A aguardada sequência ‘Extermínio: A Evolução‘ recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistida por maiores de idade.
O longa foi classificado pelo MPAA por “violência extrema e sangrenta, imagens macabras, nudez gráfica, linguagem e breve conteúdo sexual”.
Na trama, já se passaram quase três décadas desde que o vírus da raiva escapou de um laboratório de armas biológicas e, agora, ainda em uma quarentena implacavelmente imposta, algumas pessoas encontraram maneiras de sobreviver entre os infectados. Um desses grupos de sobreviventes vive em uma pequena ilha conectada ao continente por uma única ponte fortemente defendida. Quando um dos membros do grupo deixa a ilha em uma missão no coração sombrio do continente, ele descobre segredos, maravilhas e horrores que causaram mutações não apenas nos infectados, mas também em outros sobreviventes.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de junho.
Além de Jodie Comer, o elenco conta com Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’), Ralph Fiennes (‘O Menu’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).
Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.
A história original acompanha o Príncipe Próspero, que se esconde em uma abadia com um grupo de nobres para escapar de uma praga conhecida como Morte Escarlate. Pensando estarem seguros, Próspero organiza um baile de máscaras na abadia. De repente, uma figura misteriosa vestida com um manto ensanguentado, parecendo uma vítima da Morte Vermelha, surge. Próspero persegue e confronta o estranho. Ao encurralá-lo, Próspero desmaia e morre. Quando os outros nobres desmascaram a figura, não encontraram nada por baixo. Mais tarde, todos na abadia morrem.
Madison é uma das atrizes mais prestigiadas da atualidade, tornando-se a primeira da Geração Z a conquistar o Oscar de Melhor Atriz por seu impecável trabalho na tragicomédia ‘Anora’ (que também lhe rendeu o BAFTA na mesma categoria). Seus outros créditos incluem o quinto capítulo da franquia slasher‘Pânico’ e o longa ‘Era Uma Vez Em… Hollywood’, dirigido por Quentin Tarantino.
Poe é um dos autores mais influentes da história da literatura, apoiando-se no terror gótico para delinear narrativas sobre a destruição da própria psique humana – como visto em contos como ‘O Gato Preto’, ‘O Corvo’ e ‘O Barril de Amontillado’. Recentemente, suas histórias foram adaptadas na aclamada antologia ‘A Queda da Casa de Usher’, de Mike Flanagan (que inclusive trouxe uma releitura de ‘A Máscara da Morte Escarlate’).
Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.
Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.
Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.
Baseada no inacabado romance homônimo publicado porEdith Wharton em 1938, a série foi criada pela produtora britânica The Forge.
Na trama, um grupo de jovens americanas que adora diversão invade a tradicional Londres de 1870 e dá início a um choque cultural anglo-americano. Agora, elas já não são mais invasoras – a Inglaterra é seu novo lar. Na verdade, elas praticamente comandam o lugar. Nan é a Duquesa de Tintagel, a mulher mais influente do país. Conchita é Lady Brightlingsea, ícone para uma nova geração de herdeiras americanas. E Jinny estampa as manchetes, procurada pelo sequestro do próprio filho ainda não nascido. Todas foram forçadas a crescer e agora lutam para serem ouvidas, enfrentando romances, desejos, ciúmes, nascimentos e perdas, temas que atravessam a vida de todas as mulheres – não importa a época.
Charles Blakey, um homem afro-americano que vive em Sag Harbor, está preso na rotina, sem sorte e prestes a perder sua casa ancestral quando um peculiar empresário branco com sotaque europeu se oferece para alugar seu porão durante o verão.
O álbum funciona como um compilado de remixes do aclamado e lendário disco ‘Ray of Light’, lançado em 1998 e considerado um dos melhores projetos da cantora e compositora e fazer parte da ‘Silver Collection’ (série de relançamentos em vinil prata de edição limitada).
‘Veronica Electronica’ será lançado nas plataformas digitais e em formato físico no dia 25 de julho – e, para celebrar as boas novas, o remix“Skin (The Collaboration Remix Edit)” já foi disponibilizado no streaming.
Ouça:
Contando com oito faixas, o projeto foi originalmente idealizado por Madonna como um álbum de remixes em 1998. O compilado foi deixado de lado pela longa sequência de singles de sucesso do álbum original.
‘Ray of Light’ vendeu mais de 16 milhões de cópias em todo o mundo e rendeu a Madonna quatro prêmios Grammy, incluindo o de Melhor Álbum Pop – além de ser considerado um dos melhores álbuns da carreira da artista e da história da música.
A Netflixrevelou através das redes sociais que as gravações de ‘Emergência Radioativa’, minissérie nacional focada em um dos episódios mais trágicos da história do país, já se iniciaram.
A notícia veio acompanhada da primeira imagem promocional, que dá destaque a Johnny Massaro como o protagonista.
A trama é centrada no trágico acidente envolvendo o acidente radiológico do Césio-137 que aconteceu em Goiânia, capital de Goiás, em 1987 – quando um aparelho de radioterapia abandonado em uma clínica foi encontrado por catadores de sucata. O equipamento continha material radioativo, o que resultou em um dos maiores desastres nucleares fora de usinas no mundo — e o maior da história do Brasil.
A nova adaptação do clássico ‘Frankenstein‘, comandada pelo aclamado cineasta Guillermo del Toro (‘O Labirinto do Fauno’), recebe uma alta classificação etária (R) nos EUA.
O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e imagens macabras”.
Na trama, o brilhante e egoísta cientista Victor Frankenstein dá vida a uma criatura em um experimento monstruoso que, no fim das contas, leva à ruína tanto do criador quanto de sua trágica criação.
Sem data de estreia, o filme está programado para novembro de 2025.
A produção é baseada no romance homônimo de Mary Shelley.
Oscar Isaac interpretará Victor Frankenstein, enquanto Jacob Elordi dará vida ao seu monstro. O elenco ainda contará com Mia Goth e Christoph Waltz como Elizabeth e Dr. Pretorius, respectivamente.
“Este filme tem estado na minha mente desde que eu era criança. Tenho tentado dirigi-lo por mais de 20 anos. Algumas pessoas acham que eu sou um pouco obcecado com ‘Frankenstein’, e eles provavelmente estão certos. Com o passar das décadas, o personagem se fundiu com a minha mente que sua história é basicamente uma autobigrafia. Não há nada mais pessoal do que isso,” declarou o diretor.
Segundo a Variety, Jason King (‘A Journey in Spring’), Zin Yang (‘Wrath of Desire’) e Eugenie Liu (‘Old Fox’) form escalados para o ambicioso suspense inspirado em eventos reais ‘The Evil Inside’.
O trio se junta à previamente confirmada Joan Chen (‘O Último Imperador’).
O projeto é dirigido e co-escrito pela aclamada realizadora taiwanesa Lingo Hsieh (‘Tigre Indomável’).
King interpretará Guang, uma figura evangélica que administra uma casa de repouso com segredos obscuros. O personagem explora pacientes terminais em uma operação ilegal de apostas disfarçada de assistência compassiva.
A estrela em ascensão Zin Yang assume o papel de Meiyu, a fiel companheira de Guang. Liu, por sua vez, será Bao, filha distante da personagem de Chen no longa-metragem.
Dora, agora com 16 anos, embarca em uma aventura pela selva amazônica com seus amigos para proteger o tesouro lendário conhecido como Sol Dorado. Para isso, eles precisam enfrentar perigos e inimigos que também buscam o poder do tesouro.
O mundo bruxo acaba de ganhar uma dose extra de nostalgia. Tom Felton, eternizado como o vilão de cabelos platinados Draco Malfoy nos filmes da franquia ‘Harry Potter‘, fará sua estreia na Broadway reprisando o papel que o consagrou — desta vez no espetáculo Harry Potter and the Cursed Child.
Felton entra em cena no Lyric Theatre de Nova York a partir de 11 de novembro de 2025, permanecendo no elenco por 19 semanas, até 22 de março de 2026. Esta é a primeira vez que um integrante do elenco original dos filmes se junta oficialmente à produção teatral derivada da saga.
Agora adultos, Harry, Ron, Hermione e Draco são pais e acompanham seus filhos embarcando rumo a Hogwarts. No centro da trama estão as tensões entre gerações, o peso das heranças familiares e os fantasmas do passado que ainda assombram os antigos heróis — e vilões.
“Fazer parte dos filmes deHarry Potter foi uma das maiores honras da minha vida”, declarou Felton em comunicado. “Voltar a esse universo será um momento de círculo completo para mim. Quando subir ao palco no outono, terei exatamente a idade de Draco na peça. É surreal calçar seus sapatos — e claro, seu icônico cabelo loiro platinado — mais uma vez. Estou empolgado para viver essa história até o fim e compartilhá-la com a maior comunidade de fãs do mundo”.
Os produtoresSonia Friedman e Colin Callender celebraram a novidade: “É um momento poderoso em muitos níveis. Tom estreia na Broadway e retorna a um personagem que cresceu com ele. Agora, ele habita um Draco adulto, lidando com os desafios universais da paternidade e com o significado complexo do legado. Para os fãs ao redor do mundo, será uma oportunidade única de vê-lo no palco de Nova York”.
A peça estreou originalmente em Londres, no West End, em 2016, e chegou à Broadway em 2018. Após o hiato provocado pela pandemia, a produção foi reestruturada: passou de duas partes para um único espetáculo de três horas e meia de duração. Ainda hoje, Cursed Child segue como uma das maiores bilheterias do teatro mundial.
Com essa volta a Hogwarts em clima de redenção e amadurecimento, Felton promete emocionar tanto os fãs veteranos da saga quanto uma nova geração de espectadores — agora sob as luzes da Broadway.
A Legislatura da Califórnia deu um passo significativo nesta terça-feira ao aprovar uma nova legislação que visa expandir e reformular o Programa de Créditos Fiscais para Cinema e Televisão do estado.
Segundo o Deadline, os projetos de lei SB630 e AB1138 foram aprovados em suas respectivas casas legislativas, intensificando a missão da Califórnia de atrair a produção física de volta para suas terras.
A principal mudança é a ampliação da definição de “obra cinematográfica qualificada”, permitindo que mais tipos de projetos se candidatem aos benefícios fiscais. Isso inclui séries com episódios de 20 minutos ou mais, filmes de animação, séries de TV, curtas-metragens e programas de competição de grande escala.
Inicialmente, os projetos de lei enfrentaram um obstáculo nas Comissões de Apropriações do Senado e da Assembleia, onde foram removidas as referências à ampliação do financiamento. Versões anteriores buscavam oficializar a proposta do governador Gavin Newsom, feita em outubro, de mais que dobrar o teto anual de incentivos, de US$ 330 milhões para US$ 750 milhões.
No entanto, ainda há esperança, pois Newsom continua buscando a aprovação desse financiamento em seu orçamento, que será votado em 15 de junho.
O aumento do financiamento continua sendo uma prioridade para o governador Newsom. Fontes indicam que a remoção da menção aos US$ 750 milhões dos textos legislativos não foi uma surpresa total. Isso porque, apesar dos esforços dos lobistas para demonstrar o impacto do problema da produção em todo o estado, os legisladores têm, naturalmente, outras prioridades.
Os projetos SB630 e AB1138 vão além de simplesmente oferecer incentivos financeiros. Além de expandir os critérios de qualificação, as propostas preveem o aumento do valor do crédito disponível para um projeto individual, passando de 20% para até 35% para gastos realizados em Los Angeles. Adicionalmente, permitem à Comissão de Cinema da Califórnia adicionar mais 5% em outras áreas consideradas de oportunidade econômica.
Esta nova legislação surge em meio a uma crescente “fuga de produção”, com outros estados expandindo agressivamente seus próprios programas de incentivos fiscais para atrair produções para fora da Califórnia.
No mês passado, por exemplo, Nova York aprovou um orçamento estadual que inclui incentivos expandidos, acirrando a competição por produções cinematográficas e televisivas. A Califórnia, com essas novas medidas, busca reafirmar sua posição como o principal polo de produção do entretenimento.
O álbum funciona como um compilado de remixes do aclamado e lendário disco ‘Ray of Light’, lançado em 1998 e considerado um dos melhores projetos da cantora e compositora e fazer parte da ‘Silver Collection’ (série de relançamentos em vinil prata de edição limitada).
‘Veronica Electronica’ será lançado nas plataformas digitais e em formato físico no dia 25 de julho – e, para celebrar as boas novas, o remix“Skin (The Collaboration Remix Edit)” foi disponibilizada no streaming.
Ouça:
Contando com oito faixas, o projeto foi originalmente idealizado por Madonna como um álbum de remixes em 1998. O compilado foi deixado de lado pela longa sequência de singles de sucesso do álbum original.
‘Ray of Light’ vendeu mais de 16 milhões de cópias em todo o mundo e rendeu a Madonna quatro prêmios Grammy, incluindo o de Melhor Álbum Pop – além de ser considerado um dos melhores álbuns da carreira da artista e da história da música.
A produção será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 10 de outubro.
Lançada no Festival de Sundance 2025 e financiada de forma independente, a nova versão contou com um orçamento de cerca de US$ 30 milhões.
O longa, que ainda conta com Diego Luna no elenco, teve uma estreia positiva no Rotten Tomatoes, conquistando 83% de aprovação com base em 29 análises.
Os críticos, de maneira geral, elogiaram a adaptação, especialmente a performance de Tonatiuh, embora tenham apontado que o filme falha em alguns momentos.
“Em essência, o diretor filmou um drama de prisão intenso combinado com o glamour e a grandiosidade em technicolor de um musical da MGM dos anos 40 e 50. É uma mudança inspirada e dá ainda mais razão para esta abordagem existir como uma peça cinematográfica”, disse Pete Hammond do Deadline.
“É o relativamente novo Tonatiuh quem rouba a cena, encontrando tanto força quanto vulnerabilidade em um personagem que parece menos fútil a cada cena que passa”, disse Peter Debruge da Variety.
“Bill Condon se impõe uma tarefa difícil ao tentar transformar o material complexo em um grande musical cinematográfico, mas, graças em parte ao trabalho louvável de seus três protagonistas, ele consegue chegar perto em alguns momentos”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“‘O Beijo da Mulher Aranha’ é mais uma adaptação decente, mas nem mesmo o estilo visual e a grandiosidade de Condon conseguem elevar essa história à grandeza”, disse Ross Bonaime do Collider.
“Tonatiuh faz uma performance sinceramente capaz de fazê-lo brilhar como o extravagante e sonhador Luis… Mas o que é uma performance de estrela quando o pacote ao redor do ator é, de outra forma, tão ordinário e desprovido de qualquer brilho cósmico?”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire.
“Números de dança emocionantes e afiados, fantasias cintilantes e diálogos exagerados se unem para criar um musical deslumbrante que nem sempre se encaixa perfeitamente”, disse Mae Abdulbaki do Screen Rant.
“‘O Beijo da Mulher Aranha’ é uma mistura de acertos e erros. Os números musicais são um pouco irregulares, a história tem um ritmo um tanto lento, e J-Lo e Diego Luna acabam deixando a desejar. No entanto, este musical vale o preço do ingresso apenas pela performance de Tonatiuh”, disse Sean Boelman do FandomWire
“A direção de Condon de toda a produção é tecnicamente competente… deslumbrante, até, em algumas partes. Mas toda essa ostentação não é forte o suficiente para esconder a lacuna entre a melodia que ela canta e a rotina que dança”, disse Marshall Shaffer do The Playlist.
A trama acompanha Rudy Baylor (Callaghan), que, pouco depois de se formar na Faculdade de Direito, enfrenta o impetuoso juiz Leo Drummond (Slattery) e sua namorada Sarah Plankmore (Iseman) no tribunal. Rudy, ao lado de sua chefe (Parrilla) e seu time de paralegais, descobrem duas conspirações conectadas entre si e que rodeiam a misteriosa morte do filho de sua cliente.
Michael Seitzman entra como showrunner. Ele também fica responsável pela produção executiva da atração ao lado da Lionsgate e da Blumhouse, e, além disso, assinou o roteiro do episódio piloto ao lado de Jason Richman.
A série é baseada no romance homônimo de John Grisham, que já ganhou uma adaptação para os cinemas em 1997 estrelada por Matt Damon e Jon Voight.
O longa-metragem chegou à plataforma de streaminghoje,5 de junho.
Christian Wolff (Affleck) tem um talento para resolver problemas complexos. Quando um velho conhecido é assassinado, deixando para trás uma mensagem enigmática para “encontrar o contador”, Wolff se sente compelido a resolver o caso. Percebendo que medidas mais extremas são necessárias, Wolff recruta seu irmão distante e altamente letal, Brax (Bernthal), para ajudar. Em parceria com a Diretora Adjunta do Tesouro dos EUA, Marybeth Medina (Cynthia Addai-Robinson), eles descobrem uma conspiração mortal, tornando-se alvos de uma rede implacável de assassinos que fará qualquer coisa para manter seus segredos enterrados.
A produção tem lançamento agendado para o dia 12 de agosto na plataforma da Hulu, e será lançada no Brasil através do Disney+ numa data posterior.
Quando a misteriosa nave de pesquisa espacial USCSS Maginot cai na Terra, Wendy (Sydney Chandler) e um grupo desorganizado de soldados táticos fazem uma descoberta fatídica que os coloca cara a cara com a maior ameaça do planeta.
No ano de 2120, a Terra é governada por cinco corporações: Prodigy, Weyland-Yutani, Lynch, Dynamic e Threshold. Nessa Era Corporativa, ciborgues (humanos com partes biológicas e artificiais) e sintéticos (robôs humanoides com inteligência artificial) coexistem com os humanos. Mas o jogo muda quando o prodígio Fundador e CEO da Prodigy Corporation desbloqueia um novo avanço tecnológico: híbridos (robôs humanoides imbuídos de consciência humana).
O primeiro protótipo híbrido, chamado Wendy (Chandler), marca um novo começo na corrida pela imortalidade. Após a nave espacial de Weyland-Yutani colidir com a Cidade Prodígio, Wendy e os outros híbridos encontram formas de vida misteriosas, mais aterrorizantes do que qualquer um poderia imaginar.
A produção será ambientada em 2120, dois anos antes dos eventos do longa original, ‘Alien, o 8º Passageiro‘.
Ridley Scott, diretor do filme original, entra como produtor da série.
Noah Hawley (‘Legion’) é responsável pelo projeto.
O Prime Video divulgou hoje o teaser da série documental ‘A Mulher da Casa Abandonada‘, que estreia em 15 de agosto. A obra é uma adaptação do podcast homônimo que se tornou uma sensação nacional em 2022 e foi um dos mais ouvidos no país.
A prévia revela alguns dos depoimentos de testemunhas, áudios e imagens de arquivo que compõem os novos detalhes da complexa história de uma senhora peculiar, que mora em uma mansão em ruínas em um bairro nobre de São Paulo. Ela foi acusada, juntamente com seu ex-marido, de agredir e manter ilegalmente uma trabalhadora doméstica brasileira nos Estados Unidos, durante os anos 2000.
Assista:
‘A Mulher da Casa Abandonada‘ é dirigida por Katia Lund, que também atua como produtora executiva. Livia Gama e Yasmin Thayná são diretoras dos episódios, junto com Katia Lund. A série é produzida por Gil Ribeiro, Marcia Vinci, e Margarida Ribeiro, da Coiote e roteirizada por Tainá Muhringer, Fernanda Polacow, Henrique dos Santos, Mari Paiva e Karolina Santos. Chico Felitti é o consultor criativo e produtor executivo.
Bomba! De acordo com o Deadline, a Blumhouse está adquirindo os direitos da franquia ‘Jogos Mortais‘ da produtora Twisted Pictures.
O site ainda destaca que a Lionsgate seguirá envolvida com a saga, mantendo 50% dos direitos.
Ainda não se sabe qual será o futuro da franquia, mas a mudança nos bastidores vem pouco após ‘Jogos Mortais 11‘ ter sido adiado por tempo indeterminado e engavetado depois de um conflito entre os produtores.
Anteriormente, o Bloddy Disgusting havia reportado que o novo filme “está 100% morto. 100% cancelado.”
“Tudo começou a dar errado em janeiro de 2024. Os produtores começaram a brigar. Enquanto um produtor queria seguir em frente com o décimo primeiro filme, o outro ficou colocando obstáculos. [A Lionsgate] não tinha ninguém para acalmar a situação,” continuou.
Além disso, há alguns meses, o diretor Kevin Greutert (‘A Última Premonição’) havia excluído sua conta no Twitter/X após fazer uma postagem enigmática – que muitos entenderam como sua despedida da saga.
BREAKING: Saw VI, VII, X Director’s X Account Got Deleted.
Após um hiato de mais de dez anos, o aclamado diretor australiano Adam Elliot retorna com força total em Memórias de um Caracol, seu mais novo longa-metragem em stop-motion. Conhecido mundialmente por Mary e Max – Uma amizade diferente(2009), Elliot reafirma sua maestria na técnica e na construção de narrativas delicadas, com humor ácido e forte carga emocional.
Desde sua première mundial no 48° Festival de Animação de Annecy, a obra encantou plateias e críticos — são 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 140 críticas. Em junho do ano passado, o longa teve todas as sessões esgotadas em Annecy, onde saiu consagrado com o principal prêmio, o prestigiado Cristal. Indicado ao Globo de Ouro e ao Oscar 2025, Memórias de um Caracolfinalmente estreia nas salas de cinema do Brasil nesta quinta-feira, 5 de junho. E aqui vão cinco boas razões para você garantir o seu ingresso.
1. Um trabalho primoroso de stop-motion
Não é todo dia que vemos uma animação com tanto cuidado artesanal. A técnica de stop-motion, que exige uma paciência quase inumana, ganha vida com detalhes minuciosos e texturas palpáveis. Na première mundial em Annecy, Adam Elliotcompartilhou curiosidades deliciosas dos bastidores — como o uso de litros de lubrificante para criar as lágrimas dos personagens e papel celofane para animar o fogo. Cada sequência é como admirar uma escultura em movimento.
Aqui temos dois méritos em um: o roteiro brilhante de Elliot, que mistura humor soturno a momentos de emoção genuína, e a performance tocante da narradora. A voz da atriz Sarah Snook(da série Succession) se encaixa perfeitamente no tom sereno e reflexivo de Grace, a personagem principal — que, como um verdadeiro caracol, é morosa, mas carrega uma carapaça emocional robusta para sobreviver às pancadas da vida.
3. A metáfora do caracol
Assim como nas fábulas clássicas que nos ensinam desde pequenos,Memórias de um Caracolconstrói uma poderosa metáfora sobre resiliência e aceitação em torno da protagonista Grace (Sarah Snook) e sua relação com Sylvia, sua companheira caracol. A narrativa é um desfile de momentos contemplativos, porém marcantes — recheados de lirismo, ironia e ternura. É uma metáfora da fragilidade do molusco diante do tempo e de sua resistência frente às intempéries por conta da sua carapaça, enquanto questiona sua real liberdade. É impossível, portanto, sair indiferente de uma sessão.
4. Quebra de padrões e preconceitos
A representatividade é uma marca registrada nas obras de Adam Elliot, e neste filme não é diferente. A trama abraça personagens que fogem do padrão audiovisual: um patriarca cadeirante, uma idosa com Alzheimer, irmãos órfãos lidando com depressão e exclusão social. Em vez de tratar esses temas com pena ou didatismo, o filme os incorpora com naturalidade, humanidade e dignidade. Mesmo os acontecimentos mais descompassados soam totalmente plausíveis, assim como os imperdíveis curtas do cineasta australiano: Harvie Krumpet (2003) e Ernie Biscuit (2015), disponíveis no YouTube.
5. Aprendizados para a vida
Memórias de um Caracol te faz sair do cinema com o coração apertado e a cabeça cheia. Você já se perguntou o que realmente te motiva a continuar, mesmo quando tudo parece dar errado? O filme questiona o sentido do trabalho, da realização pessoal e da herança emocional que carregamos. Os irmãos Grace e Gilbert (Kodi Smit-McPhee) nos mostram que, mesmo em tarefas monótonas como etiquetar maçãs ou cuidar de uma biblioteca, é possível encontrar sentido em prosseguir sua jornada — especialmente quando se cruza com pessoas que mudam sua visão de mundo, como a idosa Picky (Jacki Weaver).
Bônus: Ler é o melhor remédio
Entre romances clássicos como O Senhor das Moscas, de William Golding, e O Diário de Anne Frank até livros de autoajuda e folhetins de banca, Grace e Gilbert encontram na leitura um respiro diante da realidade dura, mesmo nos momentos de migalhas para comer e perdas irreparáveis. A literatura funcionava como fuga, consolo e guia — um lembrete sutil, mas poderoso, de que histórias — como esta — podem transformar vidas.