Baseada no livro infantil homônimo de Aaron Blabey, a animação ‘Thelma, O Unicórnio’ chega à Netflix em 17 de maio e acabou de ganhar um belíssimo pôster
Na trama, Thelma é uma pônei que sonha em se tornar uma grande estrela da música. Um dia, seu desejo se realiza quando ela se transforma em um unicórnio, mas logo percebe que a fama tem seu preço”.
Confira o pôster e o trailer:
Dirigido por Jared Hess (‘Napoleon Dynamite’) e Lynn Wang (‘Unigata’), o roteiro é assinado por Hess e sua esposa, Jerusha Hess (‘Nacho Libre: Tudo pela Crianças’), adaptado do livro de Aaron Blabey.
A 2ª temporada de ‘Primal’ terminou com um final bastante definitivo para a história de Spear e Fang depois de duas temporadas de sobrevivência juntos na selva, então surgiu a dúvida se poderia ou não haver novas temporadas da animação.
Quando a 3ª temporada foi anunciada no ano passado, os fãs começaram a se perguntar sobre quais novos personagens e histórias a série contaria daqui em diante.
Até o momento, não foram reveladas muitas novidades, mas oAdult Swim compartilhou um teaser que pode dar algumas respostas.
Embora esses teasers não se relacionem diretamente com o cânone ou provoquem eventos futuros, o foco da prévia em Lord Darlington no episódio da 2ª temporada, ‘The Primal Theory‘, pode indicar que o personagem vai dar as caras novamente.
Além disso, considerando como o vídeo promoção evolui, tudo sugere que Darlington pode ser um descendente da linhagem de Spear.
Vale lembrar que a animação criada por Genndy Tartakovskyse tornou uma das mais bem recebidas das últimas décadas e caiu no gosto tanto do público quanto da crítica.
Agora, em entrevista ao ComicBook.com, o criador da produção revelou que está guardando algo “espetacular” na manga para o futuro da série – e que tem em mente um “mundo totalmente novo”.
Na ocasião, ele disse que está com “uma ideia na cabeça que é tão espetacular, que mal posso esperar para fazê-la”.
Tartakovsky continua, dizendo que está muito animado para explorar o que encara como uma “progressão natural” para o mundo de ‘Primal’ – e que ele está ansioso para desenvolver mais dele.
Anteriormente, em entrevista à EW, o criador também falou que a próxima iteração trará várias mudanças.
Tartakovsky admitiu que ele quer que a produção se torne “um show antológico, em que a 3ª temporada seria chamada ‘Primal’, mas com um subtítulo diferente”. Mas ainda teríamos a apresentação dos ciclos anteriores.
“Poucos diálogos, alta emoção, sobrevivência, crueza, narrativa visual: todas essas coisas, mas com personagens diferentes. Há mais coisas que quero fazer com Primal, não necessariamente Spear e Fang”, ele explicou. “Talvez se houver um clamor gigante, nós continuaremos a história com sua filha e Mira e os dinossauros. Eu teria que realmente pensar sobre isso.”
Lembrando que a série está disponível na HBO Max.
A série gira em torno de um homem das cavernas no alvorecer da evolução e de um dinossauro à beira da extinção. Unidos pela tragédia, a dupla desenvolve uma amizade inesperada que se torna o único modo de sobreviver em um mundo primitivo e violento.
A série foi criada e dirigida pelo vencedor do Emmy Genndy Tartakovsky(‘Samurai Jack’, ‘Star Wars: A Guerra dos Clones’).
Luca Guadagnino não se consagrou como um dos diretores mais respeitados do cinema por qualquer motivo, e sim por uma perspectiva idiossincrática que arrebatou os espectadores ao redor do mundo – ainda que não tenha sempre agradado a todos. Dentre seus títulos mais famosos, podemos citar o vencedor do Oscar ‘Me Chame Pelo Seu Nome’, que trouxe Timothée Chalamet e Armie Hammer ao elenco protagonista, ou o suspense romântico ‘Até os Ossos’, que chocou o público por sua crua narrativa. Agora, o cineasta está de volta com o antecipadíssimo ‘Rivais’, uma dramédia esportiva romântica que conta com um elenco estelar e posta-se como um dos melhores longas-metragens do ano (quiçá, a produção mais sólida da filmografia de Guadagnino).
Através de uma narrativa que vai e volta no tempo e borra as linha entre o passado e o presente com revelações crescentes e contínuas, o cineasta nos convida a conhecer um triângulo amoroso formado por Tashi (Zendaya), Patrick (Josh O’Connor) e Art (Mike Faist). Tashi é um prodígio do tênis que rouba a atenção de todos e que fica conhecida por uma performance extremamente forte em campo – ganhando prestígio a cada partida vencida e atiçando a curiosidade dos amigos Patrick e Art, que ficam mesmerizados com a potência da jovem. Com ambos se apaixonando pela tenista, cabe a Tashi navegar através de sua personalidade marcante até culminar em várias tensões que afastam Patrick e Art e alimentam uma rixa que se estende por muitos anos até uma última partida que pode definir o futuro de cada um dos personagens.
A princípio, devemos falar sobre as impecáveis atuações que explodem nas telonas e de que forma cada um dos atores consegue canalizar as características principais de seus respectivos personagens. Zendaya, que vem se mostrando como uma das performers mais versáteis da atualidade ao ter estrelado produções como ‘Duna’, ‘Euphoria’ e ‘Malcolm & Marie’, oferece mais uma camada de sua composição artística como Tashi. Não se enganem: a tenista não é a “mocinha” da história, e sim uma anti-heroína cuja vida é pautada no esporte que foi destinada a dominar. Ela é movida por elogios que afofam uma egolatria perigosa, em que seu principal objetivo é ser exaltada por habilidades que aperfeiçoou com o passar dos anos – nem que isso a faça usar os outros para benefício próprio. É assustador ver como Zendaya se transforma em cena navegando por sutilezas do olhar e do crispar dos lábios, explodindo em raiva e frustração quando não consegue a perfeição pela qual tanto preza.
Enquanto a atriz se mostra ávida por uma indicação Oscar – e deve conquistá-la com um trabalho tão primoroso quanto este -, ela é acompanhada pela presença inebriante de O’Connor, de ‘The Crown’, apostando fichas em uma persona também cheia de si, mas sem qualquer ambição aparente além das banalidades de uma jovialidade efêmera (não é surpresa que ele é taxado como infantil por nem sequer ter se preocupado em amadurecer); e de Faist, recém-saído de seu trabalho no remake de ‘Amor, Sublime Amor’, e encarnado o derrotista Patrick, eventual marido de Tashi, que não tem o mesmo apetite pelo esporte que seu ex-melhor amigo e que sua esposa e se vê submisso às vontades dos outros, como se não tivesse encontrado sua voz.
Para além de um elenco espetacular, Guadagnino não deixaria os elementos artísticos e técnicos do longa-metragem em segundo plano. Aliando-se à fotografia certeira de Sayombhu Mukdeeprom, o cineasta arquiteta um épico esportivo que não apenas nos coloca como membro do público, mas nos convida a sentir cada um dos saques, backhands e aces, transformando a experiência em uma sinestésica e competitiva jornada por um dos universos mais complexos da humanidade. Temos uma predileção pela simetria, pelo uso de tonalidades fortes como o azul-celeste e o verde, e uma mistura entre a passividade “de elite” do branco e o conflito urgente do amarelado – uma mixórdia completa de atingir, mas que é delineada com muita cautela.
A imersão promovida por Guadagnino não se restringe apenas à condução magistral do projeto, e sim a ramificações que incluem uma montagem frenética e pautada em um ritmo aplaudível (cortesia das habilidosas mãos de Marco Costa), e de uma trilha sonora que oscila entre orquestrações dissonantes e um apreço significativo pela nostálgica originalidade do techno-house (assinada por Atticus Ross e Trent Reznor, frequentes colaboradores do diretor). É notável como o mínimo deslize poderia transformar todo esse escopo em um festival camp cansativo, mas o time criativo sabe como caminhar por ensejos tortuosos – guiados pelo didático e provocante roteiro de Justin Kuritzkes, que nos oferece uma nova visão de um cosmos explorado ad nauseam pela sétima arte.
Assim mencionado no primeiro parágrafo, ‘Rivais’ não é apenas um dos melhores filmes do ano, como uma bem-vinda adição à filmografia de Guadagnino. Aqui, o realizador constrói um tour-de-force indesculpável que se desvencilha de eufemismos e diz as coisas como elas, de fato são – e, como a cereja de um suculento bolo, nada disso seria alcançado sem a química apaixonante do elenco protagonista.
A sequência ‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais.
Apesar de ter sofrido uma queda de -65% em seu segundo final de semana, o longa tem registrado uma boa estabilidade no território norte-americano, apesar da forte concorrência.
Atualmente, o filme segue no TOP 3 das maiores arrecadações do final de semana nos EUA.
Ao total, a produção já soma US$ 96.9 milhões no país. Já no mercado internacional, foram US$ 63 milhões em arrecadação – totalizando US$ 159.9 milhões mundialmente.
Vale lembrar que ‘Apocalipse de Gelo‘ estreou com sólidos US$ 45.2 milhões nos EUA, superando o lançamento de ‘Ghostbusters – Mais Além‘, que havia arrecadado US$ 44 milhões em seu primeiro final de semana no país, em 2021.
De acordo com o Deadline, o sucesso da nova iteração ajudou a franquia a ultrapassar a impressionante marca de US$ 1 bilhão em arrecadação.
O longa segue em exibição nos cinemas nacionais!
Infelizmente, a produção dividiu a opinião dos críticos. No Rotten Tomatoes, o longa alcançou somente 43% de aprovação com base em 216 publicações até o momento. A encargo de comparação, o filme anterior conquistou 64% de avaliações positivas.
Confira os principais comentários:
“A mistura desajeitada de nostalgia, sustos, cenários, sinceridade e piadas nunca se concretiza, levando à conclusão de que talvez seja a hora da Sony desistir desse fantasma em particular” – Screen International.
“Tudo no filme é cru e preguiçoso, e podemos esperar que esta franquia seja congelada por muito tempo” – Little White Lies.
“‘Apocalipse de Gelo’ é uma melhoria notável em relação a ‘Mais Além’ – engraçado, bobo e um pouco assustador, com seus bolsos cheios de bugigangas feitas à mão e excursões ocasionais ao reino da pseudo-mitologia e da parapsicologia” – Independent (UK).
“‘Ghostbusters: Apocalipse de Gelo’ corre sobre gelo fino, sobrecarregado com ideias díspares e sem inspiração” – IGN Movies.
“‘Apocalipse de Gelo’ é arrastado por sua obsessão pelo passado” – Cleveland Plain Dealer.
A família Spengler retorna para onde tudo começou – a icônica estação de bombeiros em Nova York – para se unirem com os caça-fantasmas originais, que desenvolveram um laboratório ultra secreto de pesquisa para levar a caça aos fantasmas a outro nível. Mas quando a descoberta de um artefato antigo libera uma força do mal, os Ghostbusters originais e os novos precisam unir forças para proteger suas casas e salvar o mundo de uma segunda Era do Gelo.
Sucesso! A aclamada sequência ‘Duna: Parte 2‘, que conquistou impressionantes 93% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 680 milhões nas bilheterias mundiais.
O longa dirigido por Denis Villeneuve (‘A Chegada’) já se tornou a maior arrecadação global e doméstica do ano. O TOP 3 ainda conta com ‘Kung Fu Panda 4‘ (US$452.9M) e ‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ (US$437.9M).
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 272.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 412.4 milhões – totalizando sólidos US$ 684.5 milhões mundialmente.
Vale destacar que ‘Duna 2‘ também já soma em torno de US$ 140 milhões em IMAX globalmente – tornando-se a sétima maior arrecadação da história do formato.
Para termos de comparação, a continuação levou menos de três semanas para ultrapassar a arrecadação total do primeiro filme – que somou US$ 433.9 milhões mundialmente, em 2021.
Sucesso! A sequência ‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 430 milhões nas bilheterias mundiais.
Apesar de se encontrar no TOP 3 das maiores arrecadações do ano, o longa dirigido por Adam Wingard deve superar a bilheteria total de ‘Kung Fu Panda 4‘ (US$450.9M) no próximo final de semana, ficando atrás apenas de ‘Duna: Parte 2‘ (US$684.5M).
Ao total, o longa já arrecadou US$ 158 milhões no território norte-americano. Internacionalmente, foram US$ 279.9 milhões – totalizando US$ 437.9 milhões mundialmente.
Vale destacar que longa surpreendeu em sua passagem pela China, onde já arrecadou sólidos US$ 110.3 milhões – e, segundo projeções, chegar alcançar US$ 130 milhões até a próxima semana no país.
‘Godzilla x Kong: O Novo Império‘ segue em exibição nos cinemas nacionais!
O longa vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas.
O elenco conta com Rebecca Hall, Brian Tyree Henry, Dan Stevens, Kaylee Hottle, Alex Ferns e Fala Chen.
O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.
O ator Jacob Elordi, conhecido por ‘Saltburn’ e ‘Priscilla’, compartilhou recentemente sua empolgação em viver o monstro.
Durante uma entrevista no programa The Tonight Show Starring Jimmy Fallon, Elordi entusiasmadamente declarou: “Sim, estou interpretando a criatura de Frankenstein… para Guillermo, que é o Deus dos monstros.”
Anteriormente, o papel estava destinado aAndrew Garfield (‘Até o Último Homem’ e ‘O Espetacular Homem-Aranha’), mas o ator teve que deixar o elenco devido a conflitos de agenda.
O projeto também conta com Christoph Waltz (‘Bastardos Inglórios’), Oscar Isaac(‘Cavaleiro da Lua’), Mia Goth(‘Pearl’) e Felix Kammerer (‘Nada de Novo no Front’).
Guillermo del Toro tem desenvolvido o projeto de ‘Frankenstein’ há algum tempo e sempre expressou seu desejo de criar um filme centrado na icônica história de Mary Shelley. Ainda não se sabe se sua versão será ambientada em uma época específica ou atualmente.
Anteriormente, o diretor Damien Leone comentou sobre o que podemos esperar da continuação, prometendo que o novo filme será ainda mais extremo, revelando que acabou de gravar uma das cenas mais fortes de toda a franquia.
“Eu posso dizer honestamente que acabei de filmar umas das cenas mais chocantes e aterrorizantes da franquia ‘Terrifier’. Vocês nunca vão acreditar quem acabou passando mal durante as gravações. Os bastidores dessa cena serão hilários! Mal posso esperar para que vocês possam conferi-la.”
Can honestly say we just filmed one of the most insanely horrific scenes of the Terrifier franchise and you’ll never believe who couldn’t handle it on set the bts is hilarious. Can’t wait for you all to see! #terrifier3#areyouready#comingsoon
David H. Thornton retorna como o palhaço sádico, ao lado da sobrevivente Lauren LaVera.
Vale lembrar que, sucesso nos cinemas, o segundo longa arrecadou impressionantes US$ 15 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 250 mil. E, além de ter despertado a curiosidade dos espectadores, a produção também agradou os críticos, conquistando 85% de aprovação no Rotten Tomatoes.
A ABC renovou oficialmente a série ‘The Rookie‘, drama policial estrelado por Nathan Fillion (‘Castle’), para a 7ª temporada.
O sexto ciclo tem registrado 3.3 milhões de espectadores, e 0.33 na demo – o que representa a quarta maior audiência da emissora.
Além disso, a estreia da nova temporada se tornou o episódio mais assistido da série em quase seis anos, totalizando 11.92 milhões através de todas as plataformas, após um período de 35 dias.
Para termos de comparação, o novo ciclo está alcançando uma média de audiência 14% acima da temporada anterior.
A série foi criada por Alexi Hawley (‘State of Affairs’).
Começar de novo não é fácil, especialmente para John Nolan, um cara do interior que, depois de um incidente, passa a perseguir seu sonho de ser um policial de Los Angeles. Como o novato mais velho da força, ele se depara com o ceticismo de alguns superiores, que o consideram apenas uma crise de meia-idade ambulante. Se ele não conseguir acompanhar os jovens policiais e os criminosos, estará arriscando vidas, inclusive a sua. Mas se ele puder usar sua experiência de vida, determinação e senso de humor para lhe dar uma vantagem, ele poderá se tornar um sucesso neste novo capítulo de sua vida.
A Sony Pictures anunciou uma mudança em seu cronograma de lançamentos, confirmando o adiamento da adaptação ‘É Assim que Acaba‘ (It Ends with Us) em quase dois meses.
Originalmente programada para 21 de junho, o filme estrelado por Blake Lively e Justin Baldoni estreará oficialmente no dia 9 de agosto.
Agora, o longa terá que competir nas bilheterias com ‘Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo‘ e o novo thriller de M. Night Shyamalan, intitulado ‘Trap‘.
A produção é baseada no romance homônimo da Colleen Hoover.
Justin Baldoni também está atado à direção, a partir de um roteiro escrito por Christy Hall(‘I Am Not Okay With This’).
Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.
Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.
À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.
De acordo com o Deadline, Jonathan Bailey, conhecido pelas recentes séries ‘Bridgerton‘ e ‘Companheiros de Viagem‘, está em negociações para estrelar o próximo filme da franquia ‘Jurassic World‘.
Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.
Gareth Edwards, dos aclamados ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘ e ‘Resistência‘, será responsável pela direção.
Anteriormente, em entrevista à Forbes, Sam Neill (Dr. Alan Grant) falou sobre a possibilidade de retornar para o próximo capítulo da saga.
O ator se mostrou incerto sobre o seu retorno: “Tudo o que sei é o que vejo nas redes sociais, que raramente olho. Não faço ideia do que ninguém está pensando”.
Questionado se gostaria de voltar à franquia, Neill disse: “Olha, obviamente posso jogar tênis – você vê isso no programa, mas quanto a correr de dinossauros, talvez seja isso”.
‘Jurassic World 4’ tem estreia prevista para 02 de julho de 2025 e promete iniciar uma “nova era jurássica” com uma história totalmente diferente. O roteiro já está sendo finalizado e não deve contar com o retorno dos personagens de ‘Jurassic World’, interpretados por Chris Pratt e Bryce Dallas Howard.
A franquia ‘Jurassic’ é uma das mais bem-sucedidas na história do cinema. O filme da Universal, lançado em 1993, redefiniu os efeitos especiais e teve um impacto duradouro na cultura pop. Ao longo de três décadas, foram produzidos seis filmes, arrecadando mais de US$ 6 bilhões em todo o mundo.
Além de ‘Jurassic Park – O Parque dos Dinossauros’, David Koepp também é o roteirista do filme original ‘Missão: Impossível’ (1996), do primeiro filme do ‘Homem-Aranha’ (2002), ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal’ (2008) e do mais recente ‘Indiana Jones e o Medalhão do Destino’ do ano passado.
O longa mais recente da franquia ‘Jurassic World: Dominio’ já está disponível no Prime Video.
O longa estreará nos cinemas norte-americanos em 21 de junho. No Brasil, segue sem previsão, mas o anúncio deve ser feito em breve.
Além de dirigir, Lanthimos também assina o roteiro ao lado de Efthimis Filippou (‘O Sacrifício do Cervo Sagrado’).
“A trama gira em torno de três personagens: um homem sem escolha que tenta assumir o controle de sua própria vida; um policial que está alarmado porque sua esposa desapareceu no mar e ao voltar, parece uma pessoa diferente; e uma mulher determinada a encontrar alguém específico, com uma habilidade específica, que esteja destinado a se tornar um líder espiritual prodigioso.”
A Max Brasil divulgou o trailer legendado ‘Velma’, a animação adulta derivada de ‘Scooby-Doo’ que acompanha as desventuras da detetive mais perspicaz da Mystery Inc.!
Apesar das críticas severas à primeira temporada, os novos episódios serão lançados em 25 de abril na plataforma de streaming.
Segundo o ComicBookMovie, Suzanna Makkos, vice-presidente executiva de comédia original e animação adulta para Max e Adult Swim, afirmou anteriormente: “As séries que criamos no Max são baseadas em arte e voz, com personagens e comédia antes de qualquer outra coisa.”
“Estar sempre em busca de comédias ousadas com coração e originalidade, programas diversos e inclusivos com ressonância temática subjacente, e design de personagens que evidenciem a mão do artista. Estou muito animada para compartilhar essas séries incríveis com o mundo e continuar mostrando por que o Max é um ótimo lar para animações adultas”, concluiu.
Apesar de ter estreado com baixas avaliações (39% de aprovação entre os críticos e 7% de audiência no Rotten Tomatoes), o programa inexplicavelmente quebrou vários recordes de streaming para o Max, tornando-se a estreia mais vista de uma série animada original para o Max.
Em entrevista para a Emmy Magazine, o criador, showrunner e produtor executivoCharlie Grandy rebateu as críticas ao dizer:
“Os programas originais de Hanna-Barbera ainda estão disponíveis para assistir. Não estamos apagando os originais. Só queremos ter nossa própria identidade no vasto Scooby-verso!”
Ele continuou, abordando a questão da etnia dos personagens:
“[A produtora executiva] Mindy Kaling veio até mim e disse que adoraria trabalhar em uma história com Velma… Seria engraçado tê-la no centro de um show. A partir disso, pensamos nela como uma descendente do sul da Ásia e nos perguntamos: ‘Por que parar por aí?’ Nenhum desses personagens está enraizado em etnias caucasianas. Levamos a ideia à Warner Bros. e nos disseram: ‘Façam. Façam o que quiserem. Está na hora de mudanças! Apenas certifiquem-se de que seja engraçado e bom!’ Não vemos problems nenhum nisso, o mundo está mudando.”
Segundo o The Hollywood Reporter, ‘Godzilla e Kong: O Novo Império’ continua surpreendendo na China e arrecadou mais US$ 10,7 milhões em seu terceiro fim de semana no país.
O filme já arrecadou gigantes US$ 110,3 milhões na China e deve chegar a US$ 130 milhões até semana que vem.
Depois de superar as expectativas em seu fim de semana de estreia, ‘Godzilla e Kong: O Novo Império’ já faturou US$ 438 milhões pelo mundo em apenas duas semanas em exibição.
E, de acordo com o Comic Book, a sequência deve encerrar as exibições com cerca de US$ 600 milhões na bilheteria global.
Só no último fim de semana, o longa dirigido por Adam Wingard registrou mais de US$ 30 milhões nos cinemas norte-americanos, mais US$ 60 milhões do mercado internacional.
Especialistas apontam que o filme vai ultrapassar as previsões iniciais de US$ 400 milhões na terceira semana, considerando o ritmo atual.
No total, as apostas sugerem que o valor final seja de US$ 550-600 milhões pelo mundo, o que é uma quantia bem significante a partir de um orçamento avaliado em torno de US$ 130 milhões.
Vale lembrar que o filme anterior, ‘Godzilla vs Kong’, custou cerca de US$ 155 milhões e fechou o caixa com US$ 470,1 milhões.
Apesar ter dividido a opinião dos críticos – com apenas 55% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o novo filme parece ter agradado os espectadores, alcançando uma média sólida de 93% de aprovação.
‘Godzilla e Kong: O Novo Império‘ vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas.
O elenco conta com Rebecca Hall, Brian Tyree Henry, Dan Stevens, Kaylee Hottle, Alex Ferns e Fala Chen.
O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.
A animação ‘Trolls 3 – Juntos Novamente‘, que se tornou um sucesso de bilheteria ao redor do mundo, estreia esta semana no catálogo do Prime Video.
O longa-metragem chega à plataforma de streaming nesta próxima sexta-feira, 19 de abril.
Vale lembrar que a Universal Pictures convidou o CinePOP para passar um dia na DreamWorks Studios e descobrir como o filme foi feito, desde os storyboards até a animação chegar aos cinemas.
Assista à matéria e à nossa entrevista:
Depois de dois filmes de amizade verdadeira e paquera implacável, Poppy (Anna Kendrick) e Tronco (Justin Timberlake) agora são oficialmente, finalmente, um casal (#Troppy)! À medida que se aproximam, Poppy descobre que Tronco tem um passado secreto. Ele já fez parte do fenômeno de boyband favorito dela, BroZone, com seus quatro irmãos. BroZone se separou quando Tronco ainda era um bebê, assim como a família, e Tronco não viu seus irmãos desde então.
Mas quando o irmão de Tronco, Floyd, é sequestrado por causa de seus talentos musicais por um par de vilões popstars nefastos – Velvet (a vencedora do Emmy Amy Schumer; Trainwreck) e Veneer (o vencedor do Grammy e indicado ao Tony Andrew Rannells; O Livro de Mórmon) – Tronco e Poppy embarcam em uma jornada angustiante e emocionante para reunir os outros irmãos e resgatar Floyd de um destino ainda pior do que a obscuridade da cultura pop.
‘Fallout’ se tornou, em pouco tempo, uma das melhores produções do ano ao se sagrar como uma ótima adaptação da icônica franquia de games hoje supervisionada pela Bethesda. É claro que isso não seria possível sem a força conjunta de Lisa Joy e Jonathan Nolan, que já haviam trabalhado juntos em ‘Westworld’ – série da HBO que carrega algumas incursões bastante similares ao título do Prime Video.
A trama é ambientada em uma realidade alternativa do século XXII, em que os Estados Unidos sofrem com as consequências de um ataque nuclear – levando os humanos sobreviventes a se confinarem nos Refúgios, espécies de Cofres subterrâneos e antirradiação, até estarem aptos para repopularem uma nação em frangalhos. Entretanto, em meio a segredos obscuros e a mentiras que se escondem à plena vista, é notável como algo muito mais mortal se esconde nesses bunkers e até mesmo na desolada superfície.
Uma das entidades citadas constantemente ao longo da narrativa é a Vault-Tec Corporation, uma indústria de tecnologia defensiva que existia antes mesmo dos eventos que devastaram os EUA – e, como pudemos ver, ela foi a principal responsável pela guerra nuclear.
Afinal, a corporação em questão se imortalizou como uma proeminente indústria bélica que esquadrinhou um plano de defesa após a Guerra Euro-Média Oriente e a Nova Praga nos anos 2050, colocando em prática um projeto conhecido como Esconderijo assim que as Nações Unidas entraram em colapso. Este enorme esforço de defesa nacional pretendia criar abrigos que protegessem a população no caso de uma guerra nuclear. Afinal, a Vault-Tec estava preparada para tal eventualidade – mas precisava de um respaldo sólido para que o plano fosse, de fato, concretizado. Após ganhar os contratos do governo para criar os designs dos Refúgios como os vemos na série, eles deram continuidade a uma artimanha que, sem sombra de dúvida, ocultava suas verdadeiras intenções.
Conforme nos aproximamos do season finale, percebemos que a época pré-guerra foi marcada por um grande avanço tecnológico, condizente com a atmosfera atompunk construída por Tim Cain e que também atuaria nas incursões retrofuturistas. Dentro desse escopo, fomos apresentados a Walton Goggins como Cooper Howard, um famoso ator de Hollywood que foi escalado, através de sua esposa Barb (Frances Turner), para ser o garoto-propaganda de um novo “produto” da Vault-Tec – o Refúgio como o conhecemos. À época, em 2077, a corporação ainda estava realizando testes para os abrigos subterrâneos e apenas incitava certas teorias da conspiração que premeditariam uma guerra nuclear, levando a população estadunidense a se preparar para o inevitável.
O que ninguém imaginava é que a inevitabilidade da qual os executivos da Vault-Tec seria concretizada por eles próprios. Após cruzar caminho com Lee Moldaver (Sarita Choudhury), uma forte opositora aos membros da companhia de tecnologia que aconselhou a Cooper que colocasse uma escuta para entender o que a própria esposa estava escondendo durante as reuniões com os outros executivos. Apesar de relutante em espionar o trabalho da mulher que amava e que estava apenas tentando salvá-los de uma provável guerra nuclear, ele coloca a escuta e descobre que, na verdade, a Vault-Tec foi a responsável por disparar as bombas atômicas e destruir a humanidade.
É-nos revelado no último episódio da temporada que as fortunas dos executivos da companhia, que coletavam seus ganhos com o prospecto bélico, estavam ameaçadas com um possível tratado de paz entre as nações em guerra – tornando os Refúgios que construíram totalmente obsoletos. Logo, não havia alternativa a não ser começar a guerra por conta própria para garantirem que os abrigos não se tornassem apenas relíquias inutilizáveis. E isso não é tudo: esses magnatas fecharam acordo com outras companhias, como a Westec, dando-lhes poder livre para focarem em experimentos insanos e inexplicáveis com humanos. Assim, cada uma dessas indústrias competiria para ver quem tinha a melhor liderança para um Estados Unidos pós-guerra, dando origem a uma corrida capitalista e neoimperialista pelo controle do futuro (ou seja, do próprio tempo).
É aí que compreendemos os bizarros eventos de alguns Refúgios: o 33, lar de Lucy (Ella Purnell), é um experimento liderado pelo próprio pai, Hank (Kyle MacLachlan), ex-executivo da Vault-Tec, que foca nas ramificações de uma meritocracia (e cujas relações de matrimônio e até mesmo de subserviência são controladas por magnatas da corporação que ficam em câmaras de criogênio no Refúgio 31 desde a explosão das bombas atômicas). Já no 04, vemos experiências genéticas e extremamente insanas que envolvem membros do próprio abrigo e que dão origem às criaturas monstruosas que conseguiram fugir para a superfície – como os perigosos Gulpers.
O filme ‘Baby‘, do diretor mineiro radicado em São Paulo Marcelo Caetano (‘Corpo Elétrico’), foi selecionado para a 63a Semana da Crítica, mostra paralela do Festival de Cannes 2024.
É a estreia mundial do longa-metragem, que é o segundo dirigido por Caetano. Organizada pelo Sindicato Francês de Críticos de Cinema, a mostra competitiva reúne sete filmes de diretores de primeiro e segundo longa, escolhidos entre mais de 1000 inscritos. Baby é uma coprodução oficial (Brasil – França – Holanda) e contou com recurso públicos geridos pela ANCINE – Agência Nacional do Cinema e o apoio do Aide Aux Cinémas Du Monde, Centre National Du Cinéma Et de L’Image Animée e do Institut Français.
Depois de estrear seu primeiro filme, ‘Corpo Elétrico‘, no Festival de Roterdã, Marcelo Caetano comemora a seleção para a Semana da Crítica, em Cannes.
“Baby não poderia nascer em melhor lugar. A Semana da Crítica é a mostra dedicada aos diretores em primeiro e segundo longa. É um espaço para um cinema de invenção, para novas temáticas e linguagens. Alguns dos cineastas que mais me influenciaram foram descobertos pela Semana.”O filme também marca mais um projeto de Marcelo rodado no Centro de São Paulo.
“Baby é uma carta cheia de paixão e dor ao Centro de São Paulo, lugar que eu filmo há quinze anos, desde meus primeiros curtas-metragens. Em Baby, os personagens estão em constante movimento. Eles cruzam as ruas da cidade em busca de liberdade e da realização de seus desejos. É um filme antes de tudo sobre a cumplicidade e a amizade, em meio ao caos”, conta o diretor.
‘Baby‘ conta a história de uma paixão tumultuada, de uma amizade cheia de desencontros.
“Os personagens principais se conhecem em um momento de abandono e formam uma nova família. Apesar das diferenças e dos atritos, eles se agarram um ao outro. É difícil dar um nome para a relação deles, é uma paixão meio doida, é também uma amizade cheia de desencontros. No fundo, os dois lutam para pôr fim à solidão que a vida impõe sobre eles”, revela Marcelo Caetano.
Entre os dias 15 e 23 de maio, os longas serão exibidos nos cinemas em torno do Palácio do Congresso e festivais. Organizada pelo Sindicato Francês de Críticos de Cinema, a mostra competitiva reúne sete filmes de cineastas de primeiro e segundo longa e mais quatro em sessão especial.
Logo após ser liberado de um Centro de Detenção para jovens, Wellington (João Pedro Mariano) se vê à deriva nas ruas de São Paulo. Durante uma visita a um cinema pornô, ele conhece Ronaldo (Ricardo Teodoro), um garoto de programa, que lhe ensina novas formas de sobreviver. Aos poucos, a relação dos dois se transforma em uma paixão cheia de conflitos, entre a exploração e a proteção, o ciúme e a cumplicidade.
Filme de abertura :Les Fantômes, Jonathan Millet (França) Filme de encerramento :Animale, Emma Benestan (França)
Em competição
Baby, Marcelo Caetano (Brasil) Blue Sun Palace,Constance Tsang (EUA) Julie Keeps Quiet, Leonardo Van Dijl (Bélgica) Locust, Keff (Taïwan) La Pampa, Antoine Chevrollier (França) The Brink of Dreams, Nada Riyadh & Ayman El Amir (Egito) Simon de la montaña, Federico Luis (Argentina)
Sessões especiais
La Mer au loin, Saïd Hamich Benlarbi (França) Les Reines du drame, Alexis Langlois (França)
Um pouco de criatividade no universo muitas vezes repetitivo do audiovisual cai muito bem! Buscando fugir do convencional, da mesmice, alguns roteiros empolgam o espectador! Pensando em algumas dessas obras, segue abaixo uma lista bem legal com 10 filmes com engenhosas tramas mirabolantes:
Con Air – A Rota da Fuga
Na trama, conhecemos Cameron Poe (Nicolas Cage) um soldado do exército norte-americano, do grupo de elite conhecido como Rangers, que após lutar contra arruaceiros inescrupulosos que incomodavam ele e sua esposa grávida Tricia (Monica Potter), em legítima defesa, acaba sendo condenado pela morte de um deles e assim vai parar na prisão federal por uma década. O tempo passa e sem nunca ter contato com sua filha, Cameron tem a chance de sair da prisão em condicional mas no dia de sua transferência embarca em um avião repleto de criminosos insanos, comandados por Cyrus ‘The Virus’ Grissom (John Malkovich), que acabam sequestrando o avião. Buscando soluções e resgatando seus dias de herói, o protagonista tentará salvar o dia, ao lado do agente Vince Larkin (John Cusack), e voltar para os braços de sua família.
Desde seu nascimento e dentro de uma narrativa/cronologia corrida, com um ar de filme épico, em The Personal History Of David Copperfield, conhecemos David Copperfield (Dev Patel), um jovem que após sua amorosa mãe Clara (Morfydd Clark) se casar novamente é expulso de casa pelo novo padrasto Murdstone (Darren Boyd) e enviado aos cuidados do malandro Mr Micawber (Peter Capaldi). A partir daí, sua vida muda radicalmente e ele cresce em busca de seu quase evidente sonho de contar suas inimagináveis histórias para os que querem ouvir, assim entende melhor o mundo em que vive, faz amizades, encontra a inveja mas também descobre o amor.
Na trama, conhecemos Spencer (Barry Keoghan), um estudante de arte bastante introspectivo que dorme e acorda pensando em encontrar algum sentido para sua vida. Certo dia, durante uma visita à biblioteca da universidade que estuda, descobre alguns livros raros que ficam em uma sala especial protegidos por uma bibliotecária. Assim, junto com seu amigo Warren (Evan Peters), e mais outros dois, começa a bolar um plano mirabolante para roubar as raridades. Para dar mais ingredientes à trama, realidade e ficção se unificam durante as quase duas horas de projeção, transformando um simples filme de roubo em algo muito interessante e esclarecedor.
Na trama, conhecemos Paul (Nicolas Cage), um infeliz professor universitário, especialista em biologia do desenvolvimento, que um dia começa a aparecer nos sonhos de milhares de pessoas e logo viralizando após um artigo ser publicado. A peculiar situação mexe com toda sua controlada rotina e a de sua família, o fazendo ir do céu ao inferno, primeiro como um sonho, depois com a chegada dos reflexos dos pesadelos.
Na trama, conhecemos Marty (Dan Hedaya), o dono de um bar no Texas que descobre a traição da esposa Abby (Frances McDormand) com Ray (John Getz), um funcionário do estabelecimento. Tomado pelo ódio, contrata um detetive inescrupuloso (M. Emmet Walsh) para matar a mulher e o amante. Só que uma série de situações começam a acontecer, com errôneas verdades impostas por achismos.
Na trama, conhecemos um grupo de jovens que rumam ao desconhecido, e resolvem ir atrás de pistas sobre o paradeiro do professor e arqueólogo Hopper (Andrew Wilson) que desapareceu misteriosamente. Assim conseguem encontrar uma misteriosa caverna onde logo percebem que está tudo muito confuso quando a partir de situações que vivem lá dentro acabam descobrindo que o espaço tempo está sofrendo um grande avanço na normalidade do tempo. Assim, buscando uma saída e tentando entender esse fenômeno que estão vivendo, eles precisam se unir para enfrentar situações para lá de inusitadas.
Na trama, um justiceiro nerd (Edgar, interpretado por Fernando Alves Pinto) elabora um plano nada trivial para acabar com bandidos e profissionais corruptos utilizando muita tecnologia. Aos poucos, vemos seus segredos sendo revelados montando assim um quebra-cabeça engenhoso, com um final surpreendente.
Na trama, conhecemos um assassino de aluguel, zen, que não usa armas, que diz ter falta de sorte que para uma nova missão recebe o codinome de Joaninha (Brad Pitt). Essa missão consiste em entrar em um trem bala no Japão, roubar uma maleta cheia de dinheiro e sair imperceptível. A questão é que outros personagens estão dentro dessa locomotiva urbana com objetivos parecidos. Assim conhecemos uma dupla de assassinos que estão levando o filho de um terrível assassino de volta ao lar, uma jovem enigmática mas que já se antecedeu a tudo que poderia acontecer nessa jornada e outros personagens que vão se somando a uma sequência eletrizante atrás da outra.
Na trama, somos rapidamente apresentados a um pai chamado Roy (Michael Shannon) e seu filho chamado Alton (Jaeden Lieberher) que estão em uma fuga alucinante pelas estradas norte-americanas contando com a ajuda apenas de Lucas (Joel Edgerton), um policial que abandonou toda sua vida para ajudar a dupla em seu objetivo. Aos poucos vamos descobrindo o porquê desta fuga, que envolve uma seita religiosa, o governo dos EUA e uma analista de inteligência do FBI.
Na trama, conhecemos uma agente de viagens no tempo (Ethan Hawke) que precisa impedir que um criminoso extremamente perigoso cometa os atos que executou no passado. Para isso, passa por uma grande viagem no tempo para tentar mudar o rumo dessa história que é cheia de armadilhas e surpresas. Os quebra-cabeças contidos nessa trama são geniais, já no desfecho o público fica de boca aberta ao saber o destino dos personagens que aparecem na trama.
“Eu adoraria responder a essa pergunta, mas estamos no processo inicial de roteiro, por isso temos muitas perguntas. Acabamos de escrever coisas com meu co-roteirista, é o mesmo co-roteirista com quem escrevi Infested, então estou trabalhando com minha equipe, estou muito feliz, mas estamos no processo de construção de nossa história, nossos personagens e tudo mais, e estamos conversando uns com os outros. Há tantas ideias vindo de todos os lugares. No momento, estamos na caixa de areia e ainda não começamos a construir um castelo, estamos apenas coletando a melhor areia, e assim que eu tiver a melhor areia, vou começar a construir um castelo.”
O cineasta afirmou que quer criar uma experiência real de terror, e parece que não poupará esforços para entregar um dos capítulos mais grotescos da saga.
“Eu falei para o estúdio que eu quero fazer um filme grotesco, que realmente machuque e marque os espectadores. Eu vou colocar todo o terror que eu tenho dentro de mim, e isso será catártico. Se eu não arruinar minha carreira e poder continuar comandando filmes de terror, eu vou seguir em frente e dirigir outros gêneros.”
Ele completa, “Se tudo der certo, nós vamos começar a filmar no final de 2024 e início de 2025, com a expectativa de uma estreia em torno do Halloween de 2025.”
O cineasta ainda mencionou que o produtor Sam Raimi e o estúdio lhe deram “100% de liberdade criativa”, e que ele tem a intenção de trazer uma “perspectiva francesa” à saga.
Além de dirigir, Vaniček também assinará o roteiro do longa.
Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas o projeto está sendo tratado como um spin-off da saga – e provavelmente deve apresentar uma história independente, como as duas últimas iterações.
Vale lembrar que ‘A Morte do Demônio: A Ascensão‘ arrecadou sólidos US$ 147 milhões mundialmente – o que representa a maior bilheteria da história da franquia. Além disso, o terror também conquistou os críticos, alcançando 84% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Anteriormente, Bruce Campbell, a estrela da franquia original e atual produtor da saga, havia compartilhado detalhes sobre os próximos filmes da saga: “Vamos lançá-los provavelmente a cada dois ou três anos agora, em vez de a cada 10 anos. Mas, ei, vimos com Star Wars – você não quer cansar as pessoas. Mantenha-as adivinhando! Nunca desgastamos nossa recepção com Evil Dead porque nunca as sufocamos.”
O que fazer com o que não tem explicação científica? Um dos maiores clássicos dos anos 80 e um dos filmes mais lembrados quando pensamos no gênero ficção científica, O Enigma de Outro Mundo nos leva a uma viagem assustadora para Antártida no inverno do início dos anos 80 onde encontramos personagens lidando com dilemas nas diferentes formas de interagir com o absurdo, com as maneiras de entender as portas que se abrem para a sobrevivência. Dirigido pelo espetacular cineasta John Carpenter, com trilha sonora assinada por ninguém mais, ninguém menos, que Ennio Morricone, essa obra-prima é um suspense que se estabelece no confronto entre o acreditar e o duvidar.
Na trama, acompanhamos um grupo de cientistas em uma estação de ciências norte-americana na Antártida que acabam sendo atacados por integrantes de uma base norueguesa que estão indo atrás de um cachorro. Após a peculiar situação, os cientistas percebem que estão na presença de uma força alienígena que consegue mudar de forma e assumir a aparência humana, transformando qualquer um daqueles sobreviventes em suspeito. Assim, em meio ao caos, e com dificuldades de comunicação com o resto do mundo, o ex-piloto de guerra MacReady (Kurt Russell) assume o comando da situação.
Baseado na obra Who Goes There? escrito por John W. Campbell Jr., livro que também serviu para a adaptação de um outro longa-metragem, na década de 50, chamado The Thing from Another World, O Enigma de Outro Mundo levanta uma questão que segue durante todo seu roteiro, uma nova sociedade, onde a quebra das relações vira algo constante com novas leis impostas por quem não deixa se consumir pelas tragédias que se acumulam. Aqui, o destaque vai para seu protagonista, MacReady, um homem com nítidos problemas com álcool, traumatizado por um passado em uma dolorosa guerra, o mais preparado para enfrentar os desafios. Kurt Russellganhou esse papel após algumas negativas de astros da época, como Nick Nolte, a primeira escolha.
O clima de tensão e sua manutenção durante toda a projeção é um dos méritos da narrativa desse filme que completou quatro décadas recentemente. Atividades celulares vindas de outro lugar, a loucura, a desconfiança, o abstrato e o que se pode ver se tornam variáveis nos conflitos dos personagens. O choque entre o drama, o suspense e o terror vira um explosivo caminho de reflexões. Chamativos efeitos especiais para a época, criado pelo jovem Rob Bottin, na época com apenas 22 anos, conseguem personificar o inimaginável, o medo, o desespero. John Carpenter comanda com genialidade todos os elementos que tem em mãos.
Dentro do suspense instaurado, tem um pouco de Agatha Christie, quando chegamos no ponto das desconfianças, de quem seria o ‘traidor’, ou melhor, o corpo usado pelo alienígena, mistério esse que perdura até os últimos momentos. Com tantos pontos positivos nesse atmosfera de tensão, o filme ganhou referências em outras obras audiovisuais, como num capítulo do seriado Arquivo X, intitulado Ice, exibido em novembro de 1993.
Orçado em 15 milhões de dólares, um valor relativamente alto para a época de seu lançamento, a ficção científica, hoje adorada pelos fãs, foi virando um clássico cult ao longo dos anos. Na época de seu lançamento um fracasso já estava associado pela baixa bilheteria. O curioso é que esse projeto estreou no mesmo dia de outro filme que viraria um outro projeto marcante para os fãs de cinema: Blade Runner.
Hoje em dia, um dos filmes mais bem avaliados da IMDB, O Enigma de Outro Mundoé um daqueles clássicos do cinema que você precisa assistir pelo menos uma vez na vida.