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Após recepção positiva, ‘Superman’ pode ganhar DUAS séries derivadas

Após a recepção positiva do novo ‘Superman‘ – que alcançou 82% e 95% de aprovação dos críticos e dos espectadores no Rotten Tomatoes, respectivamente –, o universo do Homem de Aço pode se expandir ainda mais nas telinhas.

De acordo com o Wall Street Journal, o cineasta James Gunn (‘Guardiões da Galáxia’) está considerando o desenvolvimento de duas séries derivadas: uma focada no Senhor Incrível (Edi Gathegi) e outra focada no Jimmy Olsen (Skyler Gisondo).

Vale lembrar que os planos para o novo DCU se estendem além dos cinemas. A próxima aventura da DC nas telinhas será a segunda temporada de ‘Pacificador‘, que está programada para 21 de agosto.

Além disso, a série do Lanterna Verde, estrelada por Kyle Chandler e Aaron Pierre, foi confirmada para 2026.

Superman’ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Crítica | James Gunn dá o pontapé inicial do DCU com o ESPETACULAR ‘Superman’

Crítica 2 | ‘Superman’ mostra que a verdadeira rebeldia é ser bom em um mundo cercado pelo mal

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Euphoria’: 3ª temporada divide a opinião dos críticos com 56% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 18 reviews publicadas até o momento, a 3ª (e possivelmente última?) temporada de ‘Euphoria‘ abriu com apenas 56% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral afirma que nova temporada perdeu sua identidade e não é tão interessante quanto os ciclos anteriores, repetindo fórmulas, erros e andando em círculos com personagens que não evoluem.

Separamos os trechos das principais críticas:

“A maioria dos personagens não aprendeu nada, e o mesmo acontece com ‘Euphoria’, que continua mantendo os mesmos pontos fortes e fracos de suas duas primeiras temporadas.” (Collider)

“Há momentos, cenas e performances individuais nesses três episódios que brilham com aquela energia que a série tinha em seu auge, mas ‘Euphoria’ em 2026 parece mais incerta do que nunca sobre o que está tentando dizer.” (RogerEbert.com)

“Se você busca coerência narrativa e consistência de personagens, a 3ª temporada deixa a desejar.” (New York Post)

“Sem a ambientação no colégio, a única coisa que ainda temos são os personagens de ‘Euphoria’, mas isso só torna mais evidente que Sam Levinson talvez não os compreendesse bem desde o início.” (Screen Rant)

“A série de Sam Levinson nunca foi tão espiritualmente vazia, e sempre foi mais ativa, insistente e ambiciosa.” (IndieWire)

“É evidente que a terceira temporada de ‘Euphoria’ sofreu com limitações nos bastidores, mas as ousadias ambiciosas e inusitadas propostas por Sam Levinson são, no mínimo, admiráveis.” (FandomWire)

“Ao ver esse grupo de amigos fragmentado se reunir novamente, você fica se perguntando o que, se é que ainda há algo, eles têm a dizer uns aos outros.” (TV Guide)

“Zendaya ainda entrega uma das melhores performances da televisão, mas talvez seja hora de se aposentar [da série].” (AwardsWatch)

A terceira temporada estreará na HBO Max no dia 12 de abril.

‘Euphoria’: Sam Levinson dedica estreia da 3ª temporada a “àqueles que perdemos”

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

‘Euphoria’: HBO anuncia estreia da 3ª temporada com exibição especial no Coachella

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=mydZKo2V40s

‘A Múmia’ tem a maior abertura internacional da carreira de Tom Cruise

Tom Cruise bateu um novo recorde com seu reboot de ‘A Múmia‘.

Ao contrário dos Estados Unidos, a produção teve uma estreia gloriosa na China, abocanhando o montante equivalente a US$ 52,2 milhões em seu primeiro fim de semana.

O filme teve uma abertura maior que a de ‘Mulher-Maravilha‘, que atingiu a marca de US$ 70 milhões após 10 dias nos cinemas.

Com isso,’A Múmia‘ é a maior abertura internacional de um filme estrelado por Tom Cruise.

Presente em quase 40% das salas de cinema chinesas, a popularidade de ‘A Múmia‘ vai na contramão da opinião dos críticos especializados, tanto do país asiático, como dos Estados Unidos, que fizeram duras críticas ao reboot.

No Brasil, o filme arrecadou ótimos R$ 12 milhões de quinta a domingo.

A Múmia‘ soma US$ 32,2 milhões nos EUA, e US$ 142 milhões no resto do mundo – totalizando US$ 142 milhões mundialmente!

Novo ‘A Múmia’ tem easter egg do filme estrelado por Brendan Fraser em 1999 [SPOILER] 

Assista nossa entrevista com o elenco:

Apesar de ter sido sepultada com extrema segurança em uma cripta nas profundezas de um deserto, uma antiga rainha (Sofia Boutella), cujo destino foi injustamente tirado dela, desperta nos dias atuais, trazendo com ela sua maldade cultivada ao longo dos milênios e terrores que desafiam a compreensão humana.

Das areias deslumbrantes do Oriente Médio, passando por labirintos escondidos e chegando nos dias de hoje em Londres, ‘A Múmia‘ traz uma surpreendente intensidade e equilíbrio e trilha um caminho que inaugura um novo mundo de Deuses e Monstros.

Crítica | A Múmia – Um início OK para o Dark Universe (Nota: 6.0)

A Múmia‘ já está em exibição nos cinemas.

 

‘Han Solo: Uma História Star Wars’: Confira as novas imagens do trailer em alta resolução

Após a divulgação do novo trailer de Han Solo: Uma História Star Wars‘, a Lucasfilm publicou uma série de imagens em alta resolução, que destacam alguns dos momentos mais marcantes do vídeo recém divulgado.

Confira:

 

Han Solo – Uma História Star Wars‘ terá sua première no Festival de Cannes, informou o Deadline.

O festival acontece de 8 a 19 de maio, e o filme será exibido no dia 15.

A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.

“Embarque na Millennium Falcon e viaje para uma galáxia muito, muito distante em ‘Solo: Uma História Star Wars, a nova aventura com o sacana mais adorado da galáxia. Ao longo de uma série de aventuras ousadas nas profundezas do perigoso e sombrio submundo do crime, Han Solo conhece seu futuro copiloto Chewbacca e encontra o notório Lando Calrissian, numa jornada que definirá os rumos de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars“.

O derivado de Star Wars sobre o jovem Han Solo tem no elenco Alden Ehrenreich como o personagem título, Donald Glover como o jovem Lando Carlrissian, Woody HarrelsonEmilia Clarke (de ‘Game of Thrones’), Michael Kenneth Williams e Thandie Newton.

Oscar 2019: Frances McDormand, Gary Oldman, Allison Janney e Sam Rockwell estão entre os apresentadores

O line up de apresentadores do Oscar 2019 está ganhando forma e após anunciar alguns membros do elenco de ‘Vingadores: Ultimato‘, a Academia divulgou que os mais recentes vencedores da premiação estarão de volta aos palcos, para apresentar as versões opostas de suas respectivas categorias, dando continuidade a uma tradição da premiação.

Isso significa que Frances McDormand, Gary Oldman, Allison Janney e Sam Rockwell estarão na lista de apresentadores de 2019. A notícia, anunciada na última quarta-feira (06), vem dias após uma série de especulações sugerirem que a tradição dos anos anteriores estaria perto de seu fim.

Ao longo dos anos, a Academia estabeleceu uma tradição em que os atores vencedores do ano anterior premiam os novos contemplados. As personalidades que conquistam as categorias de Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante entregam, respectivamente, a estatueta aos atores contemplados nas mesmas indicações – e vice-versa.

 

Falta pouco mais de duas semanas para a cerimônia de premiação do Oscar, e o evento pode ficar sem apresentador pela primeira vez em sua história.

Após Hart desistir de apresentar, os produtores querem encontrar vários astros de renome para comandar a cerimônia, sem o famoso monólogo de abertura. A última vez que a transmissão foi feita nesse formato foi  há 30 anos.

Em entrevista ao Good Morning America, Hart disse que cansou da situação e desistiu de vez sobre a possibilidade de retornar:

“É difícil prever o que pode acontecer. Não quero que as pessoas pensem que há algo entre mim e na Academia. Superei. Não há mais discussão. Já superei tudo aquilo. Não quero dar mais explicações sobre quem eu sou. Estou cansado disso. Se não ouviu o pedido de desculpas, não sei o que está procurando.”

A cerimônia do Oscar acontece dia 24 de fevereiro de 2019.

O que você acha da ideia?

‘Shang-Chi’: Suspensão das filmagens deve gerar prejuízo diário de US$ 300 mil para a Marvel Studios

A suspensão das filmagens de ‘Shang-chi e a Lenda dos Dez Anéis‘, em virtude de uma suspeita de coronavírus, pode acarretar em um prejuízo grandioso para a Marvel Studios.

Segundo o portal The Hollywood Reporter, a medida preventiva deve custar aos cofres do estúdio entre US$ 300 mil e US$ 350 mil por dia.

Os valores em questão seriam para garantir o envolvimento dos profissionais no projeto. Durante esse período de quarentena, a Disney deve continuar pagando os salários dos coordenadores dos departamentos envolvidos no projeto, bem como outros membros do staff.

Entenda o caso

O diretor do filme, Destin Daniel Cretton, decidiu se isolar de forma preventiva, sob a suspeita ter sido contagiado com o coronavírus.

Em virtude dessa decisão, a produção do novo longa do MCU acabou tendo que ser suspensa, prezando também pela seguridade e qualidade de vida de todos os demais funcionários.

Cretton tomou a decisão de se submeter ao teste de COVID-19 e enquanto aguarda os resultados, foi aconselhado a entrar em um breve período de isolamento.

A medida também fora adotada pelo fato do diretor ter se tornado pai recentemente. A fim de proteger seu bebê recém-nascido, Cretton decidiu se antecipar e evitar qualquer eventual contaminação.

 

Lembrando que ‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ estreia em fevereiro de 2021.

O elenco conta com Simu Liu, Tony Leung, Awkwafina, e Rosalind Chao.

Sobre o personagem

A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.

Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha.

Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.

‘Painkiller’: Black Lives Matter foi fundamental para o nascimento do spin-off de ‘Raio Negro’

Embora a série ‘Raio Negro‘ esteja chegando ao seu fim, seu legado permanecerá com o vindouro spin-off baseado no personagem Painkiller, que fora anunciado pela emissora The CW.

E segundo o ator Jordan Calloway, intérprete do personagem, a realização da nova produção está sendo possível parcialmente graças aos empenhos do movimento Black Lives Matter, que tem dedicado os seus esforços para garantir que haja uma oferta mais justa de papéis e projetos voltados para pessoas de cor.

Em uma entrevista ao E! News, o ator ponderou:

“Pra ser honesto, eu acho que o Black Lives Matter é provavelmente um dos motivos de termos conseguido um spin-off. É o que incendiou essa motivação para mais séries com pessoas de cor”.

O episódio piloto do projeto irá ao ar como o sétimo episódio da 4ª temporada de ‘Raio Negro‘. Salim Akil, produtor executivo da série original, será responsável pelo roteiro e pela direção do piloto.

Confira a sinopse oficial:

“Khalil Payne é um jovem dominado pela culpa de seu passado conturbado na cidade de Freeland, onde, como uma máquina de matar superavançada conhecida como Painkiller, ele era membro da gangue de Tobias Whale. Depois de tentar enterrar a parte mais sombria e devastadoramente letal de sua personalidade, Khalil se distanciou de todos que conhecia e amava, a fim de encontrar a paz, mas ela nunca é fácil para homens com um passado ​​como o dele. Enquanto sua história violenta e destrutiva quebra seu novo começo idílico, Khalil é empurrado de volta à ação com uma nova missão – trazer justiça onde antes só havia punição – mas para fazer isso, ele primeiro terá que lidar com seu lado mais sombrio, o Painkiller.”

A 4ª temporada de ‘Raio Negro‘ segue em exibição na emissora The CW.

Confira o cartaz:

A série foi criada por Salim Akil.

A trama gira em torno de Jefferson Pierce, um pai de família que precisa voltar a atuar como o justiceiro Raio Negro quando a violência de gangues ameaça o futuro de sua comunidade e sua filha se torna obcecada com a execução da justiça. Ele precisa agir com cuidado, entretanto, pois a polícia está á sua procura.

O elenco conta com Cress WilliamsNafessa WilliamsChina Anne McClainChristine AdamsJames Remar Damon Gupton.

No Brasil, a série é lançada pela Netflix como uma produção original.

‘Young, Famous & African’: Reality show da Netflix ganha extravagante teaser legendado; Assista!

O vindouro reality show da Netflix,Young, Famous & African‘, que acompanha jovens africanos milionários, ganhou um bombástico trailer oficial legendado.

Na produção, um grupo de celebridades africana vive entre o luxo e o poder, à medida em que busca novos romances e aventuras.

Confira:

A série acompanha um grupo de jovens famosos da África reunido em Johanesburgo em busca de novos amores – e quem sabe alguns antigos. Vai ter muito drama e azaração entre essas personalidades do mundo do entretenimento africano.

O elenco do reality show é formado por Khanyi Mbau, Diamond Platnumz, Annie Macaulay-Idibia, Innocent “2baba” Idibia, Nadia Nakai, Swanky Jerry, Zari “A Patroa”, Naked DJ, Kayleigh Schwark e Andile Ncube.

Crítica | Sex Education – Série da Netflix apresenta sexo de forma saudável e atrevida

Falar sobre sexo na adolescência parece chover no molhado e utilizar um discurso deveras debatido em obras cinematográficas e televisivas, no entanto, Laurie Nunn conseguiu construir uma narrativa madura e espirituosa sobre o tema na série britânica Sex Education, lançada em janeiro na Netflix.

Ambientado em uma cidade do interior da Inglaterra, o primeiro episódio já começa com a interrupção de uma tentativa de masturbação do jovem protagonista Otis, vivido por Asa Butterfield (O Espaço Entre Nós), pelo parceiro sexual da sua mãe Jean (Gillian Anderson), dando início a uma série de conflitos que cometem aos jovens do ensino médio. Famoso ainda criança pelos sucessos O Menino do Pijama Listrado (2008) e A Invenção de Hugo Cabret (2011), Butterfield mostra um amadurecimento competente na transição da infância à adolescência em frentes às câmeras.

Com cenas de nudez sem pudores, o seriado apresenta os dilemas de cada personagem em cada episódio focado em uma situação. Embora as dúvidas sejam completamente diferentes, todas têm um ponto em comum. Ou seja, as dificuldades sexuais não estão no ato em si, mas em todas as questões psicológicas que envolvem a sexualidade, a moralidade e os relacionamentos entre as partes, como já explicava Sigmund Freud.

Sem intenção, Otis ajuda o bad boy Adam Groff (Connor Swindells), que não conseguia ejacular ou sentir prazer durante o sexo com a namorada Aimee (Aimee Lou Wood). Acidentalmente, por conta de uma dose anormal de Viagra, Otis conversa com Adam para ajudá-lo a se aceitar e resolver o que realmente o paralisava. Após o diálogo, testemunhado por Maeve (Emma Mackey), Connor se liberta da sua carga conservadora e o peso de ser filho do repressor diretor, conseguindo, assim, finalmente alcançar o orgasmo.

A partir desse episódio, Maeve, a garota mais descolada da escola, vê uma oportunidade de fazer dinheiro. Ela propõe a Otis um consultório sexual em que os alunos da escola serão os clientes, uma vez que ela nota problemas sexuais em várias pessoas ao redor e quer usar o talento com as palavras do jovem Otis a seu favor. Com o acordo traçado, Otis dedica-se a pesquisar sobre sexualidade e, baseado na escuta do consultório da sua mãe, passa a ajudar os jovens da escola, exceto a si mesmo.

O grande diferencial de Sex Education é o roteiro, que comporta o humor e os momentos desconcertantes com um debate maduro e realístico dos dilemas juvenis, como dificuldade de orgasmo, aborto, homossexualidade feminina e masculina, mas para além de entender o próprio corpo as dificuldade estão em torno da mente e das expectativas de cada indivíduo. Desse modo, Otis transforma-se em uma luz no fim do túnel por ter a mesma idade de todos, mas saber aconselhá-los.

Em uma cena, uma das meninas diz: “Temos a mesma idade, mas você é mais sábio, parece a minha mãe no corpo de um homenzinho”. Com essa aproximação, ele ajuda os seus colegas, mas como “em casa de ferreiro o espeto é de pau”, ele não consegue resolver os seus sentimentos em relação à Maeve, briga com o melhor amigo Eric (Ncuti Gatwa) e não sabe lidar com os seus desejo sexuais. Assim como seus colegas, o jovem de 16 anos tem seus traumas e, por isso, é cometido por uma crise de pânico ao tentar transar com Lily (Tanya Reynolds). Os motivos, digamos, são bastante explícitos na série e Otis é quem mais precisa de terapia nesta história.

Outro ponto dessa jornada é o amigo Eric. Ele tem um percurso bastante envolvente e importante para a narrativa. O rapaz gosta de vestir-se com roupas chamativas e maquiagem, mas ele precisa esconder suas vontades a fim de encaixar-se na cidadezinha e em sua família religiosa. Em um dos melhores episódios, o quinto, ele enfrenta o seu maior desafio, temer por sua integridade física apenas por expor quem ele é e vestir-se da forma que deseja. É tocante o caminho traçado por Eric de aceitação e confronto com o seu redor, assim como o caminho de Maeve.

Ela é a única personagem que já saiu do esquema de importar-se com o que outros pensam ao redor e, por isso, mais madura que todos os outros alunos. Por ter uma família disfuncional, a jovem aprendeu a virar-se sozinha, mas encontra em Otis e, posteriormente, no namorado Jackson (Kedar Williams-Stirling) suporte, ainda mais quando realiza um aborto, ainda no segundo episódio. O seriado destaca-se exatamente por ressaltar com seriedade esses fatores.

Podemos levemente compará-lo com 13 Reasons Why (2017 -), mas a grande diferença é que no seriado norte-americano todos os jovens estão tristes e amargurados, o ambiente é quase tóxico. No seriado britânico, as paisagens são encantadoras e a vida possui uma dinâmica mais alegre, mesmo que pacata. Além de personagens mais inspirados, Sex Education incentiva os desejos sexuais como naturais e saudáveis, já na obra estadunidense os personagens escondem suas pulsões e se resignam em culpa.

Por se levar a sério e construir o background de cada personagem, Sex Education torna-se realmente educativo, além de um agradável entretenimento. Apesar da ambientação bucólica, o seriado possui o tom assertivo comparado às comédias American Pie (1999) e Porky’s (1981), sendo atual e lidando com questões palpáveis para qualquer jovem de 16 anos, por exemplo, como a viralização de nudes.  

Com apenas oito episódios, Laurie Nunn mostrou a que veio e já conseguiu a renovação para a segunda temporada. Ainda que seja focado nos adolescentes, o seriado apresenta os adultos mais perdidos em suas questões e relacionamentos, tal como a mãe de Otis evitando passar mais de uma noite com a mesma pessoa. Do mesmo modo, os pais de Eric lidam com a sexualidade do filho acima de qualquer crença. São muitos pontos em aberto, ótimas atuações e, portanto, já começa a espera para as próximas temporadas.

Oscar 2018: Tom Holland, Chadwick Boseman e Viola Davis apresentarão prêmios; Veja a lista!

A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou a primeira parte da lista de apresentadores do Oscar 2018. Entre os atores e atrizes escolhidos estão Tom Holland (‘Homem-Aranha: De Volta Ao Lar’), Chadwick Boseman (‘Pantera Negra’) e a atriz e diretora Greta Gerwig, indicada por Lady Bird: A Hora de Voar’. Confira a lista:

Os vencedores da 90ª edição da premiação serão revelados no dia 4 de março, em uma cerimônia apresentada por Jimmy Kimmel.

‘Bem-vindos à Marwen’: Drama com Steve Carell ganha trailer emocionante

‘Bem-Vindos à Marwen’, novo filme de Robert Zemeckis (‘Forrest Gump: O Contador de Histórias’), ganhou uma nova data de estreia e um novo trailer emocionante. Confira:

Segundo o portal Coming Soon, a produção será adiada para o final do ano. Ao invés de chegar aos cinemas em 21 de novembro, o drama chega às audiências em 21 de dezembro.

Assista ao primeiro trailer:

A trama gira em torno de Mark Hogancamp, um homem que foi violentamente espancado por um grupo de neo-nazistas e ficou com graves danos cerebrais que roubaram parte de sua memória. Incapaz de pagar por uma terapia, Mark trabalha sua recuperação construindo um mundo de brinquedo em seu quintal que retrata o período da Segunda Guerra Mundial.

Diane Kruger, Leslie Mann e Janelle Monáe completam o elenco. O filme chega aos cinemas em novembro desse ano. Confira o cartaz:

 

‘Ms. Marvel’ | Terceiro episódio traz o lado CÓSMICO para o núcleo familiar

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu três primeiros episódios de Ms. Marvel, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Chegamos à metade da série e o nível da produção segue altíssimo. Mantendo o jeitão de seriado adolescente, o terceiro capítulo faz conexões maiores com o MCU, dando um rumo para o próprio Universo Cinematográfico Marvel nesta Fase Quatro, e misturando a trama familiar de Kamala Khan (Iman Vellani) com a grandiosidade cósmica da Ms. Marvel. A questão cultural segue forte também, o que é um ponto muito legal da série.

O episódio já começa com o grande easter egg da semana e talvez da série em si. Como falamos na matéria de expectativas para a série, a cena pós-créditos de Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis traz a Capitã Marvel (Brie Larson) envolvida na análise dos artefatos do herói chinês, além deles chegarem à conclusão de que os “anéis” são cósmicos e milenares. Logo na abertura do terceiro episódio, os Djinn estão nos anos 40, quando encontram o bracelete de Kamala Khan preso ao braço de um Kree, raça alienígena que mentiu e sequestrou Carol Denvers na década de 1990. Sob os escombros e o cadáver Kree, é possível ver o logo dos Dez Anéis. Vale lembrar que Xu Wenwu (Tony Leung) – o verdadeiro Mandarim – já comandava a organização, então é possível que vejamos essa ligação dos Dez Anéis mais para frente. E como Danvers estava envolvida na investigação dos “anéis” de Shang-Chi, parece que cada vez mais se desenha o encontro de Kamala Khan com sua super-heroína favorita na continuação do filme da Capitã.

Sobre os Djinn, os familiares do crush da nossa protagonista explicam que são de uma raça interdimensional chamada Djinn, cuja presença na Terra veio de um banimento feito há um século, prendendo o grupo ali. Eles falam que Kamala é uma deles, o que explica o poder inerente a ela. A matriarca do grupo também diz que precisam que ela use o bracelete para que eles retornem a Noor, sua terra natal.

O líder dos Inumanos, Raio Negro, já apareceu no MCU em uma participação de explodir cabeças.

Nos quadrinhos, a origem da personagem é ligada aos Inumanos. No entanto, como foi dito que os Djinn são chamados de vários nomes, não dá para descartar de vez uma ligação com os Inumanos. Por outro lado, os Djinn da série também se autointitulam “Clandestinos”. Esse grupo fez sua estreia nos quadrinhos dos X-Men lá nos anos 90.

Como o grupo acredita que Kamala é a chave para que eles abram o portal de volta para casa, eles pedem que ela os ajude. Com medo, Kamala pede ajuda ao seu melhor amigo, que diz ter lido em um estudo do Dr. Selvig (Stellan Skarsgård) algo sobre aquilo, e que seria perigoso a menina mexer com tanta energia. Selvig vem estudando eventos interdimensionais no MCU desde 2011, no primeiro Thor. Ele é referência no assunto, e isso serve como motivo para que Kamala peça um tempo para pensar, revelando assim a natureza vilanesca dos Djinn.

Essa fala sobre a energia necessária para abrir um portal interdimensional ser equivalente a de um sol também acaba chegando para valorizar outra super-heroína recém-introduzida no MCU, a jovem America Chavez (Xochitl Gomez), cujo poder é justamente abrir portais interdimensionais com a energia que emana de seu próprio corpo. Ou seja, ela tem praticamente poder superior ao de um sol dentro de si.

Como disse lá no começo, esse episódio é imerso na valorização cultural da personagem principal e sua família. Desde a referência aos horrores da invasão inglesa até a situação atual dos imigrantes e seus descendentes nos EUA. Isso é mostrado em vários pontos, desde o momento em que Nakia confronta a invasão do Departamento de Controle de Danos à Mesquita, pedindo respeito e que o departamento siga as regras também para a comunidade muçulmana. Por fim, o momento mais pesado do episódio é quando Kamala conversa com sua mãe sobre as incertezas e a matriarca revela as dificuldades sofridas quando se mudou para os EUA.

Depois da conversa, Kamala chega ao dilema de todo grande herói e acaba sendo guiada justamente por seu líder religioso, que diz a ela que ser bom ou mal não importa, mas sim o que se faz. Essa frase veio direto das HQs da Ms. Marvel. Ela também abre um presente que ganhou de Bruno e se depara com a máscara de seu futuro traje de herói.

Também não tem como falar em cultura sem entrar na sequência do casamento, que traz uma cerimônia lindíssima seguindo as tradições, com direito a danças, rituais e trajes típicos. Além de toda a tradição paquistanesa, eles mexem com a cultura local de Nova Jersey e promovem uma sequência ao som do “príncipe” da região, Jon Bon Jovi. O clássico Livin’ On a Prayer embala um duelo entre Kamala e os Djinn. A protagonista enfim usa sua energia para replicar seus poderes das HQs e projeta uma mão gigante elástica que desce a porrada nos inimigos, que mesmo terminando presos devem voltar para infernizar a vida da garota.

Ah sim, já que estamos falando de easter eggs, a criadora da Ms. Marvel nos quadrinhos, Sana Amanat, faz uma participação especial como a Tia Sana.

Enfim, o episódio termina com a Kamala sendo responsabilizada pelo desastre no casamento e recebendo uma ligação de sua avó para que ela e a mãe viagem diretamente para Carachi, no Paquistão, onde ela provavelmente explicará mais sobre a origem da família e de seus poderes, o que já é o bastante para deixar os fãs ansiosos para o próximo episódio.

Os novos episódios de Ms. Marvel estreiam toda quarta no Disney+.

 

Crítica | Becoming Elizabeth é uma produção sedutora e cheia de REVIRAVOLTAS sobre a Rainha Elizabeth I

No mês de celebração do jubileu de platina da icônica Rainha Elizabeth II chega aos fãs da coroa britânica mais uma produção que joga luz sobre a vida de uma importante personagem da realeza. Trata-se da Rainha Elizabeth I, última monarca da dinastia Tudor, filha de Henrique VIII e Ana Bolena, que já virou série de TV pela BBC com Helen Mirren no papel principal e que a partir do último domingo, Dia dos Namorados, chega aos assinantes brasileiros da plataforma Starzplay através da produção seriada ‘Becoming Elizabeth’, cujos capítulos serão disponibilizados semanalmente todo domingo.

O ano é 1547. O então Rei Henrique VIII acaba de falecer, longe de sua então esposa, Lady Catarina de Aragão (Jessica Raine). Sem filhos com esta, enquanto Catarina celebra a viuvez na cama com Sir Thomas (Tom Cullen), o irmão deste, o Duque de Somerset (John Heffernan), sai em viagem para buscar o filho homem de Henrique VIII com Lady Bolena: Edward (Olivier Zetterström). Empossado no novo Rei Edward VI no trono, aos dez anos, se mudam com ele para a corte suas irmãs: Lady Mady (Romola Garai) e Elizabeth (Alicia Von Rittberg). Dentre traições, luxúrias, cobiças e muitos segredos, o reinado de Edward VI será marcado por uma forte perseguição aos devotos da religião católica, incluindo sua própria irmã, Mary. No meio disso tudo, Elizabeth, que mais tarde se tornaria uma das rainhas mais justas da coroa britânica, busca entender como funciona a política e a diplomacia dos homens, ao mesmo tempo que tenta resistir seus impulsos apaixonados por seu tio, Thomas.

Dividido em oito episódios com quase uma hora de duração, ‘Becoming Elizabeth’ é uma série bem realizada e envolvente, cujo roteiro de Anya Reiss equilibra bem a romantização de personagens públicos com dados históricos que não podem ser contestados. Assim, ao mesmo tempo que Thomas se casa com a viúva Catarina de Aragão, também se mostra como um jovem bonitão que desperta a atenção da adolescente Elizabeth; fora da ficção, sabemos que nenhum deles seria tão bonito ou asseado, mas o que vale é a romantização da história em prol do entretenimento. Entretanto, o roteiro é claramente desenvolvido para conhecedores da história da coroa britânica, pois os eventos acontecem sem nenhuma explicação histórica prévia, de modo que se o espectador não souber por que Lady Bolena é tão odiada na corte ou o porquê de Henrique VIII ser um personagem tão chave na história (a ponto de influenciar os atos do novo Rei Edward, que se torna o primeiro rei criado como protestante na história britânica), muitas informações importantes poderão passar distraídas, pois a série não se propõe explicar quem é quem na trama: tem que chegar sabendo.

Feito o dever de casa, ‘Becoming Elizabeth’ é uma produção sedutora, que vai agradar àqueles que gostam de acompanhar as tramoias dos bastidores que a História não revela, mas que são largamente deleitadas pela ficção. O diretor Justin Chadwick entrega uma boa primeira temporada que cumpre o papel de apresentar personagens já os direcionando para aqueles que um dia se tornarão, em especial atenção ao jovem e mimado Rei Edward, com ares de Joffrey de ‘Game of Thrones’. Não à toa, na série há um acordo para que o personagem se case com Lady Jane, interpretada por Bella Ramsey, a destemida Lyanna Mormont, de ‘GOT’ – uma ótima sacada para atrair público!

Friends 25 anos | As 10 melhores participações especiais de celebridades na série

Friends estreou no dia 22 de setembro de 1994. Passados 25 anos, a série segue sendo um importante fenômeno cultural. Ainda hoje, a produção é destaque no streaming (está inteira na Netflix, embora passará para a HBO Max) e ocupa grande espaço na programação da Warner Channel.

Ao longo de dez temporadas, Friends contou com inúmeras participações especiais marcantes. Aproveitando o clima de celebração, o CinePOP decidiu relembrar quais foram as dez melhores participações de celebridades na série.

São tantas as participações que nomes como Jennifer Coolidge, Alec Baldwin, Brooke Shields, Susan Sarandon, Billy Crystal, Robin Williams, Helen Hunt, Charlie Sheen, Jean-Claude Van Damme, Anna Faris, Ben Stiller, Gary Oldman e John Stamos ficaram de fora da seleção final.

É importante destacar ainda que atores que integraram o elenco recorrente da série, como Tom Selleck e Paul Rudd foram desconsiderados para esta matéria.

 

10) George Clooney e Noah Wyle

Primeira temporada, episódio 17

Lançadas quase que ao mesmo tempo, Friends e ER foram verdadeiros fenômenos da TV nos anos 90. E renderam um quase-crossover na primeira temporada de Friends, que contou com a participação de George Clooney e Noah Wyle como médicos que atendem Rachel e Monica em uma emergência e acabam topando sair em um encontro com elas. Embora não sejam os mesmos personagens de Plantão Médico, a presença de Clooney e Wyle remetia diretamente à produção. Uma participação bem divertida. E ainda significativa se pensarmos em todo o contexto.

 

9) Dakota Fanning

Décima temporada, episódio 14

Dakota Fanning tinha apenas nove anos quando gravou sua participação em Friends, mas já era uma estrela de Hollywood, com trabalhos marcantes em Uma Lição de Amor e Grande Menina, Pequena Mulher. Em Friends, ela vive Mackenzie, uma menininha que mora na casa que Monica e Chandler estão pensando em comprar. Ela não quer que os pais vendam a casa e acaba se identificando com Joey, que não quer que os amigos se mudem. A relação entre Dakota e Matt LeBlanc torna esta pequena participação em uma das mais marcantes para os fãs da série.

 

8) Sean Penn

Oitava temporada, episódios 6 e 7

Pai de Dakota Fanning em Uma Lição de Amor, Sean Penn também fez uma participação especial bem marcante na série. Vencedor de duas estatuetas do Oscar, o ator interpretou Eric, um professor e ativista que é noivo de Ursula, e participa de um clássico episódio de Dia das Bruxas. Incomodada com as mentiras da irmã, Phoebe acaba contando a Eric toda a verdade. Com o fim do noivado, Eric e Phoebe acabam saindo juntos, mas a sombra da irmã faz com que a relação não vá pra frente.

 

7) Danny DeVito

Décima temporada, episódio 11

Monica e Rachel acabam chamando um stripper de última hora para a despedida de solteira de Phoebe. Para surpresa de todas, Danny DeVito é quem aparece. A participação é divertida e conta com uma reviravolta. Se no início a sensação de todas é de decepção, ao final todas se divertem ao lado do stripper, que reconhece que precisa se aposentar. Danny DeVito chorando como um stripper de 50 anos é, de fato, inesquecível. O ator, inclusive, recebeu uma indicação ao Emmy de Melhor Ator Convidado em Série de Comédia pelo trabalho.

 

6) Winona Ryder

Sétima temporada, episódio 20

Muito antes de assumir o papel de Joyce Byers em Stranger Things, Winona Ryder foi um ícone do cinema dos anos 80 e 90, com trabalhos como Os Fantasmas se Divertem, Edward Mãos de Tesoura, Drácula de Bram Stoker e Garota, Interrompida. A primeira década do século XXI, no entanto, não foi das melhores para a atriz. Uma exceção em meio a vários projetos de pouco destaque – e polêmicas na vida pessoal – foi sua marcante participação em Friends. Ela viveu Melissa Warburton, uma amiga que Rachel havia beijado nos tempos de faculdade. A notícia é recebida com empolgação por Joey e por desconfiança por Phoebe. Para tentar provar para a amiga que o beijo havia mesmo acontecido, Rachel acaba recriando a situação.

 

5) Julia Roberts

Segunda temporada, episódio 13

Julia Roberts já era uma das maiores estrelas do cinema quando aceitou participar de Friends. A atriz de Uma Linda Mulher interpretou Susie Moss, uma ex-colega dos tempos de colégio de Chandler. Ela guarda um trauma da infância e acaba saindo com Chandler para se vingar. Além da divertida participação na série, Julia Roberts deixou Friends com um namorado. Ela e Matthew Perry chegaram a namorar por um tempo após trabalharem lado a lado na produção.

 

4) Reese Witherspoon

Sexta temporada, episódios 13 e 14

Muitos rumores envolvem a participação de Reese Witherspoon em Friends. Segundo boatos, a atriz teria se revelado muito difícil de trabalhar e teria causado problemas nos bastidores, o que teria feito a série buscar uma nova irmã para Rachel nas temporadas seguintes. Mesmo assim, não dá para negar que Reese fez um belo trabalho na pele da mimada Jill Green. A dinâmica entre ela e Jennifer Aniston funciona perfeitamente, e tudo fica ainda mais divertido quando Jill começa a se interessar por Ross.

 

3) Christina Applegate

Nona temporada, episódio 8 / Décima temporada, episódio 5

Após a passagem de Jill, a série apresentou outra irmã de Rachel: Amy Green. Vivida por Christina Applegate, a personagem aparece em dois episódios da série, em temporadas diferentes, e sempre rouba a cena. No primeiro, ela surge em pleno Dia de Ação de Graças e gera toda uma discussão sobre quem ficaria com Emma em caso de morte de Rachel e Ross. No segundo, ela se muda temporariamente para o apartamento de Rachel e Joey, e se oferece para ser babá de Emma. Christina recebeu um Emmy de Melhor Atriz Convidada pela primeira participação. E ainda foi indicada pela segunda. Muito merecido.

 

2) Bruce Willis

Sexta temporada, episódios 21, 22 e 23

Bruce Willis em Friends é daqueles casos de escalação perfeita. E que só aconteceu por acaso. Willis perdeu uma aposta para Matthew Perry na época em que trabalharam em Meu Vizinho Mafioso, e acabou “obrigado” a fazer a série. Mas não deve ter se arrependido, pois saiu do trabalho com um Emmy de Melhor Ator Convidado. Bruce interpretou Paul Stevens durante três episódios. O personagem era pai de Elizabeth, aluna e namorada de Ross. Durão, mas sentimental, ele não ficou nada feliz com o relacionamento da filha. Por outro lado, engatou um breve namoro com Rachel.

 

1) Brad Pitt

Oitava temporada, episódio 9

Aquela participação especial inesquecível. Brad Pitt já era um dos maiores nomes de Hollywood quando atuou em Friends, e seu casamento com Jennifer Aniston ocupava constantemente capas de revistas pelo mundo. Assim, foi realmente brilhante quando a série colocou Brad na pele de Will Colbert, um amigo do colegial de Ross que nutria um ódio bem especial por Rachel. À época, foi muito divertido ver o casal de lados opostos na série. E os dois pareciam estar se divertindo bastante, assim como o público. Brad Pitt recebeu uma indicação ao Emmy pela participação.

‘The Flash’: Episódio da 6ª temporada dirigido por Danielle Panabaker ganha novas imagens; Confira!

A sexta temporada de The Flash chega em menos de um mês e, para aumentar as nossas expectativas, duas novas imagens do novo ano apareceram nas redes sociais.

As fotos de bastidores elucidam o público acerca do sexto episódio, que será dirigido pela atriz Danielle Panabaker, a qual não é estranha atrás da câmeras, visto que comandou um dos capítulos mais adorados pelos fãs, “Godspeed” (quinta temporada).

Confira:

Veja as fotos promocionais do próximo ciclo:

Os novos episódios da série estão marcados para 08 de outubro, no CW. No Brasil a série é transmitida pela Warner Channel.

Assista ao trailer:

‘Capitã Marvel’: Nova arte revela visual alternativo (e assustador) dos Skrulls

O artista Ian Joyner revelou recentemente em seu Instagram oficial uma arte alternativa para a raça alienígena Skrull, que deu as caras em Capitã Marvel no ano passado – e o design original desses personagens é bem mais assustadora que a versão final.

Confira:

Após a estreia de ‘Capitã Marvel‘, grande parte do público criticou a adaptação por conta de sua trama feminista e também pela falta de carisma de Brie Larson como protagonista.

Durante uma entrevista para a Variety, a atriz foi questionada sobre o assunto e disse que não fazia ideia de que o filme sofreu com comentários negativos porque ela nunca se importou com as críticas.

“Os fãs criticaram? Para falar a verdade, eu nem sabia. Eu não tenho tempo para isso. Quando estou com tempo livre, eu prefiro aproveitar de forma positiva, tipo: ‘estou me alimentando direito? Estou bebendo água? Estou meditando? Liguei para minha mãe hoje?’ É com isso que eu me importo.”

Larson argumentou que comentários na internet não afetam sua vida cotidiana, nem interferem em como ela se vê.

“Muitos jornalistas me perguntam como eu lido com críticas online, mas eu nunca precisei entrar na internet para saber como as pessoas me veem, ou como eu vejo a mim mesma. Não há nada mais agradável para mim do que me enxergar do meu próprio ponto de vista. É algo que eu faço desde a infância, e continuarei fazendo pelo tempo que puder.”

Anteriormente, Larson havia sido questionada sobre seu futuro como Capitã Marvel, mas ela disse que não sabe quando irá reprisar o papel.

“Eu não sei. Eu nem sei qual será meu próximo trabalho, e isso é tão emocionante. Eu nem sei como vai ser a minha vida! E no início deste ano, eu tive que fazer a turnê de imprensa. Mas, na última metade do ano, eu só me concentrei na vida pessoal, fora do trabalho.”

Lançado em março de 2019, ‘Capitã Marvel‘ foi um sucesso de público, arrecadando US$ 1,128 bilhão pelo mundo.

Assista à nossa crítica:

‘O Príncipe Dragão’: Série da Netflix é renovada para mais QUATRO temporadas

Durante o evento virtual da Comic-Con 2020, a Netflix revelou que a aclamada e adorada animação O Príncipe Dragão não apenas voltaria para mais uma temporada, e sim para mais quatro.

A série foi renovada pela plataforma até a sétima iteração e que a narrativa será contínua até o último ano.

O quarto ano, que será o próximo da obra, ainda não tem data de estreia confirmada.

O Príncipe Dragão foi criado por Aaron Ehasz e Justin Richmond, roteiristas de Avatar: A Lenda de Aang.

Xadia e o reino dos humanos estão em pé de guerra. Será que Callum, Ezran e Rayla conseguirão vencer a magia negra e restaurar a paz no mundo? 

As três primeiras temporada já estão disponíveis no serviço de streaming!

‘Mulher-Maravilha 1984’: Diana será bem mais complexa que no primeiro filme, revela Gal Gadot

Durante uma recente coletiva de imprensa, Gal Gadot revelou alguns detalhes sobre o vindouro Mulher-Maravilha 1984’ e de que forma os eventos do primeiro filme implicaram numa transformação radical em Diana Prince.

“No primeiro filme, tivemos o nascimento da Mulher-Maravilha e, pela primeira vez, ela descobre seus poderes. De Diana, ela se tornou Mulher-Maravilha. No primeiro filme, ela olha a humanide de fora, falando abertamente quando as coisas não estão certas e enfatizando como elas deveriam ser. Agora, ela entende completamente as complexidades da raça humana por ser parte deles. Ela já desenvolveu todos os seus poderes e, ainda assim, está sozinha e sofre dos mesmos problemas que todos sofrem. Então tive bastante com que ‘brincar’, foi uma experiência bem diferente do primeiro filme.”

O filme já foi assistido por parte da crítica especializada e conquistou impressões extremamente positivas.

Entre os comentários, os jornalistas estão dizendo que o longa dirigido por Patty Jenkins tem ação do início ao fim e um toque sentimental embalado pela trilha sonora de Hans Zimmer.

Como já era de se esperar, também não faltaram elogios à química entre Gadot e Chris Pine, intérpretes de Diana Prince e Steve Trevor. E parece que Pedro Pascal e Kristen Wiig também roubam a cena como os vilões.

Além disso, a trama traz uma ótima conexão com o filme anterior e consegue arrancar lágrimas e sorrisos do público.

Uma das críticas ainda se emocionou ao dizer que:

“A trama é edificante, esperançosa e entrega tudo o que nós precisávamos.”

Confira as principais reações:

“Estou muito feliz em informar que ‘Mulher-maravilha 1984’ é uma explosão absoluta do início ao fim. Um elogio excepcional ao primeiro filme, e é recheado de emoção, esperança, amor, ação, romance e humor. Patty Jenkins e Gal Gadot entregaram uma das melhores sequências da DC. Eu chorei quando acabou.”

“Não posso falar muito sobre o enredo por causa dos spoilers, mas é muito inteligente. A sequência de abertura por si só é impressionante e cada cena de ação é diferente e única. Eu também acho que esta é uma das melhores trilhas sonoras de Hans Zimmer… E, para aqueles que estão se perguntando, a química entre Gal Gadot e Chris Pine está incrível.”

“Eu assisti Mulher Maravilha 1984 ontem e … honestamente, é exatamente o que eu precisava. O que todos nós precisamos. É edificante, esperançoso e totalmente Mulher Maravilha. Apenas um lindo filme com temas que tocam seu coração.”

“Tive a chance de assistir ‘Mulher-Maravilha 1984‘ mais cedo! Adorei o primeiro filme e posso dizer com segurança que a sequência leva tudo para outro nível! Pedro Pascal e Kristen Wiig absolutamente arrebentaram como Maxwell Lord e Cheetah. Deixem Patty Jenkins assumir o comando de todo o DCEU!

“Ontem eu assisti ‘Mulher Maravilha 1984‘ em casa! Era tudo que eu precisava e muito mais. O filme é extremamente ambicioso, incrivelmente empolgante e recheado de esperança. O filme é bem longo, às vezes até demais, mas me lembrou como um grande sucesso de bilheteria pode fazer você se sentir maravilhoso.”

“Eu já assisti ‘Mulher-Maravilha 1984’! Patty Jenks literalmente fez um filme aos moldes dos anos 80 em todos os sentidos, o que faz dele algo único para os dias de hoje. Parece maior ambiciosa do que o original e ao mesmo tempo mais contido. Gal Gadot simplesmente entrega momentos épicos como Mulher-Maravilha.”

“Para mim, Pedro Pascal e Kristen Wiig são os destaques do filme. Pascal mergulhou de cabeça no personagem em uma representação selvagem de Max Lord, um vilão conflituoso, mas muito malvado. A evolução da Mulher-Leopardo ao longo do filme é de partir o coração, mas é épica. Nós precisamos de mais!”

Lembrando que o longa será lançado na HBO Max em 25 de dezembro, junto com a estreia nos cinemas norte-americanos. No Brasil, chega no dia 17 de dezembro.

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

Crítica | Sem identidade ou foco, ‘Estados Unidos vs. Billie Holiday’ vale a pena pela impecável atuação de Andra Day

Billie Holiday, conhecido alter-ego artístico de Eleanora Fagan, é um dos nomes mais importantes da cultura estadunidense. Ao lado de nomes como Ella Fitzgerald e Dinah Washington, Holiday mudou o escopo musical de sua época e apresentou, bem como suas conterrâneas, uma revolução estilística do jazz – não apenas por seu fraseamento e por suas improvisações, que viriam a influenciar praticamente todos os atos futuros, mas também pelas discussões sociopolíticas que trazia à tona e que permeavam uma plataforma mainstream que boa parte dos negros não tinham à época. Ora, se a canção “Strange Fruit” permanece viva na mente dos apreciadores de música, é em virtude da rendição de Holiday e de uma trama pungente sobre o linchamento da comunidade afrodescendente pelo supremacismo branco.

Nos últimos meses, foi anunciada uma aguardada cinebiografia sobre um período bastante específico de sua vida – restrito ao estrelato, à queda e à relação tóxica com as drogas e com diversos homens que passaram por sua vida. Comandado por Lee Daniels, nome por trás dos aclamados ‘A Última Ceia’ e ‘Empire’, ‘Estados Unidos vs. Billie Holiday’ despertou um senso de curiosidade crescente entre o público, mas, no final das contas, falhou em cumprir quaisquer das expectativas prometidas; o longa-metragem, pecando em aspectos essenciais, deixou que a performance do elenco roubasse os holofotes, mas a que custo? Afinal, nem mesmo os melhores conseguem se afastar de uma insossa e formulaica história, a qual não faz jus a nenhum dos temas apresentados.

Daniels é conhecido por ser um realizador bastante único que, mesmo não sendo independente, é reconhecido por um estilo que oscila entre o poético e o realismo com fluidez incrível. De qualquer forma, sua última rendição cinematográfica, O Mordomo da Casa Branca, já dava ares de uma inconsistência dramática que viria a se tornar uma bola de neve na presente obra. Honestamente, nem mesmo a técnica artística empregada no filme faz muito sentido, com exceção de breves sequências que não são acompanhadas de uma obviedade de enredo ou de caprichos circinais de uma edição horrível, para dizer o mínimo: desde os momentos iniciais, a montagem de Jar Rabinowitz não tem direção alguma e mistura referências que visam a uma repaginação de ‘Chicago’ e acertam numa novela mais insípida que ‘Burlesque’ (algo chocante, considerando o trabalho de Rabinowitz em ‘8 Mile’ e ‘Réquiem para um Sonho’).

Como se não bastasse, a estrutura panorâmica não é a única a falhar em entregar qualquer resquício de coesão; o roteiro, assinado por Suzan-Lori Parks, insurge como um amontoado de acontecimentos sem distinção de causa e consequência, aglutinando-se em uma massa amorfa que não atinge a completude de um propósito bem-intencionado e digno. Aliás, é um tanto quanto estranho a decisão de Daniels e de sua equipe em adaptar um romance de não-ficção cujo foco é analisar a guerra às drogas nos Estados Unidos e a transformação dos negros em alvo. Claro, Holiday tornou-se um símbolo da comunidade, mas é mencionada brevemente (e com propósitos descritivos) como uma das personalidades que se renderam aos opioides. O motivo pelo qual uma abordagem mais palpável à cantora e compositora não foi abraçada talvez nunca veja a luz do dia, mas merece certa explicação.

Problemas à parte, é notável como a obra tenta ser mais do que consegue e, por essa razão, acaba por afastar espectadores que talvez nunca tenham sequer ouvido uma das canções de Billie. É nesse âmbito que Andra Day se entrega de corpo e alma à persona titular, caminhando trôpega por todas as fases de sua turbulenta vida, fazendo homenagens e buscando inspirações em suas conterrâneas. Day, em seu primeiro papel protagonista, vem do background fonográfico e molda a própria voz em surpreendentes dialogismo e candura com Holiday, como se estivesse cantando para a própria jovem que morreu vítima de sua confiança nas pessoas erradas. Não é com espanto que ela tenha faturado uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz, juntando-se a nomes como Lady Gaga e Cher, que também migraram da música à atuação com perfeição.

Acompanhada por nomes como Trevante Rhodes, Natasha Lyonne, Garrett Hedlund, Da’Vine Joy Randolph e Tyler James Williams, Day e o restante do elenco são a força-motriz que se empenha em salvar, a todo custo, a tragédia de um longa-metragem que não prestou atenção aos próprios deslizes. Ao procurar fornecer uma explicação e uma humanização de fatos cruciais para o entendimento da situação segregacionista dos anos 1940, Daniels mergulha na soberba superficialidade do panfletarismo e nem ao menos fecha o ciclo narrativo, como se a luta promovida por Billie e por tantas outras cantoras negras da época não tivessem surtido efeito; mais do que isso, a utilização constante da sépia e de um enlace fotográfico antigo criam um anacronismo doído e que, mais uma vez, não tem necessidade alguma para a compreensão dos eventos.

É infeliz imaginar que ‘Estados Unidos vs. Billie Holiday’ poderia ter sido bem diferente do resultado final. Manchado por uma condução descarrilada e se apoiando inteiramente na performance de uma recém-descoberta atriz que terá um futuro brilhante pela frente, o filme morre na praia sem uma identidade para chamar de sua – e dentro de uma tristonha e repetitiva previsibilidade.

‘Everybody’s Talking About Jamie’: Adaptação do musical já está disponível na Amazon Prime Video!

A aguardada adaptação do aclamado musical ‘Everybody’s Talking About Jamie’ finalmente estreou na Amazon Prime Video.

A produção foi lançada hoje, 17 de setembro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Jonathan Butterell faz sua estreia diretorial com o filme. Tom MacRaeDan Gillespie Sells assinam o roteiro.

Baseado na vida de Jamie Campbell, a história gira em torno de um adolescente de 16 anos de idade que enfrenta inúmeros preconceitos até resolver sair do fundo do poço e tornar-se uma drag queen de grande sucesso.

Max HarwoodRichard E. GrantSharon HorganLauren Patel, Shobna GulatiSarah LancashieRalph Ineson estrelam.

‘Red – Crescer é uma Fera’: Animação da Pixar ganha teaser novo ADORÁVEL; Assista!

O Disney+ divulgou um novo teaser adorável do aguardado ‘Red – Crescer é uma Fera‘, nova animação da Pixar, que será lançada na plataforma de streaming no dia 11 de março.

No filme, “quando uma adolescente fica muito nervosa, ela se transforma em um grande panda vermelho. O longa aborda dessa forma, a jornada de amadurecimento da personagem, suas inseguranças dessa fase onde, a personagem principal está dividida entre a filha que sempre foi e sua nova personalidade, intensificada por todos os sentimentos conflitantes que a adolescência provoca. Além do caos gerado por todas as mudanças em seus interesses, relacionamentos e corpo, sempre que a garota fica muito agitada ou estressada, ela vira um panda vermelho gigante, – o que com certeza, só gera mais problemas para a jovem – sendo uma metáfora para todas as vezes que, constrangidos pelos novos desafios que se apresentam em nossas vidas, as inseguranças só se agigantam”.

Assista, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

O longa foi escrito e dirigido por Domee Shi.

A produção conta com as vozes de Sandra Oh e Rosalie Chiang.

‘Only Murders in the Building’: 2ª temporada estreia no Star+!

A 2ª temporada de ‘Only Murders in the Building‘, aclamada série estrelada por Steve MartinMartin Short Selena Gomez, finalmente estreou no Star+.

Os dois primeiros episódios do novo ciclo chegaram hoje, 28 de junho, à plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Lembrando que o icônico ator Nathan Lane reprisa seu papel como Teddy Dimas nos novos episódios.

Além de Lane, o próximo ciclo também traz Amy Schumer como uma versão superexagerada de si mesma, Cara Delevingne como Alice, uma sofisticada insider do mundo da arte que se envolve no mais recente mistério dos podcasters investigados, e Shirley MacLaine como a mãe de Bunny, o mais recente assassinado do edifício Arconia.

A trama segue três estranhos que compartilham uma obsessão pelo gênero true crime e que, de repente, se veem envolvidos em um crime na vida real. Quando uma morte horrível ocorre dentro de seu exclusivo prédio de apartamentos no Upper West Side, o trio – formado por Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) – começa a suspeitar de assassinato e usa seu conhecimento de true crime para investigar o caso. Mas não demora para que o trio perceba que um assassino pode estar vivendo entre eles e que, portanto, estão em perigo. Agora, eles vão ter de correr para decifrar as pistas e descobrir a verdade – antes que seja tarde demais.

A série foi criada por Martin e John Hoffman.

‘Dirty Dancing 2’: Jennifer Grey revela que rostos familiares irão aparecer na sequência

Dirty Dancing: Ritmo Quente‘, clássico dos anos de 1980, que foi estrelado pelo saudoso astro Patrick Swayze, teve sua sequência recentemente anunciada com a confirmação do retorno da atriz original Jennifer Grey como Baby.

Agora, em entrevista ao jornal Extra (via PEOPLE), Grey revelou que as gravações do projeto começarão na próxima primavera norte-americana (isto é, entre março e maio de 2023) e que trará rostos familiares de volta.

“Posso dizer que iremos retornar ao Kellerman’s”, ela comentou, fazendo referência ao cenário do filme original. Ela também comentou que Baby estará “alguns anos mais velha” e que “outros personagens do [longa] original” irão aparecer na história.

Anteriormente, em entrevista à EW, Grey revelou o quão complicado foi fazer uma continuação sem a presença de Swayze, que morreu em virtude de um câncer pancreático, aos 57 anos.

“Nunca haverá outro Johnny”, ela disse, fazendo referência ao personagem interpretado pelo astro. “Nunca haverá outro Patrick. Esta sequência tem que funcionar por conta própria. É bem complicado”.

Em outra entrevista, dessa vez ao Los Angeles Times, Grey, que também entra como produtora executiva, revelou que está muito interessada em ver como a continuação irá abordar uma narrativa que se passa trinta anos depois da original – e que está muito animada para o resultado.

“Estou muito animada pelo desafio de olhar [para o filme] de um ponto de vista do que acontece quando se passam trinta anos e estamos nos anos 1990”, ela comentou. “O que acontece com a pessoa que teve aquela experiência – o que aconteceu a ela e o que é relevante agora sobre a história original, vista sob um olhar diferente. Acho que, com sorte, [o filme] vai realmente satisfazer sem competir com o primeiro ou fazê-lo melhor que o primeiro. É mais sobre: que história nova pode ser contada?”.

De acordo com o Collider, o novo longa já tem também sua data de estreia programada e será no dia 9 de fevereiro de 2024.

Jonathan Levine (‘Meu Namorado é um Zumbi’) é quem vai comandar a sequência pela Lionsgate. A dupla Mikki Daughtry e Tobias Iaconis, que fez ‘A Maldição da Chorona‘, assina esse novo roteiro.

Vale destacar que o elenco em geral ainda não foi anunciado, até porque as filmagens estão previstas para começar neste ano.

Dirty Dancing se tornou um dos maiores sucessos dos anos 1980, arrecadando US$ 170 milhões em todo o mundo, enquanto a trilha sonora vendeu mais de 32 milhões de cópias em todo o mundo, com a canção “(I’ve Had) The Time of My Life“, ganhando o Oscar de Melhor Canção Original.

O filme também ganhou uma prequel intitulado Dirty Dancing: Havana Nights’, com breve participação de Swayze e que falhou em manter o nível do longa original, e uma versão para o teatro.

Relembre o trailer:

Chris Pratt está disposto a voltar como Senhor das Estrelas no MCU – mas com uma condição

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ marca o encerramento da adorada trilogia de James Gunn para a Marvel Studios – e traz nossos queridos heróis de volta para uma última aventura.

Agora, em entrevista ao GamesRadar+, o astro Chris Pratt, que interpreta Peter Quill/Senhor dos Estrelas na franquia, revelou que está aberto a retornar mais vezes como o personagem mesmo com Gunn agora responsável pelo comando da DC.

“Seria estranho continuar a história de Peter sem James”, ele disse. “Ele fez um trabalho incrível nos primeiros três filmes. Realmente encontramos a voz de Peter Quill juntos e, sem ele, obviamente, eu nunca teria tido essa oportunidade. Ele escreve, dirige, sonha com a música – é a imaginação dele nas telas”.

Pratt continua: “então, para continuar contando a história, seria muito importante honrar o que ele fez nos filmes e honrar o que os fãs passaram a amar sobre o personagem – e não apenas fazer porque as pessoas pagam, entende?”.

Crítica | ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ é um sólido e EMOTIVO encerramento da trilogia de James Gunn

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme conta com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

‘The Crown’: 6ª e ÚLTIMA temporada ganha teaser e data de estreia na Netflix!

Netflix divulgou o primeiro teaser promocional da 6ª e última temporada do aclamado drama de época The Crown.

Além disso, foi revelado que o ciclo de encerramento será dividido em duas partes: a primeira chega à plataforma de streaming em 16 de novembro; a segunda, em 14 de dezembro.

Confira:

Um dos temas a serem explorados no ciclo de encerramento será o casamento entre o Príncipe Charles e a Duquesa Camilla Parker Bowles, amante do monarca enquanto ele estava em matrimônio com a saudosa Princesa Diana.

Confira fotos promocionais:

Segundo o jornal The Sun, diversas cenas especiais foram rodadas para a temporada final.

As cenas em questão contam com o retorno de Claire Foy, que interpretou a jovem monarca nas duas primeiras temporadas, e de Olivia Colman, que encarnou a rainha na terceira e na quarta iterações. Elas irão aparecer em cena com Imelda Staunton, intérprete atual da personagem, em um tributo à Elizabeth (que faleceu em setembro do ano passado).

E isso não é tudo: as informações também indicam que uma versão adolescente da monarca irá aparecer no auge da II Guerra Mundial. Viola Prettejohn foi escalada para interpretá-la.

Lembrando que o ciclo de encerramento chegará à Netflix no outono norte-americano, isto é, entre os meses de setembro e novembro de 2023.

Anteriormente, foram divulgadas as primeiras imagens oficiais de Ed McVey como Príncipe William e Meg Bellamy como Kate Middleton.

Na nova temporada, McVey assumirá o papel nos episódios posteriores, marcando sua estreia nas telas após trabalhar no palco.

Por sua vez, Bellamy é uma novata na atuação, tendo feito o teste para o papel depois de ver uma chamada de elenco nas redes sociais.

Confira as imagens:

Lembrando que todas as outras temporadas estão disponíveis na plataforma.

A mais recente temporada trouxe Imelda Staunton (‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’) substituindo Olivia Colman como a Rainha Elizabeth II. Elizabeth Debicki (‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’) entra no lugar de Emma Corrin como Princesa Diana.

Dominic West (‘The Wire’) substitui Josh O’Connor como Príncipe Charles, Jonathan Pryce (‘Game of Thrones’) substitui Tobias Menzies como Príncipe Philip, Lesley Manville (‘Phantom Thread’) seguirá Helena Bonham Carter como a Princesa Margaret e Olivia Williams (‘O Pai’) substituirá Emerald Fennell como Camilla Parker.

Baseado na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.

‘Garotos Detetives Mortos’: Série da Netflix derivada de ‘Sandman’ ganha trailer INÉDITO!

Netflix divulgou o trailer inédito de ‘Garotos Detetives Mortos‘ (Dead Boy Detectives), série baseada na HQ homônima assinada pelo lendário Neil Gaiman.

A produção tem estreia marcada para o dia 25 de abril.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/U1wrfTyd2mU?si=N5D34YZaYyngqA46

Inicialmente desenvolvida para a HBO Max, a adaptação dos quadrinhos homônimos de Gaiman (‘Sandman’) encontrou um novo lar na Netflix – e será lançada como um derivado de ‘Sandman‘.

Tem um fantasma insistente que não sai do seu pé? Um demônio roubou suas memórias? Chame os Garotos Detetives Mortos! Nesta série sobrenatural ambientada no universo de Sandman, dois adolescentes se conhecem na morte e fazem de tudo para continuar juntos, incluindo escapar de bruxas más e do Inferno e da Morte em pessoa. Com a ajuda da clarividente Crystal (Kassius Nelson), eles trabalharão juntos para resolver os casos paranormais mais misteriosos do reino mortal.

O novo capítulo da DC, intitulado Gods and Monsters, trará uma conexão entre os filmes nos cinemas e as séries que eventualmente serão lançadas pela HBO Max – como já foi feito com ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série do ‘Pacificador‘.

Jayden Revri (‘O Chalé’), Kassius Nelson (‘Noite Passada em Soho’) e o novato George Rexstrew serão os protagonistas.

Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente.

Além do trio, a série também vai contar com Lukas Gage (‘Euphoria’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.

O roteiro da adaptação é escrito por Steve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).

Beth Schwartz também divide a função de showrunner com Yockey.

Os 10 Melhores Álbuns NACIONAIS da Década (Até Agora)

Por mais que o brasileiro tenha um apreço significativo pela cultura estrangeira, principalmente a norte-americana, é inegável dizer que os artistas nacionais têm habilidades que se igualam e até mesmo superam a dos internacionais.

Apenas no cenário musical contemporâneo, podemos citar nomes como LinikerJãoANAVITÓRIA como representantes do MPB e do pop nacional, enquanto AnittaPabllo VittarLudmilla, por exemplo, voltam-se para o funk, o pagode e a eletrônica. Não obstante a forte presença da nova geração, artistas como Marisa MonteLulu Santos e Ivete Sangalo permanecem ativos em um encontro entre passado e presente – confluindo suas incríveis estéticas em atemporais espetáculos.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores álbuns nacionais da década (até agora).

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:

8. DOCE 22, Luísa Sonza (2021)

“Um dos aspectos mais atraentes das faixas é a invejável capacidade de Sonza em unir instrumentos conflitantes entre si sem deixar que as progressões se acumulem em uma massa amorfa e indecifrável. Desde o começo da carreira, a cantora mostrou seu apreço por gêneros diferentes, incluindo as confessionais digressões das baladas, a jocosidade do rock-pop e a preferência estilística da clássica MPB. Em “penhasco.”, ela revela as mágoas que ainda carrega e utiliza a própria música em um exercício metapoético, entendendo o motivo de ter se machucado em versos consecutivos como “eu tive que desaprender a gostar tanto de você” e “sabe que se chamar eu vou”. A progressão, teatral para alguns e evocativa para outros, é movida pela transição potente do piano à percussão, arrancando os melhores vocais de Sonza em uma explosão sentimental.” – Thiago Nolla

7. FUNK GENERATION, Anitta (2024)

“O destaque principal do disco é destinado a “Funk Rave” – uma peça musical que, sem sombra de dúvida, é uma das melhores incursões da carreira de Anitta pela ousadia com a qual trabalha uma sucessão de estilos diferentes que convergem para um inebriante coquetel de synth-funkfunk 150-BPM e funk-trap cujo único crime é durar apenas dois minutos e meio. Eventualmente, fica claro que ‘Funk Generation’ mostra que a cantora e compositora atingiu um status em que, agora, pode fazer o que bem entender e, mais do que isso, cria as próprias tendências e deixa bem claro que não está preocupada com o que os outros pensam – e sim apenas com o que deseja fazer como artista” – Thiago Nolla

6. SUPERNOVA, Jão (2024)

Meses depois de ter lançado o ótimo ‘Super’Jão anunciou uma aguardada versão deluxe com nada menos que oito faixas inéditas – uma delas funcionando como extensão de uma das tracks presentes no álbum original. O resultado foi uma impecável e vibrante jornada que passeia por diversos gêneros, incluindo o MPB, o synth-pop e as baladas orquestrais, construindo narrativas que oscilam do teatral ao melodramático, do confessional ao sensual – e tudo convergindo a um arauto metarreferencial pincelado com uma lírica pungente e uma exaltação testamentária do artista a si próprio.

5. COR, ANAVITÓRIA (2021)

“Os melhores momentos de ‘Cor’ insurgem quando a dupla não se limita a construir algo simplista – como acontece com “Te amar é massa demais”. A obviedade do título é logo varrida para debaixo do tapete quando é-nos apresentada uma conflitante e apaixonante explosão de samba e bossa-nova que nos arremessa de volta para os anos 1920 do subúrbio carioca, enquanto abre espaço para inflexões à la Tom Jobim e Maria Gadú, com reflexos distantes à fase mais pé-no-chão de Elis Regina (e tais caracterizações explicam o motivo de ser um dos pontos altos da iteração). Já “Tenta acreditar” é um antro em que vulnerabilidade e teatralidade encontram um espectro em comum num circense e pessoal desabafo.” – Thiago Nolla

4. TE AMO LÁ FORA, Duda Beat (2021)

Duda Beat lançou seu primeiro álbum em 2018, ‘Sinto Muito’, aproveitando a efervescência do pop brasileiro para se transformar em um dos ícones da “sofrência” musical. Três anos mais tarde – e abraçando um amadurecimento muito bem vindo -, a cantora e compositora se lançou de cabeça em uma produção mais íntima e vibrante, ao mesmo tempo. Marcado pela explosiva naturalidade de “Meu Pisêro”, que se configura como uma das melhores faixas do ano, ‘Te Amo Lá Fora’ merece ser apreciado do começo ao fim dentro de uma pluralidade que abre espaço para o reggae, para o soft-rock e até mesmo para o dance.

3. QVVJFA?, Baco Exu do Blues (2022)

“Se há uma coisa que podemos compreender do álbum é a maestria com que todos os aspectos instrumentais colidem em profusão aplaudível às potentes letras que o performer assina. É claro que algumas delas pendem para algumas fórmulas tão utilizadas no mainstream, como a frustração amorosa de “20 Ligações” ou a bem-vinda crueza de “Mulheres Grandes”, que perdem um pouco de força frente a tantas tracks ótimas – e o mesmo acontece com a repetição minimalista de “Autoestima”, isolada na segunda metade do álbum. Entretanto, os deslizes são ofuscados em boa parte do tempo pelo que se esconde nas entrelinhas e pelo convite que Baco Exu nos faz para encontrá-las num cenário bélico de notas e melodias” – T.N.

2. SÓ, Adriana Calcanhotto (2020)

“Calcanhotto já não precisa provar nada para ninguém. Suas irretocáveis rendições vocais são conhecidas seja no escopo adulto, seja no infantil (como não recordar da série de álbuns infantis que assinou sob a alcunha de Adriana Partimpim?). Aqui, a meio-soprano lírico volta sua personalidade para elegíacos versos que puxam elementos do MPB e da bossa-nova, é claro, mas mergulhando-os no cenário contemporâneo do samba e do funk moderno, criando uma amálgama única que funciona do começo ao fim. Retomando a colaboração com o icônico Arthur Nogueira e com a presença de Dennis DJ para a oitava faixa, fica claro que a performer nunca deixa de lado simbologias ambíguas, fazendo questão de imprimir uma construção que tangencia um parnasianismo desconstruído e buscando uma releitura de tudo que já nos foi apresentado.” – Thiago Nolla

1. INDIGO BORBOLETA ANIL, Liniker (2021)

“Em meio a tantos lançamentos nacionais e internacionais que pululam no cenário mainstream, o primeiro álbum solo de Liniker poderia passar longe dos nossos radares – e, mesmo que o faça, não deveria. Ao longo de quase 50 minutos de duração e apenas 11 faixas, a performer consegue arquitetar uma envolvente e explosiva narrativa sonora, não pensando duas vezes em prestar homenagens aos artistas que lhe inspiraram, desde a icônica Vanusa até a saudosa Amy Winehouse. Aqui, lidamos com uma amálgama frutífera e saborosa de inúmeros elementos que oscilam do black music e do reggae ao R&B e o MPB, destilando poesia em cada verso que constrói e entregando tudo de si em cada refrão.” – Thiago Nolla

‘Mickey 17’: Comédia SCI-FI com Robert Pattinson ganha clipe inédito; Confira!

A Warner Bros. Pictures divulgou um clipe inédito de ‘Mickey 17‘, dirigido por Bong Joon-ho (“Parasita”) e estrelado por Robert Pattinson.

Confira:

Mickey 17′ estreia dia 06 de março nos cinemas.

O longa é uma adaptação do livro ‘Mickey7, escrito por Edward Ashton

Na trama, Mickey (Robert Pattinson) faz parte de um programa espacial de colonização e sempre é enviado para missões perigosas, quase suicidas. Se morrer, ele é clonado e boa parte de suas memórias são recuperadas. Mas, após seis mortes, ele começa a entender o porquê de seu cargo nunca ter sido ocupado antes.

O elenco também conta com Steven Yeun, Mark Ruffalo e Toni Collette.

‘Remain’: Thriller ROMÂNTICO de M. Night Shyamalan escala oito novos membros ao elenco

Segundo o Deadlineoito novos atores foram escalados para o elenco de Remain, suspense romântico dirigido e roteirizado por M. Night Shyamalan (‘Armadilha’, ‘Fragmentado’).

As informações indicam que Ashley Walters (‘Adolescência’), Julie Hagerty (‘Uma História de Casamento’), Jay O. Sanders (‘As Três Filhas’), Tracy Ifeachor (‘The Pitt’), Hannah James (‘Mercy Street’), Caleb Ruminer (‘The Irrational’), Kieran Mulcare (‘Jessica Jones’) e Maria Dizzia (‘Orange Is the New Black’) foram contratados para o projeto.

Detalhes sobre seus personagens não foram revelados.

O grupo se junta aos previamente confirmados Jake Gyllenhaal (‘Matador de Aluguel’) e Phoebe Dynevor (‘Bridgerton’).

O filme chegará aos cinemas em 23 de outubro de 2026.

O longa traz uma proposta inusitada: ele é fruto de uma parceria criativa entre Shyamalan e o best-seller Nicholas Sparks (‘Querido John’, ‘Um Amor para Recordar’).

Enquanto o diretor desenvolve o roteiro do filme, Sparks escreve simultaneamente um romance com a mesma história, que será lançado em 7 de outubro de 2025, sob o mesmo título.

A estreia de ‘Remain deve gerar um confronto de peso nas bilheteiras. Na mesma data, a Universal Pictures planeja lançar o próximo filme de Jordan Peele, outro diretor renomado no universo do suspense e terror.

A possível colisão entre os dois projetos tem gerado expectativa no mercado — especialmente considerando que Shyamalan já teve uma bem-sucedida parceria anterior com a Universal, onde lançou títulos como ‘Fragmentado, ‘Vidro e ‘Tempo’.

Após migrar para a Warner Bros., Shyamalan dirigiuArmardilha, lançado em 2024 e que arrecadou cerca de US$ 84 milhões em bilheteria mundial. O estúdio também foi responsável pela distribuição de ‘Os Observadores‘, estreia de sua filha Ishana Shyamalan como diretora, que teve desempenho modesto com US$ 33 milhões arrecadados globalmente.

‘IT: Bem-Vindos a Derry’ ganha ativação INCRÍVEL na CCXP 2025; Confira!

IT: Bem-Vindos a Derry‘, série derivada do terror ‘IT: A Coisa’, é uma das produções mais populares e elogiadas do ano – expandindo a icônica mitologia criada por Stephen King. E é claro que a atração não ficaria de fora da CCXP 2025.

HBO Max trouxe uma ativação especial do spin-off, convidando o público a participar de uma espécie de “casa do terror” cuja entrada se dá no infame cinema de Derry e termina nos encanamentos da cidade onde vive a perigosa entidade que assume a forma de Pennywise, contando com várias referências a esse panteão.

Confira o vídeo abaixo e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que o próximo episódio da série, intitulado “Black Spot”, vai ao ar hoje, 7 de dezembro.

Pennywise NÃO irá aparecer nos primeiros episódios de ‘IT: Bem-Vindos à Derry’

Durante as férias de 1958, em uma pacata cidadezinha chamada Derry, um grupo de sete amigos começa a ver coisas bizarras. Um conta que viu um palhaço, outro que viu uma múmia. Finalmente, acabam descobrindo que estavam todos vendo a mesma coisa: um ser sobrenatural e maligno que pode assumir várias formas. Ele mesmo. O Pennywise.

Bill Skarsgård retorna como o icônico Pennywise.

O elenco ainda conta com Alixandra Fuchs (‘Hatfields & McCoys’), Kimberly Guerrero (‘A Inglesa’), Dorian Grey (‘Star Trek: Discovery’), Thomas Mitchell (‘Spiral’), BJ Harrison (‘Family Law’), Peter Outerbridge (‘Jogos Mortais VI’), Shane Marriott (‘Fargo’), Chad Rook (‘Joe Pickett’), Joshua Odjick (‘Wildhood’) e Morningstar Angeline (‘Westworld’). Os fãs da obra de Stephen King terão que esperar um pouco mais para mergulhar de volta em Derry.

Bem-Vindos a Derry‘ tem como produtor executivo Andy Muschietti, o diretor dos dois filmes de 2017 e 2019, ao lado de sua irmã Barbara Muschietti.

Diretor anuncia TÉRMINO das filmagens de ‘Sonic 4’ e revela visual do Metal Sonic; Confira!

Ótimas notícias para os fãs da franquia Sonic!

Através do X (antigo Twitter), o diretor Jeff Fowler, que comandou todos os capítulos da adaptação cinematográfica, revelou que as gravações do quarto filme foram oficialmente encerradas.

As boas novas vieram acompanhadas de uma foto de bastidores dando destaque ao próprio realizador ao lado do doppelganger robótico do personagem titular, o vilanesco Metal Sonic.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O novo capítulo está programado para estrear no dia 19 de março de 2027.

Rumores recentes, divulgados pelo portal The Direct, indicam que a sequência terá um orçamento maior do que os filmes anteriores da saga.

Essa elevação orçamentária segue a tradição de crescimento da série:

  • Sonic: O Filme’ (2020): Teve um custo estimado entre US$ 85 milhões e US$ 90 milhões.
  • Sonic 2: O Filme’ (2022): Contou com um orçamento de US$ 90 milhões a US$ 110 milhões.
  • Sonic 3: O Filme’ (2024): Alcançou a marca de US$ 122 milhões.

Dessa forma, espera-se queSonic 4’ ultrapasse o orçamento de US$ 122 milhões, refletindo a ambição da produção em expandir a escala e a qualidade visual da franquia.

O novo longa, fruto da colaboração entre SEGA, Sonic Team e Paramount Pictures, deve acompanhar Sonic e seus amigos supervelozes em um confronto com um novo e misterioso vilão: Metal Sonic, que foi introduzido na cena pós-créditos do filme anterior.

Felizmente, a equipe contará com a ajuda de uma nova e importante aliada, a ouriça de pelos cor-de-rosa Amy Rose – que será dublada pela Kristen Bell (‘The Good Place’).

O elenco de vozes contará novamente com Ben Schwartz como Sonic, Idris Elba como Knuckles, o equidna, e Colleen O’Shaughnessey como Tails “Miles” Prower.

Há também a possibilidade de Keanu Reeves retornar para dar voz a Shadow, após sua estreia no terceiro filme.

‘Sonic 4’ e ‘A Lenda de Zelda’ vão disputar os cinemas em mesmo época de lançamento

Novos filmes de M. Night Shyamalan já têm data de estreia; Confira!

De acordo com o Bloody Disgusting, M. Night Shyamalan está trabalhando em dois novos suspenses originais desenvolvidos pela Universal Pictures.

Por enquanto, os títulos e enredos estão em sigilo, mas ambos já têm previsão de estreia, entre fevereiro de 2021 e fevereiro de 2023.

Para comemorar o anúncio de sua longa parceria com o diretor, o presidente da Universal, Peter Cramer, disse em um comunicado:

M. Night Shyamalan continua a criar histórias emocionantes e inteiramente originais que mantêm o público apreensivo em seus assentos. Não há ninguém como ele: ele é um cineasta que trabalha no auge de seus poderes, e estamos honrados por ele ter escolhido a Universal mais uma vez para abrigar seus próximos dois projetos incríveis.”

Shyamalan também se expressou, elogiando a Universal por seu compromisso em contribuir com o cinema original.

“Existem estúdios maravilhosos por aí, mas a Universal incentiva o lançamento de filmes originais. Eles são os melhores em encontrar público para novas histórias com tons inesperados. Acredito que os filmes originais são cruciais para a longevidade da experiência no cinema. Estou muito empolgado por trabalhar com eles de novo.”

‘Vingadores: Ultimato’: Belíssima ilustração mostra o velho Steve Rogers contemplando o horizonte

Em seu perfil do Twitter, Matt Taylor, ilustrador e artista conceitual da Marvel Studios, divulgou uma bela ilustração do velho Steve Rogers contemplando o horizonte.

A imagem foi desenhada antes das gravações da cena em que Steve (Chris Evans) entrega o escudo do Capitão América para Sam Wilson (Anthony Mackie).

Confira:

Para distrair os fãs da Marvel durante o período de reclusão social, a Disney iniciou uma série de aulas on-line com seus artistas conceituais, que vão ensinar os internautas a desenharem alguns de seus personagens mais populares.

E dessa vez, a Casa do Mickey está ensinando como fazer o Capitão América. A aula é ministrada pelo artista Ryan Meinerding, responsável pelas artes conceituais de filmes como ‘Vingadores: Ultimato‘, ‘Guerra Infinita‘ e mais.

Assista:

Lançado em 2019, ‘Vingadores: Ultimato‘ tornou-se o filme com a maior bilheteria de todos os tempos (US$ 2,8 bilhões), superando ‘Avatar‘ (US$ 2,79 bilhões) após um reinado de quase 10 anos.

Confira nossa crítica:

Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr., Chris Evans, Mark Ruffalo, Chris Hemsworth, Scarlett Johansson, Jeremy Renner, Don Cheadle, Paul Rudd, Brie Larson, Karen Gillan, Danai Gurira, Bradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.