Site Página 1979

Exclusivo – Assista ao trailer de ‘Licença para Enlouquecer’, divertida comédia com Danielle Winits, Mônica Carvalho e Michele Muniz

A Pipa Pictures divulgou o primeiro trailer de ‘Licença para Enlouquecer‘, comédia nacional estrelada por Danielle Winits (‘Tudo Bem no Natal que Vem’), junto com Mônica Carvalho e Michele Muniz, dupla da série ‘Saraliaeleia‘.

Na trama escrita por Mônica, Michelle e Marcelo Corrêa, a vida das amigas Sara, Lia e Leia vira um caos de proporções planetárias quando elas têm que dividir um apartamento minúsculo em São Paulo e quase enlouquecem. Quem nunca?

Mas as três dão um basta. Se tornam cúmplices para atender a uma proposta indecente e irrecusável: cruzar o país para “animar” uma festa secreta na paradisíaca praia de Maragogi, em Alagoas.

Uma aventura absurdamente inesperada, com reviravoltas, paixões, a força da amizade e uma surpresa que vai transformar os seus destinos.

Dirigido por Hsu Chien (‘Quem Vai Ficar com Mário?’), ‘Licença para Enlouquecer’ chega aos cinemas em abril.

Confira o trailer:

O elenco também conta com Nelson Freitas, Luiza Tomé, André Mattos
Henri Castelli, Jeniffer Seti, Thaíssa Carvalho, Brendha Haddad e Bruno Moreira.

‘Tartarugas Ninja: Caos Mutante’ já está disponível na Paramount+!

As Tartarugas Ninja: Caos Mutante, uma das animações mais elogiadas do ano passado, já está disponível no catálogo da Paramount+.

A produção chegou hoje, 25 de fevereiro, à plataforma de streaming.

Na trama, acompanhamos quatro irmãos tartaruga com poderes mutantes – juntos, entre uma fatia de pizza e outra, eles enfrentam vilões poderosos em Nova York.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

À época do lançamento do filme, tivemos a oportunidade de conversar com o diretor de dublagem Wendel Bezerra e a incrível Any Gabrielly (que dá voz à personagem April O’Neil).

A dupla falou sobre o processo da construção da dublagem para o filme – e deram algumas dicas musicais ótimas.

Confira:

Além de alcançar 97% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, ‘As Tartarugas Ninja: Caos Mutante‘ também recebeu uma nota A dos espectadores no CinemaScore.

Seth Rogen, Evan Goldberg e James Weaver estão diretamente ligados a este novo filme da Tartarugas através da Point Gray Pictures. O produtor Jeff Rowe (‘Gravity Falls‘) é quem dirige a nova aventura. Brendan O’Brian (‘Vizinhos 2‘) é quem escreve o roteiro da animação fílmica. Obviamente, esse novo filme das Tartarugas Ninja terá como foco a comédia, muito por conta de todo cast.

‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’: Série histórica estreia ESTA SEMANA no Star+!

Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, aguardada série histórica baseada no clássico da literatura homônimo assinado por James Clavell, chega esta semana ao catálogo do Star+.

A obra será lançada na plataforma de streaming nesta próxima terça-feira, 27 de fevereiro.

Vale lembrar que a produção abriu com nada menos que 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseada em 25 reviews até o momento. No Metacritic, a produção abriu com 84/100 pontos, indicando “aclamação universal”.

Confira os principais comentários:

“As sequências de ação e batalha são absolutamente impressionantes, repletas de violência brutal e reviravoltas de tirar o fôlego” – Primetimer.

“Com um elenco bem atuado de personagens coloridos, cenários inesquecíveis e um enredo político emocionante, ‘Xógum’ é um dos primeiros candidatos a melhor nova série de 2024″ – That Shelf.

‘Xógum’ é um drama adulto rico, texturizado e até sensível que sabe como encontrar o equilíbrio tênue entre espetáculo e espetacular” – Inverse.

‘Xógum’ deveria ser algo prioritário, pois nos deslumbra com intriga política, cultura e uma intensidade que reúne tudo muito bem” – Screen Rant.

“A série é mais do que outro drama histórico elegantemente encenado, usando três perspectivas distintas para transformá-la em uma reflexão sobre a vida e a morte” – Slant Magazine.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.

Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.

Shōgun se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimyo astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que devem provar seu valor e lealdade .

Hiroyuki SanadaCosmo JarvisAnna Sawai estrelam.

Crítica | Dahomey – Documentário ganhador do Urso de Ouro é PRECISO e IMPACTANTE [Berlim 2024]

Filme visto no Festival de Berlim 2024

Em pouco mais de uma hora — 67 minutos, para sermos exatos —, a cineasta franco-senegalesa Mati Diop consegue deixar sua impressão digital na pertinente discussão sobre o apagamento cultural promovida pelos europeus nos territórios africanos. Preciso e impactante, Dahomey recebeu o Urso de Ouro no Festival de Berlim 2024 e tem chances de chegar ao Oscar 2025

A partir da notícia de novembro de 2021 da devolução de relíquias africanas promovida pelo governo de Emmanuel Macron, a cineasta acompanha a restauração de 26 artefatos do reino de Daomé (Dahomey) do Museu do Quai Branly, em Paris, ao seu país de origem, a atual República do Benin. Os objetos foram saqueados por tropas coloniais francesas durante o final do século XIX. 

Embora o documentário acompanhe apenas esses 26 artefatos, milhares de outros objetos simbólicos para a história dos territórios do continente foram roubados no mesmo período. Apesar da França ser um dos principais países da Europa na colonização exploratória na África, a Bélgica, a Alemanha e o Reino Unido também têm a sua cota de restituição a ser realizada. 

Mati Diop, no entanto, não prolonga a discussão pelo viés dos colonizadores, e concentra-se na perspectiva do povo saqueado. Seu grande trunfo é dar voz para aqueles calados e dizimados durantes anos. Em sua dinâmica construção narrativa, a cineasta deixa a imaginação avançar e concede voz até para a estátua de Daomé. 

A indignação de sua narração é sentida como uma vibração dos povos, os quais a sua figura representa. Chamado de número 26, o personagem Daomé revolta-se em tom enfurecido pela supressão do seu legítimo nome “Dahomey” substituído por dois algarismos. Encaixotado e despachado de navio, as suas reflexões são feitas em tela completamente preta e a voz abafada.

Com esta singela liberdade cinematográfica, Mati Diop consegue balançar os imaginários e abrir os horizontes do público em relação ao seu convite à discussão. Na segunda parte do documentário, a cineasta abre espaço igualmente para a discussão dos jovens no país de chegada. Qual será a posição adotada pelos habitantes atuais da região sobre o regresso desses antepassados? 

Caso o nome Daomé soe familiar, este é o reinado da ambientação do filme A Mulher Rei (2022), protagonizado e produzido por Viola Davis. O longa dos estúdios Sony Pictures, no entanto, se passa em 1823; muito antes da invasão francesa, entre 1892 e 1894, momento no qual grande parte dos objetos em discussão foram saqueados. 

Como mostrado no filme blockbuster, poucas pessoas sabem que o Daomé foi o primeiro reino africano a desenvolver um regimento militar exclusivamente feminino: as Agodjie. Este é um exemplo emblemático do apagamento histórico da região, o qual Mati Diop tenta resgatar com o seu desempenho de observadora e portadora dessas vozes. 

Em debate entre os jovens estudantes da Universidade de Abomey-Calavi, o documentário captura discursos de distanciamento histórico sobre suas próprias origens. Alguns estudantes jamais ouviram falar de Daomé, outros escutaram o nome, porém nunca desenvolveram a narrativa desse antigo reinado. Impelidos a consumir apenas a cultura estrangeira na televisão, um dos estudantes confessa conhecer melhor os desenhos animados norte-americanos do que a história do próprio país.

Esta é apenas a ponta do iceberg da herança do colonialismo e das leis ainda presentes em benefício dos países exploradores. Algumas nações africanas pagam até o momento impostos aos europeus e as grades curriculares são pautadas pela visão colonialista. Quando falamos de estudos descoloniais, falamos sobre enxergar o ponto de vista da história do mundo a partir do nosso próprio território e não sob exegese do estrangeiro. 

Com uma linguagem acessível e um belo exercício de imaginação, Dahomey é um documentário assertivo para falar com as novas gerações e, portanto, os responsáveis por levar adiante um outro olhar sobre a história. Sem pesquisadores ou professores europeus para explicar a cultura do outro, a narrativa nos revela que a reparação histórica não passará do discurso ao ato sem acesso à informação, isto é, sem os jovens conhecerem a materialidade histórica de sua origem.

Avatar: O Último Mestre do Ar | O Cometa de Sozin: o final explicado da 1ª temporada

Avatar: The Last Airbender. Daniel Dae Kim as Ozai in season 1 of Avatar: The Last Airbender. Cr. Robert Falconer/Netflix © 2023

A aguardada adaptação em live-action de Avatar: O Último Mestre do Ar finalmente chegou ao catálogo da Netflix e, apesar de ter dividido a crítica mundial, conquistou tanto os fãs de longa data da animação original quanto o público recém-apresentado a esse incrível e icônico universo fantástico.

Na trama, Aang é o último dobrador de ar após os outros nômades serem exterminados pela Nação do Fogo, que promove uma guerra há décadas em busca de dominar o restante do mundo. Além de concluir sua jornada como Avatar, dominando todos os elementos, Aang tem a tarefa de lidar com esse enorme desafio, uma vez que seu dever como Avatar é trazer harmonia ao mundo.

A temporada de estreia seguiu os passos da obra original, que foi exibida pela Nickelodeon entre os anos de 2005 e 2008, e, após o último episódio, antecipou um dos maiores eventos desse cosmos: o Cometa de Sozin.

Primeiramente, é preciso relembrar os eventos do season finale: após chegarem à Tribo da Água do Norte, Aang (Gordon Cormier), Katara (Kiawentiio) e Sokka (Ian Ousley) se unem aos guerreiros e aos dobradores de água para o iminente ataque da Nação do Fogo, cuja esquadra é liderada pelo psicótico e ambicioso Almirante Zhao (Ken Leung). Durante a batalha, Zhao assassina o espírito da Lua, desmantelando a ordem elemental do mundo e, por breves momentos, dando a vitória à sua nação – até que Aang se entrega ao espírito do Oceano para dar origem a uma criatura movida pela vingança e que destrói todos os navios de guerra de seus inimigos. Como uma tentativa de recuperar o equilíbrio entre o mundo humano e o espiritual, a Princesa Yue (Amber Midthunder) se sacrifica para que o espírito da Lua volte à vida e para que Aang seja salvo, colocando um fim em uma das maiores batalhas da temporada.

Entretanto, a investida da Nação do Fogo contra a Tribo da Água do Norte foi apenas uma cortina de fumaça arquitetada pelo calculista Senhor do Fogo Ozai (Daniel Dae Kim), o principal antagonista da trama. À medida que Aang protegia a fortificada fortaleza ao lado dos amigos, Ozai orquestrou uma ofensiva contra Omashu, um dos pontos mais protegidos do Reino da Terra, subjugando o Rei Bumi (Utkarsh Ambudkar) e estando a um passo de sitiar Ba Sing Se para ampliar o domínio sobre o mundo. E tudo com a ajuda de sua filha mais nova, Azula (Elizabeth Yu), que deseja destituir o irmão, Zuko (Dallas Liu) como herdeiro do trono.

Mas todas essas artimanhas convergem para um certo evento que pode garantir a ascensão suprema da Nação do Fogo. Como apontado por um dos sábios que aconselham Ozai em seus próximos passos, em breve o mundo será palco da chegada do Cometa de Sozin, um objeto celestial que tem a habilidade de aumentar as habilidades dos dobradores de fogo e que passa pelo planeta uma vez a cada cem anos.

Conforme de aproxima da Terra, os dobradores do fogo conseguem canalizar o poder diretamente do sol. Na animação original, Ozai descreve a passagem do Cometa como um evento que dá aos dobradores “o poder de mil sóis”. Dessa forma, o objeto prevê a batalha final entre Ozai e seus asseclas contra Aang e seus amigos. Vale lembrar que, na produção dos anos 2000, o término da narrativa é expandido em um especial de quatro episódios, eventualmente culminando na derrota da Nação do Fogo, da ascensão de Zuko ao trono (agora transformado em herói e prometendo manter a paz no mundo) e da configuração de Aang como o Avatar.

Lembrando que a temporada completa está disponível na Netflix!

John Cena quase ficou de FORA do live-action de ‘Barbie’

Em entrevista ao The Howard Stern Show, John Cena (‘O Esquadrão Suicida’) revelou quase ter ficado de fora do live-action de ‘Barbie‘.

O ator teve que lutar para interpretar o Ken Tritão do projeto, uma vez que seus agentes eram contra sua participação no filme – com medo de que a produção manchasse futuras oportunidades em sua carreira.

“Eu li roteiro [do live-action da ‘Barbie’] e tentei o meu máximo participar do projeto. Margot [Robbie] falou: ‘Vamos transformá-lo em um tritão. Você terá que trabalhar apenas metade de um dia’. E eu respondi: ‘Sim, claro’. No entanto, acredito que a visão da minha agência era de que o projeto estava abaixo de mim.”

Ele completa, “Eu disse para meus agentes que eu iria participar. Tudo o que eles puderam fazer era me oferecer conselhos. Eles não tomam a decisão final. E o conselho deles era: ‘A visão progressiva desse projeto pode tirar você de outras oportunidades’. E eu entendo isso, mas eu sempre operei sob a filosofia de que um bom trabalho sempre pode te trazer outra chance.”

Vale lembrar que, além de ter se tornado a maior bilheteria global de 2023 – com US$ 1.4 bilhão arrecadado mundialmente –, o live-action conquistou oito indicações ao OSCAR 2024, incluindo Melhor FilmeMelhor Atriz Coadjuvante para American FerreraMelhor Ator Coadjuvante para Gosling.

 

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Diretor quebra o silêncio após a PRISÃO do produtor de ‘Your Name’ e ‘Suzume’

Através do seu Twitter, o diretor Makoto Shinkai (‘Your Name’) quebrou o silêncio sobre a chocante prisão de Kouichirou Itou, parceiro de longa data em seus aclamados projetos.

O produtor, de 52 anos, foi preso por solicitar imagens íntimas de uma menor de idade. Após ser abordado pela polícia, ele admitiu as acusações.

“Eu vi as notícias sobre a prisão de alguém relacionado ao meu trabalho, e eu estou profundamente chocado. Primeiramente, minhas sinceras desculpas vão para as vítimas. Além disso, peço desculpas a todos que amam e apoiam o meu trabalho por causá-los ansiedade. Apesar de acreditar que o valor dos filmes não será afetado por este incidente, eu entendo que é natural que as pessoas estejam descrentes. Tudo isso é incrivelmente frustrante e triste,” declarou o cineasta.

Itou foi preso no Japão por solicitar nudes de uma jovem de 15 anos em 2021. De acordo com a polícia, o produtor sabia que a jovem era menor de idade durante a abordagem, e as autoridades descobriram a interação enquanto investigavam um caso diferente de prostituição.

Apesar de ter admitido essas acusações, a polícia atualmente está investigando se outras vítimas também foram abordadas pelo produtor.

Vale lembrar que o seu trabalho mais recente com o diretor Makoto Shinkai foi na produção de ‘Suzume‘, aclamado anime que conquistou 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Os Filmes que Completam 10 Anos e Você Esqueceu que Tinham Sido Lançados!

Mesmo na era das redes sociais e dos streamings, com diversos veículos especializados em cinema, como o CinePOP falando sobre filmes 24 horas por dia, sete dias na semana, é impossível para os fãs conseguirem acompanhar tudo. Isso porque a oferta é simplesmente grande demais. Antes, a missão era difícil apenas com os filmes lançados no cinema. Hoje, a vida dos aficionados se torna ainda mais insana (no bom sentido), com as produções que estreiam diretamente nos streamings, e isso sem falar das séries de TV.

Ou seja, tudo isso para dizer que muitos filmes terminam passando abaixo de nossos radares. Um fato curioso que vira e mexe ocorre, no entanto, é nos esquecermos completamente que certos filmes foram lançados. Seja pelos mais variados motivos, alguns longas simplesmente desaparecem de nossas mentes, como se nunca tivessem existido.

Um dos motivos é que tais filmes podem não causar uma conexão conosco, mesmo que o tenhamos assistido. Outro sintoma é o consciente coletivo esquecer dele, ou seja, não serem mencionados nas redes sociais e assim com o tempo serem apagados de nossas mentes. Há ainda, é claro, o fato de não termos assistido a tais filmes, mesmo que tenhamos ouvido falar deles em sua época de lançamento.

Aqui, nessa nova matéria iremos olhar mais uma vez para estes filmes que até causaram certo alvoroço em sua época de estreia, mas que foram se apagando com o passar dos anos. Detalhe, todos eles completam apenas 10 anos em 2024! Confira abaixo.

Sin City – A Dama Fatal

Sin City – A Cidade do Pecado’ (2005), de Robert Rodriguez, adaptou para as telonas os quadrinhos policiais de Frank Miller. Muito estiloso e sangrento, ‘Sin City’ não foi exatamente um sucesso retumbante, mas se tornou cult logo de cara. O diretor tinha planos para uma sequência, mas ela demorou quase uma década para ser lançada, e quando saiu, rapidamente foi esquecida, sem que muitos sequer saibam de sua existência. Você lembrava?

Êxodo – Deuses e Reis

Uma coisa podemos dizer sobre o diretor Ridley Scott: seus filmes são alguns dos mais ambiciosos de Hollywood. O criador de ‘Alien’ e ‘Blade Runner’ tem seu lugar garantido no panteão dos maiores realizadores de todos os tempos no cinema, mas nos últimos anos tem errado mais do que tem acertado. A prova disso são os recentes ‘Napoleão’ e ‘Casa Gucci’. Estamos na torcida por ‘Gladiador II’.

Voltando 10 anos no tempo, deixe para Scott tirar do papel a reimaginação do clássico dos clássicos ‘Os Dez Mandamentos’ (1956), e transformar um filme religioso em uma superprodução épica de aventura medieval. Nem mesmo a presença de Christian Bale protagonizando foi o suficiente para chamar atenção para o filme.

Need for Speed – O Filme

Antes de ‘Gran Turismo’, você lembrava que outro famoso game de carros havia sido adaptado para o cinema? Falamos de ‘Need for Speed’, jogo de corrida lançado ainda em 1994 e que se tornou um dos mais populares do segmento. Esse tipo de adaptação no cinema se tornou praticamente um subgênero próprio, e possui uma longa lista de exemplares. ‘Need for Speed’, no entanto, ao contrário de sua contraparte nos jogos eletrônicos, se tornou um dos mais esquecíveis do lote, mesmo com produção da Disney e atores como Aaron Paul, Dakota Johnson, Rami Malek e Michael Keaton no elenco.

Caçadores de Obras-Primas

George Clooney é um dos grandes astros de Hollywood, já protagonizou superproduções bem lucrativas e inclusive tem dois Oscar decorando sua casa, um como ator coadjuvante por ‘Syriana’ e outro como produtor de ‘Argo’, além de outras 6 indicações, nas capacidades de roteirista, ator e diretor. Sim, Clooney é um diretor de cinema também, isso todos sabem.

Mas você conseguiria dizer algum filme comandado por ele? Por mais que você lembre de algum, definitivamente não seria esse ‘Caçadores de Obras-Primas’, lançado há 10 anos, no qual Clooney brincou de Quentin Tarantino tentando criar seu próprio ‘Bastardos Inglórios’. Dá para ver quem é o “primo rico” e o “primo pobre”.

Drácula – A História Nunca Contada

Drácula é um dos personagens mais adaptados na história do cinema, remetendo à era do cinema mudo com ‘Nosferatu’. Mas quantas adaptações você conhece que resolveram transformar esta figura, mais associada ao gênero do terror, em um super-herói de filme de ação?

A verdade é que a Universal vem tentando sem sucesso criar uma franquia para seu universo de monstros desde ‘Van Helsing’ em 2004, chegando até o fracassado Dark Universe, que teve ‘A Múmia’, de Tom Cruise, como primeiro e último exemplar. No meio do caminho, há 10 anos, o estúdio investia em Luke Evans no papel do trágico príncipe transformado em anti-herói. ‘Drácula – A História Nunca Contata’ tem vindo à tona ultimamente por ser dos mesmos roteiristas do malfadado ‘Madame Teia’.

Um Milhão de Maneiras de Pegar na Pistola

Você lembra daquele faroeste icônico estrelado pela loiríssima Charlize Theron? Não? Tudo bem, quase ninguém lembra. E o “icônico”, é claro, é pura ironia. Aliás, o estranhamento aqui já começa no título em português, que é uma tentativa de ser engraçadinho logo de cara para avisar ao espectador que se trata de uma comédia escrachada.

Afinal “Um Milhão de Maneiras de Morrer no Oeste” (seu título original) teria muita gente saindo do cinema sem entender nada, achando que iria assistir a um faroeste tradicional. Aqui temos o mesmo criador de ‘Uma Família da Pesada’, Seth MacFarlane, no roteiro, direção e protagonizando. O cineasta havia acertado em cheio com ‘Ted’ (2012), e assim estava com a bola toda, podendo trazer para seu elenco uma atriz do porte de Theron, além de Liam Neeson como vilão.

300 – A Ascensão do Império

Pensando em filmes, quando falamos em ‘300’, qual a primeira coisa que a maioria dos fãs irá lembrar? Sim, acertou quem disse no filme dirigido por Zack Snyder de 2007, estrelado por Gerard Butler sobre os 300 de Esparta, baseado na Graphic Novel de Frank Miller, que se comporta muito como uma HQ em movimento transformada em longa-metragem.

Mas agora, quem lembra que esse filme teve continuação? Alguém? Cri-cri-cri… pois bem, não foi um surto coletivo há 10 anos. Sim, ‘300’ teve uma continuação estrelada por Eva Green. No lado positivo, nosso Rodrigo Santoro retornou como Xerxes. E nunca pensamos que fôssemos sentir falta de Zack Snyder na direção de um filme…

Robocop

Como dito, um filme pode fugir da memória coletiva pelos mais variados motivos. É claro que a qualidade deles é um fator que precisa ser levado em conta, pois existem os longas que desejamos simplesmente esquecer. Mas não é o caso com todos, como essa reimaginação de ‘Robocop’ pelo nosso José Padilha, de ‘Tropa de Elite’, que é sim muito boa.

O ‘Robocop’ original, no entanto, é inigualável. É um dos filmes mais icônicos e influentes não apenas dos anos 80, como da história do cinema – sendo assim ficaria difícil para qualquer obra inovar com o mesmo material. Padilha fez o que pôde e se saiu muito bem. Mas ao falar em refilmagem, grande parte do público já torce o nariz. Quem assistiu aprovou. O problema foi todo o resto, que somou a grande maioria do público e o deixou passar em branco.

Annie

Você provavelmente deve estar sentindo falta de ver a atriz Cameron Diaz em algum filme, certo? A atriz não participa de nada há uma década exatamente. E a despedida da loira aconteceu justamente nessa reimaginação de um musical clássico. A pequena órfã Annie nasceu nas tirinhas de jornal ainda em 1924. Depois disso inspirou um programa de rádio em 1930, e filmes em 1932 e 1938. Mas sua popularidade viria a aumentar consideravelmente após um musical da Broadway em 1977.

Esse musical seria adaptado ao cinema pela Columbia Pictures no estilo de superprodução em 1982. E mais uma vez há 10 anos, com a mudança de etnia de Annie e do milionário Will Stacks. Nesse filme, Diaz foi a vilanesca senhorita Hannigan. Aposto que você não lembrava. A saudade de Cameron Diaz irá terminar esse ano, quando ela lançará ‘Back in Action’, filme da Netflix ao lado de Jamie Foxx.

Transcendence – A Revolução

Finalizando a matéria dos filmes lançados há 10 anos que você esqueceu completamente, temos um protagonizado por Johnny Depp. Você lembra dele? Pois é, o ator não teve a melhor sorte nos últimos anos graças ao casamento problemático com a atriz Amber Heard, que resultou em uma briga nos tribunais em um julgamento altamente televisionado – o que terminou por queimar ambos em Hollywood.

Antes disso, Depp era considerado um dos grandes astros do cinema e inclusive fez um filme com Christopher Nolan. Você lembra? Tudo bem, não é um filme dirigido por Nolan, e sim produzido. ‘Transcendence’ é uma ficção científica sobre um brilhante cientista (Depp) que transfere sua consciência para uma inteligência artificial, e contava com um elenco de nomes como Cillian Murphy, Morgan Freeman, Paul Bettany e Rebecca Hall.

Lembra dele? | ‘Eurotrip – Passaporte para a Confusão’, clássico da comédia adolescente, completa 20 anos

Poucos filmes marcaram tanto a adolescência dos jovens dos anos 2000 quanto Eurotrip – Passaporte para a Confusão. Trazendo um tema que é muito comum para a idade, essa obra-prima do humor sacana adolescente deu um pontapé no politicamente correto e se eternizou como uma das comédias mais celebradas e divertidas dos últimos tempos. Infelizmente, na época de lançamento, o filme arrecadou pouco mais de 20 milhões de dólares, sendo que teve um orçamento de US$ 25 milhões. Com isso, qualquer possibilidade de uma sequência foi prontamente engavetada.

O filme acompanha Scotty (Scott Mechlowicz), um jovem que acabou de se formar no ensino médio e está se preparando para a faculdade. Porém, na formatura, sua namorada, Fiona (Kristin Kreuk) revela que decidiu terminar seu longo namoro com ele após traí-lo incontáveis vezes porque, segundo a menina, ele era previsível demais. Para piorar as coisas, ele dá um fora em sua amiga virtual da Alemanha, Mieke (Jessica Boehrs), porque passou esse tempo todo conversando com ela achando ser um homem – ele tratava a menina como Mike. Destinado a provar a si mesmo que é um rapaz completamente imprevisível, Scotty aproveita as férias e viaja com os amigos para a Europa, onde desembarca no país errado e dá início a uma jornada completamente inesperada e hilária para procurar a Mieke.

O grande mérito do filme é não levar nada a sério e nem se importar em ofender os países por onde passam. Dessa forma, o roteiro reúne o máximo possível de estereótipos e sacaneia cada um deles da forma mais bisonhamente engraçada possível. Por exemplo, os protagonistas desembarcam em Londres porque, segundo o vasto conhecimento norte-americano, a Europa é do tamanho de um ovo e dá para percorrer tudo andando. Na terra da rainha, eles vão parar em um bar recheado de Hooligans do Manchester United.

Essa sequência é espetacular, porque foi lançada numa época em que falar das torcidas organizadas ainda era um tabu, dado o histórico de violência. Para melhorar a situação, convidaram Vinnie Jones, ex-jogador de Wimbledon, Chelsea e Leeds, para interpretar o chefe da organizada dos Red Devils. Ah sim, caso você o reconheça de algum lugar, ele interpretou o Fanático na trilogia original dos X-Men.

Mas essa é apenas uma das passagens sensacionais do longa, que conta ainda com situações como uma luta com um mímico robô enquanto esperam na interminável fila do Louvre, uma hospedagem de rei na Eslováquia com menos de dois dólares, uma praia de nudismo em que só tem velhos tarados e até mesmo irmãos gêmeos se pegando depois de exagerarem na bebedeira de absinto.

Ainda assim, nenhuma cidade traz tantas piadas politicamente incorretas quanto a capital holandesa de Amsterdã. Começa que para chegar lá, eles enfrentam um italiano exibicionista tarado no trem. Por lá, o grupo se divide em três. Scott e Jenny (Michelle Trachtenberg) vão atrás de um bar que sirva bolinhos de maconha. Jamie (Travis Wester), o nerdzinho tímido, vai procurar uma loja para limpar sua câmera. Enquanto isso, Cooper (Jacob Pitts) vai atrás de uma autêntica experiência sexual louca europeia. Obviamente, nada dá certo e eles carimbam a passagem mais caótica em seu passaporte para a confusão.

Começa que Cooper vai parar em um clube de sadomasoquismo, onde sofre com uma experiência torturante, que envolve vibradores múltiplos, choques-elétricos e um macaquinho de brinquedo. Jenny e Scott ficam ‘na brisa’ depois de comerem vários bolinhos e começam a fazer vergonha no bar. O problema é que os bolinhos não tinham maconha, eles tinham apenas entrado em uma lanchonete com temática jamaicana. Por fim, Jamie se dá bem com a atendente da loja, mas acaba sendo assaltado por um bandido no beco em que estava consumando a relação sexual com a moça. Absolutamente TUDO que acontece em Amsterdã é hilário.

No entanto, o que mais gerou polêmica foi a reta final do longa, em que eles fazem piada com o nazismo – com direito a uma criança fazendo a marcha depois de pintar o bigode de Hitler, e cometem todas as heresias possíveis no Vaticano. É tudo tão espetacularmente absurdo que se torna impossível não soltar nem que seja um risinho culposo, quando não há intenção de gargalhar.

No Vaticano, Cooper é confundido com um deficiente mental, eles queimam o chapéu do Papa, Scotty faz sexo em um confessionário e o próprio Papa aparece brevemente para falar um palavrão. O fervorosos religiosos certamente reclamam bastante dessa sequência final, mas para a galera que embarcou a paródia e a sacanagem desde o início, é surreal a coragem e cara de pau da direção e do elenco nessa sequência. Em 2006, a comunidade católica criticou com muita rigidez O Código Da Vinci por supostas heresias cometidas na trama. Mas é certo que eles só falaram isso porque deixaram passar as zoeiras de Eurotrip.

O filme é um espetáculo da comédia adolescente, porque conta com tudo que esse ‘subgênero’ demanda. Politicamente incorreto? Tem muito. Locações inusitadas? Com certeza. Jovens loucos por sexo? O tempo todo. Nudez? Tem até bastante. É perfeito! Muitos fãs de American Pie louvam os filmes da franquia, mas Eurotrip não deve em nada à saga de Stifler e cia.

Por fim, é IMPOSSÍVEL falar desse filme sem falar do hino atemporal: Scotty Doesn’t Know. A letra chiclete foi composta e interpretada pela banda norte-americana Lustra. Para quem não se lembra, ela é ‘lançada’ na festa de formatura em que Scotty vai após o término com Fiona. Chegando lá, o vocalista da banda é um rapaz forte, careca e cheio de piercings – interpretado pelo Matt Damon. Ele chama a Fiona ao palco e dedica a música a ela, definindo a garota como a mais louca e safada ninfomaníaca que ele já conheceu. Na letra, o vocalista conta todas as vezes que a Fiona traiu o Scotty com ele, das formas mais detalhadas possíveis, incluindo no dia do aniversário do menino, que observa a tudo incrédulo enquanto todos curtem a melodia chiclete. Para tornar tudo ainda mais constrangedor, o “hit” vira sucesso na Europa e fica tocando em absolutamente todos os lugares que eles passam. O pior de tudo é que a música é realmente incrível. A parte boa é que ela está no Spotify, então basta clicar aqui para ouvi-la.

O diretor do filme, Jeff Schaffer, disse que a música foi composta sob a ordem de criar a situação mais humilhante possível em uma formatura. Bom, dá para dizer que eles conseguiram, porque a letra é realmente um esculacho com o pobre do Scott. E a história de como Matt Damon foi parar nesse filme é incrível. O ator estava em Praga para as gravações de A Supremacia Bourne (2004), quando os diretores e roteiristas de Eurotrip o convidaram para fazer uma ponta. Como o filme foi praticamente todo gravado em Praga e o trio criativo era composto pelos melhores amigos do ator na faculdade, Damon tirou um tempinho de sua folga como Jason Bourne para dar uma moral ao filme de seus velhos camaradas.

No fim das contas, Eurotrip – Passaporte para a Confusão pode ter sido um fracasso de bilheteria e sofrido com críticas negativas moralistas, mas o mais importante eles conseguiram, que foi o amor de uma geração inteirinha. E chega a ser curioso como esse filme dosa bem a sacanagem com a inocência, porque os protagonistas claramente são jovens inocentes, com pouquíssima vivência enquanto se lançam ao mundo. Talvez seja por isso que a molecada que cresceu nos anos 2000 se apaixonou tanto pelo filme, porque mesmo sendo recheado de absurdos, todo mundo conhece alguém que poderia ser personagem dessa viagem escrachada e sem limites.

Eurotrip – Passaporte para a Confusão está disponível no Globoplay.

Qual é a ligação entre Bomba Atômica? História é REVELADA em filme da Netflix!

As distâncias entre a paz e a moral. Traçando um profundo recorte do ponto de vista de um dos mais famosos cientistas da nossa história, a produção original da Netflix Einstein e a Bomba, em menos de 80 minutos, caminha por contextos históricos marcantes que levaram o homem a lançar, sem dó nem piedade, uma poderosa bomba que traçaria para sempre o destino da humanidade e colocaria em xeque a moral. A culpa e a responsabilidade são variáveis que contornam todos os contextos por aqui.

Uma mente brilhante, um pacifista, famoso por inúmeras descobertas como a relação entre a matéria e a energia. Baseado em eventos que circularam a trajetória da vida de Albert Einstein, ambientado em um contexto histórico onde a Europa vive os primórdios dos horrores da ascensão do nazismo, acompanhamos o aclamado físico, na maior parte do tempo, exilado na Inglaterra, fugindo do pesadelo que virou sua rotina na Alemanha. Nesse lugar isolado, depois de perder todo seu patrimônio para os seguidores de Hitler, revisitamos memórias sobre sua trajetória e visão do mundo até ali.

Esse ponto central da narrativa é o divisor de águas do personagem principal com sua relação, mesmo que indireta, com a corrida pela bomba nuclear que desencadeou o tão falado e ultrassecreto projeto manhattan (do qual Einstein não participou). No governo de Truman, os Estados Unidos jogariam a primeira bomba nuclear da história na cidade de Hiroshima.

Desbravador de até então enigmas indecifráveis da natureza, Einstein usou estruturas matemáticas como ponto de apoio para se chegar em soluções que ele nunca imaginara, em seu tempo, serem utilizadas como base para algo bem distante da paz que tanto almejava. As descobertas da pequena quantidade de massa convertida em uma quantidade bem grande de energia, além de uma carta enviada ao até então presidente Franklin Roosevelt, viraria o ponto central de vantagens políticas e a sede insaciável pelo poder logo virando conclusões em desabafos no pós bomba levando-o ao confronto com a culpa e a responsabilidade.

A narrativa opta pelo vai e vem temporal, o que gera dinamismo, com um bem detalhado contexto de eventos e fatos históricos marcantes. Os avanços e as novas perguntas que surgem a partir das palavras do grande físico geram caminhos para o espectador responder sobre a importância da ciência mas também sobre os rumos do destino da humanidade e as associações com a moral.

 

Steven Spielberg é um dos MAIORES FÃS de ‘Godzilla Minus One’

Godzilla Minus One’ já se tornou um fenômeno, e o diretor Takashi Yamazaki revelou ter conhecido um dos maiores fãs do filme: Steven Spielberg.

O diretor e sua equipe participaram de um almoço antes da 96ª edição do Oscar e Yamazaki disse que ficou surpreso com Spielberg indo falar com ele.

“Steven Spielberg disse: ‘Oh, você é o diretor de Godzilla. Eu vi seu filme três vezes’”, revelou Yamazaki ao AV Club .

Continuando, o diretor de Godzilla Minus One disse que mal conseguia acreditar nos elogios que estava recebendo.

“Eu não conseguia acreditar, porque Spielberg é como um deus para mim, apenas pelo que ele fez pela indústria cinematográfica. Mas parecia muito real. [Spielberg continuou dizendo:] ‘Eu vi isso uma vez em minha casa, e então tive que vê-lo novamente em IMAX, depois em Dolby Atmos. Você não pode inventar isso.”

Muitos fãs estão ansiosos por uma sequência do rei dos monstros. No entanto, a produtora recentemente destacou que os fãs não devem esperar uma continuação tão cedo, pois não desejam apressar as coisas devido ao sucesso.

De acordo com a GQ Japan, a produtora Minami Ichikawa afirmou: “Não sentimos a necessidade de apressar o próximo filme live-action. Filmes de qualidade dependem de ótimas ideias, um roteiro excelente, um diretor talentoso e o elenco certo para trabalhar cuidadosamente neles”.

Entretanto, Godzilla Minus One’ ainda reserva novidades. Após o sucesso nas bilheterias, com uma arrecadação de US$ 64.2 milhões globalmente, o filme será relançado nos cinemas em versão preto e branco.

A versão especial, intitulada ‘Godzilla Minus Color‘, chegará às telonas em 2024.

Confira o trailer:

O que significa o título do filme?

A trama se desenrola nos dias que se seguiram ao lançamento das bombas atômicas desenvolvidas por J. Robert Oppenheimer, sobre as cidades japonesas, Hiroshima e Nagasaki. Essa tragédia deixou o Japão em ruínas. Cerca de 100.000 civis inocentes foram mortos, representando o único caso na história da humanidade em que armas nucleares foram usadas contra seres humanos. Após o ataque radioativo, o país enfrentou o desafio dos resíduos nucleares no solo e da radiação por toda a atmosfera. Estava em seu ponto mais fraco e vulnerável, precisando reconstruir completamente uma sociedade, praticamente do zero.

O título Godzilla Minus One’ encapsula a incrível constatação de que sempre existe espaço para a situação piorar. Ele simboliza que após a explosão da bomba atômica, a única forma da situação se deteriorar ainda mais é com o surgimento do monstro vindo do mar.

Em resumo, a essência por trás desse título é mostrar que o Japão estava no ponto zero e o surgimento do monstro representa uma queda ainda maior, o ‘menos um’, nessa equação desoladora.

Sucesso nos cinemas, a produção arrecadou impressionantes US$ 53 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de apenas US$ 15 milhões. Além disso, o filme foi extremamente aclamado pelos críticos, conquistando 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Relembre o trailer:

Conheça o Filme de Ação da Netflix que traz Sequência de Socos Para Todos os Lados

Filmes de ação possuem características específicas que os enquadra neste gênero cinematográfico e os distingue dos outros, como o romance ou a comédia. Nos anos 1970, essas produções se voltaram mais para as lutas marciais; a partir dos anos 1980, os Estados Unidos construíram filmes desse gênero que utilizavam mais armas de fogo do que lutas corpóreas, o que perdurou ao longo da década seguinte.

A partir dos anos 2000, os filmes de ação ganharam ares mais velozes, com franquias em que os protagonistas são levados ao extremo de suas limitações (físicas, psicológicas, etc), menos focado na veracidade das histórias e mais interessados em subir o sarrafo do impossível. Nessa pegada, a Netflix recentemente disponibilizou a seus assinantes o longa alemão ‘60 Minutos’, que figurou entre os mais assistidos no Top 10 da plataforma.

Na trama conhecemos Octa (Emilio Sakraya), um lutador de MMA que está prestes a desafiar outro grande lutador e, por isso, tem treinado muito. Para sua infelicidade, a luta caiu no mesmo dia do aniversário de sua querida filha, Leonie (Morik Heydo), que o espera em sua festinha e para quem prometera levar o bolo.

Irritada, ao ver a desolação da filha na espera do pai, sua ex-esposa dá um ultimato a Octa: ele tem uma hora para aparecer na festa de Leonie, ou, do contrário, irá entrar na justiça contra ele pedindo a guarda total da menina. Desesperado, Octa decide abandonar o ringue antes mesmo de entrar na arena, para poder chegar a tempo para a festa de sua filha. Porém, sua decisão impulsiva acaba causando a irritação de homens poderosos, que haviam apostado alto na sua vitória, e, agora, Octa terá que enfrentar diversos capangas ao longo de seu caminho até a festa de aniversário de Leonie.

Como dá para ver, ‘60 Minutos’ é um filme que não tem muita história. Em poucos minutos, o enredo é apresentado e o protagonista é colocado em movimento em direção ao seu objetivo. No meio do caminho, os quase noventa minutos do roteiro de Philip Koch e de Oliver Kienle basicamente se decida a encontrar formas de criar empecilhos diferentes para retardarem o protagonista em alcançar seu objetivo. Para isso, vale de tudo um pouco, seja abusar da viabilidade dos fatos, seja repetir os elementos já descartados só para preencher o espaço.

Nesse sentido, o filme dá uma boa cansada, porque minimiza a intelectualidade do espectador. Assim, para continuar assistindo é preciso abandonar qualquer sentimento de conexão com a história e aceitar que esse ‘60 Minutos’ é um filme feito para exibir cenas de ação em sequência, desfilando as habilidades do elenco.

Ao menos as escolhas do diretor Oliver Kienle com relação às cenas de ação são coerentes e dedicadas, construindo um cenário de pancadaria, tiro-porrada-e-bomba e estripulias no meio do trânsito que podem satisfazer aos espectadores de filmes de ação contemporâneos. Mas, realmente, ’60 Minutos’ se resume a apenas isso, pois de história mesmo dá para resumir em poucos minutos. É um filme para passar o tempo para quem curte esse tipo de produção.

GUERRA! 10 Dicas de Filmes Sobre Conflitos Geopolíticos que marcaram a História

A geopolítica é um amplo campo de estudo que engloba análises dos países pelo mundo. Andando muito próximo das relações internacionais, esse intenso e constante refletir nos mostra importantes informações sobre o antes, o agora e podendo projetar o depois. Pensando nesse recorte, e pra você que se interessa sobre o tema, separamos abaixo 10 filmaços sobre conflitos geopolíticos que marcaram a história:

 

Gorbachev.Céu

Selecionado para a Competição Internacional de Longas do Festival É Tudo Verdade 2021, Gorbachev.Céu mostra opiniões e lembranças do oitavo e último líder da União Soviética, Mikhail Gorbachev, gestor de uma grande reforma em sua parte comandada do mundo e que podemos dizer que deu um nó no planeta, responsável pela Perestroika e Glasnost em meados da década de 80. Vamos sendo testemunhas oculares de sua rotina, agora já mostrando diversas fragilidades que chegam com a idade avançada, além de termos uma grande aula sobre história mundial através desse hábil contador de histórias, uma figura histórica, mundialmente conhecida que ainda se vê como socialista tendo Lênin (Organizador do Partido Comunista Russo) como seu Deus. Dirigido pelo cineasta ucraniano Vitaly Mansky.

 

Churchill

Na trama, ambientada em junho de 1944, cerca de 96 horas antes da invasão da Normandia, onde os aliados tentam retomar parte importante da Europa invadida pelos nazistas, o famoso primeiro-ministro britânico, Winston Churchill (Brian Cox) dono de discursos inflamáveis e contagiantes tenta ser ouvido pelo alto comando dos aliados em meio a decisões importantes da segunda grande guerra. O filme também explora uma boa brecha do relacionamento em dificuldades com sua esposa Clemmie (Miranda Richardson) que passa todo o tempo controlando os ataques de fúria do político e estrategista britânico.

 

A Jovem Rainha

Na trama, conhecemos a determinada Cristina I (Malin Buska), que é coroada rainha da Suécia, para o desgosto de muitas pessoas pelo fato de ser mulher. Cristina era a única filha legítima do rei Gustavo Adolfo da Suécia e da sua esposa, a princesa Maria Leonor de Brandemburgo. Sendo criada com aulas de espadas e leitora assídua de grandes clássicos da humanidade, sucedeu seu pai no trono da Suécia com apenas seis anos de idade, sendo coroada quando chega a maioridade, logo depois do até então rei ser morto na Batalha de Lützen. Cristina pensa diferente de muitos influentes do seu reino, como o Chanceler Axel Oxenstierna (Michael Nyqvist), e tem gigantescos planos para dar um verdadeiro fim na famosa Guerra dos 30 anos e desenvolver a cultura na Suécia, o que acaba deixando a Rainha em evidência e com muitos inimigos em seu próprio lar. A situação piora quando acaba se apaixonando por uma mulher, a Condessa Ebba Sparre (Sarah Gadon).

 

Argo

Na trama, somos guiados para o dia 4 de novembro de 1979 quando a embaixada americana no Irã foi atacada por militantes, fazendo inúmeros reféns. No meio desse caos, seis americanos conseguiram fugir por uma saída secreta e se refugiaram na casa do então embaixador canadense. Após acharem fotos de todos que estavam na embaixada, os militantes descobrem que faltam 6 pessoas e vão à caça dos mesmos. A CIA, sabendo disso, chama o especialista em “exfiltração” Tony Mendez (Ben Affleck) que arruma um plano incrível, inventar a gravação de um filme (uma ficção científica, à la “Duna”, talvez) e fazer os seis se passarem por parte dessa produção e assim retirar todos dessa zona de perigo.

 

Ponte dos Espiões

Na trama, acompanhamos detalhadamente a saga heroica do advogado, especialista em seguros, James Donovan (Tom Hanks), um norte-americano cheio de princípios que recebe a difícil missão de defender nos tribunais um espião russo capturado pelo FBI.  Se isso já não bastasse para tirar o sono do advogado, ele é colocado na linha de frente de uma negociação, em plena Berlim na época de sua histórica divisão, que envolve um soldado norte-americano detido atrás das linhas inimigas, um estudante de economia norte-americano acusado de espionagem, e seu mais difícil cliente, o espião russo que defendeu no tribunal.

 

O Soldado que não Existiu

Na trama, conhecemos o alta patente da inteligência naval britânica Ewen Mantagu (Colin Firth) que fica responsável juntamente com outro oficial, Charles Cholmondeley (Matthew Macfadyen), de colocarem em prática um plano mirabolante, com o aval de Churchill (Simon Russell Beale), que consiste em buscar enganar os nazistas através de uma mensagem falsa levada nas roupas de um cadáver que é achado numa praia da Espanha no epicentro dos conflitos da segunda guerra mundial, fato que enganou a atenção do exército alemão protegendo a invasão aliada na Sicília. A estratégia ficou conhecida como Operação Mincemeat.

 

Sisu: Uma História de Determinação

Na trama, conhecemos Aatami (Jorma Tommila), um ex-comandante do exército finlandês, temido pelo próprio batalhão, que abandonou os tempos de guerra, largado em uma terra ao norte, ainda destruída, no meio do nada, onde vira garimpeiro e começa a achar generosas quantidades de ouro. Só que logo seu caminho se cruza com o de nazistas inescrupulosos sedentos pelo ouro encontrado.

 

Oppenheimer

Na trama, em meio a passagens de tempo, voltamos até o início do século XX, onde um prodígio aluno do curso de química da prestigiada universidade de Harvard, J. Robert Oppenheimer (Cillian Murphy) daria seus primeiros passos rumo a física teórica, viajando pelos principais centros de estudos do tema, conhecendo nomes depois renomados da ciência, até chegar ao comando do ‘Projeto Manhattan’ encarregado de desenvolver armas de destruição em massa, no laboratório de Los Alamos, e onde foi criada as famosos bombas atômicas que atingiram Hiroshima e Nagazaki já no final da segunda guerra mundial. Em paralelo a isso, vamos conhecendo também sua vida pessoal, repleta de amores, traições, problemas nos relacionamentos interpessoais, e seus embates com a política norte-americana, muito por conta dos tempos em que foi considerado comunista, inclusive o filme retrata o tempo em que foi vítima da caça às bruxas durante o Macartismo.

 

O Senhor das Armas

Na trama, conhecemos Yuri Orlov (Nicolas Cage), um descendente de ucranianos que chegou na América com a família se passando por judeus e criado no Brooklyn. Durante um momento de sua vida percebe uma oportunidade em um universo que não conhecia, o de traficar armas e logo se torna um alguém influente nesse meio. Correndo para o encontro com a violência, levando seu irmão Vitaly (Jared Leto) para os negócios e sem um pingo de dó na consciência ao longo de tempo ele começa a ser perseguido pela interpool aqui centralizado na figura do agente Valentine (Ethan Hawke).

 

Narvik

Na trama, conhecemos o soldado do exército norueguês Gunnar (Carl Martin Eggesbø) que está muito feliz por estar retornando para sua cidade natal, Narvik, e reencontrar sua esposa Ingrid (Kristine Hartgen), seu filho e seu pai. Só que os alemães resolvem ocupar a cidade por conta da importância estratégica pelo minério de ferro, deixando as autoridades norueguesas em uma gangorra política pois isso fere o conceito de neutralidade que eles tem no conflito. Assim, Gunnar, segue as ordens do seu major e vão para resistência enquanto Ingrid, que trabalha em um hotel e fala alemão, acaba virando intérprete de um cônsul alemão. Ao longo desse retrato cheio de dilemas, marido e esposa precisarão enfrentar conflitos em busca de algum dia voltarem a viver juntos como família.

 

 

Crítica | ‘House of Ninjas’ – Seriado da Netflix empolga com trama sobre Ninjas nos novos tempos

Nem toda batalha é vencida pela espada. Buscando resgatar a história das tradições e do imaginário japonês através dos chamados shinobis (no popular, ninjas) figuras bastante conhecidas no Japão feudal, entre os séculos XVI a XIX, chegou na Netflix nesse início de 2024 um empolgante seriado onde os conflitos se desenvolvem através dos dilemas entre o certo e o errado, com personagens enfrentando diferentes crises existenciais no período presente.

Na trama, conhecemos os membros da família Tawara, um clã de Shinobis que preferiu viver uma vida normal no Japão nos dias atuais após um deles morrer numa missão secreta seis anos atrás. Mas, quando um outro clã inimigo ressurge com seus novos integrantes ligados a arquitetura de uma conspiração global, os Tawara precisarão voltar a vestir a roupa ninja e ir para o confronto.

Um dos méritos do roteiro é conseguir nos seus oito episódios da primeira temporada prender a atenção do espectador, mesmo sem grandes reviravoltas, pelos conflitos que se seguem através dos ótimos e carismáticos personagens. O trauma, o luto, a dor, as dúvidas sobre o casamento, se misturam com uma casa cheia de regras onde não pode comer carne, não pode se apaixonar. A narrativa é empolgante com cenas de lutas com brilhantismo nas coreografias que se misturam a vazios existenciais ligados à globalização e até mesmo as formas de se comunicar no dinamismo desses novos tempos.

O sentido de justiça por aqui é visto como um conjunto de regras. Respondendo a um órgão específico para assuntos ninjas, essa família descendentes de guerreiros muitas vezes são meras peças dentro de um tabuleiro indecifrável onde a ponte entre o certo e o errado é feita por uma linha tênue. Uma ideologia definia no passado os shinobis como espiões ou em alguns casos guerreiros por recompensas, algo diferente dos samurais por exemplo que tinham a honra em primeiro lugar, mesmo que aqui nesse projeto a noção da dicotomia (bem e mal) seja colocada na mesa de forma trivial.

Criado pelo cineasta Dave Boyle, e tendo como lema ‘a família em primeiro lugar’ House of Ninjas reflete sobre o imaginário de outrora mas buscando um olhar familiar sobre os conflitos dos novos tempos já que antes de mais nada esses guerreiros são seres humanos de carne e osso.

 

Prêmio CinePOP 2024 | ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ é votado como Animação Favorita

A aclamada sequência ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ foi um dos principais nomes relembrados nesta temporada de premiações – e também se tornou um dos títulos favoritos dos leitores do CinePOP.

O público votou o longa-metragem como Animação Favorita no Prêmio CinePOP 2024, com mais da metade dos votos (mais especificamente, 56% dos votos). A produção ganhou em cima de títulos como ‘Elementos’‘O Menino e a Garça’.

HOMEM-ARANHA: ATRAVÉS DO ARANHAVERSO tem Miles Morales de volta para o próximo capítulo da saga vencedora do Oscar®. Depois de se reunir com Gwen Stacy, o amigão da vizinhança e protetor em tempo integral do Brooklyn é catapultado através do Multiverso, onde ele encontra um time de Pessoas-Aranha que precisam proteger a própria existência. Quando os heróis não conseguem se unir para lidar com uma nova ameaça, Miles se vê dividido e precisa redefinir o que significa ser um herói para que ele consiga salvar as pessoas que mais ama.

Relembre o trailer:

Confira a nossa crítica de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’!

Kemp PowersJustin K. Thompson entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Prêmio CinePOP 2024 | Robert Downey Jr. ganha o prêmio de Ator Coadjuvante Favorito por ‘Oppenheimer’

O aclamado sucesso de Christopher Nolan, Oppenheimer, fez um grande sucesso na temporada da premiações – e, agora, parece ter se tornado uma das produções mais elogiadas por parte dos leitores do CinePOP.

O público escolheu Robert Downey Jr. como Ator Coadjuvante Favorito, com 38% de escolha e apenas 5 votos a mais que Ryan Gosling (‘Barbie’).

Oppenheimer apresenta a trajetória do físico americano J. Robert Oppenheimer, interpretado por Murphy, conhecido como o “pai da bomba atômica”. O filme explora o papel crucial que desempenhou no desenvolvimento dessa arma durante a Segunda Guerra Mundial.

Oppenheimer‘ foi um dos maiores sucessos de bilheteria do ano, arrecadando US$ 952,6 milhões pelo mundo.

Relembre o trailer:

.

‘Todos Menos Você’: Comédia romântica ultrapassa US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! ‘Todos Menos Você‘ (Anyone but You), longa estrelado por Sydney Sweeney (‘Euphoria’) e Glen Powell (‘Top Gun: Maverick’), conseguiu ultrapassar US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais.

É a primeira comédia romântica a ultrapassar essa marca desde ‘Podres de Ricos‘, de 2018. Além disso, o filme se tornou a maior arrecadação para uma comédia romântica com alta classificação etária desde ‘O Bebê de Bridget Jones‘, de 2016.

Com orçamento de apenas US$ 25 milhões, a produção já pode ser considerada um enorme sucesso para a Sony Pictures – tornando-se um lembrete de que há público e demanda para o gênero nas telonas.

No Brasil, o boca a boca positivo fez a produção crescer 45% e liderar as bilheterias. Após estrear em segundo lugar em sua primeira semana em cartaz, o filme ultrapassou ‘Nosso Lar 2‘ e subiu para a primeira posição nas bilheterias nacionais, arrecadando R$ 5.6 milhões.

Vale lembrar que, no território norte-americano, o filme arrecadou apenas US$ 8 milhões no final de semana estendido de Natal. No entanto, a produção manteve uma excelente estabilidade nas telonas – o que reflete em sua média de 87% de aprovação do público no Rotten Tomatoes.

Crítica | Sydney Sweeney e Glen Powell BRILHAM na divertida comédia romântica ‘Todos Menos Você’

Confira nossa crítica:

Will Gluck, nome por trás das comédias ‘A Mentira‘ (2010) e ‘Amizade Colorida‘ (2011), é responsável pela direção.

Gluck escreveu o filme com Ilana Wolpert (‘High School Musical’).

Na ousada comédia, Bea (Sweeney) e Ben (Powell) parecem o casal perfeito, mas depois de um incrível primeiro encontro, algo aconteceu que esfriou a atração eletrizante dos dois. Até que eles são colocados inesperadamente juntos em um casamento na Austrália. Então, eles fazem o que todo adulto faria – fingem ser um casal.

Joe Roth, Jeff Kirschenbaum, Sweeney e Gluck produzem.

Sydney Sweeney vai estrelar e produzir a nova adaptação do clássico ‘Barbarella‘, e está no elenco de Madame Teia.

Glen Powell esteve no filme de grande sucesso de 2022, ‘Top Gun: Maverick‘. Ele também está em ‘Irmãos de Honra‘, estrelando ao lado de Jonathan Majors, e vai estrelar uma série dos Irmãos Russo.

‘Bob Marley: One Love’ ultrapassa US$ 120 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! Em menos de duas semanas, a cinebiografia ‘Bob Marley: One Love‘, filme que conta a história do ícone do reggae, ultrapassou a marca dos US$ 120 milhões nas bilheterias mundiais.

Com US$ 13.5 milhões arrecadados no segundo final de semana, o longa conseguiu se manter no topo das bilheterias dos EUA, barrando as estreias de ‘Demon Slayer Kimetsu no Yaiba – To the Hashira Training‘ (US$11.6M), ‘Ordinary Angels‘ (US$6.5M) e ‘Drive-Away Dolls‘ (US$2.4M).

Ao total, a produção já arrecadou US$ 71.1 milhões no território norte-americano.

Vale lembrar que ‘Bob Marley‘ havia conquistado o topo das bilheterias dos EUA ao arrecadar US$ 51 milhões em seu primeiro final de semana estendido – quase o dobro da estreia de ‘Madame Teia‘ (US$25.8M) no país.

Para termos de comparação, ‘One Love‘ arrecadou US$ 27.7 milhões no final de semana regular (composto por 3 dias), superando a estreia de ‘Rocketman‘ (US$25.7M) e chegando próximo aos números de ‘Elvis‘ (US$31.2M).

Apesar de ter dividido a opinião dos críticos – com 42% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a produção caiu no gosto do público, alcançando uma média de 92% de aprovação no site.

Relembre o trailer:

O longa celebra a vida e a música de um ícone que inspirou gerações através da sua mensagem de amor e união. Pela primeira vez nos cinemas, o público vai descobrir a poderosa história de superação de adversidades e a jornada por trás da sua música revolucionária.

A direção do longa é assinada por Reinaldo Marcus Green, que também dirigiu ‘King Richard: Criando Campeãs‘, filme indicado a seis Oscars e vencedor de um. Bob Marley será interpretado pelo ator Kingsley Ben-Adir, que atualmente trabalha na série “Invasão Secreta”.

Contracenam com ele nesse novo longa, Lashana Lynch, James Norton, Tosin Cole, Anthony Welsh, Michael Gandolfini, Umi Myers e Nadine Marshall.

Dica de Fim de Semana | Recentes produções no Prime Video para quem quer ficar em casa

Você prefere ficar em casa curtindo o fim de semana da maneira que mais gosta: assistindo a filmes e a séries nas plataformas de streaming.

Funcionando como uma grande válvula de escape que nos ajuda a relaxar, os títulos espalhados por esses serviços têm muito a nos oferecer – e o Prime Video é um dos grandes nomes por trás dessas obras.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com recentes produções da plataforma em questão.

Confira nossas escolhas:

LOUCAS EM APUROS (2023)

Estrelada por Ashley ParkSherry ColaStephanie Hsu e Sabrina Wu, a trama da aclamada comédia Loucas em Apuros gira em torno de Audrey (Park), uma jovem menina asiática que é adotada por pais brancos e que, incumbida com a tarefa de fechar um negócio multimilionário entre a firma de advogados em que trabalha e um magnata chinês, cruza os mares para encontrar a mãe biológica ao lado de sua melhores amiga, Lolo (Cola), uma antiga amiga que se tornou uma grande atriz de cinema, Kat (Hsu), e a prima de Lolo, Deadeye (Wu). No meio do caminho, elas se aventuram em eventos bizarros e hilários – e descobrem mais sobre si mesmas e sobre o poder da amizade.

ZORRO (2024)

Estrelada por Miguel Bernardeau, que ganhou fama após participar da adorada série ‘Elite’, a nova adaptação de Zorroacompanha Diego de la Vega enquanto ele adota a identidade do personagem titular para expor os assassinos de seu pai e levá-los à justiça. Além de lutar pela justiça em Los Angeles, Diego terá de tentar compreender como seu papel como herói impacta a Califórnia em uma era de mudanças constantes.

EXPATRIADAS (2024)

Expatriadas chegou em janeiro à plataforma do Prime Video e se consagrou como uma das melhores minisséries do ano em pouquíssimo tempo. Estrelada por ninguém menos que a vencedora do Oscar Nicole Kidman, bem como pelas incríveis Sarayu BlueJi-young Yoo, a produção é inspirada no best-seller ‘The Expatriates’, assinado por Janice Y.K. Lee, e é ambientada em Hong Kong, acompanhando a vida entrelaçada de três mulheres que se veem conectadas por meio de uma inesperada tragédia.

SR. E SRA. SMITH – 1ª TEMPORADA (2024)

Estrelada por Maya ErskineDonald GloverSr. e Sra. Smith acompanha dois estranhos solitários que conseguem empregos em uma misteriosa agência de espionagem – que oferece a eles uma vida gloriosa de espionagem, riqueza, viagens pelo mundo e uma bela casa em Manhattan. A pegadinha? Novas identidades em um casamento arranjado como Sr. e Sra. John e Jane Smith. Agora casados, eles enfrentam uma missão de alto risco toda semana, ao mesmo tempo em que enfrentam um novo marco no relacionamento. Sua complexa história de cobertura se torna ainda mais complicada quando eles desenvolvem sentimentos reais um pelo outro. O que é mais arriscado: espionagem ou casamento?

HAZBIN HOTEL – 1ª TEMPORADA (2024)

Supervisionada pela A24 e baseada no curta-metragem homônimo de Vivienne Medrano (que entra como a criadora da série), Hazbin Hotel gira em torno de Charlie, a Princesa do Inferno, e sua tentativa quase impossível de transformar seus servos demoníacos em empáticos ajudantes para dar um jeito em seu reino caótico, violento e superpopulado. Com a ajuda de sua devota parceira Vaggie, a atriz Angel Dust e uma poderosa entidade conhecida como Demônio do Rádio, Charlie convida pecadores sinistros de todas as descrições para fazer parte do Hotel Hazbin e, com sorte, migrar para o Paraíso.

Prêmio CinePOP 2024 | Cillian Murphy é votado como Ator Favorito por ‘Oppenheimer’

O aclamado sucesso de Christopher Nolan, Oppenheimer, fez um grande sucesso na temporada da premiações – e, agora, parece ter se tornado uma das produções mais elogiadas por parte dos leitores do CinePOP.

O público escolheu Cillian Murphy como Ator Favorito no Prêmio CinePOP 2024, com 48% dos votos. Além disso, Robert Downey Jr. foi votado como Ator Coadjuvante Favorito, enquanto Emily Blunt foi escolhida como Atriz Coadjuvante Favorita.

Oppenheimer apresenta a trajetória do físico americano J. Robert Oppenheimer, interpretado por Murphy, conhecido como o “pai da bomba atômica”. O filme explora o papel crucial que desempenhou no desenvolvimento dessa arma durante a Segunda Guerra Mundial.

Oppenheimer‘ foi um dos maiores sucessos de bilheteria do ano, arrecadando US$ 952,6 milhões pelo mundo.

Relembre o trailer:

.