pequenos detalhes, que os cineastas se dão ao trabalho de confeccionar, que contam no conjunto geral. Fora isso, Mitchell tem tempo de criar personagens adolescentes interessantes, não sendo apenas as vítimas costumeiras que mais se assemelham a bonecos prontos para o abate. Todos possuem camadas e pequenos arcos dramáticos aqui. O destaque fica para a gracinha Maika Monroe (mistura entre Dakota Fanning e Brittany Murphy), que entre este filme e o ainda inédito The Guest vem sendo considerada a nova “rainha do grito” no gênero e possui um futuro promissor.

Dior e Eu

(Dior and I)

 

 Dior and I (2014) on IMDb

Elenco: Grace Coddington, Marion Cotillard, Isabelle Huppert, Marc Jacobs, Jennifer Lawrence, Pieter Mulier, Raf Simons, Sharon Stone.

Direção: Frédéric Tcheng

Gênero: Documentário

Duração: 90 min.

Distribuidora: Imovision

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 27 de Agosto de 2015

Sinopse:

Descubra o mundo da grife Christian Dior, através da chegada do novo diretor criativo, Raf Simons, e do lançamento da sua primeira coleção de alta-costura.

 

Curiosidades:

» Vencedor do Prêmio Especial do Júri do Festival Internacional de filmes de Seattle

Trailer:


Cartazes:

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Fotos:

 

Crítica | Expresso do Amanhã

Uma jornada heroica tanto na estratégia do roteiro, como no próprio lugar em que se desenrola estes acontecimentos. A cada novo vagão do trem, um novo desafio e novas escolhas a serem feitas. Nesse sentido, o filme se assemelha aquela sensação que temos quando assistimos uma situação complicada em um filme de aventura. A cada degrau dessa longa jornada, nos perguntamos mentalmente: “Como ele vai sair dessa situação?”. Pode parecer fácil, quando se lê em um texto, mas atingir esta sensação, genuinamente, é algo complexo.

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Expresso do Amanhã‘ atrai muito por conta desse aspecto, mas não só por isso. As situações complicadas amplificam este sentimento e, em alguns momentos, nos fazem duvidar se os personagens passarão ou não daquele desafio (o máximo de tensão que se pode colocar em um espectador). As sequências de ação são de tirar o fôlego, embora, em alguns momentos, se perca a noção espacial do que acontece e isso prejudique a tensão e o entendimento do que acontece. Os temas, contemporâneos, são tratados com grande sensibilidade, com uma fina ironia ou uma áspera, e óbvia ás vezes, exposição, que faz com que as mensagens cheguem com muito mais violência e vitalidade.

O trem é o ambiente em que se desenrola esta aventura. Snowpiercer, algo como “furador das neves” (não soa tão legal em português, eu sei) é uma locomotiva construída por uma espécie de cientista “filantropo” para abrigar uma população seleta. O mundo está numa espécie de era glacial, após um experimento que visava conter o aquecimento global ter falhado. Então este trem, que nunca para, percorre o mundo inteiro numa velocidade constante. Desse jeito, existem lugares que demarcam uma data comemorativa do ano. Após a locomotiva atravessar um local, sabe-se que é natal, por exemplo.

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As pessoas que habitam este trem são dividias por classes; fisicamente separadas por vagões. O sistema funciona numa espécie de monarquia, sendo o inventor da locomotiva, Wilford (Ed Harris), uma espécie de rei-ditador que manda e desmanda no lugar. Este inventor-rei-filantropo se baseia em um controle populacional que passa por cima de qualquer coisa, sendo capaz de fuzilar sumariamente uma multidão de pessoas, apenas para que o número de indivíduos no trem fique balanceado. Não por acaso, os reféns desta tirania são sempre os membros do mais populoso e negligenciado vagão. Ai se encontra o “herói”, Curtis Everett (Chris Evans), que lidera a revolta que é o evento principal do filme.

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A partir daí, os revoltosos (praticamente todos os que residem no vagão mais pobre) partem em uma jornada rumo ao último vagão, que é o local onde se instala o famigerado Wilford e onde se encontra os motores da locomotiva. Parece residir, no filme, uma possível metáfora da nossa sociedade contemporânea e de outras épocas, também. A revolução, encabeçada pelos mais desprivilegiados é alcançada por pessoas com os mais diferentes objetivos, mas que se juntam por um em comum. Eles quebram com a ordem vigente, que, no universo do filme, se manifesta até fisicamente, através de uma revolta armada, enfrentando diversos desafios físicos e psicológicos que incluem a descoberta de como o “sistema” funciona, conflitos sangrentos e até os olhares tortos de um grupo completamente alienado, que se diverte dançando em uma espécie de balada, colhendo flores e tricotando enquanto uma multidão de pessoas morre de fome. A boa e velha luta de classes.

A alienação de uma classe que se assemelha muito a burguesia é evidente. Este grupo aproveita a vida como se nada estivesse acontecendo do lado de fora ou do lado de dentro do trem, onde ás pessoas se amontoam em cubículos mal arejados e sujos. A grande jornada deste grupo, a parte “ação” do filme, se desenrola a partir desta revolução.

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As sequências de ação são filmadas com uma câmera desesperada que treme e corta sem parar, algumas vezes, em outras se utiliza os planos mais abertos e o ponto de vista, que favorecem a tensão e fazem com que entendamos o que acontece ali. Mas mesmo no seu momento mais sem noção, o diretor Bong Joon-ho (do excelente O Hospedeiro) mantém o mínimo de compreensão e clareza do que acontece ali. O que realmente merece destaque, no estilo, é a maneira de filmar a jornada do protagonista, Curtis Evertett.

O herói sempre é mostrado de maneira lateral, da esquerda para a direita, algo que sugere uma caminhada; um percurso. Uma decisão inteligente e sensível.

 

 

Carrossel – O Filme

(CarrosselO Filme)

 

Elenco:

Maisa Silva, Larissa Manoela, Jean Paulo Campos.

Direção: Alexandre Boury

Gênero: Infantil

Duração: 98 min.

Distribuidora: Downtown/Paris

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 23 de Julho de 2015

Sinopse:

A turminha do Carrossel está de férias da Escola Mundial! E desta vez, a aventura acontece no acampamento Panapaná, do avô de Alicia. Juntos eles viverão dias incríveis, participando de uma gincana organizada pelo Senhor Campos, um velhinho muito simpático, que faz de tudo para que as crianças se divirtam ao máximo. Até a amarga diretora Olívia parece se divertir em meio à algazarra dos alunos.

É nesse clima de diversão que chega Gonzáles, funcionário de uma incorporadora, que tem a missão de comprar o terreno do acampamento para transformá-lo em uma fábrica poluidora. Mesmo que para isso ele precise sabotar e difamar o Panapaná para obrigar Campos a fechá-lo. A tarefa é aparentemente fácil, mas Gonzales e seu fiel parceiro, Gonzalito, terão pela frente a turma esperta da Escola Mundial para atrapalhar os seus planos. Os meninos precisarão abandonar a rivalidade entre os times da gincana e se unir para tentar desmascarar os bandidos e salvar o acampamento.

Curiosidades:

» Filme baseado na telenovela brasileira produzida pelo Sistema Brasileiro de Televisão, cuja exibição ocorreu entre 21 de maio de 20121 2 e 26 de julho de 2013.

Entrevista com Larissa Manoela:

A atriz Larissa Manoela fala sobre a sua dublagem no filme “O Pequeno Príncipe”

Posted by CinePOP on Sexta, 24 de julho de 2015

Trailer:

Veja o primeiro trailer de “Carrossel – O Filme”

 

Cartazes:

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Fotos: