A empresa formada pelos canais de TV aberto, SBT, Record e Rede TV – intitulada Simba – já iniciou negociações com a Netflix para fornecer seus conteúdos próprios para o serviço de streaming.

Com o objetivo de confrontar as operadoras de TV por assinatura, que não remuneram o conglomerado por seus respectivos sinais em HD inclusos nos pacotes pagos, a Simba visa negociar a inclusão de todo seu conteúdo na grade de programação da plataforma. Caso o acordo prevaleça, programas como novelas, telejornais, materiais especiais e linhas de shows passarão a fazer parte do catálogo da Netflix.

Filmes estrangeiros e reality shows adquiridos pelos canais não serão adicionados, uma vez que os formatos originais pertencem aos estúdios que realizam a concessão destes programas para a Simba.

A empresa ainda quer ir mais além, afirmando que já decidiu realizar a mesma proposta para outros serviços de streaming, como a Amazon.



Alvo das operadoras

A Netflix tem sido o principal alvo das operadoras de telefonia no Brasil, que acusam a plataforma de usar a banda larga excessivamente, com streaming de filmes e seriados, sem qualquer pagamento por isso.

Na tentativa de driblar a atenção pública, empresas como a Vivo têm realizado manobras junto ao governo federal, na tentativa de fazer aprovar a lei que impede o uso ilimitado da banda larga por usuários da Netflix. Uma petição contra o limite na franquia de dados criada em março de 2016 já conta com mais de 1,5 milhão de assinaturas.

Segundo a Anatel, em 2016 (até o mês de agosto), 673 mil clientes haviam abandonado a TV por assinatura. Um dos setores mais afetados pela crise econômica, a cada 100 municípios no Brasil, 27,78 tinham acesso ao serviço, de acordo com a Agência.

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