O canal ABC liberou o mais novo vídeo de ‘Inumanos‘, que conta com vários momentos dos bastidores da série.
Vale lembrar que o episódio piloto foi lançado hoje no Brasil, em todas as salas IMAX.
Confira:
O elenco conta com Anson Mount (Raio Negro), Iwan Rheon (Maximus), Serinda Swan (Medusa), Ken Leung (Karnak), Eme Ikwakor (Gorgon) e Isabelle Cornish (Crystal).
Criados por Stan Lee e Jack Kirby, os Inumanos são descendentes de humanos normais, que há muitos séculos foram mudados em experiências realizadas pelos alienígenas conhecidos por Krees.
Eles apareceram pela primeira vez na revista Fantastic Four #45, de 1965, como coadjuvantes do Quarteto Fantástico. A formação de heróis é composta por Raio Negro, Medusa, Karnak, Gorgon, Triton, Crystl e Máximus, o Louco.
O estúdio preferiu esconder a demissão e alegar que o diretor se afastou por problemas pessoais, e havia contratado Joss Whedon para finalizar o filme muito antes de tornar o afastamento do diretor público.
Segundo o jornalista, o corte do diretor era “inassistível” e não agradou os executivos, forçando a retirada de Snyder do Universo Estendido da DC.
A Warner Bros. proibiu o jornalista de revelar a informação antes, com medo de represálias em torno do lançamento de ‘Liga da Justiça‘.
Since I’m shifting into DGAF mode, here’s a hot one for ya: Zack Snyder was fired from the DCEU just over 1 year ago. Couldn’t write it ~quite~ that way at the time, but was able to tapdance around it [clumsy/oblique headline not mine] http://t.co/7cht70rCaG
A publicação revela que vários executivos do estúdio exigiram que o presidente da Warner, Greg Silverman, retirasse imediatamente Snyder de ‘Liga da Justiça’ logo no começo da produção, em Abril de 2016, alegando que ele seria a origem dos problemas.
O presidente, obviamente, optou por não demitir Snyder, uma vez que isso poderia dar a entender que ‘Liga da Justiça’ estaria com sérios problemas. Porém, Silverman culpou Snyder pelo suposto “fracasso” de ‘Batman vs Superman’, sendo bastante duro em uma reunião com o diretor na época.
Greg Silverman também enviou o co-presidente da DC Films, Jon Berg, para ficar de olho em toda a produção da Liga e monitorar o uso do orçamento – que já havia estourado.
Segundo analistas de bilheterias do Box Office Pro, o suspense deve arrecadar entre US$ 55 e 80 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias.
Para comparação, ‘Fragmentado’ abriu com US$ 40 milhões.
Assista aos últimos vídeos:
A Buena Vista lançará o filme nos cinemas brasileiros dia 17 de janeiro de 2019.
M. Night Shyamalan reúne as narrativas de dois de seus originais destaques: ‘Corpo Fechado‘, de 2000, e o lançamento de 2016, ‘Fragmentado‘ – em um explosivo thriller dos quadrinhos intitulado ‘Vidro‘.
De ‘Corpo Fechado‘, Bruce Willis retorna como David Dunn, assim como Samuel L. Jackson como Elijah Price, conhecido também pelo pseudônimo de Mr. Glass. De ‘Fragmentando‘, unem-se a eles os atores JamesMcAvoy, reprisando seu papel como Kevin Wendell Crumb e as múltiplas identidades que residem dentro dele, e AnyaTaylor-Joy como Casey Cooke, o único cativo a sobreviver a um encontro com A Fera.
Após a conclusão de ‘Fragmentado‘, Glass descobre que Dunn persegue a figura super-humana de Crumb, A Fera, em uma série de encontros crescentes, enquanto a sombria presença de Price surge como um orquestrador que detém segredos críticos para ambos os homens.
‘Fragmentado‘, protagonizado por James McAvoy e Anya Taylor-Joy, foi um dos maiores sucessos comerciais do ano: custou US$ 9 milhões e arrecadou US$ 275 milhões mundialmente.
A ideia da Disney de relançar ‘Vingadores: Ultimato’ com uma cena pós-créditos inacabada não agradou aos fãs que pagaram para assistir ao filme nos cinemas novamente.
A cena em que mostra o Hulk salvando um grupo de pessoas e falando ao celular foi duramente criticada pelo uso do CGI não finalizado, e foi comparado à polêmica remoção digital do bigode deHenry Cavill em ‘Liga da Justiça‘.
Muitos fãs estão se sentindo explorados e enganados.
“A boca do Henry Cavill é a pior cena em CGi de um filme de quadrinhos… Até você ver as cenas inédias do Hulk em ‘Ultimato‘”, revelou uma usuária do Twitter.
“Superman’s CGI upper lip is the worst thing to be on a high budget CBM ever!!”
Endgame rerelease end credit Hulk scene: pic.twitter.com/iWmExZgKBd
“A cena pós-crédito deletada parece um video game do Hulk de 2003.”
i’m laughing so hard at the fact that hulk was half edited in the endgame re-release post credit scene. god forbid wb release dc content half edited like that, we’d never hear the end of it.
“Estou rindo tanto do fato de que o Hulk foi mal finalizado na cena de reestreia. Deus, proíba a WB de liberar conteúdo da DC mal editado assim, nós nunca ouviríamos o fim disso.”
So the 7 mins they added to the #AvengersEndgame was just a scene of Hulk saving some people from a fire & some end credit scenes about Spiderman pic.twitter.com/hXJWhSUg4J
“Então os minutos adicionais de ‘Vingadores: Ultimato‘ foram cenas do Hulk salvando algumas pessoas e algumas cenas do novo ‘Homem-Aranha‘?
Apesar das críticas, o material extra também apresenta um tributo a Stan Lee, após sua morte no final do ano passado, com vários vídeos dele nos bastidores dos filmes do MCU, interagindo com o elenco e os diretores. O tributo termina com “Stan, nós amamos você 3000“.
‘Vingadores: Ultimato’ continua em exibição nos cinemas nacionais.
Kevin Feige, presidente dos estúdios Marvel, está aberto para trazer outros personagens da Sony Pictures para o MCU – incluindo Venom, o arqui-inimigo do Homem-Aranha.
Além dos rumores que indicam que o herói aracnídeo terá um breve papel em ‘Venom 2’, é possível que o personagem-titular apareça no filme focando nos Vingadores Sombrios, afirmou o WGTC.
Vale lembrar que Venom é parte do time nos quadrinhos, apesar do simbionte estar atado ao corpo de Mac Gargan, e não de Eddie Brock. Dessa forma, é provável que Brock será usado na versão do Universo Cinemático Marvel.
Em ‘Venom 2’, Tom Hardy e Michelle Williams reprisarão seus papéis como Brock/Venom e Anne Weying, respectivamente. Woody Harrelson irá retornar como Carnificina, enquanto Naomie Harris está em negociações para viver a vilã Shriek.
Introduzida em 1993 nos quadrinhos, Shriek é a amante de Carnificina e é descrita como uma supervilã insana com habilidades psíquicas e poderes de manipulação de sons que a transformam na nêmese de qualquer simbionte. Ela apareceu primeiro como uma das pacientes no Instituto Mental de Ravencroft, sendo libertada por Carnificina durante a própria fuga.
A estreia é prevista para 01 de outubro de 2020 (ainda sem confirmação).
Apesar das críticas negativas, ‘Venom‘ teve um ótimo retorno nas bilheterias, arrecadando mais de US$ 845,5 milhões pelo mundo, o que garantiu a sequência.
Enquanto divulgada seu novo filme, ‘Monster Hunter‘, o diretor foi questionado se existe a possibilidade de um dia vermos ‘Resident Evil 7‘, estrelado novamente por Jovovich.
“Após fazer seis filmes, que arrecadaram 1.2 bilhão de dólares, e se tornaram a adaptação de game mais bem sucedida do mundo, eu penso que já fizemos nosso trabalho. Fizemos um ótimo trabalho. Fechamos este capítulo e agora estamos em algo novo que é Monster Hunter. E eu estou bem ansioso para colocar toda minha energia nessa franquia”, afirmou.
Em entrevista ao CinePOP para promover ‘Resident Evil 6: O Capítulo Final‘ (Resident Evil: The Final Chapter), a atriz Milla Jovovich contou se toparia retornar para a franquia daqui dez anos.
“Dez anos? Eu não sei qual vai ser minha aparência daqui dez anos… Mas eu tenho uma filha que é uma atriz maravilhosa. Talvez ela esteja nele.”, brincou.
E é claro que não levou muito tempo para que os fãs da icônica saga ficassem encantados com as boas novas, compartilhando o que acharam do anúncio nas redes sociais.
Sinceramente eu gostei do elenco do novo filme de #ResidentEvil, Vi muitas pessoas Criticando o interprete do Leon, mas gente calma lá apenas vimos fotos dos atores, mas para o filme existe todo o processo de Caracterização e Maquiagem. Estou bem esperançoso com o filme! #REBHFunpic.twitter.com/7td79bULBW
— GvbemGameNews / #CapcomDublaRe8 (@GvbemStudios) October 6, 2020
Falo mesmo, ADOREI esse cast de Resident Evil!!! E o diretor ainda disse querer captar a essência dos dois primeiros jogos, tem tudo pra dar certo.
O elenco ainda traz Hannah John-Kamen (‘Homem-Formiga e a Vespa’) como Jill Valentine,Tom Hopper (‘The Umbrella Academy’) como Albert Wesker, Avan Jogia (‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’) como Leon Kennedy eNeal McDonough (‘Com as Próprias Mãos’) como William Birkin.
A história se passa em uma noite fatídica em Raccoon City, em 1998, e é protagonizada por um elenco empolgante nos papéis dos personagens icônicos do jogo.
“Com este filme, eu realmente queria voltar aos dois primeiros jogos originais e recriar a terrível experiência visceral que tive quando os joguei pela primeira vez, enquanto, ao mesmo tempo, contava uma história humana fundamentada sobre uma pequena cidade americana moribunda que parece ser identificável e relevantes para o público de hoje”, disse o roteirista e diretor Jonathan Roberts.
Ele também irá coescrever o roteiro ao lado de Greg Russo.
Recentemente, Russo elogiou a saga original de filmes, pontuando que, para um reboot fazer sentido, é preciso trazer uma abordagem diferenciada.
Desde que a Capcom lançou o título que inaugurou o gênero de terror de sobrevivência em 1996, Resident Evil se tornou uma das franquias de games de maior sucesso de todos os tempos, com mais de 100 milhões de jogos vendidos em todo o mundo. Com quase 25 anos de história, a série já foi muito além dos videogames e ganhou adaptações para o cinema, além de ter inspirado atrações em parques temáticos. Com seis filmes produzidos pela Constantin Film, Resident Evil já arrecadou mais de US$ 1,2 bilhão em todo o mundo, valor que a transformou na franquia de filmes baseada em videogame mais lucrativa do mercado.
O live-action de ‘Cruella‘, que focará na icônica vilã de ‘101 Dálmatas‘, ganhou um novo e divertido trailer cheio de cenas inéditas.
Assista:
Lembrando que o longa estreia em 28 de maio nos cinemas e no Premier Access da Disney+.
‘Cruella’, novo filme live-action apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella (Emma Stone), uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman (Emma Thompson), uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.
Segundo o site francês Cinema Reviewed, o teaser de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ – que recentemente recebeu classificação indicativa – será lançado junto com ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘.
O teaser será a segunda cena pós-créditos do filme, afirma o site.
A informação foi revelada pelo próprio astro durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter.
“Estarei de uniforme praticamente o tempo todo. Acho que vão me ver como ‘Homem-Aranha’ em pelo menos 80% de todo o filme. Durante as últimas cinco semanas de filmagem de ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘, usei a roupa do Homem-Aranha todos os dias, o dia todo.”
Isso significa que haverá ação e interações com os vilões por aproximadamente 80% da narrativa.
Considerando que serão nada menos que cinco antagonistas, não é bem uma surpresa que o herói passe a maior parte do tempo caracterizado como o aracnídeo
Lembrando que a sequência tem estreia marcada para 16 de dezembro nos cinemas nacionais.
Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta comTom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.
Nascida no México, Lupita nos contou suas origens e como lidou com a perda de Chadwick Boseman. Já Mabel nos contou mais sobre Namora e do que ela mais e menos gostou ao fazer um filme de super-heróis.
“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. IntroduzindoTenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadenae Alex Livanalli.
O editor-chefe Renato Marafon traz o novo CinePAPO, nosso podcast semanal que traz as novidades do cinema.
No vídeo, o Renato traz muitas POLÊMICAS falando sobre as revelações da Britney Spears, as declarações da JK Rowling e da Brie Larson e muitas novidades sobre o cinema. Comenta aqui embaixo se você vai assistir:
Assista:
O podcast é gravado no estúdio da Globalt, em Rio Claro.
Em seu vindouro livro de memórias ‘A Mulher em Mim’ (‘The Woman in Me’), a icônica princesa do popBritney Spears revelou que a entrevista dada a Diane Sawyer após seu término com Justin Timberlake emergiu como um “ponto de ruptura” para ela (via The New York Times).
Spears teria ficado “devastada” pela separação, que foi iniciada pelo próprio ex-astro do *NSYNC após um relacionamento de três anos, que chegou ao fim em 2002. Ela disse que até mesmo pensava em encerrar sua carreira na indústria do entretenimento em virtude dos acontecimentos.
Mas, após a separação, Spears disse que o que tornou tudo ainda mais difícil foi a mídia retratando-a como uma “prostituta que partiu o coração do menino de ouro da América”, quando, na realidade, “eu estava em coma na Louisiana, e ele estava correndo feliz por Hollywood”.
Ela relata especificamente ter assistido ao videoclipe de Timberlake, “Cry Me a River”, pela primeira vez, descrevendo-o como: “uma mulher que se parece comigo o trai e ele perambula triste na chuva”.
Enquanto ela ainda tentava se recuperar do coração partido, a cantora disse que seu pai, Jamie Spears, e sua equipe de empresários a forçaram a dar uma entrevista a Sawyer, o que acabou sendo um “ponto de ruptura” para ela. Spears disse que a jornalista lhe perguntou o que ela havia feito com o astro que lhe causou “tanta dor”.
A artista escreveu em seu livro que saiu daquela entrevista sentindo-se “como se tivesse sido explorada, exposta ao mundo inteiro”.
Na época, houve rumores de que Spears beijou o coreógrafo Wade Robson durante o relacionamento com Timberlake. Embora ela confirme o boato de longa data em suas memórias, ela também sugere que suas ações estavam relacionadas a outros boatos de que Timberlake era infiel.
Lembrando que ‘A Mulher em Mim‘ será lançada pela Buzz Editora com exclusividade no Brasil em 24 de outubro de 2023. A obra já está em pré-venda, cuja primeira edição contará com 50 mil exemplares.
Confira a capa:
Em junho de 2021, o mundo inteiro estava ouvindo Britney Spears falar em tribunal aberto. O impacto de compartilhar sua voz – sua verdade – foi inegável e mudou o curso de sua vida e a vida de inúmeras outras pessoas.
The Woman in Me, A Mulher em mim, revela, pela primeira vez, sua incrível jornada – e a força no núcleo de uma das maiores artistas da história da música pop.
Escrito com notável franqueza e humor, o livro inovador de Spears ilumina o poder duradouro da música e do amor – e a importância de uma mulher contar sua própria história, em seus próprios termos, finalmente.
“O testemunho envolvente de Britney em corte aberta abalou o mundo, mudou as leis e mostrou sua força e sua bravura inspiradoras”, Jennifer Bergstrom, vice-presidente da editora.“Não tenho dúvidas de que suas memórias terão um impacto similar – e será o evento literário do ano. Não poderíamos estar mais orgulhosos de ajudá-la com sua história”.
‘Deadpool & Wolverine’ já se estabeleceu como um marco no cinema, superando uma série de recordes desde o seu lançamento.
O longa, que marca o retorno deRyan Reynolds e Hugh Jackman como os icônicos mutantes, já arrecadou impressionantes US$ 444,1 milhões em bilheteira mundial e US$ 211 milhões apenas na estreia nos EUA.
Aqui estão todos os recordes que o filme já bateu:
Maior estreia mundial para um filme para maiores de idade: Superou ‘Coringa’ (2019), que arrecadou US$ 147 milhões.
Maior estreia para um filme para maiores nos EUA: Superou ‘Deadpool’ (2016), que arrecadou US$ 132,4 milhões.
Maior estreia da carreira de Ryan Reynolds nos EUA: Superou ‘Deadpool’ (2016), com US$ 132,4 milhões.
Maior estreia da carreira de Hugh Jackman nos EUA: Superou ‘X-Men: O Confronto Final’ (2006), que arrecadou US$ 102,7 milhões.
Maior estreia da carreira deShawn Levy nos EUA: Superou ‘Uma Noite no Museu 2’ (2009), que arrecadou US$ 54,1 milhões.
Além disso, o filme se tornou a quarta maior estreia para um filme de super-heróis nos EUA: Ficando atrás de ‘Vingadores: Ultimato’ (US$ 357 milhões), ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ (US$ 260 milhões) e ‘Vingadores: Guerra Infinita’ (US$ 257 milhões).
Não o bastante, o longa ainda é a sexta maior estreia nos EUA: Ficando atrás de ‘Vingadores: Ultimato’ (US$ 357 milhões), ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ (US$ 260 milhões) e ‘Vingadores: Guerra Infinita’ (US$ 257 milhões), ‘Star Wars: O Despertar da Força’ (US$ 247 milhões) e ‘Star Wars: Os Últimos Jedi’ (US$ 220 milhões).
Lembrando que com 85 críticas publicadas até o momento, o aguardado ‘Deadpool & Wolverine‘ abriu com 81% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes – a média mais baixa da franquia.
Para termos de comparação, os dois primeiros filmes conquistaram uma média de aprovação de 85% e 84% no site agregador de críticas, respectivamente.
O consenso geral destaca o tom divertido e violento da produção, mas alguns especialistas reclamaram a dependência do filme em nostalgia e participações especiais.
“Agora todo mundo fala sobre o cansaço dos super-heróis. Acho que talvez haja fadiga do multiverso, isso eu acho. E acho que um antídoto é comentar sobre isso. E o verdadeiro presente de um filme como Deadpool é que você conversa com a cultura. Você está contribuindo para a cultura e comentando sobre a cultura. E piadas como a nossa piada do multiverso, mesmo quando estamos fazendo um filme que utiliza o multiverso. Essa é a diversão de fazer um filme de Deadpool.”, afirmou Levy.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
Quando cinco amigos (Madelyn Cline, Chase Sui Wonders, Jonah Hauer-King, Tyriq Withers e Sarah Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências. Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar. À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes (Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr.) do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.
O elenco ainda conta com Chase Sui Wonders,Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers e Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.
O novo filme, dirigido por Jennifer Kaytin Robinson e escrito por Sam Lansky e Robinson, está programado para ser lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho de 2025.
Eles atropelaram e supostamente mataram um desconhecido. Com medo das consequências, o quarteto decide se livrar do corpo e o joga no mar. Um ano depois, eles se reencontram na mesma cidade e uma das jovens recebe um bilhete dizendo: “Eu sei o que vocês fizeram no verão passado”. A partir deste momento, um por um começa a pagar caro pelo que fez.
‘Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘ faturou US$ 125 milhões pelo mundo e teve uma continuação em 1998, ‘Eu Ainda Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado‘. Um terceiro filme, ‘Eu Sempre Vou Saber o Que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, foi lançado diretamente em home vídeo em 2006.
Mãe é mãe em qualquer tipo de situação, extrema ou não. Chega aos cinemas brasileiros na próxima 5ª (21.03), o mais novo trabalho do cineasta Peter Hedges (A Estranha Vida de Timothy Green), O Retorno de Ben. Tendo a curiosidade de dirigir o próprio filho em um dos papéis principais e ao mesmo tempo uma das mais conhecidas e competentes atrizes do mundo, Julia Roberts, Hedges, que também assina o roteiro, faz um recorte muito doloroso de uma família que luta para encontrar as respostas certa para a volta para casa, após estar em reabilitação, de um dos seus membros, o filho mais velho, Ben.
Exibido no prestigiado festival de Toronto no ano passado, O Retorno de Benconta a luta de uma mãe, Holly (Julia Roberts), que é surpreendida com a volta do filho Ben (Lucas Hedges) para casa antes do tempo que ele tinha para cumprir em uma clínica de reabilitação. A partir da chegada do jovem, uma série de situações caem como consequência, mudando completamente a rotina de toda a família. Holly então parte numa busca desesperada para fazer de tudo para que o filho tenha, de certa forma, uma segunda chance com todos que o rodeia.
O filme começa com aquele simbólico e nostálgico sorriso de Roberts (uma expressão marcante da atriz de 51 anos), mas parece que aquela fração de segundo é o único motivo de sorrir da sofrida personagem. O roteiro foca na relação mãe e filho, detalhando a fé que a personagem de Roberts possui, e os confrontos que ambos travam, entendemos que fora por experiências ruins anteriores de retornos de Ben que não deram certo. Um dos méritos desse poderoso longa é conseguir ir além da superfície na composição dos personagens, além do mais, Julia Roberts e Lucas Hedges possuem um entrosamento que fortalece tudo que é narrado. Ainda sobre a eterna linda mulher, é sem dúvidas uma de suas melhores atuações no cinema, nos sentimos conectados com sua personagem a todo instante.
Um grande paralelo traçamos entre esse e um outro bom filme sobre o tema, Querido Menino onde o foco é mais na relação pai e filho mas com o mesmo problema em tema. São dois filmes que falam sobre o tema importante das drogas, e todo o sofrimento que os personagens passam por ver os filhos sofrerem e também por não saber direito como poder ajudá-los.
O cinema tem esse poder de ser conscientizador , de trazer para debate temas importantes de toda nossa sociedade, que, na vida real ou na tela grande, nem sempre tem final feliz.
É tão bom quando nos deparamos com uma obra profunda, ao mesmo tempo sensível e inquietante, que nos faz pensar sobre nós e o nosso papel no mundo quando somos convidados a ouvir mais do que dizer. Selecionado para a programação do Festival de Cinema Francês do Brasil 2025, o longa-metragem O Apego é uma jornada de emoções que vai direto ao ponto de seu discurso, avançando para um desenvolvimento que equilibra as facetas do distanciamento emocional, da perda e do desencanto, transformando uma história cheia de variáveis em um livro aberto de emoções.
Sandra (Valeria Bruni Tedeschi) é uma mulher solteira que vive seus dias dedicada ao trabalho como administradora de uma livraria. Um dia, sua vizinha da frente precisa que ela cuide de seu filho pequeno, Elliot, pois está em trabalho de parto e precisa ir ao hospital. Quando a vizinha morre durante o parto, o marido dela, Alex (Pio Marmaï), enfrenta a dor dessa perda, e Sandra passa a fazer cada vez mais parte dessa família, acompanhando situações pelos meses que se seguem após o ocorrido.
Dirigido pela parisiense Carine Tardieu e baseado na obra L’Intimité, de Alice Ferney, o filme apresenta uma narrativa que consegue se posicionar entre o dito e o sentido, traduzindo o interior dos personagens e suas emoções conflitantes. Consegue chegar em pontos de rasgar o coração com uma leveza poética pronta para distribuir reflexões ligadas às complexidades do desamor.
Explorando dicotomias – de forma muito mais profunda do que as obviedades entre a vida e a morte – por meio de relações de afeto e das surpresas nas interações que surgem quando menos esperamos, o filme também mostra como os pequenos gestos podem iniciar a construção de um recomeçar. Um ponto chama a atenção e se torna o elo que amarra os temas e desenvolve personagens de forma certeira: a troca de perspectivas constante, uma sacada simples que funciona como uma luva e oferece um bom ritmo à narrativa.
Há muitas formas de enxergar O Apego – e isso é mais um mérito. Um recorte maduro sobre o amadurecer e o reprender após uma tragédia, os desenrolares nas expectativas e olhares para o mundo. Qualquer ponto que te fisgar vai desembarcar na certeza que é normal haver desamor, mas que isso pode mudar a qualquer momento – faz parte da vida. Essa facilidade de conversar com a realidade, aproxima o público.
Na trilha sonora, a belíssima canção brasileira Você Abusou, de Antônio Carlos e Jocafi – uma das canções brasileiras mais famosas fora do Brasil – dá o toque final, uma surpreendente cereja do bolo, a uma obra marcante e que vai provocar o desejo de encontros para longas conversas.
Há cinco anos, subverter o clássico malditoO Nascimento de uma Nação (1915), de D.W. Griffith, abordando o ponto de vista dos escravos, parecia ser uma excelente ideia à prova de erros. E aí a vida mostrou que continua a interferir, e muito, na arte. Vamos por partes (muitas) e comecemos (bem) do início. Você certamente já ouviu falar no termo revisionismo histórico. É um movimento que se mostra cada vez mais em voga nestes tempos de muito engajamento político, de representatividade racial e empoderamento feminino. Ele diz respeito sobre olharmos para o passado com os olhos de hoje. E embora os mais radicais sejam adeptos da eliminação por completo de qualquer rastro que tenha causado dor no passado, muitos acreditam que a característica mais notável do revisionismo seja o aprendizado, o estudo; perceber o quanto evoluímos como sociedade e o quanto éramos primitivos – identificar o erro, frisá-lo, mas jamais apaga-lo. Até porque a história jamais deixará de ter existido, não importa quantos livros e filmes sejam banidos, ou quantas estátuas sejam derrubadas.
E sim, este é o movimento que derruba estátuas de figuras “heroicas” para uma época arcaica que não se encaixa mais em nossos tempos igualitários. Muitos desses “heróis” eram, por exemplo, defensores da escravidão humana. Por outro lado, filmes como E o Vento Levou (1939) vêm sendo constantemente boicotados. Neste caso, por trazer como “protagonistas sofredores” ricos donos de plantação no Sul dos EUA em meio ao “drama” da Guerra da Secessão, que devastou o país. Sim, a guerra é horrível, mas basta dizer que nossos “heróis” aqui, representados pelo filme, estavam do lado errado da causa, lutando para manter escravos. Ou seja…
Tecnicamente, E o Vento Levou é uma obra impecável e quebrou muitas barreiras para o cinema, se tornando revolucionário para o período. Este foi um dos primeiros filmes a verdadeiramente carregar o título de épico do cinema, com suas imponentes 4 horas de exibição E o Vento Levou é sinônimo de sofisticação. A forma é ótima, mas e a mensagem, o conteúdo? A solução encontrada pela HBO Max, que o carrega em seu acervo, foi incluir uma mensagem antes do filme começar adereçando sua desconexão com o tempo presente, sendo retrato de uma época específica. O mesmo ocorre com inúmeras produções da querida Disney, algumas inclusive animações para as crianças, hoje consideradas racistas (o caso mais notório sendo um filme chamado A Canção do Sul, 1946, onde pouco se salva). É neste “pacote” que se enquadra outro verdadeiro clássico da sétima arte, este remetendo diretamente à criação do cinema: O Nascimento de uma Nação, de 1915.
Tendo em vista que o cinema nasceu em 1895, pouco tempo depois termos uma produção do nível técnico de O Nascimento de uma Nação impressiona. Tanto que o filme e seu criador (roteirista e diretor) D.W. Griffith são material de estudo obrigatório em universidades de cinema e cursos pelo mundo. E isso jamais será apagado. Griffith é definitivamente um dos grandes nomes da sétima arte, importante para tudo o que temos hoje em matéria de audiovisual e entretenimento. O problema? O mais alarmante é a carta de amor à organização conhecida como KKK (Ku Klux Klan), formada por supremacistas brancos. O filme de Griffith os enaltece como salvadores valentes do Sul pós-guerra, responsáveis pela reestruturação daquela parte do país, lutando contra os “selvagens e imorais” nortistas e escravos libertos. Deu para sentir o drama, né? Já na época sendo considerado um filme racista, Griffith tratou de lançar seu trabalho seguinte, o filme Intolerância(1916), onde decidia se defender mostrando o outro lado da moeda, o sofrimento imposto pelo preconceito.
Corta para 2016. Mais de 100 anos depois. Outro mundo, outra mentalidade. Uma melhor. Evoluímos muito. No cinema, tivemos então a recente vitória no Oscar do visceral 12 Anos de Escravidão(2014), do diretor Steve McQueen, que mostra sem papas na língua o horror da escravidão e o que a população afrodescendente passou em termos de abuso físico e psicológico. Fortíssimo e com cenas duras de assistir, o filme se tornou um sucesso tanto de crítica quanto de público. Dois anos depois, um filme de temática similar, também baseado em uma história real, prometia fazer ainda mais barulho, contendo ainda mais fervor em sua narrativa. Se por um lado 12 Anos de Escravidão focava no sofrimento passivo de Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor), homem livre sequestrado e escravizado, este novo projeto sobre a escravidão teria uma abordagem mais incisiva sobre Nat Turner, escravo que lideraria uma rebelião contra os brancos opressores e escravistas, combatendo o mal com atitude e força.
A cereja no topo do bolo de tal projeto, escrito, dirigido, produzido (bancado do próprio bolso) e protagonizado pelo então promissor jovem artista negroNate Parker, então com 36 anos, foi intitular seu filme como O Nascimento de uma Nação. A proposta aqui se tornava maior do que ser um filme sobre a revolução de um escravo contra seus opressores, maior do que ser o retrato de uma parcela da história manchada de sangue dos EUA, tornava-se metalinguisticamente importante para a sétima arte por “reescrever” o clássico racista de Griffith sob a visão do empoderamento racial. Isso sem ser necessariamente uma refilmagem.
A ideia de ouro de Parker realizou uma das melhores estreias de todos os tempos do Festival de Sundance, em janeiro de 2016, sendo imediatamente aclamado e reverenciado pela imprensa, gerando falatórios instantâneos de Oscar. Isso, impulsionado pelo movimento OscarSoWhite, onde no mesmo ano a escolha dos indicados ao Oscar deixava muito a desejar em questão de diversidade racial (com os indicados nas principais categorias sendo todos brancos). O fato levou diversos artistas negros, como Will Smith, a boicotarem a premiação daquele ano. Neste contexto, O Nascimento de uma Nação (2016) surgia como um farol de esperança representativo. O hype em relação ao longa era tanto que a Fox Searchlight (braço do cinema de arte da agora extinta 20th Century Fox) comprou os direitos de distribuição mundial da obra pelo valor de US$17.5 milhões – um recorde no mercado de vendas do Festival de Sundance.
Tudo parecia certo para O Nascimento de uma Nação se tornar um dos filmes mais prestigiados dos últimos anos. Mas a esta altura você deve estar se perguntando por que nunca ouviu falar do filme. Ou o motivo de seu sumiço, tendo vindo e ido de forma apressada. É aqui que voltaremos ao início do texto, e sobre a vida atropelar a arte. Existem aqueles que defendem a separação da arte e do artista. Porém, é sempre necessário avaliar cada caso separadamente. Acontece que em relação ao homem por trás do novo O Nascimento de uma Nação, Nate Parker, após todos os holofotes terem se voltado para ele, uma mancha gravíssima de seu passado ressurgiu à tona. Na década de 1990, enquanto era um estudante na Universidade Penn State, na Pennsylvania, Nate Parker e o amigo Jean McGianni Celestin (que divide o crédito como roteirista de O Nascimento de uma Nação) foram presos pelo estupro de uma jovem colega universitária de 18 anos.
O caso foi a julgamento no início da década de 2000, e em corte, Parker, que saía com a jovem na época, foi inocentado das acusações. Celestin foi condenado, mas pegou uma pena leve de seis meses. Após comoção e novas apelações, a corte aumentou a pena para dois a quatro anos. Enquanto servia, no entanto, uma nova apelação garantiu a anulação da condenação. Relatos da vítima na época afirmavam que Parker e Celestin aliciaram amigos para a perseguirem e assediarem. Por serem da equipe de luta da tradicional instituição, os amigos contavam com muitos apoiadores e foram “acobertados” pela reitoria. Entre outras coisas, Parker e Celestin se resguardaram sob acusações de racismo. Ambos são negros e a vítima era branca.
Hoje, o filme guarda ainda mais polêmica. Armie Hammer (à direita) é acusado de abuso e até canibalismo.
A vítima, devido a constantes hostilizações, como ter sua foto publicada por todo o campus da universidade por “defensores” de Parker e Celestin, largou os ensinos na instituição e após todo esse embrolho que viria a se arrastar por mais de uma década, terminou por tirar a própria vida em 2012 – após tentativas prévias de suicídio e um longo abalo psicológico que a veria internada numa instituição psiquiátrica. Prontamente, os amigos e familiares da vítima cuidaram para que o caso ressurgisse na mídia quando o nome de Parker, quatro anos depois, decolava para o topo do mundo. A irmã da vítima, Sharon Loeffer, chegou a escrever um artigo importante para a Variety em setembro de 2016, chamado Nate Parker’s ‘Birth of a Nation’ Exploits My Sister All Over Again – ou ‘O Nascimento de uma Nação’ de Nate Parker Explora a Minha Irmã Tudo de Novo.
Como colunista convidada, Loeffer cita que Parker e Celestin usam um estupro como ponto de partida para a narrativa de O Nascimento de uma Nação. Na trama, Esther (Gabrielle Union) é estuprada, e se torna o motivo do início da rebelião de Nat Turner, a figura história vivida por Parker no filme. Loeffer afirma que não existe registro histórico desta motivação ou sequer da existência da companheira de Turner, sendo o ímpeto retratado no longa meramente ficcional e romanceado. Loeffer chama atenção para o fato de Parker e Celestin terem friamente incluído um estupro como ponto de partida e colocarem Turner (e por consequência Parker) como o companheiro da vítima atrás de justiça. Loeffer escreveu: “… eles inventaram a cena do estupro. Isso é ficção. Eu acho arrepiante e perverso que Parker e Celestin tenham colocado um estupro fictício como centro de seu filme, e que Parker se retrate como herói se vingando deste estupro”.
Cartazes modificados com os dizeres “estuprador?” foram espalhados por Los Angeles na época.
A atriz Gabrielle Union, que no filme interpreta a esposa estuprada de Turner, também lançou uma nota pública de repúdio ao comportamento de seus realizadores. Union foi vítima de estupro na vida real aos 19 anos, antes de se tornar atriz. Segundo ela, os fatos vieram ao seu conhecimento após ter participado do filme. Union disse abertamente que, embora a história de Turner seja importantíssima, entendia perfeitamente o boicote de quem assim o quisesse por motivo do envolvimento de Parker e Celestin na produção.
Enquanto divulgavaO Nascimento de uma Nação, Nate Parker continuou pregando sua inocência no caso e se recusando a pedir desculpas publicamente pelo ocorrido. Ele reconhecia muitas vezes o erro, mas frisava sua inocência perante julgamento. Além disso, declarava O Nascimento de uma Nação como uma obra coletiva, adereçando os demais envolvidos. Porém, como produtor, roteirista, diretor e protagonista, fica difícil desassociar a figura deNate Parker de O Nascimento de uma Nação (2016).
A atriz Gabrielle Union foi vítima de estupro na vida real e disse entender o boicote ao filme.
Apesar de inicialmente demonstrar imenso potencial de sucesso, o boicote ao longa surtiu efeito. O Nascimento de uma Nação se tornou um fracasso comercial, ao estrear debaixo de toda a polêmica envolvendo seus realizadores. O fracasso do filme em circuito pelos EUA causou a Fox cancelar sua estreia em países como o Japão, Suíça, Noruega, Finlândia, Dinamarca, Áustria e alguns países da América Latina (no Brasil recebeu um lançamento restrito e passou batido).
No mesmo ano de 2016, Parker se envolveria em novas polêmicas com declarações homofóbicas dizendo que jamais interpretaria um gay no cinema, entre outra coisas. Há cinco anos, ainda não existia a cultura do cancelamento que temos hoje, mesmo assim Nate Parker foi colocado “na geladeira” por três anos até lançar de forma muito tímida o filme independente American Skin (2019), sem qualquer ressonância. De promissor figura representativa, Nate Parker se tornou uma persona non grata. Mas aos poucos o diretor vem ensaiando um retorno, e já tem quatro projetos engatilhados, incluindo a série Baselines (esperando a estreia) e o longa Solitary (em fase de pós-produção). Estariam Hollywood e os EUA prontos para recebe-lo de volta?
A FOX divulgou um novo vídeo tenso da série ‘The Passage‘, baseada no primeiro volume de uma trilogia escrita por Justin Cronin.
Confira:
O projeto tem estado em desenvolvimento há um certo tempo. Antes mesmo do lançamento oficial do livro, que aconteceu em 2010, Ridley Scott e sua produtora já tinham adquirido os direitos de produção do material.
Na época, o plano consistia em transformar ‘A Passagem’ em uma franquia cinematográfica, até que a proposta foi readaptada para a produção de uma nova série.
‘A Passagem‘ reúne características de suspense e ficção científica, em uma narrativa que traz as consequências inimagináveis de um experimento militar ultra-secreto, onde a quebra de segurança em uma instalação do governo norte-americano resulta na soltura de um grupo de condenados à morte usados como cobaias. Infectados com um vírus modificado em laboratório, eles desenvolvem uma incrível força, extraordinária habilidade de regeneração e hipersensibilidade à luz. Com seus traços humanos substituídos, eles passam a adotar um comportamento animalesco e uma insaciável sede de sangue.
O primeiro episódio será exibido no dia 14 de janeiro de 2019.
Dirigido por Karim Aïnouz, o longa foi o vencedor da mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes, e é baseado no livro ‘A Vida Invisível de Eurídice Gusmão‘, escrito por Martha Batalha.
Rio de Janeiro, 1950. Eurídice, 18, e Guida, 20, são duas irmãs inseparáveis que moram com os pais em um lar conservador. Ambas têm um sonho: Eurídice o de se tornar uma pianista profissional e Guida de viver uma grande história de amor. Mas elas acabam sendo separadas pelo pai e forçadas a viver distantes uma da outra. Sozinhas, elas irão lutar para tomar as rédeas dos seus destinos, enquanto nunca desistem de se reencontrar.
A produção baseia-se no clássico homônimo escrito por William Golding.
O livro original gira em torno de um grupo de garotos que, após um naufrágio, vão parar numa ilha deserta e descendem ao caos social, tornando-se bárbaros. A Warner já havia tentado produzir um novo longa-metragem em 2017, quando readquiriu os direitos da história, mas os planos nunca seguiram em frente.
Segundo fontes internas ao site, Guadagnino planeja desenvolver uma trama que se mantenha fiel ao texto clássico, mas que tenha uma atmosfera contemporânea.
O terror ‘The Funeral Home‘ ganhou o primeiro trailer.
Confira:
O longa é dirigido por Mauro Iván Ojeda.
“Bernardo é um coveiro. Ele e sua família disfuncional vivem entre caixões, coroas de flores e entidades sobrenaturais travessas que os visitam diariamente. Eles atribuem as manifestações paranormais aos cadáveres de seu trabalho mortuário. Encontrar a fonte real de toda essa loucura será a missão deles, mas eles podem encontrar uma verdade terrível.”
O elenco inclui Luis Machín, Celeste Gerez, Camila Vaccarini, Susana Varela e Hugo Arana.
O terror será lançado em VOD no dia 2 de fevereiro.
Com o futuro da raça humana em risco, um grupo de jovens homens e mulheres, criados para serem inteligentes e obedientes, embarcam em uma expedição para colonizar um planeta distante. Mas quando eles descobrem segredos perturbadores sobre a missão, desafiam o próprio treinamento e se deixam levar por uma natureza primitiva.
ACW divulgou o novo trailer de ‘Tom Swift‘, série derivada de ‘Nancy Drew‘.
Confira:
A produção irá estrear oficialmente no dia 31 de maio.
Tian Richards reprisará seu papel como o personagem titular.
A produção seguirá Tom enquanto ele é lançado em um mundo de conspiração de ficção científica e fenômenos inexplicáveis, após o chocante desaparecimento de seu pai. Ele parte em uma viagem a fim de desvendar a verdade, deixando para trás o conforto de seu estilo de vida cheio de dinheiro.
Luca é um menino de 12 anos de San Giovanni Rotondo, sul da Itália. Ele é inteligente, perspicaz e determinado. Depois de visitar a igreja e o museu do Padre Pio, ele conta aos pais seu plano de fazer uma investigação entre as pessoas que conheceram o Padre Pio, a fim de coletar seus testemunhos e escrever um livro. Luca contará com a ajuda de seu amigo Sebastiano, cuja situação familiar o aflige.
Curiosidades:
» Além de dirigir, Jean-Marie Benjamin também assina o roteiro ao lado de Francesco Chiatante;
Depois de um atentado terrorista, Santi é tomado por refém por Hamza, o único terrorista que sobreviveu. Em uma reviravolta inesperada, seus papéis são trocados e Santi se torna um homem-bomba andando pela Gran Vía de Madrid, vestindo um colete com explosivos. A agência de inteligência, os serviços de emergência, e mesmo a mídia, se juntam para salvar sua vida através de uso de recursos impressionantes com consequências inesperadas.
Curiosidades:
» Gemma Ventura, de ‘53 Dias de Inverno‘, assina o roteiro;
Sucesso! A sequência ‘Divertida Mente 2‘ conseguiu ultrapassar a marca de US$ 1,671 bilhão nas bilheterias mundiais.
O longa superou a arrecadação total de ‘Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros‘ (US$1.67B), entrando para o TOP 8 das maiores arrecadações da história do cinema.
Além de já ter ultrapassado sucessos como ‘O Rei Leão‘ (US$1.66B), ‘Os Vingadores‘ (US$1.52B), ‘Velozes e Furiosos 7‘ (US$1.51B) e ‘Top Gun: Maverick‘ (US$1.49B), a produção também superou ‘Frozen 2‘ (US$1.45B) e ‘Super Mario Bros‘ (US$1.36B), tornando-se a maior animação da história.
Nos EUA, o filme já arrecadou US$ 651.9 milhões, o que representa a maior animação da história do país – ultrapassando ‘Os Incríveis 2‘ (US$608.5M).
Internacionalmente, o longa soma US$ 1,023 bilhão.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com México (US$102.3M), Brasil (US$80.2M), Reino Unido (US$74.2M), França (US$63.9M) e Coreia (US$60.9M).
Com quase R$ 450 milhões arrecadados em território nacional, ‘Divertida Mente 2‘ se tornou a maior a bilheteria da história no Brasil, superando ‘Vingadores: Ultimato‘ (US$353M).
O longa também tornou a maior arrecadação da história do México.
‘Divertida Mente 2’ trará Kelsey Mann (‘O Bom Dinossauro’) na direção, enquanto Meg LeFauve retornará para cuidar do roteiro.
“Prepare-se para outra montanha-russa emocional com Riley e todas as suas emoções! Esta história mergulha profundamente na mente de Riley, explorando personagens – familiares e novos – junto com suas aventuras emocionantes.”
Em entrevista ao Deadline, o diretor Kelsey Mann revelou novos detalhes sobre a continuação.
O cineasta compartilhou um pouco sobre o projeto de desenvolvimento do novo filme, e revelou como encontrou a ideia perfeita para ser abordada na continuação.
“Eu fiz uma lista de todas as sequências que eu amava e todas as que eu não gostava. Por que algumas dessas continuações não deram certo? As bem-sucedidas conseguiram expandir o universo e entregou coisas novas, abriu novas portas, enquanto as que fracassaram só tentaram repetir o filme original. A Riley está passando por mudanças em sua mente, então seria ideal apresentar essa mudança na sequência.”
Ele completa, “Eu lembro de ter lido sobre as mudanças em nossa mente durante a puberdade, sobre novas conexões entre neurônios que ainda não estavam completamente formadas. Então, eu me baseei nesta ideia de construção. Pensei em uma bola de demolição chegando no cenário, destruindo-o. A ideia de evolução foi muito boa para uma sequência. O novo filme traz um grande peso emocional, que nós amamos nas produções da Pixar, mas também tivemos a oportunidade de nos divertir com a história ao apresentarmos os novos personagens.”
Lembrando que ‘Divertida Mente’ (2015) foi um enorme sucesso, arrecadando US$ 858,8 milhões e conquistando o Oscar de Melhor Animação em 2016.
A nova adaptação do clássico ‘Frankenstein‘, comandada pelo aclamado cineasta Guillermo del Toro (‘O Labirinto do Fauno’), recebe uma alta classificação etária (R) nos EUA.
O longa foi classificado pelo MPAA por “violência sangrenta e imagens macabras”.
Na trama, o brilhante e egoísta cientista Victor Frankenstein dá vida a uma criatura em um experimento monstruoso que, no fim das contas, leva à ruína tanto do criador quanto de sua trágica criação.
Sem data de estreia, o filme está programado para novembro de 2025.
A produção é baseada no romance homônimo de Mary Shelley.
Oscar Isaac interpretará Victor Frankenstein, enquanto Jacob Elordi dará vida ao seu monstro. O elenco ainda contará com Mia Goth e Christoph Waltz como Elizabeth e Dr. Pretorius, respectivamente.
“Este filme tem estado na minha mente desde que eu era criança. Tenho tentado dirigi-lo por mais de 20 anos. Algumas pessoas acham que eu sou um pouco obcecado com ‘Frankenstein’, e eles provavelmente estão certos. Com o passar das décadas, o personagem se fundiu com a minha mente que sua história é basicamente uma autobigrafia. Não há nada mais pessoal do que isso,” declarou o diretor.
A Paris Filmes divulgou o trailer dublado do terror ‘Iron Lung‘, adaptação do popular jogo homônimo.
Escrito, dirigido, produzido e estrelado pelo YouTuber Mark ‘Markiplier’ Fischbach, o filme se tornou um fenômeno de bilheteria nos EUA – arrecadando um total de US$ 34.9 milhões.
Para termos de comparação, a produção independente superou lançamentos de grandes estúdios no país, como ‘Primata‘ (US$25.6M), ‘Extermínio: O Templo dos Ossos‘ (US$25.1M) e ‘Justiça Artificial‘ (US$24.3M).
O longa chegará aos cinemas nacionais no dia 12 de março.
A trama segue Simon, um condenado enviado para explorar o oceano de sangue a bordo do submarino SM-8, confrontando o evento que dizimou todas as estrelas do universo e mergulhou a humanidade na escuridão.
O elenco ainda inclui Caroline Rose Kaplan, Troy Baker (a voz de Joel em ‘The Last of Us‘ e Booker DeWitt em ‘BioShock Infinite‘) e Elsie Lovelock, tornando o filme um verdadeiro crossover entre o mundo dos videogames e o cinema de terror.
Desenvolvido por David Szymanski, o jogo foi lançado em 2022 e recebeu críticas bem positivas por conta da narrativa original e da jogabilidade capaz de levar os jogadores aos limites da adrenalina.
Os astros de duas das maiores franquias cinematográficas do mundo vão se reunir em um projeto após 30 anos. William Shatner e Christopher Lloyd, intérpretes do Capitão Kirk (‘Star Trek’) e do Doc Brown (‘De Volta Para o Futuro’), respectivamente, vão estrelar ‘Senior Moment’.
Atuando juntos pela última vez em 1984, em ‘Jornada nas Estrelas III: À Procura de Spock’, eles voltam a trabalhar juntos após o extenso hiato na produção que traz Shatner como um piloto da marinha aposentado, que possui em seu currículo teste de veículos para a NASA e Lloyd como seu melhor amigo.
Segundo o site da revista Empire, a trama traz os dois personagens percorrendo pelo estado da Califórnia, com Shatner no volante de um conversível vintage, aparentemente ignorando todas as normas de trânsito. O erro coincide com um movimento crescente, que visa impedir que senhores de idade tenham autorização para dirigir nas estradas. Como resultado, a licença de Shatner é revogada e seu veículo é apreendido. Mas nem ele, nem seu melhor amigo pretendem aceitar isso sem lutar.
O roteiro de ‘Senior Moment’ foi escrito por Kurt Brungardt e Christopher Momenee.
A atriz Kaya Scodelario (‘Maze Runner’) se juntou ao elenco também. Ela viverá Carole Ann Boone, ex-esposa de Ted Bundy. Zac Efron será Bundy, Lily Collins viverá Elizabeth Kloepfer, Jim Parsonsinterpreta o promotor de justiça, Larry Simpson, e John Malkovich dará vida ao juiz Edward Cowart.
Confira a primeira imagem de Efron como Bundy.
O projeto será dirigido porJoe Berlinger e o roteiro ficou a cargo de Michael Werde. Além de Efron, Lily Collins estrela a produção.
A trama explora os crimes cometidos pelo assassino Ted Bundy, através da perspectiva de sua namorada de longa data, Elizabeth Kloepfer. Após anos negando os assassinatos cometidos por ele, ela finalmente decidiu entregá-lo para a polícia. No entanto, mal ela sabia a extensão de suas atrocidades, que foram detalhadamente reveladas quando o serial killer decidiu falar sobre o assunto perto de sua sentença de morte.
A convite da Paramount Pictures, o CinePOP fez um tour supersônico no stand do estúdio, que trouxe uma divertida ativação da versão live-action de ‘Sonic: O Filme‘.
Entre as atividades imersivas, o público pôde fazer o famoso corte blindado, além de saltar pelos anéis dourados, bem populares na franquia de games.
Confira nossa cobertura exclusiva:
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de fevereiro de 2020.
O longa segue as aventuras de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.
Lançado pela primeira vez em 1991, o game Sonic já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
O personagem do videogame foi criado pela SEGA para concorrer diretamente com Mario, da Nintendo.Sonic é um ouriço azul bastante veloz, e que tem como objectivo principal salvar os outros animais do vilãoDr. Eggman, que os transforma em robôs para trabalharem para ele como escravos. A franquia tem sido um dos maiores fenômenos de jogos de todo o mundo por mais de duas décadas, com mais de 140 milhões de jogos vendidos.
O longa ‘Midsommar: O Mal Não Espera a Noite‘ se tornou um grandioso sucesso, justamente pela forma como o terror se desenvolve de maneira tão peculiar e inusitada na trama.
E a protagonista do longa, a indicada ao Oscar, Florence Pugh, compartilhou uma inédita e inusitada imagem dos bastidores do filme.
Por meio de sua conta oficial do Instagram, a atriz revelou o registro, feito entre as filmagens de uma das cenas cruciais do terror. Na foto em questão, ela aparece como a rainha do solstício de verão, usando um par de óculos de sol bem estiloso.
O universo de ‘La Casa de Papel‘ está definitivamente se expandindo e após o anúncio de uma nova série derivada, a Netflix afirmou que a produção ganhará uma nova versão coreana (via EW).
O vindouro projeto será estrelado por Park Hae-soo, um dos protagonistas da amada série ‘Round 6‘. Na trama, o popular ator dará vida ao Berlim, papel originalmente interpretado por Pedro Alonso.
Na produção original, Berlim é um ladrão de joias moralmente ambíguo e que sofre de uma doença em estágio terminal. Polêmico e com uma personalidade dicotômica, o personagem caiu no gosto dos fãs, se tornando um dos mais populares. Ele é cruel, sádico, violento e até cometeu um ato de agressão sexual durante um assalto. É também conhecido por cantar uma canção de amor, entoada por um coro de monges.
Hae-soo é o primeiro membro do elenco do remake a ser anunciado. A nova versão será dirigida por Kim Hong-sun, a partir de um roteiro escrito por Ryu Yong-jae.
Vale lembrar que o vindouro spin-off ‘Berlim – A Série‘ (Berlin: A New Series) está previsto para chegar apenas em 2023.
‘La Casa de Papel: Parte 5, Volume 2′ estreia nesta sexta-feira (03) na grade de programação da Netflix.
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