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Segredos vêm à TONA no trailer da dramédia ‘The Last Anniversary’; Confira!

The Last Anniversary

A plataforma de streaming BINGE divulgou o trailer oficial de The Last Anniversary, dramédia estrelada por Teresa Palmer (‘A Descoberta das Bruxas’).

A produção tem estreia marcada para o dia 27 de março, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

Samantha Strauss entra como roteirista, enquanto John Polson dirige os episódios.

The Last Anniversary se passa na Ilha Scribbly Gum, um lugar com muitos segredos. Aquele que a tornou famosa – o desaparecimento de um jovem casal há décadas – pode ter feito da ilha um destino para verdadeiros turistas do crime, mas quando se trata de segredos, as três gerações de mulheres que vivem em Scribbly Gum têm muito mais.

Além de Palmer, o elenco conta com Miranda RichardsonDanielle MacdonaldHelen ThomasSusan Prior.

A produção é baseada no romance homônimo de Liane Moriarty (mesmo nome por trás de livros que deram origem às séries ‘Nine Perfect Strangers’‘Big Little Lies’). Moriarty entra como produtora executiva ao lado de Nicole KidmanPer SaariBruna Papandrea.

‘And Just Like That’: Kristin Davis revela que Sarah Jessica Parker SURTA com fãs que não gostam da Carrie Bradshaw

Photograph by Craig Blankenhorn/HBO Mario Cantone, Sarah Jessica Parker, Willie Garson HBO MAX And Just Like That... Season 1 - Episode 2

Em uma recente entrevista ao podcast Are You a Charlotte?, a atriz Kristin Davis revelou que Sarah Jessica Parker fica bastante sensível em relação a como o público enxerga Carrie Bradshaw.

Parker interpreta a icônica personagem na famosa franquia Sex and the City e na série derivada And Just Like That’ – onde Davis também reprisa seu papel como Charlotte York, uma das quatro protagonistas originais.

“Claro que ela leva para o lado pessoal, como ela não poderia?”, Davis disse ao ser questionada sobre isso durante o programa.

Como ela bem se recorda, na época em que começaram a trabalhar em And Just Like That’, Parker percebeu que alguns sentimentos anti-Carrie estavam despontando nas redes sociais.

“Sarah dizia para mim: ‘o que é isso das pessoas não gostarem da Carrie?'”, Davis conta. “E eu respondi: ‘ah, não se preocupe com isso’. E ela ficou: ‘mas como as pessoas conseguem não gostar da Carrie?'”.

Lembrando que a 3ª temporada do spin-off chega ainda este ano à Max, sem data confirmada.

Recentemente, Rosie O’Donnell foi escalada para o novo ciclo e dará vida a uma personagem chamada Mary. Mais detalhes não foram revelados.

Além disso, Karen Pittman (Dra. Nya Wallace) e Sara Ramirez (Che Diaz) não irão retornar para os próximos episódios.

Criada por Darren Star, a série se passa 10 anos após os eventos do filme ‘Sex and the City 2‘.

A trama acompanha Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

O elenco conta com o retorno de Sarah Jessica Parker, Cynthia Nixon, Kristin Davis, Mario Cantone, David Eigenberg e Evan Handler, além de introduzir Sara Ramirez e Sarita Choudhury.

Jeff Daniels revela que guardou mais de 200 críticas DETONANDO ‘Debi & Lóide’

debi e loide

Em uma recente entrevista ao The Guardian, o astro Jeff Daniels revelou que guardou mais de duzentas críticas que detonaram a comédia Debi & Lóide – Dois Idiotas em Apuros’.

Lançado em 1994, o longa-metragem acompanhou dois amigos debiloides que vão para Aspen, no estado do Colorado, para tentar devolver uma maleta esquecida pela passageira da limusine que um deles estava dirigindo para o aeroporto. Sem saber que na mala havia uma quantia enorme de dinheiro, que serviria para pagar o resgate de um sequestro, os dois acabam sendo perseguidos pela polícia e por assassinos profissionais.

Apesar de ter dividido a crítica à época do lançamento – com alguns tecendo elogios para a impiedosa e estúpida comédia, e outros detonando a falta de qualquer elemento cinematográfico da obra -, o filme tornou-se um clássico cult com o passar dos anos e conseguiu arrecadar fortes US$247 milhões ao redor do mundo.

“Eu tenho uma companhia de teatro em Michigan, então fiz uma sessão [do filme]”, Daniels revelou. “Eu estava sentado ao lado dos meus pais e, quando chegamos na cena da privada, meu pai colocou a cabeça entre as mãos e disse: ‘não, Jeffrey…’. Enquanto isso, cinco mil pessoas quase caíam das cadeiras de tanto rir. As críticas foram horríveis, porém. Eu ainda tenho uma agenda com 200 artigos de jornal detonando o filme e desejando que ele nunca tivesse existindo. Então, ficamos em primeiro lugar nas bilheterias por seis semanas. Foi aí que eu entendi que tínhamos feito o impossível”.

Dirigido por Peter Farrelly, que co-escreveu o roteiro ao lado de Bobby FarrellyBennett Yellin, o filme também trouxe Lauren HollyKaren DuffyMike StarrCharles RocketTeri Garr no elenco.

O filme ajudou a revitalizar a carreira de Daniels em Hollywood, além de transformá-lo em um habilidoso ator cômico, além de solidificar a carreira de Carrey.

O sucesso do longa rendeu uma pré-sequência lançada em 2003, uma sequência direta lançada em 2014 e uma série animada.

Hasbro está desenvolvendo adaptações baseadas no CLÁSSICO jogo de cartas ‘Magic: The Gathering’

magic the gathering

Segundo o The Hollywood Reporter, a Hasbro Entertaniment está desenvolvendo um universo audiovisual inspirado no clássico jogo de cartas Magic: The Gathering.

Lançado em 1993 pela companhia Wizards of the Coast, o jogo foi o primeiro de cartas colecionáveis e trocáveis, tornando-se um sucesso mundial e um emblema das escolas nos anos 1990 – chegando até mesmo a inspirar convenções.

A Hasbro adquiriu a Wizards of the Coast em 1999 e afirmou que o game alcançou nada menos que 50 milhões de jogadores graças a mundos fantásticos, personagens envolventes e estratégicas instigantes.

As informações indicam que os planos incluem um longa-metragem e uma série de televisão.

“Temos orgulho de zelar atenciosamente por uma propriedade intelectual singular e amada, e nenhuma propriedade se encaixa melhor nessa descrição do que Magic: The Gathering, disse Mary Parent, presidente de produção mundial da Legendary, que ficará responsável pelos projetos. “Junto com a fantástica equipe da Hasbro, estamos ansiosos para criar um universo multimídia que emocione fãs de longa data e crie uma ampla onda de novos.”

A Legendary transformou uma série de marcas conhecidas em franquias, como Godzilla vs. Kong’ e Duna’, ambas abrangendo cinema e TV. A companhia também está por trás dos filmes Enola Holmes’ da Netflix e, em breve, lançará o filme ‘Minecraft’ ao lado da Warner Bros..

Mais informações não foram reveladas.

‘Heart Eyes’, terror slasher sangrento, ganha três clipes INÉDITOS; Confira!

Homem com máscara e olhos vermelhos na delegacia
hearteyes 2

Heart Eyes, nova comédia de terror dirigida por Josh Ruben, ganhou três clipes inéditos.

Confira:

O filme teve uma sólida estreia no Rotten Tomatoes, com 89% de aprovação e 18 críticas contabilizadas até o momento.

O longa, estrelado por Olivia Holt e Mason Gooding, conta a história de dois colegas de trabalho que são confundidos, durante o Dia dos Namorados, pelo assassino dos Olhos de Coração, que está tentando acabar com suas vidas na noite mais romântica do ano.

Entre as opiniões dos críticos, um dos destaques é a mistura entre terror e comédia romântica, indicando que o diretor Josh Ruben soube extrair o melhor da combinação entre os gêneros.

Confira algumas críticas:

“O fato de funcionar como uma comédia romântica, apenas para adicionar um vilão slasher sólido (o design da máscara é maravilhoso), mostra a diversão que essa equipe deve ter tido ao escrever e filmar este filme”, disse Aaron Neuwirth, do We Live Entertainment.

Josh Ruben deixa sua marca na cena de horror de feriado com uma entrada de Dia dos Namorados notável — um slasher nojento, nostálgico, mas suavemente terno, com uma borda serrilhada”, disse Matt Donato, do Daily Dead.

“O diretor Josh Ruben dá ao romance e ao horror o mesmo peso nesta fusão perfeita de gêneros, garantindo que o gore atinja tão forte quanto a química ardente entre os protagonistas Olivia Holt e Mason Gooding”, disse Meagan Navarro, do Bloody Disgusting.

“Totalmente autoconsciente, repleto de piadas autorreferenciais e mortes orquestradas de forma sangrenta, essa mistura de gêneros é cativante, com seus encantos deliciosamente rápidos. Nos faz suspirar e nos contorcer na mesma medida”, disse Courtney Howard, da Variety.

“A mistura perfeita de slasher e comédia romântica, esse filme tem mortes exageradas e piadas que sempre funcionam”, disse Tessa Smith, do Mama’s Geeky.

“O roteiro se apoia fortemente na comédia para constantemente aliviar o clima. Nossos dois protagonistas são extremamente charmosos e bastante simpáticos. O ato final é carregado de exposição, mas a violência e a natureza psicótica mantêm tudo sob controle”, disse Lee McCoy, do DrumDums.

Confira o trailer de ‘Heart Eyes’ e siga o CinePOP no Youtube:

Além de Mason Gooding (‘Pânico’) e Olivia Holt (‘Cruel Summer’), o elenco também conta com Devon Sawa (‘Premonição’) e Jordana Brewster (‘O Massacre da Serra Elétrica: O Início’).

Josh Ruben (‘Um Lobo Entre Nós’) é responsável pela direção.

O roteiro é assinado por Phillip Murphy (‘Dupla Explosiva 2’), Christopher Landon (‘A Morte te Dá Parabéns’) e Michael Kennedy (‘Freaky – No Corpo de um Assassino’).

Crítica | ‘A Ordem’ – Filmaço com Jude Law no Prime Video baseado em fatos reais!

Não é de hoje que os debates sobre o nazismo apresentam questões que ainda chocam. Trazendo mais um recorte desse universo totalitário, com o preconceito a flor da pele, A Ordem, novo filme protagonizado por Jude Law, nos mostra de forma intensa as investigações policiais que levaram ao desmanche de uma célula neonazista. Com uma narrativa detalhista que busca apresentar os pormenores de um história real ocorrida em partes dos Estados Unidos, o projeto nos leva até o modo de pensar e execução, aliado ao medo e terror, pelas irmandades milicianas de supremacistas brancos.

Ao se mudar para uma nova cidade, o agente do FBI Terry Husk (Jude Law) logo se depara com surgimento – e logo ascensão – de um grupo de supremacistas brancos que levantam dinheiro através de roubo a banco e falsificação de cédulas. Seu líder é Bob Mathews (Nicholas Houht), um homem impiedoso e metódico que a cada hora se torna mais poderoso. Buscando fechar o cerco contra o grupo, Husk se une ao policial Jamie (Tye Sheridan) para uma caçada sangrenta e com algumas reviravoltas.

Baseado em fatos reais e ambientado no início da década de 1980, e muito mais profundo que o pensamento superficial de ser um filme de ‘Polícia vs ladrão’, essa história mostra cada faceta – e maneira de pensar – do texano Robert Jay Mathews, um terrorista norte-americano líder do grupo intitulado A Ordem. Essa página triste na história dos Estados Unidos é retratada aqui de forma dura e visceral, com atuações excelentes que só elevam a qualidade do filme.

Muito bem datado, o roteiro busca seguir os passos do bando com precisas localizações, dividindo o filme de maneira intuitiva, principalmente nos atos de desenvolvimento da história, onde o público, após uma breve apresentação, embarca nos confrontos que passam os personagens. A direção do cineasta australiano Justin Kurzel é precisa, consegue captar nossa atenção em cenas de ação de tirar o fôlego e no conturbado das emoções dentro de todo o arco dramático. Mesmo você que possa conhecer a história que fora baseado esse filme, ainda se surpreende.

Indicado ao Leão de Ouro no Festival de Veneza do ano passado e baseado no livro The Silent Brotherhood de Kevin Flynn e Gary Gerhardt, o projeto disponível no catálogo da Prime Video garante duas horas de muitas reflexões mostrando as verdades por trás dos absurdos fascistas/nazistas que vemos até hoje por aí.

Retro Dance #21 | A inebriante experiência musical de ‘Norman Fucking Rockwell!’, um dos MELHORES álbuns de Lana Del Rey

norman fucking rockwell

Apesar de sua costumeira doce sonoridade, Lana Del Rey vive dentro de belíssimas e sofridas contradições que, diferente do que poderíamos pensar, é o principal aspecto que sempre nos rouba a atenção quando anuncia uma peça musical nova ou um álbum em potencial. E é claro que, dois anos depois do lançamento de ‘Lust for Life’, ela retornaria com mais uma obra conceitual e nostálgica, sem perder sua originalidade e sua incrível habilidade como compositora. Nesse escopo, a parceria entre Del Rey e Jack Antonoff intitulada Norman Fucking Rockwell!’ acerta em praticamente tudo a que se propõe a fazer – incluindo desenhar uma triste jornada amorosa que se desenvolve em mais de uma hora de duração.

Como se não bastasse, o sexto álbum de estúdio da cantora não se isola em uma investida completamente original e faz ótimo uso da discografia antecessora. Não é surpresa, pois, que a produção retome construções de ‘Honeymoon’, Born to Die e até mesmo ‘Ultraviolence’ (em uma perspectiva bem mais sutil, é claro), dando vida a um delicioso compilado que, apesar das longas faixas (como “Venice Bitch”, que se desenrola em mais de nove minutos), é aprazível do começo ao fim e sabe muito como se estruturar. Além disso, é interessante observar de que forma a artista se mantém fiel às raízes, trazendo elementos do trip hop e do rock psicodélico com assertiva fluidez.

Logo de cara, a faixa-titular demonstra a regência principal dessa epopeia musical: o piano clássico é o instrumento que definitivamente ganha maior peso ao longo das catorze tracks, algo que também não se configura como uma escolha inesperada. O choque (no sentido mais positivo da palavra), na verdade, dialoga com a forma de uso à qual Lana se rende, em detrimento de uma significação convencional do que o classicismo exacerbado representa para a indústria fonográfica contemporânea; em outras palavras, a cantora mergulha em uma narcótica experiência, respaldando-se em uma narcótica sinestesia que desconstrói o formulaico e abre portas para uma identidade única e emocionante.

As sutilezas psicológicas também configuram a preferência pessoal de Del Rey: temos as notas propositalmente dissonantes de “Venice”, que se rearranjam na verborrágica “Fuck It, I Love You”, em que esse descompasso se transpõe para os vocais quase falados, antecedendo o refrão em crescendo. Em uma análise mais profunda, entretanto, é inegável dizer que as lyrics roubam nossa atenção com força maior que a progressão sonora – aliás, esta faixa se dispõe de um cansaço criativo notável que, apesar de ser retificado nas faixas seguintes, não deixa de representar um deslize considerável.

Porém, não pense que Lana abre mão de outras características próprias de sua discografia: se em ‘Honeymoon’ nos víamos diante de acuadas delineações, ‘Rockwell’ dosa com maestria a complacência e a sedução, algo que toma forma com “Doin’ Time”. Mesmo não sendo composta por Del Rey – visto que a ideia aqui é revisitar a clássica produção da banda Sublime, que já funciona como cover de “Summertime”, de George Gershwin. E, enquanto o grupo em questão já se afastava do jazz de Gershwin, a lead opta por dar adeus à constância do rap da virada do século para abraçar com força inegável a mistura do trap e de um onírico pop que reflete suas tendências para o hibridismo de gêneros e suis-generis. Porém, essa revitalização também vem acompanhada de uma inexpressividade obrigatória dos vocais, que variam do ecoante grave até o belo falsetto sem qualquer dificuldade aparente.

Ao contrário do que poderíamos imaginar, a primeira balada romântica não dá as caras até a metade do álbum: é claro que a artista chega a explorá-la com “Mariners Apartment Complex”, mesmo prestando homenagem a nomes como Anna Nalick em um pop-rock travestido de folk acústico à la anos 1970, mas é com “Love Song” que Lana volta a atingir sua excelência. Em meio à abafada sobriedade do violão, do piano e do violino, ela se dispõe a cantar de modo milimetricamente cronometrado, oscilando dentro de um dinamismo que, por vezes, nos faz esquecer do lent-tempo que ouvimos – isso sem mencionar a teatralidade que ela também imprime nesses quase quatro minutos. Tal escopo se expande para a similar “Cinnamon Girl”, que, ao mesmo tempo, se excede em uma épica e sintética entrega.

Não podemos deixar de mencionar alguns deslizes que beiram o amadorismo, como a supracitada “Fuck It, I Love You” e a esquecível “Bartender”, que acaba abrindo mão de um suposto subito e orquestra uma monótona e frustrante peça. Felizmente, Del Rey não deixa que alguns tropeços tirem sua concentração, permitindo que ela volte à boa forma com a sucessora “Happiness Is a Butterfly” antes de culminar com a ilustre presença de “Hope Is a Dangerous Thing for a Woman Like Me to Have – but I Have It”, cuja premeditada redundância é composta por inúmeras referências sagazes e um minimalismo conceitual e trágico que refrata uma memorável joia fonográfica.

O classicismo mencionado alguns parágrafos acima aparece também com impactante força na rock-ballad “The Greatest”, track que, sem sobra de dúvida, é uma das melhores produções de sua carreira. A aliança entre baixo e guitarra vem à tona em uma opressiva jornada psicológica que preconiza um icônico solo apenas como forma de sustentar uma dramática e comovente performance. Essa mesma união instrumental também é utilizada em outras faixas, incluindo a transgressora “California” – que não se esconde em meio a tanta coisa acontecendo.

Norman Fucking Rockwell!’ é um explícito convite de Lana Del Rey para uma experiência bastante sensorial que, talvez daqui a um tempo, seja consagrado como o álbum mais intimista de sua carreira. Em meio a ótimas composições e deslizes ofuscados pela competência musical de sua artista, o álbum entrega tudo o que promete – e mais.

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’: Diretor fala sobre retorno de Betty Ross ao UCM

liv tyler betty ross

Julius Onah, cineasta por trás de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, comentou recentemente sobre o retorno de Betty Ross (vivida por Liv Tyler) ao MCU. A última aparição da personagem foi em ‘O Incrível Hulk’ de 2008.

Betty Ross é frequentemente associada ao interesse amoroso de Bruce Banner, além de ser filha do general Thaddeus Ross.

Vale lembrar que o nome de Tyler está listado no elenco do filme.

Em entrevista ao ComicBook, Onah falou sobre a participação da atriz:

“Foi praticamente óbvio trazer Liv de volta. Ela tem uma humanidade real. […] O relacionamento que ela acaba tendo com Thaddeus Ross neste filme é uma parte muito importante da jornada dele para tentar cimentar seu legado e redefinir quem ele tem sido como ser humano e como líder”, afirmou.

Nos quadrinhos, em algumas histórias, Betty acaba se tornando a Mulher-Hulk Vermelha, o que aumenta as expectativas para sua participação no filme.

Mais detalhes sobre o papel de Betty Ross ainda não foram revelados.

O longa chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro e 2025.

Relembre o trailer:

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

‘Harry Potter’: Ralph Fiennes revela que inicialmente Pensou em RECUSAR papel de Voldemort

Ralph Fiennes, o astro que deu vida ao temido Lorde das Trevas na franquiaHarry Potter, relembrou que, inicialmente, pensou em recusar o papel.

Em uma entrevista ao The Hollywood Reporter, o ator revelou que não tinha interesse na produção.

“Eu não tinha visto os filmes para não gostar deles, simplesmente não os havia assistido e nem lido os livros. Sabia do grande sucesso, mas acho que fui culpado de um tipo de snobismo mal direcionado em relação a bruxas, goblins e coisas assim”, explicou Fiennes sobre o convite para interpretar Voldemort.

“Fui resistente, até que contei para minha irmã Martha que me pediram para fazer o papel do Voldemort. Ela disse: ‘Voldemort, você foi convidado para interpretar o Voldemort? Você tem que fazer isso! Ralph, você não percebe, você não percebe'”, concluiu.

A primeira temporada de Harry Potter está prevista para chegar ao streaming Max em 2026.

A Max irá produzir em associação com a Brontë Film and TV e a Warner Bros. Television.

J.K. Rowling será produtora executiva juntamente com Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.

‘007’: VAZA vídeo do teste de Antony Starr para viver James Bond; Assista!

O astro Antony Starr conquistou fama ao interpretar o temível Capitão Párodia emThe Boys. No entanto, o ator quase viveu um dos papéis mais icônicos do cinema: o lendário James Bond, da franquia 007.

Segundo o Collider, na época, Starr fez teste para o papel, mas acabou perdendo a vaga.

Recentemente, o vídeo da sua audição para o personagem viralizou nas redes sociais.

O astro disse que foi chamado para o teste de elenco de 007: Casino Royale‘, mas não se preparou devidamente para o papel e foi substituído por Daniel Craig.

“Eu deveria ter me preparado melhor. Lembro-me que o diretor Martin Campbell disse: ‘Henry, você está um pouco gordinho para o papel.’ Na época eu não sabia como treinar ou fazer dieta. E fico feliz que Martin tenha sido sincero sobre isso, porque sei lidar com a verdade. Isso me ajuda a melhorar.”

Porém, o diretor Martin Campbell revelou ao Cinema Blend que não é verdade que o ator foi dispensado pelo seu peso.

“Eu realmente vi o teste de elenco do Henry Cavill para viver James Bond. Ele foi muito bem no teste. Mas ele era muito jovem para o papel e também não era tão experiente quanto o Daniel [Craig]”, afirmou.

Mesmo antes de Daniel Craig anunciar sua aposentadoria como James Bond em ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘.

‘Golden’: Musical sobre Pharrell Williams é DESCARTADO

Golden, um musical sobre a infância de Pharrell Williams estrelado por grandes nomes, teve seu lançamento cancelado pela Universal Pictures, conforme reportado pela Variety.

O filme, que inicialmente se chamava ‘Atlantis’, foi dirigido por Michel Gondry (‘Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças’). A produção estava programada para ser lançada este ano, mas agora foi descartada.

O longa foi financiado pela Universal como parte de sua parceria com Williams. Segundo a reportagem, o cancelamento ocorreu após um acordo unânime entre os produtores e o diretor, que concluíram que o filme não atingiu a concepção original.

“Quando todos nós entramos na sala de edição, decidimos coletivamente que não havia um caminho a seguir para contar a versão dessa história que originalmente imaginamos”, disseram Williams e Gondry em um comunicado conjunto. “Agradecemos todo o trabalho árduo do talentoso elenco e equipe. Embora estejamos desapontados por não conseguirmos entregar esse filme, temos parceiros incríveis na Universal e vamos colaborar em outra capacidade em breve”.

A Universal absorverá cerca de US$ 20 milhões em custos já investidos na produção. O filme estava em estágio inicial de pós-produção, o que significa que nunca será finalizado, mas todos os envolvidos foram pagos pelo trabalho realizado até o momento.

Gil Netter foi produtor ao lado de Williams e sua parceira criativa Mimi Valdes.

O elenco conta com grandes nomes, como Kelvin Harrison Jr., Halle Bailey, Da’Vine Joy Randolph, Brian Tyree Henry, Janelle Monáe, Missy Elliott, Quinta Brunson e Jaboukie Young-White.

‘Day Drinker’: Madelyn Cline se junta ao elenco de filme estrelado por Johnny Depp

A estrela Madelyn Cline, conhecida porOuter Banks, se juntará oficialmente aos astros Johnny Depp e Penélope Cruz no filmeDay Drinker, da Lionsgate, dirigido por Marc Webb, conforme anunciado pelo Deadline.

Os detalhes sobre o papel de Cline ainda não foram revelados.

O projeto marcará não apenas o retorno de Depp em Hollywood após seu polêmico drama legal com a ex-esposa Amber Heard, como também marcará sua reunião com Cruz após ‘Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas‘.

Na trama…

A bartender de um navio de cruzeiro conhece um misterioso bebedor diurno, mas não demora muito para que ambos se vejam envolvidos em um submundo criminoso e conectados de maneiras inesperadas.

A história é baseada em um roteiro original de Zach Dean.

Lionsgate é o estúdio por trás do projeto.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Denzel Washington será o MAGNETO em ‘X-Men’, diz rumor

A integração do astro Denzel Washington no UCM ganhou novidades promissoras. O artista já revelou que participará de ‘Pantera Negra 3’, em um papel ainda não revelado, e agora, segundo rumores, ele poderá interpretar o icônico Magneto emX-Men.

De acordo com o ComicBookMovie, o jornalista Jeff Sneider afirmou que “é totalmente possível que ele possa interpretar um personagem dos X-Men e, após pedir aos ouvintes que “façam a conexão”, acrescentou que “definitivamente acha que Denzel pode ser o vilão dos X-Men.”

Quando questionado se “Denzel vai interpretar o Magneto, é isso que você está dizendo?”, Sneider não respondeu.

Vale ressaltar que essas informações são apenas rumores e nada foi oficializado pela Marvel Studios.

denzel washington

Vale lembrar que a Marvel planeja começar as filmagens do reboot de ‘X-Men em meados de 2026, com o lançamento programado para 2027.

Michael Lesslie (‘Macbeth’) roteiriza o projeto, que deve ser supervisionado pelos Irmãos Russo.

Depois que terminarem ‘Vingadores: Apocalipse’Vingadores: Guerras Secretas, os irmãos “já assinaram um contrato” para “supervisionar projetos adicionais” após o término da Saga do Multiverso do MCU.

Anteriormente, Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, confirmou em entrevista ao Deadline quando a chegada dos X-Men ao MCU irá acontecer.

“Acho que você verá alguns personagens dos X-Men que você pode reconhecer nos próximos filmes. Logo depois disso, toda a história de Guerras Secretas realmente nos leva a uma nova era de mutantes e dos X-Men. Novamente, [é] um daqueles sonhos que se tornam realidade. Finalmente temos os X-Men de volta.” 

Embora o filme da equipe ainda não tenha sido anunciado oficialmente no MCU, algumas produções da Marvel Studios já abordaram os mutantes e começaram a preparar o terreno para a chegada dos X-Men nesse universo, com ‘Deadpool & Wolverine’ sendo um filme que deu um grande passo nesse quesito.

Amanda Palmer, ex-esposa de Neil Gaiman, NEGA acusações de tráfico humano e negligência

Amanda Palmer, artista e ex-esposa de Neil Gaiman, usou as redes sociais para negar as acusações de tráfico humano e negligência feitas contra ela. Palmer está sendo processada por uma ex-funcionária do casal, que alega que a artista foi cúmplice nos abusos cometidos pelo escritor.

Nas redes sociais, Palmer negou veemente as acusações e agradeceu aos seguidores pelo respeito à sua privacidade.

“Agradeço profundamente a todos por continuarem respeitando o meu recente pedido de privacidade enquanto navego por este momento extremamente difícil.
Preciso proteger meu filho pequeno e o direito dele à privacidade.
Com isso como minha prioridade, não responderei às alegações específicas feitas contra mim, exceto para dizer que as nego e que responderei no devido tempo.
Meu coração está com todos os sobreviventes”, escreveu.

Lembrando que, em uma postagem anterior, a artista havia explicado: “Como estão em andamento processos de custódia e divórcio, não posso fazer comentários públicos”. Naquela ocasião, eles ainda não haviam sido indiciados. “Por favor, entendam que sou, acima de tudo, uma mãe/pai. Peço por privacidade neste momento”, solicitou a artista.

O escritor Neil Gaiman foi oficialmente processado em três estados dos Estados Unidos, de acordo com o Deadline, por acusações de estupro, tráfico humano e outros crimes.

As alegações foram feitas por uma ex-babá da Nova Zelândia de seu filho. A ex-esposa de Gaiman, Amanda Palmer, também está envolvida nas acusações.

“Esta acusação resulta do abuso sexual cometido por Neil Gaiman contra a autora, e do papel de sua esposa, Amanda Palmer, em buscar e apresentar a autora a Gaiman para tal abuso”, afirma uma queixa de estupro e tráfico humano registrada no tribunal federal de Wisconsin em 2 de janeiro por Scarlett Pavlovich.

A ação legal, que exige uma compensação de US$ 1 milhão e um julgamento com júri, descreve um histórico de décadas de má conduta sexual por parte de Gaiman, que é detalhado ao longo de 28 páginas e inclui, entre outros relatos, um estupro sodômico de Pavlovich há três anos.

As petições também foram registradas em Nova York e Massachusetts, pelos advogados de Pavlovich, do escritório Kamerman Uncyk Soniker & Klein P.C., com Amanda Palmer sendo citada como ré.

Pavlovich e seus advogados alegam que Palmer sabia o quão vulnerável ela estava, tanto mental quanto economicamente, e que, de certa forma, a levou diretamente para uma situação de risco.

“Palmer estava suficientemente ciente de que Gaiman provavelmente visaria Scarlett, a ponto de ter avisado Gaiman para se afastar dela antes de levá-la para a casa de Gaiman como babá”, afirmam os registros em Nova York e Massachusetts.

“No entanto, Palmer nunca alertou Scarlett sobre o perigo que Gaiman representava. Se Palmer tivesse avisado Scarlett sobre o risco conhecido de Gaiman, Scarlett jamais teria aceitado o trabalho como babá do filho de Palmer na casa de Gaiman”, acrescentou.

O motivo da petição em múltiplos estados está relacionado à jurisdição e à residência das partes envolvidas.

“Com base em informações e crenças, a jurisdição sobre Palmer é válida tanto em Nova York quanto em Massachusetts, e Palmer pode consentir com a jurisdição em Wisconsin. Dado o cenário incerto sobre o estado de residência de Palmer, a autora está entrando simultaneamente com ações contra Palmer nos tribunais distritais dos Estados Unidos para o Distrito Sul de Nova York e o Distrito de Massachusetts, e prosseguirá contra Palmer apenas no distrito de sua escolha”, conclui.

Lembrando que Neil Gaiman fez uma postagem em seu blog pessoal, onde negou todas as recentes acusações de agressão sexual, coerção e abuso emocional.

“Nos últimos meses, observei as histórias que circulam na internet sobre mim com horror e consternação. Fiquei quieto até agora, tanto por respeito às pessoas que estavam compartilhando suas histórias quanto pelo desejo de não chamar ainda mais atenção para muita desinformação. Sempre tentei ser uma pessoa privada e senti cada vez mais que a mídia social era o lugar errado para falar sobre assuntos pessoais importantes. Cheguei agora ao ponto em que sinto que devo dizer algo”, começou o autor.

Ele então negou as denúncias.

“Enquanto leio esta última coleção de relatos, há momentos que reconheço pela metade e momentos que não, descrições de coisas que aconteceram ao lado de coisas que enfaticamente não aconteceram. Estou longe de ser uma pessoa perfeita, mas nunca me envolvi em atividade sexual não consensual com ninguém. Alguma vez”, afirmou.

Ele acrescentou: “Voltei a ler as mensagens que troquei com as mulheres ao redor e após as ocasiões que posteriormente foram relatadas como abusivas. Essas mensagens são lidas agora como quando as recebi – de duas pessoas desfrutando de relações sexuais totalmente consensuais e querendo se ver novamente. Na época em que eu estava nesses relacionamentos, eles pareciam positivos e felizes de ambos os lados”.

Ele então se desculpou por não ser emocionalmente reciproco. “E também percebo, olhando através deles, anos depois, que eu poderia e deveria ter feito muito melhor. Eu estava emocionalmente indisponível enquanto estava sexualmente disponível, autocentrado e não tão atencioso quanto poderia ou deveria ter sido. Eu era obviamente descuidado com o coração e os sentimentos das pessoas, e isso é algo que eu realmente me arrependo profundamente. Foi egoísta da minha parte. Fui pego em minha própria história e ignorei a de outras pessoas”.

“Passei alguns meses dando uma olhada longa e dura em quem eu fui e como fiz as pessoas se sentirem”, revelou.

Ele então se comprometeu a ser uma pessoa melhor.

“Como a maioria de nós, estou aprendendo e tentando fazer o trabalho necessário, e sei que esse não é um processo da noite para o dia. Espero que, com a ajuda de pessoas boas, continue a crescer. Eu entendo que nem todo mundo vai acreditar em mim ou mesmo se importar com o que eu digo, mas eu estarei fazendo o trabalho de qualquer maneira, para mim, minha família e as pessoas que amo. Farei o meu melhor para merecer a confiança deles, bem como a confiança dos meus leitores”, prometeu.

No ele voltou a afirmar que não houve abuso.

“Ao mesmo tempo, ao refletir sobre meu passado – e ao rever tudo o que realmente aconteceu em oposição ao que está sendo alegado – não aceito que tenha havido abuso. Repetindo, nunca me envolvi em atividade sexual não consensual com ninguém”, destacou.

“Algumas das histórias horríveis que agora estão sendo contadas simplesmente nunca aconteceram, enquanto outras foram tão distorcidas do que realmente aconteceu que não têm relação com a realidade. Estou preparado para assumir a responsabilidade por quaisquer erros que cometi. Não estou disposto a virar as costas para a verdade e não posso aceitar ser descrito como alguém que não sou, e não posso e não vou admitir fazer coisas que não fiz”, concluiu.

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Múltiplas mulheres acusam o escritor Neil Gaiman de assédio sexual. De acordo com um relatório publicado pela Vulture, as acusações incluem agressão sexual, coerção e abuso emocional.

As supostas vítimas alegam que Gaiman as manipulou e coagiu a realizar atos sexuais não consensuais em diversas ocasiões.

Um dos casos mais detalhados envolve Scarlett Pavlovich, que trabalhou como babá para Gaiman.

Ela afirmou que o primeiro encontro terminou com ele convencendo-a a se banhar na banheira de seu jardim enquanto ele fazia uma ligação de trabalho.

No entanto, ele teria se juntado a ela e, como Pavlovich relata, “posso dizer que ele colocou os dedos direto na minha bunda e tentou colocar o pênis na minha bunda. E eu disse: ‘Não, não’. Então ele tentou esfregar seu pênis entre meus seios, e eu disse ‘não’ também. Então ele perguntou se poderia gozar na minha cara, e eu disse ‘não’, mas ele fez mesmo assim. Ele disse: ‘Chame-me de ‘mestre’, e eu irei’. Ele disse: ‘Seja uma boa menina. Você é uma boa garotinha'”.

Além disso, o ator foi acusado e usar manteiga como lubrificante enquanto forçava Pavlovich a fazer sexo anal antes de forçá-la a limpar as fezes de seu pênis.

O relatório também afirma: “Ele ordenou que ela o chupasse enquanto ele assistia aos screeners da primeira temporada de The Sandman. Em um caso, ele enfiou seu pênis na boca de Pavlovich com tanta força que ela vomitou nele. Então ele disse a ela para comer o vômito de seu colo e lambê-lo do sofá”.

Kendra Stout, outra suposta vítima, relata experiências semelhantes, incluindo coerção, agressão física e estupro.

Ela afirma que foi coagida a fazer sexo violento com Gaiman e, depois que ela pediu que ele parasse de espancá-la com o cinto, ele respondeu: “É a única maneira de eu sair”.

Ela ainda relatou que ele a forçou a fazer sexo com ele enquanto lidava com uma infecção urinária.

“Gaiman a virou na cama, diz ela, e tentou penetrá-la com os dedos”, explica o relatório. “Ela disse a ele ‘não’. Ele parou por um momento e então a penetrou com seu pênis. Nesse ponto, ela me diz: ‘Acabei de desligar’. Ela ficou deitada na cama até que ele terminasse”.

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Lembrando que Neil Gaiman está sob investigação da polícia da Nova Zelândia após acusações de agressão sexual feitas por duas mulheres.

As alegações, que abrangem um período de duas décadas, envolvem jovens mulheres que tiveram contato com o autor em diferentes circunstâncias, seja como babá de seu filho ou como admiradoras de sua escrita.

Segundo o Tortois, Gaiman nega veementemente qualquer tipo de atividade sexual não consensual com as mulheres envolvidas. Ele afirma ter feito contato com a polícia da Nova Zelândia para colaborar com a investigação, mas alega que sua oferta de assistência não foi aceita em relação à queixa de uma das mulheres em 2022. Segundo Gaiman, essa recusa sugere a falta de fundamento nas acusações.

A polícia da Nova Zelândia, por outro lado, declara ter feito “várias tentativas de contato com pessoas-chave como parte desta investigação, e esses esforços continuam em curso”. A polícia destaca a complexidade do caso, incluindo a localização de todas as partes envolvidas, e afirma estar comprometida com uma investigação completa e imparcial.

Gaiman figura na lista da Time das 100 pessoas mais influentes do mundo. Reconhecido por popularizar os quadrinhos para um público global, ele é considerado “o escritor mais querido da atualidade”.

‘O Assassinato do Ator Rafael Miguel’: Max anuncia DOCUMENTÁRIO sobre a morte do ator de ‘Chiquititas’

O Max anunciou recentemente que está produzindo seu novo documentário, O Assassinato do Ator Rafael Miguel. A obra irá abordar a morte do ator, conhecido por seu papel emChiquititas, que foi morto a tiros com seus pais em sua própria casa.

A série será composta por três episódios, que detalharão o assassinato da família, além de trazer informações inéditas sobre as investigações, entrevistas e documentos exclusivos.

Embora ainda não tenha uma data de estreia definida, a produção está prevista para ser lançada neste ano.

As gravações começaram oficialmente nesta segunda-feira. Espera-se que Camila Miguel, irmã do ator, e Isabela Tibcherani, ex-namorada de Rafael, participem com seus depoimentos.

O crime ocorreu em 9 de junho de 2019, no bairro Pedreira, zona sul de São Paulo. Rafael Miguel foi assassinado ao lado de seus pais, João Alcisio Miguel e Miriam Selma Miguel, com 13 tiros.

O principal suspeito é Paulo Cupertino Matias, pai da namorada do ator.

O suspeito permaneceu foragido por quase três anos, sendo capturado em 2022. Após sua prisão, ele foi condenado a dois anos de prisão em regime aberto por uso de documento falso.

Atualmente, ele permanece detido, em virtude de um mandado de prisão preventiva pelos assassinatos de Rafael e seus pais.

Paulo Cupertino é réu pelo crime, acusado de triplo homicídio qualificado, por motivo fútil e por ter agido de forma que impossibilitou a defesa das vítimas.

Até o momento, ele se declarou inocente.

O julgamento de Paulo Cupertino acontecerá no dia 10 de outubro, às 13h, quando ele irá a júri popular.

Podemos sonhar? Variety aposta na VITÓRIA ‘Ainda Estou Aqui’ no Oscar

A revista internacional Variety divulgou recentemente suas previsões para os vencedores do Oscar 2025.

Entre os principais destaques, a publicação apostou na vitória deAinda Estou Aqui, longa brasileiro, na categoria de Melhor Filme Internacional. Vale lembrar que o filme disputa em três categorias.

A revista acredita que o longa brasileiro vai desbancar o favorito na categoria, ‘Emília Pérez’, além dos concorrentes ‘A Garota com a Agulha’, ‘A Semente do Fruto Sagrado’ e ‘Flow’.

No entanto, Variety prevê que Fernanda Torres não levará o prêmio de Melhor Atriz, com Demi Moore, de ‘A Substância’, sendo a favorita para a estatueta. Também estão na disputa Cynthia Erivo, de ‘Wicked’, Karla Sofía Gascón, de ‘Emília Pérez’, e Mikey Madison, de ‘Anora’.

Por fim, a revista sugere que Ainda Estou Aqui pode ser derrotado na categoria de Melhor Filme, com ‘Um Completo Desconhecido’ levando a estatueta.

Lembrando que os vencedores do Oscar serão anunciados no dia 2 de março.

A premiação será transmitida ao vivo pela TV Globo, TNT na TV fechada e pelo Max via streaming.

Ainda Estou Aqui’ está em cartaz no cinema nacional.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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Oscar 2025: TV Globo vai TRANSMITIR a cerimônia durante o Carnaval

A TV Globo confirmou oficialmente que irá transmitir a cerimônia do Oscar. O evento acontecerá na noite de 2 de março, simultaneamente ao Desfile das Escolas de Samba do Carnaval do Rio de Janeiro.

Segundo a revista Quem, a Globo exibirá a 97ª edição do Oscar em todo o país, exceto no Rio de Janeiro. A apresentação será comandada por Maria Beltrão, com transmissão simultânea pelo Gshow e pelo G1.

No Rio, a emissora transmitirá os desfiles das escolas de samba no canal aberto e também no Globoplay. Após a cerimônia do Oscar, a Globo irá exibir o restante dos desfiles, incluindo as apresentações que já passaram pela Sapucaí, que serão recuperadas e exibidas na íntegra.

Vale ressaltar que, neste ano, o longa brasileiro Ainda Estou Aqui está competindo em três categorias no Oscar: Melhor Filme, Melhor Atriz e Melhor Filme Internacional.

Além da Globo, a premiação será transmitida ao vivo pela TNT na TV fechada e pelo Max via streaming.

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Dica do fim de semana | Dramas intensos para conferir na Netflix

O mês de fevereiro não começou tão interessante assim para quem espera por novidades nos streamings. Com a maioria dos filmes mais falados do último ano ainda em cartaz, ou estreando por agora nas telonas por conta do Oscar, não há tantas novidades assim chegando nas plataformas.

Pensando nisso, a dica deste fim de semana não será de novidades para ver nas telinhas, mas uma seleção de filmes dramáticos muito intensos para assistir ou rever. E a escolhida da semana foi a Netflix, plataforma mais popular do país. Então, sim, todos os longas citados estão disponíveis no N vermelho. Confira!

Vidas Secas

Escrito e dirigido por Nelson Pereira dos Santos, Vidas Secas é a adaptação cinematográfica do clássico homônimo de Graciliano Ramos. Se você leu esse livro em algum momento da vida, seja por obrigação na escola ou por curiosidade acerca da literatura nacional, certamente já se emocionou com seus capítulos densos sobre as dificuldades da vida no sertão brasileiro. O longa é uma das melhores produções brasileiras de todos os tempos, e emociona com a complexa simplicidade de seus personagens. Ambientado na década de 1940, Vidas Secas acompanha a jornada de uma família de retirantes que, por conta da seca extrema, atravessa o sertão para tentar sobreviver. Acompanhados da cachorrinha Baleia, eles encontram um casebre abandonado e assumem o lugar na expectativa de prosperar. No entanto, com a volta da chuva, o fazendeiro dono das terras busca reassumir o lugar. O resto da história vocês poderão descobrir assistindo. Mas levem lencinhos, é muito forte.

Ad Astra: Rumo às Estrelas

Lançado em 2019 sem nenhum alarde, esse longa estrelado por Brad Pitt é uma das mais interessantes obras de ficção da década passada. O filme acompanha a trajetória de um engenheiro espacial que é capaz de controlar seus batimentos cardíacos. Essa característica é marcante em psicopatas e assassinos em série, mas acaba sendo um artifício muito útil para viajantes do espaço, porque ele praticamente não consegue se emocionar, agindo puramente de forma racional. Ou seja, em situações de risco ou de perigo de vida, ele não fica nervoso e consegue agir de maneira mais direta. No entanto, contrariando essa característica de sua existência, ele embarca em uma viagem pelo espaço para tentar descobrir o que aconteceu com seu pai, um astronauta desaparecido há anos. Diferentemente de outros filme do gênero, Ad Astra é assustadoramente parado, mas extremamente bonito. É uma ficção dramática muito poderosa.

Joias Brutas

Saindo do silêncio espacial de Ad Astra, esta dica é o extremo oposto. Joias Brutas é uma experiência sensorial intensa e caótica sobre expectativas, frustrações e a podridão do cotidiano em Nova York. Estrelado por Adam Sandler, na atuação mais ousada de sua carreira, o longa acompanha um vendedor de joias que está enfrentando uma grave crise financeira, e está devendo a Deus e o mundo. E isso inclui uma galera extremamente perigosa. Apostador assíduo, ele segue acreditando que um dia chegará sua hora de ostentar a boa vida. A situação aparenta mudar quando ele consegue uma pedra cravada de joias brutas, vinda de forma suspeita da Etiópia. O rapaz tenta vendê-la para um astro da NBA em meio às finais daquela temporada. Só que ele descobre que talvez possa conseguir muito mais dinheiro pondo a peça para leilão. Daí surge um drama intenso, marcado por uma estética tão própria que acabaria inspirando o álbum After Hours, do The Weeknd, pouquíssimo tempo depois. É um daqueles filmes que vai te deixar fisicamente cansado, mas vai valer cada segundo.

Godzilla Minus One

Feito com um orçamento baixíssimo para os padrões cinematográficos, Godzilla Minus One praticamente já nasceu clássico. Feito para abrir as comemorações dos 70 anos do Rei dos Monstros, o filme esquece a versão espalhafatosa do Monsterverse, em que o monstro é um tipo de anti-herói, e resgata o ‘Gojira raiz’. Esta versão 100% japonesa é ambientada no Japão após a detonação nuclear da Segunda Guerra Mundial. Este drama foca nas dificuldades e desafios do país e do povo japonês para se reerguer após as detonações e o terror psicológico que isso deixou nas pessoas. Afinal, a qualquer momento, tudo e todos poderiam explodir novamente. Nesse contexto, o longa acompanha um piloto kamikaze que abandonou sua missão, após sua esquadrilha ser chacinada por um monstro misterioso vindo do mar. Tratado como covarde, ele volta para casa, onde tenta reconstruir a vida, mas é visto como um pária pela sociedade. E quando ele pensava que as coisas não poderiam piorar, ele descobre que o tal monstro está de volta e vindo em direção à cidade. Agora, ele tentará mobilizar o exército nacional para impedir que o Godzilla ataque o Japão.

Túmulo dos Vagalumes

Fechando as dicas deste fim de semana, Túmulo dos Vagalumes reúne o drama de sobrevivência de Vidas Secas, o conflito psicológico de Ad Astra, a experiência sensorial de Joias Brutas e o contexto de Segunda Guerra Mundial de Minus One. Essa animação do Studio Ghibli é uma das mais angustiantes e tristes já feitas. Inspirado no romance autobiográfico de Akiyuki Nosaka, o longa usa das memórias da infância do poeta durante a Segunda Grande Guerra para contar a história de Seita e Setsuko, dois irmãos que ficam órfãos após um bombardeio em Cobe matar sua mãe. Eles passam a morar com a tia, mas se desentendem e decidem ir embora. Faltando poucos meses para o fim da guerra, eles encontram abrigo no meio da floresta e passam a viver por lá. Só que estamos falando de crianças. Sem comida ou boas condições, a duplinha pena para sobreviver, enquanto o perigo iminente de um novo ataque mexe com a cabeça deles. É um dos filmes de guerra mais importantes já feitos e garantia de um trauma para o resto da vida.

Critics Choice Awards 2025 | ‘Anora’ conquista o prêmio de Melhor Filme

Mulher em pose artística e vestido vermelho.

Anora, o novo longa de Sean Baker, premiado com a Palma de Ouro no 77º Festival de Cannes, fez bonito no anúncio de vencedores do Critics Choice Awards 2025.

O longa levou para casa uma das estatuetas mais cobiçadas da noite, a de Melhor Filme.

O longa alcançou uma impressionante aprovação de 96% dos críticos no Rotten Tomatoes, com base em 57 análises.

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Anora é vibrante e repleta de momentos para dar boas risadas, mas não é recomendada para pessoas com pressão alta”, disse Nicholas Barber da BBC.

“A grande estrela do espetáculo é a destemida Mikey Madison, que se entrega de corpo e alma ao papel de Ani, uma personagem desorientada e confusa”, disse Damon Wise do Deadline.

“[Anora] é uma obra muito satisfatória, abordando com habilidade questões de classe, privilégio e desigualdade econômica. O diretor mantém firmemente seu papel como cronista das vidas complexas de uma classe social americana frequentemente invisível”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Baker está adotando um tom e ritmo cômico mais acessível, o que combina bem com ele, mesmo que se sinta falta de um pouco da sua ousadia anterior. Felizmente, ele mantém sua sensibilidade para capturar a humanidade por trás das situações engraçadas”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

“A força visceral que “Anora” consegue gerar entre a urgência coletiva dos seus personagens e o aperto inescapável de suas aspirações acaba desembocando com tanta intensidade que pode te esmagar na cadeira”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Sem nunca abrir mão do seu tom cômico, o filme se transforma em um dos retratos mais honestos e, ao mesmo tempo, emocionantes da profunda fragilidade do nosso mundo moderno”, disse Chase Hutchinson da Collider.

“Baker vai direto ao coração das emoções — e, graças à sua ousadia como cineasta, este filme, o melhor de sua carreira, em toda a sua grandiosidade esmagadora e caótica, exige ser vivido intensamente”, disse Lex Briscuso da IGN Movies.

“Uma jornada agitada onde os momentos de êxtase e desespero são vividos de forma visceral. A verdadeira cereja do bolo da genialidade de Anora, no entanto, é o surgimento de uma autêntica estrela do cinema na impecável Mikey Madison”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.

Relembre a sinopse:

Anora, uma stripper uzbeque-americana cujo chefe frequentemente a arranja com clientes que falam russo. Uma noite, ela conhece Vanya, o jovem rico filho de um oligarca russo que paga para tê-la como namorada por uma semana. Inesperadamente, os dois se apaixonam e fogem para se casar — mas o conto de fadas é ameaçado quando os pais de Vanya descobrem.

Critics Choice Awards 2025 | Adrien Brody leva o prêmio de Melhor Ator em Filme por ‘O Brutalista’

O Brutalista, que venceu o Leão de Prata no Festival de Veneza em 2024 e é um dos principais concorrentes ao Oscar , fez bonito no anúncio de vencedores do Critics Choice Awards 2025.

Adrien Brody conquistou a estatueta de Melhor Ator em Filme por seu aclamado trabalho.

A produção obteve uma impressionante aprovação de 97% no Rotten Tomatoes, com base em 76 análises.

Os críticos elogiaram amplamente o trabalho do diretor Brady Corbet e a performance de Brody.

Confira os principais comentários:

“Embora não alcance totalmente seu ambicioso objetivo, o filme exerce um encantamento peculiar e frequentemente transborda de imaginação”, disse Damon Wise do Deadline.

“É claro que Corbet fez este filme porque deseja que ele tenha um significado importante. Se ele realmente o tiver pode depender do olhar de cada espectador. No geral, ‘O Brutalista’ faz você sentir que está testemunhando a vida de um homem passar diante de seus olhos. Isso já pode ser um significado suficiente”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“‘O Brutalista’ pode ter tentado um pouco mais do que consegue administrar, mas é um verdadeiro prazer ver um cineasta se arriscar e, durante a maior parte do filme, acertar um sucesso após o outro”, disse Liam Hess da Vogue.

“Brody raramente esteve tão bem, trazendo uma gravidade notável, além de uma dor que corrói o orgulho de László e seu senso de propósito e destino. É uma atuação magistral; testemunhar o arquiteto sendo tratado como lixo é profundamente devastador”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Não se trata apenas de que não fazem mais filmes como este — é claro que não! — mas que ninguém se empenha em contar essas narrativas expansivas com um nível tão alto de habilidade, ousadia e vitalidade”, disse David Fear da Rolling Stone.

“É um filme que realmente merece essa amplitude e grandiosidade, uma conquista ambiciosa e impressionante, mesmo que apresente algumas falhas em sua segunda metade”, disse Ross Bonaime da Collider.

“‘O Brutalista’ se revela um marco monumental na história do cinema moderno, que merece ser visto. Além disso, este épico histórico envolvente pode sinalizar o surgimento de um novo autor no cineasta Brady Corbet”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.

“Brody está cru, sincero e imponente em um papel que evoca “O Pianista” de muitas maneiras, com seu corpo magro e rosto anguloso lentamente se transformando em um retrato de desilusão que Corbet exagerará de várias formas trágicas”, disse David Ehrlich do IndieWire.

Crítica | O Brutalista: Adrien Brody pode ser o próximo ganhador do Oscar com estupendo retrato de um artista autodestrutivo | CinePOP Cinema

O filme estreia dia 6 de Fevereiro nos cinemas nacionais, e tem 3 h 35 min de duração.

Quando o visionário arquiteto László Toth (Brody) e sua esposa, Elizabeth (Jones), fogem da Europa pós-guerra para reconstruírem seu legado e testemunham o nascimento da América moderna, suas vidas mudam para sempre por um cliente misterioso e rico.

Essa história de amor nada convencional levará László e Erzsébet para alturas monumentais e depressões devastadoras.

Andrew LaurenD.J. Gugenheim entram como produtores ao lado de Brian YoungTrevor MatthewsNick Gordon.

Cartaz do filme 'O Brutalista' com Estátua da Liberdade.
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