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‘Dia D’: Novo filme de Steven Spielberg SUPERA expectativas e arrecada US$ 93 milhões em estreia GLOBAL

Two people gaze through a frosted, bluish glass, their blue eyes visible.

Sucesso! O aclamado ‘DIA D‘ (Disclosure Day), novo filme de ficção científica do diretor Steven Spielberg (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’), surpreendeu e arrecadou US$ 93 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

O valor supera as projeções recentes, que indicavam uma abertura global em torno de US$ 65 milhões.

Nos EUA, o longa abriu com US$ 44 milhões, tornando-se a quinta maior estreia doméstica da carreira do Steven Spielberg – atrás apenas de ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal‘ (US$100.1M), ‘O Mundo Perdido – Jurassic Park‘ (US$72.1M), ‘Guerra dos Mundos‘ (US$64.8M) e ‘Jurassic Park: O Mundo dos Dinossauros‘ (US$50.1M).

Internacionalmente, a produção acrescenta US$ 48.9 milhões através de 73 mercados.

Com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa recebeu uma nota B do público no CinemaScore. Para termos de comparação, a média ficou abaixo dos últimos lançamentos do cineasta nas telonas – ‘Os Fabelmans‘ (A), ‘Amor, Sublime Amor‘ (A) e ‘Jogador Nº 1‘ (A-).

Vale lembrar que ‘DIA D’ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Crítica | Com performance arrebatadora de Emily Blunt, ‘Dia D’ é um IRRETOCÁVEL e inspirador drama sci-fi

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, a humanidade descobre que não está sozinha no universo. Quando a verdade finalmente vem à tona e passa a ser conhecida por bilhões de pessoas, o mundo inteiro entra em estado de choque diante da aproximação do misterioso “Dia D”.

A produção marcará a reunião entre o cineasta e o roteirista David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).

O tópico de alienígenas não é desconhecido para Spielberg, que já comandou clássicos como ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau‘ (1977) e ‘E.T. O Extraterrestre‘ (1982). Recentemente, Spielberg produziu o documentário ‘Encontros Extraterrestres‘ para a Netflix, que explora histórias reais de contatos humanos com fenômenos de outro mundo.

Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo e Wyatt Russell estrelam.

‘A Casa do Dragão’: Prepare-se para a GUERRA com o novo teaser da 3ª temporada!

HBO Max divulgou um teaser promocional inéito da 3ª temporada de ‘A Casa do Dragão‘, elogiada e premiada série derivada do universo ‘Game of Thrones‘, nos levando aos bastidores dos novos episódios e preparando o público para uma épica e sangrenta batalha.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 21 de junho.

Confira, junto ao trailer final, e siga o CinePOP no Youtube:

A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance Fogo & Sangue, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.

O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint é Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly AlcockEmily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.

‘Presidente Curtis’: Série derivada de ‘Rick e Morty’ ganha novo teaser HILÁRIO; Confira!

Adult Swim divulgou um novo teaser oficial de ‘Presidente Curtis’ (‘President Curtis’, no original em inglês), série derivada da aclamada animação adulta ‘Rick e Morty’.

spin-off tem estreia prevista para julho deste ano, ainda sem dia confirmado.

Confira:

Além de Keith David retornando ao papel titular, a produção ainda contará com as vozes de Stephanie Beatriz (‘Brooklyn Nine-Nine’) e Jim Rash (‘Community’).

“Sempre foi muito divertido interpretar o Presidente Curtis”. declarou David. “Poder explorar melhor este universo neste derivado é como um sonho. Mal posso esperar para que os fãs possam conferir o caos que o presidente causa quando o Rick não está por perto para roubar os holofotes.”

A trama seguirá o presidente e sua equipe excêntrica enquanto tentam lidar com o tipo de crise que o Rick Sanchez nunca se importou – desde diplomacia interdimensional até investigação paranormal e fenômenos inexplicáveis.

Vale lembrar que a série original está disponível na HBO Max.

‘Villaflor’: Camille Cottin entra para o novo THRILLER político da Netflix

Segundo o DeadlineCamille Cottin (‘Casa Gucci’) foi escalada para o elenco de Villaflor, novo thriller político da Netflix.

O longa-metragem é dirigido pelo indicado ao Oscar Santiago Mitre (‘Argentina, 1985’).

Cottin se junta aos previamente confirmados Verónica Llinás Peter Lanzani, que serão os protagonistas.

Llinás interpreta Azucena Villaflor, personagem baseada na ativista da vida real que ajudou a fundar as Mães da Praça de Maio. Após seu filho ser levado pelas autoridades, ela transforma a busca por ele e por outros desaparecidos em um ato de resistência contra a ditadura militar. A Argentina esteve sob regime militar de 1976 a 1983, período em que dezenas de milhares de pessoas desapareceram.

Lanzani interpreta Rubio, um oficial do exército encarregado de se infiltrar na Igreja de Santa Cruz, onde os familiares dos desaparecidos começaram a se organizar.

Cottin dá vida a Alice Domon, uma das freiras francesas envolvidas com o Grupo Santa Cruz. O elenco ainda conta com Susana Pampin, Alicia Guerra, Vivian El Jaber, Azul Lombardía, Mariela Acosta, Paula Ransenberg, Juliana Muras, Muriel Santa AnaAntonia BengoecheaJosé MehrezEnrique Piñeyro.

Villaflor chega em 2027 ao catálogo da Netflix.

Confira as primeiras imagens:

Crítica | ‘Tetra: Acreditar de Novo’ – Os bastidores de uma seleção desacreditada que chegou ao triunfo

"A player on Brazil's 1994 World Cup team holding up the World Cup Trophy with his teammates standing next to him."
TETRA: ACREDITAR DE NOVO Cr. Courtesy of Netflix/Netflix © 2026

Aproveitando o gancho do início do maior torneio de futebol do planeta, a Copa do Mundo 2026, chegou pelos streamings uma porção de obras audiovisuais que conversam com o tema. Esse é o caso de Tetra: Acreditar de Novo, documentário produzido e dirigido pelo cineasta Luis Ara, que traz um recorte da trajetória da seleção brasileira que chegou ao título em 1994. Uma equipe que ficou marcada por uma enorme desconfiança dos torcedores e imprensa, mas chegou ao tetracampeonato nos Estados Unidos – na época, um país muito mais ligado a outros esportes, principalmente um onde a bola é oval.

Naquele período, o Brasil vinha de enormes decepções em copas passadas, décadas sem vencer o principal torneio desse esporte amado por todos nós brasileiros – fato que se assemelha com o atual momento da nossa seleção. Com uma caminhada nas eliminatórias abaixo do potencial da equipe e com o sufoco de ser obrigado a vencer o Uruguai no último jogo para ir para a Copa, chegamos na copa do mundo de 1994 com muitas perguntas e cercado de dúvidas se realmente teríamos alguma chance de vitória no torneio.

"Two teammates on Brazil's 1994 World Cup team capturing footage on a camcorder."
TETRA: ACREDITAR DE NOVO
Cr. Courtesy of Netflix/Netflix © 2026

Com uma base formada pela seleção que fracassou na copa de 1990, foi construído um time que, aos poucos, foi ganhando uma forte força coletiva. Guiado também pela resiliência e compreensão do papel importante que tinham para um povo que ama esse esporte e que na época conviveu com tragédias no esporte que marcariam para sempre a história, como a partida do jogador de futebol Denner e o terrível acidente em Ímola de Ayrton Senna, foram encontrando na união a base para superar qualquer obstáculo.

"Brazil's 1994 World Cup-winning squad."
TETRA: ACREDITAR DE NOVO
Cr. Courtesy of Netflix/Netflix © 2026

Com uma competente montagem que organiza a narrativa através da emoção, trazendo fatos históricos e vídeos caseiros raros feitos por alguns jogadores nos bastidores do ciclo daquela Copa, o projeto conta também com depoimentos marcantes dos jogadores do Brasil e até de adversários que nos enfrentaram naquele torneio. A pressão por parte da imprensa especializada não é esquecida, assim como a desconfiança dos torcedores. Por meio desse olhar de dentro do vestiário, vamos entendendo ações e emoções que ajudaram a compor um mosaico desse time vencedor.

"A player on Brazil's 1994 World Cup team holding up the World Cup Trophy with his teammates standing next to him."
TETRA: ACREDITAR DE NOVO
Cr. Courtesy of Netflix/Netflix © 2026

Grande parte daquele elenco coloca seus importantes depoimentos no documentário. Romário, Ricardo Rocha, Branco, Viola, Jorginho, Zinho, Bebeto, Paulo Sérgio, Raí, Mauro Silva, Márcio Santos, Dunga, Gilmar são alguns dos nomes que, agora mais maduros, revisitam toda aquela caminhada rumo à glória. Através dessa considerações, movida pelo antes e depois, fica nítida a importância e legado que aquela equipe inesquecível deixou para o nosso esporte no triunfo da primeira copa do mundo decidida nos pênaltis.

A paixão de nós brasileiros pelo futebol é algo nítido em qualquer lugar de nosso país, e esse documentário valida isso, culminando em um brinde à essa trajetória de sucesso que, quem sabe, pode inspirar os jogadores em 2026 rumo a uma conquista novamente bastante aguardada.

‘Delphi’: Astro de ‘Pinguim’ é escalado para a série DERIVADA de ‘Creed’

theo rossi pinguim

Segundo o DeadlineTheo Rossi (‘Pinguim’, ‘Sons of Anarchy’) foi escalado para o elenco de Delphi, série derivada do universo ‘Creed’ que traz o vencedor do Oscar Michael B. Jordan como produtor executivo.

Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Rossi se junta aos previamente anunciados Benji SantiagoJuan CastanoDemián BichirAndré HollandAndre RoyoSogia Black-D’EliaVictoria Vourkoutiotis compõe o elenco regular.

Wood HarrisNiles FitchDesan FrazierGraham Patrick MartinBrittany AdebumolaRene MoranOkieriete OnaodowanBreanna Yde fazem parte do projeto em caráter recorrente.

Delphi acompanha um grupo de jovens boxeadores talentosos em uma academia de elite, lutando para realizar seus sonhos e chegar ao auge do esporte.

O projeto foi apresentado pela Amazon Prime Video durante seu evento de upfront. As filmagens começaram no último dia 18 de maio, com locações em Los Angeles, cidade que Jordan descreveu como “onde a história pertence”.

Desta vez, o foco da narrativa se desloca para uma nova geração. O showrunner Marco Ramirez detalhou a premissa, que mergulha nas raízes latinas do boxe californiano:

“O centro da nossa história é um jovem boxeador latino-americano do leste de Los Angeles que desafia o pai para entrar no programa de elite Delphi, que produziu Adonis Creed”, explicou Ramirez.

Segundo o produtor, a série explorará o sacrifício pessoal necessário para alcançar o topo do esporte: “nesse ambiente de pressão liderado pelos treinadores mais exigentes, ele precisa conquistar seu lugar entre as estrelas em ascensão do esporte. Mas uma coisa é deixar sua cidade natal para trás e outra deixar sua família para trás. É um drama emocionante e propulsivo onde cada round significa algo, porque neste mundo, você só é tão bom quanto sua última luta”.

Todos os filmes da franquia ‘Creed’ estão disponíveis no catálogo do Prime Video.

JoJo e Mike Colter irão estrelar o novo DRAMA romântico ‘The Very Thought of You’

Segundo o Deadline, a cantora, compositora e atriz JoJo (‘Moulin Rouge! O Musical’) e o astro Mike Colter (‘Luke Cage’) irão estrelar o novo drama romântico The Very Thought of You.

A dupla também assume o cargo da produção executiva do projeto, que é escrito e produzido por John Zaring (‘À Procura da Felicidade’).

Descrito como uma “história de amor comovente e repleta de jazz”, o filme é ambientado no bairro de Eagle Rock, em Los Angeles.

Na trama…

Emmy Davis (JoJo) é uma ex-finalista de um programa de talentos na televisão, cuja vida desmoronou aos dezesseis anos após ser abusada sexualmente por um poderoso produtor musical. Agora aos trinta, ela vive tranquilamente como barista, cuidando da avó e mantendo seu passado em segredo — até conhecer um pianista de jazz e professor universitário (Colter) que luta para reencontrar seu ritmo enquanto cria sua filha pequena como pai viúvo. Quando a música os une, ambos são forçados a confrontar o passado e decidir se estão dispostos a arriscar tudo por uma segunda chance no amor.

Van Scott Folger também entra como produtor.

“Sempre me senti atraído por histórias que conectam música e emoção”, disse Colter. “Este filme é sobre duas pessoas reencontrando seu ritmo, não apenas em seus corações, mas também no palco”.

JoJo, que faz sua primeira aparição no cinema em mais de uma década, acrescentou: “a história aborda os desequilíbrios de poder que existem em uma indústria onde as mulheres são frequentemente exploradas, e o faz de uma forma sincera e compassiva. O papel de Emmy é um presente para uma atriz que canta, e estou muito animada para dar vida a ela”.

Os mutantes estão de volta no teaser INÉDITO da 2ª temporada de ‘X-Men ’97’; Confira!

A elogiada animação X-Men ’97’ retorna em breve com uma aguardada segunda temporada e, agora, a Marvel Studios divulgou um novo teaser explosivo dos próximos episódios.

A nova iteração tem estreia marcada para o dia 1º de julho na plataforma do Disney+.

Confira, junto ao trailer:

Os novos capítulos acompanham a equipe dos X-Men dispersa, enquanto tentam se reunir após o final da primeira temporada. Os heróis mutantes estão separados no tempo — alguns no futuro, outros no Egito Antigo, onde encontram um jovem Apocalipse — o que os força a navegar por diferentes eras para retornar aos anos 90 e deter o antigo vilão.

Lembrando que a temporada de estreia já está disponível no Disney+.

Cal DoddLenore ZannGeorge BuzaCatherine DisherChris PotterAlison Sealy-SmithAdrian Hough e outros estão no elenco de dublagem.

Michelle Pfeiffer revela o que os fãs podem esperar da 2ª temporada de ‘Madison’: “Vai ser muito mais DIFÍCIL”

Madison‘, nova série do prolífico criador Taylor Sheridan (‘Yellowstone’) estrelada por Michelle Pfeiffer, se tornou um dos grandes sucessos da Paramount+ este ano e não apenas já teve as gravações da 2ª temporada finalizadas, como foi renovada para um terceiro ciclo.

Em uma recente entrevista ao Deadline, Pfeiffer comentou sobre o que os fãs do expansivo universo televisivo de Sheridan podem esperar dos próximos episódios.

“Acho que a lua de mel acabou, e acho que nós — ou a família — percebemos, e até a Stacy percebe — que isso vai ser muito mais difícil do que o idealismo de Montana. E a beleza e o romantismo de estar lá começam a se dissipar, e vemos que a situação pode ser insustentável”, ela disse.

Contando com seis episódios, o ciclo de estreia trouxe Pfeiffer e Kurt Russell no elenco protagonista, explorando “o luto e a conexão humana que acompanha uma família de Nova York no vale do rio Madison, no centro de Montana”.

O elenco ainda conta com Patrick J. Adams, Elle Chapman, Matthew Fox, Beau Garrett, Amiah Miller, Alaina Pollack, Ben Schnetzer, Rebecca Spence, Danielle Vasinova e Kevin Zegers, previamente anunciados.

Taylor Sheridan, criador da série original, é responsável pelo novo spin-off.

RuPaul é a presidente dos EUA no novo teaser da comédia de DESASTRE ‘Stop! That! Train!’

‘Stop! That! Train!’, filme de desastre que mistura ação e comédia e que é dirigido por Adam Shankman (‘Hairspray’), acaba de ganhar um vídeo promocional inédito nos levando aos bastidores da elogiada produção.

Confira:

Estrelada pela icônica RuPaul, o longa-metragem abriu com impressionantes 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 41 críticas publicadas até o momento.

No geral, os especialistas elogiaram o teor cômico e despojado da produção, além de rasgarem elogios para as atuações de RuPaul e das conhecidas drag queens Ginger MinjJujubee.

Confira os comentários:

“As atuações cativantes de Ginger Minj, Jujubee e RuPaul como a Comandante-em-Chefe mantêm este filme de ação, comédia e desastre no rumo certo, mesmo quando o trem do título ameaça descarrilar” – Variety.

‘Stop! That! Train!’ aborda as situações mais absurdas com a dose certa de seriedade, e tem plena consciência da sua própria tolice” – Slant Magazine.

“O coração desta comédia de ação, que na verdade é um filme conceitual sobre amizade, reside em Ginger Minj e Jujubee. Suas personalidades estão em perfeita sintonia, a química entre elas é cativante e a trajetória de superação delas é algo pelo qual vale a pena torcer” – The Hollywood Reporter.

“Tão radical quanto estridente, [o filme] cria um espaço onde as drag queens simplesmente existem como pessoas comuns” – That Shelf.

‘Stop! That! Train!’ tenta misturar o humor exagerado de RuPaul’s Drag Race’ com a excentricidade de ‘Apertem os Cintos… O Piloto Sumiu!’, mas o resultado são piadas sem graça e personagens desinteressantes. A história se esforça demais para ser fofa e ousada, mas acaba sendo, em sua maior parte, entediante e preguiçosa” – Culture Mix.

“É um dos filmes ‘mais importantes’ do nosso tempo. Bem, talvez não exatamente, mas com certeza é o filme de que precisamos agora” – People’s World.

“Uma homenagem carinhosa aos Irmãos Zucker, nem sempre funciona, mas tem uma capacidade impressionante de misturar vários estilos de comédia em um filme que se esforça ao máximo para fazer rir” – The Weekend Warrior.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Christina FrielConnor Wright assinam o roteiro.

‘Stop! That! Train!’ acompanha as melhores amigas Tess (Ginger Minj) e DeeDee (Jujubee), comissárias de bordo que trocam seus turnos tediosos na Ferrovia Fedorenta pelo glamouroso Expresso Glamazônico. Quando uma catastrófica “Tempestade” ameaça descarrilar o trem de alta velocidade e fazê-lo colidir com Los Angeles, a dupla na classe econômica precisa unir forças com as esnobes comissárias da primeira classe (Symone, Brooke Lynn Hytes, Marcia Marcia Marcia) e com a Presidente Gagwell (RuPaul) para salvar o dia nesta aventura maluca de humor e extravagância.

Latrice RoyaleMarty LauterMonét X ChangeSarah Michelle GellarRachel Bloom e outros integram o elenco.

Comédia SOMBRIA dos produtores de ‘A Hora do Mal’ escala quatro novos membros ao elenco

Segundo o Deadline, a comédia sombria ‘Little One’ escalou quatro novos membros ao elenco.

As informações indicam que Mark O’Brien (‘Nuremberg’), Elias Koteas (‘The Thin Red Line’), Carmen Christopher (‘Never Change!’) e Jamie McShane (‘Task’) foram escalados para o projeto.

O grupo se junta aos previamente confirmados David Harbour (‘Stranger Things’) e Gaby Hoffmann (‘Springsteen: Salve-Me do Desconhecido), que serão os protagonistas.

Detalhes sobre seus papéis não foram revelados.

O projeto marca a estreia diretorial de Alex Kavutskiy e traz a dupla Zach CreggerRoy Lee, do aclamado A Hora do Mal, como produtores.

O longa-metragem acompanha a forma como uma mudança repentina no comportamento de uma criança ameaça destruir uma família aparentemente perfeita.

As filmagens estão programadas para este mês em Los Angeles, com o auxílio de incentivos fiscais da Califórnia.

Escrito por Kavutskiy, o filme também tem como produtores Chris McEwen (‘Com Amor, Simon’), Amanda Phillips e Melina Torres, da Soto Productions. Ibrahim Mohammed entra como produtor executivo e cofinanciador do filme ao lado de Chase Vigari, David Goldman, Michael Learner e Karina Manashil.

Mais detalhes não foram divulgados.

Olivia Rodrigo lança clipe de “stupid love”, novo single de seu ACLAMADO 3º álbum de estúdio; Confira!

A vencedora do Grammy Olivia Rodrigo fez seu tão aguardado retorno ao mundo da música com o lançamento de seu aguardado terceiro álbum de estúdio, que sucede os aclamados SOURGUTSyou seem pretty sad for a girl so in love.

Para promover o compilado de originais, Rodrigo também divulgou o clipe oficial de “stupid love”, terceiro single promocional que é precedido por “drop dead”“the cure”.

Confira:

Contando com treze faixas, o álbum é dividido em duas partes: ‘girl so in love’‘you seem pretty sad’.

Relembre a tracklist:

GIRL SO IN LOVE
1. drop dead
2. stupid song
3. honey bee
4. maggots for brains
5. u + me = <3
6. my way
7. purple

YOU SEEM PRETTY SAD
8. the cure
9. begged
10. what’s wrong with me
11. less
12. expectations
13. cigarette smoke

Vale lembrar que o compilado de originais tem lançamento marcado para o dia 12 de junho.

Olivia Rodrigo anuncia turnê do álbum ‘you seem pretty sad for a girl so in love’

Nascida em 2003, Rodrigo teve seu primeiro papel de destaque em ‘Bizaardvark’, série original do Disney Channel, antes de interpretar Nini Salazar-Roberts na série ‘HSM’, do Disney+.

Em 2021, a cantora e compositora fez sua estreia oficial no mundo da música com “drivers license”, que caiu no gosto da crítica e alcançou o primeiro lugar de diversas paradas musicais, incluindo a Billboard Hot 100. Com SOUR, seu álbum début, Rodrigo conquistou os prêmios de Melhor Álbum Pop Vocal por SOUR, Artista Revelação e Melhor Performance Pop Solo.

Em 2023, Rodrigo voltou a ganhar atenção da crítica e do público com o ovacionado GUTS, que contou com os singles “vampire”“bad idea right”“get him back”, lhe rendendo diversas indicações ao Grammy, incluindo Álbum do Ano.

Especial ‘Toy Story’ | Relembrando o icônico filme que deu início a tudo

toy story 5
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Os estúdios Pixar não se tornaram um dos pilares do cinema animado por qualquer motivo. Afinal, ao longo de uma história consideravelmente breve, a companhia entregou alguns clássicos instantâneos do gênero, além de apresentarem inovações tecnológicas e uma excelência criativa que tomou forma com títulos como ‘Ratatouille’, ‘WALL-E’, ‘Os Incríveis’, ‘Procurando Nemo’ e tantos outros que continuam a inspirar artistas e cineastas. Porém, nada disso seria possível sem uma “pequena” joia fílmica que ficou conhecida como Toy Story.

O projeto, que marcou o primeiro longa-metragem da companhia, foi lançado em 1995 e se sagrou um sucesso imediato de crítica e de bilheteria, tornando-se a segunda maior bilheteria do ano e um marco da sétima arte. Considerada uma das melhores de todos os tempos, a animação foi concebida pouco depois do curta-metragem ‘Tin Toy’, o primeiro feito em computação gráfica a conquistar o Oscar, que impulsionou John Lasseter, Andrew Stanton e Pete Docter a escrever vários tratamentos fracassados e rejeitados pela Walt Disney Studios, que desejava um tom mais ousado para a história. Após desastrosas apresentações, o roteiro foi totalmente reescrito, optando por explorar os anseios, os medos e as ações de brinquedos cujo maior desejo é pertencer a uma criança.

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E foi assim que Toy Story surgiu: a trama nos apresenta a Woody (Tom Hanks), um boneco de caubói que é o brinquedo preferido do jovem Andy – e que vive no quarto do garoto ao lado de outros brinquedos, incluindo o Sr. Cabeça de Batata (Don Rickles), Slinky (Jim Varney), Rex (Wallace Shawn) e Porquinho (John Ratzenberger). Porém, o que parecia ser uma vida perfeita logo se transforma no maior pesadelo de Woody: quando Andy completa seis anos, ele recebe de presente um brinquedo novo, uma action figure de Buzz Lightyear (Tim Allen), que não tem qualquer consciência do que realmente é e acredita ser um patrulheiro espacial determinado a acabar com as forças malignas do universo.

A partir daí, Woody vê seu mundo virar de cabeça para baixo quando Buzz ganha popularidade entre seus amigos e, eventualmente, torna-se o brinquedo favorito de Andy, causando uma grande comoção ciumenta no caubói. Em uma determinada noite, irritado por não ter sido escolhido por Andy para um passeio em família à pizzaria, ele acidentalmente empurra Buzz pela janela – e a conturbada relação entre os dois escala a um ponto sem retorno em que Woody precisa provar que pode melhorar e Buzz mergulha em uma crise existencial ao finalmente se dar conta de que é um brinquedo.

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A concepção de Toy Story é própria para o público mais jovem, seja na vibrante paleta de cores que adorna cada um dos personagens, seja no teor aventuresco que Woody e Buzz são engolfados – culminando em uma mensagem de amizade que é resumida pela clássica e premiada canção “You’ve Got a Friend in Me”, de Randy Newman. Todavia, o filme serve de estandarte para uma universalização temática que o transforma em veículo dialógico com qualquer tipo de público, seja jovem ou adulto, garantindo que a narrativa ecoe das mais diferentes maneiras. Não é surpresa que a já mencionada crise de identidade de Buzz ressoe com força com os espectadores mais adultos, enquanto o destrutivo ciúme de Woody também encontre uma camada extra de profundidade.

A beleza do projeto não se resume apenas aos temas explorados, mas ao modo como cada personagem tem o seu momento de brilhar e cria uma narrativa propositalmente anacrônica que os torna universais e particulares, ao mesmo tempo. Em outras palavras, é incrível imaginar como Lasseter, Stanton e todos os envolvidos decidiram personificar objetos inanimados como ponto de partida para um estúdio que entregaria, por um bom tempo, uma obra-prima atrás da outra: o cristalino roteiro, que transmuta os tropos clássicos da Jornada do Herói através da complexa e um tanto quanto ambígua personalidade de Woody, coloca os brinquedos como metáfora para os anseios e as melancolias que nós mesmos passamos quando tentamos encontrar nosso lugar do mundo – e o que acontece quando esse mundo se desmantela de uma hora para outra.

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O impacto de Toy Story não se restringiu apenas ao sucesso de bilheteria e de crítica, mas às já mencionadas inovações tecnológicas. Ao empregar uma tecnologia inovadora para produção de animações computadorizadas, o time criativo lançou uma tendência que compeliu outros estúdios a realizarem o mesmo – além de fabricantes de chips gráficos e até mesmo desenvolvedores de games. Como se não bastasse, o filme seria apenas o primeiro capítulo de um universo multimidiático que ganhou sua primeira sequência quatro anos mais tarde e que, agora, caminha para um quinto capítulo que chegará em breve aos cinemas mundiais.

Toy Story’ está disponível no Disney+.

 

Especial ‘Toy Story’ | ‘Toy Story 2’: uma das melhores SEQUÊNCIAS da história do cinema

Crítica | Eu & Você na Toscana – Romance com Astros de ‘A Pequena Sereia’ e ‘Os Bridgertons’ Não Harmoniza no Sabor

Woman in a floral off-shoulder dress with a belt smiles at a man in a red shirt as they stand between stone pillars with a rural landscape behind them.

A Toscana é uma cidade no interior da Itália que dentre seus muitos atrativos tem especialmente sido retratada no cinema como um polo gastronômico e um destino turístico para apreciadores da gastronomia. Dentre vinhedos e queijos naturais, restaurantes, cantinas tradicionais e paisagens deslumbrantes, toda vez que um filme escolhe a cidade italiana como locação (especialmente as comédias românticas) é certeza de chamar a atenção do público, como acontece com o mais novo ‘Eu & Você na Toscana’, lançamento da semana no circuito exibidor nacional.

Anna (Halle Bailey, a Ariel do live-actionA Pequena Sereia’) é sozinha no mundo e sonha com uma vida luxuosa. Ela trabalha como cuidadora de casas de gente rica, porém, brinca de usar os pertences dos donos. Quando certa vez ela é pega em flagrante, acaba sendo demitida e vai chorar suas pitangas no bar do hotel onde sua amiga trabalha, e, casualmente, conhece o italiano Matteo (Lorenzo de Moor, de ‘Outro Pequeno Favor’), o que desperta na jovem seu antigo sonho de se tornar chef de cozinha e visitar a Meca da culinária mundial: Toscana. Assim, num átimo de impulso, Anna embarca numa aventura sozinha para a cidade italiana, porém, ao chegar lá, encontra o local totalmente lotado por causa de um festival, e, sem ter para onde ir, decide invadir a casa vazia de Matteo – e, assim, tem início uma grande confusão envolvendo toda a família do rapaz, incluindo o bonitão e reservado Michael (Regé-Jean Page, o Duque Simon Basset da série ‘Bridgerton’).

O mote deste ‘Eu & Você na Toscana’ se aproxima bastante do sucesso do início do milênio, ‘Sob o Sol da Toscana’ – só que neste a protagonista, mais madura, larga a vida estressante para ir conscientemente morar num paraíso afastado do caos, e lá se apaixona pela cultura, pela comida e pelas pessoas; no lançamento dessa semana a protagonista é uma jovem inconsequente, que, de maneira não consciente, aplica golpes por onde passa, e ainda sustenta uma postura um tanto quanto exigente, como se todos devessem a ela pelo fato de ela ter tido um passado difícil e ter desistido dos seus sonhos. Mas a real é que todos os personagens do filme são bem legais e simpáticos com ela, mesmo Anna fazendo coisas bem imperdoáveis – mas que, aqui, são muito facilmente superadas.

Talvez seja esse um dos motivos pela falta de química do casal principal. Por Anna ser essa personagem tão cheia de demandas, fica difícil torcer pelo enamoramento dos dois, afinal, Michael é um cara muito bonzinho, partidão mesmo. Em cima disso, temos o roteiro de Ryan Engle e Kristin Engle que constrói situações muito gratuitas para o andamento dos percalços da trama, não desenvolvimento de maneira aprofundada, de modo a tornar tudo muito superficial. Um beijo ou um pedido de desculpas tem a mesma emoção para a trama.

A diretora Kat Coiro (do irregular ‘Case Comigo’) entrega um trabalho que segue o manual sem arriscar em nada para além da cartilha, o que resulta num filme sem muito encantamento apesar de nos relembrar o tempo todo que estamos na Toscana e, por isso, deveríamos achar tudo lindo. E é. Mas paisagem bonita só não basta para envolver os espectadores de comédia romântica, especialmente quando todos os empecilhos da trama são inseridos de maneira gratuita ou os momentos são interrompidos por piadas totalmente deslocadas do ritmo do longa.

Apesar de tanta irregularidade, ‘Eu & Você na Toscana’ é uma comédia romântica que entrega exatamente aquilo que se pode esperar de uma romcom padrão, na qual rapidamente identificamos o caráter dos personagens e sabemos para onde a história vai se encaminhar. Uma opção nos cinemas para o Dia dos Namorados.

Crítica | Deixa Acontecer – João Vitor vive Pagodeiro Cancelado em Comédia Romântica Fofa com Paola Antonini

Fim de semana com muita festa junina, friozinho em boa parte das cidades e um clima de romance no ar com o Dia dos Namorados e Dia de Santo Antônio em plena Copa do Mundo, certo? E nada melhor para fazer a trilha de um romance do que um bom pagode dor de cotovelo…é ou não é? É no meio desse embalo super brasileiro que chegou à plataforma da Telecine sua mais nova romcom favorita: ‘Deixa Acontecer’, um romancezinho que marca um dos muitos lançamentos inéditos dos Estúdios Globo direto para seu braço de streaming de filmes e na Globoplay.

Marina (a influencer Paola Antonini) finalmente conseguiu passar para o vestibular…mas no Rio de Janeiro. Seus pais (Danton Mello, de ‘Mãe Fora da Caixa’ e Camila Morgado, de ‘A Casa das Sete Mulheres’) não lidam bem com a notícia e decidem não apoiar a filha na ideia de sair de Belo Horizonte. Decidida a seguir seu sonho, Marina viaja à capital carioca junto com suas melhores amigas, Pri (Klara Castanho, de ‘#SalveRosa’) e Thayz (Lais Lage), na intenção de fazer sua matrícula. Porém, tudo dá errado assim que chegam no Rio, e, no intuito de espairecerem um pouco, o trio decide ir ao show de João Mendes (João Vitor Silva, de ‘Cinco Tipos de Medo’ e que aqui funciona como “um Hugh Grant pagodeiro”, como bem disse o jornalista Rodrigo Fonseca), um pagodeiro no auge do sucesso que acaba de sofrer um cancelamento na internet. É assim que Bebê (Douglas Silva, de ‘Cidade de Deus’), empresário de João Mendes, tem uma ideia: propor um namoro fake entre João e Marina para limpar a barra dele e fazer com que ele ganhe o prêmio de Homem do Ano, enquanto Marina, por sua vez, receberá uma bolada financeira para custear seus estudos na cidade.

Sim, você já viu dezenas de filmes com uma premissa parecida – baseada no tropo “enemies to lovers”, ou seja, um casal que começa se bicando para terminar se beijando. A diferença em ‘Deixa Acontecer’ é que além de ser um filme brasileiro, ainda tem uma protagonista mineira, de sotaque bem carregado e sem nenhuma pressa de decidir as coisas, o que realça o abismo ansioso entre o pagodeiro João Mendes e a calma da jovem Marina.

Com direção de Natalia Grimberg, o filme consegue equilibrar diversos aspectos que são essenciais para um bom resultado de uma comédia romântica, tais como um figurino altamente desejável, cenários esteticamente bonitos, ângulos que favorecem o elenco e uma boa montagem, que imprime ritmo não só ao romance em si, mas a todos os percalços enfrentados pelos protagonistas. Ainda por cima, a direção fez uma ótima escalação de elenco (que conta ainda participação especial da própria cantora Iza) e conseguiu embalar tudo isso numa trilha sonora só de hits de sucesso, que inclui não só a música-tema que dá nome ao filme, mas também foi capaz de criar uma música nova bem chiclete para o encontro do casal no longa.

O roteiro de Renata Corrêa propõe transformar uma história de fácil reconhecimento do público mas trazendo elementos que imprimem o diferencial – como ter a protagonista portadora de deficiência física mas sem transformar esse elemento como o centro da trama; ao contrário, Renata faz desse ponto apenas uma característica de seu enredo, conseguindo, assim, entregar uma história de amor jovem não-capacitista e, ainda por cima, mostrando aos espectadores como detalhes do cotidiano impactam a rotina dessas pessoas de maneira distinta.

Fofo, carismático e bem brasileiro, ‘Deixa Acontecer’ é o melhor lançamento nos streamings para o fim de semana do Dia dos Namorados.

Crítica | ‘Resgate Implacável’ – Ação com Jason Statham que estreou no Prime Video não tem nada de original, mas é salva pelo CARISMA do ator

Jason Statham é um nome bastante conhecido no cenário cinematográfico, principalmente nas produções de ação. Ao longo de sua prolífica carreira, o astro participou de obras como ‘Velozes e Furiosos’, ‘Adrenalina’, ‘Assassino a Preço Fixo’ e até mesmo deixou se levar pelo divertido non-sense da comédia de espionagem ‘A Espião que Sabia de Menos’. Agora, ele acrescenta mais um título do gênero à sua filmografia, com o explosivo thriller Resgate Implacável’ – que estreou no catálogo do Prime Video.

Considerando o calibre das pessoas envolvidas no projeto, é claro que teríamos uma premissa bastante familiar e que puxasse elementos de outros longas de ação protagonizados por Statham ou correlatos: aqui, ele dá vida a Levon Cade, um ex-sargento das forças marinhas dos Estados Unidos que trabalha como construtor civil, mantendo uma relação de amizade e confiança com seu chefe, Joe (Michael Peña), e família. E, conforme vive um dia de cada vez, ele também luta para conseguir ver mais a filha, Merry (Isla Gie), que mora com o avô após a trágica morte da mãe. Levon a vê apenas duas horas por semana e, engolindo sapos toda vez que passa tempo ao lado dela, não deseja nada além de poder dar a Merry o que ela merece.

Porém, as coisas não seguem como o planejado: após a filha de Joe, Jenny (Arianna Rivas) ser raptada por um grupo perigoso de tráfico humano, Levon resolve ajudar sua segunda família e começa a seguir minúsculos rastros que trarão Jenny de volta, sã e salva (ou é o que ele espera). A partir daí, o nosso herói reúne todas as habilidades que aprendeu no exército e as coloca em prática mais uma vez em uma vibrante e formulaica história que, dentro dos óbvios limites, funciona para os fãs inveterados de Statham ou de obras do gênero.

O projeto é comandado por David Ayer, conhecido por seu trabalho em ‘Esquadrão Suicida’ e ‘Dia de Treinamento’ – um nome que conhece os meandros de filmes de ação. É notável como o cineasta pega páginas emprestadas e incontáveis incursões similares para construir essa mixórdia recheada de sequências bem coreografadas, mas cujos visuais não são fortes o bastante para ofuscar um abismo narrativo do mais puro nada. Ayer, responsável também pelo roteiro ao lado de Sylvester Stallone, arquiteta uma história regurgitada de ‘Busca Implacável’ e até mesmo ‘Beekeeper – Rede de Vinganças’ (estrelado por Statham) que se vale mais das boas mensagens de força e de união do que algo palpável e original.

O próprio Statham não parece nem querer se desvencilhar de outros papéis que encarnou, repetindo fórmulas e recitando clichês com uma expressão carrancuda, compreensiva e calculista, que não mede esforços para fazer justiça – mesmo quando ela requer medidas drásticas. De qualquer maneira, o charme e a presença do astro são significativamente fortes para que não prestemos atenção a essa construção monocromática e sejamos envolvidos em um domínio cênico invejável – e, bom, vê-lo dar uns socos aqui e ali é sempre um ótimo entretenimento.

O restante do elenco faz o mínimo para dar vida e humanidade aos arquétipos que interpretam – os preocupados pais que não sabem o que farão caso alguma coisa de ruim aconteça, vilões e asseclas sociopatas que enfrentam o protagonista com garras e dentes, e até mesmo a atmosfera conspiracionista que se apodera da trama no segundo ato serve como uma cortina personificada que transforma um simples enredo de sequestro em um suspense de proporções catastróficas. Há, inclusive, momentos entre certos personagens que ultrapassam os convencionalismos clássicos, emulando o teor obscuro e agourento de ‘John Wick’ em um rip-off barato.

Nem mesmo os aspectos técnicos procuram aliviar essa amálgama de banalidades, seja na cansativa e penosa fotografia de Shawn White ou na melodramática e insincera trilha sonora de Jared Michael Fry. O roteiro, por sua vez, acumula mais de quatro décadas de filmes de ação em uma condensação de calmaria, deixando que o carisma de Statham seja o verdadeiro trunfo e que, ao menos, isso deixe os espectadores satisfeitos. E, honestamente, é isso o que acontece – a despeito dos incontáveis equívocos que se dispõe no longa.

Resgate Implacável é formulaico do começo ao fim e previsível até mesmo para aqueles que nunca tiveram muita afinidade com o gênero. Mesmo mordendo a própria cauda ao se mostrar como mais um genérico de ação, o fato de termos Statham como o personagem titular diz muito sobre o seu teor – e é motivo o suficiente para nos levar ao cinema em uma celebração hedonista do nada.

Homem sério com taco em cartaz de filme

10 filmes para assistir e segurar a ansiedade antes dos jogos do Brasil na Copa do Mundo

Nossa seleção começará a caminhada rumo ao hexacampeonato na copa do mundo de futebol masculino. Para você que ama cinema e futebol, e está com aquela ansiedade na ponta da chuteira, segue abaixo uma lista de filmes para se acalmar e assistir antes dos jogos começarem:

 

Tetra: Acreditar de Novo (Netflix)

Documentário que nos leva até os bastidores da conquista da Copa do Mundo de Futebol Masculino, em 1994, pelo olhar dos jogadores daquela seleção.

 

F1 – O Filme (Apple Tv)

Na trama, acompanhamos a história de dois pilotos de uma equipe de Fórmula 1. Um deles é um jovem e talentoso piloto; o outro, experiente e marcado por traumas no passado. Juntos, eles buscam encontrar uma fórmula de sucesso para conseguir vencer como equipe.

 

Momentos Decisivos (Prime Video)

Na trama, acompanhamos um homem que, após uma punição no passado, é recrutado por um amigo de longa data para ser o novo treinador de basquete de um colégio situado em uma cidadezinha de Indiana, mudando a vida de todos, e a própria, através do esporte.

 

Untold: Crime e Infrações (Netflix)

No catálogo da Netflix, Untold: Crime e Infrações, mistura ação no gelo e máfia, mostrando um jovem cria um time de hóquei na cidade onde mora, causando um verdadeiro alvoroço em todos os jogos dessa equipe.

 

Nós Somos os Campeões (Disney Plus)

Lançado mais de 31 anos atrás, e buscando popularizar um esporte que não vemos muito por aqui no Brasil, o Hockey, chegou aos cinemas da época o emocionante e divertido filme Nós Somos os Campeões. A base da história, que veríamos mais desenrolares em outros dois filmes em sequência, gira em torno de um amargurado ex-atleta, agora advogado, que precisa cumprir serviço comunitário após um incidente, fato que o leva a ser o treinador de uma talentosa equipe juvenil de Hockey.

 

Nós derrotamos o Dream Team (HBO MAX)

No primeiro ano que os jogadores da NBA puderam disputar as olimpíadas, um verdadeiro time dos sonhos foi enviado até a Espanha para vencer com autoridade o evento no verão de 1992 em Barcelona. Durante os treinamentos, oito jovens astros do basquete universitário foram chamados para um jogo treino. Eles venceram o Dream Team.

 

O Chef (Filmelier Plus)

Na trama, acompanhamos uma noite conturbada na vida do experiente Chef Andy. Precisando lidar com problemas da sua equipe, e outras questões inesperadas, ao longo de uma noite o esgotamento se torna uma questão de tempo.

 

Agente Zeta (Netflix)

Yago (Mario Casas) é um agente da inteligência espanhola (CNI), de codinome Zeta, que está tirado um tempo de folga em um lugar isolado para cuidar de sua mãe. Quando uma série de assassinatos de ex-agentes, camuflados em embaixadas espanholas pelo mundo, começa a acontecer, Yago é chamado para rastrear um desses alvos que conseguiu sobreviver (Luis Zahera). A partir daí, seu destino se cruza com Alfa (Mariela Garriga), uma agente da inteligência colombiana, e, aos poucos, eles vão descobrindo verdades sobre um misterioso acontecimento fatal do passado que revelará enormes surpresas.

Crítica | ‘Agente Zeta’ – Top 1 do PRIME VIDEO é um competente ‘jogo de espiões’

 

Matar. Vingar. Repetir. (HBO MAX)

Irene (Michaela McManus) é uma mulher marcada pela perda traumática da filha, assassinada cruelmente por um serial killer. Com a vida destruída, ela passa a viajar por universos paralelos buscando eliminar repetidamente esse assassino. Em uma dessas jornadas, acaba conhecendo Mia (Stella Marcus), uma jovem que está destinada a se tornar uma das próximas vítimas do criminoso que matou sua filha.

 

Elway (Netflix)

Documentário lançado no fim do ano passado pela Netflix revela curiosidades sobre a vida e a carreira de um dos maiores nomes da história do futebol americano: John Elway.

Anna Faris diz que não foi convidada de volta para ‘Todo Mundo em Pânico 5’ por causa da “idade e do dinheiro”

Anna Faris se tornou uma grande estrela com a franquia ‘Todo Mundo em Pânico’.

Após a saída dos Wayans, ela estrelou ‘Todo Mundo em Pânico 3′ em 2003 e o filme arrecadou impressionantes US$ 220,7 milhões mundialmente, tornando-se a segunda maior bilheteria de toda a franquia. O filme aproveitou a popularidade de sucessos como O Chamado, Sinais e Matrix Reloaded, conquistando o público e mostrando que a marca ainda possuía enorme força comercial.

Três anos depois, Todo Mundo em Pânico 4 repetiu a fórmula e arrecadou mais US$ 178,7 milhões ao redor do mundo. Embora não tenha alcançado o desempenho do terceiro filme, o resultado confirmou que a série continuava extremamente popular mesmo sem os irmãos Wayans.

No quinto filme, o estúdio decidiu trocar a protagonista e Ashley Tisdale substituiu Anna Faris. O filme foi um desastre.

Em entrevista à Variety, Anna falou sobre o motivo de não ter voltado para a quinta parte da franquia:

“Bem, eu não fui convidada a voltar para ‘Todo Mundo em Pânico 5’. E acho que foi por causa da idade e do dinheiro. Acho que nunca recebi um salário comparável ao de um homem — tenho certeza que não, nem Regina. Não ganhávamos dinheiro de verdade.”, ela afirmou.

A atriz conta que o contrato com os Weinstein não a valorizava.

“Quando consegui o papel em ‘Todo Mundo em Pânico’, fechei um contrato para três filmes. Meu novo agente comemorou, mas eu não sabia o que isso significava. Significa que eles podem te prender a uma franquia de filmes e não te pagar muito. Recebi 65 mil dólares canadenses pelo primeiro filme, que sumiu rapidinho depois dos impostos e da comissão do agente. E aí não recebi quase nada pelo segundo nem pelo terceiro. Então, meus sentimentos em relação à franquia eram complicados, e eu me sentia muito arrogante se por acaso menosprezasse a enorme sorte que tive ao conseguir o papel de Cindy Campbell. Isso me fazia sentir horrível, como se tivesse sido envenenada pela fama; mas ao mesmo tempo, eu pensava: ‘Que se dane, se eu sou boa o suficiente para competir, que eu corra com os campeões!’. Sabe?”, ela disse.

Todo Mundo em Pânico 6‘ arrecadou impressionantes US$ 105.5 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Internacionalmente, o longa abriu com US$ 50.5 milhões através de 53 territórios – registrando um desempenho +75% acima do terceiro filme neste mesmo período, que mantenha o recorde da franquia.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o México (US$6.7M; maior estreia da história para uma comédia da Paramount), Reino Unido (US$5.5M), Alemanha (US$5.5M), Brasil (US$5.1M; maior estreia da história da Paramount) e França (US$3.2M).

Vale lembrar que o filme abriu com US$ 55 milhões nos EUA, tornando-se a maior estreia da história da franquia no país, superando ‘Todo Mundo em Pânico 4‘ (US$49.7M).

Crítica | Sexto capítulo da franquia ‘Todo Mundo em Pânico 6’ é uma TRESLOUCADA aventura que não deixa ninguém a salvo

É um excelente desempenho para um filme orçado em apenas US$ 30 milhões.

Com apenas 26% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o novo capítulo também parece ter dividido a opinião dos espectadores com uma nota C+ no CinemaScore. Para termos de comparação, esta é a segunda pior avaliação da saga, atrás apenas do quinto filme (C-).

O segundo e terceiro filme seguem empatados com a melhor recepção (B), seguidos de perto pelo longa original (B-).

Todo Mundo em Pânico 6‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

SAIBA MAIS » Todo Mundo em Pânico 6

Marlon Wayans comenta sobre SEQUÊNCIA de ‘As Branquelas’: “Se ‘Todo Mundo em Pânico 6’ for um sucesso”

O 6º filme da franquia tira sarro de filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, ‘Pânico‘, ‘Hereditário‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘Não! Não Olhe‘ e ‘Pecadores‘.

CinemaCon: Teaser de ‘Sonic 4’ com Amy Rose, Johnny Depp no trailer de ‘Um Conto de Natal’, ‘Todo Mundo em Pânico 6’; Assista aos comentários do painel!

Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) é responsável pela direção.

Crítica | Velhos Bandidos – Fernanda Montenegro e Ary Fontoura BRILHAM em ÓTIMA comédia nacional que estreou no Prime Video

Comédia é o gênero mais querido no Brasil. Não é achismo, é fato: os números de bilheteria dos filmes do gênero são frequentemente os maiores do circuito exibidor. Diante desse cenário, imagina o que aconteceria se alguém tivesse a brilhante ideia de reunir, numa mesma produção, dois dos maiores e mais longevos artistas do cenário brasileiro… e para fazer comédia! É exatamente esse o ponto de partida que resultou no filme ‘Velhos Bandidos’, grande lançamento no catálogo do Prime Video.

Um jovem casal de golpistas apaixonados – Sid (Vladimir Brichta, de ‘Bingo – O Rei das Manhãs’ e Nancy (Bruna Marquezine, de ‘Besouro Azul’) – vivem a vida aplicando golpes em idosos, vendendo-lhes passagens de cruzeiro para que, enquanto os clientes estejam fora, os dois fazem a limpa na casa deles. Fizeram isso com Rodolfo (Ary Fontoura, da sérieDois Irmãos’) e Marta (Fernanda Montenegro, de ‘Vitória’), porém, por uma infeliz coincidência – para eles – o casal de idosos acabou voltando para casa mais cedo e flagrou Sid e Nancy roubando seus pertences. O que os jovens não imaginavam era que Rodolfo e Marta também fossem golpistas, e, reféns na mão dos criminosos experientes, se vissem obrigados a embarcar no maior crime já cometido por eles: assaltar um banco.

Velhos Bandidos’ parte de um mote simples e bastante lugar-comum para deixar o espectador à vontade: sim, você já viu essa história antes, e tá tudo bem. Só que você não viu essa história contada aqui no Brasil, dessa forma, e com esse elenco que, por si só, já é uma enorme distração.

Nas diversas entrevistas concedidas pelo elenco na divulgação do filme todos foram firmes em responder que toparam o projeto porque Fernanda Montenegro havia topado. Até aí, não dá para julgar, né. A grande pergunta que fica é em que momento o diretor Cláudio Torres, que é filho de Dona Fernanda, olhou para a mãe e pensou “humm essa daí tem cara de bandida…”

Seja como foi, fato é que é o elenco que torna essa história, comum, em um diamante bruto nacional. Além dos nomes supracitados, a produção ainda conta com Tony Tornado, Lázaro Ramos, Hugo Bonèmer, Dhalia Lopes, Laila Garin, Vera Fischer, Guida Vianna, Nathália Timberg e tantos outros.

Por se tratar de uma comédia de ação, era importante que ambos os gêneros tivessem seus elementos contemplados no enredo de Cláudio Torres, Fábio Mendes, Renan Flumian e colaboração de Davi Torres, neto de Dona Fernanda. E sim, tá tudo bem balanceado: por um lado, as cenas de ação (um tanto quanto mirabolantes, a la ‘Missão Impossível’) e protagonizada pelo jovem casal entretém e convence em grau de dificuldade e veracidade da realização; no âmbito cômico, o palco é todo do outro jovem casal, Ary e Fernandona, que por tantas vezes já formaram casal em outras produções, aqui estão completamente adoráveis e à vontade, divertindo o público com a cara de pau com que fingem serem pobres coitados quando, na verdade, são dois pilantras. Ou como diz o detetive Oswaldo Aranha (Lázaro Ramos) em um dos momentos mais hilários do longa: [Fernanda Montenegro é uma] velha safada! Em tempo: essa fala foi improvisada.

A leveza e facilidade com que o elenco conduz ‘Velhos Bandidos’ delicia o público e entrega o melhor cinema pipocão nacional produzido nos últimos anos, e é, de longe, a melhor comédia brasileira do mesmo período. Uma grande produção com uma proeza dupla: entregar o melhor dos melhores atores brasileiros ao público e entregar um grande filme e uma grande homenagem a esses atores que merecem ser lembrados e homenageados sempre pelo audiovisual mundial.

Velhos Bandidos’ é diversão para todas as idades e deixa uma gostosa sensação de reunião familiar. Que venha uma continuação em breve!

Filme de ação com Jason Statham, roteiro de Stallone e diretor de ‘Esquadrão Suicida’ faz SUCESSO no streaming; Confira as críticas!

O filme de ação ‘Resgate Implacável‘ (A Working Man), estrelado por Jason Statham (‘Beekeeper: Rede de Vingança’), está fazendo sucesso no Prime Video e tem uma equipe de calibre. O filme atualmente está em 9º lugar entre os mais vistos do streaming.

A produção é dirigida por David Ayer (‘Esquadrão  Suicida’) à partir de um roteiro assinado por Sylvester Stallone – baseado no romance homônimo de Chuck Dixon.

Na trama, Levon Cade, um ex-agente de operações secretas, leva uma vida pacífica com sua filha como trabalhador de construção civil.

No entanto, Levon é forçado a usar seu antigo conjunto de habilidades para encontrar a filha adolescente de seu chefe e logo descobre uma conspiração criminosa que tem o potencial de causar estragos em sua vida tranquila.

O elenco ainda conta com David Harbour, Michael Peña, Jason Flemyng, Arianna Rivas, Noemi Gonzalez e Emmett J. Scanlan.

Resgate Implacável‘ abriu com apenas 59% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Com uma recepção divisiva, o consenso geral critica a originalidade da narrativa e de algumas cenas de ação, enquanto aclama a performance de Jason Statham (‘Beekeeper: Rede de Vingança’) como um protagonista competente do gênero.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Sempre digo isso quando critico um filme estrelado pelo Jason Statham: eu o considero mais interessante em suas cenas sem ação do que quando ele está explodindo bandidos em pedacinhos. Este filme não é diferente.” (Boston Globe)

“Alguns filmes [do diretor David Ayer] são muito bons, mas, cada vez mais, parece que ele está reciclando tramas antigas, do mesmo jeito que os filmes de ação lançados direto em VHS faziam no final do século XX.” (Variety)

“Embora não seja tão insano ou absurdo quanto ‘Beekeeper: Rede de Vingança’, este filme prova que Jason Statham e o diretor David Ayer devem continuar fazendo filmes de ação​​pelo maior tempo possível.” (Discussing Film)

“‘Resgate Implacável’ é tão sombrio quanto sua cinematografia. Embora esses visuais certamente combinem com o conteúdo do filme, não há nada de bom nele em outros aspectos para compensar.” (AV Club)

“Não estamos assistindo este filme para aprender uma lição, estamos aqui para um pouco de ultraviolência. E ‘Resgate Implacável’ faz isso muito bem.” (Associated Press)

“O carisma brilhante de Jason Statham está amplamente em evidência neste filme. Apesar de não convencer como um cidadão comum, ele é mais do que convincente como alguém que um bandido nunca deveria querer ver chegando.” (The Hollywood Reporter)

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Homem sério com taco em cartaz de filme