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‘Cidade dos Sonhos’: Novo trailer anuncia o relançamento do clássico de David Lynch nos cinemas brasileiros; Confira!

O aclamado filme ‘Cidade dos Sonhos‘, uma das obras mais emblemáticas de David Lynch, será relançada nos cinemas em versão 4K no dia 17 de abril, marcando 24 anos desde o seu lançamento.

E a produção acaba de ganhar um novo trailer, que celebra o relançamento do clássico nas telonas brasileiras.

Confira:

Considerado um marco no cinema contemporâneo, o filme recebeu elogios da crítica, conquistou o prêmio de Melhor Direção no Festival de Cannes e ainda foi indicado ao Oscar na mesma categoria.

A trama segue Betty (Naomi Watts), uma jovem atriz que chega a Los Angeles e conhece Rita (Laura Harring), uma mulher que perdeu a memória após sofrer um acidente. Juntas, elas embarcam em uma jornada repleta de mistério, suspense e elementos surrealistas para tentar desvendar a verdadeira identidade de Rita.

Com uma estrutura fragmentada e personagens enigmáticos, ‘Cidade dos Sonhos‘ reflete a complexidade dos sonhos e da mente humana. Lançado originalmente em 2001, o filme se destaca por sua narrativa não-linear e sua atmosfera onírica, que desafiam as convenções narrativas tradicionais.

Além disso, a obra oferece uma crítica feroz à indústria cinematográfica de Hollywood, expondo os lados obscuros de Los Angeles, a “cidade dos sonhos”, e revelando as frustrações daqueles que buscam a fama e o sucesso.

Este relançamento também serve como uma homenagem ao legado de David Lynch, que faleceu em janeiro de 2025, aos 78 anos.

‘O’Dessa’: Pós-apocalíptico indie estrelado por Sadie Sink amarga 54% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

O’Dessa‘, musical pós-apocalíptico estrelado por Sadie Sink (‘Stranger Things‘) estreia no Disney+ nesta quinta-feira (20), mas a crítica especializada internacional já teve a oportunidade de conferir durante o Festival SXSW e as principais avaliações estão entre nós.

Abrindo com 54% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa foi duramente criticado por ser repetitivo e por ser composto por diversas ideias que pertencem a outros filmes do estilo Frankenstein.

Além de falta de originalidade, ‘O’Dessa‘ foi alvo de críticas pela ausência de profundidade na trama.

Confira trechos das principais avaliações:

“Um Frankenfilm ridículo, tentando ir longe com a imaginação de outros filmes”. – Jacob Oller, AV Club

“Há muito talento na tela, algumas músicas cativantes e alguns visuais e escolhas de design maravilhosos, mas nada disso realmente se transforma em algo maior, nos deixando com um filme ambicioso, mas estranhamente vazio”. – Matthew Jackson, Paste Magazine

“Essa heroína corajosa que toca guitarra é alguém por quem você realmente pode torcer”. – Mike McGranaghan, Aisle Seat

“Este drama musical de rock pós-apocalíptico é mais exposição do que substância. Com um roteiro mal escrito e músicas quase esquecíveis, é um dos piores filmes que já vi em 2025”. – Rosa Parra, The Latino Slant

“Cada ator em um papel-chave em O’Dessa provou ser de grande talento. Mas O’Dessa claramente não sabe como usá-los, e no final, é um filme que nunca atinge as notas certas”. – Nate Richard, Collider

“Tem um grande coração e é genuinamente cativante”. – Martin Unsworth, Starburst

“Tudo sobre a mensagem e o enredo de O’Dessa é superficial”. – Brian Tallerico, RogerEbert.com

“É tonalmente desequilibrado, dividido entre um pesadelo apocalíptico e uma história de amor sincera”. – Mae Abdulbaki, Screen Rant

“Muitas vezes parece que o filme O’Dessa está tocando a mesma nota”. – Stephen Saito, Variety

Recentemente, foi divulgado um vídeo promocional inédito que apresenta “Yer Tha One”, canção original da produção.

Confira:

A produção será lançada no Disney+ no dia 20 de março.

Além de dirigir, Geremy Jasper também é o responsável pelo roteiro.

“Ambientada em um futuro pós-apocalíptico, a trama segue uma jovem fazendeira em uma jornada épica para recuperar uma querida herança de família. Sua jornada a leva para uma cidade estranha e perigosa, onde ela encontra o amor de sua vida. Mas, para salvar a alma dele, ela deve colocar o poder do destino e da música ao maior de todos os testes.”

O longa conta com músicas originais escritas e produzidas por Jasper e Jason Binnick.

O elenco ainda conta com Kelvin Harrison Jr., Murray Bartlett, Regina Hall, Mark Boone Junior, Pokey LaFarge e Marinko Prga.

Ana de Armas entra em AÇÃO no trailer inédito de ‘Bailarina’, filme derivado de ‘John Wick’; Confira!

Mulher em túnel colorido neon dançando à noite.
bailarina

Bailarina, derivado da franquia John Wick, ganhou um novo trailer oficial dando destaque à estrela Ana de Armas.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A trama deBailarina acompanha Eve Macarro, uma jovem assassina em busca de vingança pela morte de seu pai. Enquanto a franquia já explorou o universo de John Wick com a série The Continental,’Bailarina será o primeiro longa-metragem derivado, expandindo ainda mais o universo já estabelecido.

Em uma conversa com o Collider, Ana de Armas explicou as diferenças entre sua personagem e o icônico John Wick, afirmando que, apesar de o filme manter algumas marcas registradas, sua personagem será original.

“Eu acho que existem algumas marcas registradas no estilo das lutas em ‘John Wick e coisas que ele faz que são muito particulares dele. Mas porque, neste filme, estamos vendo pelos olhos de Eve o passado desse treinamento que John teve, e como esses assassinos e bailarinas, como essas pessoas se tornam assassinos, há alguns pequenos detalhes que são os mesmos, mas Eve Macarro é Eve Macarro. Ela não é John Wick, ela disse.

Bailarinaserá lançado no dia 05 de junho de 2025.

No filme, De Armas é uma assassina treinada nas tradições da organização Ruska Roma que sai em busca de vingança após a morte de seu pai. O longa ainda traz Anjelica Huston, Gabriel Byrne, Lance Reddick, Catalina Sandino Moreno, Norman Reedus no elenco, com participações de Ian McShane e Keanu Reeves.

‘Arrow’: Katie Cassidy DESABAFA sobre sua demissão da série e a morte de Laurel Lance

A atriz Katie Cassidy, conhecida por interpretar Laurel Lance/Canário Negro emArrow, revelou recentemente os bastidores de sua saída da série na 4ª temporada, quando sua personagem foi morta.

Segundo o ComicBookMovie, Cassidy relembrou o momento em que pressentiu sua demissão.

Pouco antes da filmagem da cena da morte, os showrunners Marc Guggenheim e Wendy Mericle enviaram um e-mail para o elenco sobre a cena da morte misteriosa.

“Por algum motivo, meu estômago simplesmente afundou. Eu imediatamente mandei uma mensagem para Marc Guggenheim, que eu adoro: ‘Eu fui demitida, não fui?'”, contou Cassidy. “Eu estava tipo, ‘Marc, estou com uma sensação ruim no estômago, por favor, não me faça esperar o fim de semana. Por favor, podemos ligar amanhã?’ Ele respondeu: ‘Uau, você realmente é intuitiva. Vou te ligar amanhã'”.

A confirmação veio em uma conferência com Guggenheim e os produtores executivos Greg Berlanti e Andrew Kreisberg.

“Marc disse: ‘Olha, infelizmente, eu tenho que te dizer que você é a que está no túmulo'”, revelou Cassidy.

Sobre o motivo da morte de sua personagem, Cassidy compartilhou suas teorias: “Eu tenho teorias”, começou ela, antes de pausar. “Eu acho que foi político”.

Cassidy descreveu sua reação inicial como um “momento de raiva”. “Eu só preciso dizer que sinto que sempre fui a última opção”, disse ela à equipe criativa. Em seguida, desligou o telefone e começou a chorar.

O protagonista de Arrow, Stephen Amell, ligou imediatamente para ela, expressando seu pesar: “Sinto muito, eu não queria que fosse você”.

Cassidy também revelou que foi forçada a comparecer à New York Comic Con e fingir ignorância sobre a morte de sua personagem, apesar de estar “arrasada”.

Apesar da decepção inicial, Cassidy retornou ao Arrowverse em ‘The Flash’ como a Sereia Negra. Após participações em outros programas, ela voltou para Arrow na 6ª temporada, interpretando Laurel Lance da Terra-2.

“Eu recebi uma ligação depois que ‘The Flash’ foi ao ar, de Marc, dizendo: ‘Você voltaria como regular? Acho que cometemos um erro’. E então eu voltei, melhor do que nunca e feliz”, celebrou Cassidy.

Com o tempo, Cassidy mudou sua perspectiva sobre a morte de sua personagem. “Francamente, me matarem tirou todos os outros personagens regulares da série e mandou esses outros personagens em direções diferentes e fez com que reagissem. Isso é contar uma história, e eu não levo para o lado pessoal”, explicou. “Acho que fizeram um ótimo trabalho escrevendo para mim, e eu tive muito o que interpretar. Então, sou grata por isso”.

Arrow’ está disponível no Max.

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‘Magazine Dreams’: Drama estrelado por Jonathan Majors conquista 83% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Jonathan Majors appears in Magazine Dreams by Elijah Bynum, an official selection of the U.S. Dramatic Competition at the 2023 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute | photo by Glen Wilson

Após uma jornada tumultuada, o drama ‘Magazine Dreams‘, estrelado por Jonathan Majors, finalmente chegou aos cinemas norte-americanos.

O longa, que teve seu lançamento cancelado em 2023 e fora abandonado pela Searchlight Pictures (selo independente da Disney), foi adquirido pela Briarcliff Entertainment, que cuidou do lançamento da produção.

Sucesso no Festival de Sundance 2023, o drama chegou a ser cotado como uma das principais apostas para a temporada de premiações de 2024, com Majors sendo um nome forte para disputar a estatueta de Melhor Ator. No entanto, as denúncias de agressão doméstica colocaram tudo a perder.

Dois anos depois de sua première mundial em Sundance e o longa volta a ser notícia, dessa vez por sua altíssima aprovação entre a crítica especializada.

Com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, o longa foi amplamente elogiado pela impressionante performance do ator como um sonhador e raivoso fisicuturista.

Confira as principais avaliações:

“A atuação impressionante de Majors como um fisiculturista cheio de raiva é tão fascinante que está a apenas um passo das performances icônicas de Robert De Niro e Joaquin Phoenix em Taxi Driver e Coringa, de temática semelhante”. – Mark Keizer, MovieWe

“Com uma atuação incrivelmente comprometida de Jonathan Majors, que coloca seu corpo em risco e imbui cada cena com uma energia profundamente perturbadora, ‘Magazine Dreams‘ é incrivelmente difícil de assistir — às vezes no bom sentido, às vezes não”. – Audrey Fox, Looper.com

“Mesmo com o ritmo lento, é impossível desviar o olhar de Majors: um homem que precisa desesperadamente que o mundo o veja — e, se recusarem, que sintam sua dor”. – Leah Greenblatt, Entertainment Weekly

Jonathan Majors é uma revelação”. – Valerie Complex, Deadline Hollywood Daily

Majors, a equipe técnica e as habilidades de direção de Bynum estão destinados a grandes coisas. Este filme, provavelmente não”. – Dwight Brown, DwightBrownInk.com

“Além de como Killian é desenvolvido no roteiro, seu personagem é reforçado por uma atuação inegavelmente incrível de Jonathan Majors“. – Thomas Stoneham-Judge
ForReel Movie News And Reviews

Jonathan Majors está espetacular como um aspirante a fisiculturista neste drama extremamente intenso”. – Sara Stewart, Book & Film Globe

Magazine Dreams mistura o sedutor e o horripilante em uma mistura inquietante, adequada ao seu relato do perigo de buscar a perfeição física”. – Pat Brown, Slant Magazine

Confira o trailer do filme:

Magazine Dreams chegou a ser rodado por 24 dias em Los Angeles, onde recebeu o prêmio do júri pela visão criativa.

“É uma performance notável, repleta de vulnerabilidade e raiva, e é mérito tanto de Majors quanto do roteirista-diretor Elijah Bynum o feito considerável de nos fazer temer mais o colosso intimidador do que o empregador trêmulo que ele está supervisionando”, escreveu o crítico-chefe de cinema do The Hollywood Reporter, David Rooney.

Inicialmente programado para estrear em 8 de dezembro, visando a temporada de premiações e almejando o Oscar, o lançamento do filme foi cancelado devido ao julgamento de Majors.

“Teria sido 100% parte da conversa para as premiações” se não fossem pelos problemas legais de Majors, afirma uma fonte ligada ao filme.

Escrito e dirigido por Elijah Bynum (‘One Dollar’), o longa acompanha o aspirante a fisiculturista Killian Maddox (Majors), que luta para encontrar uma conexão humana nesta exploração de celebridades e violência. Nada o impede de alcançar seu sonho feroz de estrelato, nem mesmo os médicos que o alertam sobre os danos permanentes que ele causa a si mesmo durante sua jornada.

Vale lembrar que, conforme informado pela Variety, Jonathan Majors foi condenado a:

  • Completar um programa presencial de 52 semanas sobre violência doméstica em Los Angeles, onde reside atualmente, com a possibilidade de migrar para sessões parcialmente virtuais no futuro.
  • Continuar sua terapia de saúde mental e fornecer atualizações sobre seu progresso.
  • Manter-se afastado de Grace Jabbari, já que a vítima recebeu uma ordem de proteção permanente.

Qualquer violação das condições estabelecidas ou envolvimento em atividades criminais poderá resultar em sua prisão.

Crítica | Pai do Ano – Michael Keaton no piloto automático em um drama açucarado

Homem submerso até o pescoço em água surrealista

Dirigido por Hallie Meyers-Shyer (De Volta Para Casa), Pai do Ano (Goodrich) acompanha Andy Goodrich (Michael Keaton), um típico homem abastado de Los Angeles que, apesar de suas dificuldades financeiras como dono de uma galeria de arte, nunca realmente precisa lidar com questões monetárias. Seu maior desafio surge quando sua esposa Naomie (Laura Benanti) interna-se em uma casa de reabilitação, forçando-o a assumir a responsabilidade pelo casal de gêmeos de nove anos que, até então, eram cuidados pela mãe viciada em remédios de tarja preta e uma babá.

A narrativa se apoia nos clichês do gênero, trazendo a clássica história do homem deixado sozinho com os filhos que, de forma quase milagrosa, aprende a ser pai – tudo isso sem grandes sacrifícios ou consequências reais. Pai do Ano ganha um pouco mais de peso com a presença de Grace (Mila Kunis), a filha mais velha de Andy, que está grávida e ressente a ausência do pai. Essa camada emocional, no entanto, não é verdadeiramente aprofundada e funciona mais como um aditivo dramático do que um conflito genuíno.

Homem careca gesticulando em escritório cheio de livros

Michael Keaton entrega uma performance carismática, fazendo de Andy um sujeito falho, mas afável. Sua jornada de redenção lembra inevitavelmente a de Robin Williams em Uma Babá Quase Perfeita (1993), de Chris Columbus, no qual o personagem descobre tardiamente as alegrias e desafios da paternidade. Mila Kunis, por sua vez, adiciona nuances ao papel de Grace, traduzindo bem o ressentimento e a mágoa de uma filha esquecida. Entretanto, seu arco dramático parece subaproveitado, refletindo a maneira como Andy, e o próprio roteiro, não lhe dão a devida atenção. 

Uma das cenas bonitas do filme ocorre quando Andy apresenta Casablanca (1942) aos gêmeos. Enquanto Andy se encanta em compartilhar um clássico do cinema, ele ignora se o conteúdo é apropriado para crianças. O momento simboliza uma conexão entre pai e filhos, mas também revela a imaturidade do protagonista e seu lento crescimento como figura paterna. A sequência reflete sua dificuldade em compreender as reais necessidades dos filhos e a dificuldade de estabelecer vínculos genuínos com eles.

Pai e filhos olhando tablet juntos em casa

Embora apresente momentos cativantes de interação familiar e um humor leve, Pai do Ano sofre com problemas típicos do gênero: personagens secundários pouco desenvolvidos e uma trilha sonora sentimental. A subtrama da galeria de arte prestes a fechar nunca soa como uma verdadeira ameaça, pois Andy não aparenta aflição pela sua situação financeira — um problema comum em comédias que tentam abordar crises existenciais de personagens ricos sem nunca comprometê-los com consequências reais.

Além disso, Pai do Ano se insere como um filme genérico dentro da retomada da carreira de Michael Keaton, que voltou aos holofotes após sua nomeação ao Oscar por Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância) (2014), de Alejandro González Iñárritu, e entregou trabalhos marcantes como Spotlight: Segredos Revelados (2015) e Fome de Poder (2016). Mesmo retornando ao seu icônico papel de Beetlejuice na sequência de Tim Burton no ano passado, seu personagem Andy Goodrich parece o mais pálido dessa trajetória. Sem grandes nuances ou desafios, Keaton se mantém no piloto automático, entregando um desempenho competente, mas sem grandes momentos.

Homem e mulher conversando sentados sorridentes

A reabilitação de Naomie, por exemplo, parece um detalhe secundário, pois a dinâmica familiar não passa por mudanças significativas durante sua ausência. O filme trata o problema como um obstáculo temporário, sem explorar suas verdadeiras implicações para os filhos ou para o próprio Andy. A sensação é de que tudo transcorre de maneira previsível, evitando apimentar a comédia dramática com conflitos pertinentes para o crescimento legítimo do personagem.

O tom geral de Pai do Ano é tão brando que, mesmo nas cenas que deveriam gerar maior impacto emocional, a narrativa nunca consegue provocar uma reação genuína do espectador. O filme é um passatempo agradável, porém esquecível, seguindo a mesma linha do primeiro longa da diretora: De Volta Para Casa (2017). Esta obra, portanto, nunca se aprofunda no potencial dramático de sua premissa, optando por um tom açucarado que torna a jornada de Andy mais conveniente do que realmente transformadora.

 

Distribuído pela Diamond Films, Pai do Ano (Goodrich) estreia nos cinemas brasileiros em 20 de março de 2025.

‘Liga da Justiça de Zack Snyder’ completa QUATRO ANOS e diretor celebra legado

Em 2021,Liga da Justiça de Zack Snyder chegou ao público e se tornou um grande sucesso, tanto de crítica quanto de audiência. Recentemente, o filme completou quatro anos de lançamento, e o próprio Zack Snyder celebrou a data, expressando sua surpresa e gratidão por ter conseguido finalmente ver sua versão do longa nas telas.

Em uma publicação recente, Snyder voltou a agradecer aos fãs pelo apoio contínuo: “Já se passaram 4 anos. Ainda me sinto humilde pelo fato de isso existir. Um grande obrigado a todos vocês que tornaram isso possível. Se você tiver 4 horas livres, vá assistir no Max”, escreveu o diretor.

Lembrando que durante as gravações de Liga da Justiça, Zack Snyder foi forçado a se afastar da produção devido a uma tragédia pessoal. Joss Whedon assumiu a direção para finalizar o filme, mas o resultado não agradou à crítica. Na época, Snyder usou as redes sociais para afirmar que o filme lançado não refletia sua visão original.

A declaração de Snyder gerou uma onda de apoio dos fãs, dando início à campanha #ReleaseTheSnyderCut, na qual os seguidores exigiam o lançamento da versão original do diretor. A pressão popular foi tão forte que, em 2021, a Warner Bros. atendeu ao pedido e lançou a versão do cineasta, que se tornou um grande sucesso.

Após o lançamento de sua versão, Liga da Justiça de Zack Snyder obteve grande sucesso, e muitos fãs passaram a pedir que o diretor retornasse ao universo DC para concluir a história que havia planejado. No entanto, a Warner Bros. optou por reiniciar o universo DC sob a direção de James Gunn.

Embora o retorno de Snyder ao DCU pareça improvável, ele já declarou estar aberto à ideia de finalizar sua visão, desde que uma condição seja atendida: “Se a Netflix tivesse os direitos dos personagens do meu universo DC, claro que eu faria, absolutamente”, disse o diretor em 2023.

Apesar das chances parecerem pequenas, em breve Superman, Batman e Mulher-Maravilha entraram em domínio público, o que abriria novas possibilidades para projetos futuros.

Liga da Justiça de Zack Snyder’ está disponível no Max.

Chemtrails Over the Country Club | As MELHORES músicas do elogiado sétimo álbum de Lana Del Rey

Há quatro anos, a aclamada cantora e compositora Lana Del Rey lançava seu aguardado sétimo álbum de estúdio, Chemtrails Over the Country Club.

Retomando parceria com o produtor Jack Antonoff, que já trabalhara com Del Rey em inúmeras produções, e com Rick Nowels, o compilado de originais trouxe colaborações com Nikki LaneWeyes BloodZella Day e trouxe canções cujas temáticas perpassaram escapismo, amor, decepções amorosas e nostalgia, misturando elementos de americanafolkcountry folk em um de seus discos mais elogiados.

No dia de hoje, 19 de março, o álbum faz quatro anos desde seu lançamento oficial e, para celebrar seu aniversário, preparamos uma breve lista elencando suas cinco melhores músicas.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual a sua canção favorita:

5. “WILD AT HEART”

Lana Del Rey sempre trouxe uma melancólica paixão para suas produções musicais – e é claro que Chemtrails Over the Country Club não seria diferente. Puxando elementos de suas obras anteriores, a performer mostra-se mais amadurecida, mas sem abandonar produções cândidas e carregadas de um sentimentalismo que apenas ela consegue nos entregar. Em “Wild at Heart”, a artista se volta para Anna Nalick e para “Looking for America”, especialmente quando utiliza um evocativo coro para acompanhá-la no country-rock alternativo do qual se vale.

4. “WHITE DRESS”

“White Dress”track que abre o álbum, resume e apresenta aos ouvintes tudo o que podemos esperar das inflexões seguintes: a constância do piano nos arremessa para a época dominada por nomes como Frank SinatraNina Simone e Billie Holiday, ainda mais quando justaposto aos pratos da bateria e a um moderno e propositalmente anacrônico saxofone.

3. “CHEMTRAILS OVER THE COUNTRY CLUB

Na faixa-título, a multiplicidade de camadas vocais já se mostra como algo mais familiar a seus fãs, afastando-se do whistle e do falsetto. Assim como na canção que a precede, a iteração dá espaço para um baroque pop pincelado com vertentes mais dramáticas do country, ambos caminhando para um crescendo nada óbvio que aposta na sensorialidade extrema e uma narrativa mnemônica atemporal sobre algo que não existe mais e que faz falta em meio à loucura urbana e citadina.

2. “LET ME LOVE YOU LIKE A WOMAN”

Álbum: Chemtrails Over the Country Club

Pouco depois de entregar um dos melhores álbuns do século com ‘Norman Fucking Rockwell!’, Lana retornou com o poético e intimista Chemtrails Over the Country Club. Dentro da coesa produção, temos a vibrante e narcótica canção “Let Me Love You Like a Woman”, uma continuação digna de suas jornadas reflexivas e sensorialistas, seja pela urgência de seus versos amadurecidos, seja pela produção comandada por Jack Antonoff.

1. “BREAKING UP SLOWLY”

Álbum: Chemtrails Over the Country Club

“Breaking Up Slowly”, uma das mais belas faixas de Chemtrails Over the Country Clube uma das melhores produções da carreira de Lana, é uma fenomenal track que merece toda a nossa atenção. Aqui, duas powerhouses, Del Rey e Nikki Lane, unem-se em uma harmônica química para celebrar a vertente do rock clássico de The Animals (uma das muitas inspirações para a carreira da lead singer).

MARINA anuncia “Cupid’s Girl”, segundo single de seu novo álbum de estúdio, para ESTA SEXTA!

A cantora e compositora MARINA anunciou recentemente que irá lançar a canção “Cupid’s Girl” como o segundo single de seu vindouro sexto álbum de estúdio.

A faixa tem lançamento agendado para esta sexta-feira, 21 de março.

O compilado de originais, por sua vez, não teve mais detalhes revelados.

Lembrando que o último álbum de estúdio de MARINA foi Ancient Dreams in a Modern Land, lançado em 2021 e recebido com bastante fervor por parte da crítica e de seus fãs.

Marina começou sua carreira em 2010 com o lançamento de The Family Jewels, que misturava indie-popnew wave. Desde então, fez fama com a divulgação de Electra Heart (2012), com os famosos singles “How to be a Heartbreaker”“Primadonna”, e Froot (2015), acompanhado da música epônima e “Blue”.

Seu último álbum, Ancient Dreams in a Modern Land, contou com os singles “Man’s World”“Purge the Poison”“Venus Fly Trap” e a faixa titular.

‘DOC’: 2ª temporada do drama médico ganha teaser e previsão de ESTREIA; Confira!

doc molly parker

FOX divulgou o primeiro teaser oficial da 2ª temporada de DOC, drama médico estrelado por Molly Parker (‘Perdidos no Espaço’).

Além disso, foi revelado que o novo ciclo tem previsão de estreia para o outono norte-americano (isto é, entre os meses de setembro e novembro), contando com 22 episódios.

Confira:

A série foi criada por Barbie Kligman.

Depois que uma lesão cerebral apaga os últimos oito anos de sua vida, Amy deve navegar em um mundo desconhecido, onde ela não se lembra dos pacientes que tratou, dos colegas que traiu, da alma gêmea de quem se divorciou, do homem que agora ama e da tragédia que a afastou de todo mundo. Ela só pode contar com sua filha distante de dezessete anos, de quem ela se lembra quando tinha apenas nove, e com um grupo de amigos dedicados, enquanto luta para continuar praticando a medicina, apesar de ter perdido quase uma década de conhecimento e experiência.

Omar MetwallyAmirah VannJon-Michael EckerAnya BanerjeeScott WolfPatrick Walker e outros também fazem parte do elenco.

As tensões aumentam na prévia LEGENDADA do próximo episódio de ‘The White Lotus’; Confira!

A 3ª temporada da aclamada série ‘The White Lotus‘ está em exibição na HBO e na Max e, agora, foi divulgada a prévia legendada do próximo episódio da iteração.

Intitulado “Denials”, o capítulo vai ao ar no próximo dia 23 de março, às 23h.

Confira:

No Rotten Tomatoes, a terceira iteração abriu com espetacular 95% de aprovação – tendo a maior porcentagem da série até agora (contra 90% de aprovação na 1ª temporada e 94% de aprovação na 2ª).

Segundo o consenso geral, “mais sombria e paciente com sua narrativa do que as temporadas anteriores, ao mesmo tempo em que ostenta um novo conjunto excelente cheio de performances ácidas, a terceira temporada de The White Lotus oferece uma trégua espiritual que abala a alma”.

Confira os principais comentários:

“No seu melhor, é um retrato incisivo de classe, riqueza, poder e o vaivém entre as aparências e a realidade” – The Daily Beast.

“Mais uma vez apoiado por cenários lindos, escrita excelente e um elenco de estrelas, Mike White reafirma o status de The White Lotus como um dos melhores programas da televisão” – The Gate.

“Os primeiros seis episódios são indicativos de grandeza, um retorno à forma que faz a série alcançar novos patamares, buscar novos níveis de estranheza e voltar a ser o programa mais quente da televisão” – AwardsWatch.

“Essa temporada é sombria, distorcida e extremamente desconfortável de assistir (mas no bom sentido). O novo elenco se encaixa perfeitamente neste mundo, mas Jennifer Coolidge faz falta” – Mama’s Geeky.

“Um novo capítulo grandioso, o festival de miséria de White aproveita os pontos fortes de seus antecessores, ao mesmo tempo que mantém as coisas novas e interessantes” – Empire Magazine.

Ambientada na Tailândia, a terceira temporada foca em um grupo multigeracional, incluindo um patriarca, uma executiva, uma atriz, duas mães, um desajustado e um praticante de ioga.

O elenco conta com Walton Goggins, Carrie Coon, Leslie Bibb, Michelle Monaghan, Parker Posey e Lisa, além do retorno de Natasha Rothwell.

‘Maria e o Cangaço’: Série nacional com Isis Valverde ganha cartazes INÉDITOS; Confira!

Maria e o Cangaço, série nacional estrelada por Isis Valverde (‘Faroeste Caboclo’), para o Disney+, ganhou dois novos cartazes oficiais.

A produção tem estreia oficial marcada para o dia 4 de abril no serviço de streaming.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

O seriado irá explorar a vida de Maria Bonita e Lampião, com ênfase no papel fundamental de Maria Bonita dentro do bando de cangaceiros liderado por Lampião. A narrativa revela a importância e influência de Maria Bonita, proporcionando uma visão detalhada e inovadora sobre sua contribuição e trajetória no cangaço.

Dirigida por Sérgio Machado, Thalita Rubio e Adrian Tejido, a série é baseada na história real da primeira mulher a participar de um grupo de cangaceiros.

O elenco ainda conta com Júlio Andrade, Rômulo Braga, Thainá Duarte, Mohana Uchôa, Jorge Paz e Chandelly Braz.

Maika Monroe irá estrelar adaptação do romance ‘Uma Segunda Chance’, de Colleen Hoover

maika monroe

Segundo o DeadlineMaika Monroe (‘Longlegs’) irá estrelar a adaptação Uma Segunda Chance, baseada no romance homônimo assinado por Colleen Hoover (‘É Assim que Acaba’)

A trama acompanha Kenna Rowan, que retorna à cidade após cinco anos de prisão, na esperança de se reunir com sua filha de quatro anos. Mas as pontes que Kenna queimou estão a revelar-se impossíveis de reconstruir. Todos na vida de sua filha estão determinados a excluir Kenna, não importa o quanto ela se esforce para provar seu valor. A única pessoa que não fechou a porta para ela completamente é Ledger Ward, dono de um bar local e um dos poucos vínculos restantes com a filha de Kenna. Os dois formam uma conexão apesar da pressão que os rodeia – mas, à medida que o romance cresce, o risco também aumenta. Assim, Kenna deve encontrar uma maneira de absolver os erros do seu passado para construir um futuro cheio de esperança e cura.

O livro vendeu mais de 5 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos, bem como 6,5 milhões de cópias globalmente – além de ter sido traduzido para 45 línguas diferentes.

Hoover fica responsável pelo roteiro da adaptação ao lado de Lauren Levine (‘Ponte para Terabítia’). As duas também entram como produtoras através da Heartbones Ent.

Vanessa Caswill entra como diretora.

Fique ligado para mais informações!

‘Uma Família Perfeita’: Série baseada em história REAL que inspirou ‘A Órfã’ chega ao streaming!

Uma Família Perfeita‘ (Good American Family), nova série estrelada e produzida por Ellen Pompeo (‘Grey’s Anatomy’) já está disponível no catálogo do Disney+.

A produção, baseada na sinistra história real que inspirou o terror ‘A Órfã‘, foi lançada hoje, 19 de março, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Antes chamada Orphan, a série é inspirada na história real de Natalia Grace e do casal do Meio-Oeste que a adotou, acreditando ser uma menina com nanismo, mas, com o tempo, passou a duvidar de sua identidade.

“Contada de múltiplos pontos de vista, a série explora questões de perspectiva, viés e trauma. O drama é inspirado em uma história perturbadora de um casal do Meio-Oeste que adota uma garota com uma rara forma de nanismo. Porém, à medida que começam a criá-la ao lado de seus três filhos biológicos, um mistério sobre sua idade e origem surge, levando-os a suspeitar que ela talvez não seja quem diz ser. Enquanto defendem sua família da filha que acreditam ser uma ameaça, ela enfrenta sua própria batalha para confrontar seu passado e o futuro, em um embate que acaba ganhando destaque nas tabloides e no tribunal”, diz a sinopse oficial.

O elenco conta com Mark Duplass e Imogen Reid, enquanto Dulé Hill, Christina Hendricks, Sarayu Blue e Jenny O’Hara fazem participações recorrentes.

4ª temporada do reality ‘LOL: Se Rir, Já Era’ ganha trailer e data de estreia!

Prime Video divulgou o trailer oficial da 4ª temporada do reality ‘LOL: Se Rir, Já Era‘.

Além disso, foi revelado que os novos episódios chegam à plataforma de streaming no dia 18 de abril.

Confira:

Júlia Rabello é a co-apresentadora da nova iteração ao lado de Tom Cavalcanti.

O elenco dos novos episódios conta com dez integrantes do famoso grupo de comédia conhecido como Porta dos Fundos: Pedro Ottoni, Fabio Porchat, Gregorio Duvivier, Evelyn Castro, João Vicente, Antonio Tabet, Luellem de Castro, Luciana Paes, Fábio de Luca e Macla Tenório.

Baseado no formato da produção japonesa Original Amazon Hitoshi Matsumoto Presents Documental, LOL: Se Rir, Já Era!’ reúne dez grandes comediantes brasileiros em uma batalha épica de seis horas em que os participantes precisam manter a seriedade, enquanto tentam fazer seus oponentes caírem no riso.

A primeira risada significa um cartão amarelo. Se rir de novo, vem a eliminação. Nesta competição insana, cada um deles trará truques, apresentações especiais e muita diversão para alcançar seu objetivo. O vencedor leva o prêmio de R$ 350 mil para doar para uma instituição beneficente de sua escolha.

‘The Reserve’: Drama CRIMINAL da Netflix ganha teaser e data de estreia; Confira!

Netflix divulgou o primeiro teaser oficial do drama criminal ‘The Reserve’.

Além disso, foi revelado que a produção, que conta com seis episódios, tem estreia agendada para o dia 15 de maio na plataforma de streaming.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Ingeborg Topsøe.

Quando a jovem au pair filipina Ruby desaparece de um dos bairros mais ricos da Dinamarca, ao norte de Copenhague, a vizinha, Cecilie, se convence de que algo aconteceu com ela. A au pair de Cecilie, Angel, começa a investigar os rumores que circulam, enquanto as suspeitas de um crime aumentam. No entanto, o caso do estrangeiro desaparecido é uma baixa prioridade para a polícia, e a recém-nomeada investigadora Aicha precisa de toda a assistência que puder obter.

Cecilie e Angel estão prontas para ajudar, e gradualmente as estruturas de poder e privilégios dentro das belas casas começam a se expor. No entanto, o comprometimento de Cecilie em descobrir a verdade é posto à prova quando o desaparecimento de Ruby revela conexões que chegam à própria família de Cecilie. Ela é forçada a confrontar seus pontos cegos e ver sua família e o ambiente em que está criando seus filhos sob uma luz totalmente nova.

Marie Bach Hansen, Danica Curcic, Simon Sears, Lars Ranthe, Sara Fanta Traore, Excel Busano, Donna Levkovski, Lukas Zuperka e Frode Bilde Rønsholt estrelam.

Per Fly fica responsável pela direção, enquanto Ina Bruhn e Mads Tafdrup assinam o roteiro.

‘Brincando com Fogo: Itália’: Spin-off ganha trailer e data de estreia na Netflix!

A Netflix divulgou o trailer oficial do spin-off italiano do reality show ‘Brincando com Fogo‘ (Too Hot to Handle).

A produção chega à plataforma de streaming no dia 09 de maio.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O reality foi criado por Laura GibsonCharlie Bennett.

O show gira em torno de dez  adultos — todos os quais se envolvem principalmente em aventuras sem sentido e são incapazes de formar relacionamentos duradouros — que são colocados juntos em uma casa por quatro semanas e devem passar por vários workshops, tudo isso enquanto são proibidos de qualquer beijo, contato sexual ou masturbação, com o prêmio em dinheiro sendo reduzido sempre que uma regra é quebrada.

10 filmes pra ficarmos de olho no segundo semestre de 2025!

2025 chegou com tudo quando o assunto é cinema! Até o final do ano várias aguardadas obras cinematográficas vão encher as salas de cinema de todo o planeta. Para relembrarmos a vocês algumas dessas – para você já ir marcando em sua agenda – segue abaixo uma lista com filmes imperdíveis que chegam no segundo semestre desse novo ano:

 

Jurassic World: O Recomeço

Aguardado novo filme da conhecida franquia, Jurassic World: O Recomeço vai nos mostrar uma expedição com o objetivo de extrair DNA de algumas criaturas pré-históricas. O projeto é dirigido por Gareth Edwards e tem Scarlett Johansson, Mahershala Ali e Rupert Friend no elenco.

 

Superman

Um dos mais aguardados filmes desse ano é sem dúvidas nenhuma Superman. Dirigido por James Gunn e baseado na série de quadrinhos All-Star Superman – ainda sem sinopse oficial – voltaremos a encontrar o inesquecível herói, seus conflitos e dilemas.

 

Quarteto Fantástico: Primeiros Passos

Dirigido por Matt Shakman, um aguardado retorno de queridos super-heróis será visto em Quarteto Fantástico: Primeiros Passos. Na trama acompanharemos pontos chaves da trajetória da família mais conhecida da Marvel, seus poderes, as responsabilidades de serem heróis e a luta para proteger a terra contra ameaças terríveis.

 

Michael

Com direção de Antoine Fuqua e roteiro de John Logan, acompanharemos uma cinebiografia repleta de recortes de momentos importantes da vida pessoal e profissional de um dos maiores artistas que esse mundo já viu: Michael Jackson.

 

Avatar 3: Fogo e Cinzas

Terceiro filme de uma das mais famosas franquias da história recente do cinema, Avatar 3: Fogo e Cinzas – ainda sem sinopse oficial – será a continuação da saga iniciada em 2009, novamente dirigida por James Cameron.

 

Wicked Para Sempre

Segundo filme, que fecha a adaptação cinematográfica adaptada da peça homônima da Broadway, Wicked Para Sempre nos guiará para os acontecimentos finais desse prelúdio de O Mágico de Oz.

 

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado (2025)

E tem clássico do cinema de terror adolescente ganhando nova vida em 2025? Tem sim! Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado , uma provável continuação baseada nos acontecimentos do filme original deve contar com a presença de Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr.

 

Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda

Nessa aguardada continuação de um filme que fez muito sucesso no Brasil 20 anos atrás, vamos voltar a acompanhar Tess (Jamie Lee Curtis) e Anna (Lindsey Lohan). De acordo com a sinopse oficial: Nesse novo filme, Anna tem uma filha e uma futura enteada. Enquanto elas enfrentam os desafios que surgem quando duas famílias se unem, Tess e Anna descobrem que um raio pode, sim, cair duas vezes no mesmo lugar.

 

Silvio Santos vem aí

Crédito: Fernando Pastorelli

Trazendo um olhar para os bastidores do Programa Silvio Santos, Silvio Santos vem aí é mais um filme sobre o maior apresentador da história da televisão brasileira. No papel principal, o ótimo Leandro Hassum.

 

A Empregada

Baseado no livro da médica e escritora norte-americana Freida McFadden, nesse aguardado suspense que promete muitas reviravoltas, acompanharemos uma jovem que vai trabalhar como emprega doméstica para a família de um casal rico. Logo, segredos começam a aparecer pelo seu caminho.

 

Cruella | Live-action estrelado por Emma Stone envelheceu como uma boa garrafa de vinho

Cruella De Vil é uma das personagens mais conhecidas não apenas no panteão Walt Disney, como da indústria do entretenimento. Tendo aparecido pela primeira vez no romance ‘101 Dálmatas’, de Dodie Smith, e depois fazendo sua estreia cinematográfica cinco anos depois através da Casa Mouse, Cruella emergiu como uma das maiores vilãs de todos os tempos e deixou uma impactante marca no show business – participando até mesmo da série ‘Once Upon a Time’ através de Victoria Smurfit. E, em 2021, acompanhando a onda de remakes em live-action da Disney, a antagonista recebeu um filme-solo que se tornou um enorme sucesso de público.

O longa-metragem dirigido por Craig Gillespie é centrado em Estella (Emma Stone), uma ambiciosa garota que, após a trágica morte da mãe, foge para Londres e se junta a dois ladrões chamados Horácio (Paul Walter Hauser) e Jasper (Joel Fry), sobrevivendo através de golpes bem elaborados e que funcionavam através dos incríveis disfarces criados pela jovem. Eventualmente, Estella chama a atenção da impiedosa Baronesa (Emma Thompson), dona do império da moda local e uma das maiores designers da atualidade, começando a trabalhar para ela. Porém, ela descobre que sua maior inspiração para criar vestimentas fabulosas foi responsável pela morte da mãe – colocando-a em um anseio de se vingar que culmina na criação de um alter-ego poderoso e imparável: Cruella de Vil.

Comparando com outros live-actions da Casa Mouse, a obra certamente se destaca por apresentar uma história original que, ao mesmo tempo, mantém relações com as investidas predecessoras: a trama é simples de ser acompanhada e desenrola-se com todos os elementos clássicos do panteão Disney, incluindo a presença de uma narradora e de outros personagens que, aqui, recuam para presenças coadjuvantes – como Anita Darling (Kirby Howell-Baptiste) e Roger Dearly (Kayvan Novak), todos fazendo parte do círculo da Baronesa e de Cruella. E, enquanto o terceiro ato é um tanto quanto frustrante por se apoiar em reviravoltas e explicações ocasionais demais, o resultado é mais que o suficiente para que o coloquemos em repetição e para aproveitar em um final de semana.

Gillespie, que alcançou aclame crítico com a impecável cinebiografia ‘Eu, Tonya’, diverte-se ao encabeçar o projeto e alia-se ao roteiro de Dana Fox e Tony McNamara para fazer jus à personagem titular, pincelando-a com camadas que a destituem do comportamento puramente vilanesco a que estávamos acostumados – e garantindo que Stone brilhe em uma performance aplaudível. Ela não apenas resgata os maneirismos da animação, como presta breves homenagens às incursões que Glenn Close fizera nos filmes de 1996 e de 2000, mas sem deixar de trazer seu próprio entendimento de Cruella. Não é surpresa que inúmeros fãs da produção tenham feito campanha para que Stone fosse indicada ao Oscar por sua irretocável atuação – de longe, o melhor elemento em que Gillespie se apoia.

O verdadeiro embate do enredo emerge com a química entre Stone e Thompson: enquanto Cruella representa uma nova geração que preza pela rebeldia e pela liberdade criativa, a Baronesa permanece fincada a estilos que dialogam apenas com uma elite predatória e que servem como reflexo de caprichos que prenunciam sua ruína. E, nesse quesito, é adorável ver como as duas atrizes roubam os holofotes para si, sejam sozinhas ou dividindo sequências bem construídas que garantem ritmo e dinamismo ao que poderia ser apenas mais um amontoado de convencionalismos sem sentido. À medida que a relação das duas se estreita, nosso interesse em ver como a trama será concluída aumenta – afinal, a Baronesa não tem ideia de que Cruella e Estella são a mesma pessoa (ao menos nos dois primeiros atos do longa).

Se o elenco brilha como uma constelação de supernovas, o aspecto artístico não serve apenas como apoio, e sim como personagem ativo para compreendermos a ideia do projeto. Dessa maneira, a Jenny Beavan mostra conhecimento e liberdade em relação à época em que a história se passa e sabe como contornar fórmulas arcaicas para arquitetar um embate bélico entre a estagnação de um passado cíclico e a vibração vulcânica de uma juventude que se recusa a ficar calada – apostando fichas entre o classicismo das vestimentas da Baronesa e de seus associados e a estética punk-rock eternizada por Vivienne Westwood e Malcolm McLaren nos anos 1970, dando vida a figurinos de tirar o fôlego e que reiteraram a máxima do movimento em questão (“uma proclamação e um abraço da discórdia”). E seu trabalho foi reconhecido ao lhe garantir uma merecida indicação ao Oscar de Melhor Figurino.

Cruella’ envelheceu como uma boa garrafa de vinho e, para aqueles que não se apaixonaram pelo filme quando lançado em 2021, sugiro revisitá-lo e apreciá-lo em todos os seus aspectos. Obviamente que certos erros persistem, mas o espectro de não-conformidade e rebeldia defendido pela narrativa, bem como um elenco estelar guiado por Stone, são fortes o suficiente para reiterar seu sucesso e sua beleza incomparáveis.

Pizzaria ICÔNICA do filme ‘Comer Rezar Amar’ anuncia abertura em São Paulo

De acordo com a Folha, a icônica pizzaria L’Antica Pizzeria da Michele, conhecida por aparecer no filme clássico ‘Comer, Rezar, Amar‘, anunciou a abertura de três filiais em São Paulo.

“A primeira unidade deve ser inaugurada no bairro Jardins, situado na região oeste da capital paulista, ainda em 2025,” confirmou o site.

A renomada pizzaria foi fundada em 1870, em Nápoles, pela Michele Condurro, e, desde então, se tornou um símbolo da autêntica pizza napolitana. A pizzaria ganhou fama mundial por sua adesão aos métodos tradicionais e comprometimento com a qualidade.

O local original em Nápoles é frequentemente chamado de Templo Sagrado da Pizza e se tornou um local de peregrinação para os entusiastas de pizza. Ao longo dos anos, a L’Antica Pizzeria da Michele se expandiu globalmente, levando suas pizzas icônicas para vários cantos do mundo, mantendo seu charme autêntico.

Lançado em 2010, ‘Comer Rezar Amar‘ é um drama romântico biográfico baseado no livro de memórias best-seller homônimo de Elizabeth Gilbert. A trama é centrada em Liz (Julia Roberts), uma escritora que acreditava ter tudo na vida: uma casa, um marido e uma carreira de sucesso. Porém, recém-divorciada e de frente para um momento de mudança, ela se sente confusa sobre o que é importante em sua vida. Ousando sair da sua zona de conforto, Liz embarca em uma busca de auto-descoberta que a leva à Itália, à Índia e a Bali.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O filme foi dirigido por Ryan Murphy (‘American Horror Story’).

Javier BardemViola DavisJames Franco e outros também fizeram parte do elenco.

Para o bem ou para o mal, o longa tornou-se um dos mais famosos da carreira de Roberts – e fez um enorme sucesso nas bilheterias mundiais, apesar das críticas mistas.