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MGM+ estreia no Brasil

O MGM+ estreou hoje, dia 01 de abril, no Brasil e em toda a América Latina. O serviço de streaming chega para substituir o Lionsgate+, anteriormente conhecido como Starzplay, que foi descontinuado no país em novembro de 2023.

MGM+ está disponível na plataforma do Prime Video e pode ser acessado por uma taxa adicional mensal de R$ 14,90.

“Estamos entusiasmados em oferecer a vasta biblioteca de conteúdo da MGM aos nossos assinantes na América Latina – desde as séries de TV populares como ‘The Handmaid’s Tale’, ‘Stargate’ e ‘Teen Wolf’ até as franquias de filmes de grande sucesso como ‘Rocky’, ‘Brinquedo Assassino’ e ‘Legalmente Loira'”, disse Michael Katzer, chefe do MGM+ Internacional.

O catálogo do MGM+ incluirá produções como Jogos Vorazes (2012), O Silêncio dos Inocentes (1991), Crepúsculo (2008),Feitiço da Lua (1987), ‘Harry e Sally: Feitos um para o Outro’ (1989).

Remake com Jake Gyllenhaal quebra RECORDE de maior estreia no Prime Video

O remake de Matador de Aluguel, estrelado por Jake Gyllenhaal (‘O Segredo de Brokeback Mountain’), tornou-se o maior lançamento de um filme original do Prime Video.

No longa, Gyllenhaal assume o papel do ex-lutador do UFC Dalton, que anteriormente foi interpretado por Patrick Swayze.

Segundo o The Hollywood Reporter, a Amazon divulgou que Matador de Aluguel se tornou o maior lançamento de um longa-metragem da plataforma, revelando que mais de 50 milhões de espectadores já assistiram ao filme desde seu lançamento em 21 de março.

Entretanto, não há detalhes sobre como foi feita a contagem desses números, como, por exemplo, se uma conta assistindo a um minuto do filme contaria para a contagem de 50 milhões, ou se foi calculada uma visualização da mesma forma que na Netflix e Disney+, que dividem a duração de um filme pelo número total de espectadores.

“O lançamento inovador e bem-sucedido de ‘Matador de Aluguel’ é um testemunho do trabalho árduo e do comprometimento de toda a equipe de produção de ‘Matador de Aluguel’ e do elenco do filme liderado pelo fenomenal Jake Gyllenhaal, disse Jennifer Salke, chefe dos Estúdios Amazon MGM. “É ótimo ver o filme decolando tanto com os fãs do original icônico quanto com uma grande participação do novo público”.

Matador de Aluguel já está disponível no Prime Video.

Na trama, Gyllenhaal estrela como um ex-lutador do UFC que consegue um emprego como segurança em uma taberna em Florida Keys, apenas para descobrir que este paraíso não é tudo o que parece.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Doug Liman (A Identidade Bourne) assume a direção.

A dupla Anthony Bagarozzi e Charles Mondry assinam o roteiro da nova versão.

O elenco ainda conta com o lutador Conor McGregor, Billy Magnussen (‘Made for Love’), Daniela Melchior (‘O Esquadrão Suicida’), Gbemisola Ikumelo (‘Sunny D’), Lukas Gage (‘The White Lotus’), Hannah Love Lanier (‘A Black Lady Sketch Show’), Travis Van Winkle (‘The Last Ship’), B.K. Cannon (‘Why Women Kill’), Arturo Castro (‘A Lista Terminal’), Dominique Columbus (‘Ray Donovan’), Beau Knapp (‘Seven Seconds’) e o podcaster Bob Menery.

 

A produção conquistou 62% de aprovação entre os críticos no Rotten Tomatoes.

Confira as principais reações:

“Talvez o maior crime do filme seja a falta de luta”, Little White Lies

“Não é um filme tão ruim quanto, mas um exemplo inexplicável de uma franquia que não merece ser revisitada. Por que você iria querer refazer e modernizar um filme tão incorporado em seu tempo e estética específicos?”, Jason Bailey

“Carece de personalidade e apelo sexual, exatamente o que um remake de um clássico de Patrick Swayze não deveria fazer.”, Matthew Pejkovic

“Muito bem conduzido pelo diretor Doug Liman, com um roteiro inteligente e ostentando uma visão maravilhosamente original do arquétipo do herói de ação, este novo ‘Matador de Aluguel é um tumulto total… No bom sentido do termo.” – Empire

Jake Gyllenhaal oferece uma atuação divertida que vai do charmoso ao ameaçador, mas mesmo isso se perde no caos de um filme que precisava ser suado, fundamentado e urgente para funcionar, mas que se torna cada vez mais parecido com algo que você assistiria no sábado de manhã.” – RogerEbert.com

“EmboraMatador de Aluguel‘ provavelmente seja medido pela intensidade de suas lutas, a trama consegue moldar um retrato surpreendentemente fundamentado do cotidiano da Florida.” – The Hollywood Reporter

“O novo ‘Matador de Aluguel‘ é uma atualização adequada ao legado de seu antecessor. Não porque seja melhor, ou mesmo porque seja tão parecido, mas porque se move com a mesma estupidez inconsciente que alimentou tantos sucessos de bilheteria dos anos 80 dos quais nos lembramos com tanto carinho.” – IndieWire

“Esta versão provavelmente não terá a reputação duradoura que a versão dos anos 80 teve. É divertido o suficiente para passar o tempo, mas falta aquele brilho que tem no clássico. – Next Best Picture

‘Planeta dos Macacos: O Reinado’ ganha trailer IMAX

Planeta dos Macacos: O Reinado’ lançou um novo trailer estendido em parceria com a IMAX.

Na trama, ambientada 300 anos após os eventos de Planeta dos Macacos – A Guerra’, as qualidades de liderança de César se dissiparam com o tempo, porém, seu legado continua a inspirar Noa, o novo herói macaco do Reino.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com William H. MacyOwen Teague, Dichen Lachman, Freya Allen, Eka DarvillePeter MaconTravis JefferyNeil SandilandsSara WisemanRas-Samuel Welda-abzgiLydia Peckham.

Além de dirigir, Wes Ball assina o roteiro em conjunto com Josh Friedman (‘Expresso do Amanhã’).

‘Doctor Who’: Revelados os títulos dos episódios da 14ª temporada; Confira!

a 14ª temporada de Doctor Who‘ marca o retorno de Ncuti Gatwa interpretando o personagem titular após o especial de 60 anos da clássica série sci-fi.

E a BBC (via CBR) finalmente divulgou os títulos dos novos episódios, que estreiam a partir de 10 de maio na emissora britânica e na Disney+.

Confira:

Space Babies‘: (Roteiro de Russell T Davies e direção de Julie Anne Robinson).

The Devil’s Chord‘: (Roteiro de Russell T Davies, com direção de Ben Chessell).

Boom‘: (Roteiro de Steven Moffat, com direção de Julie Anne Robinson).

73 Yards‘: (Roteiro de Russell T Davies, com direção de Dylan Holmes Williams).

Dot and Bubble’: (Roteiro de Russell T Davies, com direção de Dylan Holmes Williams).

Rogue‘: (Roteiro de Kate Herron e Briony Redman, com direção de Ben Chessell).

The Legend of Ruby Sunday‘: (Roteiro de Russell T Davies, com direção de Jamie Donoughue).

‘Empire of Death’: (Roteiro de Russell T Davies, com direção de Jamie Donoughue).

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Millie Gibson, de ‘Love, Lies and Records‘, também estrelará a nova temporada.

Netflix divulga a lista de estreias de ABRIL; Confira!

Através do Twitter, a Netflix divulgou a lista de estreia do mês de abril, que inclui séries originais, como ‘Garotos Detetives Mortos‘, franquia aclamadas, como ‘Maze Runner’ e ‘Um Tira da Pesada‘, e documentários para quem gosta de refletir e debater sobre variados temas, como ‘A Rede Antissocial: Dos Memes ao Caos‘.

Confira:

Por falar em Garotos Detetives Mortos, a série baseada na HQ homônima assinada pelo lendário Neil Gaiman é uma das produções mais aguardadas da plataforma e estreia em 25 de abril.

Inicialmente desenvolvida para a HBO Max, a adaptação dos quadrinhos homônimos de Gaiman (‘Sandman’) encontrou um novo lar na Netflix – e será lançada como um derivado de ‘Sandman‘.

Tem um fantasma insistente que não sai do seu pé? Um demônio roubou suas memórias? Chame os Garotos Detetives Mortos! Nesta série sobrenatural ambientada no universo de Sandman, dois adolescentes se conhecem na morte e fazem de tudo para continuar juntos, incluindo escapar de bruxas más e do Inferno e da Morte em pessoa. Com a ajuda da clarividente Crystal (Kassius Nelson), eles trabalharão juntos para resolver os casos paranormais mais misteriosos do reino mortal.

Confira o trailer e as imagens promocionais:

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Jayden Revri (‘O Chalé’), Kassius Nelson (‘Noite Passada em Soho’) e o novato George Rexstrew serão os protagonistas.

Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente.

Além do trio, a série também vai contar com Lukas Gage (‘Euphoria’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.

O roteiro da adaptação é escrito por Steve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).

Beth Schwartz também divide a função de showrunner com Yockey.

Após os ótimos ‘Aniquilação’ e ‘Guerra Civil’, Alex Garland revela que perdeu o amor por dirigir filmes e vai se aposentar

Em entrevista ao The Guardian, o aclamado cineasta Alex Garland (‘Aniquilação’) revelou que não tem planos, ao menos no futuro próximo, de retornar à cadeira de direção após o suspense ‘Guerra Civil’, estrelado por Wagner MouraKirsten Dunst (via The Wrap).

Garland comentou que a ideia é se afastar de sua função como diretor após o lançamento oficial do filme no dia 12 de abril no circuito internacional.

“Nada mudou. Estou em um estado muito similar”, ele conta. “Não estou planejando dirigir no futuro próximo”.

O realizador também afirmou que perdeu o brilho e o amor pela arte cinematográfica, enfatizando que “na verdade, eu ainda amo filmes”, mas “a arte fílmica não existe em um vácuo”.

Garland admitiu que o amor pelo cinema não consegue superar a pressão que sente todos os dias para entregar seu trabalho: “a pressão não vem do dinheiro. Vem do fato de que você pede às pessoas para confiarem em algo que, no final das contas, não parece muito confiável”.

Para exemplificar o comentário, o diretor fez menção a seu aclamado longa-metragem Ex_Machina, de 2014:

“[As atrizes] Alicia [Vikander]Sonoya [Mizuno] estão confiando que a nudez será lidada com cautela e respeito… [Quando] o cinema se inclina a não fazer isso”.

Nos cinemas nacionais, o longa tem estreia agendada para o dia 18 de abril.

Em um futuro não tão distante, quando uma guerra civil se instaura nos Estados Unidos, uma equipe pioneira de jornalistas de guerra viaja pelo país para registrar a dimensão e a situação de um cenário violento que tomou as ruas em uma rápida escalada, envolvendo toda a nação. No entanto, o trabalho de registro se transforma em uma guerra de sobrevivência quando eles também se tornam o alvo.

 

O elenco também inclui Cailee Spaeny (‘Priscilla’), Stephen McKinley Henderson (‘Um Limite Entre Nós’), Jesse Plemmons (‘Assassinos da Lua das Flores’)
e Nick Offerman (‘The Last of Us’).

Com 25 críticas publicadas até o momento, o longa conquistou com 88% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral afirma que o longa ressalta, através de cenas perturbadoras e chocantes, uma visão tensa e violenta da incerteza de sobrevivência em uma nação em crise.

Separamos os trechos das principais críticas:

“O constante aumento na tensão e o impressionante estilo documental conseguem capturar o terror brutal e garantem uma experiência cinematográfica de tirar o fôlego.” (Bloody Disgusting)

“Uma experiência sensorial perturbadora, que destaca o caos e o terror da guerra, com cenas tão pesadas, vastas e intensas, que você consegue praticamente sentir o cheiro de pólvora no ar.” (Inverse)

“É um filme que nos faz questionar o quanto de humanidade ainda há dentro de nós, e isso se materializa em um filme provocativo, tenso e monstruoso.” (AV Club)

“‘Guerra Civil’ não aprofunda muito seus personagens ou seu próprio universo, o que nos deixa apenas com cenas limitadas, mas efetivamente tensas – como a capital em chamas, as avenidas desertas e um tiroteio visceral na Casa Branca.” (Guardian)

Alex Garland pode ter nos entregado um dos filmes mais tensos e viscerais do ano. É um filme que iremos debater por um bom tempo.” (Collider)

“Sem texto explícito, ‘Guerra Civil’ apresenta uma visão sinistra do que poderia acontecer com a nação uma vez que as instituições se tornam sombras de si mesmas.” (The Film Stage)

“Com a performance sólida de Kristen Dunst, ‘Guerra Civil’ é um dos melhores filmes do ano.” (Screen Anarchy)

Dylan Mulvaney quer estrelar uma versão TRANS do clássico ‘Legalmente Loira’

Legalmente Loira é uma das comédias mais conhecidas de todos os tempos e ajudou a catapultar a fenomenal carreira de Reese Witherspoon – que interpretou a protagonista Elle Wood no primeiro e no segundo filmes.

Agora, em entrevista ao IMDb, a atriz e comediante Dylan Mulvaney revelou um sonho de interpretar Elle em uma “versão trans” do clássico longa-metragem.

“Meu sonho, na verdade, é fazer uma [versão] trans [de] Legalmente Loira, ela comentou. “Quero interpretar Elle Woods e também ter um Emmett trans e uma Paulette trans. O que eu acho mais legal sobre trazer pessoas trans a histórias já existentes é que isso muda inerentemente o tópico, mas de uma forma em que não é preciso mudar muito o roteiro, porque se torna algo diferente – e, na verdade, acho que o torna mais poderoso”.

Vale lembrar que a icônica mini-franquia deve ganhar um terceiro capítulo em breve, com Witherspoon reprisando o papel titular. Entretanto, nenhum detalhe da sequência foi revelado.

No filme original, Witherspoon vive Elle, “uma jovem que namora o garoto mais bonito de seu colégio, Warner Huntington III, e planeja casar com ele no futuro. O grande problema é que Warner considera Elle muito fútil. Ele decide estudar Direito na Universidade de Harvard, termina o relacionamento com Elle e começa a namorar uma nova garota. Elle não se dá por vencida e decide estudar a fim de também passar para o curso de Direito e ainda por cima provar sua inteligência”.

Além de receber críticas bastante positivas, a produção fez um considerável barulho financeiro ao arrecadar US$141 milhões mundialmente contra um orçamento de US$18 milhões. Witherspoon foi indicada ao Globo de Ouro de Melhor Atriz em Comédia/Musical, enquanto o título conquistou uma indicação a Melhor Filme – Comédia/Musical.

O sucesso rendeu uma sequência direta lançada em 2003, que levou Elle para o Capitólio dos Estados Unidos, um spin-off chamado ‘Legally Blondes’, em 2009, e uma versão musical que chegou à Broadway em 2007.

O filme foi dirigido por Robert Luketic e também trouxe nomes como Luke WilsonSelma BlairMatthew DavisJennifer Coolidge e outros ao elenco.

‘Mayor of Kingstown’: 3ª temporada da série estrelada por Jeremy Renner ganha teaser e data de estreia; Confira!

A Paramount+ divulgou o primeiro teaser oficial da 3ª temporada de ‘Mayor of Kingstown‘, série estrelada por Jeremy Renner.

Além disso, foi revelado que o novo ciclo tem estreia marcada para o dia 02 de junho.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Vale lembrar que as duas primeiras temporadas estão ddisponíveis na plataforma de streaming.

O aclamado cineasta Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento‘) assume a função de produtor executivo do projeto, que ainda conta com Taylor Sheridan como co-criador ao lado de Hugh Dillon.

A trama de ‘Mayor of Kingstown‘ segue a família McLusky – corretores poderosos em Kingstown, Michigan, onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Abordando temas como o racismo sistêmico, corrupção e desigualdade, a série oferece um olhar severo em sua tentativa de trazer ordem e justiça a uma cidade que não possui nenhum dos dois.

Dianne WestKyle Chandler, Dillon, Taylor Handley, Emma Laird e Tobi Bamtefa completam o elenco.

10 Dicas de ÓTIMAS Séries nos streamings que você precisa dar o play

É impressionante o número de seriados de qualidade que conseguimos encontrar em rápidas buscas pelos streamings! Em meio à tantas ofertas, sempre tem uns projetos que acabam chamando mais nossa atenção. Pensando nisso, resolvemos criar abaixo uma lista com 10 seriados pelos streamings que você precisa dar o play:

 

Agatha Christie: Poirot (Belas Artes a La Carte)

Ao longo do período entre 1989 a 2013 uma produção fantástica chegava aos telinhas trazendo vida aos misteriosos casos de um dos personagens mais emblemáticos da escritora britânica Agatha Christie, o detetive belga Hercule Poirot. Entre tramas macabras, reviravoltas surpreendentes, traições, ambição, o seriado Agatha Christie: Poirot nos leva para um tour sobre a mente humana, acompanhando histórias profundas que tem na sua base os deslizes da moral sob pontos de vistas diversos.

 

The Chosen (Netflix)

Criada pelo norte-americano de 48 anos, Dallas Jenkins, The Chosen de forma simples e inspiradora nos leva a conhecer os ensinamentos de Jesus. Sob a perspectiva daqueles que o seguiam, começando na Galileia do século I, depois indo para Samaria, e fugindo de uma obviedade muitas vezes maçantes quando pensamos em assuntos bíblicos, fato que afastava logo de cara grande parte do público em outras produções, o seriado de impressionante sucesso se sustenta em um equilíbrio entre narrativa de entretenimento e a exatidão das interpretações do que está na bíblia, elevando assim a qualidade da produção. Para tal, na equipe da série tem diversos estudiosos sobre o tema que influenciam de forma positiva a direção e contextos da trama.

 

Magnatas do Crime (Netflix)

Ação e humor debochado na medida certa. Diretamente da mente criativa do cineasta britânico Guy Ritchie chegou na Netflix um seriado que possui uma narrativa detalhista que encontra um ritmo intenso num habilidoso jogo de perspectivas com excêntricos e inconsequentes personagens. Magnatas do Crime, spin-off (uma história derivada) do filme lançado em 2019 pelo próprio diretor, nos leva para um tour pelo domínio, a necessidade de poder, no mundo obscuro da criminalidade. Na trama, conhecemos o aristocrata Eddie (Theo James) um soldado britânico que servia na ONU que é chamado pra casa por sua família já que o pai está pelas últimas. Quando assume uma herança indigesta que traz riquezas e muitos desastres, descobre que na propriedade da família existe uma enorme plantação secreta de maconha comandado pela família de Susie (Kaya Scodelario). Buscando encontrar alguma solução para se desvincular da criminalidade acaba entrando de cabeça no submundo do crime.

 

Rainha Vermelha (Prime Video)

Na trama, conhecemos Antônia Scott (Vicky Luengo), uma jovem considerada uma das pessoas mais inteligentes do mundo que faz parte de uma organização que só entra em operação em casos complexos onde a polícia não consegue resolver. Ao lado de Jon (Hovik Keuchkeriano), um carismático policial se juntar ao time, eles precisarão resolver um sinistro caso que envolve assassinatos e o sequestro de uma milionária.

 

O Problema dos 3 Corpos (Netflix)

Um chamado. Uma resposta. Onde está o inexplicável? Baseado na obra homônima escrita por Liu Cixin, O Problema dos 3 Corpos é um drama existencial com muita ficção científica que reúne uma série de elementos que vão dos conceitos físicos que se juntam à quebra de valores éticos, até as derrapadas da moral, dramas pessoais, tragédias e dilemas. Adaptado para as telas pela dupla, David Benioff e D.B. Weiss, alguns dos responsáveis pelo sucesso Game of Thrones, a narrativa, que percorre uma extensa faixa temporal com blocos de histórias que vão se reunindo, busca ser objetiva nas jornadas profundas de seus intrigantes personagens. Na trama, conhecemos uma jovem cientista lá na década de 60, em meio à revolução cultural chinesa, que após passar por um trauma acaba recebendo a chance de trabalhar num lugar secreto que tem como objetivo colocar a China como líder na comunicação interestelar. Um dia, ela consegue contato com seres de outro planeta e uma decisão nessa comunicação acaba vindo a ter consequências anos depois atingindo em cheio as vidas de um grupo de amigos e brilhantes cientistas que estão na Europa nos tempos atuais.

 

Goliath (Prime Video)

Um dos grandes seriados da Prime Video, que poucos falam, Goliath é um dos mais impactantes projetos quando pensamos em dramas jurídicos. Na série, na sua primeira temporada, acompanhamos Billy Mc Bride, um ex-advogado de prestígio que busca retomar os dias de glória em um enorme processo contra a poderosa firma de advocacia que ajudou a criar.

 

The New Look (Apple Tv+)

Criado pelo norte-americano Todd A. Kessler, um dos responsáveis por Damages, grande sucesso de anos atrás, The New Look nos leva de volta para o passado, num tempo onde o estilista Christian Dior (Ben Mendelsohn) busca o sucesso em tempos de Segunda Guerra e sua chegada ao topo dos profissionais da moda mais requisitos de todo o mundo, além de seus embates com Coco Chanel (Juliette Binoche).

 

House of Ninjas (Netflix)

Nem toda batalha é vencida pela espada. Buscando resgatar a história das tradições e do imaginário japonês através dos chamados shinobis (no popular, ninjas) figuras bastante conhecidas no Japão feudal, entre os séculos XVI a XIX, chegou na Netflix nesse início de 2024 um empolgante seriado onde os conflitos se desenvolvem através dos dilemas entre o certo e o errado, com personagens enfrentando diferentes crises existenciais no período presente. Na trama, conhecemos os membros da família Tawara, um clã de Shinobis que preferiu viver uma vida normal no Japão nos dias atuais após um deles morrer numa missão secreta seis anos atrás. Mas, quando um outro clã inimigo ressurge com seus novos integrantes ligados a arquitetura de uma conspiração global, os Tawara precisarão voltar a vestir a roupa ninja e ir para o confronto.

 

Constelação (Apple Tv+)

Partindo da premissa de que a mesma coisa pode estar em dois estados diferentes e ao mesmo tempo, Constelação possui uma misteriosa trama, que mostra da perda, ao espírito de sobrevivência, encontrando assim uma mãe e sua forte relação com a única filha. Questões políticas, dilemas, aparições inesperadas, descoberta de uma nova matéria, física quântica, são alguns dos recheios dessa história que vai se mostrando aos poucos. Na trama, conhecemos a astronauta Jo Ericsson (Noomi Rapace), que está há nove meses no espaço e prestes a voltar para casa quando um acidente na estação espacial onde se encontra a coloca em uma corrida contra o tempo pela sobrevivência. Nesse ponto, há uma mescla entre passado recente e presente.

 

Histórico Criminal (Apple Tv +)

Na trama, ambientada numa Londres nos tempos atuais, conhecemos uma policial que recebe uma chamada de emergência e a partir do que é falado nessa ligação acaba indo atrás de uma história que se junta a um caso de assassinato do passado.

‘Sugar’: Série de MISTÉRIO com Colin Farrell estreia ESTA SEMANA na Apple TV+!

Sugar, série de mistério noir estrelada por Colin Farrell (‘Pinguim’), chega este mês ao catálogo da Apple TV+.

A produção chega à plataforma de streaming nesta próxima sexta-feira, 05 de abril.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Mark Protosevich e conta com oito episódiosFernando Meirelles fica a encargo da direção.

Sugar é uma abordagem contemporânea e única de um dos gêneros mais populares e significativos da história da literatura, do cinema e da televisão: a história de detetives. Farrell estrela como John Sugar, um investigador particular que acompanha o misterioso desaparecimento de Olivia Siegel, a querida neta do lendário produtor de Hollywood Jonathan Siegel. Enquanto Sugar tenta determinar o que aconteceu com Olivia, ele também descobrirá segredos da família: alguns muito recentes, outros há muito enterrados.

Kirby Howell-BaptisteAmy RyanDennis BoutsikarisAlex HernandezLindsay Pulsipher e outros também estrelam.

‘Curb Your Enthusiasm’: ÚLTIMO episódio da série ganha trailer oficial; Confira!

A 12ª e última temporada da aclamada comédia ‘Curb Your Enthusiasm‘ já está disponível na Max – e, agora, foi divulgado o trailer oficial do episódio de encerramento da série.

O último capítulo, intitulado “No Lessons Learned”, vai ao ar neste próximo domingo, 07 de abril.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que as onze primeiras temporadas também estão disponíveis na plataforma.

A série foi criada por Larry David, que também estrela a produção.

Em Curb Your Enthusiasm, David interpreta uma versão fictícia de si mesmo vivendo todo tipo de situação constrangedora, na maioria das vezes causadas por ele mesmo. Ele tem tudo o que poderia querer: uma esposa que ama, bons amigos, uma carreira de sucesso, uma casa bonita… o que poderia dar de errado para Larry David? O criador da série apresenta uma visão hilária, desconcertante e autodepreciativa da própria vida.

Jeff Garlin, Cheryl Hines e Susie Essman também estrelam a produção.

‘Godzilla e Kong: O Novo Império’ tem participação de clássico Kaiju da franquia; Confira!

O texto abaixo contém SPOILERS!

Godzilla e Kong: O Novo Império’ já está em exibição nos cinemas e conta com uma surpreendente participação especial de Mothra, um clássico Kaiju da franquia.

A mariposa gigante criada pela Toho é invocada para ajudar Kong e Godzilla em sua luta contra o King Skar e Shimo, o novo monstro introduzido na trama.

Na trama, fica claro que Godzilla e Kong sozinhos não são páreo para seus adversários.

Mas, ao longo dos eventos, é revelado que Jia (Kaylee Hottle), que vive junto com a sociedade Iwi no centro da Terra, está conectada a uma antiga profecia na qual ela está destinada a invocar Mothra quando esta antiga batalha acontecer.

Jia então segue para uma área na tentativa de entrar em contato com Mothra e o desperta de seu antigo sono para ajudar Godzilla e Kong em sua luta.

Mothra então influencia Godzilla e Kong a lutarem do mesmo lado e os três vão para o centro da Terra para derrubar King Skar e Shimo para salvar o povo Iwi.

É uma participação breve, mas certamente adequada, já que Mothra sempre foi introduzida como mediadora nos filmes originais de TOHO.

Lembrando que ‘Godzilla e Kong: O Novo Império‘ SUPEROU todas as expectativas nas bilheterias norte-americanas.

Especialistas acreditavam que o filme arrecadaria entre US$ 50-55 milhões nos EUA em seus primeiros três dias.

Porém, os números acabam de sair e o filme fez GIGANTESCOS US$ 80 milhões nos EUA.

Trata-se da segunda maior estreia do ano no país – ficando atrás apenas de ‘Duna 2‘ (US$82.5M) – e segunda maior estreia do MonsterVerse depois de ‘Godzilla‘ (2014), que arrecadou US$ 93 milhões.

Mundialmente, o filme também superou as projeções iniciais e arrecadou sólidos US$ 194 milhões em 62 países e superou blockbusters recentes como ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ (17% acima), ‘MegaTubarão 2‘ (16%) e ‘Godzilla vs. Kong‘ (6%).

O valor representa o maior lançamento mundial do ano, superando ‘Duna: Parte 2‘ (US$178.5M).

Com o sucesso do longa, o Monsterverse da Legendary Pictures conseguiu ultrapassar a marca de US$ 2 bilhões nas bilheterias mundiais.

Apesar ter dividido a opinião dos críticos – com apenas 55% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a produção parece ter agradado os espectadores, alcançando uma média sólida de 93% de aprovação.

Vale lembrar que o orçamento do novo longa ficou na casa dos US$ 135 milhões – valor considerável menor do que o gasto no capítulo anterior –, e que a Legendary fundou 75% do valor, enquanto a Warner Bros cobriu os outros 25%.

O filme segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Godzilla e Kong: O Novo Império‘ vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas. 

O elenco conta com Rebecca Hall, Brian Tyree Henry, Dan Stevens, Kaylee Hottle, Alex Ferns e Fala Chen.

O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.

 

ÉPICO brasileiro de ação traz dragões e batalhas estilo ‘Game of Thrones’ estreia esse mês

A Paris Filmes divulgou a data de estreia do épico brasileiro ‘Jorge da Capadócia‘.

A produção será lançada nos cinemas nacionais no dia 18 de abril.

O longa foi dirigido, produzido e estrelado por Alexandre Machafer.

Em 303 D. C., após ter vencido mais uma grande batalha, Jorge é condecorado como novo capitão do exército, quando o Imperador Diocleciano inicia sua última grande perseguição aos cristãos no império romano. Diante das cruéis ordenações impostas ao povo e a pressão para que se rendam aos deuses cultuados no império, Jorge, um homem acima de tudo, agora se vê diante de seu maior desafio ser fiel à sua fé e as suas convicções ou sucumbir aos incomensuráveis desmandos do imperador.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Cyria Coentro, Roberto Bomtempo, Ricardo Soares, Miriam Freeland, Augusto Garcia e Antônio Gonzalez.

Matheus Souza, de ‘Tá Escrito‘ e ‘Ana e Vitória‘, assina o roteiro.

‘Olhos Famintos 5: Revelados supostos detalhes sobre a trama e o elenco da sequência; Confira!

De acordo com o Critical Overlord, ‘Olhos Famintos 5‘ vai contar com o retorno de Gina Philips e Jonathan Breck, reprisando seus papéis como Trisha Jenner e o vilão conhecido como a Criatura.

Para quem não se lembra Phillips atuou no primeiro filme em 2001 e retornou para uma participação especial no terceiro, lançado em 2017.

Brecker foi o responsável por interpretar a Criatura em toda a trilogia.

Além da dupla, foi dito que Patricia Belcher (‘Bones’) e Ray Wise (‘Twin Peaks’) estão em negociações para retornar.

Belcher interpretou Jezelle Gay Hartman, uma personagem coadjuvante que foi vidente durante a maior parte de sua vida, embora a polícia da região não acreditasse nela.

Wise deu vida a Jack Taggart, um fazendeiro taciturno pai de Jack Jr. e Billy. Após Billy ser sequestrado pela Criatura, Jack fica obcecado pela ideia de capturá-la, construindo um arpão caseiro na caçamba de sua caminhonete para caçar o ser demoníaco.

Além disso, foi dito que a trama vai mostrar Jenner se unindo a um grupo de sobreviventes/caçadores para combater a criatura que arruinou suas vidas.

Por enquanto, o novo filme não tem previsão de estreia.

Confira a publicação:

Vale lembrar que a franquia ganhou um reboot intiulado ‘Olhos Famintos: Renascimento‘ (Jeepers Creepers: Reborn), que foi um tremendo fracasso.

O longa prometia ser um recomeço da franquia, mas amargou 0% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que o novo filme não apresenta absolutamente nada novo ao gênero ou à própria franquia, se apoiando em clichês através de uma produção barata e mal dirigida.

As 13 críticas publicadas foram negativas, enquanto o público deu 8% de aprovação.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Esse reboot não funciona como a revitalização de uma saga, nem mesmo como um simples filme do gênero; é apenas a destruição de uma franquia.” (Guardian)

“‘Olhos Famintos: Renascimento’ é TERRÍVEL” (Olivia Cooke)

“‘Olhos Famintos: Renascimento’ não é nem divertido, nem assustador como o filme original, de 2001. É uma cópia barata, inferior em todos os aspectos.” (Sydney Morning Herald)

“”Olhos Famintos: Renascimento’ é apenas um slasher clichê sem nenhum momento memorável.” (Stuff.co.nz)

“‘Olhos Famintos: Renascimento’ é chocantemente ainda pior que o filme anterior. A atuação e os efeitos são constrangedores. Além disso, os novos elementos introduzidos na história são ilógicos.” (Cody Leach)

“Apesar do começo interessante, a presença do Creeper na história é quase acidental, o que acaba transformando essa produção em um slasher clichê.” (Starburst)

Vale lembrar que o editor-chefe Renato Marafon esteve na première em Los Angeles, trazendo a crítica EM PRIMEIRA MÃO para os leitores do CinePOP.

Assista a crítica e siga o CinePOP no YouTube:

Confira o trailer legendado:

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 5 de janeiro de 2023.

A trama gira em torno de um Festival de Horror em Louisiana, que atrai centenas de nerds e fãs do gênero de toda parte do mundo. Entre eles, está Chase e sua namorada Laine, que é forçada a embarcar nessa aventura.

Mas, enquanto o festival se aproxima, Laine começa a ter premonições inexplicáveis e visões perturbadoras associadas ao passado da cidade e, principalmente, sobre a lenda do Creeper. Logo, Laine começa a acreditar que algo sobrenatural foi invocado… e que ela está no centro de tudo isso.

Filmado secretamente durante a pandemia, o longa será o primeiro de uma nova trilogia, que dessa vez não terá o envolvimento de Victor Salva, após o diretor ter sido preso por abuso sexual infantil.

Timo Vuorensola, que já supervisionou os filmes da franquia ‘Deu a Louca nos Nazis‘, dirige a nova produção.

O filme foi escrito por Sean Michael Argo (‘Iconoclast’).

‘Star Wars’: Daisy Ridley diz que adoraria ver John Boyega de volta à saga

Desde o anúncio do novo ‘Star Wars‘ focado em Rey (Daisy Ridley) dando início a uma nova ordem Jedi, os fãs estão se perguntando se outros personagens da última trilogia da saga vão aparecer no longa.

Entre eles, Finn, interpretado por John Boyega.

Inicialmente, Finn era um soldado da Primeira Ordem, que desertou e acabou se tornando amigo de Rey e um importante membro do exército da Nova República.

Em entrevista para o Screen Rant, Ridley foi questionada se há alguma possibilidade de Boyega aparecer no novo filme.

Apesar de não saber a resposta, ela disse que adoraria vê-lo retornar à saga.

“Eu não sei. Isso está acima do meu nível salarial. [Risos] Eu adoraria ver isso acontecendo, mas não é uma decisão minha. “

Diferente do que muitos imaginavam, o próximo filme da franquia não terá o título ‘Nova Ordem Jedi’.

Segundo o The Cosmic Circus, o nome em questão é destinado ao título de produção do longa-metragem. Além disso, rumores de que o filme se chamaria Star Wars: Episódio X – Um Novo Começo’ foram desbancados por um contribuidor do site Star Wars.com, sendo taxado como “categoricamente incorreto”.

Lembrando que a previsão de estreia é para dezembro de 2026.

Dirigido por Sharmeen Obaid-Chinoy (‘Ms. Marvel’) e trazendo Daisy Ridley de volta como Rey Skywalker, o longa foi anunciado em abril de 2023, durante o painel principal da Star Wars Celebration, e será ambientado 15 anos após os eventos do último filme, ‘A Ascensão Skywalker‘.

O último longa-metragem da saga intergaláctica foi Star Wars: A Ascensão Skywalker’, lançado em 2019.

Apesar das críticas mistas, o filme arrecadou mais de US$1,07 bilhão mundialmente e conquistou três indicações ao Oscar – Melhor Trilha Sonora OriginalMelhor Efeitos VisuaisMelhor Edição de Som).

Relembre o trailer:

Com o retorno do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid), todos voltam a temer seu poder. Assim, a Resistência toma a frente da batalha que ditará os rumos da galáxia. Treinando para ser uma completa Jedi, Rey (Daisy Ridley) ainda se encontra em conflito com seu passado e futuro, mas teme pelas respostas que pode conseguir a partir de sua complexa ligação com Kylo Ren (Adam Driver), que também se encontra em conflito pela Força.

‘Avatar: O Último Mestre do Ar’: Cosplayer conquista a internet com vídeo montando em Appa; Assista!

A adaptação live-action de ‘Avatar: O Último Mestre do Ar‘ já está disponível na Netflix e os fãs continuam impactados pela atração, como um cosplayer que decidiu se vestir como Aang.

E o mais legal é que ele criou uma versão de Appa, o bisão voador, e saiu pelas ruas montado no animal, chamando bastante atenção por onde passava e conquistando os usuários das redes sociais.

Confira:

 

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Lembrando que a atração foi renovada para mais duas temporadas.

Apesar de ter registrado apenas 59% de aprovação entre os críticos, a atração está conquistando os assinantes da plataforma de streaming.

A trama gira em torno de Aang, o último dobrador de ar após os outros nômades serem exterminados pela Nação do Fogo, que promove uma guerra há décadas em busca de dominar o restante do mundo. Além de concluir sua jornada como Avatar, dominando todos os elementos, Aang tem a tarefa de lidar com esse enorme desafio, uma vez que seu dever como Avatar é trazer harmonia ao mundo.

Nas redes sociais, o público está rendendo elogios à produção, desde o carismático roteiro, a química entre o trio protagonista, os figurinos, os efeitos visuais e as incríveis coreografias de dobra de elementos.

Confira as reações:

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

 

Criada por Albert Kim, a produção é baseada na popular série animada ‘Avatar: A Lenda de Aang‘.

O elenco conta com Gordon Cormier (Aang), Dallas Liu (Zuko), Kiawentiio (Katara), Ian Ousley (Sokka), Paul Sun-Hyung Lee (General Iroh), Elizabeth Yu (Azula) e Daniel Dae Kim (Senhor do Fogo Ozai).

‘The Walking Dead: Daryl Dixon’: Teaser da 2ª temporada destaca Carol Peletier; Confira!

A AMC divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada de ‘The Walking Dead: Daryl Dixon‘, que será focada na personagem Carol Peletier (Melissa McBride).

Na prévia, Daryl (Norman Reedus) tenta voltar da França para casa, enquanto Carol sai em busca de sua melhor amiga que desapareceu na cidade de Freeport, Maine.

A nova temporada substitui o extinto spinoff ‘Daryl & Carol‘, reunindo as co-estrelas de longa data da franquia após sua despedida no final da série original.

Confira o teaser:

McBride  já havia feito uma participação especial no episódio final do primeiro ciclo, onde sua personagem buscava pelo seu amigo desaparecido, o Daryl Dixon.

Em entrevista à EW, o showrunner David Zabel contou como a personagem será integrada ao próximo ciclo: “Bem, está bem definido o que vimos nos episódios 5 e 6. Existem principalmente dois elementos. O primeiro elemento é que, por algum motivo, ela se sentiu compelida a sair em busca de Daryl, sobre o que aprenderemos mais à medida que nos aprofundarmos na história. Mas ela provavelmente está preocupada com ele e se sentiu compelida a sair em busca dele. Ele meio que atende a chamada de rádio que vimos no episódio 5 porque se presumiu que ele voltaria para casa, e então ele nunca fez isso. Logo, podemos entender isso. Mas [Daryl] nunca voltou para casa, então, ela está preocupada com ele. E a ligação pelo rádio deu a ela pelo menos uma pequena pista sobre como localizá-lo”.

Zabel continua: “e a beleza disso é que ela tem uma história muito ativa sobre tentar encontrar e proteger seu amigo, com quem está preocupada. […] Mas há toda uma história interna de Carol que se desenrola ao longo dos episódios da segunda temporada. Já filmamos um pouco disso e será fantástico quando tudo estiver pronto”.

David Zabel serve como showrunner.

Além de Norman Reedus, o elenco ainda conta com Clémence Poésy, Adam Nagaitis, Anne CharrierEriq EbanoueyLaika Blanc Francard, Louis Puech Scigliuzzi Romain Levi.

Nós | Os cinco anos da OBRA-PRIMA do suspense de Jordan Peele

Jordan Peele é um dos diretores mais respeitados da atualidade – e, pouco depois de ter causado um grande impacto com ‘Corra!’, que inclusive conquistou o Oscar de Melhor Roteiro Original e foi considerado um dos melhores filmes da década passada, o cineasta retornou às telonas com o aclamado Nós, que completa cinco anos de lançamento em 2024. Mantendo-se fiel às potentes temáticas sociais exploradas em seu filme anterior, a produção consagrou-se como uma das entradas mais memoráveis de sua carreira, trazendo explanações sobre a própria funcionalidade do mundo através de uma impecável história de suspense e terror.

Estrelado por Lupita Nyong’o em um papel divisor de águas para sua feroz versatilidade artística, a trama acompanha Adelaide, uma mulher que, quase três décadas depois de ter passado por um trauma inescapável após ter encontrado seu döppelganger em uma Casa de Espelhos, volta à casa de férias de seus pais com o marido e os filhos – apenas para descobrir que o pesadelo do qual tentara escapar todos aqueles anos atrás não acabou. Após chegar lá, ela descobre que existe uma espécie de mundo subterrâneo que serve como reflexo da superfície de uma forma extremamente grotesca e distorcida. Mas as coisas mudam de uma hora para outra quando os habitantes desse submundo, que são os döppelgangers de cada ser humano no planeta, resolvem sair de seu confinamento eterno e realizar uma matança generalizada para tomarem o lugar de seus “superiores”, por assim dizer.

Enquanto ‘Corra!’ colocou Peele no centro dos holofotes e o catapultou ao estrelato no cenário mainstream, Nós se configura, ao menos por enquanto, como sua magnum opus. Apesar de se valer de certas fórmulas dos filmes de suspense psicológico, incluindo reviravoltas de tirar o fôlego e que adornam com ainda mais beleza o ato de encerramento do longa-metragem, o resultado é impressionante do começo ao fim pelas subtramas que acompanham o “andar da carruagem”. Para além da performance irretocável de Nyong’o como Adelaide e como seu duplo, Red – que com certeza deveria ter-lhe rendido uma indicação ao Oscar -, e de um elenco que conta com Winston Duke, Shahadi Wright Joseph, Elisabeth Moss, Evan Alex e outros, a condução crítica promovida pelo diretor é on point em cada uma de suas camadas.

A obra nutre de inúmeras incursões que nos levam a refletir sobre o funcionamento da sociedade. A primeira delas envolve a questão do outro. Diversos filósofos e sociólogos já exploraram a questão dos döppelgangers e de que modo é possível compreender essa imagem como uma extensão de nós mesmos. Todavia, se tomarmos outra perspectiva para analisar as inflexões promovidas por Peele, é possível que o próprio título aponta para a arbitrariedade do coletivo, em que o “nós” de um lugar não é o “nós” do outro; em outras palavras a divisão incisiva entre o mundo subterrâneo e o da superfície é o que explica a revolta dos Atrelados (Tethered, no original) e uma reação, a priori, inexplicável.

Dentro disso, não há nada que indique as pessoas desses dois cosmos pertençam a seus respectivos lugares, aumentando a tensão que escala exponencialmente – e a troca entre Adelaide e Red, que é-nos explicada nos momentos finais do enredo, demonstra essa supracitada arbitrariedade dos corpos em um determinado espaço: um só não ocupa o lugar do outro porque ocupa o seu próprio. Além disso, há o choque físico das realidades que explode através das características dos Atrelados, cuja simbologia aponta para um espaço social determinado a certos grupos – e que já se repetiu incontáveis vezes na história.

Peele também explora as ramificações do fascismo por meio de sutilezas que apenas alguém com sua genialidade poderia fazer. Intrínseco à ideologia neoliberalista, o fascismo se aproveita da máxima do “bode expiatório” para garantir sua existência. Há a necessidade de colocar a culpa em algum grupo específico para que o medo permaneça e seja utilizado como ferramenta de controle em massa – como aconteceu, por exemplo, com os negros e com os judeus à época da II Guerra Mundial e da ascensão de Adolf Hitler como símbolo máximo da perpetuação supremacista. Entende-se o oferecimento de um objeto para ódio que a população sente, transferindo a verdadeira culpa e culminando em apenas um desfecho: a violência contra aqueles que são o suposto problema.

O ódio se une à outra questão importante delineada pela narrativa – a falsa sensação de felicidade. O neoliberalismo, em si, promete a felicidade para quem se esforça, mas o que se deve fazer quando isso não acontece? Afinal, quando não encontramos essa plenitude individualista prometida por esse sistema que, claramente, é falho, voltamos nossa atenção àqueles que gozam desses frutos (um termo conhecido como juissance ou prazer, no português). E, conforme percebemos que esse gozo pode ser inalcançável, o “bode expiatória” retorna e o prazer é transferido para a causa de sofrimento em outrem como forma de reparação; quando não podemos mais provocá-lo, vende-se a ideia de que existe censura e a perda de um direito que não deveria nem ao menos existir.

É aí que a vilanesca apresentação de Red e dos Atrelados é examinada sob uma nova ótica: assim como os membros da superfície são vítimas desse sistema completamente degenerado, os döppelgangers se veem privados desse direito à felicidade e são levados a acreditar que os verdadeiros culpados são aqueles que vivem livremente e não estão fadados às amarras que os acorrentam. Por fim, lembram-se da tesoura que os “outros” usam? Pois bem, é possível encará-la como a materialização sólida de uma separação entre o que Adelaide e seus semelhantes possuem e a que Red e seus asseclas foram negados desde o momento em que passaram a ser.

10 Filmes que Foram Gratas SURPRESAS já lançadas em 2024

Esse ano de 2024 promete com a chegada de aguardadas produções tanto no mundo das séries como no dos filmes. Nesse início de primeiro semestre algumas obras já vem chamando nossa atenção e resolvemos criar uma lista com 10 gratas surpresas já lançadas em 2024:

 

American Fiction (Tem na Prime Video)

Na trama, conhecemos Monk (Jeffrey Wright), um escritor e professor num presente repleto de conflitos não deixando barato os absurdos culturais que percebe ao seu redor. Após ser afastado pela universidade que leciona, vai passar um tempo na casa de praia da família se aproximando dos irmãos e da mãe em fase inicial de Alzheimer. Um dia, resolve escrever um livro de forma aleatória, longe das complexidades de suas outras obras e acaba vendo o sucesso chegar de forma curiosa e mostrando muitas verdades da sociedade.

 

O Abismo (Tem na Netflix)

Na trama, acompanhamos a história de Frigga (Tuva Novotny), uma mulher de atitude, mãe de dois, chefe de segurança de uma mina subterrânea Kiirunavaara, situada na cidade de Kiruna. Quando rachaduras enormes vão aparecendo pela cidade, Frigga embarca em uma jornada de sobrevivência tendo que lidar com o sumiço do filho Simon (Edvin Ryding), a recente chegada do novo namorado Dabir (Kardo Razzazi), o relacionamento conturbado com o ex Tage (Peter Franzén) e os embates com a filha Mika (Felicia Truedsson).

 

Ferrari

Na trama, ambientada em 1957, um período de enormes crises para o todo poderoso do automobilismo Enzo Ferrari (Adam Driver) que vê seus dias se chocarem com conturbadas questões pessoais, envolvendo a amante Lina (Shailene Woodley) e a esposa Laura (Penélope Cruz), e uma necessidade de glória em uma famosa e perigosa competição de carros, com longa distância, chamada Mille Miglia, que parece ser a grande saída para uma estabilidade financeira e pro seu futuro nos negócios. O longo de pouco mais de duas horas de projeção vamos vendo um recorte profundo, intercalando momentos, de uma figura lendária do esporte mundial.

 

Einstein e a Bomba

As distâncias entre a paz e a moral. Traçando um profundo recorte do ponto de vista de um dos mais famosos cientistas da nossa história, a produção original da Netflix Einstein e a Bomba, em menos de 80 minutos, caminha por contextos históricos marcantes que levaram o homem a lançar, sem dó nem piedade, uma poderosa bomba que traçaria para sempre o destino da humanidade e colocaria em xeque a moral. A culpa e a responsabilidade são variáveis que contornam todos os contextos por aqui.

 

Suncoast (Tem na Star Plus)

Na trama, conhecemos Doris (Nico Parker), uma jovem que estuda numa escola particular cristã, quase sem amigos, passando por um presente conturbado: com a iminência no adeus ao irmão, a descoberta de situações ligadas à adolescência, e a falta de diálogos construtivos com a mãe Kristine (Laura Linney). Com a necessidade do irmão, com câncer cerebral, ir para um Centro de Cuidados Paliativos chamado Suncoast, a protagonista embarca em novas descobertas e tem seu destino cruzado com o do ativista viúvo Paul (Woody Harrelson).

 

Eu, Capitão

Indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional em 2024, o sensacional Eu, Capitão nos mostra a saga conflituosa de dois primos que resolvem partir de Dakar, no Senegal, rumo a Europa e acabam passando por terríveis situações em busca de seu objetivo.

 

Moneyboys

Na trama, conhecemos Fei (Kai Ko), um pouco no seu início na sua trajetória como garoto de programa que busca um pé de meia para ajudar a família até tempos mais tarde onde se vê preso em dilemas e conflitos. Os novos olhares sobre sua relação com a família, a aproximação com um jovem que reflete muito do que ele era, e a redescoberta de um grande amor do passado transformam a trajetória do protagonista que cada vez mais se afasta de qualquer deslumbre sobre o que é realmente ser feliz.

 

Caminhos da Sobrevivência

Mais uma página dos horrores de uma guerra. Baseado em um livro chamado Wil do autor belga Jeroen Olyslaegers, o novo longa-metragem disponível no início de 2024 na Netflix, Caminhos da Sobrevivência, explora o caminho dos dilemas para retratar os labirintos das escolhas na visão de um jovem oficial da força policial em uma Bélgica ocupada pelos nazistas no início da década de 40.

 

Sr. e Sra. Smith (Seriado que tem na Prime Video)

Na trama, conhecemos John e Jane, interpretados pelos excelentes Donald Glover e Maya Erskine, duas almas solitárias, novatos no ramo da espionagem, trabalhando para uma agência que mal conhecem onde precisam fingir serem casados enquanto são enviados para as mais diversas relações. Quando os dois começam a desenvolver uma forte atração, o que leva a uma relação de fato, buscam se entenderem ao longo desse praticamente infinito percurso.

 

A Sociedade da Neve (Tem na Netflix)

Na trama, voltamos ao início da década de 70 onde um grupo de pessoas, integrantes ou amigos e parentes de um time de rúgbi uruguaio que ia até o Chile para uma partida precisam sobreviver após o avião em que estavam se chocar com as montanhas numa região praticamente inacessível da temida Cordilheira dos Andes. Ao longo de muitos dias, a esperança e o luto andaram lado a lado. A fé, o acreditar, se tornam figuras presentes nos pensamentos de cada um deles.

Por que a 2ª temporada de ‘The Good Place’ é uma das MELHORES recentes

Em 2016, o público fanático por comédias escrachadas e programas originais deliciou-se com a chegada de The Good Place, uma das séries mais inocentes que poderíamos imaginar como produto audiovisual e que, em meio a sutis e ácidas críticas, nos forneceu uma nova visão do além-vida ao misturar o cômico com o trágico de forma perfeitamente equilibrada. Logo, não foi nenhuma surpresa quando a NBC, responsável primária pelo show, em parceria com a Netflix, conseguiu a tão esperada renovação e teve a brilhante de ideia de expandir uma mitologia que, por nós, era conhecida apenas na superficialidade.

Partindo exatamente de onde paramos na primeira temporada, Eleanor (Kristen Bell) voltou para os primórdios de sua não-existência no afterlife após descobrir que o arquiteto do “Lugar Bom” – o qual na verdade era o “Lugar Ruim” mascarado por ideais paradisíacos – era na verdade um demônio chamado Michael (Ted Danson) que criara uma nova forma de tortura ao colocar indivíduos mortais com personalidades opostas entre si e que, eventualmente, se transformariam em “infernos pessoais” uns para os outros. Para ajustar e corrigir essa incrível capacidada dedutiva da nossa protagonista, a Michael foi concedida uma segunda chance para continuar com seu projeto – e foi assim que voltamos para o início. Mais um início.

Ao contrário da iteração predecessora, o showrunner Michael Schur resolveu nos fornecer uma outra perspectiva, desta vez a partir dos esforços do demônio-arquiteto, e aquilo que o transformou em um ser mais humano do que parece. Apesar de movido pela maldade pura, cuja característica também faz parte de todos os invólucros que fazem parte da comunidade em questão, ele insiste em ultrapassar os obstáculos através de uma força de não-desistência e de resiliência contínuas que é bastante familiar a qualquer pessoa que já tenha passado por alguma dificuldade. No caso, essa “dificuldade” é fazer com que o plano funcione e impedir a junção dos nossos quatro heróis e heroínas no mesmo time que os permitiu desvendar os segredos por trás do Lugar Ruim.

É muito interessante analisar que a relação que antes mantínhamos com os protagonistas permanece, mas a recíproca não é verdade nem para conosco nem entre eles. Eleanor e Chidi (William Jackson Harper) continuam se esbarrando até mesmo em círculos familiares e íntimos diferenciados, construindo laços de ternura e de aprendizagem que servem de base para a descoberta final. Tahani (Jameela Jamil), em sua excessiva egolatria disfarçada de preocupação social, também marca presença em ápices muito mais divertidos que a temporada anterior, respaldando o exato oposto no qual se constrói Jason (Manny Jacinto), escondendo-se em sua persona do monge tibetano que fez um voto eterno de silêncio.

É só depois de oitocentas e trinta tentativas (literalmente) que Michael é confrontado pelos outros demônios que resolveram ajudá-lo e percebe que, se não pode lutar contra seus inimigos, deve aliar-se a eles. Em uma brecha muito bem colocada em meados do terceiro episódio, o arquiteto cria um subplano e até mesmo uma resolução aguardada: a de levar os quatro experimentos humanos para o verdadeiro Lugar Bom em troca da ajuda para ser promovido. Esse pensamento a priori individualista não é simplesmente jogado, mas carregado fluidamente por cada um dos capítulos e das subtramas delineadas até alcançar um ápice nos dois últimos episódios.

Como supracitado, a série permite sua autoexpansão de modo tão natural quanto os temas sobre os quais trata. Até mesmo o que poderíamos considerar tabu – sejam questões religiosas ou ideológicas – é tratado com despojamento; uma perspectiva universalmente jocosa que abre margens para um relaxamento narrativo e uma humildade tão agradável quanto os próprios personagens a que somos apresentados. Todos, sem qualquer exceção, são dotados de qualidades negativas e positivas quantificadas em um número que não deveria existir, mas existe propositalmente. Parece um paradoxo, mas The Good Place se move através dessas contradições ao mesmo tempo em que nos leva a refletir sobre nossas ações e sobre o que existe após a morte. Inclusive, talvez esta seja a única série que endossa a premissa clichê de que “a morte é apenas o princípio”.

Mas mais do que sua natural originalidade é a sua inteligência. Um humor bem pensado parece ser o que falta nas comédias contemporâneas e que é quase monopolizado por Schur e pelas performances desses atores e atrizes – e isso também é visto em seus momentos de maior canastrice, partindo da ideia de que, por vezes, caímos no exagero sentimental e emocional. São esses pequenos detalhes que, certamente, a tornam bastante especial.

Dois dos ápices mais bem-vindos dessa temporada são a volta de D’Arcy Carden como a computador-universal Janet e a adição de Maya Rudolph  como a juíza Gen, principal responsável por decidir que vai para o Lugar Ruim e quem vai para o Lugar Bom. Janet retorna com suas irreverências explícitas e autoexplicativas e também traz alguns problemas em seu sistema que a transformam no próprio significado da comédia; Rudolph, por sua vez, encarna a completa oposição de um ser solene – como poderíamos esperar de alguém com um cargo tão importante – e parece tão inofensiva quanto qualquer um dos protagonistas, apesar de trilhar um caminho duvidoso. As coisas ficam ainda mais interessante quando Gen resolve mostrar àqueles que buscam a salvação eterna que mergulhar na constância da errática humana é quase certeiro.

A segunda temporada de The Good Place consegue magicamente ser superior à original. Buscando referências que vão desde Nietzsche até Hall, passando pela filosofia ocidental e mergulhando no pensamento oriental do além-vida, cada um dos temas traz uma importância imprescindível para a compreensão do que ser passado ao público e até mesmo aos próprios personagens – culminando em um season finale nada menos que aplaudível.