Blonde, cinebiografia sobre a icônica e lendária Marilyn Monroe, está em desenvolvimento há mais de uma década e, recentemente, conforme as gravações do longa-metragem foram finalizadas, já se tornou um dos títulos mais problemáticos e controversos do ano – apesar de ter lançamento confirmado para este ano ainda na Netflix.

Em entrevista à Vulture, o diretor Andrew Dominik comentou sobre os sensíveis tópicos que a produção irá abordar – e deixou bem claro que a narrativa irá desagradar… Bom, basicamente todo mundo.

“Se [o filme] tivesse saído alguns anos atrás, provavelmente teria saído no auge do movimento #MeToo e seria uma expressão de todas aquelas coisas”, ele disse. “Estamos em um momento agora, creio eu, em que as pessoas estão incertas sobre onde estão os limites. É um filme que definitivamente tem moralidade sobre ele. Mas nada em águas bastante ambíguas, porque não sei se será tão seco quanto as pessoas desejam. Há algo nele para ofender todo mundo”.



O longa traz Ana de Armas (‘007Sem Tempo para Morrer’, ‘Entre Facas e Segredos’) no papel titular.

Dominik também assina o roteiro, baseado no romance homônimo de Joyce Carol Oates que detalha a história de Monroe nas décadas de 1940 e 1950 em Hollywood.

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Blonde‘ terá uma classificação etária NC-17, ou seja, será proibido para menores. Essa é uma classificação rara dentro do cenário do entretenimento, sendo usada apenas em produções que saem exclusivamente para adultos, contendo assim sexo, drogas e violência explícita. Para se ter ideia, apenas filmes como ‘Benedetta‘, ‘Azul é a Cor Mais Quente‘ e ‘Irreversível‘ ganharam essa classificação.



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