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The Tortured Poets Department | As melhores músicas do novo álbum de Taylor Swift

No último dia 19 de abril, a múltipla vencedora do Grammy Taylor Swift voltou a parar o mundo com o lançamento de seu aguardado 11º álbum de estúdio, The Tortured Poets Department.

Ao longo de 16 faixas na versão padrão e nada menos que 31 iterações na versão dupla, o álbum funciona como um “compilado de criação imperativa”, conforme explicado pela própria cantora e compositora, e acompanha as cinco fases de luto através de longas e pessoas narrativas.

Crítica | ‘The Tortured Poets Department’ apresenta uma Taylor Swift estagnada no tempo e sem muita originalidade

Contando com colaborações com Post MaloneFlorence and the Machine, o disco já caiu no gosto dos fãs da “loirinha”, quebrando inúmeros recordes de transmissão no Spotify e nas plataformas de streaming – e, para celebrar o lançamento do projeto, preparamos uma lista ranqueando as cinco melhores canções.

Confira abaixo as nossas escolhas:

5. “CLARA BOW”

Taylor possui uma bagagem cultural gigantesca sobre as várias esferas artísticas da sociedade e constantemente utiliza esse conhecimento para construir metáforas e comparações em suas narrativas. Esse é o caso de “Clara Bow”: a track faz menção direta à icônica atriz da Era Muda de Hollywood que também alcançou sucesso na transição para os talkies, consagrando-se como uma das grandes It girls da época. A canção, recheada de exímias figuras de linguagem, traz reminiscências de ‘folklore’‘Midnights’ e é adornada com um profundo arranjo do baixo, da bateria e do piano.

4. “WHO’S AFRAID OF LITTLE OLD ME?”

É notável como o novo compilado de originais de Swift puxa elementos de suas outras incursões no cenário fonográfico – e a instigante melancolia de “Who’s Afraid of Little Old Me?” é uma das faixas-miméticas a aparecerem no álbum. A construção da track preza mais pela rendição vocal do que pela profundidade sonora e, pouco antes do refrão, se converte em uma power-ballad aos moldes da impecável “Out of the Woods”.

3. “THE BLACK DOG”

“The Black Dog”, que faz parte de uma das versões deluxe da obra, é uma tocante e envolvente balada que merecia a chance de se tornar single por todos os sentimentos que evocam e pela universalidade promovida aos ouvintes – bem como de um crescendo apaixonante e dilacerante.

2. “LOML”

Para aqueles que acompanham a carreira de Swift, sabe-se que a performer tem uma habilidade invejável e espetacular de construir baladas pungentes e bastante impactantes – e é claro que The Tortured Poets Department traria algumas incursões muito bem arquitetadas. Nesse âmbito, insurge “Loml”, uma derradeira reflexão desde os primeiros toques do piano clássico, reiterando a mágica que Swift tem a habilidade de criar com o instrumento, projetando uma tristeza teatral e confessional em cada uma das palavras proferidas.

1. “FORTNIGHT”, feat. Post Malone

track de abertura, ‘Fortnight’, puxa colaboração com Post Malone em uma sólida narrativa sonora movida por uma amálgama do baixo e dos sintetizadores, explodindo em uma melancólica balada. Cada imagem arquitetada é pensada com cautela (com destaque aos versos “todas as minhas manhãs são segundas/ presas em um fevereiro interminável”, em referência ao momento letárgico entre o fim do inverno norte-americano e o começo da primavera).

Anya Taylor-Joy passa por transformação nas imagens inéditas de ‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’; Confira!

Furiosa: Uma Saga Mad Max‘, pré-sequência de ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘, chega aos cinemas nacionais no dia 23 de maio.

Dirigido por George Miller, o longa vem sendo aguardado com bastante expectativa pelos fãs da franquia e ganhou algumas imagens inéditas divulgadas pela Empire.

Nas imagens, vemos a protagonista Anya Taylor-Joy se preparando para entrar em ação ainda com seus cabelos longos, enquanto as outras mostram ela sendo capturada pelo personagem de Chris Hemsworth e depois já com seu corte de cabelo.

Confira:

 

Dirigido por George Miller, o longa vem sendo aguardado com bastante expectativa pelos fãs da franquia.

E parece que a espera vai valer à pena…

Entrevista para a Total Film, o produtor Doug Mitchell disse que:

“‘Furiosa‘ tem uma sequência de ação de 15 minutos que levamos 78 dias para filmar. Apelidamos a cena de ‘Stairway To Nowhere’ [porque parecia não ter fim].”

A protagonista Anya Taylor-Joy acrescentou:

George e eu tivemos muitas conversas sobre o porquê desse cenário em particular ser tão longo. É porque você vê um acúmulo de habilidades ao longo de uma batalha, e isso é muito importante para entender o quão engenhosa Furiosa é, mas também sua coragem. É a sequência mais longa que qualquer um de nós já filmou. No dia em que terminamos, todos ganhamos um vinho da garrafa ‘Stairway To Nowhere’!”

Confira o novo cartaz, o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Estrelado por Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, e dirigido pelo genial diretor vencedor do Oscar, George Miller, Furiosa: Uma Saga Mad Max é o aguardado retorno ao icônico mundo distópico criado pelo cineasta australiano há mais de 30 anos com os seminais filmes ‘Mad Max‘. Miller surpreende mais uma vez com uma nova aventura de ação original e autônoma que vai revelar as origens da poderosa personagem do sucesso global, vencedor de seis prêmios Oscar, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘. 

Quando o mundo entra em colapso, a jovem Furiosa é sequestrada do Green Place das Muitas Mães e cai nas mãos da horda de motoqueiros liderada pelo Senhor da Guerra Dementus. Vagando pelo deserto condenado, eles encontram a Cidadela controlada por Immortan Joe. Enquanto os dois tiranos lutam por poder e controle, Furiosa terá que sobreviver a muitos desafios para encontrar e trilhar o caminho de volta para casa.
Anya Taylor-Joy estrela o papel-título e, com Hemsworth, o filme também é estrelado por Alyla Browne e Tom Burke

 

Apesar das críticas, Zack Snyder quer fazer mais quatro ou SEIS filmes ‘Rebel Moon’ para a Netflix

A franquia que Zack Snyder está tentando criar com ‘Rebel Moon‘ desagradou em cheio os críticos, mas isso não o impede de continuar.

Em entrevista à Radio Times, Snyder revelou que continua trabalhando em mais filmes da saga:

“Eu acho que farei mais quatro filmes. Quatro ou seis filmes, depende… Vai depender de quanto tempo teremos para fazer mais desses filmes, essa é a dúvida. Nós estávamos falando sobre isso no outro dia e eu pensei… O público vai ficar decepcionado se a saga terminar no terceiro filme? Ou eles pensariam ‘oh, só mais um? Ótimo!”, ele disse.

Snyder revelou que o futuro da franquia já foi planejado, só falta roteirizar e filmar.

“Nós temos a história toda preparada, nós fizemos esse trabalho. Escrevemos uma prévia do roteiro desses filmes, e agora vamos ver se conseguimos filmar”, ele concluiu. 

Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes’, a aventura sci-fi dirigida por Zack Snyder, se tornou o filme mais mal avaliado dirigido pelo polêmico cineasta.

Enquanto ‘Rebel Moon – Parte 1: A Menina do Fogo‘ recebeu 21% de aprovação dos críticos, a sequência figura com apenas 15% de aprovação com 54 reviews publicadas.

Se contar pela porcentagem do público, o primeiro filme tem 57% de aprovação e o segundo tem 42%.

O CinePOP separou algumas das principais críticas do filme:

Rebel Moon: Parte 2 não faz nada para justificar a si mesmo ou a seu antecessor, muito menos uma franquia. Neste ponto, qualquer coisa a mais parece uma ameaça.”, Cameron Frew – Dexerto

“Embora seja uma melhoria depois da Parte Um, um elenco agressivo e cenas de ação genuinamente impressionantes não compensam o vazio emocional no centro do filme. Os fãs de Snyder vão adorar, todos os outros vão querer algo mais substancial.”,  Linda Marric – Hy, Guys

“Entrei nisso do zero e esperava que fosse melhor do que a primeira parte, mas infelizmente isso é tão ruim, se não pior. Djimon, Sofia e Ed são excelentes na captura da ação, mas falta profundidade ao roteiro. Pode ser o pior filme de Snyder até hoje.”, Kristy Puchko, Mashável

“Ainda assim, caminhando com tanta dedicação na sombra de Star Wars, Rebel Moon não consegue brilhar.”, Tessa Smith, Mamma Geek

“Não houve desenvolvimento real da história. Parece que ficamos no mesmo lugar que estávamos depois da Parte 1, só que agora a contagem de corpos é maior.”, Germain Lussier, io9 

“A boa notícia sobre Rebel Moon 2 é que, sem dúvida, é melhor que seu antecessor. É mais focado, coeso e orientado para o caráter… A má notícia é que é [também] mais lento, desequilibrado e emocionalmente insípido.”, Justin Harrison, The Reels

“Era para ser uma grande recompensa, mas houve muito pouco desenvolvimento para começar, transformando esta imagem em uma máquina de ruído com Snyder entregando todo o seu amor pelo excesso visual.”, Juliano Romano – FilmeWeb

Rebel Moon 2, a sequência, é de alguma forma ainda pior e mal justifica sua existência em um nível fundamental.”, Erik Kain – Forbes   

Crítica | ‘Rebel Moon – Parte 2’ é o filme mais desinteressante da carreira de Zack Snyder

Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘ dá continuidade à épica saga de Kora e dos guerreiros sobreviventes. Ao lado do corajoso povo de Veldt, eles estão prestes a sacrificar o que for preciso para defender o vilarejo que se tornou lar de quem perdeu tudo e todos na luta contra o Mundo Mãe. Às vésperas da batalha, cada um deles precisa encarar as verdades sobre o próprio passado e os motivos que os levaram a lutar. Com o Reino disposto a aniquilar os rebeldes a qualquer custo, laços são formados, heróis emergem e lendas nascem.

Confira a nossa crítica em vídeo, feita pela jornalista Rafaela Gomes:

‘Star Wars: O Acólito’: Personagens de Charlie Barnett e Lee Jung-jae ganham destaque em nova imagem; Confira!

A revista Empire divulgou uma imagem inédita de ‘Star Wars: O Acólito‘, que estreia em 04 de junho na Disney+.

O material destaca os mestres Jedi, Yord Fandar e Sol, vividos por e Charlie Barnett e Lee Jung-jae, respectivamente.

Confira, com o trailer:

Criada por Leslye Headland“‘Star Wars: The Acolyte é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam”.

Anteriormente, o Sindicato dos Roteiristas anunciou os nomes que estarão por trás dos 8 episódios da aguardada série.

A distribuição dos episódios ficou assim:

Episódio 1: Leslye Headland (‘Boneca Russa’)
Episódio 2: Jason Micallef (‘Heathers’) e Charmaine DeGrate (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 3: Jasmyne Flournoy (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Eileen Shim (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 4: Claire Kiechel (‘Watchmen’) e Kor Adana (‘Mr. Robot’)
Episódio 5: Kor Adana e Cameron Squires (‘WandaVision’)
Episódio 6: Jason Micallef e Jocelyn Bioh (‘Boneca Russa’)
Episódio 7: Charmaine DeGrate, Jen Richards (‘Blindspotting’) e Jasmyne Flournoy
Episódio 8: Jason Micallef  

O elenco ainda conta com Lee Jung-jae, Dafne Keen e Dean-Charles Chapman.

 

Novos brinquedos revelam visual do Hulk VERMELHO e da Cascavel em ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’

A Colecionaveis_fastfood divulgou as primeiras artes dos brinquedos que revelam o Presidente Thunderbolt Ross, interpretado por Harrison Ford, se transformando no Hulk Vermelho.

Os brinquedos ainda mostram Joaquin Torres como Falcão e Ruth Bat-Seraph como a Sabra, além de trazer a Cascavel.

Confira:

A Disney sacudiu a CinemaCon 2024 com o trailer oficial de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, e o CinePop teve a oportunidade de presenciar essa estreia épica em primeira mão!

O novo longa apresenta Sam Wilson (Anthony Mackie) assumindo o manto do Capitão América e enfrentando novos desafios em um mundo turbulento.

Quem esteve presente no evento reagiu de forma extremamente positiva à prévia, garantindo que o filme tem uma pegada mais realista, ao estilo de ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘.

Confira as reações:

“Não sou muito fã dele, mas o trailer de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ estava INSANO.”

“‘Capitão América: Admirável Novo Mundo‘ é tiro, porrada e bomba! Sequência direta de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, a filmagem parece corajosa e cheia de críticas políticas. Este parece que vai e conectar muito comigo. Senti o poder do trailer em minhas veias!”

“Estou muito feliz em ver que ‘Capitão América: Admirável Novo Mundo‘ recebeu muitos elogios e reações positivas na Cinemacon em relação às imagens mostradas no evento. Estou na torcida que o primeiro teaser trailer seja épico. Sam Wilson (Anthony Mackie) prestes a arrebentar.”


No trailer, vemos Sam Wilson se reunindo com o General Thaddeus E. “Thunderbolt” Ross (Harrison Ford), agora presidente dos Estados Unidos, na Casa Branca. Ross, impressionado com as ações de Wilson no México, pede sua ajuda para reunir os Vingadores sob a liderança de um novo Capitão América.

Sam, no entanto, se questiona sobre o que fazer caso discordem sobre o comando da equipe. A tensão aumenta quando um vilão misterioso assume o controle dos alto-falantes e manipula as mentes dos agentes do Serviço Secreto e de Isaiah Bradley (Carl Lumbly), com quem Sam precisa lutar para conter a ameaça.

Em seguida, somos presenteados com sequências de ação de tirar o fôlego, com Sam sendo atacado na Casa Branca e usando seu escudo para se defender de diversos agentes do Serviço Secreto. O trailer também mostra Sam e Joaquín Torres/Falcão lutando lado a lado.

O clímax do trailer nos leva a um embate épico entre Sam e Thunderbolt Ross no Salão Oval, enquanto Ross dispara: “Você não é Steve Rogers”.

Após uma pausa tensa, Sam responde: “Você está certo, eu não sou”.

E então, para delírio do público, ele surge em seu novo traje de Capitão América, agora com tons prateados e azuis, marcando a nova era do herói.

‘Capitão America: Admirável Mundo Novo’ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

Confira a reação do Renato Marafon e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

‘Abigail’: Revelada a nota do terror no CinemaScore; Confira!

Abigail’ já está disponível nos cinemas nacionais e gira em torno de uma quadrilha que sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.

Além de ter registrado 89% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa já é um sucesso entre o público, conquistando a nota B no CinemaScore.

Para quem não sabe, a pesquisa do CinemaScore já é tradição e acontece desde 1978.

A votação é feita diretamente nos cinemas da América do Norte, com o público preenchendo os cartões de voto logo depois de terem assistido a um filme e atribuindo notas que vão de ‘A+’ a ‘F‘.

Confira a publicação:

#Abigail obteve uma sólida classificação B! Você já assistiu? Compartilhe sua opinião nos comentários! #Cinemascore.”

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Melissa Barrera falou sobre ‘Abigail‘ e revelou qual é a parte mais desafiadora e a mais divertida em ser uma Scream Queen:

“A parte mais divertida é a sanguinolência. Eu acho super divertido estar coberta de sangue. Eu adoro as sequências de perseguição, as cenas de ação são super divertidas de gravar.”, ela diz.

Sobre os maiores desafios, a atriz revela que é conseguir a conexão do público com os personagens.

“Eu acho que a parte mais difícil  é provavelmente manter a trama pé no chão, por que o terror às vezes pode ficar realmente louco, e esse filme fica muito louco. Para mim é manter a verdade emocional presente e estar lá presente. Tipo o relacionamento central, a relação emocional entre Abigail e Joey, que é o coração do filme. Por que eu sinto que é comum em filmes de terror e em outros filmes, onde você não se importa com os personagens, você está lá apenas para assistir a ação, as mortes e tudo isso. Mas se você não se importa com os personagens, então você não vai querer assistir ao filme de novo. Para mim, esse é sempre o desafio no terror, mantê-lo fundamentado e verdadeiro dentro de sua loucura”, ela conclui.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no Youtube:

Abigail‘ já está em exibição nos cinemas e marca a reunião entre a atriz Melissa Barrera e os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, após ‘Pânico 5 e 6‘.

Na trama, uma quadrilha sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.

Da Radio Silence – a equipe de direção de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett por trás dos terríveis sucessos de terror moderno ‘Casamento Sangrento‘ e ‘Pânico‘  – vem uma nova visão ousada e sedenta de sangue do filme de vampiros, escrita por Stephen Shields (‘The Hole in the Ground’) e Guy Busick (‘Pânico’).

A Universal afirma que o projeto se encaixa no mesmo estilo de filmes como ‘O Homem Invisível‘, de Leigh Whannell, e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, filmes que oferecem “uma abordagem única para a lenda dos monstros lendários e representam uma direção nova e fresca para celebrar esses personagens clássicos”.

Taylor Swift divulga clipe de “Fortnight”, lead single de ‘The Tortured Poets Department’; Confira!

A titânica Taylor Swift lançou o videoclipe oficial de “Fortnight”lead single do álbum The Tortured Poets Department.

A música é performada ao lado de Post Malone. O compilado de originais, por sua vez, já está disponível nas plataformas de streaming.

Confira:

Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 14 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo quatro Álbuns do Ano por Fearless, 1989FolkloreMidnights.

Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns Fearless‘Red’‘Speak Now’ e 1989, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.

Intensa cena de AÇÃO de ‘Furiosa: Uma Saga Mad Max’ demorou 78 dias para ser gravada

Furiosa: Uma Saga Mad Max‘, pré-sequência de ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘, chega aos cinemas nacionais no dia 23 de maio.

Dirigido por George Miller, o longa vem sendo aguardado com bastante expectativa pelos fãs da franquia.

E parece que a espera vai valer à pena…

Entrevista para a Total Film, o produtor Doug Mitchell disse que:

“‘Furiosa‘ tem uma sequência de ação de 15 minutos que levamos 78 dias para filmar. Apelidamos a cena de ‘Stairway To Nowhere’ [porque parecia não ter fim].”

A protagonista Anya Taylor-Joy acrescentou:

George e eu tivemos muitas conversas sobre o porquê desse cenário em particular ser tão longo. É porque você vê um acúmulo de habilidades ao longo de uma batalha, e isso é muito importante para entender o quão engenhosa Furiosa é, mas também sua coragem. É a sequência mais longa que qualquer um de nós já filmou. No dia em que terminamos, todos ganhamos um vinho da garrafa ‘Stairway To Nowhere’!”

Confira o novo cartaz, o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Estrelado por Anya Taylor-Joy e Chris Hemsworth, e dirigido pelo genial diretor vencedor do Oscar, George Miller, Furiosa: Uma Saga Mad Max é o aguardado retorno ao icônico mundo distópico criado pelo cineasta australiano há mais de 30 anos com os seminais filmes ‘Mad Max‘. Miller surpreende mais uma vez com uma nova aventura de ação original e autônoma que vai revelar as origens da poderosa personagem do sucesso global, vencedor de seis prêmios Oscar, ‘Mad Max: Estrada da Fúria‘. 

Quando o mundo entra em colapso, a jovem Furiosa é sequestrada do Green Place das Muitas Mães e cai nas mãos da horda de motoqueiros liderada pelo Senhor da Guerra Dementus. Vagando pelo deserto condenado, eles encontram a Cidadela controlada por Immortan Joe. Enquanto os dois tiranos lutam por poder e controle, Furiosa terá que sobreviver a muitos desafios para encontrar e trilhar o caminho de volta para casa.
Anya Taylor-Joy estrela o papel-título e, com Hemsworth, o filme também é estrelado por Alyla Browne e Tom Burke

 

‘Love Lies Bleeding – O Amor Sangra’, com Kristen Stewart, ganha data de estreia no Brasil

Love Lies Bleeding – O Amor Sangra‘ (Love Lies Bleeding), novo thriller da A24 estrelado pela Kristen Stewart (‘Spencer’), ganhou data de estreia nos cinemas do Brasil.

Com distribuição da Synapse Distribution, o filme chega aos cinemas em 1º de maio.

Segundo longa da diretora britânica Rose Glass (‘Saint Maud’), o filme teve sua première mundial na Mostra Midnight do Festival de Sundance, e também já foi exibido nos festivais de Berlim e de Glasgow, entre outros.

A produção, que está com 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, estreou em 6º lugar nas bilheterias americanas, com a melhor média de público por sala do ano.

A trama mistura comédia, crime, paixão queer e thriller de vingança em meio à paisagem desértica de uma pequena cidade do Novo México, nos Estados Unidos. O filme conta a história de Lou (Kristen Stewart), uma gerente de academia que se envolve com Jackie (Katy O’Brian), uma aspirante a fisiculturista.

Além de Stewart e O’Brian, o elenco principal reúne Anna Baryshnikov, Ed Harris, Dave Franco, Jena Malone e Eldon Jones.

Crítica | Love Lies Bleeding: Kristen Stewart vive amor bandido em alucinante suspense da produtora A24

Love Lies Bleeding – O Amor Sangra‘ é o novo lançamento do estúdio americano A24, responsável por títulos como ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo‘, ‘A Baleia‘ e ‘A Bruxa‘.

“O filme passa a ideia de personagens femininas fortes e questiona o que as pessoas querem realmente dizer com isso”, explica a diretora. “Sempre quis fazer algo sobre uma fisiculturista, com uma força inegável, tanto mental como física, e que depois vê essa força ser aproveitada e manipulada por aqueles que a rodeiam.”

Love Lies Bleeding – O Amor Sangra‘ é ambientado nos anos 1980, no universo do fisiculturismo. “Foi a última década do excesso, à beira do niilismo dos anos 1990. Parecia que o excesso estava prestes a atingir seu auge antes de desmoronar, inevitavelmente. O fisiculturismo, juntamente com os esteroides que Jackie usa, tornaram-se uma forma de refletir sobre os perigos da artificialidade e da ambição pela ambição, da força pela força”, explica Glass.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

‘Star Wars: O Acólito’ terá vibe parecida com a da trilogia prequel, diz Amandla Stenberg

Star Wars: O Acólito‘ estreia em 04 de junho na Disney+, e a protagonista Amandla Stenberg contou alguns detalhes da atração à Total Filmrevelando que a trama tem uma vibe muito parecida com a trilogia prequel, lançada entre 1999 e 2005.

Como a série se passa cerca de um século antes dos eventos de ‘A Ameaça Fantasma’, a estrela disse o seguinte:

“Somos a prequel das prequels. E as prequels têm esse tipo de prestígio, essa vibração monárquica. Então, uma das minhas principais preocupações foi: ‘Vamos conseguir manter essa sensibilidade contemporâneo e identificável?’ Quando assisti aos episódios finalizados, fiquei realmente impressionada com o quão universal a história era.”

Confira uma imagem junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Criada por Leslye Headland“‘Star Wars: The Acolyte é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam”.

Anteriormente, o Sindicato dos Roteiristas anunciou os nomes que estarão por trás dos 8 episódios da aguardada série.

A distribuição dos episódios ficou assim:

Episódio 1: Leslye Headland (‘Boneca Russa’)
Episódio 2: Jason Micallef (‘Heathers’) e Charmaine DeGrate (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 3: Jasmyne Flournoy (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Eileen Shim (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 4: Claire Kiechel (‘Watchmen’) e Kor Adana (‘Mr. Robot’)
Episódio 5: Kor Adana e Cameron Squires (‘WandaVision’)
Episódio 6: Jason Micallef e Jocelyn Bioh (‘Boneca Russa’)
Episódio 7: Charmaine DeGrate, Jen Richards (‘Blindspotting’) e Jasmyne Flournoy
Episódio 8: Jason Micallef 

O elenco ainda conta com Lee Jung-jae, Dafne Keen e Dean-Charles Chapman.

 

2ª Temporada de ‘Minhas Aventuras com o Superman’ ganha pôster e nova imagem oficial!

O Homem de Aço está de volta em uma nova aventura! A Warner Bros. Animation divulgou um pôster e uma nova imagem para promover a 2ª temporada da animação ‘Minhas Aventuras com o Superman’.

O pôster anuncia a chegada de Krypton à Terra, enquanto a imagem destaca o Superman carregando sua amada Lois Lane, com Jimmy Olsen se agarrando em seu pé.

Confira, junto com o teaser:

Lembrando que a 2 temporada de ‘Minhas Aventuras com o Superman’ ainda não definiu uma data de lançamento.

A primeira temporada terminou indicando o retorno do Braniac, que, neste universo, deve servir um papel semelhante ao do General Zodd.

Além disso, o último episódio trouxe uma reviravolta hilária: Jimmy Olsen está milionário. O melhor amigo do Clark Kent vendeu o seu canal de sucesso – o Pássaro Flamejante – para o Planeta Diário, e seu novo status deve exercer uma função importante na nova temporada.

Além de Jack Quaidno papel do herói, o elenco de dublagem conta com Alice Lee (‘Zoey e a sua Fantástica Playlist’) como Lois Lane.

A história segue Clark enquanto ele constrói sua identidade secreta como Superman e explora suas próprias origens misteriosas. Lois, a caminho de se tornar uma repórter famosa, se junta ao fotógrafo Jimmy Olsen para divulgar as histórias que importam.

Enquanto isso, Clark e Lois estão se apaixonando, ela se aproxima cada vez mais de descobrir sua identidade secreta! Compartilhando aventuras, o trio derrota bandidos, tropeça em segredos e descobre o que significado do heroísmo.

Primeiras impressões | Terceira temporada de ‘Chucky’ volta com tudo!

Lançada em 2023, a primeira parte da terceira temporada de Chucky veio com uma quantidade absurda de mortes e um boneco assassino mais sacana do que nunca. Infelizmente, ela ‘terminou’ logo após a chacina no baile de Halloween da Casa Branca, deixando os fãs ansiosos pelo que viria a seguir.

Agora, depois de muitos meses de espera, a parte final da temporada começou a ser exibida no Star+ e o ‘primeiro’ episódios deixou uma boa impressão.

O grande destaque dessa temporada é algo até então inédito para o Chucky: ele está morrendo. Após ser submetido a um exorcismo malsucedido, o psicopata em miniatura foi afetado por um câncer terminal definido como “catolicismo”. O assassino está nessa metástase celestial e acreditava que somente com um sacrifício sem precedente de pessoas inocentes conseguiria renovar seu pacto com o ritual vodu de Damballa. Dessa forma, vimos ele aterrorizar a Casa Branca, fazendo vítimas de relevância para o governo dos EUA, mas nem assim as coisas estavam mudando.

A parte final da terceira temporada começa com o brinquedo assassino aceitando que não há mais o que fazer para tentar impedir sua morte. Em seus momentos finais, ele segue cometendo homicídios, mas não sente mais prazer na morte alheia. Ele se questiona o por que de ter passado a vida fazendo isso, abrindo um divertido debate sobre o sentido da vida de ser um boneco sobrenatural homicida. Tudo isso com essa carinha de velho.

O mais legal dessa temporada é que ela foi toda conduzida para chegar nesse ponto. Tiffany, que está em posse do corpo de Jennifer Tilly, foi julgada e condenada à morte pelo assassinato dos parentes da atriz, causando uma verdadeira comoção nacional. Dessa forma, Chucky e Tiffany, o casal de assassinos de plástico mais famoso dos cinemas, estão destinado a morrerem juntos, mas em condições diferentes. Esse momento de encarar o fim reaproxima os dois e acaba motivando o protagonista a aproveitar seus últimos dias para se consolidar como o maior assassino em série sobrenatural da história.

É divertidíssimo ver o Chucky, no auge de sua desconfiança, comprando esse papinho furado de coach terminal e partindo numa jornada dos mais sangrentos assassinatos possíveis. E ele enfim mata o personagem que todos esperavam. Agora, com acesso a todos os armamentos e códigos do país com o segundo maior arsenal nuclear do mundo, Chucky tem o poder de causar a maior chacina da história dos ícones de terror.

A terceira temporada começou com uma pegada mais ‘raiz’, com muitas mortes sangrentas e um foco maior no Chucky. No entanto, ela foi abraçando novamente a galhofa com o desenrolar dos episódios. E agora, na reta final da temporada, parece que vai encontrar o equilíbrio entre o desconforto das mortes e o humor politicamente incorreto. Só a ideia de ter um médico focado em ameaças sobrenaturais, cujo único compromisso e juramento é para com a entidade Damballa, já dá para ter uma noção do que esperar desses últimos episódios. É impossível não soltar uns bons risos diante dessa gama de absurdos jogados com a maior naturalidade do mundo.

E agora que o Chucky se importa menos ainda com tudo, compromissado exclusivamente em matar o maior número possível de vítimas antes de morrer, a molecada de Hackensack vai ter que cortar um dobrado para conseguir adentrar a Casa Branca e convencer os responsáveis de que há um boneco possuído homicida por lá. Ainda tem também a proposta de haver um espírito do bem tentando ajudar a deter o Chucky, que parece promissora, principalmente por só aparecer em cima da hora, ajudando mais o boneco do que as vítimas.

Faltam três episódios para terminar a temporada, então tem tempo mais do que suficiente para mostrar o caos que um homicida na reta final da vida é capaz de fazer.

Os novos episódios de Chucky estreiam toda sexta-feira no Star+.

Dica do fim de semana | Lançamentos do Prime Video e suas franquias

Amazon Prime Video trouxe dois lançamentos muito interessantes para seu catálogo. São as conclusões de duas franquias completamente diferentes, mas que cativaram o público ao longo dos últimos dez anos.

Por serem o fechamento de sagas, vamos indicar, neste fim de semana, a maratona dessas franquias. Porém, nem todos os capítulos estão no Prime Video. Então, listamos onde você pode encontrar cada filme. Confira!

Jurassic World: Domínio

Lançado em 2022, esse filme foi tipo um Transformers da época. A crítica não gostou, mas o público respondeu muito bem, rendendo uma bilheteria impressionante de mais de um bilhão de dólares. Isso em tempos ainda pandêmicos. O curioso é que essa saga é a continuação de uma franquia extremamente popular dos anos 1990: Jurassic Park, então confira onde encontrar os capítulos dessas duas sagas.

Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993)

Famoso por praticamente redefinir os rumos dos blockbusters nos cinemas, Jurassic Park conta a história de cientistas, que são referências em suas respectivas áreas, que são levados a uma ilha isolada na Costa Rica, onde um milionário sonhador construiu uma mistura de parque temático com zoológico para ser a nova sensação da humanidade. Isso porque os animais que lá existem são dinossauros recriados por meio da engenharia genética. O problema é que a espionagem industrial acaba criando um caos e uma verdadeira chacina, quando as cercas dos dinossauros são desligadas. Agora, esses cientistas tentarão sobreviver até a chegada do resgate.

Onde assistir: Amazon Prime Video, Netflix, Star+ e Telecine.

O Mundo Perdido – Jurassic Park (1997)

Após os eventos do parque, os sobreviventes foram ridicularizados pela imprensa comprada pelos acionistas do desastre na ilha. Enquanto tenta reconstruir sua vida na comunidade científica, Ian Malcolm (Jeff Goldblum) descobre não apenas que existe uma outra ilha com dinossauros, onde eles eram desenvolvidos e ‘adaptados’, como também fica ciente que sua namorada, Sarah (Juliane Moore), está lá para fotografar e registrar os animais vivendo fora da jaula. Assim, Ian parte em uma missão para resgatá-la antes que o pior aconteça. O problema é que eles descobrem que a empresa que criou esses animais está passando por uma reformulação na diretoria, cujo objetivo agora é recriar o Jurassic Park em San Diego com os dinossauros dessa ilha.

Onde assistir: Amazon Prime Video, Star+ e Telecine.

Jurassic Park III (2001)

Assim como Malcolm, o Dr. Alan Grant (Sam Neill) teve sua credibilidade posta à prova. Porém, com os incidentes do segundo filme, ele voltou a ser um profissional respeitado no meio. Com sua fama de ter sobrevivido aos eventos do parque, ele é abordado por um casal de ricaços que quer fazer um tour aéreo pela segunda ilha. A proposta é que ele sirva como um tipo de “guia de safári”. Porém, eles sofrem um acidente e acabam presos na ilha em que os dinossauros vivem soltos. Por lá, o casal revela um interesse oculto na viagem, dando início a uma aventura mortal.

Onde assistir: Amazon Prime Video, Star+ e Telecine.

Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros (2015)

Anos se passaram após os incidentes do Jurassic Park e mesmo com todas as mortes, os acionistas conseguiram convencer a opinião pública de que seria uma boa ideia retomar as atividades do parque com mais tecnologia. A ideia, por absurda que soe, dá certo e o Jurassic World se torna o principal parque temático do mundo, com direito a ‘apresentações’ dos dinossauros e atividades para crianças envolvendo filhotes dos animais. Tudo ia bem até o departamento genético começar a trabalhar na criação de dinossauros híbridos. Com a chegada da terrível Indominus-Rex, o sistema de segurança do parque vai até tentar impedir que ela escape e chegue aos turistas, mas todos sabemos que isso não vai dar certo. Então, Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas-Howard) vão correr contra o tempo para salvar quem amam e impedir uma catástrofe ainda maior.

Onde assistir: Amazon Prime Video, Globoplay, Netflix e Star+.

Jurassic World: Reino Ameaçado (2018)

Com o parque novamente fechado, a opinião pública se divide sobre o que deve ser feito com os dinossauros. Isso porque o vulcão da ilha, que todos acreditavam estar inativo, desperta e começa a entrar em erupção. Diante disso, há quem defenda que a natureza deva agir para extinguir novamente esses animais, enquanto outros querem resgatá-los para serem criados em uma reserva ambiental. Em meio a esse debate, mercenários e empresários fazem uma missão para pegar os principais dinossauros para serem vendidos em leilões ou serem estudados para replicar a engenharia genética por trás deles. E claro que Claire e Owen dão um jeito de se infiltrarem nessa viagem para tentarem impedir uma catástrofe ainda maior para a humanidade.

Onde assistir: Amazon Prime Video, Globoplay, Netflix e Star+.

Jurassic World: Domínio (2022)

Em um mundo que precisa aprender a lidar com dinossauros convivendo na natureza, uma praga pré-histórica começa a atacar as colheitas do mundo, pondo em risco a existência humana e o surgimento de uma nova era dos dinossauros. Por trás disso, um mercado de tráfico de dinossauros e elementos relacionados a eles se fortalece pelo submundo do crime. Nesse meio, Owen e Claire tentam levar uma vida pacata nas montanhas, onde estão aprendendo a ser ‘pais’. No entanto, circunstâncias envolvendo a Velociraptor Blue e a filha adotiva do casal levam eles a investigar um sequestro que envolve a InGen e pode ser a chave para esse mistério das pragas. Do outro lado, Alan Grant e Ellie Sattler (Laura Dern) se reúnem para tentar entender o que está por trás dessa infestação de superinsetos.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

 

Trolls 3 – Juntos Novamente

Lançado em 2023, o terceiro capítulo da franquia Trolls chegou aos cinemas com uma fadiga similar à que parte do público tem com os Minions. No entanto, a aventura é bobinha e divertida, repleta de músicas pop.

Trolls (2016)

Inspirado na franquia de brinquedos que foi sucesso nos anos 80, Trolls acompanha a história de pequenos trolls que vivem isolados na floresta em uma rotina de cantoria, colagens e abraços. A vida de paz e tranquilidade é interrompida pelos Blerguens, que querem colher os bichinhos para fazerem um ritual de maturidade. Quando seus amigos são levados, a princesa Poppy (Anna Kendrick) une um grupo para ir atrás deles antes que o pior aconteça. No caminho, ela vai descobrindo mais sobre o Tronco (Justin Timberlake), um emburrado e depressivo Troll que se recusa a cantar.

Onde assistir: Telecine.

Trolls 2 (2020)

Lançado no auge da pandemia, Trolls 2 foi um filme revolucionário. Prejudicado pela pandemia, o longa foi lançado diretamente nas plataformas digitais e foi um sucesso. Esse bom desempenho fez com que os estúdios estudassem o lançamento nos streamings como uma alternativa viável para não perder seus grandes filmes, já que os cinemas estavam fechados. A continuação mostra os Trolls vivendo em harmonia com os Blerguens quando descobrem que o mundo é muito maior do que pensavam. Mais do que isso, existem várias tribos de Trolls vivendo espalhadas por aí. A grande ameaça da vez é um grupo de Trolls que não gosta de músicas pops, mas são viciados na estética e no estilo de vida do Rock.

Onde assistir: Telecine.

Trolls 3 – Juntos Novamente (2023)

Nessa última aventura, o Tronco revela ter feito parte de uma boyband de muito sucesso quando era um bebezinho, mas viu seus irmãos se separarem diante do sucesso e dos diferentes caminhos que cada um queria para a carreira. Só que uma dupla de astros do pop sequestra um desses irmãos para sugar seu talento e se consolidar como os maiores cantores do mundo. Dessa forma, os outros irmãos vão se unir para convocar o Tronco e seus amigos para que, juntos, atinjam a harmonia perfeita. Essa técnica é a única coisa capaz de romper a prisão de cristal em que o irmãozinho está sendo mantido preso. O filme é comédia purinha e conta com músicas pop incríveis, junto a um retorno do N’Sync.

Onde assistir: Amazon Prime Video.

10 Filmes que você AMA ou ODEIA

Ao longo do tempo, percebemos que alguns filmes geram algumas opiniões completamente diferentes, os famosos filmes que ou a galera ama, ou odeia. Pensando em alguns desses títulos, segue uma lista abaixo com prováveis filmes que você ama ou odeia:

 

Showgirls

Na trama, conhecemos Nomi (Elizabeth Berkley), uma jovem com um passado misterioso que parece ter se metido em muitas encrencas mas sempre tendo o sonho de ser uma dançarina profissional. Ela então resolve ir para uma cidade de oportunidades de vida noturna pulsante, mas seu início já se apresenta com o pé esquerdo. Mal chega à Las Vegas, de carona, é roubada mas esse acontecimento a faz encontrar Molly (Gina Ravera), uma figurinista do show mais badalado da cidade que nunca dorme. Assim, Nomi começa a buscar entender essa cidade e fica fascinada com as oportunidades que vai conseguindo até chegar ao desejo de ser a estrela principal do mais badalado show do lugar.

 

Viveiro

Na trama, conhecemos Gemma (Imogen Poots) e Tom (Jesse Eisenberg), um jovem casal que vive feliz seu dia a dia. Eles estão na fase de morarem juntos e assim decidem irem procurar alguma imobiliária que os atraia. Passando após o trabalho em uma específica, entram e logo são envolvidos pelo agente imobiliário para visitarem naquele mesmo dia a residência. Chegando lá, a surpresa! Um imenso condomínio com todas as casas iguais e onde nada é o que parece, principalmente na hora de tentar ir embora.

 

Green Book

Na trama, conhecemos o ítalo-americano Tony Lip (Viggo Mortensen), um ex-segurança de boate que na busca por emprego acaba sendo selecionado para ser o motorista da turnê de um famoso pianista negro, Don Shirley (Mahershala Ali). Com um trajeto para lá de complicado, por conta dos absurdos casos de preconceito que percorrem o Estados Unidos, Tony é guiado por um guia, chamado Green Book, onde mostra-se os lugares onde os negros poderiam acessar sem sofrer nenhum tipo de restrição. Ao longo dessa viagem de meses, os dois personagens irão ao confronto de suas dores, seus pensamentos em busca de entendimentos sobre o sentido de suas vidas.

 

Mandy

Na trama, ambientada no início da década de 80, conhecemos Red (Nicolas Cage) e Mandy (Andrea Riseborough), um casal que mora em um lugar no interior dos Estados Unidos, muito isolado dos grandes centros, praticamente dentro de uma floresta. Nesse mesmo lugar isolado, um culto repleto de pessoas loucas resolve implicar com Mandy e decidem sequestrá-la. Pensamento somente em vingança e munido de uma motossera, uma espada medieval (ou algo parecido) e muita sede de sangue, Red embarca em uma jornada infernal em busca de paz interior.

 

La La Land – Cantando Estações

Na trama, ambientada em Los Angeles, conhecemos o pianista Sebastian (Ryan Gosling), um amante do Jazz que vive buscando seu espaço em meio a mudanças constantes que a vida coloca em seu caminho. Rabugento e completamente sozinho, de maneira inusitada, acaba conhecendo a sonhadora Mia (Emma Stone), uma jovem que partiu para Los Angeles para buscar a difícil carreira de atriz mas que hoje trabalha em uma espécie de Starbucks dentro de um famoso Estúdio de gravações de filmes. Logo o amor entre os pombinhos acontece e, entre as estações do ano, precisarão compreender como é viver a vida a dois e o tamanho que o sonho de cada um tem na vida do outro.

 

Maestro

Na trama, conhecemos Leonard Bernstein (Bradley Cooper), um nova iorquino, nascido em 1918 que viria a ser um dos maiores talentos que o mundo da música já viu. Em meados da década de 40, conhece um dos grandes amores de sua vida, a atriz chilena Felicia Montealegre (Carey Mulligan) com quem tem um casamento tumultuado de quase 30 anos. Acostumados com aplausos, ela atriz, ele um renomado maestro, a desconstrução da poesia desse amor é duramente abalado pelas puladas de cercas de Leonard com outros homens.

 

Tropas Estelares

Na trama, conhecemos Johnny Rico (Casper Van Dien), um jovem estudante que por conta de seu amor por Carmen (Denise Richards) resolve se alistar ao serviço militar quase ao mesmo tempo da explosão de uma intensa batalha entre a humanidade e enormes insetos. Acontece que Rico e Carmen acabam indo para lados opostos nas forças militares, ela para a força aérea ele para a infantaria. Seguindo caminhos opostos em uma guerra sem precedentes, Rico aos poucos vai se tornando o líder de batalhões de combate e se aproximando da ex-amiga de escola Dizzy Flores (Dina Meyer).

 

Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado

Na trama, acompanhamos quatro jovens amigos que voltando de uma noitada na praia no dia da independência norte-americana, pegam o carro e numa distração, em meio as curvas perigosas de uma estrada, acabam atropelando uma pessoa. Tendo que decidir em minutos quais os passos a se seguirem nessa situação, optam pela pior opção que é a de não chamar a polícia e ainda por cima jogam o corpo na água. O tempo passa e logo percebemos como o ocorrido impactou suas vidas e para piorar um deles recebe um bilhete que diz exatamente o título do filme:  Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado. Assim, começam uma busca para saber quem era aquela pessoa que eles atropelaram e quem está causando mortes pela cidade.

 

Jojo Rabbit

Na trama, ambientada no período da segunda grande guerra, conhecemos o jovem Jojo (Roman Griffin Davis, em atuação marcante), um pequeno alemão ridicularizado por muitos colegas, completamente extremista por tudo que ouviu falar sobre o nazismo. Jojo passa seus dias trazendo pra sua realidade sua mente fértil. Tão fértil que consegue ter um incomum amigo imaginário: Hitler, de quem escutas todo dia conselhos e mais conselhos. Certo dia, após ouvir um barulho em sua casa, descobre, escondida, uma jovem judia chamada Elsa (Thomasin McKenzie).  A partir daí, sua vida muda e suas dias passam a debates interessantes com sua mãe Rosie (Scarlett Johansson) e com a nova amiga.

 

Os Banshees de Inisherin

Na trama, ambientada em 1923 num lugar onde tiros de canhões e espingarda são audíveis vindo do continente (pois são tempos de guerra civil), conhecemos Pádraic Súilleabháin (Colin Farrell) um homem confortável na sua monotonia que vive seus dias sem muitas pretensões morando numa casa humilde com sua irmã Siobhán (Kerry Condon). Sua maior diversão (e a de todos ali naquela ilha) é ir até o bar e beber. Ele sempre faz isso com o melhor amigo Colm (Brendan Gleeson). Certo dia, ao chamar o amigo, ele percebe que algo está errado e Colm deseja romper a amizade que eles tem, o que acaba gerando enormes conflitos com variáveis imprevisíveis.

 

 

 

20 anos de ‘Closer – Perto Demais’, um filme que fica em nossas memórias durante muito tempo

‘Olá, estranho!’. Os cinco minutos iniciais hipnotizantes, com uma bela canção que sempre nos fará lembrar desse filme, já previa que estaríamos de frente com uma obra que marcaria nossos corações. Closer – Perto Demais, lançado duas década atrás, nos leva para as profundezas do desejo, das desilusões, a partir de quatro personagens que tem suas vidas conectadas por ações e inconsequências. Dirigido por Mike Nichols e baseado em uma peça teatral homônima do autor britânico Patrick Marber, o filme ganhou duas indicações ao Oscar.

Na trama, conhecemos quatro personagens em alguns momentos de suas vidas. Um encontro pelas ruas de uma grande cidade, entre o jornalista que escreve obituários Dan (Jude Law) e uma jovem vinda de outro país, Alice (Natalie Portman), acende uma paixão. O tempo passa, e Dan escreveu um livro sobre Alice e acaba conhecendo e se apaixonando pela fotógrafa Anna (Julia Roberts) com quem mais à frente entrará em um relacionamento com Larry (Clive Owen). Essas quatro vidas vão passar por uma série de situações dolorosas a partir de suas próprias escolhas ligadas ao desejo e o que acham que é amor.

Por que o amor não basta? Invadindo o campo das emoções conflitantes quando pensando em um relacionamento, a narrativa nos joga para uma imersão nos extremos das desilusões. Sugando até a última gota do egoísmo, o envolvente projeto nos joga no caos dos desequilíbrios, onde o certo e o errado são ultrapassados a todo instante transformando a saga desses quatro personagens em um enorme ponto de reflexões sobre a vida a dois. São muitos olhares para vários temas ligados às emoções.

Com mais de 500 perguntas sendo feitas entre os personagens (o que não é um achismo, e sim um fato!), muitas delas deixadas sem respostas concretas, o que de fato se junta ao campo de reflexão quando pensamos sobre, Closer passa de forma marcante pelo compromisso, o amor, o desespero, a infidelidade, os inícios, os términos, os recomeços e até mesmo o machismo descarado. O roteiro é brilhante, a narrativa usa a variável tempo com maestria, idas e vindas são vistas e histórias que se complementam levando aos epicentros dos conflitos.

O elenco é fabuloso. Jude Law, Natalie Portman, Clive Owen e Julia Roberts brindam os cinéfilos com atuações viscerais, marcantes. A referência que eles tinham são as montagens da peça. A primeira, a formação original, foi exibida no Royal National Theatre, em Londres, tendo inclusive um dos presentes no filme, Clive Owen, interpretando Dan. Em 1999 na Broadway, a peça foi um enorme sucesso, com mais de 170 vezes sendo encenada, e com indicação ao Tony Awards (o Oscar do Teatro norte-americano). Nesse última montagem, outros grandes artistas fizeram parte do elenco: Anna Friel era Alice, Rupert Graves deu vida à Dan, Ciarán Hinds interpretou Larry e Natasha Richardson fez o papel de Anna.

Nos últimos 20 anos, poucos filmes conseguiram chegar tão forte em nossas emoções. ‘Closer – Perto Demais’ se torna ao seu término algo atemporal que fica em nossas memórias durante muito tempo. Um filme pra ver e rever. Pra quem se interessar, está disponível no catálogo da Star Plus.

‘Rebel Moon – Parte 1 e 2’ são os filmes mais MAL AVALIADOS da carreira de Zack Snyder

A franquia que Zack Snyder está tentando criar com ‘Rebel Moon‘ desagradou em cheio os críticos, e o diretor conquistou um recorde negativo em sua carreira.

Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes’, a aventura sci-fi dirigida por Zack Snyder, se tornou o filme mais mal avaliado dirigido pelo polêmico cineasta.

Enquanto ‘Rebel Moon – Parte 1: A Menina do Fogo‘ recebeu 21% de aprovação dos críticos, a sequência figura com apenas 15% de aprovação com 54 reviews publicadas.

Se contar pela porcentagem do público, o primeiro filme tem 57% de aprovação e o segundo tem 42%.

O CinePOP separou algumas das principais críticas do filme:

Rebel Moon: Parte 2 não faz nada para justificar a si mesmo ou a seu antecessor, muito menos uma franquia. Neste ponto, qualquer coisa a mais parece uma ameaça.”, Cameron Frew – Dexerto

“Embora seja uma melhoria depois da Parte Um, um elenco agressivo e cenas de ação genuinamente impressionantes não compensam o vazio emocional no centro do filme. Os fãs de Snyder vão adorar, todos os outros vão querer algo mais substancial.”,  Linda Marric – Hy, Guys

“Entrei nisso do zero e esperava que fosse melhor do que a primeira parte, mas infelizmente isso é tão ruim, se não pior. Djimon, Sofia e Ed são excelentes na captura da ação, mas falta profundidade ao roteiro. Pode ser o pior filme de Snyder até hoje.”, Kristy Puchko, Mashável

“Ainda assim, caminhando com tanta dedicação na sombra de Star Wars, Rebel Moon não consegue brilhar.”, Tessa Smith, Mamma Geek

“Não houve desenvolvimento real da história. Parece que ficamos no mesmo lugar que estávamos depois da Parte 1, só que agora a contagem de corpos é maior.”, Germain Lussier, io9 

“A boa notícia sobre Rebel Moon 2 é que, sem dúvida, é melhor que seu antecessor. É mais focado, coeso e orientado para o caráter… A má notícia é que é [também] mais lento, desequilibrado e emocionalmente insípido.”, Justin Harrison, The Reels

“Era para ser uma grande recompensa, mas houve muito pouco desenvolvimento para começar, transformando esta imagem em uma máquina de ruído com Snyder entregando todo o seu amor pelo excesso visual.”, Juliano Romano – FilmeWeb

Rebel Moon 2, a sequência, é de alguma forma ainda pior e mal justifica sua existência em um nível fundamental.”, Erik Kain – Forbes   

Crítica | ‘Rebel Moon – Parte 2’ é o filme mais desinteressante da carreira de Zack Snyder

Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘ dá continuidade à épica saga de Kora e dos guerreiros sobreviventes. Ao lado do corajoso povo de Veldt, eles estão prestes a sacrificar o que for preciso para defender o vilarejo que se tornou lar de quem perdeu tudo e todos na luta contra o Mundo Mãe. Às vésperas da batalha, cada um deles precisa encarar as verdades sobre o próprio passado e os motivos que os levaram a lutar. Com o Reino disposto a aniquilar os rebeldes a qualquer custo, laços são formados, heróis emergem e lendas nascem.

Confira a nossa crítica em vídeo, feita pela jornalista Rafaela Gomes:

FLOPOU! ‘Rebel Moon – Parte 2’ é ESMAGADO com 13% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes; Confira as reações!

Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes’, a aventura sci-fi dirigida por Zack Snyder, estreou na Netflix e está sendo massacrado pelos críticos.

Após a Parte 1 decepcionar com 21% de aprovação dos críticos, a sequência abriu com apenas 13% de aprovação com 32 reviews publicadas.

O CinePOP separou algumas das principais críticas do filme:

Rebel Moon: Parte 2 não faz nada para justificar a si mesmo ou a seu antecessor, muito menos uma franquia. Neste ponto, qualquer coisa a mais parece uma ameaça.”, Cameron Frew – Dexerto

“Embora seja uma melhoria depois da Parte Um, um elenco agressivo e cenas de ação genuinamente impressionantes não compensam o vazio emocional no centro do filme. Os fãs de Snyder vão adorar, todos os outros vão querer algo mais substancial.”,  Linda Marric – Hy, Guys

“Entrei nisso do zero e esperava que fosse melhor do que a primeira parte, mas infelizmente isso é tão ruim, se não pior. Djimon, Sofia e Ed são excelentes na captura da ação, mas falta profundidade ao roteiro. Pode ser o pior filme de Snyder até hoje.”, Kristy Puchko, Mashável

“Ainda assim, caminhando com tanta dedicação na sombra de Star Wars, Rebel Moon não consegue brilhar.”, Tessa Smith, Mamma Geek

“Não houve desenvolvimento real da história. Parece que ficamos no mesmo lugar que estávamos depois da Parte 1, só que agora a contagem de corpos é maior.”, Germain Lussier, io9 

“A boa notícia sobre Rebel Moon 2 é que, sem dúvida, é melhor que seu antecessor. É mais focado, coeso e orientado para o caráter… A má notícia é que é [também] mais lento, desequilibrado e emocionalmente insípido.”, Justin Harrison, The Reels

“Era para ser uma grande recompensa, mas houve muito pouco desenvolvimento para começar, transformando esta imagem em uma máquina de ruído com Snyder entregando todo o seu amor pelo excesso visual.”, Juliano Romano – FilmeWeb

Rebel Moon 2, a sequência, é de alguma forma ainda pior e mal justifica sua existência em um nível fundamental.”, Erik Kain – Forbes  

Confira a  sinopse e o teaser de Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes’:

Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes‘ dá continuidade à épica saga de Kora e dos guerreiros sobreviventes. Ao lado do corajoso povo de Veldt, eles estão prestes a sacrificar o que for preciso para defender o vilarejo que se tornou lar de quem perdeu tudo e todos na luta contra o Mundo Mãe. Às vésperas da batalha, cada um deles precisa encarar as verdades sobre o próprio passado e os motivos que os levaram a lutar. Com o Reino disposto a aniquilar os rebeldes a qualquer custo, laços são formados, heróis emergem e lendas nascem.

Confira a nossa crítica em vídeo, feita pela jornalista Rafaela Gomes:

‘Deadpool e Wolverine’ ganha BELO display mostrando traje amarelo do Logan

Deadpool e Wolverine‘ teve um display inédito divulgado no Japão. Ele mostra o traje amarelo de Logan em detalhes…

Confira:

O filme chega aos cinemas nacionais em 25 de julho e há muita expectativa sobre a trama, que vai envolver o Multiverso com a participação de diversos personagens das adaptações da Fox.

No entanto, a sequência pode não ter muitas ligações com os títulos anteriores do personagem vivido por Ryan Reynolds.

Isso porque o diretor Shawn Levy (‘O Projeto Adam’) disse que “o novo filme não é um Deadpool 3′.

Durante sua participação na CinemaCon, Levy conversou com o Screen Rant sobre o assunto e explicou:

“No que diz respeito à elaboração da história de Deadpool e Wolverine‘, eu me senti privilegiado todos os dias porque estamos falando de duas grandes estrelas de cinema em seus papéis mais icônicos. Isso também me deu a oportunidade de fazer algo novo com total liberdade.”

Ele continuou, detalhando:

“É o terceiro filme de Deadpool, mas não é ‘Deadpool 3‘. É uma coisa diferente que é muito ‘Deadpool e Wolverine, digamos assim. Não é um filme que está tentando copiar nada dos dois primeiros.”

No novo filme, depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Shawn Levy (‘Free Guy – Assumindo o Controle’) será responsável pela direção.

Ryan Reynolds e Hugh Jackman retornam como os personagens titulares. O elenco ainda conta com Emma Corrin, Morena Baccarin, Rob Delaney, Leslie Uggams, Karan Soni e Matthew Macfadyen.

O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU

Crítica | ‘Rebel Moon – Parte 2’ é o filme mais desinteressante da carreira de Zack Snyder

Amado por uns e odiado por outros, Zack Snyder é um diretor que surgiu com muita personalidade e um ar de inovação, mas que foi se perdendo com o tempo – na visão de alguns. Quando ainda vivia sua fase de ‘talento promissor’, Snyder tentou emplacar sua visão para a franquia Star Wars. Porém, o projeto não foi bem recebido pela Lucasfilm/ Disney, que deixou o diretor sonhando com o dia que traria sua versão da aventura espacial para as telonas.

Quando assinou seu extenso contrato com a Netflix, Zack recebeu liberdade total para tocar seus projetos autorais, incluindo esse “Guerra Nas Estrelas Adulto”. E foi assim que surgiu a franquia Rebel Moon. Durante a CCXP 23, Rebel Moon – Parte 1: A Menina do Fogo foi lançado em primeira mão para um auditório com cerca de 3 mil pessoas, com direito a presença de Zack Snyder e os astros do elenco. O que parecia ser o cenário ideal para o lançamento, acabou gerando uma situação extremamente constrangedora. Conforme o filme se desenvolvia, os fãs foram deixando a sala conforme a cansativa trama tomava a tela. Ao fim do filme, quando os atores e o diretor voltaram ao palco, grande parte das pessoas no auditório haviam deixado a sessão no meio do filme. A cena foi muito desconfortável. Ainda assim, o público que permaneceu teceu alguns elogios, principalmente à ação e ao teaser da parte 2, que prometia uma guerra épica.

Agora, Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes chegou ao catálogo da Netflix e pessoalmente posso dizer que estou embasbacado. Antes de tudo, acho válido dizer que faço parte do grupo que não achou a Parte 1 um desastre completo. Por mais que tivesse elementos retirados diretamente de Star Wars, com alguns personagens sendo praticamente os mesmos da saga da família Skywalker, havia coisas boas ali e ideias interessantes que poderiam ser desenvolvidas na sequência para expandir esse universo. Infelizmente, minha surpresa se deve ao baixíssimo nível do conteúdo trazido pelo diretor na Parte 2. A sensação que fica é que Zack Snyder conseguiu fazer duas horas do mais puro nada. Alguns podem chamar a trama de genérica, mas é algo tão pobre de inspiração que chega a ser questionável se chega a merecer o termo genérico.

O filme gira em torno dos heróis da resistência chegando a um vilarejo para armarem um ataque ao império maligno do Mundo-Mãe. Como a cena pós-créditos da Parte 1 mostrava, o vilão Noble (Ed Skrein) sobreviveu ao duelo com Kora (Sofia Boutella) e está doidinho para capturá-la e entregá-la aos seus superiores para ganhar a medalha de melhor nazista espacial. Sabendo disso, a Tropa das Galáxias que desceu a lenha no exército de Noble decide criar uma estratégia para que o povo do vilarejo não sofra as consequências dessa guerra. Então, eles decidem atender as demandas desumanas do Mundo-Mãe e realizam a colheita em tempo recorde, enquanto treinam um ataque coordenado para caso a barganha dê errado. E isso foi a pior decisão que Snyder poderia tomar.

O filme tem duração de 2h03. Desse tempo, curiosamente curto para um filme do diretor, ele dedica cerca de uma hora a passagens contemplativas de agricultura. Talvez um estudante de agronomia realmente saia fascinado pelas intermináveis tomadas de colheita, separação e torra de grãos, mas para quem esperava a ação prometida no teaser… Vai ter que lutar para se manter acordado enquanto os ‘heróis rejeitados’ ajudam o povo a cumprir as demandas dos vilões. Isso não seria um problema se esse tempo fosse utilizado para desenvolver os personagens ou mostrá-los criando laços e desenvolvendo algum tipo de personalidade, o que praticamente não acontece. Os bonecos mostrados em tela têm a profundidade e o carisma de uma folha A4.

É realmente frustrante e enfadonho superar essa ‘hora inicial’, que é dominada por diálogos mais artificiais que harmonização facial de subcelebridade e uma interminável insistência nas tão comentadas câmeras lentas. Mas vamos falar sobre isso mais adiante. Outra frustração deixada é que até mesmo a criatividade na construção da ambientação, um dos pontos altos da Parte 1, se perdeu. Esse filme se resume a uma fazendona no meio do nada ou uma nave como outras centenas que existem no cinema de aventura atual.

Superada a fase agrária de Snyder, o filme enfim embarca na promessa dos materiais promocionais: a guerra. Chega a hora em que o espectador suspira fundo e deixa escapar um “finalmente!”, na esperança de ver a elite da pancadaria, troca de tiros e esfaqueamentos. E aí, na hora de brilhar, Zack decepciona novamente. Por mais críticas que sofresse, o diretor sempre se destacou por ter um senso estético muito satisfatório para os fãs da violência cinematográfica. Ele sempre apostou em golpes bem dados, daqueles que o público sente o impacto da porrada, em facadas sanguinolentas e em missões elaboradas com tiros e confrontos incríveis. Só que nessa guerra de Rebel Moon, ele parece tão cansado do próprio trabalho que o resultado é um ação que não consegue empolgar em momento algum. Há personagens que morrem, outros ficam feridos e a gente não poderia se importar menos com eles. Até mesmo aquela supervalorização dos corpos na porradaria foi deixada de lado.

Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes é um filme completamente carente de personalidade, algo que jamais pensei em atribuir a Zack Snyder. Há realizadores no cinema internacional que podem até ser massacrados pela crítica, como Snyder e Michael Bay, mas uma coisa que nunca falta nos longas deles é personalidade. Você reconhece uma produção dos dois, mesmo que pelo exagero nos maneirismos, à distância. E aqui, não sei se por desânimo, Zack parece ter virado uma paródia de si mesmo. Por mais que seja criticado constantemente, o Slow Motion do diretor surgiu como algo promissor. Ele usava para ressaltar aspectos da personalidade de seus protagonistas ou para acentuar a violência deles. Era um recurso utilizado para dar mais impacto aos personagens e valorizar suas ações e poses. Nesse filme, a câmera lenta de Snyder é usada a torto e a direito em cenas como Titus colhendo grãos ou explosões em que não se vê nada.

Fica a impressão de que foi algo feito por birra, como se o diretor dissesse: “Vocês acham que eu estou usando muita câmera lenta? Então eu vou usar ainda mais para vocês verem como eu estava controlado”. E – de novo – esses maneirismos poderiam ser contornados se a história e os personagens fossem interessantes, o que não acontece.

Para não dizer que o filme é um completo fiasco, Djimon Hounsou consegue ter seus bons momentos de atuação apesar do roteiro e da direção. O ator é excelente e tira leite de pedra no longa, mesmo com a extrema má vontade da trama em desenvolver seu personagem ou deixá-lo brilhar. Outra exceção é a Nemesis da sul-coreana Bae Doona. O visual dela é o mais interessante da saga e ela esboça algum carisma, além de ter boas cenas de ação. Em um mar de decisões insossas, ela é uma ilha de criatividade mínima.

Enfim, é muito decepcionante que essa Parte 2 tenha sido desenvolvida de forma tão carente de inspiração. É uma obra tão ruim que até mesmo a galera que massacrou a Parte 1 vai passar a olhar com outros olhos para o capítulo anterior. A frustração fica por ser o fracasso de um dos poucos filmes que se propõe a embarcar nesse universo ‘à lá’ Star Wars sem apelar para a paródia. Existia, sim, um potencial bruto de criar uma saga interessante para o streaming, mas se perdeu em um Zack Snyder completamente descontrolado e cansado da própria obra. Uma pena.

Rebel Moon – Parte 2: A Marcadora de Cicatrizes está disponível na Netflix.

Denis Villeneuve CONFIRMA que adaptará ‘O Messias de Duna’ em ‘Duna: Parte 3’

Pouco depois da estreia de Duna: Parte 2’, que conquistou a crítica e o público, a Legendary confirmou que um terceiro capítulo da franquia está em desenvolvimento.

Agora, o diretor Denis Villeneuve confirmou ao New York Times que ele retorna para a sequência e vai adaptar ‘O Messias de Duna‘. Segundo ele, o roteiro está sendo escrito.

‘O Messias de Duna, escrito por Frank Herbert, é o segundo romance da série de ficção científica. Ele revela um lado mais humano de seus personagens, além de aprofundar e estender o universo de Duna, aliando discussões políticas, filosóficas e religiosas à épica história de poder, vingança e redenção.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 272.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 412.4 milhões – totalizando sólidos US$ 684.5 milhões mundialmente.

Vale destacar que ‘Duna 2‘ também já soma em torno de US$ 140 milhões em IMAX globalmente – tornando-se a sétima maior arrecadação da história do formato.

Para termos de comparação, a continuação levou menos de três semanas para ultrapassar a arrecadação total do primeiro filme – que somou US$ 433.9 milhões mundialmente, em 2021.

Confira a sinopse:

Doze anos se passaram desde que Paul Atreides ascendeu ao trono e acumulou os títulos de Imperador e Messias. Paul se tornara líder do maior império já visto pela humanidade, e ele estava ciente do peso de suas ações e decisões. Ele fizera de Arrakis o centro de todo o Imperium, de onde os fremen se espalharam para com o objetivo de levar sua filosofia e forma de governo aos planetas conquistados por eles. Os inevitáveis conflitos gerados por essa expansão fazem importantes facções contrárias ao imperador reunirem forças para detê-lo. Uma grande disputa está prestes a ter início nos bastidores do poder, e apenas Muad’Dib pode decidir o destino de todos.   

O filme segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo: