A atriz reprisará seu papel como Rose Larkin, das duas primeiras temporadas.
“Quando conversei com ela sobre sua saída após a segunda temporada, fui muito claro: ‘Olha, isso não significa necessariamente o seu fim na série. E pode muito bem chegar o momento em que eu ligue e implore para você voltar, seja para uma temporada inteira, seja para um ou dois episódios, o que for’,” havia declarado anteriormente o showrunner Shawn Ryan.
As filmagens do ciclo final estão acontecendo atualmente, em Los Angeles.
Desta vez, ele publicou em sua conta do Facebook uma arte do alien Krugarr. Para os que não se lembram, ele surge na segunda cena pós-créditos.
Confira:
“A arte conceitual final de Ian Joyner. Nós fizemos algumas alterações depois disso, com a empresa de efeitos visuais, Trixter, logo quando começamos a criar Krugarr como um objeto que se locomove. Mas este foi o mais próximo que chegamos neste estágio (na verdade nós normalmente fazemos mais mudanças após essa fase!)”.
A aguardada sequência de ‘Bad Boys‘, intitulada ‘Bad Boys For Lif3‘, está em processo de filmagens e os fãs mais afoitos já podem acompanhar um pouquinho do que está rolando nos bastidores da produção, em um novo e divertido vídeo.
No material, o astro Will Smith leva o público para conhecer um pouco do que está rolando no processo de desenvolvimento do filme.
Confira:
De acordo com o FilmeB, o novo filme chegará ao Brasil em 30 de janeiro de 2020, sendo adiantado em mais de um mês em relação ao lançamento nos EUA.
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“A sequência é focada na polícia de Miami e no grupo de elite AMMO em sua tentativa de derrubar Armando Armas (Scipio), chefe de um cartel de drogas. Armando é um assassino de sangue frio com uma natureza cruel e provocadora. Ele está comprometido com o trabalho do cartel e é enviado por sua mãe para matar Mike (Smith). Nuñez assumirá o papel de Rite, psicóloga criminal durona e engraçada que é recém-nomeada chefe da AMMO e é ex-namorada de Mike.”
A Sony fechou contrato com os diretores Adi El Arbi e Bilall Fallah para eles comandarem o filme.
A dupla tem no currículo os elogiados ‘Black‘ (2015) e ‘Gangsta‘ (2018).
O artista conceitual Jared Marantz compartilhou duas artes conceituais inéditas do sucesso ‘Shazam!‘, que destacam o design inicial das botas do herói.
As peças eram inspiradas no visual do personagem nos quadrinhos Novos 52, mas eventualmente a opção acabou sendo descartada pelos produtores do longa.
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‘Shazam! 2‘ chega aos cinemas norte-americanos em 1º de abril de 2022.
Em entrevista à Backstory Magazine, o diretor David F. Sandberg revelou que Billy Batson (Asher Angel) e seu alter ego (Zachary Levi) devem enfrentar o Senhor Cérebro (Mister Mind, na versão original) na sequência.
“Parece que poderíamos fazer mais com a família Shazam. Apresentamos eles no primeiro filme, mas queremos explorar como eles funcionam como uma família de heróis. E nós fizemos uma pequena cena com o Senhor Cérebro, e queremos seguir por esse caminho. Ou poderemos introduzir outro vilão. Há muitos para escolher no mundo de Shazam.”, afirmou.
O Senhor Cérebro é uma espécie de larva alienígena vinda do Planeta Vênus, escolhido no seu planeta para se infiltrar na Terra.
Recentemente, Zachary Levi falou que a sequência será filmada muito em breve.
“Em breve eu vou ter uma conversa com meus chefes sobre qual é a ideia do filme, e para onde estamos indo com a trama. a New Line, nosso estúdio, e a Warner Brothers, nosso estúdio pai, estão envolvidas em todas as decisões tomadas, e estão todos muito felizes com o que fizemos. Eles querem fazer ainda melhor na segunda vez, e agora estão elaborando uma história enquanto falamos sobre o que será essa sequência”, afirmou na CCXP Cologne.
O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
A aclamada série de terror da HBO, ‘Lovecraft Country‘, se tornou um dos maiores sucessos da TV em 2020, conquistando a aclamação tanto por parte da crítica especializada, como por parte do público.
E mesmo após conquistar um recorde de audiência em seu episódio inaugural, além de uma indicação no Globo de Ouro, a série produzida porJordan Peele eJ.J. Abrams ainda não foi renovada para a sua 2ª temporada.
Ainda assim, o astro Michael K. Williams acredita nessa possibilidade, conforme revelado em uma entrevista ao Collider:
“Qualquer que seja o resultado, terei de estar bem com isso, porque não tenho nenhuma influência sobre esse aspecto nesse contexto, mas estou muito esperançoso de que haverá uma segunda temporada. Eu sei que essa série exigiu muito de mim, então eu só posso imaginar o que os escritores devem ter passado por três anos. Eu trabalhei por oito ou nove meses, e essa foi apenas a parte final de todo o processo. Na verdade, Lovecraft Country levou cerca de três anos para chegar ao ponto em que eles estivessem prontos para os atores entrarem no set. É uma coisa pesada. É um trabalho pesado e muito desse trabalho é feito na sala dos roteiristas. Eu acredito que haverá uma segunda temporada, mas quando? Quem sabe”.
Em uma entrevista recente ao Deadline, Casey Bloys, chefe de conteúdo original da HBO, também revelou que está esperançoso sobre uma 2ª temporada de ‘Lovecraft Country‘, afirmando que, atualmente, a criadora Misha Green está desenvolvendo novas ideias para a produção, uma vez que ela não terá mais o livro como base para a trama.
“Misha [Green] está trabalhado ao lado de uma pequena equipe de roteiristas e eles estão tentando criar uma nova direção para a série. Ela tinha o livro para adaptar na primeira temporada, então ela e os roteiristas queriam tirar um tempo para entender esses personagens sem o livro como guia; descobrir qual jornada nós queremos ver a seguir.”
Ele completa, “Todos nós queremos que ela tenha a história certa para contar. É nesse processo que ela se encontra atualmente, trabalhando nessas ideias. Eu estou muito esperançoso por uma nova temporada, assim como a Misha, então estamos dando tempo para eles fazerem o certo.”
Baseada no livro homônimo de Matt Ruff, a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George. Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.
Lucy Hale e Austin Stowell transformam o catálogo de clichês de Jogo de Amor – “Ódio” em um delicioso prazer culposo do gênero de comédia romântica. Com uma química reluzente que conduz toda a tensão sexual expressa em tela, a dupla de protagonistas até nos consegue fazer esquecer que estamos diante de estereótipos românticos que já não funcionam tanto como funcionavam nos filmes dos idos dos anos 90 e 2000.
Na trama, a rivalidade implacável dos colegas de trabalho Lucy e Joshua atinge novos patamares quando eles começam a competir por uma grande promoção. Mas a dinâmica entre eles ficará ainda mais complicada quando a tensão sexual entre ambos passa a se tornar um obstáculo – dando início a uma relação repleta de altos e baixos, além de uma espiral de momentos bem bregas e melosos.
Ainda assim, a adaptação do livro best-seller de Sally Thorne é um deleite. Repleta de frases piegas e até mesmo um sentimentalismo masculino que pouco vemos na vida real, a comédia é divertida, inverte um pouco os papéis – ao tornar Lucy uma personagem menos romantizada -, à medida em que também é mais objetiva em explorar a dinâmica relacional disfuncional entre os dois, não desperdiçando tempo de tela com subtramas pouco necessárias.
Com atores que rapidamente nos conquistam e nos convencem a embarcar nessa jornada bem previsível – com pequenas ressalvas -, Jogo de Amor – “Ódio” é um filme curtinho que não nos exige nada enquanto audiência, a não ser a disposição para rever alguns dos clichês mais cafonas que tantas vezes vimos em comédias que hoje se tornaram clássicos do gênero. Focando sua trama apenas no pequeno universo que orbita ao redor do casal-não-casal, o longa visa entreter os corações mais apaixonados e menos exigentes quando o assunto é comédia romântica.
E, francamente, o diretor Peter Hutchings e a roteirista Christina Mengert nem estão preocupados em inovar no formato. Trazendo para as telas um livro amado que já possui uma fan base consolidada, a equipe criativa se priva de reinventar a roda, trabalhando com o que tem. Explorando habilmente o carisma existente em ambos os atores, Hale e Stowell, Jogo de Amor – “Ódio” pode ser realmente esquecível, mas ainda assim consegue alimentar aquela pequena solitária que vive dentro de muitos de nós e que não abre mão de filmes românticos decorados com cafonices sentimentais.
As diretoras e o Terror. Essas são as palavras-palavras deste artigo em celebração às mulheres atrás da câmera do gênero horror brasileiro. Apesar de recentes e poucas, elas vêm fazendo barulho nas telonas e mexendo com o imaginário do público dentro e fora do país. Se você curte mistério, suspense e fantasia, prepare-se para conhecer esta seleção de mulheres brasileiras a contar histórias macabras e assustadoras. Quase todas as obras estão disponíveis na Darkflix.
Vale ressaltar que a nossa seleção é focada em longas-metragens, portanto, as diretoras de ótimos curtas-metragens ficaram de fora. Vamos, no entanto, indicar as obras iniciais das cineastas aqui listadas [clique no nomes dos curtas, para vê-los]. Se você ainda não conhece o trabalho feminino deste gênero pelo mundo, confira a lista do CinePOP – 10 Filmes de Terror Dirigidos por Mulheres. Caso a gente tenha deixado alguém de fora, comente!
Diretora e roteirista de três curtas-metragens, Os Mortos-Vivos (2012), exibido na Quinzena dos Realizadores de Cannes; e os premiadosHandebol(2010) e O Vampiro do Meio-Dia(2008), a carioca despontou aos holofotes com a obra Mate-me Por favor (2015). Lançado no Festival de Veneza 2015, o longa ganhou os prêmios internacionais e o Redentor de Melhor Direção e Atriz, no Festival do Rio. Protagonizado por Valentina Herszage (da série Hebe), a trama se passa na Barra da Tijuca, onde uma onda de assassinatos desperta a curiosidade dos jovens locais. Entre eles, Bia (Herszage), uma garota de 15 anos, que torna-se obcecada por saber se está realmente viva. Em uma mistura de despertar sexual e violência, Mate-me por favor é um dos meus filmes preferidos de 2016.
Fique de olho: a cineasta carioca promete mais tensão e terror no longa Medusa. Sem previsão de lançamento, o filme conta com a enigmática sinopse: “Para manter o controle de si própria, a jovem Bia se esforça para controlar tudo e todos à sua volta. Até que chega o dia em que a vontade de berrar é mais forte”.
Formada em Cinema pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e filha do renomado diretor Jorge Furtado (Meu Tio Matou Um Cara), Alice começou a carreira com a concepção dos curtas-metragens Duelo Antes da Noite (2011) e La Grenouille et Dieu (2014), o último realizado na França. Em 2020, ela lançou Sem Seu Sangue na Netflix, com passagem pelo Festival de Cannes 2019. O longa acompanha o luto da jovem Silvia (Luiza Kosovski), após a perda do namorado hemofílico. Contudo, a menina não aceita a morte do seu primeiro amor e busca uma solução macabra para reencontrá-lo.
Se você ainda não ouviu falar de Bruna Carvalho Almeida, não é por acaso. Com a carreira no cinema iniciada em 2018, Bruna concentrou seu trabalho nas ilhas de edição e montagem de dois documentários e dois curtas-metragens. Selecionada para a Mostra Caleidoscópio do 51º Festival de Brasília, a diretora marcou a sua estreia na direção com Os Jovens Baumann. Este é um falso documentário sobre o desaparecimento misterioso de jovens de uma rica família do sul de Minas Gerais, em 1992. No estilo found footage, ou seja, filmagens caseiras encontradas, tal como em Bruxa de Blair (1999) e Cloverfield (2008), o filme recebeu afago da crítica por montar um surpreendente quebra-cabeça e deixar os espectadores de cabelo em pé.
Com os curtas-metragens CRI4: O Contrato Alienígena (2012) e A Bagunça Eterna(2012), Clarissa Appelt entra nesta lista como uma promessa do gênero ao lançar A Casa de Cecília na Mostra Tiradentes 2015 e ganhar o circuito comercial no mesmo ano. Produzido como trabalho de conclusão de curso da UFRJ, em 2013, a diretora confessa que a equipe era toda de iniciantes e realizou o trabalho na camaradagem. O enredo segue a solidão de Cecília (Carol Pita), de 14 anos, em uma enorme casa com piscina. Um dia, ela encontra a desconhecida Lorena (Tainá Medina) dentro da moradia. Com toques de surrealismo, a diretora brinca com a percepção do espectador e a crise existencial da juventude.
Formada em Comunicação pela UFBA, em 2003, e em Roteiro pela Escuela Internacional de Cine y TV (Eictv), em Cuba, em 2007, Gabriela Amaral Almeida tem tudo para tornar-se a rainha do horror brasileiro, sem exageros. Depois de dirigir e escrever seis curtas, entre eles destaca-se A Mão que Afaga (2011) e Estátua (2014), Gabriela lançou o elogiado O Animal Cordial(2017) [disponível no Sesc Digital]. No filme, o dono de um restaurante (Murilo Benício) reage a um assalto e elimina um dos criminosos, contudo o jogo vira e todos os clientes do estabelecimento passam a temer por suas vidas. Diferente das narrativas de suas companheiras, Amaral Almeida investiu no subgênero slasher. No recente A Sombra do Pai (2018), entretanto, ela estabelece um caminho para o medo através do desconhecido.
Certamente a mais famosa diretora desta lista, Juliana Rojas é graduada em Cinema pela USP, em 2005, onde ela conheceu o seu principal parceiro cinematográfico Marco Dutra (O Silêncio do Céu). Com mais de 10 curtas-metragens no currículo, Rojas estreou nos cinemas – ao lado de Dutra – com Trabalhar Cansa (2010), protagonizado por Helena Albergaria e Marat Descartes; sozinha ela dirigiu o musical Sinfonia da Necrópole (2014), mas foi o seu terceiro filme que a consagrou no gênero horror. Lançado em 2017, Boas Maneiras – mais uma vez ao lado de Dutra – traz o horror mitológico de lobisomem para os dias atuais, com ótimas atuações do casal protagonista Clara (Isabél Zuaa) e Ana (Marjorie Estiano). Com direito a um assombroso mistério e transfigurações, o filme tornou-se expoente de um terror refinado e comparado pela crítica ao Bebê de Rosemary (1968), de Roman Polanski.
Formada em cinema pela Universidade Federal Fluminense (UFF), em 2006, Marina Meliande é produtora da Duas Mariola Filmes, ao lado de Felipe Bragança (Um Animal Amarelo) e Daniel Caetano (Rio em Chamas). Depois de vários projetos ao lado de Bragança, como A Fuga da Mulher Gorila (2009), Alegria (2010) e Neverquiet (2010), Meliande lançou seu primeiro longa solo, Mormaço (2018), no Festival de Rotterdam. Longe de momentos horripilantes, a cineasta lança mão de cenas mais intimistas e faz terror com o cotidiano.
Em Mormaço, Ana, uma defensora pública, (Marina Provenzzano) trabalha na defesa de uma comunidade ameaçada de remoção pelas obras do Parque Olímpico, no Rio de Janeiro. Ao mesmo tempo, misteriosas manchas roxas, similares a fungos, aparecem em seu corpo. Um prédio abandonado, muito calor, acontecimentos estranhos na cidade e no físico de Ana carregam o tom sombrio da trama.
Rosângela Maldonado Obras principais: A Deusa de Mármore (1978) A Mulher Que Põe a Pomba no Ar (1978)
Precursora do horror brasileiro feminino, Rosângela Maldonado atuou em quase 20 filmes, entre os anos 1950 e 1979, época das famigeradas pornochanchadas. Conhecida por seu trabalho ao lado de José Mojica Marins, o saudoso Zé do Caixão, a atriz tomou as rédeas da direção e do roteiro nos filmes A Deusa de Mármore (1978) e A Mulher Que Põe a Pomba no Ar (1978). Desse modo, tornou-se a primeira mulher a comandar um filme de terror no Brasil, mesmo que hoje poderíamos considerá-los “terrir” por conta dos recursos mínimos de produção.
Em A Deusa de Mármore, a protagonista (Maldonado) suga a energia das pessoas com quem se envolve sexualmente para manter seu pacto com um demônio. Já em A Mulher Que Põe a Pomba no Ar, a doutora Adelaide (Maldonado) incentiva um grupo de mulheres a caçarem e castigarem os homens infiéis e suas amantes, fantasiadas com cabeças de pombos. Caso tenha curiosidade, o segundo filme [para maiores de 18 anos] está disponível no YouTube, até que seja retirado do ar.
Boatos recentes revelam que o segundo trailer completo de ‘Vingadores: Guerra Infinita’ deve ser lançado já na próxima semana, segundo a página MCU News and Tweets, que notou que no próximo dia 27, os atores Paul BettanyeKaren Gillan estarão no programa Good Morning America, o mesmo que revelou o primeiro trailer.
Só nos resta aguardar. Fiquem de olho no CinePOP para novidades!
A trama vai mostrar o vilão Thanos juntando as Jóias do Infinito e declarando guerra contra os Vingadores, que estão separados após os eventos de ‘Capitão América: Guerra Civil‘.
‘Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.
Esse ano está sendo marcado por grandes produções televisivas. Definitivamente um dos melhores anos da indústria voltada para a TV e o streaming, tudo isso graças a séries fantásticas como ‘The Handmaid’s Tale’, por exemplo, que buscam aprofundar na representatividade para desenvolver uma trama dura, difícil e realista sobre assuntos como machismo, racismo e homofobia.
Diferente desses sucessos de público, ‘Pose’ surge com uma importante missão: mostrar a realidade difícil, porém cheia de vida, da comunidade LGBTQ+ de Nova York nos anos 80.
Um universo colorido, cheio de emoção, divertido e triste na medida certa. Essa é essência de ‘Pose’ e se você se interessou em saber mais, vamos listar CINCO bons motivos que fazem dessa uma das mais importantes séries, não só do ano como também da história. Fica, vai ter muito close certo!
1 – Representatividade importa SIM!
Como já havia sido anunciado, ‘Pose’ não só trata o mundo LGBTQ+ como também trouxe a comunidade para dentro da produção, diferente de outras obras que escalam mulheres cis gênero para viverem transexuais, a série tem o maior elenco regular de atrizes trans da história da televisão. Eu ouvi um amem? O processo para a escalagem do elenco durou cerca de seis meses e resultou na contratação de MJ Rodriguez, Indya Moore, Dominique Jackson, Hailie SahareAngelica Ross, todas mulheres trans que encararam personagens que se assemelham muito com sua própria realidade fora das câmeras.
Homens gays também estão presentes em peso. Atores como Ryan Jamaal Swain, Dyllón Burnside eBilly Porter vivem personagens que foram excluídos da sociedade tradicionalista da época e buscam no mundo dos bailes um refúgio, uma razão para viver e ser feliz longe da discriminação.
Além disso, o elenco é predominantemente negro (tendo apenas dois atores brancos regulares: Evan PeterseJames Van Der Beek, e Kate Mara sendo a única atriz) outro fato que foi conquistado após as mudanças na indústria do cinema e TV perante as inúmeras críticas de que atores e atrizes negros não recebiam papeis de destaque. Apesar de comemorar, esse deveria ser um fato recorrente e rotineiro, mas estamos no caminho certo para que seja.
2 – Referências bafônicas!
A série conta com uma gama fantástica de referências, tanto aos anos 80 quanto à história LBGTQ+ na América. Cada episódio tem um baile lindíssimo, colorido, cheio de vida e com canções que foram hits de sucesso na época, como “I Wanna Dance with Somebody”, da Whitney Houston, tocada em uma das cenas mais belas que o seriado apresentou.
Fora as canções, há muitos outros detalhes presentes, mostrados de formas até mesmo didáticas, sobre a comunidade gay. Certamente, se você já ouviu falar do fenômeno ‘RuPaul’s Drag Race’, vai sacar muitas referências que o reality utiliza em sua estrutura, como os desfiles por categorias, os bordões do próprio RuPaul Charles e os jurados dando notas aos figurinos. Outra dica para quem deseja saber mais sobre os famosos bailes e conhecer a histórica da família Xtravaganza é assistir o documentário ‘Paris is Burning’, de 1990, presente na Netflix. Sério, imperdível!
3 – Desmistificando o HIV + Crítica social
Uma das subtramas da série é a epidemia de HIV que se espalhou pelos Estados Unidos a partir da década de 70. Apesar da série não se aprofundar nesse assunto, alguns personagens principais são soropositivo e o roteiro de Ryan Murphy aborda isso da maneira mais sensata possível, sem explorar a dor ou romantizar demais, apenas mostrando a realidade de uma época em que ter AIDS significava apenas solidão e morte. ‘Pose’ serve como um perfeito informativo para desmistificar e quebrar o preconceito que a doença ainda causa na população.
Além de tratar temas delicados, ‘Pose’ não tem medo de tocar na ferida e fazer críticas ao governo de Donald Trump, ao conservadorismo da família tradicional e a constante luta pela aceitação, até mesmo dentro da própria comunidade gay, que discriminava mulheres trans na época. É um tapa de luva na cara da sociedade!
4 – Elogiada pela crítica internacional
Como tudo que é bom de fato é elogiado, ‘Pose’ agradou (e muito!) a crítica internacional. No site Rotten Tomatoes, a série detém um índice de aprovação altíssimo de 96% com uma classificação média de 7,65 de 10 com base em 49 avaliações. O consenso crítico do site diz: “Carregado com energia, equilíbrio e confiança”, “Posicione-se em piruetas entre a opulência artística e o drama deliciosamente ensaboado para criar uma nova adição ao léxico de Ryan Murphy”. Já o Metacritic, que usa uma média ponderada, atribuiu à série uma pontuação de 75 em 100 com base em 27 críticos, indicando “revisões geralmente favoráveis”.
Com tamanha aceitação de público e crítica, a minissérie acabou garantindo sua 2ª temporada, prevista para chegar em 2019. Ela é lacradora ela!
5 – Direção e produção incríveis + poucos episódios!
Não precisa nem dizer que Ryan Murphy costuma ser sinônimo de qualidade artística né? O produtor e roteirista também dirige alguns episódios e o resultado é uma obra de arte fantástica e autoral. Assim como os figurinos são bem trabalhos, a direção de fotografia resgata o ar dos anos 80 e o elenco é maravilhoso. A sensação que fica após assistir os 8 episódios (o que é ótimo esse formato curto) de ‘Pose’ é que acabamos de ver algo apaixonado, feito com muita dedicação e carinho, que retrata sim o ódio e o preconceito, porém, rebatendo a dor com amor, e celebrando a vida e a aceitação com muito orgulho.
Pare tudo que você está assistindo nesse momento e vá ver, dançar, chorar e se apaixonar por ‘Pose’.
Obs: A série chega ao Brasil ainda no segundo semestre desse ano e será exibida pelo canal Fox Premium.
A Copa do Mundo FIFA 2022 começou em Al Khor, no Qatar, com a partida entre os donos da casa, o Qatar, e nossos irmãos sul-americanos, o Equador. Mas antes mesmo da bola rolar, a primeira Copa disputada no Oriente Médio já se mostra bastante influenciada pela Cultura Pop global e sua tendência atual: o Multiverso. Se você não mora em uma caverna, provavelmente ouviu essa palavra em algum momento entre 2021 e 2022. Seja nas séries de TV ou nos filmes de cinema, esse conceito de múltiplos universos coexistindo entrou de vez no imaginário popular.
E uma das produções que ajudou a pavimentar esse conceito de Multiverso nas produções pop do século XXI foi justamente a série de ficção e humor politicamente incorreto, Rick & Morty. Ao longo dos últimos nove anos, o cientista alcoólatra Rick e seu neto, o garoto Morty, viajaram por diversos universos paralelos e linhas do tempo alternativas causando um verdadeiro caos por onde passaram. Inspirado na franquia De Volta Para o Futuro, este desenho animado se tornou um fenômeno entre jovens adultos, que puderam explorar esse multiverso com mais criatividade e aparentemente sem limites éticos e morais, permitindo que esse caos tomasse conta de suas imaginações.
Outra produção que veio correndo por linhas do tempo e universos alternativos foi a série de TV do Flash.
A série estrelada por Grant Gustin, que caminha para sua nona e última temporada, passou os últimos oito anos mostrando as histórias do velocista mais famoso dos quadrinhos nas telinhas, enquanto se aventurava pela cidade e pelas diversas realidades do Universo DC. Houve até um momento em que os dois Barry Allen’s da atualidade, Grant e o Ezra Miller (o Flash dos cinemas), se encontraram brevemente em uma cena divertida da série.
Agora, porém, o Flash das telonas caminha para seu maior colapso de universos com o vindouro The Flash (2023), que vai adaptar a icônica saga Ponto de Ignição, mais conhecida como Flashpoint. Nela, Barry viaja de volta no tempo para salvar sua mãe da morte. Porém, sua ação deságua num futuro alternativo cheio de guerras e conflitos. Então, ele precisa encontrar um jeito de impedir sua versão passada de voltar no tempo. Nas telonas, o Barry irá parar em um mundo no qual ele se encontrará com oBatman de Michael Keaton, unindo essas duas realidades num filme só.
Em 2022, quando o assunto foi Multiverso, quem roubou a cena mesmo foi o filme Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo. Estrelado por Michelle Yeoh e lançado pela A24, uma das produtoras de maior prestígio da atualidade, o longa pegou a muitos de surpresa e acumula avalições altíssimas da crítica especializada, sendo cotado para aparece com destaque nas principais cerimônias de premiações da temporada.
A trama acompanha uma mulher de meia-idade que emigrou da China para os EUA, onde abriu mão de seus sonhos para abrir uma lavanderia. Frustrada com a vida medíocre que leva e ansiosa para um evento importante, ela vê sua vida mudar de uma hora para outra ao ser convocada misteriosamente para uma guerra que pode definir os rumos do Multiverso.
Mas, quando o assunto é Multiverso nos cinemas, não tem como fugir da maior máquina de dinheiro da atualidade: a Marvel. Após o fim da saga dos Vingadores originais, a famosa Saga do Infinito, o estúdio começou a trabalhar na integração de seus filmes com as séries do Disney+, para ter mais espaço de tela para explorar mais essa loucura que é o Multiverso.
Ainda em 2018, a Marvel começou a flertar com essa história de múltiplas realidades em parceria com a Sony, na premiada animação Homem-Aranha no AranhaVerso, que contou a história do Miles Morales se encontrando com outros Homens-Aranha. Porém, por se tratar de uma animação, ainda não atingiu a um público mais geral. Essa história avançou em 2019, com Homem-Aranha: Longe de Casa, no qual o plano do vilão era uma grande tiração de sarro do Multiverso, tratando dessa possibilidade como uma piada de mau gosto. Ao longo de 2021, no entanto, esse tema deixou de ser brincadeira e virou realidade. Fosse com alguns pequenos indícios em WandaVision ou até chegar às vias de fato em Loki, que mostra efetivamente o Multiverso se quebrando. Mas a verdade é que o momento em que o tal Multiverso cravou sua relevância na Cultura Pop foi mesmo com a estreia de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa (2021), por inúmeros fatores.
Quando chegou às telonas, o mundo ainda se adaptava a poder voltar a viver normalmente, após a pandemia de Covid-19 ficar mais controlada ao redor do globo. Então, os cinemas ansiavam por um filme que pudesse trazer o público de volta para as salas, da mesma forma que as pessoas esperavam por um filme que realmente os estimulassem a sair de suas casas, arriscar a saúde, e ir até uma sessão. Os próprios fãs da Marvel não vinham respondendo tão bem à nova Fase do estúdio por se distanciar mais daquilo que havia conquistado seus corações ao longo de mais de dez anos de “fidelidade cinematográfica”.
Então, quando foi noticiada a grande possibilidade do público de ver em tela os três Homens-Aranha do cinema juntos em um único longa, até mesmo quem não é fã do MCU se empolgou com esse possível filme-evento. E, por fim, o encontro de Tom Holland com Tobey Maguire e Andrew Garfield acabou só sendo possível por conta justamente do tal Multiverso, que domina completamente essa nova fase do estúdio. Ao associá-lo ao primeiro filme que rompeu a casa do US$ 1 bilhão em período pandêmico, ao longa que se tornou um fenômeno e está eternizado na memória de milhões de pessoas, o Multiverso carimbou de vez seu papel na Cultura Pop atual.
Dito isso, se você chegou até aqui, deve estar se perguntando: “Ok, mas o que isso tudo tem a ver com a Copa do Mundo?”.
Pois bem, sediada no Qatar, a Copa de 2022 envolve um contexto sociopolítico muito forte. Além das inúmeras polêmicas envolvendo esse país como sede do maior evento esportivo do mundo, a escolha do Qatar para ser palco da Copa se deu como uma forma caríssima de colocar o país na rota do turismo internacional, mais ou menos como aconteceu com Dubai, que era um deserto conhecido por sua força petrolífera e hoje recebe milhões de turistas do mundo inteiro anualmente. Da mesma forma, o Qatar quer mostrar ao mundo que está aberto a múltiplas culturas, em vez daquela imagem de país tradicional, de mente fechada e rígido quanto aos costumes.
O mascote da Copa 2022 é o véu La’eeb
Se eles vão conseguir isso é outra história, mas a verdade é que uma das formas escolhidas pelo comitê organizador para tentar conquistar o público e “melhorar sua imagem” internacionalmente foi promover seu evento seguindo as principais tendências do entretenimento atual, e isso refletiu diretamente no mascote da Copa, o véu antropomórfico La’eeb. Inspirado nos tradicionais lenços que os catarianos usam na cabeça, o mascotinho tem essa aparência simpática, que rendeu comparações ao icônico Gasparzinho, o Fantasminha Camarada, mas ganhou também um background completamente inspirado pela tendência do Multiverso, fazendo parte de um MascoteVerso.
Seu Multiverso foi revelado junto ao sorteio dos grupos da Copa, um evento que reuniu a atenção do mundo inteiro, já que era de interesse geral ver quais os adversários de suas respectivas seleções. Junto a isso, rever mascotes históricos convivendo numa mesma realidade rendeu memes, como o ‘Fuleco Mendigo‘, que prontamente tomou os Trending Topics do Brasil, e mexeu com a nostalgia do público, uma estratégia muito utilizada pela Hollywood atual. Não sabe como vender um filme? Prometa nostalgia. É algo quase entranhado nesta Cultura Pop dos dias de hoje.
Para fixar essa imagem do mascote, que está espalhado por todos os cantos do Qatar e já é uma das caras dessa Copa, o comitê apostou numa série animada mostrando mais dos superpoderes do La’eeb, que é capaz de criar portais temporais e viajar por realidades, tal qual o Doutor Estranho, enquanto conta mais sobre a história das Copas e do próprio país sede. Quem quiser conferir, os episódios estão disponíveis no canal do vídeo acima.
E quem também sacou o poder dessa combinação de Multiverso e nostalgia para a Copa do Mundo de 2022 foram duas das maiores fornecedoras de materiais esportivos do mundo a Nike e a Adidas.
A Adidas apostou em explorar a imagem do craque Lionel Messi em um vídeo direcionado não só para os fãs do jogador, mas principalmente para os torcedores da Argentina e fãs da Albiceleste. O vídeo promocional propõe um MessiVerso, em que o Messi de 2022 faz uma roda de bobinho com os Messi’s das últimas quatro Copas.
Para concluir com chave de ouro, o comercial apela para a nostalgia extrema do torcedor argentino ao fazer o vídeo ao som da música Live Is Life, da banda Opus. Quem não é fã de futebol pode deixar isso passar, mas essa é a canção que embala um vídeo histórico do aquecimento do Napoli, em que o falecido Diego Armando Maradona dava um show de técnica e habilidade, se divertindo enquanto encantava os torcedores. Ao trazer a imagem do atual ídolo argentino multiplicado por cinco e associá-lo ao ídolo máximo do país, chamado por muito de ‘D10s’, a Adidas abraçou a estratégia cinematográfica atual e conseguiu diversos elogios por sua proposta nas últimas horas.
Já a Nike, famosa por seus comerciais históricos, abraçou de vez o Multiverso com seu FutebolVerso. A peça publicitária gira em torno de dois cientistas, uma francesa e um brasileiro, na Suíça, país onde fica a sede da FIFA – entidade máxima do futebol -, que discutem quem venceria num X1: O camisa 10 da França atual, Mbappé, ou o Ronaldinho Gaúcho de 2006, ano em que ele assombrou o mundo com suas habilidades. Então, eles criam uma máquina capaz de viajar pelo Multiverso para trazer as melhores versões dos craques históricos para se enfrentarem no laboratório.
E aí, o filme traz três versões diferentes do Ronaldo Fenômeno coexistindo, duas versões do português Cristiano Ronaldo jogando juntas, e até mesmo o craque Shuuya Gouenji, do anime Super Onze. Essa proposta de encontros inesperados de craques do mundo em situações sem noção dominou os comerciais da Nike nos anos 90, criando algumas das maiores peça publicitárias da marca em toda a história. Então, entra novamente a nostalgia potencializada agora pelo Multiverso.
Ao longo dos anos, o esporte e o entretenimento caminharam juntos, chegando muitas vezes a se misturarem. Ver a influência da Cultura Pop dos dias atuais no maior evento esportivo do mundo é interessantíssimo e une novamente essas duas facetas das formas mais populares do entretenimento no mundo.
A Copa do Mundo começa no dia 18 de novembro e terá transmissões no Globoplay.
Rick & Morty, a série do Flash,Batman (1989) e Homem-Aranha-Sem Volta Para Casa estão disponíveis no HBO Max.
Hoje é 1o de outubro e já podemos dizer: está aberta oficialmente a temporada de filmes de terror em 2022, uma vez que outubro é o mês do Halloween e, por isso, tanto os cinemas quanto as plataformas de streamings oferecem produções desse gênero aos espectadores. E olha… a maratona começa com o sarrafo lá em cima com ‘O Exorcismo da Minha Melhor Amiga’, estreia do final de semana na Prime Video.
Abby (Elsie Fisher) e Gretchen (Amiah Miller) são melhores amigas inseparáveis. Enquanto uma tem problemas de autoestima por conta das espinhas, a outra se sente tolhida por conta da religião fervorosa dos pais, que a impede de usar maquiagem. Tudo isso faz parte da adolescência das duas, que vão à escola católica juntas, onde encontram as duas outras amigas que fazem parte do grupinho fechado de BFFs: Glee (Cathy Ang) e Margaret (Rachel Ogechi Kanu). Em determinado final de semana as quatro viajam para a casa de férias da família de Margaret, que fica numa floresta obscura e isolada. Após uma pequena briga, Abby e Gretchen decidem dar uma volta pela floresta e acabam encontrando uma cabana onde, diz a lenda urbana, uma jovem pirou e foi morta. Sentindo-se corajosas, as duas resolvem explorar o lugar, mas algo acaba acontecendo e, desde então, Gretchen nunca mais foi a mesma.
Logo de cara já fica bastante evidente que ‘O Exorcismo da Minha Melhor Amiga’ bebe na fonte das produções da virada dos anos 1980/1990, tanto no gênero terror quanto no gênero comédia romântica adolescente – que fez muito sucesso nesse período, como vemos em ‘Jovens Bruxas’, ‘Segundas Intenções’, ‘Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado’ etc. Para quem viu esses filmes naquela época, é deliciosa a sensação recuperada por sentirmos esse gostinho novamente; para quem é adolescente hoje, é igualmente saboroso ser apresentado a filmes de terror juvenil que se passam em um universo tão familiar a essa faixa etária.
Baseado no livro homônimo de Grady Hendrix, o roteiro de Jenna Lamia adapta bem as páginas literárias para o formato audiovisual, dando bastante ênfase à construção da amizade das protagonistas e deixando como pano de fundo, para quem quiser ver, a metáfora da possessão da melhor amiga (que pode ser entendida justamente como o período de mudança nos adolescentes, que, de uma hora para a outra podem se afastar dos amigos, mudar de comportamento, perder interesse em coisas que gostavam muito e literalmente parecer ser outra pessoa, com se estivessem possuídos).
Damon Thomas optou por deixar o drama juvenil mais leve em seu filme, reforçando o contraste do terror com a comédia, ora ironizando os elementos/personagens que não entendem a possessão, ora mergulhando nas referências dos clássicos do gênero, como ‘O Exorcista’, de maneira tão empolgada que deixa bem evidente o quanto o foco do filme é divertir, não assustar. Em outras palavras, entretenimento puro, calculado exatamente com esse fim.
‘O Exorcismo da Minha Melhor Amiga’ é um divertido filme de terror juvenil, produzido na medida certa para a turma rir, zoar e sentir asco nas cenas principais, com um bocado de escatologia como principal recurso para compor as situações traumáticas dos personagens. Um filme que atende bem o seu público, já acostumado e desejoso por produções semelhantes ao sucesso ‘Stranger Things’.
Que tal ficar em casa assistindo aquele filminho de terror?! O CinePOP separou dez filmes do gênero em destaque no streaming doAmazon Prime Video para quem quiser levar bons sustos.
São várias as opções, que vão desde sucessos recentes à clássicos do gênero. Temos obras sobrenaturais, umas mais sanguinolentas e outras pra lá de psicológicas. Não deixe de conferir!
Aproveitando a seleção, participe através dos comentários! Qual seu filme de terror/suspense favorito?
Um dos maiores hits recentes do cinema de horror, Hereditáriofoi o primeiro longa do cultuado diretorAri Aster, também responsável por Midsommar: O Mal Não Espera a Noite. Estrelado por uma assustadora e maravilhosa Toni Collette, o filme conta a história de uma família que sofre uma perda importante e que, em meio ao luto, passa a ser atormentada por acontecimentos perturbadores. Trata-se de uma obra envolvente e impactantes, e que merecia mais atenção por parte da crítica e das premiações, principalmente no que diz respeito ao trabalho de Collette. O elenco conta ainda com boas participações de Alex Wolff, Gabriel Byrne e Milly Shapiro.
Um dos maiores clássicos do cinema de terror, O Bebê de Rosemary conta a história de um casal que se muda para um novo apartamento. Lá, passa a lidar com vizinhos com hábitos bem estranhos. A gravidez da mulher, Rosemary (vivida por uma ótima Mia Farrow), aumenta a sensação de incerteza e paranóia envolvendo a dinâmica no prédio e a relação entre o casal. Escrito e dirigido por Roman Polanski, o filme rendeu um Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante para Ruth Gordon. O cultuado ator e diretorJohn Cassavetes interpreta o marido de Rosemary. Um dos finais mais impactantes da sétima arte.
Orçado em aproximadamente US$ 500 mil, esta pequena produção independente foi verdadeiro fenômeno em 2004. Baseado em uma história real e com apenas 79 minutos de duração, Mar Aberto aposta no terror psicológico e na construção de um clima de tensão para contar a história de um casal que contrata o serviço de mergulhar numa região repleta de tubarões. Após um erro da equipe do barco, eles são deixados no meio do oceano. O que deveria ser umas férias tropicais se torna um verdadeiro pesadelo quando os tubarões passam a cercar a área em que o casal se encontra. Dirigido por Chris Kentis, o longa traz Blanchard Ryan e Daniel Travis nos papéis principais.
Muito antes de ficar conhecido pelos trabalhos na DC e por adaptações dos quadrinhos como 300, Watchmen e Batman vs Superman, Zack Snyder entregou um excepcional filme de zumbi. Trata-se de Madrugada dos Mortos, sua estreia em longas-metragens. A obra é uma releitura do clássico Despertar dos Mortos (1978), de George A. Romero, mas Snyder tratou de dar uma personalidade própria à mesma. A trama acompanha um grupo de estranhos que se refugia em um shopping center em meio a uma epidemia zumbi. É envolvente, divertido e assustador. É possível dizer que Madrugada dos Mortosajudou a devolver os zumbis ao mundo mainstream da cultura pop.
Um verdadeiro fenômeno. Orçado em R$ 60 mil, A Bruxa de Blairfaturou quase US$ 250 milhões nos cinemas mundiais. A equação entre custo/faturamento foi tão significativa que a produção foi parar no Guinness Book. Dirigido por Daniel Myrick e Eduardo Sanchez, o filme apresentou ao mundo do horror o formato do falso documentário, que se tornaria moda depois disso. A trama acompanha imagens de arquivo que mostram jovens cineastas visitando uma floresta remota para fazer um filme sobre a lenda da Bruxa de Blair. Aos poucos, o que seria um projeto de documentário se revela o relato de uma experiência sobrenatural. O longa é envolvente e impactante, e conta com algumas cenas memoráveis, que estão fixadas na cabeça dos cinéfilos.
Outro filme que busca a pegada do falso documentário é [REC], envolvente produção espanhola que custou aproximadamente US$ 1 milhão. Dirigido por Jaume Balagueró e Paco Plaza, o longa acompanha uma repórter e seu câmera que investigam um misterioso acontecimento em um prédio. Eles acabam ficando presos em uma quarentena, sem saber direito o que está acontecendo ali. Aos poucos, vamos nos deparando com ataques e ameaças misteriosas. O trama é bobinha, mas o formato da câmera na mão e de uma falsa reportagem dá todo um trunfo à produção. Os diretores também conseguem transformar a câmera em personagem, ao se utilizar de funções específicas da mesma no desenvolver da narrativa. Manuela Velascose destaca na pele da protagonista. O filme não só ganhou continuações, como também teve uma refilmagem americana, Quarentena.
O Chamadoé um dos mais marcantes filmes de terror do início dos anos 2000. Mas quem quiser saber de onde surgiu a ideia para o longa pode conferir Ring: O Chamado. Lançada quatro anos antes, a produção japonesa acompanha uma repórter e seu ex-marido, que investigam a lenda de um misterioso vídeo amaldiçoado, que mataria quem assistisse ao mesmo sete dias após o fato. Ícone do horror japonês, Hideo Nakata é o responsável pela direção do filme, que, além da refilmagem, também ganhou uma continuação em seu país de origem. Nanako Matsushima, Miki Nakatani e Yûko Takeuchi são os protagonistas da obra.
Algum fã de Stephen King na área? O gênio do horror é responsável pelo livro que inspirou Cujo. Embora seja um filme um pouco datado e tecnicamente pobre, é uma obra interessante para os fãs do horror. É a chance de navegar pela perturbadora mente de King e também se assustar com a história de um cachorro que fica possesso após ser mordido por um morcego, e que acaba colocando em risco a vida de toda uma família. As atuações são exageradas, há muito de gore, mas também temos cenas marcantes. E um clima de tensão que realmente é quase que permanente após a revelação do “problema” com o animal. Dee Wallace, Daniel Hugh Kelly e Danny Pintauro são os protagonistas do longa dirigido por Lewis Teague.
Madrugada dos Mortos está na nossa lista por resgatar (e renovar) o espírito da lenda do horror George A. Romero. Então, obviamente, não iríamos ignorar o filme do cineasta presente no Amazon Prime Video. Dia dos Mortos é mais um dos marcantes clássicos filmes de terror/zumbi realizados pelo diretor. Em um mundo infestado por uma epidemia de zumbis, um grupo de cientistas e militares sobrevive em um bunker subterrâneo na Flórida. A relação começa a ficar estremecida quando os cientistas decidem fazer experiências com os zumbis, o que incomoda os militares. O longa conta com cenas assustadoras e não economiza no sangue e no gore.
Muitos anos antes de conquistar o Oscar de Melhor Filme comA Forma da Água, o diretor e roteirista mexicanoGuillermo del Toro fez sua estreia em longas com o terror/suspense Cronos. Lançado em 1993, o filme quase acabou com a carreira de del Toro antes mesmo de começar, afinal foram muitas as dificuldades de produção e o orçamento foi ultrapassado várias vezes. O diretor teve que pegar empréstimos pessoais para concluir o projeto, contando com a ajuda do ator Ron Perlman, que aceitou um grande corte no salário e acabou se tornando um parceiro frequente do cineasta. A trama acompanha um negociante de antiguidades que se depara com um artefato misterioso chamado Cronos que estava desaparecido há 400 anos e que é capaz de oferecer a vida eterna, mas que desperta uma sede por sangue. A descoberta do objeto coloca o negociante na mira de um ambicioso magnata, que busca o poder para seguir vivo. Federico Luppi, Claudio Brook e Margarita Isabel completam o elenco principal.
O primeiro episódio da nova temporada de ‘Riverdale’ será uma homenagem ao recentemente falecido Luke Perry e trará inclusive a aparição de Shannen Doherty, que trabalhou com o ator na série ‘Barrados no Baile’.
A The CW divulgou a primeira imagem da atriz encarnando sua personagem.
Confira:
Vale lembrar que o próximo ciclo irá estrear no dia 9 de outubro.
Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.
A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.
O Festival GRLS! 2020 teve início ontem, 07 de março, como forma de trazer ainda mais visibilidade à incrível presença das mulheres nacionais e internacionais nas diversas áreas culturais do entretenimento – confirmando a presença de nada menos que oito shows nesse final de semana.
E, levando em conta o teor político promovido pela Tickets 4 Fun e pelos parceiros do evento, era de se esperar que nomes ativos dentro da militância feminina, negra e LGBTQ+ despontassem como headliners da produção: além de inúmeras palestras e talks realizados no auditório do Memorial da América Latina (marcados pelos rostos de Astrid Fontenelle, Alessandra Munduruku, Luana Xavier e os criadores da página Quebrando o Tabu), boa parte do local foi destinada às apresentações musicais.
Linn da Quebrada, ativista, cantora, compositora e atriz que ganhou fama em 2015, abriu o festival do modo mais potente e visceral possível, trazendo uma clareza necessária e realizando melódicos e ácidos discursos em prol da comunidade LGBTQ+ (destinando grande parte de suas letras às mulheres transsexuais e às travestis). Em meio a conjuntos provocativos e a um background expositório, Linn definitivamente deu as cartas do jogo, guiando-se pelo mote “um salve a todas as travestis presentes” em uma das primeiras tracks.
Mais do que isso, a artista trouxe uma sonoridade impecável e uma rendição espetacular, fazendo questão de honrar a cultura africana com ressonantes batuques atrelados, rasgando aplausos pelo que representa às minorias sociais. Os conhecidos instrumentais também foram compostos com sintetizadores e guitarras pontuais, pavimentando o caminho para Gaby Amarantos.
Amarantos teve o grande trabalho de lidar com uma plateia fria – mas sua borbulhante personalidade deu conta do recado ao lado do incrível grupo de dança conhecido como Turmalinas Negras e uma banda formada apenas de mulheres. Iniciando sua porção do evento com alguns de seus sucessos (incluindo “Cachaça de Jambu” e “Ex My Love”, sempre exultando a cultura do Norte do país), ela superou a si mesma ao desconstruir letras de clássicos funks, além de trazer versões originais de divas nacionais.
Pabllo Vittar, Elis Regina e Margareth Menezes foram alguns dos nomes que ganharam vida na potente e rouca voz da artista, bem como uma breve sample de “Run the World (Girls”, de Beyoncé. Com figurinos coloridos e cheios de vida, Amarantos definitivamente se valeu de atuações irretocáveis, críticas duras ao patriarcado e à condição da mulher numa retrógrada sociedade – além de mesclar rock, brega-funk, MPB, soft-pop e tantos outros estilos em pouco mais de sessenta minutos.
Substituindo Tierra Whack, Ludmilla foi confirmada de última hora no Festival, mas não falhou em mostrar que veio para animar a plateia. Aumentando consideravelmente o número de pessoas nas duas pistas do Memorial, a funkeira iniciou o show com famosas músicas – não deixando de fora a polêmica “Verdinha”, é claro -, além de ter ovacionado os fãs por cuidarem uns dos outros.
A cantora acrescentou uma camada a mais ao evento, com performances bastante sensuais e repletas de vocais incríveis – aproveitando o espaço para render-se à balada “Halo” com um toque brasileiro e para apresentar a dançante “Pulando na Pipoca”, parceria com Ivete Sangalo.
Henry Page, de 17 anos, nunca esteve apaixonado. Ele se imagina um romântico, mas o tipo de amor pelo qual ele está esperando ainda não aconteceu. Em vez disso, ele tem sido feliz em concentrar toda a sua atenção em finalmente se tornar o editor de jornal do ensino médio. Então, no primeiro dia do último ano, ele conhece Grace Town, e sabe que tudo está prestes a mudar.
Taylor Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 10 estatuetas do Grammy para sua coleção, incluindo dois Álbuns do Ano por ‘Fearless’ e por ‘1989’. Na próxima edição da premiação, ela concorre em diversas categorias com ‘Folklore’, incluindo Álbum do Ano, Música do Ano e Gravação do Ano.
A minissérie de suspense ‘O Inocente’ já está disponível na Netflix.
A produção foi lançada hoje, 30 de abril, no catálogo da plataforma de streaming.
Uma morte acidental lança um homem em uma espiral de intrigas e assassinato. Ele encontra o amor e recupera a liberdade, mas um telefonema traz de volta o seu passado.
A produção é baseada no best-seller homônimo de Harlan Coben.
Os novos episódios foram lançados hoje, 24 de setembro, na plataforma de streaming.
Os vindouros episódios trarão Leroy Siyafa como Sam, novo interesse romântico que causará caos no Colégio Parkhurst; Katishcka Chanderlal e Alzavia Abrahams, que darão vida a Paulina e Zayd, respectivamente; e Greteli Fincham como Reece, que terá mais tempo de cena na próxima iteração.
O drama gira em torno de uma adolescente em busca do passado secreto de sua família, enquanto lida com a realidade complicada do ensino médio na África do Sul.
A primeira temporada conta com seis episódios e já está disponível na plataforma de streaming.
James dará vida a Cameron Babcock, marido de Fahy, que interpreta Daphne. Sharpe, por sua vez, será Ethan Spiller, jovem esposo de Harper (Aubrey Plaza). E, por fim, Woodall será um ator convidado e irá interpretar Jack, um magnético hóspede no centro de cura da Sicília (onde a narrativa será ambientada).
O próximo ciclo ainda não tem data de estreia confirmada.
A narrativa é centrada nos hóspedes e nos funcionários do The White Lotus, um hotel-resort localizado em um paraíso idílico. À medida que as férias vão se desenrolando, entretanto, situações obscuras surgem entre os personagens e dentro do próprio hotel.
O filme de ação medieval ‘A Princesa‘, estrelado por Joey King (‘A Barraca do Beijo’), chega em breve ao catálogo do Star+, e parece que a produção vem dividindo a crítica internacional.
No Rotten Tomatoes, o longa amargou 54% de aprovação, com nota 5.10/10 baseada em 48 reviews. Segundo o consenso, “King é uma estrela de ação bastante crível, mas merece um reino melhor que este, que é arrastado por um roteiro obtuso e uma produção fraca”.
Confira os principais comentários:
“‘A Princesa’ é uma aventura de ação feminista em que a personagem principal sai de sua dormência para lutar contra o patriarcado. Não poderia ser mais atual – e é uma bela diversão, também” – Los Angeles Times.
“[O filme] parece uma encarnação jovem-adulta da CW de vários outros filmes melhores que já vimos” – Ready Steady Cut.
“Um filme de empoderamento feminino escondido sob um festival de sangue medieval, ‘A Princesa’ é divertido, e nada mais” – Mama’s Geeky.
“‘A Princesa’ é uma mudança de ritmo que vem a partir de uma recente tendência de colocar princesas erguendo uma espada e lutando por sua terra e sua família” – Screen Rant.
O longa será lançado na plataforma no dia 22 de julho.
Descrita como uma mistura de ‘Rapunzel’ e ‘The Raid’, o longa acompanha uma jovem princesa (King) que se sente muito mais confortável com uma espada do que com uma coroa – e cabe a ela salvar o reino de mercenários impiedosos.
Lembrando que tanto a Irmã Sage quanto a Firecracker são criações exclusivas da adaptação. E, embora não haja detalhes sobre elas, o criador Eric Kripke já disse que elas são algumas das adições mais loucas que da série.
Além disso, Cameron Crovetti, que interpreta o filho do Capitão Pátria, foi promovido ao elenco regular do próximo ciclo. O ator havia aparecido em caráter recorrente nas temporadas anteriores, mas faz sentido seu personagem ter mais destaque no quarto ano – considerando o cliffhanger envolvendo o Ryan no último episódio da terceira temporada.
A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.
A CW divulgou a prévia oficial de “The Dress”, nono episódio da 3ª temporada de ‘Superman & Lois‘.
Na trama, “Superman e John Henry entram em conflito sobre como enfrentar Bruno Mannheim, enquanto Lois se preocupa com os iminentes tratamentos e fala sobre o relacionamento dela para Lana. Enquanto isso, Jonathan, Jordan e Sarah trabalham juntos para ajudar Natalie a lidar com seu encontro com a família de Matteo”.
O capítulo vai ao ar no dia 16 de maio.
Confira:
Criada por Greg Berlanti e Todd Helbing, a série faz parte do Arrowverse, que atualmente inclui ‘The Flash‘, ‘Supergirl‘, ‘Legends of Tomorrow‘, ‘Raio Negro‘ e ‘Batwoman‘.
Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.
Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.
Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.
O elenco ainda conta com Michael Bishop, Emmanuelle Chriqui, Inde Navarrette, Erik Valdez, Alexander Garfin e Dylan Walsh.
Agora, através de seu Twitter oficial, Flanagan comentou sobre um dos episódios mais chocantes do show – o quarto capítulo, inspirado no conto ‘O Gato Preto’, de Edgar Allan Poe, e que acompanha a trágica morte de Napoleon Usher (Rahul Kohli), um dos filhos bastardos do magnata Roderick (Bruce Greenwood), que é atormentado por um felino até encontrar sua ruína.
Na postagem em questão, o realizador explicou de que forma abordou a história de Poe, dizendo: “OK, ‘O Gato Preto’ foi escrito por Edgar Allan Poe. Em sua versão, um gato é morto. Na minha versão, a morte do gato é revelada como uma alucinação. Na minha versão, o gato estão vivo e bem. Então, quem odeia gatos?”.
Okay. So… “The Black Cat” was written by Edgar Allan Poe. In HIS version, a cat is killed. In MY version, the cat is…
(spoilers)
… in MY version, the killing of the cat is revealed to be a hallucination. In MY version, the cat is alive and well. So who hates cats? 🙂 https://t.co/3EyukDXiYB
A produção conquistou nada menos que 90% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Confira as análises:
“Mesmo que assuma uma previsibilidade semelhante a de um slasher, empurrando os personagens para mortes inventivas, um por um, ‘A Queda da Casa de Usher’ também se torna mais sombria à medida que avança e enfrenta as ofensas do mundo real espelhadas na história.” – TV Guide.
“Embora a minissérie deMike Flanagan tenha recebido muitos elogios, “O que Edgar Allen Poe teria pensado da família Sackler?” prova ser um arremesso substancial, elevado por um elenco que nunca esteve melhor.” – Consequence.
“‘A Queda da Casa de Usher’ é uma fatia ferozmente divertida do gênero televisivo que você não deve perder.” – Guy at the Movies.
‘”Um elegante redemoinho de opulência, ganância, sangue e horror com vibes góticas, ‘A Queda da Casa de Usher‘ é a melhor criação de Flanagan até agora.” – TNM.
“Uma jornada intensa e cheia de suspense pela história de uma família realmente confusa e com muitos segredos de família. Não economiza sangue e sangue coagulado, o que é uma coisa muito boa.” – Mama’s Geeky.
“Flanagan criou uma família Usher tão atraente quanto as lendas da TV ‘The Ewings’ ou ‘The Sopranos’. Alguns são tão desagradáveis que sua punição é deliciosa, mas muitos também são simpáticos.” – United Press International.
Apesar de detalhes sobre a narrativa não terem sido revelados, o conto titular foi publicado originalmente em 1893 e analisa temas como loucura, família, isolação e identidades metafísicas. A história acompanha um narrador sem nome que viaja para a Casa de Usher em um “dia sombrio, sem som e monótono”. A casa, pertencente a um amigo de infância chamado Roderick Usher, é misteriosa e arrepiante – e o narrador percebe que a casa absorveu um mal inenarrável e uma atmosfera doentia de tudo o que a cerca.
Henry Thomas, T’Nia Miller, Kyleigh Curran, Samantha Sloyan, Rahul Kohli, Sauriyan Sapkota, Zach Gilford, Michael Trucco, Paola Núñez,Katie Parker, Malcolm Goodwin, Crystal Balint, Aya Furukawa, Daniel Jun, Matt Biedel, Ruth Codd, Annabeth Gish, Robert Longstreet, Kate Siegel, Willa Fitzgerald e Bruce Greenwood completam o elenco.
Flanagan também entra como produtor executivo ao lado de Trevor Macy, Emmy Grinwis e Michael Fimognari. Ele também dirige quatro episódios da série, enquanto Fimognari fica responsável pelos outros quatro.
A Warner Bros. Pictures divulgou um teaser inédito de ‘Evidências do Amor‘, uma história emocionante sobre os encontros e desencontros de um casal que tem como trilha sonora uma das músicas mais icônicas do cenário musical brasileiro: “Evidências”, de Chitãozinho & Xororó.
Estrelado por Fabio Porchat eSandy, o filme chega aos cinemas nacionais dia 22 de Fevereiro de 2024.
Confira:
Atenção para o aviso!!! ️️
Faltam só 2 dias pra estreia de #EvidênciasDoAmor, a comédia romântica que vai te deixar apaixonado.❤️
O filme é dirigido pelo também autor do enredo, o cineasta Pedro Antônio Paes (Tô Ryca! (2016), Um Tio Quase Perfeito (2017) e Altas Expectativas (2017)), prometendo entregar aos espectadores uma comédia romântica autêntica, hilária e conectada à realidade de milhares de brasileiros.
“Hoje em dia, encontrar uma ideia boa e original é um enorme desafio. Mas, quando a sinopse de “Evidências do Amor” chegou na Warner Bros., nós acreditamos de cara no potencial do projeto. Afinal, quem nunca quis consertar os erros do passado e ter uma segunda chance no amor?”, afirma Claudia Cortez, Head de Produções Locais da divisão de cinema da Warner Bros. no Brasil. “Com Sandy, Porchat e a música “Evidências”, Pedro Antônio conseguiu criar um filme que comove e ao mesmo tempo diverte. Tenho certeza de que as pessoas vão se conectar com a história. Todos vão sair do cinema cantando e ansiosos para disputar o microfone no próximo karaokê.”
Sempre muito divertido e irreverente, Fabio Porchat comenta sobre o longa. “Às vezes, Saturno se alinha com Mercúrio, colocando na nossa frente um projeto inspirado na música mais incrível do Brasil. E, dentro dessa oportunidade, você tem a chance de ser o par romântico da filha de um dos principais intérpretes da canção, sendo ela simplesmente a Sandy. Então, esse projeto é uma união de forças que tem tudo para dar certo, é a cara do cinema, para todos conferirem nas telonas.”
“Quando recebi o convite para o filme, explicando a sinopse, adorei de cara! Tava morrendo de saudade de atuar e me empolguei com a possibilidade, mesmo sabendo que teria uma agenda intensa para administrar, com meus shows, lançamento de DVD e tudo que envolve meus projetos na música”, afirma Sandy. “Me sinto super feliz, envolvida e a cada dia mais encantada com as trocas que estou tendo com o elenco, direção e todos do filme. Estou muito empolgada que vamos começar a rodar agora e quero me divertir muito com este novo desafio!”
‘Evidências do Amor‘ narra a história de um casal, Marco Antônio e Laura, que se apaixonam após cantarem juntos a música “Evidências” em um karaokê. Porém, a dupla passa por uma reviravolta, o relacionamento chega ao fim e tudo piora quando, 1 ano após o término, Marco Antônio percebe que sempre volta às duras discussões do passado toda vez que ouve a famigerada música que os uniu. Desesperado, ele parte em uma grande aventura para se livrar dessa maldição que a canção traz para sua vida.
‘The King of Kings’ (O Rei dos Reis, em tradução livre), animação na qual Oscar Isaac dá voz a Jesus Cristo, acaba de ganhar seu segundo trailer oficial.
O longa-metragem, vagamente inspirado em “A Vida de Nosso Senhor”, um conto pouco conhecido de Charles Dickens, retrata a vida de Jesus, seus desafios e tribulações, e seus relacionamentos com amigos e inimigos.
A trama acompanha Charles e Walter Dickens, dublados por Branagh e Davis, respectivamente. Pai e filho embarcam em uma jornada épica enquanto o pai envolve a imaginação do filho com a fascinante história de Jesus.
A HBO segue a todo vapor com a aguardada e ambiciosa série ‘Harry Potter’, baseada na popular saga de fantasia homônima assinada por J.K. Rowling – e mais detalhes sobre a produção foram revelados.
Segundo o site Redanian Intelligence, a emissora já escalou o ator que viverá o mortal Lorde Voldemort, antagonista principal da narrativa e arqui-inimigo de Harry. Porém, “a HBO não tem planos de anunciar sua escalação e quer mantê-lo em segredo até a temporada estrear. Se eles terão sucesso ou não, ainda não se sabe. Afinal, esta será a informação mais procurada sobre esta série”.
Vale lembrar que na franquia cinematográfica, Voldemort foi interpretado por Ralph Fiennes.
Dominic McLaughlin interpreta o protagonista titular.
Alastair Stout e Arabella Stanton co-estrelam a produção como Rony Weasley e Hermione Granger, respectivamente.
A Netflix divulgou um misterioso cartaz da 4ª temporada de ‘Lupin’, aclamada série de mistério estrelada por Omar Sy (‘Jurassic World’).
Ainda sem um dia específico confirmado, sabe-se que a próxima iteração chega à plataforma de streaming no outono norte-americano de 2026, isto é, entre os meses de setembro e novembro do ano que vem.
Vale lembrar que as gravações dos novos episódios já foram finalizadas.
Lembrando que as três primeiras iterações já estão disponíveis na plataforma de streaming.
A série é inspirada nos romances escritos por Maurice LeBlanc e traz Omar Sy como o primeiro ator negro a encarnar uma versão do icônico Lupin, aqui contemporaneizado na roupagem de Assane Diop.
Na adolescência, Assane Diop enfrentou a morte do pai, que foi acusado de um crime que não cometeu. Depois de 25 anos, como forma de vingança, ele passa a agir sob a alcunha de “Arsène Lupin, o Ladrão de Casaca”.
Segundo o Deadline, as filmagens de ‘The Peasant’, épico de vingança medieval dirigido por Dev Patel (‘Fúria Primitiva’), foram oficialmente encerradas.
O projeto marca o primeiro do selo A24 a ser rodado na Índia.
O longa, cuja aquisição é estimada em cerca de US$ 30 milhões, marca mais uma parceria entre Patel e a A24, que anteriormente colaboraram em ‘A Lenda do Cavaleiro Verde‘, de David Lowery.
Descrito como uma mistura de ‘CoraçãoValente‘, ‘JohnWick‘ e lendas arturianas, ‘The Peasant‘ se passa na Índia feudal do século XIV e acompanha um pastor que, após ver sua comunidade destruída por cavaleiros mercenários, inicia uma jornada brutal de vingança — revelando segredos e habilidades muito além do que aparenta.
Com base em um roteiro presente na prestigiada Black List de 2023, o projeto foi desenvolvido pela Fifth Season em colaboração com o roteirista Will Dunn (‘Ms.Marvel‘).
A produção é realizada pela Thunder Road Films — a mesma por trás da franquia ‘JohnWick‘ — e há expectativa de que o filme possa dar origem a uma nova saga de ação.
Além de dirigir, Patel estrela e assume a cadeira de produtor, por meio do banner Minor Realm. A iniciativa marca a continuação de sua colaboração com a Thunder Road, estúdio que também apoiou ‘Fúria Primitiva‘ seu aclamado debut na direção, lançado no ano passado pela Universal.
A Netflix anunciou na manhã de hoje que a última temporada de ‘Lucifer‘ foi estendida e em vez de apenas 10 episódios, terá 16.
A notícia foi divulgada através do Twitter da Netflix.
Confira:
#Lucifer Season 5 just got a HELL of a lot better — and bigger! We’ve added six more hours, for a grand total of 16 episodes! pic.twitter.com/HILzaacpsb
“A quinta temporada de ‘Lucifer‘ acaba de ficar muito melhor – e maior! Adicionamos mais seis horas para um total de 16 episódios!”
Para a alegria dos fãs, apesar de ser a última temporada, ‘Lucifer‘ ainda tem um pouco mais de história para contar.
Recentemente, os fãs criaram um abaixo-assinado para a renovação do programa e a petição já passou das 70.000 assinaturas no Change.org, chamando a atenção de Ildy Modrovich, que publicou no Twitter seus sentimentos em relação ao pedidos dos fãs.
Sorry I’ve been quiet on this issue. Truth is, it’s cuz I’m torn. So much of me could do #Lucifer forever. But I’m also immensely grateful YOU & @netflix gave us the chance to continue our story together. And I know S5 is going to be a love letter to our #Lucifans so… 🥰❤️😈 https://t.co/8SHeLOqYMy
“Desculpe, eu mantive silêncio sobre esse assunto. A verdade é que eu estou devastada. Por mim, eu faria ‘Lucifer‘ para sempre. Mas também sou imensamente grata a vocês e a Netflix por nos darem a chance de continuar nossa história juntos. E eu sei que 5ª temporada será uma carta de amor para os nossos #Lucifans!”
Criada por Tom Kapinos, a série gira em torno de Lucifer Morningstar, entediado e infeliz como o Senhor do Inferno. Ele renuncia seu trono e abandona seu reinado para tirar férias em Los Angeles, onde dá início a uma casa noturna com a ajuda de sua aliada demoníaca chamada Mazikeen. Depois que uma celebridade a quem Lucifer ajudou a alcançar a fama é assassinada, ele se envolve com a polícia de Los Angeles, onde começa a ajudar a Detetive Chloe Decker a resolver casos de homicídio e encontrar os responsáveis para que possa “puni-los”.
Depois de anunciar o desenvolvimento de um documentário que irá explorar os bastidores de ‘O Mandaloriano‘, a Disney+ divulgou um pôster e o primeiro trailer da produção.
Intitulado ‘Galerias da Disney: O Mandaloriano‘, o documentário foi produzido para comemorar o sucesso da primeira série live action baseada na saga ‘Star Wars’.
Confira:
O documentário terá oito episódios contando com a presença do criador Jon Favreau, que irá se reunir com o elenco para discutirem como a série conquistou os fãs através de seus principais elementos.
Cada episódio será focado em um tema, como o processo de filmagem, o legado de George Lucas, construção dos personagens, a tecnologia inovadora da série, a arte por trás dos efeitos práticos, as criaturas alienígenas, influências criativas e as conexões com os personagens e acessórios que transformaram a saga em um ícone da cultura pop.
“Uma perfeita oportunidade para os fãs da série darem uma olhada nos bastidores e conhecerem uma perspectiva diferente. Os episódios vão esclarecer como ‘O Mandaloriano‘ surgiu através da união de colaboradores incrivelmente talentosos. Tivemos uma experiência animadora com a 1ª temporada e estamos ansiosos para compartilhar com o público.”
A estreia está agendada para 04 de maio, quando os fãs comemoram o dia mundial de ‘Star Wars‘.
Lembrando que ‘O Mandaloriano’ continua disponível no catálogo daDisney+.
A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
De acordo com o Redanian Intelligence, Henry Cavill já retornou aos bastidores da 2ª temporada de ‘The Witcher’ depois que sofreu uma lesão na perna em dezembro do ano passado.
Cavill estava gravando uma cena pendurado por cabos de aço a uma altura de seis metros e pousou de mal jeito quando chegou ao chão, sofrendo uma torção na coxa e na panturrilha de uma das pernas.
Agora o astro deve concluir as cenas envolvendo sua reunião com outros bruxos do clã de Kaher Mohen.
Por conta do pequeno atraso, a produção será estendida em mais um mês e duas semanas, e as gravações devem ser encerradas no final de março em vez de fevereiro, como estava previsto.
Não foram revelados detalhes sobre a data de estreia da 2ª temporada, mas considerando as diversas pausas nos bastidores, tudo indica que o lançamento deve ser agendado para depois do segundo semestre de 2021.
Enquanto isso, vale lembrar que todos os episódios da 1ª temporada já estão disponíveis na Netflix.
Assista ao trailer:
Criada por Lauren Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.
Geralt de Rivia (Henry Cavill), um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.
O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.
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