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Crítica | Fancy Dance é um sensível drama sobre o epidêmico desaparecimento de mulheres indígenas americanas

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2023

Fancy Dance chega lentamente, de forma silenciosa e acuada. Cruzando a história e as raízes indígenas com o misterioso desaparecimento de uma jovem mãe solteira, o drama de Erica Tremblay nos conquista aos poucos, em doses pequenas e serenas, até que nos inunda com sua poderosa mensagem sobre família, ancestralidade e luto.

Na trama, Jax (Lily Gladstone) tem problemas com a lei e vive a vida seguindo seus próprios trambiques. Diante do sumiço de sua irmã, uma stripper com conexões questionáveis, ela se vê na responsabilidade de criar sua sobrinha, sequestrando-na de seus avós caucasianos, na tentativa de preservar o pouco das tradições nativas e das raízes familiares que lhe restam. E assim, ela percorre o país como um fugitiva, que mais uma vez tenta fazer a coisa certa, da forma mais absurdamente equivocada.

Em seus primeiros minutos, Fancy Dance aparenta ser um drama familiar com um subplot que flerta com uma forçada crítica social ao colonialismo. Com o idioma principal sendo a língua indígena materna, o filme poderia muito bem ser um agenda particular mal desenvolvida, que reduz questões tão profundas e densas a argumentos rasos e aleatórios. Mas este não é esse tipo de filme. Aqui, a cineasta Erica Tremblay se apega à beleza da manifestação artística indígena para abordar o epidêmico desaparecimento de mulheres indígenas, além de outras questões como identidade e pertencimento. Nos apresentando ao Pow-wow, descobrimos uma pequena fatia de uma riqueza histórica que celebra a ancestralidade, o passado e o presente de seu povo.

E de forma doce e suave, Tremblay e a co-roteirista Miciana Alise retratam a disfuncional dinâmica familiar entre uma jovem tia e sua sobrinha adolescente, desenvolvendo um drama conflitante sobre princípios e intenções, em uma América muitas vezes negligente com os seus. Na trama, embora a personagem Jax anseie por preservar o pouco que resta da cultura indígena em sua família, suas boas motivações se perdem em seu comportamento corrupto e desleal. Caminhando pela vida entre pequenos furtos, roubos de carros e até mesmo de combustível, ela é uma contradição ambulante, que será forçada a se confrontar pelas péssimas decisões que comprometeram até mesmo a segurança de sua sobrinha.

E nessa combinação de gêneros tão diversos, o drama de Tremblay usa o background de suspense criminal para ir mais além em outros assuntos, como a marginalização dos povos nativos, a desestruturação de uma família e o amadurecimento de uma adolescente no meio do caos. Com Lily Gladstone em uma excepcional performance, Fancy Dance é também uma celebração muito intimista do povo Seneca-Cayuga, sob uma direção simples, mas precisa e tecnicamente bem executada. Com um final sensível, que coroa a narrativa de Jax e Roki de maneira emocionante e inspiradora, o drama é ainda uma belíssima reflexão sobre os ciclos da vida e a importância de fazer do passado uma memória viva para aqueles que estão no presente.

Cannes 2023 | Dia 4 e 5 – Martin Scorsese e Kleber Mendonça Filho estreiam no Festival

Além da première mundial de Indiana Jones e a Relíquia do Destino, de James Mangold, o quarto dia de festival contou com a estreia do documentário Retratos Fantasmas, de Kleber Mendonça Filho.

Veja mais: Cannes 2023 | Conheça TODOS os BRASILEIROS no Festival

Já o destaque do dia seguinte, 20 de maio, foi do mestre norte-americano Martin Scorsese com o longo (3h27), porém excelente, Assassinos da Lua das Flores, com previsão de estreia para outubro deste ano. 

Leia também: Crítica | Indiana Jones e a Relíquia do Destino triplica a ação e honra o legado de Harrison Ford [Cannes 2023]

Os comentários no vídeo abaixo são dos filmes: 

  1. Sobre Gramas Secas (About Dry Grasses), de Nuri Bilge Ceylan 
  2. Retratos Fantasmas (Pictures Of Ghosts), de Kleber Mendonça Filho 
  3. Como Fazer Sexo (How To Have Sex), de Molly Manning Walker 
  4. Assassinos da Lua das Flores (Killers Of The Flower Moon), de Martin Scorsese 
  5. A Zona De Interesse (The Zone Of Interest), de Jonathan Glazer

‘Indiana Jones 5’ ganha data de estreia

A Disney divulgou 26 novas datas de lançamentos até 2023 e, entre elas, está a data oficial de lançamento de Indiana Jones 5’, que chegará aos cinemas em 10 de julho de 2020. A informação é do Slash Film.

Recentemente foi divulgado que Steven Spielberg planeja começar as filmagens no começo de 2019 e o diretor quer Chris Pratt atuando ao lado de Harrison Ford.

O roteiro está sendo escrito por David Koepp, e o filme não contará com o retorno do personagem de Shia LaBeouf, Mutt Williams.

A revelação foi feita pelo roteirista da sequência, David Koepp, em uma entrevista ao site Entertainment Weekly. Segundo ele, as especulações que apontavam para uma possível apresentação de um novo herói não passam de boatos.

Conforme pontuou, Harrison Ford segue firme no papel de Dr. Jones:

“Eu posso te garantir com certeza que Harrison interpreta Indiana Jones. E quando a Shia LaBeouf, seu personagem não estará no filme”.

Koepp também falou sobre o bom andamento da narrativa, salientando que o início das filmagens cabe mais à disponibilidade de Steven Spielberg e Ford:

“Nós estamos redobrando os esforços para finalizá-lo. Agora, no que diz respeito ao início das filmagens, isso depende mais de Spielberg e Ford. O que posso dizer da trama é que há um artefato bem precioso que os protagonistas estarão procurando. E estamos bem contentes com o roteiro que estamos escrevendo. Eu sei que o trabalho é interminável e contínuo, além disso, Steven acabou de encerrar as filmagens de ‘The Post‘. No entanto, eu creio que se tudo ocorrer como planejado, ‘Indiana Jones‘ será seu próximo filme”.

Harrison Ford está empolgado com ‘Indiana Jones 5’

Os quatro filmes renderam quase US$ 2 bilhões nas bilheterias mundiais.

‘Os Defensores’ não terá 2ª temporada, confirma executiva da Netflix

Os Defensoresteve a menor audiência para uma série Marvel/Netflix, o que inviabilizou uma segunda temporada.

Cindy Holland, executiva da Netflix, confirmou em entrevista ao Deadline que o seriado realmente não retornará.

“Pode ser possível um dia, mas no momento não temos nenhum plano para isso.”, afirmou.

A informação já tinha sido adiantada pela atriz Krysten Ritter (Jessica Jones) em entrevista ao  Vulture.

“Me diverti muito com ‘Os Defensores’, foi uma experiência tão boa que com certeza faria novamente. Mas não penso que iremos fazer novamente, nunca foi pensado para ser assim na verdade, mas caso exista uma oportunidade eu aceitaria, claro”

Os Defensores‘ foi assistido por apenas 17% de toda a audiência da Netflix no período de 30 dias.

A Variety citou ainda que no comparativo semana a semana, a série caiu de 77%, para 67%, em seguida 48% e finalizou com 41%.

Com 80% de aprovação, ‘Os Defensores’ fica abaixo de ‘Demolidor’ e ‘Jessica Jones’ 

Lenda da Pixar é DEMITIDA no processo de reestruturação da Disney

Nos últimos meses, os executivos da Disney vêm tomando uma série de decisões controversas visando uma readequação financeira, que renderam inúmeras reclamações dos fãs e muitas incertezas acerca do futuro de franquias queridas. Dentre as polêmicas, as mais recentes foram a exclusão de conteúdos originais do Disney+ para reduzir a carga tributária, mesmo que isso signifique apagar produções que existiam exclusivamente na plataforma, e agora a demissão de 75 funcionários de uma de suas marcas mais poderosas: a Pixar.

Pixar demite 75 funcionários em meio à reestruturação da Disney

O mais curioso disso tudo é que a Pixar já vinha numa época de crise há alguns anos, e isso se intensificou após John Lasseter se desligar da empresa por acusações de assédio sexual. Para piorar a cena, no período pandêmico, as concorrentes no setor de animação parecem ter encontrado novos caminhos inovadores para conquistar o público, enquanto a Pixar seguiu com sua fórmula padrão, que já está desgastada para boa parte dos espectadores, o que reflete diretamente nas bilheterias de seus últimos projetos.

Segundo a agência de notícias Reuters, uma das principais causas para a Pixar entrar na rota de demissões foi o desempenho baixíssimo de Lightyear (2022), que não conseguiu se pagar com seu baixo desempenho em críticas e bilheteria, rendendo um grande prejuízo para os cofres da Disney. E não pense que a reestruturação afetou apenas as partes mais simples da empresa. Alguns medalhões foram mandados embora, como Angus MacLane e a LENDA Galyn Susman. Para quem não conhece, ambos estavam na Pixar desde o começo da empresa, mas Galyn ficou imortalizada no meio da animação por ter salvo o trabalho de milhares de colegas com uma ação simples e despretensiosa há algumas décadas.

Galyn se tornou uma lenda nos estúdios da Pixar

Nos anos 90, após o lançamento e a enxurrada de críticas positivas de Toy Story (1995), a Pixar entrou de vez no ramo das grandes animações cinematográficas e começou a trabalhar incansavelmente para manter o alto padrão que eles mesmos estabeleceram e colocaram como meta seguir inovando o máximo possível. Isso rendeu ao time de animadores e roteiristas uma estafa mental gigantesca, que atingiu seu ápice na produção de Toy Story 2, como revelou o cofundador da Pixar, Ed Catmull, em seu livro Creativity Inc., lançado em 2014.

O contexto era o seguinte: os executivos haviam decidido que iriam investir no mercado Home Video, e que a melhor forma para chamar atenção para esse ramo seria trazer a sequência do fenômeno dos cinemas como um lançamento exclusivo para esse formato, com Toy Story 2. Então, era um filme que não poderia dar errado, já que poderia colocar em risco toda a segmentação de Home Video da empresa. Só que a equipe criativa vinha de dois projetos enormes, Toy Story (1995) e Vida de Inseto (1998), e estavam todos esgotados. Isso refletiu diretamente na produção da sequência, que não estava fluindo.

Com essa “crise criativa” e a estagnação da equipe, parecia que eles não conseguiriam fazer um Toy Story tão bom quanto o original, o que só aumentou a pressão para cima do time. Para complicar ainda mais a situação já precária dos animadores, um dos funcionários acidentalmente apagou de forma irreversível aproximadamente 90% de tudo que já havia sido produzido de Toy Story 2, com mecanismos, efeitos, cenários e personagens animados indo embora com o simples digitar do código /bin/rm -r -f *.

Agora pense: se a situação já estava ruim com a equipe criativa precisando de um descanso para pensar em como concluir o filme, o quanto mais insalubre ficaria sua condição de trabalho se o longa precisasse ser reanimado todinho de novo? O desespero foi tanto que eles tentaram cortar a energia do prédio para impedir que o apagamento fosse concluído, mas correram em vão. E a situação foi tão aterrorizante que até mesmo o arquivo de backup do filme estava corrompido. Ou seja, foram meses de trabalho efetivamente jogados no lixo por acidente.

No entanto, como mar calmo nunca fez bom marinheiro, foi no meio desse caos que Galyn Susman se consagrou como uma das maiores lendas da história da Pixar. Na época, ela fazia a supervisão da direção técnica do projeto, mas teve que se afastar por conta do nascimento de seu bebê. Só que ela não queria deixar de trabalhar, mesmo estando de licença maternidade, porque sabia como o time estava cheio de trabalho e não queria complicar ainda mais a produção do filme.

Por conta desse pensamento proativo, Galyn realizou uma cópia de praticamente tudo que havia sido produzido até então e levou para casa para poder supervisionar de lá e eventualmente ligar para os companheiros para passar orientações. Assim, quando chegou a notícia de que haviam apagado o filme todo por acidente, a supervisora avisou que tinha uma cópia dos arquivos e levou para a equipe um raio de esperança, salvando a produção do filme.

Com essa raio de luz trazido por Galyn, a equipe conseguiu finalizar o filme a tempo e entregar para o estúdio. Então terminou tudo bem, certo? Errado! Isso porque apesar da Disney ter aprovado o projeto, que foi finalizado a duras penas, John Lasseter chegou da turnê de divulgação de Vida de Inseto e correu para assistir o corte final de Toy Story 2, dirigido pelo então iniciante Ash Brannon (Tá Dando Onda). E o resultado foi um filme tão genérico e previsível, que Lasseter ligou imediatamente para a Disney e pediu um prazo para refazer o projeto todo. Inicialmente, o estúdio achou que era piada, já que o processo médio de realização de um longa animado era de aproximadamente quatro anos. Mas o diretor insistiu e a empresa deu a ele um prazo máximo de apenas um ano para entregar o novo filme.

Foi assim que John Lasseter abriu mão de suas férias, afastou Brannon do projeto e se reuniu com a equipe criativa para escrever um novo roteiro do zero, inserindo a trama da Jessie e do Mineiro e toda a sequência final ambientada no aeroporto. Com isso, o filme ganhou muito mais alma e aventura, fazendo dele o sucesso que é amado até os dias de hoje. Para não dizer que a ação de Galyn foi descartada por isso, seu resgate do filme original permitiu que os animadores reaproveitassem alguns códigos e personagens já animados previamente para ajudar na construção do novo filme. E foi por meio dessa reciclagem, que aproveitou também cenários e elementos de animações prévias, que os animadores conseguiram finalizar o projeto com excelência nesse prazo recorde de um ano.

Quando os executivos viram o novo filme, eles acharam o resultado tão espetacular que desistiram da ideia do Home Video e prepararam um pomposo lançamento para os cinemas, correndo o risco de terem mais uma sequência com o selo Disney indo mal nas bilheterias. E isso logo se provou uma grande besteira, já que a altíssima qualidade do filme o levou a arrecadar impressionantes 512 milhões de dólares ao redor do mundo, fazendo dele um grande sucesso da casa.

Agora, com a demissão de Galyn Susman, que ascendeu na empresa até virar produtora, a Pixar se despede de uma de suas maiores lendas, que marcou época não só com essa história incomum, mas principalmente por sua contribuição para alguns dos maiores sucessos da casa.

Toy Story 2 está disponível no Disney+

Crítica | Traição – Minissérie de AÇÃO da Netflix é Reviravolta atrás de Reviravolta

Tem coisa que a paranoia na cabeça dos roteiristas adora escrever a respeito: o universo conspiratório em que todo mundo está contra os interesses do “governo”, seja ele qual for. Geralmente centrado no eixo Europa-Estados Unidos, uma produção de ação com suspense e conspiração geralmente envolve mocinhos versus bandidos, sendo estes geralmente oriundos dos países não ocidentais. Seguindo esse molde, estreou na virada do ano como uma das apostas da Netflix a minissérieTraição’, uma boa opção para os assinantes que gostam desse tipo de produção.

Em um dia comum, Sir Martin Angelis (Ciarán Hinds), diretor geral da MI6 (o serviço de inteligência secreto do Reino Unido e das Nações Amigas), está almoçando no clube que sempre frequenta quando, de repente, percebe que algo está errado: ele fora envenenado. Com o diretor afastado no hospital, Adam Lawrence (Charlie Cox), um homem jovem e cheio de energia, é indicado para ocupar a vaga de diretor geral da MI6. Sob pressão mas disposto a dar seu melhor, Adam se debruça a fundo para investigar quem estaria interessado no envenenamento de Adam, porém, aos poucos sua própria vida começa a correr risco, e também a de sua esposa Maddy (Oona Chaplin) e seus filhos Callum (Samuel Leakey) e Ella (Beau Gadsdon). Isto porque Kara (Olga Kurylenko), sua ex-namorada russa, volta de seu passado para cobrar respostas sobre uma missão em que os dois estiveram envolvidos anos antes.

Dividido em cinco episódios de cerca de quarenta minutos cada, ‘Traição‘ é o tipo de história que busca entregar ao menos uma grande reviravolta por episódio, de modo a engajar o espectador a continuar assistindo. Neste sentido, consegue seu objetivo, afinal, sendo uma minissérie, o espectador já tem mais predisposição para assistir, ciente de que terá o final da história quando a minissérie acabar.

O roteiro de Mark Charman e Amanda Duke faz o eixo do enredo girar a cada fim de arco narrativo. Em um primeiro momento temos a história centrada no protagonista Adam, que é um sujeito meio sem sal que não justifica estar na posição em que está; em seguida mudamos para Kara e esse passado negado, que eventualmente explica o porquê das coisas; por fim, ficamos em Maddy, a esposa que começa sem muito espaço na história mas que acaba como protagonista. Para rechear as tramas, muito suspense conspiratório envolvendo agentes-duplos, agentes infiltrados, FBI, MI6, vilões russos e heroísmo em território árabe. Ou seja, um roteiro que bebe e reforça a construção dessa imagem de árabes e russos como os grandes maus e os ingleses-estadunidenses como os bonzinhos, mesmo que entre eles mesmos haja muita puxada de tapete.

A direção compartilhada entre Louise Hooper e Sarah O’Gorman promove dinamismo para a história, alternando os holofotes do vilão versus herói de modo que o espectador é constantemente enganado, sem saber em quem acreditar – tal como os personagens na história. As diretoras realizam um competente trabalho na construção do suspense e das cenas de luta e tiroteio, tornando-as bastante convincentes, que é o que os fãs de ação querem ver.

Traição’ é uma boa minissérie de ficção com um quê de real, que se baseia no imaginário coletivo do eixo nórdico do globo de estar constantemente buscando traidores. Não traz nada de novo, mas é bem feito, e é isso que importa no entretenimento.

‘Army of the Dead’: Ray Fisher declara seu apoio a Zack Snyder pelo seu novo filme

Ray Fisher, um dos astros de Liga da Justiça, está bem animado em ver o diretor Zack Snyder voltar para a cadeira de direção com o remake de ‘Army of the Dead’.

O apoio a Snyder ocorreu via seu Twitter pessoal. O ator, que deu vida a Ciborgue, repostou um artigo escrito pela The Hollywood Reporter, que detalhava o novo longa-metragem de zumbis e trazia o nome de Snyder.

Confira:

https://twitter.com/rehsifyar/status/1090409049902837760

Snyder havia deixado sua carreira de lado pouco antes do lançamento de Liga da Justiça, em 2017, devido a tragédias familiares. Nesse meio-tempo, ele voltou para a internet com vídeos exclusivos sobre sua visão funesta para a DCEU.

Agora, o diretor foi chamado para trabalhar pela primeira vez dentro da Netflix.

Não há data prevista para o lançamento do filme.

‘9-1-1: Lone Star’: Série derivada contrata mais quatro nomes para o elenco

Segundo a VarietyNatacha KaramBrian Michael SmithRafael SilvaJulian Works foram elencados em 9-1-1: Lone Star’. Seus papéis, entretanto, ainda não foram revelados.

O grupo se junta aos previamente anunciados Ronen Rubinstein, Sierra McClain, Rob LoweLiv TylerJim Parrack. Lowe dará vida ao bombeiro nova-iorquino Owen Strand que, junto a seu filho já adulto, se muda para a cidade de Austin e tenta equilibrar sua problemática vida com sua necessidade de ajudar os outros.

Tyler, por sua vez, será a chefe dos paramédicos Michelle Blake, descrita como brilhante, irônica e a única que consegue enfrentar Owen na estação de bombeiros. Michelle tem uma obsessão que luta para controlar: descobrir o que aconteceu com sua irmã Iris, que desapareceu dois anos atrás.

Parrack será Judd, um bombeiro texano marcado pela tragédia. Rubinstein será TK Strand, o filho adulto de Owen; McClain, por sua vez, será Grace Ryder, operadora do centro de bombeiros e esposa de Judd Ryder.

A série funciona como spin-off da aclamada 9-1-1, que retorna para sua 3ª temporada no final deste mês. Ambas as produções foram criadas por Ryan Murphy, Brad FalchukTim Minear.

9-1-1: Lone Star’ tem estreia marcada para o dia 19 de janeiro de 2020.

‘Fargo’: Estreia da 4ª temporada é adiada devido ao Coronavírus

FX anunciou hoje (16) que a estreia da quarta temporada de Fargo foi adiada indefinidamente devido ao surto de Coronavírus.

Ainda há dois episódios a serem rodados e, por causa da pandemia, a produção foi suspensa. Dessa forma, a emissora decidiu cancelar o lançamento previsto para 19 de abril.

Mais informações devem ser divulgadas em breve.

 

A première será composta por um episódio duplo.

Timothy OlyphantChris Rock, Ben Whishaw, Jessie BuckleyJack Huston, Jason Schwartzman, Salvatore Esposito, Andrew Bird, Jeremie Harris, Gaetano Bruno , Anji White, Francesco Acquaroli, E’myri CrutchfieldAmber MidthunderUzo Aduba fazem parte do elenco do novo ciclo.

Na produção de Noah Hawley, após duas grandes ondas de imigrantes chegarem nos Estados Unidos, uma família italiana e uma negra comandam o crime organizado de Kansas City. Para conseguir alcançar a paz entre as duas organizações, os chefes de cada família trocam seus filhos mais velhos. Rock será o líder de um dos grupos grupos.

Crítica | Like a Prayer – O state-of-art do pop

Nos primeiros anos de sua carreira, Madonna deu a entender que ‘True Blue’ seria seu melhor álbum. Lançado em 1986 e seguindo o não tão original ‘Like a Virgin’, a composição musical da obra em questão superou a expectativa de todos e mostrou com bastante competência que a união de diversos gêneros pode funcionar sim quando feita com cautela, paciência e esmero. Entretanto, a cantora havia apenas começado o seu extenso e memorável legado, aparecendo pouco tempo depois do fracasso de ‘Quem É Essa Garota?’ com a maior e melhor iteração de toda a sua carreira: o icônico e revolucionário ‘Like a Prayer’.

A quarta rendição de Madonna é, sem sombra de dúvida, um divisor de águas em sua discografia e até mesmo na história da música pop – afinal, esta foi uma das primeiras vezes em que o gênero em questão alcançou um patamar aplaudível, raspando na perfeição fonográfica. Não é surpresa, pois, que a artista se valha de seus melhores vocais e performances que oscilam do proposital melodramático ao puro cinismo, conversando em uma deliciosa contradição com o CD anterior. ‘Like a Prayer’, inclusive, serviria de inspiração para inúmeras construções contemporâneas e ressurgiria com mais força em futuros álbuns da lead singer – caso prestemos atenção, alguns versos são bastante familiares com os de compilações como ‘Confessions on the Dancefloor’ (2005) e ‘MDNA’ (2012).

A investida em questão já abre com uma canção nada menos que perfeita: a faixa-título abre com um poderoso, porém breve, solo de guitarra que logo é ofuscado pelos tons propositalmente gospel de um órgão, que prepara terreno para a clássica bateria que já apareceu em outras composições (como “Material Girl”). Entretanto, apesar do escopo “animador” da música, a cantora reside nas harmonias de seu alcance mezzosoprano e brinca com as estruturações convencionais de tantas outras produções de artistas conterrâneos, adicionando uma singela camada de ousadia para uma envolvente letra. “Quando você me chama pelo meu nome, é como se fosse uma oração”: com esse verso, Madonna encontra sua fraqueza mesmo se consagrando como independente – e deixa espaço considerável para os elementos de idolatria voltarem com a forte presença do coro.

A balada desconstruída, que remonta a ares clássicos assim como ‘True Blue’ e ‘Like a Virgin’ fizeram com algumas faixas, é seguida da clássica “Express Yourself”. A track, como nunca antes, reflete a necessidade de empoderamento do eu lírico, ainda mais considerando que seu declamador é uma mulher inserida numa indústria controlada por homens. Por isso, os versos que podem parecer superficiais carregam consigo um significado dúbio (“não aceite o segundo lugar, baby” repete-se no início de cada refrão), acompanhado pela expressividade dos trompetes e, mais uma vez, da retumbante bateria.

A obra em si é o exato oposto de sua predecessora – ainda mais considerando que havia acabado de se separar de Sean Penn. E foi com um coração quebrado e um talento inigualável que a artista criou uma declaração difamatória e satírica extremamente sutil que, pelo título, já nos causa estranhamento: “Love Song” nos dá a entender que Madonna irá se entregar mais uma vez aos affairs românticos, mas logo depois do primeiro acorde, percebemos, como ela, que “esta não é uma canção de amor” – e até mesmo os diálogos em francês ajudam a reafirmar isso. Já aqui, percebemos a volta dos sintetizadores, que, diferente de antes, não seriam os principais instrumentos a ganharem nossa atenção.

O álbum cresce em originalidade e não recua em nenhum momento: seja com o chocante desabafo em “Till Death Do Us Part” ou com a catártica “Promise to Try”, Madonna explora com força vocais esplêndidos, tangenciando uma majestuosidade de nos arrepiar: nesta canção, por exemplo, ela se mantém em um tom único que harmoniza com o piano e o violino, ambos se postando diante de uma performance adorável. Seria apenas com “Cherish” que a produção optaria pelos acordes do electro-pop com uma narrativa, se é que é possível, mais romantizada e menos trágica que ‘Romeu e Julieta’, citando-os conforme caminhamos para o último ato (“eles nunca sentiram o que sinto”).

É interessante observar de que forma a cantora volta para suas premissas de amor na faixa supracitada e busca uma rendição mais teatral e anacronicamente perfeita em “Dear Jessie”: ela também aproveita para mostrar que cada uma de suas entregas é única e, aqui, cria uma atmosfera onírica acompanhada de arquiteturas que nos arremessam para décadas muito anteriores. Os dinâmicos violinos, regendo a imponência de uma paixão intrínseca, mesclam-se de modo radiofônico com “Oh Father”, cuja ambiência muda fluidamente para uma épica jornada coming-of-age que explode em um honrável chorus que repete “nunca me senti tão bem comigo mesma”.

A idealização narrativa não se resume apenas ao amor entre duas pessoas, mas sim do amor que Madonna sente por sua família, compreendendo-o como o âmbito mais importante da vida. A priori, a delineação musical nos passa uma sensação supérflua demais; porém, é imprescindível lembrar que essa track carrega uma profundidade mascarada, ainda mais porque a lead perdeu sua mãe com apenas cinco anos de idade. Logo, “não se esqueça de que sua família é ouro” ganha uma dimensão muito maior do que podemos dar crédito.

A epopeia termina com o bruto retorno latino em “Pray for Spanish Eyes”, com a utilização híbridas das castanholas e, mais uma vez, dos sintetizadores. Madonna até mesmo arrisca uma rouquidão que funciona em sua completude antes de finalizar com o brevíssimo resumo-conclusão “Act of Contrition”, misturando o imediato reconhecimento da guitarra com o coro da primeira música em um último esforço catártico, cuja influência atuaria diretamente em outro grande nome da música: Lady Gaga.

‘Like a Prayer’ sem sombra de dúvida, o mais próximo que o pop se aproximou da perfeição. Provando definitivamente sua versatilidade estilística, a artista cria e cultiva por gerações um state-of-art do gênero, uma joia lapidada que nos guia, em um inebriante e sinestésico conto de fadas distorcido, pelo imortal legado de Madonna.

Nota por faixa:

  • Like a Prayer – 5/5
  • Express Yourself – 5/5
  • Love Song – 4,5/5
  • Till Death Do Us Part – 5/5
  • Promise to Try – 5/5
  • Cherish – 4,5/5
  • Dear Jessie – 5/5
  • Oh Father – 4,5/5
  • Keep It Together – 4/5
  • Pray for Spanish Eyes – 5/5
  • Act of Contrition – 5/5

‘Homem-Aranha 3’: Toby Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland reunidos em incrível arte de fã

Em seu Instagram oficial, o artista Israel J. Soteldo compartilhou uma incrível arte de fã do aguardado Homem-Aranha 3, reunindo os astros Toby MaguireAndrew GarfieldTom Holland.

Confira:

A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que, com o adiamento da produção, o lançamento seja afetado.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Alfred MolinaAndrew GarfieldKirsten Dunst também foram confirmados, enquanto Emma StoneTobey MaguireWillem DafoeThomas Hayden Church estão em negociações para participar do longa-metragem.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

‘Rugrats: Os Anjinhos’: Série animada ganha trailer e data de estreia!

A Paramount+ divulgou hoje (05) o trailer oficial da série animada de Rugrats: Os Anjinhos’.

A produção tem estreia marcada para o dia 27 de maio.

Confira:

David Bowers (‘Diário de um Banana’) fica responsável pela direção dos episódios. Os criadores da série original, Arlene Klasky, Gábor Csupó e Paul Germain, retornam como produtores executivos.

Tommy, Angelica, Chuckie e o restante dos Anjinhos estão de volta para uma nova série animada na Paramount+! Ajuste a altura das cadeiras para o show, que continua o conto dos bebês do clássico sucesso dos anos 1990. Então, prepare-se para a reunião do icônico grupo de crianças – dublados pelos membros do elenco original – à medida que embarcam em novas aventuras épicas.

E.G. DailyNancy CartwrightCheryl ChaseCree SummerKath Soucie fazem parte do elenco. Ashley Rae SpillersTony HaleNatalie MoralesAnna ChlumskyTimothy SimonsNicole ByerOmar MillerMichael McKean entram como novos personagens.

Rugrats: Os Anjinhos‘ foi uma das séries animadas de maior sucesso da Nickelodeon, sendo exibida entre 1991 e 2004 – com um hiato entre 1995 e 1997. Na trama, um grupo de crianças aparentemente normais vivem diversas aventuras, possuem habilidades cognitivas avançadas e chegam a se comunicar como adultos, de maneira articulada e interativa.

A série chegou a ter um spin-off, intitulado ‘Rugrats Crescidos‘, que trazia os personagens na fase da adolescência, além de ter ganhado um longa de animação.

‘Impeachment: American Crime Story’: Monica desconfia de uma traição na promo oficial do 5º episódio; Confira!

FX divulgou a promo oficial de “Do You Hear What I Hear”, 5º episódio de ‘Impeachment: American Crime Story, que gira em torno do escândalo envolvendo Monica Lewinsky e o ex-presidente Bill Clinton.

Na trama, “conforme Monica se prepara para deixar D.C., ela começa a desconfiar de que alguém está divulgando notícias sobre seu caso. Linda se encontra com o FBI”.

O episódio vai ao ar no dia 05 de outubro.

Confira:

O elenco conta com Sarah Paulson como Linda Tripp; Clive Owen como Bill ClintonBeanie Feldstein como Monica Lewinsky; Annaleigh Ashford como Paula Jones; Billy Eichner como Matt Drudge; Edie Falco como Hillary Clinton; e Cobie Smulders como Ann Coulter.

O novo ciclo é baseado no romance não-ficcional A Vast Conspiracy: The Real Story of the Sex Scandal That Nearly Brought Down a President, assinado por Jeffrey Toobin.

Sarah Burgess será a roteirista dos novos episódios e também produtora executiva ao lado do criador Ryan Murphy e de Nina JacobsonBrad SimpsonBrad Falchuk, Larry KaraszewskiScott AlexanderAlexis Martin Woodall e Paulson.

‘The Flash’: Bart e Nora tentam consertar a linha do tempo na sinopse oficial do episódio 08×06; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial de “Impulsive Excessive Disorder”, sexto episódio da 8ª temporada de The Flash, que deve começar um novo arco para a iteração (ou seja, fora do evento de cinco episódios que ficou conhecido como “Armageddon”).

Na trama, “continuando de onde a 7ª temporada parou, depois de voltar para casa de uma visita aos votos de renovação de seus parentes, Bart e Nora logo percebem que as coisas não estão exatamente como eles as deixaram. A dupla corre para reparar quaisquer fissuras na linha do tempo e restaurar tudo à normalidade”.

O episódio será exibido no dia 09 de março.

Confira a promo:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Black Bird’: Série de SUSPENSE com Taron Egerton já está disponível na Apple TV+

A série ‘Black Bird‘, estrelada por Taron Egerton (‘Kingsman: Serviço Secreto’), já está disponível na Apple TV+.

A produção foi lançada no último dia 08 de julho na plataforma de streaming.

A trama acompanha Jimmy Keene (Egerton), estrela do time de futebol americano da escola e filho de um policial. Condenado a dez anos de prisão, ele ganha uma oportunidade única: escolher entre cumprir a sentença sem chance de redução ou ir para uma prisão de segurança máxima e se aproximar de Larry Hall (Paul Walter Hauser), suspeito de assassinatos em série. Para ganhar a liberdade, ele precisa arrancar uma confissão de Larry e descobrir onde ele escondeu o corpo de diversas jovens – tudo isso antes que o recurso do suspeito seja julgado. No entanto, será que tudo o que Larry diz é verdade? Ou ele é um mentiroso patológico?

Confira:

Criada por Dennis Lehane, a série é inspirada em uma história real e baseada no livro homônimo de James Keene.

Sepideh Moafi, Greg Kinnear e Ray Liotta também estrelam a produção.

Os três primeiros episódios foram dirigidos por Michaël R. Roskam (‘A Entrega’).

As 10 Melhores Séries de 2022

2022 já está acabando e, como é de costume aqui no CinePOP, chegou a hora de revisitar o melhor da televisão e dos streamings.

O ano tem sido ótimo para o mundo seriado, entregando ao público séries maravilhosas e memoráveis, desde a ótima fantasia A Casa do Dragãoaté a incrível comédia de mistério The Afterparty – ambas duas grandes surpresas do ano.

Nesta nova lista especial, separamos as dez melhores séries do ano, e garantimos que esse não foi um trabalho fácil.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi a sua favorita:

10. WANDINHA

“A série, como já podemos imaginar, é uma celebração do macabro e funciona com fluidez invejável – algo muito bem-vindo, considerando a carreira oscilante de Burton nas telonas. O diretor e produtor aproveitar incursões de grande sucesso de um passado não muito distante, como ‘A Noiva Cadáver’‘Sweeney Todd’ e ‘Frankenweenie’, para delinear um universo que, em qualquer outro lugar, seria impossível demais para ter credibilidades. Felizmente, Burton sabe como organizar cada um dos elementos e se alia a um time competente de artistas para dar origem à sua visão, firmando colaboração com os criadores Alfred Gough e Miles Millar e nos encantando do começo ao fim. Claro que o show comete deslizes, ainda mais no tocante aos efeitos especiais, mas um elenco de peso e uma história envolvente são o bastante para nos querer fazer maratonar a temporada de estreia.” – Thiago Nolla

9. A CASA DO DRAGÃO

“A temporada segue uma linha bem explícita de equilibrar drama com ação e algumas incursões reflexivas que mais servem como metáforas para a compreensão do mundo em que vivemos que para auxiliar no ritmo da história. Mesmo com o saldo positivo, é notável como a série é muito apaixonada pela original e não pensa duas vezes antes de homenageá-la como pode, com referências pontuais e escolhas estéticas que puxam elementos de capítulos como “The Rains of Castamere”, no tocante à atmosfera de suspense e angústia, e “Battle of the Bastards” “The Bells”, no tocante a acontecimentos mais grandiosos que premeditam o desenlace dos capítulos. Ainda que as semelhanças sejam óbvias, o time criativo procura ao máximo se desvencilhar de repetições – ora, Ramin Djawadi, por exemplo, se inspira na trilha sonora primogênita, remodelando-a para uma ambientação mais densa e condizente com o que acontece” – T.N.

8. O SENHOR DOS ANÉIS: OS ANÉIS DE PODER

“Nada disso viria à tona sem um realizador competente por trás das câmeras e que conseguisse trazer o mais detalhado aspecto da Terra-Média às telinhas – e é graças a J.A. Bayona, nome por trás do subestimado ‘Sete Minutos Depois da Meia-Noite’, que os episódios se tornam realidade. O diretor espanhol já demonstrou ter um olho crítico para obras de fantasia, utilizando uma sólida bagagem para celebrar aqueles que o inspiraram, mas sem deixar suas peculiaridades de lado. Bayona, aliado ao incrível time criativo da Amazon Studios, tem o espaço necessário para retratar a imensidão da natureza contra a pequenez da ambição dos personagens (cujo contraste é reiterado pela sensação de infinitude) e a eterna batalha entre o bem e o mal (não no sentido maniqueísta, essencialmente, mas na beligerância externa e interna de cada persona)” – T.N.

7. EUPHORIA

“Se existe algo que merece destaque em ‘Euphoria‘ é esse leque de personagens curiosos e fascinantes. É difícil achar alguém que não mereça ter suas histórias explanadas, ou mesmo que o background não desperte a atenção do espectador. Por fim, a segunda temporada de ‘Euphoria‘ vem para provar, novamente, porque a criação da A24 é atualmente uma das produções tematicamente mais ricas e interessantes para ser acompanhada. Rivalizando somente com a também ótima realização da NetflixSex Education, no quesito de abordar de maneira primorosa o subgênero coming of age. E mesmo que ambas abordem culturas distintas, já que a obra do streaming rival se passa na Inglaterra, e a da HBO nos EUA, no fim das contas entendemos que o individuo é daquela maneira em qualquer lugar do mundo” – Wilker Medeiros

6. THE WHITE LOTUS

“Há uma série de críticas trazidas por White que também são encarnadas por cada uma das engrenagens da série. A alienação sociopolítica é uma das inflexões que surgem no núcleo envolvendo Harper e Ethan contra Daphne e Cameron: enquanto estes posam como um casal perfeito, livre de problemas por não se importar com eles e tendo um aval inexplicável para fazer o que bem entenderem, aqueles lutam para aguentá-los até o fim do dia, lidando com um senso de despertencimento e com o choque de um privilégio branco que se manifesta das mais diversas maneiras. E, enquanto o desenrolar da trama nos deixa furiosos, é impossível desviar os olhos das cenas que estrelam – talvez pelo fato de sermos seduzidos pela tragédia e pela vergonha alheias.” – T.N.

5. THE BOYS

“Expandindo ainda mais o arco narrativo de todos os heróis – com ou sem o composto V – de forma brilhante, a produção já se prepara para uma nova temporada, à medida que presenteia a audiência com um 3° ciclo grotesco, mas ironicamente bastante apaixonante. Destacando Kimiko (Karen Fukuhara) e Frenchie (Tomer Capone) de forma diferente e encantadora, ‘The Boys‘surpreende com capítulos dignos de extensas maratonas, encerrando sua temporada mais uma vez com um sabor agridoce, apenas para aguçar o paladar dessa audiência incansável por confusão e pancadaria. E se depender daqueles 10 segundos finais, a 4ª temporada promete desafiar o restinho de compreensão humana que ainda nos restava após tantos episódios de ‘The Boys‘” – R.G.

4. ANDOR

“Desde o início de ‘Andor’ o espectador encontra uma grande produção, e o diretor Benjamin Caron encontra formas de também inserir novos elementos e registrar sua própria assinatura na série, como a acertada escolha de colocar a música ao vivo no set nos momentos-chave do enredo, que vemos no terceiro episódio; dá para sentir a diferença que isso fez na entrega do elenco ao sentimento das cenas. Ainda sobre este ponto, toda a dinâmica do sistema de alerta em Ferrix faz o espectador brasileiro pensar na engenhosa rede de comunicação das comunidades periféricas que temos em nosso país” – Janda Montenegro

3. HACKS

“A 2ª temporada de ‘Hacks‘ nos deixa à deriva, perplexos diante de uma história excepcional tão bem destrinchada em oito episódios de meia hora. Nos consumindo para dentro da disfuncionalidade relacional de Deborah e Ava, a original HBO Max meio que nos deixa ao relento, magoados por um final tão impecável, que é difícil demais de ser encarado. Mas DownsAniello e Statsky ainda possuem uma carta na manga e o que parece ser um ponto final definitivo, talvez seja apenas um ponto e vírgula de uma futura 3ª temporada. Mas quem vai realmente poder decidir isso é só a HBO Max” – R.G.

2. THE AFTERPARTY

Se você ainda não assistiu a The Afterparty, não sabe o que está perdendo: a série da Apple TV+ chegou sem muito barulho ao catálogo da plataforma de streaming e rapidamente se tornou uma das melhores do ano, apostando fichas em uma miscelânea de gêneros narrativos comandados por um elenco espetacular. Ao longo de oito episódios, a obra apresenta diversas perspectivas de um mesmo evento: um assassinato em meio a uma reunião de antigos colegas de escola. No final das contas, cabe à Detetive Danner (Tiffany Haddish) e a seu parceiro, o Detetive Culp (John Early), descobrir quem cometeu o crime.

1. RUPTURA

“Sob uma realidade repleta de interrogações, mentiras mal ditas e verdades nunca ditas, ‘Ruptura‘ é um retrato caótico e distópico do ser humano sem suas memórias e raízes, à medida em que explora a codependência emocional a qual muitas vezes somos submetidos em nossas relações corporativas com líderes carrascos e narcisistas que sugam nossas energias. E o elenco da série, composto também por Patricia Arquette,Britt Lower,Zach Cherry,Tramell Tillman, John Turturro e Christopher Walken, se encarrega de tornar essa experiência televisiva ainda mais realista, com uma coletânea de performances assustadoramente poderosas” – R.G.

‘Terrifier 2’: Terror POLÊMICO já está disponível no Prime Video!

O polêmico terror ‘Terrifier 2‘ – que fez os espectadores vomitarem e passarem mal nos cinemas – já está disponível no Prime Video Brasil.

O longa foi lançado hoje, dia 17 de maio, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer dublado:

Anteriormente, o diretor Damien Leone confirmou que ‘Terrifier 3‘ está em desenvolvimento, afirma que o próximo capítulo será “o mais aterrorizante da franquia”:

“Um dos meus principais objetivos para Terrifier 3 é recapturar o fator de fluência presente no curta-metragem original. Isso tinha uma atmosfera genuinamente assustadora da qual ainda me orgulho. Se tudo correr como planejado, a parte 3 será o filme mais aterrorizante da franquia”, afirmou.

Após ser ressuscitado por uma entidade sinistra, o palhaço Art retorna à Miles County, onde ele deve caçar e destruir uma adolescente e seu irmão mais novo na noite de Halloween.

Confira o trailer:

Damien Leone retorna à direção.

David H. Thornton retorna como o palhaço sádico. Lauren LaVera será a protagonista da continuação.

Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.

 

Matéria | Conheça ‘Olhos Prateados’, romance baseado na clássica franquia de jogos ‘Five Nights at Freddy’s’

Em 2014, Scott Cawthon ganhava conhecimento da indústria de games ao lançar a primeira iteração de uma franquia que viria a se tornar tão icônica quantos os clássicos jogos point-and-click que fizeram sucesso algumas décadas atrás. A série, intitulada Five Nights at Freddy’s’, não apenas insurgiu em uma perspectiva com grande originalidade, mas também gerou inúmeras teorias da conspiração e abriu espaço para uma nova vertente do storytelling – e, seguindo os passos de outras franquias como Assassin’s Creed’ e Warcraft’, não poderia deixar de adquirir uma versão literária e, como já podemos imaginar, uma futura releitura para as telonas, ainda que este projeto ainda esteja em seus estágios iniciais.

Partindo dessa premissa, a romancista Kira Breed-Wrisley tinha uma tarefa um tanto quanto árdua em mãos: se pensarmos bem – e aqui evoco memória de algumas pessoas que já tenham se aventurado na Pizzaria Freddy Fazbear -, todo o pano de fundo construído por Cawthon não necessariamente segue uma cronologia sensata. Na verdade, o microcosmos funciona em suas próprias regras, e o jogador assume a posição de um guarda noturno que deve sobreviver durante cinco noites enquanto é atacado por animatrônicos demoníacos que querem transformá-lo em um deles. Como trazer essa trama para as páginas – e como torná-la tão envolvente quanto o game que a originou? Certamente Breed-Wrisley não poderia cometer os mesmos erros que outros novelistas que adotaram a missão de traduzir os épicos online para o meio literário e falharam miseravelmente em criar algo satisfatório o suficiente.

Felizmente a autora já tem uma experiência considerável na área – além de ser uma dramaturga de talento inegável; Olhos Prateados’, como ficou conhecido sua primeira expansão para o universo de FNAF’, não apenas superou todas as expectativas como também endossou a própria capacidade artística e narrativa da responsável pela nova história. Apesar dos poucos capítulos serem longos em termos quantitativos, em momento algum nos vemos frente a frente com sequências extenuantes ou monótonas, mas sim pequenas pérolas de tensão e suspense que conseguem capturar o leitor desde o primeiro momento em que abre as páginas do livro até as palavras finais – e, diferente do que podemos pensar, esta não é apenas mais um medíocre produto de gênero, mas sim algo que brinca com a temporalidade em uma montagem que beira o cinematográfico.

A história central gira em torno de Charlotte, também conhecida como Charlie, que retorna para sua cidade natal para reencontrar seus amigos de infância no aniversário de um trágico acontecimento ocorrido dez anos atrás: o desaparecimento de Michael, uma criança de seis anos que foi raptada dentro da Pizzaria Freddy Fazbear e nunca mais foi encontrada. Destruindo a relação entre inúmeros habitantes da pequena Hurricane e mudando para sempre a dinâmica comunidade – o pai de Charlie, responsável pelo restaurante e por toda a decoração fincada em animatrônicos e brinquedos tecnológicos, acabou se matando após o ocorrido -, a jovem garota se sente desconfortável ao voltar para lá e nem mesmo poderia imaginar os segredos que ressurgiriam para assombrá-la.

A romancista cria imagens vívidas a cada uma das páginas, e já começa a narrativa de modo impactante, delineando um prólogo mórbido que nos mantém um pouco preparados para o que virá a seguir. Entretanto, nem mesmo essa investida anacrônica consegue premeditar as viradas e a explicitação com a qual as coisas se desenrolam – estamos falando de adolescentes de dezessete anos experienciando o gosto mais puro do terror, do medo, e que consegue nos deixar arrepiados e intrigados.

Não é à toa que, apesar do linguajar levemente rebuscado e descritivo, a leitura de Olhos Prateados’ seja de razoável facilidade ao mesmo tempo em que não se restringe a mergulhar em passagens intimistas – em diversos momentos, Charlie se vê vasculhando a memória e retornando a traumas de um passado distante que ainda insistem em se fazer presentes.

Em nenhum momento as tramas e subtramas se confundem em uma mescla amorfa de previsibilidade; muito pelo contrário, aqui há espaço para desenvolver o conflito principal com começo, meio e um fim cheio de cliffhangers para possíveis continuações – que inclusive já existem -, e também margem para possibilitar o crescimento e amadurecimento de seus protagonistas, desde o pequeno Jason que se vê num tour-de-force compulsório e cruel, até as centelhas complicadas da relação entre Charlie e um velho amigo de infância, chamado John. De modo equilibrado, vemos alguns escapes cômicos tomarem conta de certas passagens, como a construção arquetípica e controversa de Jessica, e alguns estereótipos propositais que contribuem para o andamento mais dinâmico do livro.

Talvez as coisas se mostrem repetitivas em dado momento, porém é provável que Breed-Wrisley tenha pensado em alguns deslizes e buracos que seriam mais complicados de fechar sem tangenciar o ridículo. É por isso que elementos tanto do drama quanto do sobrenatural se encontrem inúmeras vezes, oscilando entre o que é real e o que é loucura, dançando através dessas inúmeras vertentes para possibilitar um fechamento mais conclusivo e satisfatório aos leitores. Ainda que o protagonismo dos animatrônicos seja ofuscada pelos outros personagens – sim, nós queremos mais brinquedos demoníacos e, de preferência, mais terror -, é quase instantâneo visualizar os rostos deformados de Freddy, Chica, Bonnie e Foxy, as mesmas personas criadas para os jogos, mas agora com uma motivação mais especial.

‘Olhos Prateados’ é apenas o início de uma franquia literária muito interessante e com potencial gigante. Unindo o útil ao agradável, o vanguardista ao convencional, a parceria entre virtual e material tornou-se uma surpresa muito bem-vinda – e recheada daquilo que mais gostamos: o trágico.

‘Longlegs’: ELOGIADO terror que traz Nicolas Cage como serial killer ganha teaser INTENSO e data de estreia

O terror psicológico ‘Longlegs‘, que trará o veterano Nicolas Cage (‘O Peso do Talento’) como um sádico serial killer, ganhou um novo teaser intenso.

A Diamond Films lançará o filme nos cinemas nacionais no dia 11 de julho.

Na trama…

“A agente do FBI Lee Harker (Monroe) é a talentosa nova recruta designada para o caso não resolvido de um perigoso serial killer (Cage). À medida que o caso sofre reviravoltas complexas, desenterrando evidências de ocultismo, Harker descobre uma conexão pessoal com o assassino impiedoso e deve correr contra o tempo para detê-lo antes que ele reivindique a vida de outra família inocente.”

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda contará com Maika Monroe (‘Corrente do Mal’), Alicia Witt (‘Lenda Urbana’) e Blair Underwood (‘American Crime Story’).

Comandado por Osgood Perkins, diretor de ‘A Enviada do Mal‘ e ‘Maria e João: O Conto das Bruxas‘, o projeto está sendo descrito como “um horror psicológico na mesma veia dos antigos clássicos de Hollywood”.

 Além de dirigir, Perkins também é responsável pelo roteiro do terror.

C2 Motion Picture Group irá produzir, além de financiar o longa.

Cage também servirá como produtor ao lado de Dan Kagan (‘Significant Other’), Brian Kavanaugh-Jones (‘Sobrenatural’), Dave Caplan (‘The End We Start From’) e Chris Ferguson (‘Brinquedo Assassino’).

Beau DeMayo explica DRÁSTICA decisão da 1ª temporada de ‘X-Men ’97’

O último episódio de X-Men ’97’ trouxe inúmeras aparições icônicas do Universo Marvel, incluindo o Pantera Negra. Entretanto, como bem descobrimos, era T’Chaka quem estava por debaixo da máscara, e não T’Challa.

A decisão deixou os espectadores perplexos e, através das redes sociais, o showrunner Beau DeMayo foi questionado sobre a chocante mudança. Apesar de, a princípio, ter escrito que não tinha nada a declarar, ele esclareceu a decisão.

“Não sei por que a Marvel teve certos diretores tentando mentir sobre isso, mas produzimos a 1ª temporada [de X-Men ’97’] no começo de 2021″, DeMayo afirmou em seu perfil oficial no X. “A perda de [Chadwick] Boseman pesou muito para o estúdio, e para mim também como um homem negro. Pareceu cedo demais fazer [T’Challa]. Coloquei a humanidade antes da continuidade”.

Pouco depois, ele acrescentou: “como eu disse, na época, não parecia certo. Apenas uma questão de respeito. Se fosse hoje, acho que a escolha seria diferente. De qualquer forma, tentar mudar isso como outra coisa não faz o menor sentido para mim”.

Lembrando que a 1ª temporada da animação já está disponível na Disney+, e ainda não há previsão de lançamento para a 2ª.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Continuando após os eventos de X-Men: A Série Animada’, os X-Men enfrentam novos desafios perigosos após a perda de seu líder, o Professor Xavier.

Cal DoddLenore ZannGeorge BuzaCatherine DisherChris PotterAlison Sealy-SmithAdrian Hough e outros estão no elenco de dublagem.

Vídeo INÉDITO mostra as audições do elenco de ‘Sintonia’; Confira!

A 5ª (e última) temporada da série brasileira ‘Sintonia‘ já está disponível no serviço de streaming da Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo inédito compilando as audições do elenco protagonista.

Confira:

 

No ciclo final, Nando enfrenta novos desafios na prisão, que pode ameaçar a segurança das pessoas ao seu redor; Rita realiza seu sonho de se tornar uma advogada, mas precisa enfrentar um dilema profissional; e Doni toma uma decisão importante para o futuro de sua carreira.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada e dirigida por KondZilla.

A produção brasileira segue um trio de amigos que cresceram juntos na mesma favela, em São Paulo, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da igreja. Cada um deles transforma suas experiências de infância em caminhos muito divergentes, ao mesmo tempo em que tentam equilibrar a amizade e se manterem firmes.

Jottapê CarvalhoChristian MalheirosBruna Mascarenhas estrelam.

Pôster da série Sintonia da Netflix, três jovens abraçados.

Pôster da série 'Sintonia', Netflix, estreia 5 de fevereiro

‘Acapulco’: 4ª temporada da ELOGIADA comédia com Eugenio Derbez chega ao streaming!

A 4ª temporada de Acapulco, elogiada série de comédia estrelada por Eugenio Derbez, finalmente chegou ao catálogo da Apple TV+.

O novo ciclo estreou hoje, 23 de julho, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

acapulco 3
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acapulco 2
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acapulco 1
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Lembrando que as três primeiras iterações da série também estão disponíveis na plataforma.

Na mais recente temporada, é hora de reconciliar os erros do passado e novos começos emocionantes. O velho Máximo (Derbez) volta para Las Colinas que não reconhece mais. Enquanto em 1985, o jovem Maximo (Enrique Arrizon) continua sua escalada na escada do sucesso, ao mesmo tempo que coloca em risco todos os relacionamentos que ele trabalhou tanto para construir.

A série foi criada por Austin WinsbergEduardo CisnerosJason Shuman, baseada no longa-metragem ‘Como se Tornar um Conquistador’.

Camila PerezFernando CarsaRaphael AlejandroJessica CollinsRegina ReynosoRafael Cebrián e outros completam o elenco.

Hero Fiennes Tiffin é Sherlock Holmes no cartaz INÉDITO da série ‘Jovem Sherlock’; Confira!

Prime Video Brasil divulgou um cartaz inédito e nacional de ‘Jovem Sherlock’ (‘Young Sherlock’), série inspirada no icônico detetive criado por Sir Arthur Conan Doyle.

A atração, que traz Hero Fiennes Tiffin como Sherlock Holmes e Max Irons como Mycroft Holmes, chega à plataforma de streaming no dia 4 de março de 2026.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

Hero Fiennes Tiffin (‘After’) interpretará uma versão mais jovem do Sherlock Holmes. Joseph Fiennes e Natasha McElhone darão vida aos seus pais, Silas e Cordelia Holmes, respectivamente.

Colin Firth (‘O Diário de Bridget Jones’) interpretará o Sir Bucephalus Hodge.

“Esta história de origem irreverente e cheia de ação reimagina um Sherlock Holmes aos 19 anos, que se encontra desonrado, amador, sem filtro e sem forma. Logo, ele se vê envolvido em um mistério de assassinato na Universidade de Oxford que ameaça sua liberdade. Mergulhando em seu primeiro caso com uma total falta de disciplina, Sherlock consegue desvendar uma conspiração mundial que mudará sua vida para sempre.”

Matthew Parkhill servirá como roteirista, produtor executivo e showrunner.

Oito episódios foram encomendados para a primeira temporada.

Astra TV Awards 2026 | ‘The Pitt’, ‘Falando a Real’ e MAIS na lista de indicados à premiação

Hollywood Creative Alliance anunciou recentemente os indicados ao Astra TV Awards 2026, premiação que ocorre no dia 15 de agosto em Los Angeles.

O drama ‘The Pitt’, da HBO Max, lidera a lista com 12 nomeações, incluindo Melhor Série de Drama, Melhor Ator em Série de Drama para Noah Wyle, duas indicações para Melhor Ator Coadjuvante em Série de Drama e quatro para Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Drama.

‘Falando a Real’, do Apple TV, dominou as categorias de comédia com dez indicações, seguido de perto por ‘Rooster’, estrelada por Steve Carell, com nove. A 2ª temporada de ‘Treta’, da Netflix, liderou nas categorias de minissérie ou antologia com nove indicações, incluindo nomeações para Oscar Isaac, Carey Mulligan, Charles Melton e Cailee Spaeny.

Confira a lista abaixo:

MELHOR SÉRIE DE COMÉDIA
Abbott Elementary (ABC)
Elsbeth (CBS)
Hacks (HBO Max)
I Love LA (HBO)
Margô Está em Apuros (Apple TV)
Rooster (HBO)
Scrubs (ABC)
Falando a Real (Apple TV)
Ted (Peacock)
Casadas e Caçadoras (Netflix)

MELHOR ELENCO EM SÉRIE DE COMÉDIA – BROADCAST
Abbott Elementary (ABC)
Best Medicine (FOX)
Ghosts (CBS)
Scrubs (ABC)
Shifting Gears (ABC)
St. Denis Medical (NBC)

MELHOR ELENCO EM SÉRIE DE COMÉDIA – CABO
American Classic (MGM+)
It’s Always Sunny in Philadelphia (FX)
I Love LA (HBO)
Rooster (HBO)
The Chair Company (HBO)
The Lowdown (FX)

MELHOR ELENCO EM SÉRIE DE COMÉDIA – STREAMING
Gen V (Prime Video)
Hacks (HBO Max)
Margô Está em Apuros (Apple TV)
Ninguém Quer (Netflix)
Only Murders in the Building (Hulu)
Falando a Real (Apple TV)

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE COMÉDIA
Adam Brody – Ninguém Quer (Netflix)
David Alan Grier – St. Denis Medical (NBC)
Ethan Hawke – The Lowdown (FX)
Jason Segel – Falando a Real (Apple TV)
John Cena – Pacificador (HBO Max)
Martin Short – Only Murders in the Building (Hulu)
Steve Carell – Rooster (HBO)
Steve Martin – Only Murders in the Building (Hulu)
Yahya Abdul-Mateen II – Magnum (Disney+)
Zach Braff – Scrubs (ABC)
Utkarsh Ambudkar – Ghosts (CBS)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE COMÉDIA
Brittany Snow – Casadas e Caçadoras (Netflix)
Carrie Preston – Elsbeth (CBS)
Elle Fanning – Margô Está em Apuros (Apple TV)
Jean Smart – Hacks (HBO Max)
Jenna Ortega – Wandinha (Netflix)
Keke Palmer – The Burbs (Peacock)
Lisa Kudrow – The Comeback (HBO)
Malin Akerman – Casadas e Caçadoras (Netflix)
Quinta Brunson – Abbott Elementary (ABC)
Rachel Sennott – I Love LA (HBO)
Selena Gomez – Only Murders in the Building (Hulu)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA
Daniel Radcliffe – The Fall and Rise of Reggie Dinkins (NBC)
Donald Faison – Scrubs (ABC)
Harrison Ford – Falando a Real (Apple TV)
John C. McGinley – Rooster (HBO)
Josh Hutcherson – I Love LA (HBO)
Nick Offerman – Margô Está em Apuros (Apple TV)
Paul W. Downs – Hacks (HBO Max)
Phil Dunster – Rooster (HBO)
Ted McGinley – Falando a Real (Apple TV)
Tyler James Williams – Abbott Elementary (ABC)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE COMÉDIA
Charly Clive – Rooster (HBO)
Danielle Deadwyler – Rooster (HBO)
Emma Myers – Wandinha (Netflix)
Hannah Einbinder – Hacks (HBO Max)
Janelle James – Abbott Elementary (ABC)
Jessica Williams – Falando a Real (Apple TV)
Michelle Pfeiffer – Margô Está em Apuros (Apple TV)
Odessa A’zion – I Love LA (HBO)
Sarah Chalke – Scrubs (ABC)
Sheryl Lee Ralph – Abbott Elementary (ABC)

MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DE COMÉDIA
Brett Goldstein – Falando a Real (Apple TV)
Christopher McDonald – Hacks (HBO Max)
Elijah Wood – I Love LA (HBO)
John C. McGinley – Scrubs (ABC)
Michael J. Fox – Falando a Real (Apple TV)
Ryan Gosling – Saturday Night Live (NBC)

MELHOR ATRIZ CONVIDADA EM SÉRIE DE COMÉDIA
Amy Sedaris – Elsbeth (CBS)
Cherry Jones – Hacks (HBO Max)
Christina Ricci – Wandinha (Netflix)
Jamie Lee Curtis – O Urso (FX)
Kaitlin Olson – Hacks (HBO Max)
Taraji P. Henson – Abbott Elementary (ABC)

MELHOR SÉRIE DE DRAMA
From (MGM+)
Rivalidade Ardente (HBO Max)
Uma Mente Excepcional (ABC)
Landman (Paramount+)
Outlander (Starz)
Paradise (Hulu)
Pluribus (Apple TV)
The Boys (Prime Video)
A Diplomata (Netflix)
The Pitt (HBO Max)

MELHOR SÉRIE DE DRAMA – BROADCAST
9-1-1 (ABC)
Grey’s Anatomy (ABC)
Uma Mente Excepcional (ABC)
Marshals (CBS)
Matlock (CBS)
Will Trent (ABC)

MELHOR SÉRIE DE DRAMA – CABO
Euphoria (HBO)
From (MGM+)
Outlander (Starz)
The Audacity (AMC)
The Beauty (FX)
IT: Bem-Vindos a Derry (HBO)

MELHOR SÉRIE DE DRAMA – STREAMING
Landman (Paramount+)
Paradise (Hulu)
Pluribus (Apple TV)
Stranger Things (Netflix)
The Boys (Prime Video)
The Pitt (HBO Max)

MELHOR ATOR EM SÉRIE DE DRAMA
Antony Starr – The Boys (Prime Video)
Billy Bob Thornton – Landman (Paramount+)
Billy Magnussen – The Audacity (AMC)
Gary Oldman – Slow Horses (Apple TV)
Mark Ruffalo – Task (HBO)
Noah Wyle – The Pitt (HBO Max)
Ramon Rodriguez – Will Trent (ABC)
Sam Heughan – Outlander (Starz)
Sterling K. Brown – Paradise (Hulu)
Walton Goggins – Fallout (Prime Video)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE DE DRAMA
Angela Bassett – 9-1-1 (ABC)
Carrie Coon – A Idade Dourada (HBO)
Chase Infiniti – Os Testamentos (Hulu)
Ella Purnell – Fallout (Prime Video)
Kathy Bates – Matlock (CBS)
Kaitlin Olson – Uma Mente Extraordinária (ABC)
Keri Russell – A Diplomata (Netflix)
Michelle Pfeiffer – Madison (Paramount+)
Rhea Seehorn – Pluribus (Apple TV)
Zendaya – Euphoria (HBO)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA
Bill Skarsgård – IT: Bem-Vindos a Derry (HBO)
Billy Crudup – The Morning Show (Apple TV)
James Marsden – Paradise (Hulu)
Jamie Campbell Bower – Stranger Things (Netflix)
Jason Ritter – Matlock (CBS)
Jensen Ackles – The Boys (Prime Video)
Patrick Ball – The Pitt (HBO Max)
Shawn Hatosy – The Pitt (HBO Max)
Tom Pelphrey – Task (HBO)
Zach Galifianakis – The Audacity (AMC)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA
Alfre Woodard – The Boroughs (Netflix)
Allison Janney – A Diplomata (Netflix)
Christine Baranski – A Idade Dourada (HBO)
Emilia Jones – Task (HBO)
Isa Briones – The Pitt (HBO Max)
Jennifer Love Hewitt – 9-1-1 (ABC)
Katherine LaNasa – The Pitt (HBO Max)
Rebecca Hall – The Beauty (FX)
Sepideh Moafi – The Pitt (HBO Max)
Taylor Dearden – The Pitt (HBO Max)

MELHOR ATOR CONVIDADO EM SÉRIE DE DRAMA
Bill Pullman – The Boroughs (Netflix)
Bradley Whitford – A Diplomata (Netflix)
Eric Dane – Euphoria (HBO)
Giancarlo Esposito – The Boys (Prime Video)
Macaulay Culkin – Fallout (Prime Video)
Paul Reiser – The Boys (Prime Video)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE DE DRAMA
Elisabeth Moss – Os Testamentos (Hulu)
Isabella Rossellini – The Beauty (FX)
Kiernan Shipka – Industry (HBO)
Miriam Shor – Pluribus (Apple TV)
Shailene Woodley – Paradise (Hulu)
Tal Anderson – The Pitt (HBO Max)

MELHOR SÉRIE LIMITADA
All Her Fault (Peacock)
Treta (Netflix)
Pela Metade (HBO)
DTF: St. Louis (HBO)
O Monstro em Mim (Netflix)
A Namorada Ideal (Prime Video)

MELHOR FILME PARA TELEVISÃO
Improvisação Perigosa (Prime Video)
Mike, Nick, Nick e Alice (Hulu)
De Férias com Você (Netflix)
Criatuas Extraordinariamente Brilhantes (Netflix)
Swiped (Hulu)
Dupla Perigosa (Prime Video)

MELHOR ELENCO EM SÉRIE LIMITADA OU FILME PARA TV
All Her Fault (Peacock)
Treta (Netflix)
O Senhor das Moscas (Netflix)
Mike, Nick, Nick e Alice (Hulu)
Algo Horrível Vai Acontecer (Netflix)
A Namorada Ideal (Prime Video)

MELHOR ATOR EM SÉRIE LIMITADA OU FILME PARA TV
Lewis Pullman – Criaturas Extraordinariamente Brilhantes (Netflix)
Matthew Rhys – O Monstro em Mim (Netflix)
Oscar Isaac – Treta (Netflix)
Paul Anthony Kelly – Love Story (FX)
Richard Gadd – Pela Metade (HBO)
Riz Ahmed – Isca (Prime Video)

MELHOR ATRIZ EM SÉRIE LIMITADA OU FILME PARA TV
Camila Morrone – Algo Horrível Vai Acontecer (Netflix)
Carey Mulligan – Treta (Netflix)
Claire Danes – O Monstro em Mim (Netflix)
Sally Field – Criaturas Extraordinariamente Brilhantes (Netflix)
Sarah Pidgeon – Love Story (FX)
Sarah Snook – All Her Fault (Peacock)

MELHOR ATOR COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA OU FILME PARA TV
Charles Melton – Treta (Netflix)
David Harbour – DTF: St. Louis (HBO)
Jake Lacy – All Her Fault (Peacock)
Jamie Bell – Pela Metade (HBO)
Jason Bateman – DTF: St. Louis (HBO)
Troy Kotsur – Black Rabbit (Netflix)

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE EM SÉRIE LIMITADA OU FILME PARA TV
Brittany Snow – O Monstro em Mim (Netflix)
Cailee Spaeny – Treta (Netflix)
Dakota Fanning – All Her Fault (Peacock)
Grace Gummer – Love Story (FX)
Linda Cardellini – DTF: St. Louis (HBO)
Youn Yuh-jung – Treta (Netflix)

MELHOR SÉRIE ANIMADA
Family Guy (FOX)
Hazbin Hotel (Prime Video)
Invencível (Prime Video)
Long Story Short (Netflix)
South Park (Comedy Central)
Os Simpsons (FOX)

MELHOR ANIME
Dandelion (Netflix)
Mao (Hulu)
Rooster Fighter (Adult Swim)
Sakamoto Days (Netflix)
Steel Ball Run: JoJo’s Bizarre Adventure (Netflix)
Witch Hat Atelier (Crunchyroll)

Confira a lista completa aqui!

Após perda de assinantes, Netflix perde US$ 17 bilhões em valor de mercado

Horas depois da Netflix ter anunciado uma significativa perda de assinantes, as ações da plataforma de streaming despencaram, causando um prejuízo de US$ 17 bilhões em valor de mercado num único dia.

A informação é do Comic Book, que ressalta que, mesmo com uma perdão tão grande, a Netflix está avaliada em pelo menos US$ 142 bilhões.

De acordo com o analista da Enders Analysis, Tom Harring, apesar de preocupante, a queda é apenas uma anomalia momentânea.

“Com toda a probabilidade haverá crescimento no trimestre atual”, explicou Harring ao The Wrap. “Com grandes exibições originais como Stranger Things’, ‘Orange is the New Black’, ‘Money Heist’ e Mindhunter, certamente haverá um impulso”.

Apesar da perda de 130.000 assinantes no segundo trimestre do ano, a Netflix espera um ótimo retorno para o terceiro.

‘Harry Potter’: J.K. Rowling compartilha comovente mensagem sobre Alan Rickman

Há quatro anos, os fãs de ‘Harry Potter‘ lamentaram a morte de Alan Rickman, falecido após uma longa luta contra o câncer, mas seu papel como Severo Snape permanecerá vivo no cinema.

Em seu perfil do Twitter, J.K. Rowling, a criadora da franquia, compartilhou uma comovente mensagem, revelando que ainda não superou a morte do astro e amigo.

A revelação foi em resposta a uma fã que lhe agradeceu por criar Snape e convencer Rickman a interpretá-lo.

Confira:

“Hoje à noite na Itália, exibiram ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘. Como sempre, nunca estou pronta para me despedir de Severo Snape. J.K. Rowling, obrigada por criar esse personagem incrível e por convencer Alan Rickman a interpretá-lo. Ele ficou perfeito.”, disse a fã.

Ao que Rowling respondeu:

“Em ‘Harry Potter e a Criança Amaldiçoada‘, Snape faz sua primeira aparição de costas para o público. Durante o ensaio, eu o vi com sua longa peruca e meus olhos se encheram de lágrimas porque, por uma fração de segundo, eu acreditei que veria Alan quando Snape se virasse.”

Nas redes sociais, os fãs publicaram diversas homenagem a Rickman usando a palavra ‘Always‘, em referência a um dos momentos mais marcantes do personagem.

Confira as publicações:

Lembrando que a franquia continua com o terceiro filme de ‘Animais Fantásticos’, que começa a ser rodado na primavera norte-americana de 2020 e será ambientado no Rio de Janeiro.

Grande parte do elenco dos dois longas-metragens retorna para a próxima aventura, incluindo Eddie Redmayne como Newt Scamander, Jude Law como Alvo Dumbledore e Johnny Depp como Gellert Grindelwald. Ezra MillerAlison SudolDan FoglerKatherine Waterston também reprisarão seus papéis como Credence/Aurelius Dumbledore, Queenie Goldstein, Jacob Kowalski e Tina Goldstein, respectivamente.

A comediante Jessica Williams, que fez aparição em ‘Os Crimes de Grindelwald’, terá um papel significativo no terceiro filme. Williams interpreta Lally Hicks, professora da Escola de Magia e Bruxaria de Ilvermorny (a equivalente estadunidense de Hogwarts).

David Yates retorna na direção, com David HeymanJ.K. RowlingSteve KlovesLionel WigramTim Lewis formando o time de produtores.

Kloves e Rowling assinam o roteiro.

‘Animais Fantásticos 3’, ainda sem subtítulo oficial, chega aos cinemas de todo o mundo no dia 12 de novembro de 2021.

O atraso na produção, que antes seria lançada no ano que vem, se deu a algumas divergências criativas por parte da equipe técnica do longa-metragem, bem como as críticas negativas e a fraca bilheteria da iteração anterior, que arrecadou apenas US$ 653 milhões no mundo inteiro.

“O segundo filme não se saiu tão bem quanto o primeiro, mas acho que sabemos o que precisamos fazer para obter o terceiro filme com esperança ainda melhor do que o primeiro. JK Rowling está realmente trabalhando duro agora nesse terceiro roteiro, e vamos fazer tudo certo. Ela tem uma visão incrível de onde ela quer ir, e isso é incrivelmente emocionante. A parte mais difícil da franquia é que você tem uma base de fãs tão grande. Essa base de fãs realmente conhece o folclore e eles querem se aprofundar nesses personagens.”, disse o então presidente da Warner Bros., Kevin Tsujihara, ao LA Times em Fevereiro. 

Confira a nossa crítica do filme anterior:

‘WandaVision’ ganha dois novos cartazes com pistas sobre os trajes dos heróis; Confira!

A Disney+ divulgou dois novos cartazes de ‘WandaVision‘ para provocar os fãs sobre o quebra-cabeças que a trama será.

A imagens trazem diversos modelos de televisão cujas telas embaralham os diferentes visuais de Wanda (Elizabeth Olsen) e do Visão (Paul Bettany).

Anteriormente, o estúdio já havia compartilhado uma imagem parecida, com a dupla se abraçando.

Confira, junto com o novo teaser:

 

Lembrando que a estreia está marcada para 15 de janeiro.

Confira o teaser:

‘WandaVision’ mistura o clássico estilo das sitcoms com o Universo Cinemático Marvel. Na série, Wanda Maximoff e Visão – dois seres super-poderosos vivendo seu sonho suburbano – começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

A série é dirigida por Matt Shankman (‘Game of Thrones’) e tem no elenco Elizabeth OlsenPaul Bettany e Teyonah Parris.

‘Round 6’: Fãs destacam os melhores momentos da nova série coreana da Netflix; Confira!

A série coreana ‘Round 6‘ (Squid Game) estreou há menos de uma semana na Netflix e vem recebendo bastante elogios dos assinantes da plataforma.

Descrita como uma espécie de ‘Jogos Vorazes‘, a produção dirigida por Hwang Dong acompanha 456 pessoas que participam de um jogo mortal na esperança de ganhar 45,6 bilhões de won.

Para ganhar o dinheiro, é preciso vencer as seis fases do jogo, mas a sentença para os perdedores é a morte.

Os elogios vão desde o roteiro, à direção e às atuações do elenco, fazendo a atração se tornar uma das mais comentadas de 2021 em tão pouco tempo.

Nas redes sociais, os fãs já estão até compartilhando os melhores momentos da trama, que além dos momentos de tensão também consegue arrancar sorrisos e lágrimas.

Confira as publicações:

Mais uma atriz novata perfeita para gente guardar o nome para os próximos papéis #SquidGame #Round6 #JungHoYeon pic.twitter.com/NPtaHdFzLt

Confira o trailer:

Hwang Dong-hyuk é o criador da série.

Um misterioso convite para entrar no jogo é enviado para pessoas em risco que precisam urgentemente de dinheiro. 456 participantes de todas as esferas da vida são trancados em um local secreto onde jogam para ganhar 45,6 bilhões de won. Cada jogo é uma tradicional brincadeira infantil coreana, mas a consequência de perder é a morte. Quem será o vencedor e qual é o propósito deste jogo?

Chris Hemsworth diz que atuação de Christian Bale em ‘Thor: Amor e Trovão’ lhe causou arrepios; “Muito assustador”

Desde que Christian Bale (‘Batman: O Cavaleiro das Trevas’) foi escalado como o vilão de ‘Thor: Amor e Trovão‘, há muita expectativa em torno de seu personagem: Gorr, o Carniceiro dos Deuses.

Conhecido pelo assassinato de inúmeros deuses de variadas mitologias, Gorr é um dos mais temidos vilões que já passaram pelos quadrinhos da Marvel.

Durante uma entrevista para a D23 Magazine (via The Direct), o protagonista Chris Hemsworth disse que a atuação de Bale foi tão convincente que lhe causou arrepios.

Até mesmo quando o elenco estava se descontraindo entre as gravações, Bale permanecia no personagem e deixava um clima tenso toda vez que aparecia.

“Chris [Bale] é um baita profissional. Enquanto o resto de nós estava em nosso mundo de improvisação, comédia e diversão, o clima ficava pesado quando ele chegava no set, e todos nos olhávamos e dizíamos: ‘Meu Deus! Esse cara é muito intenso. Isso é realmente assustador.”

Anteriormente, o diretor Taika Waititi conversou com a Associated Press e não fez cerimônia ao dizer que Bale é o melhor vilão de todos os tempos do MCU.

“Não é um filme dos ‘Vingadores‘, mas temos uma pequena equipe de heróis. Juntos, eles são incríveis, divertidos e um tanto estranhos. Essa é a nova equipe de Thor, com Korg, Valquíria e Jane Foster. Só mesmo um grupo como ese para deter aquele que, na minha humilde opinião, é o melhor vilão que a Marvel já teve, vivido por Christian Bale.”

Ele continuou, dizendo que a principal narrativa da sequência será a evolução emocional de Thor, que terá de provar seu valor a si mesmo.

Thor está apenas tentando descobrir seu propósito, tentando descobrir exatamente quem ele é e por que ele é um herói ou se ele deveria ser considerado um herói. Eu acho que você poderia chamar isso de uma crise de meia-idade.”

Lembrando que ‘Thor: Amor e Trovão‘ será lançado em 07 de julho nos cinemas nacionais.

E aí, você está animado para o confronto do Deus do Trovão contra o Carniceiro dos Desuses

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

O longa se passa após os acontecimentos de ‘Thor: Ragnarok‘ e traz a volta de Jane Foster (Natalie Portman), que se transforma na versão feminina de Thor. Os Guardiões da Galáxia também terão papel importante na história…

Anteriormente, o diretor e roteirista Taika Waititi revelou que o longa-metragem é tão insano que “não deveria ter sido feito”.

“Bom, entre eu e você e os leitores, eu fiz várias coisas insanas na minha vida. Eu vivi dez vidas diferentes. Mas esse é o filme mais bizarro que eu já fiz. Se você separasse todos os elementos desse filme, não deveria fazer sentido. É como se quase não deveria ser feito. Se você entrasse em um quarto e dissesse: ‘eu quero isso e isso e isso’. Quem está nele? Esse tipo de pessoa. Do que vamos chamá-lo? ‘Amor e Trovão’. Digo, você nunca iria trabalhar de novo. Talvez eu não vá, depois disso”.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

‘Renfield’: Capa da Total Film faz homenagem aos filmes de terror em preto e branco; Confira!

A revista Total Film divulgou as capas da sua próxima edição, que será dedicada ao filme ‘Renfield‘, que traz Nicholas Hoult como o mordo do Conde Drácula, vivido por Nicolas Cage.

Uma das capas traz uma homenagens aos clássicos filmes de terror em preto e branco.

Já a capa variante traz Renfield sentado sozinho enquanto vemos uma sobra gigante da mão de Drácula.

Confira:

No ano passado, Cage conversou com o Collider e disse que a equipe de figurino e maquiagem se inspirou no Drácula de Christopher Lee como forma de homenagear o falecido ator.

Para quem não sabe, Lee deu vida a Drácula no clássico cult ‘O Vampiro da Noite‘, dirigido por Terence Fisher em 1958.

“Bem, eu tive muita ajuda para compor meu visual. Havia muitas pessoas super talentosas trabalhando nesse filme e que ajudaram a projetar o visual. Queríamos que fosse uma homenagem a Christopher Lee. Eu amei vê-lo como Drácula e gostei de seu tipo de penteado dos anos 60. Até a ideia dos anéis foi uma forma de homenageá-lo, não foi ideia minha. Dou os créditos à equipe de figurino, eles foram muito detalhistas.”

Lembrando que ‘Renfield‘ estreia em 04 de maio nos cinemas nacionais.

Confira o trailer:

Dirigida por Chris McKay (‘A Guerra do Amanhã’), a produção é baseada em uma ideia criada por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’), que serve como produtor do filme.

Renfield é o sofrido ajudante do chefe mais narcisista da história, Drácula. Ele é forçado a encontrar as vítimas para seu mestre e fazer tudo o que ele lhe pede, qualquer que seja o grau de degradação da ordem recebida. Mas agora, depois de séculos de servidão, Renfield está pronto para descobrir se há vida lá fora, para além da sombra do Príncipe das Trevas. Se pelo menos ele puder descobrir como dar fim à sua dependência dele…

Nicholas Hoult (‘Meu Namorado é um Zumbi’) estrela como o personagem titular, o mordomo de Drácula. O elenco ainda conta com Awkwafina (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), Adrian Martinez (‘Golpe Duplo’), Shohreh Aghdashloo (‘The Expanse’), James Moses Black (’24 Horas: O Legado’) e Ben Schwartz (‘Sonic: O Filme’).

No romance original de Bram Stoker, Renfield era um paciente lunático de um manicômio que foi diagnosticado de insanidade; mas, na verdade, ele era um servo de Drácula. O longa-metragem deve ser ambientado nos dias atuais em vez de ser construído como um filme de época.

 

Nova comédia da Netflix é DETONADA por cenas de ‘incesto’

No início do mês, chegou ao catálogo da Netflix a comédia ‘Trocados‘, estrelada por Emma Myers, de ‘Wandinha‘, e a icônica Jennifer Garner (‘De Repente 30’).

Na trama, “os quatro membros da família Walker se veem em uma clássica e inconveniente troca de corpos à la ‘Sexta-Feira Muito Louca’, cortesia de uma visita nada interessante a um astrólogo. Para poderem voltar ao normal, pais e filhos devem aprender a realmente se conectar e compreender uns aos outros. Não é uma tarefa fácil, principalmente em um dia cheio de entrevistas com faculdades, testes de futebol e outros grandes eventos”.

No entanto, uma trama que era para ser divertida acabou chamando atenção por uma cena de incesto, ainda que não proposital, mas o bastante para incomodar os assinantes da plataforma.

Em uma cena bem desagradável, a filha CC (Myers) está no corpo da mãe enquanto amigos na casa da família se juntam a ela.

Numa tentativa de agitar a noite, um membro do grupo afirma que “os casais precisam de um mínimo de 12 beijos por dia para sustentar um relacionamento”.

Não convencidos pelas afirmações de CC de que ela e seu marido se beijam pelo menos 14 vezes por dia, seus amigos querem ver a prova do amor entre eles, sem imaginar que os filhos do casal estão presos em seus corpos.

Pressionados pela brincadeira, CC e seu irmão (Brady Noon), que troca de lugar com o pai, acabam se beijando, como se fosse um beijo natural entre o pai e a mãe deles.

E alguns assinantes da Netflix logo foram às redes sociais para expressarem suas frustrações com a cena.

Um deles escreveu: “o filme ‘Trocados’ da Netflix promove incesto.
Netflix, como isso seria bom para a trama? E por que você colocaria isso em um filme de férias destinado à toda família?”

Há diversos comentários do tipo: “aquele beijo estranho entre os irmãos em ‘Trocados’ não foi nada agradável.”

Um outro internauta disse: “Foi mal, mas esse filme ‘Trocados’ ficou bem constrangedor. Porque os irmãos nos corpos dos pais acabaram de se beijar. Uma cena de incesto foi simplesmente desnecessária.”

Não é à toa que o longa recebeu apenas 48% de aprovação entre os críticos no Rotten Tomatoes.

Confira algumas das avaliações:

“É simplesmente muito difícil sentir conexão em personagens tão monótonos e sem graça que poderiam muito bem ser bonecos de gengibre, resolvendo problemas que mal pareciam existir em primeiro lugar.” – The Hollywood Reporter

“O verdadeiro prego no caixão é a mensagem do filme sobre o poder da família, que não é nada harmônica, mas sim muito rígida e afetada quanto parece – o que não é um choque se comparado aos outros filmes de férias no catálogo da Netflix.” – New York Times

“O elenco trabalha corajosamente no material, mas é um esforço sem retorno para tentar vender artifícios piegas em um enredo tão exagerado que não há espaço para encontrar ou cultivar qualquer graça ou comédia, ou se entregar a algo mais do que clichês de personagens desgastados.” – Decider

“’Trocados‘ não é muito bom, mas é fofo demais para odiar. Terá que servir.” – Movie Nation

“‘Trocados‘ rende algumas risadas, alguns desapontamentos e bastante emoção, mesmo que não abra novos caminhos para essa premissa ridícula e tão amada sobre troca de corpos.” – Screen Rant

 

Myers e Garner co-estrelam a produção ao lado de Ed HelmsBrady Noon, dando vida a CC Walker, Jess Walker, Bill Walker e Wyatt Walker, respectivamente.

O longa é baseado no romance ‘Bedtime For Mommy’, de Amy Krouse-Rosenthal, com roteiro assinado por Victoria Strouse.

Joseph McGinty Nichol entra como diretor, enquanto Garner é uma das produtoras.

Água Negra | A Previsão Acidental do terror de Walter Saller sobre o caso Elisa Lam

Produção de 2005 acertou na dramatização de alguns elementos que viriam a ser conhecidos no caso Elisa Lam de 2013

Água Negra é um remake da obra japonesa Honogurai Mizu no soko kara (2002), do gênero terror lançado em 2005, tendo a atriz Jennifer Connelly como seu maior nome. A trama, dirigida pelo cineasta brasileiro Walter Salles, conta a história de Dahlia Williams, uma mãe que após se separar do marido decide se dedicar inteiramente à educação de sua filha Ceci. As duas então partem para começar uma nova vida em um novo apartamento.

Como em qualquer obra do gênero, as coisas vão seguindo por um ritmo gradual de acontecimentos até tudo realmente desandar. Não demora até elas perceberem coisas incomuns no apartamento, em especial na água que vaza por todo o local exibindo uma coloração bastante escura. O que se segue então é a instabilidade mental que vai se formando na mente da protagonista sobre se essas experiências são reais ou sobrenaturais.

A produção de Água Negra não teve nenhum acontecimento sobrenatural como é comum em certas obras desse gênero, porém, o filme tem ligações mais perturbadoras do que se imagina, principalmente com um caso que ocorreu anos depois de seu lançamento. Existem também algumas referências bem intrigantes que estão presentes na obra, mostrando que sua história não foi projetada para ser daquela forma por acaso. Agora indo aos fatos.

O terror de 2005 tem referências acidentais e incomuns com um caso real

Em 14 de fevereiro de 2013, o Departamento de Polícia de Los Angeles divulgou um vídeo de dois minutos e meio em seu site oficial na esperança de que servisse de ajuda em um caso de desaparecimento. Acontece que a gravação mencionada é, no mínimo, intrigante. As imagens, capturadas por uma câmera de circuito interno posicionada dentro de um elevador, captam a última vez em que a jovem Elisa Lam foi vista.

Dentro do elevador ela exibe um comportamento claramente errático e inquieto; apertando todos os botões do painel, se encolhendo nos cantos próximo à porta, olhando para os dois lados do corredor (a demora do elevador em fechar as portas é outro elemento inquietante) e realizando gestos incomuns com as mãos; não sendo possível identificar se ela está falando sozinha com alguém fora do alcance da câmera.

O vídeo rapidamente se tornou viral, servindo de material para vários canais do Youtube mundo afora (principalmente aqueles especializados em crimes reais) e elevaram o que era até então um caso de desaparecimento, estranho sim mas ainda normal, à um status de mistério digno de uma produção de terror.

Polícia de Los Angeles divulgou trecho da gravação na esperança de elucidar o caso

A jovem em questão, que está no centro de toda a história, é a estudante universitária Elisa Lam que decidiu embarcar em uma viagem pela costa oeste dos Estados Unidos antes de começar o ano letivo na Universidade da Colúmbia Britânica, em Vancouver no Canadá. Seu objetivo era fazer uma viagem entre Los Angeles, San Diego, São Francisco e Santa Cruz; ela partiu sozinha na empreitada.

Em 26 de janeiro de 2013 ela chega a Los Angeles vinda de San Diego, tendo como próximo destino a cidade de Santa Cruz. Com recursos contados, ela se hospeda no Hotel Cecil que fica localizado na região de Skid Row, um perigoso bairro no centro de Los Angeles. O Cecil é famoso por oferecer estadias acessíveis para visitantes que, de outra forma, não poderiam bancar um outro lugar. 

De acordo com a polícia, a última vez em que Elisa foi vista por funcionários do hotel foi no dia 31 de janeiro. Foi durante uma revisão do circuito interno de câmeras que o trecho dentro do elevador foi descoberto, mas fora essa ocasião a jovem não havia sido captada pelas gravações do hotel saindo do local. Isso levou a especulação de que ela talvez nunca tenha deixado o prédio. 

O infame Hotel Cecil foi o último local aonde Elisa foi vista

A grande guinada no caso veio apenas em 19 de fevereiro, quando alguns hóspedes reclamaram da baixa pressão e coloração escura da água. Um funcionário então vai ao terraço checar a caixa d’água e lá encontra o corpo de Elisa. Nesse ponto é interessante como o filme Água Negra indiretamente previu como o caso se desenrolou, principalmente acertando que a água seria um fator importante nessa história.  

Só que, como mencionado anteriormente, o filme de Walter Salles tem algumas outras referências mais conscientes ao hotel onde o crime ocorreu. O Hotel Cecil, cujo o nome inspirou o da filha da protagonista de Connelly, é bem infame por seu histórico ligado aos seus hóspedes, uma vez que a alta oferta de quartos (700 no total) mais o baixo preço do aluguel diário atrai pessoas que, de outra forma, não poderiam ficar em outro lugar.

Os nomes das personagens de Jennifer Connelly e Ariel Gade não foram escolhidos ao acaso

Um de seus mais famosos clientes foi o serial killer Richard Ramirez, o Nightstalker, durante os anos 80 mas também houveram outros como Jack Unterweger em 1991. O hotel também carrega a sina de ter uma boa dose de crimes menores até assassinatos em suas costas, o mais famoso sendo o caso da Dália Negra (daí o nome da protagonista de Água Negra) em 1947, quando a vítima Elizabeth Short teria sido vista no bar do hotel antes da sua morte.

A questão é que o caso Elisa Lam, por mais instigante que tenha sido, teve como desfecho oficial a causa de morte acidental decorrente de um surto bipolar. Ela tinha um histórico de sofrer desse quadro e consumia medicação prescrita para controlar qualquer episódio grave. A jovem deixou para trás uma família em luto que jamais vai se recuperar por completo. Recentemente a Netflix lançou uma minissérie documental de quatro episódios intitulada Cena do Crime: Mistério e Morte no Hotel Cecil (2021), onde se aprofunda tanto no caso mencionado quanto na história do hotel como um todo.

É interessante e até inquietante como um filme de terror pôde prever em partes uma tragédia real; esse é um exemplo triste mas real sobre como a vida pode imitar a arte de maneira consciente ou não.

 

Pesquisa elege qual é o MELHOR filme da franquia ‘007’

Uma nova pesquisa realizada no Reino Unido trouxe a opinião dos fãs da icônica franquia ‘007‘, revelando qual é o filme favorito entre os amantes das histórias de James Bond. (via ScreenRant)

A pesquisa, que contou com a participação de cerca de 3500 pessoas, consagrou ‘007 – Operação Skyfall’ como o melhor filme da franquia. O filme estrelado por Daniel Craig obteve impressionantes 17,5% dos votos, consolidando-se como o favorito entre os espectadores.

007 contra Goldfinger‘, protagonizado por Sean Connery, conquistou o segundo lugar na preferência dos fãs, somando 8,5% dos votos. Já o terceiro lugar vem ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘, o mais recente filme da franquia e também a despedida de Daniel Craig do personagem, com 7%.

Ainda de acordo com a pesquisa, o pior filme da franquia é ‘007 – Nunca Mais Outra Vez‘, o último protagonizado por Connery, com 0,6% dos votos.

E aí, qual o seu favorito?

Relembre o trailer de ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘:

Em ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘, James Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Sua paz não dura muito quando seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista sequestrado acaba sendo muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond à trilha de um vilão misterioso armado com nova tecnologia perigosa.

Sucesso entre os críticos (84% de aprovação no Rotten Tomatoes) e nos cinemas, o longa arrecadou US$ 774 milhões mundialmente – tornando-se a segunda MAIOR bilheteria do ano para uma produção hollywoodiana.

Dirigido por Cary Joji Fukunaga, o elenco também contou com Rami MalekRalph FiennesLéa SeydouxAna de ArmasNaomie HarrisRory KinnearBen WhishawLashana LynchBilly MagnussenDali BenssalahDavid Dencik e outros.