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Diretores de ‘Abigail’ rasgam ELOGIOS a Melissa Barrera e querem continuar trabalhando com a atriz: “Ela é INCRÍVEL”

Em uma recente entrevista ao CBR, os diretores Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett voltaram a celebrar mais um filme em parceria com a icônica Melissa Barrera.

Após terem trabalhado juntos em ‘Pânico’ (2022) e ‘Pânico VII’, a dupla de cineastas retomou trabalho com Barrera no recém-estreado ‘Abigail’, que é inspirado no clássico ‘A Filha do Drácula’.

Durante a conversa, Bettinelli-Olpin e Gillett rasgaram elogios para a atriz e disseram que têm planos de colaborar com ela em mais projetos.

“Ela é uma amiga muito próxima nossa, e fazer três filmes com ela foi incrível”, disse Bettinelli-Olpin. “Fazer esse filme com ela pareceu um avanço para nós três. Começamos sabendo que isso não é ‘Pânico’ e como poderíamos entrar nisso, coletivamente, para ter certeza de que a personagem dela não fosse algo adjacente à [franquia slasher]. Nós nos divertimos muito trabalhando com ela. Crescemos juntos e esperamos continuar assim”.

Gillett acrescentou: “ela continua a nos surpreender”.

Por fim, Bettinelli-Olpin comentou: “ela é incrível. Ela realmente arrasou”.

Confira nossa entrevista com Barrera (Joey) e Alisha Weir (Abigail) e siga o CinePOP no Youtube:

Abigail‘ já está em exibição nos cinemas. Na trama, uma quadrilha sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.

Da Radio Silence – a equipe de direção de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett por trás dos terríveis sucessos de terror moderno ‘Casamento Sangrento‘ e ‘Pânico‘  – vem uma nova visão ousada e sedenta de sangue do filme de vampiros, escrita por Stephen Shields (‘The Hole in the Ground’) e Guy Busick (‘Pânico’).

A Universal afirma que o projeto se encaixa no mesmo estilo de filmes como ‘O Homem Invisível‘, de Leigh Whannell, e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, filmes que oferecem “uma abordagem única para a lenda dos monstros lendários e representam uma direção nova e fresca para celebrar esses personagens clássicos”.

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Crítica | Grandes Hits – Emocionante Romance Dramático da StarPlus Lembra ‘Evidências do Amor’

Dizem que nós não ficamos com o grande amor de nossas vidas, mas que sim eles vivem para sempre em nossa memória, daquilo que poderíamos ter vivido juntos, mas não vivemos. Essa ideia permanece adormecida em nossas mentes e vem à tona quando alguma lembrança nos transporta para aquele período bom. É um mote que já foi bastante abordado em diversas produções audiovisuais, e chegou também recentemente no formato do dramaGrandes Hits’, longa lançado há pouco tempo na plataforma da Starplus.

Grandes Hits

Harriet (Lucy Boynton) está completamente infeliz. Às vésperas de completar dois anos sem seu namorado, ela não faz nenhum esforço para abrir mão das lembranças e seguir em frente com sua vida: ao contrário, desde que sofrera o acidente que matara Max (David Corenswet), ela passara uma semana em coma e, por conta disso, adquirira uma espécie de habilidade em que consegue viajar no tempo – mais precisamente, para o passado – e ir para alguma memória compartilhada com Max. Tudo isso acontece a partir do gatilho de ouvir uma música que estivesse tocando no momento em que a lembrança ocorrera. Assim Harriet vai passando seus dias, ouvindo músicas para voltar a ficar com o amor de sua vida, enquanto procura uma única música específica, que ouviram momentos antes do acidente e que ela acredita ser possível para mudar o futuro dos dois.

Fica difícil conseguir fazer uma boa crítica de ‘Grandes Hits sem dar um grande spoiler do filme – razão pela qual deixamos passar alguns dias. Dado o aviso, o principal problema da produção é ter um roteiro que caminha o tempo todo numa trajetória para, depois, jogar tudo fora e ir por outro caminho. Em outras palavras, o roteiro de Ned Benson passa o tempo todo batendo na tecla de que Harriet ama tanto o seu falecido ex, que não consegue viver o presente e todos os dias volta ao passado só para estar com ele de novo. Ficamos mais de uma hora nisso, dos 94 minutos de duração. Então, a partir da entrada de um novo personagem, David (Justin H. Min), o roteiro joga toda essa uma hora de percorrer para fazer a protagonista lutar pelo novo personagem. Quer dizer, qual o propósito aqui, afinal de contas?

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Mesmo assim, Ned Benson, que também dirigiu o longa, consegue criar lindas cenas de romance do cotidiano, dando ênfase na pós-produção com efeitos toda vez que a protagonista volta ao passado (aquele mesmo efeito de girar a câmera que vemos em ‘Evidências do Amor’). Aliás, muitas evidências lembram a construção do filme brasileiro, pois ambos se engatilham a partir da música, embora o filme da Sandy seja melhor.

Grandes Hits’ tem cenas que provocam a reflexão e emocionam, mas promete uma coisa e entrega outra. Diante da frustração, fica difícil se conectar com as emoções da protagonista, uma vez que ela mesma não sabe o que quer. É um filme interessante, numa vibe meio ‘Loki’ com ‘500 Dias Com Ela’, pois nos faz pensar em valorizar cada momento com o grande amor de nossas vidas, pois nunca sabemos quando poderá ser o último.

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‘Priscilla, a Rainha do Deserto 2’ é CONFIRMADO e trará diretor e elenco do filme original

Em uma recente entrevista, o diretor Stephan Elliott confirmou que o clássico Priscilla, a Rainha do Deserto irá ganhar uma sequência (via ComicBook.com).

As boas novas foram reveladas nesta última sexta-feira (19).

Elliott também confirmou que retornará à cadeira de direção trinta anos depois de ficar responsável pelo longa-metragem original – e que os astros Terence StampGuy PearceHugo Weaving irão reprisar seus respectivos papéis na continuação.

Com poucas informações reveladas, sabe-se que Elliott está em busca de um parceiro para a sequência e que a trama deve acompanhar uma versão adulta de Benji, filho do personagem de Pearce no primeiro filme.

“Não estou me repetindo, vamos começar [a gravar] o novo filme na Austrália. Mas, por Deus, estamos em uma jornada louca”, Elliott comentou. “O elenco original está a bordo, já tenho um roteiro de que todos gostaram, estamos ainda trabalhando nos contratos. […] Está acontecendo”.

Na trama original, dois artistas drag e uma mulher transgênero viajam através do deserto para apresentarem seu estilo único de cabaré.

Além de conquistar 94% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadar quase US$30 milhões ao redor do mundo, o filme carrega um considerável legado ao ter trazido temáticas LGBTQIA+ ao cenário mainstream – e se consagrou como um clássico cult com o passar dos anos.

CinePOP Priscilla

 

‘Madame Teia’ ultrapassa US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais

Apesar de sua passagem morna pelas telonas, a adaptação de ‘Mamame Teia‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 100 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa estrelado pela Dakota Johnson deve encerrar suas passagem pelos cinemas com a menor arrecadação do universo aracnídeo. Para termos de comparação, ‘Morbius‘, considerado um dos maiores fracassos de 2022,havia arrecadado US$ 167.4 milhões mundialmente.

Outros fracassos recentes do gênero também incluem ‘The Flash‘ (US$271.3M), ‘As Marvels‘ (US$206.1M), ‘Shazam! Fúria dos Deuses‘ (US$ 134M) e ‘Besouro Azul‘ (US$130.7M).

Nos EUA, ‘Madame Teia‘ arrecadou US$ 43.8 milhões. No mercado internacional, foram US$ 56.4 milhões – totalizando US$ 100.2 milhões mundialmente.

Além de decepcionar nas bilheterias, o longa também foi massacrado pelos críticos, conquistando apenas 12% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Madame Teia – Dakota Johnson em aventura Sessão da Tarde que parece saída dos anos 90

Na trama, Johnson interpreta Cassandra Webb, uma paramédica que começa a ter visões do futuro, tecendo teias que ligam o destino de diversos personagens.

Madame Teia destaca Dakota Johnson como a heroína principal, ao lado de Julia Carpenter (Sydney Sweeney), Anya Corazon (Isabela Merced) e Mattie Franklin (Celeste O’Connor).

Enquanto isso, em outro universo… Madame Teia conta a história do filme solo da história de origem de uma das heroínas mais enigmáticas da Marvel. O thriller estrela Dakota Johnson como Cassandra Webb, uma paramédica em Manhattan que pode ter habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos… se elas conseguirem sobreviver ao presente ameaçador.

O elenco é formado por Isabela MercedSydney SweeneyCeleste O’Connor, Emma RobertsTahar RahimMike EppsAdam Scott Zosia Mamet.

S.J. Clarkson dirige, enquanto Burk SharplessMatt Sazama assinam o roteiro.

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‘Venom 3’ tem data de estreia ALTERADA por conta das eleições nos EUA

Venom: A Última Dança‘ (Venom: The Last Dance) teve sua data de estreia alterada nos EUA por causa da votação para eleição do novo presidente, que acontece dia 5 de Novembro.

A sequência estava programada para 8 de novembro, mas a Sony recentemente adiantou seu lançamento para 25 de outubro.  

“Será um momento tranquilo em termos de lançamento de novo material. Você será abafado pelo barulho e as pessoas não prestarão atenção. Qualquer coisa que abra a semana da eleição, boa sorte. Será difícil ser bem sucedido.”, afirma o executivo do estúdio. 

Em novembro do ano passado, o astro da franquia Tom Hardy já havia usado “The Last Dance” em uma de suas legendas nas redes sociais sobre a produção do filme.

Recentemente, ele também compartilhou uma nova foto dos bastidores sugerindo uma possível conexão do filme comHomem-Aranha: Sem Volta Para Casa’.

Nas imagens divulgadas por Tom Hardy, o ator é visto no set de filmagem ao lado da diretora Kelly Marcel, do CEO da Sony, Tom Rothman, e do Presidente da Sony Pictures, Sanford Panitch.

Embora à primeira vista pareça uma cena simples, os fãs notaram um detalhe marcante: o ator está vestido exatamente como na cena pós-créditos deHomem-Aranha: Sem Volta Para Casa’, levantando especulações sobre uma possível conexão entre os dois filmes.

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Tom Hardy retorna para o novo filme, que ainda contará com Chiwetel Ejiofor (‘Doutor Estranho’) e Juno Temple (‘Ted Lasso’).

Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção.

Venom 3‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de novembro. A trama de Venom 3’ ainda não foi divulgada, mas os fãs especulam que o filme explorará as viagens multiversais de Eddie, considerando as cenas pós-créditos de Venom: Tempo de Carnificina’ eHomem-Aranha: Sem Volta para Casa’.

Rumores também tem surgido na internet sobre a participação do astro Andrew Garfield como Peter Parker/Homem-Aranha.

Confira nossa crítica sobre Venom: Tempo de Carnificina’ em vídeo:

‘Duna: Parte 2’ já arrecadou quase US$ 700 milhões mundialmente

Sucesso! A aclamada sequência ‘Duna: Parte 2‘, que conquistou impressionantes 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, já arrecadou quase US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa dirigido por Denis Villeneuve (‘A Chegada’) segue como a maior arrecadação global e doméstica do ano. O TOP 3 ainda conta com ‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ (US$485.4M) e ‘Kung Fu Panda 4‘ (US$480.3M).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 276.5 milhões. No mercado internacional, foram US$ 419.2 milhões – totalizando sólidos US$ 695.7 milhões mundialmente.

Vale destacar que ‘Duna 2‘ também já soma em torno de US$ 140 milhões em IMAX globalmente – tornando-se a sétima maior arrecadação da história do formato.

Para termos de comparação, a continuação levou menos de três semanas para ultrapassar a arrecadação total do primeiro filme – que somou US$ 433.9 milhões mundialmente, em 2021.

Confira nossa crítica em vídeo:

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‘Tarde da Noite com o Diabo’ se torna o terror mais ACLAMADO de 2024 no Rotten Tomatoes

O novo filme de terror ‘Tarde da Noite com o Diabo’ (Late Night With the Devil) tornou-se o mais aclamado do gênero deste ano no Rotten Tomatoes, com uma aprovação de 97% pelos críticos.

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O longa estreou no Rotten Tomatoes com 100% de aprovação em 38 críticas, e embora tenha tido uma pequena queda após sua divulgação inicial, manteve uma excelente aprovação de 97%, baseada em 117 críticas.

Quanto ao público, o filme acumula uma ótima aprovação de 83% com mais de 100 comentários. Vale ressaltar que recentemente o filme conquistou US$ 666 mil nas bilheterias dos EUA. A produção encerrou o primeiro final de semana com sólidos US$ 2.8 milhões arrecadados no país.

Separamos nossa crítica em vídeo e os trechos das principais críticas:

“A mistura inesperada entre o tom bobo de um programa de televisão vintage e uma possessão demoníaca estilo ‘O Exorcista’ diferencia o filme das outras produções do gênero.” (Variety)

“‘Late Night with the Devil’ consegue explorar diversas ideias divertidas através de sua premissa e sua história funciona muito bem como uma metáfora sobre o preço do sucesso.” (Austin Chronicle)

“Uma visão brilhante para um mockumentário, que consegue explorar todo o seu potencial sem pular instantaneamente para o terror.” (Inverse)

“Este filme tem todos os ingredientes para ser um dos melhores filmes de terror do ano, dando aos diretores Colin Cairnes e Cameron Cairnes o destaque que eles há tanto merecem.” (AWJF.com)

David Dastmalchian está excelente. Ele consegue dominar o filme ao encontrar o equilíbrio certo entre bajulador e carismático que dominou a cultura dos anos 70.” (RogerEbert.com)

“Demoniacamente divertido.” (ScreenHub)

“‘Late Night with the Devil’ não é apenas um excelente filme de terror que traz o caos no desfecho de sua narrativa, mas também consegue capturar de forma bem-sucedida a experiência de acompanhar esse caos acontecendo na televisão em tempo real.” (The Gate)

TARDE DA NOITE COM O DIABO‘ se passa nos anos 1970 e traz Jack Delroy (David Dastmalchian), que apresentava um programa de variedades e talk show chamado “Night Owls with Jack Delroy“. Durante um episódio ao vivo da sexta temporada do programa, transmitido no Dia das Bruxas de 1977, o caos se instaura quando Delroy entrevista June Ross-Mitchell (Laura Gordon), uma parapsicóloga, e Lilly D’Abo (Ingrid Torelli), uma adolescente que foi a única sobrevivente de um suicídio coletivo em uma igreja satânica, tema do livro recente de Mitchell.

No Brasil, a Diamond Films lança o filme nos cinemas dia 22 de Agosto.

Relembre o trailer:

Colin e Cameron Cairnes são responsáveis pela direção.

O elenco ainda conta com David Dastmalchian, Laura Gordon, Ian Bliss, Fayssal Bazzi, Ingrid Torelli, Rhys Auteri, Georgina Haig e Josh Quong Tar.

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‘Guerra Civil’ desbanca ‘Abigail’ e segue no TOPO das bilheterias dos EUA

Em uma luta acirrada contra o terror cômico ‘Abigail‘, o distópico ‘Guerra Civil‘ levou a melhor e permaneceu no topo das bilheterias dos EUA.

Em seu segundo final de semana em cartaz no território norte-americano, o longa dirigido por Alex Garland (‘Aniquilação’) arrecadou US$ 11.1 milhões – o que representa uma queda de -56% em comparação ao final de semana anterior.

Ao total, a produção já soma US$ 44.8 milhões no país.

Internacionalmente, o filme acrescenta US$ 4.5 milhões, totalizando uma arrecadação global de US$ 49.4 milhões.

Vale lembrar que o longa arrecadou sólidos US$ 25.7 milhões em sua estreia nos EUA, tornando-se o maior lançamento da história da A24. O recorde anterior pertencia ao terror ‘Hereditário‘, que havia arrecadado US$ 13.6 milhões em seu primeiro final de semana no país, em 2018.

Com um orçamento de produção estimado em US$ 50 milhões, ‘Guerra Civil‘ também é o filme mais caro da história da produtora.

Confira nossa entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Em um futuro não tão distante, quando uma guerra civil se instaura nos Estados Unidos, uma equipe pioneira de jornalistas de guerra viaja pelo país para registrar a dimensão e a situação de um cenário violento que tomou as ruas em uma rápida escalada, envolvendo toda a nação. No entanto, o trabalho de registro se transforma em uma guerra de sobrevivência quando eles também se tornam o alvo.

O elenco também inclui Cailee Spaeny (‘Priscilla’), Stephen McKinley Henderson (‘Um Limite Entre Nós’), Jesse Plemmons (‘Assassinos da Lua das Flores’)
e Nick Offerman (‘The Last of Us’).

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Civil War A 24

‘Abigail’: Terror com Melissa Barrera arrecada US$ 10.2 milhões em estreia nos EUA

Apesar de ter perdido o topo das bilheterias norte-americanas para o distópico ‘Guerra Civil‘, o terror cômico ‘Abigail‘ conseguiu arrecadar US$ 10.2 milhões em sua estreia nos EUA.

Ainda que tenha ficado abaixo das projeções, o valor supera a estreia dos últimos dois lançamentos vampíricos da Universal Pictures, ‘Drácula: A Última Viagem de Deméter‘ (US$6.5M) e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘ (US$8M).

Vale destacar que estes filmes terminaram suas passagens pelas telonas do país com uma arrecadação de US$ 21.7 milhões e US$ 26.4 milhões, respectivamente.

Internacionalmente, ‘Abigail‘ acrescenta US$ 5 milhões, totalizando uma estreia global de US$ 15.2 milhões.

Além disso, o terror recebeu uma nota B+ dos espectadores no CinemaScore e, junto às críticas positivas – 83% de aprovação no Rotten Tomatoes –, pode se beneficiar de uma boa estabilidade nas telonas durante as próximas semanas.

Confira nossas entrevistas e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, uma quadrilha sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.

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‘Deadpool e Wolverine’ ganha cartaz com referência a ‘Logan’; Confira com o novo teaser!

Após ter uma nova prévia divulgada e o anúncio do trailer para amanhã, Deadpool e Wolverine‘ ganhou um novo cartaz fazendo referência a ‘Logan‘.

Confira, com o teaser e o vídeo da descrição das cenas na CinemaCon:

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O filme chega aos cinemas nacionais em 25 de julho e há muita expectativa sobre a trama, que vai envolver o Multiverso com a participação de diversos personagens das adaptações da Fox.

No entanto, a sequência pode não ter muitas ligações com os títulos anteriores do personagem vivido por Ryan Reynolds.

Isso porque o diretor Shawn Levy (‘O Projeto Adam’) disse que “o novo filme não é um Deadpool 3′.

Durante sua participação na CinemaCon, Levy conversou com o Screen Rant sobre o assunto e explicou:

“No que diz respeito à elaboração da história de Deadpool e Wolverine‘, eu me senti privilegiado todos os dias porque estamos falando de duas grandes estrelas de cinema em seus papéis mais icônicos. Isso também me deu a oportunidade de fazer algo novo com total liberdade.”

Ele continuou, detalhando:

“É o terceiro filme de Deadpool, mas não é ‘Deadpool 3‘. É uma coisa diferente que é muito ‘Deadpool e Wolverine, digamos assim. Não é um filme que está tentando copiar nada dos dois primeiros.”

No novo filme, depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

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O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU

Logan MORRE em prévia inédita de ‘Deadpool e Wolverine’; Novo trailer sai amanhã!

Deadpool e Wolverine‘ ganhou uma nova prévia narrada pelo Deadpool que mostra a morte de Logan.

O vídeo anuncia o novo trailer para amanhã, dia 22 de Abril.

Assista, com o vídeo da descrição das cenas na CinemaCon:

O filme chega aos cinemas nacionais em 25 de julho e há muita expectativa sobre a trama, que vai envolver o Multiverso com a participação de diversos personagens das adaptações da Fox.

No entanto, a sequência pode não ter muitas ligações com os títulos anteriores do personagem vivido por Ryan Reynolds.

Isso porque o diretor Shawn Levy (‘O Projeto Adam’) disse que “o novo filme não é um Deadpool 3′.

Durante sua participação na CinemaCon, Levy conversou com o Screen Rant sobre o assunto e explicou:

“No que diz respeito à elaboração da história de Deadpool e Wolverine‘, eu me senti privilegiado todos os dias porque estamos falando de duas grandes estrelas de cinema em seus papéis mais icônicos. Isso também me deu a oportunidade de fazer algo novo com total liberdade.”

Ele continuou, detalhando:

“É o terceiro filme de Deadpool, mas não é ‘Deadpool 3‘. É uma coisa diferente que é muito ‘Deadpool e Wolverine, digamos assim. Não é um filme que está tentando copiar nada dos dois primeiros.”

No novo filme, depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

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O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU

James Gunn responde aos comentários de Zack Snyder sobre o DCU

Nos últimos dias, Zack Snyder, conhecido por seus trabalhos como ‘O Homem de Aço’ e ‘Liga da Justiça’, revelou estar ansioso pelo novo DCU de James Gunn.

Durante uma entrevista à CBR, Snyder afirmou: “Você sabe, sou bastante aberto. Realmente acredito que, se os personagens forem tratados com reverência e respeito à mitologia, estou dentro. Vamos ver o que acontece. Estou bastante animado”.

Agora, através do Threads, Gunn foi questionado se havia visto os comentários de Snyder e aproveitou para agradecer ao incondicional apoio que o realizador tem feito desde o anúncio do DCU.

“Eu não vi, mas sabia [disso] porque ele me mandou uma mensagem. Ele tem sido incrivelmente solidário através desse processo”, ele escreveu em resposta a um dos fãs.

Lembrando que recentemente foi divulgado que Superman, primeiro filme do DCU e que será comandado por Gunn, terá Neva Howell como Martha Kent e Pruitt Taylor Vince como Jonathan Kent.

Muito pouco foi revelado sobre a trama do novo filme, exceto que irá acompanhar a juventude Clark Kent (David Corenswet) e que Lex Luthor (Nicholas Hoult) será um dos vilões.

Marcado para julho de 2025Superman(anteriormenteSuperman – O Legado’) dará o início do novo Universo Estendido da DC (DCU), trazendo também Rachel Brosnahan (‘Maravilhosa Sra. Maisel’) como Lois Lane, repórter do Planeta Diário e par romântico do Superman.

O longa também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.

Renato Marafon CANTA para Sandy e descobre uma história INUSITADA dos bastidores de ‘Evidências do Amor’

O editor-chefe Renato Marafon entrevistou os astros de Evidências do Amor, a inusitada dupla Fábio Porchat e Sandy Leah.

A história acompanha um casal que se conheceu em um karaokê cantando a chiclete ‘Evidências‘.

No vídeo, Renato cantou para a Sandy e bateu um papo sobre o filme.

Assista:

Papo vai, papo vem, eles começam a namorar, levam uma vida aparentemente perfeita até que ela decide terminar e o rapaz cai numa fossa difícil de sair. Para piorar as coisas, ele começa a ‘viajar no tempo’ toda vez que Evidências toca, levando o coitado para reviver as piores brigas que teve com a amada enquanto ainda estavam juntos. Agora, ele tentará a todo custo entender o que está acontecendo e descobrir uma forma de acabar com essas viagens antes que fique completamente lelé das ideias.

O filme é uma comédia romântica de mão cheia. Com influências claras em 500 Dias Com Ela (2009) e Click (2006), Evidências do Amor aposta não só no humor incessante, mas também no drama. E isso é fantástico, porque o Brasil não explorou tanto esse nicho na década passada. Houve uma série de comédias excelentes, geralmente apostando mais no humor de cotidiano e identificação do que na temática do romance. E esse filme se destaca justamente por fazer esse resgate e criar uma “Rom-Com” que já nasce clássica.

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A comparação com 500 Dias Com Ela se dá justamente pelo filme trazer um protagonista masculino que se ilude e ignora sinais de um relacionamento desgastado e uma protagonista feminina que não tem certezas ou segurança na relação que está vivendo. Entretanto, diferentemente do longa norte-americano, Evidências do Amor não é sobre dois imaturos seguindo com suas vidas – ou tentando. O grande ponto que transforma a obra nacional em um projeto muito especial é mostrar que o descaso não é necessariamente a resposta.

Você pode achar que a Summer foi uma bruxa insensível, você pode achar que o Tom foi um iludido infantil. Ninguém é perfeito e todo mundo erra. Só que aqui, Marco (Porchat) e Laura (Sandy) até tentam seguir a vida, mas sabem que não vão conseguir ter paz se não se resolverem. Essa maturidade dos personagens é tão instigante de ver. O público está tão acostumado a protagonistas frios, que acalenta o coração ver seres humanos que se importam um com o outro sendo retratados na tela grande de forma tão carismática e madura.

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Esse ‘calorzinho no coração’ é tão raro de ser retratado por aqui. O Marco de Porchat remete a um apaixonado de um romance muito simpático e subestimado que passou por aqui em 2018: Talvez uma História de Amor. Nessa história protagonizada por Mateus Solano, Virgílio, um publicitário, recebe uma mensagem de sua namorada, Clara, dizendo que decidiu terminar. Só tem um problema: ele não se lembra da namorada. Diante desse término misterioso, o rapaz começa a investigar sua vida para tentar descobrir quem é essa mulher e como pode fazer para encontrá-la. É irônico que esses dois personagens sejam tão parecidos enquanto vivem situações extremamente opostas.

Se Virgílio não consegue lembrar dessa figura tão misteriosa da Clara, o Marco é incapaz de esquecer a Laura. Mesmo nessas circunstâncias divergentes, os dois entendem que há um amor pelo qual vale a pena lutar ali, mesmo que isso signifique ser visto como louco pelas pessoas ao redor. A diferença se dá pela forma como suas jornadas pessoais são conduzidas. Virgílio embarca em um drama motivacional apaixonante, enquanto Marco vive seu próprio Feitiço do Tempo, com direito a um caminhão de referências da Cultura Pop, tentando achar uma saída.

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Talvez Uma História de Amor’ está disponível no Max

Fato é que o humor e o romance estão perfeitamente equilibrados em Evidências do Amor, fazendo dele um dos filmes mais interessantes desse início de ano. Vale destacar a volta da própria Sandy, que andava meio distante das séries e dos longa-metragens, que ganha uma personagem com voz. Ela não é uma mera coadjuvante e não se resume a ser apenas a menina que canta Evidências (música imortalizada na voz de seu pai, Xororó) e não sabe se vale a pena investir na carreira musical. Sua Lara ganha voz e relevância, trazendo o seu lado dessa história e mostrando que tudo tem dois lados.

É curioso que um filme que pudesse pender para um tipo de humor mais exagerado se beneficie justamente da humanidade de seus personagem. Por mais que esteja preso nesses loops temporais, Marco é apenas um homem comum tentando compreender um término traumático. Já a Laura é uma mulher confusa com os rumos que sua vida tomou e seguiu em frente mesmo sem ter certezas. E a forma cômica como tudo isso é trabalhado não apenas diverte, mas também encanta. E vale destacar aqui a presença absurda de Evelyn Castro. É impossível não gargalhar quando ela entra em cena como uma vizinha voluntariosa até demais.

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Agora fica a expectativa para que o filme seja um sucesso e ajude a incentivar que mais comédias românticas ‘assumidas’ sejam feitas por aqui, porque existe um público ávido por curti-las ao máximo.

É revigorante ver o cinema nacional apostando em uma comédia mais leve e divertida, preocupada em fazer o público se apaixonar por seus personagens e torcer por esse amor mal resolvido encontrar um desfecho favorável. É a magia das comédias românticas ganhando espaço novamente.

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Evidências do Amor está em cartaz nos cinemas.

‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ será um REBOOT do Universo Cinematográfico da Marvel, revela Anthony Mackie

Em entrevista à Entertainment Weekly, o astro Anthony Mackie revelou que ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ irá reiniciar o Universo Cinematográfico da Marvel.

“Esse filme é claramente um reboot desse universo. Ele realmente restabelece a ideia do que é esse universo e do que será. Acho que esses próximos filmes irão esclarecer para onde a Marvel está caminhando, da mesma forma que fizeram com Capitão América: O Soldado Invernal. Teremos um inimigo novo e ainda maior, e uma nova fronteira que precisamos conquistar.”, ele afirmou.

Segundo o ator, as apostas agora são outras.

“De Capitão América: O Primeiro Vingador a Vingadores: Ultimato, o jogo sempre foi o bem contra o mal. Agora que passamos por isso, para onde vamos a partir daqui? Quando os bandidos voltam a aparecer, e como eles se parecem? É um novo enredo com novos personagens, com novas crenças, e isso cria uma nova ideia deste novo mundo no qual estamos entrando”, completou.

Ontem, a Colecionaveis_fastfood divulgou as primeiras artes dos brinquedos que revelam o Presidente Thunderbolt Ross, interpretado por Harrison Ford, se transformando no Hulk Vermelho.

Os brinquedos ainda mostram Joaquin Torres como Falcão e Ruth Bat-Seraph como a Sabra, além de trazer a Cascavel.

Confira:

A Disney sacudiu a CinemaCon 2024 com o trailer oficial de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, e o CinePOP teve a oportunidade de presenciar essa estreia épica em primeira mão!

O novo longa apresenta Sam Wilson (Anthony Mackie) assumindo o manto do Capitão América e enfrentando novos desafios em um mundo turbulento.

Quem esteve presente no evento reagiu de forma extremamente positiva à prévia, garantindo que o filme tem uma pegada mais realista, ao estilo de ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘.

Confira as reações:

“Não sou muito fã dele, mas o trailer de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ estava INSANO.”

“‘Capitão América: Admirável Novo Mundo‘ é tiro, porrada e bomba! Sequência direta de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, a filmagem parece corajosa e cheia de críticas políticas. Este parece que vai e conectar muito comigo. Senti o poder do trailer em minhas veias!”

“Estou muito feliz em ver que ‘Capitão América: Admirável Novo Mundo‘ recebeu muitos elogios e reações positivas na Cinemacon em relação às imagens mostradas no evento. Estou na torcida que o primeiro teaser trailer seja épico. Sam Wilson (Anthony Mackie) prestes a arrebentar.”


No trailer, vemos Sam Wilson se reunindo com o General Thaddeus E. “Thunderbolt” Ross (Harrison Ford), agora presidente dos Estados Unidos, na Casa Branca. Ross, impressionado com as ações de Wilson no México, pede sua ajuda para reunir os Vingadores sob a liderança de um novo Capitão América.

Sam, no entanto, se questiona sobre o que fazer caso discordem sobre o comando da equipe. A tensão aumenta quando um vilão misterioso assume o controle dos alto-falantes e manipula as mentes dos agentes do Serviço Secreto e de Isaiah Bradley (Carl Lumbly), com quem Sam precisa lutar para conter a ameaça.

Em seguida, somos presenteados com sequências de ação de tirar o fôlego, com Sam sendo atacado na Casa Branca e usando seu escudo para se defender de diversos agentes do Serviço Secreto. O trailer também mostra Sam e Joaquín Torres/Falcão lutando lado a lado.

O clímax do trailer nos leva a um embate épico entre Sam e Thunderbolt Ross no Salão Oval, enquanto Ross dispara: “Você não é Steve Rogers”.

Após uma pausa tensa, Sam responde: “Você está certo, eu não sou”.

E então, para delírio do público, ele surge em seu novo traje de Capitão América, agora com tons prateados e azuis, marcando a nova era do herói.

‘Capitão America: Admirável Mundo Novo’ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025. 

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

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‘Argylle – O Superespião’: Assista aos HILÁRIOS erros de gravação da comédia de espionagem!

Argylle – O Superespião‘, o filme de espionagem do diretor Matthew Vaughn (‘Kingsman’) estrelado por Henry Cavill (‘O Homem de Aço’) e Bryce Dallas Howard (‘Jurassic World’) já está disponível na Apple TV+ – e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo compilando os hilários erros de gravação do longa.

A história gira em torno do maior espião do mundo, chamado Argylle. A expectativa é que o filme seja um sucesso e dê origem a uma nova franquia de pelo menos mais três títulos, gravados nos Estados Unidos, Londres e em outras locações espalhadas pelo mundo.

Confira, junto à nossa crítica em vídeo:

“Embora Bryce Dallas Howard esteja charmosa, esta comédia de ação dependente de reviravoltas fica cansativa” – The Messenger.

“Um dos filmes de ação mais caoticamente estúpidos a torturar o público em anos” – Globe and Mail.

“De reviravoltas inesperadas ao elenco incrivelmente carismático, sem mencionar um terceiro ato repleto de acontecimentos hilariamente inesquecíveis, a complexa e simples história de espionagem cativa o público com seu charme exagerado e energia implacável” – Talking Films.

Argylle’ é divertido, com muita ação e um excelente uso da música” – Solzy at the Movies.

“Vaughn e [o roteirista Jason] Fuchs nunca descobrem como concretizar uma ideia inteligente” – Deadline.

Além de Cavill, também estão confirmados Sam Rockwell, Bryce Dallas Howard, Dua Lipa, Bryan Cranston, Catherine O’Hara, John Cena e Samuel L. Jackson no elenco.

O roteiro é assinado por Jason Fuchs (‘Mulher-Maravilha‘).

 

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Nova comédia romântica está deixando os assinantes da Netflix APAIXONADOS; Confira as reações!

Assumindo a 2ª posição entre o TOP 10 da semana na Netflix, a comédia romântica espanhola ‘Uma Parede entre Nós‘ está se provando um verdadeiro sucesso entre os assinantes.

Estrelada pela cantora Aitana e Fernando Guallar, o longa gira em torno de Valentina e David, dois vizinhos que são completamente o oposto um do outro. No entanto, as coisas começam mudar quando uma fina parede, apesar de separá-los inicialmente, passa a unir os dois.

Ela é uma jovem pianista tentando recomeçar a vida enquanto se preparar para uma audição que poderá alavancar sua carreira, mas seu novo vizinho é um criador de jogos mal-humorado que presa pelo absoluto silêncio para poder trabalhar.

Juntos, eles descobrem que a conexão que irá uni-los é mais forte que a fina parede que os separa.

Dirigido por Patricia Font (‘Café Para Llevar’), o longa recebeu diversos elogios do público, que descreve o filme como um leve e divertido passatempo .

Entre os comentários, alguns assinantes chegaram a dizer que adorariam viver um romance como o de Valentina e David.

Confira as reações:

Uma Parede Entre Nos Poster

Homem-Aranha (2002) faz 22 Anos | Conheça as Diferentes Versões do Filme que QUASE Aconteceram, incluindo a de James Cameron

O primeiro Homem-Aranha, dirigido por Sam Raimi, bateu inúmeros recordes de bilheteria em seu lançamento. Foi, por exemplo, na época o filme que mais arrecadou em seu primeiro fim de semana de estreia – com quase US$50 milhões em cofre.

Foi também o primeiro filme a atingir a marca de US$100 milhões de forma mais rápida. Mas a estrada para o sucesso da Columbia (Sony) não seria fácil e a trajetória do Homem-Aranha nas telonas demorou nada menos do que 17 anos para sair do papel, desde que a ideia entrou em pré-produção pela primeira vez, ainda em 1985.

Abaixo, traremos para você nessa nova matéria todas as versões que o Homem-Aranha teria no cinema desde que o filme começou a ganhar forma ainda em meados da década de 80 até finalmente se tornar o filme que conhecemos e amamos, e que este ano faz aniversário de 22 anos.

Confira abaixo:

Versão de David Fincher

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A última versão que quase saiu do papel antes do filme de Sam Raimi foi a que seria dirigida por ninguém menos que David Fincher. Sim, o cineasta conhecido por obras de suspense de muita qualidade, vide Seven, Zodíaco e Garota Exemplar, era um dos finalistas a assumir o comando do primeiro filme do herói aracnídeo nas telonas. E não foi apenas uma vez, como duas. A primeira, antes de Raimi para o filme de 2002, e a segunda, após a saída de Raimi, em 2010 – e antes de Marc Webb assumir em O Espetacular Homem-Aranha (2012). Para ser mais preciso, foi em 1999 que David Fincher se tornava um dos finalistas para o cargo, numa época em que o Homem-Aranha não havia aparecido nas telonas ainda, e que o diretor colecionava sucessos como Seven, Vidas em Jogo e Clube da Luta.

Voltando para essa primeira quase participação de Fincher no primeiro longa do Homem-Aranha, em 1999, as ideias do cineasta para a trama se concentrariam na história da morte de Gwen Stacy, que ganharíamos em 2014, no segundo filme de Marc Webb com o personagem. Do jeito que a mente de Fincher funciona, o diretor confessou em entrevistas que estava mais interessado em “matar Gwen Stacy” e no vilão Duende Verde, do que de fato na história de origem do herói. Justamente por isso, seus planos não eram girar a trama em torno de Peter Parker aprendendo a usar seus poderes e nem em sua origem. Segundo Fincher, isso ocorreria nos primeiros dez minutos de seu filme, numa espécie de abertura. Depois disso, ele já partiria para a ação.

Versão da Cannon 1

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A Cannon Films foi uma produtora de cinema muito conhecida e adorada por todos que cresceram nos anos 1980. A empresa fez a alegria da garotada por ser especialista em filmes de ação, como as produções protagonizadas por Chuck Norris e Charles Bronson, por exemplo. Porém, essas mesmas crianças que adoravam a Cannon na infância, hoje todos adultos, sabem muito bem que a empresa era conhecida por ser uma das maiores picaretas de Hollywood – que sonhava mais alto do que de fato podia cumprir e que barateava seus blockbusters até não poder mais, chegando à falência no fim da década. Eles foram responsáveis por “superproduções” mequetrefes como Mestres do Universo (o filme de He-Man com Dolph Ludgren) e Superman IV – Em Busca da Paz, ambos de 1987, por exemplo. Pois bem, a própria Cannon seria a responsável por levar o Homem-Aranha às telonas. Já pensou?

Os primos israelenses Menahem Golan e Yoram Globus, os donos da Cannon Films, compraram os direitos do personagem para o cinema ainda em 1985. Para complicar a situação, a dupla não sabia nada sobre o herói, e imaginavam que o Homem-Aranha era um monstro; algo como o Lobisomem, por exemplo. Assim, encomendaram um roteiro inteiramente baseado em sua noção equivocada do personagem, no qual Peter Parker era submetido a um experimento de um cientista, que o transformaria num monstro de oito braços similar a uma tarântula humana.

O diretor planejado para comandar esta versão bizarra seria o icônico Tobe Hooper, que havia colaborado com a Cannon em três produções de terror: Força Sinistra (1985), Invasores de Marte (1986) e O Massacre da Serra Elétrica 2 (1986). Nesta produção, o elenco proposto era Tom Cruise como Peter Parker, Bob Hoskins como o Doutor Octopus, o próprio Stan Lee como J. Jonah Jameson, e Audrey Hepburn ou Lauren Bacall como tia May. Nem precisa ser dito que o criador Stan Lee desaprovou esta versão “monstruosa” e propôs uma história diferente envolvendo o vilão Doutor Octopus, mais parecida com a que tivemos de fato em Homem-Aranha 2 (2004). Finalmente, após o fracasso de Superman IV e a eventual falência da Cannon, o projeto do filme do Homem-Aranha foi cancelado.

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Antes de falir entre o fim dos anos 80 e início de 90, a Cannon Films fazia de sua prioridade tirar o filme do Homem-Aranha do papel, após comprar os direitos em 1985. Depois de entenderam melhor quem era o personagem, os donos da Cannon, Golan e Globus, desenvolviam uma produção do herói a pleno vapor. Eles inclusive chegaram a lançar um trailer anunciando o filme, enquanto o projeto ainda estava em fase de pré-produção, nos estágios iniciais. Essa era a cara de pau dos marqueteiros primos donos da Cannon. Neste trailer, eles já anunciavam a direção de Joseph Zito, apadrinhado da Cannon graças a filmes como Braddock – O Super Comando (1984) e Invasão USA (1985).

Em outro determinado momento, o nome mais forte para a direção de Homem-Aranha era o do cineasta Albert Pyun, que havia trabalhado para a Cannon no cult Uma Estranha em Los Angeles (1988). O filme deveria começar sua produção justamente na mesma época, no ano de 1988, e teria o orçamento de US$6 milhões – o que para a Cannon era uma fortuna, mas para todo o resto de Hollywood já era considerado troco de mercado. Nesta versão, o protagonista Peter Parker/Homem-Aranha seria interpretado pelo ator desconhecido e dublê Scott Leva. A Cannon, que adorava fazer “dois pelo preço de um”, havia contratado o diretor Pyun para duas produções de uma tacada só. Ao mesmo tempo em que faria Homem-Aranha, o cineasta iria filmar também Mestres do Universo 2.

A ideia de “Jênio” era a seguinte, no intervalo de oito semanas enquanto Leva ganhava corpo para o papel do herói, após ter filmado todas as suas cenas como o magricela Peter Parker, o diretor Pyun sairia para gravar He-Man 2, e depois retornaria para terminar Homem-Aranha. Em uma entrevista, o diretor Pyun disse que o roteiro do filme que iria dirigir mostraria a origem do Homem-Aranha, e que o vilão do longa seria o Lagarto, versão monstruosa do Dr. Curt Connors. A maior parte do filme se passaria nos esgotos de Nova York, onde o herói aracnídeo perseguiria e lutaria contra o Lagarto. Parte dessa ideia foi reaproveitada no blockbuster O Espetacular Homem-Aranha (2012).

Ambos os projetos Homem-Aranha de 1988 e Mestres do Universo 2 foram cancelados após a falência da Cannon. Porém, antes de sair completamente do ar, o estúdio (que não dava ponto sem nó), reaproveitou o que já tinha pronto para Mestres do Universo 2, e utilizou no filme de ação Cyborg – O Dragão do Futuro (1989), com Jean-Claude Van Damme. O diretor, por outro lado, realizaria a vontade de comandar uma produção de um herói da Marvel, com aquele filme tosco do Capitão América, de 1990.

Versão de James Cameron

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Como muitos sabem, antes de Sam Raimi ser contratado como diretor de Homem-Aranha, um dos cineastas que mais esteve associado ao projeto era o megalomaníaco James Cameron, ainda na década de 1990. Quem viveu na época, certamente lembra do nome de Cameron vinculado a qualquer notícia sobre o maior personagem da Marvel. Depois do fiasco da Cannon Films junto ao herói, entrava em cena outra produtora que marcou os anos 80 e 90 em Hollywood: a Carolco. A produtora e Cameron tinham um histórico de sucessos, com o cineasta tendo trabalhado no roteiro de Rambo II – A Missão (1985) e realizado um de seus maiores filmes na casa, O Exterminador do Futuro 2 (1991). A Carolco também ficaria conhecida por blockbusters como O Vingador do Futuro (1990), Instinto Selvagem (1992), Soldado Universal (1992) e Risco Total (1993). Fora isso, a Carolco havia até mesmo produzido um filme de um personagem da Marvel em 1989, com a primeira versão de O Justiceiro, com Dolph Lundgren, para o cinema.

O envolvimento de Cameron se iniciou em 1993, quando foi contratado para escrever um roteiro para a Carolco. Nesta versão, o vilão seria o Doutor Octopus, que teria uma relação de mentor e pupilo com o protagonista Peter Parker, sendo também seu professor na universidade. Ou seja, a trama não seria mais centrada no colégio, com o herói um pouco mais velho. Na história de Cameron, Octopus também seria picado pela mesma aranha radioativa que transforma o Homem-Aranha. Fora isso, Cameron não utilizaria Mary Jane ou sequer Gwen Stacy como a protagonista feminina e interesse amoroso do protagonista, e sim a personagem secundária Liz Allen – vista em Homem-Aranha: De Volta para Casa (2017), interpretada por Laura Harrier.

Neste primeiro esboço de James Cameron, o Doutor Octopus, ou Professor Octopus, como seria chamado, tinha um capanga chamado Weiner, e seria ele o responsável pela morte do tio Ben, e não um assaltante que Peter havia deixado escapar. Os principais finalistas para estrelar essa versão de Cameron eram Arnold Schwarzenegger como Octopus, e Edward Furlong como Peter, já que o diretor havia acabado de trabalhar com ambos do sucesso estrondoso O Exterminador do Futuro 2.

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Depois disso, alguns anos depois, Cameron ainda escreveria outra versão do roteiro, onde o interesse amoroso desta vez já seria Mary Jane Watson, a trama voltaria a se passar no colegial, e o Homem-Aranha enfrentaria dois vilões: Electro e o Homem Areia. As identidades destes vilões, porém, seriam alteradas nesta adaptação. Electro, o vilão principal, não seria mais Max Dillon, e sim o bilionário homem de negócios chamado Carlton Strand, cujo poder seria absorver informações de computadores. Já o Homem Areia seria o segurança de Strand, chamado Boyd, ao invés do criminoso Flynt Marko. Foi Cameron também que teve a ideia, neste roteiro, das teias orgânicas do herói, ao invés dos lançadores de teia mecânicos – conceito mantido na versão final de Sam Raimi.

Este segundo roteiro, escrito após Titanic (1997), seria um filme de censura mais alta, para adultos, figurando ainda uma cena de sexo entre Peter e Mary Jane na ponte do Brooklyn. Versão aprovada pelo criador Stan Lee. Desta vez, James Cameron planejava o elenco com Lance Henriksen como Strand/Electro, Michael Biehn como Boyd/Homem Areia, e Leonardo DiCaprio como Peter Parker/Homem-Aranha. Assim como na década de 1980, o projeto nunca veria a luz do dia, com a produtora Carolco vindo a falir algum tempo depois. Após a compra dos direitos pela Sony (Columbia), muitas das ideias de Cameron foram aproveitadas no filme de Sam Raimi, sem dar créditos ao cineasta.

No fim da mesma década, em 1999, o roteirista Michael France, responsável pelas histórias de O Justiceiro (2004) e Quarteto Fantástico (2005), escreveu um roteiro para Homem-Aranha que contaria com dois vilões: o Duende Verde e o Doutor Octopus, e ainda teria uma cena pós-créditos que incluiria Venom para a continuação.

‘A Primeira Profecia’: Como nasceu a história da franquia sobre o anticristo

A Primeira Profecia‘ estreou nos cinemas em 4 de abril como uma prequela da clássica franquia de terror, ‘A Profecia‘ (1976). Lançada nos cinemas há mais de 48 anos, a icônica história de Damien deu início a uma assustadora série de filmes que hoje incorpora um novo capítulo centrado em Margaret (Nell Tiger Free), uma jovem americana que é enviada à Roma para começar uma vida de serviço à Igreja.

Lá, ela se depara com uma escuridão que a faz questionar sua própria fé e acaba desvendando uma aterrorizante conspiração que deseja provocar o nascimento do mal encarnado.

Além de honrar seu poderoso legado, o longa expande o universo da franquia com uma história de origem que trará respostas sobre como surgiu esta lenda e quem são as outras pessoas por trás de Damien.

“Desde o início, sempre vimos esse filme como uma descida do céu ao inferno. Um sonho que se torna um pesadelo através da lente de nossa protagonista, Margaret. Mal podemos esperar para que os fãs da franquia e os novos expectadores embarquem nessa jornada”, diz Tim Smith, corroterista e produtor executivo do projeto.

Expandindo um universo assustador

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Em 1976, ‘A Profecia‘ chegou aos cinemas sob a direção do cineastas Richard Donner (Superman – O Filme, Os Goonies, Máquina Mortífera), apresentando ao público Damien, o jovem filho do Diabo. Com o ator Gregory Peck (O Sol É para Todos, A Princesa e o Plebeu, Cabo do Medo) e a atriz Lee Remick (Anatomia de um Crime, Rio Violento) interpretando o casal Robert e Katherine Thorn, a história é centrada no embaixador dos Estados Unidos na Grã-Bretanha, que, cercado por uma série de mortes misteriosas, suspeita que a criança que está criando é na realidade o anticristo. Após um enorme sucesso comercial, o filme foi seguido por duas continuações que retrataram a evolução de Damien na adolescência e na idade adulta: DAMIEN: A PROFECIA II (1978) e A PROFECIA III – O CONFLITO FINAL (1981).

Dez anos depois, houve uma nova entrega chamada A PROFECIA IV: O DESPERTAR (1991), na qual uma jovem se torna o novo anticristo, e em 2006 estreou uma nova versão do filme original sob a direção de John Moore, estrelando o ator Liev Schreiber e a atriz Julia Stiles nos papéis principais. Uma década depois, a franquia chegou à televisão na série intitulada Damien.

“Os fãs de A Profecia (1976) vão se divertir muito, pois há muitas referências que eles perceberão e às quais retornarão. Eles acharão intrigante como certos personagens se desenvolvem, o que acontece, o que o futuro reserva a eles, e assim por diante. A partir deste filme, eles poderão traçar o futuro das últimas quatro partes da história, o que é particularmente empolgante”, diz o ator Bill Night, que interpreta o Cardeal Lawrence no novo filme.

Como o Damien nasceu?

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David S. Goyer, produtor de ‘A Primeira Profecia‘, diz: “Sempre me perguntei de onde o Damien veio; como aquele bebê chegou aos braços de Robert e Katherine Thorn”.

“Somos definitivamente uma prequela, portanto estamos no início do universo de A Profecia (1976). Somos a história de origem de como certas coisas surgiram na primeira versão, então o público finalmente terá respostas sobre o que aconteceu antes, como surgiu essa história e quem são as outras pessoas por trás de Damien”, resume a atriz e protagonista Nell Tiger Free.

Com essa premissa como guia, a equipe de produção convocou Arkasha Stevenson, a corroterista e diretora do filme, que conseguiu dar um toque contemporâneo e atual à história.

“Arkasha elevou o filme em todos os sentidos imagináveis. Ela fez algo inteligente, relevante e completamente aterrorizante”, diz o produtor David S. Goyer.

Stevenson e seu parceiro de produção e roteiro, Tim Smith, desenvolveram o roteiro e supervisionaram o projeto do início ao fim.

“Sempre fomos muito influenciados pelos thrillers paranoicos e os filmes de terror psicológico dos anos 70, portanto, a oportunidade de mergulhar no mundo de A Profecia (1976) foi muito emocionante para nós”, diz Smith. “A Profecia (1976) é um filme seminal que elevou o gênero e explorou os medos de sua época. Ele tornou o sobrenatural tão assombrosamente familiar e tátil que é o tipo de terror que realmente penetra na sua pele e lá fica”.

O terror e os personagens

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Quando os cineastas começaram a desenvolver a história, concordaram que os filmes de terror são, antes de tudo, um estudo de personagens. Em A Primeira Profecia, o público conhecerá a protagonista Margaret (Nell Tiger Free), estabelecendo um vínculo que faz com que ele se preocupe com ela.

“Eu sou um grande fã de Alan Pakula e um dos meus filmes favoritos é Klute – O Passado Condena”, explica Stevenson. “Adoro esse filme porque ele poderia ser considerado um filme de terror, mas é um estudo de personagens. Nós realmente conhecemos e nos importamos com a personagem de Jane Fonda, por isso, quando coisas horríveis começam a acontecer com ela, o terror também surge. E, na minha opinião, esse é o verdadeiro e fundamentado terror: quando ele é impulsionado pelos personagens”.

“Com A Primeira Profecia, nós nos propusemos a criar o sentimento penetrante de desconfiança e ameaça à espreita que caracteriza os filmes dos anos 60 e 70, como repulsa ao sexo e a trama. Para atingir isso, sabíamos que precisávamos ancorar o filme na subjetividade de Margaret, traçando uma mente que se fragmenta e, por fim, desmorona”, conta Smith.

Uma nova jornada

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Ao mesmo tempo que serve como uma prequela e honra o legado da franquia, o novo longa da 20th Century Studios também funciona como um filme autônomo, novo e inédito que abre o jogo para o futuro. A Primeira Profecia é uma prequela da versão de 1976, mas também foi muito importante para nós criar uma história que pudesse se sustentar por si só. Queremos muito que vejam a versão de 1976, mas também temos nossa própria mensagem para acrescentar à franquia”, acrescenta Stevenson.

O produtor Keith Levine explica: “O público pode se animar com a ideia de embarcar em outra viagem a este universo e acompanhar novos personagens além de Damien. O filme esclarece algumas das coisas que já são conhecidas e apresenta coisas novas”. “Eu acredito que quando os espectadores assistirem a esse filme, eles verão imediatamente como nos conectamos à história original, mas também perceberão que há potencial para o universo se expandir um pouco mais”, conclui. 

Crítica | ‘A Primeira Profecia’ é o MELHOR filme da franquia de terror desde o original

 

Cailee Spaeny fala sobre a aposentadoria de Alex Garland após ‘Guerra Civil’: “Ele não usa as palavras levianamente” [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a atriz Cailee Spaeny falou sobre o impactante ‘Guerra Civil‘ (Civil War) e a notícia de que o aclamado cineasta Alex Garland (‘Aniquilação’) vai se aposentar.

Questionada se ela realmente acha que Garland não vai mais dirigir filmes, Cailee respondeu:

“Geralmente quando ele diz… Quando ele fala, ele não usa as palavras levianamente. Então provavelmente o levaria a sério. Ele está prestes a fazer outro filme em que está codirigindo com Ray Mendoza, que foi nosso conselheiro militar em Guerra Civil. Ele tem algumas coisas na manga, e é um escritor brilhante. Suas ideias e pensamentos não vão a lugar nenhum.”, ela afirmou.

Ela se refere a ‘Warfare‘, filme que Ray Mendoza e Alex Garland dirigirão para A24 e será estrelado por D’Pharaoh Woon-A-Tai (‘Reservation Dogs’).

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

Em entrevista ao The Guardian, Garland revelou que não tinha planos, ao menos no futuro próximo, de retornar à cadeira de direção após o suspense ‘Guerra Civil’, estrelado por Wagner MouraKirsten Dunst (via The Wrap).

Garland comentou que a ideia é se afastar de sua função como diretor após o lançamento oficial do filme no dia 12 de abril no circuito internacional.

“Nada mudou. Estou em um estado muito similar”, ele conta. “Não estou planejando dirigir no futuro próximo”.

O realizador também afirmou que perdeu o brilho e o amor pela arte cinematográfica, enfatizando que “na verdade, eu ainda amo filmes”, mas “a arte fílmica não existe em um vácuo”.

Garland admitiu que o amor pelo cinema não consegue superar a pressão que sente todos os dias para entregar seu trabalho: “a pressão não vem do dinheiro. Vem do fato de que você pede às pessoas para confiarem em algo que, no final das contas, não parece muito confiável”.

Para exemplificar o comentário, o diretor fez menção a seu aclamado longa-metragem Ex_Machina, de 2014:

“[As atrizes] Alicia [Vikander]Sonoya [Mizuno] estão confiando que a nudez será lidada com cautela e respeito… [Quando] o cinema se inclina a não fazer isso”.

Guerra Civil‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Em um futuro não tão distante, quando uma guerra civil se instaura nos Estados Unidos, uma equipe pioneira de jornalistas de guerra viaja pelo país para registrar a dimensão e a situação de um cenário violento que tomou as ruas em uma rápida escalada, envolvendo toda a nação. No entanto, o trabalho de registro se transforma em uma guerra de sobrevivência quando eles também se tornam o alvo.

O elenco também inclui Cailee Spaeny (‘Priscilla’), Stephen McKinley Henderson (‘Um Limite Entre Nós’), Jesse Plemmons (‘Assassinos da Lua das Flores’)
e Nick Offerman (‘The Last of Us’).

Guerra Civil Wagner Moura 1

Com 25 críticas publicadas até o momento, o longa conquistou com 88% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral afirma que o longa ressalta, através de cenas perturbadoras e chocantes, uma visão tensa e violenta da incerteza de sobrevivência em uma nação em crise.

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Separamos os trechos das principais críticas:

“O constante aumento na tensão e o impressionante estilo documental conseguem capturar o terror brutal e garantem uma experiência cinematográfica de tirar o fôlego.” (Bloody Disgusting)

“Uma experiência sensorial perturbadora, que destaca o caos e o terror da guerra, com cenas tão pesadas, vastas e intensas, que você consegue praticamente sentir o cheiro de pólvora no ar.” (Inverse)

“É um filme que nos faz questionar o quanto de humanidade ainda há dentro de nós, e isso se materializa em um filme provocativo, tenso e monstruoso.” (AV Club)

“‘Guerra Civil’ não aprofunda muito seus personagens ou seu próprio universo, o que nos deixa apenas com cenas limitadas, mas efetivamente tensas – como a capital em chamas, as avenidas desertas e um tiroteio visceral na Casa Branca.” (Guardian)

Alex Garland pode ter nos entregado um dos filmes mais tensos e viscerais do ano. É um filme que iremos debater por um bom tempo.” (Collider)

“Sem texto explícito, ‘Guerra Civil’ apresenta uma visão sinistra do que poderia acontecer com a nação uma vez que as instituições se tornam sombras de si mesmas.” (The Film Stage)

“Com a performance sólida de Kristen Dunst, ‘Guerra Civil’ é um dos melhores filmes do ano.” (Screen Anarchy)

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10 álbuns internacionais pouco conhecidos – mas que você deveria conhecer

O mundo da música é recheado de produções incríveis e que, boa parte das vezes, conseguem alcançar o status mainstream – ainda que sejam consideradas sleeper hits quando lançadas.

Assim como canções únicas, temos também álbuns que passam longe das playlists ao redor do planeta e que nem ao menos têm a chance de encantar os ouvintes com produções impecáveis e incursões líricas magníficas.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com dez álbuns internacionais pouco conhecidos, mas que você deveria conhecer.

Veja abaixo as nossas escolhas:

MULTITUDE, Stromae

Multitude

Oito anos depois de seu último álbum, o cantor e compositor belga Stromae retornou com o incrível Multitude – que, apesar de lançado em 2022, causou um impacto gigantesco em sua própria carreira e no cenário musical europeu. O álbum foi aclamado pelos críticos e mergulhou de cabeça na mistura estilística de vários gêneros, como visto em “Santé” e “L’enfer”. Em entrevista ao TF1, Stromae disse que a narrativa do álbum foi inspirada pelas frequentes viagens que ele fazia com a mãe.

A SEAT AT THE TABLE, Solange

A Seat At The Table

O terceiro álbum de estúdio de Solange refletiu sua importância e sua incrível habilidade como artista musical. Lançado em 2016, a produção trouxe diversas colaborações para o compilado, incluindo Kelly RowlandLil Wayne e The-Dream, além de ter feito sucesso considerável de vendas. Aclamado pelos críticos, a produção foi elogiada pelo potente liricismo, pela exaltação do neo-funk, do disco e do R&B, e foi consagrada como um dos Melhores Álbuns de Todos os Tempos pela revista Rolling Stone.

TITANIC RISING, Weyes Blood

Titanic Rising

Weyes Blood vinha trabalhando em Titanic Rising’ desde 2017, logo após ter assinado contrato com a gravadora Sub Pop e se reunir com o produtor Jonathan Rado. Não demorou muito para que ela abrisse espaço para homenagear um dos filmes que mais impactaram em sua vida, ‘Titanic’, dirigido por James Cameron em 1997 – ora, não é à toa que o título seja homenagem ao gigantesco transatlântico e premedite e tragédia que acometeu o navio em pleno oceano Atlântico. É a partir dessas concepções que a obra se consagra como uma perifrástica aventura, invadindo as ideias memorialísticas e saudosistas de um tempo que não mais irá voltar – como também nos abraça numa narcótica necessidade de compreender a misteriosa atmosfera setentista da qual ela se vale.

THE ARCHANDROID, Janelle Monáe

The Archandroid

O álbum de estreia de Janelle Monáe é, sem sombra de dúvida, um dos melhores do século e foi aclamadíssimo desde o momento em que chegou aos ouvidos dos fãs e da crítica. Misturando letras profundas e ritmos dançantes – além de fazer uma declaração de amor para o clássico filme ‘Metrópolis’ -, a fusão de neo-soul e psychedelic pop é irretocável do começo ao fim e foi apenas o pontapé inicial para uma carreira meteórica.

RAVEN, Kelela

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Kelela encontrou sucesso significativo com o lançamento de Raven, seu segundo álbum de estúdio. Contando com uma gama considerável de produtores e guiado pela escrita pungente e deliciosamente acurada da artista, o disco é marcado por incrementações do step, do breakbeat, do dance e do house em um vibrante compilado autorreflexivo; a ideia por trás da obra é colocar Kelela refletindo sobre si própria, reagindo ao sentimento de solidão dentro da indústria musical.

COOL IT DOWN, Yeah Yeah Yeahs

Cool It Down

A banda Yeah Yeah Yeahs é conhecida principalmente pela clássica canção “Heads Will Roll”, que se tornou um dos emblemas do Dia das Bruxas. Qual foi nossa surpresa quando, quase uma década mais tarde, o grupo fez um grandioso retorno com o álbum ‘Cool It Down’ – trazendo todos os elementos que imortalizaram sua imagem, incluindo os aspectos mais gritantes do rock alternativo. Conquistando uma indicação ao Grammy 2023, o compilado também nos presenteia com uma colaboração de Perfume Genius.

POMPEII, Cate Le Bon

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Cate Le Bon é provavelmente um nome que você não conhece – e confesso que, até seu mais recente compilado de originais aparecer nas dicas do Spotify, também nunca tinha ouvido sequer uma música dela. A cantora e produtora escocesa lançou seu sexto álbum de estúdio em fevereiro de 2022 e gerou uma vertiginosa aventura pelo art pop, revelando suas predileções pelo city pop japonês e incrementando cada composição com um pungente synth-pop. Com apenas nove faixas e menos de 45 minutos, Le Bon surpreendeu a todos com um produto absolutamente fantástico e que merece ser apreciado em sua completude.

HEAUX TALES, Jazmine Sullivan

Heaux Tales

O primeiro álbum completo de Jazmine Sullivan serviu como uma ótima sequência de suas iterações predecessoras. Descrito pela própria artista como a entrada mais obscura de sua carreira, Heaux Tales traz o melhor do R&B sem perder a mão do que ela realmente pretende: investir esforços em uma espécie de construção conceitual que parte do significado do hip hop. Como se não bastasse, o EP conta com inúmeras colaborações que incluem Ari Lennox e H.E.R.

JUBILEE, Japanese Breakfast

Japanese Breakfast

Se você sentiu falta, por enquanto, de um álbum que resgatasse a revolução arquitetada por Fiona Apple no ano passado, não tema: a banda independente Japanese Breakfast veio para saciar nossa sede. Comandado pelos vocais inesperados da lead singer Michelle Zauner, que inclusive mergulhou de cabeça no próprio livro de memórias ‘Crying in H Mart’, a mistura explosiva de art pop e lo-fi é o que transforma Jubilee em uma obra como nenhuma outra.

SET MY HEART ON FIRE IMMEDIATELY, Perfume Genius

Perfume Genius

O álbum conceitual ‘Set My Heart on Fire Immediately’ é a produção mais ousada do ano – e um bastante prático quando se trata da exuberante carreira de Perfume Genius. Sua quinta incursão fonográfica não abre portas para um ou outro gênero musical, mas sim para dezenas de esferas que variam do art rock até o art pop, passando até mesmo pelo R&B e pelo pop acústico nesse meio tempo. Ao longo de 13 faixas, ele critica a si mesmo e ao feitio da arte, rebelando-se contra aquilo que o colocou no topo do mundo.