Quando o pai sumido de Po de repente reaparece, a reunida dupla parte em uma viagem a um secreto paraíso dos pandas e conhece dezenas de novos personagens. Mas quando o vilão sobrenatural Kai começa a varrer todos os mestres de kung fu da China da existência, Po deve fazer o impossível: aprender a treinar uma aldeia cheia de irmãos desajeitados e amantes da diversão e torná-los definitivos Kung Fu Pandas.
Angelina Jolie volta a dublar a Tigresa e Jack Black empresta sua voz novamente para o panda Po, o animal mais tranqüilo do Vale da Paz. Seth Rogen também retorna ao elenco de vozes como o Louva-a-Deus.
Rebel Wilson, que fez a voz da principal personagem feminina, Mei Mei, não retorna devido à extensão no cronograma de captação de voz. Vale lembrar que a DreamWorks passa por uma crise que vem se acentuando desde 2010, e a busca por projetos que mantenham a qualidade e que faturem alto é ainda mais elevada em franquias de sucesso, como ‘Kung Fu Panda‘.
Com a entrada de Kate Hudson, a atriz terá a tarefa de realizar todo o trabalho já feito por Rebel e ainda conceder sua voz para cenas adicionais.
Jonathan Aibel (‘Alvin e os Esquilos 2’) e Glenn Berger (‘Monstros vs. Alienígenas’) são os roteiristas.
O casal Warren está de volta! E se nos anos 80, tínhamos caçadores de fantasmas num misto de humor e ação, aqui, o roteiro pega emprestado a fama do casal que de fato existiu nos anos 60 e 70 os colocando como os novos inimigos do sobrenatural… e de maneira sempre envolvente. Pontos para a dupla de atores, formado pelo carismáticoPatrick Wilson e a talentosa Vera Farmiga.
Dessa vez, os Warren se deparam com um demônio que utiliza o corpo de uma ingênua menina para criar subterfúgios que enganariam os caçadores; desde a atormentada alma de um velho, à uma figura bizarra de um brinquedo giratório. Tudo muito bem conduzido e controlado por um esperto roteiro, que não deixa também de homenagear clássicos do terror, como a nítida referência à ‘Amityville‘, ‘Sexta Feira 13‘ (“Kill, kill…her, her”) e ‘A Cidade dos Amaldiçoados‘. Sem esquecer o crédito gigante do título deslizando pra cima, que lembra o logotipo do cultuado ‘A Profecia‘.
Os planos elegantes do diretor Wan destacando as ruas da periferia inglesa, se mistura à trilha sonora que vai de Beatles (é claro!) à Elvis Presley… esse último, inclusive, servindo para uma inusitada “performance” do ator Wilson.
Farmiga está mais à vontade no papel, embora, é Wilson que parece dessa vez estar mais tempo em cena. E ainda que não tenhamos aqui uma família tão cativante quanto a do primeiro filme, o drama e a emoção dessa família inglesa nos prende de maneira altamente correta e sem pieguices.
Para aqueles que, assim como eu, também admiram o primeiro filme (que fez tanto sucesso que deu origem ao fútil ‘Annabelle‘), não podem perder essa continuação, que faz jus à qualidade do seu original, ainda que não o supere.
E como é bom ver um filme de terror pelas câmeras deJames Wan, um diretor que brinca com ângulos, enquadramentos e até pequenos planos-sequências tão incomuns dentro do gênero. O cara merece essa admiração!
A série de TV baseada na franquia ‘Máquina Mortífera‘ (Lethal Weapon), que no Brasil será exibida pela Warner Channel, ganhou seu mais novo comercial.
Nos EUA, a FOX é a responsável pela transmissão dos episódios.
Confira, com os vídeos já divulgados:
Clayne Crawford (‘Rectify’) estrela no papel que foi de Mel Gibson. Jordana Brewster (‘Velozes e Furiosos’) viverá a Dra. Maureen “Mo” Cahill, negociadora que trabalha como psicóloga dentro da Polícia de Los Angeles e ajuda os colegas de profissão.
A série trará o policial e ex-militar Martin Riggs se mudando para Los Angeles para recomeçar sua vida após perder seu filho e sua mulher. Na cidade, ele se torna parceiro de Roger Murtaugh (Glover), um detetive com crises de nervoso que recentemente sofreu um ataque cardíaco.
Matt Miller (‘Chuck’) roteiriza, e McG (As Panteras) dirige o episódio-piloto.
A Entertainment Weekly liberou a capa da sua segunda quinzena de novembro.
A edição promete trazer várias novidades da mega semana crossover de heróis da CW.
A partir da segunda-feira, 28 de novembro, com a ‘Supergirl‘, o canal dará início aos quatro dias em que os heróis ‘Flash’, Arrow‘, a própria ‘Supergirl‘ e os ‘Legends of Tomorrow‘ irão trabalhar lado a lado para salvar a Terra
Confira:
O canalliberou em comunicado oficial que o vilão do crossover que vai durar quatro episódios será uma raça alienígena chamada Dominadores.
O objetivo desse grupo na Terra é tentar exterminar os humanos, como forma de criar uma nova raça de super-humanos por meio dos meta-humanos.
Os episódios que irão unir ‘The Flash’, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow’ e ‘Arrow‘ serão inspirados numa HQ dos anos 80 chamada ‘Invasion!‘, considerada um dos crossovers mais icônicos da história da DC.
O canal FX liberou a promo para o quinto episódio de ‘Legion‘, que será exibido na próxima quarta-feira.
Assista:
‘Legion‘ é a história de um jovem perturbado que poderia ser mais do que humano, David Haller, que desde a adolescência lutou contra uma doença mental. Diagnosticado como esquizofrênico, David tem estado dentro e fora de hospitais para doentes mentais durante anos. Mas depois de um estranho encontro com outro paciente, percebe a possibilidade de que as vozes que ouve e as visões que vê, podem ser reais.
Dan Stevens (Downton Abbey), Rachel Keller (Fargo), Jean Smart (Fargo), Aubrey Plaza (Parks and Recreation), Jeremie Harris (A Walk entre as lápides), Amber Midthunder (Hell or High Water), Katie Aselton (The League) e Bill Irwin (Interstellar) são os protagonistas de LEGION.
Em ‘Ash vs. Evil Dead’, depois de caçar monstros com sua motosserra e evitar responsabilidade, maturidade e todos os horrores de Evil Dead, Ash (Bruce Campbell) retorna aos velhos hábitos e é forçado a enfrentar seus demônios – tanto pessoais quanto literais – quando uma praga ameaça a humanidade.
O editor-chefe Renato Marafon foi até o Universal Orlandopara fazer uma matéria no assustador Halloween Horror Nights 2018, que pela primeira vez na história contou com DEZ casas de Terror.
O evento vai até o dia 3 de novembro.
Assista a matéria:
Conheça todas as CASAS ASSOMBRADAS de 2018:
• Stranger Things
O Halloween Horror Nights leva você profundamente ao mundo distorcido de STRANGER THINGS. De um vil laboratório secreto e o terrível Void à monstruosa realidade do Mundo Invertido, você tenta escapar—mas o Demogorgon está se aproximando.
• Poltergeist
Espíritos inquietos invadiram a casa infame em cima de um cemitério, e eles são atraídos pela luz. Você será atraído para a casa pelo sussurro do brilho da TV e vai cruzar a luz. Entre em um cenário surreal, onde seu imaginário em breve mudará, enquanto você é ameaçado pela Besta. Não se perca na luz.
• Halloween 4: The Return of Michael Myers
O mal retornou em uma nova casa. O infame Michael Myers escapou, e ele está em busca de sangue. Em qualquer lugar que se vire, ele estará indo para a matança, até seu coração gritar para fora de seu peito. Sua única esperança é o Dr. Loomis, o ex-psiquiatra de Myers, com cicatrizes de fogo, mas ele chegará a tempo? Esse maníaco mascarado é impossível de parar, e não há onde se esconder.
• Horrors of Blumhouse
As mentes assombradas por trás de Happy Death Day (A Morte te Dá Parabéns) e The First Purge (A Primeira Noite de Crime) deram origem a uma nova casa de horror. Os seus sustos se tornam alarmantes enquanto você vai de um thriller extravagante até um mundo brutal. É o último dia de sua vida assim que você testemunha uma estudante universitária tentar quebrar um ciclo de assassinatos. Depois você entra em áreas de testes para um experimento bárbaro, quando todo crime se torna legal durante doze horas. Você viverá para ver o amanhã?
• Trick ‘r Treat
É hora de gostosuras ou travessuras. Neste labirinto, você deve jogar pelas regras ou pagar o preço mais alto. Seu pavor crescerá enquanto Sam, o vingativo trick-or-treater, aguarda pelo momento onde poderá castigar quem quebrou regras com suas surpresas favoritas de Halloween: pirulitos de lâminas e doces vinganças. Enquanto você encontra seu caminho através das cinco histórias distorcidas de Trick ‘r Treat, você irá recuar aterrorizado quando testemunhar o destino daqueles que não honraram a tradição. Não seja pego quebrando as regras.
• Dead Exposure: Patient Zero
O mundo não pode se tornar mais escuro. O planeta foi infectado com uma pandemia derradeira. Um surto biológico macabro está transformando a humanidade em uma praga de zumbis vingativos e fervilhantes. Rapidamente, você estará perdido na escuridão— mas os zumbis ainda conseguem te ver, e logo seu crescente desconforto se transformará em gritos e desespero. Se você ainda não tem medo do escuro, você terá.
• Carnival Graveyard: Rust in Pieces
Os carnavais revestidos de caramelo do passado morreram há muito tempo, mas algo sinistro se infectou dentro da decadência, esperando para atormentar invasores. Entre em um cemitério de diversões em ruínas, um labirinto de jogos e pedaços contaminados com ferrugem e sangue. Artistas alegres e ferozes te perseguem nas sombras enquanto seu pânico aumenta. Você ficará impressionado com o desgosto e o terror de encontrar jogos sangrentos, autômatos brutais que iludem e um túnel de amor grotesco. Você estará em algo realmente impressionante.
• Slaughter Sinema
É hora do show no drive-in local, onde você não pega uma sessão de um filme apenas; o filme te pega. O medo cintila na tela, enchendo você com uma mistura de pavor e prazer. À medida que cada filme B dos anos 1980s ganha vida, você grita de horror ao tentar escapar de lobisomens motociclistas, alienígenas canibais e um Yeti voraz do pântano. Quando os créditos surgem, cabeças rolam.
• Seeds of Extinction
A humanidade está extinta, eliminada por um meteoro cataclísmico. Em seu despertar, algo monstruoso criou raízes. Você ficará desconcertado com paisagens familiares que foram cobertas pela vegetação invasiva. Mas logo o seu horror aumenta à medida que você percebe que essas plantas são predatórias e você é uma presa fácil. O medo é fértil neste jardim horrendo.
• ScaryTales: Deadly Ever After
O reino dos contos de fadas um dia foi pacífico, mas a Bruxa Malvada do Oeste tomou o controle e afligiu a terra com uma maldição terrível, distorcendo contos de fadas queridos e tornando-os irreconhecíveis. Você estremece quando descobre a nova realidade horrível das histórias que você achava que conhecia. Não há felizes para sempre aqui.
ZONAS DE SUSTO
• Revenge of Chucky Chucky, o boneco mais mortal do mundo, está de volta depois de mais de 30 anos de desordem. Ele trouxe uma horrível feira de brinquedos à vida nas ruas de Hollywood e transformou seus brinquedos infantis favoritos em pesadelos. Você morrerá de vontade de brincar.
• Killer Klowns from Outer Space
Uma tenda de circo interestelar aterrissou e uma invasão louca foi iniciada na South Street. Vá até o topo, onde o doce cheiro de algodão doce te encantará. Você logo vai perceber que esse tratamento grotesco não é feito com açúcar, mas de vítimas como você. Os palhaços do outro mundo riem loucamente enquanto colocam as pessoas em cápsulas de algodão doce com armas de raio e dizimam cada um de forma detestável.
• Twisted Tradition
Uma antiga maldição despertou no Central Park e transformou o Halloween em uma abominação. Videiras em forma de víboras se enrolam pelas cercas de ferro. Abóboras apodrecidas mofam no chão amaldiçoado. Você fica estarrecido ao descobrir que as maiores têm vítimas humanas cujas carnes em decomposição se misturam às entranhas das abóboras. Você se encolhe de horror, mas o pior ainda está por vir. Seres sanguinolentos buscam sacrifícios humanos. E você está pronto para ser a próxima vítima.
• The Harvest
Um antigo celeiro é o cenário para todo o tipo de horror, com paredes decoradas com objetos de todas as casas. Faça uma pose para foto neste local na Avenue of the Stars, mas cuidado. Ele não está abandonado como parece. Criaturas sórdidas estão à espreita por entre os montes de palha, prontos para a colheita de carne fresca. Você vai sobreviver à colheita?
No ano passado, o editor-chefeRenato Marafon partiu em uma aventura para participar da Halloween Horror Nights.
Confira o vídeo:
O Halloween Horror Nights 2018 concorre a uma quebra de recorde, em 36 noites selecionadas, de 14 de setembro a 3 de novembro, com a maior quantidade de casas assombradas na história do evento. Grandes nomes do cinema, filmes sangrentos, clássicos cult e pesadelos originais inspirados pelo passado vão ganhar vida, enquanto os visitantes enfrentam 10 casas assombradas e perturbadoras, cinco zonas de medo e mais. Confira abaixo a lista completa de experiências no evento deste ano.
Chad Stahelski, que comandou os dois filmes anteriores, retorna na direção.
Na trama, John Wick está foragido por duas razões: ele é caçado por um contrato global de US$ 14 milhões por sua vida, e por quebrar a regra principal, que foi tirar uma vida dentro do terreno do Hotel Continental. A vítima era um membro da Alta Cúpula, que deu a ordem para o contrato. John já deveria ter sido executado, exceto pelo fato de que o gerente do hotel, Winston, lhe concedeu uma hora de vantagem antes de ser morto. Sua associação foi revogada, ele foi banido de todos os serviços e desligado dos outros membros. John usará a indústria de serviços para se manter vivo, enquanto luta para sair vivo de Nova York.
O CinePOP participou doTudum Festival, evento da Netflix que aconteceu em São Paulo de 25 a 28 de Janeiro.
Assista ao nosso vídeo completo:
Entre as ativações mais divertidas, você pode visitar cenários de Hawkins, a cidade da série ‘Stranger Things‘, além de almoçar no Corner Café, aonde trabalha a personagem da Lana Condor em ‘Para Todos os Garotos que Já Amei‘.
Outras ativações divertidas que encontrei foi ler o meu futuro no Flash Tarot, inspirado em ‘O Mundo Sombrio de Sabrina‘ e gravar um funk como o MC Doni no estúdio de ‘Sintonia‘.
O jornalista Alexandre Almeida traz a crítica EM VÍDEO de ‘TENET’ direto da estreia em Vancouver, no Canadá, aonde os cinemas reabriram com uso obrigatório de máscara facial e todos os procedimentos de proteção contra o COVID.
No vídeo, Almeida fala sobre o espetáculo visual criado pelo diretor, e revela também o que ele não gostou do filme.
‘Tenet‘ caminha para uma abertura espetacular no mercado internacional e, segundo uma pesquisa feita pelo Movio, a pré-venda de ingressos para o novo filme do aclamado diretor Christopher Nolan já superou a de suas obras anteriores, ‘Dunkirk’ e ‘Interestelar’ nos Estados Unidos e no Reino Unido.
A análise afirma que as compras para ingressos individuais também cresceram significativamente: ‘TENET’ teve uma venda de 55% de entradas desse tipo, em comparação ao 20% de ‘Dunkirk’ e 47% de ‘Interestelar’.
Enquanto as previsões acerca da abertura do filme ainda não são concretas, vale lembrar que ‘Dunkirk’ abriu com massivos US$50,5 milhões na América do Norte, enquanto ‘Interestelar’ teve estreia de US$47,5 milhões.
Armado com apenas uma palavra – Tenet – e lutando pela sobrevivência do mundo inteiro, o Protagonista viaja através de um mundo crepuscular de espionagem internacional em uma missão que irá desenrolar em algo para além do tempo real. Não viagens no tempo. Inversões.
Quando os fãs querem, eles realmente se esforçam.. E os fãs da DC são os mais aplicados.
A hashtag #RestoreTheSnyderVerse atingiu 1,5 milhão de tweets em menos de 24 horas e quebrou um novo recorde.
O movimento superou os recordistas anteriores, que eram liberar o trailer de Vingadores com #AvengersEndgame levando 1,4 milhão e #ReleaseTheSnyderCut – com 1 milhão.
Trata-se de um novo recorde nas redes sociais, pedindo para que a Warner recontrate o Zack Snyder para comandar o Universo da DC
Assim, a hashtag se torna a maior da história dos cinemas até hoje e mostra o interesse do público em continuar vendo as histórias feitas pelo diretor. Será que a Warner vai ouvir novamente?
A hashtag #RestoreTheSnyderVerse continua bombando:
Será que a Warner e a DC agora vão topar restaurar o Universo Cinematográfico criado por Snyder, que começou com ‘O Homem de Aço‘, ‘Batman vs Superman‘ e terminou em ‘Liga da Justiça‘?
O estúdio agora precisa analisar se deve ouvir os fãs novamente ou seguir com os projetos criados sem a presença do Snyder.
— Henrique DiSanders 🇧🇷 #SnyderCut (@HDisanders) March 18, 2021
Snydercut é um filme que aprendeu com os erros de Batman vs Superman
Que era um filme sombrio sem nenhuma piadinha no mínimo, mais esse filme faz você rir em várias cenas
Mais continua sendo um filme sombrio,
E eu gosto disso! Como outros fans #SnyderCut#RestoreTheSnyderVersepic.twitter.com/TqAf5XHEGk
Acabei de assistir #ZackSnydersJusticeLeague e eu estou EM CHOQUE. Meu deus do céu. Foi tudo o que eu esperava e ao mesmo tempo foi completamente diferente do que eu esperava. Eu não consigo nem raciocinar direito ainda. A HBOMax precisa urgentemente #RestoreTheSnyderVersepic.twitter.com/tDh8hoN6zg
— Henrique DiSanders 🇧🇷 #SnyderCut (@HDisanders) March 18, 2021
Você acha que o estúdio devia atender ao pedido ou seguir em frente?
“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.
Vale lembrar que Stallone, o intérprete de Barney Ross, disse que esta será sua última participação na franquia e que estará deixando as continuações nas mãos de Jason Statham, intérprete de Lee Christmas.
Além disso, ele confirma que já encerrou suas gravações na vindoura sequência.
“‘Os Mercenários 4’ é o fim para mim. Hoje foi meu último dia de gravações e estou indo para casa. Eu estou curtindo, mas despedidas sempre têm sempre um sabor amargo quando você está muito ligado a algo… Estou nessa há uns 12 anos e me sinto pronto para passar o bastão para Jason. A melhor coisa que fizemos foi prover filmes que tragam certo entretenimento e uma mensagem, pois o que eu acho que me traz sucesso é a sensibilidade humana. Mais do que a ação, que é evidente, o importante identificarmos com o público de uma forma que eles podem se relacionar com qualquer que seja a missão dos personagens… Apenas para trazer um escapismo e esperar que exista algo a mais do que as cenas de ação.”
Lionsgate e Millennium Media irão produzir a sequência.
“Estamos animados em nos juntarmos com os nossos parceiros da Millennium Media para a nova sequência da franquia ‘Os Mercenários’,” declarou Jason Constantine, presidente da Lionsgate. “É muito divertido reunir esses astros para um filme cheio de ação. A nova sequência será nossa maior aventura até o momento.”
‘Órfã 2: A Origem‘ é uma das sequências mais aguardadas do ano, e já estreou nos EUA em alguns cinemas e no streaming do Paramount+.
Apesar do trailer ter dividido opiniões, o filme está agradando os críticos e atualmente está com 71% de aprovação no site agregador de notas, Rotten Tomatoes, com 93 reviews publicadas.
São 66 críticas positivas e 27 negativas, com nota média 6 de 10.
Segundo o consenso geral dos críticos, “apoiando-se em sua premissa ridícula, A Órfã é uma sequência que consegue manter seu potencial – e para os fãs de terror exagerado, pode até representar uma melhoria em relação ao original.”
Confira as principais críticas:
“Julia Stiles interpreta a matriarca, e é bom ver essa bela atriz se divertindo no filme que é um caos e ao mesmo tempo agradável;”, Times
“O roteiro de Coggeshall não é especialmente nítido, já que o filme realmente gira em torno dessa grande reviravolta, mas a abordagem visual e as performances dos atores dão a A Órfã 2 uma vantagem que deve satisfazer os fãs do original.”, indieWire
“A força da atuação de Fuhrman – como ela demonstrou em The Novice do ano passado, ela pode ser uma presença marcante e inquietante na frente de uma câmera – é um caminho considerável para recuperar o papel da malévola mini psicopata Esther.”, Observer
“‘Órfã 2: A Origem’ arrasa! Está claro que os talentosos realizadores não queriam imitar o filme anterior. O segundo é mais espirituoso, inteligente e simplesmente incrível, injetando vida nova em sua fórmula de criança assustadora. Tome um gole antes de ver!” Fresh Fiction
“‘Órfã 2’ é um filme inteligente e pontual que se encaixa perfeitamente no que o primeiro filme criou há mais de uma década.” Collider
“Deliciosamente exagerado e um pouco bobo, é uma comédia de terror difícil de não gostar, mesmo que não faça jus ao seu antecessor.” Starburst
“Um filme que compreende o seu próprio absurdo, sendo muito melhor que o primeiro, e com razão.” The Wrap
“Funciona como uma prequel da Esther, mas consegue se sentir tão singularmente independente graças a algumas mudanças pontuais e ótimas na narrativa.” IGN Movies
O filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de setembro.
O filme original foi lançado em 2009 e foi comandado por Jaume Collet-Serra.
Apesar de ter feito um barulho considerável nas bilheterias (arrecadando quase US$80 milhões), a produção teve recepção mista por parte da crítica especializada, alcançando 56% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Depois passar a infância sonhando em ter uma boneco do ‘Chucky – O Brinquedo Assassino’, o bancário Fabrício Teixeira de Abreu decidiu investir R$ 3.000 para fazer a sua própria réplica.
Mesmo depois de adulto, Fabrício disse ao Tribuna de Jundiaí que ficou frustrado por não conseguir comprar o boneco no ano passado porque o valor ainda era muito alto.
Morador de Campinas, no interior de São Paulo, e criado numa família de artesãos, o bancário decidiu que iria realizar seu sonho construindo sua própria réplica.
Para dar início ao projeto, ele buscou diversas imagens do personagem, comprou os materiais necessários para a confecção, e começou a dar forma à réplica de 75 centímetros.
Ao total, Fabrício gastou R$ 3.000, e o mais interessante é que ele fez questão de reproduzir os mínimos detalhes do personagem, como os fios de cabelo, a estampa da roupa e até mesmo o seu peso.
Em entrevista ao portal, ele revelou que quase desistiu da ideia pelas dificuldades em deixá-lo como queria.
“Pensei em desistir várias vezes porque eu não conseguia imaginar o que faria para deixá-lo em pé. Mas, com a opinião dos meus amigos, consegui chegar ao resultado planejado.”
O artesão disse que usou arame para servir como estrutura para o Chucky e finalmente conseguiu deixá-lo fixo de pé, o que causou arrepios.
“Quando ele ficou pronto tive medo! Eu o colocava no armário porque parecia que ele estava me olhando, principalmente de noite. Agora, já me acostumei, aliás, são tantos espalhados pela casa.”, brincou ele.
Depois de realizar seu sonho, Fabrício passou a confeccionar mais modelos e já vendeu diversas unidades através de seu perfil no Instagram.
Confira algumas imagens de seu arquivo pessoal:
Lembrando que a franquia ‘Brinquedo Assassino‘ será adaptada para uma série de TV do canal SyFy, que será desenvolvida pelo criador Don Mancini e pelo produtor David Kirschner.
Em comunicado oficial, o presidente do SyFy, Chris McCumber, comemorou:
“Chucky, o vilão criado por Don Mancini, assusta o público há 30 anos. A longevidade e o legado do Brinquedo Assassino são frutos de uma narrativa criativa, além de fãs fieis que acompanharam a franquia ao longo dos anos. Estamos animados e orgulhosos por trazer Chucky para a televisão pela primeira vez com seus criadores originais.”
Além disso, o produtor Nick Antosca revelou que a série terá o mesmo tom que os dois primeiros filmes e voltará a investir em um clima de terror.
“O título provisório é ‘Chucky‘. Isso pode mudar, mas por enquanto estamos usando esse. A série vai voltar a ter um tom próximo aos dois primeiros filmes. Voltará a ser um clássico assustador.
Ele completa, “[A série] será consistente com a mitologia da franquia, mas será uma nova história. Então, se você chegar sem saber nada sobre os filmes, você ainda entenderá o que está acontecendo. Mas será consistente com toda a mitologia que vimos anteriormente, então a série será canônica.”
Brad Dourif, dublador original do Chucky, voltará a dar voz ao personagem!
Por enquanto, a série permanece agendada para 2020, mas a estreia pode ser adiada devido ao surto de Coronavírus.
O ator Daniel Radcliffe, que eternizou o papel de ‘Harry Potter’ na saga cinematográfica de mesmo nome, comentou recentemente sobre a possibilidade de participar da nova série do Max baseada no universo bruxo.
Em entrevista à E! News, Radcliffe foi direto: “Eu não acho. Eu acho que eles sabiamente querem uma ruptura limpa. E eu não sei se funcionaria para nós fazer algo nisso. Estou muito feliz apenas assistindo junto com todos os outros”.
Questionado sobre a possibilidade de participar da série caso fosse convidado, Radcliffe respondeu com humor: “Eu vou ser um político sobre isso, e não lidar com hipóteses”.
A saga ‘Harry Potter’ vai ganhar uma série de TV nos próximos anos, com a primeira temporada programada para chegar ao streaming Max em 2026.
Segundo o Deadline, Francesca Gardiner (‘Succession’), Tom Moran (‘A Hora do Diabo’) e Kathleen Jordan (‘Caçadoras de Recompensas’) estão na disputa para roteirizar a nova adaptação da franquia criada por J.K. Rowling.
A série está planejada para abranger sete temporadas, adaptando cada livro da famosa série de fantasia de Rowling.
Até o momento, oficialmente, não há ninguém confirmado no elenco, pois a atração encontra-se em pré-produção.
A Max irá produzir em associação com a Brontë Film and TV e a Warner Bros. Television. J.K. Rowling será produtora executiva juntamente com Neil Blair e Ruth Kenley-Letts.
“O compromisso da Max em preservar a integridade dos meus livros é importante para mim, e estou ansiosa para fazer parte desta nova adaptação que permitirá um grau de profundidade e detalhe que só é permitido por uma série de televisão de longa duração”, disse Rowling.
Confira o anúncio da série e as reações pela internet:
Depois de 20 anos desaparecido, João Grilo retorna à pequena Taperoá para se juntar ao seu velho companheiro Chicó. Acontece que agora ele é recebido como uma celebridade na cidade. Afinal, reza a lenda que havia sido morto por bala de espingarda e ressuscitado após um julgamento que tinha o Diabo como acusador, Nossa Senhora como defensora e o próprio Jesus Cristo como juiz.
Disputado como principal cabo eleitoral pelos dois políticos mais poderosos da cidade, ele faz de tudo para finalmente aplicar o golpe que vai lhe render muito dinheiro e, quem sabe, vida mansa – como se fosse possível que ele se aquietasse. Só que nada sai como planejado e ele acaba alvejado pelo mesmo cabra que o havia matado anos antes. Será que a Compadecida vai intervir para salvá-lo novamente?
O terror psicológico ‘Obsessão‘ virou uma das maiores surpresas de 2026. Com críticas extremamente positivas e uma ótima recepção do público, o longa dirigido por Curry Barker já começa a ser tratado como um dos grandes fenômenos recentes do gênero — e seu sucesso aumentou ainda mais as expectativas para ‘Passageiro do Mal‘, novo terror sobrenatural de André Øvredal.
Desde sua estreia, ‘Obsessão‘ vem conquistando críticos e fãs justamente por fugir da fórmula tradicional dos filmes de susto fácil. O longa acompanha Bear (Michael Johnston), um jovem apaixonado pela melhor amiga que utiliza um artefato sobrenatural para fazê-la se apaixonar por ele. O problema é que o desejo começa a se transformar em algo sufocante, perturbador e cada vez mais violento.
A crítica especializada elogiou principalmente a atmosfera claustrofóbica construída porCurry Barker, além da forma como o diretor transforma situações cotidianas em puro desconforto psicológico.
Além da aclamação crítica, ‘Obsessão‘ também vem surpreendendo comercialmente. Mesmo sendo uma produção menor e apostando em terror psicológico autoral, o filme registrou sessões lotadas em diversos mercados internacionais e forte aprovação do público nas primeiras semanas de exibição. Em publicações nas redes sociais, o longa já aparece sendo chamado de um dos filmes de terror mais bem avaliados de 2026.
A trama acompanha um casal vivendo uma aventura de van pela estrada quando presencia um acidente brutal. Pouco depois, eles passam a ser perseguidos por uma entidade demoníaca impossível de escapar — uma presença sobrenatural que os acompanha para qualquer lugar. O conceito lembra uma mistura de ‘Corrente do Mal‘ com road movie claustrofóbico, algo que já despertou enorme curiosidade entre os fãs do gênero.
O terror segue vivendo uma fase de ouro em Hollywood — e 2026 promete ser um dos anos mais insanos para os fãs do gênero. Entre continuações aguardadíssimas, remakes polêmicos, adaptações de games e produções originais que já estão causando burburinho em festivais e nas redes sociais, o calendário dos próximos meses está recheado de pesadelos cinematográficos.
De zumbis e possessões demoníacas até horror psicológico e criaturas medievais, selecionamos os principais filmes de terror que estreiam em breve em 2026, trazendo sinopse, expectativas e curiosidades sobre cada produção.
Falando em produções bizarras, ‘Backrooms: Um Não-Lugar‘ chegou aos cinemas dividindo opiniões, com os cinemas adaptando o fenômeno viral da internet criado por Kane Parsons. O conceito acompanha pessoas presas em corredores infinitos, amarelados e perturbadoramente familiares, como se tivessem atravessado os limites da realidade.
‘Backrooms: Um Não-Lugar‘ surpreendeu nas bilheterias brasileiras com uma campanha louvável da Imagem Filmes e vendeu 412 mil ingressos no fim de semana, arrecadando gigantes R$ 9,5 milhões. Com isso, alcançou a segunda maior abertura do ano para um filme de terror, ficando atrás apenas de ‘Pânico 7‘, da Paramount (466,3 mil ingressos e R$ 10,6 milhões). Além disso, registrou a maior média de público por sessão — 60 pessoas — desconsiderando as exibições especiais da final da Champions League.
Trata-se de um terror conceitual baseado em uma creepypasta, ou seja, histórias de horror criadas e compartilhadas em fóruns da internet. No entanto, a campanha de marketing, tanto da A24 nos Estados Unidos quanto da Imagem no Brasil, foi extremamente eficiente ao instigar o público com materiais cheios de mistério. Como resultado, o filme ultrapassou seu público original e passou a se comportar como um verdadeiro blockbuster.
Começando pelos grandes títulos do ano, ‘Resident Evil‘ surge como uma das apostas mais aguardadas do gênero. O reboot comandado por Zach Cregger, diretor do perturbador ‘Noites Brutais‘, promete retornar às raízes de horror dos games da Capcom, abandonando a pegada de ação exagerada das adaptações anteriores. A trama acompanha Bryan, um entregador médico preso em meio a um surto viral durante os eventos inspirados em ‘Resident Evil 2‘. O filme estrelado por Austin Abrams já vem sendo tratado como uma reinvenção sombria e brutal da franquia. A expectativa aumentou ainda mais após os fãs descobrirem que Cregger pretende utilizar efeitos práticos e um clima extremamente claustrofóbico.
Outro projeto cercado de hype é ‘Werwulf‘, novo terror gótico de Robert Eggers, diretor de ‘A Bruxa‘ e ‘Nosferatu‘. Ambientado na Inglaterra do século XIII, o longa acompanha uma vila aterrorizada por uma criatura misteriosa em meio a neblinas e superstições medievais. Aaron Taylor-Johnson, Lily-Rose Depp e Willem Dafoe lideram o elenco. Como já virou tradição nos filmes de Eggers, o diretor promete recriar o período histórico com precisão absurda, incluindo dialetos antigos e fotografia naturalista. Só isso já basta para transformar ‘Werwulf‘ em um dos filmes mais aguardados de 2026.
Já ‘A Morte do Demônio: Em Chamas‘ (Evil Dead: Burn) promete elevar novamente o nível de insanidade da franquia criada por Sam Raimi. Ainda cercado de mistério, o novo capítulo deve manter a violência extrema e o terror visceral apresentados em “A Morte do Demônio: A Ascensão”. Nas redes sociais e fóruns especializados, muitos fãs já apontam o longa como o terror mais esperado do ano.
Outro retorno aguardado é ‘A Volta dos Mortos-Vivos‘ (Return of the Living Dead), sequência direta do clássico cult de 1985. O novo filme ignorará várias continuações anteriores para seguir diretamente os eventos do original, trazendo novamente o icônico Tarman e prometendo recuperar o equilíbrio entre horror grotesco e humor ácido que tornou a franquia tão querida pelos fãs do gênero trash. Devon Sawa lidera o elenco da produção.
Outra produção que promete dividir opiniões é ‘Faces da Morte‘ (Faces of Death), releitura moderna do polêmico shockumentary de 1978. A nova versão acompanha uma moderadora de conteúdo que acaba mergulhando em uma conspiração envolvendo assassinatos reais reproduzidos para a internet. Estrelado por Barbie Ferreira, Dacre Montgomery e Charli XCX, o filme mistura violência gráfica, crítica social e horror digital. A produção já gerou controvérsia justamente por brincar com a linha entre ficção e realidade, assim como o original fez décadas atrás.
No slasher, ‘Psycho Killer‘ traz Georgina Campbell caçando um assassino conhecido como “Esfaqueador Satânico”. O roteiro foi escrito por Andrew Kevin Walker, roteirista de ‘Seven‘, o que por si só já aumenta as expectativas envolvendo o suspense sangrento. Apesar da recepção dividida da crítica internacional, muitos elogiaram a brutalidade do filme e a atuação da protagonista.
E um dos títulos mais comentados do circuito de festivais é ‘Teenage Sex and Death at Camp Miasma‘, novo slasher metalinguístico da diretora Jane Schoenbrun. O filme acompanha uma cineasta obcecada por rebootar uma antiga franquia slasher, mas acaba mergulhando em uma experiência perturbadora envolvendo identidade, sexualidade e trauma. Gillian Anderson revelou ter sofrido até uma “crise de pânico” ao assistir uma das cenas mais intensas do longa durante Cannes.
Entre remakes, reboots e ideias completamente malucas, 2026 mostra que o terror continua sendo o gênero mais criativo e imprevisível do cinema atual. E considerando o hype envolvendo produções como ‘Resident Evil‘, ‘Lobisomem‘, ‘Backrooms‘ e ‘A Morte do Demônio: Em Chamas‘, existe uma boa chance de estarmos diante de mais um ano histórico para os fãs de horror.
‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas’, superprodução de Zack Snyder para a Netflix, estreia nesta sexta-feira (21) na plataforma de streaming e os fãs do gênero serão surpreendidos por uma leva diferenciada de zumbis.
Durante uma seleta coletiva de imprensa, da qual o CinePOP foi um dos convidados, o cineasta revelou detalhes sobre as horripilantes criaturas, salientando o seu desejo de ir além no gênero, transformando os zumbis em monstros muito mais evoluídos do que o habitual:
“Eu acho que os zumbis tem perdurado nos cinemas e na cultura POP porque eles são monstros derivados de nós mesmos, então essa é sempre uma ótima forma de pensar sobre eles. Mas nesse filme, eu não apenas senti que queria homenagear clássicos de zumbis, como também queria explorar o que mais eles poderiam oferecer. E uma das coisas que eu mais pensei enquanto criava esse roteiro era na noção de que muito mais que uma evolução, eles representariam até mesmo a nossa substituição”.
Snyder foi ainda mais além, ponderando sobre as características singulares do zumbis de ‘Army of the Dead’. Para o cineasta, a ideia era torná-los independentes e autossuficientes, para que o fator “ameaça” pudesse ser explorado por uma ótica um pouco mais aprofundada:
“A ideia é que eles não sejam apenas esses zumbis de outro nível, que podem pensar, perambular e atacar animais. Mas que eles sejam menos perversos, não destruam o planeta e não se matem. Eles não são muito agressivos. Nós erramos com eles e eles estão devolvendo o favor, mas essa versão da humanidade ou o que quer ela seja representa o fato de que eles conseguem sobreviver sem nós, de que eles vão ficar bem sem nós. E eu achei que isso seria uma jeito divertido e assustador de pensá-los, como sendo os nossos substitutos”.
Ao longo da coletiva, o astro Dave Bautista também comentou sobre o thriller de ação, revelando que quase rejeitou a proposta:
“Eu pude fazer vários filmes com muitas cenas de ação, mas nunca havia feito um onde eu pudesse mostrar minha versatilidade como ator. Quando o projeto chegou a mim, eu não estava muito interessado, porque me foi descrito como um longa de zumbi com assalto e eu não estava à procura de um trabalho desse porte, eu queria me provar como ator. Mas a proposta voltou a mim quando Zack disse que queria que eu interpretasse o Scott. Então eu li o roteiro e era completamente diferente do que pensei que seria”.
O ator, que também faz parte da franquia de ‘Guardiões da Galáxia‘, ainda refletiu sobre a jornada do seu personagem, pontuando o simbolismo por trás das suas motivações. Segundo ele, Scott vive uma trajetória de redenção familiar e reconexão com sua filha:
“O filme realmente me proporcionaria a oportunidade de mostrar diversos lados da minha atuação, para além daquele cara que é um badass em cenas de ação. É a história de um pai que quer se redimir com a sua filha e isso foi o que me convenceu. Era a oportunidade de eu mostrar um lado maior da minha performance. Ele não é um cara apenas da ação. Ele é capaz de ser isso, mas é também alguém que quer se redimir. É uma história sobre redenção”.
Dirigido por Zack Snyder (‘Madrugada dos Mortos‘), o longa, que foi rodado em Las Vegas, contou com orçamento de US$ 70 milhões.
Após um surto de zumbis em Las Vegas, nos Estados Unidos, um grupo de mercenários faz uma aposta final, aventurando-se na zona de quarentena para tentar realizar o maior assalto de todos os tempos.
Dave Bautista estrela a produção. O elenco ainda conta com Ella Purnell, Omari Hardwick, Ana De La Reguera, Theo Rossi, Matthias Schweighöfer, Nora Arnezeder, Hiroyuki Sanada, Garret Dillahunt, Tig Notaro, Raúl Castillo, Huma Qureshi, Samantha Win, Richard Cetrone e Michael Cassidy.
A minissérie de suspense ‘Cilada‘, baseada na obra homônima de Harlan Coben, ganhou seu primeiro trailer oficial.
Confira:
Na trama, a repórter Ema Garay ganha fama no jornalismo digital expondo criminosos que costumam escapar da justiça. Mas a vida dela sofre uma reviravolta ao cruzar o caminho de Leo Mercer, um assistente social que se torna o principal suspeito em sua investigação sobre o desaparecimento de uma jovem de 16 anos.
O Prime Video divulgou o trailer da 2ª temporada de ‘Die Hart‘, comédia de ação estrelada por Kevin Hart (‘Jumanji: Bem-Vindo à Selva’).
Nesta sequência, intitulada ‘Die Hart 2: Die Harter‘, Kevin Hart, agora o maior astro de ação do mundo, é vítima de uma trama de vingança maligna e deve contar com a ajuda de sua co-estrela favorita e de seu ansioso assistente se quiser sobreviver.
A nova temporada será lançada no streaming no dia 30 de maio.
Hart interpreta uma versão fictícia de si mesmo que está disposta a fazer de tudo para sair do estigma de sidekick dos filmes de comédia e tentar se tornar um herói de ação, aos moldes de Dwayne Johnson e Vin Diesel. Para isso, ele vai encarar uma escola nada ortodoxa, que visa colocar suas habilidades à prova, a fim de transformar sua carreira. No entanto, o treinamento para se tornar uma figura de ação será mais penoso do que ele imaginava.
De acordo com o Deadline, as irmãs da vida real Kate e Rooney Mara irão interpretar gêmeas em ‘Bucking Fastard‘, filme baseado em uma história verdadeira.
O projeto marcará a primeira vez que as irmãs trabalham juntas.
A trama irá explorar a história real das inseparáveis irmãs gêmeas Joan e Jean, que viveram à margem da sociedade.
Werner Herzog (‘Deserto em Fogo’) será responsável pela direção e roteiro.
Ariel Leon Isacovitch, Agnes Chu, Andrea Bucko e Emanuele Moretti servirão como produtores.
As filmagens estão programadas para meados de 2025, na Irlanda e Eslovênia.
Joan e Jean faziam parte do Gale Sisters, um grupo de quatro irmãs, formado por dois pares de gêmeas, que se destacaram no teatro e no cinema durante as décadas de 1920 e 1930. O grupo iniciou sua carreira no Vaudeville, apresentando-se em diversos locais dos Estados Unidos e realizando uma turnê pela Europa.
De acordo com o THR, a série ‘Devs‘, criada por Alex Garland(‘Aniquilação‘), não fará mais parte da programação do canal FX. Ao invés disso, a produção será exibida pelo Hulu.
A previsão é que a série seja lançada no serviço de streaming em março de 2020, mês em que outras produções do canal integrarão o catálogo da plataforma do Hulu. É previsto que mais de 40 séries do FX entrem para o serviço de streaming.
A trama gira em torno de uma jovem engenheira da computação, Lily Chan (Mizuno), que trabalha para Amaya, uma companhia de tecnologia de ponta situada em São Francisco. Depois de seu namorado aparentemente cometer suicídio, Lily suspeita e passa a investigar o caso. Ela logo descobre que tudo tem ligação com Forest (Offerman), o CEO da Amaya e Devs, a divisão secreta da empresa. Em sua busca pela verdade, ela descobre uma conspiração que pode mudar o mundo.
Alguma vez você já pensou quais seriam os limites de nós seres humanos? A humanidade enfrenta cada vez mais conflitos que impactam sua vida. Aqui, estamos falando não só o limite no sentido físico mas também no emocional. A ansiedade, por exemplo, é um fator que deixa em estado de erupção o emocional num mundo contemporâneo que preza pelo imediatismo. As dificuldades da vida em lidarmos com conflitos nos levam a jornadas com limites variados e onde quem consegue aprender com as situações que vive está um passo à frente na sua trajetória. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com 10 ótimos filmes que exploram os limites do ser humano:
O Abrigo
Na trama, um homem trabalhador vive com sua mulher e sua filhinha (que é surda) num pacata cidade americana. Em um certo momento passa a ser guiado por alucinações e fica à mercê da iminência de uma grande tempestade, gerando sérias consequências para ele e sua própria família. Entre pesadelos e pensamentos assustadores a figura do pai, interpretado pelo ótimo Michael Shannon, consegue deixar o clima de suspense no ar. A busca de Curtis, seu personagem, para saber o que realmente está acontecendo com ele é o que, de fato, consegue atrair a atenção do público. Há uma certa negação por parte do mesmo em relação aos seus atos e a construção do abrigo, fora os atos inconsequentes, vão levando-o para um limite físico e mental.
A Jaula
Na trama, conhecemos um jovem (Chay Suede) ladrão que vendo a oportunidade de roubar mais um carro, uma caminhonete de luxo parada em uma rua pacata de uma grande cidade, não pensa duas vezes e inicia a ação do roubo. O problema é que quando ele tenta sair do carro para fugir o carro simplesmente não abre e aos poucos ele começa a perceber que está preso de propósito pelo dono do carro, que entra em contato com ele pelo telefone do carro, um ginecologista renomado (Alexandre Nero) que já fora roubado outras vezes e dessa vez resolveu fazer justiça com as próprias mãos. Lutando para sobreviver sem comida, água e com o emocional completamente destruído inicia-se um jogo psicológico intenso onde a moral é colocada em xeque.
14 Montanhas, 8 Mil Metros e 7 Meses
A determinação do ser humano. Buscando quebrar os limites do corpo dentro de um sentido de aventura perigosa um quase desconhecido montanhista embarca em uma jornada que envolve a honra de seu país, seus colegas de profissão e uma determinação afiada quando pensamos nos limites da natureza. 14 Montanhas, 8 Mil Metros e 7 Meses, disponível na Netflix, é a saga de um homem que mesmo contra diversas adversidades encontra seu lugar no mundo se desafiando. Dirigido por Torquil Jones.
Druk – Mais uma Rodada
Quando anunciamos derrota, podemos recomeçar? O roteiro de Druk – Mais uma Rodada transborda o foco no limite do ser humano que caminha pela angústia, fraco e inoperante, sem saber o que fazer para mudar seus dias. Crise profissional, problemas no casamento, amigos e seus conflitos, desesperados em uma mesmice dentro do cotidiano que não desenvolve viram um reflexo mais amplo de uma sociedade que muitas vezes não sabe como lidar para mudar as situações que a vida lhe impõe, principalmente, quando partimos do princípio que a felicidade não existe, o que existe na vida são momentos felizes.
Sem Cabeça
Na trama, conhecemos Arghavan (Elham Korda), uma mulher de meia idade que sofre com um casamento de grande distanciamento e trabalha em uma loja de câmbio. Certo dia, após um trauma que nunca irá esquecer, ela resolve não ter mais o cachorro da família, um Lulu da Pomerânia. A situação de mudança abrupta, mal explicada, já que ela adorava o cachorrinho, leva seu casamento até o limite, onde questões sobre o trauma que sofreu recentemente precisam ser ditas.
Na trama, ambientado por volta de 1860, na região de Midland, na Irlanda, conhecemos a enfermeira Lib (Florence Pugh, em mais uma destacada atuação), uma mulher com um pensar à frente do seu tempo que é selecionada por um conselho para ir até uma pequena vila e investigar algo de inusitado que está acontecendo: uma jovem de onze anos chamada Anna (Kíla Lord Cassidy) não se alimenta faz meses e continua viva, se tornando famosa na região e recebendo turistas, peregrinos, que querem presenciar esse possível milagre. Os que mandam e desmandam nesse vilarejo também estão de olho nessa situação, até mesmo os que defendem o lado religioso. Aos poucos, a enfermeira vai conhecendo melhor essa história, principalmente da família da jovem, e assim muitas surpresas vão aparecer durante sua estadia na região levando-a a dilemas. Thriller psicológico, drama familiar? O projeto é mais profundo que isso. As imperfeições do ser humano aqui são descascadas, como se máscaras caíssem, em uma investigação também sobre o ser humano, os limites, o lado sombrio.
Quando as emoções ficam à frente da razão. Imagina uma situação onde você tem uma vida confortável, uma família feliz, um apartamento luxuoso com uma vista maravilhosa, um emprego muito bom, só que em algumas semanas, como um efeito dominó, tudo isso se perde. No drama espanhol A Casa, escrito e dirigido pela dupla David Pastor e Àlex Pastor, nós somos testemunhas de um homem em espiral de inveja e loucura querendo tomar a vida de outra pessoa. Um suspense mesclado com drama que nos leva a pensar a todo instante sobre os seres humanos e suas fraquezas.
Escrito no início de 1600 e com diversas versões que sempre buscaram mostrar as forças dos conflitos ligados as consequências das atitudes de seu protagonista, a essência de Macbeth é fazer refletir sobre os limites do ser humano em contraponto a seus sentimentos. Aqui não é diferente. Os paralelos sobre a expressão do medo, a paranoia que chega sem dias para ir embora, o caos emocional que é instaurado na cabeça e corpo do ambicioso personagem ditam o ritmo eletrizante dos arcos.
Baseado no livro Jungle: A Harrowing True Story of Survival, Jungle conta a história do israelense Yossi Ghinsberg (Daniel Radcliffe), um jovem que resolve largar por um tempo os estudos e se aventurar na exploração de novos lugares e cultura ao redor do mundo. Assim, chega à Bolívia décadas atrás e lá conhece o fotógrafo Kevin (Alex Russell) e o jovem professor Marcus (Joel Jackson). Uma grande amizade começa a se iniciar e após Yossi cruzar com Karl (Thomas Kretschmann), um aventureiro experiente que os convence a adentrar uma parte da floresta boliviana pouco explorada mas que reserva diversos riscos para o grupo. Ao longo de todo o complicado trajeto, aos poucos, vamos vendo que os amigos precisarão de muita força de vontade para saírem vivos desse lugar.
Foco principal na trama, a questão da ascensão familiar é o grande background para ações e consequências eletrizantes. Sem o mínimo de pudor, a família consegue aos poucos ganhar a confiança de quase todos nesse novo universo que lhes é proposto. Mas as reviravoltas da trama evoluem a história e deixam cenas marcantes na nossa memória. Reflexivo e até certo ponto aterrorizador, os limites do ser humano são colocados em cheque fruto de um deslumbramento sem pilares de resistência culminando numa impressionante jornada de queda.
No primeiro Kick-Ass, um típico nerd de colegial decidia que era hora de fazer justiça com as próprias mãos, evocando seus ídolos, os super-heróis de quadrinhos. Kick-Ass, o filme, que também é baseado em quadrinhos de heróis, criados por Mark Millar e John Romita Jr., tinha a proposta de satirizar e homenagear o subgênero. O problema é que esses autointitulados “super-heróis” humanos e reais soam muito como sua contraparte de papel. Mesmo sem superpoderes, aqui existem cenas que desafiam as leis da física, e nossa credulidade.
Personagens como Batman e o Justiceiro combatem o crime sem poderes, e o Homem-Aranha é um adolescente despreparado para suas grandes aventuras. Então podemos afirmar que o material de Kick-Ass não é assim tão original. Fora isso, um fator que chamou grande atenção da imprensa no filme original de 2010 foi sua extrema violência. E não apenas isso, mas violência infligida por uma menininha em seus 11 anos de idade. Hit-Girl, a personagem que virou sensação, é uma menina treinada pelo pai para ser a vigilante definitiva. O sangue frio da pequena é tanto que ela não hesita em desmembrar e decapitar criminosos. Tudo com o propósito de uma boa diversão nos cinemas.
Quando escrevi sobre o filme original dei minha opinião sobre o significado de uma grande violência imposta para os jovens apenas com o propósito de entreter. Já deu para perceber que não fui arrebatado pelo filme de Matthew Vaughn (X-Men: Primeira Classe) como a maioria, por achar que fica na tênue linha onde não é sério e importante o suficiente, e ao mesmo tempo não é caricato, divertido e engraçado como deveria. De qualquer forma, Kick-Ass – Quebrando Tudo foi um os destaques de 2010. Alguns anos depois e ganhamos a inevitável continuação, que chega de maneira tímida nos cinemas brasileiros. Caminho similar que fez nos Estados Unidos, aonde não despertou grandes paixões.
Em muitos aspectos, no entanto, Kick-Ass 2 é superior a seu predecessor. O primeiro deles é a dramaticidade e importância dada às subtramas, e desenvolvimento de personagens. Vemos, por exemplo, as consequências que tem para a sua família, o fato do protagonista (vivido mais uma vez pelo talentoso Aaron Taylor-Johnson – de Selvagens) vestir o uniforme. O relacionamento entre o jovem Dave, a identidade secreta do herói Kick-Ass, e seu pai é abalada de uma forma irremediável. O mesmo pode ser dito da personagem Hit-Girl, mais uma vez vivida por Chlöe Grace Moretz (a nova Carrie).
Esse realmente é um filme mais dela do que de Kick-Ass. A trama evolui a personagem de Moretz, agora com 16 anos, e com problemas em se ajustar à vida colegial e adolescência. Também temos o universo super heroico em geral expandido, como se o próximo passo fosse dado em relação a termos apenas três personagens mascarados no filme original. Uma espécie de Liga da Justiça “furreca” e violenta é criada, comandada pelo personagem deJim Carrey (um dos maiores astros da década de 1990 tentando ensaiar um retorno ao palco principal).
O personagem de Carrey é um ex-assassino da máfia, que encontrou Deus e decidiu rachar crânios de criminosos em Seu nome. O ator está irreconhecível no papel, longe de seus exageros de praxe. Aqui Carrey quase não faz rir. O ator inclusive renunciou o filme por sua violência, já que Carrey agora é um forte ativista do desarmamento. Entre os membros dessa formada equipe heroica destacam-se o boa praça Dr. Gravidade (nada a ver com o filme de Cuarón), vivido por Donald Faison (da série Scrubs), e a autointitulada Night Bitch, vivida pela bela ruiva Lindy Booth (Madrugada dos Mortos), que tem um caso com o protagonista.
Todos possuem suas histórias e seus próprios passados trágicos. A belíssima Lyndsy Fonseca (A Ressaca), namorada do herói no original, possui pouquíssimo espaço em cena (infelizmente) e é jogada para escanteio. Quem volta sem grande importância é o vilão, agora exagerado, de Christopher Mintz-Plasse, que depois de abandonar o pseudônimo do falso herói Red Mist, resolve se batizar como Motherfucker (nome impróprio por significar um palavrão em inglês, que com certeza fez subir a censura por lá).
O vilão traz consigo uma legião de inimigos a seu comando. Entre eles, a gigantesca Mother Russia (Olga Kurkulina, uma montanha de músculos), a única adversária a altura da feroz Mindy, identidade de Hit-Girl. Entre erros e acertos Kick-Ass 2 talvez não seja tão impactante e original (segundo dizem) quanto o primeiro, mas sem dúvidas merecia mais respeito, e não ser descartado completamente. As portas ficam abertas para um Iron Kick-Ass…
O mundo do cinema está em constante movimento. E o maior prêmio da sétima arte, segue de perto esta evolução – seja social ou técnica. É incrível o quanto mudamos nestes mais de 90 anos dos prêmios da Academia. Temos certeza de que muita novidade ainda virá alinhando cada vez mais o que esperamos de um mundo melhor. Com o fim da segregação racial na década de 1960, por exemplo, muitos avanços foram feitos para o reconhecimento de artistas negros na Academia – luta que segue de pé, ainda muito cobrada. O mesmo acontece na categoria de direção, onde menos de dez mulheres ao longo da história foram nomeadas.
Enquanto as mudanças seguem ocorrendo e as melhorias continuam a serem feitas, é sempre bom voltar e lembrar o que foi conquistado nesse tempo de quase 100 anos dos prêmios da Academia. E para isso, retornaremos para uma época muito especial e guardada com muito carinho por todos que viveram ou cresceram nela: os anos 1980. Aqui, relembraremos com você as maiores curiosidades das edições do Oscar na década de 80. Confira abaixo e comente.
Ao contrário do que muitos possam imaginar, o Oscar não começou a indicar superproduções populares e jovens ao prêmio de melhor filme apenas quando aumentou o número de indicados para dez. Na verdade, ainda na década de 1970, quando os primeiros blockbusters surgiram e ainda tínhamos somente cinco filmes entre os nomeados na categoria principal, o Oscar já tratava de indicar obras como Tubarão (1975) e Star Wars – Guerra nas Estrelas (1977), os dois primeiros blockbusters da história. E a coisa seguiu pela década de 1980, a consolidação de tais sucessos colossais – onde o Oscar indicou filmes como Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981), E.T. – O Extraterrestre (1982), A Testemunha (1985), Atração Fatal(1987), Feitiço da Lua (1987), Um Secretária de Futuro (1988) e Campo dos Sonhos(1989), filmes que muitos podem não associar ao Oscar, ainda mais na categoria de melhor filme.
Atores Inusitados
Não foi só na categoria principal de melhor filme que as indicações do Oscar na década de 80 surpreenderam. Na categoria de melhor ator tivemos algumas nomeações inusitadas de filme icônicos e superproduções famosas até hoje, que muitos podem não lembrar ou sequer saber que foram prestigiadas pela Academia. Por exemplo, o astro Tom Hanks começou a ser visto como ator dramático graças à sua guinada em Filadélfia (1993), que lhe rendeu seu primeiro Oscar. Mas o que nem todos sabem ou lembram é que a primeira nomeação de Hanks saiu com a querida comédia Quero Ser Grande (1988). Aliás, performances cômicas ou em filmes de entretenimento quase nunca rendem o prestígio e a ressonância de um drama, mas nos anos 1980 trouxeram indicações para Dudley Moore (Arthur – O Milionário Sedutor), Dustin Hoffman (Tootsie), Jeff Bridges (O Homem das Estrelas), Harrison Ford (A Testemunha) e Pat Morita, o eterno Sr. Miyagi (Karatê Kid); além de vitórias para Don Ameche (Cocoon), John Gielgud (Arthur – O Milionário Sedutor), Michael Douglas (Wall Street – Poder e Cobiça) e Kevin Kline (Um Peixe Chamado Wanda).
Atrizes Inusitadas
O mesmo pode ser dito das damas durante a década de 1980. Muitos podem não ter o conhecimento de que atuações como a de Sigourney Weaver em Aliens – O Resgate (1986) tenham rendido para a atriz uma indicação no Oscar. Durante os anos 80, atuações cômicas ou em filmes de entretenimento também renderam indicações ao Oscar para gente como Goldie Hawn (A Recruta Benjamin), Christine Lahti (Segundo Turno), Kathleen Turner (Peggy Sue – Seu Passado a Espera), Glenn Close (Atração Fatal), Anne Ramsey (Jogue a Mamãe do Trem), Melanie Griffith e Sigourney Weaver (Uma Secretária de Futuro), Michelle Pfeiffer (Susie e os Baker Boys), Julia Roberts (Flores de Aço) e Dianne Wiest (O Tiro que Não Saiu Pela Culatra); além de ter rendido estatuetas para Cher (Feitiço da Lua), Geena Davis (O Turista Acidental) e Jessica Lange (Tootsie).
Roteiros Inusitados
O que você me diria se eu contasse que nos anos 80, filmes como De Volta para o Futuro, Splash – Uma Sereia em Minha Vida, Um Tira da Pesada, Conta Comigo, Crocodilo Dundee, Quero Ser Grande, Jogos de Guerra, Greystoke – A Lenda de Tarzan, Um Peixe Chamado Wanda, Harry e Sally – Feitos um para o Outro, E.T. – O Extraterrestre e Atração Fataltiveram seus roteiros indicados ao Oscar? Você pode até achar que estou brincado, mas foi o que de fato aconteceu. Não que estes filmes não mereçam, mas é que apenas são produções que muitos não iriam associar ao maior prêmio do cinema.
Todos nós somos familiarizados com os feitos da monstraMeryl Streep, a atriz recordista de indicações ao Oscar de todos os tempos. Na década de 1980, no entanto, Streep era uma jovem intérprete buscando seu lugar ao sol. Tudo bem que ela já adentrava a década com uma indicação por O Franco-Atirador e uma vitória por Kramer vs. Kramer. Mas nos anos 80 seriam nada menos do que seis indicações para a atriz – quase uma por ano. Da década saíram nomeações por A Mulher do Tenente Francês, Silkwood – Retrato de uma Coragem, Entre Dois Amores, Ironweed e Um Grito no Escuro, além da vitória por A Escolha de Sofia.
O saudoso gênio Hector Babenco, o argentino mais brasileiro de todos os tempos, deixaria um legado irretocável em sua filmografia. Mas olhando para trás, podemos notar um dos períodos de maior prestígio em sua carreira: a década de 1980. Foi nesta época que Babenco e a Academia estavam “namorando”, com dois filmes internacionais do cineasta sendo lembrados para prêmios no Oscar. O mais famoso é O Beijo da Mulher-Aranha, drama político de 1985. O longa foi indicado para melhor filme, diretor para Babenco, roteiro adaptado e levou na categoria de ator principal para o saudoso William Hurt. Dois anos depois e Babenco voltaria ao radar do Oscar com Ironweed, drama sobre a época da depressão norte-americana, no qual o cineasta comandou as lendas vivas Jack Nicholson e Meryl Streep. Não por menos, o longa saiu indicado na categoria de atuação para os dois ícones como melhor ator e atriz. Mas a invasão argentina no Oscar durante a década de 80 não parava por aí. A veterana Norma Aleandro, uma das Primeiras Damas da dramaturgia no país dos hermanos (de filmes como O Filho da Noiva), recebia uma tão merecida indicação por Gaby – Uma História Verdadeira, em 1987.
Uma das atrizes mais talentosas de sua geração, a veterana Glenn Close era muito confundida com Meryl Streep no passado, devido à certa semelhança física. A própria Close brincava com o fato, dizendo que só não as confundiam na hora de entregar os Oscar. É bem verdade que Streep já possui três decorando sua lareira em casa, e mais um recorde de indicações de todos os tempos. Close também começava sua trajetória de sucesso nos anos 1980, e se a colega Streep colecionou 6 nomeações, Close não ficou muito atrás com nada menos que 5 indicações no período. A diferença é mesmo a vitória que nunca veio. Os anos 80 trouxeram lembranças da Academia para Close pelos filmes O Mundo Segundo Garp, O Reencontro, Um Homem Fora de Série, Atração Fatale Ligações Perigosas. Depois disso seriam mais 3 indicações, e nada do prêmio por enquanto. Erro que a Academia ainda pode consertar.
Um dos maiores astros da história de Hollywood, Paul Newman tinha em seu currículo 7 indicações ao Oscar até a década de 1980, incluindo duas já durante os anos 80, por Ausência de Malícia(1981) e O Veredito (1982). Recentemente, escrevi aqui no CinePOP sobre os únicos 6 atores indicados ao Oscar por viverem o mesmo personagem em filmes diferentes. Paul Newman, na década de 80, se tornava o quarto intérprete a realizar tal feito, depois de Bing Crosby, Peter O’Toole e Al Pacino. Depois de Newman viriam ainda Cate Blanchett e Sylvester Stallone. O filme em questão que trouxe outro trabalho indicado de Newman foi A Cor do Dinheiro(1986), comandado pelo mestre Martin Scorsese, que funciona como continuação de Desafio à Corrupção (1961). Com o filme, Paul Newman receberia sua primeira estatueta do Oscar por atuação e quebraria o recorde como primeiro e único ator a receber uma estatueta por um “personagem repetido”. Newman ainda receberia mais duas indicações em sua carreira, uma na década de 90 e outra na década de 2000.
Considerado um dos maiores atores de todos os tempos, o veteraníssimo Michael Caine, de 89 anos, possui quase 80 anos de carreira e espantosos 176 créditos como ator, entre filmes, séries de TV e filmes produzidos para a TV. Em sua maravilhosa trajetória, foram 6 indicações ao Oscar, o que pode parecer pouco para um ator de sua magnitude. Destas seis, duas ocorreram durante a década de 80, incluindo a primeira vitória (como coadjuvante) pelo filme de Woody Allen, Hannah e Suas Irmãs (1986). Apesar de ter sido honrado com o grande prêmio, Michael Caine infelizmente não estava presente para aceitar a estatueta e realizar um discurso de agradecimento. Acontece que o ator estava filmando o execrável Tubarão 4: A Vingança (1987), considerado um dos piores filmes de todos os tempos, e que renderia para Caine uma indicação de pior ator no Framboesa de Ouro. Ou seja, não apenas o ator não estava presente num dos maiores momentos de sua carreira, mas não estava por estar ocupado com um dos piores momentos de sua carreira. Sobre o fato o “lorde inglês” proferiu: “Eu nunca vi Tubarão 4, mas todos me dizem que é horrível. No entanto, eu vi a casa que construí com o dinheiro do filme, e é fantástica”. Drop the mic.
Uma Esnobada na Representatividade
Hoje muito se fala na representatividade racial no cinema. E ela é muito bem-vinda. Mas enquanto a mudança ocorria, ainda tínhamos certas injustiças sendo cometidas. Como por exemplo a falta de coragem da Academia em indicar o que muitos críticos e especialistas consideram um dos melhores filmes do fim da década de 80: Faça a Coisa Certa (1989), de Spike Lee. O filme fervoroso deu o que falar e estourou a bolha do nicho do cinema negro, migrando rapidamente para o grande público devido à sua propaganda boca a boca. Muitos davam como certa a entrada do longa entre os indicados a melhor filme, e como teria sido bom ver uma obra de tamanho peso e modernidade (para a época) entre os nomeados. Em cima da hora houve o acovardamento, como se o mundo ainda não estivesse preparado para isso. Nem mesmo uma indicação para Spike Lee como melhor diretor chegou a se concretizar. Numa espécie de prêmio de consolação para Faça a Coisa Certa, o Oscar o nomeou para roteiro e ator coadjuvante (Danny Aiello), sem vitórias. Por outro lado, a Academia dava o prêmio de melhor filme para Conduzindo Miss Daisy, filme que discute racismo da mesma forma que o recente Green Book (2018) faz, do ponto de vista dos brancos. Na década de 80 tivemos 10 atores negros indicados ao Oscar. Dentre eles, Morgan Freeman e Denzel Washington foram indicados duas vezes – com Washington saindo vitorioso da segunda indicação, por Tempo de Glória.
A NBC renovou oficialmente a série ‘Blindspot‘ para a 4ª temporada.
Apesar do baixo desempenho nas noites de sexta-feira, o programa garante um bom retorno através das licenças internacionais.
A série acompanha uma vasta trama internacional que explode quando uma linda desconhecida aparece nua na Times Square, completamente coberta por misteriosas e complexas tatuagens, sem memória de quem é e de como chegou ali. No entanto, um nome se destaca em meio a todos os desenhos: o do agente do FBI Kurt Weller. Logo, eles descobrem que cada marca no corpo de “Jane” é um crime a se resolver, o que os levará para mais perto da resolução dos mistérios, incluindo a identidade da desconhecida.
A terceira temporada registrou uma média de 0.6 na demo. Em comparação com a temporada anterior, a série sofreu uma baixa de 39% na audiência.
O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.
Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.
Desenhos animados fascinam as pessoas desde que foram lançados nos anos 30. Na época, quem quisesse assistir às Silly Symphonies, da Disney, ou às Merrie Melodies, da Warner, teria que ir para um cinema, comprar ingressos e curti-los em uma clássica matinê. No Brasil, por exemplo, era bastante comum que os cinemas de rua exibissem uma sessão só com desenhos do Tom & Jerry nas manhãs dos finais de semana. Era sucesso entre a criançada e, convenhamos, os conteúdos eram tão criativos e bem feitos, que os pais também davam bastante risada. Quando a televisão se popularizou, alguns cinemas conseguiram manter as sessões até os anos 1980, mas a concorrência ficou desleal, já que as animações agora eram transmitidas gratuitamente pelas emissoras.
Com o passar do tempo, as tecnologias de animação foram crescendo e os filmes da Disney já mostravam que o cinema era uma forma de lucrar ainda mais com personagens animados. Sem ter que gastar horrores com atores, os estúdios passaram a investir no gênero e foram achando seu caminho. Em 1988,Uma Cilada Para Roger Rabbit resgatou um conceito interessante, que fora usado nas animações soviéticas dos anos 40, e tinha ficado famoso em filmes da Disney, como Você Já Foi à Bahia? e Mary Poppins, que era mesclar a animação com o live-action. Produzido por Steven Spielberg e dirigido por Robert Zemeckis, o filme trazia um clima noir para a Hollywood dos anos 40, aonde um detetive humano deveria encontrar Roger Rabbit, um coelho em desenho animado que vinha sendo acusado de homicídio. À procura de Roger Rabbit, o detetive passa por diversos astros de animações famosos, como a Betty Boop, o Patolino, o Mickey, o Pernalonga e por aí vai. Cheio de piadas adultas, o longa conseguiu contar uma boa história sem perder a inocência das animações. O resultado foi um sucesso de crítica e bilheteria.
A única vez que os dois maiores ícones das animações interagiram foi nesta cena histórica de ‘Uma Cilada Para Roger Rabbit’.
Esse sucesso permearia a mente de Spielberg, que, anos mais tarde, voltaria a se envolver em um projeto baseado em desenhos animados clássicos. Após trabalhar com John Goodman, o diretor maturou a ideia de um filme dos Flintstonesque deveria ser estrelado pelo ator. Assim, aAmblin (produtora de Steven Spielberg) investiu na ideia. O problema é que os envolvidos no filme não entenderam muito bem o que tinham em mãos. Dessa forma foi difícil encontrar uma história para contar em tela. Por conta disso, o roteiro passou por muita gente e acabou trabalhando uma trama bastante adulta, cheia de piadas sacanas e envolvendo temas como traição e corrupção. O retorno financeiro foi excelente, já que o filme custou menos de 50 milhões e arrecadou cerca de US$ 346 milhões. Já as críticas… A verdade é que o filme consegue adaptar elementos bem divertidos da animação. Mas justamente por adaptar um desenho tão querido e inocente como osFlintstones, o projeto acaba constrangendo ao te mostrar personagens até então bobinhos lidando com problemas adultos. Então, dá para dizer que ele sofreu bastante com um certo conservadorismo da crítica, mas também não é absurdo falar que o diretor, Brian Levant, perdeu completamente a linha na abordagem. A prova de que o público não comprou tanto a ideia veio no desempenho da sequência, lançada em 2000, que acabou sendo um fracasso homérico.
Muito dinheiro e problemas com a crítica. ‘Os Flintstones: O Filme” é quase uma paródia adulta da animação dos anos 60.
Essa virada do final dos anos 90 para o começo dos anos 2000 deveria marcar a consolidação dos live-actions das animações nos cinemas. Depois dos Flintstones, foram lançados alguns outros longas animados que foram verdadeiros sucessos de bilheteria e se tornaram fenômenos, marcando uma geração de crianças e adolescentes, mas que realmente sofreram nas mãos do conservadorismo da crítica da época. Todos eles abraçavam a essência dos personagens, mas ousavam ao não adaptar piamente os cartoons. O resultado foram projetos incríveis sendo abandonados. Vamos falar mais deles lá pra baixo. Aguarde. O ponto é que as críticas incomodaram e os estúdios adotaram o conservadorismo, a ideia de que live-actions que adaptavam animações precisava ser bobos e infantis, se distanciando completamente do ultraje dos Flintstones e da ‘maldade’ adolescente de Scooby-Doo: O Filme. O filho desse pensamento conservador foram os dois filmes do Garfield.
A franquia foi satirizada duas vezes pelo protagonista, Bill Murray, durante a franquia Zumbilândia.
Com dois longas indefensáveis, a franquiaGarfield trouxe um elenco humano completamente insosso, com uma trama sem brilho e um protagonista que deveria ser sarcástico, mas acabou ficando insuportável, chega a ser uma surpresa que tenham insistido nesses filmes. Os pais levavam as crianças para verem um personagem marcante de suas infâncias e terminavam com uma competição para ver quem ficou mais de saco cheio. Depois de Garfield, os estúdios ficaram com um pé atrás na hora de dar sinais verdes para projetos envolvendo animações em carne e osso. O último suspiro do subgênero veio entre 2008 e 2009, com as duas últimas adaptações de grande investimento.
Prejudicado pela própria ambição, o filme do Speed Racer lucrou muito com merchandising, mas sofreu nas bilheterias.
A primeira foi Speed Racer, dirigido pelas Irmãs Wachowski, o longa é realmente interessante e destoante da animação original. E isso incomodou os fãs, que queriam algo mais próximo do desenho. Trazendo um visual recheado de neons e cores saturadas, o filme adota uma ótima infantil sobre o mundo das corridas, abordando a paixão pelo esporte, a noção simplista da corrupção e as relações familiares sob uma perspectiva bastante inocente. E isso é fantástico, porque, ao mesmo tempo em que vemos elementos clássicos ganhando vida – como os exóticos carros de corrida -, contemplamos uma abordagem diferenciada, quase nostálgica de quando os dias eram mais simples. O problema é que o investimento foi muito alto e a bilheteria sequer conseguiu que a produção se pagasse. Fora isso, o CGI da época não ajudou e algumas cenas ficaram absurdamente artificiais, dando aquela sensação de trabalho inacabado. Considero esse filme injustiçado, porque a crítica detonou principalmente os efeitos especiais cansativos. Outro ponto mal visto pela crítica internacional foi que o filme – sobre um piloto de corridas – tinha muita cena de corrida. E o elenco era fantástico, trazendo nomes como John Goodman, Susan Sarandon e Roger Allam.
Apesar de muito fofa, a dupla de ursos não conseguiu conquistar público e crítica.
O lançamento do ano seguinte foi a gota d’água. Apostando no sucesso de um dos personagens mais carismáticos dos EUA, a Warner investiu pesado no live-action de Zé Colmeia. Tudo nesse filme é errado. Seguindo a mesma linha de Garfield, que era inocente e trazia Bill Murray para fazer a voz do gatinho, Zé Colmeia trouxe Dan Aykroyd para dar voz ao personagem título e Justin Timberlake para o papel do Catatau. São nomes que levam público aos cinemas, principalmente se o estúdio apostasse na identificação do desenho e de Dan com as crianças dos anos 80. O ponto dessa estratégia é que filmes infantis costumam chegar aos cinemas do mundo com mais cópias dubladas do que legendadas, já que o público alvo muitas vezes sequer sabe ler. Então, o peso desses atores é completamente descartado, considerando que eles não aparecem fisicamente. Assim, o nome mais famoso a ser visto em tela foi Anna Faris, que fazia sucesso na franquia adolescente Todo Mundo Em Pânico, mas que não tinha nada a ver com esse longa. Sem ter o chamariz principal a nível mundial e indo pelo conservadorismo da trama estritamente infantil, o filme foi um verdadeiro sonífero. Diferentemente de Speed Racer, esse aqui conseguiu se pagar e ter um lucro considerável. Nada que justificasse uma sequência ou um derivado.
‘Pica-Pau’ é um clássico exemplo de como não se fazer um filme.
Depois de Zé Colmeia, o maior destaque foi o filme do Pica-Pau. Produzido pela Universal, o live-action do passarinho endiabrado foi completamente pensado para agradar o público brasileiro. Lançado sob forte campanha publicitária no Brasil e trazendo a brasileira Thaila Ayalano elenco, a aventura sequer foi lançada nos cinemas americanos. A ideia era surfar no enorme número de fãs que o passarinho tem aqui. Para evitar riscos de prejuízo, o filme contou com uma verba de apenas US$ 10 milhões, lucrando o dobro com bilheteria. Mas não se engane, nada se salva aqui. O filme é uma completa ofensa ao personagem, que é famoso por ser carismaticamente maldoso. Eles pegam o Pica-Pau e o transformam em um coadjuvante de luxo. O problema é que o elenco principal não tem o mínimo de carisma e a história realmente não é interessante, além de não ter a mínima graça. O visual ficou até legal, mas não compensa o fracasso retumbante que é esse longa.
Então é isso, não tem como adaptar um desenho para os cinemas?
Muito pelo contrário!
A primeira aventura dos Looney Tunes nos cinemas se tornou a maior bilheteria que um filme sobre basquetebol já conseguiu na história.
No final dos anos 1990 e comecinho dos anos 2000, tivemos quatros exemplares de como realizar essas adaptações. O primeiro é provavelmente o filme que mais é lembrado pela mistura de animação com live-action depois de Uma Cilada Para Roger Rabbit. Space Jam: O Jogo do Século chega aos cinemas trazendo o melhor que os Looney Tunes tinham a oferecer: muita criatividade e humor non-sense. A turma do Pernalonga é fantástica porque permite que a equipe criativa trate as situações mais absurdas de forma natural, já que 70% do filme é ambientado em um cenário animado em 2D e 3D. Dessa forma, o astro humano, o lendário Michael Jordan, que estava no auge de sua popularidade, pode ser tratado como um humano no mundo animado. Completamente diferente das outras tentativas, que traziam os desenhos para o mundo real. Dessa forma, o absurdo dos Looney Tunes pôde ser utilizado de forma divertida e em sua totalidade. Quando se abraça as regras dos desenhos animados, um mundo de possibilidades se abre.
Uma verdadeira viagem pela loucura dos Looney Tunes e pelos estúdios Warner.
Vários anos depois de Space Jam: O Jogo do Século, os Looney Tunes voltaram para as telonas. Dirigido por Joe Dante, Looney Tunes: De Volta à Ação é uma sátira dos filmes de espionagem que, divergindo de Space Jam, traz os desenhos para o mundo real. O interessante é que eles se inspiram bastante em Roger Rabbit. Ou seja, toda a insanidade do mundo animado passa a valer no mundo real, o que rende situações divertidíssimas. Os Looney Tunes são muito versáteis e permitem que a equipe criativa seja… Bem, criativa.
Com um humor adolescente e mantendo a essência dos personagens, ‘Scooby-Doo: O Filme” foi sucesso de bilheteria.
Outro longa que soube mesclar o original com a inovação foram os dois filmes do Scooby-Doo. Roteirizados por James Gunn e dirigidos por Raja Gosnell, os longas mantém a essência da trupe jovem, mas os coloca no século XXI, como jovens modernos e com comportamentos mais condizentes com adolescentes. O resultado é um primeiro filme que flerta com o terror, trazendo vários elementos macabros dentro de um parque de diversões, insere muitas piadas adultas na dose certa para entreter os pais, mas sem deixar na cara dos pequenos certos temas que eles só viriam a entender anos mais tarde. O primeiro filme tem um roteiro muito sagaz e conquistou o público, rendendo uma sequência.
A sequência volta com o humor ousado, mas presta uma grande homenagem aos desenhos clássicos.
A dupla criativa voltou para realizar a sequência, que foi um pouquinho mais conservadora que a anterior, mas sem perder o charme do humor adolescente. A diferença é que dessa vez o longa trouxe ainda mais elementos da animação clássica, resultando numa grande homenagem ao desenho dos anos 60. Um ponto muito importante para o sucesso dessa franquia, que também sofreu com algumas críticas conservadoras, foi realmente dar relevância e carisma para o elenco humano. Diferentemente de Garfield, Zé Colmeia, Pica-Pau e vários outros, os filmes do Scooby-Doo valorizam a parte de carne e osso, deixando muito mais interessante e divertido. Não depender exclusivamente do personagem título é um mérito enorme dessa franquia.
O anacronismo de ter personagens dos anos 60 jogando Guitar Hero é divertido demais.
Outro exemplo mais recente é o primeiro filme dos Smurfs, também dirigido por Raja Gasnell. Ele soube como trazer os pequetuchos azuis para o mundo real. A sensibilidade do diretor em utilizar uma visão anacrônica cai muito bem aqui, fazendo com que o filme se desenrole de uma maneira fofa, divertida e com piadas que não são nem adultas nem bobinhas. Ou seja, uma trabalho incrível de adaptação. O elenco humano, encabeçado por Neil Patrick Harris, também é divertido e carismático, proporcionando o casamento perfeito.
Enquanto os estúdios não entenderem muito bem as franquias que têm nas mãos e não permitirem que seus roteiristas e diretores possam se desprender do conservadorismo, as chances de um retorno tanto de crítica quanto de bilheteria são bem maiores. O próximo filme que virá misturando animação com live-action é a sequência/reboot Space Jam: Um Novo Legado, que será lançado em 2021. Vamos aguardar para ver como será.
SUCESSO! Com 96% de aprovação entre os críticos, o último episódio de ‘A Casa do Dragão‘ conseguiu alcançar a MELHOR avaliação da primeira temporada da produção.
Intitulado The Black Queen, o último episódio ultrapassou Driftmark (Ep. 7) e The Lord of the Ties (Ep. 8), que conquistaram 93% e 94% de aprovação dos críticos, respectivamente.
Segundo o consenso geral, o episódio culmina em uma espetacular e trágica dança de dragões, servindo como uma conclusão esplêndida para a primeira temporada da série.
Confira as reações:
“A guerra chegou e todos os participantes finalmente estão dispostos a cumprir seus papéis.” (Vox)
“Assim como em ‘Game of Thrones’, o confronto entre Aemond e Luke acontece em meio a sombras e escuridão, mas, nesse cena, o tom sombrio complementa a sequência de forma efetiva.” (IndieWire)
“Foi um final brutal, selvagem e brilhante para a temporada.” (London Evening)
“Na série, o jogo dos tronos vai continuar, mas a trilha sonora da série é uma vitória da velha guarda.” (CNN)
“O desfecho cheio de suspense de ‘A Casa de Dragão’ muda o rumo da pré-sequência de ‘Game of Thrones’ para sempre.” (Vanity Fair)
“Essa foi verdadeiramente uma das horas mais chocantes que já conferi na televisão.” (TV Fanatic)
Todos os episódios da 1ª temporada já está disponíveis na HBO Max!
A história é ambientada 200 anos antes dos eventos de ‘Game of Thrones‘ e acompanha os ancestrais da Daenerys enquanto a Casa Targaryen entra em colapso. O enredo é baseado no romance ‘Fogo & Sangue’, de George R.R. Martin, que também entra como criador ao lado de Ryan J. Condal.
O elenco conta com Olivia Cooke, que interpretará Alicent Hightower, a bela filha da Mão do Rei; Emma D’Arcy será Princesa Rhaenyra Targaryen, a filha mais velha de Viserys; Matt Smith será o Príncipe Daemon Targaryen, irmão mais novo do Rei; Paddy Considine será o Rei Viserys; Fabien Frankel será Ser Criston Cole, membro da guarda do Rei Viserys I Targaryen; Rhys Ifans será Otto Hightower, a Mão do Rei; Steve Toussaint será Lorde Corlys Velaryon, a Serpente do Mar; Eve Best será a princesa Rhaenys Velaryon; Sonoya Mizuno será Mysaria, uma das aliadas mais confiáveis (e mais improváveis) do Príncipe Daemon Targaryen, herdeiro ao trono; e Graham McTavish num papel não revelado; e Milly Alcock e Emily Carey serão as jovens Rhaenyra Targaryen e Alicent Hightower, respectivamente.
O polêmico suspense ‘Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal‘, estrelado por Zac Efron, estreou oficialmente no catálogo brasileiro da Paramount+.
O longa, que recebeu duras críticas por glamorizar o infame assassino, segue Ted Bundy, um dos serial killers mais charmosos e carismáticos da história dos Estados Unidos. Em seu currículo, o assassinato de ao menos 30 mulheres, uma série de prisões e fugas cinematográficas. Um psicopata sedutor que enganou a própria namorada.
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