É triste para o cinéfilo de longa data ver a era das videolocadoras chegando ao fim. Algumas redes de locadoras ainda se seguram no aluguel de DVDs e Blu-Rays, mas o número de locadoras físicas está caindo cada vez mais.

Segundo a UBV – União Brasileira de Vídeo, havia quase 14 mil locadoras no Brasil entre entre 2003 e 2005. Em 2009, esse número caiu para 6 mil. Hoje, são menos de 4 mil locadoras.

Ir alugar um filme em VHS era considerado quase um ritual até o fim da década de 2000, quando surgiu a internet e a pirataria.


Hoje, quase todos baixam filmes ilegalmente ou legalmente – ou compram os filmes por Pay-Per-View. Além disso, também cresceram assustadoramente o número de assinantes de TV à cabo – que já passam lançamentos em sua grade de programação.

Neste ano, o Brasil está em 5º lugar no ranking dos países que mais baixaram filmes ilegalmente: foram 19,7 milhões de downloads, segundo o Musicmetric. Em 2015, o estudo prevê que o Brasil será vice-líder mundial em downloads ilegais, ultrapassando a Inglaterra.

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Visando continuar faturando com seus filmes, as distribuidoras iniciaram a venda de seus filmes online, com a qualidade de Blu-Ray e preço similar ao DVD.

O problema no Brasil? Apesar de ser ilegal, baixar filmes gratuítamente é uma opção segura no país, gratuíta e cômoda. Como as distribuidoras irão driblar essa concorrência desleal?

E então, fica a dúvida: Como será o futuro dos filmes em Home Video no Brasil? Até quando você acha que vão durar as videolocadoras? Sentirá saudades de levar multa por ter esquecido de rebobinar o VHS na entrega?

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