A atriz Natasha Lyonne, conhecida por seus papéis em ‘Boneca Russa’ e ‘Poker Face’, quebrou o silêncio após as notícias de que teria sido expulsa de um voo da Delta Airlines por comportamento inadequado. Em uma reviravolta nas redes sociais, Lyonne negou ter descumprido normas da companhia e afirmou, de forma surpreendente, ter sido detida pelo Serviço de Imigração e Controle de Aduanas dos EUA (ICE) após ser retirada da aeronave.
Conforme o TMZ, Lyonne utilizou suas plataformas para detalhar sua versão dos fatos ocorridos no voo noturno de Los Angeles para Nova York.
“Obrigado pela ótima reportagem, enews. De fato, tomei um Lunesta assim que me sentei, para garantir um pouco de sono no voo noturno Delta One para Nova York. Embarquei sem problemas, apenas com uma mochila e tênis, ansioso para tirar um cochilo. O plano era chegar descansado e bem disposto, já que eu iria direto para a preparação (glam) para uma participação com a querida Drew Barrymore logo após o pouso. Estava ansioso para vê-la e ter uma conversa mais aprofundada, mas acho que a imigração (ICE) tinha outros planos e acabei sendo detido”, escreveu a atriz.
Lyonne ainda demonstrou solidariedade aos agentes federais: “Final dos tempos, eu acho. Obrigado por todo o carinho e apoio. Nunca tive problemas com a Delta ou com a TSA antes. Meu coração está com os funcionários não pagos da TSA. Peço desculpas a quaisquer viajantes que tenham sido atrasados”.
Apesar das declarações de Natasha, o ICE desmentiu oficialmente qualquer envolvimento no caso. Em comunicado enviado ao portal TMZ, um porta-voz do Departamento de Segurança Interna declarou na última sexta-feira: “Nem o ICE nem a TSA escoltaram ou detiveram Natasha Lyonne”.
O episódio, que se tornou público nesta semana. Testemunhas afirmaram que Lyonne embarcou no voo da primeira classe ainda vestindo o figurino da uma première de ‘Euphoria’.
Relatos indicam que o problema começou quando a atriz não respondeu às instruções da tripulação para a decolagem. Segundo passageiros, Natasha parecia cochilar atrás de óculos escuros e ignorava pedidos para fechar seu laptop e afivelar o cinto. A aeronave, que já estava taxiando, precisou retornar ao portão de embarque.
Testemunhas descrevem que Lyonne pareceu confusa, questionou onde estava e chegou a pedir silêncio a um funcionário da Delta antes de ir ao banheiro, consumir um pacote de pretzels e deixar a aeronave voluntariamente. O atraso de mais de uma hora levou o piloto a pedir desculpas pelo comportamento de uma viajante que “não seguia instruções básicas”.
O fenômeno global ‘Emily em Paris’ continua a consolidar seu sucesso na Netflix, e os novos capítulos prometem levar o público a destinos ainda mais ensolarados. Após uma passagem marcante pela Itália, a plataforma de streaming confirmou que a produção está de malas prontas para a Grécia e Mônaco.
Segundo informações da Entertainment Weekly, o cronograma de filmagens está previsto para ser iniciado já em maio deste ano.
Desde sua estreia em 2020, Emily Cooper (Lily Collins) transformou a Cidade Luz em seu playground, mas a série vem expandindo sistematicamente suas fronteiras. Após explorar Veneza, Roma, Saint-Tropez e os Alpes em Megève, a protagonista agora se prepara para um novo cenário mediterrâneo.
Embora o criador da série, Darren Star, mantenha o sigilo sobre os detalhes da trama, o desfecho da quinta temporada deixou pistas evidentes.
Na cena final, um bilhete de Gabriel (Lucas Bravo) enviado a Emily, logo após o término da jovem com Marcello (Eugenio Franceschini), serviu como o convite oficial para o novo arco: “Emily. Como prometido… Um cartão-postal com selo. Estou perdido no mar sem você. Encontre-me na Grécia. Seu, Gabriel”.
Apesar do gancho romântico, Darren Star revelou, em entrevista recente, que o processo criativo para o sexto ano ainda está em estágio de maturação. “Tenho algumas ideias em mente, mas prefiro não falar de nada de forma concreta antes de mergulhar totalmente nos roteiros, pois as coisas podem mudar”, afirmou o showrunner.
Enquanto Emily resolve seus dilemas em solo grego, o núcleo secundário promete turbulências. O noivado de Mindy (Ashley Park) e Nicolas (Paul Forman) não será sinônimo de tranquilidade.
“O retorno de Nico foi uma espécie de fantasia inesperada para Mindy, mas a rapidez com que ela deixou Alfie de lado deve complicar a situação. A história deles tem tudo para ficar bem ‘bagunçada’ na nova temporada”, explicou Star.
Lily Collins, por sua vez, já expressou seu entusiasmo com os novos rumos: “Espero que possamos planejar a despedida de solteira da Mindy na Grécia. Seria incrível filmar lá com ela”, comentou a atriz e produtora.
A sexta temporada também reforça seu time com nomes de prestígio. Minnie Driver integra o elenco no papel da Princesa Jane, enquanto Bryan Greenberg interpretará Jake, um americano estabelecido em Paris.
Michèle Laroque também se junta à produção como Yvette, uma antiga e misteriosa amiga de Sylvie.
A Amazon MGM Studios continua sua busca pelo sucessor de Daniel Craig, e o nome de um novo candidato começou a ecoar nos bastidores da indústria. De acordo com informações obtidas pela Variety, Louis Partridge, a estrela em ascensão de ‘Enola Holmes’, está sendo seriamente cotado para assumir o smoking do espião mais famoso do cinema no próximo ‘007’.
Os rumores ganharam força devido à conexão de Partridge com Steven Knight, criador da série ‘A Casa Guinness’ (protagonizada pelo ator) e recentemente oficializado como o roteirista do 26º filme da franquia. O projeto, que será dirigido por Denis Villeneuve, promete ser o grande reboot da saga sob o novo controle criativo do estúdio.
Em tom de brincadeira durante a estreia de sua série no ano passado, Partridge comentou sobre como impressionar o roteirista: “Talvez eu pudesse estar no bar, tomando um martíni, sem dizer nada”.
Seis meses depois, as especulações sugerem que a postura silenciosa pode ter surtido efeito, colocando-o como um competidor real, e não apenas um nome em listas de apostas.
A possível escalação de Partridge, atualmente com 23 anos, sinaliza uma mudança radical na direção da franquia. Informações internas sugerem que a Amazon busca um “rosto novo”e significativamente mais jovem para garantir a longevidade da marca.
No entanto, a idade de Partridge levanta debates sobre a maturidade do personagem. Para efeito de comparação:
O próximo filme de James Bond já tem sua equipe criativa em formação. O roteiro será assinado pelo aclamado roteirista britânico Steven Knight, criador da popular série ‘Peaky Blinders’, conforme anunciado pela Amazon MGM Studios.
A direção da nova produção ficará a cargo do cineastaDenis Villeneuve, nome de prestígio e indicado ao Oscar, conhecido por sucessos como ‘Duna’ e ‘A Chegada’.
Qual a primeira coisa que você pensa quando ouve falar em ‘A Pantera Cor-de-Rosa’? Muitos podem lembrar do desenho animado com o felino de cor chamativa – e pensar que não tem qualquer ligação com a série de filmes do inspetor de polícia mais atrapalhado da sétima arte. Mas as duas coisas estão entrelaçadas. Esse ano, o remake da franquia estrelado por Steve Martin está completando 20 anos de sua estreia. Como forma de celebrar esta que é uma das franquias mais duradoras da sétima arte, preparamos uma matéria. Confira.
Tudo começou ainda na década de 60, em 1963 mais precisamente, em uma comédia escrita e dirigida pelo icônico Blake Edwards. A ideia era por uma comédia de farsa, envolvendo o roubo de um item valioso, e ladrões sofisticados. Este tipo de gênero estava em alta na década de 60, graças aos filmes de espionagem de 007, e o sucesso de ‘Onze Homens e um Segredo’, o original de 1960.
Dentro deste contexto, o protagonista era Sir Charles Lytton, papel do classudo vencedor do Oscar David Niven. Ele é o personagem principal de ‘A Pantera Cor-de-Rosa’ (1963), filme que possui esse nome devido a um diamante de mesma cor, valiosíssimo, cujo nome é o título do filme. É deste item que o sofisticado criminoso está atrás. A joia de valor inestimável pertence a uma princesa, interpretada pela italiana Claudia Cardinale. Sua personagem Dala, é princesa da nação fictícia de Lugash, um pequeno reino no sul da Ásia.
Assim como em ‘Onze Homens e um Segredo’ (1960), a identificação do público é com o carismático criminoso. O contraponto do protagonista é o personagem que viria a se tornar o símbolo da franquia: o atrapalhado inspetor de política francês Jacques Clouseau, interpretado pelo britânico Peter Sellers, considerado por muitos o maior comediante da história do cinema. Seu personagem aqui é o antagonista, o policial designado a prender o famoso ladrão de joias. Mas que é imediatamente ridicularizado. Porém, foi justamente ele o personagem com quem o público da época mais criou identificação. E assim, logo no ano seguinte, 1964, protagonizaria a continuação ‘Um Tiro no Escuro’ – agora propriamente tornado o personagem principal, no único filme oficial da franquia que não leva o título do famoso felino rosa.
No período de 30 anos, desde que estreou em 1963 até 1993, foram produzidos 9 filmes da franquia ‘A Pantera Cor-de-Rosa’. Destes, cinco foram estrelados por Sellers, e mais um que contou com imagens de arquivo do ator, então já havia falecido, e cenas não utilizadas de filmes anteriores. Assim, no aniversário de 43 anos da franquia, os produtores resolveram comemorar lançando mais um filme – que funcionaria como remake / reboot. Este filme intitulado simplesmente ‘A Pantera Cor-de-Rosa’, está completando 20 anos de sua estreia em 2026.
O primeiro passo era saber como tratar a história. Antes, após a saída de Peter Sellers, falecido em 1980, os produtores tentaram três alternativas diferentes para respeitar o ator e seu legado dentro da série. A primeira, como dito, foi usar imagens de arquivo do comediante, em cenas que ficaram de fora dos filmes anteriores. Em ‘A Trilha da Pantera Cor-de-Rosa’ (1982), Peter Sellers já havia falecido, mas o inspetor Clouseau aparece de novo nas formas do ator para compor a narrativa.
Já em ‘A Maldição da Pantera Cor-de-Rosa’ (1983), diversos membros do elenco de filmes anteriores retornaram, assim como uma participação do então 007 Roger Moore como uma versão do inspetor Clouseau. Mas o filme precisava de um protagonista, então foi criado um novo personagem trapalhão: o sargento Clifton Sleigh. Interpretado pelo ator Ted Wass, ele ocuparia a vaga deixada por Clouseau e Sellers, já que naquela época substituir o ator no personagem não era uma opção para o público.
Por fim, dez anos depois de ‘A Maldição da Pantera Cor-de-Rosa’, uma nova investida na franquia mostrou que o público não havia aceitado um detetive qualquer para protagonizar o filme. Assim, os produtores acharam por bem trazer o descendente direto de Clouseau, seu filho bastardo – que embora não houvesse sido mencionado até então, fazia um elo direto com o filme original. Acontece que o tal filho é Jacques Gambrelli, filho de Clouseau com a tal princesa dona do diamante no primeiro filme, que aqui viríamos a descobrir se chamar Maria Gambrelli, novamente interpretada por Claudia Cardinale. Ah sim, e para o papel do protagonista, o astro da comédia italianaRoberto Benigni. O filme? ‘O Filho da Pantera Cor-de-Rosa’, é claro.
Ou seja, todo este panorama apenas para frisar que o único intérprete de Clouseau até então havia sido Peter Sellers. Bem, isso não é completamente verdade, se formos levar em conta Alan Arkin no obscuro ‘Inspetor Clouseau’ (1968), que está para esta franquia o que ‘Nunca Mais Outra Vez’ (1983) é para a franquia 007. O primeiro substituto real de Sellers seria Steve Martin, há vinte anos. Era a primeira vez também que um filme da franquia não seria dirigido por Blake Edwards. Quem assumiu a cadeira de diretor foiShawn Levy, o mesmo responsável pelo blockbuster de sucesso ‘Deadpool e Wolverine’ (2024).
A ideia do reboot para os “tempos modernos” vinha sendo trabalhada desde 2000, com diretores como Ivan Reitman (‘Os Caça-Fantasmas’) atrelados para o comando. Tudo começou a ganhar forma quando a Sony herdou a franquia com o catálogo de sua aquisição da MGM. Agora só faltava escolher quem iria dar forma ao icônico inspetor desastrado. Jim Carrey, que reinava em Hollywood na época, foi cogitado.
O saudoso Robin Williams foi um dos primeiros a se interessar pelo papel. Kevin Spacey, Mike Myers e Kevin Kline também foram considerados. E até mesmo Chris Tucker (sucesso na franquia ‘A Hora do Rush’) demonstrou interesse. Kevin Kline eventualmente ficaria com o papel do desafeto de Clouseau, o chefe de polícia Dreyfus – que por sua vez, cortejou ser vivido por Paul Giamatti.
Finalmente, Steve Martin ficaria com o tão cobiçado personagem – um dos maiores quando falamos em comédias Hollywoodianas. É dito que Martin era um grande fã, cujo desejo era ser extremamente respeitoso – ao mesmo tempo em que criava um Clouseau inteiramente seu, sem tentar imitar o icônico Sellers. A prova disso foi que Martin manteve os cabelos grisalhos que se tornaram sua marca registrada desde sempre. Essa característica foi inclusive incorporada na animação que sempre abre estes filmes – com a versão em desenho do Clouseau de Martin também de cabelos brancos.
Para o papel, é reportado que Steve Martin recebeu o astronômico pagamento de US$20 milhões, teto na época para os maiores astros do cinema. Se formos levar em conta que o orçamento do longa foi de US$80 milhões, perceberemos que o protagonista abocanhou uma boa parte deste valor.
Voltando para a animação da abertura, como sinal dos novos tempos, por muito pouco o desenho não foi criado todo em CGI, como as animações da época já eram criadas, vide os sucessos da Disney – como ‘Procurando Nemo’ e ‘Os Incríveis’. Por fim, os produtores optaram pelo modo mais tradicionalista, da animação feita à mão – como nos clássicos.
Uma das mudanças mais radicais na mitologia da franquia, foi a transformação do parceiro de Clouseau. Nos filmes originais, temos a figura do chinês Cato, uma espécie de servente, que treina o inspetor nas técnicas de artes marciais, e sempre aparece atacando-o das formas mais inesperadas e inusitadas. De fato, a nova versão quase trouxe Jackie Chan para o papel. Porém, no fim das contas, um personagem destes já era considerado caricato, ofensivo e politicamente incorreto – um estereotipo asiático. Desta forma, a mudança ocorreu para o que parceiro de Clouseau aqui fosse também um agente francês, chamado Ponton – que ganhou forma na pele de Jean Reno.
Terminando o elenco principal, o durãoJason Statham faz uma participação especial como a vítima que abre o filme, e desencadeia a trama, graças ao roubo de seu anel – com o diamante do título. E a estrela da música pop Beyoncé aparecia em seu terceiro longa – em um papel de destaque na trama, como a protagonista feminina da história. Ela vive propriamente uma estrela da música pop chamada Xania. Aqui, a cantora não tem muito o que fazer como atriz, possuindo menos falas do em sua estreia no cinema, em ‘Austin Powers: O Homem do Membro de Ouro’ (2002) – outra comédia escrachada muito popular.
Porém, o envolvimento de Beyoncé com o filme foi maior do que apenas atuar nele. A cantora gravou a música “A Woman Like Me” para a trilha sonora e performou a canção em uma cena do longa. A música mais famosa da trilha, no entanto, seria a segunda que a estrela faria para o filme. “Check on It” fez um enorme sucesso na época – com um clipe criado especialmente para servir de companhia ao filme, que você certamente já viu.
O reboot de ‘A Pantera Cor-de-Rosa’ estreou nos cinemas norte-americanos no dia 10 de fevereiro de 2006. O filme chegaria em primeiro lugar das bilheterias, com US$20.2 milhões, recuperando no seu fim de semana de estreia o salário pago para Steve Martin. Mas por pouco. Isso porque a segunda posição neste dia por muito pouco não destronou a comédia. O terror ‘Premonição 3’ estreava no mesmo dia, e arrecadava US$20.1 milhões.
No Brasil, o remake chegaria no fim de semana seguinte, no dia 17 de fevereiro de 2006. No fim de sua passagem pelos cinemas, ‘A Pantera Cor-de-Rosa’ arrecadou US$82.2 milhões nos EUA, e US$164.1 milhões ao redor do mundo, se tornando assim o filme mais rentável de toda a franquia. Foi o suficiente para que uma sequência saísse do papel três anos depois. Essa continuação, infelizmente, apesar de manter o nível do original, não fez o mesmo sucesso e terminou interrompendo a iteração de Steve Martin como Clouseau. Agora, é dito que a franquia voltará como uma animação, na qual Clouseau será dublado por Eddie Murphy. É esperar e ver.
‘Exit 8’, terror japonês baseado no popular jogo homônimo, estreou com recepção extremamente positiva no Rotten Tomatoes, alcançando impressionantes 94% de aprovação com base em 89 críticas.
No geral, os críticos elogiaram bastante o filme, destacando que, apesar de sua proposta simples, a obra é envolvente e genuinamente assustadora.
“‘Exit 8’ é um achado, tão divertido de assistir quanto de refletir depois”, disse Manohla Dargis do New York Times.
“Um pouco mais de inovação poderia ter feito toda a diferença aqui, permitindo escapar da redundância do labirinto”, disse Jordan Mintzer do The Hollywood Reporter.
“Embora não pretenda alcançar uma grande filosofia, a simplicidade do filme lhe dá força como uma alegoria de que mudar as coisas é a única maneira de romper um ciclo de pensamento destrutivo e repetitivo”, disse Jessica Kiang da Variety.
“O vigor literário de Kawamura elevou e transformou um jogo indie sem diálogos em uma espécie de “caixa de mistério”, mais próxima de aventuras complexas de ADV como Zero Escape e Danganronpa, além do clássico cult Cube”, disse Blake Simons do IndieWire.
“Exit 8 é, às vezes, um jogo frustrante, que depende mais da sua atenção aos detalhes do que de sustos repentinos, mas Genki Kawamura conseguiu transformar esse conceito simples em uma narrativa envolvente com este filme cheio de suspense”, disse Therese Lacson do Collider.
“Um thriller assustador bem-sucedido, um terror perturbador e uma exploração surpreendentemente sensível sobre vida, arrependimento e auto-reflexão”, disse Joshua Ryan do FandomWire.
‘Exit 8’ chega aos cinemas brasileiros no dia 30 de abril.
A trama acompanha um homem preso em uma passagem infinita de metrô, em busca da misteriosa Saída 8. As regras de sua jornada são claras: não ignore nada fora do comum; ao perceber qualquer anomalia, volte imediatamente; caso contrário, siga em frente — e encontre a Saída 8. No entanto, um único erro pode levá-lo de volta ao início. Resta saber: ele conseguirá escapar desse ciclo interminável?
O terror ‘Maldição da Múmia’, novo filme do elogiado diretor Lee Cronin (‘A Morte do Demônio: A Ascensão’) chega em breve aos cinemas nacionais – e a primeira exibição oficial do longa-metragem já ocorreu nos Estados Unidos.
Agora, as primeiras reações ao longa-metragem começaram a despontar nas redes sociais e a chamar a atenção por serem muito positivas. Segundo alguns críticos e usuários, o projeto é “aterrorizante”, “repulsivo” e “implacável”.
Veja alguns comentários abaixo:
If you’re a fan of Lee Cronin’s Evil Dead Rise, you’ll have fun with what he’s bringing to The Mummy. Bizarre choices here and there, but the spirit of a gross monster movie involving a little girl mummy pays off well. #LeeCroninsTheMummypic.twitter.com/4AQKLpwUPV
— Aaron Neuwirth (@aaronsps4.bsky.social) (@AaronsPS4) April 10, 2026
“Se você é fã de ‘A Morte do Demônio: A Ascensão’, você vai se divertir com o que Lee Cronin está trazendo com ‘Maldição da Múmia’. Escolhas bizarras aqui e ali, mas o espírito de um clássico filme de monstros envolvendo uma garotinha-múmia funciona muito bem”.
I’ve seen THE MUMMY and I can confirm Brendan Fraser is not in the movie but other then that I actually enjoyed this movie it blend horror and comedy in the perfect way! A tad little long but enjoyable. 3rd act goes ballistic!! #LeeCroninsTheMummypic.twitter.com/WtoCKavGmP
“Eu assisti a ‘Maldição da Múmia’ e posso confirmar que Brendan Fraser não está no filme – mas, com exceção disso, eu realmente gostei do filme. Ele mistura terror e comédia da maneira certa. Um pouco longo demais, mas satisfatório”.
#LeeCroninsTheMummy is a nasty, gruesome, mean-spirited & disgusting little shit of a movie. In other words, it’s a ripper. Plays like if Cronin saw BRING HER BACK after binging THE OMEN, THE VANISHING, & BRAINDEAD and then said “bet.” Bit long in the tooth, but she bites. Hard. pic.twitter.com/v7Ti2pcm5S
“‘Maldição da Múmia’ é um filme repulsvo, horripilante, cruel e repugnante. Em outras palavras, é um arraso. Parece que Cronin assistiu a ‘Faça Ela Voltar’ depois de maratonar ‘A Profecia’, ‘O Silêncio do Lago’ e ‘Fome Animal’ e disse: ‘vamos lá’. Um pouco longo, mas ele morde. E forte”.
#LeeCroninsTheMummy is, without question, the most terrifying and disgusting Mummy movie you’ll ever see. Unrelenting in some ways that I can’t go into because spoilers, and it’s definitely not for everyone, but if you enjoyed Evil Dead Rise, chances are you’ll love this. pic.twitter.com/t6ACbeylZH
“‘Maldição da Múmia’ é, sem dúvida, o filme da múmia mais aterrorizante e repugnante que você já viu. Implacável em alguns aspectos que não posso detalhar para não dar spoilers, e definitivamente não é para todos, mas se você gostou de ‘A Morte do Demônio: A Ascensão’, provavelmente vai adorar este”.
“‘Maldição da Múmia’ não poupa esforços. Não se contém. Um filme de terror assustador pra caramba. Assustador, de fazer gritar e de se contorcer. Natalie Grace é a MVP numa atuação inspirada em Linda Blair. Um banquete de closes com dioptrias divididas”.
A trama acompanha a jovem filha de um jornalista desaparece no deserto sem deixar rastros. Oito anos depois, a dilacerada família fica chocada quando ela retorna para casa, e o que deveria ser um reencontro feliz se transforma em um pesadelo vivo.
Um dos projetos mais interessantes para quem ama o mundo dos esportes está disponível na Netflix: a série Untold. Com vários episódios já disponíveis, a produção percorre histórias polêmicas que envolvem escândalos, fatos chocantes e bastidores do universo esportivo. Para você que gosta de um bom documentário, seguem abaixo alguns episódios marcantes desta série:
No catálogo da Netflix, Untold: Crime e Infrações, mistura ação no gelo e máfia, mostrando um jovem que cria um time de hóquei na cidade onde mora, causando um verdadeiro alvoroço em todos os jogos dessa equipe.
Há alguns anos atrás, uma inesperada polêmica causou um verdadeiro rebuliço no mundo do xadrez. Um jovem – e polêmico – jogador norte-americano em ascensão é acusado de trapaça pelo maior enxadrista da história, após vencê-lo em um torneio de grande visibilidade. Sim, pessoal, isso aconteceu, e o documentário que acaba de chegar à Netflix, Untold: Chess Mates, joga uma luz sobre esse peculiar episódio.
Nesse episódio, conhecemos mais da história da grande promessa do futebol americano universitário Johnny Manziel que, após gerar muita expectativa, se tornou um dos maiores fracassos da liga.
Untold: A Queda de Brett Favre
Um dos mais famosos quarterbacks da história da NFL tem sua trajetória mostrada, ao lado de várias polêmicas e escândalos que mancharam pra sempre sua história.
Untold: Ladrão de Sinais
O futebol americano é um jogo de estratégia onde, muitas vezes, fora do campo, começa a verdadeira partida. Trazendo uma das maiores polêmicas da história desse esporte, acompanhamos o inacreditável episódio de roubos de sinais.
Uma das mais famosas brigas da história da NBA, envolvendo astros da época e torcedores, marcou para sempre esse esporte. Esse documentário, cheio de depoimentos marcantes, joga luz para esse fato.
Untold: Entre o Campo e o Crime
Entre o brilhantismo do sucesso no competitivo mundo do futebol americano universitário, até diversas polêmicas que acompanharam a trajetória da equipe de Florida Gators, vamos entendendo melhor alguns fatos que marcaram essa jornada.
Untold: O Assassinato de Steve Mcnair
Esse impactante documentário revela detalhes da vida de um dos mais conhecidos quarterbacks dos anos 1990/2000, Steve Mcnair, que foi assassinado em 2009.
Nesta quinta-feira, 9 de abril, o aguardado anúncio da seleção oficial da 79ª edição do Festival de Cannes, realizado em Paris, confirmou uma ausência significativa: não há filmes brasileiros na seleção oficial. Ainda assim, permanece a expectativa por possíveis participações nas seções paralelas, como a Quinzena dos Realizadores e a Semana da Crítica, cujas programações serão divulgadas nos próximos dias.
Em um ano marcado por transformações na indústria global e pela ampliação geográfica da curadoria, o Brasil aparece apenas de forma indireta, em uma coprodução envolvendo a produtora Tatiana Leite, da Bubble Project. O filme Elefantes na Névoa, dirigido pelo nepalês Abinash Bikram Shah e ambientado no Nepal, integra a mostra Un Certain Regard. Trata-se de uma coprodução entre Nepal, Alemanha, Brasil, França e Noruega, portanto, um projeto multinacional que, apesar da participação brasileira, não apresenta traços culturais diretamente associados ao país.
A produtura Tatiana Leita representa o Brasil na coprodução nepalesa ‘Elefantes na Névoa’.
Enquanto a disputa principal reúne 21 títulos — sem nenhuma produção estadunidense, mas com nomes já esperados como Pedro Almodóvar e Asghar Farhadi (veja nossa lista de previsões) —, um dado preocupante volta à tona: entre os concorrentes à Palma de Ouro, apenas cinco filmes são dirigidos por mulheres, evidenciando que o festival ainda está distante de alcançar maior equidade de gênero.
Segundo Thierry Frémaux, delegado geral do festival, esse cenário reflete um momento de mudanças profundas na indústria americana, marcado por fusões e aquisições que impactaram o volume e o perfil das produções. Um dos nomes mais notáveis ausentes é Steven Spielberg, cujo novo filme, Dia D (Disclosure Day), ficou fora da seleção por decisão do estúdio, com estreia prevista para 11 de junho no Brasil.
Se, por um lado, Brasil e Estados Unidos ficaram de fora da competição, por outro, o festival amplia sua presença global com a entrada inédita de países como Nepal, República Centro-Africana e Costa Rica. Ao todo, foram cerca de 2.500 filmes inscritos, evidenciando o crescimento da produção mundial.
Fora da competição, há espaço para nomes conhecidos e novas experiências, como Diamond, a aposta do cubano-americano Andy Garciana direção, e Her Private Hell, do dinamarquês Nicolas Winding Refn, que retorna após um hiato de dez anos. Já nas seções paralelas, surgem representantes da América Latina, como El Deshielo, da chilena Manuela Martelli, e Siempre Soy Tu Animal Materno, da costa-riquenha Valentina Maurel.
O panorama geral revela um Cannes cada vez mais internacionalizado, atento a novas cinematografias, mas que ainda evidencia lacunas importantes — seja pela ausência brasileira na competição, seja pelo distanciamento momentâneo de Hollywood. Agora, resta acompanhar, entre os dias 12 e 23 de maio, como essa seleção se refletirá na recepção crítica e na disputa pela Palma de Ouro.
Vinte anos após o lançamento do longa original, parece que a aguardada sequência do terror ‘Por Trás da Máscara: O Surgimento de Leslie Vernon‘ finalmente vai sair do papel.
De acordo com o Variety, o diretor Scott Glosserman e o roteirista David J. Stieve confirmaram o desenvolvimento da continuação durante uma exibição especial do primeiro filme, em Los Angeles.
Além da dupla, o novo filme ainda contará com o retorno dos atores Nathan Baesel,Angela GoethalseRobert Englund, reprisando seus papéis como Leslie Vernon, Taylor Gentry e Doc Halloran, respectivamente.
“Durante vinte anos, as pessoas perguntaram se Leslie algum dia voltaria. A verdade é que ele nunca realmente foi embora. Os fãs mantiveram este filme vivo ao compartilhá-lo com os amigos e tratando-o como algo que valia a pena preservar. Esta sequência está acontecendo graças a eles,” declarou o cineasta.
Como parte do processo, os produtores estão lançando uma campanha de arrecadação de fundos no Kickstarter, que convida os fãs a participarem diretamente na criação da sequência. “A sequência vai sair do papel de qualquer jeito, mas quanto mais o público participar [da campanha], maior será o novo filme. Cenas mais grandiosas. Mais participações especiais. Mais surpresas,” ele esclareceu.
No longa original, o próximo grande psicopata do horror concede acesso exclusivo à sua vida a uma equipe de documentaristas, enquanto planeja seu reinado de terror sobre a pacata cidade de Glen Echo.
O imbróglio jurídico envolvendo os bastidores do filme ‘É Assim Que Acaba’ ganhou um novo e decisivo capítulo. O cineasta Justin Baldoni confirmou que pretende depor presencialmente no tribunal, conforme revelado em novos documentos judiciais analisados pela revista PEOPLE. A estratégia marca uma postura ofensiva da defesa de Baldoni diante das alegações remanescentes da atrizBlake Lively.
No documento protocolado na última quinta-feira, 9 de abril, os advogados de Baldoni detalharam que, embora o diretor tenha sido dispensado de parte das acusações como réu individual, sua presença no banco das testemunhas é fundamental.
“Os réus apresentarão uma lista de testemunhas atualizada, refletindo que Justin Baldoni, o produtor Jamey Heath e a assessora de crise Melissa Nathan comparecerão para prestar depoimento presencial. Seus testemunhos permanecem cruciais para refutar as falsas alegações da autora sobre uma suposta campanha de difamação”, afirmou a banca de defesa.
A decisão de Baldoni de comparecer pessoalmente é vista por especialistas como o sinal mais claro de sua intenção de limpar sua imagem pública. Em contrapartida, outros nomes citados anteriormente no processo, comoSteve Sarowitz e Jennifer Abel, deverão prestar depoimento apenas via vídeo gravado.
O cenário atual do caso é fruto de uma decisão recente e de grande impacto proferida pelo juiz distritalLewis J. Liman no dia 2 de abril. Na ocasião, o magistrado acolheu o pedido de julgamento sumário da equipe de Baldoni, rejeitando 10 das 13 acusações feitas por Lively.
Entre as queixas descartadas, consideradas um “golpe severo” para a tese da atriz, estavam as de assédio, difamação e conspiração. No entanto, a produtora Wayfarer Studios, cofundada por Baldoni, ainda figura como ré nas acusações que seguirão para o júri, incluindo quebra de contrato e retaliação.
Apesar das derrotas nas moções preliminares, a defesa de Blake Lively mantém uma postura de confiança. Através de sua advogada, Sigrid McCawley, a atriz de 38 anos afirmou que “aguarda ansiosamente para depor no julgamento”e expor sua versão dos fatos perante o júri.
O cronograma estabelecido pelo juiz Liman exige que a equipe de Lively apresente sua lista final de testemunhas e provas até esta sexta-feira, 10 de abril de 2026. Este prazo será determinante para desenhar a estratégia que a atriz utilizará para sustentar as acusações de retaliação profissional que ainda restam no processo.
De acordo com o Deadline, a sequência ‘Policial em Apuros 3‘ (Ride Along 3) está em estágios iniciais de desenvolvimento pela Universal Pictures.
Os astros Kevin Hart eIce Cube estão em negociações para retornar no novo filme.
O diretor Tim Story (‘Quarteto Fantástico’) também deve retornar.
Daniel Gold (‘Supermães’) foi contratado para assinar o roteiro do terceiro filme.
O site afirma que, apesar do diretor e dos atores originais sempre terem expressado o desejo de retornar para um novo capítulo da franquia, eles nunca concordaram com as possíveis ideias para um terceiro filme. O conceito de Gold, no entanto, alegadamente deixou todos animados.
Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.
Juntos, os dois primeiros filmes arrecadaram quase US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.
No longa original…
Ben namora a bela Angela e tem vontade de se casar com ela, mas antes tem que enfrentar o irmão dela, o policial durão James, que propõe um desafio: os dois farão uma patrulha policial durante 24 horas. Somente após passar por esse teste, Ben poderá se casar com Angela.
O aclamado ator brasileiro Wagner Moura, que recentemente brilhou em produções como ‘O Agente Secreto’, compartilhou suas impressões sobre o ingresso em uma das franquias mais icônicas da história do cinema. Moura integra o elenco de ‘Star Wars: Maul’, onde dá vida a Brander Lawson, um capitão de polícia dedicado à segurança dos cidadãos do planeta Janix.
Em entrevista ao portal oficial da franquia, Moura não escondeu o entusiasmo com o projeto.
“Todos nós crescemos assistindo aos filmes de Star Wars e eu estava muito, muito animado para fazer parte disso. E, para ser sincero, para um brasileiro, você nunca imagina que vai fazer parte do universo Star Wars”, confessou.
O ator também destacou o impacto simbólico de sua presença na saga, citando a influência de outros artistas latino-americanos.
“Lembro quando vi o Diego Luna em Andor e pensei: uau! Isso é muito importante em termos de representatividade. Jovens latinos vendo isso e pensando: ‘Podemos fazer parte de um marco cultural tão importante da cultura pop’”, afirmou.
A performance de Moura impressionou tanto os showrunners que o papel de Lawson foi expandido, ganhando mais tempo de tela e diálogos do que o previsto originalmente. Além de sua atuação como detetive com “experiência de rua”, o personagem é humanizado por sua faceta como pai solo.
“O que realmente chamou minha atenção quando li os roteiros foi o fato de ele lidar com o filho dele [Rylee]. E isso é algo comum para muitas pessoas, inclusive na minha vida, essa questão de equilibrar o trabalho com a atenção que você precisa dar à família”, afirmou o ator.
Por fim, Moura descreve Lawson como um personagem envolto em mistério: “Também gosto disso na série, eles não te entregam respostas de imediato sobre o passado dos personagens. Não sabemos seu passado, de onde ele veio. Vejo Lawson como um personagem meio misterioso. Há coisas ainda a serem descobertas sobre ele. Lawson é um detetive com experiência de rua, alguém que já é policial há muito tempo. Ele não gosta do Império”.
Sob o comando criativo de Dave Filoni, a série situa-se cronologicamente após os eventos finais de ‘Star Wars: A Guerra dos Clones’. A trama acompanha a ascensão de Maul como o líder implacável das facções criminosas do submundo galáctico.
A HBO elevou as expectativas dos fãs ao divulgar os primeiros cinco minutos da aguardada terceira temporada de ‘Euphoria’. A série, fenômeno de audiência e crítica sob o comando de Sam Levinson.
O lançamento está confirmado para o dia 12 de abril, às 21h, com transmissão simultânea no canal HBO e no HBO Max.
Diferente das temporadas anteriores, que se concentravam nos dramas viscerais do ensino médio, os novos episódios introduzem um salto temporal de cinco anos. Esta mudança narrativa transporta o elenco estelar, liderado por Zendaya, Sydney Sweeney, Jacob Elordi, Hunter Schafer, Alexa Demie eMaude Apatow, para os desafios da vida adulta.
Apesar da enorme expectativa do público, a recepção inicial da crítica especializada foi mista. Com 18 avaliações contabilizadas até o momento, a terceira temporada, que muitos especulam ser o capítulo final da saga, abriu com apenas 56% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso entre os críticos sugere que a produção pode ter perdido parte de sua identidade original ao tentar transitar para o ambiente fora da escola. Críticos pontuam que o novo ciclo corre o risco de repetir fórmulas e erros passados, mantendo personagens em ciclos de comportamento que dificultam a evolução narrativa, embora a estética visual de Levinson continue sendo um ponto forte.
Separamos os trechos das principais críticas:
“A maioria dos personagens não aprendeu nada, e o mesmo acontece com ‘Euphoria’, que continua mantendo os mesmos pontos fortes e fracos de suas duas primeiras temporadas.” (Collider)
“Há momentos, cenas e performances individuais nesses três episódios que brilham com aquela energia que a série tinha em seu auge, mas ‘Euphoria’ em 2026 parece mais incerta do que nunca sobre o que está tentando dizer.” (RogerEbert.com)
“Se você busca coerência narrativa e consistência de personagens, a 3ª temporada deixa a desejar.” (New York Post)
“Sem a ambientação no colégio, a única coisa que ainda temos são os personagens de ‘Euphoria’, mas isso só torna mais evidente que Sam Levinson talvez não os compreendesse bem desde o início.” (Screen Rant)
“A série de Sam Levinson nunca foi tão espiritualmente vazia, e sempre foi mais ativa, insistente e ambiciosa.” (IndieWire)
“É evidente que a terceira temporada de ‘Euphoria’ sofreu com limitações nos bastidores, mas as ousadias ambiciosas e inusitadas propostas por Sam Levinson são, no mínimo, admiráveis.” (FandomWire)
“Ao ver esse grupo de amigos fragmentado se reunir novamente, você fica se perguntando o que, se é que ainda há algo, eles têm a dizer uns aos outros.” (TV Guide)
“Zendaya ainda entrega uma das melhores performances da televisão, mas talvez seja hora de se aposentar [da série].” (AwardsWatch
Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.
A trama permanece ancorada na perspectiva subjetiva de Rue Bennett (Zendaya). Agora enfrentando as responsabilidades e as pressões da maturidade, a personagem segue como o eixo central de uma narrativa densa.
Ícone absoluto de franquias que moldaram a cultura pop, como ‘Star Wars’ e ‘Indiana Jones’, Harrison Ford surpreendeu o público ao revelar uma perspectiva singular sobre sua trajetória em Hollywood. Apesar de figurar no panteão dos protagonistas mais bem-sucedidos da história, o ator afirmou, conforme à People, que nunca se enxergou sob o estigma de um “galã” ou mesmo de um ator principal convencional.
Para Ford, os papéis de herói romântico ou “bonzinho”trazem consigo uma carga de previsibilidade que ele prefere evitar.
“Quando o papel pode ser descrito como ‘protagonista’, você tem certas responsabilidades. Você precisa deixar o público feliz de estar com você. Normalmente você acaba fornecendo uma resposta fácil para um dilema difícil que tem impulsionado o filme, e então acaba com uma solução suave, por assim dizer”, explicou o veterano.
O ator reiterou sua predileção por figuras mais densas e, por vezes, rudes, destacando que seu objetivo sempre foi a versatilidade. Ele citou ’42: A História de uma Lenda’ (2013) e ‘K-19: The Widowmaker’ (2002) como os “os dois tipos de personagens mais fortes que tive a oportunidade de interpretar”.
“Eu realmente adorei esses dois filmes, na verdade. Eu adorava atuar e não ser um protagonista. Sempre quis ser um ator de personagens. Nunca imaginei que seria um protagonista. Isso não faz sentido. Eu não pareço um protagonista, só não estava nos meus planos”, destacou.
A trajetória de Ford é um dos relatos mais resilientes da indústria. Nos anos 1960, recém-chegado a Los Angeles, ele trabalhou como carpinteiro para sustentar a família enquanto aguardava por oportunidades consistentes. O reconhecimento veio de forma gradual com participações em ‘American Graffiti’ e ‘A Conversação’, até a explosão global com o lançamento do primeiro ‘Star Wars’ em 1977.
Ford atribuiu sua ascensão a uma combinação de fatores externos: “Pude interpretar papéis principais porque os filmes em que participei tiveram sucesso, e esse sucesso me sustentou. E isso me levou junto, mas uma grande parte desse sucesso é estar no lugar certo na hora certa, sorte, persistência. Não há dúvida de que a sorte tem sido uma grande parte da minha vida e, se quiser, do meu sucesso. Mas não é só minha sorte. É a sorte das pessoas com quem estou trabalhando. As qualidades deles me sustentam; As ideias deles estão me inspirando”.
O ator Joel Kinnaman, que se tornou uma figura central no Universo DC (DCU) ao interpretar o Coronel Rick Flag, comentou recentemente sobre sua inesperada participação na segunda temporada de ‘Pacificador’. Apesar do entusiasmo dos fãs ao reverem o agente, Kinnaman indicou que esta aparição, em uma versão alternativa do personagem, deve ter sido sua última contribuição para a franquia.
Conforme o ComicBookMovie, Kinnaman foi questionado se a segunda temporada da série da HBO Max marcaria o fim de sua jornada no DCU.
“Sim, eu diria que sim”, admitiu o ator ao ser questionado se essa aparição do personagem na segunda temporada foi a última do DCU. “Era uma versão de universo alternativo, meio insegura do Rick, como eu e James Gunn o chamávamos nos bastidores”.
O convite para o retorno surgiu de forma orgânica, fruto da amizade entre o ator e o cineasta James Gunn, atual co-CEO da DC Studios.
“Somos amigos, então conversamos de vez em quando. Ele só me ligou e perguntou se eu queria ir, e ele disse: ‘Isso é uma coisinha divertida que eu adoraria que você fizesse.’ E eu falei, ‘sim, eu venho brincar com você quando quiser'”, contou Kinnaman.
Conhecido por sua dificuldade em evitar spoilers durante turnês de divulgação, o ator confessou que manter o segredo sobre sua participação em ‘Pacificador’ foi um desafio à parte.
“Sou muito ruim em guardar segredos. Sempre, quando eu filmava o Esquadrão Suicida, sentia que as únicas pessoas que se importavam com segredos eram as pessoas envolvidas com a cena de super-heróis. Então eles sempre ficavam em cima de mim em qualquer entrevista porque eu dava spoilers. Mas como eu não tenho mais redes sociais, é muito mais fácil não cometer esses erros”, brincou
Vale lembrar que o Rick Flag original encontrou seu fim em Corto Maltese, assassinado pelo próprio Pacificador após tentar vazar arquivos confidenciais sobre o projeto Starro. A introdução de uma variante “menos competente e menos confiante” permitiu que a série explorasse o luto e a culpa do protagonista de uma forma inédita.
Na nova trama, Christopher Smith descobre um mundo alternativo que parece oferecer a vida perfeita, mas a jornada o obriga a confrontar traumas do passado para garantir seu próprio futuro.
A Paris Filmes divulgou o novo trailer dublado do terror ‘Dolly – A Boneca Maldita‘, que promete ser uma homenagem aos clássicos dos anos 70 – como ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ e ‘Quadrilha dos Sádicos‘.
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de maio.
O terror conquistou 63% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Apesar das críticas sobre o roteiro superficial do longa, o consenso geral elogia as cenas sangrentas, a violência e a intensa luta pela sobrevivência – destacando a estética sinistra e crua típica dos clássicos do gênero dos anos 70.
“Um slasher com um toque nostálgico, repleto de clichês familiares e cenas sangrentas. É difícil não se divertir com essa bizarrice à moda antiga.” (ComicBook)
“Apesar de sua força sobre-humana questionável, Dolly ainda causa uma baita impressão. E que impressão. Ela foi criada especificamente para provocar pesadelos perturbadores. E acredito que ela conseguiu.” (Upcoming Horror Movies)
“Apesar de todo o barulho e das cenas sangrentas, o filme não carrega nenhum peso emocional. Eu nunca me importei de verdade com quem sobrevivesse aos horrores do longa.” (Geek Vibes Nation)
“Transformar um curta-metragem em um filme certamente não é uma tarefa fácil, mas até que [os roteiristas] Rod Blackhurst e Brandon Weavil conseguem alguns resultados interessantes com o material mais extenso.” (Screen Rant)
“Com uma duração concisa, atuações sólidas e cenas de violência gráfica grotescas, este filme de terror de baixo orçamento pode pecar na história, mas compensa com carnificina desenfreada e muito entretenimento.” (Movie Marker)
“Este filme é tão sem vida quanto uma boneca de verdade (mesmo com uma abundância de sangue e tripas).” (Flickering Myth)
“O diretor de fotografia Justin Derry consegue um visual típico dos anos 70 com a filmagem em 16mm, e o trailer de ‘Dolly’ explora bastante a influência de ‘O Massacre da Serra Elétrica’, mas [o diretor Rob] Blackhurst oferece somente violência em vez de sustos, em um filme que é apenas desagradável. Nem mesmo as bonecas são assustadoras.” (Reeling Reviews)
Na trama, uma jovem que precisa lutar pela sobrevivência após ter sido raptada por um psicopata doentio que tem a intenção de criá-la como sua filha.
Rod Blackhurst (‘Caminhos de Sangue’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ele escreveu ao lado de Brandon Weavil.
O elenco conta com Fabianne Therese (‘John Morre no Final’), Seann William Scott (‘American Pie’), Ethan Suplee (‘Duelo de Titãs’) e o lutador profissional Max the Impaler.
Arnold Schwarzenegger stars in Skydance Productions and Paramount Pictures' "TERMINATOR: DARK FATE."
O Amazon MGM Studios acaba de consolidar um dos projetos mais promissores do gênero de ação para o próximo ano. Os astros Arnold Schwarzenegger e Liam Hemsworth foram confirmados como os protagonistas de ‘The Kelly’s’, novo longa-metragem original do Prime Video. A produção já tem cronograma definido e as filmagens devem ser iniciadas em maio, com locações na Hungria.
De acordo com informações do portal Nexus Point News, a narrativa acompanha a trajetória de Jack Kelly, um jovem policial cuja vida vira de cabeça para baixo ao ser lançado no epicentro de uma sofisticada trama terrorista. À medida que as ameaças escalam e a situação foge ao controle das autoridades, Jack se vê em uma corrida contra o tempo para proteger sua integridade, resgatar sua esposa e salvar sua reputação profissional.
O grande diferencial do roteiro, no entanto, reside na presença da família Kelly. O protagonista precisa gerenciar a interferência constante de seus parentes, um grupo caótico de policiais veteranos descritos como figuras instintivas, imprevisíveis e implacáveis. Essa mistura de ação frenética com elementos de comédia de costumes promete ser o ponto alto da produção.
‘The Kelly’s’ marca um reencontro aguardado pelos fãs: Schwarzenegger e Hemsworth já dividiram a tela anteriormente em ‘Os Mercenários 2’.
Embora detalhes específicos sobre o roteiro e a direção técnica ainda sejam mantidos sob sigilo, o projeto avança rapidamente nos bastidores do Amazon MGM Studios. Atualmente, a equipe de produção está focada em finalizar o processo de escalação para os papéis coadjuvantes, visando garantir que todo o elenco esteja pronto para o início dos trabalhos em Budapeste.
Enquanto se recupera de um trauma pessoal, a moderadora de um site como o YouTube, cujo trabalho é filtrar conteúdo ofensivo e violento, encontra uma série de vídeos perturbadores que recriam os assassinos do filme original ‘Faces da Morte’. Mas, em uma época dominada pela desinformação, seriam os vídeos reais ou falsos?
Isa Mazzei eDaniel Goldhaber, cineastas por trás de ‘Cam‘, serão responsáveis pelo roteiro e direção do reboot.
O filme original, ‘As Faces da Morte‘ de 1978, se tornou um dos filmes mais infames de todos os tempos ao alegadamente mostrar cenas reais de mortes. A lenda urbana começou na época VHS pré-internet, mas a grande verdade é que as cenas eram falsas, realizadas por efeitos práticos.
O longa original foi escrito e dirigido por John Allan Schwartz.
O terror ‘Ataque Brutal‘ (Thrash), novo filme de tubarão assassino, já está disponível na Netflix.
Na trama, em meio a um furacão catastrófico, uma cidade litorânea luta contra a fúria da natureza e um ataque de tubarões. Desafiando chuvas torrenciais, destroços e escuridão, seus moradores se unem para sobreviver aos predadores mortais e resistir à tempestade.
Ambientada nas remotas regiões selvagens do norte do Alasca, a trama acompanha o desaparecimento de famoso aventureiro e um magnata do petróleo. Seus filhos, então, partem em uma missão desesperada de resgate, apenas para descobrir que algo muito mais antigo e perigoso do que o próprio Ártico despertou.