De acordo com a Forbes, a sequência ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino‘ deu um prejuízo milionário de mais de US$ 130 milhões para a Disney.
A produção contou com um orçamento gigantesco de US$ 387.2 milhões. O site ainda afirma que US$ 79 milhões foram usados durante a pós-produção, o que ajudou a inflacionar ainda mais o custo da produção.
Entre outros problemas de produção, a tecnologia necessária para rejuvenescer o ator Harrison Ford foi apontada como particularmente cara.
Após o longa fracassar nas bilheterias – arrecadando apenas US$ 383.9 milhões mundialmente –, e considerando que o estúdio tipicamente só fica com apenas 50% do montante, o site calculou uma perda abismal de US$ 134.2 milhões.
O valor representa um dos maiores prejuízos de 2023.
Vale lembrar que o longa já está disponível no catálogo do Disney+.
‘Moana 2‘ teve sua primeira imagem oficial divulgada.
O elenco de dublagem terá o retorno de Auil’i’ Cravalho (‘Meninas Malvadas’) como a voz da personagem titular, e Dwayne Johnson (‘Adão Negro’) como a Maui.
‘Moana 2‘ foi inicialmente concebido como uma série do Disney+, mas o estúdio gostou tanto do resultado que reeditou em forma de filme.
A estreia foi agendada nos cinemas em 26 de Novembro de 2024!
“Depois de receber um chamado inesperado de seus ancestrais navegadores, Moana vai viajar para mares distantes da Oceania em águas perdidas e realizar mais uma aventura perigosa”.
O CEO da Disney, Bob Iger, anunciou a chegada de ‘Moana 2‘, a sequência direta de Moana, indicado ao Oscar de 2016.
“Moana continua sendo uma franquia incrivelmente popular”, disse Iger. “E mal podemos esperar para dar a vocês mais de Moana e Maui. Moana 2 chega aos cinemas em novembro.”
O filme é dirigido por Dave Derrick Jr. com músicas de Abigail Barlow, Emily Bear, Opetaia Foa’i e Mark Mancina.
O filme original acompanha uma adolescente polinésia de 16 anos (dublada por Cravalho), que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante sua incrível jornada, ela encontra o poderoso semideus Maui (Johnson) e, juntos, eles atravessam o mar aberto em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas ferozes, com momentos de muita diversão e aventura.
Sucesso de crítica e público, ‘Moana – Um Mar de Aventuras’ arrecadou US$ 643 milhões pelo mundo.
O protagonista de ‘Mufasa – O Rei Leão’, Aaron Pierre, revelou novos detalhes sobre a pré-sequência live-action de ‘O Rei Leão’ (2019), o próximo prelúdio da Disney.
Durante uma entrevista ao Collider, Pierre, que empresta sua voz a Mufasa no próximo prelúdio de O Rei Leão, compartilhou:
“Em primeiro lugar, quero reconhecer que James Earl Jones [que deu voz a Mufasa no live action de ‘O Rei Leão’] é uma enorme inspiração para mim”, afirmou Pierre.
“Imensamente. Sinto-me muito honrado por assumir esse papel após ele. Acredito que a principal diferença será explorar Mufasa de uma forma distinta. Quando Sir James Earl Jones o retratou, era Mufasa em toda a sua capacidade, em seu ritmo, e aqui estamos explorando Mufasa antes desse ponto. Como esse jovem leão se apresenta antes de se tornar quem conhecemos, e como ele descobre seu ritmo, como se conduz, como interage com sua comunidade e seus entes queridos? Acho que isso é o ponto central. É sobre essa descoberta.”
A trama o longa vai mostrar o jovem Mufasa antes dele se tornar o pai de Simba.
— The Hollywood Handle (@HollywoodHandle) April 4, 2024
Aaron Pierre (‘Tempo’) fará a voz de Mufasa. Já Kelvin Harrison Jr., conhecido por ‘Luce‘, fará a voz do personagem Taka.
Para quem não conhece. Taka é o nome verdadeiro de Scar, o irmão de Mufasa que no final das contas o trai e mata na tentativa de assumir o controle do rei da Pedra do Orgulho.
O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.
Hans Zimmer, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.
Além disso, o projeto terá canções INÉDITAS cantadas por leões animados que parecem leões reais.
O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson, que também foi o responsável pelo script do original.
‘The Good Doctor’ causou um impacto profundo em seu público no episódio mais recente ao apresentar a morte do Dr. Asher Wolke, interpretado por Noah Galvin, que perdeu a vida após ser vítima de um ataque antissemita.
Asher foi introduzido na quarta temporada, quando Galvin entrou para o elenco de ‘The Good Doctor’ como personagem recorrente. Ele foi promovido a personagem regular da série no final da temporada.
Após o trágico fim do personagem, o ator recorreu às redes sociais para refletir sobre o tempo que passou na série.
“Eu passei os últimos quatro anos em Vancouver trabalhando longe da minha noiva, do meu cachorro e da minha família. Foi difícil, mas essas pessoas tornaram isso realmente valioso. Eu amo vocês @thegooddoctorabc obrigado por tudo!!“.
Kayla Cromer (Dra. Charlene Lukaitis) respondeu à postagem dizendo: “Estou tão feliz por ter tido a oportunidade de te conhecer e trabalhar com você! Você é incrível!”
Bria Samoné (Dra. Jordan Allen) acrescentou: “Eu te amo profundamente”.
Christina Chang (Dra. Audrey Lim) também respondeu a Galvin, adicionando: “Te amo”.
Lembrando que esta é a última temporada da série, com a decisão de encerrar a produção anunciada pela ABC, tornando ‘The Good Doctor’ o segundo drama de longa duração do canal a chegar ao fim nesta temporada, juntando-se a ‘Station 19’, derivada de ‘Grey’s Anatomy’.
A trama foca no Dr. Shaun Murphy, um jovem cirurgião com autismo e síndrome de Savant que se muda de uma vida tranquila no interior para se juntar à unidade cirúrgica de um hospital de prestígio. Sozinho no mundo e incapaz de se conectar pessoalmente com aqueles que o rodeiam, Shaun usa seus dons médicos extraordinários para conquistar seus colegas e salvar as vidas dos pacientes.
Segundo a Variety, Wilde dirigirá o longa, enquanto a empresa de Robbie, LuckyChap, e seus parceiros Tom Ackerley e Josie McNamara estão produzindo. Kinberg cuidará do roteiro e da produção.
O projeto ainda não tem estúdio ou plataforma de streaming definida, mas a equipe criativa tentará vendê-lo nas próximas semanas.
Para os não familiarizados, Avengelyne é um anjo que luta contra as forças do mal e frequentemente se encontra frente a frente com demônios e monstros. A heroína foi co-criada por Rob Liefeldem 1995.
Até o momento, nenhuma atriz foi escalada para o papel da heroína.
De acordo com o Deadline, Lou Taylor Pucci (‘A Morte do Demônio’) entrou para o elenco da série ‘Demolidor: Renascido‘ (Daredevil: Born Again), que está sendo desenvolvida pela Marvel.
Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.
A série contará com o retorno de Charlie Cox no papel titular.
O ator já havia aparecido anteriormente no MCU, no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘ e na série ‘She-Hulk: Defensora de Heróis‘.
John Bernthal (Justiceiro), Vince D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Henson (Foggy Nelson) e Deborah Ann Woll(Karen Page) também irão reprisar seu papéis na série.
Ainda sem data de estreia definida, ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência ao título homônimo dos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.
De acordo com o Deadline, Frank Grillo (‘Uma Noite de Crime: Anarquia’) entrou para o elenco da 2ª temporada de ‘Tulsa King‘, série estrelada pelo astro Sylvester Stallone.
O ator interpretará Bill Bevilaqua, um mafioso de Kansas que tem interesse em Tulsa.
Vale lembrar que Terence Winter retornará como roteirista e produtor executivo no próximo ciclo, enquanto Craig Zisk comandará os novos episódios.
As gravações estão ocorrendo atualmente, em Tulsa e Atlanta.
A primeira temporada já está disponível na Paramount+.
Após 25 anos na prisão, o mafioso Dwight “The General” Manfredi (Stallone) é libertado e exilado por seu chefe para a cidade de Tulsa. Percebendo que sua família mafiosa pode não ter seus melhores interesses em mente, Dwight lentamente cria uma “equipe” com um grupo de pessoas improváveis, para ajudá-lo a estabelecer um novo império do crime.
Uma mudança significativa está ocorrendo na série live-action ‘Avatar: A Lenda de Aang’ da Netflix. Após a renovação para a segunda e terceira temporada, o showrunner Albert Kim está se afastando da produção da série.
Segundo a Variety, Christine Boylan, que atuou como co-produtora executiva na primeira temporada, e Jabbar Raisani, que foi produtor executivo, diretor e supervisor de efeitos visuais, assumirão como showrunners.
A reportagem ainda informa que Kim permanecerá a bordo como produtor executivo das temporadas 2 e 3. No entanto, ele buscará novas oportunidades e assinou um contrato com a Disney para trabalhar como produtor executivo na série ‘Percy Jackson’, além de desenvolver novos projetos para a empresa.
Christine Boylan é conhecida por seus trabalhos em ‘Era Uma Vez’, ‘O Justiceiro’, ‘Manto e Adaga’ e ‘Constantine’.
Jabbar Raisani é reconhecido por seu trabalho em efeitos visuais em ‘Stranger Things’, ‘Game of Thrones’ e ‘The Flash’.
Segundo o Deadline, a icônica e clássica mini-franquia ‘Legalmente Loira’ ganhará uma série spin-off pela Amazon MGM Studiose trará ninguém menos que Reese Witherspoon (protagonista dos filmes) como produtora executiva.
Com poucas informações reveladas, sabe-se que a derivada está sendo escrita por Josh Schwartz e Stephanie Savage, produtores/criadores de ‘Gossip Girl’.
Ainda não se sabe qual será a história da série.
No filme original, Witherspoon vive Elle, “uma jovem que namora o garoto mais bonito de seu colégio, Warner Huntington III, e planeja casar com ele no futuro. O grande problema é que Warner considera Elle muito fútil. Ele decide estudar Direito na Universidade de Harvard, termina o relacionamento com Elle e começa a namorar uma nova garota. Elle não se dá por vencida e decide estudar a fim de também passar para o curso de Direito e ainda por cima provar sua inteligência”.
Além de receber críticas bastante positivas, a produção fez um considerável barulho financeiro ao arrecadar US$141 milhões mundialmente contra um orçamento de US$18 milhões. Witherspoon foi indicada ao Globo de Ouro de Melhor Atriz em Comédia/Musical, enquanto o título conquistou uma indicação a Melhor Filme – Comédia/Musical.
O sucesso rendeu uma sequência direta lançada em 2003, que levou Elle para o Capitólio dos Estados Unidos, um spin-off chamado ‘Legally Blondes’, em 2009, e uma versão musical que chegou à Broadway em 2007.
O tão esperado novo filme de ‘Karatê Kid’ iniciou sua produção, com a Sony Pictures trazendo Ben Wang (‘Meninas Malvadas’) como protagonista, ao lado de Jackie Chan (Sr. Han) e Ralph Macchio (Daniel LaRusso), que reprisarão seus papéis icônicos.
O anúncio veio acompanhado da primeira imagem dos bastidores, onde a Sony compartilhou uma foto de uma caixa de pizza com a legenda “Um corte e uma fatia”. Na imagem, vemos Ben Wang como o novo Karate Kid, descrito como “um adolescente da China que encontra força e direção através das artes marciais e de um mentor duro, mas sábio (ou talvez até dois)”.
A chop and a slice. #KarateKidMovie has officially kicked off production!
A trama, ambientada na Costa Leste, focará em um adolescente chinês que encontra força e direção através da mentora de artes marciais.
Jonathan Entwistle (‘Goosebumps 2: Halloween Assombrado’) é responsável pela direção.
O roteiro do novo longa é assinado por Rob Lieber, criador da série ‘I Am Not Okay with This‘.
O longa está programado para estrear no dia 12 de dezembro.
Enquanto isso, a quinta temporada de ‘Cobra Kai‘ já está disponível na Netflix, e a sexta e derradeira temporada está atualmente em produção, aguardando em breve a confirmação da data de lançamento.
Pouco depois da estreia de ‘Duna: Parte 2’, que conquistou a crítica e o público, a Legendary confirmou que um terceiro capítulo da franquia está em desenvolvimento (via Variety).
Denis Villeneuve retorna como diretor do projeto e deve adaptar o romance ‘O Messias de Duna’, de Frank Herbert.
Na trama do romance, “doze anos se passaram desde a ascensão de Paul Atreis – ou Muad’Dib- ao trono. Arrakis tornou-se o centro do Imperium, a partir de onde os fremen se propagam a fim de levar sua filosofia e sua forma de governar aos planetas por eles conquistados. Os inevitáveis conflitos gerados por essa expansão fazem com que importantes facções contrárias ao imperador reúnam forças para detê-lo”.
Lembrando que ‘Duna: Parte 2’ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 620 milhões nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, o longa arrecadou US$ 252.3 milhões. No mercado internacional, foram US$ 372.7 milhões – totalizando US$ 626 milhões mundialmente.
Para termos de comparação, a continuação levou menos de três semanas para ultrapassar a arrecadação total do primeiro filme – que somou US$ 433.9 milhões mundialmente, em 2021.
Com excelente estabilidade no território norte-americano, o longa dirigido por Denis Villeneuve (‘A Chegada’) sofreu uma queda de apenas -37% em comparação ao final de semana anterior, mantendo-se no TOP 3 das maiores bilheterias do país.
Vale lembrar que o filme segue em exibição nos cinemas nacionais!
O cineasta Denis Villeneuve, conhecido por seu trabalho na franquia de sucesso ‘Duna’, é o principal candidato para dirigir a adaptação em longa-metragem do livro de sucesso “Nuclear War: A Scenario”, de Annie Jacobsen.
Segundo o Deadline, a Legendary Entertainment, em um acordo de US$ 500.000 contra US$ 1,5 milhão, escolheu o livro finalista do Prêmio Pulitzer como uma possível parceria com o aclamado cineasta. No entanto, Villeneuve ainda não se manifestou sobre o projeto.
“O livro explora um cenário de relógio em contagem regressiva sobre o que aconteceria em caso de guerra nuclear, com base em dezenas de novas entrevistas exclusivas com especialistas militares e civis que construíram as armas e tiveram acesso aos planos de resposta e foram responsáveis por essas decisões, caso precisassem ser tomadas”.
A expectativa é que Villeneuve procure adaptar e/ou dirigir ‘Nuclear War’, produzindo com sua parceira de longa data, Tanya Lapointe. Contudo, a ideia é que este seja um conto de advertência arrepiante sobre para onde o mundo pode estar indo em uma era de volatilidade política, em um momento em que muitos países têm capacidades nucleares.
A decisão também vem na sequência do sucesso de ‘Oppenheimer’, que adotou uma abordagem semelhante ao focar no criador da bomba atômica.
O novo filme de terror ‘A Primeira Profecia’, prelúdio de ‘A Profecia’ (1976), recebeu aclamação positiva no Rotten Tomatoes, com uma aprovação de 85% pelos críticos.
A porcentagem foi baseada em 42 críticas.
Selecionamos os trechos das principais críticas:
“A ambientação italiana e um elenco excelente tornam tudo isso válido para os fãs que desejam ver como tudo começou, mesmo que o subgênero da freira em apuros esteja se tornando bastante previsível.” – Deadline
“No fim das contas, tudo parece muito familiar, e não apenas porque este é o segundo filme em poucos meses a girar em torno de freiras e o nascimento de um Anticristo.” – Hollywood Reporter
“A oferta consistentemente inquietante e alegremente sacrílega de Stevenson embala sua parcela de choques legítimos a caminho de uma “surpresa” flagrantemente óbvia.” – Variety
“O filme se deleita em mesclar gêneros familiares: o filme de monstro, o horror corporal e o thriller gótico da igreja. Mas ele injeta um suco revitalizante na franquia – inteligentemente editado e bem ritmado, com um bom olho cinematográfico.” – The New York Times
“A Primeira Profecia contém os elementos assustadores dos clássicos e atualizações criativas, resultando em um sucesso para o gênero de terror e para a franquia Profecia.” – Screen Rant
“Uma performance fabulosamente intensa e sem restrições de Free mantém as coisas seguindo com estilo elevado.” – Total Film
“É muito mais artístico e marcante do que tem direito a ser, em grande parte graças à diretora de TV Arkasha Stevenson, cujo arrojo funciona incrivelmente bem até que realmente não funciona mais…” – The Guardian
“Arkasha Stevenson não apenas comanda um prelúdio digno do clássico de Richard Donner, mas também se estabelece como uma nova e audaciosa voz no terror.” – Bloody Disgusting
Uma jovem americana é enviada a Roma para começar uma vida de serviço à Igreja. Lá, ela se depara com uma escuridão que a faz questionar sua própria fé e acaba desvendando uma aterrorizante conspiração que deseja provocar o nascimento do mal encarnado.
Uma jovem atravessa o Mar Mediterrâneo com um grupo de refugiados para escapar do seu país que está em guerra civil. Durante a travessia, o motor do barco falha, e os refugiados acabam sendo resgatados por um iate que os oferece abrigo em uma ilha. O que inicialmente parecia um milagre, logo se torna um pesadelo quando os anfitriões mostram suas intenções verdadeiras: caçar seus visitantes por esporte!
A popstarAva Max lançou hoje a música e o clipe oficiais de “My Oh My”, lead single de seu vindouro terceiro álbum de estúdio.
A canção, que interpola a clássica faixa “The Streets of Cairo”, já está disponível nas principais plataformas de streaming. O compilado de originais, por sua vez, não tem título ou data confirmados.
Ouça:
A cantora e compositora estadunidense conquistou o mundo em 2018 com o lançamento de “Sweet but Psycho”, que se tornou uma das faixas mais ouvidas do Spotify e alcançou o décimo lugar dos charts da Billboard.
Em 2020, ela fez sua estreia oficial com o álbum ‘Heaven & Hell’, enquanto no ano passado deu vida ao compilado ‘Diamonds & Dancefloors’.
Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar, além da mencionada nos parágrafos acima, “Kings & Queens”, “Dancing’s Done”, “Torn” e “Choose Your Fighter” (esta última integrando a trilha sonora do filme ‘Barbie’).
O mundo da música é marcado por mudanças, talvez mais claramente que as outras vertentes artísticas como o cinema, a literatura, a televisão, entre outros. É claro que, dependendo da época sobre a qual falamos, precisamos analisar o contexto histórico e socioeconômico que permitiu que tais transições – bruscas ou não – encontrassem espaço para se concretizarem, mas dentro do escopo musical, isso acontece com mais frequência do que realmente deveria. E em 2017, todo o cenário ao qual estávamos acostumados, principalmente aos fãs do mais puro pop contemporâneo, sofreu um baque inesperado com a dissolução do grupo conhecido como Fifth Harmony após a saída não-premeditada de uma de suas lead singers, Camila Cabello.
Entre picuinhas e discussões, Cabello resolveu investir em sua carreira solo e desde então vem fazendo mais sucesso que a girlband que deixara para trás, procurando uma identidade própria que conversasse com suas raízes e até mesmo com as mensagens que gostaria de deixar para a crescente gama de fãs que acompanham seu trabalho desde o princípio. E então a concretização de seus sonhos finalmente tomou forma com o lançamento de seu primeiro álbum de estúdio, intitulado ‘Camila’ – e que não poderia ter um melhor título, visto que essencialmente expressa os desejos românticos mais sexys e envolventes da cantora.
De forma geral, sua re-estreia no cenário artístico já sofria há um tempo uma generalização positiva. A concretização dessas previsões, entretanto, vai além do que se esperava, principalmente se levarmos em conta que os singles promocionais do disco poderia representar a nata das composições – e felizmente fomos apresentados a uma situação muito bem equilibrada entre altos e baixos. Os vocais de Cabello, como sempre, permanecem em uma falha proposital que transita entre o suave contralto mas encontra-se de forma aplaudível no soprano – e também é digno nota dizer que sua tecedura é capaz de tramitar as mais belas baladas de amor em contraposição à ardência de faixar mais dançantes e sensuais.
É até uma surpresa agradável dizer que ‘Camila’ se inicia com “Never Be The Same”. A influência do techno pop, que tornou-se extremamente difundido com a chegada da era digital, se mostra de forma clara principalmente no prelúdio e nas transições; porém, é realmente e versatilidade da voz da artista que rouba o foco, começando em um tom mais grave, encontrando-se de forma momentânea nos falsetes e retornando para um ótimo refrão. Apesar da predominância do sistema modal e de uma familiar e gradativa premissa, essa previsibilidade não consegue ofuscar a envolvência da cantora. E isso não se mantém apenas neste single, alastrando-se também para músicas como “Into It” e “In the Dark”: ainda que não tenham uma evidência tão clara sim, a amálgama entre um tom mais brando e os falsetes se repete de forma satisfatória, mesmo traçando paralelos com cantoras conterrâneas como Ariana Grande e Selena Gomez.
Apesar disso, o álbum perde um pouco de seu brilho com a emergência de “All These Years”. A princípio, a faixa quase épica, que narra a história do retorno de um amor perdido e de que como os sentimentos do eu lírico não mudaram mesmo após vários e vários anos, é deliciosa de ser ouvida. Sua atmosfera inebriante restringe-se aos poucos avanços do arranjo musical, permanecendo fincado ao bucólico violão elétrico com algumas investidas techno. Entretanto, se pegarmos a essência da música, essa história romântica e até mesmo emocionante é varrida para debaixo do tapete: afinal o escopo produzido é muito semelhante a uma faixa tão amena quanto, intitulada “Love Yourself”, de Justin Bieber. A progressão musical segue o mesmo padrão, incluindo as viradas, os crescendos e o desfecho; se não fosse pela dissonância entre Cabello e Bieber – e por alguns maneirismos caprichosos ao final do último ato -, poderíamos estar lidando até mesmo com um caso de cópia ou mimésis estranhamente bem-intencionada.
‘Camila’ volta a atingir seu ápice quando investe fortemente em baladas mais lentas e permeadas pelo piano clássico. Essa fusão à prima vista desordenada de inúmeros instrumentos – de cauda, de corda e até mesmo de percussão – é na verdade a estética identitária do disco, o qual preza pelo melhor do melhor e pela criação de algo que atinja um grande número de pessoas, seja aqueles que se afeiçoem mais a hinos de sofrimento e desapego, do amor incondicional e atemporal ou da sensualidade exacerbada. “Something’s Gotta Give” é um desses espasmos inusitados que explora a capacidade emocional da artista e cria algo tocante, utilizando-se de elementos mais modernos para contar uma narrativa sobre reciprocidade. Essa ambiência logo encontra mais uma vez uma apatia conformista proposital e incrivelmente bem colocada com “Real Friends”, que conversa de certa forma com a música anterior ainda que de forma mais sutil e irônica – e mais pautada no clássico violão.
O ápice do álbum é, sem dúvida alguma, a originalidade com a qual Cabello trata suas raízes. Sabe-se que a cantoria tem descendência cubana e, levando em conta a relevante liberdade que lhe foi concedida para a produção de seu primeiro disco solo, o fato de ter abraçado sua própria história como arco geral é uma jogada muito interessante e que funciona em sua maior parte. “Inside Out” e sua encantadora premeditação parece uma joia bruta quando comparada, por exemplo, com “She Loves Control”, um conto de empoderamento marcado por uma estética ao mesmo tempo nostálgica e modernizada para um ritmo que ainda encanta qualquer um que o ouça.
“Havana”, o principal single do álbum que inclusive tornou-se um sucesso inesperado entre o público e a crítica, é a declaração de amor de Cabello às suas matrizes latinas. A música mais uma vez é configurada com uma roupagem pop dançante e que avança timidamente para vertentes eletrônicas, mas que logo é refreada pela presença das inúmeras características cubanas: nessa arquitetura musical muito bem delineada, temos as extensas variações e heranças da Europa e da América Latina mesclados em uma abordagem eletroacústica entre jazz, rock, mambo, salsa e merengue. Essa diversidade não apenas é muito bem-vinda como também fornece uma prematura identidade para a cantora, que pode explorar seu infinito potencial de vários modos.
Uma estreia memorável e inédita é talvez a principal característica a ser concedida para ‘Camila’. Permitindo que uma jovem e incrível voz como a dessa artista consiga se aventurar por caminhos nunca imaginados, é mais que óbvio que sua saída do grupo que a tornou famosa, mas a endossava em uma reciclagem musical, não poderia ter vindo em hora melhor.
As histórias dos e escritas por médiuns espíritas são best-sellers desde a época do pai do espiritismo, Allan Kardec (que já virou filme), cujos livros vendem milhões de cópias no mundo todo anualmente, e Chico Xavier (que ganhou filme dez anos atrás e em outubro ganhará nova produção). Desde então, muitos escritores surgiram transcrevendo histórias de espíritos visitantes, como a fenômeno editorial Zíbia Gasparetto (que também ganhará filme ainda esse ano nos cinemas). Ou seja, há demanda, há público e há a necessidade de contar as histórias dos médiuns e dos escritores espíritas. O mais novo lançamento nesse grupo atende pelo nome ‘Predestinado: Arigó e o Espírito do Dr. Fritz’, que estreou em 4º lugar entre os títulos mais vistos da Netflix.
José Arigó (Danton Mello) era um cara comum de Congonhas do Campo, zona histórica de Minas Gerais. Ele tinha sua vidinha pacata como vendedor de um comércio até que sua realidade é transformada completamente após a visita do espírito do Dr. Fritz (James Faulkner), um médico alemão morto durante a Primeira Guerra Mundial que lhe obriga a aceitar a missão de ser seu instrumento para curar pessoas. De princípio, Arigó não quer isso, pois começa a perceber, já nos primeiros atos, que suas ações afetarão toda a sua comunidade e, principalmente, a vida de sua família com Arlete (Juliana Paes). Mas ninguém consegue fugir do destino, e, ao abraçar o seu, Arigó também desperta a fúria do padre local (Marcos Caruso) e dos cientistas e médicos da capital.
Inspirado na história real da vida de José Arigó, ‘Predestinado: Arigó e o Espírito do Dr. Fritz’ é mais do que um drama biográfico ou um filme espírita: é o devido reconhecimento nacional para uma importante personalidade de uma religião que, tivesse nascido em outro país, seria motivo de estudo, não de rechaço, como o próprio filme diz.
O roteiro de Jacqueline Vargas é uma das coisas mais interessantes trazidas ao cinema este ano: centrado na história do médium, faz uso de recursos narrativos do terror para retratar as famosas cirurgias espirituais de José Arigó. As cenas são baseadas em raras sessões gravadas do médium em atividade, registradas por uma equipe estadunidense que demonstra, na prática, como a coisa toda da cirurgia era feita sem anestesia, no seco, na faca, e que Arigó retirava tumores, retinas e outros pedaços podres do corpo humano assim, sem anestesia. Não são poucas as cenas, bastante gráficas e em close up, dessas cirurgias, banhadas em sangue e pus, portanto, ao espectador mais sensível recomenda-se virar o rosto nestes momentos.
Gustavo Fernandez imprime humanidade aos personagens de seu filme, especialmente aos antagonistas. É um acerto colocar Danton Mello e Juliana Paes nos papéis principais, que demonstram, com categoria, os anos de experiência às atuações e conferem profundidade a seus personagens, respaldados pela produção de arte e figurino que conseguem recriar umas Gerais das décadas de 1940 a 1960 sem nem parecer ficção.
Provocador, ‘Predestinado: Arigó e o Espírito do Dr. Fritz’ é um filme que surpreenderá até mesmo aos mais céticos dos espectadores.
De acordo com uma nova enquete, ‘Deadpool e Wolverine’ é o filme blockbuster mais aguardado do verão norte-americano.
Segundo o Fandango’s Moviegoing Trends and Insights Study, o longa-metragem estrelado por Ryan Reynolds e Hugh Jackman alcançou o topo da lista das produções mais antecipadas pelos fãs. Mais de 6 mil pessoas responderam à enquete.
Na lista, o título ficou à frente de ‘Bad Boys: Até o Fim’ (2º lugar), ‘Meu Malvado Favorito 4’ (3º), ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um’ (4º) e ‘Divertida Mente 2’ (5º).
O filme ‘Deadpool e Wolverine’ será o único filme de super-heróis do Universo Cinematográfico da Marvel (UCM) em 2024. A trama explorará os heróis da Marvel da antiga Fox Studios em uma jornada do multiverso.
No novo filme, Wade Wilson (Reynolds) decide se aposentar como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. No entanto, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide voltar à ativa e recruta um Wolverine (Jackman) relutante e cauteloso para lutar por sua sobrevivência e legado.
O longa está programado para estrear no dia 25 de julho, e promete “mudar” o Universo Cinematográfico da Marvel que nós conhecemos
Lançado originalmente em 2021, o suspense ‘Noite Passada em Soho‘ finalmente chegou ao catálogo da Netflix.
Estrelada por Anya Taylor-Joy (‘A Bruxa’) e Thomasin McKenzie (‘Jojo Rabbit’), o longa escrito e dirigido por Edgar Wright (‘Em Ritmo de Fuga’) acompanha a história de uma jovem garota que misteriosamente é capaz de viajar no tempo para a década de 1960, onde encontra seu ídolo, um aspirante a cantor deslumbrado.
No entanto, a Londres dos anos 60 não é o que parece, e o tempo parece desmoronar com consequências sombrias…
Com 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção recebeu elogios pelas performances de McKenzie e Taylor-Joy, bem como pela construção do terror.
De acordo com o consenso geral, “embora lute para manter seu impulso inicial emocionante, ‘Noite Passada em Soho’ mostra flashes de Edgar Wright em sua forma mais elegante e ambiciosa”.
Confira as principais avaliações:
“Embora Wright não consiga sustentar a tensão durante a meia hora final, Noite Passada em Soho é cheia de prazeres sombrios”. – Moira MacDonald, Seattle Times
“Há muito o que gostar nas partes constituintes do Soho’, mas não há tempo suficiente para saborear genuinamente qualquer uma delas”. – Michael O’Sullivan, Washington Post
“Noite Passada em Soho é cheia de cor e escuridão, e sua mistura de passado e presente evoca uma das maiores cidades do mundo. Isso nunca para”. – Mick LaSalle, San Francisco Chronicle
“Wright precisava tornar esse projeto realmente horrível ou exagerado. Fazer a coisa pela metade não é uma opção viável”. – Dwight Brown, National Newspaper Publishers Association
“Tirando algumas ideias que são simples, este é um filme de terror belamente feito que utiliza habilmente o talento assustador de suas jovens estrelas e atrai Wright para um capítulo novo e emocionante”. – Beth Webb, Empire Magazine
“McKenzie e Taylor-Joy são os dois lados da mesma moeda. Suas atuações são a melhor coisa sobre o filme, que é bom – mas não tão bom quanto poderia ter sido”. – Bill Goodykoontz, Arizona Republic
4139_D056_00238_R Matt Smith stars as Jack and Anya Taylor-Joy as Sandie in Edgar Wright’s LAST NIGHT IN SOHO, a Focus Features release. Credit: Parisa Taghizadeh / Focus Features
Nikhil Nagesh Bhat é responsável pela direção, além de assinar o roteiro.
Quando o soldado do exército Amrit (Lakshya) descobre que seu verdadeiro amor, Tulika (Tanya Maniktala), está noiva contra sua vontade, ele embarca em um trem com destino a Nova Delhi em uma ousada missão para inviabilizar o casamento arranjado. Mas quando uma gangue de ladrões armados com facas, liderados pelo implacável Fani (Raghav Juyal), começa a aterrorizar passageiros inocentes em seu trem, Amrit os enfrenta em uma matança que desafia a morte para salvar todos ao seu redor – transformando um trajeto típico em uma armadilha mortal cheia de adrenalina.