Site Página 1475

‘Stranger Things’ | O que a trilha do teaser da 5ª temporada indica sobre o FINAL do fenômeno da Netflix?

Ao som de Child In Time, da banda de hard rock britânica Deep Purple, a Netflix lançou o teaser trailer da temporada final de Stranger Things, que será dividida em três partes. A primeira será lançada em 26 de novembro, a segunda chega em 25 de dezembro, enquanto o último capítulo chegará na virada do ano, em 31 de dezembro de 2025, pra já entrar em 2026 com uma série de traumas diferentes.

Caso não tenha visto ainda, confira!

E por aquilo que o teaser promete, a escolha da música não foi por mera sonoridade absurda, ou porque a equipe achou a música legal. Além de ser um hit sensacional, Child In Time dialoga perfeitamente com o conteúdo que é mostrado.

A canção fala sobre a perda da inocência em tempos de guerra, e como a maturidade chega na vida de todos, mesmo que de forma bastante agressiva. Essa quinta temporada marca justamente a transição da adolescência do elenco “infantil” para a vida adulta, resgatando as conexões que eles fizeram enquanto cresciam e se formavam como indivíduos, mas também evocando as perdas que eles vivenciaram nesse processo, como a Barb (Shannon Purser), o Bob (Sean Austin), o Eddie (Joseph Quinn) e talvez até a própria Max (Sadie Sink), algo mostrado de forma breve pela cena de Lucas (Caleb McLaughlin) segurando a mão da namorada na maca do hospital.

A canção também faz uma metáfora com um “homem cego atirando contra o mundo”, para falar sobre responsabilidade e a falta de compreensão do peso das ações. Porém, no teaser, isso pode dialogar com uma teoria muito interessante sobre o Vecna (Jamie Campbell Bower). Há rumores de que a pessoa pela qual ele procura em Hawkings não é a 11 (Millie Bobby Brown), mas o Will (Noah Schnapp). Isso porque o menino teria incorporado involuntariamente o Olho do Vecna durante sua absorção pelo Mundo Invertido, ainda na primeira temporada.

Vale destacar que os vilões da série são todos inspirados em Dungeons & Dragons, e não é diferente com o Vecna. No jogo, seu Olho é usado como um artefato que causa danos ao portador, mais ou menos como uma Horcrux de Harry Potter. Com isso, a especulação é de que Will tenha sido infectado pelo Olho, o que explicaria suas visões do Mundo Invertido, assim como também justificaria o Vecna saber cada passo da molecada, já que o Will atuaria involuntariamente como um espião.

Num geral, a música fala sobre a responsabilidade e a reflexão sobre as reações que certas ações podem desencadear. Para crescer, há de se abrir mão de certas coisas, como a inocência. E isso casa perfeitamente com tudo que o teaser mostra. E por falar em perdas, ao que parece, a produção enfim tomará coragem para dar fim a alguns personagens, por mais doloroso que possa parecer.

Vale destacar também a ampla presença da estação de rádio. Provavelmente será o “Shopping” da terceira temporada ou o “Laboratório” da segunda, desempenhando um papel fundamental na trama e reunindo os personagens ao seu redor.

Além do teaser trailer, também foi divulgada a sinopse da quinta e última temporada de ‘Stranger Things’. Confira:

Outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna. Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze, que precisou se esconder novamente. Com o aniversário do desaparecimento de Will cada vez mais próximo, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, o grupo precisará se unir de novo pela última vez.

E aí, o que acharam do teaser? Digam nos comentários!

Crítica | Paixão de Escritório – Top1 da Netflix Tinha Tudo para Ser Legal… Mas Estraga

O que faz uma boa comédia romântica ficar no imaginário do público? Podem ser os personagens, a química entre eles, a trilha sonora, a paisagem… mas, no fundo, a história tem que ser boa, a gente precisa se apaixonar pela jornada dos protagonistas e, no fundo, sentir profundamente o que eles estão sentindo. Agora, imagina conseguir construir tudo isso em um filme e, ao mesmo tempo, passar a sensação de estar se autossabotando? Pois é o que acontece com a comédia românticaPaixão de Escritório’, atual Top1 da Netflix e grande lançamento da semana para as férias de verão nórdicas e a semana dos namorados aqui no Brasil.

Jackie Cruz (Jennifer Lopez, de ‘Case Comigo’) é a herdeira e CEO da Cruz Airlines, uma grande companhia de aviação nos EUA. Mas, ser importante e rica tem suas consequências: Jackie é sozinha e não consegue se relacionar com ninguém. Pior ainda: atualmente está sendo processada por supostamente ter se relacionado fisicamente com o responsável do aeroporto de Atlanta em troca de, assim, conseguir a concessão para operar no local. Para se defender de uma acusação tão absurda, Jackie recorre a Daniel Blanchflower (Brett Goldstein, da série ‘Falando a Real’), advogado suplente da empresa, mas, já na primeira reunião Daniel deixa bem claro como se sente com relação a Jackie, e, a partir daí, uma informação tão evidente não passa despercebida à CEO, e ela começa a olhar para ele com outros olhos…

Escrito por Joe Kelly (criador de Ted Lasso) e Brett Goldstein (que coestrela o longa), ‘Paixão de Escritório’ tinha tudo para ser um filme legal… mas estraga. O filme segue bem a linha de um grande sucesso do gênero, ‘A Proposta’ (estrelada por Sandra Bullock e Ryan Reynolds) em que ela é a dona de uma editora, só que por ser canadense ela precisa fazer manutenção do vínculo e, para isso, cria um relacionamento de fachada com seu estagiário para conseguir, assim, a cidadania estadunidense, mas, óbvio, no meio do caminho os dois se apaixonam. Em ‘Paixão de Escritório’ o rolê é o mesmo: Daniel é um imigrante inglês que precisa manter o emprego para não perder o visto, e, por isso, não pode se entregar à paixão com a CEO, sem contar as normas da empresa que proíbe relacionamento entre colegas de trabalho e o fato de Jackie estar sendo processada justamente por isso. Por ele ser o advogado e interessado no caso, é claro que as regras rapidamente são esquecidas pelo casal, que acabam se envolvendo.

Se a história ficasse só nisso, ok, super certo, até porque é uma trama que a gente reconhece, com personagens carismáticos que têm química. Mas o roteiro se sabota, e isso ocorre de maneira tão inesperada, que não dá nem pra fingir que não aconteceu. Sem dar spoilers, mas é como se no meio do romance fofinho entrasse uma piada grotesca a la Adam Sandler, com situações bem gráficas sobre o que está acontecendo. Para dar apenas um exemplo: quando os protagonistas se conhecem, eles apertam as mãos e Daniel literalmente fica de pau duro – e isso mostra no filme. Totalmente desnecessário, quebrando o clima da cena.

E como episódios como esse são recorrentes ao longo do filme, isso só demonstra o extremo mau gosto do diretor Ol Parker (que tem mais experiência em roteiros, como de ‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo), por manter essas cenas em primeiro plano, constrangendo e pegando o espectador desprevenido com tamanha grosseria. Parece até que alguém foi contratado apenas para inserir essas cenas nada a ver na história para não ficar romântica demais.

Deveria haver uma opção de ‘Paixão de Escritório’ sem tais momentos bizarros – e, aí, seria um filme bom. Mas, do jeito que está sendo exibido, parece um grande deboche para quem gosta de comédias românticas e acaba se deparando com esse filme.

‘Os Eternos’: Ator de ‘Invasão Zumbi’ é elencado no filme

Os estúdios Marvel estão trabalhando a todo vapor em seu próximo bloco de filmes – canalizando seus esforços para o filme solo Viúva Negra e o aguardado Os Eternos. E parece que outro nome já foi elencado para a próxima fase do MCU.

Segundo o site The Wrap, o ator sul-coreano Dong-seok Ma entrou para o time de Os Eternos em um papel que ainda não fo revelado. Ele se junta a Angelina Jolie e Kumail Nanjiani, previamente anunciados.

Este será a primeira performance de Ma no cinema norte-americano. Ele é conhecido por seu papel no thriller apocalíptico Invasão Zumbi, que tornou-se um dos favoritos de 2017 e atualmente caminha para sua sequência.

Kevin Feige, presidente dos estúdios Marvel, declarou que o filme poderá ter um lapso no tempo de “dezenas de milhares de anos”.

Tudo depois de ‘Vingadores: Ultimato’ e depois de Homem-Aranha: Longe de Casa’ será diferente e único, como tentamos fazer com cada um dos filmes [da Marvel]. Mas trazer personagens conhecidos é algo que vamos e queremos fazer. Porém, também queremos introduzir personagens que a maioria dos fãs nunca ouviu falar, como fizemos com Guardiões da Galáxia e até mesmo os Vingadores antes de eles se tornarem os Vingadores.

Os Eternos são um desses grupos. Temos a ideia de introduzi-los como parte de algo maior antes de fazer um filme do começo. E você está me perguntando se a narrativa se passa antes dos anos 1970 ou 1960. [O desenhista] Jack Kirby fez um trabalho gigante e épico com Os Eternos que dá um salto de dezenas de milhares de anos – algo que nunca fizemos e que parece muito interessante.

Ainda que nenhuma sinopse oficial do filme tenha sido divulgada, alguns detalhes já foram revelados:

A história envolve o enlace romântico entre Ikaris, um homem movido pela energia cósmica, e Sersi, que vive entre os humanos.

Nos quadrinhos, os Eternos são personagens ficcionais e bastante evoluídos que outrora pertenceram à raça humana, mas que agora têm superpoderes e um tempo de vida bem maior que o dos mortais. Criados pelos Celestiais há mais de um milhão de anos, esses seres são resultados de experimentos genéticos que culminaram na criação de dois grupos divergentes: os Eternos e os Deviantes.

Os Eternos será dirigido por Chloe Zhao, baseado em um roteiro assinado por Matthew FirpoRyan Firpo.

Os próximos lançamentos da Marvel serão ‘Vingadores: Ultimato’ em 24 de abril e Homem-Aranha: Longe de Casa, marcado para o dia 05 de julho. 

‘Star Wars: A Ascensão Skywalker’ vai contar a história de Leia Organa, diz J.J. Abrams

O mundo entrou em choque quando Carrie Fisher, intérprete de Leia Organa na saga Star Wars, morreu em dezembro de 2016. Entretanto, sua ausência não impediu que os produtores e diretores da franquia a colocassem nos em ‘A Ascensão Skywalker’, último longa da nova trilogia, utilizando filmagens nunca antes vistas dos filmes anteriores.

Em entrevista ao site Total Film Magazine, o diretor J.J. Abrams revelou que, com o compilado de cenas adquirido e o modo como a narrativa se desenrola na próxima aventura, os espectadores não devem notar nenhuma diferença entre a aparição de Fisher e sua interação com outros personagens. Ele também confirmou que o Episódio IX irá contar a história de Leia que pretendiam desde o começo.

“Há cenas em que ela conversa com outros personagens de uma forma misteriosa. Se isso funcionar, será algo invisível e, se você não soubesse [que ela morreu], nunca saberia. Mas vamos contar a história com Leia que iríamos contar caso Carrie estivesse viva. E isso é incrível”.

O filme estreia no dia 19 de dezembro.

Assista ao trailer:

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Novos Deuses’: Ava DuVernay confirma aparição de icônica personagem no filme!

Em seu Twitter oficial, a diretora Ava DuVernay confirmou que uma icônica figura do panteão DC irá aparecer na vindoura adaptação de ‘Novos Deuses’: All-Widow.

Confira:

Para quem não a conhece, a personagem existe desde 1985 com o término dos eventos de ‘Crise nas Infinitas Terras’, nos quadrinhos. Ela é a Rainha das criaturas insectoides que vive na superfície do planeta Nova Gênesis. Tipicamente, são encaradas como criaturas inferiores à raça dos Novos Deuses.

All-Widow é apenas a mais nova adição ao extenso longa-metragem, que já teve confirmação de outros nomes como Darkseid, Grande Barda e Senhor Milagre.

DuVernay e Tom King ficam responsáveis pelo roteiro, com a Warner Bros. supervisionando o projeto.

Em uma recente postagem em seu Twitter oficial, DuVernay comentou que está prestando atenção no que o público quer para a adaptação e que está “sonhando com atores” e “tomando notas” de fancasts que já viu nas redes sociais.

Confira:

Por enquanto, os principais detalhes permanecem em sigilo e ainda não há previsão de estreia para a adaptação.

‘The Trial Of The Chicago 7’: Novo filme de Aaron Sorkin ganha pôster OFICIAL; Confira!

O aguardado drama histórico The Trial Of the Chicago 7, novo filme comandado por Aaron Sorkin para a Netflix, ganhou um cartaz oficial incrível.

Confira, junto ao teaser:

Confira as primeiras imagens do drama:

O longa será lançado na plataforma de streaming no dia 16 de outubro.

O elenco é formado por Sacha Baron CoenEddie RedmayneJoseph Gordon-LevittSeth RogenWilliam HurtMark RylanceYahya Abdul-Mateen IIJeremy StrongFrank LangellaMichael Keaton.

O filme, produzido por Steven Spielberg, esteve na geladeira por mais de uma década e finalmente vai começar a caminhar.

O longa é baseado no documentário de Brett Morgan, intitulado ‘Chicago 10‘, que traz os relatos do infame julgamento de 1969, que ajuizou sete acusados pelo governo federal de conspiração e mais outros crimes. O grupo é oriundo da ascensão dos protestos da contracultura na cidade de Chicago, na Convenção Democrática Nacional, em 1968. O julgamento parou o país e iniciou uma conversa sobre uma desordem intencional para enfraquecer o governo norte-americano.

Além de dirigir, Sorkin assina o roteiro da produção.

‘Charmed’ é renovada para a 4ª temporada!

The CW divulgou sua programação para 2021 e, com isso, renovou várias séries originais de seu catálogo – incluindo Charmed.

reboot da clássica produção ganhará uma 4ª temporada, ainda sem data confirmada de lançamento.

Enquanto isso, o terceiro ciclo já estreou na emissora.

 

No final da segunda temporada, as garotas “encantadas” e o mundo mágico se encontram em certo perigo, pois Julian afirmou à tia Vivienne que ele traria Macy (Madeleine Mantock) custe o que custar. Enquanto isso, o novo romance de Harry (Rupert Evans) e Macy está correndo risco, depois que Harry pediu a Maggie (Sarah Jeffery) para usar seu novo poder para mudar seus sentimentos por sua irmã. Com o relacionamento de Mel (Melonie Diaz) com Ruby em um impasse, será que Mel algum dia encontrará o amor verdadeiro? E a destruição da irmandade é inevitável ou as Encantadas conquistarão o Conquistador? As respostas a essas perguntas irão se desdobrar na terceira temporada e traçar uma jornada totalmente nova para essas mulheres, à medida em que Maggie busca suas ambições profissionais, enquanto Macy retorna às suas raízes científicas e o ativismo de Mel é reacendido.

Criada por Constance M. Burge, a série é um reboot do seriado clássico ‘Jovens Bruxas‘, que rendeu oito temporadas, transmitidas entre 1998 e 2006.

O elenco conta com Melonie Diaz, Madeleine Mantock, Sarah Jeffery e Rupert Evans.

‘Manifest’: Netflix passa adiante a renovação da série após cancelamento pela NBC

De acordo com o Deadline, a Netflix passou adiante a quarta temporada e a consequente renovação da recém-cancelada Manifest.

A série chegou ao fim após três temporadas na NBC e chocou os fãs ao redor do mundo. As informações indicam que a decisão dos executivos da plataforma foram tomadas após “longas conversas e deliberações que se alongaram pela semana”.

O próximo ciclo irá estrear no dia 1º de abril.

Vale lembrar que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na GloboPlay!

Criada por Jeff Rake (‘Os Mistérios de Laura‘), a série é inspirada no desaparecimento do vôo 370 da Malaysia Airlines, em 2014.

Na trama, o voo 828 desaparece do radar e retorna cinco anos depois, quando o mesmo já tinha sido considerado perdido no fundo do mar. O tempo não passou para os passageiros do avião, enquanto que para seus familiares foram os piores anos de suas vidas. A série irá acompanhar a vida pessoal destes passageiros, assim como o mistério que os envolvem.

O elenco conta com Josh Dallas, Melissa Roxburgh, Athena Karkanis, J.R. Ramirez, Luna Blaise, Jack Messina e Parveen Kaur.

Kylie Minogue lança álbum colaborativo ‘Disco: Guest List Edition’, que conta com Dua Lipa e Gloria Gaynor; Ouça!

A vencedora do Grammy Kylie Minogue lançou hoje (12) o álbum Disco: Guest List Edition’, versão colaborativo de seu elogiado CD do ano passado.

A nova versão conta com inúmeras participações especiais, incluindo Dua LipaGloria GaynorYears & YearsJessie Ware, e já está disponível em todas as plataformas de streaming.

Crítica | ‘Disco’ é o melhor álbum de Kylie Minogue em dez anos

A artista, que ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performers dos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete.

Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”“In Your Arms”“Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado Fever (2001). Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.

Grammy 2022 | Lady Gaga e Tony Bennett vencem na categoria de Melhor Álbum Pop Vocal Tradicional

A icônica popstar vencedora do Oscar Lady Gaga e o lendário e múltiplo vencedor do Grammy Tony Bennett já estão fazendo bonito na cerimônia de vencedores do Grammy Awards 2022 e conquistaram o prêmio de Melhor Álbum Pop Vocal Tradicional pelo elogiado Love For Sale.

Eles também concorrem a Álbum do Ano Gravação do AnoMelhor Performance Pop em Duo/Grupo lead single “I Get a Kick Out of You”. O álbum também ganhou o prêmio de Melhor Engenharia de Álbum.

Bennett já levou para casa um prêmio de Álbum do Ano em 1995, tendo chances de levar a segunda condecoração na categoria. Gaga, por sua vez, foi indicada pela quarta vez e pode ganhar seu primeiro prêmio. Suas outras nomeações foram pelos álbuns ‘The Fame’‘The Fame Monster’‘Born This Way’.

A produção é composta por dez faixas na versão padrão e doze na versão deluxe, funcionando como uma homenagens às clássicas canções compostas pelo icônico Cole Porter – e já está disponível em todas as plataformas digitais.

Gaga e Bennett colaboraram anteriormente com o elogiado Cheek to Cheek, em 2014, que quebrou recordes e alcançou o primeiro lugar das paradas da Billboard, além de ter conquistado uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional.

Vale lembrar que Love for Sale marca o 61º e último álbum de Tony, que vem sofrendo com as mazelas do Alzheimer desde 2016. O artista é um dos principais nomes do cenário fonográfico e já levou para casa nada menos que 20 prêmios do Grammy, além de ter vendido mais de 50 milhões de álbuns e singles ao redor do mundo.

Gaga, por sua vez, é uma das performers mais prestigiadas da atualidade e já conquistou inúmeros prêmios, incluindo 12 Grammys, um Oscar, um BAFTA, dois Globos de Ouro e dois Critics’ Choice Awards. Ela possui seis álbuns em #1 na Billboard 200 e é uma das artistas de maior sucesso de todos os tempos. Gaga se aventurou na música no ano passado com o ovacionado ‘Chromatica’ e, pouco depois, com o compilado de remixes ‘Dawn of Chromatica’. Além da colaboração com Bennett, também é estrelada do drama criminal ‘Casa Gucci’.

Elton John e Britney Spears lançam a aguardada colaboração “Hold Me Closer”; Ouça!

Os lendários artistas Elton JohnBritney Spears lançaram hoje, 26 de agosto, a aguardada colaboração “Hold Me Closer”.

A canção marca o retorno da princesa do pop ao mundo da música desde 2016, quando lançou o elogiado Glory.

A música já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Ouça:

A colaboração alcançou o 1º lugar do iTunes em diversos países, incluindo os Estados Unidos e a Inglaterra.

Nas redes sociais, Spears celebrou o lançamento da música, escrevendo: “OK… Minha primeira música em seis anos! É muito legal que eu estou cantando com um dos homens mais clássicos do nosso tempo… Elton John! Estou nas nuvens… É algo gigante para mim! Estou meditando mais e aprendendo que meu espaço é valioso e precioso”.

Como já mencionado, o último álbum de Britney foi lançado em 2016. Intitulado Glory, a produção foi bem recebida pelo público e pela crítica e rendeu os singles “Make Me”“Slumber Party”. John, por sua vez, lançou um disco colaborativo em 2021, intitulado The Lockdown Sessions, que contou com o single “Cold Heart (PNAU remix)” com Dua Lipa.

Crítica | Musical ‘Anastasia’ é um deleite para os olhos e uma espetacular adaptação brasileira

Em 1997, a extinta 20th Century Fox dava vida a uma de suas produções mais subestimadas – a animação musical Anastasia. A trama acompanha o assassinato da família Romanov (a última monarquia russa) pelos rebeldes bolcheviques, cuja principal intenção era depor o domínio czarista e permitir que o povo ascendesse ao governo do país. Entretanto, a jovem personagem titular sobreviveu ao massacre, mas perdeu a memória – e, então, parte em uma jornada para se redescobrir e se reunir com o último membro da família que ainda está vivo. Em 2017, a clássica história foi levada aos palcos da Broadway e, cinco anos mais tarde, a adaptação teatral chegou ao Brasil da melhor maneira possível – e, inclusive, superando o original em diversos aspectos.

Comandado pela certeira mão da diretora associada Carline Brouwer, a versão brasileira da produção é um espetáculo visual, sonoro e performativo, reunindo os clássicos elementos do gênero em uma potente e envolvente narrativa ambientada na Europa do início do século XX. Aqui, Giovanna Rangel, que já emprestou suas habilidades para obras como ‘A Bela Adormecida’ e ‘Coração Canção’, faz sua impecável estreia como protagonista ao interpretar Anya, alter-ego que adota após sofrer amnésia em decorrência dos ataques bolcheviques. A princesa perdida da dinastia Romanov, no primeiro ato, é forçada a trabalhar por um irrisório salário para sobreviver ao frio e à fome – até cruzar caminho com um golpista chamado Dmitri (Rodrigo Garcia) e um ex-aristocrata chamado Vlad (Tiago Abravanel em seu glorioso retorno aos palcos).

Juntos, o trio arquiteta um plano de transformar Anya na princesa, levá-la a Paris para se reunir com a Imperatriz Maria Feodorovna (Edna D’Oliveira) e receber uma recompensa que os permitirá viver a vida que sempre quiseram – tudo sem saberem que Anya é, de fato, Anastasia. Entretanto, nem tudo sai como o planejado: temos o Camarada Gleb (Luciano Andrey), um dos militares responsáveis por manter a ordem no recém-criado Leningrado, que acata os rumores de que a personagem de Rangel seja a princesa Romanov e que mergulha em uma missão para encontrá-la e terminar o trabalho iniciado pelo falecido pai; e, é claro, a Imperatriz, amargurada pelas várias jovens que mentiram sobre serem Anastasia, não acredita que a neta voltará e se confina em seu apartamento em Paris ao lado da dama de companhia Lily (Carol Costa).

A versão brasileira faz um ótimo trabalho ao trazer todos os elementos da peça original estadunidense, mas sem deixar de colocar aspectos únicos que nos fisgam desde o primeiro momento. O ato inicial, que se inicia com uma irretocável sequência no palácio, é movido por uma tétrica e apaixonante rendição de “Foi No Mês de Dezembro”, mergulhada em um antêmico e nostálgico conto de fadas, logo dando espaço à “Última Dança dos Romanovs” – cuja coreografia, a encargo de Denise Holland Bethke, é emocionante e impecável do começo ao fim, aliando-se a uma cenografia que causa arrepios até nos mais céticos.

Se a cena de abertura dá o tom do musical, cabe ao elenco conseguir manter-se sólido para nos guiar por uma complexa trama recheada de reviravoltas, mentiras e sonhos perdidos. Não é surpresa que, considerando a competente equipe artística e técnica por trás da produção, o resultado supere as expectativas: Rangel brilha em seus solos e demonstra uma afetividade simbólica com o público, transmitindo uma singularidade performática que explode em aplausos toda vez que profere a última nota das músicas; Garcia, nutrindo de uma química espetacular com sua companheira de cena, permite que Dmitri ganhe voz em um belíssimo e bem delineado arco, reiterando sua considerável carreira no teatro; Abravanel, um veterano dos musicais, faz um trabalho primoroso como Vlad, roubando os holofotes com sua interpretação jocosa e vigorante.

Mas não é apenas o trio protagonista que nos cativa: do primeiro momento em que Costa aparece como Lily, sabemos que iremos nos divertir – e, no momento em que ela solta a voz nos primeiros versos do dançante hino em memória à terra natal, nossas expectativas se concretizam em uma explosiva e inesquecível atuação. A atriz sabe o que faz e sabe como encantar os espectadores, seja nessa mistura de jazz e folk russo, seja no cândido dueto valsado ao lado de Abravanel – ambos misturando drama e comédia na dose certa.

São vários os elementos imediatamente reconhecíveis que se espalham pela produção: em “Paris Rouba o Seu Coração”, Brouwer e Bethke unem forças para homenagear o lendário Bob Fosse, mas sem abandonar incursões que discorrem sobre a arte russa – como a incorporação da kalinka à coreografia e às movimentações de palco, ou com a construção metalinguística de ‘O Lago dos Cisnes’ em uma arrepiante rendição. E, por mais que a peça não seja livre de momentâneos deslizes, a cautelosa e intrincada engrenagem consegue ofuscar quaisquer obstáculos, mantendo-se viva na nossa mente mesmo horas depois dos agradecimentos.

Anastasia é uma incrível adaptação musical brasileira que não deve absolutamente nada à obra original, conseguindo honrá-la por completo e, como já mencionado, superando-a em vários momentos – principalmente no tocante às performances. A narcótica produção é uma joia do cenário do entretenimento atual e merece ser apreciada em todos os seus detalhes.

Lembrando que o musical continua em cartaz no Teatro Renault, em São Paulo.

‘O Que Fazemos nas Sombras’: Os vampiros vão para o shopping no novo teaser OFICIAL da 5ª temporada; Confira!

O canal FX divulgou mais um teaser oficial da 5ª temporada da série ‘O Que Fazemos nas Sombras‘ (What We Do in the Shadows).

Confira, junto ao trailer:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 13 de julho.

Vale lembrar que as quatro primeiras temporadas já estão disponíveis no Star+.

A série foi criada por Taika Waititi e Jemaine Clement, os mesmos responsáveis pelo longa-metragem homônimo.

A trama segue três vampiros que vivem juntos: Laszlo (Berry), Nadja (Demetriou) e Nandor (Novak) – os dois primeiros são marido e mulher. Também morando com eles está um quarto vampiro chamado Colin Robinson (Proksch), que é um “vampiro energético”. Em vez de sangue, ele suga a energia de suas vítimas prendendo-as à morte com anedotas mundanas e piadas ruins. O escritório é seu campo de alimentação, mas seus poderes também funcionam em seus companheiros de vampiros. Suas vidas se complicam quando nossos três vampiros centrais percebem que um antigo líder vampiro chamado Barão está vindo para visitá-los do exterior, supostamente para ver como a conquista da América está indo.

Matt Berry, Kayvan Novak, Natasia Demetriou, Harvey Guillen e Mark Proksch estrelam.

‘King Richard: Criando Campeãs’: Cinebiografia com Will Smith estreia ESTA SEMANA no Prime Video!

O aclamado drama cinebiográfico King Richard: Criando Campeãs’, estrelado por Will Smith, chega esta semana ao catálogo do Prime Video.

O longa-metragem, que rendeu a Smith o Oscar de Melhor Ator, chega à plataforma de streaming nesta próxima quarta-feira, 20 de dezembro.

A inspiradora história real do pai das atletas Serena e Venus Williams cativou a imprensa, justamente por sua sensibilidade e delicadeza ao retratar o poder de uma família unida.

O longa teve sua estreia oficial Festival de Veneza 2021 e surpreendeu a crítica especializada, conquistando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.

A história, assinada por Zach Beylin e dirigida por Reinaldo Marcus Green, é baseada na vida do duro pai de VenusSerena Williams, o qual tinha em mente um plano para transformar suas filhas nas maiores jogadoras de tênis do mundo. Serena já possui 23 títulos solo do campeonato Grande Slam desde sua estreia em 1999, tornando-se uma das maiores atletas da história; Venus, por sua vez, começou sua carreira em 2000 e também já foi condecorada com diversos prêmios. As irmãs, em conjunto, possuem 14 títulos em dupla.

Saniyya SidneyDemi Singleton completam o elenco.

‘The Morning Show’: Marion Cotillard entra para o elenco da 4ª temporada

Apple TV+ revelou hoje (05) que a aclamada atriz Mariom Cotillard foi escalada pada a 4ª temporada do aclamado drama The Morning Show.

Detalhes sobre seu papel não foram revelados.

https://x.com/AppleTV/status/1798445152002015279?t=-nOQxSLHhWu-dNsCHbw9yA&s=19

Em uma recente entrevista ao Deadline, a showrunner Charlotte Stoudt revelou o que os fãs podem esperar do novo ciclo.

Durante a conversa, Stoudt revelou que os próximos episódios serão focados na questão da confiança dos consórcios de imprensa como uma escarça commodity.

“Explodimos tudo no ano passado com a maior bomba que poderíamos construir. Então, temos que nos perguntar como o grupo vai se reunir novamente e como será isso? Entramos no mundo dos deep-fakes e das IAs ​​e na desinformação na névoa da guerra que estamos vendo agora no Oriente Médio e outras coisas. Estamos olhando em quem pode confiar. E você pode confiar no que está vendo? Você pode confiar em si mesmo? Você pode confiar no seu meio de comunicação?”.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na Apple TV+.

Um olhar por trás dos bastidores da vida das pessoas que ajudam a América a acordar pela manhã, explorando os desafios únicos enfrentados pelos homens e mulheres que realizam este ritual diário televisionado.

Jennifer Aniston e Reese Witherspoon estrelam.

O elenco ainda conta com Desean Terry, Victoria Tate, Jon Hamn, Billy Crudup, Juliana Margulies, Mark Duplass, Greta Lee e Jon Hamn.

Sabrina Carpenter conquista SEIS indicações ao Grammy 2025, incluindo Álbum do Ano

sabrina carpenter

Sabrina Carpenter, uma das maiores vozes da Geração Z na música, foi uma das principais relembradas da lista de indicados ao Grammy Awards 2025.

Carpenter, que fez um enorme sucesso este ano, concorre nas categorias de Álbum do Ano por ‘Short N’ Sweet’Artista Revelação, e Música do AnoGravação do Ano pelo single “Espresso”.

Os vencedores serão revelados no dia 02 de fevereiro de 2025.

Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.

Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da The Eras Tour, apresentando-se, inclusive, no Brasil.

Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”“Paris”“read your mind”“feather”.

Pacote salarial de David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, chega a quase US$52 MILHÕES

O pacote salarial do presidente e CEO da Warner Bros. Discovery, David Zaslav, aumentou pouco mais de 4% em 2024 – alcançando surpreendentes US$51,9 milhões no ano passado, de acordo com a declaração de procuração da empresa para 2025, apresentada nesta sexta-feira, 11 de abril (via Variety).

Zaslav teve um pacote salarial de US$49,7 milhões em 2023, um aumento de 26,5% em relação ao ano anterior. A remuneração do CEO totalizou US$39,3 milhões em 2022, após ter recebido impressionantes US$246,6 milhões (incluindo US$ 203 milhões em outorgas de opções de ações) em 2021.

Em 2024, o salário-base de Zaslav era de US$3 milhões. Ele recebeu prêmios em ações no valor de US$23,1 milhões, bônus de US$ 23,9 milhões e “todas as outras” remunerações de US$ 1,9 milhão.

O pagamento de 2024 para outros executivos da WBD foi listado junto com o de Zaslav no processo: o CFO Gunnar Wiedenfels recebeu US$17 milhões (estável com sua remuneração de 2023); o diretor de receita e estratégia Bruce Campbell recebeu US$19,8 milhões (aumento de 8%); a remuneração do CEO e presidente global de streaming e jogos J.B. Perrette foi de US$19,7 milhões (queda de 2%); e o presidente internacional Gerhard Zeiler ganhou US$ 14,8 milhões (aumento de mais de 11%).

Bônus em dinheiro e prêmios em ações para Zaslav e outros executivos nomeados da WBD estão vinculados a metas de fluxo de caixa livre.

De acordo com a declaração de procuração de 2025, a WBD afirma que seu comitê de remuneração executiva revisou o desempenho anual de Zaslav e Wiedenfels em fevereiro e “determinou que o Sr. Zaslav e o Sr. Wiedenfels superaram as expectativas e entregaram mais do que o esperado em relação às suas respectivas metas estratégicas, aprovando um pagamento para a parcela do bônus em dinheiro do CEO em 2024 que é baseado em métricas estratégicas de 115% da meta e um pagamento de 114% da meta para a parcela do bônus em dinheiro do CFO, em 2024, que é baseado em métricas estratégicas”.

Emmy Awards 2025 | ‘Arcane’ leva o prêmio de Melhor Programa Animado

arcane

A 2ª e última temporada deArcane finalizou uma das produções originais mais elogiadas da Netflix – e, após receber aclame pela crítica e pelo público, não ficaria de fora da próxima temporada de premiações.

O ciclo de encerramento levou para casa o Emmy Award de Melhor Programa Animado, pouco depois de ter conquistado sete prêmios do Annie Awards 2025.

Anteriormente, o criador Christian Linke explicou por que a série não terá novas temporadas: “Sempre tivemos uma história específica em mente. Olha, poderia ter sido alongado, tenho certeza. Mas, para nós, sempre foi assim: começamos com isso em mente. Acho que também tem um ângulo pessoal nisso, como criativos. Todos nós já vimos programas de TV em que, claramente, os roteiristas estão sem ideias. Até que ponto você consegue manter a inspiração com a mesma coisa? Por quanto tempo? Foram nove anos para nós, com esses personagens. Acho que também tem uma questão de responsabilidade nisso, onde pensamos: ‘Isso é o que tínhamos em mente’”, disse Christian Linke.

Christian ainda destacou que a equipe não tinha a intenção de fazer mais do que já havia sido planejado, já que a qualidade da história poderia ser perdida nesse processo.

“Esta é a história que tivemos em mente, que queremos contar. Seria irresponsável esticar isso a um ponto onde sentimos que não conseguiríamos nem fazer justiça à história. Acho que isso foi uma parte importante disso. Não queremos exagerar.”

Arcanecustou cerca de US$ 250 milhões para ser produzida e promovida ao longo de seus 18 episódios, se tornando a animação mais cara já lançada no streaming ou na TV linear.

Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.

arcane 7 d

Crítica | Lisa McGee une suspense, comédia e mistério na esplêndida e caótica série ‘De Belfast ao Paraíso’

Em 2018, Lisa McGee dava vida a uma das séries de comédia mais elogiadas das últimas décadas – a divertida e inspiradora Derry Girls, que nos apresentou a algumas das personagens mais incríveis do cenário televisivo contemporâneo ao nos arremessar para a explosiva Irlanda do Norte nos anos 1990, explorando as turbulências da vida adolescente àquela época. Após conquistar o mundo com a produção, McGee começou a desenvolver um novo projeto, que chegou recentemente ao catálogo da Netflix sob o título De Belfast ao Paraíso – que nos leva de volta ao idílico cenário irlandês para uma vibrante e irretocável mistura de comédia ácida, mistério e suspense que nos envolve desde os primeiros segundos.

A trama é centrada em três amigas: Saoirse (Roisin Gallagher), uma ansiosa roteirista de televisão que não está na feliz com a situação em que está, tanto no âmbito profissional, quanto pessoal; Robyn (Sinéad Keenan), uma impetuosa mãe de três filhos que equilibra as várias esferas de sua vida sem quaisquer papas na língua; e Dara (Caoilfhionn Dunne), uma divertida e um tanto quanto avoada mulher que é movida pela culpa cristã e que tenta ajudar todos como pode. O trio se reúne após a morte inesperada de uma antiga colega de quem eram muito próximas quando estavam no colégio, Greta (Natasha O’Keefe) – decidindo viajar para a cidade natal, o Condado de Donegal, para prestar condolências e respeito à família após receberem um e-mail com as tristes notícias.

Logo de cara, começamos a ter algumas dicas do motivo pelo qual elas se afastaram de Greta – e as coisas começam a ganhar um tom sinistro quando, ao chegarem ao local da cerimônia, ninguém está lá com exceção da estranha família, que inclui o agora ex-marido da falecida, Owen (Emmett J. Scanlan), chefe da delegacia local, e da bizarra matriarca Fargo (Michelle Fairley). Saoirse, Robyn e Dara, então, são arremessadas em uma complexa artimanha ao descobrirem que o corpo do caixão, na verdade, não pertence a Greta (e que todo aquele mistério pode estar atado a segredos de um passado remoto que tentaram manter escondidos por décadas).

Através de oito belíssimos episódios, McGee mostra que ainda tem ótimas histórias para contar a seus fãs – e faz isso com um comprometimento invejável que já transforma a série em uma das melhores do ano. À medida que procura um ponto de equilíbrio entre múltiplos gêneros narrativos, como já mencionado, a showrunner reitera uma habilidade artística imprescindível para que as múltiplas tramas e subtramas sejam exploradas como devem, sem mergulhar em frenesis cansativos e sem se estender por demasia em cenas de maior contemplação dramática, por assim dizer. O ponto de maior sucesso emerge quando a realizadora demonstra fé no conceito do projeto e o destrincha em pequenas obras-primas audiovisuais.

É possível que o escopo super-despojado da atração não seja para o gosto de todos, mas, por trás de toda a estrutura arlequinesca e despretensiosa, há um intrigante suspense que toma forma cena a cena e que leva as protagonistas a perceberem que precisam desvendar a verdade antes que seja tarde demais. Para tanto, McGee se alia ao esplêndido trabalho dos diretores de fotografia Ashley Barron, Nathalie Pitters e Daniel Stafford-Clark, que imprimem não apenas uma estética “fantasiosa”, por assim dizer, mas se utilizam de lentes olhos-de-peixe e enquadramentos exagerados para garantir uma sarcástica angústia cômica que irrompe das telas o tempo inteiro.

As escolhas imagéticas não param por aí e, de certa maneira, McGee escala membros para sua equipe criativa que permitem uma espécie de extensão identitária entre esta série e Derry Girls, mas optando por uma paleta de cores que nos remete a filmes como ‘Os Guarda-Chuvas do Amor’, ‘O Grande Hotel Budapeste’ e ‘John Wick’ – utilizando cores neons e contraditórias que transformam o idílico Condado em um palco teatral com toques shakespearianos. E, completando o profundo estudo cinemático que se apodera do enredo, temos a caprichosa e fabulesca trilha sonora de Sion Trefor, que exalta a cultura irlandesa em uma união entre passado e presente.

O elenco irrompe como a cereja de um delicioso e viciante bolo confeitado, com destaque óbvio a Gallagher, Keenan e Dunne: o trio de atrizes principais tem um timing invejável para a comédia e uma disposição metadiegética que não apenas reafirma a popularidade de histórias do gênero, como critica certos convencionalismos que são continuamente repetidos – apoiando-se em uma metalinguagem que as torna mais complexas e envolventes episódio a episódio. Também temos a bem-vinda presença de outros nomes, como Darragh Hand como o charmoso policial Liam, que se envolve com o caso mais do que deveria; e a conspícua Bronagh Gallagher como Booker, uma duvidosa mulher que sabe exatamente o que quer.

Mais uma vez, Lisa McGee criou mágica ao nos presentear com a inebriante De Belfast ao Paraíso, uma série destinada não apenas aos fãs de Derry Girls, mas a qualquer um que procure um bom entretenimento para devorar de uma só vez – e que, uma vez que se aperta o play, se torna impossível de pausar.

Petição para Brie Larson ser substituída como ‘Capitã Marvel’ está ganhando força

Há alguns dias, surgiu uma petição criada por um fã descontente para que a Marvel Studios substitua Brie Larson do papel de Carol Danvers/Capitã Marvel. Apesar de ser uma noção ridícula e injustificada, a petição já havia acumulado 9 mil assinaturas na época, e a coisa ganhou ainda mais força. Até o momento, a petição foi assinada por mais de 14.500 pessoas e está a apenas 500 de atingir sua meta de 15.000.

Criada pelo usuário Spike Valentine, ele pede que Larson renuncie como Carol Danvers para que uma mulher negra e gay possa desempenhar o papel, provando que a atriz, uma defensora franca da representatividade quando se trata de mulheres e LGBT, é “uma aliada da justiça social.”.

Valentine aponta para o fato de que a afro-americana Monica Rambeau é a primeira Capitã Marvel nas histórias em quadrinhos, justificando a razão pela qual esse movimento deve ser feito.

Há uma boa causa no centro desta petição, que pede que a Marvel desse mais franquias para as pessoas de cor e para as pessoas da comunidade LGBT. No entanto, exigir que Larson seja substituída não é uma razão forte o bastante. A atriz em si não é um obstáculo contra uma melhor representação no MCU e, de fato, disse que a Marvel precisa “avançar mais rápido” em relação à representatividade nos próximos anos.

Além disso, Monica já está na franquia, interpretada por Akira Ackbar, em ‘Capitã Marvel’. Isso foi claramente configura a possibilidade da personagem surgir como uma super-heroína quando for mais velha, o que provavelmente acontecerá em uma sequência que avança alguns anos. O status de Larson como a primeira protagonista feminina do MCU deve ser celebrado e, esperamos, que caminhos sejam abertos para várias outras heroínas de diferentes origens.

Ainda assim, aparentemente, quase 15.000 pessoas concordam com essa petição. Embora, isso seja apenas uma gota no oceano em comparação com todos aqueles que assistiram ‘Capitã Marvel’, que arrecadou mais de 1 bilhão de dólares nas bilheterias mundiais.