A rainha do popMadonna está pronta para voltar às suas raízes no mundo da música e, após assinar um novo contrato com a Warner Records, finalmente anunciou o lançamento do aguardado ‘Confessions II’.
O compilado de originais funciona como sequência do aclamado e premiado ‘Confessions on a Dance Floor’, lançado em 2005, e trará a cantora e compositora em mais uma colaboração com Stuart Price.
O álbum tem lançamento agendado para o dia 3 de julho e conta com 12 faixas na versão padrão e 16 faixas na versão deluxe.
Agora, depois de ter nos dado um gostinho do que esperar com a faixa “I Feel So Free”, Madonna divulgou uma prévia inédita de “Bring Your Love”. A track, assinada pela musicista e produzida por Price, funciona como colaboração com a vencedora do Grammy Sabrina Carpenter – que foi apresentada no Festival Coachella 2026 e que chega às plataformas de streaming no dia 30 de abril.
Ouça:
O álbum marca o primeiro de originais de Madonna desde ‘Madame X’, lançado em 2019 e que contou com os singles “Medellín”, “Dark Ballet” e “God Control”.
‘Confessions on a Dance Floor’ foi lançado há duas décadas e imediatamente tornou-se um sucesso comercial e crítico, revitalizando a carreira da rainha do pop após o controverso projeto ‘American Life’, de 2003. Trazendo icônicas faixas como “Hung Up”, “Sorry” e “Jump”, o disco é considerado um dos mais influentes dos anos 2000 e estende seu legado até os dias de hoje, tendo inspirado artistas como Beyoncé, Lady Gaga e Britney Spears.
O Festival de Annecy é um dos principais eventos focados em produções animadas – e a organização revelou o line-up de sua próxima edição, que contará com o terceiro capítulo da franquia ‘Minions’, intitulado ‘Minions & Monstros’ (via Deadline).
O longa-metragem, que pertence ao universo de ‘Meu Malvado Favorito’, foi selecionado para abrir o festival francês, que ocorre entre os dias 21 e 27 de junho – marcando a estreia mundial do projeto.
A nova entrada da adorada saga animada chega oficialmente aos cinemas no dia 2 de julho de 2026, pela Universal Pictures.
Logo após o sucesso estrondoso mundial de ‘Meu Malvado Favorito 4′, a comédia mais engraçada do verão de 2024, a Illumination expande seu universo animado com um novo capítulo hilário, apresentando personagens inéditos, na maior franquia de animação global da história: ‘Minions & Monstros’.
Esta é a história divertida, absurda e totalmente verdadeira de como os Minions conquistaram Hollywood, se tornaram estrelas de cinema, perderam tudo, libertaram monstros no mundo e, então, se uniram para tentar salvar o planeta do caos que acabaram de criar.
De acordo com o Deadline, Cole Sprouse (‘Riverdale’) entrou para o elenco do thriller de vingança independente ‘Hot Year’, dirigido e escrito por Roxy Sophie Sorkin.
Sprouse junta aos previamente confirmados Kathryn Newton (‘Casamento Sangrento 2: A Viúva’), Storm Reid (‘O Homem Invisível’), Dove Cameron (’56 Dias’), J. Smith Cameron (‘Succession’) e Owen Painter (‘Wandinha’).
Ambientado em uma pequena cidade do noroeste do Pacífico durante uma onda de calor implacável, o filme acompanha duas melhores amigas de infância cujo laço é posto à prova após um plano de vingança contra um ex-namorado se transformar em um incidente violento do qual elas não conseguem escapar.
Ao longo de uma noite febril, a dupla precisa lidar com as consequências de seus atos enquanto traumas antigos, lealdade e identidades se chocam.
“O filme é uma exploração da honestidade brutal e da feminilidade fervilhante, fervente e grotesca”, afirmou Sorkin em uma declaração prévia. “É um projeto que eu gostaria de ter guardado com carinho quando tinha 18 anos. É um beijo na testa e um cuspe na cara”.
As filmagens estão programadas para maio, em Oklahoma.
A 2ª temporada de ‘Histórico Criminal’, série de suspense estrelada por Cush Jumbo (‘The Good Fight’) e Peter Capaldi (‘Doctor Who’), já está disponível no streaming.
O primeiro episódio do novo ciclo pode ser conferido na íntegra pelos assinantes do Apple TV.
‘Criminal Record’ apresenta Capaldi no papel do Inspetor-Chefe de Polícia Daniel Hegarty e Cush Jumbo como a Sargento Detetive June Lenker, ambos encarregados de investigar um caso de assassinato antigo. Enquanto Hegarty procura proteger o passado, Lenker vai além dos limites em busca da verdade.
A sinopse oficial diz: “‘Criminal Record’ é um drama poderoso, focado nos personagens, ambientado no coração de Londres contemporânea. Uma ligação anônima atrai dois detetives brilhantes para um confronto sobre um antigo caso de assassinato – uma jovem mulher no início de sua carreira e um homem bem conectado determinado a proteger seu legado. A série aborda questões de raça, falhas institucionais e a busca por um terreno comum em uma Grã-Bretanha polarizada.”
No segundo ciclo, June Lenker (Jumbo) é a oficial sênior na cena quando um comício político é atacado por contramanifestantes de extrema direita. O confronto violento deixa um jovem morto e June, consumida pela culpa, está desesperada para levar o assassino desconhecido à justiça. Parece que sua melhor esperança é Daniel Hegarty (Capaldi), agora uma figura essencial no mundo sombrio da inteligência policial. Ele pode ter as respostas de que ela precisa, mas para obter sua ajuda, ela terá que aceitar uma barganha perigosa.
‘Criminal Record’ é escrito e criado por Paul Rutman. Jim Loach e Shaun James Grant atuam como diretores da série de oito episódios. Elaine Collins é produtora executiva junto com Capaldi, Jumbo e Rutman.
Em todo primeiro encontro, é importante aquela primeira impressão! Planejar um ‘date’ maravilhoso muitas vezes passa pela escolha do filme certo para assistir. Se você está em busca de algumas opções para esse momento, chegou ao lugar certo. Abaixo, segue uma lista com obras que vão te ajudar a ter uma noite especial:
Na trama, conhecemos Téo (Adriano Giannini), um publicitário, sedutor, mulherengo, que vive sua vida amorosa sem compromissos, se relacionando com algumas mulheres ao mesmo tempo e com a mentira fazendo parte de seu cotidiano. Quando conhece a osteopata Emma (Valéria Golino), uma mulher cega que logo o atrai, Téo passará por reflexões sobre a própria vida trazendo questões do seu passado que sempre foram lacunas sem respostas.
Última Chamada para Istambul (Netflix)
Na trama, conhecemos Mehmet (Kivanç Tatlitug) e Serin (Beren Saat), duas pessoas bem diferentes que se encontram no aeroporto de Nova Iorque e resolvem passar as próximas horas juntos, após um imprevisto com a mala de um deles. Ambos casados, resolvem viver como se não houvesse amanhã. Só que uma verdade logo aparece, nos levando para novos olhares para essa mesma história.
Kenna (Maika Monroe) era uma jovem quando conheceu Scotty (Rudy Pankow). Eles começam a namorar e, tempos depois, ela fica grávida. Um dia, sofrem um acidente de carro, no qual Scotty não sobrevive. Sentenciada a alguns anos de prisão por não prestação de socorro, anos mais tarde sai do encarceramento disposta a reconquistar a guarda da filha, que está sob cuidado dos avós paternos, Grace (Lauren Graham) e Patrick (Bradley Whitford). Só que no seu caminho aparece também Ledger (Tyriq Withers), o melhor amigo de Scotty, de quem ela vai se aproximando cada vez mais.
Na trama, conhecemos a professora Sofia (Magalie Lépine Blondeau), uma mulher inteligente, na casa dos 40 anos, que está em um relacionamento frio com o namorado, Xavier (Francis-William Réaume). Certo dia, conhece o atraente Sylvian (Cardeal Pierre-Yves), responsável pela reforma de sua casa de campo. Mesmo sendo completamente diferentes, uma paixão intensa acontece entre os dois, mas, aos poucos, a protagonista embarca em dolorosas incertezas.
Oi, Sumido! (HBO MAX)
Iris (Molly Gordon) está nas nuvens com o andamento de seu relacionamento com Isaac (Logan Lerman). Ainda nos primeiros encontros, eles resolvem ir até um lugar isolado e muito bonito para passar o fim de semana. No entanto, durante uma conversa, Iris percebe que Isaac não está afim de um relacionamento mais sério – fato que a deixa à beira de atitudes imprevisíveis.
Resumindo um mix de sentimentos que vai da aceitação aos dilemas amorosos, o filme Eternidade, que chegou recentemente na Apple Tv, usa o ar fúnebre do momento de passagem com uma leveza melancólia cômica que funciona de forma equilibrada, nos levando até ótimos personagens que caminham por perspectivas curiosas de possibilidades.
Kim Jae-won (Choo Young-woo) é um jovem e solitário estudante do ensino médio que leva uma vida simples ao lado do pai, um fotógrafo que trabalha com arte em vidro e ainda vive o luto pela perda da esposa. Um dia, após um desafio, ele toma coragem e vai ao encontro de Seo-yoon (Shin Si-ah), uma jovem que rapidamente o encanta.
É Tempo de Amar (Reserva Imovision)
A garçonete Madelaine (Anaïs Demoustier) vive seus dias de luta e tristeza em uma França em meados da década de 1950. Mãe solteira de um menino, fruto de um relacionamento com um soldado alemão durante a guerra, um dia conhece François (Vincent Lacoste) um estudante rico por quem logo se apaixona. Mas ao longo do tempo começa a perceber que ele também esconde alguns segredos.
O playboy e herdeiro de um grande canal de televisão Reuben (Reza Rahadian) passa seus dias no conforto e comodidade de uma vida fácil. Quando seu pai morre de forma inesperada, para receber a herança, ele precisa casar com a ‘garota mais linda do mundo’. Assim resolve participar de um reality show de casamento que a emissora produz. Passando por um processo de maturidade durante esse tempo, aos poucos vai se aproximando de uma de suas funcionárias, Kiara (Sheila Dara Aisha).
Closer – Perto Demais (Tem para aluguel em algumas plataformas)
Closer – Perto Demais, lançado duas década atrás, nos leva para as profundezas do desejo, das desilusões, a partir de quatro personagens que tem suas vidas conectadas por ações e inconsequências.
A cinebiografia ‘MICHAEL’, centrada no icônico rei do popMichael Jackson, teve a MAIOR abertura do ano nas bilheterias brasileiras, ultrapassando ‘Super Mario Galaxy – O Filme‘.
O longa-metragem estrelado por Jafaar Jackson e dirigido por Antoine Fuqualevou 1,23 milhão de pessoas aos cinemas e arrecadou R$ 30,9 milhões nos seus primeiros três dias. Se contar as pré-estreias, o filme já arrecadou R$ 40,19 milhões.
Para comparação, ‘Super Mario Galaxy – O Filme‘ levou 1,16 milhão de pessoas aos cinemas em sua estreia e arrecadou R$ 27,3 milhões.
‘MICHAEL’ teve nada menos que o maior investimento em mídia da história da Universal no Brasil. As críticas especializadas podem até estar divididas (35% de aprovação no Rotten Tomatoes), mas as sessões antecipadas para fãs foram muito bem recebidas.
‘Super Mario Galaxy – O Filme‘ ficou em segundo, com mais R$ 6,3 milhões arrecadados, seguido por ‘Devoradores de Estrelas‘, com mais R$ 2,25 milhões.
Confira o TOP 10, segundo a Comscore:
‘MICHAEL’ arrecadou US$ 97 milhões nos Estados Unidos no fim de semana e US$ 217,4 milhões no mundo todo. Desse total, US$ 120,4 milhões vieram de 82 mercados internacionais, distribuídos pela Universal.
Esse é o melhor resultado de todos os tempos para uma cinebiografia musical, superando a de ‘Straight Outta Compton’ – que arrecadou US$60,2 milhões em sua estreia nos EUA.
Nos EUA, ele teve a melhor estreia para um filme live-action no ano, à frente de ‘Devoradores de Estrelas‘ (80,5 milhões de dólares) – mas ao contrário do Brasil ficou atrás de ‘Super Mario Galaxy – O Filme‘.
A bilheteria reflete-se também na sólida recepção do público, que garantiu 96% de aprovação no Rotten Tomatoes contra díspares 40% de aprovação da crítica especializada.
Dirigido por Fuqua e realizado em colaboração com o espólio do cantor e compositor, o filme foca na trajetória de Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fenômeno global da turnê Bad, em 1988.
Dirigido porAntoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.
O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.
Em Hollywood, talvez tão interessantes quanto os filmes que todos nós amamos, sejam os projetos que nunca foram produzidos, mas que chegaram muito perto disso. Nesse quesito, o mais famoso de todos é sem dúvida o filme de ‘Superman’ dos anos 90, que chegou a começar a sua pré-produção, seria dirigido por Tim Burton e estrelado por Nicolas Cage.
Esse longa não-produzido se tornou uma das maiores lendas urbanas de Hollywood. Mas a maior indústria de cinema do mundo possui muitas como essas. E quase tão grande quanto ela foi a versão nunca produzida de ‘Planeta dos Macacos’, estrelada por Arnold Schwarzenegger.
Um novo filme da franquia ‘Planeta dos Macacos’ está confirmado para chegar aos cinemas em 2027. A informação foi revelada por Steve Asbell, chefe do 20th Century Studios, sendo esperado que o longa funcione como uma sequência direta de ‘Planeta dos Macacos: O Reinado‘ (2024), continuando a nova trilogia. ‘Planeta dos Macacos’ é um grande clássico da aventura e ficção científica, e um verdadeiro marco do cinema entretenimento antes do surgimento dos blockbusters.
Lançado em 1968, o sucesso foi enorme, e o estúdio Fox não perdeu tempo em capitalizar até não poder mais em cima da marca. Nos anos 70, o estúdio tiraria até a última moeda do título, até o público dizer chega. Foram produzidas quatro continuações do filme original, de 1970 a 1973. Em 1974 foi a vez de uma série de TV, e em 1975 um desenho animado.
Nos anos 70, a indústria do entretenimento viveu uma verdadeira “macacomania” graças à franquia ‘Planeta dos Macacos’.
Assim, os macacos descansariam por toda a década de 80, dando espaço para outros títulos atemporais. Com a chegada dos anos 90, a Fox viu a oportunidade de tirar a marca da gaveta e ficou muito perto de produzir um novo filme, que seria estrelado por Arnold Schwarzenegger, com direção de Oliver Stone. O então presidente da 20th Century Fox, Peter Chenin teria inclusive dito que o roteiro para o filme foi um dos melhores que ele já leu. Exagero?
Antes disso, no entanto, a Fox já tentava tirar outras ideias para um novo ‘Planeta dos Macacos’ do papel. Uma delas era o roteiro escrito por Adam Rifkin. Com o título ‘Return to the Planet of the Apes’, o filme seria uma continuação direta do original, ignorando todas as sequências. A trama se passaria na versão do Império Romano dos macacos, em uma aventura medieval de espada e sandália, no clima de ‘Gladiador’. O protagonista seria um descendente do personagem de Charlton Heston do original.
Uma das ideias para o filme se passaria na versão do Império Romano dos macacos.
O projeto não receberia a luz verde. O próximo da lista foi nenhum outro senão Peter Jackson, que bolou a ideia de uma versão da Renascença dos macacos, com o governo totalitário questionando os novos pensamentos. Essa versão veria o retorno de Roddy McDowall como um macaco velho e sábio, e teria um personagem híbrido de humanos e macacos que estaria no centro da trama. O roteiro controverso também não veria a luz do dia.
Finalmente o estúdio chegaria bem perto de tirar um roteiro do papel. Isso aconteceu com a entrada do vencedor do Oscar Oliver Stone. Cineasta responsável por filmes sérios e políticos, como ‘Platoon’, ‘JKF’, ‘Nascido em 4 de Julho’ e ‘Snowden’, Stone também ficou conhecido em seu início de carreira em Hollywood como o roteirista de obras mais pop como ‘Conan – O Bárbaro’ e ‘Scarface’. A ideia do diretor não era uma continuação, mas sim uma reformulação (reboot) da franquia.
E foi nesse período, com Oliver Stone atrelado ao roteiro e direção de um novo ‘Planeta dos Macacos’ que Arnold Schwarzenegger, o maior astro de ação dos anos 90, também embarcou no projeto, e iria estrelar o longa. A trama proposta por Stone, no entanto, seria uma das mais fora da caixinha para um filme da franquia. A ideia de Stone começaria bem similar ao filme ‘Filhos da Esperança’ (2006), com uma cientista (que seria a protagonista feminina) descobrindo uma verdade assustadora sobre a raça humana: ela perderia sua capacidade de se reproduzir. Isso porque todos os bebês nas barrigas de suas mães passariam pelo ciclo completo da vida ainda no ventre, nascendo velhos e mortos.
Entra em cena o personagem de Schwarzenegger, que se chamaria Will Robinson. Ele seria um assistente de laboratório em uma universidade, que é secretamente um gênio. Ele descobre que essa nova condição da raça humana não é uma doença ou um vírus, mas sim algo que foi colocado geneticamente no DNA dos humanos há 100 mil anos, como uma bomba relógio. A única forma de impedir, seria voltando no tempo para a época em que a experiência foi feita. O personagem de Arnold seria na verdade o Dr. Robert Plant, um cientista brilhante, mas caído em desgraça. O cientista descobriu uma forma de voltar no tempo, não com uma máquina, mas usando o próprio DNA humano como um mapa, uma viagem interiorizada, de certa forma similar ao filme ‘Em Algum Lugar do Passado’. Ao testar o conceito, alguns de seus colegas morreram, incluindo sua própria esposa.
No roteiro esquecido, Arnold seria um cientista brilhante que volta no tempo para salvar o futuro da raça humana.
Eventualmente, o protagonista testa o experimento em si mesmo e consegue enfim voltar no tempo para a pré-história – prontamente sendo atacado e capturado por macacos humanoides, junto com versões primitivas de seres humanos (assim como no filme clássico). No local também teríamos reedições da dinâmica do filme clássico, com um macaco vilão que comanda o exército, e macacos cientistas – uma cientista fêmea desenvolve um interesse especial pelo protagonista.
Uma das curiosidades mais interessantes em relação a este projeto é a inclusão de inúmeras referências ao clássico literário absoluto, ‘Senhor dos Anéis’, que na época ainda não havia sido transformado em um filme. Assim, nessa versão de ‘Planeta dos Macacos’ teríamos personagens importantes para a história como o líder dos humanos primitivos e um macaco renegado chamados Aragorn e “Passo Largo” (Strider).
Para evitar que os humanos procriem e continuem dando trabalho, os macacos desenvolvem uma fórmula e resolvem aplicar no DNA deles. A batalha final entre humanos, liderados pelo personagem de Schwarzenegger, e macacos se daria pelo futuro da raça humana – já que esse experimento seria o responsável por desencadear o cataclisma a 100 mil anos no futuro que poderia acabar com a humanidade. Nessa batalha final repleta de ação, o clímax teria Arnold usando um “robô-empilhadeira” muito parecido com o de ‘Aliens – O Resgate’ (1986) para enfrentar os macacos guerreiros, partindo muitos ao meio com as garras da máquina (sim, essa seria uma versão violenta). Assim como a Ripley de Sigourney Weaver, nesse momento o protagonista diria a frase de efeito do clássico: “tire suas mãos dela seu macaco imundo” – ao proteger uma menina humana primitiva.
O filme terminaria com a destruição da cidade dos macacos. Assim como no original, Arnold ficaria preso no passado, porque nunca havia criado uma forma de retornar ao tempo presente. O que ele faz a seguir é recriar uma réplica da cabeça da estátua da liberdade para nunca esquecer de onde veio (mais uma referência ao desfecho do clássico). Nessa versão, os efeitos práticos e a maquiagem dos macacos seriam criados pelo saudoso Stan Winston e sua equipe.
Os efeitos do filme abandonado de ‘Planeta dos Macacos’ seriam criados por Stan Winston.
No fim das contas, depois de muitas mudanças e medição de força entre os realizadores e os produtores da 20th Century Fox, o diretor Oliver Stone viria a desistir do projeto. Isso em grande parte se deu porque os executivos da Fox queriam um filme mais leve, com cenas de humor para apelar a um público mais novo. Dentre as exigências, os executivos queriam incluir uma cena em que os macacos aprendem a jogar baseball com Schwarzenegger. Oliver Stone então deixou a produção, sendo substituído por Phillip Noyce, que eventualmente também deixaria o projeto e partiria para dirigir ‘O Santo’ (1997), com Val Kilmer e Elisabeth Shue.
Perigo para o meio ambiente: Schwarzenegger enfrentaria macacos em ‘Planeta dos Macacos’ nos anos 90.
Arnold Schwarzenegger seria o último a abandonar o barco, mas igualmente deixaria o projeto um tempo depois. Assim, a produção se tornaria o filme que realmente ganhamos em 2001, com Tim Burton no comando. Um filme que exibe um clima mais sombrio e voltado para a ação, sem muito alívio cômico como geralmente estamos acostumados a ver nos filmes de Burton. ‘Planeta dos Macacos’ se tornou uma das maiores promessas de blockbusters em 2001, provavelmente o filme de maior expectativa naquele ano, e uma das produções mais caras.
Mistura de remake e reboot, era planejado que ele revitalizasse a franquia. Porém, mesmo obtendo certo sucesso na época, as críticas não foram as mais positivas, e hoje o longa é considerado um fracasso. Quem viria a conseguir realmente revitalizar a saga dos primatas seria Rupert Wyatt dez anos depois com ‘Planeta dos Macacos – A Origem’. Depois o diretor passaria a bola para Matt Reeves seguir com o segundo e o terceiro filme dessa trilogia (‘O Confronto’ e ‘A Guerra’). Agora, com comando de Wes Ball, teremos mais um filme da franquia em 2027.
A HBO Max Brasil divulgou o novo trailer dublado da 3ª temporada de ‘A Casa do Dragão’, elogiada e premiada série derivada do universo ‘Game of Thrones’.
A nova temporada estreia dia 21 de junho na HBO Max.
Confira:
A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.
O elenco conta com Olivia Cooke, que interpreta Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy é a Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith é o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine é o Rei Viserys; Fabien Frankel é Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans é Otto Hightower, a Mão do Rei;Steve Toussainté Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best é a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno é Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; Graham McTavish é Harrold Westerling; e Milly Alcock e Emily Carey interpretam as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.
O texto a seguir discorre sobre os três primeiros episódios da série.
O Apple TV é lar de algumas das melhores produções da televisão contemporânea: desde o drama jornalístico ‘The Morning Show’, estrelado por Reese Witherspoon e Jennifer Aniston, passando pela comédia esportiva ‘Ted Lasso’, que conquistou inúmeras estatuetas do Emmy, até o thriller de espionagem ‘Slow Horses’, protagonizado por Gary Oldman, são vários os títulos que compõe um dos catálogos de streaming mais prestigiados da atualidade. E, neste último dia 15 de abril, a plataforma nos presenteou com mais uma incrível iteração: a comédia dramática ‘Margô Está em Apuros’, baseada no romance de mesmo nome de Rufi Thorpe.
A trama traz a recém-indicada ao Oscar Elle Fanning em mais uma ótima adição à sua expressiva carreira como Margô Miller, uma jovem estudante de literatura que tem o sonho de se tornar escritora – e, ao aproximar-se de seu professor de inglês, o charmoso Mark (Michael Angarano), ela começa a ter um caso com ele e acaba engravidando. A princípio, Mark tenta convencê-la de fazer um aborto, e a ideia é respaldada pela mãe da protagonista, a excêntrica e um tanto quanto inconsequente Shyanne (Michelle Pfeiffer); mas Margô resolve ficar com o bebê e, forçada a trancar a matrícula, vê se mundo virar de cabeça para baixo à medida que navega pela realidade de uma mãe solteira que desesperadamente precisa de dinheiro.
Ignorada por Mark e abandonada por duas de suas colegas de quarto, Margô percebe que tudo o que conhecia se desmantelou em um piscar de olhos – e as coisas ainda ficam mais complicadas quando o pai, um famoso ex-profissional de luta de livre chamado Jinx (Nick Offerman), reaparece após ter se internado voluntariamente numa clínica de reabilitação para encontrar redenção e ajudar a filha como pode – nem que isso signifique que ele passará a morar com ela e com Susie (Thaddea Graham), melhor amiga de Margô. Singrando por um oceano de estresses e de contas a pagar, ela então encontra uma mina de ouro quando resolve se tornar uma produtora de conteúdo adulto e cria um perfil no site OnlyFans, encontrando sucesso inesperado.
A adaptação do romance de Thorpe é encabeçada pelo prestigiado realizador David E. Kelley, que migra para o Apple TV após seu aclamado e premiado trabalho na série ‘Big Little Lies’, da HBO. Aqui, Kelley encontra espaço de sobra para construir uma narrativa que seja ao mesmo tempo universalizante e individualizada, escolhendo Margô como uma emblemática presença para dilemas morais e sociais que mães solteiras enfrentam. A atração, dessa maneira, encontra sucesso ao passo que ele e um competente time criativo que inclui as diretoras Dearbhla Walsh e Kate Herron acredita no potencial dessa divertida e despojada história que utiliza a acidez da verdade mais dura para nos envolver logo nos primeiros segundos.
É notável como Kelley, responsável pelo roteiro de boa parte dos episódios, se apropria das necessárias discussões que Thorpe traz sobre maternidade: a protagonista, por alguma razão, afirma que manter a gravidez é a coisa que mais deseja e, tomando ciência de suas escolhas, percebe que o nascimento do jovem Bodhi veio para abalar o mundo que conhecia e trazer mudanças mais que necessárias – e que são tratadas de maneira realista, afastando-se da açucarada romantização de um complexo tema para debate. Margô, inclusive, fala abertamente sobre os prós e contras da escolha que tomou e de que forma essa radical transformação se ramifica para todos à sua volta.
Fanning é o aspecto de maior destaque na série e, após seu trabalho em ótimos títulos como ‘Demônio de Neon’, ‘The Great’ e o já mencionado ‘Valor Sentimental’, a atriz encontra mais um ápice em sua versatilidade artística ao imediatamente nos seduzir com a intrincada e explosiva personalidade de Margô – que tem noção de seus erros, mas se recusa a abaixar a cabeça. Caminhando para uma merecida indicação ao Emmy, Fanning divide os holofotes com outros incríveis atores que nos arrebatam de imediato, incluindo Pfeiffer em um dos melhores papéis de sua carreira como a impetuosa e cômica Shyanne; Offerman em uma cândida e emocional performance como Jinx; eGreg Kinnear como o tanto quanto inconveniente Kenny, noivo de Shyanne.
Assim como a vida, ‘Margô Está em Apuros’ sabe como dançar entre a comédia e o drama de maneira exemplar, cortesia das invejáveis habilidades de cada um dos nomes envolvidos. Porém, em vez de valer de uma demasia que não tem qualquer lugar numa atmosfera como essa, Kelley e seus colaboradores optam por sutilezas encantadoras que esquadrinha áreas cinzentas sem se apoiar em choques cênicos ou embates irreais demais para serem levados a sério. E é nesse escopo que promove a ambiguidade em meio à leveza que a nova série do Apple TV nos engolfa em uma história muito saborosa e satisfatória.
Lembrando que o próximo episódio vai ao ar no dia 22 de abril.
27 anos atrás, um caso repleto de mistérios chocou um dos nossos países vizinhos. Para jogar luz sobre essa história, chegou à Netflix a minissérie Alguém tem que Saber, um projeto que busca desvendar os desencontros e controvérsias em torno de um true crime que se tornou um grande exemplo de incompetência das forças judiciais e policiais chilenas. Com quase três décadas do ocorrido, até hoje o caso deixa margens para dúvidas.
Na história real, era novembro de 1999 quando, em uma noite, após sair da badalada boate La Cucaracha, na cidade de Concepción, no Chile, Jorge Matute Johns desapareceu. Seu corpo só foi encontrado anos depois, reascendendo uma investigação marcada por falhas graves na apuração. Trazendo parte desse contexto, a série troca nomes, mas procura se manter fiel ao epicentro dessa história.
Com uma narrativa densa e buscando uma ênfase nas intuições de personagens tomados por conflitos dilacerantes, ao longo dos oito episódios de pouco mais de 30 minutos, a série busca apresentar fatos por meio de três profundas perspectivas: a da família, a do chefe das investigações e a de um padre que não consegue revelar uma confissão.
Julio (Clemente Rodríguez) é um jovem muito amado por sua família que, um dia, resolve tirar o dia para ele, driblando a namorada e indo curtir a boate La Cucaracha ao lado de amigos. Ao longo dessa noite, ele desaparece misteriosamente, levando sua mãe, Vanessa (Paulina García), e seu irmão, Eric (Lucas Sáez Collins), a uma jornada dolorosa em busca de respostas. Chefiando as investigações que se seguem, Montero (Alfredo Castro), ao lado de outros detetives totalmente dedicados ao caso, enfrenta uma enxurrada de desencontros e críticas ao longo de um extenso período.
A maneira como é contada essa história pode gerar alguns cochilos. Buscando uma densidade narrativa na base dos conflitos que se estabelecem, com um desenvolvimento de personagens complexos que deixam um pouco a desejar, essa minissérie chilena usa e abusa do ritmo, desequilibrando a fluidez e deixando apenas importantes pontos ligados à moral como um respiro para irmos até o seu desfecho.
Mas o que atinge o fôlego da curiosidade são os conflitos morais que se apresentam – principalmente aquele que gira em torno de um padre que recebe uma confissão, algo que ajudaria demais a resolver o caso, mas se sente preso ao sagrado desse ato. Com essa situação se tornando um motor para os acontecimentos que impactam a investigação, vamos sendo conduzidos para as dores da família, para as constantes falhas jurídicas e policiais e por uma série de situações que acabam deixando esse caso como margens a interpretações e dúvidas que persistem até hoje.
Mesmo com alguns poréns, Alguém tem que Saber é mais um daqueles projetos que se destacam pela força de seu enredo muito mais do que pela execução. A obra atinge o objetivo de não deixar cair no esquecimento uma tragédia que, até hoje, não teve um desfecho completo.
A rainha do popMadonna está pronta para voltar às suas raízes no mundo da música e, após assinar um novo contrato com a Warner Records, finalmente anunciou o lançamento do aguardado ‘Confessions on a Dance Floor: Part II’.
O compilado de originais funciona como sequência do aclamado e premiado ‘Confessions on a Dance Floor’, lançado em 2005. O projeto trará a cantora e compositora ao lado de Stuart Price, que produziu o disco original.
O álbum tem lançamento agendado para o dia 3 de julho e conta com 12 faixas na versão padrão e 16 faixas na versão deluxe.
Falar de seu legado é cair na redundância, visto que ela pavimentou o caminho para diversas estrelas da música da contemporaneidade – incluindo Lady Gaga, Britney Spears, Beyoncé, Rihanna e tantas outras. Quebrando tabus acerca de sexo e coletando inúmeros recordes ao longo de sua carreira, que permanece na ativa, conhecer Madonna é conhecer uma parte importante da história do entretenimento.
Pensando nisso e celebrando seu legado infindável, preparamos uma difícil lista elencando suas dez melhores músicas.
Confira nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:
10. “HUNG UP”
Depois de um período conturbado, Madonna resgatou o gosto pela música e pelo colorido espectro musical que havia apresentando ao mundo desde o início de sua carreira. Com “Hung Up”, suprassumo fonográfico que traz o icônico grupo sueco ABBA para a linha de frente, a artista dava início a uma de suas eras mais conhecidas e mais bem sucedidas: ‘Confessions on a Dance Floor’.
9. “BORDERLINE”
“Borderline” foi a primeira forte separação da artista do gênero disco e, ao lado de ‘Holiday”, a peça principal que calcou sua carreira em ascensão e a colocava no centro dos holofotes. Não é surpresa que tenha se tornando o primeiro Top 10 da Billboard e tenha sido elogiada por sua intrincada, envolvente e complexa construção sonora.
8. “FROZEN”
‘Ray of Light’ tornou-se um dos, senão o mais importante disco da carreira de Madonna. Representando o grande amadurecimento artístico da cantora e compositora, o álbum veio acompanhado de singles espetaculares, incluindo a cinemática obra-prima “Frozen”, pincelada com cordas e sintetizadores arrepiantes.
7. “LIVE TO TELL”
Madonna deu vida a uma onírica e emocionante balada com “Live to Tell”, primeiro single oficial de ‘True Blue’, um de seus melhores álbuns. A artista alcança seu primeiro espasmo de amadurecimento ao falar de traumas e infância através de sintetizadores ecoantes. Eventualmente, a canção teve aclamação pela crítica especializada e debutou em primeiro lugar na Hot 100.
6. “LA ISLA BONITA”
“La Isla Bonita” é uma dançante construção latino-sintética que mistura inúmeros gêneros e mostra a paixão de Madonna por conhecer outras culturas e incorporá-las no cenário mainstream. Suas performances foram inclusive comparadas à da icônica Carmen Miranda, além de ter sido bem recebida pelos especialistas internacionais.
5. “THE POWER OF GOOD-BYE”
É muito difícil escolher apenas uma faixa dentre as várias obras-primas que despontam em ‘Ray of Light’, mas “The Power of Good-Bye” é a que melhor representa essa era. Trazendo a música eletrônica para o mainstream e misturando-a às incursões do synth-pop e do soft-rock, a track mergulha na teatralidade agridoce de um coração partido e de uma narrativa apaixonante e emotiva.
4. “DEEPER AND DEEPER”
“Deeper and Deeper” é uma mimética produção que une, em um mesmo lugar, as vertentes do disco e do dance em uma explosiva e ao mesmo tempo íntima construção. Trazendo à tona alguns dos melhores vocais de Madonna, a canção também é dona de um dos bridges mais famosos e mais relembrados da história do pop, o qual serviu de inspiração para várias progressões na atualidade.
3. “EXPRESS YOURSELF”
A evocativa “Express Yourself” é uma construção que amalgama dance-pop e deep-funk em um hino feminista bastante dançante, além de ser acompanhado pelas notas do saxofone e de uma percussão irretocável. Falando sobre aceitação e sobre empoderamento, a canção foi elogiada pela crítica por suas mensagens de igualdade de gênero e, mais tarde, servindo como um dos grandes anthems LGBTQ+.
2. “LIKE A PRAYER”
Em 1989, Madonna lançava um dos álbuns mais aclamados e mais importantes da história da música, ‘Like a Prayer’. E, assim como produções anteriores, a produção veio acompanhada da faixa titular que misturava diversos elementos elegíacos e poéticos, incluindo um coro gospel e um impactante pop-rock. A canção permanece até hoje na lista das 500 Melhores Músicas de Todos os Tempos da revista Rolling Stone.
1. “VOGUE”
“Vogue” não é apenas uma das canções mais conhecidas de Madonna, mas também uma das mais famosas de todos os tempos. Colocando o estilo de dança criado pela comunidade LGBTQ+ nos anos 1970 no cenário mainstream e com um videoclipe dirigido por David Fincher, a canção fez parte da trilha sonora ‘I’m Breathless’ e ganhou aclame mundial. A faixa foi inspirada no dance-pop e no house, que definiu as tendências dos anos 1990.
BÔNUS: “HUMAN NATURE”
“Human Nature” de fato merecia um lugar na nossa lista – e não é por menos: a faixa, lançada em meados de 1995, mostra que Madonna, na verdade, é uma mulher que fala o que pensa e que usa de ironias ácidas para rebater as críticas que havia recebido com ‘Erotica’. Recheada de pungentes versos, a artista se alia ao produtor Dave Hall para uma inflexão R&B cheia de referências.
O terror ‘Passageiro do Mal‘ (Passenger), novo filme do diretor André Øvredal (‘A Autópsia’), ganhou um comercial dublado sinistro.
O filme recebeu uma alta classificação etária (R) nos EUA, e só poderá ser assistido por maiores de idade. O motivo? “Violência extrema, gore e linguagem”.
Na trama, jovem casal está viajando de carro quando testemunha um terrível acidente que deixa o motorista morto. A partir desse momento, eles começam a ser perseguidos por uma entidade demoníaca da qual é impossível escapar.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 21 de maio.
Conhecido pelos fãs do gênero, Øvredal já comandou ‘O Caçador de Troll‘, ‘A Autópsia‘, ‘Histórias Assustadoras para Contar no Escuro‘ e ‘Drácula – A Última Viagem do Demeter‘.
Gary Dauberman (‘A Hora do Vampiro’) servirá como produtor.
O longa é produzido pela 18hz Productions, companhia de Walter Hamada. Ele recentemente fechou um contrato com a Paramount Pictures , após ter deixado a Warner Bros, para a produção exclusiva de filmes de terror de médio orçamento.
Seus outros projetos com o estúdio também incluem ‘Primate‘ e ‘Familiar‘.
Novas informações sobre ‘Passageiro do Mal‘ devem ser divulgadas em breve.
A Netflix divulgou novas fotos da sequência ‘Enola Holmes 3’, trazendo Millie Bobby Brown de volta como a persongem titular e Louis Partridge reprisando seu papel como o Lorde Tewkesbury.
Enquanto os dois primeiros filmes focaram em Enola buscando sua mãe e resolvendo seu primeiro caso oficial na Inglaterra vitoriana, o terceiro filme a levará para o exterior.
A nova aventura será na ilha-nação de Malta, descrita como um “verdadeiro ninho de víboras” e um cenário perigoso como nada que a jovem detetive já tenha enfrentado.
Em paralelo aos novos desafios, Enola precisará equilibrar sua vida pessoal e profissional em meio a esse cenário. Seu relacionamento com o Tewkesbury avançará significativamente.
Philip Barantini (‘O Chef’) será responsável pela direção.
Inspirados nos livros escritos por Nancy Springer, os filmes de Enola Holmes mostram a irmã mais nova de Sherlock trilhando sua própria carreira como detetive.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de junho.
O 6º filme da franquia irá parodiar filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, ‘Pânico‘, ‘Hereditário‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘Não! Não Olhe‘ e ‘Pecadores‘.
O próximo filme também terá o retorno dos Irmãos Wayans, idealizadores dos dois primeiros filmes, como roteiristas.
“Não poderíamos estar mais animados para fazer parte do novo Todo Mundo em Pânico e trabalhar juntos novamente. Esta é uma franquia que criamos há mais de 20 anos.”, eles revelaram ao Deadline.
“Lembramos das pessoas rindo nos cinemas e esperamos ver isso acontecer novamente. Estamos ansiosos para trabalhar com Jonathan Glickman e sua equipe na nova Miramax para levar essas risadas aos cinemas, onde elas pertencem. É uma reunião dupla.” , concluíram.
Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) será responsável pela direção.
Jonathan Glickman, da Miramax, servirá como produtor do novo filme.
Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.
‘Mestres do Universo’ teve ganhou novos vídeos, repletos de cenas inéditas do He-Man na nossa Terra.
Assista:
Step into the world of He-Man before the movie even hits cinemas. Ahead of its June 3 release, we have an exclusive Masters of the Universe behind-the-scenes featurette featuring Nicholas Galitzine, Camila Mendes, Idris Elba, and director Travis Knight. pic.twitter.com/thkKTjZfpV
Eternia is calling you home. Watch the Official Trailer for Masters of the Universe now, and experience the movie only in cinemas on June 3! #MastersOfTheUniversepic.twitter.com/hRAosGJ7H4
O filme foi um dos destaques da Amazon MGM Studios para a CinemaCon 2026, evento do qual o CinePOP participou in loco.
Durante o painel, foram exibidas cenas inéditas do aguardado live-action, que traz Nicholas Galitzine como Adam/He-Man, Camila Mendes como Teela, Idris Elba como Mentor/Man-At-Arms e Jared Leto como Esqueleto. Agora, nosso editor-chefe Renato Marafon traz a descrição delas a você.
Confira:
MEU DEUS!! Começa com o Adam no nosso mundo dentro do carro de polícia. Tá todando Whats Up do Four Non Blonds. Um monde de gente está correndo. Um monstro pula em cima do carro. O He-man pega sua espada e sai correndo desengonçado. O monstro leva um tiro e voa longe.
Vale lembrar que o filme tem lançamento programado para 5 de junho.
Na trama, após 15 anos separados, Príncipe Adam (Nicholas Galitzine) é guiado pela Espada do Poder até o seu lar em Eternia, que está sob o domínio do cruel Esqueleto (Jared Leto). Para salvar a todos, ele vai ter que aceitar o seu destino como He-Man, o homem mais poderoso do mundo, e contar com a ajuda de seus aliados, Teela (Camila Mendes) e Duncan / Mentor (Man-At-Arms, Idris Elba).
‘Michael‘, a cinebiografia do Rei do Pop, Michael Jackson, chegou aos cinemas como um sucesso instantâneo, arrecadando US$ 97 milhões nos Estados Unidos e US$ 217 milhões mundialmente em seu primeiro fim de semana de exibição.
Com o sucesso, a sequência é certa. Quem puxou o assunto foi o próprio chefe da Lionsgate, Adam Fogelson, que confirmou que bastante coisa importante ficou de fora do corte final — e pode muito bem aparecer em um possível segundo filme.
Em entrevista ao Business Insider, o executivo deixou claro que ainda há muita história pra contar:
“Ao meu ver, é importante dar ao público uma compreensão verdadeira de quem foi Michael Jackson. Isso pode ser feito com ou sem as partes do terceiro ato que precisaram ser removidas. Este filme já mostra as circunstâncias extremamente incomuns que impactaram a vida dele desde muito jovem, e não tem medo de abordar isso.”
Fogelson também indicou que o futuro da cinebiografia depende diretamente da resposta do público — mas deu a entender que a recepção inicial já é animadora:
“Esperamos contar mais da história dele. Isso vai depender não só do desempenho do filme, mas do público dizer que quer mais. E, pelo que estamos vendo até agora, parece que é exatamente isso que vai acontecer.”
O primeiro filme foi até meados de 1988, acompanhando sua ascensão meteórica durante as eras icônicas de álbuns como ‘Thriller‘ e ‘Bad‘ — deixando um enorme espaço aberto para explorar os anos mais polêmicos e intensos da carreira do artista em uma possível continuação.
Vale lembrar que ‘Michael‘ também conquistou a segunda maior estreia do ano, atrás apenas da sequência ‘Super Mario Galaxy: O Filme‘ (131 milhões de dólares), lançada em abril.
A bilheteria reflete-se também na sólida recepção do público, que garantiu 96% de aprovação no Rotten Tomatoes contra díspares 40% de aprovação da crítica especializada.
O editor-chefe Renato Marafon traz sua opinião sobre a cinebiografia ‘MICHAEL’, centrada no icônico rei do popMichael Jackson, que foi DETONADA pelos críticos e está sendo aclamada pelo público.
Dirigido por Fuqua e realizado em colaboração com o espólio do cantor e compositor, o filme foca na trajetória de Jackson desde a infância no Jackson 5 até o fenômeno global da turnê Bad, em 1988.
Dirigido porAntoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson. A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.
O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.
Chegou a hora de reviver os melhores momentos… e se despedir em grande estilo. Assista ao trailer oficial de ‘Jackass: Best and Last‘, que estreia exclusivamente nos cinemas em 25 de junho.
Johnny Knoxville e toda a turma estão de volta para uma última e insana despedida nas telonas. Misturando acrobacias inéditas, muita idiotice (no melhor sentido possível) e uma seleção dos maiores sucessos e gargalhadas da franquia, Jackass: Best and Last promete ser uma celebração caótica e nostálgica de tudo aquilo que os fãs aprenderam a amar ao longo dos últimos 25 anos.
A proposta aqui é simples: entregar o pacote completo de loucura, amizade e situações completamente absurdas que definiram o legado do grupo. Então já sabe — chame seus amigos mais sem noção, prepare o brinde e se prepare para viver um evento cinematográfico que promete arrancar algumas das últimas (e mais intensas) gargalhadas dentro de uma sala de cinema.
Assista:
Johnny Knoxvillefalou recentemente sobre o futuro da saga e revelou que o quinto filme será, de fato, o último. A jornada, que começou com a série original no ano 2000, caminha para um encerramento definitivo.
“Este é o lugar natural para encerrar”, afirmou Knoxville, conforme o Deadline. Com seu humor ácido característico, ele completou: “Então, vai ser absolutamente horrível”.
Ao ser questionado sobre o sucesso da produção, Knoxville brincou com as expectativas do público fiel: “Você deve torcer para que não dê certo de jeito nenhum! O esperado é que seja um desastre completo. Acho que nós projetamos o filme exatamente assim”.
Quando estamos no sofá da nossa casa vendo um filme e aparece um lugar exuberante, não dá aquela vontade de arrumar as malas e ir pro aeroporto? Muitas histórias do mundo do cinema utilizam cenários paradisíacos que de alguma forma viram um importante elemento para a narrativa. Pensando sobre isso, resolvemos criar uma lista com alguns filmes que encostam nesse tema:
Na trama, conhecemos a famosa atriz francesa Françoise Crémont, para os amigos íntimos Frankie (Isabelle Huppert), que resolve se refugiar na belíssima cidade de Sintra, em Portugal, chamando amigos e conhecidos de seu ciclo mais próximo para passar com ela seus últimos momentos, já que a protagonista está com uma doença que avança diariamente. Assim, conhecemos, entre outros, seu atual marido, o ex-marido, seu filho, sua enteada e uma velha amiga que ela tenta de todas as formas que fique com seu filho. Conforme os dias vão passando Frankie possui momentos de diálogos sobre a situação dela com a maioria desses personagens.
14 Dias, 12 Noites
Na trama, conhecemos Isabelle (Anne Dorval) uma mulher que sofre com os abalos de uma tragédia. Em paralelas passagens de tempo, acompanhamos essa oceanógrafa canadense que adota uma criança no Vietnã no início dos anos 90. Só que tempos depois descobrimos que algo acontece com a criança, fazendo ela retornar a cidadã natal dela. Nessa ida até o Vietnã, algo para superar o luto, acaba encontrando a mãe biológica da criança, a guia turística Thuy (Leanna Chea). Logo de cara não se identifica e acaba criando uma amizade com ela, assim, precisará encontrar o melhor momento para contar a verdade.
O enredo desse Doc. é simples, somos apresentados a Alex Honnold, um escalador norte americano que pratica a escalagem sem cordas por meio de diversas paisagens enormes do chão ao topo. O sonho desse corajoso jovem é escalar ‘solo’, sem qualquer outro equipamento de segurança, as falésias de granito do El Capitan, no Parque Nacional de Yosemite que fica nas montanhas da Serra Nevada, na Califórnia, EUA. Mas a missão não será nada fácil, acompanhando o preparo mental e físico de Alex ao longo de um grande período, além do seu recente relacionamento que modifica demais o pensar do protagonista, o filme vai nos guiando em uma aventura inesquecível.
Nesse impactante documentário, somos teletransportados para as lentes de um dos maiores fotógrafos do planeta, o brasileiro Sebastião Salgado. Ao longo dos últimos anos, Salgado viajou o mundo registrando dramas, emoções e apresentando para quem quisesse ver muitos problemas ao redor da Terra. Por meio de fotos instigantes, somos testemunhas de um registro único de um ser humano pra lá de especial. Sua história, começou em uma cidade do interior do Brasil chamada Aimorés, único irmão entre sete irmãs, Tião, como carinhosamente é mencionado vários vezes no filme pelo seu pai, mostra ao público como a fotografia é explicada como um alguém que escreve em luz.
Na trama, conhecemos Fern (Frances McDormand) uma mulher mais velha que vive em uma Van antiga, nômade, pelas estradas da vida. Sem lugar fixo, trabalha em determinadas época do ano na mesma filial de distribuição da Amazon. Combate a solidão, o frio, as desconfortantes situações que precisar enfrentar para buscar respostas que tanto procura. Quando o amor chega inesperadamente, ou algo parecido com isso, acaba gerando uma espécie de conflito dentro dela e decisões precisarão serem tomadas.
Será que alguns trens só param uma vez em uma estação? Disponível no catálogo da Prime Video, a co-produção Itália/Austrália O Chef Italiano adota um forte tom melancólico para mostrar as profundezas do luto, as desilusões de uma vida onde as escolhas modificaram um caminho de brilho. Dirigido pela cineasta Ruth Borgobello, em seu primeiro longa-metragem, o filme é ambientado na belíssima Údine, cidade italiana ao norte com menos de 100.000 habitantes, lar do famoso time Udinese, onde inclusive o ídolo Zico jogou entre 1983 e 1985. O investir num drama existencial sem firulas românticas é de um acerto elogiável fazendo o refletir surgir através do curso de um protagonista em crise.
Na trama, conhecemos Frances (Diane Lane), uma esforçada crítica literária, moradora da cidade de San Francisco, que também e professora e tem uns livros que está escrevendo estacionados na gaveta. Sua vida ia bem, casada, com um ótimo emprego, até que ela descobre que seu marido a está traindo. Tempos depois o divórcio acontece, e de maneira bem prejudicial para a protagonista, que além de entregar a casa onde morava com ele a vida toda, ainda teve que pagar pensão para o traidor. O tempo passa e Frances não consegue encontrar mais a felicidade, vive seus dias tristes sendo consolada muitas vezes pela melhor amiga Patti (Sandra Oh). E por essa amiga é onde chega uma oportunidade que mudará sua vida, Patti consegue uma passagem para Frances viajar até a Itália, na região da Toscana. Quando embarca, não sabe ela que laços profundos vão ser criados nesse novo lugar.
Na quimérica história, conhecemos Walter Mitty (Ben Stiller), um homem que trabalha há 16 anos em uma revista de grande circulação chamada Life sendo gerente da parte de processamento de imagens. Walter é tímido, tem poucos amigos e possui uma imaginação que ultrapassa qualquer limite da definição de absurdo. Em suas experiências memoráveis dentro de seus sonhos, o pacato cidadão possui inúmeras histórias fantásticas. Porém, na realidade, sofre por não conseguir se aproximar da mulher que ama e enfrentar de frente os grandes vilões de sua vida. Quando seu emprego é colocado em risco, Walter (um surpreendente e exímio skatista) parte em uma jornada muito mais fantástica que qualquer outro sonho já visto.
Na trama, conhecemos Jack (Micheál Richardson), um jovem administrador de uma galeria de arte que vê sua vida mudar quando o local onde trabalha, que pertence à família da quase ex-esposa, vai ser vendido. Tentando ser um provável comprador, embarca em uma jornada de redescobertas com o pai, o pintor Robert (Liam Neeson) para venderem uma casa que pertencia a família da mãe de Jack, na Itália. Com tantas variáveis acontecendo ao mesmo tempo na vida do jovem administrador da galeria, ele precisa lidar principalmente em tentar se entender com seu pai novamente.
Dirigido por Sean Penn, Na Natureza Selvagemnos leva até a história de um jovem que resolve embarcar em uma jornada de descobertas para lugares distantes onde a solidão se aproxima da natureza ao seu alcance. Adaptação de uma obra homônima de Jon Krakauer.
No ano passado, o lançamento de diversas plataformas de IA acabou coincidindo com um suposto vazamento de imagens dos figurinos de ‘Vingadores: Doutor Destino‘. De repente, o que pareciam fotos legítimas passou a disputar atenção com uma enxurrada de imagens falsas — muitas delas extremamente convincentes — mostrando desde Capitã Marvel até Wolverine e Homem-Aranha.
No meio desse caos digital, os vazamentos originais — que serviram de base para vários scoopers descreverem os trajes online — praticamente desapareceram, soterrados pela quantidade absurda de fakes circulando na internet. Mas agora, essas imagens voltaram a ganhar força após ressurgirem no X (antigo Twitter).
Vale destacar que esses registros apareceram antes de qualquer material oficial mais robusto ser divulgado, incluindo os quatro teasers exibidos nos cinemas, as artes promocionais com o Doutor Destino de Robert Downey Jr., e até mesmo artes do departamento de figurino que foram vistas posteriormente em um evento nos estúdios Pinewood, em Londres.
O mais curioso é que, olhando em retrospecto, há fortes indícios de que essas imagens podem ser legítimas. Dá pra cravar com 100% de certeza? Ainda não. Mas vários detalhes batem com o que foi mostrado nos teasers e também com informações de uma prévia completa exibida na CinemaCon no início deste mês. Considerando a época em que tudo isso surgiu, a quantidade de acertos é grande demais para ser apenas coincidência — o que só aumenta o mistério (e o hype) em torno do filme.
Durante a CinemaCon 2026, evento do qual o CinePOP participa in loco, o presidente da Marvel Studios Kevin Feige e os diretores Joe Russo e Anthony Russo subiram ao palco e revelaram que o aclamado ‘Vingadores: Ultimato’ retornará aos cinemas em novembro deste ano.
Eles revelaram que o lançamento está marcado para 25 de setembro e contará com cenas inéditas — algo que chama ainda mais atenção considerando que o longa já possui uma duração robusta de aproximadamente três horas.
“É uma oportunidade de criar uma ponte de Ultimato para Doutor Destino de uma maneira muito única”, revelou Joe Russo.
Essas novas cenas devem fazer uma ponte entre os dois filmes.
Mas as novidades não param por aí. Tanto ‘Vingadores: Ultimato’ quanto ‘Vingadores: Doutor Destino‘ serão exibidos em um novo formato batizado de “Infinity Vision”. Trata-se de uma certificação inédita voltada para salas premium de grande formato, prometendo oferecer aos espectadores experiências cinematográficas ainda mais impactantes, com imagens maiores, mais brilhantes e um nível de imersão superior ao padrão tradicional.
O nome “Infinity Vision”, claro, levanta curiosidade imediata. Seria uma referência proposital às lendárias Joias do Infinito do universo da Marvel Studios ou até mesmo ao herói sintético Visão? Oficialmente, ninguém confirma — mas a associação parece difícil de ignorar, especialmente para os fãs mais atentos.
Independentemente da origem do nome, o selo funciona como uma espécie de garantia de qualidade. Atualmente, existem mais de 75 salas premium nos Estados Unidos e cerca de 300 ao redor do mundo que já atendem aos critérios exigidos. Esses cinemas seguem padrões técnicos específicos, garantindo projeção de altíssimo nível, sistemas de som avançados e uma experiência audiovisual pensada para elevar o impacto dos grandes blockbusters.
Com essas adições, fica claro que o objetivo não é apenas relançar ou exibir os filmes, mas transformá-los em verdadeiros eventos cinematográficos — reforçando a aposta da indústria em formatos cada vez mais grandiosos para atrair o público de volta às salas de cinema.
Assista a nossa descrição do trailer:
Em ‘Vingadores: Doutor Destino‘, os nossos queridos heróis de três universos diferentes serão colocados em rota de colisão mortal e enfrentarão uma ameaça existencial como nunca antes vista na história.
Vale lembrar que o filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 17 de dezembro de 2026, um dia antes do lançamento nos Estados Unidos.
Já a sequência, ‘Vingadores: Guerras Secretas’, está programada para chegar às telonas exatamente um ano depois, em 17 de dezembro de 2027.
‘Uma Esposa em Miniatura’, nova série de comédia dramática estrelada por Elizabeth Banks (‘As Panteras’) e Matthew Macfadyen (‘Succession’), já estreou tanto nos mercados internacionais quanto no Brasil (aqui pelo Prime Video) – e vem fazendo um modesto sucesso entre a crítica internacional.
No Rotten Tomatoes, a produção abriu com 70% de aprovação, com base em 23 reviews publicadas até o momento. Segundo o consenso geral, a série se beneficia das ótimas atuações de Banks e Macfadyen e que, apesar de perder o fôlego algumas vezes, mantém o ritmo das risadas.
“A série oferece recompensas insuficientes para prender a atenção por muito tempo. Amarga demais para ser engolida, mesmo sem ser melosa demais, essa maratona de dez episódios provavelmente se beneficiaria de uma redução de tempo” – The Hollywood Reporter.
“A série, com seus dez longos episódios, não é uma adição particularmente valiosa ao cânone da ficção científica, que vem diminuindo” – New Scientist.
“‘Uma Esposa em Miniatura’ reduz um casamento explosivo a um problema gigantesco e minúsculo. A série é irresistivelmente caótica, com personagens divertidos e imperfeitos e uma premissa intrigante” – Common Sense Media.
“É a surpresa televisiva mais deliciosa de 2026, uma série maravilhosamente ácida, mas ao mesmo tempo incrivelmente agradável” – The Spool.
Baseada no conto homônimo de Manuel González, a trama acompanha Lindy e Les, um casal que, após passar por um acidente tecnológico, começa a reavaliar a dinâmica de poder de seu relacionamento, levando a um confronto dramático na disputa pelo controle do casamento.