Com 21 críticas publicadas até o momento, o terror slasher ‘Cuckoo‘, estrelado pela Hunter Schafer (‘Euphoria’), conquistou com 76% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral destaca a sólida performance de Schafer, destacando que o tom insano da produção pode servir como uma faca de dois gumes: ame ou odeie.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Ao ser assistido nas condições adequadas – tarde da noite, com uma boa mentalidade e cercado por amigos –, ‘Cuckoo’ irá proporcionar uma jornada muito divertida.” (The Wrap)
“Este filme está destinado a se tornar um clássico cult; é gloriosamente insano.” (Time Out)
“É um filme de terror sem sustos, que falha como uma produção do gênero, mas irá render uma discussão interessante após os créditos finais.” (Times UK)
“O conceito absurdo do filme poderia ter sido melhor recebido com um pouco mais de irreverência do parte do roteiro e audacidade em suas imagens.” (Slant Magazine)
“Apesar de alguns momentos bobos, o filme funciona como uma produção de terror – principalmente por causa das implicações doentias em torno de gênero e biologia. É um filme incrivelmente estranho e maliciosamente divertido.” (Mashable)
“Hunter Schafer e Dan Stevens entregam performances 100% sólidas. Enquanto Schafer é responsável por injetar uma necessária noção de realidade à história, Stevens se destaca interpretando um vilão exagerado.” (Awards Daily)
“Como uma final girl, Hunter Schafer é sensacional. Ela dá vida a uma personagem com personalidade forte que nos faz torcer por ela em todos os momentos. Sua personagem pode ficar confusa ou assustada, mas ela nunca está indefesa.” (InSession Film)
O terror está programado para estrear no dia 3 de maio.
“Relutantemente, Gretchen, de 17 anos, deixa sua casa nos Estados Unidos para morar com o pai, que acaba de se mudar para um resort nos Alpes alemães com sua nova família. Chegando em sua futura residência, eles são recebidos pelo Sr. König, chefe de seu pai, que tem um interesse inexplicável pela muda meia-irmã de Gretchen, Alma.
Algo não parece certo neste tranquilo paraíso de férias. Gretchen é atormentada por ruídos estranhos e visões sangrentas até descobrir um segredo chocante que também diz respeito à sua própria família.”
O elenco ainda conta com Dan Stevens (‘O Hóspede’), Jessica Henwick (‘Ameaça Profunda’), Marton Csókás (‘Crimes Obscuros’), Greta Fernández (’30 Monedas’) e Jan Bluthardt (‘Luz’).
Além de escrever o roteiro, Tilman Singer (‘Luz’) também fica responsável pela direção.
O cineasta repete sua parceria com o cinematográfico Paul Faltz, o compositor Simon Waskow e o designer de produção Dario Mendez Acosta, com quem já havia trabalhado no aclamado ‘Luz‘.
Paras as crianças e adolescentes millennials, a Nickelodeon sempre foi uma memória afetiva viva. Cheia de cores, um humor bastante peculiar e personagens únicos que pautavam tardes inteiras no sofá, a popular emissora norte-americana rapidamente se esgueirou para dentro dos lares de famílias entre os anos 90 e 00, se tornando fundamental na construção cultural de toda uma geração. No entanto, para muitos de seus astros, o amado canal é também uma densa sombra que os persegue com algumas das lembranças mais dolorosas.
Muitas delas vieram à tona na nova minissérie documental lançada no streaming MAX, Quiet on Set: The Dark Side of Kids TV. Com quatro episódios, a produção esmiuça o auge da emissora (entre os anos 90 e 2010), dilacerando alguns dos instantes mais sombrios vividos por membros da equipe de produção e principalmente seu elenco infantil.
Nascida em 1977, a emissora voltada para a programação infanto-juvenil viu sua história ser transformada com a chegada de Dan Schneider. Atarracado e habilidoso com as palavras, o jovem produtor se tornou o Menino de Ouro da emissora, redefinindo o significado de conteúdo infantil em 1994, com a estreia de sua primeira produção pelo canal, All That.
O programa de sketches inspirado no aclamado Saturday Night Live, voltado para o público infantil, foi o marco zero de algumas das figuras mais icônicas da audiência. Amanda Bynes, Kenan Thompson e Kel Mitchell tiveram sua estreia nas telinhas nessa série, que futuramente se desabrochou em outras duas sitcoms derivadas de enorme sucesso: Kenan & Kele The Amanda Show. E foi nessa última que o mundo foi apresentado a Drake Bell e Josh Peck, que futuramente viriam a estrelar sua própria derivada, a amada Drake & Josh. Todas criadas e produzidas por Schneider.
Mas por trás de muito sucesso, abusos dos mais diversos foram relatados por aqueles que viveram boa parte de seu tempo nos bastidores da Nickelodeon. E com revelações tão escandalosas e difíceis, vieram também as reações mais diversas da audiência. E não seria por menos. De comportamentos estranhos, pedófilos condenados trabalhando nos bastidores e um escandoloso caso de abuso sexual envolvendo uma estrela mirim, é natural que todos fiquem em choque.
E o CinePOP separou as revelações mais escandalosas que Quiet on Setnos trouxe em seus quatro episódios. Com assuntos profundamente delicados apresentados, é fundamental ressaltar que o texto lida com temáticas sensíveis e pode não ser adequado para todos os públicos.
Drake Bell revela ter sido abusado sexualmente por um Treinador de Diálogos
De acordo com o documentário, Brian Peck era uma figurinha carimbada na Nickelodeon e frequentemente fazia participações especiais nas principais séries infantis. Mas o que pouco chamava a atenção era o seu estranho relacionamento com Drake Bell. Na época menor de idade e despontando na Nickelodeon com a série The Amanda Show, o jovem foi gradativamente aliciado pelo Treinador de Diálogos, que garantiu que seus pais fossem afastados para que ele tivesse acesso mais fácil ao garoto.
Ao longo do 3º episódio de Quiet on Set, Joe Bell, pai de Drake, revelou ter percebido um comportamento suspeito por parte de Peck e cuidou para que ele jamais ficasse só com seu filho. No entano, Brian teria manipulado Robin Dodson, mãe do ator, forçando Joe a abrir mão de continuar empresariando e acompanhando o garoto em seu trabalho. Ainda assim, antes de ser afastado de Drake, o patriarca exigiu que sua ex-esposa monitorasse o filho e jamais o deixasse perto demais do funcionário da Nickelodeon. Infelizmente ela não seguiu sua recomendação.
Com Peck se aproximando cada vez mais de Drake, rapidamente ambos começaram a passar mais tempo juntos, a ponto do ator ficar noites inteiras na casa desse colega, julgando que seriam grande amigos. No entanto, foi ali que os abusos começaram. E embora o astro não tenha especificado toda a violência que sofreu, os autos do processo são apresentados no documentário, evidenciando que Bell teria sido vítima de sodomização, penetração com objetos distintos e uma série de outras práticas sexuais.
Em sua entrevista, Drake afirma “apenas pense nas piores coisas que alguém poderia sofrer. Foi isso”.
Brian Peck é condenado por pedofilia, mas volta a trabalhar em série infantil da Disney
Em 2003, antes mesmo do início das gravações da 1ª temporada de Drake & Josh, o ator admite para sua mãe ter sido abusado sexualmente, dando início a uma caçada por Peck. Drake é orientado pela polícia a conseguir uma confissão de seu agressor por telefone, acarretando em sua prisão em flagrante e eventual condenação após o julgamento.
Sua sentença foi apenas de 16 meses, resultando também em sua auto declaração como “sex offender”. Tal informação se torna um registro permanente vinculado ao nome do agressor, como forma de alerta para o restante da população. Ainda assim, isso não o impediu de retornar a trabalhar em Hollywood. Pouco tempo depois do cumprimento de sua pena, Brian passa a trabalhar na série infantil Zack & Cody: Gêmeos em Ação, estrelada por Dylan e Cole Sprouse.
Em seu julgamento por abuso sexual de menor, Brian Peck recebeu 41 cartas de apoio de personalidades hollywoodianas, que estavam seladas e foram abertas pela primeira vez em 20 anos. Tais documentos são geralmente enviados para que a Corte avalie e pondere sobre a possibilidade de uma redução de pena.
Muitas das cartas solicitavam que o juiz colocasse Peck em liberdade condicional, ao invés de fazê-lo cumprir pena na prisão. Entre os apoiadores estavam atores como Ron Melendez, Alan Thicke, James Marsden, Rider Strong, Will Friedle e Taran Killam, ex-co-estrela de Bell em The Amanda Show.
Na carta de Marsden, o ator afirma “garanto-lhe que o que Brian passou no ano passado foi o sofrimento de uma centena de homens”.
Histórico de pedófilos nos bastidores da Nickelodeon
Embora o caso de Brian Peck seja o mais chocante e detalhado no documentário Quiet on Set, outros dois funcionários da Nickelodeon foram condenados por pedofilia. Na primeira metade da minissérie, somos apresentados a Jason Hardy, assistente de produção de All Thate The Amanda Show no início dos anos 2000. Amigável e carinhoso com todos, pais e filhos o consideravam uma presença confiável, agradável e prestativa nos bastidores das gravações e não suspeitaram de nada quando ele pediu o número de telefone e a autorização para trocar e-mails com os menores.
O caso mais severo envolvendo Jason foi o abuso de uma atriz mirim convidada para a série Primo Skeeter. Ela teria sido abusada em sua própria casa, em 2000. Na ocasião, o abusador lhe convenceu a não contar nada para sua mãe, sob a promessa de que conseguiria novos papéis em outras séries para ela.
Handy foi preso em abril de 2003 depois que a polícia recebeu uma denúncia. Durante a operação na sua residência, foram encontradas mais de 10 mil fotos de crianças, mais de 1.700 imagens de meninas em poses eróticas e sete vídeos em um CD, que traziam menores envolvidos em conduta sexual explícita. Em seu diário pessoal, também encontrado pelos policiais, Jason escreveu frases como: “Eu sou um pedófilo, totalmente desenvolvido”, “Eu realmente tenho cedido ao meu desejo por meninas nas últimas semanas” e “Eu até me esforço diariamente para encontrar uma vítima de estupro, se for necessário”.
Ezel Channel foi um outro funcionário da Nickelodeon que trabalhava no lote da empresa em Burbank. Ele foi condenado por abusar sexualmente de um menino menor de idade na parte externa do estúdio. Channel já possuía uma condenação anterior e era um criminoso sexual registrado, mas ainda assim teve permissão para trabalhar na Nickelodeon. O documentário não entra em detalhes sobre esse caso em questão, mas observou que a emissora teria empregado três abusadores de crianças durante a mesma época, colocando em risco a vida de diversas crianças.
Chefe explosivo e temperamental
Segundo as alegações, embora Dan Schneider se esforçasse para passar uma imagem pública de um chefe agradável e brincalhão, seu comportamento constantemente exarcebado e exagerado na verdade era absorvido como problemático. Além dos supostos rompantes de violência verbal, em que chamava seus protagonistas de “idiotas”, suas “brincadeiras” eram consideradas invasivas, deixavam o elenco desconfortável e pressionado a fingir estar se divertindo com seu jeito.
Ao longo do documentário, duas de suas roteiristas, Christy Stratton and Jenny Kilgen, afirmaram terem sido forçadas a dividir seu salário, enquanto os colegas homens recebiam o valor cheio. Ambas também compartilharam circunstâncias constrangedoras, como Schneider insistindo para que uma delas reproduzisse uma cena escrita de maneira sexual diante dos demais profissionais.
Além disso, Dan tinha o hábito de solicitar massagens frequentes para os seus funcionários e era conhecido por tratar alguns de seus atores com favoritismo, enquanto outros eram depreciados e relegados. Seu comportamento moralmente reprovável eventualmente lhe custou sua demissão em 2018. Antes disso, ele chegou a ser proibido de interagir diretamente com o elenco de suas séries.
Piadas com teor sexual, cenas com pés e momentos constrangedores
Quiet on Set conta com uma coletânea de entrevistas feitas com ex-astros mirins das séries mais amadas da Nickelodeon. Os atores de All That e The Amanda Show, Leon Frierson, Katrina Johnson, Raquel Lee Bolleau, Giovonnie Samuels, Kyle Sullivan e Bryan Christopher Hearne revelaram quadros costrangedores e estranhos que tiveram que protagonizar. Em um deles, o jovem elenco era forçado a passar por situações pesadas como entrar em uma banheira repleta de minhocas, comer um inseto ou ser coberto por pasta de amendoim e ser lambido por um cachorro.
Já a atriz Alexa Nikolas, deZoey 101, fala sobre a hipersexualização de sua personagem, a necessidade de usar roupas bem curtas e protagonizar momentos com conotação sexual.
Além disso, a minissérie aborda a suposta obsessão de Dan Schneider com pés. Não é de hoje que circulam vídeos nas principais redes sociais que reúnem compilados de cenas bizarras de séries da Nickelodeon que envolvam pés e movimentos sexuais. Esses materiais são novamente trazidos à tona sob uma ótica ainda mais analítica, onde o senso de humor depreciativo e um tanto vulgar do criador é questionado.
Consequências caóticas na vida adulta
Todos os ex-atores mirins entrevistados revelaram eventualmente ter sofrido algum problema de origem mental e emocional, após seu tempo de trabalho na Nickelodeon. De problemas com autoestima a abusos de substâncias químicas, cada um dos participantes revelou ter vivido parte de sua vida adulta com alguns traumas nascidos deste período da infância/adolescência.
Frierson revelou que “ser uma estrela mirim me machucou mental e fisicamente. Acredito que o alcoolismo com o qual enfrentei é uma conexão direta com os sentimentos que tive depois de deixar a indústria e de não conseguir manter o sucesso que tive”.
Bolleau admitiu que ter sido “dispensada do The Amanda Show realmente quebrou muito a minha confiança. Essa foi uma lição muito jovem que aprendi na minha carreira, que todos são substituíveis. E isso me levou por um caminho muito sombrio. Eu tive que realmente me recompor e continuar em movimento em uma indústria que me mostrou desde muito cedo que não tinha nenhum amor por mim”.
A primeira grande estrela da Nickelodeon, Amand Bynes foi descoberta pela emissora aos 10 anos de idade, fazendo um curto stand-up em um pequeno pub. Seu senso de humor afiado e sua habilidade de improviso sendo tão jovem chamaram a atenção de Dan Schneider, que rapidamente a colocou debaixo de sua tutela e a ajudou a se tornar o grande destaque de All That.
Seu sucesso escalonou ainda mais com a estreia de sua própria série de sketches cômicos, The Amanda Show. Mais experiente e à vontade com o formato, ela eventualmente se tornaria uma contribuinte direta para a produção dos quadros, passando horas no gabinete de Schneider onde ambos discutiam ideias e possibilidades de melhorar o programa.
Ao longo da primeira metade de Quiet on Set, somos relembrados a respeito do rápido amadurecimento da atriz, que contou com a ajuda de Dan para se emancipar de seus pais. A jovem atriz também chegou a morar temporariamente na casa do criador, mas pouco se sabe a respeito desse período da vida dela. Ainda assim, a produção faz questão de resgatar o famigerado vídeo em que a pré-adolescente grava um sketch dentro de uma jacuzzi, trajando roupa de banho, ao lado do produtor – que está completamente vestido.
E embora a espiral de declínio da atriz seja uma das histórias de ex-astros mirins mais dolorosas e tempestuosas, pouco se sabe do que ela teria vivido durante seus anos sob a tutela da Nickelodeon. Amanda ainda não se sente pronta para abordar o assunto e não participou do documentário. Sua jornada continua sendo alvo de muitas perguntas, poquíssimas respostas e uma enorme curiosidade.
Vale lembrar que circulam na internet rumores de que Amanda teria ficado grávida ainda na adolescência, de um famoso produtor. No entanto, a especulação não é abordada na minissérie.
De acordo com o Deadline, o aguardado ‘Godzilla e Kong: O Novo Império‘, próximo capítulo do Monsterverse, deve arrecadar em torno de US$ 135 milhões em sua estreia global.
Nos EUA, projeções indicam que o longa deve abrir com US$ 50 milhões. Internacionalmente, a expectativa é que a produção arrecade em torno de US$ 80-85 milhões, através de 63 mercados.
Com o lançamento do novo filme, o Monsterverse da Legendary Pictures irá ultrapassar a marca dos US$ 2 bilhões em arrecadação global. Atualmente, a saga já soma US$ 1.94 bilhão mundialmente.
O site ainda afirma que o orçamento do novo longa ficou na casa dos US$ 135 milhões – valor considerável menor do que o gasto no capítulo anterior –, e que a Legendary fundou 75% do valor, enquanto a Warner Bros cobriu os outros 25%.
Infelizmente, a produção não parece ter agradado tanto os críticos – assim como dos filmes anteriores. Porém, as cenas de ação e luta entre os monstros parece valer o ingresso.
Confira as reações:
“Godzilla x Kong: O Novo Império é o filme MonsterVerse mais divertido até agora, aquele em que parece que todos entenderam a tarefa. A história é um pouco tênue, mas a destruição do titã mais do que compensa.”
Godzilla x Kong: The New Empire is the most enjoyable MonsterVerse movie yet, the one where it feels everybody understood the assignment. Story is a bit thin, but the titan smashing more than makes up for it. #GodzillaXKongpic.twitter.com/gk8gDeYXhT
#GodzillaXKong foi mais divertido do que eu esperava. Fiquei feliz em ver Kong receber mais respeito. Foi bom ver mais monstros e humanos menos irritantes. As batalhas foram legais, mas bregas, e a ciência ficou um pouco nerd. Parecia que Christopher Nolan e WWE fizeram um filme de monstros.
#GodzillaXKong was more fun than I expected. I was happy to see Kong get more respect. It was nice to see more monsters and less annoying humans. The battles were cool but corny, and the science got a little too nerdy. Felt like Christopher Nolan & WWE made a monster movie. pic.twitter.com/FQqE6FnyAK
— Emmanuel (E-Man) Noisette (@EmansReviews) March 26, 2024
#GodzillaXKong é um espetáculo importante que deslumbra com seus vibrantes visuais em tecnicolor. As batalhas épicas entre os titãs são de cair o queixo e são acompanhadas por uma história com um coração gigantesco. Além disso, há Dan Stevens flexionando uma camisa havaiana por 2 horas.”
#GodzillaXKong is a momentous spectacle that dazzles with its vibrant technicolor visuals. The epic battles btwn the titans are jaw-dropping and are accompanied by a story with a gargantuan heart. Plus, there’s Dan Stevens flexing in a Hawaiian shirt for 2 hours. pic.twitter.com/PsBMAdsQjH
— Shannon | #FreePalestine (@shannon_mcgrew) March 26, 2024
“#GodzillaXKong: O Novo Império é um passeio divertido com Godzilla e Kong de volta. É outra razão para ver esses dois Titãs esmagando e atacando monstros e destruindo cidades. Skar King era promissor, mas não ficou tão ameaçador. A história humana é totalmente esquecível.”
#GodzillaXKong The New Empire is a fun ride with Godzilla and Kong back at it again. It’s another reason to see these two Titans smash and bash monsters and destroy cities. Skar King had promise but wasn’t threatening overall. The human story was forgettable. pic.twitter.com/NWa1Zf5T6d
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de março.
‘Godzilla e Kong: O Novo Império‘ vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas.
O elenco conta com Rebecca Hall, Brian Tyree Henry, Dan Stevens, Kaylee Hottle, Alex Ferns e Fala Chen.
O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.
O ator Colin Farrell, que interpreta o Pinguim no universo cinematográfico DC, recentemente deu algumas pistas sobre o que os fãs podem esperar da série derivada de ‘Batman’.
Em entrevista ao MovieZine, Farrell descreveu a série como “sombria”, “pesada” e “incrivelmente violenta”. Ele também disse que a série explorará a ascensão de Oswald Cobblepot ao poder, após a morte de Carmine Falcone (‘John Turturro’) no final de ‘Batman’.
“É sombria, é o que posso lhe dizer sobre ela. É realmente sombria. É muito pesada, eu acho. O que não quer dizer que eu não tenha me divertido, eu me diverti muito fazendo isso. É incrivelmente violenta”, disse o ator.
“É a ascensão de um homem ao que ele sempre sonhou em ter, que é um certo poder ou status social”, disse Farrell.
“A morte de Carmine Falcone no final de Batman deixa um vácuo em Gotham que precisa ser preenchido e, portanto, há várias pessoas que estão tentando obter esse poder, e essa é a jornada de Oswald tentando chegar ao topo por meio de obstáculos extraordinários”.
O trailer da série, lançado recentemente, oferece algumas imagens que corroboram as palavras de Farrell. O trailer mostra o Pinguim em um ambiente sombrio e violento, cercado por personagens perigosos.
A série ‘Pinguim’ ainda não tem data de estreia definida, mas está prevista para chegar ao HBO Max em 2024.
Em uma recente declaração, a chefe de Conteúdo Original da plataforma de streaming, Sarah Aubrey, disse estar animada em trazer uma nova versão do vilão clássico.
“Estamos empolgados em trazer ao público uma nova versão deste icônico personagem da DC que eles nunca viram antes”, ela afirmou. “É incrível trabalhar com Matt, Dylan e Lauren para continuar essa história e ver Colin levar sua já excepcional atuação em ‘The Batman’ para o próximo nível.”
Sobre a nova série Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.
“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”
“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.
Atualmente, o spin-off de ‘Batman‘, que contará com o retorno do astro Colin Farrell no papel titular, está programado para estrear no segundo semestre de 2024.
Segundo informações da plataforma de streaming, a série já foi classificada como “TV-MA” no serviço de streaming. Essa classificação é equivalente ao “Rated R” no cinema, o que indica que o conteúdo é destinado a um público adulto e pode conter material impróprio para menores.
As informações cedidas pela plataforma também confirmam que a série terá 8 episódios em sua primeira temporada.
A produção, que havia sido cancelada pelo Disney+ após a conclusão de suas filmagens, foi resgatada pelo novo serviço de streaming e estreará no dia 19 de abril.
O elenco da série conta com Christian Slater como o vilão ogro Mulgarath/Dr. Dorian Brauer, além de Hunter Dillon, Jack Dylan Grazer, Alyvia Alyn Lind, Lyon Daniels, Noah Cottrell, Joy Bryant e Mychala Lee.
Os romances escritos por Tony DiTerlizzi e Holly Black, que se estendem em cinco volumes, giram em torno da família Grace – formada pelos gêmeos Jared e Simon, pela irmã Mallory e pela matriarca Helen -, que se mudam para um casarão pertencido a um distante tio e descobrem um mundo de fadas, goblins e inúmeros perigos que os cerca.
Disponível na Netflix, ‘Os Suspeitos‘ foi lançado originalmente em 2013, sendo um dos destaques do início da carreira de Denis Villeneuve (‘Duna’) como diretor de grandes projetos.
Com um elenco estelar, liderado por Hugh Jackman, Jake GylenhaalePaul Dano, o longa gira em torno de Keller Dover (Jackman), um simples pai de família que aproveita uma vida pacata ao lado da esposa, Grace (Maria Bello), e de seus filhos, Ralph (Dylan Minnette) e Anna (Erin Gerasimovich) em Boston, Estados Unidos.
No entanto, a vida do casal é balada pelo desaparecimento de Anna e sua amiga Joy (Kyla Drew Simmons), filha de Franklin (Terrence Howard) e Nancy Birch (Viola Davis), amigos de Keller e Grace.
Em desespero, as famílias buscam ajuda da polícia, que envia o detetive Loki (Gyllenhaal) para acompanhar o caso. Determinado, o policial encontra um suspeito chamado Alex (Dano), que acaba sendo liberado por falta de ligações ao sumiço das crianças, lém do fato de ser constatado que Alex possui o QI de uma criança, descartando seu envolvimento.
No entanto, Keller continua suspeitando de Alex e decide fazer justiça por conta própria, sequestrando-o para arrancar uma possível confissão, mostrando ao público como o desespero de um pai pode levá-lo aos limites da moralidade.
Nas redes sociais, os assinantes da plataforma estão recomendando o longa devido ao impacto da trama, que consegue deixar o espectador em fôlego, ao ponto de sentirem o desespero e a agonia do personagem de Jackman.
Confira as reações:
Qual foi o último filme que você assistiu e se sentiu “esgotado” por ele? Um filme que me consumiu ao longo da sessão foi “Os Suspeitos”. Eu esperava um suspense tradicional. Encontrei um thriller pesado sobre o desespero e violência gerados pela ausência. Tem na Netflix. pic.twitter.com/oRut9EIE7R
Contando com oito episódios, a atração foi adaptada por Quinn Shephard.
A trama é ambientada em 1997 e acompanha a história real de Reena Virk (Vritika Gupta), de quatorze anos, que foi se juntar a amigos em uma festa e nunca mais voltou para casa, e uma policial local (Lily Gladstone). A série nos leva ao mundo oculto das jovens acusadas do assassinato – revelando verdades surpreendentes sobre o improvável assassino.
A história gira em torno de uma família negra da classe trabalhadora que luta, com muito bom humor, para pagar as contas e se sustentar – ainda que ela não faça ideia de como conseguir isso.
Além de protagonizarem, Sykes e Epps são os produtores executivos da série, ao lado de Regina Y. Hicks (‘Insecure’). Hicks e Sykes também compartilham o cargo de showrunners.
Enquanto Hollywood segue desenvolvendo um reboot de ‘Anaconda‘, a China já lançou sua própria versão do filme clássico de 1997.
No novo filme, um grupo de artistas de circo, a caminho do que eles pensam ser um novo local para apresentações, fica preso em uma exuberante floresta tropical depois que o barco em que estavam foi destruído por uma anaconda.
Eles acabam cruzando com um caçador furtivo que está caçando o animal, que logo percebe que agora tem isca suficiente para pegá-la. Mas, sendo artistas de circo, eles têm alguns truques de sobrevivência na manga…
Confira o trailer:
Xiang Qui Liang e Xiang He Sheng são responsáveis pela direção.
O elenco conta com Terence Yin, Nita Xia, Paul Che, Jiu Kong, Ken Lok, Wang Xing Chen, Wang Gang, Wang Zi Run, Xu Shao Hang e Wu Hao.
Infelizmente, o remake chinês não possui previsão de lançamento no Brasil.
Vale lembrar que o reboot americano de ‘Anaconda‘ deve apresentar uma trama cheia de metalinguagem. Durante o podcast The Hot Mic, o insider Jeff Sneider revelou possíveis novas informações sobre a trama: “Nenhum ator foi contratado para o reboot. Nada é oficial e tudo pode acabar mudando, mas o reboot de ‘Anaconda’ será um filme meta. Pelo o que eu entendi, a trama seguirá um grupo de atores interpretando versões de si mesmos enquanto tentam gravar um filme da franquia ‘Anaconda’. E tudo acaba dando errado. Tom Gormican está escrevendo o roteiro, e eu acredito que ele ainda não foi finalizado.”
Anteriormente, havia sido reportado que o reboot de ‘Anaconda‘ estava sendo planejado como uma “reimaginação” do longa original, com um grande orçamento no mesmo estilo de ‘MegaTubarão‘.
A franquia original rendeu quatro filmes (mas apenas os dois primeiros foram lançados nos cinemas) e um crossover com ‘Pânico no Lago‘. Ao todo, os dois primeiros filmes arrecadaram US$ 207.7 milhões mundialmente.
Tanya, uma jovem de 17 anos, planeja viajar para a Europa com suas amigas antes de começar a faculdade. No entanto, sua mãe decide ir para um retiro na Tailândia, forçando-a a ficar em casa com seus irmãos. Quando sua babá inesperadamente morre, Tanya consegue um emprego e tem a oportunidade de trabalhar ao lado de uma mulher ambiciosa chamada Rose. Enquanto tenta equilibrar trabalho, família e um complicado romance, Tanya irá ter um gostinho do que é ser uma pessoa adulta às custas do seu último verão de liberdade.
Surpreendentemente, a nova versão recebeu uma alta classificação etária pelo MPAA por “uso de drogas, linguagem e referências sexuais”. Vale lembrar que o filme original é uma produção familiar, com a típica classificação PG-13 (recomendado para maiores de 13 anos).
O longa está programado para estrear no dia 12 de abril.
Estrelado por Christina Applegate, o longa original uma adolescente de 17 anos assume o papel de chefe da casa e passa a tomar conta dos irmãos mais novos quando sua babá morre inesperadamente durante o sono.
O investidor Nelson Peltz, de 81 anos, criticou a Disney em relação aos filmes ‘Pantera Negra’ e ‘As Marvels’, questionando a necessidade de ter um elenco majoritariamente negro ou feminino.
“Eu não estou pronto para dizer isso, mas eu questiono o histórico dele. […] As pessoas vão ao cinema ou assistem a uma série para se divertir, não para receber uma mensagem. Por que eu tenho que ver um filme da Marvel só com mulheres? Não que eu tenha algo contra mulheres, mas por que eu tenho que fazer isso? Por que não podemos ter ‘As Marvels’ com ambos [homens e mulheres]? Por que eu preciso de um elenco totalmente negro [para ‘Pantera Negra’]?”
Em resposta às declarações de Peltz, um representante da Disney disse: “Esse é exatamente o motivo pelo qual Nelson Peltz não deveria estar perto de uma empresa motivada pela criatividade”.
É importante destacar que Peltz e sua companhia, a Trian Partners, iniciaram uma campanha bilionária para conquistar um lugar no conselho administrativo da Disney no ano passado. Embora tenham desistido do plano desde então, voltaram com força total em 2024.
Vale ressaltar que no ano passado, Bob Iger, CEO da Disney, declarou que as produções do estúdio devem focar na narrativa em vez de defender agendas particulares. “Os criadores perderam de vista qual deveria ser seu objetivo número um. Precisamos entreter primeiro. Não se trata de mensagens”, disse Iger. Sobre esse ponto, Peltz comentou: “As pessoas vão assistir a um filme ou a um programa para se divertir. Elas não vão para receber uma mensagem”.
‘Godzilla e Kong: O Novo Império‘ estreia em 28 de março nos cinemas nacionais e os críticos já assistiram a produção.
O filme foi bastante elogiado, apesar da trama dos humanos não ter agradado tanto – assim como dos filmes anteriores.
Porém, as cenas de ação e luta entre os monstros parece valer o ingresso.
Confira as reações:
“Godzilla x Kong: O Novo Império é o filme MonsterVerse mais divertido até agora, aquele em que parece que todos entenderam a tarefa. A história é um pouco tênue, mas a destruição do titã mais do que compensa.”
Godzilla x Kong: The New Empire is the most enjoyable MonsterVerse movie yet, the one where it feels everybody understood the assignment. Story is a bit thin, but the titan smashing more than makes up for it. #GodzillaXKongpic.twitter.com/gk8gDeYXhT
#GodzillaXKong foi mais divertido do que eu esperava. Fiquei feliz em ver Kong receber mais respeito. Foi bom ver mais monstros e humanos menos irritantes. As batalhas foram legais, mas bregas, e a ciência ficou um pouco nerd. Parecia que Christopher Nolan e WWE fizeram um filme de monstros.
#GodzillaXKong was more fun than I expected. I was happy to see Kong get more respect. It was nice to see more monsters and less annoying humans. The battles were cool but corny, and the science got a little too nerdy. Felt like Christopher Nolan & WWE made a monster movie. pic.twitter.com/FQqE6FnyAK
— Emmanuel (E-Man) Noisette (@EmansReviews) March 26, 2024
#GodzillaXKong é um espetáculo importante que deslumbra com seus vibrantes visuais em tecnicolor. As batalhas épicas entre os titãs são de cair o queixo e são acompanhadas por uma história com um coração gigantesco. Além disso, há Dan Stevens flexionando uma camisa havaiana por 2 horas.”
#GodzillaXKong is a momentous spectacle that dazzles with its vibrant technicolor visuals. The epic battles btwn the titans are jaw-dropping and are accompanied by a story with a gargantuan heart. Plus, there’s Dan Stevens flexing in a Hawaiian shirt for 2 hours. pic.twitter.com/PsBMAdsQjH
— Shannon | #FreePalestine (@shannon_mcgrew) March 26, 2024
“#GodzillaXKong: O Novo Império é um passeio divertido com Godzilla e Kong de volta. É outra razão para ver esses dois Titãs esmagando e atacando monstros e destruindo cidades. Skar King era promissor, mas não ficou tão ameaçador. A história humana é totalmente esquecível.”
#GodzillaXKong The New Empire is a fun ride with Godzilla and Kong back at it again. It’s another reason to see these two Titans smash and bash monsters and destroy cities. Skar King had promise but wasn’t threatening overall. The human story was forgettable. pic.twitter.com/NWa1Zf5T6d
O filme vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas.
O elenco conta com Rebecca Hall, Brian Tyree Henry, Dan Stevens, Kaylee Hottle, Alex Ferns e Fala Chen.
O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.
A trama segue Moira Cole (Smith), que tenta reconstruir sua vida após perder toda a sua família pelas mãos de seu primo obsessivo e lunático.
O elenco ainda conta com Taryn Manning, Drew Moerlein, James Gaudioso, Montanna Gillis, Kresh Novakovic, Adam Shippey, Anthony Gaudioso, Bruce Dern eTyrese Gibson.
A HALO Films, produtora do filme ‘The Kid From Harvest Road’ (O Garoto da Rua da Colheita – tradução livre) sobre Bon Scott, vocalista do AC/DC, divulgou recentemente que o filme não será uma biografia tradicional do cantor.
Após a grande recepção ao anúncio do filme, a HALO esclareceu que os fãs não devem esperar um relato fiel da vida de Scott. A intenção é usar a licença poética para capturar a essência da vida do músico.
“Os produtores por trás de ‘The Kid From Harvest Road’ estão incrivelmente humildes e gratos pela esmagadora atenção da mídia que o recente anúncio do desenvolvimento do filme atraiu. O entusiasmo e o apoio do público e dos meios de comunicação reafirmam a crença no poder da narrativa”.
“No entanto, eles estão empenhados em expressar que ‘The Kid From Harvest Road’ é um projeto que visa capturar a essência da juventude de Bon Scott em Fremantle, em uma narrativa ficcional ambientada na década de 1960. Ao se inspirar nas histórias e atmosfera da época, em vez de tentar uma biografia, o filme pode oferecer uma exploração mais imaginativa do caráter e experiências de Scott.”
“Focar em seus anos formativos em Fremantle permite uma investigação mais profunda sobre as influências e eventos que o moldaram como pessoa e, ultimamente, como o icônico vocalista do AC/DC. Também oferece uma oportunidade para explorar o cenário cultural da época, incluindo a cena musical em ascensão e a dinâmica social da era.”
O talentoso jovem ator australiano Lee Tiger Halley, conhecido por seu papel em ‘Crazy Fun Park’, foi escolhido para interpretar Scott. O roteiro está sendo cuidadosamente elaborado por Stephen Belowsky em colaboração com o co-roteirista/diretor David Vincent Smith, enquanto Tim Duffy assume o papel de produtor, com Ian Hale e Nicko Mezzino como produtores executivos.
Bon Scott liderou o AC/DC de 1974 até seu falecimento em 1980. Ele emprestou sua voz aos seis primeiros álbuns da banda.
O filme deve entrar em produção no início de 2025.
A elegância e delicadeza do chá da tarde, sempre acompanhado por deliciosos biscoitos amanteigados servidos em bandejas de prata ornamentadas e visivelmente reluzentes formam um contraste com a sujeira de uma terra pouco produtiva, mas que guarda um segredo subterrâneo. Enquanto a vida segue em sua mais perfeita normalidade aristocrata aonde a luz do sol bate, o que há embaixo da terra é muito mais assustador e significativamente menos aristocrático. Um pequeno império de cultivo e tráfico de maconha opera sob luzes fluorescentes, sustentando quietamente o estilo de vida suntuoso dessa família Real, que passeia por seus amplos cômodos com trajes de alfaiataria, feitos sob medida.
Guy Ritchie uma vez mais resgata todo o vigor de seu popular filme Magnatas do Crime para o formato seriado, tornando a aventura uma vez liderada por Matthew McConaughey em uma nova jornada a longo prazo. Dessa vez, Theo James é o caçula honesto da família Horniman, que decide dedicar seus dias como oficial do exército. Mas a morte de seu pai o leva de volta para casa, onde inesperadamente ele será nomeado como o duque, o grande responsável pela herança deixada pelo patriarca. A responsibilidade, que por si só já traria suas agruras, é encorpada com a descoberta de um império de tráfico de drogas operando subterraneamente nos terrenos de seu pequeno palácio. E obstinado a encerrar a parceria, ele sujará suas mãos para garantir que o seu sobrenome permaneça limpo. Mas obviamente isso não será nada fácil.
Optando por não se levar tão a sério, a fim de tornar sua produção uma espécie de sessão de descarrego de pura adrenalina, Ritchie faz de sua versão televisiva de Magnatas do Crimeum experimento cultural divertido, onde ação, comédia e personagens carismáticos formam uma combinação explosiva e leve para a audiência. Puramente entretenimento – como toda boa série deveria ser -, o cineasta não está interessado em se submeter à cartilhas ideólogicas, não está nada disposto a dar lição de moral a ninguém e se preocupa unicamente em produzir um conteúdo que resulte em boas risadas e um ótimo alívio para um dia estressante.
Com Theo James sendo a combinação ideal para o papel protagonista, transitando entre a postura aristocrática de um duque e a seriedade de um homem com perfil de negócios, Magnatas do Crime se esforça para entregar protagonistas envolventes o suficiente. Brinca com os estereótipos, não se furta do direito de entregar um alívio cômico, mas sabe expandir seus coadjuvantes de maneira que todos engrossem o caldo principal da trama – que gira em torno desse belo homem inglês. Trazendo uma Kaya Scodelario lindamente apresentada em trajes finos e terninhos alinhados e elegantes, a produção sabe trabalhar com os elementos a que se propõe e não se preocupa em inovar em cima de algo previamente lançado nos cinemas, sabendo que sua história é boa o bastante para ser adaptada a um novo formato.
Assumindo a direção do primeiro episódio, bem como a criação e a produção executiva do projeto, Ritchie coloca seu estilo em ação, trabalha bem os ângulos de maneira que eles conduzam o humor das cenas em questão e deixa suas digitais ao longo de todos os episódios. Pouco original em seu roteiro, mas nem por isso menos divertida, a série é marcada por momentos sangretos, uma trilha sonora clássica que contrasta com o negrume e a podridão de seus protagonistas e resulta em oito episódios que fluem naturalmente.
Com um elenco excelente que ainda conta com Giancarlo Esposito, Daniel Ings e Vinnie Jones, a original Netflix pode até ser previsível em suas reviravoltas, mas acerta poderosamente com seus atores, que encaram papéis autênticos, envolventes e interessantes. E com uma estética que emana a elegância britânica, desde seus figurinos belíssimos ao design de produção que remete à arquitetura clássica da Família Real, Magnatas do Crime é um ótimo acerto da gigante do streaming. Nos mantendo instigados e curiosos até o último capítulo, a produção pode não ser o ápice da originalidade de Guy Ritchie, pode até provar que o cineasta continua navegando em águas seguras, mas ainda assim é um entretenimento que vale uma segunda temporada.
Após anos no limbo, a franquia vai ganhar novas adaptações para a Netflix, comandadas pela roteirista e diretora Greta Gerwig (‘Barbie’).
E, durante uma entrevista para o Bleeding Cool, William Moseley, intérprete de Pedro Pevensie nos filmes originais, foi questionado sobre o que acha da ideia.
Em resposta, ele pareceu bastante confiante e entusiasmado com os novos filmes, justificando que Gerwig é muito talentosa.
“Em termos da minha opinião sobre a direção de Greta Gerwig, acho ela incrível. ‘Barbie’ foi um filme incrível e ‘Adoráveis Mulheres‘ foi brilhante.”
Ele continuou:
“Tudo que ela toca vira um sucesso, então acho que a Netflix tem sorte de tê-la contratado, e tenho certeza que ela aceitará o desafio. Espero que ela goste porque é um mundo incrível para se trabalhar, e mal posso esperar para ver o que ela está criando.”
Anteriormente, a cineasta conversou com a BBC Radio 4 e prometeu que dará um cuidado extra às obras.
“Como uma cidadã não britânica, tenho uma sensação particular de querer fazer isso corretamente… É meio como os americanos adaptando as peças de Shakespeare, há um leve sentimento de reverência como se talvez devêssemos tratá-las [as adaptações] com um cuidado extra. Não é um material da nossa pátria [EUA] e devemos ainda mais respeito.”
Na mesma entrevista, Gerwig revelou que está se sentindo um pouco intimidada pelo projeto.
“Estou um pouco aterrorizada porque realmente tenho muita reverência por Nárnia. Eu amava tanto Nárnia quando criança. Já adulta, vejo C.S. Lewis como um pensador e escritor renomado. Então estou intimidada.”
Por enquanto, o projeto ainda não possui data de estreia e elenco. Novas informações devem sair muito em breve.
No total, os livros da franquia já venderam mais de 100 milhões de cópias e foram traduzidos em mais de 47 idiomas em todo o mundo.
Relembre o trailer de ‘As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa‘:
O aclamado Cillian Murphy, vencedor do Oscar de Melhor Ator pelo sucesso de bilheteria da Universal Pictures, ‘Oppenheimer’, já está se preparando para estrelar seu próximo projeto.
O ator assinou para estrelar a adaptação do livro “Blood Runs Coal: The Yablonski Murders and the Battle for the United Mine Workers of America“, de Mark A. Bradley.
O livro de Mark A. Bradley narra o assassinato ocorrido em 1969 do organizador sindical Joseph “Jock” Yablonski, que foi brutalmente morto em casa junto com sua esposa e filha. Esses assassinatos ocorreram durante a campanha de Yablonski contra um líder sindical corrupto, desencadeando uma investigação extensa que expôs práticas obscuras dentro da indústria do carvão.
Segundo o Deadline, Jez Butterworth (‘Ford vs Ferrari’) será o responsável pelo roteiro, em colaboração com John-Henry Butterworth (‘Homem-Aranha no Aranhaverso’). A dupla já trabalhou junta em ‘No Limite do Amanhã’.
Cillian Murphy assumirá o papel de Chip Yablonski, personagem central dessa trama intensa e cativante.
Reconhecido por sua atuação marcante em produções como ‘Batman Begins’, ‘A Origem’, ‘Peaky Blinders’ e o já mencionado ‘Oppenheimer’, Cillian Murphy traz consigo um histórico de sucesso e versatilidade no mundo do entretenimento.
Timothée Chalamet, o astro de 28 anos de filmes como ‘Wonka’ e ‘Duna: Parte 2′, assinou um grande contrato de exclusividade com a Warner Bros.
Segundo o The Hollywood Reporter, o acordo prevê a colaboração de Chalamet com a Warner em diversos projetos nos próximos anos. Ele não apenas atuará, mas também produzirá filmes para o estúdio.
Os co-presidentes e CEOs do grupo de filmes da Warner Bros., Michael De Luca e Pamela Abdy, elogiaram o talento e a dedicação de Chalamet em um comunicado.
“Nestes últimos anos, admiramos não apenas o comprometimento de Timothée com sua arte, que é evidente na diversidade e profundidade de seus diversos papéis, mas também sua dedicação inabalável em dedicar 100% de seu tempo e atenção a cada projeto que ele realizou aqui na Warner Bros. e em outros lugares”.
Eles destacaram o sucesso de seus filmes recentes, como ‘Wonka’ e ‘Duna’, e disseram que estão “emocionados” por ter Chalamet como parte da Warner Bros.
“A colaboração dele nas campanhas de ‘Duna’ e ‘Wonka’ foi algo que todos nós apreciamos imensamente, e os resultados falam por si mesmos. Continuamos construindo o futuro do negócio de filmes nos cinemas na Warner Bros. Discovery e estamos emocionados que Timothée tenha escolhido nosso estúdio para ser seu lar criativo”.
Chalamet já gerou mais de US$ 1,2 bilhão em bilheteria mundial para a Warner Bros. ‘Wonka’, no qual ele interpreta o personagem titular, arrecadou US$ 629,7 milhões. ‘Duna: Parte Dois’, ainda em exibição nos cinemas, já faturou US$ 575,5 milhões.
O ator foi indicado ao Oscar em 2017 por seu papel em ‘Me Chame Pelo Seu Nome’. Ele também estrelou filmes como ‘Adoráveis Mulheres’ e ‘A Crônica Francesa’.
‘Wonka’ está disponível na plataforma de streaming Max, enquanto ‘Duna: Parte 2’ continua em cartaz nos cinemas nacionais.
Baseada no romance homônimo de Araminta Hall, a narrativa é centrada em um chocante crime que destrói os laços entre um trio de mulheres que são amigas há décadas. À medida que a investigação continua a entender essas conexões, a verdade vem à tona e pode ser insuportável.
Confira a sinopse original:
Quando Nancy Hennessy é assassinada, ela deixa para trás dois melhores amigos, um marido e uma filha adorados e um amante secreto cuja identidade ela levou para o túmulo. Nancy era linda, rica e querida por aqueles que a conheciam – vista de fora, sua vida era perfeita. Mas à medida que a investigação sobre sua morte fracassa e suas amigas Eleanor e Mary lutam com sua dor, surgem detalhes sombrios que revelam o quão pouco elas conheciam sua amiga, umas às outras e talvez até a si mesmas.
Annie Weisman, conhecida por seu trabalho em ‘Physical’, fica responsável pela adaptação.
Hall, Moss, Washington e Weisman entram como produtoras executivas.
Em meio aos rumores sobre a possível escalação de Aaron Taylor-Johnson (‘Vingadores: Era de Ultron’) como o novo agente James Bond de ‘007’, o renomado astro George Lazenby, que interpretou o agente em ‘007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade’ de 1969, expressou seu apoio à escolha do jovem ator.
Durante uma entrevista ao TMZ, George Lazenby deu seu aval a Taylor-Johnson, afirmando que o talentoso ator de 33 anos tem habilidade para enfrentar as acrobacias e conquistar todas as mulheres que apreciam um homem de smoking.
Lembrando que, até o momento, Taylor-Johnson não foi oficialmente confirmado para o papel.
Os rumores começaram após a saída de Daniel Craig da franquia ‘007’, deixando o papel vago, e se tornaram mais fortes após o jornal britânico The Sun (via People) afirmar que Taylor-Johnson foi convidado para o papel.
Vale lembrar que ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘ é o filme mais recente da franquia, marcando a despedida de Craig como o icônico espião.
Apesar de ter sido lançado em um momento complicado durante a pandemia de COVID, o longa conseguiu arrecadar US$ 774.1 milhões mundialmente, além de ter sido aclamado pelos críticos com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.