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Dica da Semana | ‘Murderbot’, ‘O Estúdio’ e outras séries RECENTES para ver na Apple TV+

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Semana após semana, as grandes plataformas de streaming continuam a investir esforços em conteúdos originais que conquistem o público – e, em boa parte das vezes, o resultado é bem positivo.

Pensando nisso, preparamos uma nova matéria elencando cinco séries recentes e incríveis para você conferir na Apple TV+.

Confira abaixo as nossas escolhas:

LADRÕES DE DROGAS (2025)

A série Ladrões de Drogas, baseada no livro homônimo de Dennis Tafoya e estrleada por Brian Tyree Henry e Wagner Moura, conta a história de dois amigos, Ray Driscoll e Manny Carvalho, que se passam por agentes da DEA para roubar traficantes de drogas na Filadélfia. No entanto, o esquema, inicialmente bem-sucedido, se complica quando eles roubam uma operação de narcóticos sob vigilância da DEA e se tornam alvos de uma organização do narcotráfico. A produção foi bastante elogiada pela crítica especializada, conquistando 86% de aprovação no Rotten Tomatoes.

SEUS AMIGOS E VIZINHOS (2025)

Seus Amigos e Vizinhos nutre da soberba interpretação de Jon Hamm e acompanha um gestor de fundos de investimento ainda lidando com seu recente divórcio, e que começa a furtar a casa de seus vizinhos ricos de Westmont Village para manter o status.. Assim, ele descobre que os segredos e escândalos escondidos por trás dessas fachadas luxuosas podem ser mais perigosos do que ele jamais imaginou. A produção, inclusive, explora as mazelas do capitalismo predatório e da maximização do lucro em detrimento da humanidade de maneira interessante e muito bem-vinda, recusando-se a transformar o protagonista em “mocinho” e abrindo espaço para que ele se torne um anti-herói da própria desgraça que cultivou.

VIDAS PROCESSADAS (2025)

Ambientada em 1969 no Vale de San Fernando, Vidas Processadas’ conta a história dos Chambers, uma família peculiar que busca sonhos elevados e aparentemente impossíveis, lindamente livre das realidades do mundo. Quando Hampton Chambers (David Oyelowo) é liberado da prisão, sua tão esperada reunião familiar não acontece como ele havia planejado. Durante sua ausência, a esposa de Hampton, Astoria (Simone Missick) e os filhos Einstein (Evan Ellison) e Harrison (Jahi Di’Allo Winston) formaram uma unidade familiar não convencional, e o retorno de Hampton transforma seu mundo no caos.

O ESTÚDIO (2025)

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O Estúdio’ é uma espetacular série que esquadrinha as hilárias controvérsias das engrenagens que regem Hollywood – seja no embate entre o que é certo e o que é mandatório, seja na tradução fabulosa e inebriante de estandartes dessa maquinaria através de incursões performáticas de tirar o fôlego. Fruto da genial mente de Seth Rogen, a trama acompanha um estúdio de cinema tentando sobreviver em um mundo em que a convivência entre arte e comércio se torna cada vez mais difícil.

MURDERBOT (2025)

Baseado na saga de romances sci-fi de Martha WellsMurderbot é a mais recente adição ao expansivo catálogo da Apple TV+. Trazendo Alexander Skarsgard sob uma ótica mais cômica e despojada, a trama apresenta a um androide de segurança que se sente aterrorizado pelas emoções humanas ao mesmo tempo em que se vê atraído por seus “clientes” vulneráveis. Para esconder o seu livre arbítrio, ele deve completar missões perigosas, mas tudo o que ele quer fazer é ficar sozinho assistindo séries dramáticas futuristas e descobrir o seu lugar no universo.

10 curiosidades de ‘Liga da Justiça’, o filme mais caótico do extinto DCEU

Lançado em 2017, o filme da Liga da Justiça causou uma porção de comentários negativos e deu início à reformulação no Universo Estendido DC nos cinemas, que acabaria dando aquele final melancólico, deixando o planejamento do estúdio à deriva, até a chegada de James Gunn e seu reboot total nesse universo.

E como todo filme polêmico, a Liga da Justiça também trouxe uma série de histórias interessantes de bastidores. Pensando nisso, o CinePOP selecionou 10 delas para você conhecer ou relembrar. Confira!

Tragédia pessoal

O diretor original do filme era Zack Snyder, que trabalhava junto com a esposa, Deborah Snyder. Porém, os bastidores já estavam sendo muito caóticos, visto que os executivos da Warner não estavam felizes com o desempenho dos filmes da dupla. Em meio a ameaças de novas interferências no projeto, o casal passou por um drama pessoal muito pesado: o suicídio da filha. Diante dessa tristeza, eles até tentaram seguir trabalhando, mas decidiram deixar o projeto para focarem na família.

Troca polêmica

Como já havia cerca de 70% do filme gravado, os executivos do estúdio tiveram que contratar um substituto para finalizar o longa. Para o lugar, eles chamaram Joss Whedon, que havia se consagrado na rival como diretor dos dois filmes da franquia Os Vingadores, e estava trabalhando no filme da Batgirl, para concluir as filmagens. A escolha por Whedon escancarou que a Warner queria replicar o tom dos filmes da Marvel, o que desagradou os fãs da DC.

Decepção

Um ponto curioso é que na época em que Snyder ainda era diretor do filme, a produção fez uma brincadeira de Primeiro de Abril e anunciou que ele havia sido substituído por George Miller. Para a surpresa dos executivos, as reações do público foram muito positivas a essa suposta troca. E isso ajudou a maturar a ideia de que a visão de Zack era o grande problema desse universo. Porém, quando houve a troca oficial por Whedon, as reações não foram tão eufóricas dado o contexto da morte da filha do diretor. As pessoas estavam mais contidas e prestavam mais condolências do que comentavam efetivamente sobre a demissão.

O começo do fim

A escalação de Whedon foi, em muitas formas, o ‘começo do fim’ do chamado SnyderVerso DC. Três ano após o lançamento do filme, em 2020, o ator Ray Fisher, que interpretou o Ciborgue, fez graves acusações públicas contra Joss Whedon, que substituiu o drama do Ciborgue pelo arco de ressurreição do Superman no filme. Dentre as acusações, ele afirmou que o diretor deixou sua pele mais clara na pós-produção do filme, foi extremamente grosseiro e anti-profissional com o elenco e ainda disse que a direção do estúdio ignorava as denúncias feitas pelos atores para proteger o diretor. Algum tempo depois, a atriz Gal Gadot corroborou com as denúncias, dizendo ter sido forçada a gravar cenas mais intimistas que não estavam combinadas, e que foi ameaçada por Joss Whedon, que teria dito a ela que ‘infernizaria sua carreira’ caso não fizesse o que ele pedia. O diretor negou as acusações.

Grávida

A experiência da atriz Gal Gadot foi muito intensa nos sets. Isso porque ela terminou de gravar Mulher-Maravilha (2017) e já embarcou na rotina de filmagens de Liga da Justiça no dia seguinte, literalmente. Mais do que isso, as gravações foram tão extensas que ela engravidou nos últimos meses de filmagem, mas não quis revelar a ninguém. O que não adiantou de muita coisa, porque Jason Momoa percebeu o brilho na pele e no cabelo da atriz e já perguntou logo se ela estava grávida. O ator descobriu, mas manteve o segredo da amiga e não contou para ninguém.

Muito quente

Em entrevista à Variety, o ator Ben Affleck revelou que teve péssimas experiências com o traje do Batman. Ele reclamou do calor que sentia com ele.

“Eu odiava os trajes do Batman. São horríveis de usar. Eles são quentes, não respiram. São feitos apenas para parecerem bonitos, sem nenhuma consideração pelo ser humano. Então, você começa a suar imediatamente. E eu já suo naturalmente, sabe? Dentro daquele traje, era como se eu estivesse derramando água”.

Virou piada

A sequência de introdução do Aquaman no filme foi gravada na Islândia. Por conta disso, o ator Jason Momoa teve uma fala em islandês. O problema é que a pronúncia dele foi tão ruim que a sessão de teste feita na Islândia registrou uma gargalhada generalizada nesta cena porque ninguém entendeu nada do que ele disse. O resultado dessa reação foi que o filme chegou aos cinemas do país com a fala dele legendada no idioma local.

Bigode polêmico

Dentre tantas polêmicas nas refilmagens de Joss Whedon, nenhuma repercutiu tanto quanto o bigode do Superman. Isso aconteceu porque Henry Cavill já estava completamente envolvido nas gravações de Missão: Impossível – Efeito Fallout (2018), no qual seu personagem tinha um imponente bigode. Sabendo das refilmagens de Liga da Justiça, a Paramount proibiu Cavill de raspar o bigode, já que isso atrasaria suas cenas no filme. Então, ele gravou suas cenas como Superman com o bigode, que teve de ser removido digitalmente. O problema é que o resultado ficou terrível, principalmente depois de revelarem que as refilmagens custaram cerca de US$ 30 milhões de dólares a mais que o orçamento previsto.

Snydercut

Desde o lançamento do filme nos cinemas, Zack Snyder passou a compartilhar imagens de bastidores de seu filme. E como os fãs do Snyderverso simplesmente odiaram Liga da Justiça, eles passaram a defender que a Warner recontratasse Snyder e desse a ele um orçamento para concluir o filme como ele havia planejado. Após muita encheção de saco dos fãs, o HBO Max decidiu separar uma verba para que fosse feito o Liga da Justiça de Zack Snyder. Com mais de 4h de duração, o filme foi lançado exclusivamente no streaming, durante a pandemia, para arrecadar mais assinantes. O resultado foi que essa versão alternativa acabou sendo melhor avaliada por público e crítica do que o corte para o cinema.

Nunca assistiu

Ao longo dos anos da campanha pelo Snydercut, Zack Snyder respondia perguntas de fãs sobre os bastidores. E algumas perguntas sobre momentos específicos do filme do cinema fizeram o público especular que o diretor não tivesse assistido a versão lançada nos cinemas. Algum tempo depois, ele revelou que, seguindo os conselhos de Christopher Nolan, ele nunca assistiu o corte de Joss Whedon.  O diretor de Cavaleiro das Trevas disse que o filme ‘quebraria o coração’ de Snyder. Quem também não gostou nada do longa foi o roteirista Chris Terrio. Ele ficou tão revoltado com o projeto final que chegou a pedir para remover seu nome dos créditos do filme, mas não foi atendido.

Liga da Justiça está disponível no Max.

Comer Rezar Amar | Relembrando o esquecido filme estrelado por Julia Roberts, que completa 15 anos

Ryan Murphy é um dos nomes mais prolíficos do cenário do entretenimento – e ganhou fama ao criar produções que caíram no gosto da crítica e do público, como as séries ‘Glee’ e ‘American Horror Story’, bem como diversas outras incursões muito populares. E, em 2010, Murphy abraçou um projeto que foi esquecido com o passar do tempo, mas que, à época, fez um barulho considerável de bilheteria ao arrecadar mais de US$200 milhões ao redor do mundo: a cinebiografia Comer Rezar Amar, baseada no romance de não-ficção homônimo de Elizabeth Gilbert.

A trama é centrada em Liz (Julia Roberts), uma escritora e jornalista que tem uma carreira de sucesso e um casamento estável, além de amigos próximos que sempre a apoiam – mas algo não está certo: ela acredita piamente que algo falta em sua vida e, após uma viagem para Bali para a produção de um artigo, ela percebe que as coisas estão mudando de forma drástica. Ao perceber que está infeliz em seu relacionamento com o marido, Stephen (Billy Crudup), ela entra com um processo de divórcio, tenta se abrir para experiências novas, até decidir deixar tudo para trás e embarcar numa jornada de cura que se inicia na Itália, passa pela Índia e termina na Indonésia.

Ao chegar à encantadora cidade de Roma, Liz conhece pessoas locais que se tornam suas amigas, incluindo Giovanni (Luca Argentero), seu professor de italiano, e a desinibida Sofi (Tuva Novotny), que veio da Suécia e que a guia em sua nova realidade – isso sem falar de suas aventuras culinárias que a fazem redescobrir o prazer pela própria existência e a reencontrar um brilho há muito perdido; na Índia, ela se hospeda em um ashram, um monastério budista onde procura se reconectar com sua espiritualidade e acaba cruzando caminho com um traumatizado e ranzinza homem chamado Richard (Richard Jenkins); e, em Bali, ela é bombardeada pelo poder do amor à medida que se aproxima do charmoso brasileiro Felipe (Javier Bardem) e visita Ketut (Hadi Subiyanto), guru que a havia atendido em sua primeira viagem à ilha.

Como bem podemos perceber, a narrativa funciona como uma grande palestra de autoajuda que, quinze anos atrás, acompanhava o boom de produções do gênero. E, dentro desse espectro, é compreensível que mais da metade da crítica tenha recebido com amargor a produção – colocando o filme com meros 35% de aprovação no Rotten Tomatoes. Todavia, se deixarmos de lado os inúmeros convencionalismos tragicômicos que acompanham Liz em sua jornada de libertação, é sempre divertido ver Roberts em ação – permitindo que uma das atrizes mais conhecidas da história da sétima arte traga sua experiência em comédias românticas e drama pessoais em um mesmo lugar. E, dominando cada um dos holofotes apontados à sua atuação, Roberts transforma um descompensado filme de quase duas horas e meia em uma bem-vinda e inocente mensagem de bonança e fé.

É claro que determinadas incursões não funcionam como deveriam, ainda mais quando nos centramos na quantidade de diálogos complexos que entram em conflito com a básica estrutura que os sustenta – incluindo monólogos em voiceover de Liz em sua narração recheada de metáforas e de comparações que, volta e meia, são didáticas demais para que apreciemos as nuances dos personagens. De qualquer maneira, a montagem de Bradley Buecker (colaborador de longa data de Murphy) e a trilha sonora de Dario Marianelli conseguem preencher certas lacunas rítmicas e balancear uma verborragia excessiva com incursões contemplativas (mesmo que panfletárias aqui e ali).

Talvez a maior frustração do projeto é sua falta de ambição, bem como o fato de não trazer nada de novo ao gênero: dessa forma, as calmas águas de uma zona de conforto se agitam pouco a pouco através do poder de um elenco que ainda inclui Viola Davis e Christine Hakim. E, em virtude de não fugir para além do óbvio, um sentimento de incompletude é comum e é justificado quando, como já mencionado alguns parágrafos acima, paramos para analisar os mínimos detalhes de um longa-metragem que, no final das contas, não tem qualquer desejo de reinventar a roda. Caso levemos isso em consideração, é possível aproveitar a atmosfera de empoderamento que começa a ser fundada conforme Liz enfrenta seus problemas e se reencontra.

Comer Rezar Amar é uma inofensiva dramédia que vale a pena por um elenco de ponta e pela ótima performance de Julia Roberts – por mais que a sinceridade do livro original não seja explorada como merecia.

Lembrando que a produção está disponível nas plataformas do Telecine e do Prime Video.

Homem é deixado para MORRER no trailer de ‘Bark’, novo SUSPENSE de sobrevivência

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O suspense ‘Bark‘, que acompanha a luta pela sobrevivência de um homem amarrado em uma árvore, ganhou o primeiro trailer.

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Marc Schölermann (‘Autópsia de um Crime’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro escrito por Steve Fauquier.

Nolan Bentley acorda no meio de uma floresta remota, amarrado a uma árvore, sem se lembrar de como chegou lá. Com seu tempo se esgotando implacavelmente, um estranho misterioso aparece e ele precisa finalmente lidar com os demônios do seu passado e lutar para sobreviver para encontrar uma saída de seu pesadelo.

Michael Weston (‘Patologia de um Crime’) e A.J. Buckley (‘CSI: NY’) estrelam a produção.

O suspense será lançado em VOD no dia 13 de junho.

‘Echo Valley’, suspense estrelado por Julianne Moore e Sydney Sweeney, chega ESTE MÊS ao streaming

Echo Valley, novo suspense estrelado pela vencedora do Oscar Julianne Moore (‘Para Sempre, Alice’) e pela indicada ao Emmy Sydney Sweeney (‘Imaculada’), chega este mês à Apple TV+.

O longa-metragem será lançado na plataforma de streaming no dia 13 de junho.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O filme é dirigido por Michael Pearce, com roteiro assinado por Brad Ingelsby.

Kate Garrett trabalha treinando cavalos em sua fazenda no sul da Pensilvânia enquanto lida com uma tragédia pessoal. Certa noite, sua filha Claire chega à sua porta coberta de sangue que não é dela, e Kate precisa entender o que está disposta a fazer para protegê-la.

Domhnall GleesonKyle MacLachlanFiona ShawEdmund DonovanRebecca Creskoff completam o elenco.

‘Boston Blue’: Maggie Lawson é escalada para o elenco da série derivada de ‘Blue Bloods’

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Segundo o DeadlineMaggie Lawson (‘Psych’) foi escalada para o elenco de Boston Blue, série derivada de Blue Bloods.

Lawson dará vida a Sarah Silver, a obstinada e decisiva superintendente do Departamento de Polícia de Boston e meia-irmã da Detetive Lena Silver (Sonequa Martin-Green). Sarah tem plena noção da corda-bamba em que caminha entre seu trabalho e sua família.

A produção derivada, que traz Donnie Wahlberg de volta como o detetive Danny Reagan, estreia entre setembro e novembro de 2025 – ainda sem data definida – e também conta com Ernie Hudson no elenco.

Wahlberg, Brandon SonnierBrandon MargolisJerry BruckheimerKristieAnne Reed entram como produtores executivos.

Na trama, o detetive Danny Reagan do Departamento de Polícia de Nova York assume uma posição no Boston PD. Uma vez em Boston, ele é pareado com a detetive Lena Peters, a filha mais velha de uma importante família de policiais.

10 curiosidades de ‘Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa’

Lançado em 2020, Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa chegou aos cinemas pouco antes da pandemia tomar conta do mundo. Com a proposta de trazer um time completamente formado por mulheres, o longa deveria dar início a um novo grupo amado pelos fãs. No entanto, não foi bem isso que aconteceu.

Com críticas mistas e uma bilheteria decepcionante, afetada em partes pelo vírus, o longa foi considerado um fracasso comercial e praticamente enterrou qualquer chance de dar prosseguimento à franquia. Mesmo assim, ele traz uma série de curiosidades de bastidores. Por isso, o CinePOP separou 10 delas para você conhecer. Confira!

Alergia

A cena mais incrível do filme é a declaração de amor da Harley para o famoso sanduíche de ovo. Porém, a grande curiosidade é que o sanduba é feito com ovos de pata. Na vida real, a atriz Margot Robbie tem uma alergia fortíssima a ovos de galinha. Então, para evitar qualquer tipo de reação alérgica, a produção foi atrás de ovos de pata para fazer o sanduíche.

Ideia dela

O projeto Aves de Rapina só existe por muita insistência da Margot Robbie, que também atuou no filme como produtora. O longa não estava nos planos da DC, que queria fazer uma aventura centrada exclusivamente na Harley Quinn. Porém, Margot insistiu que valeria mais a pena fazer um filme de um grupo completamente formado por mulheres e com classificação indicativa para maiores. Diante da popularidade da atriz e de sua personagem, os executivos toparam.

Pinguim

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No projeto original, o vilão do filme seria o Pinguim. O problema é que Colin Farrell tinha acabado de ser escalado para interpretar o vilão em Batman (2022). Então, para evitar confusões – por se tratar de universos diferentes – e para não saturar o personagem, a equipe criativa acabou tendo de mudar e escolheu o Máscara Negra, que não corria o menor risco de ser usado em outro projeto da DC por não ser considerado um vilão de primeira prateleira.

Vilão

Falando sobre o Máscara Negra, atores como Nicolas Cage e Sam Rockwell fizeram teste para dar vida ao vilão. O segundo, inclusive, foi aprovado no teste, mas acabou não agradando por ser considerado um personagem muito parecido com os que ele costumava fazer. Então, quando Ewan McGregor apareceu, não houve dúvidas: tinha que ser ele.

Muito caro

Assim como na animação dos anos 90, a Harley teria duas hienas de estimação no filme. O problema é que essa espécie é extremamente territorialista, então seria arriscado usar hienas de verdade treinadas. Surgiu a opção de fazer por meio de computação gráfica. Só que, em vez de utilizarem uma pessoa para fazer a captura de movimento, o time optou por pegar um cachorro muito grande e inserir o CGI por cima. No entanto, a tecnologia para criar a hiena realista era considerada muito cara, então optaram por dar ‘apenas’ uma para a maluquinha.

Roupa nova

Durante as junkets de Esquadrão Suicida (2016), Margot já falava sobre como seu traje com uma calcinha minúscula era desconfortável e constrangedor. Então, quando falou sobre esse projeto de vilãs assumindo o posto de super-heroínas, ela fez questão de trabalhar bastante o Girl Power, trazendo uma equipe de figurino completamente feminina para fugir ao máximo dos trajes hipersexualizados, por isso que ele usa várias roupas que não mostram seu corpo e valorizam bastante o senso de moda da personagem.

Girl Power

A direção do filme foi dada para Cathy Yan, que havia lançado a comédia dramática Dead Pigs. Ela foi a segunda mulher a dirigir um filme do DCEU, dando continuidade ao legado de Patty Jenkins (Mulher-Maravilha). Ela também se tornou a primeira mulher de origem asiática a dirigir um filme da DC.

LGBT

A detetive Renee Montoya (Rosie Perez) é a primeira personagem abertamente homossexual dentre todos os filmes da DC. Ela é apresentada como uma mulher lésbica e até sua ex-namorada (Ali Wong) faz uma participação no filme. Antes que aconteça aquela choradeira de ‘lacração’ e afins, isso é apenas uma adaptação muito fiel da versão da personagem nos quadrinhos, que chegou a ter um caso com a Batwoman.

Surpresa

Parte importante da construção da Canário Negro é seu trabalho como cantora. E apesar disso, os testes para a personagem não exigiam que as atrizes cantassem. Por conta disso, quando Jurnee Smollett foi escolhida para o papel, Cathy Yan não fazia a menor ideia que ela sabia cantar de verdade. Então, foi uma grande surpresa – positiva –  quando ela começou a cantar nos sets.

Decepção

Apesar de todo o amor envolvido no projeto e do carisma da protagonista, o filme veio em um momento de crise na DC. Orçado em aproximadamente U$85 milhões, o longa precisava arrecadar ao menos 250 milhões de dólares para não dar prejuízo. Infelizmente, a bilheteria final ficou em cerca de US$ 205 milhões. Com o desempenho abaixo do esperado, a Warner chegou a mudar o nome do filme enquanto ele estava em cartaz para tentar chamar mais atenção do público. Ele deixou de se chamar Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa e passou a ser oficialmente chamado de Arlequina em Aves de Rapina. Mas vale ressaltar que essa mudança só ocorreu nos EUA. No Brasil, o filme manteve o nome antigo.

Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa está disponível no Max.

Crítica | Tate McRae encabeça a cansativa e formulaica “Just Keep Watching”, da trilha sonora de ‘F1’

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A jovem Tate McRae ganhou proeminência ao participar do famoso reality de competição ‘So You Think You Can Dance’, tornando-se a primeira canadense a se classificar para a final. Em 2020, ela fez sua estreia no cenário fonográfico com seu primeiro EP‘All the Things I Never Said’, alcançando mais popularidade com o compilado subsequente, ‘Too Young to Be Sad’.

A partir de 2023, McRae adentrou oficialmente o cenário mainstream com o popular single “Greedy”, alavancando uma crescente legião de fãs que a colocaram no centro dos holofotes. E, pouco tempo depois de ter lançado seu terceiro álbum de estúdio, ‘So Close to What’, ela foi escalada como integrante da ambiciosa trilha sonora do drama F1, encabeçando a faixa “Just Keep Watching”. O quarto single do álbum vem pouco depois de nomes como Doja Cat e Rosé emprestarem suas vozes para faixas conterrâneas – mas, seguindo os passos dos consecutivos lançamentos, falha em trazer algo de original em uma miscelânea de escolhas torpes e esquecíveis que prezam pela facilidade e pelo conforto ao invés da competência.

McRae vem se mostrando como uma powerhouse, dominando os charts ao redor do mundo com um estilo próprio que bebe de ícones musicais do início dos anos 2000 – como pudemos ver, por exemplo, na impecável track “Sports Car”, facilmente uma das melhores iterações do ano. Porém, nesta mais nova investida, a artista parece perdida em como se entregar a versos formulaicos demais para serem levados a sério, assinados a outros três pares de mão – Amy AllenRyan TedderTyler Spry. É claro que a letra, com enfoque claro para o poder emanado de uma das artistas mais interessantes da nova geração, é própria para o mercado fonográfico, mas é notável como a entrega arrastada de cada estrofe e o frenético refrão não são fortes o suficiente para ofuscar a complacência por trás da produção.

Tedder e Spry também ficam responsáveis pela produção da faixa, porém, não se arriscam em nada além das obviedades mainstream: o apoio nos arquétipos do pop são regurgitados em uma espécie de “lista de afazeres” que se completa beat após beat, abrindo espaço para uma percussão repetitiva, sintetizadores baratos e uma inclinação  para tropicalismos do trap pop que não faz qualquer sentido. E, para além da inegável e charmosa presença de McRae em um espetacular videoclipe – que, como bem sabemos, serve como plataforma para suas habilidades como dançarina -, não há nada que de fato nos chame a atenção.

“Just Keep Watching” já está disponível nas principais plataformas de streaming. O filme F1, por sua vez, chega aos cinemas nacionais em 26 de junho.

Crítica | Dossiê 137 – Drama Morno e Burocrático por Trás da Violência Policial em Paris [Cannes 2025]

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Aclamado pelo instigante A Noite do dia 12 (2022) ao expor a angústia da polícia francesa frente a casos de feminicídio sem solução, Dominik Moll retorna agora com Dossiê 137, um filme igualmente sério e bem-intencionado, mas sem o mesmo impacto, na prestigiada competição oficial do Festival de Cannes 2025. Dessa vez, o cinesta alemão desloca sua lente para um microcosmo perturbador da violência policial contra manifestantes durante os protestos dos Gilets Jaunes (Coletes Amarelos), entre 2018 e 2019, e o uso controverso do armamento conhecido como LBD – a “flash ball”, arma de borracha de uso policial, que deixou dezenas de feridos permanentes.

Por meio da investigadora da IGPN – a corregedoria da polícia francesa, Stéphanie (Léa Drucker), a narrativa nos apresenta o caso verídico de um adolescente (Côme Péronnet) gravemente ferido por uma dessas armas em meio aos protestos. A investigação ganha contornos mais pessoais quando Stéphanie descobre que a vítima vem de sua cidade natal, Saint-Dizier, a 200 quilômetros de Paris. O reencontro com suas origens adiciona uma camada de drama íntimo, ao mesmo tempo que escancara a distância entre a burocracia da capital e o abandono do interior francês.

Ao lado do coroteirista Gilles Marchand, Dominik Moll apresenta uma narrativa marcada por um ritmo contido e um rigor quase documental. Acompanhamos passo a passo a busca por imagens de segurança, vídeos de celulares e testemunhas, em um processo meticuloso e árido. O uso de gravações reais de manifestações se entrelaça com a investigação fictícia, criando uma atmosfera de tensão. Esse esforço técnico, no entanto, não se traduz em força narrativa. A trama carece de impulso dramático e não se compromete com os dilemas éticos que propõe.

Ao contrário de obras como Os Miseráveis (2019), de Ladj Ly, e Bac Nord: Sob Pressão (2020), de Cédric Jimenez, que confrontam de forma visceral a violência sistêmica e a brutalidade das forças de segurança nos subúrbios franceses, Dossiê 137 opta por uma abordagem fria e burocrática, que termina por neutralizar o impacto emocional do caso. 

O que poderia ser um mergulho angustiante nos dilemas morais da investigadora — dividida entre seu dever institucional e a empatia pela vítima — se dissolve em uma narrativa hesitante, onde ela se revela mais como uma burocrata impotente do que como uma agente transformadora, apesar de sua evidente boa vontade. Sua relação com o ex-marido e a adoção de um gato tentam dimensioná-la como personagem, mas sua trajetória permanece estreita e enfadonha.

Um dos momentos que melhor ilustra essa limitação é o encontro de Stéphanie com Alicia (Guslagie Malanda), uma camareira de hotel negra que filmou o incidente. A cena, carregada de tensão melodramática, tenta introduzir uma crítica racial (“se a vítima não fosse branca, vocês não estariam aqui”), mas soa forçada e mal resolvida. A própria lógica do roteiro falha nesse ponto, pois a prova crucial não exige que Alicia testemunhe, basta entregar o vídeo e tirá-la de cena. A discussão parece existir apenas para justificar um conflito moral — a banalização da violência policial contra pessoas negras — que o filme não tem coragem de explorar a fundo.

Por mais que Dominik Moll tente retratar a complexidade da posição de Stéphanie, o roteiro recua sempre que poderia confrontar o espectador. A protagonista nunca chega a se comprometer — pessoalmente ou profissionalmente  — com o caso para apimentar a narrativa, tampouco o filme parece disposto a denunciar com veemência as falhas institucionais. Como resultado, Dossiê 137 termina como uma obra que informa mais do que emociona ou revolta. A tentativa de realidade burocrática vira, no fim, apatia.

Mesmo que o filme buscasse se afirmar como um documento sobre seu tempo, Um País Que Sabe Se Comportar (2020), de David Dufresne, se mostra muito mais incisivo nesse propósito. Vencedor do César de Melhor Documentário, o longa oferece um retrato corajoso e reflexivo da repressão policial, enquanto Dossiê 137 se apequena diante do mesmo tema.

Nos últimos anos, obras que abordam as tensões sociais na França — como De Volta à Córsega (2023) e A Fratura (2021) — também chegaram à competição de Cannes, ainda que sem grande inovação estética ou narrativa. O filme de Dominik Moll se encaixa nesse grupo: relevante em sua proposta, mas pouco estimulante em sua realização.

‘Star Wars’: Mark Hamill revela surpresa ao descobrir novo filme focado em Rey

Mark Hamill, o icônico intérprete de Luke Skywalker na sagaStar Wars, recentemente surpreendeu ao admitir que não está a par dos planos para as futuras produções da franquia, incluindo o tão comentado “filme da Rey”, conforme o ComicBook.

“Em qual [filme]?”, perguntou Hamill ao ser questionado sobre seu possível papel no “filme da Rey”. Quando foi informado de que se tratava de um dos futuros filmes deStar Wars já anunciados oficialmente, Hamill respondeu: “Ah, não sabia disso”.

Embora a diretora Sharmeen Obaid-Chinoy esteja envolvida desde o início, o projeto “New Jedi Order” (o filme da Rey) passou por diversos roteiristas nos últimos anos. O mais recente a assumir o projeto é George Nolfi, que, segundo informações, está se inspirando nas influências políticas de George Lucas para a trama.

Apesar de ‘New Jedi Order’ ainda não ter uma data de estreia definida, o filme continua em desenvolvimento ativo e foi um dos diversos títulos destacados pela Lucasfilm ao apresentar sua futura programação de filmes durante a Star Wars Celebration Japan, em abril.

Lembrando que a segunda e última temporada de Andor, a mais recente adição ao universoStar Wars, já está disponível para streaming no catálogo do Disney+.

Relembre o trailer:

Além de Diego Luna, o elenco conta com Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård (‘Chernobyl’), e Kyle Soller (‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi, enquanto Andy Serkis volta como Snoke.

O’Reilly reprisa seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois emRogue One‘ (2016).

Nicholas Britell é responsável pela trilha sonora. Ele é conhecido por inúmeros projetos de grande aclame no cinema e na televisão. Ele recebeu duas indicações ao Oscar por seu trabalho em ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar’ e em ‘Se a Rua Beale Falasse’. Além disso, conquistou um Emmy Award por sua magnífica trilha para o ovacionado drama ‘Succession’, onde trabalhou na primeira e na segunda temporadas. Seus outros créditos incluem ‘A Grande Aposta’‘Vice’, ‘Cruella’‘Não Olhe para Cima’.

‘Thunderbolts*’: Diretor de ‘Deadpool’ elogia novo filme da Marvel; “Um filme excelente”

O cineasta Tim Miller, responsável por dar vida ao icônico Deadpool, grande sucesso da Marvel centrado no irreverente mercenário tagarela, comentou sobre Thunderbolts*’, o mais recente lançamento do estúdio.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Miller não poupou elogios ao filme.

“Achei Thunderbolts um filme excelente. A Florence Pugh estava incrível. Todos os outros atores mandaram muito bem, e a ação foi boa e realista. No geral, o longa foi tematicamente consistente. Às vezes a gente esquece o quanto isso importa — quando tudo se conecta de forma satisfatória”, destacou o diretor.

Thunderbolts*‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!

A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros independentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.

O elenco ainda conta com Sebastian Stan (Bucky Barnes), Wyatt Russell (Agente Americano), Olga Kurylenko (Treinadora), Lewis Pullman (Sentinela), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma) e Julia Louis-Dreyfus (Valentina Allegra de Fontaine).

O roteiro é escrito por Eric Pearson.

Martin Scorsese explica por que não frequenta mais o cinema

O renomado cineasta Martin Scorsese, conhecido por obras aclamadas como ‘Os Bons Companheiros’ e ‘Assassinos da Lua das Flores’, surpreendeu ao revelar que não consegue mais frequentar cinemas públicos.

Segundo o World Of Reel, Scorsese explicou que o comportamento dos espectadores modernos o incomoda. Ele cita o uso constante de celulares durante o filme, pessoas saindo para comprar pipoca e refrigerante em grandes quantidades, e um nível de barulho alto o suficiente para abafar os diálogos dos atores.

Ao ser confrontado com a ideia de que quando crianças tambem fizeram barulho no cinema, Scorsese ponderou: “Sim, talvez, mas quando falávamos era sempre sobre o filme e a diversão de discutir os detalhes. Hoje em dia, parece ser diferente”.

Atualmente, Scorsese não precisa mais dos cinemas. Ele possui uma sala de exibição particular em sua casa, com temática cinematográfica, repleta de pôsteres vintage e memorabilia do cinema, além de um teatro com tela grande onde assiste a clássicos em preto e branco.

Sua residência em Nova York ainda conta com um escritório no quinto andar, equipado com outra sala de exibição e uma vasta biblioteca de filmes.

Lembrando que as estrelas Martin Scorsese e Leonardo DiCaprio unem forças mais uma vez no aguardado filmeCarthage Must Be Destroyed. Dessa vez ambos atuarão como produtores ao lado de Chad A. Verdi, Christopher Donelly e Gareth West.

A direção do longa-metragem fica por conta de Ted Griffin, conhecido por seu trabalho em thrillers e dramas.

A trama, de acordo com o Deadline, é um thriller de ação que se passa em uma cidade decadente da região industrial, dominada pelo submundo do crime. A história acompanha a chegada de um estranho que, usando inteligência e força, semeia a desconfiança e gera o caos para desmantelar a corrupta estrutura de poder local.

O elenco está em fase de formação e as filmagens estão programadas para começar ainda este ano, em Rhode Island.

Em duas semanas, ‘Lilo & Stitch’ ultrapassa adaptação de videogame como filme MAIS ASSISTIDO do ano no Brasil

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Em um feito impressionante para o cinema em 2025, o live-action Lilo & Stitch, da Disney, conquistou um marco significativo nas bilheteiras brasileiras. Em apenas dez dias de exibição nos cinemas do país, o filme já ultrapassou a marca de 5,7 milhões de espectadores, consolidando-se como o maior sucesso de público no Brasil até agora neste ano. Com esse desempenho, a produção superou o também popular ‘Um Filme Minecraft’, da Warner Bros., que havia acumulado 5,4 milhões de ingressos vendidos e até então liderava o ranking nacional de bilheteria.

A nova versão de ‘Lilo & Stitch’ é uma adaptação em live-action do clássico animado de 2002, e seu sucesso reafirma o apelo duradouro da história da menina havaiana e seu adorável — e caótico — amigo alienígena. A combinação de nostalgia com efeitos visuais modernos, além da força da marca Disney, parece ter cativado não apenas o público infantil, mas também os adultos que cresceram com a animação original.

Além dos grandes lançamentos cinematográficos, outros eventos marcantes movimentaram o circuito de exibição nos cinemas brasileiros, especialmente no formato de eventos ao vivo. Dois deles se destacaram: a transmissão da final da Champions League, uma das maiores competições de futebol do mundo, e a exibição exclusiva de uma apresentação do artista sul-coreano J-Hope, integrante do grupo BTS e um dos nomes mais influentes do k-pop atual.

Em menos de duas semanas, o live-action já conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais.

Com 69% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o filme já se encontra em exibição nos cinemas nacionais.

10 curiosidades de ‘Homem-Aranha’, um clássico absoluto dos filmes com heróis

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Lançado em 2002, Homem-Aranha promoveu uma verdadeira revolução nos cinemas, sendo um dos principais responsáveis pelo sucesso dos filmes com super-heróis no século XXI. Com uma história focada mais no desenvolvimento de Peter Parker em vez do Homem-Aranha, o longa conseguiu trazer para as telonas a essência do personagem, mesmo que tenha promovido algumas mudanças no cânone do herói.

Fato é que o Homem-Aranha definiu praticamente o conceito de filmes com super-heróis nos anos 2000, virando símbolo para crianças e adultos, se eternizando como uma das obras mais relevantes desse subgênero, tanto que é referenciado e adorado até os dias de hoje. Por conta disso, o CinePOP listou dez curiosidades sobre os bastidores do longa. Confira!

David Fincher

Antes de Sam Raimi ser escolhido para o longa, a Sony ofereceu o projeto Homem-Aranha para o icônico David Fincher. O diretor queria adaptar a clássica HQ “A Noite em que Gwen Stacy Morreu” e contaria a história de origem do herói nos créditos iniciais. Fincher acabou não fazendo o filme, que parou nas mãos de Sam Raimi, famoso por seus filmes de terror e sua coleção com mais de 25 mil histórias em quadrinhos.

Pioneiro

Por anos, um dos grandes símbolos dos filmes da Marvel foi o icônico logo que se formava nas telas por meio de um monte de páginas de histórias em quadrinhos. Ele marcou toda a geração que cresceu com os longas da Sony e Fox. Pois bem, esse ícone fez sua estreia nos cinemas justamente em Homem-Aranha.

Doutor Octopus

A primeira versão do roteiro trazia o Doutor Octopus como um vilão secundário da história. Porém, a produção decidiu guardá-lo para uma possível sequência, deixando este filme para investir mais na relação entre pai e filho de Norman e Harry Osborn, o que, segundo Sam Raimi, foi uma escolha para dar maior profundidade ao filme.

Duende Verde

Como de costume, Willem Dafoe se entregou de corpo e alma ao papel do Duende Verde. Tanto que ele mesmo realizou cerca de 90% de suas cenas, abrindo mão de dublês em praticamente todas as cenas de ação do longa. Inclusive, o traje do Duende seria uma armadura mais robusta, mas a pedido de Dafoe, que fazia suas próprias cenas, a roupa acabou sendo mais coladinha. Mas não pense que isso fazia a armadura mais fácil de vestir. Dafoe levava aproximadamente uma hora para vesti-la.

DCzete

Antes de viver Peter Parker, o ator Tobey Maguire nunca havia lido uma história em quadrinhos sequer do Homem-Aranha. No entanto, ele era familiarizado com os personagens da DC, já que a icônica sequência em que Peter está tentando lançar suas teias e grita “Para o alto e avante!” e Shazam!”, frases do Superman e do Shazam, foram improvisos do próprio Maguire. Sam Raimi achou divertido e decidiu mantê-las no filme.

Polêmica

Uma das decisões mais polêmicas de Sam Raimi foi tirar os lançadores de teia e colocar o Peter com a teia orgânica. A ideia surgiu de um projeto abandonado de filme do Homem-Aranha do James Cameron. Depois de um tempo, Raimi respondeu aos fãs que a escolha foi feita para passar mais credibilidade ao filme, já que os lançadores de teia seriam uma tecnologia muito avançada para ser criada por um estudante que claramente precisava de dinheiro. Para Raimi, seria egoísmo do Peter não vender a ideia para dar uma vida mais confortável à família.

Rival

Quando J.J. Jameson decide comprar fotos do Homem-Aranha para o Clarim Diário, é dito que “O Eddie está tentando conseguir uma foto dele há semanas”. Essa frase era uma referência a Eddie Brock (Topher Grace), que viria a aparecer em Homem-Aranha 3 (2007) também como um dos fotógrafos freelancer do jornal.

Inimigos fora da tela

Assim como seus personagens, Tobey Maguire e James Franco começaram amigos, mas se desentenderam e brigaram feio por conta de… Kirsten Dunst. Pois é, Tobey e Kirsten começaram a namorar secretamente durante as filmagens. Franco não sabia e falou com o colega que tinha uma queda por ela. Para piorar, James ainda fazia brincadeiras dizendo que o Tobey fazia “carinha de sapo”, o que deu uma confusão enorme entre os dois. Porém, segundo o próprio James Franco, eles se resolveram antes do segundo filme.

Arraia

Na clássica sequência em que Peter está desenhando seu possível uniforme, um dos desenhos é do super-herói Arraia. O famoso traje preto dos anos 80 também aparece, mas em vez de ser preto e branco, ele pinta a roupa de preto e vermelho.

Só no PlayStation 

Por fim, a fonte do logo de “Homem-Aranha” serviu como inspiração para a fonte do logo do saudoso console de videogame PlayStation 3. Como ambos são propriedade da Sony, não deu nenhum problema jurídico.

Homem-Aranha está disponível no Amazon Prime Video, na Netflix e no Max.

Will Smith agradece a Steven Spielberg por um de seus MAIORES sucessos

No início de sua carreira em Hollywood, quando ainda estava construindo sua reputação como ator de sucesso, Will Smith recebeu um conselho valioso de ninguém menos que Steven Spielberg — um dos diretores e produtores mais respeitados da indústria cinematográfica. Esse momento de orientação foi decisivo para que Smith aceitasse um dos papéis mais icônicos de sua trajetória no cinema.

Foi justamente graças à intervenção e persuasão de Spielberg que Will Smith acabou aceitando protagonizar o longa-metragem ‘MIB: Homens de Preto’, lançado em 1997. O filme, que mistura comédia, ação e ficção científica, não só se tornou um enorme sucesso de bilheteria, mas também consolidou de vez o nome de Will Smith como uma das grandes estrelas do entretenimento mundial.

Apesar de hoje parecer impossível imaginar qualquer outro ator no papel do carismático agente Jay, parceiro do agente Kay (interpretado por Tommy Lee Jones), a verdade é que Will Smith esteve muito próximo de recusar a proposta para estrelar o longa. O ator revelou que, naquele momento de sua carreira, estava bastante hesitante em aceitar mais um papel em uma produção de ficção científica.

Essa hesitação veio logo após o sucesso estrondoso de ‘Independence Day’ (1996), outro filme de ficção científica que catapultou a carreira de Smith. Ele temia que aceitar mais um projeto no mesmo gênero o levasse a ser rotulado como um ator limitado a esse tipo de papel — algo comum em Hollywood, onde os artistas muitas vezes são ‘encaixotados’ em categorias específicas.

Foi nesse contexto que Steven Spielberg, que atuava como produtor executivo de ‘Homens de Preto’, entrou em cena. Determinado a ter Will Smith como protagonista, Spielberg decidiu abordar o ator pessoalmente. Segundo Smith, em um vídeo publicado em seu canal oficial no YouTube, o lendário cineasta o convenceu a aceitar o papel com uma única, porém poderosa, frase — embora Smith não tenha revelado exatamente quais foram essas palavras, ele deixou claro que a segurança e a visão de Spielberg o fizeram mudar de ideia imediatamente.

O resultado dessa escolha foi um enorme sucesso. ‘MIB: Homens de Preto’ não só arrecadou mais de 500 milhões de dólares mundialmente, como também gerou sequências, produtos licenciados e uma legião de fãs ao redor do mundo. E, para Will Smith, o filme representou mais do que um sucesso comercial — foi um passo fundamental em sua transformação de estrela promissora para ícone global.

“Não use seu cérebro para isso, use o meu cérebro”, disse Spielberg.

‘Predador: Assassino de Assassinos’: Primeiras reações destacam longa como “intenso, violento e visualmente impressionante”

O longa animado Predador: Assassino de Assassinos (Predator: Killer of Killers) teve recentemente uma exibição exclusiva para um grupo seleto de jornalistas. Nas redes sociais, os críticos compartilharam suas primeiras impressões sobre o filme.

De modo geral, os jornalistas elogiaram o trabalho do cineasta Dan Trachtenberg, considerando esta produção animada como um dos melhores trabalhos já realizados dentro da franquia.

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“Predador: A Caçada foi excelente, mas Dan Trachtenberg eleva a franquia Predador a um novo patamar com ‘Predador: Assassino de Assassinos’. Intenso, violento e visualmente deslumbrante, é um espetáculo sangrento que vai encantar os fãs — e ainda reserva surpresas incríveis. Que venha Predator: Badlands!”, disse Josh Wilding.

“Com ‘Predador: Assassino de Assassinos’, Dan Trachtenberg e sua equipe entregam uma experiência eletrizante e sem concessões. O curta domina com precisão o universo da franquia e explora com profundidade temas como vingança e violência. Visualmente deslumbrante, com uma textura quase tátil e uma animação de tirar o fôlego, traz lutas brutais, personagens envolventes e easter eggs usados com inteligência e criatividade”, disse Courtney Howard.

Dan Trachtenberg não decepciona — a confiança depositada nele para comandar essa franquia continua dando resultado. Um filme muito bem construído, repleto de mortes brutais, personagens marcantes e com menos de 90 minutos de pura intensidade. O público do aplaudiu e vibrou a cada parte”, disse Will Landman.

“Os fãs de Predador estão vivendo um ótimo momento. ‘Predador: Assassino de Assassinos’ é sensacional — um thriller animado, sangrento e repleto de ação, com uma abordagem centrada nos personagens. Inventivo e envolvente, é o tipo de filme que parece feito por fãs da franquia para fãs da franquia. O futuro de Predador nunca pareceu tão promissor”, disse Andres Cabrera.

“‘Predador: Assassino de Assassinos’ é tudo o que eu sempre esperei da franquia. Inteligente, repleto de momentos épicos e mortes impressionantes. Enxuto, feroz e simplesmente insano. Dan Trachtenberg mandou muito bem, recomendação absoluta!”, disse Jeff Ewing.

“Empolgado em dizer que ‘Predador: Assassino de Assassinos’ é o melhor filme de PREDADOR desde Predador: A Caçada. Com uma animação deslumbrante, cenas de ação extremamente viscerais, uma estrutura engenhosa para uma antologia e uma expansão fantástica dos territórios de caça dos Yautja. A franquia está em ÓTIMAS mãos”, disse Bill Bria. 

“Tive a chance de assistir #PredatorKillerOfKillers antecipadamente e me senti como se tivesse acabado de sair de uma montanha-russa de 90 minutos. Mais um triunfo de Dan Trachtenberg, trazido à vida com uma animação pictórica deslumbrante feita pela THE THIRD FLOOR. Mal posso esperar para ver o que eles vão fazer a seguir”, disse Sonic the Hedgefund.

“‘Predador: Assassino de Assassinos’ superou todas as minhas expectativas! É muito mais violento e sangrento do que eu imaginava, repleto de Easter Eggs e histórias cheias de ação que se entrelaçam perfeitamente. Seria incrível se todos pudessem assistir a esse filme na tela grande! Simplesmente FENOMENAL!”, disse do Tessa Smith.

Dan Trachtenberg oferece uma experiência de Predator quase perfeita, que todo fã vai valorizar! Especialmente para quem sempre quis ver momentos históricos cruciais se encontrando com o icônico caçador. O filme é repleto de ação de arrepiar e conta com uma animação espetacular”, disse Zach Pope.

“A partir da abordagem inovadora que Predador: A Caçada trouxe ao universo Predator, ‘Predador: Assassino de Assassinos’ leva o público a uma viagem pela história. Vikings, Japão feudal e Segunda Guerra Mundial — essa antologia apresenta três encontros distintos com o Predator, cada um funcionando como um curta-metragem independente. Repleto de ideias brilhantes e batalhas eletrizantes, cada segmento tem potencial para ser um filme completo, mas mal arranha a superfície da grandiosa visão de Dan Trachtenberg. Parece mais um passo inicial rumo à narrativa maior de Predator: Badlands, prevista para ainda este ano”, disse Darren Movie Reviews.

O filme animado será lançado no dia 6 de junho, no Disney+.

A história antológica segue três dos guerreiros mais ferozes da história da humanidade: uma invasora viking guiando seu filho em uma busca sangrenta por vingança, um ninja no Japão feudal que se volta contra seu irmão samurai em uma batalha brutal pela sucessão e um piloto da Segunda Guerra Mundial que voa para para investigar uma ameaça sobrenatural à causa dos Aliados. Mas, embora todos esses guerreiros sejam assassinos, eles são apenas presas para seu novo oponente – um assassino de assassinos.

Dan Trachtenberg e Joshua Wassung são responsáveis pela direção.

A produção contará com as vozes de Lindsay LaVanchy, Louis Ozawa, Rick Gonzalez e Michael Biehn.

Ator revela que terminaram as filmagens de ‘Mestres do Universo’; Confira fotos e vídeos!

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As filmagens de Mestres do Universo, adaptação live-action do clássico desenhoHe-Man e os Mestres do Universo, terminaram.

A novidade foi revelada por Kojo Attah, que vive o Triclope.

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“Terminamos as filmagens de Mestres do Universo. Triclope encerrado. Esta jornada começou para mim em setembro passado e tem sido sangue, suor e lágrimas de verdade. Principalmente suor, no entanto. Tipo, muito.

Insano ter dado vida a um grande vilão e mal posso esperar para que todos vocês vejam o que aprontamos.

Por enquanto, aproveitem este despejo frustrantemente sem spoilers”, ele afirmou.

O longa está programado para estrear em 5 de junho de 2026.

Nicholas Galitzine vive o Príncipe Adam, o alter ego do herói He-Man. Camila Mendes é Teela.

O elenco ainda conta com Alison Brie como Evil-Lyn, Jared Leto como Esqueleto, Idris Elba como o Mentor, Sam C. Wilson como Mandíbula, Hafthor Bjornsson como Homem-Cabra e Kojo Attah como Tri-Klops.

Morena Baccarin interpretará a Feiticeira, e Haukur Jóhannesson será Fisto, ex-vilão que se torna um grande aliado do Príncipe Adam.

A trama acompanha o Príncipe Adam, de 10 anos, que cai no planeta Terra e se separa de sua espada mágica – sua única ligação com Eternia. Quase duas décadas depois, Adam está determinado a retornar ao seu planeta natal e enfrentar as forças malignas do Esqueleto. Para derrotar o poderoso vilão, o Príncipe Adam precisará desvendar os mistérios de seu passado e se tornar He-Man: o homem mais poderoso do universo.

O filme é dirigido por Travis Knight (‘Kubo e as Cordas Mágicas’) e terá um roteiro de Chris Butler, com base em um rascunho inicial escrito por David Callaham (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) e Aaron Nee (‘A Cidade Perdida’).

‘Um Maluco no Golfe’: Clássica comédia com Adam Sandler será lançada na Netflix

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A clássica comédia dos anos 90, ‘Um Maluco no Golfe‘, será lançada pela Netflix. A produção, estrelada por Adam Sandler, chega à grade de programação pouco antes da estreia da aguardada sequência, mais precisamente no dia 10 de junho.

Na trama, Happy Gilmore quer ser um jogador profissional de hóquei, mas acaba descobrindo que tem um talento muito especial para jogar golfe. O satírico e desbocado atleta acaba ganhando dinheiro suficiente para poder ajudar a sua avó, que está prestes a perder a casa por falta de pagamento de impostos. O problema é que esse maluco se torna um herói improvável para o esporte, o que desagrada bastante os golfistas, tão educados e elegantes.

Relembre o traile da comédia de 1996:

Assista ao trailer da sequência:

Um Maluco no Golfe 2‘ estreia na Netflix no dia 25 de julho.

A sequência ainda contará com o retorno de Julie Bowen, Allen Covert, Dennis Dugan, Christopher McDonald, Ben Stiller e Jake Hoffman, além de introduzir Maxwell Jacob Friedman, Scott Mescudi, Bad Bunny, Margaret Qualley, Benny Safdie e Nick Swardson.

Kyle Newacheck (‘Mistério no Mediterrâneo’) é responsável pela direção. Tim Herlihy e Adam Sandler assinam o roteiro.

‘Homem-Aranha’, de Sam Raimi, ENCANTOU Steven Spielberg por causa desse motivo

Lançado oficialmente nos cinemas em 2002, Homem-Aranha rapidamente se consolidou como um marco no gênero de filmes de super-heróis, conquistando tanto o público quanto a crítica. Dirigido por Sam Raimi, o longa protagonizado por Tobey Maguire no papel de Peter Parker se tornou não apenas um sucesso estrondoso de bilheteria, mas também um dos trabalhos mais emblemáticos da carreira do cineasta, conhecido por sua abordagem única, que mistura elementos sombrios com momentos de leveza e emoção.

Na época de seu lançamento, o cenário dos filmes baseados em histórias em quadrinhos ainda era incerto. Apesar do sucesso recente de X-Men (2000), o gênero não tinha a força ou a frequência que viria a ter anos depois com o surgimento do Universo Cinematográfico da Marvel. Nesse contexto, Homem-Aranha teve um papel fundamental na revitalização do interesse do grande público por adaptações de super-heróis. Com uma narrativa envolvente, personagens carismáticos e uma direção estilizada, o filme mostrou que era possível criar uma história com profundidade emocional e, ao mesmo tempo, recheada de ação e efeitos visuais impressionantes.

O impacto do filme foi tão significativo que chegou a chamar a atenção de ninguém menos que Steven Spielberg, um dos diretores mais influentes da história do cinema. Em uma conversa com o renomado crítico Roger Ebert, Spielberg comentou sobre o que mais lhe chamou a atenção na obra de Sam Raimi. Para ele, um dos aspectos mais notáveis do filme foi o uso criativo do CGI (imagens geradas por computador) nas cenas de ação.

“Em ‘Homem-Aranha,’ que eu realmente gostei, apreciei os efeitos de CGI que faziam o voo do Homem-Aranha parecer uma história em quadrinhos e não a realidade. Isso me levou de volta às revistas do Homem-Aranha que eu lia quando era mais jovem. Sam Raimi estava tentando capturar essa estética de quadrinhos, e o que isso exige é que as cenas ao vivo com Tobey Maguire pareçam o mais possível com a arte das histórias em quadrinhos, assim como as cenas de voo do Homem-Aranha em CGI. O desafio é fazer esses elementos se encontrarem no meio”, declarou Steven Spielberg.

Após comandar a trilogia ‘Homem-Aranha’, estrelada por Tobey Maguire, o diretor Sam Raimi retornou para a Marvel em 2022, dirigindo Doutor Estranho no Multiverso da Loucura.’ 

Conheça As Séries Mais ODIADAS dos Últimos Anos

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Quando falamos das séries mais queridas dos últimos anos, o fenômeno de audiência ‘The Last of Us’ precisa obrigatoriamente estar na conversa. Outras que facilmente seriam abordadas são a impactante sul-coreana ‘Round 6’, o spin-off de ‘Game of Thrones’ – ‘A Casa do Dragão’ e as badaladíssimas ‘Ruptura’, ‘Fallout’ e ‘The White Lotus’, isso só para citar as que estrearam nos últimos cinco anos. Os programas de TV cultuados são inúmeros.

Mas e quando falamos do oposto, dos programas verdadeiramente odiados por todos nos últimos anos. Fazer sucesso não é fácil, mas ser completamente desprezado também não. Muitas vezes parece que aquele programa horrível que não gostamos cisma em arrumar seus defensores. Por outro lado, as estrelas precisam estar alinhadas para que se crie uma série que simplesmente ninguém parece gostar. E é justamente deles que iremos falar nessa nova matéria – os seriados de TV mais odiados dos últimos anos. Confira abaixo.

The Acolyte (2024)

The Acolyte’ ou ‘O Acólito’ foi um dos mais recentes seriados a estampar o selo ‘Star Wars’ em seu título. Porém, as séries do universo criado por George Lucas parecem não ter dado muita sorte, com apenas dois deles resistindo fortemente ao teste da crítica (‘The Mandalorian’ e ‘Andor’). Mas se a maioria não vai bem, conquistar o primeiro lugar como a série ‘Star Wars’ mais odiada pelos fãs é pior ainda. Foi isso o que ocorreu com ‘The Acolyte’, que soma uma pontuação de 4.2 dos usuários no IMDB.

Acontece que a criadora do programa Leslye Headland e a protagonista Amandla Stenberg souberam direitinho atiçar a fúria dos fãs (e também dos haters), os acusando entre outras coisas de misóginos. Amandla chegou inclusive a gravar um vídeo musical “descascando” em cima dos supostos fãs. Apesar dessa guerra travada nos bastidores entre os realizadores e os fãs, ‘The Acolyte’ possui ideias interessantes, mas inflamatórias, entre outras coisas por desmistificar os Jedis.

The Idol (2023)

Outro que não dá sorte na carreira como ator é o músico Abel Tesfaye, mais conhecido por sua alcunha The Weeknd. Nos palcos o cantor é sensação, mas quando tenta lançar seus projetos ambiciosos como ator, seja na TV ou no cinema, vem dando com os burros n’água. Recentemente, ele estreou nos cinemas o pretensioso ‘Hurry Up Tomorrow’, um fracasso de crítica que o traz atuando ao lado de Jenna Ortega.

Voltando dois anos no passado, nos deparávamos com The Weeknd em outro projeto ambicioso, ao lado de uma jovem atriz (Lily-Rose Depp), desta vez na TV. ‘The Idol’ pretendia ser uma viagem pelos bastidores da vida de uma estrela da música pop, mas foi rapidamente cancelada após a primeira temporada (que conta apenas com cinco episódios), depois de receber fortes críticas. A série tem nota 4.4 dos usuários do IMDB.

Velma (2023)

Até mesmo os desenhos animados podem se tornar fracasso, sendo odiados pelo mesmo público que deveria cativar. Em casos assim, o pensamento que vem logo à cabeça é “não mexa com os clássicos”. A ideia aqui era um reboot das histórias de Scooby-Doo, focando em Velma, a personagem mais esperta. Para comandar essa versão moderna, a ácida Mindy Kalling foi escalada para servir como a voz de Velma.

O programa reformulou muitas ideias e conceitos do programa original, colocando-o mais a par com o pensamento atual – ou seja, como muitas vezes ocorre em casos assim, foi visto por uma grande parcela como sendo uma “lacração”. Não ajudou em nada ao programa, a outra parcela do público também não ter gostado nem um pouco, o acusando de ser sem graça. A HBO Max ainda insistiu e entregou uma segunda temporada, mas não teve jeito e ele foi cancelado. A série se tornou a mais odiada do público em tempos recentes, ao menos no IMDB, onde guarda uma nota 1.6.

Rainha Cleópatra (2023)

Poucas séries conseguiriam uma nota pior do que a que ‘Velma’ recebeu, certo? Sim, é bem difícil ter uma nota assim tão baixa, ainda mais tendo milhares de pessoas votando. Mas uma série conseguiu essa proeza. Falamos de ‘Rainha Cleópatra’, minissérie documental em quatro episódios, que gerou julgamentos acalorados e bastante ódio por parte do público e do povo egípcio. Acontece que o programa da Netflix apresentou Cleópatra como uma mulher negra, interpretada pela atriz Adele James.

E foi o que bastou para o incêndio começar. Fora isso, historiadores frisaram as inconsistências históricas do programa. Como se não bastasse, a série foi narrada por Jada Pinkett-Smith, uma das celebridades, digamos, menos apreciadas da atualidade. Tudo isso fez os usuários do IMDB garantirem uma nova 1.2 para o programa, uma das mais baixas de todos os tempos no banco de dados.

Resident Evil – A Série (2022)

Quando achávamos que não tinha como piorar a franquia ‘Resident Evil’ no cinema estrelada por Milla Jovovich, algumas produções levando o título chegaram para mostrar que estávamos errados, fazendo inclusive tais filmes parecerem verdadeiras obras-primas. Primeiro, um reboot mambembe nos cinemas, encabeçado por Kaya Scodelario e Hannah John-Kamen – que parece inacabado. E logo depois, foi a vez de mais uma produção da Netflix cair por terra, e ser rapidamente cancelada, apesar de promissora. Ella Balinska foi a azarada da vez ao protagonizar a série, que fez os fãs darem uma nota 4.2 no IMDB. Mas se você pensa que eles deixarão ‘Resident Evil’ descansar está muito enganado, pois um novo reboot já é planejado.

The Witcher: Origem do Sangue (2022)

Ter uma série de sucesso em que foi baseada não é garantia para nenhum spin-off. Ou seja, nem todos podem ser ‘Better Call Saul’ ou ‘House of the Dragon’. Aliás, ‘Game of Thrones’ teria outro derivado antes de ‘A Casa do Dragão’, que ficou apenas no episódio piloto. Já aqui falamos de ‘The Witcher’, um dos programas mais bem-sucedidos da história da Netflix, uma aventura medieval de fantasia, que trouxe Henry Cavill como protagonista nas primeiras temporadas. Era natural que o estúdio quisesse dar continuidade, ampliando esse universo. Porém, ‘Origem de Sangue’, mesmo contando com a vencedora do Oscar Michelle Yeoh no elenco, falhou em atingir um décimo da popularidade de seu “primo rico” e foi rapidamente esquecida, como se nunca tivesse acontecido. A nota 4.9 é a prova disso.

Mulher-Hulk (2022)

No primeiro item falamos sobre as séries de Star Wars, no Disney+, cujo histórico pende mais para o lado negativo. E se ‘The Acolyte’ marca a série mais odiada daquele universo na plataforma, chegamos ao programa menos apreciado do universo Marvel nos domínios da Disney+. Falamos de ‘Mulher-Hulk’, uma série que gerava grande expectativa, entre outras coisas por ser a estreia de uma das personagens femininas mais queridas da casa de ideias em versão live-action.

E a protagonista Tatiana Maslany fez um ótimo trabalho, tirando toda a graça e a acidez que o material permitiu. O lance é que ‘Mulher-Hulk’ simplesmente não foi engraçada o suficiente, apesar de se vender como comédia. Também não foi esperta o suficiente, como achava que era, e tampouco empolgou com cenas de ação ou criatividade. E no meio de ofertas bem mornas, para dizer no mínimo, como ‘Invasão Secreta’ e ‘Eco’, ‘Mulher-Hulk’ conseguiu ser a série menos apreciada da casa, com nota 5.2. No fundo esperamos que a personagem tenha outra chance no MCU

O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder (2022)

Aqui temos um dos casos de volta por cima mais impressionantes para uma série de todos os tempos. Acontece que a primeira temporada de ‘Os Anéis de Poder’ em 2022 foi recebida com o mesmo hate de alguns programas acima – com as acusações costumeiras de “lacração” e descaracterização de personagens e história. Isso fez com que muitos desistissem do programa, sem sequer terminar por completo o primeiro ano.

Isso deve ter sacudido as estruturas da Amazon Prime Video, tendo em vista que a empresa havia pago uma verdadeira fortuna por um dos títulos mais queridos e importantes da cultura pop. Assim, os produtores conseguiram arrumar a casa, e eliminar tudo aquilo que havia sido criticado, focando no que verdadeiramente os fãs queriam ver. Como resultado, a segunda temporada cresceu muito e reconquistou os fãs. Por isso, atualmente a série marca uma nota 6.9, e pode vir a ficar ainda maior caso continuem acertando.

Batwoman (2019)

Os seriados da DC no canal CW fizeram muito sucesso no chamado “Arrowverse”. Embora sejam séries consideradas mais juvenis, sem o peso dramático de algo mais adulto, ainda assim possuem muito amor de seu público de forma geral. Tudo começou com ‘Arrow’ e ‘Flash’, os alicerces, que geraram diversos outros programas com heróis da casa. Mas nenhum foi tão controverso quanto ‘Batwoman’. Para começar, logo após a primeira temporada tiveram que substituir a protagonista, quando Ruby Rose deixou o programa.

Rose virou alvo de polêmicas após membros da comunidade LGBTQIA+ considerarem as temáticas do programa problemáticas nesse sentido, de uma má representação. Assim, a atriz saiu de cena, pendurando a capa, e depois alegando um ambiente de trabalho tóxico. Ela foi substituída pela atriz negra Javicia Leslie, que embora tenha herdado o manto da heroína, interpretava outra personagem. Leslie permaneceu por mais duas temporadas, mas o programa sofria muitas críticas quanto à sua qualidade. Assim, ele finalmente chegaria ao fim em 2022. Atualmente, ‘Batwoman’ tem uma das piores notas de um série live-action no IMDB, com 3.6 na opinião dos usuários.

Inumanos (2017)

Antes de a Marvel ser a Marvel como conhecemos hoje, ou melhor, os estúdios Marvel, ela passou por uma época na qual seus títulos não estavam todos concentrados em um único local. Hoje, tudo referente a este universo é disponibilizado na Disney+ – com os filmes, é claro, estreando nos cinemas, e as séries na plataforma de streaming. Mas no começo não era assim. Foi por isso que outras empresas, como a Netflix, por exemplo, puderam faturar em cima de títulos como ‘Demolidor’, ‘Jessica Jones’, ‘Luke Cage’ e ‘O Justiceiro’, por exemplo, antes de a Marvel estúdios cancelar tudo e pegar para si os direitos novamente.

Para termos uma ideia, algumas séries como o selo Marvel chegaram a ser exibidas em canais abertos dos EUA, como a rede ABC, por exemplo. Foi o caso com ‘Os Agentes da SHIELD’, por exemplo. ‘Manto e Adaga’, ‘Fugitivos’, ‘Agente Carter’, ‘The Gifted’ e ‘Legião’ foram alguns dos títulos espalhados por outros canais. Mas nenhum deles foi tão criticado quanto ‘Inumanos’ (2017), que chegou inclusive a virar piada. E pensar que antes da série, um filme foi cogitado para os personagens. A série amarga uma nota 4.9 por parte dos usuários do IMDB.