A Paramount Pictures divulgou uma prévia inédita de ‘Missão: Impossível – O Acerto Final’, oitavo e último capítulo da icônica saga estrelada por Tom Cruise.
O material revela a breve cena em que Cruise se pendura em um avião, contando com comentários de bastidores sobre a experiência de rodar a sequência em questão.
O filme chega aos cinemas nacionais no dia 22 de maio.
Em uma recente entrevista à Empire, o diretor Christopher McQuarrie revelou que o público se surpreenderá com o capítulo final da franquia ‘Missão Impossível’ – e uma exibição-teste do filme aparentemente já provou isso.
McQuarrie revelou que, durante uma das primeiras exibições do filme, um dos membros da audiência quase teve um ataque do coração ao conferir umas das sequências de ação.
“Tivemos uma pequena exibição e alguém disse: ‘eu estava sufocando durante a sequência inteira. Quase tive um ataque do coração’. E eu pensei: ‘acho que fizemos algo certo'”, ele disse.
Na trama, Ethan Hunt e sua equipe da IMF embarcam em uma missão perigosa e de vingança para recuperar uma nova arma que ameaça toda a humanidade e enfrentar o maior vilão de seu passado.
‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ ganhou um novo trailer épico DUBLADO e LEGENDADO, que traz a primeira aparição da Surfista Prateada.
ASSISTA:
DUBLADO
LEGENDADO
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
O filme chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.
O aguardado live-action ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ ganhou um novo trailer épico.
Confira:
Ambientado em um vibrante mundo retrofuturista inspirado nos anos 1960, ‘O Quarteto Fantástico: Primeiros Passos‘ apresenta a Primeira Família da Marvel—Reed Richards/Senhor Fantástico (Pedro Pascal), Sue Storm/Mulher Invisível (Vanessa Kirby), Johnny Storm/Tocha Humana (Joseph Quinn) e Ben Grimm/Coisa (Ebon Moss-Bachrach)—enquanto enfrentam seu maior desafio até agora. Forçados a equilibrar seus papéis como heróis e a força dos laços familiares, eles devem defender a Terra de um deus espacial voraz chamado Galactus (Ralph Ineson) e seu enigmático arauto, o Surfista Prateado (Julia Garner). E como se o plano de Galactus para devorar o planeta inteiro e todos nele já não fosse ruim o suficiente, a ameaça se torna ainda mais pessoal.
O filme chega aos cinemas em 25 de julho de 2025, sendo o primeiro longa da Fase 6 do UCM.
Se há alguém que definitivamente merecia mais reconhecimento que tem, esse alguém é Jessie Ware. A cantora e compositora britânica sempre fez questão de trilha o próprio caminho, arquitetando obras-primas do cenário fonográfico contemporâneo à medida que eternizou uma estética que encapsulou presente e passado em um mesmo lugar. Ora, é só nos lembrarmos do memorável compilado de originais que lançou em 2023, ‘That! Feels Good!’, um arauto dance e disco que se sagrou como uma das melhores incursões do século. Porém, cinco anos atrás, Ware nos convidava para uma suntuosa e apaixonante jornada por incontáveis gêneros musicais com sua magnum opus, ‘What’s Your Pleasure?’.
O compilado de originais, de fato, marcou uma grande mudança na identidade estética de Ware, afastando-a de investidas mais sombrias e introspectivas e impulsionando-a a buscar uma atmosfera de puro hedonismo criativo. Contando com doze faixas minuciosamente construídas por um time de habilidosas mãos, que inclui o produtor James Ford, a obra é uma celebração do prazer, do amor incondicional e da riqueza (seja ela como for), engendrando um cosmos escapista que é influenciado pelo disco, pelo dance-pop, pelo funk, pelo Hi-NRG e por escolhas cinemáticas que nos arrancam de uma dura realidade para nos mostrar que, no final das contas, precisamos nos libertar das amarras que nos mantêm presos.
É notável como a performer faz um claro movimento de introspecção e evocação para transformar declamações pessoalistas em joias universais, pautadas em um arranjo narcótico de instrumentos que nos fisga desde os primeiros segundos. Abrindo com a poderosa e inspiradora “Spotlight”, Ware dá as cartas do jogo a seu bel-prazer, navegando pelas pulsões de um eu-lírico que não deseja nada além do mais puro dos amores, seja ele como for. “Não é o bastante dizer que eu penso em você; palavras nunca conseguem fazer o que eu preciso que elas façam” são os versos que dão início a essa espetacular sinestesia musical, apoiando-se na sutileza de sintetizadores oitentistas que acompanham vocais sensuais e uma rendição que clama pela materialização de um sonho romântico e derradeiro.
A ideia por trás desse compilado, como já mencionado, é explorar as múltiplas camadas do hedonismo em uma maximização apaixonante, saudosista e envolvente. Singrando entre a sensualidade eletrônica da faixa-título, que inclusive entrou para nossa lista de Melhores Músicas Internacionais do Século, e a defesa de um reencontro consigo mesma em “Remember Where You Are”, Ware mergulha de cabeça em uma coesa narrativa que é relembrada até os dias de hoje e que lhe deu forças para seguir em frente com uma discografia que ainda tem muito para contar. Afinal, imaginar que a cantora e compositora iria se aposentar após esse álbum parece algo criminoso, levando em consideração todo o aparato artístico que sempre empregou em cada um de seus discos.
O disco, lançado em meados da pandemia de COVID-19, foi um abraço reconfortante em meio a épocas difíceis, em que a quarentena mandatória e a supressão da conexão humana servem de força-motriz para um amadurecido rearranjo de elementos muito familiares. “Adore You” e “Mirage (Don’t Stop)” mergulham em uma proposital repetição cíclica que funciona com praticidade inenarrável, denotando uma predileção da performer a críticas à indústria musical e de que forma ela passa por mortes e ressurreições. “Save a Kiss” posta-se como uma espécie de balada romântica que dialoga com “Read My Lips”, em que elementos do new wave e do deep-house se encontram em vibrantes peças sonoras.
Há uma clara jocosidade que acompanha certas tracks do álbum e que parte de uma alegre sutileza que ela emprega em suas rendições: “Ooh La La” e “Soul Control” partem de premissas um tanto quanto sexuais, por assim dizer, mas não da mesma maneira explícita que vemos em ‘That! Feels Good!’; pelo contrário, Ware não tem medo se explorar sua sexualidade e sabe que narrar sobre tais assuntos é uma forma de empoderamento que está de acordo com a estética inebriante do projeto. É a partir daí que ela assina contos que nos engolfam em uma ambientação única, fora da cronologia como a conhecemos, de maneira a afirmar que não existe nada além daquilo que mais desejamos e ansiamos – procurando pincelar esses estandartes do prazer com uma ambígua melancolia inspiradora.
O álbum nutre de similaridades com outras produções da época que escolheram revisitar o classicismo dos anos 1990 e 2000, incluindo ‘Chromatica’, de Lady Gaga, e ‘Honey’, de Robyn. Porém, enquanto as inspirações são claras, Ware não tem medo de explorá-las a um nível diferenciado que não carece de comparações, e sim de forma a revelar como tantas artistas conseguem trabalhar para um propósito em comum – cada qual com sua identidade. E, dentro desse espectro, Ware destaca-se por infundir diligências com um coming-of-age que serviria de base para os anos seguintes e que se tornaria, mesmo que indiretamente, um emblema para vários artistas – como RAYE e a lendária Kylie Minogue.
Cinco anos depois de seu lançamento oficial, ‘What’s Your Pleasure’ continua a colher frutos de impecáveis corolários, reiterando o poder criativo de uma das artistas que merecia ter mais horas no centro dos holofotes do que possui. Não é surpresa que, pouco a pouco, ouvintes redescobrem essa obra-prima musical e entendem o que significa fazer arte.
Depois de ter nos presenteado com duas faixas promocionais e o lead single de sua nova era, Miley Cyrusrevelou através das redes sociais que o filme que acompanha o álbum visual ‘Something Beautiful’ terá sua estreia mundial no Festival de Tribeca 2025.
A produção será exibida em um dos maiores eventos cinematográficos do ano, que ocorre entre os dias 04 e 15 de junho, na cidade de Nova York, Estados Unidos. O projeto é dirigido por Cyrys, Jacob Bixenman e Brendan Walter, com fotografia de Debie.
O compilado de originais, por sua vez, está agendado para 30 de maio e conta com as canções “End of the World” e a faixa-título.
O álbum conta com treze faixas inéditas e funcionará como uma experiência visual única que inclui nomes importantes do mundo da moda: Thierry Mugler, Jean Paul Gaultier, Alexander McQueen e Alaïa.
Vale lembrar que o último álbum de estúdio de Cyrus foi o elogiado ‘Endless Summer Vacation’, que lhe rendeu nada menos que duas estatuetas do Grammy Awards pelo single“Flowers” – incluindo Gravação do Ano.
No ano passado, Cyrus integrou o aclamado álbum ‘Cowboy Carter’, de Beyoncé, na faixa “II Most Wanted” – que lhe rendeu mais um gramofone dourado.
A aclamada cantora e compositora Lorderevelou através das redes sociais que está prestes a retornar ao mundo da música.
A artista anunciou o lançamento do lead single de seu próximo álbum de estúdio, “What Was That?”, que será disponibilizado em breve nas plataformas de streaming.
O último compilado de originais de Lorde foi ‘Solar Power’, lançado em 2022 e que contou com a faixa-hômonima, bem como as canções “Stoned at the Nail Salon”, “Mood Ring” e “Oceanic Feeling”.
A artista fez sua estreia oficial no mundo fonográfico em 2013, com o bem recebido ‘Pure Heroin’. Seu último trabalho, ‘Melodrama’, foi lançado em 2017 e caiu no gosto da crítica, recebendo inclusive uma indicação a Álbum do Ano na cerimônia do Grammy.
Além disso, ela já levou duas estatuetas da premiação – Melhor Performance Pop Solo e Música do Ano por “Royals”. Lorde também conquistou uma nomeação ao Globo de Ouro de Melhor Canção Original por “Yellow Flicker Beat”, do filme ‘Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1’ e é constantemente citada como inspiração de diversos artistas, incluindo Olivia Rodrigo e Billie Eilish.
Com poucos detalhes revelados sobre seus personagens, sabe-se que Esposito será Vernon Dahmer, membro do NAACP que é assassinado pela Ku Klux Klan por seu trabalho como recrutador de votos.
As gravações do longa-metragem se iniciaram em Atlanta, Geórgia, no último dia 15 de abril.
Baseado no roteiro ‘CI34’, de Sascha Penn e com revisões de Theodore Witcher, o filme conta a incrível história real do notório assassino da máfia que foi contratado sem autorização pelo FBI e fez parceria com um jovem agente especial negro para caçar os responsáveis pelos assassinatos de líderes dos direitos civis em 1966 no Mississippi.
A Netflix divulgou o primeiro teaser trailer da 2ª e última temporada de ‘Sandman’, adaptação dos quadrinhos assinados por Neil Gaiman.
A primeira leva de episódios será lançada na plataforma de streaming em 03 de julho. A leva de encerramento, por sua vez, será disponibilizada três semanas depois, em 24 de julho.
A nova temporada irá introduzir Orfeu (Ruairi O’Connor), filho de Morfeu (Tom Sturridge), e os deuses nórdicos Odin (Clive Russell), Thor (Laurence O’Fuarain), Loki (Freddie Fox), além de Adrian Lester (Destino), Esmé Creed-Miles (Delírio) e Barry Sloane (Pródigo).
‘Sandman‘ é a criação mais popular de NeilGaiman e é centrada no ser mítico Sonho, parte de um grupo conhecido como Os Perpétuos ou Os Sem Fim. Como seu nome indica, o protagonista dos quadrinhos reina sobre o mundo dos sonhos. A trama tem início quando ele escapa de seu cativeiro, que durou 70 anos, e encontra seu reino dilapidado nos dias atuais.
Allan Heinberg (‘Mulher-Maravilha’) é o showrunner da série.
O selo de histórias em quadrinhos Vertigo da DC publicou originalmente a série entre 1989 e 1996, com várias séries adicionais chegando em 2009 e entre 2013 e 2015.
A trama acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.
A Max divulgou novas imagens oficiais da 3ª temporada da elogiada série de época ‘A Idade Dourada‘.
Além disso, foi revelado que o próximo ciclo tem estreia prevista apenas para junho de 2025, sem dia confirmado.
Confira:
Sucesso na emissora, o segundo ciclo registrou um aumento progressivo na audiência por seis semanas consecutivas.
“Estamos muito orgulhosos do que o Julian Fellowes e a família de ‘A Idade Dourada’ criaram,” declarou Francesca Orsi, chefe de programação do canal. “Dos figurinos até o design de produção e as performances, esta série cativou muitos espectadores semana após semana. Ao lado dos nossos parceiros na Universal Television, estamos animados em continuar esse conto grandioso na terceira temporada.”
A trama é ambientado nos Estados Unidos, em 1882. A jovem Marian Brook é a filha órfã de um general do sul que se muda para a casa de suas tias rígidas e tradicionais, na cidade de Nova York. Acompanhada pela misteriosa Peggy Scott, ela se envolve na vida deslumbrante dos novos vizinhos, todos estupendamente ricos. Será que Marian seguirá as novas regras sociais ou traçará um caminho próprio?
Depois do trailer final, a Marvel Studios divulgou um cartaz inédito do vindouro longa-metragem ‘Thunderbolts*’.
O filme tem lançamento agendado para o dia 2 de maio nos cinemas brasileiros.
Confira:
A Marvel Studios e uma equipe de veteranos guerreiros indepedentes que se venderam para o lado errado apresentam Thunderbolts*, um grupo irreverente composto pela assassina deprimida Yelena Belova (Florence Pugh) e por figuras desajustadas.
Todos estão em perigo no novo e insano trailer daaguardada sequência ‘Extermínio: A Evolução‘.
Recheado de cenas inéditas, o novo vídeo pronocional destaca zumbis “evoluídos”, com diversos momentos sangrentos e uma cena ambientada em uma igreja similar com aquela clássica do primeiro filme.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 19 de junho.
Além de Jodie Comer, o elenco conta com Jack O’Connell (‘Invencível’), Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: A Era de Ultron’), Ralph Fiennes (‘O Menu’) e Erin Kellyman (‘Falcão e o Soldado Invernal’).
Uma das franquias de horror mais aclamadas dos últimos anos, ‘Extermínio’ arrecadou quase US$ 150 milhões com seus dois primeiros filmes, lançados em 2002 e em 2007.
O projeto foi criado por David E. Kelley, marcando sua primeira colaboração com Pfeiffer, com quem é casado há mais de três décadas, e com a A24.
Kelley entra como showrunner, roteirista e produtor executivo. Fanning e Kidman também assumem o cargo de produtoras executivas.
Na trama, Fanning estrela como Margo Millet, filha de uma garçonete do Hooters (Pfeiffer) e de um ex-lutador profissional, que sempre soube que teria que sobreviver sozinha. Então, ela se matricula na faculdade local, embora não consiga imaginar como conseguirá ganhar a vida. Ela ainda está descobrindo as coisas e nunca planejou ter um caso com seu professor de inglês – e embora o caso seja breve, não é breve o suficiente para impedi-la de engravidar. Apesar dos conselhos de todos, ela decide ficar com o bebê, principalmente por ingenuidade e anseio por algo maior.
Agora, aos vinte anos, Margo está sozinha com um filho, desempregada e à beira do despejo. Ela precisa de uma grande quantidade de dinheiro – e rápido. Quando seu pai distante, Jinx (Offerman), aparece em sua porta e pede para morar com ela, ela concorda em troca de ajuda para cuidar dos filhos. Então Margo começa a traçar um plano: ela iniciará um OnlyFans como um experimento e logo se verá adaptando alguns dos conselhos de Jinx do mundo da luta livre. Será esta a resposta para todos os problemas de Margo ou a fama na Internet tem um preço muito alto?
Agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo inédito nos levando aos bastidores do mais recente ciclo e compilando os easter eggs ao longo dos episódios.
A produção, que é uma mistura entre ‘Virgin River‘ e ‘Yellowstone‘ teve sua estreia nesta quinta-feira (17), na Netflix.
Baseada na saga homônima escrita por Jodi Thomas, a produção explora a vida no campo, os dramas de uma pequena cidade do interior e a luta de três fazendeiros para perpetuarem o legado de sua famílias através de suas terras.
Na trama, Duhamel interpretará Staten Kirkland, o dono de uma loja local. Ele é o único morador do Rancho Double K. Firme e estoico, Staten resiste as forças externas que ameaçam seu modo de vida e a terra que ele ama.
Kelly viverá Quinn, uma mulher da cidade grande que se muda para a pequena comunidade. Após tentar ganhar a vida sendo uma pianista em Nova York, ela retorna à cidade de Ransom Canyon para encontrar um novo caminho em sua jornada.
A Netflix encomendou 10 episódios para a primeira temporada. Os dois primeiros capítulos serão dirigidos por Amanda Marsalis (‘Ozark’).
A saga original conta com 10 livros, e o primeiro ciclo adaptará apenas o primeiro volume.
“Essa é uma série familiar multigeracional. É como uma mistura entre ‘Virgin River’ e ‘Yellowstone’,” declarou Jinny Howe, chefe do departamento de drama do serviço de streaming.
‘#1 Happy Family USA’, sitcom animada criada por Ramy Youssef (‘Ramy’) e Pam Brady, já está disponível no catálogo do Prime Video.
A produção foi lançada hoje,17 de abril, na plataforma de streaming.
Relembre o trailer:
A série acompanha os otimistas e maníacos Hussein — a família muçulmana mais patriótica, pacífica e definitivamente nada suspeita da “Amreeka” pós-11 de setembro. Com sátira e absurdo, a série redefine o humor nas dificuldades enquanto eles navegam pelo início dos anos 2000 sob o olhar atento de seus vizinhos aterrorizados!
Escrito porAna Nogueira, o longa chega aos cinemas em 2026.
Baseado na série de oito edições do escritor Tom King, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ será uma aventura de ficção científica que mostrará a prima do Superman de uma maneira que os espectadores não estão acostumados a vê-la. Na trama, Kara Zor-El, acreditando estar sem propósito, é procurada por uma garota alienígena para uma missão de vingança contra os vilões que exterminaram seu planeta. Agora, uma kryptoniana, um cachorro e uma criança com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que mudará suas vidas para sempre.
Milly Alcock protagoniza o longa-metragem como a heroína titular. Eve Ridley (Ruthye), Matthias Schoenaerts (Krem), David Krumholtz (Zor-El) e Emily Beecham (Alura In-Ze) também integram o elenco.
‘Um Filme Minecraft‘, adaptação live-action do icônico jogo de blocos da Mojang, estreou com uma recepção explosiva — literalmente, em alguns casos.
Mas o que era para ser apenas uma celebração geek se transformou em confusão em algumas salas.
Uma cena em que o personagem Steve grita “Chicken Jockey!” viralizou nas redes sociais e passou a ser repetida em coro por jovens nos cinemas. A frase virou trend no TikTok e Instagram, mas em algumas sessões, o entusiasmo exagerado atrapalhou o público, chegando ao ponto de a polícia ser chamada em um caso para conter a agitação.
PERTURBADOS!
O filme Minecraft estreou nos cinemas em 3 de abril e se tornou um grande sucesso, arrecadando US$ 301 milhões no primeiro fim de semana.
‘Um Filme Minecraft’, a adaptação cinematográfica do clássico jogo de videogame, consolidou-se como um verdadeiro fenômeno de bilheteria, já tendo dobrado seu orçamento.
Além do sucesso financeiro, o longa recebeu uma impressionante aprovação de 88% do público no Rotten Tomatoes, contrastando com a recepção menos entusiástica da crítica.
Vale lembrar que o filme já está em exibição nos cinemas nacionais!
O mês de abril trouxe consigo a maior estreia nas bilheterias de um filme de 2025. Falamos de ‘Um Filme Minecraft’, baseado em um famoso videogame.
Em contrapartida, a Disney amargou dois fracassos consecutivos de produções ambiciosas suas. Primeiro com ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, que tinha como objetivo lançar outro personagem no lugar do Capitão América, e ‘Branca de Neve’, adaptação de sua primeira animação para os cinemas. Ambos tiveram resultados bem abaixo do esperado.
Abaixo trazemos para você outras estreias badaladas nos cinemas para o mês de abril. Confira e programe-se.
Na época da Páscoa, nada melhor do que ir ao cinema com toda a família para assistir a um filme bíblico. E nada se traduz melhor do que um filme em animação, no qual os pequenos possam entrar também. Altamente educativo, ‘O Rei dos Reis’ é uma produção sul coreana (acredite). Uma história de ninar de pai para filho, se torna a história mais edificante da humanidade, quando o pequeno começa a se ver lado a lado com Jesus, caminhar com ele e a testemunhar os seus milagres.
No mesmo fim de semana, a garotada tem ainda um outro filme para conferir nos cinemas. Esta animação fala sobre um par de tênis falantes, que são um casal. Em seu caminho surge um jovem com sonhos de se tornar jogador de basquete profissional, e com a ajuda de seu novo par de tênis ele começa a conquista-lo. Porém, após um incidente, os tênis são roubados e separados. Agora, um dos pares parte em uma jornada para reencontrar o outro tênis e voltar ao seu dono.
Você gosta de MillaJovovich? Você gosta dos filmes ‘ResidentEvil’ estrelados por ela? Então esse filme pode ser para você. Isso porque ‘NasTerrasPerdidas’ é a nova produção estrelada por Jovovich e dirigida por seu marido, Paul S. W. Anderson. A adição aqui fica por conta do grandalhão Dave Bautista, o Drax da Marvel. Lembrando que o casal também esteve envolvido em ‘Monster Hunter’, um pretenso blockbuster que terminou morrendo na praia.
A produtora A24 é a mais fora da caixinha de Hollywood, e sempre aposta em filmes, digamos, alternativos e não recomendados para todos os públicos, por serem bastante subversivos. Porém, um gênero que o estúdio nunca investiu muito foi nos filmes de guerra. Bem, isso muda agora com esta produção dirigida pelo queridinho do estúdio Alex Garland, responsável por sucessos como ‘Ex-Machina: Instinto Artificial’ e o recente ‘Guerra Civil’. Aqui, temos retratada a experiência real do ex-militar Ray Mendoza durante sua passagem pela Guerra do Iraque em 2006. Mendoza roteiriza e codirige o longa.
Finalizando as principais estreias do terceiro fim de semana de abril, temos uma das obras-primas cult do saudoso David Lynch, cineasta autoral que nos deixou há pouco tempo. Como forma de homenagem ao artista, a Retrato Filmes relança ‘Cidade dos Sonhos’, um de seus filmes mais prestigiados, nos cinemas brasileiros 23 anos depois de sua estreia original. Esse foi o filme que fez deslanchar a carreira de Naomi Watts, então uma ilustre desconhecida. Watts interpreta uma jovem sonhadora, que chega em Hollywood querendo se tornar uma atriz. É claro que o filme também ficou conhecido por suas cenas eróticas para lá de fortes, principalmente no que diz respeito à relação das personagens de Watts e Laura Harring.
O mês de abril será um ótimo mês para o gênero do terror e do suspense. Além de ‘Desconhecidos’, ‘Presença’, ‘Drop’ e ‘Pecadores’, o mês termina com mais uma adaptação de um famoso game. Mas esqueça ‘Super Mario Bros’ ou ‘Minecraft’, já que o assunto aqui está mais para ‘Resident Evil’ ou ‘Five Nights at Freddy’s’, afinal trata-se de um jogo de terror. A trama bastante criativa subverte o gênero das casas de cabana. Um grupo de amigos jovens viaja até uma casa de cabana de um deles. Porém, uma criatura assustadora aparece e mata todos eles. A jogada está aí, pois eles ficam presos em um loop temporal, onde todos os dias são mortos por uma nova ameaça. Agora, precisam descobrir como sair dessa.
Looney Tunes – O Dia que a Terra Explodiu
Tão bom quanto para os filmes de terror, o mês de abril trará também um considerável número de estreias para a garotada. Além de ‘O Rei dos Reis’ e ‘Sneakers’, teremos ninguém menos que a turminha clássica dos Looney Tunes. Nada de Pernalonga aqui no entanto, esse é um longa animado estrelado pelos coadjuvantes Patolino e Gaguinho. O mais curioso disso tudo é que os direitos dos personagens estão com o estúdio Ketchup, que lança o filme nas telonas, com parceria com a Warner, é claro. Porém, essa não é uma produção exclusiva da casa. Na história, os personagens precisam impedir o fim do mundo.
Star Wars: A Vingança dos Sith
Não é apenas David Lynch e seu cult ‘Cidade dos Sonhos’ que serão homenageados e relançados nos cinemas no mês de abril. Teremos uma opção também para os fãs do cinema blockbuster e da saga espacial mais famosa da sétima arte. Sim, falamos de ‘Star Wars’, e do Episódio III, ‘A Vingança dos Sith’, que está completando 20 anos de sua estreia em 2025. Dá para acreditar? O episódio faz parte da trilogia prequel e é o mais querido dela. Aliás, os fãs mais novos o têm como um dos melhores de toda a saga. Sem dúvida é um filme sombrio, com a transformação de Anakin em Darth Vader.
Ninguém deu nada pelo trailer deste filme, e muitos já inclusive previam um fracasso para a Warner. Bem, mostrando como tudo relacionado ao público é bastante imprevisível, a base de fãs do jogo fez do longa um verdadeiro sucesso em seu primeiro fim de semana. E se as coisas continuarem assim, ‘Minecraft’ será um dos filmes mais bem-sucedidos financeiramente do ano. Jack Black e Jason Momoa devem ter dado festa.
O que Eastwood, Sylvester Stallone e a nossa Ísis Valverde têm em comum. Bem, esse não é o começo de uma piada do tipo: “um português, um japonês e um alemão entraram em um bar…”, embora pareça. Acontece que os três estão no elenco de um filme de ação. E bem, devo começar dizendo que não é Clint Eastwood, e sim seu filho, Scott Eastwood. No filme, Sly é contratado para encontrar um casal de ex-agentes secretos, que descobriu um grande segredo.
Enquanto a maioria dos grandes estúdios luta para fazer seus filmes “acontecerem”, vez ou outro um fenômeno curioso pode ocorrer com uma produção menor e independente: o público eleger um filme e não parar de falar sobre ele. Hoje em dia, com as redes sociais esse boca a boca se potencializa. Foi o que ocorreu com ‘A Substância’ no ano passado, por exemplo. Em menor escala temos este ‘Desconhecidos’ (Strange Darling), destinado a passar em branco, o longa obteve um burburinho que se espalhou rapidamente, e logo todos estavam falando sobre ele. A Paris Filmes não deu bobeira, se ligou e resolveu lançar o longa aqui no Brasil, para que mais pessoas o conheçam.
Ainda na seara de filmes de terror, temos o novo projeto do diretor vencedor do Oscar Steven Soderbergh (Traffic). O cineasta resolveu se embrenhar no terreno do terror e ousar ao expandir o gênero dos filmes de casas assombradas. Tido como uma revolução do gênero, Soderbergh é sempre criativo em suas escolhas e o filme vem sendo anunciado como experimental, ou seja, espere um longa autoral e diferente do que costumamos esperar. Lucy Liu é o nome mais famoso do elenco.
No segundo fim de semana de abril temos uma produção da Universal Pictures que promete ser um dos suspenses mais interessantes do ano. Sem grandes nomes no elenco, aqui temos uma premissa identificável e ao mesmo tempo de gelar a espinha. Quem dirige é Christopher Landon, o mesmo de ‘A Morte te dá Parabéns’ e ‘Freaky’. Esse, no entanto, é seu filme mais adulto. Um thriller de arrepiar, temos uma mulher aceitando sair em seu primeiro encontro após ter ficado viúva. Tudo parece estar indo bem no restaurante, porém, ela começa a receber mensagens assustadoras em seu celular, que se provam bem reais. Tensão define. Quem protagoniza é a ótima Meghanm Fahy, da segunda temporada de ‘White Lotus’.
No segundo fim de semana de abril, o suspense irá dominar os cinemas. Mas enquanto o filme acima é um thriller que se aproxima mais do terror, ‘Operação Vingança’ já é um suspense mais voltado para a espionagem e a ação. Quem estrela é o vencedor do Oscar Rami Malek, como um agente do governo, que trabalha na parte de informática. Ele perde a mulher em um atentado, e agora decide ir atrás dos culpados. O problema é que ele está bem longe de ser James Bond, então precisa agir com o que sabe, ou seja, usando suas habilidades hacker. Laurence Fishburne também está no elenco.
Rina Sawayama não é um nome que você já ouviu por aí – mas deveria. Tendo lançado seu mini-EP ainda em 2017 e participado de algumas séries, a cantora, modelo e formada em Política começaria a investir na promoção de seu primeiro grande álbum de estúdio apenas no final de 2019, lançando um espetacular single que cairia nas graças do público e da crítica especializada. A música, intitulada “STFU!”, cultivaria altas expectativas para o début oficial de sua obra homônima – que ocorreu apenas há alguns dias e já se tornou um dos favoritos do ano. E não é por menos: a competente produção é simplesmente uma amálgama irreverente de inúmeros gêneros musicais, que desprendem-se de suas engessadas convenções para explodir em uma dançante, crítica e apaixonante jornada sinestésica.
‘SAWAYAMA’, como fica conhecido o CD, começa de um jeito bastante inesperado. Apesar de rotulado como o gênero pop – que faz sentido, considerando as canções promocionais -, as iterações se aproximam muito mais de um heavy metal e de um nu-metal vibrante, colorido, permeado por guitarras impactantes e rendições vocais que se assemelham à perfeição operística de Tarja Turunen e que rendem explorações diversas conforme nos deliciamos com treze irretocáveis faixas. “Dynasty” dá a abertura com um ressonante órgão antes de se dispersar em uma letra romântico-épica que cresce a cada nova batida e mergulha numa atmosfera dark e envolvente após o primeiro refrão. Logo de cara, percebemos que a iteração entra em uma teatral contradição com “Snakeskin”, balada que se constrói apenas através do piano e dos sintetizadores muito bem colocados.
Diferente de outros artistas, que já vêm há algum tempo canalizando seus esforços para homenagens diversas às últimas décadas do século passado, Rina opta por se estender apenas uns anos no passado, destinando sua inspiração aos anos 2000 e ao potente R&B que dominava as rádios e as paradas – mas é claro que ela não faz algo esperado: em “XS”, ela transforma o estilo em questão em uma experiência única que transgrede basicamente tudo que se conhece: a cantora e compositora imprime acordes do rock em colaboração à melodia das tubulares baterias e do violão, além de fundi-la a mudanças bruscas de tempo e de progressão que são um deleite para os ouvidos. O mesmo acontece na supracitada “STFU!”, que une a rebeldia da guitarra com uma dramática unilateralidade dos versos.
Sawayama parece brincar com o que tem: ela nos transporta a uma espécie de karaokê no meio das ruas com a kawaii“Paradisin’”, que nos dá uma sensação propositalmente infantiloide pelo uso de elementos próprios do mundo dos games e de uma repetição constante dos acordes e de sua tecedura – tudo isso em contradição com uma divertida história de amadurecimento; na clubby“Comme Des Garçons (Like The Boys)”, sente-se confiante o bastante para voltar a um synth-pop noventista mascarado com aspectos do avant-industrial e um chorus simplesmente maravilhoso que é premeditado desde o começo; no ato final, entrega-se ao hino de superação “Who’s Gonna Save U Now?”, colocando-o de modo bastante sagaz como uma apresentação ao vivo que apenas aumenta sua sensação de triunfo.
Enquanto “Akasaka Sad” pode passar despercebida em meio a outras produções mais mercadológicas e instigantes, a track merece maior atenção e reconhecimento por ser a mais pessoal de todo o CD. Novamente, Rina nos guia através de um escopo instrumental marcado por sintetizadores e bastante upbeat, deixando suas reais intenções atrás de um significado familiar que atravessa gerações e até mesmo serve como análise antropológica. Nessa faixa, Sawayama explora sua descendência japonesa e a imigração para Londres aos cinco anos de idade, percebendo, anos depois, que sente-se alheia aos dois locais, criando um lugar chamado Akasaka Sawayama (que faz alusão ao palácio Akasaka, no Japão, que abriga os visitantes do Estado), que estende suas raízes para a mãe e para o pai.
Pouco depois, ela volta a entender a si mesma com um autodescobrimento bastante singelo em “Love Me 4 Me”, que ergue-se sob um pop-rock influenciado tanto pelas frases motivacionais da lendária RuPaul e dos sintetizadores cíclicos dos anos 1980 (mantendo relações dialógicas até mesmo com Michael Jackson), sem deixar isso muito claro. Na verdade, a artista é cautelosa em demasia e, num complexo universo que cria dentro do CD, coloca sua identidade única do mesmo modo que cultiva uma ambiência cotidiana e relacionável o bastante. Em outra esfera, ela não deixa construções mais lentas de fora, entregando joias lapidadas como a exuberante “Chosen Family” ou a nostálgica “Bad Friend”.
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‘SAWAYAMA’ segue o caminho de revitalização da música mainstream e indie e equipara-se a tantos ótimos álbuns lançados em 2020. Rina, por sua vez, mostra-se como um nome que tem muito a oferecer nos próximos anos, talvez representando um futuro brilhante para a esfera fonográfica: suas habilidades criativas são invejáveis e aplaudíveis em todos os sentidos – conseguindo enterrar os poucos deslizes do álbum em performances implacáveis.