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Sequência de ‘The Librarians’ é engravetada pela CW

Originalmente programada para o dia 24 de outubro, a série ‘The Librarians: The Next Chapter‘, que daria sequência à clássica ‘The Librarians‘, foi engavetada pela CW.

O canal anunciou que um novo reality, intitulado ‘The Wranglers‘, assumiu a data. O programa segue a vida pessoal e profissional de um grupo de jovens trabalhadores em um rancho de Montana.

A mudança reforça o novo foco da emissora: priorizar programas não roteirizados, que são mais baratos de se produzir.

The Librarians: The Next Chapter’ seria centrada em “um bibliotecário do passado que viajou no tempo até o presente e agora se encontra preso aqui. Quando ele retorna ao seu castelo, que agora é um museu, ele inadvertidamente libera magia por todo o continente. Ele recebe uma nova equipe para ajudá-lo a limpar a bagunça que fez, formando uma nova equipe de bibliotecários”.

Dean Devlin foi o produtor executivo e roteirista.

Vale lembrar que a série original se estendeu por quatro temporadas antes de ser cancelada.

Após sucesso bilionário, ‘Barbie’ pode ganhar novo filme pela Illumination

O fenômeno de bilheteira Barbie pode estar prestes a ganhar um novo filme, desta vez em formato de animação, produzido pela Illumination.

De acordo com o Puck, Chris Meledandri, CEO da Illumination, está em negociações com a Mattel para uma possível adaptação animada. A escolha pela Illumination surge após o grande sucesso de ‘Super Mario Bros.: O Filme’, que foi uma colaboração bem-sucedida entre o estúdio e a Nintendo.

É importante ressaltar que, até o momento, nem Greta Gerwig, nem Margot Robbie estão envolvidas no projeto, que ainda não foi oficialmente confirmado pela Mattel.

Sucesso nos cinemas, o live-action de ‘Barbie‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais em 2023.

Assista à nossa crítica:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Após ‘Alien Romulus’, Fede Alvarez quer fazer NOVO ‘Alien vs. Predador’

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Fede Alvarez, diretor de ‘Alien: Romulus‘, revelou que adoraria comandar um novo filme da franquia ‘Alien vs. Predador‘.

O cineasta ainda comentou que adoraria assumir a direção do novo crossover ao lado de Dan Tratchenberg, que comandou o aclamado ‘O Predador: A Caçada‘.

“Talvez [‘Alien vs. Predador’] seja um projeto que eu tenha que dirigir ao lado do meu amigo Dan [Tratchenberg]. Acho que poderíamos fazer algo como o Quentin Tarantino e o Robert Rodriguez fizeram em ‘Um Drink no Inferno’; eu dirijo metade do filme, e ele irá dirigir a outra.” 

Sucesso nos cinemas, os dois primeiros filmes da franquia ‘Alien vs. Predador‘ arrecadaram US$ 177.4 milhões e US$ 130.2 milhões, respectivamente. Infelizmente, nenhum dos filmes chegaram a agradar os críticos, amargando 22% e 12% de aprovação.

Vale lembrar que ‘Alien: Romulus‘ foi aclamado pelos críticos com 82% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca a competente direção, os visuais e o “insano” terceiro ato do longa. Além disso, a produção foi aclamada por suas cenas violentas e homenagens à franquia.

Crítica | ‘Alien: Romulus’ é um dos MELHORES capítulos da icônica saga sci-fi

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Alien: Romulus’ presta uma homenagem perfeita aos filmes originais, trazendo de volta efeitos práticos e momentos aterrorizantes e cheios de suspense. O terceiro ato é absolutamente insano e certamente será divisivo.” (Mama’s Geeky)

“Tudo se torna grosseiramente psicossexual, delirante e terrivelmente sombrio, como é característico do Fede Alvarez, mas nunca em um nível que leve ao exagero.” (Daily Dead)

“Por mais bem elaborado e assustador que este filme seja, ele não consegue escapar da sombra dos dois primeiros clássicos da franquia e, em certo ponto, simplesmente para de tentar.” (Rue Morgue Magazine)

“Este filme traz um banho de sangue que combina melhor com a franquia ‘A Morte do Demônio’ do que com o terror sufocante de ‘Alien’. O diretor prefere torturar seu elenco do que desenvolver seus personagens.” (IndieWire)

“Fede Alvarez se superou com seu melhor filme até agora! ‘Alien: Romulus’ é uma carta de amor à franquia. Lindo, aterrorizante, retorcido, estranho, grotesco, sangrento e, acima de tudo, profundo e cheio de camadas.” (Zach Pope Reviews)

“Cailee Spaeney pode parecer, à primeira vista, uma sucessora improvável da franquia, mas a estrela de ‘Priscilla’ certamente faz sua presença ser reconhecida no terceiro ato do filme.” (Deadline

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada, um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo.

O longa será ambientado entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), e já recebeu a aprovação de ninguém menos que Ridley Scott e James Cameron, os lendários diretores por trás dos clássicos originais.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, serve como produtor.

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Nicolas Cage irá interpretar LENDÁRIO treinador de futebol em nova cinebiografia

O vencedor do Oscar Nicolas Cage dará vida ao lendário treinador de futebol americano e locutor de rádio John Madden na vindoura cinebiografia Madden (via ComicBook.com).

Supervisionado pela Amazon/MGM, o longa será dirigido por David O. Russell (‘O Lado Bom da Vida’, ‘Trapaça’).

Will Ferrell estava sendo considerado para o projeto em meados do ano passado, bem como Hugh Jackman. Entretanto, ambos não conseguiram o papel.

Em uma declaração oficial, Russell exaltou Cage:

Nicolas Cage, um dos maiores e mais originais atores, dará vida ao melhor do espírito americano de originalidade, diversão e determinação, em que tudo é possível, como a amada lenda nacional John Madden. Junto com o estilo feroz, o estilo e o individualismo inspirador de Al Davis, dono dos Oakland Raiders, o filme será sobre a alegria, a humanidade e a genialidade que foi John Madden em um mundo amplamente inventivo e instigante dos anos 1970″.

Com poucos detalhes revelados, sabe-se que a narrativa funcionará como a história de origem da Madden NFL’, uma das maiores franquias de videogames de todos os tempos – afastando-se da estrutura conhecida das cinebiografias.

Todd BlackJason BlumenthalSteve TischJonathan Shukat entram como produtores ao lado de Russell e Matthew Budman.

Fique ligado para mais informações!

Christopher Nolan constrói cidade que será Tróia em fotos dos bastidores de ‘A Odisseia’; Confira!

A adaptação de ‘A Odisseia’, comandada pelo vencedor do Oscar Christopher Nolan, ganhou suas primeiras imagens dos bastidores.

Eles estão construindo uma cidade em Marrocos que vai representar Tróia.

As filmagens da parte siciliana do filme devem começar em cerca de dois meses na ilha de Favignana, conhecida como “ilha das cabras”, que se acredita ser o lugar onde Homero imaginou Odisseu desembarcando com sua tripulação para estocar comida. A idílica ilha faz parte do arquipélago de Egadi, na costa noroeste da Sicília.

Nolan também filmará algumas das cenas nas ilhas Eólias da Sicília, de acordo com várias fontes, mas a maior parte das filmagens acontecerá na ilha em questão. As outras locações anunciadas foram o Reino Unido e o Marrocos.

O filme, que será estrelado por Matt Damon e Tom Holland, segue envolto em mistério, com poucos detalhes revelados até o momento.

“O filme é um épico de ação mítico filmado em todo o mundo usando a novíssima tecnologia de filme IMAX e traz a saga fundamental de Ulisses para as telas de filme IMAX pela primeira vez. A estreia nos cinemas acontece mundialmente em 17 de julho de 2026.”

Anne Hathaway, Zendaya, Lupita Nyong’o , Robert Pattinson e Charlize Theron também fazem parte de longa.

A Odisseia‘ continua sendo uma das mais antigas peças literárias lidas pelo público moderno. Ele narra a história do herói grego Odisseu durante sua tumultuada jornada para casa após a Guerra de Troia.

A Odisseia‘ foi levada às telonas algumas vezes antes, primeiro com um filme mudo de 1911 de Giuseppe de Liguoro, e depois com ‘Ulisses‘ de 1954, estrelado por Kirk Douglas.

Nolan começou a escrever o filme em março. Donna Langley, presidente da Universal Pictures, é a única pessoa que já leu o roteiro.

‘The Christophers’: Jessica Gunning, de ‘Bebê Rena’, entra para o novo filme de Steven Soderbergh

Segundo o DeadlineJessica Gunning foi escalada para o elenco da nova comédia sombria de Steven SoderberghThe Christophers.

Esse é o primeiro papel da atriz após sua aclamada performance na minissérie ‘Bebê Rena’, que lhe rendeu o Emmy Award e o Globo de Ouro de Melhor Atriz Coadjuvante.

Gunning se junta aos previamente confirmados Ian McKellenMichaela Coel James Corden.

A trama companha os filhos afastados de um artista outrora famoso que contrata um falsificador para completar suas obras inacabadas para que possam ser descobertas e vendidas após sua morte.

Ed Solomon fica responsável pelo roteiro.

As gravações começam este mês em Londres, na Inglaterra.

Mais informações não foram reveladas.

Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 | Os 15 anos de um dos MELHORES capítulos da saga mágica

harry potter e as relíquias da morte

Mesmo anos depois de ter sido finalizada, a saga cinematográfica ‘Harry Potter’ permanece como uma das mais influentes da sétima arte, principalmente quando fazemos um recorte de seu legado para o século XXI e para o gênero fantástico. Ao longo de oito longas-metragens que adaptaram os sete romances originais de J.K. Rowling, o time de diretores, roteiristas e produtores responsáveis por trazer as obras à vida redefiniu o conceito de blockbusters desde sua estreia em 2001 até sua finalização em 2011. E, neste ano, um dos melhores capítulos da franquia completa nada menos que quinze anos.

Em 2010, David Yates retornava pela terceira vez consecutiva à cadeira de direção de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1’, que dava início à conclusão dessa incrível narrativa iniciada com ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’. Já tendo comandado os ótimos ‘Harry Potter e a Ordem da Fênix’ e ‘Harry Potter e o Enigma do Príncipe’, Yates não era nenhum estreante nesse fantasioso cosmos e, seguindo os passos do que havia nos apresentado anteriormente, focaria em uma identidade diferente dos capítulos anteriores – apostando fichas em uma ambientação ainda mais obscura e que premeditaria a queda do mundo bruxo como, até então, o conhecíamos.

A narrativa traz o personagem titular, interpretado por Daniel Radcliffe, no início de sua busca pelas Horcruxes – objetos repletos de magia das trevas que contêm cada qual um pedaço da alma de Lorde Voldemort (Ralph Fiennes). Após a morte de Alvo Dumbledore (Michael Gambon) no capítulo anterior, Harry une forças com Rony (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson) e parte em uma missão extremamente perigosa para reaver esses objetos, destruí-los e, então, engajar na batalha final contra vilões mortais que desejam higienizar o mundo mágico dos nascidos trouxas e dos meios-sangues – reiterando a falsa superioridade dos bruxos sangues-puros.

À época do lançamento, foi notável como os fãs da saga se viram diante de uma das produções mais “comedidas” das adaptações, por assim dizer. Em outras palavras, Yates utilizou a primeira metade do livro original para apostar mais fichas no drama entre os personagens e na crescente disparidade social que crescia dentro do mundo bruxo para garantir que a ideia principal fosse um tour-de-force amalgamado a um enredo coming-of-age, culminando em uma mixórdia de todos os obstáculos enfrentados pelo trio protagonista com o passar dos anos. E isso não é tudo: aliando-se a Steve Kloves no roteiro, o realizador permite que temas mais densos pincelem essa última incursão pelo destino do universo mágico que reside nas mãos de três jovens.

Percebemos como as próprias investidas artísticas reiteram o longa-metragem como uma espécie de preparação e “prelúdio” para a icônica batalha final que dominaria os cinemas de todo o planeta um ano mais tarde. A parte inicial de ‘Relíquias da Morte’ reduz o ritmo através de sequências mais vagarosas de outras da saga, deixando que a trama seja mais um estudo de personagens e de relações interpessoais do que uma aventura clássica permeada por cenas de ação e de magia. É claro que os confrontos existem – como a invasão do casamento de Gui e Fleur pelos Comensais da Morte ou até mesmo o incrível e emocionante confronto no Ministério da Magia-, mas a ideia aqui é permitir que os nossos heróis tenham noção em que estão se metendo e que se preparem para um iminente fim e possível ressurreição.

Se o espectro tonal da obra é voltado, em essência, ao drama, não é muita surpresa que parte dos espectadores tenha se decepcionado. Todavia, ao revisitar o projeto, temos plena ciência de que essa redução nas frenéticas construções cênicas é ímpar para permitir que a segunda parte atinja seu ápice e sagre uma conclusão satisfatória e aplaudível. Mas isso não quer dizer que o resultado de ‘Parte 1’ seja frustrante: pelo contrário, o roteiro em si abre espaço para que Radcliffe, Grint e Watson entreguem performances arrebatadoras e que demonstram sua evolução na franquia – afinal, os jovens atores cresceram como seus respectivos personagens e, prestes a se despedirem, trazem essa agridoce sensação a um desenlace emocionante.

A obra também chama nossa atenção pelo afastamento imagético das iterações predecessoras, inclusive quando paramos para analisar a paleta de cores e a fotografia. Enquanto cada uma das outras entradas carregava consigo uma identidade visual bastante chamativa – como o uso de tonalidades azuis no primeiro e no terceiro capítulos, ou os agouros de mau-presságio dos tons verdes no segundo e no sexto filmes -, a fotografia de Eduardo Serra é sóbria, beirando um monocromático derradeiro que dá indícios de uma falta de prospecto tristonha e conformista, à medida que Voldemort continua seu reino de caos e terror (antecipando a vibrante explosão de cores em ‘Parte 2’).

Quinze anos depois de seu lançamento oficial nos cinemas, ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1’ é um dos filmes dessa icônica e memorável franquia que merece ser revisitado – a fim de que seja apreciado dentro daquilo que se propõe. As propositais limitações rítmicas são essenciais para que os eventos do livro de Rowling se condensem e se transmutem em uma obra de arte cinemática e que apresenta um novo lado de um universo movido pela magia e pelo fabulesco.

Goya 2025 | ‘Ainda Estou Aqui’ leva o prêmio de Melhor Filme Ibero-Americano no “Oscar espanhol”; Confira os ganhadores!

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Foram revelados hoje (08) os vencedores da 39ª edição dos Prêmios Goya – uma das premiações mais respeitadas e prestigiadas do circuito europeu (considerando, inclusive, como o Oscar espanhol).

A cerimônia, apresentada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas da Espanha, ocorreu em Granada, Andaluzia.

O aclamado drama brasileiro ‘Ainda Estou Aqui’, dirigido por Walter Salles e estrelado pela vencedora do Globo de Ouro Fernanda Torres, foi condecorado com o prêmio de Melhor Filme Ibero-Americano. O título concorria com as produções ‘Agarrame Fuerte’ (Uruguai), ‘El Jockey’ (Argentina), ‘El Lugar de la Otra’ (Chile) e ‘Memorias de um Cupero que Arde’ (co-produção entre Costa Rica e Espanha).

Confira a lista de vencedores abaixo:

MELHOR FILME
Casa en Flames
El 47 (VENCEDOR – EMPATE)
La Estrella Azul
La Infiltrada (VENCEDOR – EMPATE)
Segundo Premio

MELHOR DIREÇÃO
Pedro Almodóvar – O Quarto ao Lado
Arantxa Echevarria – La Infiltrada
Paula Ortiz – La Virgen Roja
Aitor Arregi & Jon Garano – Marco
Isaki Lacuesta & Pol Rodriguez – Segundo Premio (VENCEDORES)

MELHOR DIREÇÃO ESTREANTE
Miguel Faus – Calladita
Pedro Marín-Calero – El Llanto
Javier Macipe – La estrella azul (VENCEDOR)
Sandra Romero – Por donde pasa el silencio
Paz Vega – Rita

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Eduard Sola – Casa en Flames (VENCEDOR)
Alberto Marini and Marcel Barrena – El 47
Javier Macipe – La Estrella Azul
Amelia Mora & Arantxa Echevarria – La Infiltrada
Aitor Arregi, Jon Garano, Jorge Gil Munarriz, Jose Mari Geonaga – Marco

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Alex Montoya & Joana M Ortueta – La Casa
Pedro Almodóvar – O Quarto ao Lado (VENCEDOR)
Pilar Palomero – Los Destellos
Mar Coll and Valentina Viso – Salve Maria
Iciar Bollain and Isa Campo – Soy Nevenka

MELHOR ATOR
Alberto San Juan – Casa en Flames
Eduard Fernandez – Marco (VENCEDOR)
Alfredo Castro – Polvo Seran
Urko Olazabal – Soy Novenka
Vito Sanz – Volvereis

MELHOR ATRIZ
Emma Vilarasau – Casa en Flames
Julianne Moore – O Quarto ao Lado
Tilda Swinton – O Quarto ao Lado
Carolina Yuste – La Infiltrada (VENCEDORA)
Patricia Lopez Arnaiz – Los Destellos

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Enric Auquer – Casa en Flames
Salva Reina – El 47 (VENCEDOR)
Oscar de la Fuente – La Casa
Luis Tosar – La Infiltrada
Antonio de la Torre – Los Destellos

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Macarena Garcia – Casa en Flames
Maria Rodriguez Soto – Casa en Flames
Clara Seura – El 47 (VENCEDORA)
Nausicaa Bonnin – La Infiltrada
Aixa Villagran – La Virgen Roja

MELHOR ATOR REVELAÇÃO
Óscar Lasarte – ¿Es el enemigo? La película de Gila
Cuti Carabajal – La estrella azul
Pepe Lorente – La estrella azul (VENCEDOR)
Cristalino – Segundo premio
Daniel Ibáñez – Segundo premio

MELHOR ATRIZ REVELAÇÃO
Zoé Bonafonte – El 47
Mariela Carabajal – La estrella azul
Marina Guerola – Los destellos
Laura Weissmahr – Salve María (VENCEDORA)
Lucía Veiga – Soy Nevenka

MELHOR FOTOGRAFIA
Isaac Vila – El 47
Edu Grau – O Quarto ao Lado (VENCEDOR)
Javier Salmones – La Infiltrada
Takuro Takeuchi – Segundo Premio
Gris Jordana – Soy Novenka

MELHOR MONTAGEM
Nacho Ruiz Capillas – El 47
Javier Macipe and Nacho Blasco – La Estrella Azul
Victoria Lammers – La Infiltrada
Fernando Franco – Los Pequenos Amores
Javi Frutos – Segundo Premio (VENCEDOR)

MELHOR ANIMAÇÃO
Buffalo Kids
Guardania de Dragones – Dragonkeeper
Mariposas Negras (VENCEDORA)
Rock Bottom
SuperKlaus

MELHOR DOCUMENTÁRIO
Domingo Domingo
La Guitarra Flamenca de Yerai Cortés (VENCEDOR)
Marisol, Llamame Pepa
Mi Hermano Ali
No Estas Sola

MELHOR FILME IBERO-AMERICANO
Agarrame Fuerte – Uruguai
Ainda Estou Aqui – Brasil (VENCEDOR)
El Jockey – Argentina
El Lugar de la Otra – Chile
Memorias de un Cuerpo que Arde – Costa Rica/Espanha

MELHOR FILME EUROPEU
O Conde de Monte Cristo – França
Emilia Pérez – França (VENCEDOR)
Flow – Latvia
La Chimera – Itália
A Zona de Interesse – Reino Unido

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Arnau Bataller – El 47
Arturo Cardelús – Guardiana de Dragones – Dragonkeeper
Fernando Velázquez – La Infiltrada
Alberto Iglesias – O Quarto ao Lado (VENCEDOR)
Sergio de la Puente – Verano en diciembre

MELHOR CANÇÃO ORIGINAL
“Show Me”, Fernando Velázques – Buffalo Kids
“El borde del mundo”, Valeria Castro – El 47
“Los Almendros”, Antón Állvarez & Yerai Cortés – La guitarra flamenca de Yerai Cortés (VENCEDORES)
“La Virgen Roja”, Maria Arnal – La Virgen Roja
“Love is the worst”, Alondra Bentley & Isaki Lacuesta – Segundo premio

Confira a lista completa aqui!

Conheça a nova animação ADULTA do Adult Swim que chegou à Max!

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No último dia 03 de fevereiro, chegou ao catálogo da Max a série Efeitos Colaterais, nova animação adulta do Adult Swim.

A trama acompanha dois amigos do ensino médio, Marshall e Frances, que se reconectam e descobrem um novo tipo de droga que supostamente pode curar todas as doenças. No processo, eles também descobrem uma conspiração envolvendo a Reutical Pharmaceuticals, Inc., uma das maiores empresas farmacêuticas e o governo para suprimir todo o conhecimento do referido medicamento.

Contando com dois episódios já disponíveis, a série foi criada por Joseph BennettSteve Hely e conta com elementos de surrealismo, comédia, drama e thriller de conspiração.

O restante dos episódios será lançado semanalmente na plataforma de streaming.

Dave KingEmily PendergastJoseph Lee AndersonMartha KellyMike JudgeBen FeldmanDanny Huston integram o elenco de voz.

Confira o trailer:

Governo federal lançará plataforma de streaming GRATUITA dedicada a filmes nacionais

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Em meio ao sucesso e à visibilidade mundial do longa Ainda Estou Aqui, dirigido por Walter Salles e estrelado por Fernanda Torres, o governo federal resolveu dar vida a um interessante projeto que visa celebrar a cultura cinematográfica do Brasil (via CNN).

Segundo informações, o governo irá lançar uma plataforma de streaming totalmente gratuita que terá foco em produções nacionais. Detalhes apontam que o serviço deve ser disponibilizado no segundo semestre de 2025.

O projeto parte de uma iniciativa da Secretaria do Audiovisual (SAV) e, a princípio, disponibilizar títulos que já estejam sob direito do governo federal – incluindo curtas e longas-metragens de gêneros variados, além de outros conteúdos audiovisuais. Porém, a ideia também engloba o lançamento de obras mais atuais.

A plataforma em questão teria um funcionamento similar a de outros grandes serviços similares como o Prime Video, a Max e a Netflix. Entretanto, a reportagem frisa que apenas produções brasileiras integrarão o catálogo.

Ministério da Cultura, inclusive, emitiu uma declaração oficial dizendo que “a plataforma está em fase de finalização, prometendo democratizar o acesso às produções nacionais, além de enriquecer o panorama do consumo de produções audiovisuais brasileiras e garantindo que a cultura do país seja acessível a todos”.

O edital do projeto indica que o investimento necessário para o lançamento da plataforma é de R$4,2 milhões e que, a princípio, 447 títulos serão disponibilizados para os assinantes.

O serviço é impulsionado pelo recente Ainda Estou Aqui, que conquistou nada menos que três indicações ao Oscar e tornou-se um fenômeno de bilheteria – tendo seu circuito expandido, inclusive, nos Estados Unidos.

Além de conquistar 95% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, Ainda Estou Aqui disputa a estatueta em três categorias do OscarMelhor Filme, Melhor Filme InternacionalMelhor Atriz para Fernanda Torres.

Os vencedores serão revelados em 02 de março.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

O elenco é também formado por Selton Mello, Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira, Cora Ramalho, Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha.

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‘Dark Winds’: 3ª temporada da série da AMC ganha trailer INÉDITO; Confira!

AMC divulgou um trailer inédito da 3ª temporada de Dark Winds, suspense policial baseado no romance de George R.R. Martin e Robert Redford.

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 09 de março.

Confira:

Lembrando que Jeri RyanNicholas Logan foram escalados para a nova temporada.

Ryan dará vida a Rosemary Vines, uma femme fatale que coloca suas garras no policial da Nação Navajo Jim Chee, deixando um rastro de corpos em sua busca pelo poder. Logan será Coltin Wolf, um perigoso assassino de aluguel. Ambos os personagens apareceram no romance ‘People of Darkness’, da saga ‘Leaphorn & Chee’.

Em Dark Winds, dois policiais da comunidade indígena Navajo, o xerife Joe Leaphorn (Zahn MacClarnon) e o novato Jim Chee (Kiowa Gordon), investigando um homicídio duplo em um motel de uma comunidade pacífica no sudeste dos Estados Unidos. Ambientado na década de 1970, a série explora as motivações por trás dos assassinatos e as consequências dessa brutalidade em todos os envolvidos.

Jessica Matten, Deanna Allison, Rainn Wilson, Elva Guerra, Jeremiah Bitsui, Eugene Brave Rock e Noah Emmerich também fazem parte do elenco.

A série é baseada na série de livros de Tony Hillerman, a produção tem recebido ótimas críticas e atraiu mais de 2,2 milhões de espectadores somente em sua estreia.

Dica de Filme | ‘Pleasantville: A Vida em Preto e Branco’, uma das melhores dramédias dos anos 1990

Pleasantville: A Vida em Preto e Branco é um filme fora do comum, a começar pela premissa de estilo sci-fi que logo se transforma em uma trama tragicômica deliciosa de ser acompanhada desde o início do primeiro ato: dois irmãos adolescentes e com relações interpessoais bem conturbadas são arrastados para dentro de um programa dos anos 1950 que empresta seu nome ao título. A partir daí, inúmeros acontecimentos hilários permeiam a vida dos dois, estendendo-se para os engessados personagens do show, os quais passam a experimentar coisas que nunca acharam ser possíveis, visto que viviam em uma utopia inquebrantável marcada pela excessiva perfeição.

Sem dúvida alguma, Gary Ross pode ser compreendido como uma das mentes mais criativas – e tal afirmação é respaldada pela sinopse apresentada no parágrafo acima. Talvez essa investida do final do século passado tenha lhe dado base para produzir e dirigir franquias futuras, como Jogos Vorazes’ e até mesmo o spin-off Oito Mulheres e um Segredo’. Entretanto, é quase óbvio compreender que o cineasta não tinha ideia de que seus esforços para trazer a pacata comunidade de Pleasantville à vida renderiam muito mais que uma simples comédia romântica adolescente: aqui, nos deparamos com brechas e lacunas preenchidas com ácidas críticas sociais revestidas de uma branda sutileza que é a principal marca do filme – afinal, levando em conta os estereótipos da década em questão, nada fugia muito do convencional.

A trama é protagonizada por David (Tobey Maguire) e Jennifer (Reese Witherspoon), unidos por laços fraternais complicados e muito diferentes um do outro: enquanto esta mergulha em uma crescente fase rebelde, aquele mantém-se em uma zona de conforto que o transforma no típico nerd, passível de sofrer apenas por sua inteligência acima do normal e seu apreço por obras audiovisuais clássicas. Os dois não parecem se importar um com o outro e, após receberem a misteriosa visita de um técnico de televisões, são arrastados para o ilusório e perfeito mundo seriado de Pleasantville – e a própria chegada já começa a trazer certas rupturas às regras e às normas onipotentemente presentes em tal microcosmos. Jennifer logo encarna a persona de Mary Sue, enquanto David se torna Bud, ambos filhos do propositalmente forçado duo formado por Betty (Joan Allen) e George Parker (William H. Macy).

Assim como inúmeros filmes predecessores e sucessores a este, é quase automático pensar que os irmãos deverão dar um jeito de se entenderem e voltarem à sua realidade – mas o que eles não imaginavam é que eles deveriam seguir os passos dos “verdadeiros” Bud e Mary Sue e não desestruturar o equilíbrio cosmológico daquela comunidade. Em outras palavras, Ross, que também fica responsável pelo incrível e dinâmico roteiro, se baseia muito na ideia do controverso efeito borboleta para endossar as consequências dos atos dos protagonistas: apesar de tentarem ficar restritos ao que lhes é imposto, eles pensam erroneamente que “brincar” com alguns aspectos pode ser divertido e inocente.

Logo, o mundo em preto e branco começa a se pincelar com cores vivas; os ares de uma brusca e interessante mudança transformam a perfeita e monótona atmosfera em algo parecido com angústia, medo e tesão pelo novo. Os personagens, antes doutrinados a seguirem regras extremamente puritanas, logo se tornam despojados, livres, inclinando-se para a máxima do carpe diem ao invés de permanecerem em suas bolhas sociais. A sagacidade de Ross em sair da zona de conforto também abre margens para, como supracitado, críticas e alfinetadas em um conservadorismo próprio da época e que se mantém até os dias de hoje – o que fornece certo respaldo anacrônico para sua obra.

Com o término do segundo ato e a entrada do terceiro, essa provocativa mudança começa a dar lugar a um antro conservador e reacionário que expande suas subtramas para a política da segregação racial da sociedade estadunidense nesta mesma época. A câmara da cidade começa a ser frequentada apenas pelos habitantes ainda não-coloridos e que se recusam a abrir sua mente para novas experiências e pessoas diferentes; ou seja, aqueles que ousaram trilha um caminho diferente foram condecorados com uma vida mais colorida literalmente e não veem nenhum motivo para retornarem ao que eram. E o que também parecia correr às mil maravilhas gradativamente cria raízes em dramas existencialistas que são tratados com seriedade pelo diretor e pela rendição aplaudível de seus atores principais – em especial a presença agradabilíssima de Allen dois anos depois de mostrar sua versatilidade em As Bruxas de Salem’.

‘Pleasantville’ também não se mostra vazio quando pensamos em referências fílmicas; quando as tensões entre os dois grupos se agrava, Ross claramente mergulha em diversas obras distópicas para explorar as questões raciais (ainda que estas sejam distorcidas do real problemas que a nossa sociedade enfrenta). Fahrenheit 451′ é um dos longas-metragens que serve como inspiração para algumas das sequências mais cruéis e dolorosas, em que as dezenas de livros da Biblioteca Municipal são queimados em praça pública por não condizerem com a paz e a ordem que os mais velhos tentam manter. A repressão à arte e à expressão também se faz bastante presente – e é assustador ver o números de pessoas que corrobora com a ideologia de que a libertação artística na verdade é uma “forma de trazer mazelas à moralidade e aos bons costumes”.

Ainda que tudo siga um ar mais metafórico, o novo projeto de Gary Ross não falha em quase nenhum quesito. Apesar da desnecessária longevidade cênica que por vezes se torna cansativa, toda a trama é bem amarrada e fornece resoluções não convencionais para seus personagens, fazendo bom uso tanto dos arcos de redenção quanto dos paradigmas narrativos que quebra a cada virada.

Os 10 Melhores Videoclipes da Carreira de Lady Gaga

lady gaga abracadabra

Lady Gaga é um dos titãs do pop contemporâneo e revolucionou o cenário musical quando surgiu em 2008 – chegando a influenciar até mesmo veteranas da indústria. Um Oscar, 14 Grammys e centenas de prêmios mais tarde, Gaga firmou-se na esfera fonográfica com força descomunal e permanece mais ativa do que nunca, dominando o entretenimento com uma perspectiva artística impecável.

Ao longo de seus dezessete anos de carreira, a performer também entregou videoclipes sensacionais, dirigidos por realizadores com tendências cinemáticas de tirar o fôlego – como não lembrar, por exemplo, da irreverência estética de “Applause” e de sua encarnação de Maria Madalena no blasfemo “Judas”?

Pensando nisso – e celebrando o sucesso de seu mais recente single“Abracadabra”, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores videoclipes da carreira de Gaga.

Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. “TELEPHONE”

Direção: Jonas Åkerlund

Talvez a maior parceria feminina dos anos 2000, Gaga uniu forças com Beyoncé em uma escapada criminal que ganhou o título de “Telephone”. A sequência de “Paparazzi” é recheada de referências cinematográficas, incluindo ‘Kill Bill’ e ‘Thelma & Louise’, e traz as duas lendárias artistas em uma batalha pela liberdade.

9. “JUDAS”

Direção: Lady Gaga e Laurieann Gibson

Gaga fez sua estreia diretorial com “Judas”, uma de suas músicas e construções visuais mais polêmicas. Rechaçada pela Igreja Católica, toda a arquitetura funciona como uma releitura contemporânea da Bíblia e da história de Jesus, Judas Iscariotes e Maria Madalena, trazendo os personagens para uma missionária aventura com apóstolos motoqueiros e inclinações para diversas mitologias – incluindo a greco-romana e a egípcia.

8. “PAPARAZZI”

Direção: Jonas Åkerlund

Åkerlund trabalhou pela primeira vez com Gaga na monstruosa produção de “Paparazzi”. Na narrativa, que também traz a presença de ninguém menos que Alexander Skarsgård como o vilão da história, a artista dá vida a uma estrela decadente que é seguida por fotógrafos em qualquer lugar e, além disso, é quase assassinada por seu namorado. Jurando vingança, ela se lança numa jornada de sobrevivência inspirada por clássicos filmes e ensaios artísticos – e ressignificações da própria indústria midiática.

7. “APPLAUSE”

Direção: Inez and Vinoodh

“Applause” faz parte da subestimada e irreverente obra ‘ARTPOP’, que foi duramente criticada à época de seu lançamento e redescoberta como uma incrível e ousada mudança para o cenário mainstream. O cinemático clipe é uma homenagem a Andy Warhol e ao movimento pop-art, misturando as tendências dos anos 1950 aos clássicos expressionistas ‘O Gabinete do Dr. Caligari’ e ‘Nosferatu’.

6. “YOÜ AND I”

Direção: Laurieann Gibson

Rodado em Springfield, Nebraska, “Yoü and I” é uma belíssima incursão country-pop que traz os vários alter-egos de Gaga, incluindo Jo Calderone e Yüyi. O principal conceito dessa produção de alto calibre é a jornada da artista em busca de seu amado – um cientista maluco que é interpretado por Taylor Kinney.

5. “ABRACADABRA”

Direção: Lady Gaga, Parris Goebel & Bethany Vargas

Para a mais recente canção de Gaga, a titânica musicista se aliou a Parris Goebel e a Bethany Vargas para uma impecável gema audiovisual intitulada “Abracadabra”. Além de levar a artista de volta para suas conhecidas eras dark – em especial ‘The Fame Monster’‘Born This Way’ -, o videoclipe oficial do single funciona como uma clássica batalha entre o bem o mal em que cada frame é arquitetado com uma poderosa coreografia e uma fotografia artística de tirar o fôlego, apostando fichas em remodelações que até mesmo nos lembram de pinturas.

4. “911”

Direção: Tarsem Singh

Nada poderia nos preparar para o que Lady Gaga havia em estoque no mundo de ‘Chromatica’. Para a terceira música promocional do álbum, “911”, Gaga abraça a arte surrealista ao lado de Tarsem Singh, valendo-se de elementos clássicos do cinema, incluindo os longas-metragens ‘A Cor da Romã’ e ‘8 1/2’. A artista acorda em um deserto, rodeada de romãs, e então segue um cavaleiro misterioso até um vilarejo onde as coisas mais estranhas acontecem. A onírica narrativa termina em uma reviravolta gigantesca, que se tornou um dos assuntos mais comentados do ano e que chocou fãs ao redor do mundo.

3. “ALEJANDRO”

Direção: Steven Klein

O aclamado fotógrafo Steven Klein ficou responsável pelo clipe de “Alejandro”, que representa o amor de Gaga pela comunidade LGBTQ+ e a traz numa inflexão à la Bob Fosse com diversos soldados dançarinos em um cabaret. Assim que o vídeo foi lançado, a performer foi alvo de polêmicas por seu retrato blasfemo da mitologia católica e por suas inclinações para o BDSM.

2. “MARRY THE NIGHT”

Direção: Lady Gaga

Gaga ficou responsável por uma das maiores obras-primas visuais do século, o nostálgico e perturbador “Marry the Night”. O electro-rock-pop conta a história da própria cantora em busca de sua fama e de sua glória, filmado em Nova York e criando um universo psicodélico que é ambientado em uma clínica mental, um estúdio de dança, seu próprio apartamento em Nova York e um estacionamento abandonado.

1. “BAD ROMANCE”

Direção: Francis Lawrence

Surreal, alegórico e bastante teatral, o videoclipe de “Bad Romance” é considerado por vários especialistas e críticos musicais como o melhor do século XXI. Aqui, temos a mitologia do nascimento dos little monsters (alcunha dada à fanbase da cantora) e da própria mother monster; ela é capturada por um grupo de supermodelos que a drogam e a vendem para a máfia russa – e, eventualmente, Gaga ateia fogo em um deles.

Crítica | ‘Os Dois Hemisférios de Lucca’ – Filme inspirador que irá conquistar até os corações mais gelados!

Pelos cantinhos da delicadeza nascem inspiradoras lições. Histórias de luta e superação encontramos aos montes pelos catálogos dos streamings mas nesse início de fevereiro chegou até o acervo do mais poderoso streaming um projeto lindo e contagiante, com uma trama bem amarrada, que mostra de forma emocionante as dores e luta de uma família mexicana em busca de um melhor tratamento para o filho com uma condição complicada. Prepara o lenço pois esse filme emociona até os corações mais gelados!

Baseado no livro Los dos hemisferios de Lucca escrito por Bárbara Anderson e dirigido pela cineasta Mariana Chenillo – que já havia realizado um belíssimo trabalho no filme Paraíso (2013), exibido no Festival do Rio – Os Dois Hemisférios de Lucca é um olhar para uma jornada que consegue completar todas as lacunas com a emoção, movida também pelo real sentimento do que é uma família unida.

Desde o nascimento do filho Lucca, o casal Bárbara (Bárbara Mori) e Andrés (Juan Pablo Medina) enfrentam as probabilidades contra uma condição complicada provocada pela paralisia cerebral que atinge a criança. Quase sem esperanças de melhorias para o quadro do primeiro filho, com a epilepsia debilitando cada vez mais o estado de saúde, uma chance aparece do outro lado do planeta, na Índia, um tratamento inovador que pode mudar a vida deles para sempre. Lutando contra todo tipo de adversidade eles embarcam para o que pode ser o início de um passo importante.

Dentro desse contexto – que se torna amplo com a questão cultural que chega – percebemos as interpretações da fé também através do velho conflito com a ciência. A jornada cultural que passam os personagens acaba sendo um elo importante para o desenvolvimento de um elemento que chega com força, a culpa. Com o foco na mãe – interpretada de forma brilhante pela atriz mexicana/uruguaia Bárbara Mori – somos testemunhas do abrir e fechar da esperança.

O roteiro segue a cronologia de fatos que vão desde os primeiros passos na nova vida que o destino reservou para o casal, passando pela esperança em forma de uma descoberta que a ciência traz, até as burocracias e ganâncias que encontram pelo caminho. A narrativa lapida todos os cantos da emoção mostrando o amor através da rotina sem esquecer das verdades que a vida coloca como obstáculos. Esse pulsar dos sentimentos mas tendo os pés no chão – uma vertente da realidade – transformam essa obra em uma das mais bonitas lançadas nesse ano pelos streamings.

Segredos vêm à TONA no trailer da dramédia ‘The Last Anniversary’; Confira!

The Last Anniversary

A plataforma de streaming BINGE divulgou o trailer oficial de The Last Anniversary, dramédia estrelada por Teresa Palmer (‘A Descoberta das Bruxas’).

A produção tem estreia marcada para o dia 27 de março, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

Samantha Strauss entra como roteirista, enquanto John Polson dirige os episódios.

The Last Anniversary se passa na Ilha Scribbly Gum, um lugar com muitos segredos. Aquele que a tornou famosa – o desaparecimento de um jovem casal há décadas – pode ter feito da ilha um destino para verdadeiros turistas do crime, mas quando se trata de segredos, as três gerações de mulheres que vivem em Scribbly Gum têm muito mais.

Além de Palmer, o elenco conta com Miranda RichardsonDanielle MacdonaldHelen ThomasSusan Prior.

A produção é baseada no romance homônimo de Liane Moriarty (mesmo nome por trás de livros que deram origem às séries ‘Nine Perfect Strangers’‘Big Little Lies’). Moriarty entra como produtora executiva ao lado de Nicole KidmanPer SaariBruna Papandrea.

‘And Just Like That’: Kristin Davis revela que Sarah Jessica Parker SURTA com fãs que não gostam da Carrie Bradshaw

Photograph by Craig Blankenhorn/HBO Mario Cantone, Sarah Jessica Parker, Willie Garson HBO MAX And Just Like That... Season 1 - Episode 2

Em uma recente entrevista ao podcast Are You a Charlotte?, a atriz Kristin Davis revelou que Sarah Jessica Parker fica bastante sensível em relação a como o público enxerga Carrie Bradshaw.

Parker interpreta a icônica personagem na famosa franquia Sex and the City e na série derivada And Just Like That’ – onde Davis também reprisa seu papel como Charlotte York, uma das quatro protagonistas originais.

“Claro que ela leva para o lado pessoal, como ela não poderia?”, Davis disse ao ser questionada sobre isso durante o programa.

Como ela bem se recorda, na época em que começaram a trabalhar em And Just Like That’, Parker percebeu que alguns sentimentos anti-Carrie estavam despontando nas redes sociais.

“Sarah dizia para mim: ‘o que é isso das pessoas não gostarem da Carrie?'”, Davis conta. “E eu respondi: ‘ah, não se preocupe com isso’. E ela ficou: ‘mas como as pessoas conseguem não gostar da Carrie?'”.

Lembrando que a 3ª temporada do spin-off chega ainda este ano à Max, sem data confirmada.

Recentemente, Rosie O’Donnell foi escalada para o novo ciclo e dará vida a uma personagem chamada Mary. Mais detalhes não foram revelados.

Além disso, Karen Pittman (Dra. Nya Wallace) e Sara Ramirez (Che Diaz) não irão retornar para os próximos episódios.

Criada por Darren Star, a série se passa 10 anos após os eventos do filme ‘Sex and the City 2‘.

A trama acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

O elenco conta com o retorno de Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kristin Davis, Mario Cantone, David Eigenberg e Evan Handler, além de introduzir Sara Ramirez e Sarita Choudhury.

Jeff Daniels revela que guardou mais de 200 críticas DETONANDO ‘Debi & Lóide’

debi e loide

Em uma recente entrevista ao The Guardian, o astro Jeff Daniels revelou que guardou mais de duzentas críticas que detonaram a comédia Debi & Lóide – Dois Idiotas em Apuros’.

Lançado em 1994, o longa-metragem acompanhou dois amigos debiloides que vão para Aspen, no estado do Colorado, para tentar devolver uma maleta esquecida pela passageira da limusine que um deles estava dirigindo para o aeroporto. Sem saber que na mala havia uma quantia enorme de dinheiro, que serviria para pagar o resgate de um sequestro, os dois acabam sendo perseguidos pela polícia e por assassinos profissionais.

Apesar de ter dividido a crítica à época do lançamento – com alguns tecendo elogios para a impiedosa e estúpida comédia, e outros detonando a falta de qualquer elemento cinematográfico da obra -, o filme tornou-se um clássico cult com o passar dos anos e conseguiu arrecadar fortes US$247 milhões ao redor do mundo.

“Eu tenho uma companhia de teatro em Michigan, então fiz uma sessão [do filme]”, Daniels revelou. “Eu estava sentado ao lado dos meus pais e, quando chegamos na cena da privada, meu pai colocou a cabeça entre as mãos e disse: ‘não, Jeffrey…’. Enquanto isso, cinco mil pessoas quase caíam das cadeiras de tanto rir. As críticas foram horríveis, porém. Eu ainda tenho uma agenda com 200 artigos de jornal detonando o filme e desejando que ele nunca tivesse existindo. Então, ficamos em primeiro lugar nas bilheterias por seis semanas. Foi aí que eu entendi que tínhamos feito o impossível”.

Dirigido por Peter Farrelly, que co-escreveu o roteiro ao lado de Bobby FarrellyBennett Yellin, o filme também trouxe Lauren HollyKaren DuffyMike StarrCharles RocketTeri Garr no elenco.

O filme ajudou a revitalizar a carreira de Daniels em Hollywood, além de transformá-lo em um habilidoso ator cômico, além de solidificar a carreira de Carrey.

O sucesso do longa rendeu uma pré-sequência lançada em 2003, uma sequência direta lançada em 2014 e uma série animada.

Hasbro está desenvolvendo adaptações baseadas no CLÁSSICO jogo de cartas ‘Magic: The Gathering’

magic the gathering

Segundo o The Hollywood Reporter, a Hasbro Entertaniment está desenvolvendo um universo audiovisual inspirado no clássico jogo de cartas Magic: The Gathering.

Lançado em 1993 pela companhia Wizards of the Coast, o jogo foi o primeiro de cartas colecionáveis e trocáveis, tornando-se um sucesso mundial e um emblema das escolas nos anos 1990 – chegando até mesmo a inspirar convenções.

A Hasbro adquiriu a Wizards of the Coast em 1999 e afirmou que o game alcançou nada menos que 50 milhões de jogadores graças a mundos fantásticos, personagens envolventes e estratégicas instigantes.

As informações indicam que os planos incluem um longa-metragem e uma série de televisão.

“Temos orgulho de zelar atenciosamente por uma propriedade intelectual singular e amada, e nenhuma propriedade se encaixa melhor nessa descrição do que Magic: The Gathering, disse Mary Parent, presidente de produção mundial da Legendary, que ficará responsável pelos projetos. “Junto com a fantástica equipe da Hasbro, estamos ansiosos para criar um universo multimídia que emocione fãs de longa data e crie uma ampla onda de novos.”

A Legendary transformou uma série de marcas conhecidas em franquias, como Godzilla vs. Kong’ e Duna’, ambas abrangendo cinema e TV. A companhia também está por trás dos filmes Enola Holmes’ da Netflix e, em breve, lançará o filme ‘Minecraft’ ao lado da Warner Bros..

Mais informações não foram reveladas.

‘Heart Eyes’, terror slasher sangrento, ganha três clipes INÉDITOS; Confira!

Homem com máscara e olhos vermelhos na delegacia
hearteyes 2

Heart Eyes, nova comédia de terror dirigida por Josh Ruben, ganhou três clipes inéditos.

Confira:

O filme teve uma sólida estreia no Rotten Tomatoes, com 89% de aprovação e 18 críticas contabilizadas até o momento.

O longa, estrelado por Olivia Holt e Mason Gooding, conta a história de dois colegas de trabalho que são confundidos, durante o Dia dos Namorados, pelo assassino dos Olhos de Coração, que está tentando acabar com suas vidas na noite mais romântica do ano.

Entre as opiniões dos críticos, um dos destaques é a mistura entre terror e comédia romântica, indicando que o diretor Josh Ruben soube extrair o melhor da combinação entre os gêneros.

Confira algumas críticas:

“O fato de funcionar como uma comédia romântica, apenas para adicionar um vilão slasher sólido (o design da máscara é maravilhoso), mostra a diversão que essa equipe deve ter tido ao escrever e filmar este filme”, disse Aaron Neuwirth, do We Live Entertainment.

Josh Ruben deixa sua marca na cena de horror de feriado com uma entrada de Dia dos Namorados notável — um slasher nojento, nostálgico, mas suavemente terno, com uma borda serrilhada”, disse Matt Donato, do Daily Dead.

“O diretor Josh Ruben dá ao romance e ao horror o mesmo peso nesta fusão perfeita de gêneros, garantindo que o gore atinja tão forte quanto a química ardente entre os protagonistas Olivia Holt e Mason Gooding”, disse Meagan Navarro, do Bloody Disgusting.

“Totalmente autoconsciente, repleto de piadas autorreferenciais e mortes orquestradas de forma sangrenta, essa mistura de gêneros é cativante, com seus encantos deliciosamente rápidos. Nos faz suspirar e nos contorcer na mesma medida”, disse Courtney Howard, da Variety.

“A mistura perfeita de slasher e comédia romântica, esse filme tem mortes exageradas e piadas que sempre funcionam”, disse Tessa Smith, do Mama’s Geeky.

“O roteiro se apoia fortemente na comédia para constantemente aliviar o clima. Nossos dois protagonistas são extremamente charmosos e bastante simpáticos. O ato final é carregado de exposição, mas a violência e a natureza psicótica mantêm tudo sob controle”, disse Lee McCoy, do DrumDums.

Confira o trailer de ‘Heart Eyes’ e siga o CinePOP no Youtube:

Além de Mason Gooding (‘Pânico’) e Olivia Holt (‘Cruel Summer’), o elenco também conta com Devon Sawa (‘Premonição’) e Jordana Brewster (‘O Massacre da Serra Elétrica: O Início’).

Josh Ruben (‘Um Lobo Entre Nós’) é responsável pela direção.

O roteiro é assinado por Phillip Murphy (‘Dupla Explosiva 2’), Christopher Landon (‘A Morte te Dá Parabéns’) e Michael Kennedy (‘Freaky – No Corpo de um Assassino’).

Crítica | ‘A Ordem’ – Filmaço com Jude Law no Prime Video baseado em fatos reais!

Não é de hoje que os debates sobre o nazismo apresentam questões que ainda chocam. Trazendo mais um recorte desse universo totalitário, com o preconceito a flor da pele, A Ordem, novo filme protagonizado por Jude Law, nos mostra de forma intensa as investigações policiais que levaram ao desmanche de uma célula neonazista. Com uma narrativa detalhista que busca apresentar os pormenores de um história real ocorrida em partes dos Estados Unidos, o projeto nos leva até o modo de pensar e execução, aliado ao medo e terror, pelas irmandades milicianas de supremacistas brancos.

Ao se mudar para uma nova cidade, o agente do FBI Terry Husk (Jude Law) logo se depara com surgimento – e logo ascensão – de um grupo de supremacistas brancos que levantam dinheiro através de roubo a banco e falsificação de cédulas. Seu líder é Bob Mathews (Nicholas Houht), um homem impiedoso e metódico que a cada hora se torna mais poderoso. Buscando fechar o cerco contra o grupo, Husk se une ao policial Jamie (Tye Sheridan) para uma caçada sangrenta e com algumas reviravoltas.

Baseado em fatos reais e ambientado no início da década de 1980, e muito mais profundo que o pensamento superficial de ser um filme de ‘Polícia vs ladrão’, essa história mostra cada faceta – e maneira de pensar – do texano Robert Jay Mathews, um terrorista norte-americano líder do grupo intitulado A Ordem. Essa página triste na história dos Estados Unidos é retratada aqui de forma dura e visceral, com atuações excelentes que só elevam a qualidade do filme.

Muito bem datado, o roteiro busca seguir os passos do bando com precisas localizações, dividindo o filme de maneira intuitiva, principalmente nos atos de desenvolvimento da história, onde o público, após uma breve apresentação, embarca nos confrontos que passam os personagens. A direção do cineasta australiano Justin Kurzel é precisa, consegue captar nossa atenção em cenas de ação de tirar o fôlego e no conturbado das emoções dentro de todo o arco dramático. Mesmo você que possa conhecer a história que fora baseado esse filme, ainda se surpreende.

Indicado ao Leão de Ouro no Festival de Veneza do ano passado e baseado no livro The Silent Brotherhood de Kevin Flynn e Gary Gerhardt, o projeto disponível no catálogo da Prime Video garante duas horas de muitas reflexões mostrando as verdades por trás dos absurdos fascistas/nazistas que vemos até hoje por aí.