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‘Rua do Medo 4’: Netflix CONFIRMA novo filme da franquia de terror

Scott Stuber, chefe de filmes da Netflix, confirmou ao Collider que o streaming está desenvolvendo um novo filme baseado na famosa saga literária de R.L. StineRua do Medo.

“Obviamente, há muitos livros para adaptar. Tem um livro independente em que estamos trabalhando agora e que estamos mais uma vez tentando acertar o roteiro, e eu gosto muito dele. Então eu sinto que se conseguirmos acertar o roteiro, haveria uma grande extensão dessa franquia.”, ele afirmou.

A cineasta Chloe Okuno foi escalada para dirigir o próximo longa-metragem.

Okuno é conhecida por seu trabalho no suspense ‘Watcher’ e por ter comandado um dos segmentos da recente antologia ‘V/H/S/94’, ambos da plataforma Shudder.

Mais detalhes sobre a produção não foram revelados.

Vale lembrar que a trilogia original, composta pelos filmes ‘1994’‘1978’‘1666’, já está disponível na Netflix.

Rua do Medo: 1994’: durante os corolários de uma brutal tragédia em Shadyside, Ohio, um grupo de adolescentes descobre uma série de eventos horríveis que assolaram a cidade podem não ser meros acidentes – e eles podem ser as próximas vítimas.

Rua do Medo: 1978’: o Acampamento Nightwing está dividido entre os campistas e os monitores que vêm da próspera Sunnyside e aqueles que vêm da sinistra Shadyside. Porém, quando os horrores que suas cidades escondem ganham vida, eles devem se unir para desvendar um terrível mistério antes que seja tarde demais.

Rua do Medo: 1666’: uma cidade colonial é assolada por uma histérica caça às bruxas que traz consequências mortais durante séculos. Em 1994, cabe a um grupo de adolescentes dar um fim na maldição.

O elenco é formado por Gillian JacobsSadie SinkAshley ZuckermanFred HechingerJeremy FordJulia RehwaldKiana MadeiraOlivia Welch e Ryan Simpkins.

 

POLÊMICA! Estúdio pede desculpas após usar críticas falsas no trailer de ‘Megalópolis’

Após uma controvérsia envolvendo “falsas quotes de críticas negativas” no trailer de ‘Megalópolis‘, próximo filme Francis Ford Coppola (‘O Poderoso Chefão’), a Lionsgate decidiu remover o vídeo da internet.

“A Lionsgate está removendo imediatamente nosso trailer de ‘Megalópolis’,” declarou um representante do estúdio.

“Oferecemos nossas mais sinceras desculpas aos críticos envolvidos e ao diretor Francis Ford Coppola por este erro imperdoável em nosso processo de verificação. Nós erramos. Sentimos muito.”

O trailer destacava a reação negativa dos críticos aos trabalhos anteriores do cineasta, como ‘O Poderoso Chefão‘ e ‘Apocalypse Now‘, que atualmente são considerados uns dos maiores clássicos do cinema.

A ideia era capitalizar em torno das reações divisivas do longa em sua estreia em Cannes, mas a inclusão de quotes falsas envolvendo críticos reais foi mal vista pelo público e pelos próprios especialistas.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa chegará aos cinemas norte-americanos em 27 de setembro.

A trama do filme acompanha a reconstrução de uma metrópole após sua destruição acidental, com duas visões concorrentes – a de um arquiteto idealista (Adam Driver) e a de um prefeito pragmático (Giancarlo Esposito) – entrando em conflito durante o processo. O filme tem uma duração de duas horas e 15 minutos e apresenta abundantes referências à Roma Antiga, incluindo cortes de cabelo estilo César nos personagens masculinos.

De acordo com o ComicBook, o ambicioso longa recebeu classificação indicativa para maiores de 18 anos devido ao “conteúdo sexual, nudez, uso de drogas, linguagem inapropriada e fortes cenas de violência.”

‘Megalopolis’, fez sua estreia mundial no Festival de Cinema de Cannes – e se tornou um dos filmes mais divisivos do ano.

No Rotten Tomatoes, a produção amargou 53% de aprovação com base em 68 reviews até o momento. As avaliações variam entre elogios entusiasmados à “loucura genial” do filme até críticas que o definem como “caótico”, “desconcertante” e “a coisa mais louca já vista”.

Confira alguns comentários!

“É meio Batman, meio Gladiador, meio ‘Tomorrowland’, misturado com um amontoado de ideias e imagens, e o público de Cannes não sabia o que fazer com isso”, disse Sharon Waxman do The Wrap.

“Estou completamente sem palavras com Megalópole. Se Coppola está feliz com isso, então acho que é algo? Saí totalmente desconcertado e desnorteado com ele. Como um filme de 120 milhões pode parecer tão barato? Sinceramente, não sei como devo revisar esse filme, porque nem tenho certeza se poderia dizer qual é o enredo. Sinto que preciso de uma semana para digerir antes de tentar discutir isso. Diria que Audrey Plaza torna tudo mais suportável por causa de sua marca já incorporada de estranheza – estou completamente aqui pelos memes!”, disse Luke Hearfield.

“Megalópolis de Francis Ford Coppola é um sonho febril caótico e psicodélico que faz as histórias do set serem indiscutíveis. Adoro ver diretores seguindo uma ideia, mas o resultado, neste caso, é um filme tão além da compreensão que nem mesmo pode ser desvendado”, acrescentou Billie Melissa.

“Megalópolis é a coisa mais louca que já vi”, declarou Bilge Ebiri.

“A primeira hora de Megalópolis foi um desastre, um desastre cativante, mas ainda podre. Então, a segunda hora chegou; eu realmente me envolvi. Muitas coisas não funcionam no projeto de paixão de Francis Ford Coppola, mas sua linguagem visual é afiada. E há uma cena envolvendo uma mistura que é incrível”, acrescentou Robert Daniels.

“Megalópolis: a extravagância é uma característica, não um defeito! Um retrato grandioso, épico e completamente singular de 120 milhões de dólares, que também é uma fábula sobre a queda da antiga Roma e um apelo para salvar nossa civilização (e seu cinema) de si mesma. Sou grande fã”, disse David Ehrlich.

“Sempre é emocionante ver um cineasta operando em uma escala ambiciosa e arriscando tudo, mas não posso deixar de sentir que Megalópolis, ousado e bombástico como é, ficou um pouco aquém de sua promessa: um debate sobre nosso futuro e o do próprio meio”, declarou Leonardo Goi.

O filme traz um elenco repleto de estrelas como Giancarlo Esposito (‘Once Upon a Time’), Forest Whitaker (‘O Último Rei da Escócia’), Nathalie Emmanuel (‘Game of Thrones’), Jon Voight (‘Ray Donovan’), Laurence Fishburne (‘Matrix’), Aubrey Plaza (‘The White Lotus’), Shia LaBeouf (‘Transformers’), Talia Shire (‘O Poderoso Chefão’), Jason Schwartzman (‘A Crônica Francesa’), Grace VanderWaal (‘A Extraordinária Garota Chamada Estrela’), Kathryn Hunter (‘A Tragédia de Macbeth’) e James Remar (‘Era Uma Vez… Em Hollywood’).

‘Superman’ e Krypto na Fortaleza da Solidão em nova foto do filme de James Gunn

O aguardado filmeSuperman, que marcará a estreia do novo Universo Estendido DC (DCU) sob a direção de James Gunn, ganhou uma nova imagem.

Nela, vemos o herói e o cachorro Krypto na Fortaleza da Solidão.

Confira:

Recentemente, Gunn compartilhou detalhes sobre a dinâmica entre Lois Lane e Clark Kent, revelando que Lois terá algumas dúvidas sobre o relacionamento no próximo reboot da DC.

Em entrevista à ABC, o diretor James Gunn explicou o ponto de partida da relação entre os dois personagens no filme: “Ele está apaixonado por ela. É ela quem precisa ser convencida no relacionamento. Não é ele. Você realmente vê o quanto ele precisa dela em sua vida”.

“[O filme é] uma jornada pessoal para o Superman que é totalmente nova”, acrescentou Gunn. “Ele é um personagem que é muito bom, mas tem falhas”.

Gunn também abordou a ideia de que o Superman não deveria demonstrar vulnerabilidades, argumentando que o personagem nunca foi imune aos desafios e emoções que afetam os humanos que ele protege.

David Corenswet, que interpretará o Homem de Aço, complementou: “Ele é um personagem público, um símbolo. Há um elemento de apresentação nisso, porque ele quer transmitir uma imagem de calma e autoridade. Embora nem sempre se sinta assim, ele sempre quer fazer as outras pessoas se sentirem seguras como Superman”.

O ator também confirmou que buscou inspiração na série de quadrinhos “All-Star Superman.

“Foi aí que encontrei o espírito do Clark. Ele tem uma grande presença, mas está desesperadamente tentando ser o menor e mais discreto possível”, afirmou.

Lembrando que ‘Superman’ será lançado em julho de 2025.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

10 Filmes sobre personagens que lutam contra PRECONCEITOS

O preconceito, de qualquer tipo, é um mal que frequenta a sociedade desde o início dos tempos. É papel do cinema trazer recortes sobre o tema para gerar reflexões. Muitas obra abordam essas situações, geralmente com um olhar bastante preciso de personagens e seus dramas. Pensando sobre isso, resolvemos criar uma excelente lista abaixo com 10 Filmes sobre personagens que lutam contra PRECONCEITOS:

 

A Guerra dos Sexos

Na trama, conhecemos o ex-campeão de alguns torneios importantes do mundo de glamour do tênis profissional, Bobby Riggs (Steve Carell), um compulsivo apostador, fanfarrão que resolve desafiar uma tenista para uma partida de tênis. Após conseguir vencer a primeira partida contra uma ex-campeã, no jogo seguinte é desafiado pela sensacional jogadora Billie Jean King (Emma Stone), em uma partida que ficou conhecida: a batalha dos sexos. Essa partida também valeu para se solidificarem os direitos das mulheres no circuito mundial de tênis.

 

Uma Mulher Fantástica

Na trama, conhecemos Marina (Daniela Vega), uma jovem transexual, garçonete, que mantém um sonho em ser cantora lírica. Sua vida amorosa está muito feliz, mantém um relacionamento com um homem mais velho chamado Orlando (Francisco Reyes) e o carinho é imenso de ambas as partes. Após uma noite agitada, o casal volta para casa e durante a madrugada Orlando começa a passar mal e acaba falecendo horas depois no hospital. Completamente abalada, Marina precisará enfrentar o preconceito da família de Orlando para poder se despedir do seu grande amor.

 

Viva

Na trama, conhecemos Jesús (Héctor Medina), um jovem que ganha a vida como cabeleireiro e sonha se tornar uma grande estrela do show de transformistas de um clube de Havana comandado por Mama (interpretado pelo excelente Luis Alberto García). Certo dia, após conseguir sua chance depois de uma audição, durante seu primeiro show, é agredido por um homem bem mais velho que se revela seu pai, de quem não tem notícias desde os 3 anos de idade. A partir desse inusitado encontro, ambos precisarão equilibrar suas diferenças e tentar ter uma relação verdadeira de pai e filho.

 

A Número Um

A força está nos argumentos, nos fatos. Com uma atuação destacada da excelente atriz francesa Emmanuelle Devos (indicada ao Goya e vencedora do Lumiere Awards 2018), A Número Um faz uma espécie de investigação sobre os preconceitos sofridos pelas mulheres no mercado de trabalho, assim, com um eficaz aspirador da ética navega por situações onde o conflito do poder se mostra como uma grande fraqueza em um mundo desenvolvido como o que vivemos hoje.  Dirigido pela cineasta francesa Tonie Marshall, roteirista do recente Sexo, Amor e Terapia, A Número Um é um filme importante e merece nossa atenção.

 

Loving

O casamento é o fim do romance e o começo da história. Dirigido pelo excelente cineasta Jeff Nichols, Loving fala, além de qualquer outra coisa, de maneira impactante, sobre o mais forte dos sentimentos humanos: o amor. O tom do filme é algo lindo, gera metáforas fabulosas mas sempre com uma verdade impressionante. A atuação dos protagonistas Ruth Negga e Joel Edgerton é algo inesquecível, marcante. Exibido no Festival de Cannes, o longa possui alma e muita verdade também ao falar dos obstáculos que ambos precisam enfrentar por conta de seu casamento, numa época de muito preconceito em boa parte dos Estados Unidos.

 

Igualada

Eu sou porque somos. Exibido no Festival É Tudo verdade 2024, o documentário colombiano Igualada chega para mostrar algumas verdades do mundo político e as possibilidades de como a coragem aliada à uma forte corrente de mudanças buscam se libertar do medo, da intolerância. Partindo de um termo desdenhoso, referido à ativista social Francia Márquez, que logo acende uma chama para um caminho de uma candidatura à princípio sem apoio nenhum, o documentário acende uma luz no fim do túnel virando mais um símbolo de um movimento que ganhou força pelas redes sociais e também nas urnas colombianas.

 

Shirley para Presidente

As lembranças que teremos amanhã, são reflexos dos esforços de hoje. Navegando por um momento marcante da política eleitoral norte-americana durante a década de 70, com jovens já aos 18 anos tendo a possibilidade pela primeira vez de participar do ato democrático que é a eleição, conhecemos um pouco da vida e personalidade de uma mulher buscando a oportunidade de fazer a diferença. Shirley para Presidente, escrito e dirigido por John Ridley, busca um retrato intimista de Shirley Chisholm, congressista de Nova Iorque por sete mandatos, em um país e época de fortes preconceitos. No papel principal, a excelente atriz Regina King.

 

Antonia, uma Sinfonia

Os obstáculos por um sonho. Baseado em fatos reais que circularam a Europa e os Estados Unidos na década de 20/30, pouco tempo depois da Primeira Guerra Mundial, o longa-metragem holandês Antonia, uma Sinfonia, escrito e dirigido por Maria Peters, nos leva ao mundo dos concertos para encontrarmos um recorte de uma época, aos olhos de uma batalhadora de seus sonhos que sofre na mão dos machistas e todo o abalo emocional com segredos de sua família. Tendo peças originais do compositor russo Sergej Prokofjev sendo tocadas, o projeto vai da agonia ao êxtase em um profundo contexto de uma época.

 

Alice Júnior

Na trama, conhecemos Alice Júnior (Anne Celestino), uma jovem super animada, trans, que precisa enfrentar novos desafios quando seu pai Jean (Emmanuel Rosset) precisa se mudar com ela (e a gatinha chamada Rinoceronta) para o interior do Brasil, em uma cidadezinha no Rio Grande do Sul para ir atrás de uma nova fragrância para seus produtos de beleza. Assim, Alice precisará conhecer novos amigos e enfrentar preconceitos vindos de vários lados, principalmente na nova escola.

 

20.000 Espécies de Abelhas

A imaginação também é parte da realidade. Exibido no Festival de Málaga, San Sebastian e Berlim esse ano, o longa-metragem espanhol 20.000 Espécies de Abelhas traz para reflexão a identidade de gênero contando um recorte na vida de uma criança de oito anos, seus medos e suas descobertas. Escrito e dirigido pela cineasta espanhola de 39 anos Estibaliz Urresola Solaguren, em seu primeiro longa-metragem da carreira, o projeto foi o vencedor do Urso de Prata de Melhor Atuação Principal em Berlim.

 

 

 

Netflix manda fechar bar com tema de ‘Stranger Things’ nos EUA

Ideias boas surgem a todo momento. Mas quando usamos ideias de outras pessoas, a coisa pode não se tornar tão agradável assim para todos os envolvidos. Foi o que aconteceu em Chicago, quando surgiu o ‘The Upside Down’, um bar utilizando como temática a sensação Stranger Things – o nome é referência ao mundo paralelo do programa.

No local, eram servidos drinks como o ‘Eleven´s Eggos’, e as paredes decoradas com luzes de natal na forma de alfabeto. Tudo isso sem a permissão ou parceria da Netflix, dona do programa e de todos estes elementos. Não demorou para a empresa notar o sucesso do bar e educadamente enviar uma carta pedindo o término de tal evento.

Só para deixar claro, tratava-se dos chamados pop-up bar, o que aqui no Brasil seria algo como um quiosque, foodtruck ou bar desmontável e não uma estrutura mais complexa. O plano dos donos na realidade era permanecer abertos até a estreia da segunda temporada. Mas ao receberem a carta, entenderam o recado. Leia abaixo:

“A não ser que eu esteja vivendo no Upside Down, não acho que fizemos um acordo com vocês para este bar pop-up. Vocês obviamente são criativos, então acredito que vocês entenderão o quanto é importante para nós poder decidir como nossos fãs encontrarão os mundos que criamos”.

A Segunda Temporada de Stranger Things estreia no dia 27 de outubro, bem a tempo para o Halloween.

Festival Varilux | Marvin – Anne Fontaine comanda drama sobre aceitação da diversidade sexual

A Estranha Família de Marvin

No cinema, assim como na vida, nada se cria, tudo se copia. Bem, por mais que esta afirmação não seja cem por cento verdadeira, é natural de tempos em tempos nos depararmos com obras de premissas bem similares, cujos discursos frisam temas necessários, martelando-os em nossas mentes. Para dar aquela moldada, acrescenta-se ali, subtrai-se dali, e um novo projeto sai do forno. Este é o caso com Marvin, coming of age de descoberta sexual, que embora eficiente, você já deve ter visto outras vezes.

Marvin guarda, por exemplo, inúmeras similaridades com Billy Elliot (2000), filme indicado a três Oscar, sobre um jovem britânico de origem humilde, vivendo a turbulência de uma severa família conservadora, enquanto busca o sonho de se tornar bailarino. O conceito do homossexualismo aqui fica mais implícito, já que o longa de Stephen Daldry era vendido ao grande publico e seus temas precisaram ser maquiados – além do fato de que depois de quase vinte anos, tais temáticas começam a ser mais abraçadas agora.

Em Marvin temos basicamente esta estrutura, mesmo que em sua passagem pelo Rio de Janeiro, para divulgar o filme, o ator Finnegan Oldfield tenha dito que a obra é levemente baseada em um livro. O roteiro, assinado pela diretora do longa, a renomada Anne Fontaine (Nathalie X, Coco Antes de Chanel e Agnus Dei), em parceira com Pierre Trividic, narra a trajetória do personagem título, em duas fases da vida, mesclando através de linhas temporais distintas, a infância e juventude do protagonista.

A vida em família é descortinada, e os realizadores nos entregam o início conturbado dos primeiros anos do rapaz. No colégio, Marvin (vivido na primeira fase por Jules Porier) sofre bullying dos colegas, e em casa a situação não melhora muito, já que lá estão a mãe ausente (Catherine Salée), o pai bruto (Grégory Gadebois) e o irmão mais velho revoltado. Assim como Billy Elliot, é através da arte, o teatro ao invés da dança, que Marvin consegue encontrar uma válvula de escape, na qual se concentra, excluindo todas as mazelas exteriores.

Já na fase adulta, nas formas de Oldfield, Marvin vai para Paris e conhece, em uma companhia de atores, dramas idênticos ao seu, absolutamente se identificando e, pela primeira vez na vida, sentindo que pertence a um lugar. Nesta parte, ele solidifica amizades, se abre verdadeiramente para a paixão e desabrocha sua sexualidade, assumindo de vez quem é. Na cidade estão suas verdadeiras aspirações e sua alma, mesmo que para isso tenha que deixar para trás, e renegar através de um livro, seus entes de sangue.

Uma curiosidade no longa, é que a veterana indicada ao Oscar Isabelle Huppert, talvez em nome da amizade com a diretora, participa interpretando a si mesmo, numa conexão sem muito sentido com o todo, e que poderia facilmente ser cortada. É muito difícil dizer isso de uma participação da musa, mas aqui, Huppert soa apenas como distração, levemente tirando o foco principal do filme – numa espécie de metalinguagem equivocada, na qual a estrela adentra como ela mesma na forma de coadjuvante nesta história fictícia. A atriz serve como espécie de guru para a carreira de Marvin, mesmo que de forma diminuta, talvez sem a importância planejada.

Marvin é um drama emotivo, conduzido com sensibilidade pela cineasta Fontaine, cuja força está nas relações familiares, muitas vezes, embora nocivas, responsáveis por moldar nosso caráter, nos preparando para o mundo. Oldfield se entrega e comanda bem o time de atores, encarando cenas fortes com a desenvoltura de um profissional experiente. O assunto principal, muito relevante atualmente, ainda é tratado de forma delicada e como polêmico, mas Fontaine acerta ao levar o tom com sutileza e certo frescor. Em seu ápice, cria duas cenas-chave, entre pai e filho, que são o coração do filme e a cereja deste bolo.

Ranking | Do pior ao MELHOR filme da franquia ‘Velozes e Furiosos’

Velozes e Furiosos’ é uma das franquias mais longevas da atualidade, tendo iniciado os trabalhos há mais de 20 anos em 2001. O décimo filme é na verdade o décimo primeiro, se formos levar em conta o derivado ‘Hobbs & Shaw’ (2019), que se encaixa entre os episódios oito e nove da série.

Em homenagem a esse colosso atual do entretenimento, que reúne um dos melhores elencos do ano disparado, resolvemos ranquear – do pior ao melhor – TODOS os filmes de ‘Velozes e Furiosos’ já feitos, incluindo o citado derivado e o recente décimo longa.

Vale lembrar também que para a matéria levamos em conta as avaliações da crítica no Rotten Tomatoes e do grande público no IMDB, e que essa ordem pode ser alterada com o passar do tempo – já que o décimo filme, por exemplo, acabou de estrear.

Confira abaixo:

11) Velozes & Furiosos 4 (2009)

Essa foi surpresa, pois quando falamos no pior filme da franquia, muitos citam o nono episódio, alguns desmerecem o terceiro e outros o segundo. Mas tirando uma média entre a opinião dos críticos e do grande público, o quarto longa é o menos apreciado. O que podemos dizer é que essa investida realmente deixou a desejar. Aqui, o elenco original retornava e era reunido em tela pela primeira vez desde o originalzão. Uma das piores decisões aqui foi matar Letty (Michelle Rodriguez) fora de tela, com a personagem só participando da cena de abertura. Já no terreno dos acertos, a introdução de Gisele (Gal Gadot) e a transição de Han (Sung Kang).

10) + Velozes + Furiosos (2003)

O primeiro filme fez sucesso, então os produtores da Universal acharam por bem tirar do papel uma sequência, mesmo que nada na história pedisse para ser continuado. Nem mesmo o protagonista Vin Diesel aceitou voltar, assim coube ao seu parceiro, o saudoso Paul Walker assumir momentaneamente o volante da franquia. Antes das filmagens, o roteiro continha Dom como parte importante, e precisou ser reescrito para modificar o personagem e transformá-lo em Roman (Tyrese Gibson). Foi aqui que Roman e Tej (Ludacris) apareceram pela primeira vez, mas a boa adição (que os fãs queriam ver de novo na franquia) foi Eva Mendes como Monica Fuentes.

09) Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio (2006)

Quem não gosta desse episódio explica que o motivo é porque não tem nada a ver com o resto da franquia. E quem gosta também dá essa razão. Aqui, os filmes quase se tornaram uma antologia, com uma história nova a cada novo capítulo. E se no segundo o policial Brian (Paul Walker) era mantido e partia em uma nova missão, aqui não tínhamos nenhum dos personagens principais protagonizando. Ao invés disso, embarcamos numa trama juvenil, sobre um colegial delinquente que é mandado ao Japão e por lá começa a competir drift nas ruas. Vin Diesel aparece na cena pós-créditos como Dom, em uma brincadeira, mas que depois incentivaria seu retorno.

08) Velozes & Furiosos 9 (2021)

Muitos acreditam que a graça de ‘Velozes e Furiosos’ atualmente é o quão ridículo estes filmes se tornam a cada novo exemplar. Pegando esse gancho e ouvindo os fãs, os produtores resolveram chutar o balde de vez e concretizaram um meme que rolava online sobre a franquia ser levada ao espaço. Sim, no nono filme temos carros no espaço – com trajes espaciais colados com silver tape. Talvez mais nonsense do que isso seja a introdução do “irmão perdido” de Dom, nunca antes mencionado. Sim, no filme nove é revelado que Jakob (John Cena), um super espião, que é o antagonista aqui, é na verdade o irmão mais jovem do careca furioso Vin Diesel. É mole?

07) Velozes e Furiosos 10 (2023)

Sem querer estragar a festa de ninguém, mas os fãs já devem ter lido as críticas do décimo filme, e assistido a muitos vídeos comentando tudo o que precisam saber sobre o novo exemplar. Então, já devem estar cansados de saber que o décimo filme não é, por assim dizer, o preferido de nenhum fã. Muito pelo contrário. Uma das grandes reclamações tem sido a qualidade mambembe dos diálogos. Aqui, o filho do vilão do quinto retorna, nas formas do andrógeno Dante (Jason Momoa), uma espécie de Coringa musculoso. O que chama atenção de verdade no novo longa é o elenco recheadíssimo que foram capazes de reunir, o melhor da franquia disparado até o momento. Pensou num ator, é provável que ele esteja aqui.

06) Velozes e Furiosos (2001)

Quem diria que um filme sobre rachas de carro iria se tornar uma das franquias mais rentáveis do cinema na atualidade. Eu ousaria responder: ninguém. Nem mesmo Vin Diesel ou qualquer produtor. Quando o primeiro ‘Velozes e Furiosos’ estreou em 2001, todos notaram grande semelhança em sua trama com o clássico ‘Caçadores de Emoção’ (1991), que fala sobre um jovem agente do FBI (Keanu Reeves) infiltrado no universo dos surfistas a fim de descobrir uma quadrilha de assaltantes de banco. É só trocar os surfistas pelo universo das corridas clandestinas. Mesmo sem saber na época, esse filme é o “culpado” por tudo.

05) Hobbs & Shaw (2019)

É dito que esse derivado saiu do papel devido ao desentendimento, feito muito público, entre os astros Vin Diesel e Dwayne Johson após o oitavo filme. O segundo teria reclamado publicamente em suas redes sociais sobre a falta de profissionalismo de seus colegas homens da franquia, em especial Vin Diesel – que fazia todos esperarem por ele e por vezes não aparecia nos sets. Diesel é um dos donos da franquia e talvez tenha deixado esse fato subir à sua cabeça. Seja como for, Diesel desde então tem criado um ambiente de muito carinho e respeito por seus atores, conseguindo introduzir nomes cada vez maiores neste universo.

04) Velozes e Furiosos 8 (2017)

O sétimo filme foi o primeiro a ultrapassar a absurda marca de US$1 bilhão em bilheteria para a franquia. Sendo assim, é claro que os produtores não iriam terminar por ali, mesmo sendo uma despedida perfeita para as aventuras da “família”. Para esta continuação os megalomaníacos realizadores decidiram aumentar as apostas e adicionar ao elenco a vencedora do Oscar Charlize Theron, demonstrando assim que tudo era possível. Theron vive Cipher, a grande vilã do oitavo filme, que faz Dom se voltar contra a família. E a loira gostou tanto de trabalhar com a turma que ficou pela franquia, retornando nos episódios nove e dez, e até realizando um quebra-pau com Michelle Rodriguez, digno de ‘Atômica’ (2017). E ela é boba de dizer não para tanto dinheiro? Resultado, o oitavo também quebrou a ridícula marca financeira, repetindo o feito do anterior.

03) Velozes e Furiosos 6 (2013)

A cada exemplar elogiado, os produtores precisam elevar o jogo. Depois do emocionante sétimo filme, entregaram Charlize Theron no oitavo. E aqui, depois do quinto longa (um dos mais queridos dos fãs), os produtores tiraram da cartola esse sexto – que introduzia o grande vilão Shaw, vivido por ninguém menos que Jason Statham. Fora isso, finalmente encaixava o terceiro episódio na cronologia, já que Han havia morrido e retornava em seguida no quarto. Aqui foi explicado que o terceiro na verdade é o sexto. Confuso? Para quem já foi ao espaço com silver tape, não. O sexto filme pega tudo o que o quinto havia feito de bom e aumentava, criando um dos mais queridos da franquia.

02) Velozes e Furiosos 5 – Operação Rio (2011)

Tudo bem que esse subtítulo “Operação Rio” só os brasileiros possuem, orgulhosos do capítulo passado em território tupiniquim. As peças originais haviam retornado no quarto filme, mas o resultado ficou aquém do que todos esperavam. Assim, para o quinto filme, além das peças originais eram trazidas de volta todas as peças adjacentes também. Mas a maior adição deste quinto longa é sem dúvida a entrada de Dwayne ‘The Rock’ Johnson na pele do tira linha dura Luke Hobbs, o único homem capaz de caçar a quadrilha de Dom Toretto e meter medo neles. Na época, The Rock se autointitulou o Viagra da franquia. E adivinhe só, ele estava certo, porque deu um baita levante.

01) Velozes e Furiosos 7 (2015)

Muitos podem considerar ‘Operação Rio’ o melhor filme da franquia. Uma coisa é inegável, foi a partir do quinto que ‘Velozes e Furiosos’ daria uma guinada e deixaria de ser somente um filme sobre rachas de carros. No quinto, ainda de maneira tímida, a trama passava a ser sobre um grande roubo, elevando a ação. Mas foi a partir do sexto que estes filmes davam um passo largo para recaírem no território de 007 ou Missão Impossível. Ou seja, ação que desafia a física. O motivo para o sétimo ser tão querido e ter sido o primeiro a bater a barreira do US$1 bilhão em bilheteria (e ainda permanecer como o filme mais rentável da franquia) foi a despedida do saudoso Paul Walker. Eles prometeram que iriamos chorar e cumpriram. Mesmo quem não é fã engoliu em seco essa bela homenagem ao falecido ator, que não conseguiu completar as filmagens, mas foi substituído por efeitos e dublês. É impossível não suar pelos olhos ao ver a cena final ao som de ‘See You Again’, de Wiz Khalifa.

Atriz ‘Six Feet Under’ vai estrelar série de terror de M. Night Shyamalan; Saiba mais!

A Apple encomendou uma nova série de suspense, ainda sem título, produzida por M. Night Shyamalan.

De acordo com o DeadlineLauren Ambrose (‘Six Feet Under’) e Nell Tiger Free (‘Game of Thrones’) estrelarão.

A site ainda acrescenta que “apesar da trama não ter sido revelada, alegadamente gira em torno dos pais Dorothy e Sean, que contratam uma jovem babá para ajudá-los a tomar conta de seu filho recém-nascido. Sem revelar as reviravoltas, vamos apenas dizer que as coisas não são exatamente como parecem.”

A série foi criada por Tony Basgallop (‘Outcast‘), e terá 10 episódios de meia hora.

‘Cemitério Maldito’ pode ganhar prequel ao invés de sequência; Saiba mais!

O remake ‘Cemitério Maldito‘ está sendo um sucesso nos cinemas, e perguntas sobre uma possível sequência já estão sendo feitas. Em entrevista ao Consequence of Sound, o produtor Lorenzo di Bonaventura revelou que é mais provável que aconteça uma prequel.

“Geralmente não gosto de pensar em possíveis sequências até o filme ser um sucesso. Acredito que se há potencial para algo… é uma prequel. Se você pensar no livro, nós não introduzimos todos os elementos que acontecem antes da família Creed se mudar.”

Ele continua, “Então, eu acho que há um filme nesse período, e eu estaria particularmente interessado em fazer isso. Tem ligação com o material de origem e é uma história que também é insana, e há muitos sentimentos nela.”

Sucesso nos cinemas, o longa já arrecadou US$ 76.8 milhões mundialmente.

Assista nossa crítica:

Dirigido pela dupla Dennis Widmyer e Kevin Kolsch (‘Starry Eyes‘), o longa é baseado na obra homônima de Stephen King.

O médico Louis Creed muda com a mulher e dois filhos pequenos para uma casa de campo em Ludlow, Maine. Em frente à casa passa uma rodovia movimentada e, atrás, há um cemitério de animais. Por meio do velho Crandall, seu vizinho, Creed descobre também perto dali um antigo cemitério indígena, que tem o poder de mandar de volta à vida os corpos enterrados nele. Quando sua filha Ellie morre atropelada, Creed resolve enterrá-la no cemitério indígena e esperar por sua ressurreição.

O elenco conta com Amy SeimetzJason Clarke, Obssa AhmedAlyssa Brooke Levine John Lithgow.

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de maio.

Ator de ‘It: A Coisa’ viverá jovem gay na nova série LGBT da HBO

A HBO divulgou a primeira imagem da série ‘We Are Who We Are‘, escrita e dirigida por Luca Guadagnino (‘Me Chame Pelo seu Nome‘) e estrelada por Jack Dylan Grazer (‘It: A Coisa‘).

Confira:

A trama segue Fraser Wilson e Caitlin Harper, dois jovens amigos que vivem em uma base militar dos Estados Unidos na Itália, e que precisam lidar com amadurecimento e a autodescoberta de suas sexualidades.

O elenco ainda conta com Choë Sevigny, Alice Braga, Kid Cudi e Tom Mercier.

Com 8 episódios encomendados, a primeira temporada estreará no primeiro semestre de 2020.

‘Lucifer’: Saiba quando a produção dos episódios finais será retomada!

De acordo com o TVLine, a produção do último episódio da 5ª temporada de ‘Lucifer‘ será retomada no dia 24 de setembro.

Vale lembrar que as filmagens haviam sido interrompidas em março devido à pandemia de coronavírus.

Além disso, o site também confirma que a produção da sexta (e última) temporada da série começará logo após o término das filmagens do quinto ciclo.

 

Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar (Tom Ellis), entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.

O elenco também conta com Lauren German, Kevin Alejandro, D.B. Woodside, Lesley-Ann Brandt, Scarlett Estevez, Rachael Harris e Aimee Garcia.

‘House of the Dragon’: Ator de ‘Outlander’ entra para o elenco do derivado de ‘Game of Thrones’

De acordo com o THR, Graham McTavish (‘Outlander’) entrou para o elenco de ‘House of the Dragon‘, série derivada de ‘Game of Thrones‘.

“Eu estou me divertido muito,” revelou McTavish ao site sobre seu papel. “Nós começamos as filmagens recentemente. É um projeto grandioso, então ainda estamos nos conhecendo. Eles são adoráveis. Tem sido ótimo, mas não posso falar muito sobre o assunto. Não posso falar nada sobre a história, mas irá envolver muitos dragões.”

Recentemente, a HBO divulgou as primeiras imagens oficiais da produção.

As fotos apresentam a Princesa Rhaenyra Targaryen e o Príncipe Daemon Targaryen, além da Serpente do Mar.

Confira:

O elenco ainda contará com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; e Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono.

A história de ‘House of the Dragon‘ se passa 300 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘, e seguirá os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

Dez episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Confira a sinopse oficial do livro:

Séculos antes dos eventos de A Guerra dos Tronos, a Casa Targaryen – única família de senhores dos dragões a sobreviver à Destruição de Valíria – tomou residência em Pedra do Dragão. A história de Fogo & Sangue começa com o lendário Aegon, o Conquistador, criador do Trono de Ferro, e segue narrando as gerações de Targaryen que lutaram para manter o assento, até a guerra civil que quase destruiu sua dinastia.

O que realmente aconteceu durante a Dança dos Dragões? Por que era tão perigoso visitar Valíria depois da Destruição? Quais foram os piores crimes de Maegor, o Cruel? Essas são algumas das questões respondidas neste livro essencial, relatadas por um sábio meistre da Cidadela.

Jovem faz amizade com um monstro no trailer do terror ‘Slapface’; Assista!

O terror ‘Slapface‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa foi escrito e dirigido por Jeremiah Kipp.

“Após a morte de sua mãe, Lucas, um jovem solitário que vive em uma casa decadente com seu irmão Tom, regularmente procura consolo em uma floresta próxima. Mas, após um estranho encontro com um monstro desumano, Lucas começa a se afastar dos outros. Quando os dois alcançam uma confiança provisória, nasce uma amizade bizarra e Lucas é envolvido em uma série de aventuras primitivas.”

O elenco conta com August MaturoMike ManningDan HedayaMirabelle LeeLukas Hassel, Libe BarerBianca D’AmbrosioChiara D’Ambrosio.

O terror será lançado pelo Shudder no dia 3 de fevereiro.

‘Big Mouth’: Amor está no ar no divertido trailer da 6ª temporada

A Netflix divulgou o trailer completo da 6ª temporada da aclamada animação adulta ‘Big Mouth‘.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear na plataforma no dia 28 de outubro.

A série foi criada por Nick Kroll, Andrew Goldberg, Mark Levin e Jennifer Flackett.

A animação conta a história de um grupo adolescentes enfrentando a puberdade após a chegada dos Monstros dos Hormônios.

A produção conta com as vozes de Nick Kroll, John Mulaney, Jessi Klein, Jenny Slate, Jason Mantzoukas, Fred Armisen, Maya Rudolph e Jordan Peele.

‘Sexta-Feira em Apuros’ pode ganhar nova sequência? Ice Cube responde!

Em entrevista ao ComicBook, Ice Cube (‘Anaconda’) comentou sobre a possibilidade de um novo filme da franquia clássica ‘Sexta-Feira em Apuros‘.

O ator revelou que adoraria retornar, mas o destino do projeto está nas mãos do estúdio.

“Eu não sei. A Warner Bros. está sendo muito estranha atualmente. Não sei o que eles estão planejando. Nem eles sabem. Nós amaríamos fazer um novo filme da franquia. Acho que estamos perto de ver isso acontecer.”

Ele completa, “Vamos ter que esperar, mas vamos continuar tentando convencê-los que nós precisamos controlar o desenvolvimento do filme. É o meu filme, mas ele têm o controle de distribuição.”

Lançada em 1995, a comédia ‘Sexta-Feira em Apuros‘ arrecadou US$ 28.2 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de apenas US$ 3.5 milhões. Com o sucesso, a produção ainda rendeu duas sequências: ‘Mais uma Sexta-Feira em Apuros‘ (2000) e ‘A Mais Louca Sexta-Feira em Apuros‘ (2002).

‘O Tarô da Morte’ estreia em 4º lugar nas bilheterias dos EUA

Em um final de semana particularmente morno nas bilheterias dos EUA, o terror sobrenatural ‘O Tarô da Morte‘ abriu em 4º lugar, arrecadando US$ 6.5 milhões em seu primeiro final de semana.

Internacionalmente, o longa soma US$ 3.7 milhões – totalizando uma estreia global de US$ 10.2 milhões.

O filme amargou 12% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ter recebido uma nota C- do público no CinemaScore – que é considerada baixa até mesmo para uma produção do gênero.

Felizmente, apesar do começo morno nas telonas, o longa não deve ter dificuldades em garantir retorno financeiro nas bilheterias. Orçada em apenas US$ 8 milhões, a produção deve se salvar de um fracasso comercial – ainda que tenha enterrado o potencial do início de uma nova franquia.

Vale lembrar que o terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de maio.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘O Tarô da Morte’ parece tortuosamente indeciso entre usar sua premissa mal concebida para efeito cômico ou para entregar sustos reais – e acaba fracassando em ambos.” (IGN Movies)

“Corroteirizado, dirigido e produzido por Spenser Cohen e Anna Halberg, este terror sobrenatural se aproveita de clichês entediantes e preguiçosos para a criação de um clima fraco de suspense.” (Variety)

“Este terror é uma oportunidade perdida, pois tinha um potencial macabro no estilo ‘Premonição’.” (Casey’s Movie Mania)

“Embora ainda consiga assustar, a falta de coragem de incluir cenas brutais com personagens que nos importamos previne este terror de se tornar realmente aterrorizante.” (Collider)

“‘O Tarô da Morte’ tem os ingredientes certos para um filme de terror divertido, embora seja prejudicado por personagens rasos e narrativas superficiais.” (Bloody Disgusting)

“Este é um filme onde praticamente tudo pode ser previsto – sem necessidade de um baralho de Tarô.” (Rue Morgue Magazine)

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Anna Halberg e Spenser Cohen, o longa originalmente seria intitulado Horrorscope.

Quando um grupo de amigos irresponsavelmente viola a regra sagrada da leitura de tarô, a de nunca usar o deque de outra pessoa, eles libertam um mal inominável que estava preso nas cartas. Um por um, eles encaram seu destino e acabam em uma corrida contra a morte para escapar do futuro previsto para eles nas cartas.

O elenco conta com Larsen Thompson, Harriet Slater, Adain Bradley, Avantika e Jacob Batalon.

Kate Mara se junta ao elenco de ‘Mulheres Imperfeitas’, série de SUSPENSE com Elisabeth Moss e Kerry Washington

De acordo com o Deadline, Kate Mara (‘Quarteto Fantástico’) entrou para o elenco de ‘Mulheres Imperfeitas‘ (Imperfect Women), série de suspense que está sendo desenvolvida pela Apple TV+.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram divulgadas.

Ela se junta às atrizes, Elisabeth Moss (‘The Handmaid’s Tale’) e Kerry Washington (‘Scandal’) que irão estrelar a produção.

Baseada no romance homônimo de Araminta Hall, a narrativa é centrada em um chocante crime que destrói os laços entre um trio de mulheres que são amigas há décadas. À medida que a investigação continua a entender essas conexões, a verdade vem à tona e pode ser insuportável.

Confira a sinopse original:

Quando Nancy Hennessy é assassinada, ela deixa para trás duas melhores amigas, um marido e uma filha adorados e um amante secreto cuja identidade ela levou para o túmulo. Nancy era linda, rica e querida por aqueles que a conheciam – vista de fora, sua vida era perfeita. Mas à medida que a investigação sobre sua morte fracassa e suas amigas Eleanor e Mary lutam com sua dor, surgem detalhes sombrios que revelam o quão pouco elas conheciam sua amiga, umas às outras e talvez até a si mesmas.

Annie Weisman, conhecida por seu trabalho em ‘Physical‘, fica responsável pela adaptação.

Hall, Moss, Washington e Weisman entram como produtoras executivas.

Novas informações devem ser reveladas em breve.

‘Predador: Terras Selvagens’ ganha novo trailer LEGENDADO com cenas INÉDITAS; Confira!

A 20th Century Studios divulgou o novo trailer legendado do aguardado ‘Predador: Terras Selvagens‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de novembro de 2025 – assumindo a data que originalmente pertencia ao reboot de ‘Blade‘.

Elle Fanning (‘Malévola’) e Dimitrius Schuster-Koloamatangi estrelam a produção.

A trama conta a história de um jovem Predador rejeitado por seu clã, que se une a uma humana chamada Thia em um planeta remoto. Eles embarcam em uma jornada traiçoeira para encontrar o adversário supremo, buscando vingança e tentando restaurar o respeito de seu povo.

Dan Trachtenberg, de ‘O Predador: A Caçada‘, retorna à direção.

O roteiro foi assinado por Patrick Aison.

Vale lembrar que ‘O Predador: A Caçada‘ está disponível no Disney+.

Entidades malignas invadem nosso mundo nas novas imagens de ‘Sobrenatural: Agora Entre Nós’; Confira!

O terror ‘Sobrenatural: Agora Entre Nós‘ ganhou novas imagens oficiais.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de agosto.

Sobrenatural: Agora Entre Nós’ mostrará um trio de criminosos que se infiltra em um bairro tranquilo e força uma nova família a entrar no plano astral, onde descobrem uma verdade aterradora: O Além está se infiltrando no mundo real.

A rainha da franquia, Lin Shaye, retorna para estrelar ao lado de  Amelia Eve (‘A Maldição da Mansão Bly’), Brandon Perea (‘Não! Não Olhe!’), Maisie Richardson-Sellers (‘Os Originais’), Sam Spruell (‘Fargo’) e Island Austin.

Jacob Chase será responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por David Leslie Johnson-McGoldrick (‘Invocação do Mal 2, A Órfã). David Garbett (‘A Morte do Demônio: A Ascensão’) é o diretor de fotografia.

Jason Blum, Oren Peli, James Wan e Leigh Whannell são os produtores, com Johnson-McGoldrick, Ryan Turek, Steven Schneider e Brian Kavanaugh-Jones como produtores executivos.

Vale lembrar que a Mandy Moore (‘This is Us’) estrelará um derivado da franquia, intitulado ‘Thread: An Insidious Tale‘. O spin-off contará a história de um casal que usa um feitiço para voltar no tempo com o objetivo de evitar a morte de sua filha.

‘Roda Gigante’: Novo filme de Woody Allen vai encerrar o Festival de Nova York

A mais nova produção de Woody Allen, ‘Roda Gigante’ (Wonder Wheel), vai encerrar o 55º Festival de Cinema de Nova York neste ano. O evento começa em 28 de setembro e acontece até 15 de outubro.

O festival é popularmente conhecido como a vitrine das grandes premiações cinematográficas, como o Oscar, Globo de Ouro, Screen Actors Guild Awards, Writers Guild Awards, entre outros.

No ano passado, passaram pelos telões do NYFF produções como ‘Manchester à Beira-Mar’ e ‘Moonlight’. Ambos conquistaram alguns dos prêmios mais importantes da Academia no início deste ano.

Recentemente, Kate Winslet, uma das protagonistas da trama, comentou que sua atuação era “agradável para grandes premiações”.

A história se passa na década de 50, mas não teve detalhes revelados.

O filme estreia em 2018.

O elenco conta também com James Belushi (‘K‑9 ‑ Um Policial Bom Pra Cachorro‘), Justin Timberlake (‘A Rede Social‘) e Juno Temple (‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘).

Confira:

 

‘Demolidor’: Atuação de Ben Affleck é “fantástica”, diz Charlie Cox

A atuação de Ben Affleck em ‘Demolidor‘ não é uma boa lembrança na mente dos fãs de quadrinhos. Criticado por sua péssima caracterização do personagem, o vencedor do Oscar até hoje é alvo de piadas pelo trabalho feito na adaptação.

No entanto, o atual intérprete de Matt Murdock, Charlie Cox, tem uma perspectiva bem diferente da atuação de Affleck.

Durante sua participação na Comicpalooza, em Houston (Texas), ele novamente pontuou que considera o trabalho do ator em ‘Demolidor – O Homem Sem Medo‘ “fantástico”.

Na ocasião, ele disse:

“Essa é a pergunta que eu mais escuto e vou responder o que já disse antes. Eu particularmente acho fantástica a performance de Affleck como Demolidor. Eu realmente gosto de sua versão de Matt Murdock e eu ‘roubei’ muita coisa dele”.

Recentemente, o ator Wilson Bethel foi escalado para um “papel muito importante” na 3ª temporada de Demolidor, agora a identidade de seu personagem pode ter sido revelada.

Segundo o site That Hashtag Show, Bethel viverá o famoso vilão Mercenário, que vem sendo chamado de Steve, um agente do FBI que, na verdade, é o habilidoso atirador e assassino dos quadrinhos.

Especula-se que a terceira temporada estreia em 14 de Setembro de 2018.

O ator Vincent D’Onofrio vai reprisar seu papel do chefe do crime Wilson Fisk, na terceira temporada de ‘Demolidor‘. A informação foi inicialmente revelada pelo site Deadline e confirmada pela Entertainment Weekly.

Outra mudança que acompanha o terceiro ciclo é a troca dos chefes da série.

Doug Petrie e Marco Ramirez, os responsáveis pela segunda temporada, deixam a produção, abrindo espaço para o comando de Erik Oelson (‘Arrow‘).

‘Demolidor’ ganha versão para deficientes visuais

‘Game of Thrones’: Elenco relembra sua jornada na série em novo vídeo; Assista!

A última temporada deGame of Thronesestá a poucos dias de sua aguardada estreia e para marcar o começo do fim dessa jornada, a HBO produziu um vídeo bem nostálgico, trazendo o elenco principal da produção relembrando toda sua jornada na série.

O vídeo, que tem duração de pouco mais de 10 minutos, traz atores como Kit Harington, Maisie Williams e Peter Dinklage contando como foi o processo desde sua escalação à gravação de sua primeira cena. Além disso, o material conta quais foram as cenas mais inesperadas para os protagonistas, entre outras coisas.

Assista:

A última temporada irá estrear no dia 14 de abril.

David Benioff e D. B. Weiss continuam como os showrunners da série, cujo último ano terá apenas seis episódios e vários deles terão mais do que 60 minutos.

Ao contrário das temporadas anteriores, o novo ciclo consistirá, em sua grande maioria, em conteúdo original ainda não apresentado na saga literária de George R. R. Martin.

O elenco conta com Peter Dinklage, Nikolaj Coster-Waldau, Lena Headey, Emilia Clarke, Kit Harington, Liam Cunningham, Sophie Turner, Maisie Williams, Alfie Allen, Nathalie Emmanuel, Gwendoline Christie, John Bradley e Isaac Hempstead Wright.

Maior rede de cinemas do mundo não exibirá mais os filmes da Universal Pictures

A maior rede de cinemas do mundo, a AMC Theaters, não mais exibirá os filmes da Universal Pictures nas telonas.

O anúncio foi feito pelo presidente da AMC Entertainment, Adam Aron, por meio de um comunicado oficial.

Isso significa que as franquias ‘Velozes e Furiosos‘, ‘Jurassic World‘ e ‘Meu Malvado Favorito‘ não ficarão mais em exibição nas unidades da empresa.

A famosa cadeia de cinemas está presente em boa parte do mundo, sendo a maior rede dos Estados Unidos e da Europa, com aproximadamente 1.000 unidades presentes ao redor do globo, além de cerca de 11 mil telonas espalhadas em todas as suas localidades.

E em seu comunicado oficial, o presidente da AMC Theaters refletiu sobre o delicado momento que a indústria cinematográfica está enfrentando, em virtude do coronavírus, responsabilizando a Universal Pictures por quebrar uma extensa parceria econômica.

Segundo o CEO, a decisão da Universal em optar por lançamentos simultâneos de seus filmes, tanto nos cinemas, como em PVOD (premium video on demand – serviço de vídeo premium por demanda), torna a relação entre ambas as partes insustentável e totalmente prejudicial para o sustento das unidades de cinemas.

O presidente da AMC Theaters reitera que a decisão é unilateral e implica no sustento financeiro das redes de cinema, prejudicando sua lucratividade e inviabilizando seu trabalho.

Confira o comunicado:

“Neste momento de emergência nacional e com o coronavírus causando estragos em todo o mundo, espero que você e seus entes queridos estejam saudáveis ​​e seguros. Me preocupo – e desejo o melhor para – a saúde de todos os nossos colegas do setor. Nunca em nossas vidas houve um tempo tão desafiador como este.

Em meio a uma pandemia global como pano de fundo, eu gostaria que fôssemos poupados de também ter que abordar uma questão diferente, que surge das atuais ações da Universal.

Por 100 anos, a AMC Theatres serviu como uma plataforma de distribuição estrategicamente crítica e altamente lucrativa para os cineastas e durante todo esse tempo a exclusividade do lançamento teatral foi fundamental. Quando um filme está “somente nos cinemas”, os consumidores percebem que é um entretenimento de qualidade superior. Inúmeros cineastas e espectadores acreditam que seus trabalhos criativos são mais apreciados pelos consumidores nas telonas. E todos sabemos que esses lançamentos teatrais de fato aumentam a publicidade, propaganda boca-a-boca positiva, elogios da crítica e receitas posteriores.

Nos últimos quatro anos e meio, estive em diálogo direto com Jeff Shell e Peter Levinsohn, da Universal, sobre a importância de uma robusta janela teatral para a viabilidade da indústria de exibição de filmes. Durante esse período, a AMC manifestou vontade de considerar alternativas à atual estratégia de janelas comum em nosso setor, onde o objetivo de tais alternativas é melhorar a lucratividade do estúdio e a rentabilidade do operador dos cinemas.

A Universal afirmou que só buscava um lançamento de entretenimento direto para casa para o “Trolls 2″ porque os cinemas estavam fechados e a Universal estava comprometida com um lucrativo acordo de licenciamento de brinquedos. Tínhamos nossas dúvidas de que essas eram as motivações da Universal, pois havia um antigo desejo da Universal operar no formato de entretenimento domiciliar. No entanto, aceitamos essa ação como uma exceção às nossas práticas comerciais de longa data nesses tempos sem precedentes.

Na edição do Wall Street Journal de hoje, Jeff Shell é citado dizendo que:

‘Os resultados do ‘Trolls 2′ excederam nossas expectativas e demonstraram a viabilidade do PVOD’ (Premium Video On Demand – serviço de vídeo premium sob demanda), disse Shell. ‘Assim que os cinemas reabrirem, esperamos lançar filmes nos dois formatos’.

Essa mudança radical da Universal no modelo de negócios que existe atualmente entre nossas duas empresas representa apenas uma desvantagem para nós e é categoricamente inaceitável para a AMC Entertainment, que possui a maior coleção de unidades de cinemas do mundo.

No futuro, a AMC não licenciará filmes da Universal em nenhum de nossos 1.000 cinemas globalmente, sob esses termos.

Portanto, queremos ser absolutamente claros, para que não haja ambiguidade de qualquer tipo. A AMC acredita que, com essa ação proposta para ir ao lar e aos cinemas simultaneamente, a Universal está quebrando o modelo de negócios e as negociações entre nossas duas empresas. Eles pressupõem que aceitaremos humildemente uma visão reformulada de como os estúdios e expositores devem interagir, sem a preocupação da parte da Universal sobre como suas ações nos afetam. Também presumem que a Universal pode de fato manipular toda a situação, que os filmes da Universal podem ser lançados em casa e nos cinemas ao mesmo tempo, sem a modificação nos acordos econômicos atuais entre nós.

É decepcionante para nós, mas os comentários de Jeff sobre as ações e intenções unilaterais da Universal não nos deixaram escolha. Portanto, efetivamente, imediatamente, a AMC não exibirá mais filmes da Universal em nenhum de nossos cinemas nos Estados Unidos, Europa ou Oriente Médio. Essa política afeta todo e qualquer filme da Universal em si, entra em vigor hoje e quando nossos cinemas reabrirem, e não é uma ameaça oca ou mal considerada. Aliás, essa política não se destina apenas à Universal por motivo de punição, mas também se estende a qualquer produtora de filmes que abandone unilateralmente as atuais práticas de janelas, sem negociações de boa fé entre nós, para que ambos, elas como distribuidoras e nós como expositores, possamos nos beneficiar mutualmente e para que nenhuma das partes venha a sofrer com essas mudanças. Atualmente, com o comentário feito à imprensa hoje, a Universal é o único estúdio contemplando uma mudança geral no status quo. O que justifica essa comunicação imediata em resposta.

A AMC investiu tempo e energia significativos com os executivos da Universal nos últimos anos, tentando descobrir um novo modelo de janelas que seria benéfico tanto para o seu estúdio quanto para nossas operações de cinema. Embora os pronunciamentos unilaterais da Universal sobre esse assunto sejam desagradáveis ​​para nós, como sempre foi o caso, a AMC está disposta a sentar-se com a Universal para discutir diferentes estratégias e diferentes modelos econômicos entre sua empresa e a nossa. No entanto, na ausência de tais discussões e em uma conclusão aceitável, nossas décadas de incrivelmente bem-sucedidas atividades comerciais juntas acabaram tristemente”.

‘Ma’: Terror da Blumhouse com Octavia Spencer já está disponível na Amazon Prime Video

O terror ‘Ma‘, produzido pela Blumhouse e estrelado pela Octavia Spencer, já está disponível na Amazon Prime Video. A produção teve sua estreia recentemente na grade de programação do serviço de streaming.

Lançado em 2019, o longa segue Sua Ann, uma mulher solitária que vive uma vida reservada em sua pequena cidade. Um dia, Maggie, uma adolescente da cidade, pede que Sue compre pedida para ela e seus amigos, e Sue Ann vê a chance de fazer alguns amigos. Ela oferece aos jovens a chance de ficar em seu porão para evitar beber e dirigir. Mas há algumas regras em sua casa: um dos jovens tem que permanecer sóbrio. Não xingue. Nunca suba as escadas. E chame-a Ma. No entanto, conforme a hospitalidade de Ma começa a se transformar em obsessão, o que começou como um sonho adolescente se transforma em um pesadelo assustador.

Confira o trailer legendado:

O longa é dirigido por Tate Taylor, o aclamado diretor de ‘Histórias Cruzadas‘, que também assina o roteiro ao lado de Scotty Landes.

O elenco ainda inclui Diana SilversJuliette LewisLuke EvansMissi Pyle, McKaley MillerCorey FogelmanisGianni Paolo e Dante Brown.

Crítica | Eric: Bennedict Cumberbatch e Netflix se unem em excelente minissérie de suspense dramático

É nas encardidas ruas da Nova York oitentista que o pequeno Edgar, de nove anos, desaparece de seus pais. Estendendo um rastro de destruição em uma família já desestruturada, seu sumiço é mais do que outro suspeito sequestro – daqueles comuns entre as décadas de 80 e 90. Como uma pétala que se desfaz de uma murcha e quase desfalecida rosa, sua trágica história é um inesperado prelúdio da brusca queda de um castelo de cartas. E o que, aparentemente, parecia envolver apenas um pequeno núcleo familiar, se transforma é um imenso novelo de lã que se desfaz, conectando histórias, tragédias aleatórias e uma rede de corrupção sem medidas.

Eric poderia ser apenas uma minissérie dramática como tantas outras, mas Abi Morgan faz de sua mais nova produção um catalisador de pequenas, grandes e complexas narrativas interpessoais, que ainda estampam o ruidoso e quase apocalíptico cenário de uma Nova York assombrada pela má gestão, tomada por gangues, tráfico de drogas a céu aberto e macabras pichações. Nesse cenário de perdas e desespero, Benedict Cumberbatch ousa se despir da audiência, tal como o fez em O Jogo da Imitação. Dando vida a um verborrágico e exigente pai alcoólatra, ele é uma complicada combinação entre a genialidade criativa, a soberba de um discurso constantemente agressivo e o fervilhar de traumas de infância marcados por pais ricos, mas frios e ausentes.

Como um vulcão em constante ebulição, ele é intenso, intragável e difícil de lidar. Seu coração está no lugar certo, mas sua mente não. Sua esposa, vivida por Gaby Hoffmann, é embalada por seu caos. Sempre reativa, ela é o reflexo da toxicidade de seu parceiro. Juntos, eles formam um doentio coquetel molotov, transformando seu secreto caos em uma espiral de sofrimento e solidão. E não haveria escolha melhor para essa disfuncional realidade que não fosse Cumberbatch e Hoffmann. Brigando entre si enquanto lutam por um mesmo objetivo, ambos são como cicatrizes abertas e pulsantes, que perambulam sem rumo pelos imundos becos de uma Nova York antiga, em busca de seu filho.

Com performances poderosas e dignas de prêmios, a dupla protagonista é acompanhada por McKinley Belcher III, Dan Fogler e David Denman, que brilham em tela em papéis secundários que sustentam os pilares da narrativa principal. E protagonizando um dos três subplots presentes em Eric, ambos também são peças-chave nesse thriller dramático que se compõe diante dos nossos olhos como um denso quebra-cabeça. Ajudando a compor a dramaticidade e o mistério da trama, eles também operam como bússolas morais, que nos ajudam a caminhar e a encaixar cada pedaço desse imenso retrato.

E de maneira especial, McKinley nos encanta como o voraz, sensível e focado policial Mickey. Enfrentando seus próprios dilemas em uma década marcada pela epidemia da AIDS, ele recria um hiato muito doloroso da história mundial, com a precisão de um ator habilidoso e a sutileza de quem sabe que está fazendo mais do que contar uma história fictícia. E assim, Eric transforma um thriller dramático sobre o desaparecimento de uma criança em uma experiência sinestésica e histórica, que faz uma amálgama entre ficção, fantasia e realidade. Abordando com profundidade a psique de um homem repleto de vícios e traumas, a original Netflix ainda consegue nos tocar profundamente com seus personagens, nos vinculando às suas lutas de maneira apaixonada.

Aguçando nossos sentidos e nos proporcionando uma experiência emocionalmente exaustiva – tamanha sinestesia da obra de Morgan -, Eric é uma raridade em autenticidade, em um mar de remakes, reboots e sinalizações de virtude excessivas. Com um design de produção que nos transporta para a vibrante década de 80, a série da Netflix conta com um roteiro impecável, que faz alusões poderosas entre doenças mentais e o contexto do entretenimento infantil. Apresentando três subtramas além do core narrativo (sumiço do garoto Edgar), a produção ainda consegue a façanha de administrar bem seu tempo de tela, garantindo que todas as pequenas grandes histórias se desenvolvam bem e se conectem com a essência da trama.

E ainda que alguns torçam o nariz alegando que a original Netflix tenta explorar mais temáticas do que de fato é capaz de desenvolver em apenas seis episódios, a verdade é que Eric é uma complexa teia de histórias que inevitável e invariavelmente se conectam. Trazendo às telinhas uma realidade histórica social latente que de fato marcou os Estados Unidos, a produção faz um relato quase documental de uma época dilacerada por excessivas mortes de homens gays, violência no gueto, racismo e miséria – unindo todos esses pontos a partir de uma tragédia familiar. Nos absorvendo profundamente para esse drama, à medida em que expõe as rachaduras de um lar marcado por dor, traumas e vícios, a nova minissérie é uma catártica experiência – tanto para os personagens, bem como para o público. Eric transforma o sofrimento em uma valiosa oportunidade de cura, uma chance de cavarmos o melhor em nós em meio aos escombros da monstruosidade que muitas vezes carregamos na alma e sequer percebemos.

“É babaca e desrespeitoso com as mulheres”, diz roteirista de ‘Pantera Negra’ sobre ‘Homem de Ferro’

Durante um painel na SXSW 2018, o co-roteirista de Pantera Negra, Joe Robert Cole, declarou que acredita que Homem de Ferro (2008) não teria sido bem aceito se chegasse aos cinemas hoje em dia.

“É só pensar onde estamos agora, com esse presidente pouco inteligente e o nosso mundo se partindo por causa disso. Pense novamente em Tony Stark, sendo babaca e tudo bem. Se esse personagem fosse criado em um filme hoje, me pergunto se a resposta seria como, ‘Ei, que legal ele ser babaca e desrespeitoso com as mulheres… Tudo bem’ Acho que estamos em um mundo diferente hoje, em lugar melhor”

Ao longo dos anos, o personagem tem sofrido uma grande redenção e enfrentado as consequências dos seus atos.

 

Nova imagem de ‘Suspiria’ pede que você dê sua alma à dança

A conta oficial do Twitter para Suspiria, de Luca Guadagnino, compartilhou uma nova imagem, com a legenda “Dê sua alma ao baile”. Confira:

 

A duração do corte final do remake de Suspiria, com direção de Luca Guadagnino (Me Chame Pelo Seu Nome‘), foi revelada: 152 minutos, ou seja 2 horas e 32 minutos.

No filme, “Uma jovem americana dançarina de ballet viaja até uma prestigiada escola de dança na Europa, apenas para descobrir que existe algo mais sinistro e sobrenatural. Ela se torna cada vez mais assustada conforme uma série de assassinatos terríveis acontece, e segredos sombrios da escola vêm a tona.”

Dakota Johnson interpreta Susie Bannion no remake.

O elenco ainda inclui Chloe Grace-Moretz, Tilda SwintonMia GothSylvie TestudAngela WinklerMałgosia BelaLutz Ebersdorf e Jessica Harper.

A estreia está programada para 02 de Novembro de 2018.

Enquanto isso, os fãs do clássico terror de Dario Argento estão criando diversas artes para o remake que chega aos cinemas esse ano. As artes incríveis prestam homenagem aos clássicos do anos 70. Confira:

Recentemente, foi revelado que o cineasta Quentin Tarantino se emocionou com o final do filme. A informação é do Indiewire.

Em uma nova entrevista ao site, Guadagnino contou:

“Eu mostrei o filme para Quentin. Nos tornamos amigos desde que participamos do júri do Festival de Veneza. Estava nervoso, mas ansioso para ouvir o que ele tinha para me dizer sobre. Vimos o filme em sua casa e sua reação me deixou muito feliz. Ele adorou o filme, e no fim estava chorando e me abraçou. Porque este é um filme de terror mas também é um melodrama, meu objetivo era fazer com que você visse o terror sem ser capaz de desviar o olhar porque você se identifica com os personagens”

Recentemente, o remake recebeu uma alta classificação indicativa, para maiores de 18 anos, por conter “Conteúdo perturbador envolvendo violência ritualística, imagens sangrentas e nudez gráfica, e também por causa da linguagem, que inclui referências sexuais.”

A expectativa para o remake do terror, dirigido por Luca Guadagnino, deMe Chame Pelo Seu Nome, está cada vez mais alta.

 

Dica do fim de semana | Onde assistir o ‘Monsterverse’ do GODZILLA nos streamings

Iniciado em 2014, o Monsterverse é um dos universos cinematográficos compartilhados de maior sucesso de Hollywood. Trabalhado aos poucos, ele foi conquistando seu espaço e já ostenta cerca de três franquias sólidas dividindo o mesmo universo e chamando cada vez mais fãs para embarcar nessa viagem.

E agora com uma produção marcando sua estreia na TV, o Monsterverse parece que vai seguir ostentando esse espaço nos próximos anos sem perder o fôlego. Pensando nisso, o CinePOP vasculhou os serviços de streaming e vai citar aqui onde vocês podem encontrar todos os capítulos desse universo compartilhado de monstros. Confira!

Godzilla (2014)

Dirigido por Gareth Edwards, Godzilla deu um novo começo para a franquia do Rei dos Monstros. A trama gira em torno de um soldado (Aaron Taylor-Johnson) cuja família foi destruída por um acidente nuclear envolvendo o monstrão. Anos depois, duas criaturas gigantes começam a atacar a cidade, despertando novamente o Godzilla, que sai por aí destruindo tudo.

Onde assistir: HBO Max

Kong: A Ilha da Caveira (2017)

Kong é o mais diferente e interessante filme do Monsterverse. Ambientado nos anos 70, o filme acompanha uma equipe de exploradores da Monarch rumo a uma ilha lendária localizada no centro de uma tempestade eterna. Junto a uma fotógrafa e um time de militares e mercenários, essa equipe vai se deparar com as criaturas mais exóticas do mundo, incluindo uma lula gigante e o próprio King Kong. É também o filme desse universo com o elenco mais estrelado, contando com nomes como: Samuel L. Jackson, Brie Larson, Tom Hiddleston e John Goodman.

Onde assistir: HBO Max

 

Godzilla II: Rei dos Monstros (2019)

A sequência do filme de 2014 é provavelmente o pior longa de todo o Monsterverse, porque mesmo trazendo uma porção de monstros icônicos, o drama humano acaba tomando a maior parte da trama, o que não agrada a ninguém. Ainda assim, essa história já considera um debate sobre o Godzilla ser um vilão, um herói ou apenas uma força da natureza, enquanto a Monarch segue atrás das outras criaturas espalhadas pelo mundo. Dessa forma, eles acabam despertando uma série de monstros, como o Ghidorah, a Rainha Mothra e o Rodan. E agora para impedir essa monstralhada toda de destruir a civilização?

Onde assistir: HBO Max e Amazon Prime Video


Godzilla Vs. Kong
(2021)

Após anos sendo monitorado pela Monarch, o Kong passa a ser visto como uma forma da Monarch chegar até a Terra Oca, uma suposta dimensão paralela escondida no centro da Terra, que só pode ser acessada pelos monstros. O problema é que a atividade dessas criaturas desperta a atenção do Godzilla. Agora, os dois maiores monstros do cinema estão frente a frente e vão fazer exatamente aquilo que se espera deles: uma porradaria sem fim, com direto a golpe baixo, dedo do olho e até um machado improvisado com pedaços do corpo do outro. Divertido demais.

Onde assistir: HBO Max e Amazon Prime Video

Monarch – Legado de Monstros

Em exibição no Apple TV+, essa série explora as origens e as consequências das ações da Monarch entre os anos 50 e os anos 2010, quando pouco depois dos ataques do Godzilla no primeiro filme. A série tem episódios semanais e expande a gama de monstros desse universo, além de trazer a família Russell em peso. Nos anos 50, Wyatt Russell interpreta um personagem que também é interpretado por seu pai da vida real, Kurt Russell, quando a trama avança para 2015. É muito interessante. Atualmente, a produção está em seu terceiro capítulo, então ainda dá tempo de pegar esses três para acompanhar a série a cada novo lançamento.

Onde assistir: Apple TV+

Crítica | De Volta aos 15 – Segunda Temporada Expande A História Para os Outros Personagens

A temática de viagem no tempo continua em alta em todas as produções. E, após o estrondoso sucesso da primeira temporada da série nacionalDe Volta aos 15’, não foi difícil imaginar que uma segunda temporada seria confirmada logo em seguida. Para o alívio de muitos fãs de Bruna Vieira, o anúncio não demorou a vir, e, apesar de termos tido que esperar um pouquinho mais, as novas aventuras de Anita viajando para a sua adolescência finalmente chegaram na Netflix logo no início do recesso escolar, com a segunda temporada de ‘De Volta aos 15’.

Dessa vez quando Anita (Camila Queiroz) acordou, algo estava diferente sua rotina. Certa de que finalmente tinha escolhido a possibilidade certa de futuro ao acordar ao lado de Henrique (Caio Cabral) em Paris, foi com surpresa que depois de um dia incrível na capital francesa ela acordou em outro lugar, em outra possibilidade de vida. Tudo isso aconteceu porque Joel (Antonio Carrara) acabou descobrindo seu segredo e, sorrateiramente, invadiu sua conta no Floguinho, alterando, assim, a linha do tempo e, por consequência, ganhando os mesmos poderes de Anita. Com os dois agora capazes de viajar no tempo e alterar o passado, tem sido mais complicado garantir o futuro, acima de tudo porque Anita (Maisa Silva) não quer reviver a doença do pai e está obcecada em voltar com sua vida em Paris. Para que isso aconteça ela fará de tudo para encaixar as peças de volta ao lugar, embora, no caminho, acabe machucando muitas pessoas.

Com apenas seis episódios, a segunda temporada de ‘De Volta aos 15’ mantém o cerne da história da protagonista, mas, dessa vez, a trama se abre para jogar luz aos personagens secundários que tanto têm relevância na jornada da protagonista. Para quem curtiu a primeira temporada, é muito legal ver o aprofundamento desses personagens, que vão ganhando maturidade com o passar do tempo da vida real, mesmo que na ficção não tenha passado tanto tempo assim. De todos, é extremamente tocante a jornada do personagem César (Nila), se conhecendo e reconhecendo sua identidade de gênero como Camila (Alice Marcone, roteirista da primeira temporada). Ainda que sua história corra em paralelo, é o seu desenvolvimento que se torna o coração dessa segunda temporada, especialmente no segundo episódio, escrito com muita sensibilidade pela roteirista e escritora Ray Tavares.

Ao contrário de muitas produções, mesmo mantendo o mesmo mote ‘De Volta aos 15’ não cansa o espectador, justamente por inteligentemente expandir o protagonismo aos outros personagens. Nesse vaivém temporal, é delicioso relembrar fases da cultura pop juvenil de virada e início de milênio, como a influência da Street Art e o som hardcore da banda Charlie Brown Jr., a febre teen da novelinha mexicana ‘Rebeldes’ e também a fase pseudo-gótica emo pela qual muitos de nós passamos.

De Volta aos 15’ é uma série que consegue se manter atual com as pautas importantes debatidas pela juventude de hoje e ainda por cima traz a nostalgia da juventude do ontem, construindo uma ponte entre duas gerações que têm mais pontos em comum do que conseguem reconhecer. Com um elenco afinado e que acredita no que está fazendo, ‘De Volta aos 15’ é uma das melhores produções seriadas nacionais da atualidade. Que bom que a terceira temporada já está confirmada!

‘Aves de Rapina’: Atriz de ‘How I Met Your Mother’ entra para o elenco

Aves de Rapina, novo filme da Warner Bros. em parceria com os estúdios DC, adicionou um novo membro para seu elenco: Charlene Amoia.

Os fãs de How I Met Your Mother talvez se lembrem de Amoia como Wendy, a garçonete, que apareceu em diversos episódios entre 2005 e 2011, era regular na série e possuía duas linhas narrativas relacionadas ao elenco principal – uma com Barney (Neil Patrick Harris) e outra com o pai de Ted (Josh Radnor).

No novo filme, a atriz será a mãe de Helena Bertinelli, Maria, a qual é esposa de Franco Bertinelli, um dos membros da máfia local. Helena, por sua vez, é conhecida também como a Caçadora e é interpretada por Mary Elizabeth Winstead. A anti-heroína irá acompanhar Arlequina (Margot Robbie) e Canário Negro (Jurnee Smollett-Bell) na narrativa principal.

Amoia recentemente fez algumas aparições em outras séries, incluindo FlashAmerican Horror Story.

Além de Margot Robbie, o elenco também é formado por Mary Elizabeth WinsteadJurnee Smollett-BellElla Jay Basco e Rosie PerezAli WongChris MessinaMichael MasiniSteven WilliamsDerek WilsonDana Lee e outros completam o time.

‘Aves de Rapina (E a Fantabulosa Emancipação de uma Arlequina)’ é dirigido por Cathy Yan a partir de um roteiro assinado por Christina Hodson. O filme estreia no dia 07 de fevereiro de 2020.

‘Halloween Kills’: Fotos de bastidores podem ter revelado possível flashback para 1978

Com as filmagens de Halloween Kills’ a todo vapor, era apenas uma questão de tempo até que a aguardada sequência ganhasse suas primeiras imagens de bastidores – e elas podem ter revelado algo muito interessante.

As fotos são ambientadas no dia do Halloween e talvez tenham dado uma pista de que o longa-metragem terá cenas em flashback ambientadas em 1978 (ano no qual os eventos do filme original aconteceram).

Confira:

A produção começou no dia 17 de setembro em Wilmington, Carolina do Norte. A cidade será palco de uma gravação envolvendo coberturas jornalísticas, indicando que a continuação deve acontecer logo após os eventos do último filme, lançado em 2018.

Dirigido por David Gordon Green, o reboot da franquia foi um sucesso de público e crítica, arrecadando US$ 255.4 milhões mundialmente e alcançando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira o anúncio das sequências:

Halloween Kills‘ e ‘Halloween Ends‘ também serão dirigidos por Green e têm previsão de estreia para 16 de outubro de 2020 e 15 de outubro de 2021, respectivamente.

Jamie Lee Curtis estrelará ambas sequências. E espera-se que Judy Greer e Andi Matichak também retornem como sua filha e neta, respectivamente.

‘Macbeth’: Adaptação com Frances McDormand e Denzel Washington é adiada

Segundo o Deadline, mais um filme foi vítima da pandemia do novo Coronavírus: de acordo com novas informações, a recente adaptação de Macbeth, comandada por Joel Coen, teve início da produção suspensa até segunda ordem.

Ainda não se sabe quando as filmagens irão começar e nem se o adiamento terá impacto no dia da estreia.

Denzel Washington viverá o personagem-título, enquanto Frances McDormand será Lady Macbeth. O elenco também é formado por Brendan Gleeson como o Rei Duncan Moses Ingram como Lady Macduff. Corey Hawkins está em negociações para participar do filme.

A produtora A24 será a responsável por lançar o projeto.

Na trama original, um casal escocês passa por cima de tudo e todos para assumir o trono, cometendo assassinatos e outras atrocidades. No entanto, a sede pelo poder trará um alto preço, com ambos sendo assombrados pelas terríveis consequências de seus atos.

Em 2015, a peça de Shakespeare ganhou uma nova adaptação, intitulada ‘Macbeth: Ambição e Guerra‘. Essa versão foi estrelada por Marion Cotillard e Michael Fassbender.