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Tropa de Elite 2

(Tropa de Elite 2)

 

Elenco: Wagner Moura, João Miguel, André Ramiro, Fernanda Machado, Seu Jorge, Selton Mello.

Direção: José Padilha

Gênero: Policial

Duração: 115 min.

Distribuidora: Zazen/MAM

Estreia:
8 de Outubro de 2010

Sinopse:
2010. Em ‘Tropa de Elite 2‘, Nascimento enfrenta um novo inimigo: as milícias. Ao bater de frente com o sistema que domina o Rio de Janeiro, ele descobre que o problema é muito maior do que imaginava. E não é só. Ele precisa equilibrar o desafio de pacificar uma cidade ocupada pelo crime com as constantes preocupações com o filho adolescente. Quando o universo pessoal e o profissional de Nascimento se encontram, o resultado é explosivo.

 

Curiosidades:

» Os efeitos especiais de ‘Tropa de Elite 2‘ foram realizados por profissionais de Hollywood, entre eles Bruno Van Zeebroek (que tem em seu currículo Transformers, Inimigos públicos), William Boggs (Homem-aranha), Rene Diamante (Che Guevara e American Pie 4) e Keith Woulard (O curioso caso de Benjamin Button, Independence Day).

» Bráulio Mantovani (‘Última Parada 174’) é o roteirista.

 

 

EXCLUSIVO: Entrevista com o elenco de ‘Atividade Paranormal: Marcados Pelo Mal’

O spin-off da franquia de sucesso ‘Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal‘ estreou nos cinemas brasileiros batendo recorde: foi a maior abertura de um longa da franquia no Brasil. O filme teve a maior média de público por sala, com mais de 300 mil espectadores, sendo assim, a maior estreia do fim de semana.

Em Los Angeles, conversamos com o elenco do filme novo. ‘Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal‘ traz personagens novos. Em vez de uma casa assombrada, o filme mostra possessão espiritual.

O custo médio de cada filme da franquia é considerado uma bagatela em Hollywood. O spin-off custou cerca de 6 milhões de dólares. Os 4 primeiros arrecadaram mundo afora cerca de 720 milhões de dólares.

O custo baixo e o alto lucro fazem da série uma das franquias de maior sucesso na atualidade.  ‘Atividade Paranormal: Marcados pelo Mal‘ arrecadou num só fim-de-semana nos Estados Unidos, cerca de 4 vezes o dinheiro gasto com o orçamento.

A produção conta a história de Jesse, um adolescente latino do subúrbio de Los Angeles que, depois de acordar com uma estranha marca em seu corpo, começa a ser perseguido por forças misteriosas, enquanto sua família e amigos tentam salvá-lo.

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Vencedores do Globo de Ouro 2014

71ª edição do Globo de Ouro, premiação da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood, acontece nesse momento. Abaixo, vamos atualizar minuto a minuto os vencedores.

Confira:

Melhor Atriz Coadjuvante

Sally Hawkins – Blue Jasmine

Jennifer Lawrence – Trapaça

Lupita Nyong’o – 12 Anos de Escravidão

Julia Roberts – Álbum De Família

June Squibb – Nebraska

 

Melhor Trilha Sonora
Até o FimGravidadeA Menina que Roubava LivrosMandela – Luta Pela LiberdadeO Mordomo Da Casa BrancaMelhor CançãoAtlas – Jogos Vorazes: Em ChamasLet it Go – Frozen – Uma Aventura CongelanteOrdinary Love – Mandela 

Please Mr. Keneedy – Inside Llewyn Davis – Balada De Um Homem Comum

Sweeter Than Fiction – One Chance

 

Melhor Atriz Musical ou Comédia

Amy Adams – Trapaça

Julie Delphy – Antes Da Meia-noite

Greta Gerwig – Frances Ha

Julia Louis-Dreyfus – À Procura Do Amor

Meryl Streep – Al Capone

 

Melhor Ator Coadjuvante

Barkhad Abdi – Capitão Phillips

Daniel Bruhl – Rush – No Limite Da Emoção

Bradley Cooper – Trapaça

Michael Fassbender – 12 Anos de Escravidão

Jared Leto – Clube de Compras Dallas 

 

Melhor Roteiro

Nebraska

Philomena

Ela

Trapaça

12 Anos de Escravidão

 

 

Melhor Filme Estrangeiro

Azul É A Cor Mais Quente

A Grande Beleza

A Caça

O Passado

O Vento Está Soprando

 

Melhor Animação

Os Croods

Meu Malvado Favorito 2

Frozen – Uma Aventura Congelante

 

Melhor Ator Comédia ou Musical

Christian Bale – Trapaça

Bruce Dern – Nebraska

Leonardo DiCaprio – O Lobo De Wall Street

Oscar Isaac – Inside Llewyn Davis – Balada De Um Homem Comum

Joaquim Phoenix – Ela

 

Melhor Diretor

Alfonso Cuaron – Gravidade

Paul Greengrass – Capitão Phillips

Steve McQueen – 12 Anos de Escravidão

Alexander Payne – Nebraska

David O. Russell – Trapaça

 

 

Melhor Ator Drama

Chiwetel Ejiofor – 12 Anos de Escravidão

Idris Elba – Mandela: Long Walk To Freedom

Tom Hanks – Capitão Phillips

Matthew McConaughey – Clube de Compras Dallas  

Robert Redford – All Is Lost

 

Melhor Atriz Drama

Cate Blanchett – Blue Jasmine

Sandra Bullock – Gravidade

Judi Dench – Philomena

Emma Thompson – Walt Nos Bastidores De Mary Poppins

Kate Winslet – Refém da Paixão

 

Melhor Filme Drama

12 Anos de Escravidão

Capitão Phillips

Gravidade

Philomena

Rush – No Limite Da Emoção

Vai começar o Globo de Ouro 2014; Conheça os indicados!

71ª edição do Globo de Ouro, premiação da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood, está prestes a começar – exibido no Brasil pelo canal pago TNT.

 

Conheça os Indicados

 

Melhor Filme Comédia ou Musical

Trapaça

Ela

Inside Llewyn Davis – Balada De Um Homem Comum

Nebraska

O Lobo De Wall Street

 

Melhor Filme Drama

12 Anos de Escravidão

Capitão Phillips

Gravidade

Philomena

Rush – No Limite Da Emoção

 

Melhor Diretor

Alfonso Cuaron – Gravidade

Paul Greengrass – Capitão Phillips

Steve McQueen – 12 Anos de Escravidão

Alexander Payne – Nebraska

David O. Russell – Trapaça

 

Melhor Atriz Drama

Cate Blanchett – Blue Jasmine

Sandra Bullock – Gravidade

Judi Dench – Philomena

Emma Thompson – Walt Nos Bastidores De Mary Poppins

Kate Winslet – Refém da Paixão

 

Melhor Atriz Musical ou Comédia

Amy Adams – Trapaça

Julie Delphy – Antes Da Meia-noite

Greta Gerwig – Frances Ha

Julia Louis-Dreyfus – À Procura Do Amor

Meryl Streep – Al Capone

 

Melhor Ator Drama

Chiwetel Ejiofor – 12 Anos de Escravidão

Idris Elba – Mandela: Long Walk To Freedom

Tom Hanks – Capitão Phillips

Matthew McConaughey – Dallas Buyer1s Club

Robert Redford – All Is Lost

 

Melhor Ator Comédia ou Musical

Christian Bale – Trapaça

Bruce Dern – Nebraska

Leonardo DiCaprio – O Lobo De Wall Street

Oscar Isaac – Inside Llewyn Davis – Balada De Um Homem Comum

Joaquim Phoenix – Ela

 

Melhor Atriz Coadjuvante

Sally Hawkins – Blue Jasmine

Jennifer Lawrence – Trapaça

Lupita Nyong’o – 12 Anos de Escravidão

Julia Roberts – Álbum De Família

June Squibb – Nebraska

 

Melhor Ator Coadjuvante

Barkhad Abdi – Capitão Phillips

Daniel Bruhl – Rush – No Limite Da Emoção

Bradley Cooper – Trapaça

Michael Fassbender – 12 Anos de Escravidão

Jared Leto – Dallas Buyers Club

 

Melhor Animação

Os Croods

Meu Malvado Favorito 2

Frozen – Uma Aventura Congelante

 

Melhor Roteiro

Nebraska

Philomena

Ela

Trapaça

12 Anos de Escravidão

 

Melhor Canção

Atlas – Jogos Vorazes: Em Chamas

Let it Go – Frozen – Uma Aventura Congelante

Ordinary Love Mandela – Luta Pela Liberdade

Please Mr. Keneedy – Inside Llewyn Davis – Balada De Um Homem Comum

Sweeter Than Fiction – One Chance

 

Melhor Filme Estrangeiro

Azul É A Cor Mais Quente

A Grande Beleza

A Caça

O Passado

O Vento Está Soprando

 

Melhor Trilha Sonora

All Is Lost

Gravidade

A Menina que Roubava Livros

Mandela – Luta Pela Liberdade

O Mordomo Da Casa Branca

Pais e Filhos

Depois do maravilhoso trabalho O Que Eu Mais Desejo, o diretor japonês Hirokazu Koreeda volta a falar sobre a relação da família no seu mais novo projeto, o cativante Pais e Filhos. Usando de uma simplicidade e uma delicadeza impressionante, o filme é uma grande jornada sentimental nas escolhas difíceis que pais e filhos se envolvem. O espectador é alvo fácil de cada palavra, cada sentimento, contidos em todas as linhas desse roteiro.

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Na trama, acompanhamos Ryota Nonomiya (interpretado pelo ótimo ator Masaharu Fukuyama), um homem bem resolvido na vida que vive com sua mulher Midori Nonomiya (Machiko Ono) e seu único filho Keita. Muito disciplinador e sempre se decepcionando com seu filho, Ryota faz de tudo para que nada fuja mais do seu controle. Certo dia, o hospital onde Keita nasceu surpreende essa família com a notícia de que o menino não é o filho biológico deles. A partir disso, escolhas difíceis terão que ser tomadas se unindo num mar de razão e emoção complicado de navegar.

O que mais deixa o público envolvido com a história é a construção belíssima do personagem Ryota. Um Workaholic assumido, deixa sua família em segundo plano, assim como seu pai no passado fizera com ele. Perdido em meio ao caos emocional estabelecido pela trágica notícia, Ryoto, a cada passo que tenta dar pra frente se esquece dos pequenos detalhes afetivos e comete uma série de ignorâncias, fruto de sua frieza característica. Quando a mudança se torna eminente, o filme ganha contornos tão emocionantes que fica impossível os olhos não se encherem de água.

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A cultura e a disciplina, própria dos orientais, são muito bem exploradas pelas lentes certeiras do diretor. As diferenças no modo em educar uma criança, o paradigma entre o rico e o pobre, as diferenças entre o ser feliz com pouco e o ser infeliz ganhando muito são também algumas das profundidades das ações dos personagens. Pais e Filhos é um filme que de superficial não tem nada. Todas as situações são bem desenvolvidas, o que justifica os deliciosos 120 minutos que o espectador fica refém.

Se você já teve uma relação difícil com seus pais, esse filme chegará como um cometa colorido que vai atingir a superfície de seu coração. O poder dessa história, juntamente com a mágica do cinema, é enorme e pode fazer você querer mudar certas situações, quem sabe até mesmo perdoar. As lições são inúmeras, esteja de coração aberto para receber esse lindo trabalho. Sábio, é o pai que conhece o seu próprio filho. E vice-versa. Não perca esse filme.

Globo de Ouro será entregue amanhã, confira nossos palpites

Estão chegando aquelas cerimônias que os cinéfilos de todo o planeta mais aguardam, onde se definem entre variados prêmios, os melhores trabalhos do ano ligados à cinema. Como não poderíamos deixar de comentar e palpitar, segue o que achamos que acontecerá na próxima festa do primeiro dos grandes prêmios, o Globo de Ouro que ocorre amanhã (12 de Janeiro):

 

Melhor Filme (drama)

12

12 Years a Slave

Capitão Phillips

Gravidade

Philomena

Rush – No Limite da Emoção

Essa é uma categoria praticamente já vencida por um dos melhores filmes do ano, 12 Years a Slave. Gravidade e Rush – No Limite da Emoção correm muito por fora, apesar de serem dois belíssimos trabalhos.

Vencedor: 12 Years a Slave

 

Melhor Filme (musical / comédia)

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Trapaça

Ela

Inside Llewyn Davis

Nebraska

O Lobo de Wall Street

São 5 interessantes e elogiados trabalhos. Mas pelo que dizem lá fora, é uma disputa entre Ela e Trapaça. O filme de Alexander Payne, Nebraska, corre por fora e também não seria nenhum absurdo se levasse o globo de ouro nesta categoria.

Vencedor: Trapaça

 

Melhor Ator (drama)

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Chiwetel Ejiofor – 12 Years a Slave

Idris Elba – Mandela: Long Walk to Freedom

Tom Hanks – Capitão Phillips

Matthew McConaughey – Dallas Buyers Club

Robert Redford – All is Lost

 

São cinco ótimos trabalhos. Idris Elba consegue dar  a sua cara para o personagem Mandela, que já fora de Morgan Freeman em outro filme, mostrando personalidade e presença em cena. Tom Hanks emociona a todos naqueles 10 minutos finais de Capitão Phillips. Matthew McConaughey e Robert Redford vem sendo muito elogiados pelo mundo à fora. Mas não te como Chiwetel Ejiofor não levar esse merecido prêmio, atuação brilhante.

Vencedor: Chiwetel Ejiofor

 

Melhor Atriz (drama)

Cate Blanchett in Woody Allen's Blue Jasmine

Cate Blanchett – Blue Jasmine

Sandra Bullock – Gravidade

Judy Dench – Philomena

Emma Thompson – Walt nos Bastidores de Mary Poppins

Kate Winslet – Refém da Paixão

 

Impossível a Cate Blanchett não ganhar, ela é o filme Blue Jasmine. Por mais que a Sandra Bullock tenha uma torcida gigante pela sua ótima atuação em Gravidade.

Vencedor: Cate Blanchett

Melhor Ator (musical / comédia)

 

NEBRASKA

Christian Bale – Trapaça

Bruce Dern – Nebraska

Leonardo Dicaprio – O Lobo de Wall Street

Oscar Isaac – Inside Llewyn Davis

Joaquin Phoenix – Ela

 

Com poderosas atuações desses cinco indicados, essa categoria se torna um grande ponto de interrogação. Mesmo quem vencer, terá pouquíssima chance de levar o Oscar mesmo que seja (e deve ser) indicado. O vencedor da Palma de Ouro de Cannes, Bruce Dern tem ligeira vantagem sobre os outros concorrentes.

Vencedor: Bruce Dern

Melhor Atriz (musical / comédia)

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Amy Adams – Trapaça

Julie Delph – Antes da Meia-Noite

Greta Gerwig – Frances Ha

Julia Louis-Dreyfus – À Procura do Amor

Meryl Streep – Álbum de Família

Uma categoria que tem a Meryl Streep fica complicado para as outras concorrentes. Porém, neste ano ela não é a favorita. Como mero palpite, acredito que a disputa está entre Greta Gerwig e Julia Louis-Dreyfus, tendendo mais para a primeira.

Vencedora: Greta Gerwig

 

Melhor Ator Coadjuvante

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Barkhad Abdi – Capitão Phillips

Daniel Bruhl – Rush – No Limite da Emoção

Bradley Cooper – Trapaça

Michael Fassbender – 12 Years a Slave

Jared Leto – Dallas Buyers Club

 

Mesmo com o excelente primeiro trabalho do agora ator Barkhad Abdi e com a atuação maravilhosa de Daniel Bruhl em Rush, fica muito difícil esse prêmio não cair nas mãos do Michael Fassbender que faz um trabalho excepcional em  12 Years a Slave.

Vencedor: Michael Fassbender

 

Melhor Atriz Coadjuvante

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Sally Hawkins – Blue Jasmine

Jennifer Lawrence – Trapaça

Lupita Nyong’o – 12 Years a Slave

Julia Roberts – Álbum de Família

June Squibb – Nebraska

Talvez, a categoria mais equilibrada do Globo de Ouro deste ano. Lupita Nyong’o, Julia Roberts e a grande surpresa June Squibb disputam a estatueta. Por alguns mínimos detalhes, muitos destes hilários, vou chutar que June Squibb possa levar esse troféu pelo seu belo trabalho em Nebraska.

Vencedor: June Squibb

 

Melhor Diretor

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Alfonso Cuaron – Gravidade

Paul Greengrass – Capitão Phillips

Steve McQueen – 12 Years a Slave

Alexander Payne – Nebraska

David O. Russell – Trapaça

Ta aí uma categoria extremamente difícil de indicar um vencedor. Os cinco trabalhos são ótimos e qualquer um desses pode levar o prêmio. Talvez pela inovação Cuaron seja o favorito de muitos cinéfilos. Payne chega para agradar aos cults. Mas Steve McQueen consegue detalhar de maneira impressionante  história do seu maravilhoso filme.

Vencedor: Steve McQueen

 

 

Melhor Filme Estrangeiro

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Azul é a Cor Mais Quente (França)

A Grande Beleza (Itália)

A Caça (Dinamarca)

O Passado (Irã)

Vidas ao Vento (Japão)

5 belos trabalhos. Mesmo Azul é a Cor Mais Quente sendo um dos maiores trabalhos deste ano, é impossível esse prêmio (assim como o Oscar) não ir para a Dinamarca. A Caça é o melhor filme do ano disparado. Nesse caso, não tem pra ninguém.

Vencedor: A Caça

 

Melhor Animação

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Os Croods

Meu Malvado Favorito 2

Frozen – Uma Aventura Congelante

 

3 ótimas aventuras usando a técnica de animação. Quem vencer o prêmio terá sido feito justiça. Talvez, pelo fato de de uma animação extremamente inteligente e muito divertida, Os Croods podem levar desta vez.

Vencedor: Os Croods

Gloria

“A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos.” Não há frase melhor do que essa pérola do saudoso Chaplin para definir o indicado do Chile ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro deste ano, Gloria. Dirigido pelo talentoso Sebastián Lelio, o longa-metragem já conquistou plateias de todo o mundo, principalmente em Berlim onde recebeu o concorrido Urso de prata de Melhor atriz. As dancinhas desajustadas logo no início do filme já davam a dica de que estariam prestes a acompanhar uma mulher de personalidade cativante que nos transportaria para um filme emocionante e inspirador.

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Como viver intensamente quando o destino não dava nenhum sinal de felicidade? Em Gloria, acompanhamos a protagonista, que dá nome ao filme, em suas aventuras em busca da alegria de viver. Gloria em muitos momentos é forte, madura e adora buscar novas alternativas para alegrar seu cotidiano monótono. Mora em um prédio de classe média na capital chilena e sofre com os transtornos de seu vizinho que não a deixam dormir. Tem dois filhos do primeiro e único casamento com os quais tem uma relação carinhosa, porém distante. Sua vida começa a ganhar ares de felicidade quando conhece o dono de um parque de diversão chamado Rodolfo, um divorciado que vive com fortes laços com sua família. Se fosse uma música, ele seria sua orelha. Se fosse uma água, ele seria seu copo. Se fosse a luz, ele seria o olho. O amor nasce entre os dois personagens é digno de cinema. Se divertem juntos, conversam sobre diversas coisas e criam planos para que vivam o resto de suas vidas. Mas será que isso basta?

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O ritmo do filme é ditado pela espetacular atuação da atriz Paulina Garcia. Pulando de Bungee Jumping, brincando de Paintball, dançando loucamente nas pistas da vida, vamos conhecendo Gloria aos mínimos detalhes. Não há como não gostar dessa personagem. Por trás de seus óculos gigantes, se esconde uma mulher insegura, carente que possui um talento especial e inusitado para passar batom. Procurando todo e qualquer tipo de atividade para não se sentir sozinha, encontra nos bailes noturnos e dançantes um porto seguro. A composição da personagem é algo sublime, magnífico. O quebra-cabeça emocional em que vive Gloria é jogado na tela com veracidade à flor da pele, fruto do talento de Paulina.

Alguns pontos que o roteiro aborda sobre política e cultura são de uma delicadeza ímpar. Uma discussão sociológica sobre a atual situação do Chile perante o mundo é rica e aparece de surpresa como uma crítica social inteligente, uma mensagem direta ao espectador. A brasileiríssima canção As Águas de Março, executada em espanhol, surge lindamente em uma roda musical no momento em que Gloria sofre, entre um drink e outro. Uma belíssima cena impecavelmente dirigida.

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Já no desfecho, em meio a um inusitado bombardeio de bolinhas de tinta, Gloria dá um ponto final em uma situação que a incomodava e isso marca novamente um novo recomeço. A brincadeira entre ficção e realidade chega nessas verdades implícitas em cada cena deste filme. Nos familiarizamos com os dramas que somos testemunhas e passamos a questionar nossa própria vida. Afinal, a vida não é a eterna arte de recomeçar?

Frozen: Uma Aventura Congelante (2)

FROZEN, AQUECENDO CORAÇÕES

 

Desde que John Lasseter assumiu a chefia de criação dos Walt Disney Animation Sudios, as produções do estúdio vêm recuperando o brilho. Frozen: Uma Aventura Congelante carrega as qualidades dessa retomada, uma repaginada nos signos que se tornaram marcas dos desenhos da casa, sem perder a aura dos clássicos.

Inspirado na fábula A Rainha do Gelo, do dinamarquês Hans Christian Andersen, Frozen narra a história das princesas Elsa e Anna (quer coisa mais Disney do que duas! princesas?!). Com poder de controlar o gelo (uma Midas polar, transformando em gelo o que toca), Elsa é isolada do mundo por seus pais, afastada até do convívio com a irmã Anna, após quase matá-la. Anos se passam, e o castelo abre suas portas para a coroação de Elsa, que, após perder o controle, foge, deixando o reino de Arendelle sob rigoroso inverno.

Frozen traduz a renovação pela qual passa o estúdio. Características clássicas Disney estão lá, bem encaixadas: personagens fofos, valorização da familiar, animais com comportamentos antropomorfizados, um universo de pura magia e encantamento, números musicais. Olaf, o boneco de neve, possui o carisma típico das personagens fofas da Disney. Contrariando o material de marketing, ele aparece lá pelos 45 minutos do filme, deixando a impressão de que seu potencial poderia ter sido mais bem explorado.

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Centro nervoso do enredo é a relação entre as irmãs. Elsa sofre com seus poderes, quase uma maldição. Seu isolamento e inadaptação ao mundo são visualmente representados por seu figurino pesado e de tons escuros. No final do primeiro ato, Elsa foge para as montanhas e cria, no momento mais belo do filme, um castelo de gelo. Ela substitui as roupas pesadas por um levíssimo vestido. A oposição expõe a mudança da personalidade de Elsa, que finalmente se sente livre. O preço dessa liberdade é sujeitar o reino de Arendelle a um rigoroso inverno. Seus atos, involuntariamente, atuam como agentes vilanescos.

Anna tem sede de viver. Passou a vida nos muros do palácio e sem conviver com sua irmã. No dia da coroação, ela acaba se apaixonando pelo primeiro príncipe encantado que tromba pela frente. Depois da fuga de Elsa, ela deixa seu amado de lado e parte para resgatar a irmã. Anna passará de uma garota ingênua para uma garota madura. Seu figurino reflete as mudanças. De vestidos inocentes e luminosos no começo, ela se fecha em roupas pesadas. Mas do que proteger do frio, é a representação visual da sua decisão de renegar um príncipe encantado para ajudar a irmã; ela renega o mundo para voltar-se aos problemas familiares.

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O roteiro de Frozen nos engana. Brincando com o estilo consolidado pelos estúdios Disney, leva-nos a crer que abraçará um clichê para, logo em seguida, mudar o rumo. Essa linha fica bem clara na subtrama romântica, que funciona como elemento secundário, e na personalidade das protagonistas.

Nos clássicos filmes de princesas da Disney, elas eram garotas passivas (sem trocadilhos), que encontravam a felicidade nos braços do príncipe encantado, vulgo, homem perfeito. Mesmo protagonistas, os atos de heroísmo cabiam aos rapazes. Branca de Neve e os Sete Anões e A Bela Adormecida são exemplos máximos dessa estética.

Há um bom tempo, essa formula vem sendo abandonada e reinventada. Jasmim de Aladim é mais proativa do que Branca de Neve e a Bela, de A Bela e a Fera, não só é mais ativa do que sua chara, como fica acordada o filme inteiro. O peculiar em Frozen é abertamente questionar os clichês, o que repercutiu bem entre os críticos. Alguns até ressaltar que os estúdios superam o machismo. Façamos algumas observações, digamos, sociológicas.

A crítica de que a Disney incutiu na cabeça das meninas um ideal de felicidade pelo casamento é antiga. Dê um google e facilmente você encontrará um blog versando sobre isso. Não se trata de negar a influência dos desenhos no imaginário das meninas (e dos meninos também). O que sempre me incomodou foi a atribuição de superpoderes aos Estúdios. Seu peso é menor do que julgam seus críticos.

Além do mais, as críticas mais rasteiras esquecem que a sociedade tinha uma visão subalterna da mulher. Os desenhos eram parte desse contexto. E, antes de sair cobrando uma postura arrojada, vale lembrar: estamos falando de desenhos infantis produzidos por um estúdio família que visa lucro e alcançar os mais variados públicos. Não esperem grandes inovações. Estúdios com essas características costumam ir a reboque das mudanças.

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Também devemos lembrar que essas animações se inserem na tradição dos contos de fadas. A Disney, nas suas principais produções, exerceu a arte de atualizar os enredos aos nossos tempos. E foi muito bem sucedida – com certeza bem melhor do que alguns pedagogos que pararam de atirar o pau no gato. Os contos de fadas trabalham com arquétipos dos nossos medos e anseios. Nesse espaço, a criança pode se aventurar de forma segura. Eles evoluem junto com a sociedade. Se os colocarmos muito a frente de seu tempo, não teremos contos de fadas, mas sátiras.

Não se trata de negar o machismo de certos filmes (notadamente os de princesa do começo da Disney), mas de compreender que não há intenções malévolas, mas os reflexos de um tempo. Curiosamente, as produções que carregam esse estereótipo são concentradas no período clássico. E, mesmo naquele tempo, podemos encontrar personagens femininas fortes.

Frozen é a culminância de duas mudanças. Por um lado, a completa adaptação dos estúdios a uma sociedade na qual a igualdade entre homens e mulheres existe – lembrando que os estúdios têm como referencial os EUA. De outro, a renovação do próprio estilo Disney, que sofreu uma crise existencial com o surgimento da animação 3D, lá com Toy Story.

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Frozen tem personagens masculinos de personalidades fracas, construídos para serem inferiores às mulheres. Por mais heroico que seja Kristoff, ele será sempre um plebeu encantado disfuncional, longe do galã clássico. Desajeitado e bobo, ele demora até para tomar a iniciativa, algo bem comum entre os homens de hoje. O coração nobre é sua maior qualidade. Hans é um pastiche dos príncipes clássicos – sua virada no último ato é muito mal trabalhada, talvez, tenha sido proposital.

A maior e mais bonita revisão que o roteiro faz dos estereótipos é no final, quando Anna encontra o amor verdadeiro que lhe aquece o coração. Sem dúvida, a cena mais emocionante do filme.

Frozen está em plena sintonia com nosso tempo e com a evolução da própria Disney. Com personagens femininas fortes que conduzem a trama, tem um final que, afastada a fantasia, trata até de maneira realista a felicidade. Anna será feliz para sempre, não porque assim é a vida, mas porque está com o homem que ama, porque tem o amor de sua irmã, por ter os amigos em sua volta. E, porque todo o filme precisa acabar. E, sim, porque também precisamos de uma dose de ilusão. Ainda mais em uma sexta-feira, quando estreia Ninfomaníaca, de Lars Von Trier.

A Hora do Espanto 2

(Fright Night 2: New Blood)

 

Elenco:

Will Payne, Jaime Murray, Sean Power, Sacha Parkinson, Chris Waller, John-Christian Bateman, Liana Margineanu, Alina Minzu.

Direção: Eduardo Rodriguez

Gênero:Terror

Duração:99 min.

Distribuidora: Fox Film

Estreia: Direto em Home Video – Janeiro de 2014

Orçamento: —

Sinopse:

Quando o jovem estudante Charlie se inscreve em um programa de estudo na Romênia, com seu amigo obcecado por terror Evil Ed e a ex-namorada Amy, ele logo descobre que sua jovem e atraente professora Gerri (Jaime Murray) é uma vampira. Pena que ninguém acredita nele. Na verdade, Evil Ed acha divertido e isso só alimenta sua obsessão por vampiros.

Quando Gerri transforma Ed, Charlie procura Peter Vincent, o caçador de vampiros infame (ele interpreta um num programa de TV), que está na Roménia filmando seu show: A Hora do Espanto. Vincent irá ensiná-lo a conter Gerri antes que ela chegue a Amy, cujo sangue vai curar Gerri de passar uma eternidade como uma vampira.

Curiosidades:

» Matt Venne, roteirista de ‘Luzes do Além‘ e ‘Espelhos do Medo 2‘, é o responsável pelo roteiro.

» Jaime Murray (Dexter) estrela como Gerri.

» Eduardo Rodriguez (‘Stash House’, ‘Curandero’) dirige. Ele ocupa o lugar de Craig Gillespie (‘A Garota Ideal’), que dirigiu o remake.

» Colin Farrell, Anton Yelchin, Imogen Poots e David Tennent não retornam para a sequência.

» ‘A Hora do Espanto‘, de 1985, é um dos melhores filmes de vampiros já feitos, na minha opinião. Divertido e assustador, o longa reúne boas atuações, sustos e uma ótima trilha sonora. Em 1989, ganhou uma sequência tão boa quanto o original. Para quem ainda não assistiu o original e sua sequência, vale a pena a nostalgia de achar ambos nas locadoras e assistí-los.


Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

Os Suspeitos

(Prisoners)

 

Elenco:

Hugh Jackman, Jake Gyllenhaal, Viola Davis, Maria Bello, Paul Dano, Melissa Leo, Terrence Howard, Dylan Minnette, Len Cariou, Jane McNeill, Brad James.

Direção: Denis Villeneuve

Gênero: Suspense

Duração: 153 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 46 milhões

Estreia: 18 de Outubro de 2013

Sinopse:

Em Boston, um pai de família deve lidar com o desaparecimento de sua filha e de um amigo dela. Quando suspeita que o detetive encarregado das buscas já desistiu de procurar pelo culpado, este pai desesperado começa a desconfiar de todas as pessoas ao redor. Fazendo sua própria investigação, ele encontra o principal suspeito e decide sequestrá-lo.

 

Curiosidades:

» Roteirizado pelo novato Aaron Guzikowski. O roteiro do longa esteve na ‘Black List‘ de 2009, lista anual feita pelos produtores de Hollywood que elegem os melhores roteiros que não viraram filmes.

» Hugh Jackman (‘Wolverine’) e Jake Gyllenhaal (‘Príncipe da Pérsia’) estrelam. Terrence Howard (‘Homem de Ferro’), Paul Dano (‘Pequena Miss Sunshine’), Melissa Leo (‘O Vencedor’) e Maria Bello (A Múmia: A Tumba do Imperador Dragão) completam o elenco.

» O canadense Denis Villeneuve (Incêndios) dirige. Ele assume o lugar deixado por Antoine Fuqua (‘Lágrimas do Sol’) e Bryan Singer (‘Superman – O Retorno’) .

» O filme é um misto de ‘O Silêncio dos Inocentes‘ e ‘Seven‘.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

Doce Vingança 2

(I Spit On Your Grave 2)

 

Elenco:

Jemma Dallender, Yavor Baharov, Joe Absolom, Aleksandar Aleksiev, Mary Stockley, Valentine Pelka, George Zlatarev, Peter Silverleaf, Michael Dixon, Kacey Barnfield, Dimo Alexiev, Ivan Ivanov.

Direção: Steven R. Monroe

Gênero: Terror

Duração:106 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Estreia: Direto em Home Video – Janeiro de 2014

Orçamento: —

Sinopse:

Naturalmente bela, Jessica se mudou para Nova York para tentar a carreira de modelo. Mas o que começa como uma simples e inocente sessão de fotos, logo se transforma em algo perturbadoramente impensável! Estuprada, torturara e seqüestrada em um país estrangeiro, Jessica é enterrada viva e deixada para morrer. Contra todas as probabilidades, ela consegue escapar. Gravemente ferida, ela vai ter de se aventurar nos lugares mais escuros da psique humana, não só para sobreviver, mas para executar seu plano de vingança…

Curiosidades:

» Steven R. Monroe, que dirigiu a refilmagem, retorna para o cargo. Thomas Felton (‘Jogos Mortais 4′) roteiriza.

» Sequência do elogiado terrorDoce Vingança‘, refilmagem de ‘A Vingança de Jennifer‘ (I Spit On Your Grave, 1978).


Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

 

Os Estagiários

(The Internship)

 

Elenco:

Owen Wilson, Vince Vaughn, Will Ferrell, Max Minghella, Rose Byrne, John Goodman, Dylan O’Brien, JoAnna Garcia, Eric Andre, Josh Brener, Tiya Sircar.

Direção: Shawn Levy

Gênero: Comédia

Duração: 119 min.

Distribuidora: Fox Film

Orçamento: US$ 58 milhões

Estreia: 30 de Agosto de 2013

Sinopse:

Em ‘Os Estagiários‘, acompanhamos dois amigos de quarenta e poucos anos que decidem voltar a trabalhar como estagiários após cansarem de seus empregos.

Curiosidades:
» Will Ferrell faz uma participação especial, como em ‘Penetras Bons de Bico‘.

» Os funcionários do Google fazem figuração.

» Vale lembrar que um projeto concorrente também está sendo filmado. Nancy Meyers (‘O Amor Não Tira Férias’) escreve e dirige a comédia ‘The Intern‘, estrelada por Tina Fey. A história acompanha a personagem de Fey, fundadora de uma empresa de sucesso que, como parte de um novo programa, leva um idoso para ser seu estagiário.

Cine Agenda:

Trailer:


Cartazes:

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Fotos:

 

Jobs

(Jobs)

 

Elenco:

Ashton Kutcher, Dermot Mulroney, Josh Gad, J.K. Simmons, James Woods, Ron Eldard, Matthew Modine, Lukas Haas, Amanda Crew, Jeremy Shada, Lesley Ann Warren.

Direção: Joshua Michael Stern

Gênero: Biografia, Drama

Duração: 122 min.

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: US$ 12 milhões

Estreia: 6 de Setembro de 2013

Sinopse:
A história da ascensão de Steve Jobs, de rejeitado no colégio até tornar-se um dos mais reverenciados empresários do universo da tecnologia no século 20. A trama passa pela jornada de autodescobrimento da juventude, pelos demônios pessoais que obscureceram sua visão e, finalmente, pelos triunfos que transformaram sua vida adulta.

Ashton Kutcher (‘Efeito Borboleta’) vive Steve Jobs. Dermot Mulroney (‘Casamento do Meu Melhor Amigo’) será Mike Markkula, primeiro executivo a acreditar na visão de Jobs e investir na Apple, em 1976. Josh Gad (‘Amor e Outras Drogas’ vai

interpretar Steve Wozniak, criador dos computadores AppleAhna O’Reilly vai interpretar Chris-Ann Brennan, primeira namorada e mãe da filha de Jobs.

 

Curiosidades:

» Cinebiografia sobre o fundador da Apple, Steve Jobs (1955-2012).

» Matt Whiteley roteiriza, e a direção fica por conta de Joshua Michael Stern (‘Promessas de um Cara de Pau’).

» Há uma outra cinebiografia sendo produzida, roteirizada por Aaron Sorkin (‘A Rede Social’), com George Clooney (‘Tudo pelo Poder’) em negociações para viver Jobs.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

De Repente Pai

(Delivery Man)

 

Elenco:

Vince Vaughn, Chris Pratt, Cobie Smulders, Jack Reynor, Bobby Moynihan, Erin Gerasimovich, Ben Bailey, Camille Kitt, Simon Delaney.

Direção: Ken Scott

Gênero: Comédia

Duração: 103 min.

Distribuidora: Disney

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 10 de Janeiro de 2014

Sinopse:

De Repente Pai‘ acompanha a história de um homem de meia-idade (Vaughn) que descobre ter 533 filhos, após anos de doações de esperma a clínicas especializadas.

Quando várias crianças começam a procurar o pai, ele precisa decidir se assume a paternidade e conhece os filhos que ele nem sabia ter.

Curiosidades:

» Inicialmente intitulado ‘Surpresa! Você é o Pai‘ .

» Cobie Smulders (‘Os Vingadores’) interpreta a namorada do protagonista, que está grávida. Chris Pratt interpreta seu advogado.

» Trata-se de o remake de uma comédia franco-canadense intitulada ‘Starbuck‘, dirigida por Ken Scott, que também assina a versão norte-americana.

Trailer:

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Hercules

(The Legend of Hercules)

 

Elenco: Kellan Lutz, Gaia Weiss, Scott Adkins, Roxanne McKee, Liam Garrigan, Liam McIntyre, Rade Serbedzija, Johnathon Schaech, Luke Newberry, Kenneth Cranham, Mariah Gale, Sarai Givaty, Dimiter Doichinov.

Direção: Renny Harlin

Gênero: Ação

Duração: — min.

Distribuidora: Diamond Filmes

Orçamento:
US$ 70 milhões

Estreia: 07 de Fevereiro de 2014

Sinopse:
O longa mostrará Hércules (Lutz) e seu companheiro de batalha partindo em uma jornada quando são enganados por um maléfico rei e vendidos como escravos. Foi Hércules o mais célebre dos heróis da mitologia, símbolo do homem em luta contra as forças da natureza. Desde que nasceu teve de vencer as perseguições de Hera. Tanto é que, com oito meses de vida, estrangulou com as mãos duas serpentes que a deusa mandou ao seu berço para o matarem. Quando homem, sobressaiu-se pela sua enorme força.

Curiosidades:

» Scott Adkins (‘Os Mercenários’), Luke Newberry (‘Anna Karenina’) e Liam McIntyre, protagonista da série ‘Spartacus: War of the Damned’, completam o elenco.

» Renny Harlin (‘O Exorcista – O Início’, ‘O Pacto’) dirige.

» O orçamento é de US$ 70 milhões.

» ‘The Legend of Hercules‘ estreia em 10 de janeiro nos EUA. Com isso, o longa chega mais de 6 meses antes da outra produção centrada no herói grego, ‘Hercules: The Thracian Wars’, com Dwayne “The Rock” Johnson no papel principal.

CineAgenda:

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Hercules

Fotos:

 

Veja como 27 Celebridades envelheceram…

O 9Gag divulgou um comparativo com 27 celebridades, e como elas envelheceram. Alguns conseguiram manter a beleza, enquanto outros envelheceram bem mal…

Confira abaixo como o tempo foi bacana com uns, e sacana com outros.

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Na sua opinião, quais celebridades foram mais prejudicadas pelo tempo?

Ninfomaníaca – Volume 1

Vocês sabiam que o ingrediente secreto do sexo é o amor? Após dirigir os excelentes Anticristo (2009) e Melancolia (2011), o extraordinário cineasta Lars Von Trier chega aos cinemas de todo mundo com a parte final da sua “Trilogia da Depressão”, Ninfomaníaca. Divido em dois volumes, o drama é conduzido com uma delicadeza fora do comum, misturada com um falso lirismo. Feito para chocar, o aguardado e polêmico trabalho do mais famoso cineasta dinamarquês de todos os tempos, é uma pequena obra-prima que será alvo de discussões durante longos anos.

Nesse primeiro volume, somos surpreendidos com o inusitado encontro entre Seligman (Stellan Skarsgård) e Joe (Charlotte Gainsbourg).  O primeiro, um homem simples e inteligente que adora conversar sobre pescaria. A segunda, sofrera uma agressão misteriosa e aceita desabafar toda sua história até aquele momento. Joe é viciada em sexo e ao longo de anos se viu em situações constrangedoras desde a perda da virgindade até os dias atuais. Conforme conta sua história para Seligman, os dois personagens começam a discutir a sexualidade, e a verdadeira face de uma sociedade que preza pelo desejo, com diversas comparações com o cotidiano humano.

Uma grande tela preta permanece durante um longo período logo no início da projeção, ao som da chuva caindo, deixando o espectador paralisado com o inusitado. Já sabíamos que estávamos prestes a assistir mais um show deste polêmico cineasta ganhador da Palma de Cannes no ano de 2000 com o filme Dançando no Escuro. Passando pela polifonia de Bach e as analogias improváveis entre o sexo e a matemática, representada pelo famoso teorema de Fibonacci, o cineasta de 57 anos explora o mundo da sexualidade de uma maneira tão radical que até Alfred Kinsey ficaria de olhos esbugalhados.

A narrativa é feita de maneira abarcante se sustentando em cima das opiniões de Seligman sobre as situações que passara Joe. Esse bate-bola é tão pungente aos olhos de Joe que o sarcasmo toma conta rapidamente da situação, levando o público a diversos risos entre um raciocínio e outro. A protagonista, vista em duas fases nessa primeira parte, consegue ser forte o suficiente para enfrentar todo aquele drama que passara, relatando todos os detalhes com uma forte dor e desespero.

Os coadjuvantes que aparecem neste volume, alguns atores famosos só vão aparecer no volume dois como o Willem Dafoe (L), contribuem cada qual no seu quadrado para ajudar a contar essa história. Em relação a isso, vale mencionar que a personagem de Uma Thurman, Mrs. H, é um dos grandes destaques da fita. Desesperada e humilhada, parte para o confronto de maneira tão incisiva que acaba provocando na personagem principal um complexo conflito. Outro destaque é Jerome (interpretado por Shia Lebouf) que aparece em duas fases na vida de Joe. Seguro e com um baita entendimento de seu personagem, o ator californiano, famoso por sua presença em Transformers, tem uma cena de penetração que vai dar o que falar, principalmente pela maneira como foi filmada.

Von Trier é assim mesmo. Gosta de provocar o público a todo instante com suas ideias. Dessa vez abordando a sexualidade não tem medo dela ser vista de maneira aberta, nua, sem cortes, a cada instante gerando um constrangimento aos mais puritanos. Arrogante e debochado, o roteiro (assinado pelo próprio criador do Dogma 95) consegue reunir um conjunto de ações envolventes além de diálogos para lá de antológicos que deixam o público fascinado por essa história. Não deixem de conferir esse trabalho impecável que mais parece uma poesia picante. Bravo!

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Balboa x LaMotta

Assumo ter certa afeição pelas comédias escapistas do cineasta Peter Segal, pois, de alguma forma, além de entreterem, provocam sensações de conforto e bem-estar. Ora com o inusitado e divertidíssimo Tratamento de Choque, que trouxe Jack Nicholson no papel de um psicólogo maluco, ora com o encantador e apaixonante Como se Fosse a Primeira Vez, detentor de uma situação realmente curiosa; ou até mesmo com a distinta refilmagem Golpe Baixo, um dos poucos trabalhos de Adam Sandler, dentro do gênero, que se pode dizer eficiente, abrindo ainda margem para um arco dramático.

Por isso, quando soube que o diretor estaria envolvido num projeto que traria duas lendas vivas, como Sylvester Stallone e Robert De Niro, para uma luta de Boxe – esporte que foi plano de fundo dos respectivos clássicos Rocky – Um Lutador Touro Indomável, obras que consagraram ambos os atores –, obviamente recheado de humor, fiquei curioso pelo resultado.

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Com um roteiro assumidamente simplório, assinado pela dupla Tim Kelleher e Rodney Rothman, a fita tem como principal objetivo homenagear, ainda em vida, esses figurões que já estão marcados na história da sétima arte, com sombras de seus personagens mais icônicos. Henry ‘Razor’ Sharp (Stallone) e Billy ‘The Kid’ McDonnen (De Niro) são boxeadores rivais aposentados, que recebem uma proposta tentadora do aproveitador Dante Slate, Jr. (Kevin Hart – uma espécie de Chris Tucker sem graça), para uma última luta que promete definir quem será o verdadeiro campeão. Para isso, terão que entrar em forma e recuperar algo mais que o próprio vigor físico: sua autoestima.

As inúmeras homenagens começam a ser claramente expostas quando vemos suas atuais profissões após o afastamento do esporte: enquanto Razor é um lutador da vida real, que tem um emprego industrial ralé, e está sempre preocupado em não ser demitido; Kid curte sua aposentadoria fazendo talk shows decadentes em bares, sem ter um mínimo reconhecimento pelo que era. Uma óbvia alusão de Balboa e LaMotta, quando mais velhos. Ou mesmo em suas personalidades: um é consciente e tranquilo, o outro é cafajeste e entojado. Então, no treinamento: onde um é comandado por um velho, toma gemada, corre pelas ruas e bate em carnes; e outro tem um rígido treinamento de academia e parece mais duro em sua pegada.

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Numa análise mais seca, é notável que o primeiro ato seja, de fato, terrível e não consiga prender, de pronto, a atenção do espectador. As gags são péssimas e a trama não atrai interesse. Porém, com o tempo, os protagonistas vão sendo aprofundados e começamos a nos aperfeiçoar e sentir, mais um pouco, o drama hodierno de cada um. Sacadas de humor começam a surgir e, sem que percebamos, somos finalmente fisgados. Talvez, Segal, erroneamente, tenha quisto passar esse aspecto morno, no intuito que pudéssemos ver, de perto, suas vidas. Todavia, ao fim do segundo ato, o que era indigesto torna-se orgânico, a história, aos poucos, vai ganhando tons mais instigantes e conquistando a plateia.

Na medida que o longa avança, vamos colhendo os amontoados de referências em relação à carreira dos atores, que parecem se divertir muito com tudo aquilo. Sly, com um físico de dar inveja a qualquer garoto, engendra sua atuação habitual, repleta de sutilezas e olhares. Assim como De Niro confere um ar biltre e ao mesmo adorável. O ponto negativo do elenco está mesmo em Hart, que por muito improvisar, com estilo extremamente caricato, parece nunca acertar e aparenta ser sempre uma figura de humor artificial. O que não podemos falar a respeito de Kim Basinger, que encanta e impressiona com sua Sally, a personagem mais humana do conto.

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Assim, mesmo não sendo um grande filme, Ajuste de Contas cumpre bem sua tarefa de entreter e realizar um tributo deveras regular para com seus protagonistas. Provavelmente não será lembrado como as muitas obras destes já citados, mas fará muitos fãs recordarem de grandes momentos marcantes. Sinto-me afortunado por poder presenciar, contemporaneamente, os últimos trabalhos desses homens que marcaram uma geração e tornaram-se referências eternas. Vida longa a essas feras!

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Escrito e dirigido pela cineasta norte-americana Nicole Holofcener, À Procura do Amor é um filme de romance maduro e bastante sensível. O excelente roteiro consegue captar todos os detalhes que o público precisa para se familiarizar com a trama. Além disso, há um entrosamento fabuloso entre os artistas em cena. Julia Louis-Dreyfus e James Gandolfini merecem todos os elogios do mundo. Esse último deixa para seus milhares de fãs uma linda interpretação nessa espécie de despedida do fantástico mundo do cinema.

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Nesse drama sentimental, por vezes, bastante profundo, acompanhamos a massagista e mãe solteira Eva (Julia Louis-Dreyfus). Solitária e tendo uma rotina intensa de trabalho, nunca consegue um tempo para se dedicar a uma chance de um novo amor. Certo dia, em uma festa, conhece a poetisa Marianne (Catherine Keener) e logo vira amiga e massagista da mesma. O problema é que na mesma festa ela conhece Albert (James Gandolfini), ex-marido de Marianne e logo se apaixona por ele. Sem saber direito como lidar com essa situação, entra em um grande conflito existencial, muito porque a personagem passar a escutar as histórias do seu atual namorado na visão da ex-mulher dele.

Quando a idade chega, as chances de viver uma linda história de amor fica cada vez mais rara. A protagonista entre nesse furacão emocional e incrivelmente apresenta uma imaturidade incomum, tomando uma série de atitudes equivocadas. A personagem principal é muito bem construída por Julia Louis-Dreyfus. Insegura, infeliz, gosta de tricotar e possui uma amizade maternal com a melhor amiga da filha.  Seus altos e baixos são vistos com os olhos atentos do público que percebe as desconstruções de personalidade ao longo da fita.

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Os personagens secundários são muito bem aproveitados na história. O núcleo da amiga da protagonista (interpretada pelo sempre excelente Toni Collette), a terapeuta Sarah e as discussões com seu marido são ótimas. O conflito que esses enfrentam com a empregada também merece destaque, engraçado e quase incompreensível.

Esse, é um daqueles trabalhos que de tão sensível, passamos a torcer pelos personagens. Mesmo com as dores do passado, o medo de seguir e confiar no outro novamente, aos poucos a sabedoria e a experiência vão virando antídotos para curar aos que se machucaram. Sentados nos degraus de uma simples casa no subúrbio, confidências, carinhos, risos e esperança deixam o espectador decidir qual será o final dessa história.

‘Pânico 5’ ganha ótimo trailer feito por fã

Pânico 5‘ (Scream 5) continua sem confirmação ou novidades, e os fãs seguem interessados no tão falado final da franquia. Um fã criou um trailer para a produção e divulgou no YouTube, juntando trechos de outros filmes e o som de ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.

O resultado é super legal, e nos deixa ainda mais ansiosos pelo quinto filme.

Assista:

Em agosto do último ano, o produtor Harvey Weinstein conversou  sobre a possibilidade de ‘Pânico 5‘ (Scream 5) finalmente ser desenvolvido. Weinstein revelou que está pedindo ao seu irmão Bob, diretor da Dimension Films, para tornar o quinto filme uma realidade.

“Todo o elenco principal sobreviveu em Pânico 4”, disse ele, explicando que todos os personagens poderiam voltar para outro encontro com Ghostface.

“Eu estou implorando que ele [Bob Weinstein] dê sinal verde para o quinto filme, e encerre a franquia de maneira decente”, finalizou.

Wes Craven atualmente está desenvolvendo uma série de televisão para a MTV. Jay Beattie e Dan Dworkin (da série ‘Criminal Minds‘) estão escrevendo a apresentação do piloto.

Nos EUA, Pânico 4‘ arrecadou US$ 38,1 milhões (US$ 97 milhões mundialmente), com orçamento de US$ 40 milhões.

Em ‘Pânico 4‘, Sidney Prescott (Neve Campbell) agora é autora de um livro de auto-ajuda, e retorna para Woodsboro na última parada de sua turnê para promover o lançamento. Lá, ela reconecta-se com o sherife Dewey (David Arquette) e Gale (Courteney Cox) – agora casados – assim como sua prima Jill (Emma Roberts) e sua tia Kate (Mary McDonnell). Infelizmente, o retorno de Sidney também traz Ghostface de volta, colocando Sidney, Gale e Dewey, junto com Jill, seus amigos e toda a cidade de Woodsboro, em perigo. Inspirado em vários filmes de terror, o assassino retorna, mas desta vez, as regras são baseadas no novo clichê.