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3ª temporada de ‘Heartstopper’ chega ESTA SEMANA ao streaming!

A 3ª temporada de Heartstopper’ chega esta semana ao catálogo de Netflix.

O próximo ciclo tem estreia marcada para o dia 03 de outubro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Lembrando que Hailey Atwell (‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’) e Eddie Marsan (‘Magnatas do Crime’) foram confirmados nos novos episódios.

Atwell interpretará Diane, a tia do Nick (Kit Connor), enquanto Marsan interpretará Geoff, o terapeuta do Charlie (Joe Locke).

Baseada na graphic novel LGBTQ+ da autora Alice Oseman, que também atua como roteirista, a produção alcançou o TOP 10 da plataforma de streaming em mais de 50 países.

Na trama, “o meigo Charlie e o fã de rúgbi Nick se conhecem no colégio. Mas logo essa amizade improvável começa a se transformar em romance. Agora, Charlie, Nick e seu círculo de amigos precisam encarar essa jornada de autodescoberta e aceitação, apoiando uns aos outros e aprendendo a ser eles mesmos”.

Heartstopper‘ é sobre amor, amizade, lealdade e saúde mental. O enredo abrange todas as pequenas histórias das vidas de Nick e Charlie que, juntos, formam algo maior.

William Gao, Yasmin Finney, Corinna Brown, Kizzy Edgell e Jonathan Bailey também fazem parte do elenco.

‘Dr. Odyssey’, nova série de Ryan Murphy, ganha vídeo INÉDITO de bastidores; Confira!

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A ABC divulgou um vídeo inédito do drama médico ‘Dr. Odyssey‘, nova série criada de Ryan Murphy (‘American Horror Story’).

O material nos leva aos bastidores da produção.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

 

A produção já estreou nos Estados Unidos, mas ainda não chegou ao Brasil.

Max (Joshua Jackson) é o novo médico de bordo de um navio de cruzeiro de luxo onde a equipe trabalha duro e se diverte ainda mais. Tudo é possível enquanto Max e sua pequena, mas poderosa, equipe médica navegam por crises médicas únicas e uns aos outros, a quilômetros da costa.

Don Johnson (‘Miami Vice’), Sean Teale (‘The Gifted’) e Phillipa Soo (‘Iluminadas’) também estrelam a produção.

Murphy assina o roteiro ao lado de Jon Robin Baitz (‘Brothers & Sisters’)
e Joe Baken (‘Eu Sou Michael’).

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‘Calor Mortífero’: SUSPENSE com Joseph Gordon-Levitt chega ao streaming!

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O suspense ‘Calor Mortífero‘ (Killer Heat), estrelado por Joseph Gordon-Levitt (‘A Origem’), já está disponível no Prime Video.

A produção chegou à plataforma de streaming no último dia 26 de setembro.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Philippe Lacôte, o longa é baseado em um conto escrito por Jo Nesbø.

Em uma remota ilha grega, irmãos gêmeos (Richard Madden) batem de frente em um violento triângulo amoroso, o que resulta em consequências mortais. Logo, um detetive quebrado (Gordon-Levitt) é trazido para investigar o caso.

Shailene Woodley (‘Divergente’) também estrela a produção.

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Efeito ‘Rock In Rio’ | Artistas que tocaram no festival ‘explodem’ nos streamings

Faz uma semana que o Rock In Rio 2024 terminou, deixando muita saudade nos fãs e impactando diretamente no desempenho nos streamings musicais dos artistas que vieram para o festival.

Segundo levantamento feito pela plataforma Deezer, quem mais se beneficiou da vinda ao Rock In Rio foi Katy Perry. Vivendo uma fase de baixa na carreira, a diva pop montou uma estratégia para lançar seu novo álbum, 143, um dia antes de sua apresentação e impulsionou as músicas com um show completo.

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Rock In Rio

Passando pelos maiores sucessos de sua carreira, Katy viu seus números no streaming dispararem. Segundo a Deezer, ela teve um crescimento de 397% de streams em suas músicas, após o festival. Confira as mais ouvidas:

1.   Roar
2.  I’m His, He’s Mine*
3.  Firework
4.  Woman’s World*
5.  Dark Horse

*É interessante reparar como a estratégia funcionou e ela já emplacou duas canções do novo álbum na top 5 das mais ouvidas.

A segunda artista que se deu melhor com a repercussão de seu show no RIR foi Mariah Carrey. O natal chegou mais cedo para a cantora, que encantou a Cidade do Rock com seus vocais super-humanos. É engraçado ver que ela teve um aumento de 150% de streams antes de dezembro, quando seu hino natalino volta às paradas quase como uma tradição mundial da época.

Seus hits mais ouvidos foram:

1. Obsessed
2. We Belong Together
3. I Know What You Want (feat. Flipmode Squad)
4. It’s Like That
5. Touch My Body

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Rock In Rio

A terceira artista que mais teve aumento na procura foi Cyndi Lauper. Ícone dos anos 80, a cantora surpreendeu o público com sua energia e entregou uma das melhores performances do festival. Isso refletiu em um aumento de 116% nos streams de suas músicas na plataforma.

As mais ouvidas foram:

1.Girls Just Want to Have Fun
2. Time After Time
3. True Colors
4. All Through the Night
5. True Colors

Nomes como Ed Sheeran, Shawn Mendes e Akon, sendo este último o responsável por uma das apresentações mais caóticas da história do festival, também aparecerem no ranking do aumento de buscas. Vale destacar que os dados divulgados pela Deezer são equivalentes ao período de 1º de setembro a 23 de setembro de 2024.

No fim das contas, muitos fãs do Rock In Rio criticaram a escalação de artistas que andavam meio sumidos da mídia, mas isso acabou sendo muito benéfico para suas carreiras. Dar palco novamente a uma galera que estava em baixa trouxe holofotes para eles. Ou seja, objetivo cumprido.

Crítica | ‘Transformers: O Início’ é o filme que os fãs não sabiam que precisavam

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Lançado nesta semana, Transformers: O Início é espetacular. A primeira animação dos robozões a ir para os cinemas desde a década de 1980 fez valer o tempo de espera com uma aventura cheia de diversão, ação e carisma.

A trama acompanha a jornada de Orion Pax e B-16, dois robôs mineradores de Cybertron, que passam seus dias tentando encontrar formas de melhorar de vida. Por mais que haja um leve esforço no início para mascarar, é muito explícito que esses dois operários são Optimus Prime e Megatron em seu ‘início de carreira’, por assim dizer. E ao longo da trama, a mitologia dos Transformers é explicada e desenvolvida de forma bastante orgânica, o que enche os olhos de qualquer fã.

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Mas é preciso destacar a sensação de carinho que esse filme transmite. Ele parece ter sido pensado nos mínimos detalhes para mexer com os fãs. Os visuais são diferentes do que o público está acostumado e vão se adaptando para aquele porte mais detalhado, é uma forma visual muito eficaz de demonstrar a evolução dos personagens, que vão ganhando experiência e maturidade conforme a trama avança. E os visuais finais conseguem manter a personalidade do longa e ainda assim remeterem aos designs de diferentes gerações dos Transformers. É algo que somente uma pessoa apaixonada pela franquia poderia fazer.

Só que o ponto mais legal é mesmo a relação entre Orion e B-16. A situação deixa de ser aquele ódio irracional e ganha motivações críveis e até mesmo coerentes. E realmente cativa ver como Optimus e Megatron parecem ter construído suas personalidades tendo um como base do outro.

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O Orion Pax é impulsivo, imaturo e inconsequente. É possível que sua maior característica, que é inspirar esperança nos corações daqueles que o seguem, sempre esteve presente ali. Só que ele se complicava na hora de se fazer ser ouvido justamente porque estava colocando os empregos – e as vidas – de seus amigos em risco por conta de seus sonhos de grandeza e de uma condição melhor. Ao longo da trama, ele aprende que seus atos geram consequências e que não é justo fazer com que outros sofram por suas escolhas. Ver essa maturidade e o altruísmo nascendo no futuro líder dos Autobots é sensacional.

Já o B-16 é muito mais certinho que sua versão futura. Aquele Megatron sarcástico, desprezível, trapaceiro e cego de ódio começou como um jovem muito fiel ao sistema em que estava inserido. Iludido pela meritocracia, ele sempre focou no trabalho como forma de deixar para trás a miserável vida de minerador. Só que ele foi a principal vítima das ações de seu camarada Orion. Toda vez que ele se esforçava, Pax o envolvia em alguma furada e ele era rebaixado. Assim, o filme trabalha muito bem essa perda de paciência com o amigo e a corrupção pelo poder. É curioso também como a origem dos Decepticons nasce justamente de um sentimento de indignação com uma traição imperdoável, mas essa passaria a ser uma característica desse grupo com o passar dos anos. Megatron, infelizmente, fica cego pelo ódio e se torna aquilo que jurou destruir.

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Com essa relação entre os dois, o filme tinha tudo para ser extremamente denso. E apesar de ter uma pegada mais séria, ele é equilibrado por um tagarela e irritantemente carismático Bumblebee. Uma das confusões do filme é se ele se integra ou não com os filmes do Michael Bay. Parece que eles mudam de ideia a cada nova entrevista, mas é um fato que ele se vale de ideias pré-estabelecidas do público sobre os personagens para brincar com eles. E isso acontece brilhantemente com o Bee.

Sua principal característica neste século é se comunicar por meio do rádio, já que seu comunicador é permanentemente danificado. Já em ‘O Início’, ele é uma matraquinha imparável. Após anos de solidão, ele enfim tem com quem conversar e aproveita cada segundo para não calar a boca. Sério, ele carrega o humor do filme nas costas e intensifica situações cômicas, como os momentos deles aprendendo a usar suas novas habilidades. É dele também que surgem algumas das melhores sequências de ação. No entanto, é bom ressaltar que a direção se controla ao máximo para não deixar que ele tome o protagonismo. O Bumblebee é um poço de carisma e, assim como o Michelângelo nas Tartarugas Ninja, é muito fácil e tentador deixar a história virar sobre ele. E, felizmente, isso não acontece aqui. Ele é um coadjuvante de luxo que não ofusca o protagonismo de Orion e B-16.

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Vale destacar o trabalho de dublagem aqui. O elenco é composto por muitos star talents, mas dois deles foram surpreendentemente excelentes no trabalho. Klebber Toledo deu ao Sentinel Prime um ar canastrão que casou perfeitamente com o personagem, que é retratado como um ídolo dos robôs. E Marcus Eni, que não sei nem mais se dá para chamar de star talent, porque ele vem crescendo bastante na dublagem nacional. Ele dá ao Bumblebee um ar jovial sensacional.

Enfim, em tempos nos quais o público parecia estar um tanto fadigado dos Transformers, surge essa nova saga animada para desenvolver a história dos robôs sem a interferência dos humanos, mostrando que ainda há muito desse mundo a ser explorado e trabalhado nas telonas. É um filmaço e uma das melhores coisas já feitas com os Transformers nos cinemas.

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Transformers: O Início está em cartaz nos cinemas.

Anthony Mackie enfrenta criaturas PERIGOSAS no trailer do suspense pós-apocalíptico ‘Elevation’; Confira!

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Elevationthriller de ação pós-apocalíptico estrelado por Anthony Mackie (‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’) e Morena Baccarin (‘Destruição Final: O Último Refúgio) ganhou seu primeiro trailer.

O longa chega aos cinemas estadunidenses no próximo dia 08 de novembro, ainda sem confirmação de estreia no Brasil.

Confira:

O filme é dirigido por George Nolfi, com roteiro assinado por Kenny RyanJacob Roman.

Ambientado nas Montanhas Rochosas em um cenário totalmente pós-apocalíptico, a trama acompanha um pai solteiro e duas mulheres devem sair da segurança de sua casa para enfrentar criaturas monstruosas para salvar a vida de uma criança.

Maddie HassonTony GoldwynDanny Boyd Jr. completam o elenco.

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’: Giancarlo Esposito revela que o vilão terá poderes

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‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ apresentará o vilão Seth Voelker, também conhecido como Coral, interpretado por Giancarlo Esposito.

Em uma recente entrevista ao programa TV TODAY, o ator revelou detalhes sobre a ameaça que seu personagem representa, destacando que ele possui poderes especiais.

“Ele tem algumas habilidades únicas. Não vou entrar em detalhes agora, mas vocês poderão vê-las mais adiante. Estou muito animado com este filme”, afirmou Esposito.

Nos quadrinhos, Coral era originalmente um professor de economia antes de se envolver no mundo do crime, onde se torna o líder da Sociedade da Serpente. Embora não tenha poderes sobrenaturais, ele é dotado de um intelecto excepcional e possui um manto que permite o teletransporte.

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Lembrando que ‘Capitão America: Admirável Mundo Novo’ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Anthony Mackie, Danny Ramirez, Carl Lumbly, Tim Blake Nelson, Shira Haas, Harrison Ford e Liv Tyler estrelam.

Confira o trailer:

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Andrew Garfield revela atores com quem sonha em trabalhar

Andrew Garfield, estrela do cinema conhecido por trabalhos como ‘Até O Último Homem’ e ‘O Espetacular Homem-Aranha’, falou recentemente sobre seus futuros projetos, revelando com quais atores gostaria de contracenar.

Durante uma entrevista ao The Hollywood Reporter, ele disse: “Meu Deus. Por onde eu começo? Jesus Cristo. Atores da geração mais velha como Meryl [Streep]. Eu estive em um filme com a Meryl, mas nunca trabalhei com ela. Al Pacino, Robert De Niro, Dustin Hoffman, Daniel Day-Lewis, se ele decidir trabalhar de novo. Robert Duvall, Gene Hackman. Tive a oportunidade de trabalhar com Robert Redford, Philip Seymour Hoffman, Vincent D’Onofrio, Linda Emond e Sally Field. Essas são as pessoas que sinto serem as guardiãs da profundidade da atuação”.

Ele continuou: “Existem outras pessoas, é claro, da minha geração e mais jovens. Acabei de ver Colman Domingo em Sing Sing — um dos meus filmes favoritos de todos os tempos até agora. Tive a chance de trabalhar com Zendaya [em Spider-Man: No Way Home], que é simplesmente maravilhosa. Eu adoraria trabalhar com ela de novo”.

Garfield também destacou: “Quero trabalhar com meus amigos. Nunca trabalhei com Eddie Redmayne, Charlie Cox ou Tom Sturridge. Cillian [Murphy]. Fiz um teste de câmera com Cillian uma vez e Ben Whishaw, o que foi muito empolgante. Há certas pessoas na geração mais jovem que também acho muito interessantes. Obviamente, Timothée Chalamet é incrível. E Austin Butler é ótimo. Eu adoraria trabalhar de novo com minha amiga Laura Dern. É realmente, realmente sem fim. Fiquei tão feliz por ter trabalhado brevemente com Ayo [Edebiri em After the Hunt], que eu amo, e ter feito um trabalho real com Julia [Roberts], que foi uma experiência celestial”.

Ele concluiu destacando: “E Tom Hanks. Isso também faz parte do meu sonho. Eu adoraria trabalhar com Will Ferrell, que conheci recentemente. Steve Carell. Ryan Gosling, eu adoraria trabalhar com ele. Fiz um teste de câmera com Ryan há 20 anos e desde então queria fazer algo com ele. Ele é muito inspirador para mim”.

Vale lembrar que o romance ‘Todo Tempo Que Temos’ (We Live In Time), da A24, será o próximo longa do astro, onde ele contracenará com Florence Pugh (‘Adoráveis Mulheres’).

O filme é dirigido por John Crowley, com roteiro assinado por Nick Payne.

We Live in Time acompanha o encontro surpresa de Almut (Pugh), uma chefe de cozinha espirituosa e indomável, com Tobias (Garfield), um recém-divorciado que tenta colocar sua vida em ordem. Os dois logo provam que duas pessoas completamente opostas podem encontrar em suas diferenças um amor, mudando suas vidas para sempre. No entanto, o que parecia um encontro perfeito, que se tornou um lar e logo uma família, é abalado por uma verdade escondida por anos, que irá colocar em risco o amor e todas as conquistas do casal.

Adam JamesMarama CorlettAoife HindsNikhil ParmarHeather CraneyKara Lynch completam o elenco.

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‘Smallville’: James Marsters revela se voltaria a interpretar Brainiac na nova série

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James Marsters, que interpretou o icônico Brainiac emSmallville, falou recentemente sobre a possibilidade de reprisar o papel do vilão na sequência animada da série, atualmente em desenvolvimento com Tom Welling e Michael Rosenbaum.

Em uma entrevista ao Screen Rant, Marsters destacou comoSmallville é uma série especial: “Ah, sim, definitivamente. Eu acho que Smallville foi a versão mais inteligente do personagem Superman que eu já vi”.

Ele continuou, detalhando os desafios de escrever sobre o Superman: “O Superman é um personagem muito difícil de desenvolver porque ele é invulnerável. O heroísmo é quando eu ajudo alguém, mesmo que precise sacrificar algo. Essa é a definição. Em um filme de herói, a parte mais emocionante é quando o herói arrisca a vida para salvar alguém, mas isso é impossível com o Superman. Ele sempre ficará bem, a menos que a kryptonita entre em cena. Todos os filmes do Superman fazem isso; sempre tem kryptonita por perto, e ele precisa arriscar a morte para agir. Porém, em uma série de televisão, você não pode usar kryptonita toda semana. Isso se torna redundante rapidamente e acaba soando clichê”.

Marsters então elogiou a inteligência da série: “Eles evitaram esses clichês ao não focar na vulnerabilidade física do Clark, que quase não existe. Era tudo sobre o fato de que ele era um adolescente vulnerável a muitas coisas, permitindo explorar a vulnerabilidade emocional do Superman. Eu pensei: ‘Ok, vocês resolveram isso. É assim que se faz.’ E conseguiram manter a série por dez anos sem ser redundantes ou repetitivos”.

Ele concluiu: “Diante disso, eu adoraria fazer mais disso”.

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Vale lembrar que a animação derivada de Smallville pode demorar a ser lançada, como revelou Rosenbaum durante a Nashville Comicon.

Questionado sobre o desenvolvimento da produção, ele disse que:

Tom e eu continuamos trabalhando na série animada de ‘Smallville‘. É algo que estamos tentando fazer há um bom tempo. E vai levar um bom tempo [para estrear]. Mas os criadores de ‘Smallville’ estão nos apoiando e querem fazer parte disso. E nós, você sabe, quando for a hora certa, vamos lançar. Já temos alguns sroryboards soltos por aí que fizemos com um artista incrível.”

Anteriormente, o astro já havia comentado sobre o assunto em uma entrevista para o Screen Rant.

Apesar de não entregar nenhum detalhe, o intérprete de Luthor disse que o projeto só será lançado “no momento certo”, devido às atuais demandas na DC Studios.

“Tudo o que posso compartilhar é que é uma ótima ideia. Temos o apoio de Al Gough e Miles Millar, os criadores de ‘Smallville. Quando chegar a hora certa, gostaríamos de fazer isso; mostrar para a Warner Bros. Mas tem que ser a hora certa, e agora não é o momento.”

Ele continuou:

“Tivemos a greve, tivemos uma mudança de executivos na DC – um deles sendo um dos meus melhores amigos no mundo, James Gunn. Vai acontecer quando chegar a hora certa, acho que é algo óbvio, a menos que eles tenham outras ideias. Gostaríamos de fazer isso – todo o elenco gostaria de fazer. Eles dariam voz aos seus próprios personagens da série, e já temos um conceito do que é a série.”

Uma das séries pioneiras na adaptação dos quadrinhos para a TV, ‘Smallville‘ permaneceu no ar entre 2001 e 2011.

O elenco também contava com Allison Mack (Chloe Sullian), Kristin Kreuk (Lana Lang), Annette O’Toole (Martha Kent), John Schneider (Jonathan Kent), John Glover (Lionel Luthor) e Justin Hartley (Oliver Queen).

Exibida originalmente na The Warner Bros TV, a série teve 217 episódios.

No Brasil, foi exibida pela Warner Channel e pelo SBT.

Relembre a abertura:

‘Harry Potter’: Reality show gastronômico da franquia ganha trailer e data de estreia!

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Harry Potter: Wizards of Baking’, um reality show inspirado na criação de J.K. Rowling, está prestes a estrear no Max. Com foco na gastronomia do icônico mundo bruxo, a série acaba de ganhar seu primeiro teaser e uma data de lançamento.

A produção estreia no Max no dia 14 de novembro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Produzido em parceria entre a Food Network e o Max, o programa apresenta chefs confeiteiros inovadores que serão desafiados a criar doces inspirados na saga de Harry Potter.

As gravações ocorreram nos estúdios da Warner em Londres, proporcionando aos competidores acesso exclusivo aos cenários dos oito filmes.

Os apresentadores da série são James e Oliver Phelps, conhecidos por seus papéis como Fred e George Weasley.

Os jurados incluem a renomada Carla Hall e o talentoso Jozef Youssef, além de convidados especiais do universo de Harry Potter, como Warwick Davis (Professor Flitwick), Evanna Lynch (Luna Lovegood) e Bonnie Wright (Ginny Weasley).

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10 curiosidades de “Garfield: O Filme”, uma aventura infantil chatíssima

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Lançado há 20 anos, o filme em Live Action do Garfield foi um delírio coletivo. Vindo em uma época em que o CGI era uma ferramenta fascinante, o filme não se preocupou em ter um roteiro, tendo investido muito mais no visual do que na trama.

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Apesar de ser assustadoramente ruim, o filme fez uma bilheteria decente e conquistou até mesmo alguns fãs. Mas o fato é que o longa foi tratado com desconfiança até pelos atores envolvidos. Porém, como o filme tem essa memória afetiva positiva para alguns, o CinePOP separou 10 curiosidades que você talvez não conheça sobre o longa. Confira!

Alteração

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Garfield foi concebido como um filme de animação 2D, e seria uma história de amor do gato laranja. Só que, a pedido do estúdio, o projeto foi alterado para um filme live Action, com um protagonista feito em CGI e com uma história sobre a amizade de Garfield e Odie.

Elenco

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O Jon do filme é interpretado por Breckin Meyer, e ele até que vai bem no papel de humano devagar. Porém, a ideia original era contar com Jim Carrey no papel. Mas o humorista recusou.

Conflito de agenda

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Jim Carrey recusou e eles partiram para Breckin Meyer, certo? Errado! A segunda opção para viver o Jon era o humorista Ben Stiller, e ele esteve bem próximo de fechar. No entanto, ele acabou recusando porque teria conflito de agenda com as filmagens de Entrando Numa Fria Maior Ainda.

Ousados

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Antes da produção chegar a Bill Murray, eles tentaram nomes ainda mais inesperados para o papel do Garfield. A escolha inicial era ninguém menos que Jack Nicholson, mas não rolou. Depois, consideraram John Goodman, que não tinha agenda. E aí chegaram ao Bill Murray.

Confusão

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Bill Murray é o grande nome do elenco. Inclusive, muita gente ficou sem entender o que diabos ele estava fazendo nesse filme. E a história de como isso aconteceu é incrível. O roteirista do longa é Joel Cohen. Quando recebeu o roteiro, ele achou que era escrito por Joel Coen, dos prestigiados Irmãos Coen. Com isso em mente, ele não pensou duas vezes e disse que estava dentro. Quando ele percebeu que tinha confundido os roteiristas, já era tarde demais.

Embarcado

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A maioria das falas do Garfield foram gravadas por Bill Murray dentro do barco, enquanto gravava A Vida Marinha com Steve Zissou, do Wes Anderson.

Elaborado

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O Garfield em CGI foi outro grande chamariz desse filme. No fim das contas, ele teve mais de 400 cenas em CGI gravadas, o dobro que o Gollum, em O Senhor dos Anéis: As Duas Torres.

Coincidências

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Bill Murray e Lorenzo Music compartilham uma curiosidade nas carreiras: ambos já interpretaram o Garfield e o Dr. Peter Venkman. Murray foi o Peter original dos Caça-Fantasmas e o Garfield no Live Action. Já Music foi o Garfield em Garfield e os Seus Amigos, e o Peter na animação dos Caça-Fantasmas.

Primeira vez

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O Garfield de CGI trouxe uma novidade simples, mas marcante, para o personagem. Foi a primeira vez que ele abriu a boca para falar. Nas tirinhas, ele fala pelo balãozinho, sem abrir a boca. Já na animação dos anos 80, ele era narrado. No filme de 2004, ele abriu a boca e gesticulou pela primeira vez.

Bom retorno

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Com orçamento estimado em 50 milhões de dólares, Garfield: O Filme foi considerado um sucesso, já que arrecado mais de 203 milhões de dólares. Isso garantiu ao filme uma sequência que foi mal demais nas bilheterias.

Garfield: O Filme está disponível no Disney+.

‘Stranger Things’: Gaten Matarazzo promete emoções fortes na última temporada

Gaten Matarazzo, que interpreta Dustin Henderson em Stranger Things, comentou recentemente sobre a próxima e última temporada do sucesso da Netflix, que está prevista para retornar em 2025.

Em uma entrevista ao The Direct, Matarazzo insinuou que os episódios finais colocarão o grupo — e a cidade de Hawkins — à prova.

“O resto da cidade, obviamente, agora está finalmente ciente de que coisas loucas estão acontecendo…” revelou Matarazzo. “Acho que a vibe que conhecemos e amamos sobre esse grupo continua, com suas aventuras e, claro, o objetivo final de parar tudo isso e impedir que o Mundo Invertido se infiltre. Mas tudo isso ocorre em meio a alguns golpes muito sérios para o grupo. Dustin, por exemplo, sofreu uma perda significativa no final da quarta temporada, e você presenciou a morte de um amigo muito, muito próximo…”.

Matarazzo também comentou sobre o cronograma: “O plano é que as pessoas assistam definitivamente no próximo ano. Esse é o objetivo. E sempre há contratempos. Sempre surgem imprevistos ao fazer uma temporada, especialmente uma tão grandiosa. Portanto, não há garantias, mas acho que o próximo ano é uma aposta segura”.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

‘Hold Your Breath’: Sarah Paulson reflete sobre sua personagem em novo filme de terror

Prenda a respiração

A estrela Sarah Paulson comentou recentemente sobre Hold Your Breath, seu próximo filme de terror ambientado na década de 1930 em Oklahoma, durante a Grande Depressão.

Em uma entrevista ao ComicBook, Paulson revelou: “Surpreendentemente, fiz muito menos pesquisa do que você poderia imaginar, porque não queria estar à frente da experiência da personagem e não queria ser apenas uma espectadora. Pensei que seria melhor estar imersa na realidade dela, em vez de ter um entendimento superficial do que aconteceu”.

Ela continuou: “O que me surpreendeu foi que eu só conhecia o tema a partir do que aprendi na escola, mas já faz muito tempo que não estou lá. Assisti ao documentário de Ken Burns, The Dust Bowl, que foi extremamente informativo. Era como olhar para os rostos de pessoas mais velhas enquanto elas compartilhavam suas experiências; isso foi realmente útil para mim, pois consegui ver e sentir a emoção e o terror em seus olhos. Foi algo profundo, e pensei muito nisso durante as filmagens”.

Ela ainda pontuou: “O que mais me surpreendeu foi perceber o quanto dessa situação foi resultado da ação humana. A rápida sucessão de secas, que não cessavam, combinada com a superexploração da terra, levando à erosão do solo, criou a oportunidade para que isso acontecesse. Eu não reconhecia o quanto disso era autoinduzido”.

Paulson ainda refletiu sobre como sua personagem, Margaret, a afetou de maneira que a fez sentir-se intrinsecamente ligada ao papel.

“A verdade é que, se sou honesta, tenho mais em comum com Margaret do que não tenho. Vamos dizer que sou uma pessoa bastante tensa, com muitas tendências controladoras, e estou bem ciente disso, enquanto talvez Margaret não tenha essa consciência”, admitiu a atriz.

Ela concluiu: “Eu realmente compreendi a ideia de querer manter tudo sob controle para evitar que tudo desmoronasse. Entendi essa parte do seu pensamento muito bem. Isso ficou comigo porque, essencialmente, é quem eu sou”.

Com estreia marcada para o dia 3 de outubro, no Hulu, a trama é ambientada em meio às terríveis tempestades de poeira da década de 1930, em Oklahoma, enquanto uma mulher (Paulson) se convence de que uma presença sinistra está ameaçando sua família.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Ebon Moss-Bachrach, Amiah Miller e Annaleigh Ashford.

Karrie Crouse e William Joines são responsáveis pela direção.

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Filme de Martin Scorsese sobre Jesus é Adiado

O filme sobre Jesus Cristo, dirigido por Martin Scorsese, teve uma atualização decepcionante: segundo a Variety, a produção foi adiada e não será filmada este ano.

De acordo com a reportagem, esse longa continua sendo o próximo projeto de Scorsese, mas as filmagens, que estavam previstas para começar no final do ano, foram postergadas, embora o projeto ainda permaneça em desenvolvimento.

Além disso, a biografia de Frank Sinatra, outro filme em que o cineasta está trabalhando, também sofreu adiamentos.

Lembrando que segundo o Word Of Reel, o astro Andrew Garfield foi confirmado no elenco do filme sobre Jesus Cristo. Miles Teller também está cotado para o projeto, mas sua participação ainda é incerta.

Scorsese está financiando o filme de forma independente, baseado no livro de 1973 de Shūsaku Endō, e será um dos projetos mais baratos do cineasta que ficou marcado pelas grandes produções.

O longa terá aproximadamente 80 minutos de duração e se concentrará nos ensinamentos centrais de Jesus de uma maneira que explora os princípios sem fazer proselitismo. As filmagens estão planejadas para ocorrer em Israel, Itália e Egito.

O roteiro foi finalizado em colaboração com o crítico e cineasta Kent Jones e se passará principalmente nos dias atuais, embora Scorsese tenha expressado o desejo de que o filme tenha uma sensação atemporal, sem ficar preso a um período específico.

Durante uma entrevista ao America Magazine, Scorsese compartilhou que teve essa inspiração após um encontro com o Papa Francisco em 2023. “Estou refletindo sobre o que o Papa Francisco escreveu e a ideia de tornar Jesus acessível, não o colocando em uma parede, numa pintura ou numa janela de vitral. Jesus imediato, conosco agora, bem na sala onde estamos conversando. E lidando com a acessibilidade de quem Jesus é e continua sendo em nossas vidas. Portanto, estou pensando em um filme que pode ser parcialmente contemporâneo, parcialmente antigo, ainda não tenho certeza.”

Scorsese aproveitou para compartilhar atualizações do filme: “Já criamos um roteiro, eu e [colaborador de longa data] Kent Jones. Espero começar a filmar alguma parte em abril para dar início ao projeto.”

Scorsese também explicou como seu filme será diferente dos filmes que conhecemos sobre Jesus Cristo: “Mas não seria uma narrativa convencional da vida de Jesus de forma alguma. Seria algo que nos fizesse pensar em Jesus no presente. E de uma maneira diferente também. Parte disso seria baseado no que Shūsaku Endō escreveu em seu livro “A Vida de Jesus”. Achei muito interessante como ele aborda isso a partir de uma perspectiva asiática para nos fazer ver Jesus de outra forma, e como isso se relaciona com nossas vidas agora. E como sempre será algo crucial em nossas vidas.”

O mais recente trabalho de Martin Scorsese, ‘Assassinos da Lua das Flores’, está disponível no Apple TV.

Estrelado por Leonardo DiCaprio, Robert De Niro e Lily Gladstone, o longa é baseado no romance best-seller de não-ficção escrito por David Grann e acompanha a jornada da tribo indígena Osage, que vê vários de seus membros assassinados após a descoberta de petróleo sob o solo de sua reserva, na década de 1920. Quando os homicídios tomam proporções gigantescas, agentes do FBI se infiltram na região para expor uma grande conspiração. 

Crítica com Spoilers | ‘Assassinos da Lua das Flores’ é o filme mais NECESSÁRIO do ano

 

O grandioso elenco ainda conta com Brendan Fraser, John Lithgow, Jesse PlemonsJason IsbellSturgill SimpsonLouis CancelmiWilliam Belleau, Tatanka MeansMichael Abbott Jr.Pat Healy e Scott Shepherd.

‘Chucky’: Série baseada na franquia ‘Brinquedo Assassino’ é CANCELADA após 3 temporadas

De acordo com o Variety, USA Network e Syfy cancelaram oficialmente a série ‘Chucky‘, baseada na franquia ‘Brinquedo Assassino‘, depois de apenas três temporadas.

O site afirma que os produtores discutiram a possibilidade da produção retornar para uma última temporada ou até mesmo um filme para encerrar sua narrativa, mas as negociações não obtiveram resultado.

“Estou de coração partido com a notícia de que ‘Chucky’ não retornará para uma quarta temporada, mas sou muito grato pelos três anos maravilhosos que tivemos,” declarou Don Mancini, criador da franquia. “A incrível campanha para a renovação da série realmente aqueceu nossos corações. Chucky irá retornar! Ele SEMPRE retorna.”

Através do seu Twitter, Mancini voltou a prometer: “Ele retornará.”

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.

‘O Poderoso Chefão’: Coppola impôs EXIGÊNCIAS AUDACIOSAS para dirigir a sequência

Quando Francis Ford Coppola foi abordado para dirigir O Poderoso Chefão: Parte II’, ele impôs três exigências que revelaram sua determinação em manter o controle criativo e a integridade artística do projeto.

A primeira e mais importante exigência de Coppola foi a proibição de qualquer interferência do estúdio, especialmente de Robert Evans, chefe da Paramount. Ele exigiu que ninguém pudesse ler o roteiro ou oferecer sugestões, garantindo que sua visão para o filme permanecesse intacta.

Coppola pediu um salário de 1 milhão de dólares, um valor significativamente alto para a época. Essa exigência não apenas refletia seu status como diretor, mas também assegurava que ele fosse recompensado de forma justa por sua contribuição ao projeto.

A última demanda foi que o filme mantivesse o título ‘O Poderoso Chefão: Parte II’, em vez de receber um novo nome. Isso foi controverso, pois a Paramount temia que o público pensasse que era apenas uma continuação direta do primeiro filme. No entanto, Coppola sabia que essa escolha ajudaria a consolidar o filme como um capítulo essencial da saga.

As exigências foram aceitas, e Coppola criou uma verdadeira obra-prima que se eternizou como um dos maiores clássicos do cinema.

A lendária e clássica trilogia de ‘O Poderoso Chefão‘ está disponível no Disney+.

Relembre as sinopses de cada filme:

O Poderoso Chefão’ (1972): Uma família mafiosa luta para estabelecer sua supremacia nos Estados Unidos depois da Segunda Guerra Mundial. Uma tentativa de assassinato deixa o chefão Vito Corleone incapacitado e força os filhos Michael e Sonny a assumir os negócios.

O Poderoso Chefão – Parte II (1975): Após a máfia matar sua família, o jovem Vito foge da sua cidade na Sicília e vai para a América. Vito luta para manter sua família. Ele mata Black Hand Fanucci, que exigia dos comerciantes uma parte dos seus ganhos. Com a morte de Fanucci, o poderio de Vito cresce, mas sua família é o que mais importa para ele. Agora baseado no Lago Tahoe, Michael planeja fazer incursões em Las Vegas e Havana instalando negócios ligados ao lazer, mas descobre que aliados como Hyman Roth estão tentando matá-lo.

O Poderoso Chefão – Parte III’ (1991): Don Michael Corleone está envelhecendo e, com a ajuda do sobrinho Vicente Mancini, busca a legitimação dos interesses da família, em Nova York e na Itália, antes de sua morte. Mas seu protegido não está só interessado em parte do império da família. Ele também deseja a filha de Michael, Mary.

Marlon BrandoAl PacinoJames CaanRichard CastellanoRobert DuvallSterling HaydenJohn MarleyRichard Conte e Diane Keaton fizeram parte do elenco.

Crítica | ‘Oeste Outra Vez’ – BRILHANTE faroeste brasileiro recheado de diálogos impagáveis [CineBH 2024]

Cena de 'Oeste Outra vez', exibido no CineBh 2024
Cena de 'Oeste Outra vez', exibido no CineBh 2024

Dos assobios iniciais ao amplo contexto de homens e suas fragilidades, o longa-metragem Oeste Outra Vez é uma cirúrgica equação rumo ao caos. Escrito e dirigido por Érico Rassi, o projeto atravessa a iminência pelo trágico transformando os momentos anteriores das grandes ações em verdadeiras percepções das vulnerabilidades. Rodado em 2019, na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, essa é história que logo domina a nossa atenção, se mantendo assim do início ao fim.

Cena de 'Oeste Outra vez', exibido no CineBh 2024
Cena de ‘Oeste Outra vez’, exibido no CineBh 2024

Na trama, conhecemos o amargurado Totó (Ângelo Antônio), dono de um bar decadente, que após ser abandonado pela companheira, resolve acertar as contas com um outro morador da cidade onde mora, Durval (Babu Santana). Totó então contrata Jerominho (Rodger Rogério), que diz ser um competente pistoleiro, para matar Durval. Mas as coisas não saem conforme o planejado, levando essa história para uma série de desencontros rumo às profundezas da solidão.

Cena de 'Oeste Outra vez', exibido no CineBh 2024
Cena de ‘Oeste Outra vez’, exibido no CineBh 2024

Tudo passa, nada fica. Muito bem filmado, e com diálogos maravilhosos, essa espécie de faroeste brasileiro bebe da fonte dos irmãos Coen – de Fargo principalmente – mas mostrando personalidade e originalidade em toda a condução da surpreendente narrativa. Nesse sertão caracterizado como uma terra sem lei, onde pulsa o acaso, ações com opostos desejados se tornam recorrentes, porém longe de redundâncias. Em um dos seus inúmeros méritos, percebemos uma fotografia que conversa a todo instante com o estado emocional dos personagens.

Cena de 'Oeste Outra vez', exibido no CineBh 2024
Cena de ‘Oeste Outra vez’, exibido no CineBh 2024

A partir do silêncio, de uma solidão nas linhas da amargura, se constrói e logo desconstrói, com subtramas ganhando espaço seguindo um discurso que pisa com força no tragicômico. Nessa pequena obra-prima do cinema brasileiro, personagens acumulam as emoções de uma frágil masculinidade se tornando nômades das próprias inconsequências. Pra jogar luz e compreensão a tudo isso, além e outros elementos – como a notória e já comentada radiante fotografia – uma marcante trilha sonora abrilhanta o equilibrado ritmo pelas imagens e movimentos.

Cena de 'Oeste Outra vez', exibido no CineBh 2024
Cena de ‘Oeste Outra vez’, exibido no CineBh 2024

Oeste Outra Vez, grande vencedor do Festival de Gramado esse ano, foi um dos selecionados para a Mostra Vertentes do CineBh 2024. Um filme que atravessa nosso refletir de várias formas ampliando o contexto através de personagens em conflitos que caminham passo a passo para o centro do tabuleiro emocional onde a solidão é um oasis corriqueiro.

Crítica | ‘Sariri’ – Filme chileno apresenta as crenças das tradições e o confronto com a realidade [CineBH 2024]

Cena do filme 'Sariri', exibido no CineBH 2024
Cena do filme 'Sariri', exibido no CineBH 2024

A crença das tradições e o confronto com a realidade. Abordando várias questões femininas por meio de duas irmãs oprimidas pelo machismo de todo um entorno onde vivem, sem esquecer de alcançar novas possibilidades através das tradições e fantasia, a cineasta chilena Laura Donoso apresenta um filme objetivo que consegue chegar em várias camadas de reflexões. Em 77 minutos de projeção, com o místico encontrando a fantasia num certo momento, Sariri é um filme que atravessa qualquer melodrama com a rigidez de um forte discurso.

Na trama, num povoado isolado chamado La Lágrima, em uma casa simples, moram duas irmãs de idades diferentes, a mais velha Dina (Catalina Rios) e a mais nova Sariri (Martina Gonzalez). Muito próximas, as irmãs tem sonhos e dúvidas sobre o futuro por viverem num lugar dominado pelas ações opressoras dos homens da região. Certo dia, após uma gravidez indesejada, Dina resolve planejar uma fuga e entra num dilema para saber o que fazer com a irmã. Ao mesmo tempo que essa última precisa enfrentar um desafio.

Cena do filme 'Sariri', exibido no CineBH 2024
Cena do filme ‘Sariri’, exibido no CineBH 2024

Há uma personificação do estado de espírito que caminha muito bem de forma complementar à narrativa. A mãe representa o passivo em meio a uma bolha machista, Dina os sonhos interrompidos mas não esquecidos, e a personagem título a esperança. Pelo olhar das duas irmãs a história vai se moldando através de ações e descobertas através de uma constante busca por mudanças, na constatação da infelicidade. Nesse ponto o protagonismo de Dina já se mostra evidente mas sendo Sariri o fator chave dos dilemas.

Cena do filme 'Sariri', exibido no CineBH 2024
Cena do filme ‘Sariri’, exibido no CineBH 2024

Buscando um enriquecimento na exploração das infinidades da linguagem, o roteiro mergulha no misticismo, nas crenças, para conversar com as tradições. Essa composição é muito bem elaborada, se torna interessante dentro do contexto de forte presença da razão emocional. Quando sai do campo da realidade e encontra elementos de fantasia, a narrativa se arrasta para o campo interpretativo para se chegar aos dilemas. Esse pode ser o divisor de águas para parte do público, é preciso embarcar nas importantes e reflexivas mensagens contidas.

Cena do filme 'Sariri', exibido no CineBH 2024
Cena do filme ‘Sariri’, exibido no CineBH 2024

Selecionado para a Mostra Território do CineBH 2024, Sariri também elabora a solidão de várias formas, seja na razão de existência, seja no palco onde se desenrola esse drama que costura os lapsos de esperança com a dor da opressão. Tomara que esse filme algum dia chegue no circuito brasileiro.

Crítica | Ramona é uma daquelas ótimas surpresas que traça um raio-x da maternidade na juventude [CineBH 2024]

Cena do filme dominicano 'Ramona', exibido no CineBH 2024
Cena do filme dominicano 'Ramona', exibido no CineBH 2024

Partindo da busca na composição de um Raio-x da futura personagem de um filme de ficção a cineasta Victoria Linares Villegas amplia os olhares com uma curiosa – e inteligente – condução documental, uma marca notória de um dos ótimos filmes exibidos na décima oitava edição do CineBH, o dominicano Ramona. Trazendo para os holofotes através de uma metalinguagem cirúrgica – uma produção cinematográfica, dentro do próprio filme – a maternidade na juventude ou início da fase adulta, o precoce amadurecer, da negação à discriminação, todo o processo de descobertas, acabam chegando até um recorte social profundo e cativante.

Através do criar dentro de um raciocínio nada genérico, atingindo em cheio o ‘pensar fora da caixa’, encontramos pela premissa uma atriz buscando em um intenso laboratório a inspiração para uma personagem que está grávida na adolescência. Assim, parte pelas ruas da periferia de Santo Domingo e encontra muito mais do que apenas uma história, mas uma representação social, logo chegando a uma construção múltipla, de algo que era para ser apenas uma personagem expande-se para um universo de possibilidades mudando a trajetória do filme.

Cena do filme dominicano 'Ramona', exibido no CineBH 2024
Cena do filme dominicano ‘Ramona’, exibido no CineBH 2024

A procura pelo conhecimento do processo proposto acaba não querendo dizer absorver experiência com a situação. Esse dilema acaba atingindo a atriz do filme que pelo desejo de retratar o mais fiel possível a realidade percebe na própria produção novos caminhos e olhares para a premissa dessa história. Explicar esse processo a partir do uso da própria sétima arte – o que podemos chamar de metalinguagem – é uma bela sacada. Ao concretizar as inspirações através desse uso objetivo da própria linguagem cinematográfica, o projeto ganha um conhecimento inesperado.

Cena do filme dominicano 'Ramona', exibido no CineBH 2024
Cena do filme dominicano ‘Ramona’, exibido no CineBH 2024

Integrando a Mostra Continente do CineBH 2024, o filme dominicano Ramona – que teve sua estreia mundial no Festival de Berlim – é uma daquelas ótimas surpresas que nos convida para novas possibilidades de alcances da linguagem sem deixar de acertar o alvo com um narrativa alinhada ao discurso.

‘O Corvo’, ‘Velocidade Máxima’ e os Clássicos dos Anos 90 que Tiveram Sequências Muito Abaixo do Original

Na maioria dos casos, o que leva os produtores a realizar a continuação de um filme é o seu sucesso. Vivemos em uma época na qual dificilmente um filme faz enorme sucesso e não ganha uma sequência. Por isso será muito difícil para ‘Barbie’ e ‘Top Gun Maverick’ resistirem por muito tempo antes de lançarem continuações – é praticamente exigido deles. Essa tática, por outro lado, não é novidade, e já estava em vigor durante os anos 90.

Se por um lado, tudo o que faz sucesso ganha continuação, é preciso cautela na hora de criar esta continuação. Ainda mais se você entra nessa causa meramente pelo dinheiro. É dificílimo criar uma sequência que seja tão boa quanto o original – e são raros os casos ao longo da história da sétima arte. Porém, é preciso do mínimo de cuidado para que a parte dois seja ao menos digna do original. Abaixo, voltaremos exatos 30 anos no passado, para dar uma olhada em alguns clássicos da época que tiveram continuações. Nesse caso, infelizmente, exemplos de como não fazer a coisa. Essas são as continuações bem abaixo dos originais. Confira.

O Corvo

O Corvo’ está de novo em voga graças ao lançamento nos cinemas de uma espécie de remake/reboot estrelado por Bill Skarsgard, que vem dividindo a opinião dos fãs – para dizer no mínimo. O fato fez as atenções se voltarem novamente ao clássico com Brandon Lee e toda a tragédia envolvendo a produção do longa. Mas você sabia que ‘O Corvo’ teve uma continuação dois anos depois? Por motivos óbvios, Lee não está na sequência. Enquanto o original tem nota 7.5 dos fãs, a sequência intitulada ‘O Corvo: Cidade dos Anjos’ ganhou 4.6.

Entrevista com o Vampiro

Para continuarmos no clima gótico sobrenatural, agora falaremos do terror dramático estrelado por Tom Cruise e Brad Pitt, que foi um grande sucesso na época. ‘Entrevista com o Vampiro’ também voltou à boca dos fãs graças a uma série da AMC disponível no Brasil pela Amazon. Muitos podem não saber, mas o filme é baseado em um livro da autora Anne Rice, na verdade uma série de livros. Assim, era a intenção levar os outros contos às telonas. Mas você viu Cruise em algum outro filme de tal universo? Ninguém viu. Isso porque a sequência se chama ‘A Rainha dos Condenados’, foi lançada em 2002, e entrou para a história como um dos piores filmes dos anos 2000. Quem substituiu Cruise no papel de Lestat foi o azarado Stuart Townsend. Enquanto ‘Entrevista…’ tem nota 7.5 dos fãs, ‘A Rainha…’ até que não tem a pior das notas com 5.3, ou seja, os fãs foram benevolentes.

O Máskara

Quando falamos dos filmes que completam 30 anos, falamos do ano de 1994 no cinema. E o sr. 1994 foi nenhum senão Jim Carrey. O ano foi crucial para transformá-lo em um astro do primeiro time de Hollywood – com a trinca de filmes formada por ‘Ace Ventura’, ‘O Máskara’ e ‘Debi e Loide’. Os filmes foram tão populares que viraram desenho animado na época. E dos três, Carrey topou voltar apenas para a continuação de ‘Ace Ventura’ na época. Resultado: os outros dois ganharam sequências bem abaixo com outros atores. O primeiro da lista é o fenômeno ‘O Máskara’, que tem nota 6.9 (mas merecia bem mais). O que muitos podem não lembrar é que 11 anos depois, a atrocidade conhecida como ‘O Filho do Máskara’ surgia para se tornar um dos piores filmes de todos os tempos – com nota 2.3.

Debi e Loide

Bem, quando eu disse acima que Jim Carrey havia topado voltar apenas para a sequência de ‘Ace Ventura’, eu disse também que isso foi na época. Porque Carrey refletiu e 20 anos depois de ‘Debi e Loide’ original, resolveu protagonizar uma sequência-legado ao lado do amigo Jeff Daniels – e o resultado é uma das comédias mais subestimadas dos últimos anos. Mas aqui não iremos falar deste filme. O que a maioria certamente esqueceu (ou fez questão) é que 9 anos depois do original era lançada uma pré-sequência chamada ‘Debi e Loide – Quando Debi Conheceu Loide’, que soma irrisórios 3.4 de nota dos fãs, contra 7.3 do original.

Velocidade Máxima

Uma das maiores surpresas de 30 anos atrás, ‘Velocidade Máxima’ ainda permanece como um dos thrillers de ação mais queridos dos anos 90 – e nos instiga o desejo de uma sequência-legado reunindo os astros Keanu Reeves e Sandra Bullock hoje em dia. E se você acha que a dupla está muito velha para esse tipo de filme, é só dar uma olhada em obras como a franquia ‘John Wick’ e o recente ‘Cidade Perdida’, no qual Bullock arrebenta em um vestidinho colado. Mas a questão é: ‘Velocidade Máxima’ já teve uma continuação! “A namorada, tem namorada…” – quem poderia esquecer a trilha sonora do nosso Carlinhos Brown, cantando no cruzeiro da sequência. O problema é que cruzeiros são muito lentos e nem o título fez sentido. Ah sim, e Keanu Reeves quis se manter bem longe – só Bullock, que se tornava uma estrela, topou voltar. Enquanto o primeiro tem nota 7.3, o segundo tem 3.9.

Timecop – O Guardião do Tempo

Esse é um dos grandes filmes menos comentados de 30 anos atrás hoje em dia. Isso porque a geração atual não tem qualquer apreço pelo ator Jean-Claude Van Damme e muitos sequer sabem quem ele é. Mas voltando 30 anos no passado, o belga era um verdadeiro astro da ação, e ‘Timecop’ foi não apenas um de seus melhores filmes do período, como também um de seus mais ambiciosos. Seguindo os passos de gente como Arnold Schwarzenegger e Sylvester Stallone, Van Damme encabeçava uma superprodução da Universal repleta de efeitos especiais, e que mostrava uma agência especializada em policiar as linhas temporais – muito como a TVA da Marvel. ‘Timecop’ fez bastante sucesso na época, mas hoje surge com nota 5.9 – o que ainda assim é bem melhor do que o 4.7 da sequência lançada direto em vídeo 9 anos depois, estrelada por Jason Scott Lee.

Street Fighter – A Última Batalha

Calma, você vai achar que estou louco por incluir esse filme na lista. Ainda falando de Jean-Claude Van Damme, assim como Jim Carrey, o astro belga atingiu seu auge no ano de 1994. Mas ao contrário de Carrey, que estrelou apenas sucessos de bilheteira, Van Damme teve um flop no ano. O que estamos levando em conta é que há 30 anos, o ator estrelava suas produções mais caras e ambiciosas da carreira, com ‘Timecop’ e ‘Street Fighter’ – adaptação do videogame de luta mais popular de todos os tempos. Se você era um menino ou adolescente na época, certamente assistiu a ‘Street Fighter’ nos cinemas e depois mais algumas vezes em vídeo. E certamente adorou.

O nosso senso crítico ainda não está totalmente formado nessa época. Mesmo assim, muitos já acharam algumas caracterizações bem estranhas e fugindo totalmente da proposta do game – afinal, aqui temos um filme de guerra mais do que de luta. Bem, com o passar do tempo, todos perceberam que o filme não era muito bom. Mas não existe nada ruim que não possa piorar. Assim, ao contrário desta superprodução, mais um filme de ‘Street Fighter’ foi lançado 15 anos depois, com cara de produção B – intitulada ‘A Lenda de Chun-Li‘. E, é claro, recebeu uma nota ainda mais baixa (4.1 do original, contra 3.7 da sequência).

Os Flintstones

Continuamos com as superproduções de 30 anos atrás, com um filme de clima bem mais família, recomendado para todo tipo de público. Assim como ‘Street Fighter’, era impossível ser criança na época e não se divertir com a primeira aventura de Fred, Wilma, Barney e Betty – além de Bamm-Bamm, Pedrita e Dino – em carne e osso (e efeitos). Os anos 90 foram muito especiais em concretizar ícones da cultura pop em filmes com atores de verdade nas telonas. Tudo bem que muitos deles não resistem ao teste do tempo, mas ficamos felizes de ao menos terem tentado – e entretido os que viveram na época. Produzido por Steven Spielberg, ‘Os Flintstones – O Filme’ tem nota 5.0. Nos anos 2000 foi lançada uma sequência – que precisou ser uma prequel quando os atores originais se recusaram a voltar. Assim ninguém deu a mínima para ‘Viva Rock Vegas’, que ficou com cara de continuação barata e levou nota 3.7.

Riquinho

Por falar em desenhos animados que viraram filme com atores de carne e osso no cinema há 30 anos, não foram apenas ‘Os Flintstones’ que ganharam o tratamento de superprodução. ‘Riquinho’ se aproveitou da popularidade do menino de ouro Macaulay Culkin, que estava a toda na época graças ao sucesso dos dois ‘Esqueceram de Mim’ – e caiu como uma luva para o papel do garoto mais rico do mundo. Aliás, é até ironia, pois a vida de Culkin devia ser igual a do personagem. ‘Riquinho’ nasceu nas páginas das revistinhas e depois ganhou um desenho animado. Bancado pela Warner, o primeiro filme do personagem também foi no clima de superprodução. O filme tem nota 5.4. Poucos são os sofredores que sabem que ‘Riquinho’ teve uma continuação, lançada 4 anos depois, quando Culkin já não estava mais na ativa em Hollywood. A Warner resolveu capitalizar em um filme lançado diretor em vídeo, chamado ‘O Natal do Riquinho’, que tem nota 4.0.

O Rei Leão

Um dos filmes mais queridos da história do cinema e uma das animações mais emblemáticas já lançadas pela Disney, ‘O Rei Leão’ completa 30 anos em 2024. Como forma de comemoração, um novo filme da franquia será lançado. Como sabemos, em 2019 uma reimaginação com efeitos especiais realistas foi lançada e se tornou extremamente lucrativa, conseguindo superar o original em matéria de bilheteria. E esse ano, ganharemos uma pré-sequência intitulada ‘Mufasa – O Rei Leão’, que contará a história e a infância do pai de Simba. Mas essa não é a primeira vez que ‘O Rei Leão’ ganha uma sequência. Voltando para os anos 90, a Disney achou que seria uma boa ideia realizar continuações de seus blockbusters do cinema em produções menores, lançadas direto em vídeo. Assim, todos as animações do período ganharam suas sequências inferiores. E ‘O Rei Leão’ não foi exceção. ‘O Reino de Simba’ foi lançado em 1998 e tem nota 6.4 contra os fantásticos 8.5 do original.

O Balconista

Um dos filmes mais cult dos anos 90, que ajudou a redefinir o cenário independente de Hollywood, ‘O Balconista’ foi o primeiro esforço como cineasta de Kevin Smith, um diretor que surgiu do ano, assim como Quentin Tarantino, e bancou seus projetos do bolso. O sucesso foi instantâneo, mas hoje as carreiras dos dois seguiram por caminhos opostos. Mas é impossível negar o valor de Smith e de seu ‘O Balconista’ para a indústria. Tanto que o filme ainda possui nota 7.7. Smith fala de coisas que entende e conhece, e mostra jovens trabalhando em uma loja de conveniências e falando das coisas que mais gostam, filmes e cultura pop. Doze anos depois, Smith achou que estava na hora de retornar àquele universo e àqueles personagens queridos. E bem, o resultado não foi o mesmo – deixando a continuação passar meio em branco. Apesar disso, os fãs não desapontaram com uma nota 7.3.