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‘Um Zé Ninguém Contra Putin’: Oscar de diretor russo é localizado após desaparecer em voo internacional

Surreal scene: a man in a red plaid shirt sits on a giant human nose holding a handsaw, with a small dog beside him against a dark green background.

A estatueta do Oscar do diretor russo Pavel Talankin, conquistada pelo documentário Um Zé Ninguém Contra Putin (Mr. Nobody Against Putin), foi finalmente localizada. A informação foi confirmada por um porta-voz da companhia aérea Lufthansa à Variety nesta sexta-feira.

O prêmio havia desaparecido na última quarta-feira, após um incidente no Aeroporto John F. Kennedy, em Nova York. Talankin, que codirigiu a obra com David Borenstein e é o protagonista do filme, foi impedido por um agente de segurança de embarcar com a estatueta na bagagem de mão em um voo para Frankfurt, na Alemanha.

O agente de segurança alegou que o troféu poderia ser utilizado como uma arma, exigindo que o item fosse despachado. Como o diretor não possuía uma mala adequada para o despacho de um objeto tão valioso, o Oscar foi acomodado em uma caixa de papelão. Ao desembarcar em solo alemão, Talankin constatou que a caixa não havia chegado ao destino.

Em nota oficial, a Lufthansa celebrou a recuperação do item: “A estatueta do Oscar foi localizada e está em segurança sob nossos cuidados em Frankfurt. Estamos em contato direto com Talankin para devolvê-la o mais rápido possível. Lamentamos sinceramente o inconveniente causado e pedimos desculpas ao proprietário. O manuseio cuidadoso e seguro dos pertences dos nossos passageiros é de extrema importância para nós. Uma revisão interna do ocorrido está em andamento”.

O codiretor David Borenstein utilizou as redes sociais na quinta-feira para relatar o ocorrido e questionar a conduta das autoridades aeroportuárias. Segundo ele, a produtora executiva Robin Hessman tentou intervir por telefone, sem sucesso.

“Ontem [Talankin] chegou ao JFK pronto para voltar à Europa, carregando o Oscar como bagagem de mão. No aeroporto, um agente da TSA disse que o Oscar poderia ser usado como arma e não permitiu que ele o levasse a bordo”, escreveu Borenstein no Instagram.

O cineasta também levantou um debate sobre possíveis preconceitos durante a abordagem: “Procurei e não consegui encontrar nenhum outro caso de alguém sendo obrigado a despachar um Oscar. Pavel teria sido tratado da mesma forma se fosse um ator famoso? Ou um falante fluente de inglês?”.

Premiado e aclamado pela crítica, o documentário mergulha na realidade da cidade russa de Karabash.

Sinopse: “Em Karabash, um professor e um cinegrafista escolar registram a rotina de um Estado que impõe rituais patrióticos enquanto a guerra invade as salas de aula. A câmera oficial registra o medo, a adesão e a perda.”

Um Zé Ninguém Contra Putin’ está disponível no YouTube Play.

‘Melhor do que nos Filmes’: Adaptação da Netflix encontra diretora; Saiba mais!

Book cover: 'Melhor do que nos filmes' by Lynn Painter on a bright yellow background with blue title text and playful illustrated people around the words.

Segundo o Deadline, a Netflix escalou Julia Hart (‘I’m Your Woman’) para dirigir a adaptação do romance jovem-adulto Melhor do que Nos Filmes, assinado por Lynn Painter.

Best-seller do New York Times, o livro é uma carta de amor às comédias românticas, na qual a estudante do último ano, Liz Buxbaum, usa sua obsessão por filmes do gênero para chamar a atenção de sua paixão platônica, com a ajuda de seu vizinho irritante, porém charmoso. O livro homenageia todos os clichês românticos — relacionamento falso, de inimigos a amantes, o garoto da porta ao lado — mas os subverte para apresentar uma nova perspectiva sobre o que significa “felizes para sempre”.

Além de comandar o projeto, Hart coassina o roteiro, tendo completado o primeiro rascunho do longa ao lado do parceiro criativo e marido Jordan Horowitz.

Heather Flanders contribuiu para a primeira versão do roteiro também.

Horowitz assume a função de produtor através da Original Headquarters, dividindo a função ao lado de Shauna Phelan.

Vale lembrar que Melhor do que Nos Filmes já teve sua sequência, Não é como Nos Filmes, publicada no Brasil.

Mais informações não foram divulgadas.

‘The One Piece’: Remake em anime da Netflix ganha primeira ARTE e previsão de lançamento!

Cheerful cartoon scene of a boy standing on a table with arms raised, surrounded by three adults in a colorful bar setting.

A Netflix, em colaboração com o renomado Wit Studio, compartilhou novidades promissoras sobre ‘The One Piece, a nova e ambiciosa adaptação para anime do lendário mangá de Eiichiro Oda.

Através das redes sociais, a gigante do streaming divulgou a primeira arte oficial do remake, que visa recontar a história do bando do Chapéu de Palha sob uma ótica técnica totalmente diferente.

Além disso, foi revelado que a produção será lançada na plataforma em fevereiro de 2027, contando com sete episódios.

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Conforme reportado pelo AnimeMojo, embora a produção ainda mantenha muitos segredos sob sigilo, a nova prévia focou em apresentar a estética visual da obra através de diversas artes conceituais. Entre cenários e designs de personagens já conhecidos, o vídeo reservou uma surpresa para o final: uma arte inédita de Shanks, o Ruivo, o mentor que inspirou Monkey D. Luffy a seguir a vida de pirata.

‘The One Piece será um remake da obra épica de Eiichiro Oda. A proposta central é utilizar tecnologias visuais modernas e técnicas de animação de ponta para oferecer uma abordagem “familiar, mas renovada” à jornada original.

A nova adaptação busca apresentar uma narrativa mais dinâmica e atualizada, reduzindo o ritmo arrastado em alguns trechos e entregando uma experiência mais fluida para o público contemporâneo. Além disso, a produção promete elevar o nível das cenas de batalha e da animação como um todo, trazendo um visual mais moderno e impactante para a obra.

O projeto conta com um “comitê de peso”, sendo uma parceria entre Netflix, Shueisha, Fuji Television Network e a Toei Animation. A execução está nas mãos do Wit Studio, estúdio aclamado por sucessos mundiais comoSPY x FAMILY e as temporadas iniciais deAttack on Titan’.

Anunciado originalmente na Jump Festa 2023, o projeto passou por longos períodos de silêncio. No entanto, durante a edição mais recente da Jump Festa 2026, o próprio criador da obra, Eiichiro Oda, fez questão de tranquilizar os fãs sobre o ritmo dos trabalhos. Segundo o autor, a produção está: “avançando bem e sendo desenvolvida com foco em um público global.”

Beth e Rip estão de volta no trailer INCRÍVEL de ‘Rancho Dutton’, spin-off de ‘Yellowstone’

Paramount+ divulgou o trailer oficial de Rancho Dutton, série derivada de Yellowstone que traz Beth e Rip de volta às telas.

A produção chega ao catálogo da plataforma de streaming em 15 de maio.

No spin-off, Beth e Rip estão prontos para lutar por um futuro juntos, mas o caminho está mais perigoso do que nunca. Entre realidades brutais e a ascensão de um rancho rival implacável, a sobrevivência deles está em jogo.

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Chad Feehan (‘Homens da Lei: Bass Reeves’) entra como showrunner.

A trama nos leva para o Rancho Dutton, lar de Beth Dutton (Kelly Reilly) e Rip Wheeler (Cole Hauser), um testemunho da paz pelo qual buscaram, lutaram e quase morreram. Em tempos difíceis e competição acirrada, Beth e Rip fazem o que podem para sobreviver, ao mesmo tempo em que garantem que Carter (Finn Little) se torne o homem que deveria ser.

Annette BeningEd HarrisMorgan Wade integram o elenco.

O Universo Yellowstone também inclui as séries pré-sequência ‘1823’ e 1923′, ambas já concluídas. Duas outras produções inspiradas no universo se juntam à série de Beth e Rip: Madison’, para a Paramount+, estrelada por Michelle Pfeiffer como Stacy Clyburn; e Y: Marshals’, para a CBS, estrelada por Luke Grimes como Kayce Dutton. ‘1944’‘6666’ também fazem parte do crescente panteão criado por Taylor Sheridan.

A24 divulga primeiro trailer de ‘Tony’, cinebiografia do lendário chef de cozinha Anthony Bourdain

Close-up portrait of a young man with dark curly hair, looking intently at the camera in dim lighting.

A produção deTony, cinebiografia que narrará a vida do lendário chef e escritor Anthony Bourdain, teve seu primeiro trailer oficial divulgado pela A24.

O longa chega aos cinemas norte-americanos em agosto de 2026, ainda sem dia confirmado.

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O filme traz o ator em ascensão Dominic Sessa no papel principal, liderando um elenco que conta com grandes nomes como Antonio Banderas, Emilia Jones e Leo Woodall.

Embora a sinopse oficial ainda seja mantida em segredo, fontes próximas à produção indicam que o filme focará em um período crucial de formação: o verão de 1976, em Provincetown, Massachusetts. A trama deve explorar como Bourdain iniciou sua trajetória na gastronomia após uma grande decepção amorosa, transformando sua dor em paixão pela cozinha.

A direção do projeto está sob o comando de Matt Johnson, com roteiro assinado pela dupla Todd Bartels e Lou Howe.

Um novo MISTÉRIO começa no trailer da 2ª temporada de ‘Manual de Assassinato para Boas Garotas’; Confira!

A Netflix revelou o trailer oficial da 2ª temporada deManual de Assassinato para Boas Garotas, série de sucesso estrelada por Emma Myers e baseada na popular obra literária de Holly Jackson.

O novo ciclo de episódios adaptará o segundo volume da saga, intitulado “Boa garota, Segredo mortal” (Good Girl, Bad Blood), dando continuidade aos eventos traumáticos do primeiro ano.

A estreia está programada para o dia 27 de maio.

Confira:

Na trama da próxima temporada, o mundo de Pip foi transformado após ela resolver o caso de Andie Bell, e as consequências de suas ações cobraram um preço alto. Determinada a se manter longe de novas investigações e enfrentar o impacto emocional de suas descobertas, Pip tenta seguir em frente. No entanto, o desaparecimento de Jamie Reynolds, uma testemunha-chave às vésperas do julgamento de Max Hastings, a força a entrar em uma nova corrida contra o tempo.

Este novo mistério promete levar a protagonista a refletir profundamente sobre o conceito de justiça, distanciando-a cada vez mais da imagem de “boa menina” que ela costumava projetar.

Além do retorno de Emma Myers, o elenco conta com nomes como Zain Iqbal, Misia Butler, Eden Hamilton Davies, Jack Rowan, Anna Maxwell Martin e Peter Sullivan.

A primeira temporada de ‘Manual de Assassinato para Boas Garotas’ já está disponível no catálogo da Netflix.

‘Kylie’: Documentário sobre a icônica popstar Kylie Minogue ganha trailer e data de estreia na Netflix!

Portrait of a smiling blonde woman wearing a light sweater and lavender scarf, seated outdoors on a patio.

Netflix divulgou o trailer de Kylie, seu novo documentário original centrado no ícone do pop australiano Kylie Minogue.

A produção chega ao catálogo da plataforma de streaming no dia 20 de maio.

Confira:

Ventureland, companhia responsável pelos docs ‘Beckham’‘Wham!’, fica responsável pelo projeto de três episódios, com John Battsek assumindo o cargo de produtor.

Michael Harte entra como diretor.

Kylie acompanha a vida de uma das artistas mais conhecidas do planeta, Kylie Minogue, que navega por seus arquivos e reflete sobre uma carreira que conta com duas estatuetas do Grammy Awards80 milhões de discos vendidos, além de constantes reinvenções artísticas. Filmes caseiros, fotografias pessoais e novas entrevistas compõe o projeto, à medida que reflete sobre o escrutínio público, perda e doenças.

Como revelado em uma declaração oficial, Kylie conta como as coisas são, com reflexões de amigos, família e colaboradores – incluindo Dannii MinogueJason DonovanNick CavePete Waterman“.

Minogue permanece como uma das grandes estrelas pop do planeta, bem como a artista mais bem-sucedida da Austrália. Alcunhada como a “princesa do pop“, seus hits incluem “Can’t Get You Out of My Head”“Get Outta My Way”“Spinning Around” e “Padam Padam”. Vencedora de 18 prêmios ARIA, ela começou sua carreira como atriz na soap opera ‘Neighbours’, em 1980, antes de transicionar para o cenário musical.

Confira o INSTIGANTE trailer de ‘The Boroughs’, nova série sobrenatural dos criadores de ‘Stranger Things’

A Netflix divulgou o trailer oficial de ‘The Boroughs‘, nova série sobrenatural dos Irmãos Duffer – criadores de ‘Stranger Things‘.

A produção estreará no dia 21 de maio na plataforma de streaming.

Confira, junto às imagens, e siga o CinePOP no Youtube:

Numa comunidade de aposentados aparentemente perfeita, o encontro monstruoso de um recém-chegado em luto o inspira a se juntar a um grupo desajustado de heróis improváveis ​​que descobrem um segredo sombrio que prova que seus “anos dourados” são mais perigosos, e eles são mais formidáveis, do que qualquer um poderia imaginar.

Jeffrey AddissWill Matthews servem como showrunners.

O elenco conta com Alfred Molina, Geena Davis, Alfre Woodard, Clarke Peters, Denis O’Hare, Bill Pullman, Carlos Miranda, Jena Malone, Seth Numrich e Alice Kremelberg, Dee Wallace, Ed Begley Jr. e Jane Kaczmarek.

Crítica | ‘Meu Nome é Agneta’ – Um irresistível brinde à vida chega à NETFLIX

Woman in a purple outfit dancing in a lavender field, arms raised with a scarf and a hat in hand under a blue sky

Quantas pessoas se veem paradas na vida, presas a uma rotina entediante, marcada por sonhos que, a cada dia que passa, se tornam mais distantes? Pegando esse conflito existencial mundano e transformando em uma fábula deliciosa e repleta de sensibilidade, através de uma protagonista radiante, o longa-metragem sueco Meu Nome é Agneta é, antes de qualquer coisa, um brinde à vida.

Dirigido pela cineasta Johanna Runevad, esse longa-metragem, que chegou sem muito alarde ao catálogo da Netflix no final de abril, nos guia até uma história que busca desmitificar as emoções e acreditar nos desejos, tudo isso de forma simples e objetiva, conduzida por uma trama leve, descontraída, com personagens marcantes e recheada de reflexões.

Agneta (Eva Melander) é uma mulher que leva uma rotina entediante, há mais de duas décadas trabalhando no departamento de trânsito de sua cidade e presa a um casamento, apenas de aparência, com Magnus (Björn Kjellman). Ela ama a cultura francesa e alimenta o sonho de viver naquele lugar. Um dia, logo após ser demitida, resolve se candidatar a uma vaga de Au Pair para cuidar de Einar (Claes Månsson), na Provença. Essa decisão mudará para sempre sua forma de enxergar a vida.

De maneira cativante, somos envolvidos em um história que utiliza o despertar como ferramenta acolhedora para se chegar a um caminho rico de transmissão sobre o pensar a vida. Entre amores, descobertas e amizade, ainda somos brindados com paisagens encantadoras do sudoeste francês, que validam, a cada cena, a forte identidade cultural da região.

O roteiro, mesmo na linha convencional, apresenta seus personagens – um melhor que o outro – de maneira nada forçada, nos levando para um tour pelas emoções em uma fase da vida sobre a qual a própria sociedade joga olhares duvidosos. A narrativa segue num tom agradável, na montanha-russa de risos e emoções profundas, jogando uma lupa sobre o psicológico dos personagens, ligando as marcas do passado às novas oportunidades de um presente que se apresenta.

Woman in a purple outfit dancing in a lavender field, arms raised with a scarf and a hat in hand under a blue sky

Ao longo de duas horas de projeção, ficamos com aquele gostinho de quero mais – sensação que mostra como uma trama fluida, movida por boas intenções, capaz de chegar com impacto em nossos corações.

Crítica | ‘Casar com um Assassino?’ – Um dilema dilacerante marca novo TRUE CRIME da NETFLIX

Blonde woman sits on a brown leather couch in a cozy living room, wearing a gray knit sweater and clasping her hands.

Alguns dilemas da vida surgem quando se menos espera. A vida da patologista escocesa Caroline Muirhead seguia em uma caminhada de esperança por dias apaixonantes, mesmo com o peso de um passado com desilusões amorosas, até ela acessar um dos mais famosos aplicativos de relacionamentos e descobrir um novo e intenso amor. Tempos mais tarde, uma revelação bombástica do seu ‘príncipe encantado’ a coloca novamente na gangorra emocional, com difíceis passos que é obrigada a dar.

Para contar essa dolorosa história, que começa em Glasgow nos anos 2020, chegou à Netflix Casar com um Assassino?, mais um daqueles True Crimes intrigantes que parecem histórias criadas por roteiristas. Uma médica inteligente, com um bom emprego, família estruturada e amorosa e com vida toda pela frente, sê vê diante de uma situação inusitada que a leva ao fundo do poço – e expõe um sistema jurídico e policial que apresentou falhas inadmissíveis na proteção de uma testemunha que também era vítima.

Um ciclista desaparecido anos atrás vira uma variável que atravessa essa história, quando o novo namorado de Caroline assume esse crime e a coloca em um dilema dilacerante: ela precisa avisar a polícia. Nesse movimento feito logo após saber do relato de seu novo amor, ela inicia uma jornada destrutiva, repleta de dúvidas e cheia de idas e vindas com o namorado assassino.

Toda essa história é apresentada de forma fluída e concisa ao longo de três recheados episódios, que se dividem com uma ampla apresentação do ponto de vista da testemunha/vítima. Em uma franca e muito bem conduzida entrevista – que se torna a base da narrativa – a obra busca nos detalhes gerar as reflexões necessárias de um caso de assassinato que também revelou uma verdadeira destruição psicológica ao longo de um período marcado por incertezas.

Perfeita para maratonar em uma noite apenas, essa minissérie não deixa de dar boas cutucadas à forma como a polícia agiu na proteção de sua única testemunha, expondo um sistema jurídico falho, que não soube lidar com a situação e ainda precisava de uma dupla validação para comprovação de um crime. Todo esse esgotamento se refletiu na vida de uma médica que só queria poder amar e viver em paz.

‘Star City’: Série derivada de ‘For All Mankind’ ganha cenas INÉDITAS; Confira!

Apple TV divulgou um vídeo com seus principais lançamentos para maio de 2026 e aproveitou para divulgar algumas cenas inéditas de Star City, série derivada do aclamado drama sci-fi For All Mankind.

Confira, a partir de 00:15:

O spin-off tem lançamento agendado para o dia 29 de maio na plataforma de streaming.

Criada por Ben Nedivi, Matt Wolpert e Ronald D. Moore — os mesmos nomes por trás da série original — ‘Star City‘ propõe uma nova releitura da corrida espacial, desta vez sob a perspectiva da União Soviética, que na narrativa alternativa conseguiu colocar o primeiro homem na Lua.

A nova série se passa por trás da Cortina de Ferro e acompanha a vida dos cosmonautas, engenheiros e agentes de inteligência envolvidos no programa espacial soviético — explorando os sacrifícios e riscos assumidos em nome do avanço da humanidade.

O elenco inclui Rhys Ifans, Agnes O’Casey, Solly McLeod, Alice Englert, Adam Nagaitis, Josef Davies, Ruby Ashbourne SerkisPriya Kansara.

Dirigido por Christopher Nolan, ‘A Odisseia’ ganha novo trailer ÉPICO; Confira!

Universal Pictures acaba de divulgar o novo trailer oficial de A Odisseia, épico dirigido por Christopher Nolan e inspirado no poema grego de Homero.

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Diferente de boa parte das produções do cineasta, o longa-metragem terá um tempo um tanto quanto “reduzido”. Segundo o Deadline, o filme terá menos de três horas de duração.

“A produtora Emma Thomas também garantiu que o épico filme terá menos de três, mas não estava certa quanto ao real tempo de tela, visto que [o projeto] ainda está em pós-produção”, afirma o site.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 16 de julho.

Após a Guerra de Tróia, o guerreiro grego Odisseu (Matt Damon) enfrenta criaturas míticas e deuses em sua épica jornada de volta para casa, onde sua esposa Penélope o aguarda.

O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Odisseu para as telas de filme IMAX pela primeira vez.

O elenco grandioso ainda conta com Tom Holland, Anne Hathaway, Robert Pattinson, Lupita Nyong’o, Zendaya, Charlize Theron, Jon BernthalJohn LeguizamoElliot PageHimesh PatelBill Irwin e Samantha Morton.

A aposta é alta: com um orçamento de US$250 milhões, ‘A Odisseia‘ será o filme mais caro da carreira de Nolan.

‘Going Dutch’: Comédia da FOX é CANCELADA após duas temporadas

Senior military officer in dress uniform saluting against a blue sky in the background.

Segundo o Deadline, a elogiada série de comédia Going Dutch não seguirá em frente na grade de progrmação da FOX e foi oficialmente cancelada pela emissora após duas temporadas.

A decisão marca o primeiro cancelamento da FOX para a temporada televisiva de 2026-2027.

Na trama…

Um coronel tagarela do Exército, após um discurso retórico não filtrado, é punido com o envio para uma base holandesa sem finalidade militar. Ele tenta restaurar a ordem com a ajuda de sua filha distante, que era a comandante interina.

Relembre o trailer:

A série é dirigida por Declan Lowney, enquanto Joel Church-Cooper assina o roteiro.

Gemma Knight JonesTaylor MisiakCatherine TateDanny PudiJoe MortonDempsey Bryk e outros fazem parte do elenco.

Atriz de ‘MICHAEL’ entra para o elenco de ‘The Interrogator’, novo DRAMA da Fox

Woman lying on her back with arms raised above her head, looking upward with a thoughtful expression in dim light.

Segundo o DeadlineJessica Sula (‘MICHAEL’) foi escalada para o elenco do novo suspense dramático da FoxThe Interrogator.

O projeto, que parte da parceria entre a Lionsgate Television e a Fox Entertainment Studios, tem estreia prevista para a temporada 2026-2027 da televisão estadunidense e conta com 12 episódios em sua temporada de estreia.

Sula se junta aos previamente confirmados Stephen Fry (‘Sandman’), Luke Kleintank (‘FBI: International’), Michael Beach (‘O Casal Perfeito’) e Jenna Elfman (‘Dark Winds’).

The Interrogatoracompanha o ex-agente do MI6 Conrad Henry (Fry) e sua equipe de elite. Quando os métodos convencionais falham, o charme peculiar de Henry, seu intelecto superior e suas manobras comportamentais surpreendentes fazem dele o único homem capaz de decifrar os segredos da mente dos criminosos mais perigosos do mundo.

Kleintank interpretará Voss, um membro do pequeno círculo de analistas/conselheiros de Conrad Henry. Ele é um ex-membro das Forças Especiais, um denunciante do Exército com um forte código moral. Um ex-garoto de fazenda do Colorado, ele é quieto, gosta de atividades ao ar livre e prefere cachorros a pessoas – exceto por um improvável romance clandestino com a colega de equipe Florence, que só pode permanecer em segredo por um tempo limitado.

Beach interpretará Louis, o primeiro membro da equipe de Henry. Com um humor seco e espirituoso, um sorriso paternal e um brilho no olhar que esconde um passado muito difícil, Louis é um faz-tudo na equipe e especialista em audiovisual e TI. É a voz que informa Henry sobre fatos e números. É ótimo com eletrônica, ótimo com explosivos e consegue até resolver problemas de encanamento. Louis também é o melhor amigo de Henry, seu confidente, seu guia moral – porque eles sempre foram a salvação um do outro.

Elfman interpretará Woodrow, uma estrela em ascensão na CIA, até que uma missão malsucedida a fez despencar na carreira. Agora, ela se encontra na DIA como supervisora ​​do grupo de Henry. Ela vê isso como uma despromoção — o primeiro passo em sua escalada de volta ao ponto de partida. Ela supervisiona os casos de Henry, o pressiona e frequentemente discute com ele — Conrad está sempre sete passos à frente, enquanto Woodrow raramente está mais do que cinco. Mas a dupla nutre um respeito mútuo relutante que resulta em uma parceria divertida e improvável.

Sula será Astrid, uma psicóloga criminal perspicaz, divertida e idealista, e, embora novata no mundo da espionagem, tem um talento natural para isso. Ela é a filha um tanto distante de Henry, e fica claro que herdou do pai tanto a habilidade inata de ler as pessoas quanto seu dom para a astúcia – ela poderia ter sido uma golpista de sucesso. Ela é uma mestre na arte de mudar de forma e manipular, embora use esses poderes apenas para o bem.

O episódio piloto foi escrito por Fry, com revisões de Matt PykenWilliam Harper.

Dan DworkinJay Beattie entram como produtores executivos. Paul McGuigan entra como diretor.

Mais detalhes não foram divulgados.

Sequência de ‘Longlegs’ ganha data de estreia nos EUA; Saiba mais!

longlegs

O cineasta Osgood Perkins está pronto para retornar ao universo sombrio que chocou o mundo em 2024.

Após o estrondoso sucesso de Longlegs – Vínculo Mortal’, o thriller de horror e mistério que se tornou o filme independente de maior bilheteria da última década, Perkins confirmou que já trabalha em um novo capítulo ligado à franquia.

Agora, a Paramount Pictures revelou (via Deadline) que o longa-metragem será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 14 de janeiro de 2028. Atualmente, o filme enfrentará concorrência apenas com um projeto ainda sem título oficial da Walt Disney Studios, como apontam as informações.

O longa será escrito, dirigido e produzido por Perkins, garantindo a manutenção da estética perturbadora que virou sua marca registrada. Nicolas Cage não apenas retorna como protagonista, mas também reforça sua participação nos bastidores como produtor.

O time de produção conta ainda com nomes de peso como Brian Kavanaugh Jones (Range Media), Chris Ferguson (Phobos) e Dave Caplan (C2), este último responsável pelo financiamento do filme original.

Embora os detalhes do roteiro estejam sendo mantidos sob absoluto sigilo, fontes ligadas à produção afirmam que o projeto não será uma sequência direta dos eventos anteriores. Em vez disso, a história será ambientada no mesmo universo de ocultismo e investigação criminal, explorando novas facetas da mitologia criada por Perkins.

Lançado com um orçamento modesto, inferior a US$ 10 milhões, ‘Longlegs consolidou-se como um fenômeno cultural e financeiro, arrecadando mais de US$ 128 milhões mundialmente.

Longlegs – Vínculo Mortal’ está disponível no Prime Video.

“A agente do FBI Lee Harker é convocada para reabrir um caso arquivado de um serial killer. Conforme desvenda pistas, Harker se vê confrontada com uma conexão pessoal inesperada com o assassino, lançando-a em uma corrida contra o tempo”, diz a sinopse.

Produtora de ‘Toy Story 5’ revela o MOTIVO pelo qual a amada franquia ganhou mais um capítulo

A Pixar é lar de algumas das animações mais elogiadas da história do cinema – e o carro-chefe da companhia, que pertence à Walt Disney Studios, é a franquia Toy Story.

Tendo início em 1995 e dando o pontapé inicial em um dos estúdios mais prestigiados da sétima arte, a trama é centrada em brinquedos que ganham vida quando seus donos não estão olhando, passando por diversas aventuras que conquistaram a crítica e o público. Não é surpresa que o primeiro capítulo dessa impecável saga tenha dado origem a três sequências de igual sucesso (duas telas tendo conquistado o Oscar de Melhor Animação após a instituição da categoria na premiação).

Agora, mais de três décadas depois de ter estreado nos cinemas, a Pixar nos convida para a aguardada sequência Toy Story 5’, que chega aos cinemas nacionais no próximo dia 18 de junho.

Nessa nova história, Woody (Tom Hanks), Buzz (Tim Allen), Jessie (Joan Cusack) e os nossos amados heróis enfrentam uma nova ameaça quando a jovem Bonnie (Scarlett Spears) ganha de presente um aparelho tecnológico conhecido como Lilypad (Greta Lee) dos pais – mostrando a ela um mundo totalmente diferente e virtual à medida que coloca o destino dos brinquedos em xeque.

Prometendo ser uma das melhores entradas não apenas da saga animada como do panteão Pixar, a produtora Lindsey Collins, responsável por elogiados títulos como ‘WALL-E’, ‘Procurando Dory’ e ‘Red: Crescer é uma Fera’, trouxe alguns detalhes de bastidores sobre o longa-metragem em uma coletiva de imprensa de que o CinePOP participou.

“Acho que havia alguns fatores que empolgaram a todos com este filme”, Collins disse, falando sobre o motivo da Pixar ter dado aval a mais uma sequência da franquia. “Um deles foi o fato de que, quando Woody entregou o distintivo de xerife para Jessie no final de Toy Story 4’, houve uma certa expectativa em relação a como seria se Jessie comandasse tudo”.

“Jessie é um pouco desequilibrada. Jessie é um pouco imprevisível. Ela é uma personagem que nos deixa sem saber ao certo o que fará em seguida. Então, havia essa ideia de como seria para Jesse comandar tudo. E havia a ideia, obviamente, da tecnologia. Quer dizer, quando pensamos em Toy Story’, sempre tentamos imaginar com o que os brinquedos estão lidando e nos colocar no lugar deles.

É a ideia de com o que as crianças estão lidando hoje em dia? Obviamente, elas estão lidando com a tecnologia. Isso é algo que todos nós sabemos. E o fato de que os brinquedos também lidariam com isso foi realmente empolgante para nós”.

Collins aproveitou o momento para explicar como a história ganhou vida, trazendo referências ao capítulo inicial da franquia e de que forma isso seria refletido mais de três décadas depois e com os incontáveis avanços tecnológicos.

“Isso meio que remete ao primeiro Toy Story, àquele momento em que Buzz cai na cama e a forma como Woody lidou com a situação. E aí surgiu a ideia de: ‘meu Deus, o que a Jessie faria com esse brinquedo tecnológico novinho em folha?’”, o que deixou todo mundo animado”, ela disse. “E, obviamente, uma coisa em que [o diretor] Andrew Stanton, que escreveu o roteiro, insistiu foi essa ideia maluca de cinquenta Buzz Lightyears. Ele disse: ‘só me acompanhem. Vai ter cinquenta Buzz Lightyears’. E a gente respondeu: ‘OK’”.

A produtora continua: “ele escreveu o rascunho e pensamos: ‘ah, ok, entendemos.” Então, acreditem, vale a pena. Com certeza”.

Enquanto os três primeiros filmes da saga acompanharam os brinquedos como parte da infância, da adolescência e até mesmo do início da vida adulta de Andy, Toy Story 5’ abre espaço para conversas sobre os adventos tecnológicos e a atomização contínua da experiência humana, agora subjugada em monitores e telas brilhantes.

Acompanhando pautas que se tornaram muito relevantes nos dias de hoje, a história do novo capítulo serve como um reflexo da realidade – e foi aí que Lilypad surgiu como a principal antagonista da trama.

“Acho que o que tentamos fazer foi, obviamente, apresentar a realidade, que é o primeiro ponto. Ora, as crianças estão cada vez mais novas tendo acesso à tecnologia. E começamos por aí, decidindo apresentar a realidade como ela é. Não vamos julgá-la, mas tentaremos ser realistas”, Collins explica.

“Logo, em vez de esquadrinhar isso como um tema amplo, começamos a pensar: ‘OK, vamos apresentar a tecnologia como uma personagem’. Se apresentássemos a tecnologia como uma personagem e a trouxéssemos para a sala, qual seria o seu propósito? E se a tratássemos como um brinquedo qualquer, que pensasse que está ali para fazer o melhor para a Bonnie, qual seria a tensão nisso? Então, temos a Jessie, que é pura experiência e nenhum dado. E temos a Lilypad, que é pura informação e zero experiência – e toda a diversão que isso traz. Aí você começa a entender que ambas acham que estão fazendo o melhor. E todos eles têm essa filosofia que os guia. Você começa a entender a tensão que imediatamente se instala no ambiente”.

“Não há competição quando se trata de tecnologia”, a produtora acrescenta. “Ela vence. É como se não houvesse luta, na verdade. É como se ela dissesse: ‘ah, eu posso te contar qualquer coisa a qualquer momento. Tenho tudo acessível imediatamente’. Então, a vontade de lutar se esvai em qualquer um diante de um dispositivo tecnológico, exceto em Jessie. Ela pensa: ‘ah, não, eu não vou desistir’. O interessante em ser a Jessie era que ela se recusa a desistir. E ela é esse tipo de personagem que continuaria lutando não importa o que acontecesse”.

“O que estamos tentando explorar é a ideia de como realmente encontrar uma conexão, e essa versão nostálgica do que poderia ser, essa ideia de estarmos imersos em nossa própria imaginação, à qual temos acesso o tempo todo. E o que vocês verão no filme é isso, uma representação realmente bela da imaginação e do que ela poderia ser. Tentamos criar uma bela visualização da imaginação no filme porque, na verdade, ela é o contraponto ao que acreditamos que a tecnologia está fazendo: a imaginação e as brincadeiras da infância são o contraponto à tecnologia”.

Collins, então, deu continuidade para falar sobre alguns personagens novos que darão as caras no filme: a já mencionada Lilypad, interpretada pela indicada ao Oscar Greta Lee, um tablet que os pais de Bonnie lhe dão como presente para que ela possa fazer amizade; e o Amigo Rolinho, interpretado por Conan O’Brien, um brinquedo educativo eletrônico em formato de rolo de papel higiênico que também se tornou obsoleto.

“Temos Lilypad, mas também temos alguns brinquedos tecnológicos clássicos, aqueles da primeira geração que tinham uma única função. A Lilypad, obviamente, é multifuncional, e hoje em dia todos nós usamos dispositivos que fazem praticamente tudo de uma vez. Mas para quem teve filhos ou brincava com brinquedos tecnológicos de função única, temos alguns desses.

Temos o Amigo Rolinho [Smarty Pants, no original em inglês], um brinquedo para ensinar a usar o penico. […] E temos o Snappy, que era a primeira geração de câmeras digitais, daquelas que só funcionavam com câmeras digitais simples. E temos o dispositivo de geocaching. Era uma época muito rara. Não sei se alguém chegou a ter um dispositivo de geocaching de verdade. Mas, novamente, temos esses brinquedos tecnológicos clássicos que são muito divertidos de se ver.

Também temos uma nova personagem feminina, Blaze, que com certeza será uma personagem importantíssima no filme. E o porquinho dela, Jimmy Dean, que é um dos favoritos dos fãs da Pixar. A gente ficava assistindo às cenas dele sem parar. Enfim, temos muitos personagens novos no filme que eu acho que vão se encaixar muito bem no universo de Toy Story”.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 18 de junho.

Desta vez, a aventura coloca Woody, Buzz e companhia diante de um desafio bastante atual, competir com celulares, tablets e dispositivos eletrônicos pela atenção das crianças.

A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).

Andrew Stanton (‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris são responsáveis pela direção.

‘É Assim Que Acaba’: Blake Lively e Justin Baldoni chegam a ACORDO e ENCERRAM disputa judicial

A longa e pública batalha judicial entre Justin Baldoni e Blake Lively, protagonistas e produtores do sucesso de bilheteria ‘É Assim Que Acaba’ (It Ends With Us), chegou ao fim. De acordo com informações obtidas pelo portal TMZ, a dupla firmou um acordo de conciliação para encerrar o processo.

Após meses de especulações e acusações mútuas, ambos os lados optaram por um encerramento amigável. Em um comunicado conjunto enviado à imprensa, as estrelas destacaram o legado da produção:

“O produto final, o filme ‘É Assim Que Acaba’, é motivo de orgulho para todos nós que trabalhamos para dar vida a ele. A conscientização e o impacto significativo na vida de sobreviventes de violência doméstica, e de todos os sobreviventes, é um objetivo que apoiamos”, acrescentou.

Defesa de Justin Baldoni contesta indenizações e atribui fracasso das marcas de Blake Lively ao desempenho da atriz

O documento também aborda as tensões que marcaram os bastidores do filme e o processo jurídico subsequente:

“Reconhecemos que o processo apresentou desafios e entendemos que as preocupações levantadas pela Sra. Lively mereciam ser ouvidas. Permanecemos firmemente comprometidos com ambientes de trabalho livres de condutas impróprias e situações prejudiciais”, afirma o texto.

As partes concluíram expressando o desejo de encerrar o ciclo de hostilidades: “Esperamos sinceramente que isso traga encerramento ao caso e permita que todos os envolvidos sigam em frente de forma construtiva e em paz, incluindo um ambiente respeitoso online”.

Apesar do tom conciliador, observa-se que não houve um pedido de desculpas direto por parte de Justin Baldoni. Vale lembrar que o juiz responsável pelo caso já havia rejeitado a maioria das acusações feitas por Lively, embora a alegação de retaliação ainda tivesse sobrevivido à análise judicial preliminar.

Blake Lively convoca Ryan Reynolds para depor em processo contra Justin Baldoni

Blake Lively alegava ter perdido cerca de US$ 161 milhões em contratos e oportunidades, fruto do que sua defesa classificou como uma “campanha de difamação” orquestrada por Baldoni e sua equipe. No entanto, conforme apurado pelo TMZ, o acordo aparentemente não envolve o pagamento de qualquer valor financeiro entre as partes.

A resolução ocorre em um momento crítico: o julgamento estava previsto para começar em apenas duas semanas. Especialistas jurídicos apontam que a decisão de evitar o júri foi estratégica, uma vez que uma disputa pública em tribunal poderia causar desgastes irreversíveis à imagem e à carreira de ambos os atores, independentemente do veredito final.

blake lively justin baldoni

‘The Boys’: Showrunner revela que a Amazon quase BANIU episódio após atentado contra Donald Trump

the boys

A sérieThe Boys, disponível no Prime Video, caminha para o seu encerramento consolidada como uma das sátiras mais mordazes da política e cultura norte-americana. No entanto, a realidade quase superou a ficção durante a exibição da quarta temporada, quando a produção cogitou adiar o episódio final devido ao atentado contra o Donald Trump, ocorrido em 13 de julho de 2024.

De acordo com o portal Polygon, o evento real gerou uma crise interna na Amazon. O showrunner Eric Kripke relembrou o ocorrido.

“Isso gerou muita ansiedade porque eu dirigi esse episódio”, contou Kripke. “Eu tinha muita coisa emocional envolvida ali, e havia uma possibilidade real de adiar a exibição. Isso chegou até o topo da Amazon, até o Andy Jassy [CEO da Amazon], e ele aprovou a exibição. Só pediram para mudar o título. Disseram que era de mau gosto considerando o contexto, mas diferente o suficiente para manter e apoiar a decisão. Ainda bem que fizeram isso. Foram 24 horas muito estressantes, mas nada comparado ao caos do mundo real”.

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O episódio final da quarta temporada era originalmente intitulado “Assassination Run” (Plano de Assassinato), e trazia uma trama onde o Capitão Pátria (Antony Starr) planejava a morte do presidente eleito Robert Singer (Jim Beaver).

Devido à proximidade temporal com o ataque a Trump em Butler, Pensilvânia, ocorrido menos de uma semana antes da exibição, a Amazon renomeou o capítulo para “Final da Quarta Temporada”. O serviço de streaming chegou a considerar a retirada completa do episódio do ar, mas optou por mantê-lo com um aviso de isenção de responsabilidade.

Para Eric Kripke, escrever a série tem sido uma forma de processar o cenário político atual, embora ele admita que ver a realidade imitar suas tramas exageradas “não seja agradável”.

“Além das pessoas, a coisa que mais vou sentir falta na série é ler uma manchete absurda e ter um lugar para colocá-la, sabendo que posso processar isso com os roteiristas e compartilhar com milhões de pessoas”, explicou o criador. “Não estou dizendo que isso muda o mundo ou influencia diretamente alguma coisa. Mas havia um espaço para processar isso, e agora não tenho mais isso, só fico frustrado como todo mundo. E eu não gosto muito desse sentimento”.

O atentado que impactou a exibição da série ocorreu durante um comício republicano. Donald Trump discursava quando tiros foram disparados; ferido na orelha e com o rosto ensanguentado, ele foi rapidamente escoltado pelo Serviço Secreto. O evento parou os Estados Unidos e forçou diversas produções de entretenimento a revisarem conteúdos que abordassem violência política.

Todas as temporadas de ‘The Boys’ estão disponíveis no catálogo do Prime Video.

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Neste capítulo final, o cenário global é de instabilidade total sob o domínio egocêntrico do Capitão Pátria. Enquanto o grupo formado por Hughie, Leitinho e Frenchie enfrenta situações de risco extremo, Annie tenta organizar uma resistência contra o avanço dos Supers. O mistério sobre o paradeiro de Kimiko continua, ao passo que o retorno de Billy Bruto, agora armado com um vírus capaz de exterminar todos os Supers, promete levar a série a um desfecho de consequências irreversíveis.

O elenco principal retorna com nomes como Antony Starr, Karl Urban, Erin Moriarty e Jessie T. Usher, consolidando o encerramento da aclamada sátira do Prime Video.

Cannes 2006 | Demi Moore, Chloé Zhao e Stellan Skarsgård compõem o júri oficial do Festival, liderado por Park Chan-wook

Collage of ten diverse headshots of actors and performers.

Faltando apenas oito dias para o início do 79º Festival Internacional de Cinema de Cannes, a organização anunciou oficialmente os integrantes do júri que terá a missão de escolher o próximo vencedor da cobiçada Palma de Ouro, sucedendo Foi Apenas um Acidente, de Jafar Panahi.  

Presidido pelo cineasta sul-coreano Park Chan-wook, o júri reúne nomes consagrados e novas vozes do cinema contemporâneo. Ao seu lado, estarão nove profissionais de diferentes nacionalidades e áreas do audiovisual: a atriz e produtora Demi Moore; a atriz e produtora irlandesa-etíope Ruth Negga; a diretora e roteirista belga Laura Wandel; a cineasta chinesa vencedora do Oscar Chloé Zhao; o diretor e roteirista chileno Diego Céspedes; o ator marfinense-americano Isaach De Bankolé; o roteirista escocês Paul Laverty; e o veterano ator sueco Stellan Skarsgård.

A equipe terá a responsabilidade de avaliar os 22 filmes em competição oficial e definir qual longa levará a Palma de Ouro na cerimônia de encerramento, marcada para 23 de maio. O CinePOP acompanha tudo de perto em cobertura especial entre 12 e 23 de maio, trazendo críticas, entrevistas e bastidores diretamente da Croisette.

Conheça o júri do Festival de Cannes 2026

Park Chan-wook (Coreia do Sul) – Presidente do Júri

Diretor, roteirista e produtor, Park Chan-wook é um dos grandes arquitetos do cinema sul-coreano moderno. Seu reconhecimento internacional explodiu com Oldboy (2003), vencedor do Grande Prêmio em Cannes em 2004 e peça central de sua célebre trilogia da vingança, composta ainda por Mr. Vingança e Lady Vingança.

Seu cinema combina violência estilizada, humor ácido e crítica social, marcas que retornam em filmes como A Criada (2016) e Decisão de Partir (2022), este último vencedor do prêmio de direção em Cannes. 

Demi Moore (Estados Unidos)

demi moore (1)

Indicada ao Oscar em 2025, Demi Moore vive uma fase de redescoberta artística após o sucesso de A Substância, dirigido por Coralie Fargeat, exibido em Cannes e vencedor do prêmio de roteiro em 2024.

Moore construiu uma carreira marcada por sucessos populares como Ghost – Do Outro Lado da Vida, Questão de Honra, Proposta Indecente e Até o Limite da Honra. Nos últimos anos, retornou ao protagonismo na indústria com projetos mais ousados e elogiados pela crítica, reafirmando sua relevância para além do estrelato dos anos 1990.

Ruth Negga (Irlanda / Etiópia)


Ruth Negga construiu uma trajetória sólida transitando com naturalidade entre cinema, televisão e teatro. Nascida na Etiópia e criada na Irlanda, ela ganhou reconhecimento internacional ao interpretar Mildred Loving no aclamado drama, Loving (2016,) dirigido por Jeff Nichols, exibido em competição em Cannes.

Nos últimos anos, voltou a receber elogios da crítica por Identidade (2021), adaptação da Netflix, além de marcar presença na TV em produções como Preacher (2016-2019) e Acima de Qualquer Suspeita (2024), da Apple TV+. Com escolhas cuidadosas e performances intensas, Negga é um dos nomes mais respeitados de sua geração.

Laura Wandel (Bélgica)

A diretora e roteirista belga Laura Wandel é um dos nomes mais promissores do cinema europeu contemporâneo. Seu longa de estreia, Playground (2021), chamou atenção ao ser exibido na mostra Un Certain Regard do Festival de Cannes, onde conquistou o prêmio da crítica (FIPRESCI). 

A diretora aposta em um estilo realista e imersivo, explorando relações humanas sob forte tensão psicológica. Seu trabalho mais recente, Pelo Bem de Adam, reforçou seu prestígio no circuito de festivais.

Chloé Zhao (China)

Poucos cineastas tiveram ascensão tão meteórica quanto Chloé Zhao. Após chamar atenção com Songs My Brothers Taught Me (2015) e Domando o Destino (2017), a diretora conquistou Hollywood com Nomadland (2020), vencedor do Oscar de Melhor Filme e Melhor Direção.

Ela também dirigiu Eternos (2021), da Marvel, mostrando habilidade para transitar entre cinema autoral e blockbuster. Ano passado arrebatou o público e a crítica com a adaptação de Hamnet, pelo qual recebeu sua segunda nomeação ao Oscar. 

Diego Céspedes (Chile)

Representando uma nova geração do cinema latino-americano, Diego Céspedes venceu a mostra Un Certain Regard em 2025 com seu primeiro longa, O Olhar Misterioso do Flamingo. Antes disso, chamou atenção com curtas premiados como El verano del léon eléctrico (2018). Seu cinema explora identidade, desejo e pertencimento.

Isaach De Bankolé (Costa do Marfim / EUA)
Close-up of a smiling Black man wearing a red jacket, outdoors in a garden setting.

Veterano do cinema internacional, Isaach De Bankolé iniciou sua carreira na França e venceu o César de ator revelação por Black Mic Mac (1986). Tornou-se figura recorrente na filmografia de Jim Jarmusch, em títulos como Ghost Dog (1999) e Uma Noite Sobre a Terra (1991). Também integrou produções de grande alcance como 007 Cassino Royale (2006) e Pantera Negra (2018).

Paul Laverty (Escócia)

Smiling man with arms crossed in front of weathered red and black wooden planks, wearing a black zip-up jacket and cap.

Roteirista político por excelência, Paul Laverty é colaborador histórico de Ken Loach, com quem escreveu obras fundamentais como Terra e Liberdade (1995), Meu Nome é Joe (1998), Eu, Daniel Blake (2016) e Ventos da Liberdade (2006), dois destes vencedores da Palma de Ouro. Seu trabalho é marcado pelo forte engajamento social, retratando desigualdade, imigração, classe operária e injustiça social com contundência.

Stellan Skarsgård (Suécia)

Um dos atores europeus mais respeitados em atividade, Stellan Skarsgård construiu carreira admirável conciliando cinema de autor e franquias globais. Conhecido por filmes aclamados como Ondas do Destino (1996) e Dançando no Escuro (2000), ele também participou dos blockbusters Thor, Mamma Mia!; Vingadores e Piratas do Caribe. Recentemente, esteve em Duna: Parte Dois e indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante pelo filme Valor Sentimental, laureado com o Grand Prix du Jury no festival do ano passado. 

Com um júri tão diverso e prestigiado, Cannes 2026 reforça seu papel como principal vitrine do cinema mundial, além de termômetro da temporada de premiações. Agora, resta saber qual dos 22 concorrentes conquistará o grupo liderado por Park Chan-wook e entrará para a história do festival. 

‘Michael’: Spike Lee defende ausência de polêmicas em cinebiografia do Rei do Pop

Atualmente em exibição nos cinemas, a cinebiografia Michael mergulha na trajetória do Rei do Pop até o auge da era “Bad”, em 1988. Apesar do sucesso de público, o longa se encontra no centro de uma polêmica devido à ausência de menções às acusações de abuso de menores que marcaram os anos posteriores da vida do cantor.

De acordo com a Variety, o cineasta Spike Lee manifestou-se em defesa da produção. Lee, que afirmou ter assistido ao filme duas vezes e “adorado”, argumentou que, como a trama termina em 1988, cinco anos antes da primeira acusação surgir em 1993, não faz sentido criticar a ausência do tema, já que ele não pertence ao período retratado.

“Antes de tudo, se você é um crítico de cinema e está reclamando dessas coisas… mas o filme termina em 88”, disse Lee. “As acusações que você menciona acontecem depois. Então você está criticando o filme por algo que quer ver nele, mas que não funciona dentro da cronologia da história. E ainda assim, o público compareceu. No mundo todo, as pessoas demonstraram seu amor”.

Lee, que teve uma relação próxima com o astro, também compartilhou um tom nostálgico: “Sinto falta do Mike. Sinto falta do Prince. Eles eram meus irmãos. Trabalhei com os dois. Pessoas lindas, lindas”.

Renato Marafon traz sua opinião sobre ‘MICHAEL’ após críticos DETONAREM o filme; Você gostou?

Embora a decisão de omitir os escândalos tenha gerado debate, a escolha não foi puramente criativa. Segundo apuração da Variety, o roteiro original previa uma abordagem bem diferente para o encerramento da obra.

Originalmente, grande parte do terceiro ato mostraria Jackson lidando com as consequências da primeira denúncia pública. No entanto, o espólio do cantor descobriu uma cláusula no acordo judicial de 1993 com Jordan Chandler que proibia a representação ou menção do jovem em projetos cinematográficos. Diante do impedimento legal, a equipe precisou refazer o final, focando o conflito dramático na relação conturbada de Michael com seu pai, Joe Jackson.

A descoberta tardia forçou uma reformulação completa do desfecho. Somado a isso, o roteirista John Logan enfrentou problemas pessoais quando sua casa foi atingida por um incêndio, atrasando o cronograma. Como resultado, o lançamento, inicialmente previsto para abril de 2025, foi adiado sucessivamente até chegar à primavera de 2026.

Para salvar o projeto, o elenco se reuniu por 22 dias em Los Angeles para filmagens adicionais, focadas em um novo terceiro ato. Essas refilmagens elevaram o orçamento, inicialmente aprovado em US$ 155 milhões, em cerca de US$ 10 milhões a US$ 15 milhões. O espólio de Jackson assumiu os custos extras e, consequentemente, aumentou sua participação financeira no lucro do longa.

‘Michael’: Cinebiografia teria cena do cantor sendo PRESO em 1979

Agora, em vez de encerrar com controvérsias judiciais,Michael finaliza sua narrativa com o astro no auge da turnê “Bad”. A cena final mostra o cantor se preparando para subir ao palco para uma performance eletrizante, preservando a imagem gloriosa do artista.

Apesar dos cortes, o estúdio não descartou o material removido, cerca de 30% do conteúdo deletado pode ser utilizado em futuras sequências. O produtor Graham King já indicou que possíveis continuações focariam nos álbuns “Dangerous” (1991) e “Invincible” (2001), além da construção de Neverland.

Michael’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

Crítica 1 | ‘Michael’ – Antoine Fuqua constrói uma singela carta de amor a Michael Jackson com a cinebiografia

Crítica 2 | ‘Michael’ é uma embalagem bonita para uma caixa VAZIA. Para alguns, isso basta…

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman Domingo, Nia LongMiles TellerLaura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como This Is It’.