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‘Slow Horses’: 5ª temporada ganha teaser e data de estreia na Apple TV+!

‘Slow Horses’, elogiada série de suspense estrelada por Gary Oldman, é uma das produções de maior sucesso da Apple TV+ – e, agora, a plataforma de streaming divulgou o primeiro teaser oficial da 5ª temporada.

Além disso, foi revelado que os novos episódios têm estreia agendada para o dia 24 de setembro.

Confira:

Lembrando que a série já foi renovada para a 6ª temporada.

A série é baseada na franquia literária best-seller de Mick Herron, adaptada pelo vencedor do Emmy Will Smith (‘Veep’) e dirigida por James Hawes.

‘Slow Horses’ acompanha um time de agentes da inteligência britânica que trabalham no “departamento de despejo” do MI5 – Slough House. Oldman estrela como Jackson Lamb, o brilhante e irascível líder desses espiões, que vai parar na Slough House em virtude dos graves erros que cometeu ao fim de sua carreira.

Kristin Scott ThomasJonathan PryceJack LowdenOlivia Cooke também fazem parte do elenco.

‘O Diário da Princesa 3’ ganha atualização PROMISSORA!

Boas notícias para os fãs de O Diário da Princesa!

Segundo o New York Post, o time por trás do terceiro capítulo da franquia estrelada por Anne Hathaway está trabalhando a todo vapor para encontrar locações para o projeto.

Fontes próximas ao longa revelaram ao consórcio de imprensa que a equipe criativa está na República Tcheca para esquadrinhar possíveis cenários para o filme.

“Compras de castelo”, disse a fonte.

Vale lembrar que Hathaway retorna como a protagonista Mia Thermopolis, enquanto Adele Lim, conhecida por seu trabalho em ‘Loucas em Apuros – Joy Ride’ e como co-roteirista de ‘Podres de Ricos’, foi oficialmente escolhida como diretora.

O terceiro filme da franquia foi confirmado pela Disney em 2022, com Aadrita Mukerji como roteirista. Além disso, também foi revelado que Debra Martin Chase, que trabalhou no filme original, retorna para produzir o novo longa.

O Diário da Princesa‘ (The Princess Diaries) foi lançado em agosto de 2001, e estrelado pela então novata Anne Hathaway (sua estreia no cinema) como Mia Thermopolis, uma adolescente que descobre que ela é a herdeira do trono do Reino fictício de Genovia, governado por sua avó, a rainha viúva Clarisse Renaldi (Julie Andrews).

O filme arrecadou US$ 165 milhões mundialmente. Já a sequência foi lançada em 2004 e fez US$ 134 milhões no mundo todo.

James Cameron irá comandar adaptação do ÉPICO de fantasia ‘The Devils’

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E parece que James Cameron já encontrou seu próximo projeto – e ele não envolve o mundo de Pandora.

Através das redes sociais, o aclamado diretor vencedor do Oscar revelou que sua companhia, a Lightstorm Entertainment, adquiriu os direitos de The Devils, romance best-seller de Joe Abercrombie.

Cameron, conhecido por seu trabalho em produções como ‘Aliens: O Resgate’‘Titanic’ e a franquia ‘Avatar’, ficará responsável pela direção. Ele também assina o roteiro ao lado de Abercrombie.

The Devils é um épico de fantasia sombria centrado em uma força especial de monstros recrutados para salvar a Europa de um flagelo de elfos comedores de carne.

Confira a sinopse:

O Irmão Diaz é  convocado para a Cidade Sagrada, onde tem certeza de que uma comenda e uma grande missão sagrada o aguardam. Mas seu novo rebanho é composto de assassinos impenitentes, praticantes de magia medonha e monstros descarados, e a missão que lhe foi confiada exigirá medidas sangrentas de todos eles para atingir seus objetivos justos.

Elfos espreitam em nossas fronteiras e anseiam por nossa carne, enquanto príncipes gananciosos não se importam com nada além de suas próprias ambições e conforto. Com uma jornada infernal pela frente, é bom que o Irmão Diaz tenha os demônios ao seu lado.

‘Harry Potter’: Nick Frost promete respeito ao legado de Robbie Coltrane como Hagrid na nova série da HBO

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Nick Frost está pronto para embarcar no mundo mágico de ‘Harry Potter‘ com um dos papéis mais icônicos da franquia: o meio-gigante e guardião das chaves de Hogwarts, Rubeus Hagrid. Em entrevista recente ao Collider, o ator britânico afirmou que pretende honrar a inesquecível performance de Robbie Coltrane, mas sem imitá-lo.

“Estou muito consciente do que veio antes”, disse Frost, referindo-se à interpretação de Coltrane nos oito filmes da saga original. “Ele fez um trabalho incrível. Mas nunca vou tentar copiar o que ele fez”.

Frost revelou que enxerga o personagem como um “menino perdido, violento, engraçado e caloroso”. Segundo ele, a nova abordagem da HBO — que irá adaptar um livro por temporada — permitirá explorar essas nuances com mais profundidade. “Acho que a beleza de poder fazer um livro por temporada é justamente essa: tenho a chance de mergulhar mais nesse lado do Hagrid, e mal posso esperar”, afirmou.

Frost é conhecido por seus papéis em comédias britânicas como ‘Todo Mundo Quase Morto‘, ‘Chumbo Grosso‘ e ‘Truth Seekers‘.

Recentemente, o ComicBookMovie revelou que a Warner Bros. está investindo mais de US$ 1 bilhão de dólares para expandir seus estúdios em Leavesden, onde a série será filmada.

A nova versão da famosa casa dos Dursley aparenta ser um pouco mais moderna e imponente do que a vista nos filmes anteriores, mas ainda mantém uma estética tipicamente britânica, algo que deve tranquilizar os fãs preocupados com uma possível “americanização” da franquia na adaptação para a televisão.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Na história, o número 4 da Rua dos Alfeneiros é a casa onde Harry Potter é forçado a viver com os tios durante sua infância, antes de descobrir que é um bruxo e ser levado para Hogwarts, a Escola de Magia e Bruxaria. Ele retorna ao local todo verão, e esses períodos geralmente marcam o início de cada capítulo da saga.

É importante lembrar que a Max confirmou os seis primeiros nomes do elenco da aguardada série baseada emHarry Potter, a renomada saga de fantasia criada por J.K. Rowling.

Confira:

  • John Lithgow como Alvo Dumbledore
  • Janet McTeer como Minerva McGonagall
  • Paapa Essiedu como Severo Snape
  • Nick Frost como Rúbeo Hagrid
  • Luke Thallon como Profº Quirrell
  • Paul Whitehouse como Argus Filch

Francesca Gardiner servirá como roteirista e showrunner.

Sem data de estreia, a primeira temporada está programada para 2026.

Rowling servirá como produtora executiva ao lado de Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

Crítica | ‘O Jogo da Viúva’ – Novo TRUE CRIME da Netflix detalha as peças de um tabuleiro macabro!

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Um intrigante passeio psicológico e os motivos que levam até um crime são duas variáveis destrinchadas no novo sucesso da Netflix, o longa-metragem espanhol O Jogo da Viúva. Inspirado nos acontecimentos do conhecido Caso Patraix, ocorrido em Valência, Espanha, em agosto de 2017, este true crime, ao longo de duas horas de projeção, nos conduz pelas complexidades da mente e o atropelamento dos princípios que guiam o comportamento humano.

A enfermeira Maje (Ivana Baquero) é casada faz menos de um ano com um engenheiro e entra numa reta de desilusões e infelicidade. Depois de inúmeras traições por parte dela, consegue seduzir um conhecido do trabalho, o também enfermeiro Salva (Tristán Ulloa), e o convence de executar um plano diabólico: matar o marido dela. Quando o assassinato acontece, as peças desse jogo da viúva vai caindo aos poucos por conta de uma investigação detalhada guiada por Eva (Carmen Machi), a detetive responsável pelo caso.

Longos atos, dedicados ao desenvolvimento dos conflitos, revelam dois pontos de vista centrais neste tabuleiro macabro, apresentando, em detalhes, seus elementos mais impactantes. Num primeiro instante, o olhar da investigação policial através de Eva, uma experiente detetive da polícia espanhola que começa aos poucos perceber os verdadeiros caminhos para a solução desse crime. Num segundo momento, somos convidados a um retrato psicológico sombrio de uma mulher manipuladora e pronta pra tirar o marido do caminho.

Dessa forma, o filme ganha ritmo e olhar de curiosidade com um boomerang de informações, um vai e vém que mostra o antes e depois desse crime que chocou a Espanha. Buscar traçar os caminhos para a inconsequência que se somam a um jogo pra satisfazer desejos sombrios, num primeiro momento parece arriscado já que o filme é muito mais um suspense policial do que um suspense psicológico. Mas a fórmula acaba dando certo.

Mas não espere momentos de alta tensão ou alguma reviravolta, não há muitas inovações em relação a outros projetos sobre investigações de assassinatos. O roteiro é competente, mostra todos os lados dos envolvidos, mesmo com apenas pinceladas num primeiro momento, um abre alas frio e que busca logo se encontrar com o clímax. Mesmo sabendo sobre o desfecho, a estrada até os motivos geram reflexões e são bem contextualizadas.

O Jogo da Viúva logo alcançou o Top 10 da Netflix, reforçando o sucesso de obras audiovisuais True Crime com o público. Gosta de filmes policiais? Veja e tire suas próprias conclusões.

Estrelado por Olivia Holt e Mason Gooding, slasher ‘Heart Eyes’ já está disponível nas plataformas digitais

Homem com máscara e olhos vermelhos na delegacia
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Heart Eyes, nova comédia de terror estrelada por Olivia Holt (‘Cruel Summer’) e Mason Gooding (‘Pânico VI’), pode não ter chegado aos cinemas nacionais, mas já está disponível nas plataformas digitais.

O longa-metragem já está disponível para aluguel na plataforma do Prime Video, além de estar disponível nos aplicativos do YouTube e do Google Play.

O filme conta a história de dois colegas de trabalho que são confundidos, durante o Dia dos Namorados, pelo assassino dos Olhos de Coração, que está tentando acabar com suas vidas na noite mais romântica do ano.

Relembre o trailer:

O filme conquistou 80% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Entre as opiniões dos críticos, um dos destaques é a mistura entre terror e comédia romântica, indicando que o diretor Josh Ruben soube extrair o melhor da combinação entre os gêneros.

Confira algumas críticas:

“O fato de funcionar como uma comédia romântica, apenas para adicionar um vilão slasher sólido (o design da máscara é maravilhoso), mostra a diversão que essa equipe deve ter tido ao escrever e filmar este filme”, disse Aaron Neuwirth, do We Live Entertainment.

Josh Ruben deixa sua marca na cena de horror de feriado com uma entrada de Dia dos Namorados notável — um slasher nojento, nostálgico, mas suavemente terno, com uma borda serrilhada”, disse Matt Donato, do Daily Dead.

“O diretor Josh Ruben dá ao romance e ao horror o mesmo peso nesta fusão perfeita de gêneros, garantindo que o gore atinja tão forte quanto a química ardente entre os protagonistas Olivia Holt e Mason Gooding”, disse Meagan Navarro, do Bloody Disgusting.

“Totalmente autoconsciente, repleto de piadas autorreferenciais e mortes orquestradas de forma sangrenta, essa mistura de gêneros é cativante, com seus encantos deliciosamente rápidos. Nos faz suspirar e nos contorcer na mesma medida”, disse Courtney Howard, da Variety.

“A mistura perfeita de slasher e comédia romântica, esse filme tem mortes exageradas e piadas que sempre funcionam”, disse Tessa Smith, do Mama’s Geeky.

“O roteiro se apoia fortemente na comédia para constantemente aliviar o clima. Nossos dois protagonistas são extremamente charmosos e bastante simpáticos. O ato final é carregado de exposição, mas a violência e a natureza psicótica mantêm tudo sob controle”, disse Lee McCoy, do DrumDums.

O elenco também conta com Devon Sawa (‘Premonição’) e Jordana Brewster (‘O Massacre da Serra Elétrica: O Início’).

O roteiro é assinado por Phillip Murphy (‘Dupla Explosiva 2’), Christopher Landon (‘A Morte te Dá Parabéns’) e Michael Kennedy (‘Freaky – No Corpo de um Assassino’).

Saiba em quais streamings assistir ‘O Protetor: Capítulo Final’, com Denzel Washington

A aguardada terceira sequência da franquia de ação estrelada por Denzel Washington, O Protetor: Capítulo Final, pode ser assistida no streaming.

O filme está disponível no Prime Video e na HBO Max, onde liderou o ranking de mais assistidos logo após seu lançamento.

A recepção crítica foi positiva. No Rotten Tomatoes, o filme obteve uma aprovação de 75% dos críticos e impressionantes 94% do público, destacando-se como o melhor filme da série em termos de avaliação popular. Os críticos elogiaram a atuação de Washington e a direção de Fuqua, enquanto os espectadores destacaram a emoção e a tensão presentes na narrativa.

Com uma produção orçada em US$ 70 milhões, O Protetor: Capítulo Final arrecadou US$ 191 milhões mundialmente, superando as bilheteiras dos dois primeiros filmes da franquia.

Com sua estreia no streaming, o filme continua a atrair novos públicos e consolidar seu sucesso.

Na trama, desde que desistiu de sua vida como assassino do governo, Robert McCall (Washington) tem lutado para reconciliar as coisas horríveis que fez no passado e encontra um estranho consolo em servir à justiça em nome dos oprimidos. Encontrando-se surpreendentemente em casa no sul da Itália, ele descobre que seus novos amigos estão sob o controle dos chefes do crime local. À medida que os eventos se tornam mortais, McCall sabe o que deve fazer: tornar-se o protetor de seus amigos enfrentando a máfia. 

Relembre o trailer:

Com o sucesso financeiro de ‘O Protetor 3‘ – que ainda conquistou 76% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes -, o diretor Antoine Fuqua revelou que já tem planos para uma pré-sequência: “há uma história para ser contada sobre como o Robert McCall se tornou essa pessoa – uma versão mais jovem. Eu já conversei bastante sobre isso com [o corroteirista] Richard Wenk.”

Vale lembrar que, ao total, os dois primeiros filmes arrecadaram mais de US$ 380 milhões mundialmente. Em 2021, o projeto ganhou um novo reboot através de ‘The Equalizer‘, série de televisão estrelada pela Queen Latifah, que foi encerrada em 2025.

Suspense com Michael Fassbender que foi FRACASSO de crítica faz SUCESSO nos streamings

O suspense detetivesco Boneco de Neve foi lançado em 2007 e se tornou um grandioso fracasso de crítica e de público ao amargar apenas 6% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadar apenas US$43 milhões contra um orçamento de US$35 milhões.

A trama, estrelada por Michael Fassbender e baseada no romance homônimo de Jo Nesbø, acompanha um detetive que investiga o desaparecimento de uma vitima na primeira neve do inverno e teme que o crime possa estar relacionado a um assassino em série. Com a ajuda de uma recruta (Rebecca Fergunson), o policial deve conectar casos arquivados de décadas atrás com o novo crime na esperança de desvendar o mistério antes da próxima nevasca.

Entretanto, apesar do fracasso, o longa-metragem vem fazendo um grande barulho nas plataformas de streaming.

Lançado no Brasil e no resto do mundo pelo Prime Video, Boneco de Neve foi exibido por mais de 415 milhões minutos (mais ou menos 3 milhões de vezes pelos usuários) em apenas uma semana.

Assista ao trailer:

Tomas Alfredson comandou a adaptação.

Charlotte GainsbourgVal KilmerJ.K. Simmons completam o elenco.

 

 

 

10 Dicas de Filmes de SUSPENSE disponíveis pelos streamings

Aquela sensação de tensão e surpresa que todo filme bom de suspense pode gerar é uma satisfação para qualquer cinéfilo. Para você que assim como eu, adora uma boa reviravolta e desfechos que em alguns casos podem fugir da obviedade, segue abaixo uma lista com 10 Dicas de Filmes de SUSPENSE disponíveis pelos streamings:

 

Abaixo de Zero (Netflix)

Na trama, conhecemos Martín (Javier Gutiérrez), um policial que tem como sua primeira missão em um novo departamento escoltar alguns prisioneiros durante uma noite muito fria. Só andar alguns quilômetros e Martín percebe que as coisas tendem a dar muito errado, quando um homem misterioso chamado Miguel (Karra Elejalde) toma de uma forma bem violenta o veículo de transporte fazendo com que Martín fique preso junto aos prisioneiros. Agora, sem saberem direito quem é Miguel, os prisioneiros e Martín precisam decifrar os objetivos do misterioso homem para tentarem sair com vida dessa enrascada.

 

À Espreita do Mal (Netflix)

Na trama, conhecemos o casal Jackie (Helen Hunt) e Greg (Jon Tenney). Há uma crise profunda no casamento entre essa médica e esse policial pois, no presente, ambos precisam enfrentar uma traição que ainda há muito desenrolar. O filho do casal inclusive está com um ódio mortal da mãe e acha que ela é a culpada por sua família estar em cacos. Certa noite, após dias escutando coisas e vivendo situações estranhas, eles percebem que não estão sozinhos em casa.

 

Sede Assassina (Prime Video)

Na trama, acompanhamos Eleanor (Shailene Woodley), uma inexperiente policial, com um passado de traumas e vícios que é recrutada pelo oficial do FBI com mais de 30 anos de experiência Lammark (Ben Mendelsohn) para fazer parte de uma operação de captura a um psicopata que está matando pessoas inocentes e de forma aleatória em uma grande cidade.

 

A Mão que Balança o Berço (Star Plus)

Na trama, conhecemos o casal Claire (Annabella Sciorra) e Michael (Matt McCoy), ela uma dona de casa, ele um engenheiro genético. A dupla percorre seus dias felizes e com a recente chegada do novo filho resolvem ir procurar uma babá para ajudá-los, assim encontram Peyton (Rebecca De Mornay). Só que a nova babá não é quem diz ser e aos poucos emplaca um plano de vingança. O título do filme veio inspirado em uma frase escrita pelo poeta William Ross Wallace que relaciona a maternidade com as mudanças no mundo.

 

Inferno Sangrento (Looke)

Na trama, conhecemos Rex (Ben O’Toole), um ex-militar do exército, perturbado psicologicamente, com uma visão de si mesmo que aparece em meio a todos os conflitos que passa. Ele está em um presente complicado após ser o protagonista de uma abordagem imprudente dentro de um banco, o que para alguns foi um ato heroico mas acaba o levando para a cadeia por oito anos. Assim que sai da prisão, por conta da repercussão da história, é perseguido por paparazzis e se torna um rosto famoso na multidão. Buscando se livrar de todo esse holofote resolve comprar uma passagem apenas de ida para a Finlândia onde eu destino se cruza com uma aterrorizante família de psicopatas que inclusive pratica o canibalismo.

 

No Fim do Túnel (HBO MAX)

Na trama, conhecemos o recluso Joaquín (Leonardo Sbaraglia), um homem que vive uma total depressão e que possui dívidas atrás dívidas. Joaquín vive em uma cadeira de rodas em uma casa de três andares e usa uma espécie de elevador para poder se locomover ao subsolo onde mantém uma rotina de trabalho ligado à eletrônica. Certo dia, bate em sua porta uma mulher chamada Berta (Clara Lago) e sua filha buscando moradia em uma das partes da casa que o protagonista colocou para alugar. Pouco tempo depois da chegada dessa misteriosa mulher em sua vida, Joaquín quase que por acaso descobre que criminosos estão cavando um túnel na casa ao lado e que esse túnel passa por baixo de sua casa. Em um ato desafiador e perigoso, o personagem principal resolve filmar e gravar as ações dos criminosos que antecedem o crime: invadir um banco que fica próximo ao lugar onde estão. Assim, após descobrir um grande segredo, resolve fazer de tudo para atrapalhar o plano dos bandidos.

 

Não se Preocupe, querida (HBO MAX)

Na trama, conhecemos Alice (Florence Pugh), uma dona de casa, feliz, que vive em um bairro repleto de harmonia, onde a felicidade parece reinar 24 horas por dia. Seu marido Jack (Harry Styles) é um engenheiro que trabalha em um lugar misterioso mas que lhe proporciona uma vida bastante estável. A rotina de Alice é dialogar com vizinhas, pegar o bondinho do bairro onde moram e ir até uma escola dança. Uma rotina completamente dedicada ao marido e ao seu estilo de vida nos anos 50. Até que certo dia ela começa a ter algumas alucinações e começa a olhar ao seu redor de outras formas achando brechas nessa vida perfeita. Assim, a protagonista embarca em uma jornada de descobertas que vão muito além do imaginava.

 

O Guardião Invisível (Netflix)

Na trama, conhecemos a Inspetora Amaia Salazar (Marta Etura), uma mulher na casa dos 40 anos que descobre estar grávida de seu marido, o pintor norte americano James (Benn Northover). Amaia é designada a chefiar uma investigação sobre um possível serial killer que cometeu seu último assassinato em uma região que morou quando criança e onde vive sua misteriosa família. Chegando até o lugar onde foi criada, percebe que as coisas mudaram pouco desde sua saída, e, assim, além de participar de uma implacável busca pelo assassino, precisará combater fantasmas do seu passado cheio de tensão e que poucos conhecem.

 

As Boas Maneiras (Netflix)

Ana (Marjorie Estiano) e Clara (Isabel Zuaa), dois universos que se encontram. Ana, cheia de dívidas, devendo o condomínio, cartões de créditos sem limites, brigada com a família, vive uma gravidez solitária, com noites difíceis de dormir, adepta do sertanejo dance como forma de ginástica, encontra em Clara uma amiga, uma companheira, para ajudá-la na fase final de sua gestação. Clara é uma trabalhadora brasileira que consegue um emprego na casa de Ana e aos poucos acaba se envolvendo de maneira intensa com ela, principalmente após descobrir segredos ligados ao sonambulismo e as noites de lua cheia. O mundo praticamente se fecha para as duas, e uma vai precisar da outra para combater qualquer tipo de obstáculo.

 

O Segredo dos seus Olhos (Prime Video e Star Plus)

Na trama, acompanhamos o solitário oficial de justiça Benjamin (Ricardo Darín) que acabara de se aposentar e preso a uma história de seu passado, um caso mal solucionado de assassinato, resolve escrever um livro e assim acompanhamos sua vida no tempo do ocorrido, anos atrás, onde inclusive ele conhece o grande amor de sua vida, Irene (Soledad Villamil). Com o passar dos fatos vamos acompanhando as investigações e absurdos dos fatos, que inclusive fere demais o ex-marido da vítima, uma homem que parou no tempo por conta da tragédia e a quem Benjamin promete ajudar.

Dica da Semana | ‘Murderbot’, ‘O Estúdio’ e outras séries RECENTES para ver na Apple TV+

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Semana após semana, as grandes plataformas de streaming continuam a investir esforços em conteúdos originais que conquistem o público – e, em boa parte das vezes, o resultado é bem positivo.

Pensando nisso, preparamos uma nova matéria elencando cinco séries recentes e incríveis para você conferir na Apple TV+.

Confira abaixo as nossas escolhas:

LADRÕES DE DROGAS (2025)

A série Ladrões de Drogas, baseada no livro homônimo de Dennis Tafoya e estrleada por Brian Tyree Henry e Wagner Moura, conta a história de dois amigos, Ray Driscoll e Manny Carvalho, que se passam por agentes da DEA para roubar traficantes de drogas na Filadélfia. No entanto, o esquema, inicialmente bem-sucedido, se complica quando eles roubam uma operação de narcóticos sob vigilância da DEA e se tornam alvos de uma organização do narcotráfico. A produção foi bastante elogiada pela crítica especializada, conquistando 86% de aprovação no Rotten Tomatoes.

SEUS AMIGOS E VIZINHOS (2025)

Seus Amigos e Vizinhos nutre da soberba interpretação de Jon Hamm e acompanha um gestor de fundos de investimento ainda lidando com seu recente divórcio, e que começa a furtar a casa de seus vizinhos ricos de Westmont Village para manter o status.. Assim, ele descobre que os segredos e escândalos escondidos por trás dessas fachadas luxuosas podem ser mais perigosos do que ele jamais imaginou. A produção, inclusive, explora as mazelas do capitalismo predatório e da maximização do lucro em detrimento da humanidade de maneira interessante e muito bem-vinda, recusando-se a transformar o protagonista em “mocinho” e abrindo espaço para que ele se torne um anti-herói da própria desgraça que cultivou.

VIDAS PROCESSADAS (2025)

Ambientada em 1969 no Vale de San Fernando, Vidas Processadas’ conta a história dos Chambers, uma família peculiar que busca sonhos elevados e aparentemente impossíveis, lindamente livre das realidades do mundo. Quando Hampton Chambers (David Oyelowo) é liberado da prisão, sua tão esperada reunião familiar não acontece como ele havia planejado. Durante sua ausência, a esposa de Hampton, Astoria (Simone Missick) e os filhos Einstein (Evan Ellison) e Harrison (Jahi Di’Allo Winston) formaram uma unidade familiar não convencional, e o retorno de Hampton transforma seu mundo no caos.

O ESTÚDIO (2025)

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O Estúdio’ é uma espetacular série que esquadrinha as hilárias controvérsias das engrenagens que regem Hollywood – seja no embate entre o que é certo e o que é mandatório, seja na tradução fabulosa e inebriante de estandartes dessa maquinaria através de incursões performáticas de tirar o fôlego. Fruto da genial mente de Seth Rogen, a trama acompanha um estúdio de cinema tentando sobreviver em um mundo em que a convivência entre arte e comércio se torna cada vez mais difícil.

MURDERBOT (2025)

Baseado na saga de romances sci-fi de Martha WellsMurderbot é a mais recente adição ao expansivo catálogo da Apple TV+. Trazendo Alexander Skarsgard sob uma ótica mais cômica e despojada, a trama apresenta a um androide de segurança que se sente aterrorizado pelas emoções humanas ao mesmo tempo em que se vê atraído por seus “clientes” vulneráveis. Para esconder o seu livre arbítrio, ele deve completar missões perigosas, mas tudo o que ele quer fazer é ficar sozinho assistindo séries dramáticas futuristas e descobrir o seu lugar no universo.

10 curiosidades de ‘Liga da Justiça’, o filme mais caótico do extinto DCEU

Lançado em 2017, o filme da Liga da Justiça causou uma porção de comentários negativos e deu início à reformulação no Universo Estendido DC nos cinemas, que acabaria dando aquele final melancólico, deixando o planejamento do estúdio à deriva, até a chegada de James Gunn e seu reboot total nesse universo.

E como todo filme polêmico, a Liga da Justiça também trouxe uma série de histórias interessantes de bastidores. Pensando nisso, o CinePOP selecionou 10 delas para você conhecer ou relembrar. Confira!

Tragédia pessoal

O diretor original do filme era Zack Snyder, que trabalhava junto com a esposa, Deborah Snyder. Porém, os bastidores já estavam sendo muito caóticos, visto que os executivos da Warner não estavam felizes com o desempenho dos filmes da dupla. Em meio a ameaças de novas interferências no projeto, o casal passou por um drama pessoal muito pesado: o suicídio da filha. Diante dessa tristeza, eles até tentaram seguir trabalhando, mas decidiram deixar o projeto para focarem na família.

Troca polêmica

Como já havia cerca de 70% do filme gravado, os executivos do estúdio tiveram que contratar um substituto para finalizar o longa. Para o lugar, eles chamaram Joss Whedon, que havia se consagrado na rival como diretor dos dois filmes da franquia Os Vingadores, e estava trabalhando no filme da Batgirl, para concluir as filmagens. A escolha por Whedon escancarou que a Warner queria replicar o tom dos filmes da Marvel, o que desagradou os fãs da DC.

Decepção

Um ponto curioso é que na época em que Snyder ainda era diretor do filme, a produção fez uma brincadeira de Primeiro de Abril e anunciou que ele havia sido substituído por George Miller. Para a surpresa dos executivos, as reações do público foram muito positivas a essa suposta troca. E isso ajudou a maturar a ideia de que a visão de Zack era o grande problema desse universo. Porém, quando houve a troca oficial por Whedon, as reações não foram tão eufóricas dado o contexto da morte da filha do diretor. As pessoas estavam mais contidas e prestavam mais condolências do que comentavam efetivamente sobre a demissão.

O começo do fim

A escalação de Whedon foi, em muitas formas, o ‘começo do fim’ do chamado SnyderVerso DC. Três ano após o lançamento do filme, em 2020, o ator Ray Fisher, que interpretou o Ciborgue, fez graves acusações públicas contra Joss Whedon, que substituiu o drama do Ciborgue pelo arco de ressurreição do Superman no filme. Dentre as acusações, ele afirmou que o diretor deixou sua pele mais clara na pós-produção do filme, foi extremamente grosseiro e anti-profissional com o elenco e ainda disse que a direção do estúdio ignorava as denúncias feitas pelos atores para proteger o diretor. Algum tempo depois, a atriz Gal Gadot corroborou com as denúncias, dizendo ter sido forçada a gravar cenas mais intimistas que não estavam combinadas, e que foi ameaçada por Joss Whedon, que teria dito a ela que ‘infernizaria sua carreira’ caso não fizesse o que ele pedia. O diretor negou as acusações.

Grávida

A experiência da atriz Gal Gadot foi muito intensa nos sets. Isso porque ela terminou de gravar Mulher-Maravilha (2017) e já embarcou na rotina de filmagens de Liga da Justiça no dia seguinte, literalmente. Mais do que isso, as gravações foram tão extensas que ela engravidou nos últimos meses de filmagem, mas não quis revelar a ninguém. O que não adiantou de muita coisa, porque Jason Momoa percebeu o brilho na pele e no cabelo da atriz e já perguntou logo se ela estava grávida. O ator descobriu, mas manteve o segredo da amiga e não contou para ninguém.

Muito quente

Em entrevista à Variety, o ator Ben Affleck revelou que teve péssimas experiências com o traje do Batman. Ele reclamou do calor que sentia com ele.

“Eu odiava os trajes do Batman. São horríveis de usar. Eles são quentes, não respiram. São feitos apenas para parecerem bonitos, sem nenhuma consideração pelo ser humano. Então, você começa a suar imediatamente. E eu já suo naturalmente, sabe? Dentro daquele traje, era como se eu estivesse derramando água”.

Virou piada

A sequência de introdução do Aquaman no filme foi gravada na Islândia. Por conta disso, o ator Jason Momoa teve uma fala em islandês. O problema é que a pronúncia dele foi tão ruim que a sessão de teste feita na Islândia registrou uma gargalhada generalizada nesta cena porque ninguém entendeu nada do que ele disse. O resultado dessa reação foi que o filme chegou aos cinemas do país com a fala dele legendada no idioma local.

Bigode polêmico

Dentre tantas polêmicas nas refilmagens de Joss Whedon, nenhuma repercutiu tanto quanto o bigode do Superman. Isso aconteceu porque Henry Cavill já estava completamente envolvido nas gravações de Missão: Impossível – Efeito Fallout (2018), no qual seu personagem tinha um imponente bigode. Sabendo das refilmagens de Liga da Justiça, a Paramount proibiu Cavill de raspar o bigode, já que isso atrasaria suas cenas no filme. Então, ele gravou suas cenas como Superman com o bigode, que teve de ser removido digitalmente. O problema é que o resultado ficou terrível, principalmente depois de revelarem que as refilmagens custaram cerca de US$ 30 milhões de dólares a mais que o orçamento previsto.

Snydercut

Desde o lançamento do filme nos cinemas, Zack Snyder passou a compartilhar imagens de bastidores de seu filme. E como os fãs do Snyderverso simplesmente odiaram Liga da Justiça, eles passaram a defender que a Warner recontratasse Snyder e desse a ele um orçamento para concluir o filme como ele havia planejado. Após muita encheção de saco dos fãs, o HBO Max decidiu separar uma verba para que fosse feito o Liga da Justiça de Zack Snyder. Com mais de 4h de duração, o filme foi lançado exclusivamente no streaming, durante a pandemia, para arrecadar mais assinantes. O resultado foi que essa versão alternativa acabou sendo melhor avaliada por público e crítica do que o corte para o cinema.

Nunca assistiu

Ao longo dos anos da campanha pelo Snydercut, Zack Snyder respondia perguntas de fãs sobre os bastidores. E algumas perguntas sobre momentos específicos do filme do cinema fizeram o público especular que o diretor não tivesse assistido a versão lançada nos cinemas. Algum tempo depois, ele revelou que, seguindo os conselhos de Christopher Nolan, ele nunca assistiu o corte de Joss Whedon.  O diretor de Cavaleiro das Trevas disse que o filme ‘quebraria o coração’ de Snyder. Quem também não gostou nada do longa foi o roteirista Chris Terrio. Ele ficou tão revoltado com o projeto final que chegou a pedir para remover seu nome dos créditos do filme, mas não foi atendido.

Liga da Justiça está disponível no Max.

Comer Rezar Amar | Relembrando o esquecido filme estrelado por Julia Roberts, que completa 15 anos

Ryan Murphy é um dos nomes mais prolíficos do cenário do entretenimento – e ganhou fama ao criar produções que caíram no gosto da crítica e do público, como as séries ‘Glee’ e ‘American Horror Story’, bem como diversas outras incursões muito populares. E, em 2010, Murphy abraçou um projeto que foi esquecido com o passar do tempo, mas que, à época, fez um barulho considerável de bilheteria ao arrecadar mais de US$200 milhões ao redor do mundo: a cinebiografia Comer Rezar Amar, baseada no romance de não-ficção homônimo de Elizabeth Gilbert.

A trama é centrada em Liz (Julia Roberts), uma escritora e jornalista que tem uma carreira de sucesso e um casamento estável, além de amigos próximos que sempre a apoiam – mas algo não está certo: ela acredita piamente que algo falta em sua vida e, após uma viagem para Bali para a produção de um artigo, ela percebe que as coisas estão mudando de forma drástica. Ao perceber que está infeliz em seu relacionamento com o marido, Stephen (Billy Crudup), ela entra com um processo de divórcio, tenta se abrir para experiências novas, até decidir deixar tudo para trás e embarcar numa jornada de cura que se inicia na Itália, passa pela Índia e termina na Indonésia.

Ao chegar à encantadora cidade de Roma, Liz conhece pessoas locais que se tornam suas amigas, incluindo Giovanni (Luca Argentero), seu professor de italiano, e a desinibida Sofi (Tuva Novotny), que veio da Suécia e que a guia em sua nova realidade – isso sem falar de suas aventuras culinárias que a fazem redescobrir o prazer pela própria existência e a reencontrar um brilho há muito perdido; na Índia, ela se hospeda em um ashram, um monastério budista onde procura se reconectar com sua espiritualidade e acaba cruzando caminho com um traumatizado e ranzinza homem chamado Richard (Richard Jenkins); e, em Bali, ela é bombardeada pelo poder do amor à medida que se aproxima do charmoso brasileiro Felipe (Javier Bardem) e visita Ketut (Hadi Subiyanto), guru que a havia atendido em sua primeira viagem à ilha.

Como bem podemos perceber, a narrativa funciona como uma grande palestra de autoajuda que, quinze anos atrás, acompanhava o boom de produções do gênero. E, dentro desse espectro, é compreensível que mais da metade da crítica tenha recebido com amargor a produção – colocando o filme com meros 35% de aprovação no Rotten Tomatoes. Todavia, se deixarmos de lado os inúmeros convencionalismos tragicômicos que acompanham Liz em sua jornada de libertação, é sempre divertido ver Roberts em ação – permitindo que uma das atrizes mais conhecidas da história da sétima arte traga sua experiência em comédias românticas e drama pessoais em um mesmo lugar. E, dominando cada um dos holofotes apontados à sua atuação, Roberts transforma um descompensado filme de quase duas horas e meia em uma bem-vinda e inocente mensagem de bonança e fé.

É claro que determinadas incursões não funcionam como deveriam, ainda mais quando nos centramos na quantidade de diálogos complexos que entram em conflito com a básica estrutura que os sustenta – incluindo monólogos em voiceover de Liz em sua narração recheada de metáforas e de comparações que, volta e meia, são didáticas demais para que apreciemos as nuances dos personagens. De qualquer maneira, a montagem de Bradley Buecker (colaborador de longa data de Murphy) e a trilha sonora de Dario Marianelli conseguem preencher certas lacunas rítmicas e balancear uma verborragia excessiva com incursões contemplativas (mesmo que panfletárias aqui e ali).

Talvez a maior frustração do projeto é sua falta de ambição, bem como o fato de não trazer nada de novo ao gênero: dessa forma, as calmas águas de uma zona de conforto se agitam pouco a pouco através do poder de um elenco que ainda inclui Viola Davis e Christine Hakim. E, em virtude de não fugir para além do óbvio, um sentimento de incompletude é comum e é justificado quando, como já mencionado alguns parágrafos acima, paramos para analisar os mínimos detalhes de um longa-metragem que, no final das contas, não tem qualquer desejo de reinventar a roda. Caso levemos isso em consideração, é possível aproveitar a atmosfera de empoderamento que começa a ser fundada conforme Liz enfrenta seus problemas e se reencontra.

Comer Rezar Amar é uma inofensiva dramédia que vale a pena por um elenco de ponta e pela ótima performance de Julia Roberts – por mais que a sinceridade do livro original não seja explorada como merecia.

Lembrando que a produção está disponível nas plataformas do Telecine e do Prime Video.

Homem é deixado para MORRER no trailer de ‘Bark’, novo SUSPENSE de sobrevivência

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O suspense ‘Bark‘, que acompanha a luta pela sobrevivência de um homem amarrado em uma árvore, ganhou o primeiro trailer.

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Marc Schölermann (‘Autópsia de um Crime’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Steve Fauquier.

Nolan Bentley acorda no meio de uma floresta remota, amarrado a uma árvore, sem se lembrar de como chegou lá. Com seu tempo se esgotando implacavelmente, um estranho misterioso aparece e ele precisa finalmente lidar com os demônios do seu passado e lutar para sobreviver para encontrar uma saída de seu pesadelo.

Michael Weston (‘Patologia de um Crime’) e A.J. Buckley (‘CSI: NY’) estrelam a produção.

O suspense será lançado em VOD no dia 13 de junho.

‘Echo Valley’, suspense estrelado por Julianne Moore e Sydney Sweeney, chega ESTE MÊS ao streaming

Echo Valley, novo suspense estrelado pela vencedora do Oscar Julianne Moore (‘Para Sempre, Alice’) e pela indicada ao Emmy Sydney Sweeney (‘Imaculada’), chega este mês à Apple TV+.

O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming no dia 13 de junho.

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O filme é dirigido por Michael Pearce, com roteiro assinado por Brad Ingelsby.

Kate Garrett trabalha treinando cavalos em sua fazenda no sul da Pensilvânia enquanto lida com uma tragédia pessoal. Certa noite, sua filha Claire chega à sua porta coberta de sangue que não é dela, e Kate precisa entender o que está disposta a fazer para protegê-la.

Domhnall GleesonKyle MacLachlanFiona ShawEdmund DonovanRebecca Creskoff completam o elenco.

‘Boston Blue’: Maggie Lawson é escalada para o elenco da série derivada de ‘Blue Bloods’

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Segundo o DeadlineMaggie Lawson (‘Psych’) foi escalada para o elenco de Boston Blue, série derivada de Blue Bloods.

Lawson dará vida a Sarah Silver, a obstinada e decisiva superintendente do Departamento de Polícia de Boston e meia-irmã da Detetive Lena Silver (Sonequa Martin-Green). Sarah tem plena noção da corda-bamba em que caminha entre seu trabalho e sua família.

A produção derivada, que traz Donnie Wahlberg de volta como o detetive Danny Reagan, estreia entre setembro e novembro de 2025 – ainda sem data definida – e também conta com Ernie Hudson no elenco.

Wahlberg, Brandon SonnierBrandon MargolisJerry BruckheimerKristieAnne Reed entram como produtores executivos.

Na trama, o detetive Danny Reagan do Departamento de Polícia de Nova York assume uma posição no Boston PD. Uma vez em Boston, ele é pareado com a detetive Lena Peters, a filha mais velha de uma importante família de policiais.

10 curiosidades de ‘Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa’

Lançado em 2020, Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa chegou aos cinemas pouco antes da pandemia tomar conta do mundo. Com a proposta de trazer um time completamente formado por mulheres, o longa deveria dar início a um novo grupo amado pelos fãs. No entanto, não foi bem isso que aconteceu.

Com críticas mistas e uma bilheteria decepcionante, afetada em partes pelo vírus, o longa foi considerado um fracasso comercial e praticamente enterrou qualquer chance de dar prosseguimento à franquia. Mesmo assim, ele traz uma série de curiosidades de bastidores. Por isso, o CinePOP separou 10 delas para você conhecer. Confira!

Alergia

A cena mais incrível do filme é a declaração de amor da Harley para o famoso sanduíche de ovo. Porém, a grande curiosidade é que o sanduba é feito com ovos de pata. Na vida real, a atriz Margot Robbie tem uma alergia fortíssima a ovos de galinha. Então, para evitar qualquer tipo de reação alérgica, a produção foi atrás de ovos de pata para fazer o sanduíche.

Ideia dela

O projeto Aves de Rapina só existe por muita insistência da Margot Robbie, que também atuou no filme como produtora. O longa não estava nos planos da DC, que queria fazer uma aventura centrada exclusivamente na Harley Quinn. Porém, Margot insistiu que valeria mais a pena fazer um filme de um grupo completamente formado por mulheres e com classificação indicativa para maiores. Diante da popularidade da atriz e de sua personagem, os executivos toparam.

Pinguim

pinguim

No projeto original, o vilão do filme seria o Pinguim. O problema é que Colin Farrell tinha acabado de ser escalado para interpretar o vilão em Batman (2022). Então, para evitar confusões – por se tratar de universos diferentes – e para não saturar o personagem, a equipe criativa acabou tendo de mudar e escolheu o Máscara Negra, que não corria o menor risco de ser usado em outro projeto da DC por não ser considerado um vilão de primeira prateleira.

Vilão

Falando sobre o Máscara Negra, atores como Nicolas Cage e Sam Rockwell fizeram teste para dar vida ao vilão. O segundo, inclusive, foi aprovado no teste, mas acabou não agradando por ser considerado um personagem muito parecido com os que ele costumava fazer. Então, quando Ewan McGregor apareceu, não houve dúvidas: tinha que ser ele.

Muito caro

Assim como na animação dos anos 90, a Harley teria duas hienas de estimação no filme. O problema é que essa espécie é extremamente territorialista, então seria arriscado usar hienas de verdade treinadas. Surgiu a opção de fazer por meio de computação gráfica. Só que, em vez de utilizarem uma pessoa para fazer a captura de movimento, o time optou por pegar um cachorro muito grande e inserir o CGI por cima. No entanto, a tecnologia para criar a hiena realista era considerada muito cara, então optaram por dar ‘apenas’ uma para a maluquinha.

Roupa nova

Durante as junkets de Esquadrão Suicida (2016), Margot já falava sobre como seu traje com uma calcinha minúscula era desconfortável e constrangedor. Então, quando falou sobre esse projeto de vilãs assumindo o posto de super-heroínas, ela fez questão de trabalhar bastante o Girl Power, trazendo uma equipe de figurino completamente feminina para fugir ao máximo dos trajes hipersexualizados, por isso que ele usa várias roupas que não mostram seu corpo e valorizam bastante o senso de moda da personagem.

Girl Power

A direção do filme foi dada para Cathy Yan, que havia lançado a comédia dramática Dead Pigs. Ela foi a segunda mulher a dirigir um filme do DCEU, dando continuidade ao legado de Patty Jenkins (Mulher-Maravilha). Ela também se tornou a primeira mulher de origem asiática a dirigir um filme da DC.

LGBT

A detetive Renee Montoya (Rosie Perez) é a primeira personagem abertamente homossexual dentre todos os filmes da DC. Ela é apresentada como uma mulher lésbica e até sua ex-namorada (Ali Wong) faz uma participação no filme. Antes que aconteça aquela choradeira de ‘lacração’ e afins, isso é apenas uma adaptação muito fiel da versão da personagem nos quadrinhos, que chegou a ter um caso com a Batwoman.

Surpresa

Parte importante da construção da Canário Negro é seu trabalho como cantora. E apesar disso, os testes para a personagem não exigiam que as atrizes cantassem. Por conta disso, quando Jurnee Smollett foi escolhida para o papel, Cathy Yan não fazia a menor ideia que ela sabia cantar de verdade. Então, foi uma grande surpresa – positiva –  quando ela começou a cantar nos sets.

Decepção

Apesar de todo o amor envolvido no projeto e do carisma da protagonista, o filme veio em um momento de crise na DC. Orçado em aproximadamente U$85 milhões, o longa precisava arrecadar ao menos 250 milhões de dólares para não dar prejuízo. Infelizmente, a bilheteria final ficou em cerca de US$ 205 milhões. Com o desempenho abaixo do esperado, a Warner chegou a mudar o nome do filme enquanto ele estava em cartaz para tentar chamar mais atenção do público. Ele deixou de se chamar Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa e passou a ser oficialmente chamado de Arlequina em Aves de Rapina. Mas vale ressaltar que essa mudança só ocorreu nos EUA. No Brasil, o filme manteve o nome antigo.

Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa está disponível no Max.

Crítica | Tate McRae encabeça a cansativa e formulaica “Just Keep Watching”, da trilha sonora de ‘F1’

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A jovem Tate McRae ganhou proeminência ao participar do famoso reality de competição ‘So You Think You Can Dance’, tornando-se a primeira canadense a se classificar para a final. Em 2020, ela fez sua estreia no cenário fonográfico com seu primeiro EP‘All the Things I Never Said’, alcançando mais popularidade com o compilado subsequente, ‘Too Young to Be Sad’.

A partir de 2023, McRae adentrou oficialmente o cenário mainstream com o popular single “Greedy”, alavancando uma crescente legião de fãs que a colocaram no centro dos holofotes. E, pouco tempo depois de ter lançado seu terceiro álbum de estúdio, ‘So Close to What’, ela foi escalada como integrante da ambiciosa trilha sonora do drama F1, encabeçando a faixa “Just Keep Watching”. O quarto single do álbum vem pouco depois de nomes como Doja Cat e Rosé emprestarem suas vozes para faixas conterrâneas – mas, seguindo os passos dos consecutivos lançamentos, falha em trazer algo de original em uma miscelânea de escolhas torpes e esquecíveis que prezam pela facilidade e pelo conforto ao invés da competência.

McRae vem se mostrando como uma powerhouse, dominando os charts ao redor do mundo com um estilo próprio que bebe de ícones musicais do início dos anos 2000 – como pudemos ver, por exemplo, na impecável track “Sports Car”, facilmente uma das melhores iterações do ano. Porém, nesta mais nova investida, a artista parece perdida em como se entregar a versos formulaicos demais para serem levados a sério, assinados a outros três pares de mão – Amy AllenRyan TedderTyler Spry. É claro que a letra, com enfoque claro para o poder emanado de uma das artistas mais interessantes da nova geração, é própria para o mercado fonográfico, mas é notável como a entrega arrastada de cada estrofe e o frenético refrão não são fortes o suficiente para ofuscar a complacência por trás da produção.

Tedder e Spry também ficam responsáveis pela produção da faixa, porém, não se arriscam em nada além das obviedades mainstream: o apoio nos arquétipos do pop são regurgitados em uma espécie de “lista de afazeres” que se completa beat após beat, abrindo espaço para uma percussão repetitiva, sintetizadores baratos e uma inclinação  para tropicalismos do trap pop que não faz qualquer sentido. E, para além da inegável e charmosa presença de McRae em um espetacular videoclipe – que, como bem sabemos, serve como plataforma para suas habilidades como dançarina -, não há nada que de fato nos chame a atenção.

“Just Keep Watching” já está disponível nas principais plataformas de streaming. O filme F1, por sua vez, chega aos cinemas nacionais em 26 de junho.

Crítica | Dossiê 137 – Drama Morno e Burocrático por Trás da Violência Policial em Paris [Cannes 2025]

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Aclamado pelo instigante A Noite do dia 12 (2022) ao expor a angústia da polícia francesa frente a casos de feminicídio sem solução, Dominik Moll retorna agora com Dossiê 137, um filme igualmente sério e bem-intencionado, mas sem o mesmo impacto, na prestigiada competição oficial do Festival de Cannes 2025. Dessa vez, o cinesta alemão desloca sua lente para um microcosmo perturbador da violência policial contra manifestantes durante os protestos dos Gilets Jaunes (Coletes Amarelos), entre 2018 e 2019, e o uso controverso do armamento conhecido como LBD – a “flash ball”, arma de borracha de uso policial, que deixou dezenas de feridos permanentes.

Por meio da investigadora da IGPN – a corregedoria da polícia francesa, Stéphanie (Léa Drucker), a narrativa nos apresenta o caso verídico de um adolescente (Côme Péronnet) gravemente ferido por uma dessas armas em meio aos protestos. A investigação ganha contornos mais pessoais quando Stéphanie descobre que a vítima vem de sua cidade natal, Saint-Dizier, a 200 quilômetros de Paris. O reencontro com suas origens adiciona uma camada de drama íntimo, ao mesmo tempo que escancara a distância entre a burocracia da capital e o abandono do interior francês.

Ao lado do coroteirista Gilles Marchand, Dominik Moll apresenta uma narrativa marcada por um ritmo contido e um rigor quase documental. Acompanhamos passo a passo a busca por imagens de segurança, vídeos de celulares e testemunhas, em um processo meticuloso e árido. O uso de gravações reais de manifestações se entrelaça com a investigação fictícia, criando uma atmosfera de tensão. Esse esforço técnico, no entanto, não se traduz em força narrativa. A trama carece de impulso dramático e não se compromete com os dilemas éticos que propõe.

Ao contrário de obras como Os Miseráveis (2019), de Ladj Ly, e Bac Nord: Sob Pressão (2020), de Cédric Jimenez, que confrontam de forma visceral a violência sistêmica e a brutalidade das forças de segurança nos subúrbios franceses, Dossiê 137 opta por uma abordagem fria e burocrática, que termina por neutralizar o impacto emocional do caso. 

O que poderia ser um mergulho angustiante nos dilemas morais da investigadora — dividida entre seu dever institucional e a empatia pela vítima — se dissolve em uma narrativa hesitante, onde ela se revela mais como uma burocrata impotente do que como uma agente transformadora, apesar de sua evidente boa vontade. Sua relação com o ex-marido e a adoção de um gato tentam dimensioná-la como personagem, mas sua trajetória permanece estreita e enfadonha.

Um dos momentos que melhor ilustra essa limitação é o encontro de Stéphanie com Alicia (Guslagie Malanda), uma camareira de hotel negra que filmou o incidente. A cena, carregada de tensão melodramática, tenta introduzir uma crítica racial (“se a vítima não fosse branca, vocês não estariam aqui”), mas soa forçada e mal resolvida. A própria lógica do roteiro falha nesse ponto, pois a prova crucial não exige que Alicia testemunhe, basta entregar o vídeo e tirá-la de cena. A discussão parece existir apenas para justificar um conflito moral — a banalização da violência policial contra pessoas negras — que o filme não tem coragem de explorar a fundo.

Por mais que Dominik Moll tente retratar a complexidade da posição de Stéphanie, o roteiro recua sempre que poderia confrontar o espectador. A protagonista nunca chega a se comprometer — pessoalmente ou profissionalmente  — com o caso para apimentar a narrativa, tampouco o filme parece disposto a denunciar com veemência as falhas institucionais. Como resultado, Dossiê 137 termina como uma obra que informa mais do que emociona ou revolta. A tentativa de realidade burocrática vira, no fim, apatia.

Mesmo que o filme buscasse se afirmar como um documento sobre seu tempo, Um País Que Sabe Se Comportar (2020), de David Dufresne, se mostra muito mais incisivo nesse propósito. Vencedor do César de Melhor Documentário, o longa oferece um retrato corajoso e reflexivo da repressão policial, enquanto Dossiê 137 se apequena diante do mesmo tema.

Nos últimos anos, obras que abordam as tensões sociais na França — como De Volta à Córsega (2023) e A Fratura (2021) — também chegaram à competição de Cannes, ainda que sem grande inovação estética ou narrativa. O filme de Dominik Moll se encaixa nesse grupo: relevante em sua proposta, mas pouco estimulante em sua realização.

‘Star Wars’: Mark Hamill revela surpresa ao descobrir novo filme focado em Rey

Mark Hamill, o icônico intérprete de Luke Skywalker na sagaStar Wars, recentemente surpreendeu ao admitir que não está a par dos planos para as futuras produções da franquia, incluindo o tão comentado “filme da Rey”, conforme o ComicBook.

“Em qual [filme]?”, perguntou Hamill ao ser questionado sobre seu possível papel no “filme da Rey”. Quando foi informado de que se tratava de um dos futuros filmes deStar Wars já anunciados oficialmente, Hamill respondeu: “Ah, não sabia disso”.

Embora a diretora Sharmeen Obaid-Chinoy esteja envolvida desde o início, o projeto “New Jedi Order” (o filme da Rey) passou por diversos roteiristas nos últimos anos. O mais recente a assumir o projeto é George Nolfi, que, segundo informações, está se inspirando nas influências políticas de George Lucas para a trama.

Apesar de ‘New Jedi Order’ ainda não ter uma data de estreia definida, o filme continua em desenvolvimento ativo e foi um dos diversos títulos destacados pela Lucasfilm ao apresentar sua futura programação de filmes durante a Star Wars Celebration Japan, em abril.

Lembrando que a segunda e última temporada de Andor, a mais recente adição ao universoStar Wars, já está disponível para streaming no catálogo do Disney+.

Relembre o trailer:

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

‘Thunderbolts*’: Diretor de ‘Deadpool’ elogia novo filme da Marvel; “Um filme excelente”

O cineasta Tim Miller, responsável por dar vida ao icônico Deadpool, grande sucesso da Marvel centrado no irreverente mercenário tagarela, comentou sobre Thunderbolts*’, o mais recente lançamento do estúdio.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Miller não poupou elogios ao filme.

“Achei Thunderbolts um filme excelente. A Florence Pugh estava incrível. Todos os outros atores mandaram muito bem, e a ação foi boa e realista. No geral, o longa foi tematicamente consistente. Às vezes a gente esquece o quanto isso importa — quando tudo se conecta de forma satisfatória”, destacou o diretor.

Thunderbolts*‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.

O elenco ainda conta com Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.