Emma (Fanny Leander Bornedal), estudante de medicina de 22 anos, acaba de conseguir um emprego como vigilante noturno no mesmo departamento forense onde seus pais quase foram mortos pelo psicopata inspetor de polícia Wörmer. Os acontecimentos levaram ao suicídio de sua mãe, e seu pai, Martin (Coster-Waldau), recorreu a tranquilizantes para suprimir as memórias. Determinada a investigar o que exatamente aconteceu com eles, Emma rastreia e confronta Wörmer, apenas para despertar involuntariamente sua sede de sangue e desencadear uma vingança violenta contra todos que selaram seu destino anos atrás.
Ole Bornedal retorna à direção, além de assinar o roteiro.
O suspense será lançado pelo Shudder no dia 17 de maio.
“Adoraria trabalhar com ela novamente. Eu sei que ela adora terror, então provavelmente seria em algo de terror novamente que nos encontraríamos. Ela é incrível e é genuinamente uma fã de terror, então sei que está constantemente de olho nesses projetos. Acho que se fizermos algo juntas novamente, definitivamente seria de terror”.
Inicialmente, as duas estavam vinculadas para aparecer em ‘Pânico 7’, mas Barrera foi demitida após compartilhar comentários pró-palestinos em suas redes sociais. Dias depois, Jenna Ortega também saiu do projeto.
Segundo o DanielRPK, Courteney Cox já assinou contrato para retornar como Gale Weathers em ‘Pânico 7‘.
‘Pânico’ não se tornou uma das maiores franquias de todos os tempos por qualquer motivo: ao ser idealizada por Wes Craven e Kevin Williamson em 1996 e encontrando sucesso crítico e comercial, a saga slasher reviveu um gênero que já vinha passando por maus bocados – principalmente pela queda de orçamento de produções anteriores e pelo lançamento direto em VOD. Pouco depois de estrear nas telonas, o filme teve sua sequência confirmada e, alguns anos depois, um terceiro capítulo para encerrar a trilogia. Entretanto, embarcando na onda de remakes que já começava a crescer no início dos anos 2010, a dupla percebeu que poderia reapresentar a narrativa a uma nova geração de fãs que crescia em meio às redes sociais e às inovações tecnológicas.
O longa-metragem chegou aos cinemas em 2011 – há exatos 13 anos – e trouxe de volta o trio-legado dos títulos anteriores: Sidney Prescott (Neve Campbell), Gale Weathers (Courteney Cox) e Dewey Riley (David Arquette), anos depois dos massacres que acometeram Woodsboro. Sidney tornou-se uma escritora de enorme sucesso com um livro recontando as traumáticas memórias da cidade – e retornando para seu lar para promovê-lo; Dewey é o novo xerife local e é acompanhado de sua assistente, Judy Hicks (Marley Shelton); e Gale casou-se com Dewey e passa por uma espécie de “crise profissional” em que não sabe sobre o que escrever e deseja, mais que tudo, retomar sua carreira como jornalista investigativa. E tudo se transmuta em um pesadelo vivo quando Ghostface retorna e promete criar caos e coletar mais vítimas – incluindo os três.
Apesar das boas intenções, ‘Pânico 4’ não fez o sucesso prometido: além da decepcionante bilheteria de US$97,2 milhões (a menor arrecadação da franquia), a recepção crítica não foi a das melhores (com 60% de aprovação no Rotten Tomatoes, a segunda menor avaliação, estando atrás apenas de ‘Pânico 3’). E, dentre os vários comentários tecidos, boa parte se valeu das fórmulas idênticas dos capítulos predecessores – o que já era de se esperar, considerando que faz parte da mesma mitologia. Obviamente, é compreensível a frustração sentida pelos especialistas e pela audiência – mas, mais de uma década depois, revisitar a obra é uma ótima pedida para perceber que ele esteve muito à frente de seu tempo.
A princípio, vamos analisar a história: Sidney, agora, consagra-se como uma “personagem legado” (termo que seria explorado no filme de 2022) ao lado de Gale e Dewey. Caracterizada como “o anjo da morte”, a protagonista é tratada como um medonho agouro, trazendo catástrofe por onde anda. Não é surpresa que todos queiram ficar longe dela e, em contrapartida, desejam conhecer uma “celebridade” que ganhou fama por traumas constantes e um senso de despertencimento e solidão dilacerantes. Ora, ela é até mesmo convidada pelo clube de cinema presidido por Charlie Walker (Rory Culkin) e Robbie Mercer (Erik Knudsen) com os crescentes ataques do serial killer.
Para além da importância do retorno de Sidney, ela também lida com a nova geração de jovens que é arrastada para um complexo emaranhado de reviravoltas e segredos que atravessa décadas. Temos, por exemplo, sua prima Jill Roberts (Emma Roberts), que vive à sombra de uma família marcada por calamidades; a icônica Kirby Reed (Hayden Panettiere), melhor amiga de Jill e uma aficionada por filmes de terror; a dupla supracitada formada por Charlie e Robbie; e vários outros. Sidney, Gale e Dewey unem forças para passar o conhecimento que têm sobre Ghostface, mas devem prezar pela própria vida ao serem caçados um a um.
A sutil profundidade do filme é respaldada por adições memoráveis a esse microcosmos, com a primeira delas sendo Roberts como Jill. Como revelado no terceiro ato, Jill é a mente por trás dos assassinatos, influenciando Charlie a seguir seus passos e a ajudá-la a reviver o fantasmagórico antagonista. Sua motivação é, de longe, uma das mais palpáveis e críveis da saga slasher: buscando por seu momento de glória e tentando usurpar o “trono” de Sidney, ela declama que não precisa de amigos, e sim de fama. Subsistindo no auge de redes sociais como Facebook e Twitter, ela almeja pelo sucesso e pelo reconhecimento, arquitetando um plano muito intrincado para garantir que fosse a única sobrevivente e seu nome caísse na mídia.
B33E0910.CR2
Dito e feito, ela alcança a sonhada fama ao morrer nas mãos da própria prima e ser tratada como a “heroína” de toda a história. E Jill divide os holofotes com Kirby, uma das grandes personagens coadjuvantes que roubou a nossa atenção desde sua primeira aparição nas telas. A jovem foi encarnada com perfeição por Panettiere e nos deixou sem ar quando levou duas facadas mortais de Charlie – nos levando a acreditar em sua morte instantânea. Kirby se tornou uma das personas favoritas da audiência e foi honrada anos depois ao fazer um retorno glorioso com ‘Pânico VI’ (reiterando sua importância na produção de 2011).
O principal problema do filme foi não ter aberto espaço para que os novos personagens tivessem um futuro sólido na franquia, porque boa parte deles foi brutalmente assassinado. Com exceção de Judy, que encontrou seu trágico fim no capítulo seguinte, e de Kirby (que, como já comentado, apareceria no sexto longa-metragem), a promessa de apostar fichas em uma geração mais jovem caiu por terra e deixou os fãs querendo mais. Mas, no final das contas, ‘Pânico 4’ é uma boa aventura e uma das entradas mais subestimadas desse icônico cosmos. E, assim, ele vem sendo redescoberto como uma gema de Wes Craven que precisa ser apreciada em sua completude.
Zack Snyder, conhecido por seus trabalhos no antigo DCU, como ‘O Homem de Aço’ e ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’, revelou estar ansioso pelo novo DCU de James Gunn.
Durante uma entrevista à CBR, Snyder afirmou: “Você sabe, sou bastante aberto. Realmente acredito que, se os personagens forem tratados com reverência e respeito à mitologia, estou dentro. Vamos ver o que acontece. Estou bastante animado”.
Quando perguntado se havia algum personagem em particular que ele estava ansioso para ver, Snyder acrescentou: “Bem, quero dizer, teremos o Superman em breve, então vamos ver como será isso.”
Lembrando que recentemente foi divulgado que ‘Superman’, dirigido por James Gunn, terá Neva Howell como Martha Kent e Pruitt Taylor Vince como Jonathan Kent.
Muito pouco foi revelado sobre a trama do novo filme, exceto que irá acompanhar a juventude Clark Kent (David Corenswet) e que Lex Luthor (Nicholas Hoult) será um dos vilões.
Marcado para julho de 2025, ‘Superman’ (anteriormente ‘Superman – O Legado’) dará o início do novo Universo Estendido da DC (DCU), trazendo também Rachel Brosnahan(‘Maravilhosa Sra. Maisel’) como Lois Lane, repórter do Planeta Diário e par romântico do Superman.
‘Pânico 7’ promete ser um novo começo para a franquia após a turbulenta saída de Melissa Barrera, Jenna Ortega e do diretor Christopher Landon. O novo filme marcará o retorno de Neve Campbell como Sidney Prescott, a estrela original da série.
De acordo com DanielRPK, além de Campbell, Courteney Cox (Gale Weathers) também está de volta à franquia. Embora seu retorno ainda não tenha sido oficialmente confirmado, o jornalista afirma que ela já assinou o contrato.
DanielRPK destaca que Campbell e Cox serão novamente as protagonistas do terror. Além disso, revela que o filme buscará jovens atores para interpretarem a família de Sidney.
Segundo rumores compartilhados por Daniel Richtman, os produtores do filme estão procurando dois atores para interpretarem os filhos de Sid. O filme será focado na família dela, com os quatro sendo protagonistas: Sid, seu marido e os dois filhos.
‘Pânico 7’ enfrentou uma verdadeira tempestade, com a demissão da estrela da saga Melissa Barrera (Sam Carpenter), seguida por Jenna Ortega (Tara Carpenter) e a saída do diretor Christopher Landon do projeto.
Além das duas, Patrick Dempsey está em negociações para reprisar o seu papel como Mark Kincaid.
Ano após ano, as minisséries ganharam enorme destaque nos catálogos dos streamings trazendo ao público histórias com começo, meio e fim ao longo de uma jornada que se intercalam por curtos episódios. Pensando em alguns projetos marcantes desse formato, segue abaixo uma lista essencial para você que curte seriados de tiro curto:
Mare of Easttown
Na trama, criada por Brad Ingelsby, conhecemos Mare (Kate Winslet), uma detetive divorciada, e já avó, que é atormentada pelo suicídio do filho anos atrás e no campo profissional é taxada de incompetente por não conseguir solucionar o caso de uma desaparecimento de uma jovem moradora da região. Mora com sua filha Siobhan (Angourie Rice), a mãe Helen (Jean Smart, em atuação fantástica) e seu neto em uma casa que é na frente da do ex-marido Frank (David Denman). Quando uma outra jovem é assassinada, um leque de portas se abrem na linha de investigação e não é descartada de ter alguma relação com o desaparecimento da outra jovem. Entre a dedicação a essa importante investigação e o caos que se transforma sua vida pessoal, muitas surpresas a aguardam em um desenrolar de fatos impactantes.
Roadkill
Nos bastidores do alto poder britânico, ambientado nos dias atuais, acompanhamos Peter Lawrence (Hugh Laurie), um político que passa de ministério para outro ministério ao mesmo tempo que sua vida entra em colapso total com a descoberta de uma nova filha (que está presa), crise no seu relacionamento secreto com a amante dinamarquesa, embates com a atual esposa e os conflitos com as filhas, uma guerra no tribunal que venceu mas a jornalista que perde o caso acaba conseguindo novas provas contra ele, uma primeiro ministra que não vai com a cara dele. Os desenrolares e as consequências das ações para resolver esses fatos vão moldando os quatro episódios dessa minissérie.
Na trama, acompanhamos as idas e vindas de um relacionamento de amizade e algo mais de dois jovens de uma cidadezinha da Irlanda. Marianne (Daisy Edgar-Jones) é uma jovem solitária que possui muitas dificuldades em se relacionar com os que estão ao seu redor, principalmente sua família e seus amigos de colégio. Connell (Paul Mescal) é aquele queridinho de todos, amado pela mãe, pelos amigos, estrela do rúgbi do colégio. Marianne é de família rica, Connell não. Certo dia, os dois começam a conversar e aos poucos, e com inúmeras passagens de tempo para frente (época de faculdade etc), percebem que podem ter sidos feitos um para o outro mas que só isso não basta para ficarem sempre juntos.
Na trama, conhecemos a família Barber: Andy (Chris Evans), o pai, principal promotor da cidadezinha onde vivem e bastante querido pela comunidade; Laurie (Michelle Dockery) um profissional exemplar e super mãezona; Jacob (Jaeden Martell), o único filho do casal que possui uma personalidade introspectiva e não tem muitos amigos. Tudo desmorona em pouco tempo para essa família quando Jacob é acusado de assassinato de um colega do colégio. O pai, no início, promotor titular do caso, é dispensado e praticamente usa todo seu tempo e conhecimento para tentar inocentar o filho. A mãe, desmorona aos poucos e a cada episódio que passa, desconfiando mais do filho. Assim, a série vai caminhando para uma decisão no tribunal que deixará marcas em todos.
Vallejo, Califórnia. Durante uma noite, um casal de fisioterapeutas tem sua residência invadida por pessoas que sequestram um deles, dopando o outro. Ao acordar, o que não foi levado, liga para a polícia relatando o ocorrido. A partir daí, a vida desse casal viraria de cabeça pra baixo, com acusações de todos os lados e com a polícia buscando montar um quebra-cabeça completamente pressionada pela a ação da mídia. Advogados, envolvidos, a família da sequestrada e os vídeos de alguns dos interrogatórios ajudam a contar essa história que possuem reviravoltas impressionantes.
Na trama, conhecemos Danny (Steven Yeun), um empreiteiro, com problemas, que vem de uma decepção com um empreendimento familiar passando por um presente confuso, desiludido, com pensamentos ruins. Também conhecemos uma empresária chamada Amy (Ali Wong), dona de uma marca que foi ficando poderosa ao longo do tempo, ligado à plantas. Parece ter uma vida perfeita, de sucesso no campo pessoal e profissional, mas nem tudo é o que aparenta ser, vive seus dias em um enorme stress. Certo dia, o destino desses dois personagens se cruzam de maneira peculiar, após uma briga de trânsito, o que desencadeia uma série de situações surpreendentes.
Lançada em 2016, ainda longe da badalada chegada dos streamings pelo mundo, essa minissérie intrigante produzida pela HBO, com um total de oito episódios, nos mostra a história de um estudante que se envolve em enormes conflitos após ser acusado de assassinato.
Inspirado em fatos reais, em Black Bird conhecemos Jimmy (Taron Egerton), um charmoso traficante de drogas que vê todo seu mundo ir à baixo quando a polícia invade a sua casa e o faz ser condenado a 10 anos de prisão. Alguns meses se passam e algo inusitado acontece: a polícia volta a conversar com ele lhe propondo um acordo que consiste em ele ser enviado a uma prisão de segurança máxima, conseguir a confissão de um suspeito de assassinatos chamado Larry (Paul Walter Hauser) e assim conseguir a liberdade. Mas nada será fácil e muitas perguntas se encontrarão pelo seu caminho.
Na trama, que possui dinâmicas passagens de tempo, acompanhamos o surgimento de um medicamento que impactaria negativamente a sociedade norte-americana (depois a mundial), o OxyContin, e toda a veia de destruição em famílias do interior dos Estados Unidos que buscando alívio para suas incansáveis dores acabam entrando em uma dependência a esse fármaco opioide analgésico potente, análogo semi-sintético da morfina (duas vezes maior que a mesma).
Em quatro episódios intensos e com muitas reviravoltas vamos acompanhando o misterioso sequestro de Emanuela Orlandi, em junho de 1983, que rendeu inúmeras teorias que vão desde um falso sequestro que deu errado até mesmo uma enorme conspiração que envolve um antigo banco italiano, a Banda della Magliana (máfia romana) até mesmo o Vaticano. Mas qual a verdade sobre o ocorrido? Tentando desvendar esse mistério ao longo dos anos, vemos um jornalista italiano que sabe muito do caso além de familiares da jovem sequestrada, que sofrem muito até hoje pela desaparecimento dela.
Otaviano Costa é praticamente da família de todo brasileiro. Ao longo dos anos, nos acostumamos a vê-lo praticamente todos os dias nas telinhas da tv, fosse nos programas “Tá Brincado”, “Extreme Makeover – Brasil” ou “Cozinhe se Puder”, fosse nos comerciais quase diários como garoto-propaganda de uma famosa rede de supermercados. Dotado de um carisma e simpatia que fizeram com que o caminho para a atuação fosse natural, Otaviano não tem longa carreira nos cinemas, contando algumas participações especiais, como em ‘De Perto Ela Não é Normal’, e como dublador (‘OTouro Ferdinando’). Mas agora Otaviano ele chega aos cinemas com a comédia brasileira ‘Vidente por Acidente’, que estreia essa semana nos cinemas de todo o país.
No dia de seu aniversário, Ulisses Betarello (Otaviano Costa) tem um sonho com Deus (Serjão Loroza), com quem compartilha uma inquietação: não sabe se quer, ou se consegue continuar trabalhando como arquiteto, pois acha que, no fundo, nasceu para fazer outra coisa. Quando acorda, Ulisses decide procurar uma vidente (Katiuscia Canoro) para descobrir sua verdadeira vocação. Ela lhe dá um chá que o faz viajar, e, quando acorda, Ulisses percebe que ganhou uma espécie de superpoder: ao tocar nas pessoas, ele consegue sentir a vocação profissional da pessoa. Aos poucos a notícia começa a correr na cidade, e acaba impactando tanto na sua vida particular com sua esposa (Evelyn Castro) e sua filha (Jamilly Mariano), quanto no seu trabalho, na empresa de sua mãe (Totia Meirelles). Agora Ulisses está decidido a abandonar a arquitetura e viver como vidente, e isso vai tornar a vida de todo mundo uma grande confusão.
Partindo de uma premissa original do próprio Otaviano (que escreveu o argumento e ajudou a produzir o longa), ‘Vidente por Acidente’ reflete a famosa “crise da meia idade” que muitos homens (e também mulheres) enfrentam, e que já foi vastamente retratada nos cinemas e na tv. A diferença aqui são muitas: primeiramente, ao contrário de muitas novelas, aqui a crise não é no casamento, e a solução não é buscada em outro relacionamento; a crise vivida não tem a ver com experiências não vividas na juventude e que precisam ser aproveitadas na maturidade – ao contrário, tem a ver com o emprego dos sonhos, a verdadeira vocação que é impedida por causa do sistema capitalista que empurra as pessoas a empregos que as sustentem financeiramente, mesmo que não seja aquilo que realmente queiram fazer.
Assim, o argumento é desenvolvido em roteiro por André Brandt e Gui Cintra e se transformou numa comédia deliciosa cheinha de referências, easter-eggs e piadas contemporâneas de fácil identificação. Soma-se a isso um elenco em sintonia e muitas participações especiais hilárias, comoFlavia Alessandra fazendo o papel de esposa de Otaviano Costa (e reclamando deste) e Xuxa Meneghel surpreendendo o público ao anunciar que sua verdadeira vocação nunca foi ser cantora ou apresentadora!
Segundo a IndieWire, Stewart terá um papel de apoio no filme. A sinopse oficial descreve: “Quando o espírito livre Ricky reaparece repentinamente na vida do futuro pai Glenn, os dois ex-melhores amigos embarcam em uma viagem espontânea de Los Angeles a Sacramento na abordagem original de Michael Angarano para a comédia de amigos”.
O ator/diretor Angarano co-escreveu o roteiro com Chris Smith, e a dupla também está produzindo ao lado de Stephen Braun, Chris Abernathy e Eric Fleischman.
O clássico do cinema sul-coreano, ‘Oldboy’, receberá uma nova versão como uma série em língua inglesa em parceria com a Lionsgate Television.
Segundo o Deadline, a série será dirigida por Park Chan-wook, o mesmo diretor do longa original. Lançado em 2003, o filme é uma adaptação do mangá japonês de mesmo nome escrito por Garon Tsuchiya.
“Lionsgate Television compartilha minha visão criativa para trazer Oldboy para o mundo da televisão”, disse Park. “Estou ansioso para trabalhar com um estúdio cuja marca representa narrativas ousadas, originais e arriscadas”.
“Park é um dos contadores de histórias mais visionários de nossa geração, e estamos empolgados em nos unir a ele para levar sua obra cinematográfica à tela da televisão”, compartilhou Scott Herbst, EVP e Chefe de Desenvolvimento de Roteiro da Lionsgate Television. “Esta adaptação em série de Oldboy apresentará o poder emocional bruto, cenas de luta icônicas e estilo visceral que tornaram o filme um clássico”.
Dirigido por Park Chan-wook, baseado no mangá japonês homônimo escrito pela dupla Nobuaki Minegishi e Garon Tsuchiya, o projeto faz arte da chamada ‘Trilogia da Vingança’ do aclamado diretor. Passando pelo forte drama do protagonista, o roteiro caminha com brilhantismo para suas verdades impressionantes que mostram até a última gota de sangue caminhos que levam ao sofrimento. Uma obra-prima do cinema.
Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes em 2004, o filme conta a trajetória de Oh Dae-su (Choi Min-sik, em atuação impressionante), um homem que após ser detido totalmente embriagado, é sequestrado e mantido assim por 15 longos anos. Quando enfim é libertado, aparentemente sem saber o motivo, tem alguns dias para ir atrás da verdade de seu encarceramento, embarcando assim em uma jornada de chocantes descobertas.
Há heróis? Há vilões? Tendo a vingança como elemento chave dessa história, vamos acompanhando a visão de um protagonista que ficou preso por uma década e meia sem saber o motivo. Assim, ao redescobrir a liberdade se vê em conflito com seus próprios sentimentos, o amor vira algo distante, o desejo algo permanente, o equilíbrio vira algo impossível de se enxergar em uma vida marcada por tragédias. A concepção de bom ou mau é uma linha que o roteiro navega com maestria fazendo o espectador repensar a todo instante conforme as reviravoltas da trama.
Há um forte olhar para a família, aqui em dois pontos de vistas, um revelado logo pelos caminhos do protagonista, outro que se revela aos poucos e que se torna a peça que falta para o quebra-cabeça ser montado. Que há um confronto é óbvio, mas quais são jogadores desse jogo macabro imposto? Não que Oldboyseja um filme deveras misterioso mas as reviravoltas acabam transformando um forte drama em um suspense de arrepiar.
Infelizmente e inacreditavelmente o filme não se encontra hoje em nenhum streaming mas se algum dia você tiver a chance de conferir esse filme, não perde tempo e vai assistir! Vai ser difícil você esquecer!
O astro britânico Henry Cavill, conhecido por seus papéis em ‘O Homem de Aço’ e ‘The Witcher’, não esconde seu desejo de interpretar o icônico agente secreto James Bond na famosa franquia ‘007’.
Segundo a CBR, Cavill explicou que ainda considera a ideia de vestir o famoso terno de Bond, embora admita: “Talvez eu esteja velho demais agora”.
“Tudo o que tenho são os rumores. As mesmas informações que você tem. Talvez eu esteja velho demais agora. Talvez não. Depende de Barbara Broccoli e Mike Wilson, e veremos quais são os planos deles”, declarou.
Vale ressaltar que em 2006, Cavill foi seriamente cogitado para interpretar Bond em ‘Casino Royale’, antes de perder o papel principal para Daniel Craig, que se consolidou como um nome conhecido na franquia de ação.
Lembrando que recentemente Cavill estrelou ‘Argylle – O Superespião‘, o filme de espionagem do diretor Matthew Vaughn (‘Kingsman’).
O longa-metragem está disponível na Apple TV+.
A história gira em torno do maior espião do mundo, chamado Argylle. A expectativa é que o filme seja um sucesso e dê origem a uma nova franquia de pelo menos mais três títulos, gravados nos Estados Unidos, Londres e em outras locações espalhadas pelo mundo.
“Um dos filmes de ação mais caoticamente estúpidos a torturar o público em anos” – Globe and Mail.
“De reviravoltas inesperadas ao elenco incrivelmente carismático, sem mencionar um terceiro ato repleto de acontecimentos hilariamente inesquecíveis, a complexa e simples história de espionagem cativa o público com seu charme exagerado e energia implacável” – Talking Films.
“‘Argylle’ é divertido, com muita ação e um excelente uso da música” – Solzy at the Movies.
“Vaughn e [o roteirista Jason]Fuchs nunca descobrem como concretizar uma ideia inteligente” – Deadline.
Xuxa Meneghel é um dos maiores ícones do cenário do entretenimento brasileiro e, ao longo de sua carreira, ela encontrou sucesso como atriz, apresentadora e cantora. Agora, catorze anos após seu último trabalho nos cinemas com ‘Xuxa e o Mistério de Feiurinha’ (se desconsiderarmos sua participação especial em ‘Porta dos Fundos: Contrato Vitalício’), ela faz seu retorno aos filmes com ‘Uma Fada Veio Me Visitar’, baseado no livro infanto-juvenil homônimo de Thalita Rebouças.
Estreando em sétimo lugar entre os títulos mais assistidos da Netflix, o longa-metragem não tem qualquer propósito de existência e falha em causar qualquer sensação positiva no público.
Na trama, Xuxa interpreta Tatu, uma fada júnior que, após trinta e cinco anos de dormência em virtude de uma punição de suas superiores, retorna à ativa para ajudar a jovem Luna (Antonia “Tomtom” Périssé, filha mais nova de Heloísa Périssé), que enfrenta diversas crises adolescentes, a superar os obstáculos e a auxiliar a própria Tatu a cumprir sua missão e, com sorte, não voltar a seu “castigo”. Aqui, Luna deve fazer amizade com uma mean girl de sua escola, visto que elas estão predestinadas a um sólido laço de companheirismo e união – ainda que, a princípio, se odeiem. E, mesmo com as mais puras intenções, a produção escorrega em todos as camadas e entrega apenas uma narrativa esquecível movida a atuações risíveis e uma triste falta de cautela estética.
Assista ao trailer:
O filme segue um padrão muito conhecido das inúmeras incursões do gênero, em que as fórmulas explodem em uma amálgama de clichês cansativos e premeditáveis que tornam a experiência cinematográfica uma frustração do começo ao fim. Périssé, encarnando a protagonista, parece desconfortável e se apoia em amadorismos performáticos e tiques repetitivos que nos afastam de qualquer chance de entender suas dores e acompanhar um arco quase ilusório; Xuxa, por sua vez, mostra que consegue se divertir – principalmente através de um roteiro que preza por imortalizá-la através de referências fragmentadas e testamentárias ad nauseam, pincelando diálogos catastróficos com menções musicais e “homenagens” a outras celebridades do cenário fonográfico (como Cindy Lauper, Madonna e Boy George). E, apesar de soltarmos algumas risadas nos exauríveis cem minutos de duração, percebemos que, ao sairmos da sala, esse ímpeto era só um modo de lidar com a enorme vergonha alheia que nos é apresentada.
Um dos aspectos que menos funcionam na obra é a noção de tempo e espaço: de um lado, temos um enredo ambientado nos dias atuais, mas que faz alusões anacrônicas a outras décadas e que quebram a verossimilhança de forma brutal (ora, até mesmo as gírias e a escolha das músicas estão fora de lugar, retirando o longa de uma cronologia e colocando-a espalhada em uma atemporalidade sem sentido); de outro, a construção do espaço cênico é inexplicável, desde o arranjo do quarto de Luna ao apreço pela estética hollywoodiana que, dentro do escopo ajustado à cidade do Rio de Janeiro, é incoerente. Nem mesmo a insípida fotografia consegue se esquivar dos convencionalismos, utilizando uma paleta de cores bastante familiar e enquadramentos novelescos que não trazem nada de novo ao front.
A direção é assinada por Vivi Jundi, que trabalhou como diretora geral da ótima ‘De Volta aos 15’, série da Netflix estrelada por Maísa. Todavia, suas inspiradas inflexões imagéticas são varridas para debaixo de um tapete em prol de uma fusão monótona do campo-contracampo com a mais pura obviedade – e sequências que nos levam aos excessos dos anos 1990 que, de fato, não funcionam mais. É claro que há uma parcela destinada ao embate intergeracional dos múltiplos personagens, mas esse subtexto vai de lugar nenhum a nenhum lugar e é esquecido por completo à medida que os núcleos narrativos se dissolvem e o título se transforma num “show da Xuxa” às avessas. O roteiro, cortesia de Rebouças, também não ajuda muito: não há conflito aparente que nos instigue ou um bom desenvolvimento dos personagens; pelo contrário, a unidimensionalidade criativa urra das telonas e mergulha em estereótipos que, muito tempo atrás, teriam um objetivo claro. Até traços da personalidade de Luna são mencionados em ocasionalidade e sem papel atuante no discorrer da história.
Nem mesmo elementos mais concisos têm vez aqui: o figurino foi pensado de última hora e arrancado das araras de um brechó em decadência, sem preocupação palpável com a direção de arte ou com os humores dos personagens; a trilha sonora se apoia nos caprichos triviais do mickey-mousing, em que cada movimento e cada expressão é acompanhada de uma nota caricata; e o elenco coadjuvante se dispõe de exageros teatrais – no pior sentido do termo -, além de não ter a mínima centelha de química.
‘Uma Fada Veio Me Visitar’ é tão desconexo de si mesmo que tem pouquíssimas chances de agradar qualquer pessoa – ainda mais a nova geração, que não conseguirá acompanhar as referências à carreira de Xuxa e a certas investidas que fogem do conhecimento contemporâneo. E, no final das contas, o aguardado retorno de uma das maiores figuras da cultura pop aos filmes é algo que, infelizmente, não deveria ter acontecido. Pelo menos não desse jeito.
‘O Problema dos Três Corpos’ tem se destacado como um verdadeiro sucesso. Um mês após sua estreia, a nova série da Netflix continua dominando o top 10 das produções mais assistidas da plataforma.
Segundo a Collider, esta é a terceira semana consecutiva que a série de David Benioff e D.B. Weiss mantém o primeiro lugar entre as séries de língua inglesa. Nesta semana, o programa adicionou impressionantes 4,8 milhões de visualizações ao seu histórico.
Ambientada numa China futurista, a trama mostra alienígenas do sistema solar vizinho se preparando para invadir a Terra.
Esse sistema consiste em três estrelas orbitando umas às outras em um sistema de três corpos. Um único planeta habitável existe lá, frequentemente sofrendo mudanças extremas de temperatura e clima, causando um ciclo de mortalidade fora do normal.
Entre os críticos, a atração recebeu 73% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Confira algumas das análises:
“‘O Problema dos Três Corpos‘ certamente tem seus pontos altos, mas a oscilação da trama consegue diminuir qualquer boa vontade que os episódios evocam com o público.” – AwardsWatch
“É uma virada de página absoluta que muda de modo e gênero com confiança, atuando como um forte retorno para os showrunners de ‘Game of Thrones’, David Benioff e DB Weiss.” – Paste Magazine
“O que realmente faz a série funcionar são os personagens e, embora eles possam demorar para conquistarem o público, você estará torcendo por eles no final.” – The Mary Sue
“Mesmo com vários desvios inteligentes em relação ao material original, a primeira temporada do programa é, na melhor das hipóteses, um drama mediano. E embora o espetáculo interplanetário criado por David Benioffe DB Weiss seja grandioso, pouco dele chega perto de replicar o sucesso de ‘Game of Thrones’.” – Rolling Stone
“Benioff e Weiss continuam sendo mestres em adaptação e, junto com o roteirista Alexander Woo, abriram um ponto de entrada acessível para uma história profundamente esotérica, ao mesmo tempo em que reproduzem a ação em um escopo adequadamente épico.” – Variety
O projeto prevê, pelo menos, três temporadas.
“A decisão fatídica de uma jovem na China dos anos 1960 reverbera no espaço e no tempo até os dias atuais. Quando as leis da natureza se desfazem inexplicavelmente diante de seus olhos, um grupo unido de cientistas brilhantes une forças com um detetive inabalável para enfrentar a maior ameaça na história da humanidade.”
A direção fica a cargo do indicado ao Oscar Derek Tsang (‘Dias Melhores’)
Dois fãs da atriz Ana de Armas (‘Blade Runner 2049’), Peter Rosza e Conor Woulfe, foram intimados a pagar uma indenização de US$ 126.705(aproximadamente R$ 664,29).
De acordo com a Variety, a dupla processou a Universal em 2022 após alugar ‘Yesterday’ na Amazon Prime por US$ 3,99, atraídos pela participação da atriz no trailer. No entanto, descobriram que seu papel foi removido do filme e decidiram processar o estúdio por publicidade enganosa.
Inicialmente, o juiz federal concordou com eles, concluindo que os trailers de filmes não estão imunes a alegações de publicidade enganosa. O processo evoluiu para uma ação coletiva contra o estúdio. No entanto, a dupla precisava apresentar provas de que as pessoas foram assistir ao filme devido à participação Ana de Armas, o que não conseguiram.
O processo por publicidade enganosa poderia continuar, mas, com apenas dois autores, o valor envolvido não seria significativo. O máximo que poderiam esperar recuperar era US$ 7,98.
Então, o jogo virou a favor do estúdio, que entrou com um pedido de honorários advocatícios. Embora o juiz tenha permitido as alegações de publicidade enganosa, ele também rejeitou outras alegações de responsabilidade do produto dos autores, decidindo que elas não se aplicam a filmes.
Isso fez com que a Universal fosse considerada a parte vencedora sob a lei anti-SLAPP da Califórnia, o que lhe permitiu receber honorários advocatícios. O advogado principal do estúdio, Kelly Klaus, cobra US$ 1.158 por hora. O valor total solicitado para os pedidos de anti-SLAPP, além das taxas para os pedidos de honorários advocatícios, foi de US$ 672.000, dos quais a Universal buscou o reembolso de US$ 472.000, considerado uma redução “generosa”.
O juiz, no entanto, viu isso de maneira diferente e reduziu para US$ 126.705.
Na sexta-feira, eles aceitaram um acordo que resolverá o caso, cujos termos não foram divulgados.
De acordo com documentos judiciais, ninguém está satisfeito com o resultado. A Universal acredita que foi forçada a gastar dois anos e centenas de milhares de dólares defendendo um processo patentemente frívolo. Enquanto isso, os advogados de ação coletiva dos autores – que inicialmente acreditavam que a reivindicação valia milhões de dólares – acabaram acreditando que os tribunais da Califórnia são manipulados a favor dos estúdios de Hollywood.
Durante a última edição do HistFest, Brian Cox (‘Succession’) não teve quaisquer “papas na língua” para falar dos recentes títulos cinematográficos – e detonou a atuação de Joaquin Phoenix na biografia ‘Napoleão’, da Apple TV+ (via Standard)
“Terrível”, ele disse. “É terrível. Uma performance verdadeiramente terrível de Joaquin Phoenix. É realmente apavorante. Não sei em que ele estava pensando. Acho que foi totalmente culpa dele e não acho que Ridley Scott o ajudou. Eu o teria interpretado muito melhor que Joaquin Phoenix. Direi isso. Você pode falar que é um bom drama. Não – é mentira”.
Cox continua, dizendo que Phoenix tem um nome apto para si próprio: “acho que ele tem um bom nome. Joaquin… Whackeen [maluco]… Maluco. É uma performance maluca”.
Lembrando que ‘Napoleão’ está disponível no catálogo da Apple TV+.
O longa aborda a ascensão de Napoleão ao poder durante o período da Revolução Francesa, em que foi um dos maiores líderes militares e como chegou a ser imperador.
Estrelando Phoenix e Vanessa Kirby, o filme foi dirigido por Scott (‘Casa Gucci’) e, apesar de ter arrecadado US$219,9 milhões nas bilheterias mundiais, amargou 58% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Confira trechos das principais críticas:
“O filme traz alguns problemas que o corte estendido [de diretor] pode acabar resolvendo, mas ‘Napoleão’ ainda consegue alcançar uma vitória impressionante.” (Total Film)
“Eu ri mais assistindo a este filme do que em qualquer outro lançamento deste ano. E as risadas foram genuínas e intencionais.” (Uproxx)
“Um retrato de ambição que faz com que a grandeza pareça a pior coisa que uma pessoa pode aspirar. Embora não esteja no mesmo nível de alguns dos outros trabalhos do Ridley Scott, ‘Napoleão’ segue como uma experiência intrigante em termos de narrativa.” (Decider)
“Joaquin Phoenix está completamente comprometido em interpretar o Napoleão Bonaparte como uma criança mimada e petulante. O filme tem prazer de minar, em todos os momentos, a bravata de Bonaparte.” (United Press International)
“Joaquin Phoenix está imponente como o ‘Napoleão’ – um blockbuster brutal que traz um estilo de direção que não é mais comum atualmente.” (The Movie Podcast)
“‘Napoleão’ é um filme grandioso, tanto por causa da narrativa bem construída, como também por causa das escolhas inspiradas do Joaquin Phoenix.” (Collider)
“Apesar de ser épica, a parceria entre o diretor Ridley Scott e o astro Joaquin Phoenix causou um impacto muito maior em ‘Gladiador’.” (Daily Mail UK)
As comédias românticas atingiram o seu auge nos anos 90 e 2000 com grandes musas do cinema encantando audiências do mundo inteiro com histórias de amor que nos faziam se apaixonar. Entre um filme e outro de Meg Ryan, surgiram duas grandes estrelas que se tornaram as principais representantes do subgênero: Julia Roberts e Sandra Bullock.
Com filmes cada vez mais clichês que começaram a cansar o público, as comédias românticas foram desaparecendo lentamente dos cinemas e as poucas que eram realizadas estreavam direto no streaming e repetiam fórmulas já conhecidas e ultrapassadas, enterrando e desvalorizando o subgênero. Eis que precisava de uma rainha para provar que as comédias românticas ainda vivem e podem encontrar seu público e fazer sucesso, e Sandra Bullock voltou às telonas para realizar o feito. E sim, ela foi muito bem sucedida.
A comédia romântica de ação ‘Cidade Perdida‘, estrelada por Bullock e Channing Tatum, que ultrapassou a marca de 35 milhões de visualizações na Netflix. O filme chegou a figurar em primeiro lugar no catálogo por mais de uma semana.
Confira nossa crítica:
A brilhante, porém reclusa autora Loretta Sage (Bullock) escreve sobre lugares exóticos em seus romances populares de aventura, cujas capas são estreladas pelo belo modelo Alan (Tatum), que tem dedicado sua vida a personificar o personagem herói, “Dash.”
Durante a turnê de promoção de seu novo livro com Alan, Loretta é raptada por um bilionário excêntrico (Daniel Radcliffe), para que ela o guie ao tesouro da cidade perdida descrita em seu livro recente.
Para provar que é possível ser um herói na vida real, não somente nas páginas de seus livros, Alan parte para resgatá-la. Forçados a viver uma aventura épica na selva, o par improvável precisa trabalhar junto para sobreviver e encontrar o antigo tesouro, antes que seja perdido para sempre.
O roteiro foi escrito por Dana Fox, de ‘Jogo de Amor em Las Vegas‘.
O grandioso elenco também conta com Patti Harrison (‘Raya e o Último Dragão’), Da ‘Vine Joy Randolf (‘Meu Nome é Dolemite’), Daniel Radcliffe (‘Harry Potter’) eBrad Pitt, que fará uma participação especial.
A dupla ficará responsável pela produção executiva da atração, que já ganhou duas versões para os cinemas – uma lançada em 1962 e outra, em 1991.
Conforme detalhes revelados no final do ano passado, Nick Antosca (‘Channel Zero’) será o showrunner e o criador.
A produção será baseada no livro The Executioners, de John D. MacDonald, que já havia sido adaptado pela primeira vez em 1957.
A série é sendo descrita como um “thriller contemporâneo que irá explorar a obsessão americana em crimes reais no Século XXI”. Na trama, uma tempestade está chegando para um casal de advogados quando um assassino infame de seu passado é libertado após anos na prisão.
A adaptação de 1991, dirigida por Scorsese, foi estrelada por Robert De Niro, Nick Nolte e Jessica Lange.
O terror psicológico ‘Longlegs‘, que trará o veterano Nicolas Cage (‘O Peso do Talento’) como um sádico serial killer, ganhou um novo teaser intenso.
A Diamond Films lançará o filme nos cinemas nacionais no dia 11 de julho.
Na trama…
“A agente do FBI Lee Harker (Monroe) é a talentosa nova recruta designada para o caso não resolvido de um perigoso serial killer (Cage). À medida que o caso sofre reviravoltas complexas, desenterrando evidências de ocultismo, Harker descobre uma conexão pessoal com o assassino impiedoso e deve correr contra o tempo para detê-lo antes que ele reivindique a vida de outra família inocente.”
Comandado por Osgood Perkins, diretor de ‘A Enviada do Mal‘ e ‘Maria e João: O Conto das Bruxas‘, o projeto está sendo descrito como “um horror psicológico na mesma veia dos antigos clássicos de Hollywood”.
Além de dirigir, Perkins também é responsável pelo roteiro do terror.
C2 Motion Picture Group irá produzir, além de financiar o longa.
Cage também servirá como produtor ao lado de Dan Kagan (‘Significant Other’), Brian Kavanaugh-Jones (‘Sobrenatural’), Dave Caplan (‘The End We Start From’) e Chris Ferguson (‘Brinquedo Assassino’).
‘Grandes Hits’ (Greatest Hits), romance estrelado por David Corenswet (‘Pearl’) e Lucy Boynton(‘Bohemian Rhapsody’), já está disponível no catálogo da Star+ e aborda o luto por uma ótica diferente, usando a música como um canalizador da dor, bem como um instrumento de cura.
E em uma entrevista ao CinePOP, o diretor do longa, Ned Benson, refletiu sobre o mais novo projeto, ponderando sobre como surgiu a ideia do roteiro, bem como seu longo período de gestação.
Na ocasião, o cineasta ainda comentou sobre como a música opera como o fio condutor da trama, à medida em que auxilia os protagonistas a navegarem por seus processos de luto.
Assista:
A trama gira em torno da vida de Harriet (Boynton), uma jovem que faz uma descoberta extraordinária: certas músicas têm o poder de levá-la de volta no tempo. E isso não é uma mera metáfora para expressar que ela vive imersa em suas lembranças – a música tem o poder literal de transportá-la no tempo.
Essas melodias concedem a Harriet a oportunidade de reviver momentos compartilhados com seu ex-namorado (Corenswet). Embora inicialmente isso possa parecer reconfortante, a protagonista se vê diante de um dilema. Harriet começa a desenvolver sentimentos por um novo interesse amoroso (Justin H. Min) no presente, obrigando-a a confrontar a decisão de permanecer ancorada no passado ou seguir em frente com sua vida.
O filme foi escrito e dirigido por Ned Benson(‘Dois Lados do Amor’).
O Collider divulgou, com exclusividade, um vídeo inédito do vindouro terror ‘Abigail’, que acompanha uma jovem vampira bailarina em sua caçada a um grupo de sequestradores.
No featurette, Melissa Barrera traz detalhes sobre a personagem que interpreta no longa, Joey.
Confira:
Lembrando que o longa estreia na próxima quinta-feira (18), mas já conquistou aclamação da crítica no Rotten Tomatoes – abrindo com 80% de aprovação baseada em 20 avaliações.
Os críticos elogiam o filme por ser divertido, violento e sangrento, com destaque para as cenas de gore.
Confira alguns trechos das avaliações:
“Abigail tem humor, ação e muito, MUITO sangue. É difícil se destacar em um mar vermelho de filmes de vampiros, mas este consegue.”, Kelly McClure – Salon.com
“Com um compromisso insano com a pulverização arterial e um conjunto entusiasmado, Abigail acaba sendo outro prazer para todos os fãs de Bettinelli-Olpin e Gillett. É uma explosão sangrenta.”, Bloody-Disgusting.
“O filme não é de todo ruim, mas Abigail, a pequena vilã pirueta, poderia usar alguns sérios… ensaios”, disse Alison Foreman do IndieWire.
“Há pontos de Abigail que parecem muito com o horror pintado por números, cheio de despejos de exposição que efetivamente me tiraram da narrativa sangrenta em sua necessidade de cortar a tensão”, disse Maggie Boccella do Collider.
“No que pode se tornar um dos maiores filmes de vampiros de todos os tempos, Abigail oferece uma visão extremamente sangrenta, divertida e bem-humorada do subgênero”, disse Jordan Williams do Screen Rant.
“‘Abigail’ define a fasquia como a mais divertida que se pode ter com um filme de terror do ano. Em outras palavras, “Abigail” é horror na ponta”, disse BJ Colangelo do Slashfilm.
“Não é mal feito, apenas desinspirado e jogado”, disse Simon Abrams do Roger Ebert.
“Um longa ensanguentado faz um bom momento. Um giro inteligente no gênero vampiro cheio de cenários selvagens e gore, alimentado ainda mais por um conjunto elétrico perfeitamente fundido”, disse Perri Nemiroff do canal Perri Nemiroff no YouTube.
“Abigail é um bom momento divertido, sinuoso e sangrento. Encontra o equilíbrio perfeito entre humor e horror. E o conjunto de personagens se equilibra bem”, disse Sean Chandler do Sean Chandler Talks About.
“Radio Silence provou ser uma das vozes mais emocionantes, e crucialmente, divertidas do gênero de terror e Abigail leva isso para o próximo nível”, disse Rosie Fletcher do Den of Geek.
“Um festival de diversão absolutamente insano, sangrento, cheio de gore. Provavelmente o melhor momento do cinema este ano inteiro. Vejo em um teatro lotado!”, disse Tessa Smith da Mama’s Geeky.
“Abigail trouxe tudo o que eu quero em um filme de vampiros: grandes personagens, grandes risadas e galões de sangue. Alisha Weir é uma explosão para assistir enquanto brinca com sua comida no melhor e mais divertido filme de Radio Silence até agora”, disse Cody Leach do canal Cody Leach no YouTube.
Na trama, uma quadrilha sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.
‘Abigail‘ marca a reunião entre a atrizMelissa Barrera e os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, após ‘Pânico 5 e 6‘.
Da Radio Silence – a equipe de direção de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett por trás dos terríveis sucessos de terror moderno ‘Casamento Sangrento‘ e ‘Pânico‘ – vem uma nova visão ousada e sedenta de sangue do filme de vampiros, escrita por Stephen Shields (‘The Hole in the Ground’) e Guy Busick (‘Pânico’).
A Universal afirma que o projeto se encaixa no mesmo estilo de filmes como ‘O Homem Invisível‘, de Leigh Whannell, e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, filmes que oferecem “uma abordagem única para a lenda dos monstros lendários e representam uma direção nova e fresca para celebrar esses personagens clássicos”.
THE OSCARS® - The 92nd Oscars® broadcasts live on Sunday, Feb. 9,2020 at the Dolby Theatre® at Hollywood & Highland Center® in Hollywood and will be televised live on The ABC Television Network at 8:00 p.m. EST/5:00 p.m. PST.
(CRAIG SJODIN via Getty Images)
STEVEN SPIELBERG
Steven Spielberg é um dos diretores mais aclamados e respeitados de todos os tempos e já ficou responsável por alguns dos títulos mais famosos do cinema – como as franquias ‘Jurassic Park’ e ‘Indiana Jones’, além de poderosos dramas como ‘The Post – Guerra Secreta’, o aclamado remake de ‘Amor, Sublime Amor’ e ‘Império do Sol’.
Agora, parece que o cineasta já está com seu próximo projeto definido.
Segundo apurações da Variety, Spielberg deseja focar seu próximo projeto em uma narrativa envolvendo OVNIs (objetos voadores não-identificados), com David Koepp desenvolvendo o roteiro.
O diretor não é nenhum estranho ao gênero e já embarcou em aventuras similares com ‘E.T. – O Extraterrestre’, ‘Guerra dos Mundos’ e ‘Contatos Imediatos de Terceiro Grau’.
Mais informações não foram reveladas.
Recentemente, Spielberg rasgou elogios ao diretor Denis Villeneuve e ao seu incrível trabalho na sequência ‘Duna: Parte 2’.
Em entrevista ao lado de Denis Villeneuve (‘A Chegada’), no podcast Director’s Cut, Steven Spielberg aclamou o trabalho do diretor na aclamada sequência ‘Duna: Parte 2‘.
“Você dirigiu um dos filmes de ficção científica mais brilhantes que eu já assisti. […] Há diretores que têm a habilidade de construir universos. Não é uma lista muito longa, é nós sabemos quem eles são: George Lucas, Ray Harryhausen, Tim Burton, Wes Anderson, Peter Jackson, James Cameron, Christopher Nolan, Ridley Scott, Guillermo del Toro. A lista continua. E eu acredito que [Denis Villeneuve] faz parte dela.”, ele disse em entrevista ao podcast Director’s Cut.
Ele completa, “Apesar de toda a areia que eu vi neste filme, ‘Duna’ é uma história sobre água. As águas sagradas que anseiam por prados verdes e a água azul da vida. [Villeneuve] filmou o deserto como se fosse um oceano. Os vermes de areis são como serpentes. E aquela cena em que os vermes de areia são montados é uma das melhores que eu já vi. [O diretor] fez o deserto parecer líquido.”