‘Michael‘, a cinebiografia do Rei do Pop, Michael Jackson, chegou aos cinemas como um sucesso instantâneo, arrecadando US$ 97 milhões nos Estados Unidos e US$ 217 milhões mundialmente em seu primeiro fim de semana de exibição.
Com o sucesso, a sequência é certa. Quem puxou o assunto foi o próprio chefe da Lionsgate, Adam Fogelson, que confirmou que bastante coisa importante ficou de fora do corte final — e pode muito bem aparecer em um possível segundo filme.
Em entrevista ao Business Insider, o executivo deixou claro que ainda há muita história pra contar:
“Ao meu ver, é importante dar ao público uma compreensão verdadeira de quem foi Michael Jackson. Isso pode ser feito com ou sem as partes do terceiro ato que precisaram ser removidas. Este filme já mostra as circunstâncias extremamente incomuns que impactaram a vida dele desde muito jovem, e não tem medo de abordar isso.”
Fogelson também indicou que o futuro da cinebiografia depende diretamente da resposta do público — mas deu a entender que a recepção inicial já é animadora:
“Esperamos contar mais da história dele. Isso vai depender não só do desempenho do filme, mas do público dizer que quer mais. E, pelo que estamos vendo até agora, parece que é exatamente isso que vai acontecer.”
O primeiro filme foi até meados de 1988, acompanhando sua ascensão meteórica durante as eras icônicas de álbuns como ‘Thriller‘ e ‘Bad‘ — deixando um enorme espaço aberto para explorar os anos mais polêmicos e intensos da carreira do artista em uma possível continuação.
Vale lembrar que ‘Michael‘ também conquistou a segunda maior estreia do ano, atrás apenas da sequência ‘Super Mario Galaxy: O Filme‘ (131 milhões de dólares), lançada em abril.
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Ele também teve a melhor estreia para um filme live-action no ano, à frente de ‘Devoradores de Estrelas‘ (80,5 milhões de dólares).
A bilheteria reflete-se também na sólida recepção do público, que garantiu 96% de aprovação no Rotten Tomatoes contra díspares 40% de aprovação da crítica especializada.
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O editor-chefe Renato Marafon traz sua opinião sobre a cinebiografia ‘MICHAEL’, centrada no icônico rei do pop Michael Jackson, que foi DETONADA pelos críticos e está sendo aclamada pelo público.
Mas quem está certo?
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Dirigido por Fuqua e realizado em colaboração com o espólio do cantor e compositor, o filme foca na trajetória de Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fenômeno global da turnê Bad, em 1988.
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Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.
O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.
A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia Long, Miles Teller, Laura Harrier e Juliano Krue Valdi.
A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como ‘This Is It’.



