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‘A Rebelião’: Novo filme de ação com Jason Statham ganha data de estreia no Brasil

A Rebelião‘ (Mutiny), novo filme de ação estrelado por Jason Statham (‘Beekeeper: Rede de Vingança’), ganhou data de estreia no Brasil.

A Paris Filmes agendou o lançamento para 15 de Janeiro de 2026. 

Na trama…

Após testemunhar o assassinato de seu patrão bilionário, Cole Reed é injustamente incriminado pelo crime, forçando-o a fugir enquanto tenta desvendar uma conspiração internacional.

Annabelle Wallis e Roland Møller também estrelam a produção.

Apesar de detalhes sobre seu papel não terem sido revelados, sabe-se que o personagem de Wong será bem próximo do protagonista, vivido por Jason Statham.

Jean-François Richet, diretor de ‘Alerta Máximo‘, comanda a produção.

O roteiro é assinado por Lindsay Michel e J.P. Davis.

Produzido por Statham e sua recém-criada produtora, Punch Palace Productions, em colaboração com Marc Butan, o filme marca mais uma parceria entre Richet, Butan e Davis.

Esquenta PÂNICO | Relembre o clássico A Hora do Pesadelo (1984), de Wes Craven

Freddy Krueger é um antagonista slasher que dispensa grandes apresentações. Você, leitor, pode até não ter assistido aos filmes, mas provavelmente sabe quem é o maníaco que assassina jovens incautos no mundo dos sonhos. Dirigido e roteirizado por Wes Craven em 1984, o personagem surgiu quando Michael Myers havia dado um intervalo em sua matança e Jason Voorhees começava a apresentar alguns sinais de cansaço. Com longa estrada na cultura pop desde que surgiu pela primeira vez, o humorado e irônico vilão das garras afiadas, trajado com sua blusa de listras vermelhas e verdes, juntamente com seu inconfundível chapéu, assustou plateias no mundo inteiro e serviu de referência para diálogos metalinguísticos em diversos filmes desde os anos 1980, desde breves menções, como Transformers e Deadpool, às ilações no primeiro episódios da franquia Pânico, além da presença em episódios de Looney Tunes, Todo Mundo Odeia o Chris, Doug, Turma da Mônica, The Simpsons, dentre muitas outras narrativas.

O que faz deste vilão um personagem com legado tão extenso? Para quem conhece A Hora do Pesadelo, a resposta não é complexa. Freddy Krueger é um ícone sobrevivente na cultura pop, âmbito de produção que descarta tão rápido quanto constrói coisas. Isso porque é forte, apresenta diálogos humorados, mas repleto de elementos filosóficos, permite reflexões em torno de suas origens, dentre outras questões em torno da estrutura narrativa que o inseriu na história relativamente recente do cinema. Além de ser forte enquanto personagem, Freddy Krueger foi concebido pelo excelente trabalho de maquiagem da equipe de Kathryn Fenton, setor que ganhou visual mais impactante com os figurinos de Dana Lyman e elementos do design de produção de Gregg Fonseca, todos captados pela direção de fotografia de Jacques Haitkin, eficiente nas cenas de perseguição, adequada nos ângulos que apresentam o antagonista em posição de poder, além da iluminação ideal para passagens soturnas e ambivalentes.

Robert Englund, no papel que definiu a sua carreira, é também um dos responsáveis por tornar o personagem memorável. Eis o enredo: um grupo de amigos assombrados pelo mesmo monstro. Nancy (Heather Langenkamp), Tina (Amanda Wyss), Rod (Nick Corri) e Glen (Johnny Depp) descobrem que dividem o mesmo pesadelo todas as noites, perseguidos por uma figura sombria trajada da maneira descrita anteriormente. É uma imagem desagradável, assustadora com a pele queimada e garras com lâminas afiadas e ameaçadoras. Depois de investigar e buscar diálogo, descobrem que o seu nome é Freddy Krueger. As coincidências começam a se conectar, numa assustadora trajetória de sangue quando percebem que a presença monstruosa é parte de uma vingança sobrenatural que promete um rastro de horror sem precedentes em Springwood. Nancy, mais astuta que os demais pertencentes do ciclo, percebe que os adultos escondem um segredo obscuro sobre o assunto quando o nome do “monstro” é mencionado.

Em camadas que se revelam aos poucos, somos informados que Freddy Krueger foi liberado pela justiça corrupta da cidade, incapaz de dar ao ceifador de crianças o final que os pais de muitas vítimas desejavam. Assim, os justiceiros decidem, eles mesmos, coibirem as futuras ações de um homem transtornado mentalmente. É quando Freddy, impedido de seguir adiante, é queimado vivo, deixando esta vida para se tornar a demoníaca entidade habitante dos pesadelos dos jovens incitados em descobrir os segredos por debaixo do tapete daquela cidade. Ao passo que Freddy é revelado, começa a ganhar mais força e liberdade para habitar as zonas da realidade. Destruir esse monstro acompanhado de diálogos sádicos e repleto de trocadilhos será o trabalho de Nancy, uma das melhores final girl dos anos 1980.

Em seu rastro de sangue e pavor, Freddy Krueger protagoniza cenas marcantes, tais como o assassinato de Tina, arrastada pelas paredes repletas de sangue, a descida de Glenn pela cama que o suga e depois, expele jarros frenéticos de sangue para todo lado, além da famosa perseguição da abertura, com o antagonista e seus braços enormes. Memorável também são as garras de Krueger na parede do quarto de Nancy, cena retomada na primeira temporada de Stranger Things num acertado tom metalinguístico. São passagens que tangem aos elementos estéticos de A Hora do Pesadelo, filme que só envelheceu diante dos efeitos visuais, mas é algo que não impacta em seus aspectos dramáticos bem concebidos por Wes Craven no auge do seu talento enquanto cineasta e dramaturgo, realizador “autor”, consciente dos desdobramentos de todos os setores de produção de seu filme.

Charles Bernstein, responsável pela trilha sonora, edifica de maneira eficiente a música que acompanha os personagens, composição que muita gente, ainda hoje, acha arrepiante, em especial, a canção de ninar, tão inesquecível quanto os arranjos de John Carpenter para Halloween – A Noite do Terror, conduções musicais memoráveis na seara dos filmes slasher. São poucas notas, mas a quantidade eficiente para se tornar o tema principal de toda a franquia, melodia arrepiante que dialoga com a imagem de Krueger, fortalecida mais adiante, durante e depois do término do filme, cristalizado para sempre em nosso imaginário. Ainda sobre tópicos sonoros, importante também o trabalho envolvente da equipe de Jess Soraci no design de som, parte da equipe técnica importante no desenvolvimento de um filme de terror.

Para a concepção de A Hora do Pesadelo, Wes Craven contou que emulou muitos elementos da sua vida, em especial, os seus medos de infância. Em texto de apresentação para o livro Never Sleep Again, de Thommy Huston, crítica genética bastante elucidativa do clássico slasher, o cineasta conta que tinha muitos pesadelos quando era criança. Ele sempre questionava a sua mãe sobre a possibilidade de acompanha-lo nos sonhos e assim, ajuda-lo a resolver os conflitos desta seara assustadora de suas noites de sono. Objetiva e gentil, a sua mãe disse que “o sonho era o único lugar onde nós só podemos ir sozinhos”. Foi um momento amedrontador, mas fundamental para que nós, cinéfilos, ganhássemos anos depois, o filme com Freddy Krueger. Da janela do seu quarto que tinha vista para a rua onde um homem misterioso o assustou certa noite, ao se aproximar do vidro e olhar fixamente para Craven, enquanto tentava dormir, e os estudos sobre psicologia e sonhos, realizados durante a época de faculdade, a semente de Krueger atravessou um longo processo de germinação, por isso fixou-se tão bem quando teve a oportunidade de ganhar “vida” dentro da lógica mágica cinematográfica.

Ademais, ao longo de seus 91 minutos, A Hora do Pesadelo flerta com a ambivalência de seu desfecho que permite interpretações múltiplas. Teria sido um pesadelo coletivo de todas as pessoas da cidade, em especial, de Elm Street, reduto da classe média local e seus receios e inseguranças? Diferente de Jason, Michael ou qualquer outro assassino slasher, Freddy ataca as pessoas em seus pesadelos, algo mais difícil de escapar, pois tal como sabemos, não podemos comandar todos os aspectos desse ambiente onírico. Você, caro leitor, já deve ter tido um desses sonhos ruins, despencando de uma altura aterrorizante ou tendo que lidar com uma situação abominável, fora de seu controle, digamos, racional, não é mesmo? É com isso que A Hora do Pesadelo trabalha, um conjunto de conflitos estabelecidos diante de situações que muitas vezes fogem do nosso controle, matéria-prima básica para o desenvolvimento dramático que nos envolve e faz refletir e temer.

Vamos agora analisar o filme em pormenores. Preparados?

Na abertura deste slasher inovador, a equipe de Wes Craven destaca o modo de operação de Freddy Krueger na concepção de sua imagem aterrorizante. Um suéter de duas cores contrastantes, isto é, verde e vermelho, escolhidas cuidadosamente para os efeitos semióticos pretendidos pela narrativa e a confecção da icônica luva com garras afiadas, idealizada para destroçar, nos pesadelos, e, concomitantemente, na realidade, os jovens incautos de A Hora do Pesadelo. Design de som, trilha sonora e design de produção trabalham assertivamente para compor os elementos visuais atmosféricos que predominam ao longo de todo o filme.

Em seu primeiro encontro com Freddy Krueger, Tina atravessa uma aterrorizante jornada com muito uso de efeitos especiais, direção de fotografia com iluminação soturna e design de som que evidencia o perigo representado pelo antagonista dos pesadelos. Na esteira do legado de A Hora do Pesadelo, esta é uma das passagens mais emblemáticas e recorrentes quando o filme é referenciado na cultura pop.

Logo após o seu “amargo pesadelo” de Tina, acompanhamos uma passagem com atmosfera ainda onírica, nebulosa, na rua onde Freddy Krueger vai tornar a existência dos jovens da narrativa num pesadelo constante. As crianças que brincam de pular corda entoam a emblemática música tema, numa contagem numérica aterrorizante, responsável por reforçar os horrores do antagonista no passado e o seu retorno para o tempo presente. No carro vermelho, referência direta ao monstro das garras afiadas e ao seu caminho de sangue, os personagens incautos se apresentam para o espectador, vítimas de um pesadelo que parecerá não ter fim.

Num encontro entre os jovens para assistir filmes e comer pipoca, eles compartilham as coincidências em torno do mesmo pesadelo nas últimas noites. Cada um descreve Fredy Krueger e a similaridade das situações oníricas despertará a curiosidade de Heather, uma final girl com faro investigativo. Na sequência seguinte, um dos momentos de contato entre o antagonista e Heather, passagem também bastante referenciada na cultura pop.

Apesar de alguns efeitos especiais não surtirem o mesmo efeito da época, 1984, A Hora do Pesadelo traz sequências icônicas que tal como já mencionado, ganharam versões metalinguísticas em outros filmes, séries, videoclipes, etc. A cena em questão é parte do pesadelo de Tina, momento em que sua vida é aniquilada pelo antagonista com garras afiadas e mortais. Mais adiante, o design de som delineia o quão sádico é Freddy Krueger, figura que traça faíscas com suas garras e não poupa ninguém quando o assunto é o estabelecimento de sua vingança contra os jovens de Elm Street, algo devidamente explicado no desfecho.

Outra passagem memorável: Freddy Krueger ataca Tina e o seu namorado é quem leva a culpa pelo crime sangrento. Arrastada pelas paredes do quarto, a cena foi uma das mais trabalhosas para Wes Craven e teve releitura no assassinato da babá de Dylan, o filho de Heather, no também ótimo O Novo Pesadelo: O Retorno de Freddy Krueger. Inspirada nos efeitos de filmes como O Picolino, com seus cenários móveis e diferenciados, os realizadores de A Hora do Pesadelo capricharam na concepção e entregaram uma boa cena, ainda muito eficiente para os padrões do público contemporâneo.

Nesta sequência, proposital ou não, a caminhada de Nancy se assemelha ao trilhar de Jamie Lee Curtis como Laurie Strode em Halloween: A Noite do Terror, de 1978, clássico de John Carpenter que ganhou ressonâncias na onda slasher dos anos 1980. A moça atravessa a rua tranquila, sem grandes dispersões e barulhos, até encontrar com o namorado de Tina, na posição de fugitivo. Mais adiante, outra sequência de pesadelo, desta vez, na escola. Cena também memorável e bastante reiterada em outros filmes, tais como a refilmagem de 2010 e o turbinado crossover de Freddy Krueger com Jason Vorhees, de Sexta-Feira 13.

A famosa sequência do pesadelo na escola continua, com o cadáver de Tina ensanguentado, para o horror de Nancy. Na sala de aula, a perspectiva dos realizadores nos remete, mais uma vez, ao clássico momento de Jamie Lee Curtis também estudando, enquanto Michael Myers espreita do lado de fora. São construções estruturais diferentes, mas com mesma perspectiva.

Duas passagens também emblemáticas: o banho de Nancy, ameaçada pela presença de Freddy Krueger em sua banheira, e a angustiante subida pelas escadas, momento em que o antagonista estabelece uma série de peripécias para a garota enfrentar, trechos que se aproxima do final apoteótico e dinâmico. Nas passagens exclusivamente oníricas, a direção de fotografia capricha no uso da luz azul, tendo em vista buscar o efeito imersivo desejado.

A hora da verdade: Nancy sonha durante um exame e nesta dinâmica, traz o chapéu de Freddy Krueger para a realidade. Mais adiante, a sua mãe alcoólatra expõe a verdade para a filha: Freddy foi morto no passado, acusado de ter abusado dos jovens desta rua. Agora, sublimados pelos acontecimentos recalcados na mente, o grupo precisará se articular para sobreviver, algo que, no entanto, já não é mais viável para dois deles, aniquilados impiedosamente por Freddy.

Interessante observar como A Hora do Pesadelo possui um manancial de cenas icônicas. Nestas passagens, temos um ataque de Freddy Krueger pelo telefone, tentativa de manter Nancy constantemente aterrorizada e, mais adiante, o momento em que o namorado da garota, interpretado por Johnny Depp, é sugado pela cama, numa das melhores passagens da produção.

Como uma boa protagonista, Nancy percebe que precisará enfrentar de uma vez por todas o seu maior pesadelo. Para isso, prepara o campo de batalha e produz as suas próprias armadilhas, mantendo-se distante do comum na narrativa slasher, filmes que em geral, a mocinha depende do homem para salvar a si e aos demais. Com atmosfera que mescla sonho e realidade, a direção de fotografia trabalha assertivamente na composição da luz, um dos trunfos do filme.

Deitada na cama, Nancy espera o antagonista aparecer em seus pesadelos, para assim trazê-lo para a realidade e eliminar de uma vez por todas o seu reinado de horror. Adiante, após uma angustiante sequência de batalha e perseguição, Nancy organiza o fim de seu algoz com o elemento que mais o aterroriza: o fogo. Freddy Krueger aparentemente é aniquilado, mas uma passagem final, aparentemente pesadelo, indica que as coisas não se encerraram tão fácil. O psicopata onírico retornaria, tantas vezes, em filmes sofríveis, até reencontrar o seu criador em 1994, no metalinguístico O Novo Pesadelo: O Retorno de Freddy Krueger, a ser analisado em pormenores na próxima edição.

 

10 ÓTIMOS filmes para assistir com a galera!

Reunir os amigos e assistir a um bom filme pode ser um programão caso a obra escolhida seja empolgante! Pensando nisso, e pra você que tá nessa dúvida de qual longa-metragem escolher pelos streamings, segue abaixo uma lista que vai te ajudar:

 

Santos Justiceiros (Prime Video)

Nesse filme explosivo acompanhamos dois irmãos irlandeses e suas aventuras como justiceiros na cidade de Boston que logo ficam na mira de um agente do FBI.

 

Aumenta que é Rock’n’Roll (Globoplay)

Na trama, ambientada no início dos anos 80, conhecemos Luiz Antonio (Johnny Massaro), um jovem jornalista que desde os tempos de colégio, ao lado do amigo Samuca (George Sauma), sonha em trilhar carreira pelas ondas do rádio. Luiz consegue a grande oportunidade da vida ao ser colocado de frente de um novo projeto e assim criar a Fluminense Fm, mais conhecida como ‘A Maldita’, que logo se torna uma das estações mais ouvidas, lançando grandes nomes do rock nacional. Em meio ao caos de tentar manter seu sonho, com desafios atrás de desafios, ele começa a se aproximar de uma das locutoras do lugar, Alice.

 

Assassino por Acaso (Prime Video)

Na trama, conhecemos Gary Johnson (Glen Powell), um professor de uma universidade norte-americana, pacato e tímido, que durante a outra parte de seu dia trabalha para a polícia, se tornando um habilidoso traçador de perfis com autoestima elevada para o convencimento na criação de outras versões de si mesmo. Se fazendo de matador de mentira, com o objetivo de prender quem o procura, certa vez acaba se envolvendo com uma cliente, fato que o faz balançar na linha tênue entre a lei e a criminalidade.

 

RRR: Revolta, Rebelião, Revolução (Netflix)

Na trama, ambientada na década de 20 em uma enorme região da Ásia meridional colonizada pelos ingleses (que hoje conhecemos como a Índia) conhecemos uma jovem, integrante de uma pequena tribo, que é levada por um governador britânico e sua esposa contra vontade da família. Um integrante dessa tribo, o guerreiro gente boa Komaram Bheem (N.T. Rama Rao Jr.) jura a sua tribo ir até o poderoso palácio de domínio inglês e resgatar a jovem sequestrada. Em paralelo a isso, conhecemos a história de um integrante do exército britânico, de origem indiana, chamado Alluri Sitarama Raju (Ram Charan Teja) que está num presente em busca de maior reconhecimento para seus feitos no exército. Quando alta cúpula britânica descobre que Komaram Bheem quer resgatar a criança sequestrada, uma mobilização é feita como proteção ao governador e essa pode ser a chance de Alluri Sitarama Raju em se destacar. Só que as surpresas nessa história estão em todo lugar, Komaram Bheem e Alluri Sitarama Raju acabam de se tornando grandes amigos sem saberem dos segredos guardados de um e do outro.

 

Tetris (Apple Tv+)

Na trama, toda rodada na Escócia, conhecemos Henk Rogers (Taron Egerton), um ex-programador e depois empresário do ramo de jogos eletrônicos. Ele é holandês, criado nos Estados Unidos, que conheceu a esposa em uma universidade do Havaí e foi morar em Tóquio com ela, abrindo sua empresa lá. Durante uma feira de jogos, consegue (ou pelo menos acha que) a licença para consoles e Pcs no Japão de um jogo que viria a ser uma enorme sensação em todo o mundo: O Tetris. Só que logo ele percebe que não era algo fácil assim e embarca em uma história onde seu destino irá se confrontar com o regime russo da época, empresários gananciosos de Londres mas ele contará com a ajuda do criador do jogo, o engenheiro de computação Alexey Pajitnov (Nikita Efremov).

 

Glass Onion: Um Mistério Knives Out (Netflix)

Indicado em duas categorias para o Globo de Ouro 2023, o projeto conta a história de um empresário podre de rico chamado Miles Bron (Edward Norton) que resolve dar uma festinha particular (em tempos de ainda Covid-19 forte no mundo) em sua ilha na Grécia e para tal manda uma caixa charada para seus grandes amigos na vida e com quem tem relações profissionais também. Assim conhecemos a ex-celebridade e empresária que se mete em muitas polêmicas Birdie (Kate Hudson) e sua assistente Peg (Jessica Henwick), a governadora de um estado norte-americano Claire (Kathryn Hahn), o youtuber Duke (Dave Bautista) e sua namorada Whiskey (Madelyn Cline), um funcionário de alto cargo de sua principal empresa Lionel (Leslie Odom Jr.), sua ex-sócia Andi (Janelle Monáe) e o renomado detetive Benoit Blanc (Daniel Craig). Aos poucos vamos entendendo melhor sobre esse convite que gira em torno de um jogo de detetive com o assassinato fake de Miles. Só que as coisas se tornam mais intensas quando determinadas situações acontecem.

 

Apocalipse Z – O Princípio do Fim (Prime Video)

Na trama conhecemos Manel (Francisco Ortiz), um advogado e empreendedor no ramo de energia sustentável em luto desde a morte da namorada em um trágico acidente de carro. Vivendo seus dias solitários ao lado do seu gatinho Lúculo, certo dia se vê numa situação inusitada: uma epidemia desconhecida se espalha pelo mundo e ele resolve se isolar. Mas com a falta de comida, não lhe resta outra escolha a não ser tomar um rumo que o leva para uma viagem repleta de perigos em busca de algum abrigo.

 

A Substância (Mubi)

Na trama conhecemos Elisabeth (Demi Moore), uma artista que vive seu presente longe dos holofotes e fama de outros tempos. Em total declínio na carreira, um dia é convidada a participar de um experimento com uma substância que replica células criando assim uma nova versão, e mais jovem, de si mesma. Assim, surge Sue (Margaret Qualley). Embarcando nessa, Elisabeth perceberá que as consequências tomam um caminho sem volta.

 

Na Terra de Santos e Pecadores (Prime Video)

Na trama, ambientada em meados da década de 70, conhecemos o assassino de aluguel Finbar (Liam Neeson), um homem já amargurado pelo seu passado que após a morte da esposa vem aos poucos começando a repensar suas escolhas e os rumos para o futuro. Morando numa vila de poucos habitantes, longe dos agitados dias de tensão política na outra parte da Irlanda, ele enfim resolve se aposentar. Mas a chegada ao local de um grupo associado ao IRA, liderado por Doireann (Kerry Condon) faz Finbar repensar algumas questões.

 

A Sociedade da Neve (Netflix)

Na trama, voltamos ao início da década de 70 onde um grupo de pessoas, integrantes ou amigos e parentes de um time de rúgbi uruguaio que ia até o Chile para uma partida precisam sobreviver após o avião em que estavam se chocar com as montanhas numa região praticamente inacessível da temida Cordilheira dos Andes. Ao longo de muitos dias, a esperança e o luto andaram lado a lado. A fé, o acreditar, se tornam figuras presentes nos pensamentos de cada um deles.

 

 

Conheça os Atores da série ‘Game of Thrones’ que fazem sucesso também no Cinema

Não é de hoje que a TV serve de trampolim para o cinema. No passado, atores como Michael J. Fox e Bruce Willis usaram este caminho para se tornar verdadeiros astros do cinema. O que temos hoje com o prestígio de obras feitas para a telinha é o caminho inverso – inclusive de alguns dos maiores nomes das telonas.

Seja como for, esta migração (agora uma via de mão dupla) é um excelente canal para comunicar e unir ainda mais tais públicos e aproximar as duas mídias. Com o sucesso de uma nova série, rostos então desconhecidos podem vir a se tornar as novas celebridades do momento e o caminho natural é que arrisquem um passo maior em produções cinematográficas. Com a sensação Game of Thrones não foi diferente.

Foi encerrada a oitava e última temporada do programa, baseado nos livros de George R. R. Martin, que está no ar pela rede HBO desde 2011 – enaltecido como um dos melhores seriados já feitos (no IMDB, por exemplo, é a segunda melhor série de todos os tempos – ficando atrás somente da minissérie documental Planeta Terra II, de 2016).

Como forma de homenagem, o CinePOP resolveu trazer para você uma lista com os atores de Game of Thrones que conseguiram destaque em suas carreiras também no cinema. Vem conhecer, e não esqueça de comentar dizendo qual seu ator preferido da série.

Jason Momoa

É curioso pensar que atualmente o maior nome saído de Game of Thrones é um ator que só esteve no programa durante a primeira temporada. Com seu troglodita Khal Drogo, Momoa conquistou uma verdadeira legião de fãs, que guardam carinhosamente seu personagem dentre os mais queridos do programa. No mesmo ano, o grandalhão substituía Arnold Schwarzenegger no remake de Conan – O Bárbaro (2011).

Mas o divisor de águas (com o perdão do trocadilho) viria mesmo ao aceitar o papel do herói Aquaman no filme Batman Vs Superman (2016) – sua primeira aparição nas telonas. Depois disso viriam Liga da Justiça (2017) e o sucesso absoluto no filme solo do personagem, Aquaman (2018) – que já tem sequência prometida para 2022. O próximo projeto do ator é a reimaginação do clássico literário Duna, no qual viverá Duncan Idaho, previsto para o ano que vem.

Sophie Turner

Diferente de muitos da lista, a ruivinha (agora loira) Sophie Turner permaneceu no programa por todas as temporadas, onde a vimos crescer diante das telas no papel de Sansa Stark. De menina assustada, que teve a boa vida virada do avesso, Sansa tem um dos arcos mais interessantes do programa, se transformando numa mulher forte e empoderada, destemida e temida. Além de ter se transformado em musa de muitos marmanjos.

No cinema, Turner conseguiu destaque (assim como seu colega de elenco acima) ao interpretar uma heroína saída dos quadrinhos: a mutante Jean Grey em sua fase jovem. Sua primeira aparição no papel foi em X-Men: Apocalypse (2016), e este ano a atriz reprisará o papel no adiado X-Men: Fênix Negra, no qual terá importante papel para a trama, que dá nome ao filme. Fora isso, Turner também participou do terror Meu Outro Eu (2013) e do suspense Josie (2018) – ainda inédito no Brasil.

Nikolaj Coster-Waldau

O ator dinamarquês é outro que permanece até hoje como parte do elenco principal do programa – embora muitos quisessem vê-lo morto (em especial de começo). Jaime Lannister, seu personagem na série, é quem desencadeia toda a trama que viria a se tornar a “guerra dos tronos”, na primeira temporada. Ao longo de sua jornada, no entanto, Jaime foi se tornando mais humano, bondoso e justo – deixando o cargo de vilã mor todo para sua irmã, Cersei.

Depois do sucesso com a série, o ator esteve em filmes como o terror Mama (2013), com Jessica Chastain; a ficção Oblivion (2013), com Tom Cruise; a comédia Mulheres ao Ataque (2014), com Cameron Diaz; o thriller dramático Segunda Chance (2014), de Susanne Bier; o drama de guerra Mil Vezes Boa Noite (2013), com Juliette Binoche; e no blockbuster Deuses do Egito (2016). Ou seja, um currículo invejável. Adicionando a ela, seu próximo projeto é Domino, suspense criminal dirigido por ninguém menos do que o lendário Brian De Palma – prometido para este ano ainda.

Emilia Clarke

A baixinha Emilia Clarke é outra que pode agradecer por não ter sido eliminada ao longo das oito temporadas do programa. Muitos caíram pelo caminho, mas sua heroína trágica Daenerys Targaryen, a mãe dos dragões, permanece firme e forte no programa. Ela é a personagem querida com quem muitos se identificam, uma mulher que começou o programa comendo o pão que o diabo amassou, somente para ascender como um dos personagens mais fortes e poderosos da série.

No cinema, a grande chance de Emilia Clarke foi ao viver Sarah Connor em O Exterminador do Futuro: Gênesis (2015), personagem imortalizado por Linda Hamilton em O Exterminador do Futuro 2 (1991). O quinto Exterminador pode ter deslizado em vários quesitos, mas o desempenho de Clarke como a dura mulher é um dos melhores elementos do filme. No ano seguinte, a atriz faria meio mundo se debulhar em lágrimas com o drama choroso Como eu era Antes de Você (2016). Ano passado foi a vez de embarcar em outra franquia monstruosa do cinema com Han Solo: Uma História Star Wars. O próximo projeto da atriz, a ser lançado ainda este ano, é Above Suspicion, do diretor Phillip Noyce (O Doador de Memórias), sobre o primeiro agente do FBI condenado por assassinato.

Peter Dinklage

O ator Peter Dinklage já era conhecido por alguns trabalhos elogiados, como O Agente da Estação (2003) e Sob Suspeita (2006), de Sidney Lumet, antes de sua participação em Game of Thrones. Mas foi devido à popularidade de seu Tyrion Lannister, um dos personagens pelos quais os fãs torciam para sobreviver até o desfecho, que o ator pôde alçar novos voos no cinema. E o desejo do público foi atendido, já que o menosprezado membro da família Lannister realmente chegou ao desfecho do programa vivo – só não sabemos se ele permanecerá assim até o último episódio, já que tudo pode acontecer.

No cinema, alguns de seus trabalhos mais marcantes pós-Game of Thrones foram em X-Men: Dias de um Futuro Esquecido (2014), no qual interpretou o criador das Sentinelas, Dr. Bolivar Trask; Pixels (2015), comédia com Adam Sandler; o indicado ao Oscar Três Anúncios para um Crime (2016); e um dos maiores filmes da história: Vingadores – Guerra Infinita (2018), no qual interpretou o “gigante” que forja o novo martelo de Thor. Seus próximos projetos são como dublador em Angry Birds 2 (prometido para este ano), no qual dará voz novamente a Mighty Eagle; e Os Croods 2 (2020).

Nathalie Emmanuel

A beldade britânica de 30 anos, não é uma das personagens principais do programa, mas tem participação recorrente desde a terceira temporada. Inicialmente uma escrava, Missandei (sua personagem) foi crescendo e ganhando espaço como conselheira de sua nova Rainha, Daenerys. Na série, ela vive uma das histórias de amor mais queridas pelo público, ao lado do eunuco Grey Worm (Jacob Anderson).

Nas telonas, a grande chance veio ao interpretar a hacker estilosa Ramsey em Velozes e Furiosos 7 (2015) – sendo assim assimilada a uma das maiores franquias da atualidade -, e repetindo a personagem na continuação de 2017. Além disso, também participou de outra franquia famosa, mas em menor escala: Maze Runner, na qual viveu Harriet, em Prova de Fogo (2015) e A Cura Mortal (2018). Os novos projetos da atriz são The Dark Crystal: Age Of Resistence, série da Netflix baseada no filme O Cristal Encantado (1982); e Four Weddings and a Funeral, criação de Mindy Kaling baseada no filme Quatro Casamentos e um Funeral (1994) – prometida para este ano.

Kit Harington

Kit Harington e seu Jon Snow conquistaram tanto o carinho dos fãs, que o roteiro precisou trapacear após tê-lo eliminado, trazendo o personagem de volta à vida. Mesmo sem ‘saber de nada’, o bastardo dos Stark cativou os espectadores, que viam no relutante herói a salvação do trono de ferro. O autor ‘carniceiro’ Martin, que não perdoa ninguém, tratou de dar um fim ao sujeito, puxando o tapete de todo mundo. No entanto, numa manobra que pareceu muito ter sido feita a pedido dos fãs, o seriado trouxe o sujeito de volta.

Não é só por ser o protagonista da série que o ator Kit Harington automaticamente se tornaria o ator mais bem sucedido do programa no cinema. Pelo contrário, temos inúmeros outros exemplos de atores que conquistaram o estrelato nas telonas ao invés de Harington. Nas telonas, Kit tem uma carreira curta, sem grandes trabalhos significativos. O mais conhecido foi Pompeia (2014), filme de ação medieval que protagonizou. Ele também dublou o personagem Eret nas animações Como Treinar o Seu Dragão 2 e 3 (2014 e 2019). Seu próximo projeto é The Death and Life of John F. Donovan, novo trabalho do jovem cineasta Xavier Dolan, já lançado em alguns países.

Lena Headey

Curiosamente, antes da colega de programa Emilia Clarke, Lena Headey havia interpretado a heroína Sarah Connor, mas numa série de TV: O Exterminador do Futuro: As Crônicas de Sarah Connor (que durou apenas duas temporadas, de 2008 a 2009). Como a diabólica Cersei Lannister, a adúltera incestuosa mais odiada da TV, a atriz atingiu outro nível em sua carreira, ganhando grande visibilidade. O que será que o destino reservou para a personagem – não aceitamos nada menos do que uma morte cruel (embora ela já tenha sido humilhada na célebre walk of shame).

Antes de dar vida à Cersei, Headey já havia interpretado uma rainha no cinema, esta muito mais justa e humana, a Rainha Gorgo de 300 (2006), filme de Zack Snyder. Depois disso, já como parte do elenco de GoT, a atriz encarou uma nova adaptação de HQ para o cinema – parte de um universo mais underground – com Dredd (2012). No ano seguinte, viria Uma Noite de Crime (2013), terror de alto conceito que deu origem a duas continuações e uma série de TV. O próximo trabalho da atriz é no drama independente Fighting With My Family, produzido por Dwayne Johnson, que já estreou em alguns países pelo mundo.

Pedro Pascal

O ator chileno é um dos que mais destaque conseguiu no cinema até o momento. Embora tenha ficado apenas uma temporada na série (a quarta), o ator fez com que seu Oberyn Martell se tornasse um dos personagens mais queridos e lembrados, além de trágicos, do programa. Num duelo mortal que tinha muito em jogo, os fãs gelaram no último episódio do qual o ator fez parte. Tanto que permanece como um dos mais citados na maioria das listas de episódios mais memoráveis.

Depois do sucesso em Game of Thrones, Pedro Pascal marcava outro gol ao aderir ao elenco de Narcos, série da Netflix da qual participou das três temporadas. Pascal parece ter tirado a sorte grande e vem emplacando uma superprodução atrás da outra, vide A Grande Muralha (2016), com Matt Damon; Kingsman: O Círculo Dourado (2017); O Protetor 2 (2018); Se a Rua Beale Falasse (2018); e o recente Operação Fronteira (2019). Seus próximos projetos são grandiosos – e incluem Mulher-Maravilha 1984, programado para 2020, e a série do universo Star Wars, Os Mandalorianos.

Gwendoline Christie

A gigantesca loira britânica chamou atenção na série no papel da colossal Brienne de Tarth. A guarda-costas e exímia guerreira jurou lealdade ao clã Stark e durante um tempo protegeu os filhos do casal. No entanto, durante sua jornada, serviu a outros propósitos também, e criou uma relação de amizade (de certa forma) com seu prisioneiro, Jaime Lannister.

No cinema, a atriz abocanhou um papel na maior franquia que as telonas já viram: Star Wars. O lado negativo é que sua personagem em O Despertar da Força (2015) e Os Últimos Jedi (2017), a ditatorial Phasma, nunca tira a máscara – Christie foi escolhida devido a seu tamanho imponente. Ela também havia aparecido no último filme da franquia Jogos Vorazes, A Esperança – O Final (2015). Christie também esteve ano passado em Mentes Sombrias, e seu último filme (inédito no Brasil) foi Bem-Vindos a Marwen, de Robert Zemeckis, também do ano passado.

Nós Avisamos! 10 Filmes para NÃO ASSSITIR no Primeiro Encontro!

O cinema é uma arte incrível. Através do audiovisual, as histórias nas telonas são capazes de despertar muitos sentimentos nos espectadores. O cinema é capaz de nos emocionar com belos filmes. É capaz de nos assustar também e nos deixar à beira da poltrona de tensão. Um dos preferidos do grande público é a capacidade de nos fazer rir e divertir, afinal como diz o ditado: “cinema é a maior diversão”.

A verdade é que um filme pode satisfazer sua vontade desde que seja exatamente o que você está procurando. Por isso, é bom saber exatamente onde se está entrando na hora de ir assistir a um filme. A não ser que você seja um cinéfilo raiz e que tope tudo, não tenha preconceito com nenhum gênero. Ainda assim, não é sempre que estamos no clima de determinados tipos de filme, dependendo de nosso humor. Toda essa introdução para chegarmos até o tópico da matéria. Quando conhecemos uma pessoa, um dos programas ainda muito utilizados pelos casais é aquela ida ao cinema. Pode ser algo bem romântico. Isso é, dependendo do filme que se escolha. Porque outros podem se tornar verdadeiros desastres. Abaixo selecionamos 10 filmes que NÃO devem ser assistidos nos primeiros encontros de casais que desejam ter uma bela noite romântica. Confira abaixo.

De Olhos Bem Fechados (1999)

Apesar de ser estrelado por um casal da vida real, Tom Cruise e Nicole Kidman eram casados quando protagonizaram este último filme do lendário Stanley Kubrick, não existe qualquer romantismo em ‘De Olhos Bem Fechados’. Isso porque o tema principal do longa é a infidelidade. Ou seja, em resumo o que vemos em tela é uma esposa amargurada tentando destruir a vida de seu marido. E isso não é nem um pouco atraente para casais que estão querendo construir uma boa relação, saber que podem vir a terminar assim. A personagem de Kidman confessa que pensou em largar o marido por outro homem, assim Cruise sai em uma noite catártica e termina se envolvendo em uma perigosa aventura, que inclui poderosos e orgias sexuais.

Lua de Fel (1992)

Aqui temos outro mestre do cinema, o polonês Roman Polanski, criando um filme de teor parecido com o citado. Temos uma viagem de cruzeiro como o centro da narrativa, onde o casal de ingleses certinhos e sem-graça Hugh Grant e Kristin Scott Thomas conhece um outro casal formado pelo cadeirante Peter Coyote e a sensual e bem mais jovem Emmanuelle Seigner (esposa do diretor na vida real). Eles fazem amizade, e noite após noite o sujeito paralisado conta sua história de paixão com a esposa, que o deixou paralisado, para o inglês retraído. É uma história tórrida que envolve loucura, ciúmes, tortura psicológica e física, e total falta de respeito e amor próprio. Ou seja, nada recomendado para uma relação iniciante.

História de um Casamento (2019)

Quando estamos em um primeiro encontro, o que imaginamos é uma relação que vai dar certo, caso gostemos da pessoa que nos acompanha. E nunca o contrário, por isso a pior pedida para um filme no primeiro encontro são produções que retratem o fim de uma relação, um namoro ou casamento, e pior ainda se esse término ocorrer de forma dramática. É o caso com ‘História de um Casamento’, filme que concorreu ao Oscar é uma produção original da Netflix, com Scarlett Johansson e Adam Driver. Aqui acompanhamos o fim do casamento de uma família feliz, que se desgastou até que a relação se tornou insustentável. E o peso que isso traz para o homem, a mulher e principalmente o filho pequeno do casal.

Não Fale o Mal (2022 / 2024)

Agora temos o filme mais recente da lista, que acaba de ser lançado nos cinemas do Brasil. Bem, se for o remake com James McAvoy, porque o que muitos podem não saber é que ‘Não Fale o Mal’ na verdade se trata de um remake, de uma produção dinamarquesa de dois anos atrás, falada em inglês. O filme original foi sensação em rodinhas cult de filmes de terror, sendo enaltecido como um dos maiores exemplares do gênero pelos fãs. O remake americano ganhou ainda mais fãs, apesar do final menos perturbador e esperançoso. Em ambos os filmes um casal conhece outro em uma viagem de férias e é convidado para a casa deles. No local, começam a perceber o comportamento mais que suspeito dos anfitriões e em breve se tornarão suas vítimas. Ou seja, o filme pode jogar um banho de água fria naquele plano de viagem no início da relação.

Ghost – do Outro Lado da Vida (1990)

Nem só de brigas, traições e divórcios são feitos os filmes que podem surgir como um banho de água fria para um primeiro encontro. Que tal um amor separado por um assassinato? Por mais que esse filme seja ‘Ghost’, um dos maiores e mais emocionantes sucessos do cinema no início dos anos 1990, que encantou plateias do mundo inteiro, uma tragédia assim tão forte pode ser demais para pombinhos apaixonados que só procuram romance e felicidades em seus primeiros dias juntos. Afinal, a morte é a última coisa que passa pela cabeça de um casal em seu primeiro encontro.

Um Crime Perfeito (1998)

Não existe nada pior para um primeiro encontro que não possa piorar. Se nos primeiros filmes da matéria o tema era os relacionamentos que chegavam ao fim e rendiam divórcio, traições e loucura, aqui o buraco é mais embaixo. Remake do clássico ‘Disque M para Matar’, de Alfred Hitchcock, ‘Um Crime Perfeito’ é estrelado por Michael Douglas no papel de um frio bilionário, que descobre que sua jovem esposa o está traindo com um homem bem mais novo. Porém, divórcio está fora de questão para esse verdadeiro psicopata, que resolve contratar o amante de sua mulher para mata-la e arquiteta o crime detalhadamente. Imagine a torta de climão entre um casal em seu primeiro encontro?

Infidelidade (2002)

Ah, esse nem precisa perguntar, o título já diz tudo. Porém, ao contrário da maioria dos filmes que abordam o tema da infidelidade, como o clássico dos clássicos ‘Atração Fatal’ (1987), em que o homem é quem comete a indiscrição matrimonial, em ‘Infidelidade’, assim como em ‘De Olhos Bem Fechados’, é a mulher quem expõe sua insatisfação através de um caso extraconjugal. Porém, enquanto a personagem de Nicole Kidman apenas exprimiu seu desejo da traição, a personagem de Diane Lane aqui chega às vias de fato e “pula a cerca” em seu casamento com Richard Gere (sempre visto como o grande galã de Hollywood e aqui transformado em um “corno”).

Bata Antes de Entrar (2015)

A tentação pode ser também um fator para estremecer uma relação que mal começou, ainda mais se surgirem perguntas do tipo: “o que você faria?”. Na trama deste suspense dirigido por Eli Roth, o “muso” Keanu Reeves, sempre o bom moço de Hollywood, é colocado à prova no papel de um homem comum, pai de família, que resolve ficar em casa no fim de semana para terminar um trabalho enquanto sua mulher e filha viajam para longe. Pois bem, o sujeito não procurou, mas a confusão veio bater em sua porta, quando duas jovens beldades (Ana de Armas e Lorenza Izzo) batem em sua porta ensopadas durante uma tempestade pedindo ajuda após seu carro ter pifado. Como um bom anfitrião, ele as acolhe, mas elas estão interessadas em algo mais, aí começam jogos de sedução. A carne pode ser fraca…

Diário de uma Paixão (2004)

À primeira vista podemos pensar que ‘Diário de uma Paixão’ é uma excelente pedida para um primeiro encontro. Isso porque o longa que completa 20 anos de sua estreia em 2024 entrou para a história como um dos mais românticos das últimas duas décadas, apaixonando plateias pelo mundo todo com a poderosa história de amor entre os personagens de Ryan Gosling e Rachel McAdams. A primeira parte da história é justamente isso, com os personagens jovens, focando em um amor proibido entre um rapaz de origem humilde e uma moça da alta sociedade. Porém, uma vez que que a dupla passa a ser interpretada por James Garner e Gena Rowlands já na terceira idade, o filme passa a tratar de temas como demência, senilidade e outros males que afetam os idosos. Mesmo que continue a mostrar a força do amor, quando o homem cuida da mulher, a tristeza do fim da vida pode não ser um prato cheio para os que estão iniciando uma relação.

Vidas Passadas (2023)

Outro filme romântico que faz doer o coração, ‘Vidas Passadas’ é um dos filmes mais legais do ano passado, que remete a clássicos como ‘Antes do Amanhecer’. O longa esteve entre os indicados ao Oscar deste ano, mas terminou sendo eclipsado no meio de outros candidatos mais badalados. A distância pode ser fatal para qualquer relação. Às vezes até a distância de bairros, o que dirá cidades, ou pior, países e continentes. É o que acontece nesse filme quando um menino e uma menina sul-coreanos, que possuem um elo muito forte, precisam se separar porque a família dela está de mudança para os EUA.

Os dois se reconectam durante a vida adulta, sempre com a promessa de voltarem a ficar juntos. Afinal, é difícil manter uma conexão depois de tanto tempo nesse mundo louco em que vivemos. A distância, porém, continua sendo uma grande barreira em sua relação. Outros elementos entram em jogo quando a vida de um deles precisa seguir em frente. Embora não seja tão devastador quanto os demais acima, ninguém quer ver em seu primeiro encontro sobre um amor que não deu certo.

Homem volta dos mortos e traz “algo” com ele no trailer do terror ‘The Dead Center’

O suspense ‘The Dead Center‘ ganhou o primeiro teaser e clipe.

Confira abaixo:


O filme é dirigido por Billy Senese.

No filme, “Quando um desconhecido acorda no necrotério e vagueia por uma instituição psiquiátrica, um médico e um curioso legista começam a investigar os segredos sombrios do homem que revelam uma verdade mais assustadora do que eles haviam imaginado.”

O elenco inclui Shane Carruth, Poorna Jagannathan, Jeremy Childs e Bill Feehely.

‘Not Just Me’: Jovem descobre que tem várias irmãs no trailer da nova série da FOX; Assista!

A FOX divulgou o trailer completo da série dramática ‘Not Just Me‘.

Confira:

A trama segue Julia Bechley, uma jovem que acreditava ser filha única, até descobrir que, ao longo de sua bem-sucedida carreira como médico de fertilidade, seu pai usou o próprio esperma para conceber centenas de crianças, incluindo duas novas irmãs.

O elenco conta com Brittany Snow, Emily Osment, Megalyn Echikunwoke, Timothy Hutton, Mustafa Elzein, Mo McRae e Victoria Cartagena.

‘Bad Boys para Sempre’ já arrecadou quase US$ 300 milhões mundialmente

Em menos de um mês, a sequência ‘Bad Boys Para Sempre‘ já conseguiu arrecadar quase US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa acumula US$ 148 milhões. No mercado internacional, são US$ 142.7 milhões.

Ao total, a produção já arrecadou US$ 290.7 milhões mundialmente.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

A dupla Adi El Arbi e Bilall Fallah é responsável pela direção.

A trama é focada na polícia de Miami e no grupo de elite AMMO em sua tentativa de derrubar Armando Armas, chefe de um cartel de drogas. Armando é um assassino de sangue frio com uma natureza cruel e provocadora. Ele está comprometido com o trabalho do cartel e é enviado por sua mãe para matar Mike (Smith).

Will Smith e Martin Lawrence retornam. Vanessa Hudgens, Alexander Ludwig, Charles Melton, Jacob Scipio e Paola Nuñez completam o elenco.

‘Julie and the Phantoms’: Netflix divulga versão acústica da música ‘Bright’; Confira!

Para promover o lançamento da série ‘Julie and the Phantoms‘, remake internacional da série infantil brasileira ‘Julie e os Fantasmas‘, a Netflix divulgou um novo vídeo com a versão acústica da música Bright.

Confira:

A primeira temporada já está disponível na plataforma!

A série foi criada por Kenny Ortega (‘High School Musical‘).

A adolescente Julie descobre a paixão pela música e pela vida quando cria uma banda com um trio de fantasmas.

Madison ReyesCharlie GillespieJeremy ShadaOwen Joyner estrelam.

Vale lembrar que a produção original nacional fez um sucesso gigantesco e até mesmo ganhou uma indicação de Melhor Programa Infantil no Emmy Internacional.

‘Velozes e Furiosos 9’ já arrecadou quase US$ 300 milhões internacionalmente

A sequência ‘Velozes e Furiosos 9‘ continua acelerando nas bilheterias mundiais! Com o resultado desse final de semana, o longa já arrecadou quase US$ 300 milhões no mercado internacional.

O novo capítulo da franquia estreou em 13 novos mercados nesse fim de semana e acrescentou US$ 19 milhões ao seu montante, elevando sua bilheteria internacional a impressionantes US$ 292 milhões.

Vale lembrar que ‘Velozes e Furiosos 9‘ será lançado nos EUA apenas no dia 25 de junho. Já no Brasil, o longa estreará quase um mês depois, no dia 22 de julho.

Confira as primeiras críticas do filme:

“Aqueles que já estão imersos na tradição da franquia irão apreciar o cuidado de ‘Velozes e Furiosos 9’ com os personagens secundários – incluindo alguns cujo retorno à narrativa certamente trará aplausos em cinemas lotados. Mas parte desse fan service acaba parecendo forçado. De qualquer forma, o filme nos dá a impressão de que a franquia já perdeu sua criatividade e singularidade.” – Screen Daily.

“Como no último filme de Lin, o decepcionante ‘Star Trek: Sem Fronteiras‘, o diretor adota uma abordagem de quantidade em no lugar da qualidade, tem mais ação, mais subtramas e muitos personagens na mistura. Mais do que qualquer filme precisa. Ainda assim, o ‘Velozes e Furiosos 9‘ deixa uma sensação de que faltou algo. A estratégia maximalista não dá espaço para que a trama desenvolva a relação entre Dom e seu irmão.” – The Hollywood Reporter.

“Às vezes, quando você menos espera, uma franquia de sucesso se transforma essencialmente em algo diferente. Com o tempo, ‘Missão Impossível‘ se tornou parecida com ‘007‘, e ‘Velozes e Furiosos‘ se tornou ‘Missão Impossível‘. Mas Velozes e Furiosos 9‘ não é construído em torno de uma missão emocionante. É construído em torno de Vin Diesel e John Cena vivenciando a angústia sobre o passado dos irmãos Toretto. O enredo da família ‘funciona’ (mesmo que você esteja ciente de como o personagem de Cena é mal escrito), mas não é suficente para sustentar o filme; é mais como uma desculpa. A verdade é esta franquia não precisava de mais ‘emoção’. – Variety.

“Este é, de longe, o maior, mais selvagem e desafiador da franquia Velozes e Furiosos‘ (uma cena no final com certeza vai fazer você ficar de boca aberta com a estúpida audácia de alguns personagens), a direção de [Justin] Lin e o roteiro de Daniel Casey é capaz de alavancar a ação a níveis ridiculamente satisfatórios e tudo isso é compensado quando nos profundamos no personagem de Dom, em um nível mais pessoal do que a franquia jamais conseguiu antes.” – IndieWire

“Para o público que deseja retornar aos cinemas em 2021 com um espetáculo grande, barulhento e empolgante, ‘Velozes e Furiosos 9‘ faz os carros andarem rápido, pularem alto e geralmente fazerem o impossível. É extremamente fantasioso, sim, mas também é ridiculamente estimulante se você precisar de um passatempo.” – The Wrap.

Assista ao trailer em versão dublada e legendada:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

‘O Massacre da Serra Elétrica’ é o 2º filme mais POPULAR da Netflix atualmente

A Netflix compartilhou que o terror ‘O Massacre da Serra Elétrica: O Retorno de Leatherface‘ resultou em um grande sucesso durante o seu primeiro final de semana, tornando-se o segundo filme mais popular do serviço de streaming globalmente.

O longa foi assistido por 29.180.000 horas na última semana, sendo superado apenas por ‘O Golpista do Tinder‘ (34.450.000 horas). Além disso, a produção entrou para o TOP 10 do serviço de streaming em 94 países diferentes.

Anteriormente, o diretor David Blue Garcia havia revelado que já tem “ideias incríveis” para uma possível sequência do terror.

“Eu tenho pensado muito sobre o que aconteceria em uma sequência dessa história ou outro conto desse universo. Eu tenho algumas ideias incríveis que eu adoraria compartilhar com a produtora Legendary se ela quiser desenvolver um novo filme. Também há coisas que eu gostaria de ter feito nesse filme, e queria de ter a oportunidade de trazê-las para a continuação.”

Ele completa, “E, claro, há aquele gancho [para uma sequência] na cena pós-créditos do filme, então definitivamente há um futuro para ser explorado.”

Nesta sequência, um grupo de jovens decide dar vida nova a uma cidade fantasma no Texas, mas acaba se deparando com Leatherface, o famoso maníaco da serra elétrica.

A trama se passa anos após os chocantes eventos do filme original, em um cenário em que Leatherface não foi visto desde então.

Vale lembrar que a lendária Sally Hardesty, única sobrevivente do filme de 1974, retornará no novo filme. A personagem será interpretada por Olwen Fouéré (‘Contágio em Alto Mar’).

‘Agatha: Coven of Chaos’: Filmagens do spin-off irão começar na próxima semana

Em entrevista ao ComicBook, a atriz Emma Caulfield revelou que as filmagens do spin-off ‘Agatha: Coven of Chaos‘ irão começar na próxima semana.

A atriz reprisará o seu papel como Dottie, introduzida na série ‘WandaVision‘.

“O elenco é incrível. Eu vou começar a filmar na próxima semana. Sei apenas um pouco [sobre a história], mas não posso contar nada. Não posso nem dizer o que vocês devem esperar, porque até isso revelaria algo. Não sei muito, mas apenas o suficiente para me situar sobre o que está acontecendo. Será muito divertido. Ainda não vi a Kathryn Hahn pessoalmente. Eu realmente a amo.”

Kathryn Hahn retorna como a protagonista Agatha Harkness.

O elenco ainda contará com Joe Locke (‘Heartstopper’), Aubrey Plaza (‘The White Lotus’), Ali Ahn e Maria Dizzia.

Lembrando que, em ‘WandaVision‘, Harkness foi responsável por grande parte dos infortúnios que caíram sobre Wanda após a heroína, em um momento de fraqueza, prender uma pequena cidade em uma realidade paralela baseada em sitcoms americanas.

Diretor considerou o retorno de [SPOILER] em ‘Missão Impossível 7’

Em entrevista ao Empire Spoiler Specials, o diretor Christopher McQuarrie revelou ter considerado o retorno de Alec Baldwin na sequência ‘Missão Impossível: Acerto de Contas – Parte 1‘.

O ator foi introduzido na franquia em ‘Missão: Impossível – Nação Secreta‘, antes do seu personagem, Alan Hunley, ter sido assassinado em ‘Efeito Fallout‘. A intenção do diretor era trazê-lo de volta através de flashbacks, aprofundando sua relação de amizade com o Ethan Hunt (Tom Cruise).

“Originalmente, o filme começaria com o Tom [Cruise] e o Alec Baldwin caminhando juntos. Ele estão caminhando por este lugar e, lentamente, os espectadores percebem que é o Muro de Berlim. E o Alec está contando para o Ethan sobre sua vida de espião, sobre como ele se tornou um espião.”

Ele completa, “Você percebe que é ele que está aconselhando o Ethan. Os espectadores iriam conseguir ver melhor a amizade entre esses dois personagens que já existia antes de ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout’. Então, a cena cortaria para o Ethan sobre o túmulo [do personagem no Alec], que estaria nomeada ‘Hunley’. Essa ideia do Alec Baldwin ser um guia espiritual para o Ethan foi um conceito inicial na história que eu estava muito interessado.”

Confira nossa crítica do filme:

Missão: Impossível – Acerto de Contas Parte 1‘ é dos mesmos roteiristas e diretor dos sucessos ‘Missão: Impossível – Efeito Fallout‘ (2018) e ‘Missão: Impossível – Nação Secreta‘ (2015). O mundo corre grande perigo e o implacável agente do MI6 Ethan Hunt (Tom Cruise) está de volta em mais uma aventura de tirar o fôlego. Dessa vez, o ex-diretor da CIA Eugene (Henry Czerny) deixa claro para ele que essa será a mais importante e perigosa missão de sua vida, uma inteligência artificial chamada A Entidade. Hunt poderá contar com os parceiros Benji (Simon Pegg), Ilsa Faust (Rebecca Ferguson) e Luther (Ving Rhames). Enquanto o time de vilões (Esai Morales, Vanessa Kirby e Pom Klementieff) fará de tudo para impedir o

O elenco do novo filme conta com o retorno de Rebecca FergusonSimon Pegg, Ving Rhames, Vanessa Kirby e Angela Bassett.

Pom Klementieff e Hayley Atwell fazem parte das novas adições, ao lado de Rob Delaney (‘Deadpool 2’), Charles Parnell (‘Top Gun: Maverick’), Indira Varma (‘Game of Thrones’), Mark Gatiss (‘Sherlock’), Nick Offerman (‘Parks and Recreation’), Janet McTeer (‘Ozark’) e Cary Elwes (‘Stranger Things’).

Ariana Grande afirma que as alegações no documentário ‘Quiet on Set’ são DEVASTADORAS

Em entrevista ao Popcrushed, Ariana Grande, que estrelou as populares séries ‘Brilhante Victória‘ e ‘Sam & Cat‘, revelou ter ficado devastada com as alegações em ‘Quiet on Set: O Lado Sombrio da TV Infantil‘, série documental que expõe os supostos ambientes de trabalho tóxicos e comportamentos inapropriados nos sets de filmagem das séries infantis da Nickelodeon.

A atriz defendeu que é necessário implementar melhores condições de trabalho para jovens atores, e destacou a importância de um acompanhamento psicológico.

“Acredito que o ambiente de trabalho precisa se tornar mais seguro para crianças, e sinto que também deveria haver terapeutas [nos bastidores das gravações]. Os pais deveriam ser permitidos estar presentes o tempo todo, não apenas durante os sets de filmagem. Se qualquer pessoa quiser fazer isso, ou música, qualquer coisa neste nível de exposição, deveria haver no contrato uma cláusula sobre terapia duas ou três vezes por semana.”

Após as alegações do documentário, a artista revelou que “reprocessando” sua própria “relação com a série” da Nickelodeon: “Especialmente sobre a nossa série, sinto que algo nos havia convencido de que a produção era o que nos tornava especiais. Acredito que tudo aconteceu rápido demais e, atualmente, olhando para algumas cenas do passado, eu fico tipo: ‘Nossa, é sério isso?’. E as coisas que não eram aprovadas pela emissora eram lançadas em nosso site.”

Anteriormente, Dan Schneider, magnata responsável por boa parte das séries da Nickelodeon e que esteve envolvido com as polêmicas de Brian PeckJason Handy (culpados de abuso sexual infantil), abriu um processo contra os produtores do documentário alegando que o projeto dá a entender que ele tinha ciência dos crimes de Peck e Handy ou que, de alguma forma, estava ligado aos acontecimentos.

“Recentemente, a série documental Quiet on Set’ destacou erros que cometi e mau julgamento que exibi durante meu tempo na Nickelodeon, a maioria dos quais aconteceu décadas atrás, durante meu início de carreira como produtor, trabalhando em programas para a Tollin/Robbins Productions, ele afirmou em uma declaração oficial. “Não há dúvida de que às vezes fui um mau líder. Peço sinceras desculpas e arrependo-me desse comportamento e continuarei a assumir a responsabilidade por isso”.

Schneider continuou: “no entanto, depois de ver Quiet on Set’ e seu trailer, e as reações a eles, infelizmente não tenho escolha a não ser tomar medidas legais contra as pessoas por trás disso. Em sua tentativa bem-sucedida de enganar os telespectadores e aumentar a audiência, eles foram além de relatar a verdade e insinuaram falsamente que eu estava envolvido ou facilitei crimes horríveis pelos quais verdadeiros predadores de crianças foram processados ​​e condenados. Não tenho qualquer objeção a que alguém destaque os meus fracassos como chefe, mas é errado induzir milhões de pessoas em erro à falsa conclusão de que estive de alguma forma envolvido em atos hediondos como os cometidos por predadores infantis. Devo isso a mim mesmo, à minha família e às muitas pessoas maravilhosas envolvidas na realização desses programas para esclarecer as coisas”.

No processo em questão, Schneider acusa as produtoras Mary RobertsonEmma Schwartz de difamação.

Crítica | Quiet on Set: The Dark Side of Kids TV vai destruir sua infância com revelações assombrosas sobre a Nickelodeon

‘Quiet on Set’ abre a cortina de um império construído pelo criador Dan Schneider, que tinha um controle inegável sobre a cultura pop. Séries como ‘All That’ e ‘The Amanda Show’, entre outras, foram consumidas obsessivamente por crianças de todo o país e definiram a comédia por uma geração. Mas por trás da presença otimista na tela desses programas, com piadas questionáveis e esquetes exageradas, a série revela um ambiente insidioso repleto de alegações de abuso, sexismo, racismo e dinâmicas inadequadas com suas estrelas e equipe, muitas delas menores de idade”.

Após vitória no Oscar, Lionsgate relança suspense esquecido com Mikey Madison; Confira o trailer!

Após Mikey Madison vencer o Oscar de Melhor Atriz por sua atuação em ‘Anora‘, a Lionsgate anunciou o relançamento de um suspense esquecido que a atriz estrelou em 2023.

Intitulado ‘A Informante‘ (All Souls), o longa até ganhou um novo trailer – destacando a recente vitória na Academia – para tentar surfar na aclamação de sua protagonista.

Confira o novo trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, uma jovem mãe é forçada a trabalhar para a polícia como informante e é enviada para uma operação secreta que pode lhe custar tudo.

Vale lembrar que o longa está disponível no serviço de streaming do Max.

O rapper Gerald “G-Eazy” Gillum também estrela a produção.

Emmanuelle Pickett é responsável pela direção.

Samuel Roukin, Mia Love Disnard e Zach Villa completam o elenco.

Conheça ‘Guerra Culinária’, reality competitivo da Netflix estilo ‘Masterchef’

Já ouviram falar do reality competitivo ‘Guerra Culinária‘? O programa coreano da Netflix traz uma proposta simples, mas curiosa: 20 chefs profissionais e renomados (chamados “Colheres Brancas”) contra 80 chefs amadores (os “Colheres Pretas”).

Com a primeira temporada disponível na plataforma, o serviço de streaming já confirmou quando o segundo ciclo será lançado: 16 de dezembro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Sucesso no serviço de streaming, a primeira temporada se tornou o primeiro programa coreano a entrar para o TOP 10 global da Netflix, onde permaneceu por três semanas consecutivas.

Os renomados chefs do novo ciclo incluem Lee Jun, detentor de duas estrelas Michelin; Son Jong-won, que tem uma estrela Michelin em culinária coreana e ocidental; Sunjae, primeiro mestre coreano da culinária de templos budistas; Hou Deok-juk, veterano da culinária chinesa; Park Hyo-nam, lenda da culinária francesa; os chefs coreanos Jung Ho-young, Sam Kim e Raymond Kim; Song Hoon, jurado da 4ª temporada do MasterChef Coreia; e Im Seong-keun, vencedor da 3ª temporada do ‘Hansik Battle‘.

‘Crouch End’: Prime Video está desenvolvendo série baseada no conto de Stephen King

De acordo com o Deadline, o Prime Video deu sinal verde para ‘Crouch End‘, minissérie baseada no conto homônimo do mestre do terror Stephen King.

Seis episódios foram encomendados para a adaptação.

Na trama…

“Londres nunca dorme profundamente, e seus sonhos são inquietos. Quando a estrela de cinema mundial Doris Freeman irrompe em uma delegacia de Londres alegando que fenômenos estranhos estão por trás do desaparecimento de seu marido, o inspetor de polícia Ted Vetter precisa investigar se ela está dizendo a verdade, se poderia ser uma assassina ou se há algo ainda mais arrepiante em jogo…”

Com direção de Tom Shankland (‘O Paraíso e a Serpente’), a série está sendo adaptada por Paul Tomalin (‘Corpos’).

“Sempre fui um grande fã do Stephen King. Trabalhar com esta equipe talentosa e trazer à vida este mistério ambientado em Londres é uma oportunidade incrível. ‘Crouch End’ será uma minissérie cinemática, original e provocadora,” declarou Tomalin.

Paul Tomalin, Tom Shankland, Damien Timmer, Rebecca Keane e Ben Irving servirão como produtores executivos.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Aquaman’: Willem Dafoe compara James Wan a Sam Raimi

O veterano Willem Dafoe será mais um daqueles atores que já participou de duas franquias dos quadrinhos distintas.

Após trabalhar nas primeiras versões de ‘Homem-Aranha‘, o ator agora contracenará ao lado de Jason Momoa, em ‘Aquaman‘.

E em uma entrevista recente feita ao site Collider, Dafoe falou sobre a oportunidade de trabalhar com o cineasta James Wan, comparando seu entusiasmo a Sam Raimi, o cineasta por trás da trilogia original do amigo da vizinhança.

Segundo Dafoe:

“Se não me engano, eu fechei o contrato para o filme antes mesmo dele, mas ele é incrível. Seu entusiasmo é maravilhoso. Na verdade, isso me lembra muito da própria empolgação de Sam Raimi. Quando eu participei de ‘Homem-Aranha‘, uma das coisas mais impressionantes foi o fato de eu não me sentir dentro da indústria cinematográfica. Parecia que eu estava em uma produção bem pessoal e íntima. Era como se Sam estivesse realizando aquela fantasia que ele nutria há anos. Ele estava tão conectado à mitologia do herói que ele enxertou o filme com muito amor e graciosidade e eu realmente amo isso. James Wan em desse jeito também”.

Dafoe elogiou o diretor ainda mais, celebrando sua técnica:

“Outra coisa relacionada a James Wan que é tão fascinante e fica nítido em seus filmes, é o fato de ele ser bem preciso. Ele sabe o que quer, um aspecto incrível quando você está atuando em um filme que possui complicações tecnológicas tão grandes. Ele é capaz de ser bem claro e é sempre divertido esse jogo de receber uma tarefa dele que nós devemos cumprir em cena. Ele também te dá uma boa história, além da a oportunidade de brincar com algumas coisas”.

 

Lembrando que ‘Aquaman‘ tem estreia prevista para dezembro de 2018.

‘Aquaman’: Diretor fala sobre a dinâmica dos personagens de Jason Momoa e Amber Heard

Patrick Wilson mostra seu treinamento para viver o vilão em ‘Aquaman’

‘O Predador’: Ganha duas novas imagens; Confira!

O reboot ‘O Predador’ ganhou duas novas imagens, divulgadas com exclusividade pela revista britânica Empire.

Confira:

Agendado para chegar aos cinemas em agosto, o reboot de ‘O Predador‘ foi adiado para setembro. Na época, foi especulado que o adiamento se daria por causa de filmagens adicionais, e o roteirista, Fred Dekker, confirmou recentemente nas redes sociais.

O Predador será, ao mesmo tempo, uma sequência e um reboot da franquia original. O ator Jake Busey, viverá o personagem que será filho de Peter Keyes, personagem central do segundo filme interpretado por seu pai na vida real, Gary Busey. Essa relação de pai e filho será o elo de ligação entre os filmes.

Shane Black é o diretor e o elenco conta com Boyd Holbrook (‘Logan’), Olivia Munn (‘X-Men: Apocalypse’), Jacob Tremblay (‘O Quarto de Jack’) e Kyle Strauts.

O Predador estreia em 13 de setembro de 2018 nos EUA. Ainda sem data definida para o Brasil.

Confira algumas fotos:

 


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‘Silicon Valley’: Série da HBO vai se encerrar após a 6ª temporada

A aclamada série da HBO,Silicon Valley’, vai encerrar sua jornada após sua 6ª temporada. A informação foi anunciada pela própria emissora.

A novidade não é, genuinamente, uma surpresa. No passado, a dupla de showrunners Mike Judge e Alec Berg havia revelado o plano de produzir a série em um total de seis temporadas.

E em um comunicado oficial, os criativos refletiram sobre o final desse ciclo:

“‘Sillicon Valley‘ é um ponto alto nas nossas vidas e carreiras. Sentiremos muita falta desesperadamente, mas sempre deixamos a jornada de Pied Piper guiar o caminho e a sexta temporada parece ser a conclusão ideal. Temos uma dívida eterna com o nosso incrível elenco, equipe de apoio e parceiros da HBO. Em um determinado momento, só há um certo limite do que você pode fazer para tornar o mundo melhor”.

 

O elenco de ‘Silicon Valley‘ é composto por  Josh BrennerThomas Middleditch, Kumail Nanjiani, Zach Woods, Martin Starr e Amanda Crew no elenco.

 

‘The Politician’: 2ª temporada já está disponível na Netflix

A 2ª temporada da série original do Ryan Murphy, The Politician, já está disponível na Netflix.

O novo ciclo, que conta com sete episódios, teve sua estreia na plataforma de streaming nesta sexta-feira (19). E dessa vez, adversários cada vez mais difíceis estão no caminho de Payton, mas sua obsessão é uma só: o Senado.

Confira o trailer:

O elenco trará de volta Ben Platt junto com Zoey Deutch, Lucy Boynton, Theo Germaine, Laura Dreyfuss, Rahne Jones e Gwyneth Paltrow.

Também foram confirmadas Judith Light e Bette Midler, introduzidas no final da 1ª temporada.

Em entrevista para o Collider, o showrunner Ryan Murphy deu alguns detalhes sobre os novos episódios.

“Temos uma ótima segunda temporada e acho que estamos tentando descobrir como nos misturamos agora na era do distanciamento social. Acho que descobrimos isso. Ainda vai sair no meio de junho, a segunda temporada. Estou realmente orgulhoso dela. Eu amo como Payton cresceu. Ele agora está na faculdade, e a melhor coisa da temporada é o aspecto de Ben Platt versus Bette Midler e Judith Light. Parece muito adulto, muito atual.”, afirmou.

Confira:

 

 

 

 

 

 

‘Vacation Friends’: John Cena sai de férias em primeira imagem oficial da nova comédia do Hulu

O atro John Cena vai transtornar as férias de um casal de noivos, na nova comédia original da plataforma Hulu, intitulada ‘Vacation Friends‘.

A produção, também estrelada por Lil Rel Howery (‘Corra!‘), ganhou sua primeira imagem oficial, compartilhada com exclusividade pela revista EW.

Confira:

VACATION FRIENDS
(L-R): Yvonne Orji as Emily, John Cena as Ron, Lil Rel Howery as Marcus and Meredith Hagner as Kyla

Na trama, Marcus (Howery) é um travado dono de uma construtora, que decide viajar para o México com a sua noiva, Emily (Yvonne Orji, ‘Insecure‘) – para finalmente poderem descansar. Lá, ele conhecerá os elétricos amantes de aventuras, Ron (John Cena) e Kyla (Meredith Hagner, ‘Search Party‘), que vão virar sua viagem de cabeça para baixo, com uma semana recheada de encontros insanos. Mas essa “amizade de verão” não ficará apenas nas praias mexicanas, quando o inconveniente casal decide aparecer na cerimônia de casamento de Marcus e Emily, sem serem convidados.

Vacation Friends‘ é dirigido por Clay Tarver (‘Silicon Valley‘) e estreia na Hulu no dia 27 de agosto. A produção ainda não possui data de lançamento no Brasil.

‘A Casa do Dragão’: Filmagens da 3ª temporada são INICIADAS e dois novos atores entram para o elenco

As filmagens da 3ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘ foram oficialmente iniciadas e a novidade veio acompanhada do anúncio de dois novos atores no elenco.

Tommy Flanagan, de ‘Sons of Anarchy‘, foi escalado para viver Sir Roderick Dustin. Já Dan Fogler (‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘) dará vida ao Sir Torrhen Manderly.

Além disso, a HBO anunciou os novos diretores do vindouro ciclo: Clare Kilner, Nina Lopez-Corrado, Andrij Parekh e Loni Peristere.

Recentemente, James Norton também fora confirmado no próximo ciclo. O ator, conhecido por seus papéis em ‘Happy Valley‘ e ‘Grantchester’, dará vida a Ormund Hightower, um dos personagens importantes na luta pelo poder dentro da trama.

Ormund é sobrinho de Otto Hightower, primo de Alicent e Gwayne, além de ser o Senhor de Oldtown.

No livro ‘Fogo e Sangue’, Ormund lidera o exército Hightower em uma marcha até Porto Real para apoiar sua casa contra Rhaenyra.

O terceiro ciclo deA Casa do Dragão, série baseado na obra de George R. R. Martin.

A nova temporada deverá ser lançada em 2026 e promete trazer acontecimentos importantes e decisivos relacionados à guerra que se aproxima após os eventos finais da segunda temporada, exibida em 2024.

Vale lembrar queA Casa do Dragão está disponível no Max.

Relembre o trailer do 2ª ciclo e siga o CinePOP no Youtube:

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint é Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly AlcockEmily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘Capitã Marvel’ tem filmagens antecipadas; Saiba mais!

O filme da Capitã Marvel está cada vez mais perto. Foi confirmado que as filmagens começam em fevereiro de 2018, ao invés de março, como tinha sido divulgado antes, segundo Kevin Feige ao Omega Underground.

Saiba mais sobre a personagem e o filme à seguir:

Kevin Feige revelou em entrevista ao Indie Wire, que o filme da Capitã Marvel terá papel muito importante na conclusão da história contada nos filmes da Marvel desde 2008, com Homem de Ferro.

“Há muitas discussões, todas focadas no pós-Fase 3 e do Vingadores 4, então nada que podemos tratar publicamente. Realmente estamos focando em Capitã Marvel e no trabalho que Anna e Ryan estão fazendo. Será uma grande parte para essa conclusão épica dos 22 filmes que tivemos nos últimos 10 anos. Esse é o foco para os próximos seis filmes que temos que terminar”.

O filme da heroína tem Brie Larson no papel da protagonista e a trama será ambientada nos anos 1990.

O lançamento é previsto para 14 de Março de 2019 no Brasil.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ ganha trailer inspirado em ‘Friends’; Assista!

Vingadores: Guerra Infinita ganhou um trailer editado pelo canal do YouTube Mr. Krepshus no estilo da abertura do seriado ‘Friends’. Confira:

Enquanto isso, a Marvel divulgou três novas imagens de Vingadores: Guerra Infinita mostrando os heróis divididos em seus núcleos. Confira:

Enquanto isso, a Marvel finalmente divulgou a data a partir da qual os veículos de comunicação de todo o mundo estão liberados para postar seus reviews de Vingadores: Guerra Infinita.

Segundo a publicação, a partir de 24 de abril de 2018 (terça-feira), porém, os críticos poderão postar breves reações nas redes sociais já a partir da segunda (23).

O filme tem estreia marcada para 26 de abril.

Vingadores: Guerra Infinita já quebrou seu primeiro recorde no Brasil. De acordo com informações do site Ingressos.com, em apenas 12 horas de pré-venda, o filme já superou em 25% a produção até então com maior venda antecipada na plataforma, Star Wars: O Despertar da Força, em 2015.

Nos EUA, nas primeiras 72 horas de vendas de ingressos antecipados para Vingadores: Guerra Infinita, o filme já quase triplicou a marca de Pantera Negra, antigo recordista dos filmes de super-heróis.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ é o primeiro filme gravado inteiramente em IMAX

Assista ao teste de elenco de Robert Downey Jr. para viver o Homem de Ferro!

O site The Hollywood Reporter divulgou o vídeo completo do primeiro teste de Robert Downey Jr. para viver o bilionário Tony Stark, conhecido como o Homem de Ferro.

O vídeo mostra uma conversa com uma jornalista que quer arrancar informações sobre os projetos da empresa da Stark. Assista:

Vingadores: Guerra Infinita já está disponível em DVD e Blu-ray.

Capitã Marvel chega aos cinemas em 8 de março de 2019, enquanto Vingadores 4 fica para 27 de abril de 2019.

Superman | Pontos para prestar atenção no trailer

Demorou, mas veio aí! James Gunn prometeu, e agora podemos assistir ao trailer de Superman. O filme dará início ao novo Universo DC nos cinemas. Caso você ainda não tenha assistido o trailer, confira abaixo!

Como de costume nos trailers de filmes de super-heróis, há uma porção de elementos incríveis que vão deixar os fãs empolgados. Alguns foram lotados logo de cara, enquanto outros precisam de um pouco mais de atenção. Pensando nisso, o CinePOP separou os principais pontos que você deve reparar no trailer. Confira!

Krypto, o Supercão

O trailer já começa dando o primeiro vislumbre não apenas do Superman, mas também de Krypto, o Supercão. Quando foi anunciado que o cachorrinho não seria um labrador, muitos fãs chiaram. Porém, James Gunn afirmou ter se inspirado em seu antigo cachorrinho que faleceu recentemente, e na relação que desenvolveu com Ozu, seu novo doguinho. A ideia é criar uma relação genuína entre homem e seu cachorro. E parece que funcionou.

 Esperança

Uma das principais propostas de James Gunn para o personagem era resgatar o símbolo de esperança. Nos últimos anos, Superman virou sinônimo de conflito moral, seja pelas adaptações cinematográficas do próprio personagem, seja pelas paródias em séries e animações. E nada melhor para mostrar a esperança do que trazer o herói salvando crianças. Se reparar bem, na primeira imagem vemos que o Super está com o rosto todo sujo. Ou seja, é bem provável que ele esteja no meio de uma batalha e tenha parado para salvar uma criança. Já no segundo momento, vemos uma criança em um contexto de guerra. Ela balança uma bandeira e clama pelo Superman, que aparece prontamente para salvá-la. Nada mais Superman do que isso.

Clark Kent

Isso aqui é sensacional. Um dos pontos mais famosos da mitologia do Superman é a diferença entre o herói e sua identidade secreta, Clark Kent. Como pudemos ver no trailer, David projetou seu queixo para frente enquanto interpretava o Clark, deixando sua mandíbula em posição normal ao assumir o papel de Superman. Esse visual do Clark é uma clara inspiração das artes de Frank Quitely, responsável pela ilustração do clássico “Grandes Astros: Superman”, que é uma das principais inspirações para este filme. Está realmente fascinante.

Família Kent

Outra parte fundamental da mitologia do Superman é a sua família humana: os Kent. Além do trailer mostrar a icônica propriedade do Kent em Smallville, vemos Clark conversando com o seu pai, seu grande mentor e figura de humanidade na Terra. Esqueça essa história de Superman órfão, aqui Clark Kent terá suas figuras paterna e materna como bússolas morais.

Kelex?

em dado momento do trailer, podemos ver o Superman segurando um robô destruído. Se repararmos no torno, poderemos ver que que está em um ambiente completamente branco. Ou seja tudo indica que esta cena aconteça dentro da Fortaleza da Solidão. Dito isso, se forem seguir os quadrinhos, o robô deve ser o Kelex, a inteligência artificial responsável por tomar conta e administrar a fortaleza da solidão. Ele também é um dos poucos laços de Clark com sua terra natal alienígena.

Universo DC

outra proposta muito legal deste novo Universo DC, é que ele começará já com a presença de outros super-heróis e vilões habitando esta terra. Ou seja, o Superman não será, em teoria, o primeiro super-herói. No trailer, podemos ver o Lanterna Verde (Guy Gardner), o Senhor Incrível, a Mulher-Gavião e o Metamorfo. E se você achou que o Lanterna Verde está tosco, é proposital. O Guy Gardner é historicamente conhecido como o Lanterna Verde mas tosco e lerdão do universo.

Origem do Metamorfo

lançado na década de 1960, o Metamorfo era um mercenário conhecido como Rex Mason. Ele foi contratado por Simon Stagg, um bilionário excêntrico, para tentar encontrar um lendário artefato egípcio. Porém, durante a missão, Rex percebe ter caído em uma armadilha de seu contratante, que o expôs a radiação de um meteoro, fazendo com que seu DNA sofresse alterações irreversíveis e ele se transformasse no Metamorfo. A partir de então, ele passa a usar suas habilidades para o bem. No trailer, vemos o Metamorfo com uma cara de confuso, e é possível reparar a presença das indústrias Stagg. Ou seja, são altíssimas as chances de vermos a história de origem do personagem ser retratada neste filme.

Lex Luthor

O grande vilão do filme será o clássico Lex Luthor. O trailer não revela muito dele, porém é possível ver seu rosto todo cheio de cortes e uma cena em que ele busca uma pistola bem tradicional. Isso pode ser um indicativo de que veremos a clássica cena da bala de Kryptonita, o famoso ponto fraco do Superman.

Amor

por fim, é impossível falar de Superman sem falar de Lois Lane. Em todas as cenas que a repórter aparece, podemos ver que ela aparenta ter alguma intimidade com o Superman, como na cena acima em que ele se beijam sobre um shopping, mas nenhuma delas aparenta trazer intimidade entre ela e Clark. Isso pode ser um forte indicativo de que ela não saberá a identidade secreta do Superman. Isso é um ponto clássico dos quadrinhos e dos filmes dos anos 70, em que Lois até suspeitava da identidade de seu amado, mas jamais conseguia comprovar que Clark Kent era o Superman.

Superman chega ao cinemas em 11 de julho de 2025.

Crítica | Detetive Alex Cross – Série da Prime Video Captura Tensão dos Livros de James Patterson

James Patterson é um escritor best-seller internacional que leva ao pé da letra esse título. Autor de dezenas de livros, uma das principais características de sua escrita é construir histórias fluidas, que o leitor simplesmente não consegue parar de ler até saber o fim. Transitando entre romance, romance policial e suspense, muitos dos seus livros já ganharam adaptação cinematográfica, como ‘Na Teia da Aranha’ (com Morgan Freeman) e ‘A Sombra do Inimigo’ (com Tyler Perry), dois filmes que adaptaram as aventuras do detetive Alex Cross para as telonas. Agora, numa maneira mais robusta, o famoso investigador da ficção ganha o formato de uma série, ‘Detetive Alex Cross’, que acaba de chegar essa semana aos assinantes da Prime Video.

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Tudo ia bem na vida de Alex Cross (Aldis Hodge, de ‘Adão Negro’), até que uma fatalidade tira a vida de sua esposa, Maria (Chauntée Schuler Irving). Um ano se passa, Cross não conseguiu achar o assassino e sente sua vida desgovernada, mesmo ele tentando segurar as pontas. Quando o corpo de um jovem negro, a comunidade toda se reúne para acusar a polícia de maus tratos, ao passo que a chefe Anderson (Jennifer Wigmore) quer que o caso seja tratado como suicídio por overdose. Porém, Cross e seu parceiro Sampson (Isaiah Mustafa), desconfiam e passam a investigar o caso como homicídio, e acabam cutucando gente muito poderosa. Ao mesmo tempo, Alex passa a ser ameaçado por alguém do seu passado, que passa a rondar sua casa e trazer elementos do assassinato de Maria de volta à tona, e agora Alex terá que encontrar muito equilíbrio para dar conta de sua vida pessoal e da sua vida profissional sem que uma influencie na outra.

Dividido em oito episódios de cerca de uma hora cada, a sérieDetetive Alex Cross’ adapta não um, mas vários livros da série literária, de modo que o leitor que acompanha o personagem poderá identificar mais de uma trama entrelaçada nesta primeira temporada.

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O roteiro, escrito a muitas mãos e encabeçado por Blaize Ali-Watkins, consegue entrelaçar bem as subtramas que direcionam esse suspense policial de investigação criminal. Misturando estilos já vistos em ‘Criminal Minds’ e ‘House’, Alex Cross é aquele cara que sozinho consegue adivinhar os próximos passos dos suspeitos. Balanceando bem o crime policial com a vida pessoal em risco, o roteiro introduz bem os personagens, mas os descarta sempre da mesma maneira, o que acaba cansando porque força uma barra tremenda – até literalmente o fim, na cena de pós-créditos.

Ainda assim, ‘Detetive Alex Cross’ é uma série muito bem dirigida, em especial no tocante ao elenco, que entregou as emoções exatas que os personagens pediam. Os quatro principais – Aldis Hodge, Isaiah Mustafa, Ryan Eggold e Johnny Ray Gill – performam de tal modo convincente e com tanta elegância, que é-nos difícil, entre vilões e mocinhos, ser 100% a favor de qualquer um deles, diante das camadas e camadas de motivos e de humanidade que empregam em seus personagens.

Tal qual os livros de Patterson, a primeira temporada da sérieDetetive Alex Cross’ é totalmente maratonável, difícil mesmo de deixar de lado pois o clima envolvente de suspense policial, mistério e investigação constrói reviravoltas que estimulam você seguir para o próximo capítulo. É uma das melhores produções da Prime Video esse ano.

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Crítica de Álbum | Prism – Um épico amadurecimento

Katy Hudson pode não ser um nome extremamente conhecido na indústria musical, mas o alter-ego Katy Perry realmente é um dos mais conhecidos dos últimos anos e amadurece a cada ano que passa. Lançando seu primeiro álbum como Perry com One of the Boys’ em 2008, a cantora já havia causado um rebuliço gigante ao lançar a música Ur So Gay”, considerada homofóbica devido ao contraditório refrão, e I Kissed a Girl”, que contrariava sua formação evangélica e levou grupos religiosos a condenarem a canção por “estimular a homossexualidade”. Desde então, ela alcançou a fama ao evoluir cada vez mais, fosse na construção de suas composições, fosse na forma como se apresentava ao seu gigantesco fandom – chegando até mesmo a ser elogiada pela lendária Madonna.

Entretanto, seu amadurecimento profissional não daria as caras até 2013, quando Perry voltou ao topo das paradas com Prism’, seu quarto álbum de estúdio. O disco, apesar de ter seus óbvios deslizes, é um dançante e frenético electro-pop que, sem sombra de dúvida, agrada boa parte dos ouvintes, com múltiplos singles bastante competentes que abrem um espaço interessante para as habilidades vocais da artista. E talvez a principal sacada de sua mais nova obra tenha sido começar com uma ótima e prática música, intitulada Roar”, na qual ela conversa com sua independência como mulher dentro de uma indústria comandada majoritariamente por homens – e que, em meio aos instrumentos convencionais, funciona em sua completude, com um espirituoso refrão.

É muito difícil não se apaixonar por algumas das faixas – e essa facilidade de envolvimento é justamente o que cria uma oscilação excessiva ao longo do álbum. Afinal, a segunda música, apesar de buscar por algo novo, respalda em uma formulaica música que seria relida com mais coesão: Legendary Lovers” ganha pontos por seu pré-coro, com a entrada de uma proposital unidimensionalidade tanto da voz quanto do escopo instrumental, mas que se perde em meio a uma fusão de estilos. Essa mesma base, como supracitado, encontraria um lugar muito mais propício para se desenvolver em Dark Horse”, cuja rebeldia é tão alta, que somos praticamente engolfados no sintético ritmo – e a condenável zona de conforto é jogada no lixo para algo novo e inesperado.

É certo dizer que Prism’ se vale muito de uma abordagem mais comercial e dentro de uma bolha que cria. A mensagem é simples e tocante – sair de um lugar obscuro e encontrar a luz (não é à toa que o prisma de luz seja o mote material principal do disco). E conforme vamos entendendo as mensagens, músicas como Ghost”Love Me” e This Moment” acabam por funcionar mais do que deveriam. Porém, não podemos deixar de sentir que as canções que antecedem o grand finale parecem datadas e recicladas umas às outras, mantendo-se em uma linearidade que eventualmente nos cansa, apenas para nos encantar uma vez mais na conclusão do CD.

Todavia, tirar mérito de algumas pérolas que Perry nos entrega é um erro irreparável. Além de Roar”, Walking on Air” alcança um patamar extremamente alto que, mesmo com as entradas contemporâneas, nos arremessa de volta para o final dos anos 1980 e começo da década de 1990, com uma demarcação rítmica sedutora e que remete ao melhor do dance-pop – além de lançar referências para Whitney Houston e, de modo mais claro, à Madonna novamente (principalmente quando cita “Erotika”). Aqui, Klas Ahlund entra com seus maneirismos conhecidos, incluindo a construção de uma atmosfera onírica que dialoga diretamente com suas investidas ao falsete e aos deliciosos agudos.

O grande problema de Prism talvez seja sua falta de ousadia. Não podemos dizer que já não ouvimos os arranjos instrumentais em álbuns anteriores – e isso não teria o menor problema se não se repetisse na maior parte das músicas. De forma resumida, a maior parte das faixar começa do mesmo modo, preparando o terreno para um break que antecede o primeiro refrão, caminhando para o momento em que existe apenas a voz de Perry segundos antes da entrada-clímax. Em suma, é a própria Katy que salva os convencionalismos, seja segurando a nota, seja caminhando para um tom acima do que a track pede. Porém, a originalidade não existe em um âmbito palpável, o que tira o brilho do álbum, ainda que mantenha sua caracterização funcional.

Feliz e contraditoriamente, Unconditionally” consegue usar a fórmula a seu favor e insurge como a melhor música do álbum. A poderosa construção inicia-se em um minimalismo esperado que explode inúmeras vezes com a chegada do refrão tríplice. O power pop faz uso de instrumentos novos, incluindo os tambores tribais que carregam consigo uma catártica potência. Porém, o que mais chama a atenção é a simplicidade da letra que contrasta com aquilo que Perry faz de melhor: nos levar em uma épica e epifânica jornada musical que apenas reafirma o peso de seu nome na indústria fonográfica.

A catarse retorna mais uma vez em outra conclusão que conversa em reverso com a música supracitada: em By The Grace of God”, a cantora retorna às suas raízes e opta por um arranjo mais contido através do piano clássico, explodindo de forma comedida, mas nunca a ofuscar sua irretocável rendição e dizer finalmente a si mesma para erguer a cabeça e acreditar em seu potencial. A belíssima mensagem só ganha mais força pelos poderosos sintetizadores e pelos naturalistas tambores antes do último respiro.

‘Prism’ pode ser repetitivo e perder um pouco o fio da meada em seu miolo, mas representa um amadurecimento aplaudível para a jovem cantora – que, em pouquíssimo tempo, alcançara um status ainda maior daquele que já possui. E o que nos chama a atenção para o disco é a sua polarização: as músicas recicladas passam uma sensação de não finalização, mas as principais iterações são, sem exagero algum, extremamente épicas.

Nota por faixa:

  • Roar – 4,5/5
  • Legendary Lovers – 3,5/5
  • Birthday – 3/5
  • Walking on Air – 4,5/5
  • Unconditionally – 5/5
  • Dark Horse – 4/5
  • This Is How We Do – 3,5/5
  • International Smile – 3/5
  • Ghost – 3,5/5
  • Love Me – 3,5/5
  • This Moment – 3,5/5
  • Double Rainbow – 3,5/5
  • By The Grace of God – 4,5/5

‘O Mandaloriano’: Disney+ divulga cartazes individuais de sua nova série; Confira!

Depois de ganhar um novo trailer espetacular, a Disney+ divulgou os cartazes individuais de sua nova série, ‘O Mandaloriano’.

Confira:

Os oito episódios da primeira temporada serão lançados entre novembro e dezembro, o que confirma os rumores de que a Disney+ irá disponibilizar os episódios de suas produções semanalmente.

Confira o trailer e as datas de estreia:

Episódio 01 – 12 de novembro
Episódio 02 – 15 de novembro
Episódio 03 – 22 de novembro
Episódio 04 – 29 de novembro
Episódio 05 – 06 de dezembro
Episódio 06 – 13 de dezembro
Episódio 07 – 18 de dezembro
Episódio 08 – 27 de dezembro

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passará no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama vai se passar depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘The Plot Against America’: Último episódio da série ganha trailer oficial; Confira!

HBO divulgou a promo do último capítulo da minissérie ‘The Plot Against America’, que vai ao ar hoje, 21 de abril.

Confira:

Winona RyderJohn TurturroAnthony BoyleZoe KazanMorgan SpectorCaleb MalisAzhy Robertson fazem parte do elenco.

David Simon comanda a produção e entra como produtor-executivo ao lado de Ed BurnsJoe RothNina K. NobleMegan EllisonSue NaegleSusan GoldbergJeff Kirschenbaum.

Baseado no romance de Philip Roth, a minissérie de seis capítulos reimagina a história norte-americana através dos olhos de uma família judia de Nova Jersey, à medida que observam a ascensão política de Charles Lindbergh – herói da aviação militar e populista xenofóbico que se torna presidente e lidera a nação em direção ao fascismo.

‘Mulan’: Niki Caro fala sobre sua visão para o live-action em novo vídeo de bastidores

Walt Disney Studios divulgou em seu Twitter oficial um novo featurette em que a diretora Niki Caro fala sobre os desafios e sobre sua perspectiva para o aguardado remake em live-action de Mulan.

Confira:

O filme estreia no dia 04 de setembro nos Estados Unidos, na plataforma do Disney+.

Diferente do que se esperava, Mulan não será lançado no Brasil através do Disney+ em novembro. A expectativa é que o estúdio lance o filme nos cinemas por aqui, e só o adicione ao catálogo em 2021.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro e é estrelada pela chinesa Liu Yifei,também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país.

Donnie YenJet LiGong LiJason Scott LeeYoson AnSusana Tang e outros completam o elenco.

‘Sessão Pipoca’: Coleção de curtas-metragens da Pixar ganha pôster BELÍSSIMO; Confira!

Disney+ divulgou o cartaz oficial de ‘Sessão Pipoca com a Pixar, uma nova coleção de dez curtas-metragens do aclamado estúdio que gira em torno de amados personagens do universo animado.

Confira, junto aos trailers dublado e legendado:

A produção, que é homenagem ao Dia Nacional da Pipoca, estreia na plataforma na próxima sexta-feira, 22 de janeiro.

Trazendo criações como Buzz Lightyear, Zezé Pêra, Relâmpago McQueen e outros tantos que caíram no gosto popular, a coleção de filmes é formada pelos seguintes títulos: ‘Dançando com os Carros’‘Incomparável Estacionamento’‘Soul – A Alma da Cidade’‘Cookie Nham Nham’‘Dia de Tarefas – Do Jeito dos Incríveis’‘Dory Procurando’‘Um Dia na Vida dos Mortos’‘Em Forma e Além’‘Coisas Fofas com Patinho e Coelhinho’.