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Crítica | Cássia Eller

O encontro da poesia com o escarnio

Estranho seria se eu não me apaixonasse por você…” Este trecho da canção All Star, de Nando Reis, sintetiza bem a impressão que geralmente as pessoas tinham quando conheciam Cássia Eller, como figura e cantora. Reis, não por acaso, a compôs pensando nela, num período que passou produzindo um de seus discos. O ex-integrante dos Titãs, na verdade, estava muito próximo da interprete e pôde absorver toda força artística e humana emanada ali – que era tátil tanto para a crítica, quanto pelo público. De modo que, cerca de treze anos após nos deixar, sua obra está mais viva do que nunca e é felizmente cultuada pelas mais variadas tribos. Ainda que os mais novos notem só a primeira camada punk.

Foi talvez pensando nessa pujança que o infalível Paulo Henrique Fontenelle – dos ótimos Loki – Arnaldo Baptista (2008) e Dossiê Jango (2012) – resolveu resgatar tal impressionante trajetória e mostrar para nova era digital quem foi a fenomenal Cássia Eller. Também seguindo a ótima safra nacional de documentários musicais, o caso dos recentes Raul – O Início, o Fim e o Meio (2012) e A Música Segundo Tom Jobim (2012), registros que não são apenas valiosos dentro de critérios informativos, mas cinematograficamente importantes.

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Mesmo introduzindo algumas trucagens visuais, como grifes de textos, molduras e símbolos, que esteticamente enriquecem a fita, Fontenelle prefere contar a história da roqueira carioca num formato linear, que pode soar convencional à primeira vista. No entanto, com o caminhar da trama, percebemos as sutilizas que estão impressas no documentário. Como a narração de antigos escritos ou exposição de fotos e vídeos da cantora, passados de maneira inimista, embalados por canções mais suaves.

O documentarista também conseguiu reunir um grande leque de personalidades que fizeram parte, direta ou indiretamente, da vida de Cassia. De produtores e músicos a amigos e familiares. E não é embuste dizer que cada depoimento, carinhoso ou não, possui função concisa para que entendamos a figura estudada. Por exemplo, vemos em Maria Eugênia uma visão mais humana e pessoal da interprete; já Zélia Duncan tem papel fundamental no que se refere a comentar sobre o estilo agressivo e a importância artística dela, como mulher, para a música; Nando Reis, num momento muito particular, além de expressar sua grande admiração, fala a respeito da relação de ensaios e feições mais técnicas que eram notavelmente singulares.

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Acima de tudo, Paulo Henrique Fontenelle faz aqui o trabalho mais apaixonado de sua carreira. Algo que, assim como O Equilibrista (2008), transcende a mídia documental, por enxergar a arte de modo sensorial. Por imprimir em tela a verdadeira essência de seu protagonista – no caso a inesquecível Cássia Eller, que carregava na alma e na voz a revolta e explosão do Rock, a beleza e sutileza da MPB e a elegância e estética do Blues. Em suma, é um belo filme que não desperdiça momentos e cumpre perfeitamente o seu propósito.

Crítica | A Mulher de Preto 2: O Anjo da Morte

Que saudade do “Harry Potter”

A Mulher de Preto 2 marca o novo lançamento do estúdio inglês Hammer, responsável por sucessos cult na década de 1970, como os filmes de Drácula, protagonizados por Christopher Lee. Sequência do filme de 2012, que tinha Daniel Radcliffe (o eterno Harry Potter) em seu primeiro trabalho após o término da multimilionária franquia da Warner. Os holofotes estavam voltados para ele, e o jovem optou por um terror gótico no qual pôde interpretar talvez seu papel mais adulto até hoje, o de um pai viúvo.

Sem Radcliffe, ou uma razão para existir, a continuação se passa quarenta anos depois dos eventos do original. O filme também marca a primeira sequência produzida pela Hammer desde 1974. Desta vez, a trama ocorre durante a Segunda Guerra Mundial, e a assombrada mansão é novamente o cenário aonde a história irá se desenrolar, servindo de abrigo para um grupo de crianças, e alguns adultos, se refugiarem durante o conflito.

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Fugindo de uma Londres devastada para o interior, o comboio permanecerá no local por tempo indeterminado até que a situação tenha um desfecho. A ideia do terror da Guerra contrastando com o terror de assombrações é interessante por si só, infelizmente a obra não faz nada com ela além de elaborar seu conceito. Este é um filme de fantasmas genérico, que aposta em sustos fáceis, no qual coisas pulam do escuro cronometradas com som alto.

Sem qualquer graça, A Mulher de Preto 2 não pode ser usado nem como prazer culposo, daqueles que conseguimos extrair ao menos risadas involuntárias. Substituindo Radcliffe, temos a nova protagonista Eve (Phoebe Fox), a encarregada de cuidar das crianças. A jovem enfrentará um desafio maior do que espera quando se deparar com a entidade do título, um espírito extremamente vingativo.

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Ao escrever este texto, luto verdadeiramente buscando alguma memória do filme, me certificando que realmente o assisti e que meu corpo estava presente na sala durante a exibição. Talvez esteja sendo muito duro comigo mesmo, e a culpa não seja minha. Talvez seja culpa de mais um produto planejado como caça-níquel rápido, que promete dar a uma fatia específica do público exatamente o que ele quer (ou ao menos pensa).

O problema é que mesmo eles saberão estar sendo enganados, e que conseguem algo muito melhor dentro do subgênero. Para não dizer que falta qualquer qualidade aqui, a direção de arte é interessante. A fotografia, porém, muito escura.

Crítica | Caminhos da Floresta

Depois dos chatíssimos Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas (2011) e Nine (2009), o diretor indicado ao Oscar pelo espetacular Chicago, Rob Marshall volta as telonas para apresentar seu mais novo musical Caminhos da Floresta. Com a “Pelé” das atrizes no elenco (Meryl Streep), Marshall tenta recriar no cinema um sucesso do teatro, uma história que é uma releitura de várias histórias infantis, porém, o roteiro peca demais na hora de tentar encontrar um clímax que nunca chega. Com longos números musicais, cansativos 125 minutos de projeção e uma história que deixa muito a desejar (pelo menos da maneira como foi contada no cinema), Caminhos da Floresta não cumpre o que promete.

Na trama, acompanhamos a vida de um casal, interpretados por Emily Blunt e James Corden, que sonham em ter filhos. Certo dia, descobrem que possuem uma maldição executada por uma vizinha bruxa (Streep). Para acabar com esse feitiço, precisam reunir uma série de estranhos elementos , e assim a história desses humildes personagens começa a se entrelaçar com personagens de contos de fadas como a Cinderela (Anna Kendrick), a Chapeuzinho Vermelho, João e o Pé de Feijão e Rapunzel.

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Esse novo musical de Marshall tenta crescer e chamar a atenção do espectador nos tons cômicos dos personagens, que são acompanhados por diálogos cantados cheios de elementos místicos. Nessa hora, o bom elenco segura a história. Emily Blunt e Meryl Streep se destacam, a primeira sempre muito segura em seus papeis e ainda possui o charme do sotaque britânico, já a segunda…bem, o que falar de Streep? Se doa ao personagem ao extremo, é a melhor atriz em atividade, mesmo que suas indicações a prêmios importantes do cinema por sua atuação neste filme tenham sido deveras forçadas. Outras atrizes se destacaram mais neste ano do que a nossa querida Meryl.

Caminhos da Floresta não empolga em instante algum. Por mais que conte com boas, e algumas hilárias, atuações em competentes números musicais, navega por mares já descobertos que fazem parte do imaginário de muitos de nós. Para ser impactante e chamar a atenção, precisaria de muita criatividade na modelagem dessa ideia. Infelizmente, em seu resultado final,  não acrescenta nada além do que já vimos em tentativas de novas roupagens para histórias conhecidas. Falta dinamismo coerente ao roteiro assinado por James Lapine, parece que as peças estão fora do lugar o tempo todo.

Crítica | Birdman Ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)

A vida não passa de uma sombra nômade para os que necessitam de algum gesto de reconhecimento. Estimado em US$ 22 milhões, o novo e inovador projeto do cineasta mexicano Alejandro González Iñárritu é uma crítica à uma sociedade que necessita dos aplausos e deseja algum dia se tornar um viral da tecnologia.

‘Birdman’ vence prêmio e sai na frente na corrida pelo Oscar

Em Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)’, somos apresentados a um ator, interpretado de maneira brilhante por Michael Keaton, que confunde amor com admiração e que se encontra em uma semi-realidade nada confiante. Nos bastidores de uma peça na Broadway o filme vai ganhando ritmo, tendo por base um roteiro inteligente e dinâmico. Vai papar muitos prêmios e deve premiar merecidamente Keaton com seu primeiro Oscar.

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Na trama, conhecemos Riggan (Keaton), um ator famoso nos 90 por interpretar um super-herói que agora, já em decadência, resolve montar uma peça teatral na Broadway em busca de recuperar prestígio e ter o talento reconhecido. O problema é que precisará combater os egos dos outros artistas, resolver problemas familiares e se livrar de uma voz estranha que conversa com ele a todo instante.

As complexas emoções por trás dos artistas que vivem para seu trabalho é muito bem caracterizada, elevando a fita. As subtramas ganham espaço louvável sob as lentes de Iñárritu. A relação do personagem principal com sua filha é muito bem encaixada, conseguimos entender toda a profundidade e mágoas dessa relação. Emma Stone e Michael Keaton executam profundos e divertidos diálogos a todo instante. O ótimo Edward Norton quase rouba a cena, com seu personagem explodindo em um complexo de emoções dentro e fora dos palcos, mas o filme é de Keaton.

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Com uma trilha sonora envolvente, assinada por Antonio Sanchez, o filme é moldado perfeitamente em torno do protagonista. Michael Keaton dá quase um show, exalando empatia a cada segundo, ele faz o espectador gargalhar, voa, e consegue uma interpretação que é uma das grandes de sua vasta carreira. Seu personagem cresce ao lado dos outros ótimos Edward Norton, Emma Stone, Naomi Watts e Zach Galifianakis, transformando Birdman em um filme bastante peculiar que merece ser visto por todo mundo que ama cinema.

 

Crítica | A Teoria de Tudo

O universo tem o tamanho do nosso mundo. Que tamanho tem o nosso mundo? Tem o tamanho dos nossos sonhos. Depois de dirigir alguns trabalhos pouco vistos aqui no Brasil, como o excelente documentário O Equilibrista, o diretor made in “terra da Rainha” James Marsh topou o maior desafio de sua carreira, contar uma parte da vida do mundialmente famoso cosmólogo e físico britânico Stephen Hawking. Totalmente baseado no livro escrito pela primeira esposa de Stephen , Jane Hawking, Travelling to Infinity: My Life with Stephen, o roteiro do filme tem a assinatura de Anthony McCarten e deve emocionar a muitos cinéfilos mundo à fora, principalmente pelas espetaculares atuações de Eddie Redmayne e Felicity Jones, ambos, cotadíssimos para o próximo Oscar.

Na trama, conhecemos já na fase do doutorado o brilhante estudante Stephen Hawking (Eddie Redmayne), um homem pacato, com um senso de humor afiado, que adora leitura sobre xadrez e ouvir música clássica. Certo dia, em uma comemoração na faculdade que estudava, conhece a bela Jane (Felicity Jones), uma estudante por quem se apaixona intensamente. Tudo ia bem na vida do jovem casal até que Hawking é diagnosticado com uma rara doença do Neurônio Motor que o faz ao longo de um curto período perder todos os movimentos do corpo, até a fala. Assim, combatendo todo tipo de limitação, a brilhante mente irá provar que o viver é um dos grandes mistérios do universo.

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Que tamanho tem o universo? Hawking se dedicou durante anos em sua famosa teoria sobre os buracos negros, sua família, seus amigos e todos que estiveram por perto tiveram influência nessa grande descoberta. O longa-metragem mostra bem toda essa relação, que começa em casa , com os grandes cuidados que Jane tinha com ele, depois acompanhamos melhor sua relação com seus pais que sempre estavam com um pé atrás parecendo estar preparados sempre para o pior, as inúmeras idas a sua faculdade para debates, teses e aulas com outros renomados cientistas. A Teoria de Tudo consegue, ao longo dos 123 minutos de fita, apresentar ao público um leque de argumentos que preencheram a personalidade desse notório ser humano. Bravo!

Quando o filme entra a fundo nos contornos e dramas familiares, além das dificuldades que, principalmente, Jane passa com 3 filhos e um marido com problemas motores, a qualidade da fita eleva-se de uma maneira que comove. Os responsáveis por isso são Eddie Redmayne e Felicity Jones. O primeiro mostra uma dedicação de Pacino para um papel extremamente difícil que requer muito esforço do ator, merece ser indicado ao Oscar por esse papel, absurdamente detalhista para que tudo saísse o mais perfeito possível, uma impressionante atuação. Já a segunda, consegue transmitir uma força emocional gigantesca com sua personagem, na expressão, na fala mansa, nos gestos, no olhar. Faz com que o público julgue sua personagem, apresenta Jane Hawking com uma transparência tão verdadeira que sofremos junto com ela em cada cena difícil. Felicity Jones tem um real chance de ser a ganhadora do próxima Oscar de melhor atriz.

A Teoria de Tudo estreia dia 22 de janeiro de 2015 e vai se tornar um filme inesquecível para muita gente, tem o poder da física e da emoção em uma equação que você não pode deixar de tentar decifrar! Bravo!

Crítica | O Grande Hotel Budapeste

Wes Anderson entrega seu filme mais abrangente e Ralph Fiennes brilha na pele de um protagonista raro

Meia Noite em Paris é o maior sucesso financeiro da carreira de Woody Allen, um cineasta que de outra forma se restringe ao seu público cativo. Em entrevista para o documentário sobre o diretor, o protagonista da obra, Owen Wilson, brincou dizendo que de uma hora para outra Allen havia se tornado Michael Bay. Meia Noite em Paris arrecadou mais de US$ 56 milhões de dólares somente nos EUA e mais de US$ 151 milhões ao redor do mundo, o que para os parâmetros de seus filmes (que muitas vezes não ultrapassam os US$ 5 milhões em bilheterias) sem dúvidas é uma explosão.

Isso significa que muito mais pessoas foram assistir ao filme, do que normalmente iriam a uma produção do diretor. O fato tornou a obra a mais abrangente da carreira de Allen. O filme para os que não conhecem, ou particularmente gostam do diretor, iniciarem-se em seu universo. O mesmo ocorre aqui, com O Grande Hotel Budapeste, novo filme do peculiar cineasta independente americano, Wes Anderson. Como o autoral Allen, os filmes de Anderson talvez não sejam para todos os gostos, mas são uma aula de cinema de autor.

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As obras de Anderson são estranhas, apresentam personagens extremamente excêntricos (porém muito identificáveis), uma cenografia teatral (que inclui figurinos chamativos e uma direção de arte propositalmente artificial e encantadora) e principalmente um humor tão seco, que ficamos muitas vezes sem saber se devemos rir ou não. Seus filmes talvez sejam também os menos manipulativos do cinema americano atual, no sentido de que além de não nos dar a deixa de que emoções sentir em determinadas cenas, ainda nos ludibria invertendo as emoções certas para momentos exatos.

O Grande Hotel Budapeste é o filme independente mais rentável de 2014 e o mais rentável da carreira de Anderson. Funciona, assim como Meia Noite em Paris, para os não escolados adentrarem o mundo da mente criativa do diretor. Apesar de utilizar de todos os elementos recorrentes de seus filmes anteriores, sua nova produção é, assim como a de Allen, um filme mágico, que nos transporta para um tempo específico e nostálgico. Talvez o motivo do sucesso de ambas as produções seja um desejo inerte e inerente de uma fatia do público de que as coisas voltassem a ser como antigamente.

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E como precisamos de cineastas como Anderson e Allen, e filmes como Meia Noite em Paris e O Grande Hotel Budapeste. Numa era na qual as produções mais barulhentas ditam regra, é muito bom termos um tipo de cinema mais calmo, onde podemos realmente apreciar uma obra de arte. Anderson também utiliza muitos efeitos visuais, mas em seu caso, todos usados a favor da trama, sem “serem a trama”. O novo exemplar de Anderson nos é contado através de três períodos de tempo distintos. Começa nos anos 1980, com a introdução de Tom Wilkinson, que abre e fecha o filme.

Em sua versão jovem, vivido por Jude Law, ele relata em um livro seu encontro com o então dono do grande hotel localizado na fictícia República de Zubrowka, Zero Moustafa (papel de F. Murray Abraham), durante a década de 1960. Voltando ainda mais no tempo, para os anos 1930, o respeitável Senhor conta para o jornalista sua formação de cavalheiro e na arte da hotelaria, provida pelo honorável M. Gustav, papel de Ralph Fiennes. O protagonista é o devoto concierge do Budapeste Hotel, e leva seu trabalho estritamente a sério.

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Sob sua tutela, o jovem Zero (vivido pelo estreante Tony Revolori), então um lobby boy, aprende muito mais do que o ofício. Gustav é um homem perdido fora de seu tempo, mesmo para a época, e a definição da palavra dignidade. Seu único defeito parece ser o gosto peculiar por velhotas endinheiradas, cujo afeto é recompensado de grande forma financeira. Quando uma de suas amantes, interpretada por Tilda Swinton, falece, uma obra de arte valiosa é deixada para ele. Logo, a suspeita de assassinato é trazida pelo filho da mulher, papel de Adrien Brody, e Gustav é agora um fugitivo da lei.

O Grande Hotel Budapeste é muitos filmes em um só, mas aqui isso é uma coisa boa. O fato apenas dificulta qualquer tipo de sinopse, o que se torna mais um ponto favorável para a produção. Existem diversas subtramas e como de costume muitos personagens, interpretados por rostos muito conhecidos, se amontoam na tela. Anderson abre seu leque sem nunca se afastar do tema central, a importância e valorização dos costumes. A atenção prestada pelo protagonista às pequenas coisas reflete o cineasta, que se importa com cada pequeno detalhe do que compõe suas obras.

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Esse é um texto que poderia ter pelo menos três páginas para expressar minimamente a alegria de assistir ao filme. São muitos tópicos que devem ser endereçados, porém, antes que sua paciência se esvaia, vale citar neste último parágrafo a atuação do protagonista Ralph Fiennes.O talentoso ator (e agora diretor) indicado para dois Oscar nunca esteve tão bem quanto na pele do pomposo e educado M. Gustav. A paixão com que declama o texto criado por Anderson é de vontade tamanha que hipnotiza. Será verdadeiramente um descaso se Fiennes não receber uma indicação ao próximo Oscar. E isso faltando sete menos para o anúncio.

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Elenco:

Vozes no Original de: Athipich Chutiwatkajornchai, Kongdej Jaturanrasamee, Noppan Chantasorn, Nuengthida Sophon, Thodsapol Siriwiwat.

Direção: Kompin Kemgumnird

Gênero: Animação

Duração: 81 min.

Distribuidora: Playarte Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 14 de Abril de 2016

Sinopse:

A história de um pequeno garoto, de uma tribo distante, que pode falar com animais – e sua irmã mais velha durona. Ambos ajudam a resgatar um pequeno escoteiro falastrão que, por acaso, é filho do presidente do maior país do planeta. Este trio embarca em uma aventura para impedir um projeto megalomaníaco que pode causar uma verdadeira destruição ambiental.

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Nomes Originais de Pessoas Famosas

Nos EUA, isto se chama Stage Name. No Brasil, nome artístico (ou nome de guerra, para as profissões menos afortunadas…). De qualquer maneira, chega a ser engraçado saber que, muitas vezes, os nomes que vemos na tela nada tem haver com o nome original dos atores.

Muito comum entre as celebridades, elas escolhem novos nomes (ou misturam os originais com fictícios) por acharem os originais pouco atrativos para o público. E realmente, é muito pouco atrativo.

Você gostaria de assistir a um filme da Jennifer Linn Anastassakis? Não? Pois bem, ela nos cinemas e na TV é a famosa Jennifer Aniston!

Quer saber mais nomes (estranhos) de grandes astros:

  • Tim Allen – Tim Allen Dick

  • Woody Allen – Allen Stewart Konigsberg

  • Julie Andrews – Julia Elizabeth Wells

  • Jennifer Aniston – Jennifer Linn Anastassakis

  • Eric Bana – Eric Banadinovich

  • Brigitte Bardot – Camille Javal

  • Tom Berenger – Thomas Michael Moore

Jennifer Aniston (Jennifer Linn Anastassakis) – ‘Dizem Por Aí…’

  • Nicolas Cage – Nicholas Coppola

  • Michael Caine – Maurice Joseph Micklewhite

  • Cher – Cherilyn Sarkisian La Pier

  • Tom Cruise – Thomas Cruise Mapother, IV

  • Rebecca DeMornay – Rebecca George

  • Danny DeVito – Daniel Michaeli

  • Carmen Electra – Tara Leigh Patrick

  • Sally Field – Sally Mahoney

  • Jodie Foster – Alicia Christian Foster

  • Jamie Foxx – Eric Bishop

  • Greta Garbo – Greta Gustafsson

  • Goldie Hawn – Goldie Jean Studlendegehawn

  • Ice Cube – O’Shea Jackson

  • Diane Keaton – Diane Hall

  • Michael Keaton – Michael John Douglas

  • Ben Kingsley – Krishna Banji

  • Johnny Knoxville – Phillip John Clapp

Eric Bana (Eric Banadinovich) – Em ‘Tróia’

  • Bruce Lee – Lee Jun-fan

  • Janet Leigh – Jeanette Helen Morrison

  • Jennifer Jason Leigh – Jennifer Lee Morrow

  • Téa Leoni – Elizabeth Téa Pantleoni

  • Jet Li – Li Lian Jie

  • Sophia Loren – Sofia Scicolone

  • Courtney Love – Love Michelle Harrison

  • Shirley MacLaine – Shirley Beaty

  • MadonnaMadonna Louise Veronica Ciccone

  • Carmen Miranda – Maria Carmo Miranda de Cunha

  • Marilyn Monroe – Norma Jean Mortenson

  • Demi Moore – Demetria Gene Guynes

  • Ozzy Osbourne – Jonathan Michael Osborne

  • Lou Diamond Phillips – Lou Upchurch

  • Natalie Portman – Natalie Hershlag

  • The Rock – Dwayne Douglas Johnson

  • Diana Ross – Diane Ernestine Earle Ross

  • Meg Ryan – Margaret Mary Emily Anne Hyra

  • Winona Ryder – Winona Laura Horowitz

Kate Garry Hudson – Em ‘Como perder um Homem em 10 Dias’

Vin Diesel (Mark Vincent) – Em ‘Velozes e Furiosos’

Saiba TUDO sobre o Oscar 2015

Falta um mês para a 87ª cerimônia de entrega dos Academy Awards (mais conhecido como Oscar no Brasil), e o CinePOP compilou todas as notícias mais importantes sobre a premiação para que você saiba tudo sobre o maior prêmio do cinema.

A primeira entrega dos Prêmios da Academia aconteceu em 16 de maio de 1929, no Roosevelt Hotel em Hollywood, para honrar as realizações cinematográficas mais prominentes lançadas entre 1927 e 1928. A cerimônia foi apresentada pelo ator Douglas Fairbanks e pelo diretor William C. DeMille.

Entre os injustiçados, as fofocas, as acusações de racismo e as datas de estreia dos indicados a Melhor Filme, você pode conferir abaixo a lista com todas as notícias sobre o Oscar deste ano..

A cerimônia, marcada para 22 de fevereiro de 2015, será realizada no Dolby theater, em Los Angeles, e terá como apresentador o ator Neil Patrick Harris.

Confira:

O Homem Com Punhos de Ferro 2

The Man with the Iron Fists 2’, a continuação do filme de luta ‘O Homem Com Punhos de Ferro’ (2012), teve seu primeiro trailer divulgado.

O ator e rapper RZA reprisa o papel do implacável ferreiro Thaddeus, que retorna para liderar uma rebelião a fim de libertar uma aldeia chinesa do século 19 de seu senhor opressivo.

Assista:

Além de estrelar a sequência, RZA dividiu a autoria do roteiro com John Jarrell (‘Romeu Tem Que Morrer’). A direção ficou a cargo de Roel Reiné (‘O Escorpião Rei 3’, ‘Corrida Mortal 2’).

Completam o elenco internacional: Dustin Nguyen (‘Anjos da Lei 2’), Cary-Hiroyuki Tagawa (’47 Ronins’), Eugenia Yuan (‘O Tigre e o Dragão’), Pim Bubear (‘Ninja 2 – A Vingança’), Carl Ng (‘A Hora do Acerto’), Simon Yin (‘O Grande Mestre’), Ocean Hou (‘Man of Tai Chi’), Grace Huang e Andrew Lin, ambos de ‘O Homem Com Punhos de Ferro’.

A Universal Pictures Home Entertainment lançará ‘O Homem Com Punhos de Ferro 2’ diretamente em Blu-ray e DVD no dia 28 de Outubro de 2015.

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Crítica 2 | Whiplash – Em Busca da Perfeição

UM FILME APROPRIADO PARA NOSSA GERAÇÃO

 

Toda pessoa que se vitimiza deveria assistir à Whiplash – Em Busca da Perfeição (Whiplash). Sério! Se você se sente um gênio incompreendido, mas não se esforça nem para terminar de ler uma crítica chinfrim como esta, vá ver o filme! Se você achar que o método do professor Fletcher (J. K. Simmons) não é um método, mas bullying, poderá aproveitar a trilha sonora – um espetáculo! – mesmo se recusando a reconhecer que o filme foi feito para você!

A verdade que Fletcher tem um estilo controvertido. Ele torna a vida de Andrew (Miles Teller), jovem baterista que acaba de ingressar numa das mais prestigiadas escolas de música dos EUA, um inferno! Andrew buscará superar seus limites, mas sempre terá suas tentativas esmagadas por Fletcher. Falando assim, parece outro filme sobre a relação complicada entre professor e aluno. Nada mais errado! A direção e o roteiro do novato Damien Chazelle têm trunfos que fogem do lugar comum, colocando Whiplash em outro patamar.

 

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A qualidade das atuações de Miles Teller e, especialmente, de J. K. Simmons é a base na qual Chazelle constrói suas ótimas sequências, como aquelas que sentimos a exaustão física de Andrew tocando bateria. Essas sequências são costuradas com um tecido sonoro que dá densidade às imagens, ao mesmo tempo em que estas mudam os significados das músicas – destaque para a magistral sequencia final! Uma combinação excepcional!

Além dos confrontes feéricos, há, próximo do final, um diálogo que demonstra que Fletcher não é um maníaco, mas que segue um método. O diálogo – e o filme – não deixa de reconhecer os riscos desse método, mas o diretor parece acreditar nele, como também parece acreditar que vivemos num mar de medíocres que imploram por compreensão do mundo, enquanto não se esforçam para dar ao mundo nada mais do que um “bom trabalho!”

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O Pacto

(Seeking Justice)

 

Elenco: Nicolas Cage, January Jones, Jennifer Carpenter, Roger Donaldson, Guy Pearce, IronE Singleton, Harold Perrineau, Xander Berkeley, Monica Acosta.

Direção: Roger Donaldson

Gênero: Ação / Drama

Duração: 105 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 9 de Março de 2012

Sinopse: Will (Nicolas Cage) leva uma vida pacífica até o dia em que sua esposa (January Jones) é atacada brutalmente por um desconhecido. Em seguida um estranho (Guy Pearce) aparece oferecendo a Will um plano de vingança com a condição de que o serviço seja retribuído em outra ocasião. O que Will não desconfia é que logo ele será cobrado para pagar a dívida cometendo um crime também! Agora o jogo virou e Will fará de tudo para proteger sua esposa e desmascarar uma organização secreta que envolve figuras poderosas da sociedade.

Críticas:

Crítica
Curiosidades:
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Crítica | O Pacto

Em um filme confuso, que tenta surpreender (naufragando nesse quesito), o diretor australiano Roger Donaldson (de ótimos longas, como: ‘Efeito Dominó’ e ‘Treze Dias Que Abalaram o Mundo’) reúne um elenco conhecido para contar esse Thriller que não deve agradar a maioria do público cinéfilo.

Na trama, um professor do ensino médio vive uma vida feliz e apaixonada com uma musicista loira, muito bonita. Até que um dia a paz e a felicidade deles é abalada. Quando está indo para casa após um ensaio, a mulher é atacada e violentada por um criminoso. Confuso e desnorteado, o marido aceita receber ajuda de um homem misterioso (para uma espécie de vingança encomendada) sem saber direito onde estava se metendo.

Nicolas Cage continua deixando os cinéfilos com dor de cabeça, com filmes que nem de longe lembram clássicos de sua filmografia, como: ‘Adaptação’, ‘Despedida em Las Vegas’, ‘O Senhor das Armas’. January Jones mais uma vez muito fria em um papel, sem saber demonstrar emoção. Já é o segundo trabalho dessa atriz (muito bonita, diga-se de passagem) que seu personagem não consegue passar veracidade, com suas emoções ao público (o primeiro foi em ‘O Desconhecido’). Guy Pearce aparece como o vilão e tenta dar um algo a mais para a embolada história, infelizmente não consegue levar o filme nas costas.

No elenco, nomes conhecidos do público que acompanha seriados americanos.
Harold Perrineau (ex- ‘Lost’) faz o melhor amigo do personagem de Cage, tem importância fundamental para o desfecho da trama. Jennifer Carpenter (do seriado de sucesso ‘Dexter’) aparece muito pouco e tem raríssimas falas, poderia ter sido melhor aproveitada e a história mais focada na amizade com a personagem de Jones.

O grave problema que o longa apresenta é a questão da ‘teoria da conspiração’ evidenciada a cada passagem de minuto da fita. Explicando: de repente todos os personagens que aparecem fazem parte da tal organização (que corre em paralelo do mundo da polícia e da justiça) e não é explicado o sentido dessa irmandade. As informações chegam sem nenhum propósito e o espectador fica refém de uma história sem fundamento.

O que muitos amantes da sétima arte temiam acontece: Cage erra de novo!

Crítica em Vídeo | ‘Busca Implacável 3’, ‘Antes de Dormir’ e ‘Foxcatcher’

Acaba de sair do forno a nova edição do CineAgenda, vídeo apresentado pelo editor Renato Marafon com as estreias deste final de semana (22 de Janeiro de 2015).

Toda semana, vamos informar sobre os lançamentos e comentá-los.

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Liam Neeson retorna ao papel de Bryan Mills, ex-agente da CIA, cuja reconciliação com sua ex-mulher é interrompida quando ela é brutalmente assassinada. Consumido pela raiva, e considerado o responsável pelo crime, ele foge da procura implacável da CIA, do FBI e da polícia. Pela última vez, Mills deve usar “suas habilidades especiais” para encontrar os verdadeiros assassinos, fazer justiça com as próprias mãos, e proteger a única coisa que importa para ele agora – sua filha.

 

Antes de Dormir

Todas as manhãs, Christine acorda sem saber onde está. Suas memórias desaparecem todas as vezes que ela dorme. Seu marido, Ben, é um estranho. Todos os dias ele tem de recontar a vida deles e o misterioso acidente que tornou Christine uma amnésica. Encorajada por um médico, ela começa a escrever um diário para ajudála a reconstruir suas memórias mas acaba descobrindo que a única pessoa em quem confia talvez esteja contando apenas parte da história.

 

Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo

Quando o campeão olímpico de luta greco-romana, Mark Schultz (Channing Tatum), é convidado pelo herdeiro milionário, John du Pont (Steve Carell), para se mudar para a mansão du Pont e ajudar a formar uma equipe para se preparar em seu centro de treinamento de ponta para os Jogos Olímpicos de 1988 em Seul, Schultz aceita a proposta, na esperança de conseguir treinar e finalmente sair da sombra do irmão que ele idolatra, Dave (Mark Ruffalo). Movido por necessidades escusas, du Pont vê seu apoio à campanha de Schultz pelo ouro olímpico e a chance de “treinar” uma equipe de luta greco-romana de primeira como uma oportunidade de ganhar o respeito fugaz de seus pares e, ainda mais importante, da mãe que o rejeita (Vanessa Redgrave).

Prêmio CinePOP 2015: ‘Guardiões da Galáxia’ e ‘Capitão América 2’ são os vencedores

Janeiro e Fevereiro é a época das maiores premiações do cinema… tem Globo de Ouro, SAG Awards, Oscar. Em nenhum desses, temos a oportunidade de opinar e, muitas vezes, discordamos dos vencedores. Tendo isso em vista, resolvemos criar nosso próprio prêmio: O Prêmio CinePOP.

Aqui, a democracia dá espaço para que você eleja os melhores do ano – e não aqueles filmes chatos que agradam apenas os críticos, mas também aqueles blockbusters cheios de ação e efeitos especiais.

Encerramos nossa 11ª edição com sucesso absoluto, acumulando mais de 30 mil votos. Para a premiação, selecionamos os melhores filmes que chegaram aos cinemas nacionais ou locadoras entre Janeiro e Dezembro de 2014.

E podemos atestar: 2014 foi o ano da Marvel. O estúdio conseguiu vencer as categorias Melhor Filme e Melhor Sequência com seus dois lançamentos do ano, os fantásticos ‘Guardiões da Galáxia‘ e ‘Capitão América 2 – O Soldado Invernal

Com um final emocionante, Guardiões da Galáxia tem fortes doses de humor e muita aventura, além de possuir batalhas épicas e empolgantes, do ponto vista visual e coreográfico, e já é um dos maiores acertos da Marvel, no que se refere a esse mundo quadrinistico-cinematográfico já estabelecido. Se no início capengaram com Homem de Ferro 3 e Thor: O Mundo Sombrio , como citaram às más línguas, os últimos longas da chamada Fase 2 foram completamente eficientes e preparam bem o terreno para o próximo grande evento chamado A Era de Ultron.

No emblemático Capitão América 2 – O Soldado Invernal, a produtora conseguiu o mais interessante filme já feito com o selo Marvel – sim, nem mesmo títulos elogiadíssimos como X-Men: Primeira Classe (2011), X-Men 2 (2003) e Homem-Aranha 2 (2004) conseguem bater de frente com o longa dirigido por Anthony e Joe Russo. Arrisco-me dizer que a fita é tão importante para o estúdio, quanto Batman – O Cavaleiro das Trevas (2008) foi para a rival DC.

O cinema nacional também conseguiu um feito com o sensível ‘Hoje eu quero voltar sozinho‘, vencedor de dois prêmios no Festival de Berlim e também na categoria Melhor Filme Nacional no Prêmio CinePOP.

A categoria mais acirrada foi a de Pior Filme. 2014 pode ter sido um bom ano para o cinema, mas também foi o ano das maiores bombas. E não teve jeito: ‘Frankenstein – Entre Anjos e Demônios‘ conquistou o maior número de votos na categoria. Frankenstein é uma mistura entre Van Helsing (2004) e Anjos da Noite (2003), mas isto seria uma ofensa para as duas obras citadas. O filme não possui o humor do primeiro e nem mesmo as cenas legais e o estilo visual do segundo. Quanto menos Kate Beckinsale apertada dentro de couro preto. Aaron Eckhart é um ator talentoso, mas aqui realmente não tem muito o que fazer, a não ser participar das suas cenas de ação e luta.

O mais interessante do prêmio foi a humanização dos heróis e vilões:  o falho herói Senhor das Estrelas (Chris Pratt), de ‘Guardiões da Galáxia‘; e a mimada e meticulosa Amy Dunne (Rosamund Pike), de ‘Garota Exemplar‘.

O Prêmio CinePOP é você quem faz! Obrigado a todos por mais um ano de companheirismo, e uma premiação justa e extremamente divertida.

 

 

 

Vamos aos vencedores:

 

Melhor Filme

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Ela
Boyhood – Da Infância à Juventude
O Lobo de Wall Street
Garota Exemplar
O Grande Hotel Budapeste
Guardiões da Galáxia (vencedor)
12 Anos de Escravidão
Interestelar
A Culpa é das Estrelas

 

 

Melhor Sequência ou Remake

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Capitão América 2 – O Soldado Invernal (vencedor)
Jogos Vorazes: A esperança – Parte 1
Malévola X-Men: Dias de um Futuro Esquecido
Anjos da Lei 2
Planeta dos Macacos: O Confronto
Transformers 4: A Era da Extinção
RoboCop
O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos

 

 

Melhor Filme Nacional

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Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (vencedor)
O Lobo Atrás da Porta
Praia do Futuro
Getúlio
O Menino e o Mundo
O Menino no Espelho
Tim Maia Não Pare na Pista – A Melhor História de Paulo Coelho

 

 

Pior Filme do Ano

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As Tartarugas Ninja
O Espetacular Homem-Aranha 2
Frankenstein – Entre Anjos e Demônios (vencedor)
Transcendence – A Revolução
Drácula: A História Nunca Contada
Pompeia
Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola
Livrai-nos do Mal
Annabelle

 

 

Melhor Filme lançado direto em DVD

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Locke
Temporário 12
A Salva-Vidas
Cores do Destino
The Normal Heart (vencedor)
Música da Alma

 

 

Melhor Ator

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Leonardo DiCaprio, em O Lobo de Wall Street
Babu Santana, em Tim Maia
Matthew McConaughey, em Clube de Compras Dallas
Chris Evans, em Capitão América 2 – O Soldado Invernal
Jake Gyllenhaal, em O Abutre
Ansel Elgort, em A Culpa é das Estrelas
Chris Pratt, em Guardiões da Galáxia (vencedor)

 

 

Melhor Atriz

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Shailene Woodley, em A Culpa é das Estrelas
Angelina Jolie, em Malévola
Leandra Leal, em O Lobo Atrás da Porta
Scarlett Johansson, em Capitão América 2 – O Soldado Invernal
Rosamund Pike, em Garota Exemplar (vencedor)
Jennifer Lawrence, em Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1
Anne Hathaway, em Interestelar

 

 

Melhor Distribuidora Nacional

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Paramount Pictures Brasil
Fox Film do Brasil
Paris Filmes
Universal Pictures Brasil
Warner Bros. Pictures Brasil
The Walt Disney Company (vencedor)
Sony Pictures Brasil
Imagem Filmes
Diamond Filmes
Califórnia Filmes

 

 

Melhor Utilização do 3D

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Frozen – Uma Aventura Congelante
Uma Aventura Lego
Pompeia
O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos (vencedor)
Operação Big Hero
Transformers: A Era da Extinção
Os Boxtrolls
X-Men: Dias de um Futuro Esquecido
Godzilla

 

 

Mais Gostoso

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Orlando Bloom, em O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos
Tom Cruise, em No Limite do Amanhã
Channing Tatum, em Anjos da Lei 2
Ben Affleck, em Garota Exemplar
Zac Efron, em Vizinhos
Mark Wahlberg, em Transformers 4: A Era da Extinção
Chris Evans, em Capitão América 2: O Soldado Invernal
Chris Pratt, em Guardiões da Galáxia (vencedor)

 

 

Mais Gostosa

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Jennifer Lawrence, em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido
Scarlett Johansson, em Capitão América 2 – O Soldado Invernal (vencedor)
Emma Stone, em O Espetacular Homem-Aranha 2
Megan Fox, em As Tartarugas Ninja
Jessica Alba, em Sin City: A Dama Fatal
Eva Green, em Sin City: A Dama Fatal
Rosamund Pike, em Garota Exemplar
Emily Blunt, em No Limite do Amanhã
Shailene Woodley, em Divergente

 

 

Revelação do Cinema

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Ghilherme Lobo, em Hoje Eu Não Quero Voltar Sozinho
Lupita Nyong’o, em 12 Anos de Escravidão
Ansel Elgort, em A Culpa é das Estrelas (vencedor)
Evan Peters, em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido
Chris Pratt, em Guardiões da Galáxia
Dylan O’Brien, em Maze Runner – Correr ou Morrer
Antoine-Olivier Pilon, em Mommy

 

 

Melhor Herói do Ano

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Malévola (Angelina Jolie), em Malévola
Homem-Aranha (Andrew Garfield), em O Espetacular Homem-Aranha 2
Capitão América (Chris Evans), em Capitão América 2 – O Soldado Invernal
Wolverine (Hugh Jackman), em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido
Senhor das Estrelas (Chris Pratt), em Guardiões da Galáxia (vencedor)
Katniss (Jennifer Lawrence), em Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1

 

 

Melhor Vilão

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Presidente Snow (Donald Sutherland), em Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1
Electro (Jamie Foxx), em O Espetacular Homem-Aranha 2
Alexander Pierce (Robert Redford), em Capitão América 2: O Soldado Invernal
Amy Dunne (Rosamund Pike), em Garota Exemplar (vencedor)
Rosa (Leandra Leal), em O Lobo Atrás da Porta
Annabelle, em Annabelle
Sentinelas, em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido

 

 

Mais Esperado de 2015 (tivemos que escolher os 10 MAIS)

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Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força
Os Vingadores 2: A Era de Ultron (vencedor)
Mad Max: Estrada da Fúria
Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros
Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2
007 – Spectre
Cinquenta Tons de Cinza
O Exterminador do Futuro: Gênesis
Velozes & Furiosos 7
Homem-Formiga

 

 

Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola

(A Million Ways to Die in The West)

 

Elenco:

Liam Neeson, Charlize Theron, Amanda Seyfried, Neil Patrick Harris, Seth MacFarlane, Sarah Silverman, Giovanni Ribisi, Allyn Rachel, Evan Jones, Wes Studi, Dennis Haskins, Rex Linn, Ralph Garman, Catherine Shu, Challen Cates.

Direção: Seth MacFarlane

Gênero: Faroeste, Comédia

Duração: 116 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 60 milhões

Estreia: 18 de Setembro de 2014

Sinopse:

Em ‘Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola‘, depois que Albert (Seth MacFarlane) foge de um tiroteio, sua inconstante namorada (Amanda Seyfried) o deixa para ficar com outro homem. Nesse momento, uma bela e misteriosa mulher (Charlize Theron) chega à cidade e o ajuda a retomar sua coragem, o que faz com que os dois se apaixonem. Albert só não sabia que o marido de sua amada, um notório fora da lei, buscaria vingança e ele teria a chance de colocar em prática sua coragem recém-resgatada.

Curiosidades:

» Dirigido por Seth MacFarlane (diretor de ‘Ted’ e criador de ‘Uma Família da Pesada’). Além de dirigir, MacFarlane roteiriza, ao lado da dupla Alec Sulkin e Wellesley Wild (co-roteiristas de ‘Ted’).

» A história segue a mesma linha de ‘Banzé no Oeste‘ (1974), misturando humor com faroeste.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

 

O Planeta Vermelho

(The Last Days on Mars)

 

Elenco: Liev Schreiber, Goran Kostic, Elias Koteas, Johnny Harris, Romola Garai.

Direção: Ruairi Robinson

Gênero: Ficção Científica

Duração: 98 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: R$ 21 milhões

Estreia: Nas Locadoras – Dezembro de 2014

Sinopse: 

Estrelado por Liev Schreiber (‘Salt’), ‘O Planeta Vermelho’ acompanha a primeira missão tripulada para o planeta Marte. Um membro da equipe faz uma descoberta surpreendente: evidências fossilizadas de uma forma de vida bacteriana. Decidido a ter a glória toda para si, ele sai em uma expedição não autorizada para coletar mais amostras, mas sofre um acidente que quase o mata. Os outros membros da Base Tantalus conseguem resgatar seu corpo, mas logo começam a suspeitar que a misteriosa forma de vida ainda não está morta. Sua única esperança é esperar a chegada da nave de resgate Aurora.

Curiosidades: 

» Clive Dawson roteiriza a partir de um conto de Sydney J. Bounds.

» Elias Koteas (‘Deixe-me Entrar’), Olivia Williams (‘Anna Karenina’), Romola Garai (‘Um Dia’), Johnny Harris (‘Branca de Neve e o Caçador’), Tom Cullen (‘Weekend’) e Goran Kostic (‘Busca Implacável’) também estrelam.

 

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos:

The Last Days on Mars

 

 

Fúria

(Rage)

 

Elenco: Nicolas Cage, Rachel Nichols, Peter Stormare.

Direção: Paco Cabezas

Gênero: Ação

Duração: 98 min.

Distribuidora: California

Orçamento: US$ 21 milhões

Estreia: 16 de Outubro de 2014

Sinopse: 

Paul Maguire esteve envolvido durante muito tempo com o mundo do crime, mas hoje ele tenta viver uma vida tranquila, protegendo a sua filha. Um dia, no entanto, a garota é sequestrada pelos líderes da máfia russa. Paul decide reunir os amigos de antigamente e se vingar dos sequestradores.

Curiosidades: 

» —

 

Trailer:

Cartazes: 

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Será que?

(What If)

 

Elenco:

Mackenzie Davis, Daniel Radcliffe, Zoe Kazan, Oona Chaplin, Jordan Hayes, Adam Driver, Megan Park, Rafe Spall.

Direção: Michael Dowse

Gênero:  Drama, Romance

Duração: 102 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 25 de Setembro de 2014

Sinopse:

Wallace (Daniel Radcliffe) e Chantry (Zoe Kazan) se conhecem numa festa quando estão lendo poemas minimalistas escritos com imãs na geladeira da casa. Imediatamente eles percebem que têm uma química perfeita… como amigos. Desse momento em diante eles começam uma história juntos em que se encontram sempre, falam de absolutamente tudo, de filmes a doenças e presentes indesejados de Natal. Essa história entre eles seria muito natural se não fosse por um detalhe: Chantry namora há anos com o cara praticamente perfeito.

Mesmo assim, Wallace se apaixona por Chantry, que também precisa arrumar um jeito de lidar com seus sentimentos por Wallace. Será que a amizade acaba quando um casal começa a querer mais um do outro? Será que os dois amigos podem controlar o desejo e simplesmente apreciar o lado bom de uma paixão platônica?

Ao longo dos muitos encontros de Wallace e Chantry durante todo um ano em que ambos dão asas às suas imaginações hiperativas, Será que? conta, com um humor muito especial, as complicações íntimas – e às vezes nem tanto – do casal de amigos e suas dificuldades em lidar com o tempo de cada um, suas inseguranças, seus remorsos e suas pequenas vitórias.

Curiosidades:

» Inicialmente intitulada ‘The F Word‘.

» Michael Dowse (‘Uma Noite mais que Louca’) dirige.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Irmã Dulce

(Irmã Dulce)

 

Elenco: Bianca Comparato, Glória Pires, Regina Braga, Bianca Comparato, Zezé Polessa, Fábio Lago e Malu Valle, Caco Monteiro, Amaurih Oliveira, Patrícia Oliveira, Zeca de Abreu, Alice Assef.

Direção: Vicente Amorim

Gênero: Drama

Duração: — min.

Distribuidora:Downtown Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 13 de Novembro de 2014

Sinopse:

Irmã Dulce‘ narra a trajetória da beata indicada ao Nobel da Paz e chamada em vida de “Anjo Bom da Bahia” graças a sua dedicação abnegada aos necessitados, doentes e miseráveis. Capaz de atravessar Salvador de madrugada para amparar um menino de rua ou de pedir dinheiro a políticos em pleno palanque, Irmã Dulce enfrentou o preconceito, o machismo e os dogmas da igreja, além de sua própria doença respiratória, para construir sua obra social. Candidata à canonização, a religiosa reúne três qualidades definidoras dos brasileiros: fé, alegria e obstinação.

Curiosidades:

» Três dias após ser anunciada no elenco, Deborah Secco abandonou o projeto alegando conflitos de agenda. O calendário das filmagens foi alterado, coincidindo com outro compromisso da atriz.

 

Crítica em Vídeo:

Trailer:

 

Cartazes:

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Fotos: